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‘Jungle Cruise’: Aventura com Dwayne Johnson e Emily Blunt ganha trailer LEGENDADO

A Disney divulgou o trailer legendado da aventura ‘Jungle Cruise‘, estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt.

Confira:

O filme é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘) e roteirizado por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Dwayne Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Emily Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho.

‘Mortal Kombat’: Produtor fala sobre a estreia do reboot e o lançamento do trailer

Inicialmente previsto para janeiro de 2021, o aguardado reboot de ‘Mortal Kombat‘ foi adiado por tempo indeterminado por causa da pandemia de coronavírus. Através do seu Twitter, o produtor Todd Garner revelou novas informações sobre o lançamento da produção.

“Nós não teremos uma data de estreia até que os cinemas sejam reabertos. O mesmo acontecerá com o lançamento do trailer.”

O produtor também confirmou que o longa passará por algumas filmagens adicionais, que deveriam ter acontecido em março.

O reboot será dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan.

Greg Russo é o responsável pelo roteiro da nova versão.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

A trilha sonora ficará por conta de Benjamin Wallfisch (‘It: Capítulo 2‘).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Nove Desconhecidos’: Série com Nicole Kidman ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Amazon Prime divulgou o trailer completo da série ‘Nove Desconhecidos‘ (Nine Perfect Strangers), estrelada pela Nicole Kidman (‘Big Little Lies’).

Confira:

No Brasil, a produção irá estrear no dia 20 de agosto – dois dias após o lançamento nos Estados Unidos.

A série é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

David E. Kelley e John Henry Butterworth são os showrunners e assinam o roteiro ao lado de Samantha Strauss.

Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.

O elenco ainda conta com Melissa McCarthy, Samara Weaving, Luke Evans, Regina Hall e Michael Shannon.

‘The Good Fight’: Carrie Preston irá retornar na 6ª temporada

De acordo com o TVLine, Carrie Preston (‘True Blood’) irá participar da 6ª temporada do drama legal ‘The Good Fight‘.

A atriz reprisará seu papel como a advogada Elsbeth Tascioni, que originalmente foi introduzida em ‘The Good Wife‘. Além de estrelar, Preston também irá dirigir um episódio do novo ciclo.

Vale lembrar que Alan Cumming também retornará como Eli Gold na nova temporada.

Criada por Michelle KingRobert KingPhil Alden Robinson, a série é um spin-off de ‘The Good Wife‘.

A trama se passa um ano depois da série original e traz um escritório de advocacia na tentativa de livrar um jovem advogado de um escândalo que está abalando sua estrutura pessoal e profissional.

O elenco inclui Christine Baranski, Cush Jumbo, Delroy Lindo, Sarah Steele, Paul Guilfoyle, Bernadette Peters, Michael Sheen e Erica Tazel.

Pictured: Season 5 Key Art of the Paramount+ series THE GOOD FIGHT. Photo Cr: CBS ©2021 Paramount+, Inc. All Rights Reserved.

Drama, romance e intrigas no trailer de ‘A Vida Mentirosa dos Adultos’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da série ‘A Vida Mentirosa dos Adultos‘, adaptação do aclamado livro de Elena Ferrante.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 4 de janeiro.

A trama retrata a passagem de Giovana da infância para a adolescência na década de 1990. Nessa transição, ela vive entre as duas facetas de Nápoles, que se temem e se odeiam: a parte alta, com sua imagem de finesse e elegância, e a parte baixa, mais simples e propensa aos excessos. Giovanna oscila entre as duas, ora subindo, ora descendo, mas sempre constatando que sua cidade natal não oferece saídas nem respostas.

O elenco conta com Valeria Golino, Giordana Marengo, Azzurra Mennella, Rossella Gamba, Alessandro Preziosi, Susy Del Giudice, Pina Turco e Biagio Forestieri.

O cineasta Edoardo De Angelis (‘Indivisíveis’) está no comando da série, com Ferrante assinando o roteiro adaptado ao lado de Laura Paolucci e Francesco Piccolo.

Diretor promete mais de 30 MORTES na sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’

Em entrevista ao Variety, o diretor Rhys Frake-Waterfield prometeu que a sequência de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘ será ainda mais brutal e sangrenta do que o longa original.

O cineasta revelou que a continuação terá mais de 30 mortes – mais do que o triplo das fatalidades apresentadas no primeiro filme.

“A sequência será muito maior que o longa original. É um filme de terror, então muitas pessoas vão assistir por causa das mortes sangrentas. Acredito que, da última vez que contei, havia mais de 30 mortes no novo filme. Acho que isso é o triplo do que tivemos no primeiro filme; há muitas cenas de massacre. Será sangrento e extremamente violento.”

Ele completa, “Tivemos mais facilidade com a sequência porque o orçamento ficou muito maior, então tivemos a oportunidade de expandir nossas opções. E eu queria fazer um filme realmente insano. Desta vez, eu dei ao Ursinho Pooh sua própria arma mortal. No original, ele só usava qualquer coisa que tivesse ao seu alcance, mas nesta sequência ele usará uma armadilha de urso – o que é perfeito para o personagem.”

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor também revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Confira:

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.  Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Orçado em apenas US$ 100 mil, já arrecadou US$ 4 milhões através das regiões em que foi lançado pelo mundo.

E aí, você pretende assistir?

Repleto de violência e sangue, o terror recebeu a classificação indicativa 18 anos no Brasil.

 

Lisa Kudrow quer retornar para 3ª temporada de ‘The Comeback’

Em entrevista ao Newsweek, Lisa Kudrow (‘Friends’) revelou que adoraria voltar a interpretar a Valerie Cherish em uma possível 3ª temporada de ‘The Comeback‘.

O segundo ciclo foi lançado em 2014, após uma pausa de quase 10 anos.

“Eu e o Michael Patrick King estamos sempre conversando sobre o que poderia acontecer [na terceira temporada]. Já se passaram nove ou dez anos atualmente. Está na hora [de fazermos mais um ciclo].”

Anteriormente, ela havia agradecido o interesse dos espectadores na produção: “Estou animada e adoro qualquer pessoa que tem o mesmo nível de apreciação por ‘The Comeback’ que o nível de orgulho que eu tenho por estrelar aquela série.”

Na trama, Kudrow interpreta uma atriz que perdeu o prestígio e dificuldades em ser reconhecida no cenário. No entanto, ela planeja fazer um retorno, contratando uma equipe de cinegrafistas para documentar as dificuldades e os triunfos de sua jornada.

Sucesso entre os críticos – a segunda temporada alcançou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a série recebeu quatro nomeações do Emmy, incluindo Melhor Atriz de Comédia e Melhor Direção de Comédia.

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Quebrando Regras

(Rule Breakers)

 

Elenco:

Nikohl Boosheri
Ali Fazal
Amber Afzali

 

Direção: Bill Guttentag

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2025

Sinopse: 

Em QUEBRANDO REGRAS, em uma nação onde educar meninas é rebelião, uma mulher visionária desperta esperança e oposição. Sua coragem desencadeia um movimento que pode transformar a nação para sempre.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Bill Guttentag também assina o roteiro ao lado de Jason Brown e Elaha Mahboob;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Frankie Muniz retorna no teaser LEGENDADO do revival de ‘Malcolm in the Middle’; Confira!

O Disney+ divulgou o teaser legendado de ‘Malcolm: A Vida Continua Injusta‘, revival da clássica série de comédia ‘Malcolm in the Middle‘.

Estrelada pelo Frankie Muniz, a produção estreará oficialmente no dia 10 de abril.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Bryan Cranston e Jane Kaczmarek também retornam como os pais de Malcolm. Caleb Ellsworth-Clark será Dewey, enquanto Christopher Masterson e Justin Berfield estão confirmados para reprisar seus icônicos papéis como Francis e Reese, respectivamente.

Além dos retornos e das novas adições, o elenco se expande com a chegada de Anthony Timpano, Vaughan Murrae e Keeley Karsten.

Timpano interpretará Jamie, o irmão mais novo de Malcolm, enquanto Murrae dará vida a Kelly, outro irmão. Karsten interpretará Leah, a filha de Malcolm.

A nova versão será supervisionada pelo criador original da série, Linwood Boomer.

De acordo com a sinopse oficial, “Malcolm (Muniz) e sua filha se veem envolvidos no caos da família quando Hal (Cranston) e Lois (Kaczmarek) exigem sua presença para a festa de 40 anos de casamento deles”.

A série original teve sete temporadas e 151 episódios, de 2000 a 2006, e está disponível no Disney+.

Série ‘Billions’ é renovada para a terceira temporada

O canal de TV norte-americano Showtime anunciou nesta semana que a série dramática ‘Billions’ foi renovada para sua terceira temporada. Com uma audiência forte, a produção estrelada por Paul Giamatti e Damien Lewis teve um excelente publico desde a estreia de sua segunda temporada, em 19 de fevereiro, e já conquistou mais de 4,4 milhões de pessoas.

Segundo o presidente e CEO da Showtime Networks, David Nevins:

“‘Billions’ continua a ser uma série  em ascensão, crescendo não apenas em audiência, como entre os críticos e também por sua relevância cultural. Ela oferece uma mistura unica entre o puro entretenimento com comentários astuciosos sobre a nossa atual tem-não-tem economia. A segunda temporada teve uma tremenda abertura e apenas aumentou o apetite da nossa público para o que esta por vir na terceira temporada”.

Ao lado de ‘Homeland‘, que já abocanhou mais duas temporadas, alem da que esta no ar no momento, ‘Billions’ sera parte da grade de outras series que também retornarão, como ‘Shameless’, ‘Ray Donovan’ e ‘The Affair’.

‘The Witcher’: Série da Netflix baseada em game não será “água com açúcar”

A série original da Netflix baseada no game de sucesso, ‘The Witcher‘, está caminhando a passos largos.

Como Lauren Schmidt Hissrich à frente da produção, é possível acompanhar parte de seu processo criativo em sua conta do Twitter, através de inúmeras publicações.

E a mais recente visa tranquilizar os fãs dos games e dos livros, afirmando que a produção não será “água com açúcar”, suavizando o universo amado pelos fãs.

Em resposta a um fã preocupado com a possibilidade de suavizar demais a narrativa, tirando seus aspectos fundamentais, Hissrich respondeu:

“Não faremos nada água com açúcar. Eu te dou a minha palavra”.

‘Knives Out’: Michael Shannon negocia papel em suspense estrelado por Daniel Craig

O novo longa do cineasta Rian Johnson,Knives Out‘, continua ganhando forma e o elenco segue crescendo. Segundo a revista Variety, o aclamado indicado ao Oscar, Michael Shannon, pode ser a próxima adição.

Segundo a publicação, o astro estaria em “negociações ativas” para estrelar a produção. No entanto, ainda não há detalhes referentes ao seu personagem.

O suspense já conta com os atores Chris Evans, Lakeith Stanfield e Daniel Craig.

Stanfield e Craig irão interpretar detetives.

A trama está sendo descrita como uma “novela policial com um crime misterioso para ser resolvido”.

‘Knives Out’ ainda não possui data de estreia.

Crítica TIFF | Waves – Um drama familiar de partir o coração ao meio

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2019

Pressões, medos e anseios formam bagagens que muitas vezes não ficam pelo caminho, mas são carregadas ao longo de uma jornada inteira. E o ambiente familiar costuma ser o centro gravitacional onde toda essa profunda carga traumática eclode, promovendo colisões entre gerações e percepções sobre a criação familiar, que podem – a longo prazo – acarretar em profundas feridas que custam a fechar. Essa tumultuada natureza é o que faz de Waves uma experiência cinematográfica cortante, real e sensível. Nos tomando pela mão de maneira delicada e doce, a produção prefere não se anunciar, construindo uma atmosfera sufocante e delirante que, gradativamente, se desabrocha nas telas nas belíssimas e complexas atuações de seu elenco. Como um relato autêntico da difícil tarefa de ser pais e filhos, o drama de Trey Edward Shults explora as mazelas por trás de um lindo retrato familiar.

Nossos pais foram criados de maneira distinta, tal como os seus próprios pais. E de geração em geração, a criação no seio familiar muitas vezes se transforma em um caminho tortuoso, esburacado, permeado por traumas jamais tratados, que acabam sendo perpetuados nas vidas de seus filhos. Em Waves, Shults aborda essa temática com honestidade, pontuando como ser pai e mãe se tornou uma tarefa cada vez mais delicada. E com a responsabilidade de ajudar seus pequenos a traçarem o resto de suas vidas, é comum que hajam as projeções e expectativas que se espera das suas crias. Só que o preço dessa imposição é custoso e uma hora ou outra essa fatura vem. O drama familiar explora esse ônus, acertando ao expor o grau de fragilidade que boa parte das famílias ao redor do mundo tenta esconder por trás de belas cortinas e persianas.

Em um mundo onde os adolescentes são cobrados de maneira sufocante, ser um jovem estudante já não é mais uma tarefa simples. Em meio às mudanças hormonais e pressões quanto ao futuro, amor, drogas, estudos e o incerto se chocam, arrastando todos ao redor. Foi assim com o jovem Tyler Williams, que viu sua breve jornada de atleta promissor ruir quando contusões e uma gravidez inesperada se transformam no pavor de ser incapaz de suprir as expectativas de seu exigente pai. Aqui, Kelvin Harrison Jr. mais uma vez se prova como o futuro do cinema, entregando uma angústia aterrorizante em sua atuação. De Luce a Waves, o jovem ator já transita no cinema independente com domínio maestral e contracena ao lado de Sterling K. Brown, seu pai fictício, com intimidade e autoridade.

Como a dinâmica mais explorada nas telonas, essa é aquela que faz o coração sangrar. Como um passo-a-passo do que não fazer às suas crianças, a relação entre pai e filho é a rachadura profunda que faz uma família inteira ser destruída. O medo de não acertar, rodeado pela dura criação de um pai que apenas passou adiante o pouco que recebeu, cria um clímax caótico e doloroso, nessa trama que aborda como a insensatez, um amor exigente, a insensibilidade e uma efêmera alienação parental podem transformar um MVP em um prisioneiro de sua própria mente. E como uma espécie de alerta, Waves é uma lição de vida didática, mostra como as pressões exageradas em um adolescente podem lhe custar a vida e nos ensina que o amor paterno precisa ser sacrificial e não um sacrifício.

Trazendo um roteiro emocional que leva a audiência para cantos profundos da alma e da mente, Waves é simbólico em toda a sua essência. Com uma direção criativa, a câmera passeia pelos sets com rapidez, garantindo uma dramaticidade muito mais profunda na captura das emoções de seus personagens. Com planos sequências que formam espirais alucinantes, o filme faz breves analogias sobre como a vida é dinâmica e como os ciclos se repetem. Trazendo uma fotografia que se destaca no noturno, luzes artificiais, cores intensas e neons se mesclam às cenas, garantindo uma imersão visual que torna a experiência cinematográfica ainda mais sinestésica. Conferindo uma profundidade na narrativa, esses artifícios se transformam em uma extensão da trama, nos absorvendo e nos tragando para complicada história da família Williams.

Delicado e sensível, Waves é uma imperiosa poesia visual, que nos parte ao meio por sua tamanha e tão genuína intensidade. Mais uma obra-prima da produtora A24, ela se consolida como um primoroso relato sobre o quão doente a nova geração de adolescentes está ficando, em virtude de seus próprios pais. Sucumbindo em complexos de inferioridade escalonados pelas redes sociais, eles desenvolvem síndrome do pânico e são submetidos às pressões que nem os adultos estão acostumados a enfrentar. E aqui nesta trama, lutando para sobreviver aos seus próprios pensamentos e falsos conceitos atribuídos, eles são mesmo como ondas: Trazem seus medos enraizados com intensidade e, inadvertidamente, se rompem com voracidade ao perder suas forças, alastrando tudo e todos consigo. Inclusive o coração da audiência, neste caso.

‘Titãs’: Filmagens da 3ª temporada já começaram; Confira as primeiras imagens!

As filmagens da 3ª temporada da série da DC, intitulada ‘Titãs‘, já começaram e seguem a todo vapor.

E para comemorar o reinício dos trabalhos, o diretor de fotografia da produção, Boris Mojsovski, compartilhou duas novas e misteriosas imagens da série.

As fotos não revelam detalhes precisos da trama, mas sugerem uma atmosfera mais sombria e pesada.

Confira:

Novidades da 3ª temporada

Vale lembrar, que a terceira temporada trará Jason Todd tramando uma jornada para derrubar os ‘Titãs‘.

Nos quadrinhos, Jason Todd foi morto pelo Coringa e ressuscitou sob o polêmico codinome Capuz Vermelho, tornando-se um assassino frio e calculista. Apesar de ser pouco adaptado em animações e em nenhuma versão live-action, o personagem se tornou um dos anti-heróis mais populares de DC.

Também foi confirmado que Barbara Gordon/Batgirl dará as caras nos próximos episódios, mas não vestirá o uniforme da heroína. Na verdade, ela será Comissária da Polícia de Gotham City, além de ter tido um relacionamento prévio com Dick Grayson (Brenton Thwaites).

Além disso, o icônico supervilão Espantalho, alter-ego do Dr. Jonathan Crane, também fará sua estreia na série.

Informações sobre elenco ou em quantos capítulos os personagens irão aparecer não foram reveladas.

A 2ª temporada já está disponível na Netflix.

Assista ao trailer:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Ritchson) e Columba (Kelly) também irão retornar.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

O mês de outubro já está em sua segunda quinzena e várias produções serão lançadas na grade de programação da Netflix ao longo dos próximos dias.

E dentre as principais estreias teremos a 2ª temporada da série ‘Locke & Key’, além do quarto ciclo de ‘Dinastia’.

E para você não perder nada, separamos a agenda completa de lançamentos dessa semana!

19/10

A Casa Mágica da Gabby: Temporada 3
Gatinhos fofos, muita arte e magia colorida! Junte-se a Gabby e seu amigo Pandy Gato em suas aventuras mirabolantes na nova temporada.

20/10

As Passageiras
Um jovem motorista leva duas mulheres misteriosas para uma noite de festa em festa, sem imaginar que sua vida está em risco. Jorge Lendeborg Jr., Megan Fox, Debby Ryan, Lucy Fry, Raúl Castillo, Alfie Allen, Alexander Ludwig e Sydney Sweeney compõem o elenco.

21/10

Insiders: Temporada 1
Doze pessoas acreditam estar participando da seleção final para um reality show quando, na realidade, estão sendo filmadas sem saber. O prêmio: 100.000 euros.

goop: Muito Além do Prazer – Temporada 1
Casais corajosos buscam mais prazer e intimidade no sexo com a ajuda de Gwyneth Paltrow e uma equipe de especialistas neste reality show.

A Vida é um Bug: Temporada 1
O famoso influenciador Julien Bam e seu amigo Joon Kim lutam para voltar ao mundo normal após viajarem acidentalmente para uma dimensão paralela.

ONE OK ROCK: Flip a Coin
Com a turnê cancelada em 2020, os membros da ONE OK ROCK trabalham por meses para criar um show online com a mesma energia das apresentações ao vivo.

Komi Can’t Communicate: Temporada 1
Tadano ajuda Komi, sua colega de escola tímida e antissocial, a melhorar sua comunicação e alcançar um objetivo: fazer 100 amigos.

22/10

Locke & Key: Temporada 2
A série de magia e mistérios baseada nos quadrinhos de Joe Hill e Gabriel Rodríguez está de volta em uma nova temporada.

Departamento de Conspirações: Parte 1
Para os funcionários do Departamento Nacional de Conspirações, as teorias conspiratórias são uma realidade. E mantê-las em segredo requer muito trabalho.

O Desconhecido Mundo Animal
Bradley Trevor Greive, especialista em vida selvagem, se mete nas mais loucas aventuras mundo afora e compartilha curiosidades estranhas e inacreditáveis sobre a natureza.

Dinastia: Temporada 4
Um casamento, um funeral, um novo membro da família e muito drama aumentam a pressão sobre os Colbys e os Carringtons nesta temporada.

Maya e os 3 Guerreiros: Minissérie
Uma princesa guerreira parte em missão para cumprir uma antiga profecia e salvar a humanidade dos deuses do submundo.

 

Anna Wintour deixa cargo de Editora-Chefe da Vogue EUA após 37 anos no comando

Após quase quatro décadas moldando o universo da moda através das páginas da Vogue americana, Anna Wintour está oficialmente deixando o cargo de editora-chefe da edição dos EUA, conforme confirmado pela Variety nesta quinta-feira (26). A decisão marca o fim de uma era para uma das figuras mais influentes da indústria da moda e da mídia.

Wintour anunciou a saída em comunicado interno à equipe, informando que a revista iniciará a busca por um novo(a) chefe de conteúdo editorial para os Estados Unidos — um cargo que faz parte da estrutura global implementada pela Condé Nast desde 2020.

Apesar da saída da editoria norte-americana, Wintour permanece como Chief Content Officer da Condé Nast e diretora editorial global da Vogue, supervisionando a publicação em todos os seus mercados, incluindo Reino Unido, França, Japão, China, Índia, Itália e Oriente Médio.

Ela continuará a influenciar o conteúdo de títulos como Vanity Fair, GQ, AD, Bon Appétit, Allure e Wired — com exceção do The New Yorker, comandado por David Remnick.

Anna Wintour assumiu o posto em 1988, sucedendo Grace Mirabella. Sua primeira capa foi icônica: a modelo Michaela Bercu usando um blazer Christian Lacroix com uma cruz bordada e jeans stonewashed da Guess — uma quebra de paradigma que simbolizava uma nova era editorial.

“Essa capa rompeu todas as regras”, escreveu Wintour em 2012. “As pessoas interpretaram de diversas formas: que era sobre o ‘high-low’, que a modelo estava grávida, ou até uma mensagem religiosa. Mas não era nada disso. Eu apenas senti que os ventos estavam mudando.”

Ao longo de sua carreira, Wintour se tornou sinônimo de poder, elegância fria e olhar apurado para tendências culturais. Sob sua liderança, a Vogue consolidou-se como a bíblia da moda e se manteve relevante em meio às transformações digitais da mídia.

A transição permitirá que Wintour concentre-se ainda mais em seu papel global, estrategicamente alinhando as edições internacionais da Vogue e impulsionando a transformação digital da Condé Nast. A busca por um(a) novo(a) editor(a)-chefe para a edição americana se insere na estrutura atual da editora, onde cada mercado opera com um líder editorial local reportando-se a um diretor global — no caso da Vogue, ainda sob o olhar de Wintour.

Pedro Almodóvar elege ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ como o melhor filme do ano

De acordo com o IndieWire, a cineasta Pedro Almodóvar elegeu o drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ como o melhor filme do ano durante votação anual do site espanhol Otros Cines Europa.

Ainda segundo ele, Timothée Chalament, que concorre ao Globo de Ouro, “é a revelação de 2017”.

“Tudo é muito bonito, charmoso e desejável nesse filme. Os meninos, as meninas, os cafés da manhã, as frutas, os cigarros, os reservatórios, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a devoção dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, o relacionamento com os pais. Veja o compromisso dos autores André Aciman, James Ivory e Luca Guadagino com a paixão dos sentidos e a luz do norte da Itália.”

Por enquanto temos que esperar para saber. No Brasil o filme lança dia 18 de janeiro nos cinemas.

O premiado drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ também ganhou o prêmio de Melhor Filme do ano na Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles.

O drama tem deixado sua marca em diversos festivais esse ano, passando pelo Festival do Rio, Toronto, Sundance e Berlim. Também ganhou o prêmio principal no Gotham Independent Film Awards 2017 e é um dos mais cotados para o Oscar 2018.

‘Corra!’ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ vencem o Gotham Independent Film Awards 2017

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ teve dois clipes divulgados.

Assista:

Em entrevista recente, o diretor Luca Guadagnino defendeu a ausência de nudez frontal masculina no filme estrelado por Armie Hammer e Timothée Chalamet:

“Eu sou o diretor menos puritano que você pode conhecer. Sou bem preciso em usar os corpos femininos e masculinos nas telas para transmitir todo o tipo de emoções. Acho que a exibição da nudez nesse filme especificamente era bastante irrelevante e entendo que para James [o roteirista] era algo relevante, mas essa é a visão dele. O que está claro é que não tivemos limitações no que queríamos fazer”.

O roteirista James Ivory afirmou que tinha cenas de nu frontal, mas o contrato dos atores não permitiu:

“Certamente meu roteiro tem todos os tipos de nudez. Mas, segundo Luca, os dois atores tinham no contrato que não poderia ter nudez frontal e não teve, o que é uma pena. Novamente, é apenas essa atitude americana. Ninguém parece se importar tanto ou ficar chocado sobre o nu total feminino. É com os homens. Isso é algo que deve ser tão profundamente cultura que alguém deveria perguntar: ‘Por quê?’”.

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana. O longa foi exibido no Festival do Rio desse ano.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ estreia no Brasil em 18 de janeiro.

‘Dragon Empire’: Princesas lutam contra dragões em nova animação da Disney

Mais um filme da Disney Animation foi confirmado pelo That Hashtag Show.

De acordo com site, a empresa está desenvolvendo a animação medieval ‘Dragon Empire’, que contará com a direção de Pail Briggs e Dean Wellins, que possuem créditos por ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’ e ‘Operação Big Hero’.

A trama apresentará a valente Jan-Jinn, que aprende com o mentor Bolin, um senhor de 600 anos de idade, como lutar e vencer dragões. O filme está sendo descrito como “uma aventura empoderada”.

A atriz Jamie Chung (‘Gotham’) está em negociações para dar voz à protagonista. Ainda não há data de estreia definida.

 

 

Coringa | 5 Vilões da DC que Merecem Filme Solo

Coringa‘ está nos cinemas há pouco tempo, mas já mostrou seu valor. Ele é, em teoria, o primeiro filme do novo selo da Warner nas telonas, o DC Black, que tem uma missão muito interessante e até mesmo pretensiosa: funcionar como um tipo de Fox Searchlight dos quadrinhos. Ou seja, eles pegam personagens de HQs e ganham liberdade quase total para fazer o que quiserem com eles, sem precisar estar ligado ao Universo DC dos Cinemas.

São histórias isoladas, com custos não tão altos quanto as principais produções da casa e mais chance de ousar em relação a expectativa dos fãs. Já existem boatos de que o próximo filme no forno da DC Black é Lex Luthor, que deve mostrar o icônico nêmesis do Superman como Presidente dos Estados Unidos. É um filo muito bom a ser explorado, porque a única coisa que precisa ser mantida é a essência dos personagens. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco personagens que poderiam render filmaços para esse novo selo. Confiram!

 

O Exterminador

Slade Wilson vem sendo usado à exaustão pela Cultura Pop nos últimos 10 anos. Nascido como vilão dos Jovens Titãs, tendo sua primeira aparição lá nos anos 80, o Exterminador galgou um espaço nas HQs muito forte. Seu visual preto e laranja e sua personalidade intensa são muito marcantes e renderam até uma paródia na Marvel, um tal de Deadpool, não sei se vocês conhecem… nos últimos anos, ele se popularizou na série de jogos da DC, na série Arrow e chegou até a aparecer no final do filme da Liga da Justiça.

Enfim, ele é um Mercenário que teve seu corpo aprimorado pelo exército, até que se rebelou e passou a agir por conta própria. Ele tem um código de honra muito forte, habilidades impressionantes com armas brancas e armas de fogo e uma história familiar trágica, envolvendo a perda de um olho causada pela própria esposa, a morte da esposa e dos filhos por conta de sua ações e um sentimento forte de culpa. Também é um grande estrategista e funciona tanto como vilão ou anti-herói. É o personagem perfeito para o DC Black!

 

Lobo

Pedido antigo dos fãs, o Lobo é o típico personagem feito para filmes de baixo orçamento, classificação etária para maiores de 18 anos e um diretor meio surtado no comando, ao melhor estilo Robert Rodriguez. Satirizando os grandes heróis do cinema dos anos 70 e 80, o alienígena de 400 anos tem seu visual inspirado pela banda Kiss, e foi o responsável pela extinção da vida em seu planeta natal. Sua raça é imortal ao tempo, mas não ao enxame de escorpiões voadores que ele criou de sacanagem (risos).

Completamente amoral, ele é um assassino por natureza e praticamente inderrotável. Sua única fraqueza são gases venenosos. Seu vocabulário é repleto de palavrões e suas missões como Caçador de Recompensas espacial envolvem muita violência gráfica, alcoolismo e fumo. O cara é tão badass que já foi cuspido do inferno, mas também é tão aleatório que tem um código próprio de não matar cachorros e golfinhos espaciais, sem contar que já foi contratado pelo Coelhinho da Páscoa para matar o Papai Noel.

 

Sinestro

Vilão do Lanterna Verde, o Sinestro é uma história de derrocada de um dos maiores soldados da Tropa dos Lanternas. Ele era um arqueólogo em seu planeta natal quando viu um embate entre um alien monstruoso e um Lanterna Verde moribundo. O herói esverdeado cedeu seu anel para que Sinestro derrotasse a criatura e ele assim o fez, só que em vez de devolver a arma espacial, o vilão ficou com ela para si e deixou o Lanterna para morrer.

Chegando a Oa como o sucessor do anel, Sinestro passa a lutar ao lado de Abin-Sur e se torna um dos principais nomes da Tropa. Sua força de vontade só não é tão grande quanto sua sede de poder. Enquanto defendia a galáxia como Lanterna Verde, Sinestro escravizava em segredo seu planeta natal. Ele chega a treinar Hal Jordan quando Abin-Sur é abatido, mas acaba tendo seu esquema maléfico de ditadura descoberto pelos Guardiões.

Banido para o Universo Antimatéria, ele tem contato com a substância Qwardamita e empunha seu poderoso anel de Lanterna Amarelo, se tornando um dos inimigos mais cruéis da Tropa dos Lanternas Verde. É uma história de ego, traições e ilusões causadas pela luxúria, quase shakespeariano. É a típica trama que costumam associar a Kenneth Branagh e seria uma chance de ver mais do universo dos Lanternas sem ter uma ligação com o UDC.

 

Vandal Savage

Um déspota imortal que importuna a humanidade desde sua origem, esse é Vandal Savage. Ele foi afetado pela radiação de um meteorito em 50 mil antes de Cristo e ganhou a imortalidade e um intelecto mais do que privilegiado. Com o sentimento de superioridade ante os homens da caverna, Vandal parece estar sempre um passo a frente da humanidade comum e diz ter sido Alexandre, O Grande, Gêngis Khan, o Imperador Julio Cesar e até mesmo o Pirata Barba Negra.

É um sádico, louco por poder e com gosto refinado para artes e cultura. Há versões em que ele viaja no tempo e causa verdadeiras tragédias nas linhas temporais. Estrategista nato e dono de muita força, Savage também usa suas experiências adquiridas ao longo da história com nomes como Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler e Ras al Ghul. É o típico vilão que já deu muita dor de cabeça para os heróis separados e para a Liga da Justiça completa. Um malfeitor de peso, alucinado pela própria ganância e tentando forjar um autocontrole que não engana ninguém. No final das contas, por mais intelectualmente privilegiado que seja, ele é um homem das cavernas.

 

Entre a Foice e o Martelo

E se o Superman não tivesse caído em Smallville, mas aterrissasse na antiga União Soviética? É baseado nessa pergunta que Superman: Entre a Foice e o Martelo desenvolve uma das melhores tramas da história dos quadrinhos. O roteiro de Mark Millar é simplesmente genial e mostra as perspectivas de heroísmo em cada nação e como os papéis mudariam nos EUA caso o Super fosse russo e Lex Luthor o típico empresário americano. É um exercício delicioso de imaginação que convida o leitor a adentrar diferentes conceitos de utopia e se chocar com um dos maiores plot twists das HQs.

É espetacular ver como Mark usa os quadrinhos para fazer críticas pesadas ao capitalismo, comunismo, militarismo, ultranacionalismo e aos regimes ditatoriais, sejam eles assumidos ou não. É uma trama muito atual, principalmente nesse momento de polarização política absurda que vivemos, em que não há exatamente um vilão. Todos são moralmente questionáveis, sejam eles americanos ou soviéticos. Adorado pelos fãs, esse universo seria um material de base excelente para um filme do DC Black.

 

Coringa está em cartaz em todo o país.

 

Crítica | Aruanas – Série da Globo faz Denúncia do Desmatamento no Amazonas

O Brasil é um país continental, com culturas diferentes e cujo território abrange a maior parte da Floresta Amazônica – o pulmão da Terra. Justamente por ser o centro através do qual o planeta respira, ele desperta a cobiça de empresas do mundo inteiro, que visam na região atrás da madeira, dos minérios, dos animais, dos recursos naturais e, claro, do próprio território, que cada vez mais vem sendo devastado para se transformar em pasto para o agronegócio. E é neste ponto que entra as Aruanas.

Partindo de uma realidade atual e cruel, a série produzida pela Rede Globo busca aproximar a ficção do cenário cotidiano das populações diretamente afetadas pelo desmatamento e jogar luz sobre o que se passa na região norte brasileira. A série desconstrói a ideia de imaginário ocidental da selva inexplorada, jogando luz para um cenário já em desmatamento, já em destruição.

Com um argumento extremamente pertinente, o tema é justamente o forte de ‘Aruanas’. A série parte da luta de uma organização não governamental chamada Aruana, da qual fazem parte a advogada Verônica Muniz (Taís Araujo), a jornalista Natalie Lima (Débora Falabella) e a ativista Luiza Laz (Leandra Leal) – três amigas de infância que fundaram a ONG –, além da estagiária Clara (Thainá Duarte), que chega na ONG fugindo do seu ex abusivo. Juntas elas e outros funcionários da Aruanas irão lutar contra a mineradora KM, empresa de Miguel Kiriatos (Luiz Carlos Vasconcelos), que recebe assessoria constante da lobista Olga Ribeiro (Camila Pitanga) para conseguir burlar Brasília e se apropriar das reservas indígenas na cidade de Cari, no Amazonas.

O roteiro de Estela Renner e Marcos Nisti, escrito com Pedro de Barros, transita suavemente entre o drama e o thriller, afinal, as três ativistas se colocam sob constante risco em nome da causa – o que é legal, porque não exagera nos elementos de nenhum desses dois gêneros. Entretanto, exagera nos diálogos enciclopédicos, que engessam por muitas vezes a fala dos personagens – os quais explicam o tempo todo coisas uns aos outros e elencam estatísticas, em um artifício didático de transmitir a realidade enfrentada pelos povos indígenas e ribeirinhos. Além disso, embora o argumento seja centrado nessa luta pela manutenção da floresta amazônica, o roteiro é preenchido boa parte pelos dramas pessoais das quatro protagonistas, desviando o interesse do espectador do foco principal para apresentar mais profundamente essas personagens, tendo já em vista uma segunda temporada – já confirmada.

Com dez episódios de cerca de quarenta e cinco minutos cada, a primeira temporada toda nos conduz para a cena final, que é realmente emocionante. Os momentos ápices da história ocorrem no final do episódio 4; no 7º, quando o grande drama é revelado; e no 8º, quando a coisa toda vai para o ventilador.

A atuação do elenco – reunido pela primeira vez em uma mesma produção – é bastante competente, embora nos primeiros episódios se aproxime mais com a atuação de teatro (que tem movimentos mais marcados). O destaque é Leandra Leal, mais familiarizada com o cinema, e em Gustavo Vaz e Bruno Goya, cujas performances são mais naturais.

A direção competente de Estela Renner – aliada com uma super produção que levou a equipe para gravar no Amazonas e incluiu indígenas de verdade para representarem a si mesmos na ficção, inclusive falando em guarani – consegue um resultado de encher os olhos, sem se demorar em cenas de violência e trazendo belíssimas imagens de uma parte do Brasil pouquíssimo conhecida pelos próprios brasileiros. A série – que teve premiere em Nova York em 2019 na inauguração da Globoplay como streaming internacional – se encaminha para ser uma das principais referências de produção nacional no resto do mundo, e tem tudo para trazer uma segunda temporada mais aprofundada no tema.

ep 5 – cena 24 – Bastidor – Raoni ( Abraão Mazuruna ), Payall ( Kay Sara ) e Anderson Kay.

‘Capitã Marvel’: Diretores querem ver a personagem lutando contra Thanos

Em diversas ocasiões, já foi contado que a Capitã Marvel será uma das personagens mais fortes do MCU se tornando uma peça principal para os Vingadores derrotarem Thanos no próximo filme.

Comentando justamente sobre esse inevitável embate, os diretores Ryan Fleck e Anna Boden falaram ao AMC Theather que estão ansiosos para ver isso acontecer nas telas:

“No começo do nosso filme, ela não sabe o quão poderosa ela é. Mas no final, vocês verão que, bem… Vamos apenas dizer isso: estou muito empolgado para ver o que ela faz com Thanos em ‘Ultimato‘.”

Confira o trailer mais recente:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Terror’: 2ª temporada ganha trailer perturbador; Confira!

‘The Terror: Infamy’ ganhou o trailer oficial de sua segunda temporada. O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 12 de agosto.

Confira:

A série antológica foi criada por Alexander Woo (‘True Blood‘) e Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), que também servem como produtores executivos. Woo será o novo showrunner.

A próxima temporada acontecerá durante a Segunda Guerra Mundial, e terá foco em um espectro que assombra a comunidade nipo-americana durante a Segunda Guerra Mundial, no sul da Califórnia, em que vários campos de concentração foram mantidos.

O elenco inclui Kiki Sukezane, Miki Ishikawa, Shingo Usami, Yuki Morita, Naoko MoriGeorge Takei Cristina Rodlo.

Lendário videoclipe de “Take On Me”, da banda a-ha, ganha versão remasterizada; Confira!

O icônico e revolucionário videoclipe da música “Take On Me” ganhou na última noite de Ano Novo uma versão remasterizada em 4K – e o resultado ficou incrível!

Confira:

A canção original foi produzida por Tony Mansfield e remixada por John Ratcliff, em outubro de 1984. Um ano depois, Alan Tarney realizou uma nova investida da música para o segundo álbum de estúdio do grupo, ‘Hunting High and Low’.

Após o terceiro lançamento, “Take On Me” alcançou a terceira posição dos charts do Reino Unido, além de ter entrado para a Billboard Hot 100.

Dirigido por Steve Barron, o videoclipe foi aclamado por sua estética inovadora, tendo levado para casa seis prêmios do MTV Video Music Awards.

Crítica | Chloe e Halle Bailey superam todas as expectativas com ‘Ungodly Hour’

A dupla Chloe x Halle, formada por Chloe e Halle Bailey, surgiu ainda em 2013 com uma arte que fazia covers a diversas divas do pop. Não demorou muito para que a lendária Beyoncé se apaixonasse pela rendição que as irmãs haviam realizado com “Pretty Hurts”, uma de suas músicas mais icônicas. A partir daí, as duas aceitaram o convite de integrarem a multi-milionária Parkwood Entertainment, supervisionada pela Queen-B, e entrando em uma carreira meteórica em tempo recorde. Não é surpresa que, sendo consideradas como o brilhante futuro do R&B, elas já tenham sido indicadas a duas categorias do Grammy Awards e, a cada dia, são agraciadas com uma fama merecida.

Agora, dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZA, Cardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.

A maior conquista desse novo álbum é, com certeza absoluta (e como já foi mencionado por cima), a versatilidade sonora à qual somos apresentados. Afinal, seguindo os passos – e as claras influências – de Destiny’s Child, Aaliyah e Alicia Keys, Chloe e Halle não pensam duas vezes antes de provarem para o que vieram. A introdução mescla-se com fluidez a “Forgive Me”, uma faixa bombardeada com o espectro do trap e do trap-pop através das batidas de uma seca percussão e de um orgânico piano ao fundo – e, apesar de sua coesão do começo ao fim e de performances on point de ambas as integrantes da dupla, é um tanto quanto destoante quanto colocada ao lado das críticas e pungentes tracks que a procedem, incluindo a onírica “Baby Girl” e a nu-funk “Do It” (que não poderia ser mais representativo à estética noventista que influencia as cantoras).

À medida que as breve treze faixas vão se desenrolando, percebe-se que as artistas tratam sua imagem sem quaisquer escrúpulos, transformando-se em audaciosas vozes para a nova geração e em futuros ícones da música, livrando-se de rótulos segregacionistas para dar vida a um gênero próprio – do mesmo modo que Solange com ‘When I Get Home’, ou até mesmo AURORA com basicamente todas as suas produções. Essa concepção abstrata começa a se concretizar com a trindade formada por “Tipsy”, a faixa homônima “Ungodly Hour” e “Busy Boy” – esta certamente uma das melhores canções do ano.

“Tipsy” funde em um mesmo escopo sinestésico o oitentismo dos sintetizadores, os drills e a familiar retroatividade de uma bateria usada de forma nada ortodoxa, resgatando o aspecto atribulado do new jack swing com poder descomunal e uma letra que discorre sobre relacionamentos tóxicos e um estigma histérico comumente associado às mulheres pretas; “Ungodly Hour” reduz o tempo em uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas da obra; concluindo o streak irretocável, “Busy Boy” opta por uma atmosfera dark que nos arremessa de volta para os últimos anos da década de 2010, pegando certas progressões que dialogam com o extinto e subestimado grupo Mis-Teeq.

“Catch Up”, por sua vez, é um irreverente divisor de água que dá início à segunda metade do álbum, optando por afastar-se do confortável saudosismo e fixar-se na atualidade e num futurista prospecto para o gênero analisado nesta crítica. É a partir daí que o interlúdio-esque “Overwhelmed”, pecando pela curtíssima duração, se arquiteta e prepara o terreno para a balada com ares new-wave “Lonely”, valendo-se de inflexões emocionantes que alcançam agudos que não achávamos necessários até ouvirmos. Já em “Don’t Make It Harder On Me”, temos um convite gospel guiado pelo baixo e pela guitarra e por um dos maiores anthems R&B dos últimos anos, revestindo-se com solilóquios sobre superação e amadurecimento.

Em comparação às obras que nos entregaram nos anos anteriores, as irmãs Bailey parecem finalmente ter se rendido à esfera menos faturada e mais voltada à cultura mainstream – e talvez esse seja o único erro desse glorioso CD. Afinal, à medida que o retorno às faixas lentas e respaldadas nos conceitos fonográficos da elegia épica, percebe-se que, novamente, nada é o que parece ser e, se imaginávamos alguma coisa, a construção das tracks muda de direção no meio do caminho – “Wonder What She Thinks of Me” é a principal representante desse choque proposital. “ROYL”, nutrindo-se de uma mimética cortesia para ‘Lemonade’, é a perfeita canção para fechar esse ciclo de pura sensorialismo que não nos cansa em momento algum.

‘Ungodly Hours’ supera todas as expectativas que tínhamos acerca da identidade da dupla Chloe x Halle, mostrando que, dia após dia, sua presença ganha mais fúria em um momento crítico para a representatividade e para o padronizado entretenimento contemporâneo.

Nota por faixa:

  • Intro – 5/5
  • Forgive Me – 4/5
  • Baby Girl – 5/5
  • Do It – 4,5/5
  • Tipsy – 5/5
  • Ungodly Hour – 5/5
  • Busy Boy – 5/5
  • Catch Up (feat. Mike WiLL Made-It) – 4,5/5
  • Overwhelmed – 4/5
  • Lonely – 4,5/5
  • Don’t Make It Harder On Me – 5/5
  • Wonder What She Thinks of Me – 4,5/5
  • ROYL – 5/5

‘Crônicas de Natal: Parte Dois’: Papai Noel e Mamãe Noel estampam cartaz oficial da sequência; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Crônicas de Natal: Parte Dois’, sequência do filme de 2018 que marca o retorno de Kurt Russell como Papai Noel.

Confira, junto ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

O filme será lançado no dia 25 de novembro.

A sequência será dirigida por Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

‘Falcão e Soldado Invernal’ se reúnem em novo comercial DUBLADO com cenas inéditas; Confira!

Disney+ divulgou um novo comercial DUBLADO da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘.

Confira:

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

Elenco de ‘Eu Nunca…’ lê tweets em português em novo vídeo HILÁRIO; Confira!

A 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) estreou na Netflix e, para promovê-la, a gigante do streaming reuniu Maitreyi Ramakrishnan (Devi), Poorna Jagannathan (Nalini) e Richa Moorjani (Kamala) para ler tweets de fãs brasileiros.

Confira:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Os PIORES Filmes Originais da Netflix em 2021

Da mesma maneira que a Netflix entregou produções incríveis ao longo de 2021, também pisou na bola diversas vezes e apostou fichas em títulos esquecíveis e que não cumpriram com as expectativas geradas.

Desde a péssima adaptação de ‘A Mulher na Janela’, um thriller psicológico que, de fato, não conseguiu honrar o material original, até a execrável comédia romântica ‘Amor sem Medida’, que se tornou palco de inúmeras controvérsias, separamos os dez piores filmes originais lançados pela gigante do streaming neste ano.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. UM NINHO PARA DOIS

Apesar de ter títulos muito bons em sua carreira (como ‘Poderia Me Perdoar?’‘Missão Madrinha de Casamento’), Melissa McCarthy participou de algumas produções que poderiam facilmente ser eliminadas de sua filmografia – e um deles é o recente drama ‘Um Ninho para Dois’. Mesmo tentando ao máximo superar o fraco roteiro com sua versátil rendição, o problema do longa foi se deixar levar pela presunção desmedida e querer entregar mais do que conseguiu, mergulhando num raso e cansativo melodrama novelesco.

 

9. A MULHER NA JANELA

Joe Wright e Amy Adams são dois dos nomes mais aclamados do cenário do entretanimento, mas nem o peso que os artistas representam conseguiu salvar A Mulher na Janela’ do fracasso. Massacrado pela crítica, o longa-metragem não conseguiu capturar a essência do romance original de A.J. Finn, com um plot convulsionado e recheado de diálogos medíocres.

 

8. CÉU VERMELHO-SANGUE

“Os múltiplos equívocos poderiam facilmente ser ignorados – se a obra não se levasse a sério. O entretenimento está ali e até cumpre com o objetivo de divertir, mas só quando não se volta para mensagens subliminares de maternidade e abandono. Optar por uma homenagem aos slashers seria um caminho melhor e mais coeso, mas o realizador insiste em apostar fichas em um drama escondido que força laços com os espectadores e tenta aprofundar personalidades bastante estereotipadas, no sentido de tipos sociais em longas-metragens. Nadja é a anti-heroína que, vítima de uma maldição, tenta fazer o máximo para não se render à escuridão; Elias é a personificação da inocência e, à medida que seu arco se desenrola, mergulha em um mandatório amadurecimento e sacrifício; Farid (Kais Setti) é o ajudante-herói que, no final das contas, é encarado como o culpado antes do grand finale – e por aí seguimos.” – Thiago Nolla

7. UM CLÁSSICO FILME DE TERROR

“‘Um Clássico Filme de Terror‘ traz umas das reviravoltas mais bobas que já vi em uma produção do gênero. Além de desconstruir tudo o que tínhamos visto anteriormente, não faz o menor sentido no contexto geral da história. Para piorar a situação, o roteiro nunca se prontifica a explorar sua própria reviravolta e, quanto mais pensamos em todas as suas circunstâncias, mais ridículos e improváveis ficam esses acontecimentos.” – Nefferson Taveira

6. ENCRENCÃO

Encrencão pode ter passado do radar mainstream dos assinantes da Netflix – e talvez isso tenha sido por um motivo bom. A animação gira em torno de um insuportável cãozinho que vive no luxo e que vê a vida mudar completamente quando a dona falece inesperadamente. Lançando-se em uma aventura para recuperar o que perdeu (se é que podemos chamar essa infeliz proposta de aventura), ele não tem qualquer evolução de arco e continua tão esnobe quanto antes.

 

5. ESQUADRÃO TROVÃO

“Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

 

4. ELE É DEMAIS

Na onda de remakesreboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada ‘Ele é Demais’. Estrelada por Addison RaeTanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.

3. A BARRACA DO BEIJO 3

‘A Barraca do Beijo’ fez sua estreia lá em 2018 e, apesar dos clichês, se tornou um prazer culposo dos assinantes da Netflix e dos amantes de comédia romântica. Mas o que ninguém entendeu foi o motivo do filme se transformar em uma trilogia, expandindo um universo narrativo (se é que podemos chamá-lo disso) totalmente desnecessário e que funciona apenas como uma amulação de qualquer outra produção do gênero. O terceiro capítulo, consagrando-se como o pior deles, é uma mistura vergonhosa de más atuações, um fraco roteiro e uma direção sem sentido.

 

2. VOZES E VULTOS

Outro título que prometia reacender a emoção dos espectadores foi o terror ‘Vozes e Vultos’. O longa-metragem marcou o retorno da indicada ao Oscar Amanda Seyfried ao gênero em questão, mas, apesar de interessantes trailers e imagens promocionais, a obra não conseguiu cumprir com o prometido. Trazendo inúmeros temas para um arrastado enredo de duas horas, o filme também peca por um desfecho frustrante e pela falta de coerência.

 

1. AMOR SEM MEDIDA

‘Amor sem Medida’ se tornou um sucesso de exibição no mercado internacional – mas uma boa recepção financeira não tira o fato do longa-metragem ser um dos piores títulos não só de 2021, mas também de todo o catálogo da Netflix. Trazendo Leandro HassumJuliana Paes, o enredo é centrado entre uma advogada recém-divorciada e um conceituado cardiologista de baixa estatura. Entretanto, nem mesmo a despreocupada comédia pastelão consegue salvar a obra de ser uma completa bomba, infundida em personagens caricatos e rodeada de controvérsias acerca do capacitismo, que chamaram a atenção de nomes como Peter DinklageJuliana Caldas.

‘O Soldado que Não Existiu’: Drama de guerra com Colin Firth estreia na Netflix!

‘O Soldado que Não Existiu’ (Operation Mincemeat), drama da II Guerra Mundial baseado em fatos reais, já está disponível na Netflix.

A produção estreou hoje, 11 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.

A história, adaptada do romance homônimo de Ben Macintyre, é ambientada em 1943, momento no qual os Aliados se preparavam para reconquistar a Europa nazista. O time responsável pela missão, porém, enfrenta um obstáculo impossível de ser contornado: proteger uma invasão massiva de colidir com o poderio germânico e evitar um potencial massacre. Dois oficiais da inteligência britânica, Ewen Montagu (Colin Firth) e Charles Cholmondeley, portanto, criam uma estratégia de desinformação, centrada no cadáver de um homem.

Relembre o trailer:

John Madden, indicado ao Oscar por ‘Shakespeare Apaixonado’, fica responsável pela direção, com roteiro assinado por Michelle Ashford (‘Masters of Sex’).

Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald e Johnny Flynn completam o elenco.

‘Alguém Avisa?’: Comédia natalina com Kristen Stewart já está disponível no Prime Video!

Prime Video acaba de disponibilizar em seu catálogo a elogiada comédia romântica natalina LGBTQIA+ ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), estrelada por Kristen Stewart e Mackenzie Davis.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 01 de outubro.

Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

Relembre o trailer:

O filme tem direção de Clea DuVall e conta também com Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber e Mary Steenburgen no elenco.

Oscar 2023 | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ conquista o prêmio de Melhor Figurino

Os vencedores do Oscar 2023 estão sendo revelados hoje (12) e o adorado ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ não ficaria fora da lista de ganhadores.

A incrível Ruth Carter conquistou a estatueta de Melhor Figurino por seu incrível trabalho no longa-metragem. Ela já levou o prêmio na mesma categoria por ‘Pantera Negra’, o primeiro capítulo da franquia.

Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ continua em exibição nos cinemas.

No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de Wakanda para Sempre’ são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).

‘Outlander’: 2ª parte da 7ª temporada ganha teaser trailer; Confira!

A primeira parte da 7ª temporada do aclamado drama de época ‘Outlander‘ chegou ao fim no último dia 11 de agosto e, agora, foi divulgado o teaser trailer oficial da segunda metade do novo ciclo.

A próxima leva de episódios estreia em 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Lembrando que a série chegará ao fim na 8ª temporada.

Vale lembrar que um spin-off, que servirá de pré-sequência da série original, foi confirmado e está em produção.

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Donald Glover diz que está “VELHO demais” para interpretar o Miles Morales no live-action do Homem-Aranha

Em uma recente participação ao Lie Detector Test, um dos programas da revista Vanity FairDonald Glover disse que se sente velho demais para interpretar o Miles Morales na versão live-action do Homem-Aranha.

Os fãs de Glover, que ganhou reconhecimento mundial através de sua carreira como ator, roteirista, diretor e músico, já haviam expressado interesse em vê-lo como o Teioso em uma possível adaptação cinematográfica – mas o mais próximo que receberam foi uma participação em voz em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’.

“Eventualmente, haverá um live-action focado em Miles Morales – e acho que eles provavelmente estão mais preocupados comigo interpretando Prowler ou algo assim”, ele comentou. “Estou velho demais para ser o Homem-Aranha agora”.

Lembrando que Glover divide os holofotes na recém-estreada série ‘Sr. e Sra. Smith’ ao lado de Maya Erskine.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

O elenco também conta com Wagner Moura, Alexander Skarsgård, Eiza González, Sarah Paulson, Sharon Horgan, Ron Perlman, Billy Campbell, Úrsula CorberóPaul Dano, Michaela Coel, John Turturro Parker Posey.

Glover é creditado como co-criador e produtor executivo de ‘Sr. e Sra. Smith‘, ao lado de Francesca Sloane, que também atua como showrunner.