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Conheça o TERROR sobre a Irmã Feia da Cinderela que foi considerado “grotesco” pelos críticos

A Meia-Irmã Feia‘ (The Ugly Stepsister), filme focado na irmã malvada da Cinderela, finalmente chegou aos cinemas nacionais após ser aclamadíssimo no Festival de Sundance 2025.

O filme impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, e o consenso geral dos críticos aclamou a direção de Emilie Blichfeldt e sua estética envolvente, além de elogiar o tom divertido, mórbido e a performance comprometida da atriz Lea Myren no papel titular.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Separamos os trechos das principais críticas:

“Uma reinvenção inteligente, perversamente divertida e cruel do conto da Cinderela. A estreia de Emilie Blichfeldt no cinema é um espetáculo de revirar o estômago e uma sátira feminista mordaz que usa o grotesco como arma para criticar os sistemas que exploram as mulheres.” (Morbidly Beautiful)

“[A diretora Emilie] Blichfeldt se deleita com o grotesco e o sangrento, levando tudo ao limite, com uma inconfundível sensação de alegria.” (RogerEbert.com)

“Blichfeldt mistura elementos brutais de contos populares com anseios fantasmáticos para criar uma versão de Cinderela onde a beleza significa dor para algumas mulheres, mas a vida é dor para todas elas.” (Sight & Sound)

“Emilie Blichfeldt sabe exatamente até que ponto pode causar náuseas no público e testa gradualmente até onde consegue levar este limite em cada cena sucessiva.” (Slant Magazine)

“Um dos melhores filmes de terror da década até agora.” (Autostraddle)

“A ambição estética de Blichfedlt e a atuação comprometida de Les Myren como a meia-irmã titular ajudam a elevar este filme.” (The Hollywood Reporter)

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Emilie Blichfeldt será responsável pela direção.

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

Crítica | Jungle – Daniel Radcliffe luta na selva em filme sonolento

A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência. Dirigido pelo cineasta Greg McLean (do interessante O Experimento Belko), Jungle conta uma quase inacreditável história, baseada em fatos reais, de jovens aventureiros e seus dramas quando enfrentam dificuldades na inexplorável selva boliviana. No papel do protagonista, o famoso Harry Potter Daniel Radcliffe, esforçado no papel, que a cada novo trabalho tenta se desprender do eterno bruxinho que fez milhares de fãs mundo a fora.

Baseado no livro Jungle: A Harrowing True Story of Survival, Jungle conta a história do israelense Yossi Ghinsberg (Daniel Radcliffe), um jovem que resolve largar por um tempo os estudos e se aventurar na exploração de novos lugares e cultura ao redor do mundo. Assim, chega à Bolívia décadas atrás e lá conhece o fotógrafo Kevin (Alex Russell) e o jovem professor Marcus (Joel Jackson). Uma grande amizade começa a se iniciar e após Yossi cruzar com Karl (Thomas Kretschmann),  um aventureiro experiente que os convence a adentrar uma parte da floresta boliviana pouco explorada mas que reserva diversos riscos para o grupo. Ao longo de todo o complicado trajeto, aos poucos, vamos vendo que os amigos precisarão de muita força de vontade para saírem vivos desse lugar.

O filme explora o lado dos instintos da sobrevivência que todos nós possuímos. Longe de ser a melhor história sobre redenções ou coisa parecida, Jungle se sustenta pelas escolhas que os personagens tomam, mesclando imaturidade e ansiedade em busca de um objetivo ilusório que mais os deixam em perigo do que trazem alguma satisfação. O primeiro arco é bastante corrido, sabemos pouco do protagonista e todos os encontros com o restante do elenco acontece de maneira instantânea, parece que se conhecem faz anos. Essa correria na história é exatamente para chegar no seu clímax, as dificuldades e desencontros misturados com decisões vitais que acontecem em um lugar isolado em uma época que nem celular tinha (o filme é ambientado em décadas atrás).

Radcliffe se esforça para passar ao espectador todas as angústias e dores que o seu personagem sofre ao longo desses dias calamitosos lutando para sobreviver. Os clichês o perseguem a todo instante, há bons e sonolentos momentos, nesse último, principalmente quando metáforas de ilusão começam a surgir de maneira constante na mente de Yossi. Ao longo das quase duas horas de projeção, é preciso termos também um instinto cinéfilo de sobrevivência para que nossos olhos não pisquem ou que o sono não venha.

10 SÉRIES ARREBATADORAS para não largar a tela!

Com narrativas envolventes que apresentam inúmeras questões de forma equilibrada e fazendo refletir, algumas séries acabam chamando a atenção. Baseada em fatos reais ou mesmo uma criativas ficções, muitas dessas produções acabam passando desapercebidas. Pensando nisso, separamos abaixo algumas obras seriadas interessantes para você incluir na lista da sua próxima maratona:

 

Mistério em Cemetery Road (Apple Tv)

Nessa série que acabou de chegar à Apple Tv, acompanhamos a história de uma restauradora de artes que, após uma explosão na vizinhança, passa a investigar as verdades sobre o ocorrido, contando com a ajuda de uma detetive.

 

Thank You, Goodnight: A História de Bon Jovi (Disney Plus)

Minissérie de quatro episódios disponíveis no Disney Plus, apresenta o passado e o presente de uma banda prestes a completar 40 anos, relembrando suas histórias até a fama a partir de uma turnê que marca as quatro décadas de sua existência.

 

Watchmen (HBO MAX)

Brilhante minissérie que revista uma das mais aclamadas HQ’s da década de 1980, nos leva até uma realidade alternativa ambientada décadas depois da história dos quadrinhos, onde alguns famosos personagens retornam após alguns ocorridos.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv Plus)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem-sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo e, tempos depois, ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Na Mira do Júri (Prime Video)

Abordando em detalhes um julgamento onde todos são atores, exceto um dos jurados, acompanhamos uma ideia inusitada que mistura reality show e pegadinha, se tornando um dos projetos mais criativos do universo dos streamings nos últimos anos.

 

Entourage (HBO MAX)

Ao longo de oito temporadas, conhecemos Vince, um jovem ator que se torna um badalado artista em Hollywood. Vivendo fases de altos e baixos na carreira, está sempre cercado dos amigos de infância e pelo indecifrável Ari Gold, seu agente.

 

Silo (Apple Tv)

Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho (Globoplay)

Uma impactante série documental, de tremendo sucesso, que mostra toda a história do jogo do bicho no Rio de Janeiro, do seu início até os tempos atuais.

 

Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade (Prime Video)

Reunindo detalhes e desdobramentos de uma tragédia ocorrida em uma pequena cidade universitária norte-americana, ao longo de quatro episódios, Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade joga luz sobre os fatos ocorridos em 13 de novembro de 2022.

 

The Chosen (Netflix/Prime Video)

Criada pelo norte-americano Dallas Jenkins, The Chosen de forma simples e inspiradora nos leva a conhecer os ensinamentos de Jesus e os pontos de vistas de todos que o seguiam.

Pura Nostalgia! 15 Ótimos Filmes de Terror dos anos 80 Pouco Comentados Atualmente

A trilogia Rua do Medo é o novo grande sucesso da Netflix. Independente de sua qualidade, a obra faz um importante trabalho de introduzir o gênero terror para toda uma nova geração o popularizando e desta forma conquistando jovens adeptos. Afinal, o público-alvo de tais filmes sempre foram os adolescentes, fase que serve de porta de entrada para os fãs. Com tramas centradas nos anos 1994, 1978 e 1666, só faltou mesmo um episódio passado na década mais conhecida e celebrada por abrigar filmes de terror do gênero slasher, estilo de produção que Rua do Terror presta bastante homenagem.

Tudo bem que a proposta do projeto tenha sido justamente se afastar dos anos 80, um período constantemente comentado e reverenciado pela cultura pop atual, vide séries como Stranger Things e AHS 1984, e superproduções como Mulher-Maravilha 1984. Seja como for, é quase impossível pensar numa obra do tipo que deseje apostar na nostalgia sem ligar uma ponte com tal época.

Pensando nisso, resolvemos criar uma nova matéria prestando homenagem aos filmes com os quais crescemos. Mas não apenas isso. Quando pensamos em terror dos anos 80, filmes muito comentados e que ainda guardam lugar no coração dos fãs vêm logo à mente, vide Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, Brinquedo Assassino e Evil Dead, por exemplo. Nesta matéria faremos algo um pouco diferente, e iremos relembrar e comemorar os filmes de terror dos anos 80 que são pouco mencionados pelas gerações mais novas, mas que são para lá de divertidos. A proposta é justamente os trazer para o conhecimento dos mais jovens. E torcer para quem sabe eles voltem à cultura pop de alguma forma. Confira abaixo e comente quais você conhece.

Alligator – O Jacaré Assassino

Começamos a lista bem no início da década, com esta produção de 1980. Quem cresceu nos anos 80 e 90, certamente lembrará das reprises deste longa no SBT, onde aterrorizou muitas crianças e adolescentes. Na história, uma menininha ganha um jacaré bebê de presente, mas seu pai se desfaz do animal o jogando na privada. Anos depois, o bicho cresce a um tamanho descomunal de mais de 10 metros de comprimento, por ter se alimentado de animais usados como pesquisa genética e descartados no esgoto. O jacaré então escala na cadeia alimentar e passa a devorar pessoas, gerando comoção na cidade. A cena das crianças na piscina certamente traumatizou uma geração.

Numa Noite Escura

Lançado em 1982, este filme fez parte do acervo da Globo na época, sendo exibido pela primeira vez de forma inédita no Supercine. A história acompanha Julie (Meg Tilly, irmã mais nova de Jennifer Tilly, a Noiva de Chucky), uma jovem que para adentrar um clube de estudantes precisará passar pelo trote das colegas, e permanecer uma noite dentro de um grande mausoléu. No local, sem ela saber, as amigas estarão escondidas para assustá-la. Quem leva o susto são todas, no entanto, já que no local um cientista russo retorna do túmulo graças a uma experiência.

A Noite do Cometa

Catherine Mary Stuart foi uma das atrizes que marcaram os anos 80, tendo aparecido em diversas produções cult da década dentro de variados gêneros, vida A Primeira Transa de Jonathan e O Último Guerreiro das Estrelas. Aqui, nesta produção de 1984, ela protagoniza na pele de Regina, uma jovem vivendo em Los Angeles, ao lado da irmã patricinha Samantha. Muito criativo, o filme usa como mote a passagem do cometa Halley, um dos temas mais comentados dos anos 80, que ocorreria dois anos depois, em 1986. A proposta aqui é um Eu Sou a Lenda girlpower, com as duas irmãs adolescentes sendo as únicas sobreviventes da passagem do corpo celeste na Terra – o que transformou quase toda a população em pó.

A Volta dos Mortos Vivos

Pulando um ano, chegamos em 1985, para mais uma exibição da Globo inédita da época. Planejado originalmente como mais um capítulo na franquia de mortos-vivos de George Romero, a ideia foi descartada gerando uma série própria no cinema. A proposta aqui era por um filme mais jovem, cheio de ação e muito humor incorreto. O longa rende uma das produções mais divertidas a abordar o tema dos zumbis, e funciona quase como uma paródia de tudo que havia sido criado até então. Mas sem esquecer a violência e o sangue. Foi aqui que os mortos-vivos descobriram sua ânsia por “miolos”.

A Casa do Espanto

No mesmo ano de 1985, a Globo exibia outro sucesso de terror que marcaria a juventude de muitos. Protagonizado por William Katt, o eterno Super-Herói Americano, o ator vivia um escritor divorciado buscando trabalhar num livro sobre suas experiências na Guerra do Vietnã. Ele termina herdando uma grande casa de uma tia distante e se muda para o local. Uma vez lá, ele descobre que a casa é assombrada, fazendo seus piores pesadelos se tornarem realidade. Um show de efeitos práticos e muitos sustos. Imperdível.

A Hora do Lobisomem

Nos anos 80, muitos filmes de terror ganharam a tradução “a hora” ou “na hora”, mesmo que seus títulos originais não tivessem nada a ver com isso. Não me pergunte o motivo. Sendo assim, Silver Bullet ou “Bala de Prata”, baseado num texto do mestre do terror Stephen King, se tornou A Hora do Lobisomem. Com o sucesso de Um Lobisomem Americano em Londres e Grito de Horror, ambos de 1981, os dois maiores sucessos do subgênero nos anos 80, A Hora do Lobisomem terminou um pouco esquecido, mas não deve ser menosprezado. Lançado em 1985, esse foi “o” filme de lobisomem para muitos no período. O interessante do longa é que coloca como protagonista um menino cadeirante, o que torna ainda mais nervosa sua desventura numa pequena cidade lidando com ataques da criatura peluda.

A Coisa

Outro filme marcante para a geração anos 80, este longa fez sua estreia na TV aberta no SBT. Criativo e trash, A Coisa foi lançado nos cinemas em 1985 e usava muito humor implícito em tom de sátira sobre o consumismo desenfreado da sociedade norte-americana. A Coisa (ou The Stuff no título original) era uma substância branca encontrada na neve e rapidamente comercializada como o novo iogurte sensação. O produto, que começou a vender tanto quanto a Coca-Cola, dominando os supermercados e os comerciais de TV, era na verdade extremamente nocivo aos seres humanos – transformando seus consumidores em viciados descontrolados e inclusive os matando de formas horrendas, vide o personagem Chocolate Charlie.

A Morte Pede Carona

Exibido na Globo, este thriller com doses bem fortes de violência foi outro que marcou a infância da geração 80 e 90. Lançado em 1986, o filme apresenta o pior caronista do mundo: John Ryder, um sujeito que parece ter saído diretamente do inferno. A história acompanha o jovem Jim (C. Thomas Howell), que dirigindo pelas estradas com seu carro tem a infeliz ideia de oferecer carona a um homem no acostamento para lhe fazer companhia. Aos poucos o rapaz percebe o erro que cometeu, já que o tal Ryder é na verdade um psicopata de marca maior, disposto a persegui-lo e incrimina-lo por seus assassinatos. Ryder, é claro, se tornou um dos personagens mais marcantes na carreira do saudoso Rutger Hauer.

Noite dos Arrepios

Outro filme de 1986 que igualmente marcou presença na Globo e fez a alegria de crianças e adolescentes fãs de terror quando estreou na Tela Quente – além, é claro, de fazer com que dormissem de luz acessa por pelo menos uma semana, olhando para debaixo da cama para ver se não tinha nenhum verme. Noite de Arrepios é uma verdadeira salada saborosa que mistura tudo que de melhor a cultura pop tinha a oferecer: assassinos, alienígenas, vermes malditos, experimentos científicos e zumbis. Tá bom para você? Um dos melhores itens cult saídos da década de 80, esse filme precisa ser descoberto pelas novas gerações. Nem que seja para ouvirem um dos melhores diálogos do cinema: “Tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que seus namorados chegaram. A má é que eles estão mortos”.

Chopping Mall

Os anos de 1985 e 1986 foram os mais criativos em termos de filmes de terror. Tudo quanto era tema parecia ser usado na hora de criar produções do gênero. Vejam esta premissa bem única: a administração de um shopping center resolve criar o sistema de segurança máximo moderno. Robôs guiados através de uma inteligência artificial servirão como os guardas do local. Quando um grupo de funcionários resolve passar a noite escondidos em uma das lojas para uma festinha, os robôs dão pane e irã trata-los como invasores sem qualquer piedade. Shoppings, robôs e tudo em relação ao filme, lançado em 1986, é muito anos 80. E o adoramos por isso.

O Rock do Dia das Bruxas

Por falar em lançamentos de 1986, aqui temos mais um. A ideia aqui é criar um terror juvenil totalmente rock n roll. Nada de Freddy ou Jason, a proposta de um novo vilão icônico aqui vem na forma de um astro do rock. O protagonista é um menino que sofre constante bullying no colégio. Sua única válvula de escape são as músicas do ídolo, o tal astro do rock. Porém, o jovem fica devastado e sem chão ao saber da morte de seu cantor favorito. Não demora até que o roqueiro apareça na forma de uma entidade para “ajudar” seu maior fã, eliminando seus atormentadores.

A Noite das Brincadeiras Mortais

Último item do ano de 1986, este é um dos slashers mais originais saídos dos anos 80. Quem conhece, sabe. Exibido pela Globo, onde impressionou os fãs, o longa desde então conquistou seus admiradores e fãs como item cult. Injustamente, é pouco lembrado. Quem protagoniza é Amy Steel, final girl de Sexta-Feira 13 – Parte 2 (1981). Em partes usando muito humor, A Noite das Brincadeiras Mortais propõe um slasher diferente. Ou será? Um grupo de jovens amigos vai passar o fim de semana numa grande casa de uma delas, localizada numa ilha. O problema é que a dona da casa preparou um fim de semana repleto de brincadeiras e pegadinhas sem noção. Mas o que acontece quando essas brincadeiras começam a ficar cada vez mais sérias?

C.H.U.D. – A Cidade das Sombras

Voltamos aqui para uma rápida parada em 1984. Usado como referência para Jordan Peele em Nós (2019), o filme usa como trama a lenda urbana sobre moradores de rua vivendo nos subterrâneos da cidade de Nova York, com uma grande guinada. Quando diversas pessoas começam a sumir misteriosamente numa das maiores cidades do mundo, uma investigação policial e jornalística se inicia. As pistas levam para o subsolo da cidade, porém, o que está saindo de lá não é humano. CHUD guarda a participação de alguns rostos bem conhecidos, em início de carreira.

Palhaços Assassinos do Espaço Sideral

Bem, é só ler esse título para saber de cara que o filme não se leva nem um pouco a sério. Mas este não é um mero filme trash, se mostrando um longa divertidíssimo e muito criativo, que sabe usar bastante sua premissa ridícula a seu favor. Na trama, uma raça alienígena chega à Terra para espalhar o horror. E acredite, o filme faz uso de violência. A sacada é que tais ETs tem a aparência de palhaços pra lá de bizarros e tudo relacionado a eles possui a temática de circo. Por exemplo, sua nave espacial é uma tenda, e suas armas e tecnologias são completamente ligadas ao universo de tais figuras, como pipocas assassinas, sombras malignas, balões de ar, tortas na cara ácidas, e por aí vai. Para dar boas risadas com os palhaços animatrônicos mais cult do cinema, neste filme lançado em 1988.

A Bolha Assassina

Fechando a lista, temos outro filme de 1988. Aqui, outra ameaça vinda do espaço. A Bolha Assassina é o remake de uma produção da década de 50, auge da ficção científica no cinema, estrelada por Steve McQueen. A refilmagem é um dos raros casos onde o novo filme consegue superar seu original em criatividade e qualidade de produção. Com mais recursos e efeitos melhores, A Bolha Assassina se transforma numa das produções mais interessantes do gênero na década de 80. Uma pena que não tenha gerado uma continuação – já que o desfecho deixa um gancho para isso; e tenha caído no esquecimento com o passar dos anos. O roteiro inclusive dá um upgrade na trama do filme original, apresentando uma muito bem-vinda reviravolta centrada na paranoia norte-americana.

‘Jurassic Park’: Jeff Goldblum revela que seu personagem quase foi cortado do filme

Conversando com a Vanity Fair, o ator Jeff Goldblum revelou que o seu amado personagem Ian Malcolm quase foi cortado de ‘Jurassic Park‘.

“Eu recebi uma ligação… ‘Steven Spielberg quer se encontrar com você… leia o livro primeiro’… então eu li o livro do Michael Crichton, e pensei ‘Ian Malcolm, nossa… inteligente, engraçado, personagem interessante’. Ele disse ‘está tendo uma pequena comoção aqui, e teremos que escrever uma nova versão do roteiro, para remover esta parte da trama. Então, desde que tivemos essa reunião, há uma chance disso se tornar irrelevante’. Eu senti como se tivesse que defender minha inclusão.”

Glodblum continua, “Ele disse que eles queriam fundir o personagem em Alan Grant. De qualquer forma, acabou que eu consegui estar no filme.”

O ator reprisará o seu icônico papel no quinto filme da franquia, ‘Jurassic World – Reino Ameaçado‘.

Arrowverse: Heróis lutam contra Superman no trailer da última parte do crossover; Assista!

A terceira (e última) parte do crossover Arrowverseintitulado Elseworlds, ganhou trailer.

Confira:

Na sinopse oficial, “Supergirl, Flash, Arqueiro Verde e Superman enfrentam a batalha de suas vidas.”

O episódio irá ao ar hoje (11), na CW.

 

‘A Pequena Sereia!’: Queen Latifah será Úrsula em especial

Através de seu Instagram, Queen Latifah anunciou que irá interpretar a vilã Úrsula em um especial de ‘A Pequena Sereia‘, que será lançado na televisão norte-americana ao vivo.

Auli’i Cravalho (‘Moana‘) dará vida a Ariel. O cantor Shaggy, conhecido por sua memorável canção It Wasn’t Me, interpretará Sebastião.

A emissora havia planejado a versão de ‘The Little Mermaid Live!‘ ainda em 2017, unindo as performances ao vivo com clipes do longa-metragem de 1989. Entretanto, o projeto foi descartado e retomado apenas neste ano.

Confira a arte compartilhada pela atriz:

Glenn Slater, liricista do musical homônimo da Broadway, contribuirá com a nova rendição das canções, enquanto Richard Craft será o produtor executivo.

Disney também está produzindo sua própria versão das aventuras de Ariel com um remake em live-action estrelado por Halle Bailey. O elenco da adaptação também conta com AwkwafinaJacob TremblayMelissa McCarthyJavier Bardem, com Harry Styles ainda em negociações para viver o Príncipe Eric.

O especial será transmitido no dia 05 de novembro, terça-feira.

‘1BR’: Jovem recebe bilhete ameaçador em novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘1BR‘ ganhou novo clipe.

Confira:

Dirigido por David Marmor, o longa será lançado direto em VOD no dia 24 de abril.

Depois de deixar para trás um passado doloroso, Sarah encontra um apartamento perfeito em Hollywood, apenas para descobrir que seus vizinhos guardam um segredo perigoso.

Nicole Brydon Bloom estrela. O elenco ainda conta com Giles Matthey, Taylor Nichols, Alan Blumenfeld, Celeste Sully, Susan Davis, Clayton HoffEarnestine Phillips.

‘The Resident’: COVID afeta o hospital no novo teaser da 4ª temporada; Assista!

A FOX divulgou um novo teaser da 4ª temporada de ‘The Resident‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 12 de janeiro.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Gossip Girl’: Reboot é renovado para a 2ª temporada pela HBO Max

A HBO Max renovou oficialmente o reboot de ‘Gossip Girl‘ para a 2ª temporada.

Vale lembrar que os seis episódios restantes da primeira temporada serão lançados apenas em novembro.

O segundo ano deve estrear apenas em 2022.

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

‘The Flight Attendant’: Cassie corre perigo no trailer dos episódios FINAIS da 2ª temporada; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer legendado dos episódios finais da 2ª temporada de ‘The Flight Attendant‘, aclamada série estrelada por Kaley Cuoco.

Confira:

O próximo episódio será lançado no dia 19 de maio.

A 2ª temporada acompanha uma Cassie recém-sóbria, vivendo em Los Angeles, “enquanto trabalha como um recurso da CIA em seu tempo livre. Mas quando uma missão no exterior a leva a testemunhar inadvertidamente um assassinato, ela se envolve em outra intriga internacional”.

Lembrando que o novo ciclo conta com novos nomes no elenco, incluindo: Cheryl Hines (Dot Karlson), Margaret Cho (Utada), Mae Martin (Grace St. James), Jessie Ennis (Jenny), Santiago Cabrera (Marco) e Shohreh Aghdashloo (Brenda).

Sharon Stone (‘Instinto Selvagem’) interpreta Lisa Bowden, mãe de Cassie (Cuoco). Após anos lidando com o alcoolismo da filha – algo que acabou prejudicando a relação entre as duas –, Lisa não tem mais paciência para nada.

Mo McRae dá vida a Benjamin Berry, “um oficial de carreira da CIA que pode ter o péssimo hábito de se envolver um pouco demais com seu trabalho”, enquanto Callie Hernandez e JJ Soria interpretam o casal caçador de recompensas Gabrielle e Esteban Diaz. Gabrielle é temperamental e calculista, e muitas vezes descobre que seus “problemas de controle e de impulsividade atrapalham seu trabalho”. Esteban tenta manter Gabrielle equilibrada “mas frequentemente acaba ficando tão empolgado quanto sua namorada”.

Criada por Steve Yockey, a série é uma adaptação do romance homônimo de Chris Bohjalia.

A trama segue Cassandra Bowden, que acorda de ressaca em um quarto de hotel em Dubai… com um cadáver ao seu lado, sem saber o que aconteceu. Ao invés de chamar a polícia, ela se junta aos seus colegas de trabalho em um voo para Nova York, onde ela é interceptada por agentes do FBI, que têm algumas perguntas sobre suas recentes atividades. Sem conseguir lembrar o que aconteceu, Cassandra começa a suspeitar que ela pode ser a assassina.

O elenco ainda conta com Zosia Mamet, Michiel Huisman, Rosie Perez, T.R. Knight, Colin Woodell, Michelle Gomez, Merle Dandridge, Griffin Matthews e Nolan Gerard Funk.

Riley Keough solta a voz no trailer LEGENDADO da série musical ‘Daisy Jones and the Six’; Confira!

O Prime Video divulgou o novo trailer completo da série musical dramática ‘Daisy Jones & The Six‘.

Confira:

A produção estreará oficialmente no dia 3 de março.

Baseado no romance homônimo best-seller de Taylor Jenkins Reid, Daisy Jones & The Six é uma minissérie que detalha a ascensão e queda vertiginosa de uma renomada banda de rock.

Em 1977, o grupo Daisy Jones & The Six estava no topo das paradas mundiais. Liderada por dois vocalistas carismáticos – Daisy Jones (Riley Keough) e Billy Dunne (Sam Claflin) – a banda passou da obscuridade para a fama. E então, após um show esgotado no Soldier Field de Chicago, eles debandaram. Agora, décadas depois, os membros do grupo finalmente concordaram em revelar a verdade. Esta é a história de como uma banda icônica implodiu no auge de sua existência.

O elenco ainda conta com Camila Morrone, Suki WaterhouseSebastian ChaconJosh Whitehouse, Will HarrisonTimothy OlyphantTom WrightNabiyah Be.

‘Jogos Mortais 11’ é CONFIRMADO para 2024; Confira a data!

O jogo irá continuar…

Após o sucesso do décimo filme – que conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente –, a Lionsgate deu sinal verde para uma nova sequência da franquia ‘Jogos Mortais‘.

O novo filme está programado para estrear no dia 27 de setembro de 2024.

Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre o próximo capítulo foi revelado. Novas informações devem ser divulgadas em breve. Fiquem ligados!

 

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Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

Família enfrenta ‘Lobisomens’ no trailer DUBLADO do filme da Netflix estilo ‘Jumanji’; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo de ‘Lobisomens‘ (Family Pack), nova comédia fantástica francesa dirigida por François Uzan.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 23 de outubro.

A produção é baseada no jogo de cartas criado por Hervé MarlyPhilippe des Pallières.

Depois de descobrir um misterioso jogo de cartas, uma família é enviada de volta no tempo para uma vila medieval onde eles devem se defender de perigosos lobisomens todas as noites.

O elenco conta com Franck Dubosc, Suzanne Clément, Jean Reno, Jonathan Lambert, Grégory Fitoussi, Bruno Gouery, Lisa Do Couto Texeira, Raphael Romand, Alizée Caugnies e Jaroslav Vundrle.

Novo filme da franquia ‘Hell House LLC’ ganha sinopse, data de estreia e teaser; Confira!

O quinto filme da franquia ‘Hell House LLC‘, intitulado ‘Hell House LLC: Lineage‘, ganhou data de estreia, sinopse oficial e um novo teaser sinistro.

Na trama, assombrada por visões e pesadelos recorrentes anos após uma experiência de quase morte, Vanessa Shepard se encontra vivendo na cidade de Abaddon, incapaz de se libertar do seu domínio inexplicável. Quando as pessoas ao seu redor começam a morrer repentina e inexplicavelmente, ela logo descobre sua terrível conexão com o Hotel Abaddon, a Mansão Carmichael e os misteriosos assassinatos que vêm ocorrendo há décadas.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 20 de agosto.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

hell house

Stephen Cognetti retorna como diretor e roteirista.

O novo capítulo “voltará a explorar diversos personagens já conhecidos da franquia, além de introduzir novas narrativas”.

Terror Films Releasing é responsável pela produção, com Joe Dain e Jim Klock servindo como produtores executivos.

Verdade e Traição

(Truth & Treason)

 

Elenco:

Ewan Horrocks
Rupert Evans
Ferdinand McKay

 

Direção: Matt Whitaker

Gênero: Drama

Duração: 121 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 7.6 milhões

Estreia: 9 de Abril de 2026

Sinopse: 

Ambientada durante a Segunda Guerra Mundial, a trama de VERDADE E TRAIÇÃO acompanha um garoto de 16 anos que forma um grupo de resistência com seus amigos Karl e Rudi, após testemunhar a prisão de seus amigos judeus pelos nazistas. Suas ações corajosas os levam a enfrentar um julgamento na Alemanha nazista.

Crítica:

Crítica | Verdade & Traição – A História Real do Mais Jovem Opositor a Hitler

Curiosidades: 

» Jovem lidera resistência ao nazismo no trailer LEGENDADO de ‘Verdade e Traição’; Confira!

» Além de dirigir, Matt Whitaker também assina o roteiro ao lado de Ethan Vincent;

» A Angel Studios é um estúdio cristão conhecido pelos sucessos ‘The Chosen‘ e ‘Som da Liberdade‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Arc of Justice’: Russell Crowe e David Oyelowo devem estrelar filme de José Padilha

Russell Crowe e David Oyelowo podem ser os próximos protagonistas do mais novo projeto do cineasta José Padilha.

Segundo o site britânico EMPIRE, os atores estariam em negociação para estrelar o drama baseado em fatos reais, intitulado ‘Arc of Justice’.

O roteiro foi escrito por Max Borenstein e Rodney Barnes, baseado no livro de Kevin Boyle, ‘Arc of Justice: A Saga of Race, Civil Rights, and Murder In The Jazz Age’.

A trama mostra o que aconteceu quando o médico Ossian Sweet (Oyelowo) é levado a julgamento por assassinato após um incidente racial em 1925. Inicialmente, a Associação Nacional de Avanços de Pessoas de Cor chegou a bancar sua defesa, que foi comandada pelo famoso advogado Clarence Darrow (Crowe).

A produção será feita pela Mark Gordon Company e as filmagens devem começar neste ano.

Indicados ao Oscar ganham hilário trailer honesto; Assista!

O divertido canal do Youtube, ScreenJunkies, lançou seu mais novo trailer honesto e as vítimas da vez são os indicados ao Oscar de Melhor Filme, como ‘A Forma da Água‘, ‘Lady Bird‘, ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, ‘Dunkirk‘ e ‘Três Anúncios Para Um Crime‘.

Satirizando os principais detalhes de cada produção, o hilário vídeo brinca também com outros vencedores passados e faz comparações irônicas.

Assista:

Os Indicados e Esnobados ao Oscar 2018

O Oscar segue imprevisível em suas indicações. O grosso é o mesmo na maioria delas, mas o Oscar sempre reserva indicações que não vinham aparecendo muito, ou não haviam aparecido até então. Lembrando que você pode ler nossas previsões de indicações nas categorias principais: Melhor e diretor, melhor atriz, melhor ator e melhores coadjuvantes, clicando nos links. E confira também a lista completa dos indicados ao Oscar 2018.

Vamos analisar os indicados por categorias.

MELHOR FILME:

Na categoria principal de melhor filme, algumas cartas muito marcadas se fizeram presentes, como não poderia deixar de ser. A Forma da Água foi o filme com mais indicações nesta edição – foram 13 no total. Outro grande arrasa-quarteirão, Dunkirk, de Christopher Nolan, descolou 8 indicações. Medalhões como Me Chame Pelo Seu Nome, antes tido como favorito, e The Post – A Guerra Secreta, nova superprodução adulta de Steven Spielberg, surpreenderam, mas pela esnobada que receberam da Academia, quase passando em branco. Me Chame Pelo Seu Nome levou 4 indicações e The Post apenas duas. Levando em conta que o filme anterior e inferior de Spielberg, Ponte dos Espiões (2015), levou 6 indicações, esta esnobada é ainda mais sentida.

Corra!, suspense/terror de Jordan Peele, que vinha aparecendo nas premiações anteriores, mas ainda era grande incógnita no Oscar, mostrou uma grande quebra de paradigma para a Academia, que acolhe de volta o cinema de gênero entre os indicados – mesmo que com muito conteúdo e influência social. O filme de Peele foi indicado para 4 Oscar. Lady Bird – A Hora de Voar, outra certeza entre os indicados, terminou nomeado para 5 Oscar. Já o favorito Três Anúncios para um Crime pode estar com os dias contados de seu favoritismo. Com sete indicações ao Oscar, o filme não teve seu comandante Martin McDonagh nomeado na categoria de diretor. O que isso quer dizer, bem, nada, mas também tudo. Já tem tempo que estas duas categorias não caminham juntas – um bom exemplo disso é Argo (2012). Por outro lado, numericamente na história deste prêmio, o Oscar foi para filmes que tinham seus diretores ao menos indicados.

Mas quando o assunto são as surpresas desta categoria, nenhuma outra foi tão grande quanto as indicações de O Destino de uma Nação e Trama Fantasma. Começando pelo primeiro, filme de Joe Wright só vinha promovendo seu protagonista Gary Oldman, mas não havia sido lembrado em nenhuma premiação nesta categoria. De fato, quase ninguém acreditava na possibilidade de uma indicação para o filme. Bem, quando digo quase ninguém, é porque este que vos fala não eliminou por completo esta possibilidade. E vocês podem conferir no texto sobre os meus palpites neste link. Outra possibilidade que não eliminei foi para o filme de Paul Thomas Anderson, Trama Fantasma, que contra ele tinha o fato de ser um filme que quase ninguém viu, e pouco falado. Mas aqui estão eles, com 6 indicações cada.

Entre os esnobados, uma certa tristeza se abate por ver Eu, Tonya, um favorito pessoal, de fora da disputa pelo prêmio principal. Assim como Doentes de Amor, drama independente elogiado.

MELHOR ATRIZ:

Bem, esta categoria era uma das mais certas. E não deu outra. Nas minhas previsões, garantiam as presenças de Frances McDormand (a futura vencedora), Saoirse Ronan e Sally Hawkins. Todas entraram. Margot Robbie chegaria correndo por fora em quarto. Foi o que ocorreu. E por fim, Meryl Streep era a principal concorrente para a quinta vaga – acompanhada de perto por Judi Dench e Jessica Chastain. Entrou Meryl. Não foi dessa vez de novo Chastain!=/

MELHOR ATOR:

Meu pensamento aqui era: só Gary Oldman e Timothée Chalamet estavam confirmados. Daniel Kaluuya, James Franco, Tom Hanks, Daniel Day-Lewis e Denzel Washington corriam por fora numa dança das cadeiras para três vagas restantes. Muitos tinham certeza da inclusão de Franco na categoria. Eu tinha minhas dúvidas, tanto de Franco quanto de Kaluuya – este último terminou com sua indicação. O mesmo ocorreu com Washington, o último desta lista para a maioria, que acumula mais uma indicação, levantando um pouco a moral do filme Roman J. Israel Esq..

ATRIZ COADJUVANTE:

Mais surpresas aqui. Nada de Holly Hunter, tida como uma das favoritas na categoria bem no início dessa corrida. Hong Chau, de Pequena Grande Vida, que vinham sendo lembrados em prêmios anteriores, tampouco. Estas foram as duas maiores esnobadas. No ano da representatividade, temos duas atrizes negras indicadas nesta categoria: Octavia Spencer e Mary J. Blidge. Mas a maior surpresa foi mesmo a indicação da desconhecida Lesley Manville por Trama Fantasma – que não apareceu em nenhuma premiação anteriormente. As favoritas aqui continuam sendo Laurie Metcalf, e principalmente Allison Janney.

ATOR COADJUVANTE:

Sam Rockwell e Willem Dafoe, os favoritos, eram certos de figurarem. Rockwell deve ser o vencedor, e só não leva se uma zebra muito grande acontecer. Em terceiro lugar, Richard Jenkins (A Forma da Água) vinha aparecendo em diversos prêmios anteriores igualmente. Havia esperança de que Michael Stuhlbarg pudesse aparecer nos 45 do segundo tempo, por seu desempenho em Me Chame pelo Seu Nome, mas como não figurou em nenhuma outra premiação, ficou de fora mesmo. Woody Harrelson apareceu atrasado na festa, mas saiu descolando indicações no segundo tempo, e no Oscar repetiu o feito. Pior para Armie Hammer, o grande esnobado da categoria, que chegou a aparecer em alguns prêmios anteriores, como o Globo de Ouro.

DIRETOR:

Guillermo del Toro e Christopher Nolan eram certeza. Jordan Peele e Greta Gerwig, fortes especulações que se concretizaram. Mas a surpresa mesmo foi ver a quinta vaga ir para Paul Thomas Anderson, diretor de Trama Fantasma. Em prêmios anteriores, o longa de Anderson só figurava na categoria ator para Daniel Day-Lewis. No Oscar surgiu de forma “fantasma” e sorrateira, abocanhando nomeações de filme, atriz coadjuvante e diretor, entre outras. Martin McDonagh, diretor de Três Anúncios para um Crime, favorito para esta quinta vaga, ficou a ver navios. Assim como o segundo preferido para ocupar o espaço, o consagrado Steven Spielberg.

OUTRAS SURPRESAS:

Como não falar da indicação para Logan! Sim, um dos filmes mais elogiados de 2017, e não somente pelos fãs de quadrinhos, conquistou a honraria de uma nomeação para melhor roteiro adaptado.

Blade Runner 2049 – o melhor blockbuster do ano, despertava certo falatório de indicações, inclusive para melhor filme. Depois, seu momento foi caindo aos poucos. Mas o Oscar mostrou mais uma vez que os prêmios anteriores para ele nada significam, e indicou a belíssima ficção de Denis Villeneuve para cinco estatuetas técnicas.

ESNOBADOS:

Mulher Maravilha – uma das ausências mais sentidas, no ano da mulher no cinema, a superprodução de Patty Jenkins, protagonizada por Gal Gadot, a qual se especulava inclusive abocanhar prêmios grandes, não descolou sequer uma indicaçãozinha técnica.

Eu, Tonya – um favorito pessoal, esta biografia protagonizada pela musa Margot Robbie foi ganhando tanto momento em premiações prévias, que muitos acreditavam em sua conquista para nomeações nas categorias de filme e roteiro. Terminou apenas com as de atriz principal e coadjuvante, e montagem.

Artista do Desastre – um dos filmes mais comentados e elogiados da temporada, o longa estrelado e dirigido por James Franco pode ter sofrido backlash dos casos de assédio do ator. Franco vinha figurando em diversos prêmios, e inclusive levou o Globo de Ouro pra casa. No Oscar, porém, entrou apenas na categoria de roteiro adaptado.

Doentes de Amor – aparentemente o filme feel good do ano, esta dramática história sobre relacionamento era um dos favoritos lá atrás no início da corrida. De fato, muitos acreditavam ainda em sua nomeação para melhor filme e atriz coadjuvante. O longa terminou apenas com uma indicação de roteiro original.

A Grande JogadaJessica Chastain aos poucos vem cimentando seu lugar como a nova Amy Adams. Brincadeiras à parte, o primeiro longa dirigido por Aaron Sorkin merecia mais, no entanto, terminou com apenas uma indicação, na categoria de roteiro adaptado – justamente para o diretor.

Em Pedaços – um dos melhores filmes do ano, o drama potente e incômodo de Faith Akin vinha concorrendo cabeça a cabeça com o favorito The Square – A Arte da Discórdia. No Globo de Ouro, o filme alemão inclusive desbancou o sueco. Um favorito pessoal, me dói o coração vê-lo fora da corrida pela estatueta dourada.

‘Dora, a Aventureira’: Benicio del Toro será o dublador do Raposo

O elenco da versão live-action de ‘Dora, a Aventura‘ continua crescendo e o astro Benicio del Toro é a mais recente adição. Segundo o The Hollywood Reporter, ele emprestará sua voz para o personagem Raposo.

Além disso, a publicação revela que a fotografia principal da produção já foi finalizada. O trabalho havia iniciado em agosto, junto ao lançamento da primeira imagem de Isabela Moner como a protagonista homônima.

O elenco ainda conta com Michael Peña e Eva Longoria como os pais de Dora.

 

Confira a primeira imagem da atriz Isabela Moner, de Transformers: o Último Cavaleiro, caracterizada como Dora:

O roteiro está sendo escrito por Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad FullerJames Bobin vai dirigir.

Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action.

 

Lançado em 2000 na Nickelodeon, Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

Crítica Sundance | Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist desmistifica os segredos de O Exorcista

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Um dos clássicos irrefutáveis e inegáveis do cinema, O Exorcista tem atravessado as décadas como um dos filmes mais atemporais da história da cinematografia. Brilhante dentro do gênero de terror e implacável como um longa por si só, a obra de William Friedkin determinou os rumos de condução narrativa em se tratando de horror e conseguiu ir além de si mesmo, se imortalizando como uma das produções mais bem feitas das últimas décadas. E mesmo após tanto anos e tantos outros filmes, nada consegue apagar o brilho de ineditismo trazido às telonas pelo cineasta.

E como um bom filme de terror, é natural que sua produção seja cercada por uma carga dramática daquelas que renda bons contos dos bastidores e especulações mirabolantes a respeito de coisas estranhas registradas nos sets de filmagens e possíveis manifestações sobrenaturais. Mas Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist não se trata disso. Deixando o fator obscuro – que chama as atenções do público – de fora da cena, o documentário de Alexandre O. Philippe é de fato a aula de cinema mais econômica que você terá na sua vida inteira. Como um longa que se ajeita confortavelmente no subgênero cinema essay, a produção é realmente um ensaio cinematográfico que explora até a última gota o autor da obra-prima que relata. Aqui, o diretor Friedkin senta diante do público para uma conversa informal (que é quase formal, de tanta substancialidade e conhecimento compartilhado) sobre o que faz de O Exorcista a pura genialidade atemporal que ele é. E essa é aquela aula que você não vai querer perder de jeito nenhum.

De maneira simples, Leap of Faith é aquele filme que explora as especulações tão propagadas ao redor do mundo desde 1973, ano em que O Exorcista foi lançado nos cinemas. Abordando desde a escolha do livro até mesmo aquela fatídica cena inicial gravada no Iraque e que – aparentemente – parece ter pouca relação com o exorcismo em si, a produção atravessa todos os aspectos do filme, suas questões existenciais, a construção de seus personagens e a tenacidade do diretor em ir a fundo em uma história que fosse essencialmente orgânica do começo ao fim. Como alguém que abre um grandioso e empoeirado baú jamais aberto, ele revela um a um os segredos da produção do filme e como ele foi capaz de extrair da audiência as reações mais pavorosas às cenas de maior impacto de seu filme.

Instintivo que só, William Friedkin acaba se revelando diante da audiência como um cineasta técnico que descobriu-se a partir de seus próprios instintos. Muitas vezes sem os famosos “porquês” que os fãs do filme sempre nutriram ao longo das décadas, ele é categórico em afirmar que alguns dos momentos mais vorazes e viscerais de O Exorcista partiram de uma decisão quase inconsciente. Já outras de fato são fruto de uma tecnicidade impressionante, regadas à referências artísticas do mais alto padrão e complexidade, algumas que nós jamais saberíamos identificar por conta própria. E como um diretor que já possuía uma identidade criativa nascida exatamente dessas referências, ele faz de O Exorcista uma extensão de suas percepções culturais e sociais, nos mostrando um lado do filme de terror que vai muito além dos jumpscares e da fatídica trilha sonora que se harmoniza à toda a narrativa.

Em Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist ainda descobrimos exatamente porque a música tema do longa nasceu daquele jeitinho tão assustador e macabro. Composta por Mike Oldfield, Tubular Bells é uma espécie de canção de ninar com um fator horripilante extra. E o que – inicialmente – poderia parecer inconveniente e pouco assustador, na verdade se transformou em um hino aterrorizante que, inevitavelmente, promove uma associação instantânea aos fatos narrados na trama. E assim segue o documentário, nos surpreendendo gradativamente a cada nova revelação. Fazendo com que o filme ganhe um frescor ainda mais, o longa é uma experiência cinematográfica inesgotável, garantindo a plena sensação de que tivemos a aula de cinema mais rica, com o professor mais experiente que existe.

Apaixonante do começo ao fim e envolvente, Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist nos leva a um universo de redescobertas do clássico de terror. Categórico ao apresentar o filme pela ótica exclusiva de seu criador, o documentário prova que é possível contar uma das histórias mais intrigantes com apenas uma fonte. Nos tomando pela mão em uma aventura que nos fará conhecer O Exorcista para muito além de seus efeitos dramáticos, a produção é uma experiência sinestésica que te deixará salivando para uma vez mais se assustar com esse clássico do terror.

‘Vikings’: Criador revela porque optou por encerrar a série na 6ª temporada

Os fãs de ‘Vikings‘ poderão conferir a 6ª e última temporada da produção em muito breve, quando a leva final de episódios estrear na Netflix no dia 31 de dezembro.

E embora para muitos a aclamada produção pudesse de fato ter seguido por mais algumas temporadas, o criador da série pensa de forma diferente. Em uma entrevista ao GameSpot, Michael Hirst ponderou sobre o motivo de ter optado por encerrar a série em seu sexto ano, afirmando que a trama havia chegado a um desfecho natural.

“Eu sabia, em um sentido global, para onde estava indo. E foi muito satisfatório, de certa forma, quando chegamos ao que eu sabia que seria a última temporada. Eu também senti que tinha falado tudo o que eu queria dizer sobre os Vikings, sabe? Eu comecei e fiquei fascinado por sua cultura e crenças e queria derrubar todos esses preconceitos e clichês sobre eles. E então me apaixonei por esses personagens principais. Por muitas vezes, meus dias e noites durante sete anos foram preenchidos com Vikings. Sabe, eu escreveria até a meia-noite, viajava para a Irlanda todas as semanas. Já era hora de concluir a saga”.

Assista ao trailer:

A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.

Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.

‘Cena do Crime – O Assassino da Times Square’: Minissérie sobre assassinatos CHOCANTES estreia na Netflix

A minissérie documental ‘Cena do Crime – O Assassino da Times Square‘ já está disponível na Netflix. A produção, que acompanha a chocante história de um predador sexual que abusava de mulheres, teve a sua estreia nesta quarta-feira (29).

Os três episódios narram a diabólica jornada de um assassino que ataca mulheres para realizar fantasias grotescas, no auge da Nova York dos anos 70. A série documental traz à tona todos os detalhes de seus crimes.

Joe Berlinger (‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘) assina a criação da produção.

Assista ao trailer:

Crítica | “O Morro dos Ventos Uivantes” subverte o gênero de filmes de época com um romance perfeito para a geração Booktok

Essa não é a história que você esperava sair das páginas do clássico de Emily Brontë. Construída entre muitas aspas dentro do escopo de sua fonte original, O Morro dos Ventos Uivantes de Emerald Fennell é a subversão do gênero de época, uma releitura livre em estética e adaptação literária que traduz para 2026 os anseios que percorrem as veredas do Booktok, dentro do TikTok.

E pode ser realmente difícil aceitar esse desmembramento de um clássico da literatura estrangeira nos cinemas. Sendo até mesmo considerada uma espécie de “desfiguração” do aspecto sombrio da tóxica relação entre Heathcliff e Cathy, é notável que há um conflito entre o que as palavras de Brontë nos dizem e a ideia que Fennell desconstruiu para entregar uma reinventada história de amor.

Mas permita-me fechar o livro por um instante. E diante desse silêncio de páginas que não se movem, permita-se ouvir o som que habita entre as aspas do título do filme. Permita que elas se concretizem em uma história de amor às avessas, exaustiva à sua maneira, mas completamente envolvente em suas repressões, desafetos, desarranjos e desencontros. É nesse hiato que corresponde ao nome do longa que nasce essa experiência cinematográfica chamada O Morro dos Ventos Uivantes. Não a adaptação dos anos 30, nem a dos anos 90, mas a que Margot Robbie e sua produtora LuckyChap nos convidam a contemplar.

Sob um design de produção manchado por um vermelho sangue que cobre dos pisos de um salão nobre às paredes que levam a uma assustadora escada, cada fragmento desenhado na releitura de Fennell eleva as características góticas do livro a um outro patamar. Ali, cada elemento precisa parecer palpável para que possamos dimensionar a aspereza deste pequeno universo que habita nos montes. Dos candelabros em formato de mão que atravessam as paredes à arquitetura robusta e irregular da casa original de Cathy, cada detalhe do romance foi pensado para ser uma escultura viva que vigia e guarda todos aqueles que estão sob seu jugo. Seja o jugo da miséria de uma casa abandonada ou da luxúria de uma mansão bem adornada.

E enquanto esses elementos falam conosco e contam parte da história, Margot Robbie e Jacob Elordi transfiguram o romance disfuncional de Heathcliff e Cathy para uma espécie de “amor condenado à morte”, onde o desejo ardente e a paixão não consumada ocupam todo o espaço da trama, deixando poucas brechas para os complexos dilemas do material fonte. E dentro disso, ainda que o filme definitivamente não seja fiel ao clássico original, ele o honra, extraindo sua essência amorosa para fora das páginas, a fim de consumá-la como um devaneio idílico que quase flerta com o formato “romantasy”, mas que jamais cruza essa linha (e ainda bem!).

Mantendo a elegância em abordar o controverso romance entre Heathcliff e Cathy, de forma em que a ardente sensualidade das cenas íntimas não ofusque o peso de seu plot twist, O Morro dos Ventos Uivantes é um espetáculo visual em definitivo. Com figurinos impecáveis assinados por Jacqueline Durran, o longa mescla a moda Vitoriana com o glamour da Hollywood antiga, com a combinação entre as tendências dos anos 50 e toques de contemporaneidade. Essa mistura também se reflete diretamente do roteiro de Fennell, que costura uma trama antiga com linhas modernas, gerando estranheza em alguns, mas um profundo encantamento para os que vão além da superfície dessa história.

Um Romeu e Julieta mais POP que busca transcender o tempo e as circunstâncias – à medida que se conecta a um novo público -, o drama é apaixonante, visceral e sufocante da melhor maneira possível. Extasiante em seu desfecho trágico, que ganha uma intensidade distinta ao som das melancólicas batidas de Charli XCX, O Morro dos Ventos Uivantes ainda condena sua audiência ao mesmo peso que a ausência de Cathy gera em Heathcliff. Nos deixando à deriva em um vazio existencial onde a morte assombra toda a história de amor que testemunhamos, o longa de Emerald Fennell é uma linda e imperfeita releitura, que se encaixa perfeitamente na geração do Booktok.

‘Looking Glass’: Nicolas Cage no trailer do suspense estilo ‘Bates Motel’

Nicolas Cage estrela Looking Glass, suspense estilo Bates Motel, que acaba de ganhar seu primeiro trailer. Assista:

Na trama, Cage compra um motel abandonado a fim de revivê-lo e começar um negócio. No entanto, ao vasculhar a propriedade, ele é testemunha de um assassinato e logo se vê lutando por sua própria vida.

Tim Hunter (Hannibal) dirige. O elenco ainda conta com Robin Tunney (Jovens Bruxas) e Marc Blucas (‘Underground’).

Looking Glassestreia em 16 de fevereiro. Ainda sem data para o Brasil.

‘Em Ritmo de Fuga’: Sequência pode acontecer em breve, indica diretor

Em sua conta pessoal do Twitter, o diretor Edgar Wright comemorou 1 ano do lançamento de ‘Em Ritmo de Fuga e ainda aproveitou para indicar que uma sequência pode estar vindo por aí.

“‘Em Ritmo de Fuga’ estreou há 1 ano atrás. Tive uma jornada incrível nesses 365 dias. Obrigado a todos pelas linda respostas, significa tudo para mim. E quem sabe não podemos pegar a estrada novamente em breve…”

Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily JamesJon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.

A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.

O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.

O filme estreou no Brasil dia 27 de Julho e se tornou a melhor bilheteria de estreia do diretor.

‘O Iluminado’ | Os 100 anos da foto mais famosa dos filmes de terror

Dirigido por Stanley Kubrick e inspirado no livro homônimo de Stephen King, O Iluminado completou 40 anos de lançamento em dezembro e segue como um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos.

[ALERTA DE SPOILERS] Se você não assistiu “O Iluminado” até hoje, recomendamos que pare de ler o texto por aqui [ALERTA DE SPOILERS]

Apesar de todo o prestígio que o filme conseguiu nessas últimas quatro décadas, é de conhecimento público que Stephen King não suporta o que foi feito com sua obra quando adaptada para o cinema. Isso porque Kubrick e Jack Nicholson deram uma nova interpretação para a história e seus personagens, o que desagradou muito ao autor, apesar de ter melhorado a obra em 200%.

Essa revolta toda de King, que chegou a fazer uma adaptação para a TV posteriormente – muito inferior ao filme de cinema -, se deu porque O Iluminado é um dos livros mais pessoais de King, que baseia os problemas de Jack Torrance, um escritor frustrado e alcoólatra, e a conturbada relação com a família as próprias experiências de Stephen, que teve graves problemas com alcoolismo e expôs nas ações do protagonista seus maiores medos do que sua condição poderia levá-lo a fazer. Por isso, o livro trabalha Jack como um homem bom sendo influenciado pelo sobrenatural do Hotel Overlook, chegando a dar a ele um tipo de redenção ao final da história. Então, quando Kubrick e Nicholson interpretam Torrance como um homem louco desde o início que apenas usa o sobrenatural como um gatilho para despertar o mal que já estava em si desde o início, King vê não apenas uma deturpação de sua história fictícia, mas também de suas experiências de vida.

E um dos momentos do filme que confirmam esse mal inerente de Jack Torrance está completando 100 anos hoje. No final do filme, após congelar até morrer, Jack é visto em uma foto no Hotel Overlook que retrata uma festa acontecida em 4 de julho de 1921. Embora o filme não diga o ano em que se passa, os figurinos não indicam que a história se passe nos anos 1920, então não faria sentido que aquela fosse uma foto atual. Por anos, esse final gerou diversas interpretações do público, que usou da temática sobrenatural para concluir que aquela foto representava o próprio Hotel Overlook, agindo como uma entidade do mal, absorvendo a alma de Jack para sua história, assim como a de outras vítimas da maldade do local que também aparecem na imagem.

Porém, a visão mais aceita é a que essa foto prova que a alma de Jack Torrance e o Hotel Overlook estavam ligados há anos, mostrando que ele era uma reencarnação e que suas diferentes versões ao longo do tempo sempre retornariam para o hotel, onde perderiam a sanidade e atacariam a família, o que explica a sensação que Jack tem ao chegar ao Overlook e dizer que parece já conhecer o lugar.

O Iluminado está disponível no Telecine.

Visitamos o hotel que inspirou o livro e o filme:

Crítica | Ilha de Segredos – Suspense alemão da Netflix prende a atenção do espectador

Boa parte do grande público brasileiro se acostumou a assistir a filmes produzidos pelo cinema estadunidense, com seu estilo mirabolante de contar histórias calcadas em efeitos especiais. E tudo bem. Mas, é interessante dar uma oportunidade ao cinema produzido por outros países, pois de vez em quando você pode topar em bons filmes como ‘Ilha de Segredos’, suspense alemão que acaba de chegar à Netflix e anda fazendo bastante sucesso.

Já na primeira cena somos surpreendidos por uma velha senhora numa praia vazia, observando o mar com binóculos. Do nada, surge um cachorro raivoso que a persegue e a mata. Quatro meses após o funeral, os pais de Jonas estão dirigindo quando são surpreendidos por um outro carro na contramão, e, após baterem, acabam falecendo. Então, passamos a acompanhar a vida de Jonas (Philip Froissant), um adolescente que em poucos meses se tornou órfão, perdeu a avó e passa a morar com o avô, com quem mal tem contato. Para uma ilha com poucos habitantes, os últimos acontecimentos são considerados trágicos, porém vistos como eventos isolados. Jonas tenta seguir sua vida normalmente, ocultando os sentimentos por sua colega, Nina (Mercedes Müller), mas quando uma nova professora, Helena Jung (Alice Dwyer) chega na escola, o frágil relacionamento dos dois fica abalado.

Ilha de Segredos’ arrebata o espectador nos primeiros dez minutos de longa, com uma sequência de eventos que imediatamente faz a gente se questionar o que está acontecendo e como esses acontecimentos estão relacionados. Porém, passado esse momento inicial, o longa se acalma, e o roteiro de Miguel Alexandre e Lisa Carline Hofer dá uma sossegada, transitando rapidamente do suspense para o drama enquanto aguardamos o encaixar das peças. Ainda assim, não é algo que prejudique o longa, mas sim funcionando como uma colocada de pé no freio para segurar um pouco o ritmo da produção, para a gente ir curtindo aos poucos.

Por outro lado, é esse ajuste de elementos que prende a atenção em ‘Ilha de Segredos’. À medida em que o suspense vai se desenrolando, rapidamente descobrimos quem está por trás de tudo, restando-nos apenas descobrir qual motivo louco teria impulsionado tudo isso. Essa estratégia aproxima o espectador do protagonista, que igualmente não sabe de nada e só vai descobrir tudo no fim. Embora já na reta final o longa de Miguel Alexandre dê uma forçada braba na liberdade dos acontecimentos (fazendo com que a gente dedique uma dose extra de credibilidade), o que é mais interessante é a construção da trama, que vai a banho maria conduzindo o espectador até sua derradeira resolução.

Ilha de Segredos’ é um filme de suspense alemão bem construído, localizado em uma ilha remota desconhecida do grande público. Com um estilo de construção narrativa diferente dos Estados Unidos, é um filme envolvente, que mistura luxúria, paixão, inocência, vingança, recalque e intriga na mesma medida, de modo que o espectador não consegue deixar a produção até solucionar o mistério. Não à toa, mal estreou e já foi direto para o Top 10 da Netflix.

‘Shazam!’: Clipe mostra herói quebrando tudo

Visto que Shazam!’ se aproxima de sua estreia em abril, um novo clipe foi divulgado. Nele, o herói começa a aprender a voar, mas acaba quebrando uma janela no caminho. A cena deve estar presente no novo trailer que será divulgado no dia 4.

Confira:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Titãs’: Conor Leslie revela novo visual da Moça-Maravilha; Veja!

Depois que Anna Diop revelou o novo visual de Estelar ontem (09), Conor Leslie, que dá vida à Moça-Maravilha na aclamada série Titãs, também aproveitou o hype da segunda temporada para mostrar o novo uniforme da heroína.

Confira:

 

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Added a camera to the family for this seasons BTS pics. This little but mighty Olympus Mju II. Stay Tuned ✌🏻 35mm Kodak TX film • June ‘19 •

Uma publicação compartilhada por Conor Leslie (@conorleslie) em

A próxima temporada irá introduzir diversos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão aparecer.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

Titãs retorna no dia 06 de setembro.

‘The Vast of Night’: Filme sobre aparição de OVNI ganha trailer oficial; Confira!

Amazon divulgou o primeiro trailer de seu novo filme original, The Vast of Night, que gira em torno da aparição de um OVNI na cidade do Novo México em 1950.

Confira:

Andrew Patterson dirige o longa. James MontagueCraig W. Sanger assinam o roteiro.

No auge dos anos 1950, em uma fatídica noite no Novo México, uma jovem operadora de switchboard e um carismático DJ descobrem uma estranha frequência de áudio que poderia mudar a vida da pequena cidade em que vivem – e o futuro. Entre chamadas perdidas e sinais de rádio, os dois embarcam numa aventura em busca do desconhecido.

Sierra McCormickJake Horowitz estrelam a produção.

The Vast of Night não tem data de estreia confirmada.

‘The 100’: Confiança não é o bastante na promo do episódio 07×09; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “The Flock”, nono episódio da 7ª e última temporada de The 100.

Confira:

O episódio vai ao ar no dia 15 de julho.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Sister of the Groom’: Comédia com Alicia Silverstone ganha trailer HILÁRIO; Confira!

A comédia matrimonial Sister of the Groom, estrelada por Alicia Silverstone, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Amy Miller Gross.

Liam está para se casar com uma jovem garota francesa chamada Clemence, nos Hamptons. Sua irmã, Audrey, e seu marido, Ethan, são convidados para a cerimônia – mas os motivos de Audrey são outros: para o casamento. Audrey e Clemence não se dão bem, visto que Clemence relembra Audrey de todas as suas imperfeições o tempo todo. Sentimentos de inveja em virtude de oportunidades perdidas, incertezas sobre si mesma e quarenta anos de escolhar erradas podem vir a explodir bem na cara de sua nova cunhada.

Silverstone será a produtora executiva ao lado de Justin ScutieriMiller GrossAndrew CarlbergTim Harms.

Tom Everett ScottJake HoffmanMathilde Olivier, Charlie Bewley, Mark Blum, Julie Engelbrecht e Ronald Guttman completam o elenco.

Sister of the Groom estreia no dia 18 de dezembro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Outer Banks’: Terminam as gravações da 2ª temporada!

Em seu Instagram oficial, o astro Chase Stokes revelou que as gravações da 2ª temporada de Outer Banks, adorada série da Netflix, finalmente chegaram ao fim.

Confira:

Os novos episódios ainda não tem previsão de estreia. Vale lembrar que a 1ª temporada está disponível na plataforma de streaming.

O show foi criado por Jonas PateJosh PateShannon Burke.

A história coming-of-age gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.