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‘Jack Ryan’: John Krasinski viverá o icônico personagem em série de TV

O ator John Krasinski (‘The Office’) foi contratado para estrelar a série de TV ‘Jack Ryan‘, personagem icônico criado por Tom Clancy.

Jack Ryan estreou no cinema em 1990 sendo vivido por Alec Baldwin em ‘Caçada ao Outubro Vermelho’. As adaptações seguintes foram ‘Jogos Patrióticos‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, com Harrison Ford no papel de Jack Ryan. Em 2002 o personagem foi interpretado por Ben Affleck em ‘A Soma de Todos os Medos‘. Chris Pine foi o último a interpretar o personagem no mediado ‘Operação Sombra – Jack Ryan’.

Segundo o Deadline, a série foi encomendada pela Amazon e ainda precisa receber sinal verde após o episódio piloto ficar pronto.

Carlton Cuse e Graham Roland (‘Lost’) serão os showrunners.

A série não deve ser baseada em nenhum dos livros de Clancy, dando total liberdade criativa para seus roteiristas.

‘Doutor Estranho’: Confira os figurinos do Barão Mordo e da Anciã!

A Marvel criou uma painel de ‘Doutor Estranho‘ na Comic-Con San Diego, expondo os figurinos do filme.

Na imagem, podemos ver a roupa usada pelo Barão Mordo e pela Anciã, além do figurino do Doutor Estranho.

Confira:

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O filme é estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Aliança do Crime’), Chiwetel Ejiofor (‘Perdido em Marte’), Rachel McAdams (‘Meninas Malvadas’), Michael Stuhlbarg (‘Steve Jobs’), Mads Mikkelsen (‘007 – Cassino Royale’) e a vencedora do Oscar Tilda Swinton (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Dirigido por Scott Derrickson (‘A Entidade’), o filme será filmado em vários locais ao redor do mundo, incluindo Londres, Nova York, Hong Kong e Catmandu, Nepal.

Doutor Estranho segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.

Benedict Cumberbatch vive o protagonista. O ator disse que o filme levará Marvel ao “Plano Astral” – leia aqui.

Primeiras imagens de Benedict Cumberbatch nos bastidores de ‘Doutor Estranho’

Box da Fase 2 da Marvel Studios trará imagens de ‘Capitão América 3’ e ‘Doutor Estranho’

Revelada a personagem de Rachel McAdams em ‘Doutor Estranho’

Tilda Swinton não sabe se interpretará homem ou mulher em ‘Doutor Estranho’ 

O estúdio agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 26 de Outubro de 2016.

‘Doutor Estranho’ fará parte da Fase 3 do universo cinematográfico da Marvel. A Fase 2 teve início com ‘Homem de Ferro 3’ e terminou com ‘Homem-Formiga’. O primeiro longa da Fase 3 será ‘Capitão América: Guerra Civil’.

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‘Max Steel’ ganha cartaz internacional

O filme live-action de ‘Max Steel‘, famoso brinquedo da Mattel, ganhou um cartaz voltado para o mercado internacional.

Ben Winchell (‘Uma Patricinha de Outro Mundo’) vive o protagonista Josh McGrath/Max Steel. Ana Villafañe (‘O Golpista do Ano’) interpretará Sydney Gardner.

A Open Road Films vai distribuir o longa nos EUA, com estreia agendada para 21 de Outubro.

Confia, com o primeiro cartaz e o trailer legendado:

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Andy Garcia (‘Doze Homens e Outro Segredo’)  interpretará o Dr. Miles Edwards, um brilhante médico cientista.

Taylor Lautner, o lobisomem Jacob da franquia ‘Crepúsculo‘, chegou a assinar contrato para estrelar em 2011, mas abandonou para se dedicar a outros projetos.

Max Steel‘ é um boneco de ação de origem chinesa. Com sua inteligência, atletismo e domínio de um vestuário high-tech moderníssimo, Max Steel protege os cidadãos do mundo. Ele é humano, mas consegue força extra quando “aciona o turbo”, graças a uma injeção de energia transfásica que salvou sua vida muitos anos atrás. Ele também pode utilizar o Biolink em seu pulso esquerdo para acionar armas e veículos especiais.

Stewart Hendler (‘Pacto Secreto’) dirige, à partir de um roteiro de Christopher Yost (‘Thor: O Mundo Sombrio’).

T2: Trainspotting

(T2: Trainspotting)

 

Elenco:

Ewan McGregor – Renton
Kelly Macdonald – Diane
Jonny Lee Miller – Sick Boy
Robert Carlyle – Francis Begbie
Shirley Henderson – Gail
Ewen Bremner – Spud

Direção: Danny Boyle

Gênero: Drama, Suspense

Duração: 120 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 13 milhões

Estreia: 23 de Março de 2017

Sinopse: 

Vinte anos se passaram. Muita coisa mudou, mas muita coisa continua exatamente igual. Mark Renton (Ewan McGregor) volta ao único lugar que ele já chamou de casa. E eles estão esperando por ele: Spud (Ewen Bremner), Sick Boy (Jonny Lee Miller) and Begbie (Robert Carlyle).Outros velhos amigos também estão à espera: sofrimento, perda, alegria, vingança, ódio, amizade, medo, arrependimento, auto-destruição e perigo mortal – eles estão todos em fila, esperando que ele volte a dançar com cada um deles.

 

Curiosidades: 

» Vale lembrar que o novo longa é inspirado no livro ‘Porn‘, escrito por Irvine Welsh, autor da série de livros, e trará o quarteto de amigos envolvido no mercado britânico da pornografia.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Mulher-Maravilha’ terá materiais inéditos divulgados toda quarta-feira

Em vídeo oficial, Gal Gadot e Chris Pine anunciaram que a partir da próxima quarta-feira, 19, conteúdos sobre o filme solo da ‘Mulher-Maravilha‘ serão divulgados na web.

Os materiais, que podem incluir clipes, fotos e comerciais da produção serão liberados todas as semanas até a estreia do longa, marcada para 1º junho.

Confira:

 

Trailer de ‘Mulher-Maravilha’ é alvo de crítica por conta das axilas depiladas de Gal Gadot

Gal Gadot elogia o Batman de Ben Affleck em entrevista

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Chris Pine (franquia ‘Star Trek‘) será Steve Trevor, Robin Wright vive Antíope e Connie Nielsen será a Rainha Hipólita, mãe de Diana, também estão no elenco.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

‘Outlander’ vai ter painel na San Diego Comic-Con

O canal Starz confirma que a elogiada ‘Outlander‘ retornará a San Diego Comic-Con este ano.

O painel da série acontecerá no dia 21, sexta, e contará com os criadores e produtores do TV Show, além de: Caitriona Balfe (Claire Randall Fraser), Sam Heughan (Jamie Fraser), Tobias Menzies (Black Jack Randall/Frank Randall), Sophie Skelton (Brianna Randall) e Richard Rankin (Roger Wakefield).

A expectativa é que um novo trailer da terceira temporada seja liberado.

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

 

Qual é o significado bíblico por trás do filme ‘Mãe!’?

Você saiu do cinema após assistir ‘Mãe!’ e não entendeu bulhufas: Não se preocupe, você não está sozinho!

O genial Darren Aronofsky, diretor de ‘Pi‘, ‘Cisne Negro‘ e ‘Noé‘, nos entregou um dos filmes mais controversos e polêmicos da história.

Cheio de metáforas e simbolismos, o filme promete confundir a cabecinha de muitos cinéfilos. Cada um terá uma visão diferente sobre a mensagem que o filme passou, mas definitivamente todos serão tocados pela história – pelo bem ou pelo mal.

Hoje, vou explicar a história baseado na minha teoria sobre o filme.

Existem várias teorias diferentes: alguns dizem que Mãe é sobre a figura feminina, uns dizem que é sobre o homem sempre querer uma mulher mais jovem, sobre a fama, sobre os medos da gravidez e tem até gente que acha que o filme mostra como é ser Jennifer Lawrence.

Eu vou na teoria de que ‘Mãe!’ é sobre a criação da humanidade, e é totalmente pautado na Bíblia:

Javier Bardem, “o poeta”, é Deus… a energia que criou tudo. O Criador. Ele é o responsável pelo início de tudo, por criar a personagem de Jennifer Lawrence. Logo no começo, vemos ele segurando um cristal, a origem do Big Bang, e colocá-lo em um lugar sagrado. À partir daquele momento, tudo volta a ter vida.

Jennifer Lawrence é criada nesse momento. Ela é o lar, a casa… ela é o Planeta Terra. Ela é quem prepara a casa, cuida de tudo e quer criar um paraíso. Sim, ela é a metáfora mais forte do filme. Ela é nosso lar.

O primeiro convidado a “entrar” na casa é o personagem de Ed Harris… e Pasmem: Ele é Adão, o primeiro homem criado por Deus. Em uma das cenas mais intrigantes do filme, ele está vomitando no banheiro e existe uma grande ferida em suas costas.

Sabe o que isso significa??  A Costela de Adão. Ela foi arrancada dele por Deus para criar Eva, segundo a Bíblia.

Logo após essa cena, surge na casa a belíssima Michelle Pfeiffer, que é ninguém menos que Eva.

Os dois são acolhidos por Bardem, Deus, mas Lawrence, a Terra, sempre se mostra desconfortável em tê-los dentro de sua casa. Quando os dois quebram o Cristal que começou tudo, Deus se revolta. É o fruto proibido. Eles receberam ordens especificas de não entrarem em seu escritório.

Logo depois, eles retornam com seus dois filhos. Sabe quem são: Caim e Abel. Nem preciso contar que um irmão mata o outro, tanto na Bíblia quando no filme, né??

Algo que não consegui entender muito bem é o pó amarelo que Lawrence toma no banheiro todos os dias. Após pensar por duas noites em claro sobre o filme, eu cheguei à conclusão que o pó amarelo pode significar o sol. É a única energia que a Terra precisa para sobreviver.

A cena da pia significa o grande dilúvio.

Quando a personagem de Jennifer Lawrence engravida, a paz volta a reinar na casa. Até que os “convidados” voltam a aparecer. Eles cultuam a Deus e querem conhecer o bebê. O bebe é o Messias, o filho sacrificado. Jesus. A criança é morta em uma das cenas mais chocantes do filme, e todos comem um pedaço dela.

Deus é retratado no filme como uma figura vaidosa, que preza ser idolatrado pelos “convidados”. Após ter seu filho morto, a mãe natureza começa a mostrar sua fúria. Ela quer expulsar os seres que estão em sua casa, que mataram seu filhos.

Deus diz pra ela que ela precisa perdoar, pois os “convidados” se arrependem. Mas, ao contrário de Deus, ela não vê perdão no que foi feito.

Quando ela incendeia a casa, podemos encarar como o Apocalipse. Estamos tomando todos os recursos da Mãe terra, e não damos nada em troca. Matamos seu filho, comemos seus frutos, somos convidados indesejáveis. E ela está começando a mostrar sua fúria. Ela nos criou um paraíso, e estamos fumando dentro da casa dela e queimando seus tapetes.

No fim, quando a mãe natureza se mata incende ando a casa, a terra e todos que moram nela, Deus precisa de seu amor para recomeçar tudo de novo, mostrando que é um ciclo eterno. A humanidade vai acabar, e será recriada. De novo, de novo, de novo.

Você concorda com minha teoria?? Faltou alguma passagem??

Conte nos comentários abaixo qual é a SUA teoria, e o que VOCÊ achou do filme!

Assista:

 

Crítica em Vídeo | Deadpool 2

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Deadpool 2‘, que é melhor, maior e muito mais divertido que o primeiro filme.

Assista:

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original  

De acordo com o Ministério da Justiça, o filme ‘Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 18 anos no Brasil.

Devido à alta classificação, os menores de 18 anos não poderão assistir ao filme nem acompanhados dos pais.

A rede Cinemark soltou um comunicado para explicar a situação:

“Seguindo as normas previstas em lei, menores de idade não poderão assistir ao filme mesmo se estiverem acompanhados ou portarem autorização dos responsáveis, de acordo com o Artigo 8 da Lei de Classificação. Os clientes que compraram ingressos nas bilheterias da Cinemark e não poderão participar das sessões podem trocá-los por qualquer outro filme de sua preferência.”.

O motivo da classificação foi “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“.

O primeiro filme foi lançado no Brasil com classificação indicativa de 16 anos.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

‘Climax’: Gaspar Noé virá ao Brasil divulgar filme que chocou Cannes; Assista ao trailer perturbador!

Segundo o G1, o diretor argentino Gaspar Noé virá ao Brasil para lançar seu novo longa, ‘Climax‘.

O cineasta do polêmico ‘Love’ estará por aqui nos dias 29 e 30 de janeiro, em São Paulo e no Rio. O filme estreia no dia 31.

Assista a um trailer perturbador mostrando uma festa macabra.

O suspense se passa em meados dos anos 90, quando 20 dançarinos urbanos se reúnem para um ensaio de três dias em um colégio fechado, localizado no coração de uma floresta, para compartilhar uma última dança. Eles então fazem uma última festa ao redor de uma grande tigela de sangria. Depois de serem drogados, é impossível para eles resistirem às suas neuroses e psicoses, entorpecidos pelo hipnótico e pelo crescente ritmo elétrico da música. Enquanto alguns se sentem no paraíso, a maioria deles mergulha rumo ao inferno.

A A24 lançará o longa ainda esse ano.

Gaspar Noé detona ‘Pantera Negra’: “Sai na metade do filme”

 

Robert Downey Jr. filmou novas cenas para ‘Viúva Negra’? Entenda!

Robert Downey Jr. voltará como Tony Stark em ‘Viúva Negra‘, filme estrelado por Scarlett Johansson que se passa entre os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Porém, o ator NÃO filmará novas cenas para o filme. Segundo o WGTC, serão novamente imagens recicladas, como aconteceu em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Veremos Downey Jr. através de uma cena excluída tirada de ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Será aquela em que Tony manda Natasha fugir, “e é isso que a leva a se esconder com Steve Rogers e o resto dos Vingadores Secretos“?

O site afirma que será uma cena que já foi filmada, mas que ainda não foi usada ou vista pelo público.

Robert Downey Jr. e Scarlett Johansson foram vistos pela última vez em ‘Vingadores: Ultimato‘, quando seus personagens se sacrificaram para derrubar Thanos e suas forças.

Dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘), Viúva Negra’ estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scralett Johansson e Rachel Weisz, o elenco conta com David Harbour e O-T Fagbenle.

 

‘Liga da Justiça’: Ben Affleck e elenco não voltarão para gravar novas cenas

Depois que foi anunciado o lançamento do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, os imaginaram que o elenco poderia retornar em possíveis refilmagens para concluir o filme.

No entanto, o The Wrap divulgou que a versão do diretor Zack Snyder não terá refilmagens, apenas edições para concluir os efeitos visuais das cenas que já foram gravadas.

De acordo com o repórter Umberto Gonzalez, Snyder tentou convencer os executivos da Warner Media a contratar o elenco para as refilmagens, mas o pedido foi negado por conta do orçamento que a companhia iria gastar.

Por conta disso, agora resta a dúvida se o filme será finalizado como Snyder pretendia ou se vai permanecer com algumas pontas soltas.

Mesmo assim, a versão final deve ter mais de 4h de duração e diversas cenas inéditas, como a presença do vilão Darkseid, Iris West, e Ryan Choi, todos removidos do corte de Joss Whedon.

Confira as imagens promocionais do Snyder Cut:

‘Loki’: Série ganha trailer INCRÍVEL com cenas de ‘Vingadores: Ultimato’

A Disney acaba de divulgar o trailer INSANO da série ‘Loki‘.

Assista:

Vale lembrar que as filmagens da primeira temporada ainda não foram finalizadas e a série está programada para estrear apenas no outono de 2021.

Em uma recente entrevista ao Forever Dogs Podcast, o showrunner Michael Waldron fez algumas revelações sobre o que os fãs podem esperar do arco narrativo do protagonista titular na nova série do Disney+.

“Será sua luta com a identidade, com quem você é, quem você quer ser. Sou atraído por personagens que lutam por controle. Certamente é possível ver que Loki, nos primeiros dez anos de filme, está fora de controle em partes pivotais de sua vida, foi adotado e manifesta isso através de raiva e desprezo em relação à sua família”.

Tom Hiddleston retorna como o protagonista. O elenco também traz nomes como Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi MosakuRichard E. Grant. Rumores indicam que Finn Wolfhard (‘Stranger Things’) pode viver o jovem Loki na produção.  

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Um Lugar Silencioso 3’: Millicent Simmonds quer voltar para o terceiro filme [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Um Lugar Silencioso 2‘, a atriz Millicent Simmonds confirmou que gostaria de voltar para o terceiro filme da saga.

“Seria interessante se fizéssemos o terceiro filme. Seria legal ver o relacionamento dessa família após os eventos dessa sequência. Seria interessante ver o que o John Krasinski criaria para um novo filme.  Só podemos torcer.”, afirmou.

Questionada se voltaria para o terceiro filme, ela respondeu: “Eu diria que sim!”

Assista:

Além de ‘Um Lugar Silencioso 3‘, que já está em desenvolvimento, parece que veremos muito mais desse universo. De acordo com o Deadline, a Paramount Pictures deu sinal verde para um spin-off da franquia.

O filme derivado está programado para estrear nos cinemas no dia 31 de março de 2023.

Jeff Nichols, diretor de ‘Amor Bandido‘ e ‘Midnight Special‘, vai comandar o novo filme, que é descrito como um derivado que se passará no mesmo universo dos dois primeiros filmes.

Os detalhes sobre o enredo estão sendo mantidos em segredo, e tudo o que se sabe sobre a história é que se baseia em uma ideia original de Krasinski.

A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ continua fazendo barulho nas bilheterias! Em apenas um mês, o terror já arrecadou quase US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Nesse final de semana, o longa acrescentou US$ 9.6 milhões ao seu montante, através de 48 mercados – o que representa uma impressionante estabilidade de 40% em relação à semana anterior.

Nos EUA, o longa já arrecadou incríveis US$ 136.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 112.1 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou US$ 248.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 2‘ será lançado nos cinemas nacionais apenas no dia 22 de julho.

Assista nossa crítica do filme:

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Amy Schumer, Regina Hall e Wanda Sykes vão apresentar a cerimônia do Oscar; Confira o cartaz!

A 94ª edição do Oscar acontece no dia 27 de Março, e foi um longo caminho para encontrar um apresentador, ou no caso deste ano… três.

O Oscar anunciou que as comediantes Amy Schumer, Regina Hall e Wanda Sykes vão comandar a cerimônia, que terá um apresentador pela primeira vez desde que Jimmy Kimmel apresentou em 2018.

Confira o cartaz:

 

Resolvemos dar uma ajuda para você, nosso querido leitor, em sua jornada para assistir a todos – ou ao menos os principais – indicados desta nova edição do Oscar, que ocorre no dia 27 de março. Separamos para você as plataformas onde os principais filmes indicados podem ser encontrados. Confira abaixo e boa maratona.

Netflix

A pioneira dentre as plataformas de streaming no mundo, e ainda a maior em número de assinantes, a Netflix é também a que possui a maior quantidade de produções relevantes para esta edição do Oscar 2022. São nada menos que 7 longas-metragens e 4 curtas para os aficionados. Confira abaixo.

Ataque dos Cães

O carro-chefe da Netflix este ano no Oscar é este drama western que possui nada menos que 12 indicações, incluindo melhor filme, direção (Jane Campion), ator (Benedict Cumberbatch), três coadjuvantes (Jesse Plemons, Kirsten Dunst e Kodi Smit-McPhee) e roteiro adaptado. A trama narra a vida de dois irmãos muito diferentes, vivendo em Montana no ano de 1925, e as consequências trágicas que aos poucos se desenrolam quando um deles decide se casar. O filme é um forte candidato a sair com a estatueta principal da noite e também de direção – Jane Campion é a única mulher da história com duas indicações ao prêmio de diretora e pode ser a terceira mulher a vencer a estatueta.

Não Olhe para Cima

Afetuosamente conhecido como o filme do “negacionismo”, essa sátira mordaz sobre o mundo em que vivemos, no qual até mesmo ameaças à nossa integridade como espécie são questionadas por líderes gananciosos e seus seguidores, tem realização de um verdadeiro especialista no gênero: Adam McKay (A Grande Aposta e Vice). Fora isso, conta com um dos elencos mais recheados de anos recentes, encabeçado pelos astros Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence. Não Olhe para Cima foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme e roteiro original.

A Filha Perdida

Drama que marca a estreia da atriz indicada ao Oscar Maggie Gyllenhaal como diretora, A Filha Perdida é baseado no romance da prestigiada escritora italiana Elena Ferrante e chega ao Oscar 2022 com 3 nomeações, incluindo roteiro adaptado pelo própria Gyllenhaal. Fora isso, também temos outro feito impressionante do filme, este é o terceiro longa que indica duas de suas atrizes interpretando a mesma personagem – com nomeações para Olivia Colman e Jessie Buckley dividindo o papel de Leda em fases diferentes da vida.

Tick, tick… BOOM!

Este ano o jovem Andrew Garfield vestiu novamente o uniforme do herói Homem-Aranha e emocionou plateias com seu desempenho em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Mas a ótima temporada do ator não terminaria por aí, e por este musical da Netflix, que narra a biografia do compositor e criador de musicais para o teatro Jonathan Larson, Garfield recebeu sua segunda indicação de melhor ator no Oscar. Na trama, sob muita pressão, o sujeito entregou Rent – Os Boêmios, uma das peças mais icônicas de todos os tempos no gênero. O filme marca a estreia do Midas dos musicais no teatro na atualidade, Lin-Manuel Miranda, na direção de um longa.

Mães Paralelas

A mais recente adição da Netflix dentre os filmes que buscam prêmios nas principais categorias foi este novo trabalho do renomadíssimo cineasta espanhol Pedro Almodóvar. Exibido no Brasil na abertura do Festival do Rio, o longa estava programado para sua estreia no streaming logo depois. Porém, com a surpresa de suas indicações ao Oscar – melhor atriz para Penélope Cruz e trilha sonora – Mães Paralelas ganhou sobrevida nos cinemas e estreou, mesmo que brevemente, nas telonas, onde muitos puderam conferi-lo. A história fala sobre duas mulheres bem diferentes, gerando uma forte conexão no dia em que ambas dão à luz a seus bebês na maternidade.

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Embora o domínio na categoria de melhor animação do ano seja da Disney, a Netflix entra firme na disputa com o elogiadíssimo A Família Mitchell… e pode sair com o Oscar. Seria algo inédito para o streaming. A história mostra uma família levando sua filha mais velha para a faculdade, onde ela estudará cinema, e terminam no meio de uma guerra onde as máquinas desenvolvem consciência e começam a atacar os humanos.

A Mão de Deus

Não fosse pelo fato de Drive My Car estar indicado também na categoria principal de melhor filme (além de filme estrangeiro), essa produção italiana do cultuado Paolo Sorrentino teria grandes chances de sair vitoriosa de sua indicação na categoria de produção estrangeira. A história narra a jornada de amadurecimento de um rapaz ao lado de sua família, tendo como pano de fundo a chegada do ídolo Diego Maradona para jogar no time italiano do Napoli.

A Sabiá Sabiazinha

Indicado na categoria de curta-metragem de animação, o filme utiliza a técnica do stop-motion para contar a história de uma passarinha criada como filha de uma família de camundongos, percebendo com o tempo que é diferente deles.

Audible

Na categoria de curta documentário, a Netflix chega com três dos cinco candidatos. Começamos com este que fala sobre um time de futebol americano para estudantes surdos de Maryland. A narrativa acompanha as ansiedades dos jovens sabendo que precisarão em breve enfrentar o mundo.

Onde Eu Moro

Outro curta-metragem documental, o filme de 40 minutos de duração é um recorte de entrevistas emotivas com moradores de rua dos EUA. Um tema de extrema importância humanitária mundial é o assunto destas histórias que formam o curta.

Três Canções para Benazir

Produção afegã sobre o romance de um casal recém-casado vivendo em Kabul, onde o rapaz precisa decidir entre suas obrigações militares ou sua família. O curta, também disponível na Netflix, possui 20 minutos de projeção e está indicado na categoria no Oscar.

Disney Plus

Levando em conta que o estúdio do Mickey possui duas plataformas de streaming, além da Disney+, também a Star+ (para seus filmes mais adultos e violentos), ele é o segundo com maior número de indicações nesta edição do Oscar – mesmo assim ficando atrás da Netflix.

Amor, Sublime Amor

Na Disney+, o carro-chefe é esta superprodução musical dirigida por Steven Spielberg. Os cinéfilos mais experientes sabem muito bem que o novo filme é um remake de uma produção de mesmo gênero bem famosa, que também foi sucesso no Oscar, na década de 1960. Essa história de “Romeu e Julieta” cantada se passa num bairro pobre latino de Nova York, onde gangues de famílias rivais se digladiam e dois jovens se apaixonam. A produção foi indicada para 7 Oscar, incluindo melhor filme, direção para Spielberg e atriz coadjuvante para a novata Ariana DeBose.

Encanto

Como dito, a Netflix pode até ter conseguido emplacar uma produção sua indicada como melhor animação em 2022, mas quem domina a categoria é mesmo a Disney, com nada menos do que três filmes este ano. O primeiro é este Encanto, homenagem do estúdio aos povos latinos, em especial os colombianos. A história passada na Colômbia, fala sobre uma jovem que é a única em sua família que não possui poderes mágicos.

Luca

Em 2021, a Disney tinha em seu objetivo criar animações verdadeiramente globalizadas, contando sobre povos e culturas diferentes. Antes da Colômbia de Encanto, o estúdio resolveu dar uma passadinha na Itália, para em sua Riviera contar sua própria versão infantil do drama adulto Me Chame Pelo Seu Nome (2017). Brincadeiras à parte, a história narra a amizade entre dois meninos no local, sendo um deles um ser marinho disfarçado de humano.

Raya e o Último Dragão

Falar sobre a cultura asiática não é novidade para a Disney. E aqui é exatamente o que o estúdio faz mais uma vez, ao retratar um mundo mágico, onde dragões existem, mas estão quase todos extintos. Raya, a protagonista, parte em missão para encontrar o último deles. O filme é o terceiro da Disney disputando a estatueta de melhor animação em 2022.

Cruella

Sucesso surpresa deste ano, Cruella conta a história de origem de uma das vilãs mais adoradas da Disney, vivida na juventude pela vencedora do Oscar Emma Stone. O filme se comporta com uma versão light e feminina de Coringa (2019), possuindo as mesmas entrelinhas anárquicas. As indicações que o filme conquistou foram para figurino e maquiagem.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Por falar em Disney e na cultura asiática, sua parceira Marvel deu o primeiro grande passo nesse sentido com Shang-Chi, uma grande celebração do povo e da cultura do oriente. O filme de super-herói recebeu indicação de melhores efeitos visuais.

Star Plus

O Beco do Pesadelo

Seguimos com a Disney, mas em seu domínio mais adulto. No Star+, o carro-chefe é O Beco do Pesadelo, que ainda não estreou na plataforma, mas promete lançamento para o dia 16 de março – bem a tempo para ser conferido antes da cerimônia do Oscar em 27 de março. Novo trabalho do mexicano Guillermo del Toro, o longa flerta com os gêneros do suspense, do noir e até mesmo do terror, e traz Bradley Cooper à frente de um grande elenco, no papel de um golpista. A obra recebeu 4 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme.

Os Olhos de Tammy Faye

O filme que mais faz os cinéfilos se perguntarem onde irão assisti-lo é esta biografia de uma televangelista polêmica que deu a terceira indicação para a talentosa ruiva Jessica Chastain como atriz. E a resposta é: no streaming do Star+. Através de suas redes sociais a plataforma anunciou a estreia exclusiva do drama no Brasil em seu streaming – só não divulgou ainda a data. Espera-se que seja antes do dia 27, para os fãs conferirem a performance nomeada da musa Chastain. Além da atriz, o filme ainda foi indicado para melhor maquiagem.

Free Guy – Assumindo o Controle

Um dos filmes mais adiados dos últimos anos, parte do público já estava perdendo a fé nesta superprodução de alto conceito estrelada por Ryan Reynolds. Mas aí veio a primeira reviravolta quando Free Guy de fato estreou: o filme era bom! E Free Guy foi além ainda descolando uma indicação para melhores efeitos visuais.

Amazon Prime Video

O segundo streaming com maior número de assinantes no mercado, o Amazon Prime Video também colheu algumas indicações para suas produções.

CODA – No Ritmo do Coração

A principal indicação da Amazon foi para esse drama leve, que é pura representatividade para a comunidade surda-muda. Remake do francês A Família Bélier, a produção americana teve ainda mais prestígio, descolando 3 indicações importantes no Oscar: melhor filme, ator coadjuvante (Troy Kotsur) e roteiro adaptado.

Apresentando os Ricardos

Esse lançamento exclusivo da Amazon Prime Video tem bastante cacife. A biografia de uma das Primeiras Damas da TV norte-americana, a humorista Lucille Ball (imortalizada pela série I Love Lucy), e seu tempestuoso casamento com o marido, o cubano Desi Arnaz, é escrita e dirigida pelo mestre Aaron Sorkin, e traz como suas 3 indicações ao Oscar, as performances arrebatadores de Nicole Kidman (Lucy), Javier Bardem (Desi) e J.K Simmons.

Um Príncipe em Nova York 2

Finalizando as indicações da Amazon Prime Video no Oscar, temos esta continuação querida por muitos e odiada por outros. Eddie Murphy retorna na sequência do adorado filme de 1988, com a mentalidade politicamente correta dos dias de hoje. Mas se tem uma coisa que todos concordam é a maquiagem, que infelizmente não foi feita por Rick Baker do original (indicado ao Oscar), mas ainda assim descolou uma nomeação.

HBO Max

Uma das plataformas de streaming que mais cresceram durante a pandemia, após uma reforma estrutural completa, a HBO Max apostou em estreias simultâneas com os cinemas e emplacou inúmeros sucessos. No Oscar 2022 emplacou dois filmes importantes.

Duna

A ficção científica de Denis Villeneuve, baseada num cultuadíssimo livro do gênero, foi um dos maiores sucessos do ano, abraçado por crítica e público. A força do longa foi tanta que Duna descolou 10 indicações ao Oscar – um dos maiores em nomeações do ano. Das 10, as mais importantes são melhor filme e roteiro adaptado.

King Richard – Criando Campeãs

Outro golaço da Warner / HBO Max neste Oscar foi o drama biográfico sobre as tenistas norte-americanas Venus e Serena Williams, ou melhor, de sua família, em especial seu dedicado pai, que as elevou ao patamar onde se encontram. O astro Will Smith entrega um de seus melhores desempenhos no papel do patriarca e descolou uma nomeação – com chances reais de levar a estatueta desta vez. King Richard recebeu um total de 6 indicações, incluindo melhor filme, atriz coadjuvante (Aunjanue Ellis), além da citada de Smith para melhor ator.

Apple Plus

A Tragédia de Macbeth

Quando falamos de um filme em preto e branco que adapta novamente o conto clássico de Shakespeare, isso pode não criar um interesse imediato no espectador. Para os escolados, será apenas mais uma versão, e todo o resto será repelido pela proposta. Mas quando falamos que tal filme tem direção dos irmãos Coen, e é protagonizado por Denzel Washington e Frances McDormand, a coisa muda de figura. O principal lançamento da Apple+ no Oscar 2022 obteve 3 indicações ao Oscar: melhor ator (Washington), direção de arte e fotografia.

Bônus: Mubi

Drive My Car

O filme japonês que surpreendeu com sua indicação na categoria principal estreia em breve nos cinemas brasileiros, e você poderá conferi-lo na telona de sua sala preferida. O negócio é que o filme já foi anunciado pela plataforma de obras cult Mubi, de forma exclusiva. Porém, sua estreia no streaming deve ocorrer apenas depois de sua estadia em circuito comercial, sem uma data anunciada ainda para o streaming. O drama sobre mistérios do passado vindo à tona para um jovem viúvo, obteve 4 indicações importas: melhor filme, diretor (Ryûsuke Hamaguchi), roteiro adaptado e filme estrangeiro.

Gale luta contra o Ghostface no primeiro clipe de ‘Pânico 6’

Pânico VI‘ teve seu primeiro clipe divulgado, que traz a Gale Weathers lutando contra o Ghostface.

Assista:

Pânico VI‘ recebeu a classificação Rated-R, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, linguagem e breve uso de drogas”.

A notícia não é uma surpresa, considerando que todos os filmes anteriores da franquia receberam a mesma classificação.

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

O longa chega ao Brasil no dia 9 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Invocação do Mal 4: Os Últimos Rituais’ ganha logotipo

Invocação do Mal 4: Os Últimos Rituais‘ ganho seu logotipo oficial. O filme deve chegar aos cinemas em 2025.

Confira:

Patrick Wilson considera dirigir ‘Invocação do Mal 4‘ após sua estreia na direção com ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘.

Em uma entrevista ao Comic Book, o ator revelou estar aberto à possibilidade, mas enfatizou a importância de ler o roteiro antes de tomar uma decisão.

Quando questionado sobre a chance de dirigir o próximo filme da franquia de terror, Wilson respondeu:

“O problema é que não sei. Todos esses caras são obviamente meus amigos, e eu os conheço bem, então não ousaria me oferecer para um trabalho pelo qual eu não me apaixonasse. Então, honestamente, a verdade é que, por mais bobo que pareça, eu teria que ver a história antes.”

Wilson expressou seu amor pelos filmes da franquia ‘Invocação do Mal‘ e seu respeito pelo roteirista David Leslie Johnson.

“Se eu aprendi qualquer coisa com este filme, é o que James me disse, que é, ‘Torne-o seu. Faça-o pessoal.’ Então eu sei que o próximo filme que eu escolher fazer ou que me escolher, terá que ser algo extremamente pessoal que eu possa moldar da forma como eu acredito.”

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

Polícia confirma que Liam Payne “pulou da sacada de seu quarto”

Liam Payne, ex-One Direction, morreu ontem (16) após cair do terceiro andar do hotel – uma altura de cerca de 13 a 14 metros.

Após as investigações, o diretor de comunicações e porta-voz do Ministério da Segurança de Buenos Aires afirmou à AP que Payne realmente “pulou da sacada de seu quarto”.

Às 17h04, recebemos uma chamada pelo 911 alertando sobre uma pessoa caída em um pátio interno do hotel Casa Sur. Às 17h11, uma equipe do SAME chegou ao local e confirmou o falecimento do homem”, relatou Crescenti.

Na ligação, é revelado que o cantor estava agressivo e sob o efeito de drogas.

“Olá, bom dia! Nós temos um hóspede que está sobre efeito de drogas e que está quebrando todo o quarto e nós necessitamos que mande ajuda por favor”, disse uma funcionária do hotel em ligação para a emergência antes de Liam Payne cair do terceiro andar e morrer.

O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.

“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.

Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.

“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.

“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.

Ele esteve na Argentina recentemente para um show de Niall Horan no começo do mês.

Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.

No início desta semana, houve relatos sobre a ex-noiva de Liam, Maya Henry, alegando que ele a deixou depois de pedir que ela fizesse um aborto.

Em maio de 2017, Payne lançou “Strip That Down” como o single principal de seu álbum de estreia. Ele alcançou a terceira posição na UK Singles Chart e a décima posição na Billboard Hot 100 dos EUA , sendo certificado como platina em ambos os países.

Seu álbum de estreia, LP1 , foi lançado em dezembro de 2019. Ele vendeu mais de 18 milhões de singles em menos de três anos desde o hiato do One Direction e mais de 3,9 bilhões de streams de carreira nesse período.

Homem cantando em show com microfone na mão

‘Manas’: Saiba AONDE assistir ao filme brasileiro aclamado no Festival de Veneza e por Julia Roberts e Sean Penn

Após uma jornada de sucesso em diversos festivais ao redor do Brasil e do mundo, o aclamado ‘Manas‘, primeiro longa de ficção da diretora Marianna Brennand, já está disponível no streaming da Globoplay através do Telecine.

O filme já foi premiado mais de 20 vezes desde a sua première mundial no Festival de Veneza, em agosto de 2024. Na cidade italiana, conquistou o Director’s Award, honraria máxima da mostra Giornate Degli Autori.

A extraordinária trajetória internacional do filme segue em andamento nos próximos meses.

Manas‘ contou com o apoio de renomados cineastas internacionais. Walter Salles, que recentemente conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional por ‘Ainda Estou Aqui‘, e os irmãos Jean Pierre e Luc Dardenne, vencedores de duas Palmas de Ouro em Cannes, atuaram como produtores associados do filme.

O filme ainda teve uma exibição especial nos EUA com a presença de Julia Roberts e Sean Penn – que foram só elogios para a produção.

Confira o trailer:

A trama acompanha a história de Marcielle/Tielle (Jamilli Correa), uma jovem de 13 anos que vive na Ilha do Marajó (PA) junto ao pai, Marcílio (Rômulo Braga), à mãe, Danielle (Fátima Macedo), e a três irmãos. Ela cultua a imagem de Claudinha, sua irmã mais velha, que teria partido para bem longe após “arrumar um homem bom” nas balsas que passam pela região. Conforme amadurece, Tielle vê ruírem muitas das suas idealizações e se percebe presa entre dois ambientes abusivos. Preocupada com a irmã mais nova e ciente de que o futuro não lhe reserva muitas opções, ela decide confrontar a engrenagem violenta que rege a sua família e as mulheres à sua volta.

Rodado na Amazônia, o longa traz a estreante Jamilli Correa, no papel principal, Dira PaesFátima Macedo e Rômulo Braga, além de atores e atrizes locais da região.

O roteiro, vencedor do Sam Spiegel International Film Lab, é assinado por Felipe ShollMarcelo GrabowskyMarianna BrennandAntonia PellegrinoCamila Agustini e Carolina Benevides.

10 Filmes Bastante Originais que Você Provavelmente Não Viu

Todo ano são lançados centenas de títulos no concorrido mercado exibidor mundial. No Brasil, poucos são os cinemas que realmente possuem um carinho necessário com sua programação. Para vocês terem ideia, alguns dos programadores de cinema por aqui nem assistem aos filmes. Absurdo? Talvez. Cada empresa segue sua linha de raciocínio (lembrando que é na pipoca o grande lucro de um cinema) e o mercado acaba de alguma forma absorvendo todo tipo de pensar.

Algumas ótimas distribuidoras tentam trazer o melhor do cinema nacional e mundial para cá, mesmo sabendo a dificuldade que será entrar com esses títulos em cartaz pelo Brasil. Pena que não dá pra trazerem a maioria dos filmes. Temos pouquíssimas distribuidoras e muito menos cinemas de qualidade na programação do que tínhamos anos atrás. Sendo assim, muitos títulos acabam passando desapercebidos ano após ano, sendo, talvez, descobertos futuramente em plataformas de streamings, ou de outra forma…

Muitas dessas produções tem uma pegada bastante original, contando histórias que pouco vemos em filmes por aí. Pensando nisso, segue abaixo uma humilde lista de ótimas produções originais que tiveram poucas ou nenhuma chance de serem vistas por brasileiros, no Brasil.

#1 Canastra Suja 

Quando em momentos de conflito não existe nem ao menos uma alma estranha para aconselhar. Escrito e dirigido por Caio SóhCanastra Suja é um drama, um retrato nu e cru de uma família repleta de problemas, onde muitos se blindam na dependência alcoólica do pai, Batista, interpretado pelo ótimo Marco Ricca. Impressiona a capacidade do roteiro em prender o espectador. Talvez pelos ‘plot twist’ existentes, talvez pela curiosidade do olhar do público em saber qual o final de cada personagem. É um filme sobre família, seus problemas, seu cotidiano. Cada personagem é uma peça nesse tabuleiro. A eminência da tragédia é algo que percorre todos os intensos 120 minutos de projeção.

Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.

As reviravoltas do roteiro são importantes para o ritmo da trama, vamos aos poucos vendo faces ocultas dos personagens que causam surpresa e mudam nossa ótica sobre eles. Cartas de baralho definem arcos. Extremamente complexos individualmente, completamente desalinhados como família, Canastra Suja apresenta um leque de portas se abrindo ao mesmo tempo que muitas outras se fecham. O olhar para o futuro com alegria vai virando um pequeno feixe de luz na porta mais distante que conseguimos enxergar.

As subtramas são muito bem elaboradas, exploram as características de cada personagem. Os dramas tomam camadas densas e profundas. Muitos personagens parecem estar no limite. Pedro usa os problemas do pai como justificativa para sua falta de rumo na vida, colocando-o sempre em evidência. Emília é um epicentro importante da família. Parece que todas as variáveis passam por ela, possui um papel de equilíbrio, pelo cuidado que tem com a irmã Ritinha. Namora Tatu (David Junior), mas também gosta do seu chefe dentista. A partir do segundo ato, conhecemos um pouco mais a fundo a dama do baralho, que parece esconder segredos, sonhos e objetivos, Maria, a mãe. Quando a família volta do trabalho, seu papel permanece como outra vertente de equilíbrio, principalmente na relação conturbada entre o filho e o marido. A batalha entre pai e filho percorre todos os arcos. Um coloca no outro a culpa pelos seus problemas. Batista é um pai rígido mas não consegue se livrar de seus fantasmas com a bebida, o que coloca em xeque todo o respeito que os outros poderiam ter por ele.

A bela apresentação inicial, ao melhor estilo teatral, onde a câmera passa pelos personagens já indica um certo tipo de ciclo que veremos, talvez com uma redenção, talvez com esclarecimentos sobre o futuro dos personagens. Canastra Suja é um trabalho sólido, surpreendente e, desde já podemos afirmar ser um dos grandes trabalhos do cinema nacional dos últimos anos. Pena que teve uma carreira relâmpago em algumas poucas cidades e em alguns poucos cinemas pelo Brasil.

#2 Bait 

Quando a técnica de filmagem se sobrepõe e faz tudo ganhar sentido na características dos personagens. Bait, tá aí um filme extremamente interessante! O cineasta Mark Jenkin, que assina a direção e roteiro dessa pérola com passagem pelo Festival de Berlim e vencedor de um BAFTA, resolveu usar 130 rolos de filme Kodak que viraram um 16mm todo em preto e branco para mostrar aos cinéfilos as possibilidades da criatividade, não só narrativa mas de técnicas quando pensamos sobre um filme. Simples e complexo, dramático e pulsante, um baita achado na galeria dos bons filmes exibidos em festivais nos últimos anos.

Na trama, conhecemos o emburrado pescador Martin Ward (Edward Rowe), um homem de poucas palavras, que possui o sonho de ter um barco só dele para ganhar mais dinheiro e buscar uma felicidade ainda distante. O protagonista possui um péssimo relacionamento com o irmão Steven (Giles King), pois esse usa o barco que foi do pai deles como transporte turístico e não para pescar conforme as tradições da família. Além disso, Martin confronta tudo e a todos buscando preservar a parte da cidade que mais conhece da maneira como ele sempre conheceu. Mas, no meio tempo de tudo isso, uma tragédia acontece e isso pode mexer nos planos do destino de Martin.

O modo como foi filmado, belíssimo, precisando até ter todos os diálogos dublados em estúdio, às vezes pode atrapalhar nossa análise sobre essa pequena relíquia cinematográfica. Há um complemento entre a técnica utilizada e as características dos personagens. Tudo se encaixa muito bem, principalmente quando conhecemos os porquês e as consequências de tudo que assistimos. Ainda há tempo do roteiro abordar como subtrama jovens e descobertas do amor, os impactos e embates da mudança de rota do turismo de uma região tradicional, relacionamento familiar, ciúmes de irmão.

O interessante é que se formos analisar a fundo, percebemos que dá para se entender o filme de trás pra frente, ou ao contrário. Jenkin mostra aos cinéfilos que a simplicidade usada com criatividade, é uma arma impactante de quem busca uma originalidade tão necessária na mesmice de nossos tempos.

#3 Atlantique

Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor pouco convencional que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.

Na trama, conhecemos a jovem Ada (Mame Bineta Sane), uma mulher que vive seus dias na expectativa do casamento arranjado com um homem que não ama. Ada, esconde outra paixão, se encontra escondida com seu grande amor Souleiman (Ibrahima Traoré) sempre que possível. Quando Souleiman resolve, sem avisá-la, partir pelo oceano atrás de uma vida melhor, a vida de Ada ganha novas e curiosas passagens.

Abordar o sobrenatural de maneira interessante é um trabalho para poucos, e esse fato é a grande reviravolta do filme que caminha lentamente pelos detalhes do ambiente deixando surpresas como migalhas em uma trilha até o seu clímax. Dentro do contexto desse bom projeto, o amor é visto de uma ótica bonita através do sentimento, das afinidades, além claro de ótimas pitadas de críticas sobre a condição social da região, costumes e crenças.

Atlantique é um trabalho para ser apreciado. Um pequeno tesouro perdido nos milhares de lançamentos dos streamings. É um filme que cinéfilo tende a gostar, os contornos narrativos transbordam emoções puras que viram paralelos à nossa realidade.

#4 Nefta Football Club

Nas linhas da ingenuidade, propósito e razão nunca desaparecem. Indicado ao Oscar de Melhor Curta, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat, que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.

Ao longo dos quase 17 minutos de projeção, conhecemos rapidamente dois irmãos que estão sozinhos andando de moto por uma estrada deserta da Tunísia (próximo à fronteira com a Argélia) até que um deles precisa urinar e acaba avistando um burro com um headphone e uma carga curiosa: um pó branco que, no modo deles enxergarem, parece sabão em pó. Tentando descobrir ao certo o que é aquele produto, o mais velho bola um plano para tentar negociar aquilo, enquanto o mais novo acaba tendo outros planos.

Todo curta bom precisa ser impactante em algum momento, pois são poucos minutos para fazer o público se interessar pelo que acontece em tela. Nefta Football Club consegue reunir elementos que juntos constroem um desfecho com mensagem positiva, pra lá de emblemática, onde a pureza e a ingenuidade vencem qualquer tipo de caminho.

#5 Buoyancy

A falta de perspectiva em um mundo que se distancia das emoções positivas. Indicado da Austrália ao Oscar de Melhor filme estrangeiro no ano passado (não chegou entre os cinco finalistas), Buoyancy, ou Empuxo como alguns denominaram por aqui, é uma forte e dramática saga de um jovem sem rumo que, buscando oportunidades na liberdade das escolhas, acaba envolvido no submundo absurdo do tráfico de pessoas. Com uma fotografia impecável e um roteiro com bastante profundidade, o projeto dirigido e roteirizado pelo cineasta australiano Rodd Rathjen (debutando em longas) nos guia para uma metáfora de sobrevivência cruel e impactante.

Há muitas verdades sobre o mundo lá fora que nem imaginamos ou nunca paramos para pensar. O dia a dia de milhares de jovens sem oportunidades de renda, alimentação e estudo básicos é o pontapé inicial dessa cruel história de um jovem de menos de 15 anos chamado Chakra (Sarm Heng), que resolve abandonar a família no Camboja para tentar a sorte de ser alguém no mundo e assim acaba sendo enviado para um barco de pesca em alto mar onde o capitão é uma alma bastante cruel. Buscando sobreviver após humilhações e testemunhando atos cruéis do capitão, Chakra precisará ser forte e lutar com todas as suas forças para sobreviver ao pesadelo.

Existem filmes onde a limite da maldade é colocada dentro de uma profundeza difícil de acessar. Humano até a ponta de qualquer borda de alma, os princípios de raízes da sobrevivência viram a única solução para a situação caótica enfrentada pelo protagonista. Há um jogo de emoções conturbado por situações extremas, como o fato de ter que trabalhar quase o dia todo para comer um potinho de arroz. O protagonista vai se modelando, inflando dentro de suas emoções para se tornar amadurecido a ponto de tomar decisões vitais para ter alguma chance de sobreviver em meio a essa maldade toda.

O arco final é intenso e condiz com tudo que o filme se mostra. Exibido no Festival de Berlim do ano passado, Buoyancy vai até seu último minuto nos mostrando as escolhas e como e porquê o protagonista resolve suas questões. O que será do futuro dele? Há esperança por dias melhores? Ele se tornara outra pessoa? Depois dessa tempestade, uma coisa é certa, ninguém fica igual ao que era antes. Filmaço, que absurdamente não ganhou chances no circuito brasileiro de exibição.

#6 Rosie

Da aparente simplicidade em contar a realidade, até a riqueza de chamar atenção para uma reflexão da sociedade. Daquelas gratas surpresas que nós cinéfilos sempre assistimos ao longo dos anos, aquele filme que você nunca tinha ouvido falar e se por acaso assistiu, se impressionou. Bem, isso acontece com Rosie, dirigido pelo cineasta irlandês Paddy Breathnach (que também assinou a direção do ótimo filme Viva) com roteiro de Roddy Doyle. Uma mãe, um marido e as dificuldades de arranjarem um lugar para morar. Parece simples? Mas não é não, drama dos bons, forte e impactante.

Na trama, conhecemos Rosie (Sarah Greene) e John (Moe Dunford), um casal que enfrenta dificuldades financeiras e não conseguem um lugar para morar tendo que passar dia após dia dentro do carro com seus filhos. Assim, ao longo de uma tentativa e outra, acompanhamos melhor a trajetória dessa jovem mãe, seu passado de brigas com a mãe e a busca por dias melhores para sua família.

Rosie é o tipo de filme com cara de festival de cinema. Reflexivo a todo instante, a protagonista é colocada em xeque a cada minuto, seja pela diretora da escola de seus filhos, seja pelas duras palavras de sua mãe, pelo olhar de outras famílias, pela ótica de amigos próximos que estão com o cachorro da família até eles arranjarem algum lugar. Mas ao longo dos curtos 86 minutos também dá tempo de entendermos a ótica de John, o marido, que se esforça entre um bico e outro para arranjar dinheiro e assim sustentar sua família.

O filme é duro em muitos momentos, dá uma aflição, encosta na realidade de maneira importante e serve para refletirmos e pensarmos duas vezes antes de julgarmos as pessoas. Mas, uma mensagem linda de união familiar chega a cada gesto, seja com a preocupação com o bichinho adorado de pelúcia de um dos filhos, no afeto entre marido e mulher, ou pela questão da proteção quando o carro está lotado e o pai precisa dormir fora dele, mas de perto e observando se todos ficarão bem. Rosie é um filme sobre um retrato de nossa sociedade, importante assistirem.

#7 Guaraní

O que fazer quando nos damos conta de que o que buscamos está ao nosso lado? Escrito e dirigido pelo cineasta paraguaio Luis ZorraquinGuaraní é impactante da maneira mais pura e singela que você possa imaginar já ter visto em um filme nos últimos anos. Falando sobre cultura, tradições e família, o longa-metragem ainda não lançado no Brasil vai conquistando o coração do público aos poucos, de maneira simples e honesta. Somos testemunhas do amadurecimento dos personagens que de maneira linda encontram uma certa redenção a sua forma de pensar e ver o mundo mesmo tendo poucos recursos. Com um desfecho de deixar você sentado no cinema até o fim dos créditos pensando sobre a vida, Guaraní muito se aproxima, por conta de certos detalhes, do nosso campeão Central do Brasil.

Na trama, conhecemos Atilio (Emilio Barreto), um barqueiro que vive de maneira bastante humilde junto de sua família, repleta de mulheres. Sua vida é o rio, em sua profissão já viu de tudo dentro de toda água que já navegou. Seu contato mais próximo, mas mesmo assim não tão amistoso, é com sua neta Iara (Jazmin Bogarin) com quem passa longas horas ao longo dos dias após a jovem voltar da escola, já que é ela que o ajuda nas travessias pelo rio levando produtos de um lado para o outro. Atilio sempre quis ter um neto homem para passar tudo que aprendeu sobre sua cultura Guaraní, mas só mulheres nascem em sua família. A vida pacata de avô e neta muda quando a mãe de Iara, que mora na Argentina, envia uma carta dizendo que está grávida de um menino. Assim, a dupla parte rumo rio adentro em uma viagem rumo à Argentina para convencer a mãe de Iara a criar a nova criança no Paraguai com as tradições guaranís.

A simplicidade faz toda a diferença nesse emocionante filme. Usando de poucos recursos, mas com uma grande ideia nas linhas de roteiro, Zorraquin foca naquilo que precisava, que era conseguir passar toda a emoção em simples gestos de um protagonista limitado, que conta com uma neta rica de viver – terminando por ser o contraponto perfeito para que a emoção transborde em cena. Os últimos atos são fabulosos, chegando a um desfecho poderoso e inesquecível.

#8 Jak Pies Z Kotem

Temos que aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos. Dirigido pelo cineasta nascido no Cazaquistão Janusz KondratiukJak Pies Z Kotem (sem tradução para o português) é um projeto que fala sobre as fábulas da vida em paralelo à uma realidade cheias de razões para não mais se acreditar. Uma relação conflituosa entre irmãos se transforma em uma jornada de descobertas, onde o brilho dos personagens está contido em cada cena.

Na trama, conhecemos os irmãos cineastas Andrzej (Olgierd Lukaszewicz) e Janusz (Robert Wieckiewicz) que ao longo do tempo nutriram uma relação repleta de altos e baixos. Agora já na etapa final de vida, Andrzej sofre um acidente que o impossibilita de viver sozinho e como não há mais ninguém para ajudar, seu irmão Janusz e sua esposa decidem cuidar dele.

A relação entre os irmãos navega pela tristeza e nos conflitos emotivos. Janusz guiou sua vida através dos sonhos do irmão e sentiu demais uma longa distância entre os dois que acontece já na chegada do terço final da vida de ambos. Andrzej, mente muito criativa, talvez pelo fato de trabalhar com arte, após seu derrame só lhe sobra o ato de sonhar e imaginar situações para tudo que está vivendo e o pouco caminho que ainda precisa percorrer antes de falecer.

Misturando um drama profundo com pitadas de comédia, esse longa polonês se destaca pela alma de seus personagens e pelo ótimo roteiro que nos faz navegar junto a tudo de emocional que aparece na trama. Sem previsão de estreia no Brasil, o filme é quase uma relíquia em torno de tantos lançamentos aos longos dos anos.

#9 Dogman

Como você enxerga as brutalidades da vida? Indicado da Itália ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Dogman é um retrato social, brutal, passado em uma periferia italiana onde vários questionamentos são levantados a cada nova virada no roteiro. O longa é dirigido pelo cineasta italiano Matteo Garrone, do inesquecível e impactante Gomorra, e protagonizado pelo ator Marcello Fonte, vencedor da Palma de Ouro em Cannes de melhor ator.

Na trama, passada em uma cidadezinha na Itália não identificada, conhecemos o carinhoso, peladeiro e boa praça Marcello (Marcello Fonte), um humilde e gentil dono de uma petshop localizada na região central dessa cidadezinha. Marcello vive tranquilo seus dias e adora passar o tempo com sua única filha. Mas Marcello acaba envolvido em várias situações com Simoncino (Edoardo Pesce), um perturbador baderneiro que incomoda todos na cidade, sempre arrumando confusão. Após uma dessas situações terminar em consequências terríveis para Marcello, o protagonista busca sua vingança da maneira mais radical que poderia.

O bom roteiro é aquele que sabe flexionar sua trama para chegar ao clímax de maneira certa, sem pressa, levando ao público um estrondoso ar de surpresa. É exatamente isso que Dogman faz! De drama, vira thriller em frações de segundos, levando o espectador a ser o juiz das ações de Marcello na segunda parte do filme. A ação e consequência que sofre o dono da petshop, por ter a reputação abalada e o desespero de não saber o que fazer para acabar com aquela dor são parte desse quebra-cabeça psicológico instaurado e muito bem dirigido por Garrone.

Coisas ruins vão acontecer com pessoas boas. É praticamente um versículo vital. Os coadjuvantes dão ótimo tom a todo o liquidificador de pensamentos que chegam até o protagonista quando está em crise existencial, sozinho, tendo que combater o vilão de todos e que fora muito mais para ele. Somos testemunhas de uma desconstrução total do personagem e nos levam a pensar à margem da sociedade, como se vivessem em áreas sem regras, nem leis, onde os homens caminham pelos seus próprios e nublados pensamentos. Um soco no estômago esse belo trabalho que passou rapidamente pelo circuito exibidor brasileiro.

#10 American Animals

Em um mundo tão belo, eu queria ser especial. Mas eu sou insignificante. Eu sou um esquisitão. Que diabos estou fazendo aqui?Creep, da extraordinária banda Radiohead, encaixa muito bem quando pensamos em American Animals. Um dos mais comentados filmes do Festival de Sundance de anos atrás, tem em seu roteiro criativo seu enorme pilar para apresentar ao público uma história real, com diversos pontos de vista e uma autoavaliação dos verdadeiros autores desse curioso roubo que ocorreu nos Estados Unidos alguns anos atrás. Escrito e dirigido pelo excelente Bart Layton (do ótimo O Impostor), o projeto é uma espécie de ação/ficção com documentário. Envolvente do primeiro ao último minuto, é, com toda certeza, um dos grandes filmes que nunca foram exibidos no circuito de salas de cinema no Brasil.

Na trama, conhecemos Spencer (Barry Keoghan), um estudante de arte bastante introspectivo que dorme e acorda pensando em encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, durante uma visita à biblioteca da universidade que estuda, descobre alguns livros raros que ficam em uma sala especial protegidos por uma bibliotecária. Assim, junto com seu amigo Warren (Evan Peters), e mais outros dois, começa a bolar um plano mirabolante para roubar as raridades. Para dar mais ingredientes à trama, realidade e ficção se unificam durante as quase duas horas de projeção, transformando um simples filme de roubo em algo muito interessante e esclarecedor.

Qual o sentido da vida? Viver o sonho americano nunca é fácil. Aos olhos dos dois maiores protagonistas da trama, conseguimos enxergar motivos e razões para entendermos seus atos. A troca entre realidade e ficção dita o ritmo do roteiro, com pontos de vistas entrelaçados e diferentes sobre determinados detalhes. Um trabalho primoroso de Layton. Indo mais a fundo nas palavras e contextos desse roteiro, se pensarmos em um protagonista, Spencer se encaixa, onde nossos olhos mais se concentram pois é o personagem que se constrói e desconstrói com uma rapidez gigante, divide as atenções com o excêntrico Warren, o motor do filme, o explosivo, dúbio, grande incentivador do roubo e inconsequente em seus atos.

Qual a razão dos jovens realizarem algo tão audacioso? Uma das grandes perguntas do filme é respondida a toda a instante, pelos personagens reais que aparecem relatando seus pontos de vista. Não só os que participaram do roubo mas também familiares e envolvidos no caso que marcou época na história recente norte-americana. American Animals é muito mais que um simples retrato sobre o panorama jovem norte-americano, é um crítica social profunda, repleta de camadas, onde cada um de nós, do lado de cá da tela, recebemos diversos argumentos para chegarmos ao nosso próprio final sobre todas as interrogações que o filme entrega.

Crítica | ‘Maya, Me Dê um Título’ – Divertida demonstração do amor de um pai por sua filha [Festival de Cinema Francês do Brasil]

É impressionante como o mundo do cinema entrega inúmeras possibilidades e, a partir de uma ideia relativamente simples, pode nascer uma obra grandiosa que fortalece os vínculos familiares. Escrito e dirigido por Michel Gondry, o média-metragem Maya, Me Dê um Título explora uma técnica específica de animação com enorme criatividade, construindo uma narrativa deliciosa que insere histórias dentro de histórias a partir da relação de um pai cineasta e a saudade da filha.

Por conta da distância, um diretor de cinema resolve criar uma dinâmica com a filha, Maya: pedindo a ela que envie ideias para curtas-metragens de animação nos quais ela será a personagem principal. Ao longo do tempo, de um inusitado terremoto a criação de um avião-pássaro, passando por situações em que ela diminui tamanho, ou se torna uma sereia, ou mesmo em um oceano destruído por ketchup chegando nas incertezas da pandemia, um alegre e contagiante vínculo é criado.

Jogando ao mundo muitas formas de amor – tanto pela família quanto pelo cinema -, o experiente cineasta francês Michel Gondry convida o público a conhecer elementos pessoais de sua vida inseridos numa cerimônia imaginativa que criou com a filha. Longe de ser uma biografia, a obra tem caráter ficcional, mas com pitadas de inspirações na realidade: com a mamãe, a vovó, o vovô e o próprio papai sendo inseridos como coadjuvantes das histórias onde quem brilha é Maya.

Com sua estética artesanal onde cada pequena alteração é fotografada em movimentos quadro a quadro, essa animação de recorte de papel – um tipo específico de Stop Motion – busca a partir da interatividade de uma próxima ligação afetiva (batendo na tecla da identidade e continuidade) alcançar a espontaneidade que se transformam em descobertas, trazendo o lúdico para simplificar reflexões sobre desastres ecológicos, a geopolítica, a relação dos seres humanos com as famílias, entre outras questões.

Conforme Maya vai crescendo, a pergunta sobre até quando vai existir essa dinâmica se torna iminente – algo que também ganha espaço entre as histórias apresentadas. Nessa forma contagiante de aproximar a família ao rico universo da sétima arte da qual faz parte, Gondry mais uma vez brinda os cinéfilos transformando em poesia seu amor por tudo que o cerca.

10 Grandes FRACASSOS de Bilheteria que Completam 11 anos em 2021

O que faz de um filme ruim? Embora ruim e fracasso sejam conceitos diferentes, podemos apontar três condições aplicáveis em tais casos. A primeira é nosso gosto particular, que verdadeiramente independe de qualquer outro fator externo. Num aspecto menos pessoal, existe a avaliação crítica, realizada pela imprensa. Este conceito é mutável de época em época, já que a história nos apresentou fracassos de crítica que adquiriram status de cult, ganhando ao longo dos anos seus apreciadores. Tudo que necessita é um argumento forte o suficiente que convença e se sustente.

Mas o que não muda é o que usaremos como base para esta matéria – assim como temos feito com todas os itens desta coluna. E ele é o fracasso de bilheteria. Tudo bem que o mercado de vídeo impulsionou certos filmes que haviam passado batido nas salas de cinema, em especial durante os anos 1980, e hoje em dia temos a Netflix, que vive nos surpreendendo com seus filmes do top 10 – dentre os quais em tempos recentes apareceram obras como Férias Frustradas (2015), por exemplo, que nas telonas não venderam ingressos suficientes.  Tal sobrevida, no entanto, não desfaz seu fiasco inicial – já que em sua estreia, que é o que importa para os realizadores, não atingiu o esperado.

Pensando nisso, e como forma de promover uma segunda chance a tais filmes (alguns esquecidos, outros odiados), o CinePOP resolve dar uma nova olhada em mais um grupo de dez filmes, que não tiveram sorte ao serem lançados nas telonas. Estes, completando agora 11 anos de sua estreia. Veja abaixo e não esqueça de comentar.

O Último Mestre do Ar

Começamos enfiando o dedo na ferida. Ah, M. Night Shyamalan, gostamos tanto de você e de seus filmes iniciais. Travar uma guerra com os críticos pode ser uma batalha perdida – e é o que tem feito gente como Adam Sandler, por exemplo. Desde a recepção morna de A Vila (o filme mais subestimado de sua carreira), Shyamalan iniciou uma batalha com os avaliadores, inclusive “matando-os” de forma cruel em A Dama na Água (2006) – um conto de ninar que contava para os filhos. E por falar neles, eles foram a razão do envolvimento do diretor com esta adaptação de um desenho de sucesso em versão live action. Os filhos do cineasta eram fãs do material, e assim o paizão decidiu presenteá-los. A pergunta que fica é: será que eles gostaram?

A principal diferença que os fãs notaram foi a exclusão de qualquer humor. O filme de Shyamalan é sisudo, sombrio e excessivamente dramático – sem qualquer alegria, uma das qualidades da série animada. Porém, ao contrário do que se possa imaginar, O Último Mestre do Ar não foi um fracasso retumbante, muito devido ao mercado internacional sólido que temos hoje – que impede muitos fiascos de se tornarem um rombo financeiro para o estúdio. Assim, a Paramount e a Nickelodeon não ficaram totalmente no prejuízo. Com um orçamento inflado de US$150 milhões, a produção não chegou a se pagar nos EUA, arrecadando US$130 milhões por lá. O que salvou foram os US$188 milhões arrecadados ao redor do mundo. No entanto, ainda ficando bem longe do planejado.

O Turista

Considerado um dos pontos baixos do cinema no início da década passada, o filme que reuniu os astros Johnny Depp e Angelina Jolie (então no auge de sua popularidade) consta com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do pouco apreço angariado pelo filme desde seu lançamento, curiosamente ele não foi indicado para o prêmio Framboesa de Ouro, e ainda levou indicações em uma boa premiação, o Globo de Ouro, com nomeações para Depp, Jolie e o filme – é claro que o fato virou motivo de piada na época. Sorte igual não teve o diretor alemão Florian Henckel von Donnersmarck que, saído do sucesso A Vida dos Outros (2006), só voltaria a filmar oito anos depois de O Turista. Algumas feridas demoram a sarar.

Depp. Jolie. Veneza. Uma trama de espionagem. O que poderia dar errado? Uma das acusações foi a falta de química entre os protagonistas. Seja como for, O Turista exigiu da Sony/Columbia o absurdo orçamento de US$100 milhões, recuperando em bilheteria somente um pouco mais da metade disso, com US$67 milhões em caixa nos EUA. Novamente, o mercado internacional teve que sair ao resgate, equilibrando um pouco as coisas para o filme. Mas o estrago já estava feito.

O Aprendiz de Feiticeiro

A Disney também quer vir brincar e entrar na nossa lista dos fracassos de bilheteria. Como sempre dizemos aqui, nenhum estúdio é à prova de falhas, nem mesmo a toda poderosa casa do Mickey. É mais do que normal as famosas escorregadas. E aqui foi justamente o que ocorreu com esta reunião de elenco e equipe do sucesso A Lenda do Tesouro Perdido (2004). O “Código Da Vinci” da Disney trouxe Nicolas Cage e o diretor Jon Turteltaub colaborando e o sucesso foi tanto que reprisaram a dobradinha na continuação de 2007. Porém, quando foi a vez da trifeta, algo saiu do trilho.

O filme é uma espécie de adaptação de um dos segmentos do clássico Fantasia (1940) no qual Mickey veste as roupas de mago, com direito até mesmo às vassouras no cômodo inundado. O “Mickey” da vez é Jay Baruchel e Nicolas Cage é o mestre feiticeiro. Para a “brincadeira”, o estúdio desembolsou extasiantes US$150 milhões de orçamento e viu de volta nos EUA, apenas US$63 milhões. Com a bilheteria internacional, o longa conseguiu ao menos se pagar – mas se mantendo bem longe do planejado.

Zona Verde

Como no item acima, muitas vezes os executivos de estúdios partem do pensamento de repetir o “time que está ganhando”. Foi assim com a citada parceria entre Nicolas Cage, a Disney e Jon Turteltaub, e foi assim também aqui, com Matt Damon, o diretor Paul Greengrass e a Universal Pictures, responsáveis pelo sucesso da franquia Bourne. Tais elementos eram reprisados neste Zona Verde, visando guardar na garrafa um segundo raio como sua fórmula de sucesso. Nem mesmo do gênero a obra saiu, já que este é igualmente um thriller de espionagem político, com Damon batendo de frente com seus superiores de agência. E você, já tinha ouvido falar sobre o filme?

O que não conseguiram fazer igual foi o desempenho do longa, que logo caiu no esquecimento – e talvez tenha sido mesmo essa a vontade dos envolvidos. Porém, apesar do público não ter comparecido, Zona Verde não é um filme ruim, e tem uma avaliação mediana dos críticos. Mas, como dito, o que conta aqui é seu desempenho financeiro. Assim, com um orçamento de impactantes US$100 milhões, Zona Verde passou em branco nos cinemas dos EUA, fazendo uma bilheteria de US$35 milhões. Pelo mundo arrecadou quase US$120 milhões, o que foi melhor, mas o filme mal conseguiu se pagar.

Jonah Hex – Caçador de Recompensas

O que, você pergunta? Sim, este filme caiu no anonimato, mas ele era uma grande aposta de uma adaptação de quadrinhos da DC Comics (sim!) e, foi lançado nos cinemas. Ao menos nos EUA. Na lista, já falamos de produções da Paramount, Sony, Disney e Universal. Quem está faltando? Ah sim, a Warner. Bem, se pudessem voltar no tempo, certamente iriam querer lançar este Jonah Hex direto na plataforma, assim talvez o estrago fosse menor.

Como dito, adaptação dos quadrinhos de faroeste e fantasia da DC, Jonah Hex conta a história de um pistoleiro voltando dos mortos com o rosto deformado para se vingar de seus desafetos. E não pense você que esta é uma produção B do cinema, já que protagonizando temos ninguém menos que o Thanos da Marvel em pessoa, Josh Brolin. Ao seu lado, a então musa mais “baixada” da internet, Megan Fox – você lembra dela? Jonah Hex teve um orçamento de US$50 milhões, mas só rendeu em bilheteria um quinto disso, com US$10 milhões, sequer conseguindo se pagar e entrando no hall das “bombas” homéricas de Hollywood.

As Viagens de Gulliver

E pensar que a atriz Emily Blunt deixou de participar como a Viúva Negra em Homem de Ferro 2, cedendo seu lugar para Scarlett Johansson, devido ao compromisso com este filme. Bem, se o mundo não é justo, a indústria do cinema apenas reflete isso. Entre mortos e feridos, Blunt sacudiu a poeira e deu a volta por cima, conseguindo firmar sua carreira e se tornar uma estrela de muito prestígio. Mas sim, ainda a queremos em algum filme de heróis, de preferência da Marvel. Aqui, ela estrela para a Fox – um estúdio que ainda não havia sido mencionado -, neste veículo infantil para o humorista Jack Black.

Uma reimaginação do clássico literário de Jonathan Swift, o filme traz Black como um canastrão perdedor, se tornando náufrago e descobrindo uma civilização monárquica, onde todos os cidadãos são minúsculos como polegares. No meio deles, está a princesa vivida por Emily Blunt. As Viagens de Gulliver é inofensivo, bem, menos em seu orçamento, já que custou ao estúdio a “bagatela” de US$112 milhões – um dos mais inflados do ano. Como resposta, o público nos EUA virou as costas, rendendo em bilheteria apenas US$42 milhões. Novamente aqui, o longa era salvo pelo mercado internacional, que dobrou seu valor de produção.

Zé Colmeia – O Filme

Por falar em filmes infantis, esta foi uma produção que caiu rapidamente no esquecimento, sendo pouco comentada hoje em dia – com muitos sequer sabendo de sua existência. Tentando recriar o sucesso de adaptações da Hanna-Barbera como Os Flintstones (1994) e Scooby-Doo (2002), chegava há dez anos o primeiro (e último) live action do urso comedor de cestas de piquenique e seu fiel escudeiro baixinho: Zé Colmeia e Catatau. Para dublar as animações criadas em CGI, Dan Aykroyd e Justin Timberlake cediam as vozes dos ursos grande e pequeno respectivamente.

Com produção da Warner, Zé Colmeia almejava um sucesso no feriado de fim de ano, mas logo viveu para ser massacrado pela crítica, com irrisórios 13% de aprovação da imprensa especializada. Em termos de bilheteria, seu destino não foi muito diferente, não emplacando como deveria com a criançada. Porém, dentre os itens desta lista, Zé Colmeia é um dos mais “bem sucedidos”, já que ao menos conseguiu se pagar e se saiu relativamente bem no mercado internacional. Mesmo assim, não foi o suficiente para receber sinal verde em uma continuação. Com um orçamento de US$80 milhões, o filme rendeu US$100 milhões nos EUA, ficando quites com o gasto.

Os Perdedores

Agora temos um título que condiz com o tema desta lista e com o conteúdo de seu longa. Aqui, voltamos ao tópico das adaptações de quadrinhos, e novamente nos deparamos com um selo da DC Comics. Com o cacife de ter roteiristas do porte de Peter Berg e James Vanderbilt, Os Perdedores fala sobre uma equipe especial do governo, tipicamente envolvida em “missões suicidas”, que são traídos por seus superiores, se tornando renegados e agindo por conta própria. Ou seja, uma mistura de quadrinhos com o seriado Esquadrão Classe A – que no mesmo ano ganhava adaptação para as telonas também.

E sendo esta uma adaptação da DC, é claro que por trás bancando teríamos a Warner, que desembolsou US$25 milhões (um valor até modesto) e escalou gente como Zoe Saldana, Chris Evans e Idris Elba (que depois se bandearam para a Marvel) para protagonizar. Mesmo contando com um valor de produção de pequeno porte, Os Perdedores não teve força suficiente para sequer se bancar, arrecadando nos EUA US$23 milhões, e apenas mais US$6 milhões mundiais. No Brasil, sendo lançado direto em vídeo. Você conhecia?

Burlesque

Com minguados 37% de aprovação da imprensa, este musical tem a pecha de juntar em tela duas divas de gerações distintas: Christina Aguilera (em seu primeiro trabalho no cinema) e a veterana Cher – ambas donas de vozeirões graves. Apesar do pouco apreço da crítica e fãs (com Cher sendo inclusive indicada para pior atriz no Framboesa de Ouro), o longa conseguiu emplacar no Globo de Ouro, com três indicações, incluindo melhor filme. A Verdade é que Burlesque não tem nada de Burlesco, sendo um musical bem comportado e beirando o juvenil.

Produção da Sony/Columbia, Burlesque contou com um orçamento avantajado de US$55 milhões, para o padrão do gênero. Assim, o público não ligou muito de ver as musas nas telonas – já que Aguilera havia feito sucesso mesmo dez anos antes. O filme terminou sua carreira nos cinemas dos EUA com um total de US$39 milhões em bilheteria. O que salvou, por pouco, foi o mercado internacional – que ajudou com pouquinho mais da metade deste valor.

Como Você Sabe

Hoje, Reese Witherspoon se reinventou como estrela irretocável, empoderando e inspirando mulheres no cinema e no mercado do audiovisual em si. Vendo que não haviam bons papeis sendo oferecidos, ela fundou sua própria produtora e emplacou um sucesso atrás do outro na TV com programas como Big Little Lies, Pequenos Incêndios e Morning Show. Antes, no entanto, Reese passou por uma epopeia e talvez tenha sido filmes como este Como Você Sabe que a fizeram correr atrás e pegar as rédeas da própria carreira. E para completar, o longa ainda foi o responsável por “aposentar” o monstro Jack Nicholson, sendo o último de sua carreira, até o momento.

Quando acerta, o cineasta James L. Brooks, diretor do filme, entrega obras como Melhor é Impossível (1997). Mas quando erra, pode realizar produções melancólicas e enfadonhas, como é o caso deste filme, mais doloroso do que topada na unha. Dono de 31% de aprovação da imprensa, essa “ida ao dentista” contou com um embasbacante orçamento de US$120 milhões (aonde o dinheiro foi?), pagos pela Columbia/Sony. É claro que essa brincadeira não iria dar certo, e como resultado, Como Você Sabe retornou somente US$30 milhões nos EUA e mais US$18 milhões ao redor do mundo. Chegando em nosso país direto em vídeo. No filme, Reese vive uma mulher dividida entre um sujeito egocêntrico e insuportável (Owen Wilson) e um perdedor azarado compulsivo (Paul Rudd). Um verdadeiro achado, certo, meninas? Só não temos mais pena dela, porque acabamos sofrendo mais ao assistir este longa.

‘Charlie Says’: Atriz de ‘Arquivo X’ entra para o elenco da cinebiografia de Charles Manson

O elenco da cinebiografia ‘Charlie Says‘ continua a ganhar forma. Desta vez, segundo o Tracking Board, a atriz Annabeth Gish, mais conhecida pelo seu papel na série ‘Arquivo X‘, se juntou ao elenco. Ela irá interpretar Virginia Carlson, chefe do Instituto para Mulheres da Califórnia.

O astro britânico Matt Smith viverá o psicopata Charles Manson. Já o ator Chace Crawford (‘Gossip Girl‘) irá interpretar um membro da “família”, Tex Watson.

A cinebiografia, que anteriormente se chamava ‘The Family’, é inspirada em dois livros, chamados ‘The Family’ – de Ed Sanders, lançado em 1971 – e ‘The Long Prison Journey of Leslie Van Houten’, da autora Karlene Faith.

De acordo com a publicação, o novo filme não terá seu foco diretamente em Charles Manson, mas sim em três de seus seguidores e o impacto que seus ensinamentos surtiram na vida de cada um deles. Posteriormente todos foram presos por participarem de uma série de assassinatos, como o da atriz Sharon Tate.

‘Downton Abbey’: Filme inspirado na série ganha teaser; Assista!

Foi divulgado o primeiro teaser trailer do filme baseado na aclamada série ‘Downton Abbey’.

Confira:

A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 20 de setembro de 2019.

Já o público internacional receberá o longa com uma semana de antecedência, no dia 13 do mesmo mês.

Gareth Neame, o presidente da Carnival Films e produtor do filme, falou sobre o começo da produção:

“Estamos empolgados em começar o trabalho de fotografia deste aguardado filme e mais ainda por saber que estes amados personagens principais serão incrementados com a chegada de atores excepcionais, que interpretarão novos e únicos papéis na produção.”

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

‘The Crown’: 3ª temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A Netflix finalmente divulgou quando a 3ª temporada de ‘The Crown‘ irá estrear. O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 17 de novembro.

Confira o teaser:

O novo ano será ambientado em 1976, o que inclui a introdução de um novo elenco: Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).

A terceira temporada vai contar a ascensão do Primeiro Ministro Harold Wilson (Jason Watkins) e o desgaste do casamento entre Margaret e Antony Armstrong-Jones (Ben Daniels), além de outras tramas históricas. Também veremos a versão adulta dos Príncipe Charles e a Princesa Anne, que serão interpretados pelos desconhecidos Josh O’Connor e Erin Doherty.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Corrente do Mal 2’: Maika Monroe quer retornar para uma sequência do terror

Em entrevista ao ComicBook, Maika Monroe, protagonista do elogiado filme ‘Corrente do Mal‘ (It Follows), afirmou que adoraria retornar para uma sequência do terror.

“Eu amaria trabalhar com o David [Robert Mitchell] novamente. Seria um sonho, mas temos que esperar e ver o que acontecerá. Foi uma jornada insana. Há muitos filmes que mudaram o gênero, e eu sei que ‘Corrente do Mal’ teve uma grande influência nessa mudança. É muito legal fazer parte disso e ver que muitas pessoas se conectaram com aquele filme.”

Ela completa, “Em todos os meus projetos, eu tento entregar uma performance honesta e eu não enxergo o filme sendo apenas um terror ou um suspense. Tudo depende do personagem e fazer com que as pessoas se conectem com a história.”

Crítica | Corrente do Mal – Uma carta de amor aos anos 70

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 21.5 milhões, com um orçamento de apenas US$ 2 milhões. Além disso, a produção se tornou extremamente popular no mercado de vídeo, tornando-se um enorme sucesso em VOD.

Algo apavorante está rondando os adolescentes de um subúrbio de Detroit. A bela Jay, de 19 anos, não parece perceber: ela aproveita o outono ao lado de sua irmã Kelly, de seus amigos de escola e de seu novo namorado, Hugh, com quem faz sexo pela primeira vez. Após o ato, porém, ela não consegue evitar a sensação de que alguém – ou algo – está seguindo todos os seus passos. À medida que a ameaça torna-se mais real, Jay e seus amigos descobrem que ela se tornou o principal alvo de uma força macabra e inexplicável.

O roteiro e a direção são do novato David Robert Mitchell.

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‘Gavião Arqueiro’: Hailee Steinfeld afirma a quarentena ajudou a manter em segredo sua participação na série

Em entrevista ao PEOPLE, a atriz Hailee Steinfeld (‘Bumblebee‘), que interpretará a personagem Kate Bishop na série ‘Gavião Arqueiro‘, afirmou que a quarentena tornou mais fácil manter o segredo de sua participação na produção.

“Eu acho que, de um forma, teve um lado positivo eu não poder estar perto de muitas pessoas, porque esse foi um segredo difícil de manter. Eu estava muito honrada em fazer parte da família do Universo da Marvel.”

Anteriormente, a atriz havia falado que é uma “honra” interpretar a personagem, revelando estar muito animada em fazer parte da série.

“É incrível finalmente poder confirmar [que eu estou interpretando a Kate Bishop]. É uma grande honra interpretar esse papel e eu estou muito animada. É incrível voltar a trabalhar e eu me sinto muito grata. Ano passado foi insano por eu não saber o que aconteceria, então estou feliz por voltar a filmar e interpretar essa personagem. Será muito divertido. Estou ansiosa para que as pessoas possam assistir. Eu estou ansiosa para assistir.”

Ela completa, “Estou muito animada e honrada por fazer parte do Universo Cinematográfico da Marvel e atuar ao lado de Jeremy Renner. A série é maravilhosa e tem uma pegada bem diferente do que eu estava acostumada com ‘Dickinson‘ (série histórica da Apple TV+). Como artista, é divertido me aventurar em projetos tão diferentes, então estou vivendo um momento incrível.”

Vale lembrar que ‘Gavião Arqueiro‘ será ambientada em 2025, dois anos após a derrota de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra.

Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop, a mãe de Kate.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço.

Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Para quem não sabe, a série é baseada nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A trama será focada no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton se aposente, oficialmente.

A adaptação das HQs de ‘Gavião Arqueiro’ será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+, e a estreia está prevista somente para o fim de 2021.

‘Escape Room 2’ ganhará final ALTERNATIVO e mais de 25 minutos de cenas INÉDITAS

Após uma breve passagem pelos cinemas norte-americanos, a Sony Pictures fará um lançamento especial da sequência ‘Escape Room 2‘ no mercado de vídeo do país, com uma versão “alternativa” da produção que traz mais de 25 minutos INÉDITOS do longa.

Com o estreia em Blu-Ray previsto para o dia 5 de outubro, o lançamento contará com um início e um desfecho diferentes da versão dos cinemas.

Através do seu Facebook, o diretor Adam Robitel declarou: “Há DUAS versões do filme para os fãs assistirem. O ‘corte estendido’, que deveria ser chamado de ‘corte alternativo’, revela muita mitologia e informações sobre os bastidores de Minos. Isabelle Fuhrman está incrível e eu estou muito feliz que essa versão do filme será lançada.”

Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 16 de setembro.

Confira a arte:

Sucesso moderado nos cinemas, ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘ já arrecadou US$ 44.8 milhões mundialmente.

Adam Robitel retorna à direção.

No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.

Logan MillerTaylor Russell retornam para o novo filme. O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), Holland Roden (‘Teen Wolf’), Indya Moore (‘Pose’), Thomas Cocquerel (‘The 100’) e Carlito Olivero (‘A Casa do Medo’).

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.


 

‘Twisted Metal’: Neve Campbell entra para o elenco da adaptação do Peacock

De acordo com o Deadline, Neve Campbell, a eterna Sidney Prescott da franquia ‘Pânico‘, entrou para o elenco da adaptação do jogo ‘Twisted Metal‘, que está sendo desenvolvida pelo serviço de streaming do Peacock.

A atriz interpretará Raven, uma personagem dos jogos que busca vingança pela morte de sua melhor amiga.

O elenco ainda contará com Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’).

Desenvolvido pela Sony Pictures TV e a PlayStation Productions, o projeto está sendo descrito como uma “comédia sombria com episódios de meia hora de duração”.

Rhett ReesePaul Wernick, a dupla por trás de ‘Zumbilândia‘ e ‘Deadpool‘, será responsável pela série.

Kitao Sakurai será responsável pela direção de múltiplos episódios.

A trama segue um forasteiro que recebe a chance de uma vida melhor, mas apenas se ele entregar com sucesso uma encomenda misteriosa em um deserto pós-apocalíptico. Com a ajuda de um ladrão de carros, ele enfrentará saqueadores selvagens dirigindo veículos de destruição e outros perigos da estrada aberta, incluindo um palhaço louco que dirige um caminhão de sorvete, que os fãs do jogo conhecem como Sweet Tooth.

O roteiro fica por conta de Michael Jonathan Smith (‘Cobra Kai’).

O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.

Os Dragões

(Os Dragões)

Elenco:

Lóren Maite
Paulo Reginatto
Juliana Zardo

 

Direção: Gustavo Spolidoro

Gênero: Aventura

Duração: 85 min.

Distribuidora: Lança Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 22 de Maio de 2025

Sinopse: 

Em uma pequena cidade localizada no topo de uma montanha, um grupo de adolescentes desajustados integra uma turma de teatro que prepara uma peça baseada nos contos de realismo fantástico de Murilo Rubião. No entanto, as histórias passam a invadir a cidade e transformar os jovens em criaturas com poderes inusitados.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Gustavo Spolidoro também assina o roteiro ao lado de Gibran Dipp;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

James Wan irá produzir novo suspense SOBRENATURAL para a NBC

De acordo com o Deadline, James Wan (‘Invocação do Mal’) irá produzir, através da Atomic Monster, a série de suspense ‘Nowhere‘, que está sendo desenvolvida pela NBC.

A série está sendo descrita como um “thriller com elementos sobrenaturais”.

Matthew Arnold (‘Siberia’) será o showrunner, além de servir como produtor executivo ao lado da Vertigo Entertainment, Room 101 e Antihero Entertainment.

No mesmo estilo misterioso de ‘Manifest‘ e ‘La Brea‘, a série focará em um grupo de pessoas que descobre que todos os residentes de uma cidade remota em Vermont desapareceram no decorrer da noite.

Liderados pelo antigo xerife, os moradores restantes embarcam em uma busca misteriosa pelos seus entes queridos, descobrindo segredos sobrenaturais e anomalias em sua perigosa jornada.

A produção será baseada em um livro escrito por Arnold.

Michael Clear e Roy Lee também servem como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira o trailer de ‘Maníaco do Parque’, adaptação do caso REAL que chocou o Brasil

O Prime Video divulgou o trailer completo do filme ‘Maníaco do Parque‘, baseado no caso real que aterrorizou São Paulo nos anos 90.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 18 de outubro.

Com Silvero Pereira (‘Pantanal’) no papel do motoboy Francisco de Assis Pereira, condenado por uma série de ataques e assassinatos, o filme acompanha a jornada de Elena, uma jovem jornalista interpretada por Giovanna Grigio (‘As Five’), em busca de desvendar a identidade do maníaco. A intensa cobertura da imprensa e o clima de tensão da época são retratados de forma realista, transportando o espectador para o centro dos acontecimentos.

Além de Silvero Pereira e Giovanna Grigio, o elenco conta com nomes como Marcos Pigossi (‘Cidade Invisivel’), Xamã (‘Renascer’), Mel Lisboa (‘Cara e Coragem’) e Christian Malheiros (‘Biônicos’).

A direção fica por conta de Maurício Eça, conhecido por seus trabalhos em filmes baseados em fatos reais, como a trilogia sobre o caso Suzane von Richthofen.

O filme é roteirizado por L.G. Bayão com Thaís Nunes, jornalista investigativa e documentarista, atuando como pesquisadora principal.

Já a série documental, intitulada ‘Maníaco do Parque: A História Não Contada‘, apresentará o caso sob uma perspectiva diferente, destacando depoimentos inéditos e revelações surpreendentes de vítimas sobreviventes e familiares das mulheres assassinadas.

A produção abordará equívocos na apuração e examinará o papel da mídia no desenvolvimento da investigação. A série será dirigida por Thaís Nunes e Maurício Eça, com produção a cargo de Marcelo Braga e Flávia Tonalezi. Os roteiros serão assinados por Thaís Nunes e Guilherme César.

Ambos os projetos têm origem em uma extensa pesquisa realizada pela produtora Santa Rita Filmes, responsável pelas duas produções. Mais de 20 mil páginas do processo foram analisadas e mais de 50 pessoas foram entrevistadas, incluindo sobreviventes, familiares das vítimas, promotores, delegados, peritos, psicólogos, psiquiatras e advogados.

Confira:

Confira o novo cartaz de ‘A Hora do Mal’, próximo terror do diretor de ‘Noites Brutais’

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz do terror ‘A Hora do Mal‘ (Weapons), próximo filme do aclamado cineasta Zach Cregger (‘Noites Brutais’).

A arte infantil destaca o sinistro desaparecimento das crianças – um dos grandes mistérios da trama.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto.

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda contará com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

Adam Scott enfrenta pesadelo ATERRORIZANTE no teaser de ‘Hokum’; Confira!

A Diamond Films divulgou o primeiro teaser trailer de ‘Hokum: O Pesadelo da Bruxa‘.

Adam Scott, da aclamada série ‘Ruptura‘, estrela a produção.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de abril.

Damian Mc Carthy (‘Oddity – Objetos Obscuros’) é responsável pela direção e roteiro.

O escritor solitário Ohm Bauman se refugia em uma pousada isolada na Irlanda para cumprir o último desejo de seus pais. A despedida silenciosa se transforma em pesadelo quando histórias sobre uma antiga bruxa que assombra a suíte de lua de mel passam a invadir seus sonhos e sua mente. Entre visões perturbadoras e um desaparecimento chocante, Ohm é levado a um confronto aterrorizante com as forças que cercam o local e com os cantos mais sombrios de seu passado.

O elenco ainda conta com Peter Coonan, David Wilmot, Florence Ordesh, Will O’Connell, Mallory Adams, Sioux Carroll e Michael Patric.