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‘The Boys in the Band’: Conheça os personagens do novo drama LGTBQ+ da Netflix!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional de The Boys in the Band, novo drama LGBTQ+ produzido por ninguém menos que Ryan Murphy.

Confira:

Na trama, em uma festa de aniversário na Nova York de 1968, um convidado surpresa e um jogo regado à bebedeira colocam sete amigos em uma espécie de acerto de contas, trazendo à tona sentimentos jamais revelados e verdades enterradas há muito tempo.

Confira, junto às imagens:

A produção é uma adaptação da aclamada peça homônima da Broadway e traz Joe Mantello – diretor do revival teatral – de volta à direção na versão cinematográfica.

The Boys in the Band‘ traz de volta todo o elenco do revival do clássico musical, que fora lançado em 2019, sendo estrelado por Jim Parsons, Matt Bomer, Brian Hutchison, Zachary Quinto, Andrew Rannells, Tuc Watkins, Charlie Carver, Michael Benjamin Washington e Robin de Jesús

‘Peacemaker’: John Cena explica como a oportunidade de uma série derivada surgiu

Durante uma entrevista ao The Tonight Show, com Jimmy Fallon, o astro John Cena explicou aos fãs de que modo ‘O Esquadrão Suicida deu origem à já confirmada série derivada Peacemaker, ambos os projetos comandados por James Gunn.

A série, que ficará sob supervisão da HBO Max, vai girar em torno do personagem titular – interpretado por Cena no vindouro longa-metragem. O ator revelou que, quando houve essa brecha para explorar mais do panteão super-heroico (nesse caso, super-vilanesco), ele não pensou duas vezes em se jogar de cabeça.

“Voce tenta o melhor que consegue com cada oportunidade. Eu realmente amei ‘O Esquadrão Suicida e trabalhei com o ótimo James [Gunn], e fiquei: ‘ei, cara, nós deveríamos fazer isso de novo!’. Ele respondeu: ‘sim, nós deveríamos!’. Pouco depois, ele me perguntou: ‘você quer fazer um show para a HBO Max?’. Eu fiquei, como assim?”.

Vale lembrar que Gunn planeja trazer outros personagens do filme para a versão seriada.

O comentário foi feito de forma evasiva pelo diretor e roteirista durante uma sessão de Q&A no Twitter. Quando questionado pelos fãs se outros membros do Esquadrão também apareceriam na série, Gunn disse apenas que “será feito” e que não queria contar muitos detalhes sobre a narrativa.

Peacemaker será composto por oito episódios e trará Gunn na direção de diversos episódios, incluindo o piloto. Peter Safran entra como produtor executivo, enquanto Cena auxilia na supervisão do projeto.

Peacemaker é um mestre das armas que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para isso. A série deve ser rodada no começo do ano que vem, ainda sem previsão de estreia.

A obra irá expandir o universo que Gunn está criando com ‘O Esquadrão Suicida, que tem estreia marcada para o dia 06 de agosto de 2021.

Recentemente, Gunn divulgou o logotipo oficial na versão americana e brasileira.

“O time criativo de O Esquadrão Suicida me mandou essas incríveis novas versões oficiais do título para o meu aniversário. E o elenco e eu temos muito mais para mostrar para vocês no dia 22 de agosto em http://DCFanDome.com. Vejo vocês lá!”, postou.

Alguns nomes eram esperados para reprisar seus papéis anteriores: Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag). Entre os que aparecem agora com destaque estão Idris Elba (o Heimdall do Thor do Marvel Studios), Taika Waititi (diretor de Thor: Ragnarok), Alice Braga e Michael Rooker (o Yondu de Guardiões da Galáxia).

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

‘Primal’ seria originalmente uma animação para crianças, diz criador

O currículo de Genndy Tartakovsky é rechado de conteúdos bastante originais e personagens complexos e envolventes – como por exemplo Primal, sua série de animação adulta que conta sobre a amizade sem precedentes entre um homem das cavernas e um T-Rex.

Agora, com a confirmação de uma 2ª temporada, o criador e showrunner comentou ao ComicBook.com que sua primeira ideia era fazer uma obra para crianças, mudando completamente o eixo narrativo conforme novos aspectos surgiam.

“Na verdade, começou como um show para crianças. Eu estava criando esse pequeno homem das cavernas e um pequeno tiranossauro, e eles teriam aventuras juntos – mas nunca foi para a frente e não senti como se fosse orifinal. Pouco depois, quando estávamos fazendo Samurai Jack, houve uma forte reação por parte das sequências mudas. As que não tinham diálogo me levaram a pensar: ‘será que eu consigo fazer um show inteiro assim?’. Ideia: um homem das cavernas e um dinossauro são os candidatos perfeitos para isso”.

Confira o trailer dos próximos episódios:

A animação retornará com episódios inéditos no dia 4 de outubro.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada, com estreia prevista para 2021.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A animação foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (Samurai JackStar Wars: A Guerra dos Clones).

‘Bom Dia, Verônica’: Série brasileira sobre serial killer já está disponível na Netflix

A nova série brasileira de suspense ‘Bom Dia, Verônica’ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (01).

Na história, Tainá Muller é Verônica, uma policial determinada e decidida a usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar em dois casos intrigantes e ajudar as vítimas a despertar contra a violência e a injustiça.

Confira:

A série é baseada no romance homônimo de Ilana Casoy Raphael Montes.

Camila MorgadoDu Moscovis completam o elenco.

 

‘Big Sky’: Nova série do criador de ‘Big Little Lies’ ganha trailer; Assista!

A ABC divulgou o primeiro trailer da série ‘Big Sky‘, criada por David E. Kelly (‘Big Little Lies‘).

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 17 de novembro.

A série é baseada no livro ‘The Highway‘, escrito por CJ Box.

A trama gira em torno da abdução de uma jovem e a busca de uma cidade pequena pelo culpado.

O elenco conta com Ryan PhillippeKylie Bunbury, Katheryn Winnick e John Carroll Lynch.

‘Chicago Med’: Gravações são interrompidas após membro da equipe testar positivo pra COVID-19

De acordo com o Deadline, as filmagens da 6ª temporada de ‘Chicago Med‘ foram interrompidas por duas semanas após um membro da equipe testar positivo para coronavírus.

O indivíduo foi imediatamente mandado para casa após o resultado, e os produtores decidiram pausar a produção do novo ciclo como forma de precaução, uma vez que o membro em questão tinha grande proximidade com o elenco.

As filmagens haviam começado na semana passada.

Apesar da pausa, a nova temporada ainda está programada para estrear no dia 11 de novembro, assim como ‘Chicago Fire‘ e ‘Chicago PD‘.

A trama oferece um passeio emocionante através do caos diário do hospital mais explosivo da cidade e seu corajoso time de médicos que se mantêm unidos. Eles enfrentarão novos casos únicos inspirados por eventos da atualidade, forjando relações ardentes no pandemônio da sala de emergência, e, além disso, rostos familiares do Departamento de Polícia e do Corpo de Bombeiros se entrelaçam com esta terceira equipe de heróis de Chicago.

O elenco conta com Nick Gehlfuss, Yaya DaCosta, Torrey DeVitto, Brian Tee, Marlyne Barrett, S. Epatha Merkerson e Oliver Platt.

‘The Conners’: Pandemia de COVID-19 é abordada no trailer da 3ª temporada; Assista!

A ABC divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada da comédia ‘The Conners‘, que aborda a pandemia de coronavírus.

Confira:

Recentemente, a atriz e produtora executiva Sara Gilbert revelou como a pandemia de COVID-19 será abordada no novo ciclo.

“As pessoas provavelmente querem um descanso e não querem ficar sempre ouvindo sobre a pandemia. Há algumas narrativas [na próxima temporada] que abordam o COVID-19, sobre como afetou nossas vidas, mas também haverá muitas outras histórias que não terão relação com isso. No cartaz, nós estamos usando máscaras, mas esse não será o foco de toda narrativa.”

O derivado foi criado depois da série original ter sido cancelada devido a comentários racistas de sua protagonista, Roseanne Barr. No spin-off, sua personagem morreu por causa de uma overdose.

Após uma súbita reviravolta, os Conners são forçados a encarar as dificuldades diárias da vida em Lanford de uma forma que nunca tiveram antes. A família icônica – formada por Dan, Jackie, Darlene, Becky e D.J. – lidam com as questões de paternidade, namoro, gravidez inesperada, pressões financeiras, envelhecimento e trabalho.

O elenco inclui John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Alicia Goranson, Michael Fishman, Emma Kenney, Ames McNamara, Jayden Rey e Maya Lynne Robinson.

Navio fantasma no trailer do terror ‘Haunting of the Mary Celeste’; Assista!

O terror sobrenatural ‘Haunting of the Mary Celeste‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Shana Betz, o longa é baseado em uma aterrorizante história real, que permanece sem resolução até os dias atuais.

Rachel, uma pesquisadora preocupada, faz parte de uma equipe que é enviada para o mar para provar que o desaparecimento de uma família em um navio mercante está relacionado com razões sobrenaturais. A teria dela sobre a família ter desaparecido por causa de um “rasgo” entre as dimensões se torna real quando o barco quebra e seus amigos começam a desaparecer, um por um.

A trama é baseada na infame história do navio The Mary Celeste, que foi encontrado à deriva e abandonado no oceano atlântico em 4 de dezembro de 1872.

O elenco conta com Emily Swallow, Richard Roundtree, Dominic DeVore e Alice Hunter.

O terror será lançado direto em VOD no dia 23 de outubro.

‘Black-ish’: Confira o divertido trailer COMPLETO da 7ª temporada!

A ABC divulgou o trailer completo da 7ª temporada da comédia ‘Black-ish‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 4 de outubro.

No Brasil, as cinco primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime.

Criada por Kenya Barris, a série principal já possui dois spin-offs intitulados ‘Grown-ish‘ e ‘Mixed-Ish‘.

Na trama, um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.

O elenco conta com Anthony Anderson, Tracee Ellis Ross, Marcus Scribner, Miles Brown, Marsai Martin, Peter Mackenzie, Deon Cole e Jenifer Lewis.

‘Raça das Trevas’: Diretor de ‘Contos do Dia das Bruxas’ comandará adaptação para a TV

De acordo com o Coming Soon, Michael Dougherty (‘Contos do Dia das Bruxas’) será responsável pela direção da série ‘Raça das Trevas‘ (Nightbreed), baseada no longa clássico dirigido por Clive Barker.

“É emocionante que, depois de 30 anos, nós voltaremos para aqueles personagens e descobrir quais deles querem que suas histórias sejam contadas,” Barker afirmou em uma declaração.

Barker atualmente está escrevendo o roteiro da produção.

Raça das Trevas‘ é uma adaptação do conto ‘Cabal‘, também escrito por Clive Barker. No filme, “um jovem problemático é atraído a um lugar místico chamado Midian, onde uma variedade de monstros amigáveis está escondida da humanidade. Enquanto isso, um assassino em série está procurando por diversão.”

Vale lembrar que Dougherty também está envolvido com a série da HBO baseada na franquia ‘Hellraiser‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Shiva Baby: Comédia com Dianna Agron, de Glee, é constrangedora e hilária

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020

Tradições singulares e fofocas e conversas intimidadoras que permeiam todo um ambiente que, ainda que seja espaçoso, nunca pareceu tão claustrofóbico e abafado. As reuniões de família são como pequenos e desconfortáveis universos, onde nada e nem ninguém está absolutamente a salvo. E em Shiva Baby, todo o constrangimento natural de um velório ganha ares ainda mais peculiares e tragicômicos, quando uma pequena e expressiva comunidade judaica se reúne em meio à morte, encontros, desencontros, vidas amorosas controversas e um bebê indesejável – que promete transformar o que já era inconveniente, em um cômico pesadelo familiar.

Emma Seligman já tinha uma boa história em mãos para contar, quando apresentou Shiva Baby como parte do programa de curtas-metragens do Festival de Toronto 2019. Na ocasião, o pequeno conto sobre os dissabores das caóticas reuniões familiares fez sucesso e seu impacto foi tão significativo, que sua trama se estendeu e chegou na excepcional edição de 2020 como uma comédia com ares dramáticos, que faz da tragédia o epicentro de um sucessão de hilárias pequenas confusões familiares.

Aqui, Rachel Sennott vive uma jovem sem rumo que – em busca de dinheiro fácil – decide se transformar em uma sugar baby. Como alguém que leva uma vida dupla, entre sua relação amorosa regada de luxo e presentes e sua dinâmica familiar com seus pais conservadores, a protagonista em si não possui uma identidade própria. Aquém à sua própria vida, ela navega como uma pessoa de pouca personalidade, que verá sua fachada cair por terra ao se deparar com o seu sugar daddy no mesmo shiva (uma celebração judaica semelhante ao velório) em que ela e toda sua família estão presentes. Um prato cheio para encontros desconfortáveis, o momento, que deveria ser solene, se transforma em um enorme e caótico efeito dominó.

Com uma direção simples, que centraliza suas tomadas na linguagem corporal dos atores e na dinâmica entre os personagens, Shiva Baby é uma comédia clássica da vida privada, que cresce ainda mais ao trazer o regionalismo da cultura judaica como instrumento fundamental para a sua construção narrativa. Quebrando um pouco o molde deste subgênero cômico, Seligman consegue entregar uma produção original que embala a audiência em um humor constrangedor delicioso. Entregando anedotas particulares a cada nova cena, a produção não perde o seu ritmo e é capaz de se sustentar do começo ao fim, proporcionando à audiência uma experiência deliciosamente engraçada e autêntica.

Trazendo a desconhecida Rachel Sennott ao lado de Dianna Agron, popular por ter feito parte da série Glee, a comédia ao estilo vergonha alheia é um deleite para o público, inteligente em seus diálogos e desencontros e se desenvolve com leveza, em uma trama que funciona ao ponto de fixar os olhos do público sem pestanejar. Com seus aspectos técnicos bem simples e de pouco destaque, Shiva Baby não caminha – e tão pouco almeja caminhar – em direção ao formato conceitual. Focando em sua principal essência, que é o fazer rir a partir das pitorescas relações familiares, a estreia na direção de longas metragens de Emma Seligman é uma das comédias inconvenientes mais saborosas de um amargo 2020, que nunca precisou tanto de um filme como esse.

Conheça a TRISTE História do Cinema no Afeganistão

Setor comumente é afetado pelo cenário político do país

Em meados de setembro o governo do Afeganistão, representado por uma delegação, se reuniu com representantes do grupo Talibã em Doha para iniciarem conversas de paz. Dessa forma o recente número de embates armados, que nos primeiros seis meses de 2020 resultaram em quase 1.300 mortes de civis segundo a ONU, entre ambos poderia ter um fim. O Talibã comandou o país entre 1996 e 2001 sob um rígido código de conduta baseado em preceitos do islã.

Como consequência muitas formas de arte e comunicação que se encontravam no país foram encerradas, em particular o cinema. Existem dois anos diferentes que, sob diferentes perspectivas, servem para definir quando o cinema foi introduzido no país. O primeiro é 1946 com a estreia de Ishq Wa Dosti, porém, a obra foi filmada na Índia e para muitos não recebe o crédito de ser algo produzido pela nação árabe.

A segundo data é 1970, quando foi lançado Rozgārān (este que na verdade é um apanhado de três filmes diferentes produzidos durante os anos 60); o primeiro filme realizado por um estúdio afegão. Esse crédito foi conferido por uma manchete do jornal The Kabul Times (de propriedade estatal), na época, em que era conferido o título de primeiro filme do país.

Cena de Ishq Wa Dosti de 1946

No artigo When Did Afghan Cinema begin? A History of Kabul’s Filmic Pasts feito para a Ajam Media Collective, o autor Chihab El Khachab aponta um pouco do porquê esse é considerado o primeiro filme do país; “Enquanto que diferentes em estilo e conteúdo, os filmes que compõem Rozgārān foram os primeiros a ser produzidos pela Afghan Film, a instituição encarregada da produção e distribuição junto ao ministério afegão da informação e cultura… ”. 

Independente da época tida como marco inicial, é entendido que entre 1961 e 1980 o cinema afegão sofreu uma expansão de popularidade impressionante. A maioria das obras produzidas seguia a cartilha de representar a sociedade em todas as suas disparidades, não muito diferente do movimento “Nova Hollywood” que surgiu na década de 70. 

Esse período teve algumas obras que se tornaram bastante identificadas com o momento, tais como: Mardara ra Qawl ast e Saboore Sarbaz, ambas datando do final dos anos 70. Durante essa década é importante frisar que, politicamente, o país vivia sob uma administração comunista iniciada em 78 que, da mesma forma que já havia percebido desde 1922 na Rússia, sabia o potencial do cinema como veículo de educação para as massas.

No mesmo artigo mencionado anteriormente, Chihab El Khachab chama atenção para a época de meados dos anos 80, quando o governo encomendou a produção de diversos filmes com temáticas nacionalistas como Sabūr-e Sarbāz em 1985 e Hamasa-ye Ishq em 1989. Importante frisar que durante todo o período comunista do Afeganistão, a indústria de cinema contou com apoio constante pois, seguindo a experiência do que já estava consolidado em Moscou, o governo liderado pelo Partido Democrático do Povo do Afeganistão poderia contar com uma eficaz arma de propaganda.

Segundo Malek Shafi’i em seu artigo The Cinema´s Background Afghanistan! o momento em que o apoio soviético se tornou mais forte ao cinema é bem definido a partir de certo ponto. “A ajuda americana ao emergente cinema afegão parou completamente após o golpe comunista em 1978… e essa é a época em que a ajuda da União Soviética vem no lugar da ajuda americana e os cineastas afegãos tentam fazer filmes promocionais e que elogiem a revolução”.

A escalada de violência no país até 1979 assume contornos dramáticos; com constantes embates entre grupos guerrilheiros fundamentalistas do islã, que não aceitavam ações do governo comunista (este que seguia a cartilha do ateísmo) principalmente com relação a dar mais liberdade individual para as mulheres, e com forças do próprio governo. Com medo de perder o controle sobre o país a União Soviética comanda uma invasão em 1979, inicialmente com planos de fornecer apoio logístico ao governo local mas depois assumindo as operações totalmente.

Em uma guerra que durou dez anos e terminou com a retirada russa, seguiu-se uma verdadeira guerra civil no Afeganistão para decidir quem assumiria o comando. Se iniciou então um período de paralisação do cinema nacional que se intensificou após a ascensão do Talibã em 1993. Seguindo uma postura extremamente fundamentalista, diversos cinemas foram fechados e cópias de filmes foram destruídas, além de vários cineastas terem sido forçados a abandonar o país.

Somente após a queda do regime em 2001 (mas com a guerra ainda em andamento) e a instauração de um governo provisório que o cinema afegão passou a se reestruturar e voltar a produzir novos conteúdos. Um dos casos mais simbólicos foi o filme Osama (2003) que venceu o Globo de Ouro no ano seguinte de melhor filme em língua estrangeira.

Muito ainda precisa ser reconstruído no cinema afegão. Décadas de guerra e de esforços voltados para produzir propagandas partidárias jamais produziram o incentivo necessário para que a indústria cinematográfica local pudesse florescer. Ainda assim, cineastas autorais seguem se aventurando em produções independentes ou em documentários e isso é o melhor sinal possível de que nada está perdido.

‘Sandman’: Ator de ‘Velvet Buzzsaw’ está sendo cotado para estrelar a adaptação da Netflix

Segundo o ColliderTom Sturridge está sendo cotado para estrelar a vindoura adaptação de Sandman para a Netflix como Sonho, também conhecido como Morpheus e o próprio personagem-título.

Sturridge é conhecido por diversas produções de grande calibre, já tendo trabalhado com a plataforma de streaming em Velvet Buzzsaw. Seus outros projetos incluem Mary ShelleyRádio Pirata.

Em seu Twitter oficial, o romancista Neil Gaiman compartilhou a primeira imagem de bastidores da produção.

Sem revelar muitas informações, a foto já confirma o tom sobrenatural e místico da produção ao trazer a frase “o espaço entre os universos” em primeiro plano.

Confira:

Gaiman também confirmou que as gravações da série serão retomada em três semanas.

Vale lembrar que 40% da primeira temporada já havia sido filmada em maio, quando a produção teve que ser interrompida devido a pandemia de coronavírus.

Em entrevista ao Radio Times, Gaiman falou um pouco sobre os desafios de trazer o audacioso projeto à vida através dos anos – e que nada dos quadrinhos originais será deixado de fora.

“O lado bom de fazer [a adaptação] como uma série da Netflix é que não estamos num lugar onde vamos jogar coisas fora. Na verdade, é o contrário. Às vezes isso significa que teremos mais coisas, porque temos espaço para isso. Mas nunca vamos descartar as coisas, e não vamos abandonar nada. E isso, em si, é incrível”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Digital Spy, Gaiman, que entra como produtor executivo e corroteirista ao lado de Heinberg e Goyer, comentou que a adaptação será ambientada em 2021.

“A versão da Netflix começará em 2021, então Morpheus terá sido mantido como prisioneiro por 105 anos em vez de setenta… Vamos nessa linha, ver o que acontece. Já está em nos roteiros, e fica interessante, porque se estamos criando este personagem agora, de qual gênero ele será? Se estamos criando o personagem agora, quem ele seria? O que ele estaria fazendo? E vamos seguir em frente a partir daí”.

Gaiman também comentou que os episódios estavam prontos para serem rodados até que a pandemia do novo Coronavírus atrasou a produção.

“[A série] vai muito bem, tirando o fato de que estamos em hibernação agora até as pessoas voltarem a fazer TV de novo. Os roteiros para a primeira temporada estão prontos, o processo de elencamento começou, os diretores foram contratados, os cenários estavam sendo construídos. Tudo estava pronto para começar, e então demos uma pausa. Assim que o mundo estiver pronto de novo, Sandman vai se transformar em algo pronto. Enquanto isso, estamos conversando sobre a oportunidade de lapidar os roteiros”.

Há alguns meses, Gaiman revelou aos fãs o que eles devem esperar para o primeiro ciclo da produção:

“A primeira temporada terá 11 episódios. Esse é o começo de tudo. Prelúdios e Noturnos e um pouco mais”, revelou o escritor.

Por anos, ‘Sandman’ ficou no limite de processos criativos para o lançamento de adaptação cinematográfica para o material de origem, mas devido à complexidade da temática, o projeto nunca saiu do papel.

“A parceria com a brilhante equipe formada por Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg nos empolgou demais e finalmente iremos trazer a icônica HQ de para as telas. De personagens carismáticos e histórias ricas, até esse universo construído de forma épica, estamos animados em criar essa série original de algo adorado pelos fãs”, afirmou Channing Dungey, Chefe de programação oficial da Netflix.

O projeto é descrito como a série de TV mais cara que a DC já fez.

O roteirista da ‘Mulher Maravilha’, Allan Heinberg atuará como escritor, produtor e showrunner para a série, com Neil Gaiman e David Goyer atuando como produtores executivos.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Sandman‘ é a criação mais popular de Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

Idris Elba lutará contra um leão assassino no thriller de sobrevivência ‘Beast’

O vencedor do Globo de Ouro Idris Elba irá estrelar no novo thriller de sobrevivência da Universal PicturesBeast, em que irá fugir de um leão assassino (via The Hollywood Reporter).

Baltasar Kormakur, conhecido por seu trabalho em Everest, comanda o projeto. Ryan Engle assina o roteiro a partir de uma ideia original de Jaime Primak-Sullivan.

Will PackerJames Lopez entram como produtores ao lado de Matt ReillyTony Ducret.

Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que o longa-metragem é descrito como um suspense de sobrevivência na veia de ‘Águas Rasas’Predadores Assassinos. Entretanto, em vez de estar batalhando pela vida em águas turbulentas, Elba lutará contra um leão.

O ator recentemente estrelou no spin-off Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw e na adaptação de A Torre Negra. Seus próximos projetos incluem o reboot ‘O Esquadrão Suicida’ e o drama indie ‘Concrete Cowboy’.
Fique ligado para mais informações!

‘His House’: Aclamado terror sobre casa mal-assombrada ganha trailer PERTURBADOR; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial do terror sobrenatural His House, aclamado filme que estreia na plataforma em 30 de outubro, um dia antes do Dia das Bruxas.

Confira:

A obra é estrelada por Wunmi MosakuSope Dirisu como um  jovem casal que consegue escapar da devastação da guerra do Sudão. Depois de completarem a conturbada jornada para o Reino Unido, eles ficam detidos em um centro de refugiados antes de se mudarem para uma casa própria, uma espécie de sobrado rodeado de vizinhos nada amigáveis. Para piorar, eles logo percebem que algo sinistro se esconde nas paredes do novo lar, transformando o início de um sonho em um pesadelo mortal.

His House marca a estreia diretorial de Remi Weekes.

Confira as primeiras imagens abaixo:

‘Enola Holmes’: Novo vídeo explora os efeitos visuais da icônica cena do trem; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Enola Holmes‘, revelando o processo de construção dos efeitos visuais da icônica cena do trem.

Confira:

Após o imediato sucesso da adaptação, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Brown revelou à Entertainment Weekly que tem esperança de reprisar o papel numa sequência.

“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.

Você quer uma sequência de ‘Enola Holmes‘?

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Harry Bradbeer (Fleabag) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

Ator de ‘Gotham’ será o vilão Victor Zsasz na 2ª temporada de ‘Batwoman’

Segundo a EWAlex Morf foi elencado na 2ª temporada de Batwoman e viverá o vilão Victor Zsasz em algum dos episódios do novo ciclo. A descrição oficial do personagem indica que ele é “um sicário carismático e habilidoso com energia imprevisível. Ele orgulhosamente faz marcas em seu corpo para cada vítima que mata”.

Morf não é estranho ao mundo do Cavaleiro das Trevas, visto que interpretou o líder de gangue Sykes na temporada final de Gotham.

Javicia Leslie será a personagem-titular e, em seu Instagram oficial, a atriz divulgou uma nova imagem de bastidores em que veste o uniforme da heroína.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Look out, Gotham, I’m suited up and ready to go… But just wait until Ryan Wilder puts her own spin on the Batsuit. @cwbatwoman

Uma publicação compartilhada por Javicia Leslie (@javicia) em

Leslie é acompanhada dos recém-anunciados Leah Gibson, que será a assassina Tatiana, Nathan Owens, que será um leal soldado à heroína, e Shivaani Ghai como a antagonista Safiyah Sohail

Há alguns dias, o Twitter oficial da série divulgou um vídeo dos bastidores confirmando que as gravações da 2ª temporada já começaram.

No vídeo, Camrus Johnson e Nicole Kang, intérpretes de Luke Fox e Mary Hamilton, comemoram a volta ao trabalho com sorrisos nos rostos.

“Primeiro dia.”, diz Johnson.

“Estamos de volta ao set para as gravações da 2ª temporada.”, acrescenta Kang.

Na legenda, da publicação a página reforça que “o resto da equipe está de volta”, então falta pouco para que os fãs finalmente vejam como será o visual de Leslie como a nova protagonista.

Confira o vídeo:

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Leslie falou sobre sua ansiedade em interpretar a personagem titular a partir de agora.

A estrela também argumentou que sua escolha para o papel foi um grande passo para a representatividade e isso é um reflexo da mudança no universo das adaptações.

“Entrar para o elenco dessa série foi uma vitória, não só para mim, mas para todas pessoas que pediam mais diversidade no universo das adaptações. Mas eu acho que foi uma escolha natural, um reflexo da mudança nesse universo [das adaptações de quadrinhos]. Espero que isso seja só o começo e essa tendência ganhe força daqui para frente.”

Ela também mencionou que já está preparada para as cenas de ação porque sempre se interessou por atividades físicas.

“Me disseram que era um papel muito cansativo. Bom, eu sou muito ativa na minha vida pessoal. Eu pratico Muay Thai, faço exercícios físicos, corro. Estou pronta para qualquer coisa que envolva atividade física. Trabalhar com isso vai ser como brincar no playground todos os dias.”

Para quem não sabe, Leslie assumiu o papel após a saída de Ruby Rose.

Mais conhecida por seu trabalho na série ‘God Friended Me‘ e ‘Family Business‘, a atriz comemorou a escalação, dizendo: 

“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão.”, disse ela ao TV Line. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”

Leslie irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

Recentemente, a showrunner Caroline Dries revelou se a personagem Kate Kane será morta na 2ª temporada, o que explicaria a substituição da heroína.

“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”

Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

Lembrando que os novos episódios de ‘Batwoman‘ devem estrear somente em 2021.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘O Halloween do Hubie’: Comédia da Netflix com Adam Sandler ganha novo cartaz BELÍSSIMO

Netflix divulgou o novo cartaz oficial de O Halloween do Hubie (Hubie Halloween), nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler.

Confira, junto ao novo teaser:

O filme, que tem estreia marcada para o dia 07 de outubro, é recomendado para maiores de 13 anos (PG-13) devido a “conteúdo e linguagem sugestivos e breves cenas de festa adolescente”. Ainda não se sabe a data de estreia.

Hubie é um homem que virou motivo de piada entre as crianças e adultos de sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.

Além de Sandler, o extenso elenco conta com Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, Karan Brar, Noah Schnapp, Mikey DayMelissa VillaseñorKym WhitleyLavell CrawfordBetsy SodaroGeorge WallaceBlake Clark.

Sandler é o protagonista e fica responsável também pelo roteiro.

Steve Brill, o mesmo responsável pelo especial de stand-upAdam Sandler: 100%‘, assume a direção do novo projeto.

Crítica | The Boys in the Band – Filme da Netflix com Jim Parsons debate Homofobia e pode render um Oscar

Não é exagero dizer que ‘The Boys in the Band’, novíssimo lançamento da Netflix, pode acabar recebendo uma ou mais indicação ao Oscar, caso a gigante do streaming o inscreva na competição. O longa, de pouco mais de duas horas de duração, possui todos os elementos que comumente agrada ao júri da Academia: bastante drama, diálogos elaborados, atuações que se destacam e um tema importantíssimo como fio condutor da trama.

Michael (Jim Parsons) é um rapaz que está prestes a receber amigos na sua casa para uma festa de aniversário surpresa para Harold (Zachary Quinto) que, pra variar, está atrasado. O primeiro a chegar é Donald (Matt Bomer), com quem claramente Michael tem uma boa relação.

Às vésperas dos convidados chegarem, o anfitrião recebe o inesperado telefonema de Alan (Brian Hutchison), um amigo da época da faculdade que pede para visitá-lo com urgência pois sente-se angustiado. Está formada aí a sinuca de bico: Michael precisa ser solícito e receber Alan em sua casa antes que seus amigos cheguem para festa. O grande problema é que Alan é hetero super conservador, e todos os convidados são gays, incluindo o anfitrião.

Baseado na peça de teatro homônimo de Mart Crowley e no longa anteriormente adaptado em 1970, ‘The Boys in the Band’ é um filme que agarra o espectador desde literalmente o início. A abertura do longa tem edição e montagem deslumbrantes, intercalando a vida desses personagens e entrelaçando-as como se fosse um ato contínuo. O ritmo dessa abertura é tão ágil, que a gente se sente imediatamente transposto àquela Nova York febril de 1968.

Por ter como referência dois sucessos, o grande desafio de Ned Martel era construir um roteiro que conseguisse expor a carga dramática da peça com ares contemporâneos. Ou seja, não bastava apenas fazer uma adaptação literal do que já foi feito, era preciso traspor o importantíssimo argumento daquele final da década de 1960 e botar pra jogo nesse 2020: a intolerância e a homofobia.

Com um tema desses, ‘The Boys in the Band’ propõe escancarar o debate sobre essa questão que, com o passar dos anos, parece ter pouco avançado. Através dos nove personagens – entre risos, choros e muita briga – vamos conhecendo suas histórias: os medos, os desafios enfrentados e o primeiro amor de cada um. Assim, o grande público é convidado a adentrar no universo de oito homens gays e descobrir que esses homens são seres humanos que também amam, se divertem, choram, sofrem. O embate entre este núcleo e o mini-núcleo de Alan, o único heterossexual, é o fio tensionado que parece possuir um ponto de torsão que vai aumentando cada vez mais a pressão, prestes a explodir, gerando angústia imediata no espectador.

Joe Mantello alcança um resultado primoroso em seu ‘The Boys in the Band’, com uma primeira sequência acelerada e festiva, totalmente convidativa, seguida de um longo período de drama com pitadas – por que não? – de thriller até, posto que a imprevisibilidade dos personagens suspende o espectador, que fica sem saber o que pode acontecer. E tudo isso acontece graças a um elenco afinadíssimo, à vontade com seus papeis, extremamente competente em declamar falas longuíssimas e rebuscadas e, ainda que recuperando a verborragia teatral, confere humanidade a esses personagens imperfeitos.

The Boys in the Band’ é um belíssimo filme, que eleva o sarrafo lá em cima para os concorrentes. Não seria surpresa receber uma ou mais indicações ao Oscar 2021. Aos cinéfilos de plantão: ‘The Boys in the Band’ abre a temporada de corrida à estatueta de ouro com um pé na porta e um drink na mão. Corram assistir!

‘Voldemort’, ’50 Tons de Cinza’ e Outros Filmes que Foram Baseados em Fanfiction

Você conhece filmes baseados em obras de ficção e fanfics? Confira esta lista com sete filmes incríveis.

Há várias obras que ganharam a tela do cinema (e de plataformas de streaming) e que foram inspiradas em obras de ficção e fanfics criadas por fãs de diversos gêneros.

Nós separamos uma lista com sete filmes que foram inspirados nestas obras e nas fanfics criadas em torno delas.

 

  1. Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos

O filme é uma adaptação de um livro com o mesmo título, escrito por Cassandra Clare (publicado em inglês como The Mortal Instrument: City of Bones). Do gênero de fantasia e aventura, foi dirigido por Harald Zwart e lançado em 2013.

O enredo do filme mostra a protagonista, Clary Fray (Lily Collins), e vários outros personagens – como Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), Alec Lightwood (Kevin Zegers), Isabelle Lightwood (Jemima West) e Simon Lewis (Robert Sheehan) – que caçam demônios, espíritos e criaturas de outros mundos e os desafios que eles enfrentam para proteger a humanidade e superar seres com poderes incríveis.

A obra também é largamente inspirada em fanfics do universo de Harry Potter.

 

  1. Voldemort: A Origem do Herdeiro

Intitulado de Voldemort: Origins of the Heir, é não só um filme baseado em uma fanfic, mas uma produção independente que não foi exibida nos cinemas, mas sim disponibilizada gratuitamente no YouTube em 2018.

A direção ficou por conta de Gianmaria Pezzato, e a produção executiva ficou com Stefano Prestia. A produção é uma prequela (ou pré-sequência, com eventos inspirados no mesmo universo de uma obra, mas com acontecimentos anteriores a ela).

O enredo fala sobre a ascensão de Tom Riddle (interpretado por Stefano Rossi, personagem que mais tarde se tornaria Voldemort, o principal antagonista no universo de Harry Potter.

 

  1. Cinquenta Tons de Cinza

O filme é baseado na novela erótica homônima, escrita por E. L. James (pseudônimo usado por Erika Leonard James), originalmente publicada com o título de Fifty Shades of Gray, traduzida para vários idiomas e se transformando em um imenso best-seller, especialmente para o público feminino.

Há muitas críticas feitas à qualidade de escrita da obra, e ela mesma foi baseada em uma fanfic que, por sua vez, foi baseada em Twilight (Crepúsculo, no Brasil).

O filme (lançado em 2015), assim como o livro, mostra a história de romance entre a estudante de literatura Anastasia Steele (Dakota Johnson) e o bilionário Christian Grey (Jamie Dornan), recheado com cenas de sexo, erotismo e muitos elementos de sadomasoquismo.

 

  1. Cinquenta Tons de Liberdade

Assim como Cinquenta Tons de Cinza, também é um filme inspirado na obra de E. L. James. Com o título original de Fifty Shades Freed, é baseado no livro de mesmo nome que, como o antecessor, também se tornou best-seller em vários países.

A produção, que é uma continuação de Cinquenta Tons de Cinza e Cinquenta Tons Mais Escuros, foi lançada em 2018: agora, o enredo mostra Christian (Jamie Dornan) e Anastasia (Dakota Johnson), que agora já estão casados, com um novo drama para enfrentar: o ex-chefe de Anastasia, Jack Hyde (Eric Johnson), quer se vingar por ter sido demitido da SIP, e começa a perseguir Anastasia.

E, além disto, Elena Lincoln (Kim Basinger), a ex-dominadora de Christian, também volta para assombrá-lo. Os dois enfrentam vários dramas e dilemas para continuarem juntos e poderem superar esses fantasmas do passado.

 

  1. Orgulho e Preconceito e Zumbis

Com o título original de Pride and Prejudice and Zombies, é baseado em Abraham Lincoln: Vampire Hunter (Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros) e também no filme Orgulho e Preconceito (baseado no livro homônimo escrito pela grandiosa Jane Austen).

Lançado em 2016 e dirigido por Burr Steers, o filme tem algumas semelhanças com Orgulho e Preconceito, com a diferença de que, no enredo, Elizabeth Bennet (Lily James) é uma jovem muito bem preparada em artes marciais e uso de armas em geral.

Uma estranha praga começa a transformar as pessoas em zumbis e Elizabeth precisa usar tudo o que sabe para combater essa nova doença – ajudada, é claro, pelo Sr. Darcy (Sam Riley).

 

  1. Depois da Verdade

Em inglês, After, é um filme baseado no romance de mesmo nome (e um verdadeiro best-seller) escrito por Anna Todd. Dirigido por Jenny Gage e com roteiro produzido por Susan McMartin, o filme gira em torno da protagonista Tessa Young (Josephine Langford), uma estudante universitária que vive uma relação bastante complicada com Hardin Scott (Hero Fiennes Tiffin).

O filme foi lançado em 2019 e se encaixa no gênero de romance e mostra como um relacionamento é recheado de altos e baixos, arrependimentos e desejos de mudança.

 

  1. Ela é o Cara

Originalmente intitulado She’s the Man, Ela é o Cara é uma produção que foi baseada na obra Twelfth Night (traduzida para o português como “Noite dos Reis”), uma obra escrita por Shakespeare como peça de teatro (bem, se não dá para considerar a obra de Shakespeare como uma fanfic moderna, pelo menos é uma ótima fonte para basear um filme).

Ela é o Cara, uma comédia romântica dirigida por Andy Fickman e exibida em 2006. A protagonista Viola (Amanda Bynes) tenta se passar pelo irmão gêmeo para jogar no time masculino de futebol da escola, depois de o time feminino ser cancelado. Ela se apaixona por Duke (Channing Tatum), colega de quarto do irmão dela, enquanto Olivia (Laura Ramsey) se apaixona por ela, pensando que é o irmão gêmeo que ela interpreta.

As coisas só se complicam quando o irmão dela, Sebastian (James Kirk), que ela fingia ser, aparece. O filme é uma ótima opção de comédia recheada de situações inusitadas.

 

Se você quer ver estes e outros filmes, incluindo conteúdos que podem estar bloqueados na sua região, é uma ótima ideia usar um serviço profissional de VPN, que podem alterar seu IP (confira o artigo “Como ocultar meu IP) e ajudar a contornar essas restrições.

Assim, você pode acessar acervos de diversos serviços de streaming que podem sofrer limitações no Brasil.