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Arte de fã incrível transforma ‘WandaVision’ em uma série de terror; Confira!

Como ficou evidenciado com o lançamento do trailer oficial de ‘WandaVision’ no último domingo, a nova série do Disney+ é a produção mais única de Kevin Feige e de seu extenso time criativo na Marvel Studios – uma construção diferente dos outros longas-metragens que coloca Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate no centro dos holofotes e à beira de um possível surto mental.

Partindo desse princípio, a famosa página BossLogic criou uma incrível arte de fã que transforma o show em uma obra do terror, teorizando que Wanda, perdendo o controle sobre seus poderes, criou um universo bizarro que acredita ser o verdadeiro e que, conforme os episódios se desenrolam, pavimenta o caminho para Dr. Estranho no Multiverso da Loucura’.

Confira:

A série está gerando uma série de burburinhos em relação ao possível retorno do seu irmão, Mercúrio, para a trama. 

As especulações por parte dos fãs começaram quando o nome do astro Evan Peters apareceu entre os membros do elenco da série.

Rapidamente, a sua elogiada versão do Mercúrio feita para a Fox passou a ser associada ao MCU, com muitos teorizando que o ator poderia reassumir o personagem, que na versão da Marvel Studios, havia sido protagonizado por Aaron Taylor-Johnson.

No Twitter, as teorias sobre o retorno de Peters como Mercúrio estão cada vez mais crescentes.

Confira as reações:

Assista ao trailer dublado:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘WandaVision’: Heróis ganham versões PERTURBADORAS em pôster feito por fã; Confira!

Lembram dos filhos da Wanda nos quadrinhos? Essa imagem do trailer mostra que talvez eles não fiquem só nos quadrinhos.

O trailer de ‘WandaVision‘ deixou bem claro que a nova produção da Marvel Studios será diferente de tudo o que o estúdio já fez, indicando uma trama bastante sombria por trás do cenário de comédia dos anos 1950.

Pensando nisso, os artistas do Boss Logic criaram um pôster bastante sombrio e perturbador para comemorar a chegada da série.

Na legenda, o artista ainda sugeriu uma teoria sobre a trama da série:

Confira:

“Minha teoria sobre ‘WandaVision‘ é que Wanda está presa em sua própria mente ou um caso em que ela criou uma dimensão de bolso pensando ser realidade. Ao longo dos episódios, veremos diferentes linhas temporais mostrando uma situação semelhante a um multiverso, levando o público a ‘Doutor Estranho no Multiverso a Loucura‘.”

Interessante! O que você acha da ideia?

Segundo o jornalista Borys Kit, do The Hollywood Reporter, a produção ainda chegará ao Disney+ em dezembro de 2020 – diferente do adiamento para 2021, conforme previamente anunciado.

Confira o trailer dublado, junto ao primeiro cartaz:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final’ já está disponível na Amazon Prime Video

O filme que marca o encerramento da saga de Katniss Everdeen, intituladoJogos Vorazes: A Esperança – O Final’, já está disponível na plataforma da Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia na grade de programação no último domingo (20).

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

Lembrando que recentemente, a Lionsgate anunciou oficialmente que ‘The Ballad of Songbirds and Snakes’, livro prequela da icônica franquia Jogos Vorazes, já está em pré-produção para as telonas.

Francis Lawrence, conhecido por dirigir os últimos três filmes da saga, retorna para comandar a adaptação. Suzanne Collins, autora dos livros, assina o roteiro ao lado de Michael Arndt.

A Paris Filmes confirmou ao CinePOP que o novo longa tem distribuição garantida no Brasil.

A história se passará 64 anos antes dos eventos de ‘Jogos Vorazes‘, exatamente na manhã da Colheita para a décima edição dos Jogos Vorazes.

Em um comunicado oficial, a autora Suzanne Collins falou sobre o novo projeto e o que ele abordará:

“Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução dez anos após a guerra, comumente chamado de Dias Sombrios – enquanto o país de Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade ”.

Os quatros filmes da franquia ‘Jogos Vorazes‘ acumularam o montante de US$ 2.9 bilhões ao redor do mundo.

Confira a capa do novo livro:

Lembrando que um filme baseado no prelúdio já está em desenvolvimento, mas ainda não há previsão de estreia.

‘Lady Bird’: Drama vencedor do Globo de Ouro estreia na Netflix!

O premiado drama ‘Lady Bird: A Hora de Voar‘, que ganhou dois Globos de Ouro e foi nomeado a cinco Oscars, finalmente estreou no catálogo brasileiro da Netflix.

A trama segue as desventuras de Christine, vivida por Saoirse Ronan, uma artista que decide passar um ano em Sacramento, na Califórnia.

Confira o trailer:

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ e ‘Lady Bird’ são indicados a prêmio LGBT 

Crítica | Lady Bird: A Hora de Voar – 99% no Rotten Tomatoes e aqui não é diferente! 

O longa foi escrito e dirigido por Greta Gerwig (‘Frances Ha‘).

 

 

Crítica | A Cabana – Adaptação religiosa para lavar a alma e chorar muito

“Se eu quiser falar com Deus…”

Existem algumas obras literárias que atingem um status comparável com o que seriam no cinema os blockbusters. A Cabana é uma destas obras. Escrito pelo canadense William P. Young, o livro foi lançado em 2007 nos EUA, chegando no ano seguinte para os brasileiros, e desde então se tornando uma verdadeira coqueluche (para usar um termo “idoso”). Em 2009, ganhava o prêmio Diamond Awards, que prestigia obras da literatura que ultrapassam a marca de 10 milhões de cópias vendidas. Por esta introdução, percebemos que A Cabana não é nada menos do que um fenômeno contemporâneo da cultura popular.

E qual o motivo de tamanho sucesso? Bem, A Cabana se propõe a oferecer a experiência espiritual definitiva. Aqui, neste texto, no entanto, iremos adereçar somente a produção cinematográfica realizada com base na obra original. O filme A Cabana, que demorou bastante para sair do papel desde a compra dos direitos autorais – dez anos para adaptar um Best-seller é muito tempo e pode-se perder o hype – tem roteiro adaptado a três mãos por John Fusco (da série Marco Polo, da Netflix), Andrew Lanham (em sua estreia como roteirista) e Destin Cretton (roteirista e diretor do ótimo Temporário 12).

Na trama, acompanhamos a adorável família Phillips, saída diretamente de um comercial de margarina. Durante um fim de semana acampados no lago, um incidente tira a atenção de Mack (Sam Worthington), o patriarca, de sua caçula Missy (Amélie Eve). É o suficiente para que a pequena suma e nunca mais seja encontrada, deixando desesperada a família, em especial o responsável Mack – já que sua esposa Nan (Radha Mitchell) ficou na cidade a trabalho.

Um tempo depois e o pior acontece. Através de investigações policiais, chega a notícia de que a menina foi assassinada em uma cabana nas redondezas do lago, por um maníaco fugitivo da lei. É o suficiente para que o protagonista desça em uma espiral de depressão, beirando a obsessão e loucura. A perda da fé é um dos temas fortes aqui. Nem com a ajuda de familiares, como a esposa e filha, ou do vizinho e amigo, interpretado pelo cantor country Tim McGraw, o sujeito parece conseguir se levantar, se reerguer e prosseguir. A dor deve ser inimaginável. A culpa maior ainda.

Inicialmente podendo ser confundido com um suspense criminal, A Cabana abandona logo tais tintas, para se embrenhar em seu verdadeiro conteúdo, um drama espiritual, que tem como principais temas o perdão, a paz existencial e como lidar com um sofrimento que parece insuportável. Mack recebe em sua caixa de correio uma carta e segue novamente para a cabana onde ocorreu o crime hediondo. Uma vez lá, percebe que o local está totalmente reestruturado, e agora é o lar de moradores muito especiais.

Durante “o fim de semana de uma vida”, como definiu a própria Octavia Spencer – que no filme interpreta Deus – o protagonista irá conviver com tal figura máxima da fé cristã e da maioria das religiões, além de Jesus Cristo (Avraham Aviv Alush) e o Espírito Santo, ou Sarayu (Sumire) – opção interessante, criativa e corajosa por trazer a diversidade de etnias para a Santa Trindade. Além disso, temos a presença de uma latina também, nossa conterrânea Alice Braga, no papel da Justiça – em um trecho ao mesmo tempo deslocado esteticamente, parecendo pertencer a outro filme, e emocionante. Durante este período, Mack terá um curso relâmpago de, principalmente, como se desprender de todo e qualquer apego terrestre, e de sentimentos como a vingança, a raiva e a culpa.

A Cabana – o filme, é uma produção segura e politicamente correta. Faz boa companhia a todos os outros filmes de forte verve pregadora, como Deus Não Está Morto, O Céu é de Verdade e por aí vai, que recebemos nos últimos anos, só para citar os mais recentes. Mas se estes são a entrada, A Cabana pode ser considerado o prato principal. O longa utiliza de todos os elementos implícitos esperados em uma obra do gênero, soando em certos momentos como aquele bom e velho sermão. No entanto, também é estruturado com itens de bom cinema, como atuações eficientes, em especial da Oscarizada Octavia Spencer e de Alice Bragauma boa direção de arte, fotografia, direção correta do pouco expressivo Stuart Hazeldine, e um roteiro sambando na tênue linha entre o piegas e o satisfatório.

A Cabana cumpre sua missão terrena e promete atingir seu público alvo, além de conquistar novos “fiéis” adeptos. Não irei esconder que meu coração e alma céticos bambearam nos momentos de maior chantagem emocional a que o filme nos faz refém. Justamente por isso, por conter mais momentos genuínos do que os que nos fazem revirar os olhos, A Cabana garante seu aval, se mostrando tão bom e eficiente quanto a melhor das missas dominicais.

Crítica | One Night in Miami: Uma ode a alguns dos maiores heróis negros da cultura POP

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020

Seu sangue, sua ancestralidade e sua cor são os aspectos inerentes que os unem. Nascidos de uma mesma raça, Malcolm X, Sam Cooke, Jim Brown e Muhammad Ali foram homens negros que em sem próprio tempo foram capazes de se imortalizar como ícones. Conectados por suas origens, mas dispersos e bem distintos uns dos outros em suas personalidades e estilos de vida, esses quatro homens que marcaram a negritude norte-americana e mundial protagonizam aqui um conto ficcionalizado baseado em fatos reais, que teria sido um sonho de testemunhar na vida real. E Em One Night in Miami, Regina King estreia na direção com uma daquelas histórias de cabeceira que são tão emblemáticas de ouvir, que despertam devaneios ousados e curiosos e nos fazem imaginar como teria sido viver naquele instante, naquela noite em Miami.

Esse encontro entre essas quatro figuras ganhou vida para além do nosso imaginário pelas mãos do dramaturgo Kemp Powers, que assina a peça homônima, bem como o roteiro do longa. Aqui, X, Cooke, Brown e Ali são amigos que dividem o fardo da luta pelos direitos civis dos negros, mas que colidem entre si em virtude de suas dialéticas e didáticas quando o assunto é o confronto contra o racismo. E o que deveria ser uma noite agradável em uma cidade quente, para celebrar a vitória do então Cassius Clay (que futuramente atenderia pelo nome de Muhammad Ali), se transforma em uma perplexa e afrontosa noite de contrastes e desavenças, quando as percepções de cada um sobre a vida, luta e até mesmo morte começam a colidir entre si.

E nasce dali, em um quarto singelo de um motel não identificado, um dos dramas mais poderosos de 2020. Se desabrochando como uma espécie de ensaio, em que seu personagens orbitam e navegam exclusivamente em torno de seus diálogos, pensamentos e medos, One Night in Miami é uma produção inspirada na perspectiva da vida real dos seus próprios protagonistas e sustenta o seu enredo exatamente nessa autêntica e genuína essência que essas quatro personalidades já tinham, em uma noite que de fato aconteceu. Se desdobrando a partir disso para uma jornada culta, intelectual e intimista, o drama é uma mistura apaixonante de ficção e realismo, deixa a linha que os separa bem turva e tênue, justamente a fim de nos fazer compreender o peso de ser negro em uma sociedade excludente e segregacionista.

Desenvolvendo uma dinâmica relacional conflitante, angustiante e ora calma e aprisionada em um quarto de hotel, nos desvencilhamos da cidade de Miami em si para viver a atmosfera quase claustrofóbica desse pequeno espaço, onde os amigos Malcolm X, Sam Cooke, Jim Brown e Muhammad Ali tentam sufocar suas opiniões uns sobre os outros, apenas para acabarem em uma rota de colisão emocional e existencial. Aqui, assuntos pontuais e categóricos como racismo, liberdade econômica para o povo negro, convencionalismo racial, colorismo e igualdade ganham vida de forma voraz, consumindo os anseios e desejos dos personagens, à medida que nos traga para uma epifania onde a audiência em si se vê forçada a confrontar seus próprios sistemas e escolhas.

Com um discurso excelente, afiado, às vezes doloroso, impiedoso e difícil de ouvir, o drama de época é absolutamente contemporâneo, sem deixar de ser certeiro em relação ao período histórico onde se encontra. Expondo as fragilidades e forças desse homens, One Night in Miami é um prelúdio do que seria o último ano de vida do Malcolm X e traz caracterizações cirúrgicas e clínicas dessas personas, nos presenteando com um banquete de atuações hipnotizantes. Kingsley Ben-Adir (Malcolm X), Eli Goree (Cassius Clay), Aldis Hodge (Jim Brown) e Leslie Odom Jr. (Sam Cooke) honram a responsabilidade que receberam da Regina King e extraem os maneirismos, o tom de fala e a linguagem corporal destes ícones.

Leslie Odom Jr. stars in ONE NIGHT IN MIAMI
Photo: Patti Perret/Amazon Studios

E King, como uma cineasta consciente do seu papel e à vontade na direção como se fosse uma profissional experiente, entrega um filme que explora bem os ângulos, priorizando sempre a expressividade de seus atores – justamente a fim de dar corpo ao discurso do drama, que é o que rege toda a narrativa. Se comunicando com a geração do movimento Black Lives Matter, atingido pretos e brancos, ela estreia em um timing sócio cultural impecável. Recém vencedora do Emmy Award por Watchmen, Regina King faz de One Night Miami uma declaração de amor pessoal aos heróis da raça e caminha com leveza e segurança em direção ao que espero finalmente ser o primeiro Oscar de Melhor Direção da história para uma mulher negra.

Amazon Prime Video | Estreias do Fim de Setembro incluem Terror, Aventura e Comédia

Setembro está chegando ao fim, e o Amazon Prime Video traz várias novidades para seus assinantes.

Confira:


20 de setembro

American Horror Story 1984 (Temporada 9)

Sucesso de Ryan Murphy, American Horror Story 1984 traz Brooke Thompson (Emma Roberts) trabalhando com os amigos no acampamento Redwood, o lugar favorito dos jovens nas férias. Porém, as coisas saem de controle quando o serial killer Benjamin Richter aparece sedento por vingança.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

22 de setembro

O Mistério do Relógio na Parede

O jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro) perde seus pais e acaba indo morar com seu tio excêntrico, Jonathan Barnavelt (Jack Black). O relacionamento entre eles não é fácil, mas tudo muda quando o menino descobre que o tio e a vizinha, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett) são feiticeiros.


25 de setembro

Fernando (Temporada 1)

A série documental original da Amazon mostra, em cinco episódios, a paixão do piloto espanhol Fernando Alonso por competir no mais alto nível e sua determinação absoluta para vencer. Registrando a jornada do automobilista no ano passado – desde sua participação nos circuitos mais importantes, como Indianapolis 500, Le Mans 24 horas, e culminando em sua primeira apresentação no Rally Dakar em janeiro -, Fernando oferece aos telespectadores acesso à vida pessoal do campeão mundial da Fórmula 1. A série também apresenta pessoas do círculo íntimo de Alonso, incluindo: seu empresário Luis García Abad, sua irmã Lorena Alonso, sua parceira Linda Morselli e seu colega Carlos Sainz, que ajudam a revelar o homem por trás do campeão.

Tell Me A Story (Temporadas 1-2)

Essa antologia traz uma versão sombrio dos contos de fadas. Saem de cena os clássicos infantis, como Os Três PorquinhosChapeuzinho Vermelho João e Maria, e entram histórias de amor, ganância, perda, vingança e assassinato. Uma grata surpresa da CBS, que agora estará disponível no Amazon Prime Video.

The Quarry

Este filme de 2020 mostra uma cidade desolada do Texas que recebe o misterioso reverendo David (Bruno Bichir) para assumir a igreja local. Mas, quando atos sinistros começam a acontecer na cidade, as autoridades precisam agir, e um policial (Michael Shannon) começa a suspeitar da identidade do padre.

27 de setembro

O Grinch

O Grinch está de volta, agora em uma belíssima animação 3D. Hater confesso das festas de fim de ano, a criatura do coração congelado segue com seus esforços para acabar com Natal dos cidadãos de Quemlândia. Seu plano é roubar das pessoas tudo que tenha ligação com a data, até que a pequena e fofa Cindy Lou resolve ficar amiga dele, mudando todas as suas perspectivas.

30 de setembro

Dora, a Aventureira (Temporada 2)

Dora e seu melhor amigo, o macaco Botas, te levam por incríveis aventuras enquanto resolvem mistérios, ajudam seus amigos da floresta e enfrentam dificuldades no caminho.

iCarly (Temporada 2)

Fenômeno da Nick, iCarly traz Carly e seus amigos na realização do primeiro canal de youtube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

Patrulha Canina (Temporadas 2-3)

Liderada por um menino chamado Ryder, uma equipe de seis cães de resgate brincalhões usa seus talentos individuais para proteger a cidade litorânea de Adventure Bay. Os filhotes ocasionalmente são acompanhados por ajudantes mais novos: Cap’n Turbot, Robo-Dog, Everest e Tracker.

Bob Esponja Calça Quadrada (Temporada 2)

Vocês estão prontas, crianças? A esponja do mar, Bob Esponja, vive nas profundezas do oceano em uma cidade marinha chamada Fenda do Bikini e vive as mais loucas aventuras com seu melhor amigo, a estrela do mar rosa Patrick.

 

*As datas de lançamento estão sujeitas a alterações da Amazon

‘World of Warcraft’ pode ganhar novo filme

De acordo com o jornalista Daniel Ritchman, a Legendary Pictures está desenvolvendo um novo filme baseado no game ‘World of Warcraft‘.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a próxima aventura, mas foi dito que o roteiro irá explorar o folclore e a tradição de Azeroth.

Por conta disso, a história deve seguir outros rumos, sem a presença do elenco original, como Travis Fimmel (‘Vikings‘) , Tobby Kebbel (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), e Paula Patton (‘Somewhere Between‘).

E como a ideia ainda está nos estágios iniciais, não há informações sobre candidatos ao cargo de diretor e nem previsão de estreia.

Além disso, o estúdio ainda não confirmou a notícia, mas Ritchman é conhecido por ter um histórico positivo sobre vazamentos de detalhes dos filmes da Marvel Studios.

Dirigido por Duncan Jones em 2016, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ faturou US$ 439 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 160 milhões. 

No entanto, a adaptação acumulou míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes. 

Fãs teorizam que Pietro, o Mercúrio, pode voltar em WandaVision

Uma das séries mais aguardadas do ano, ‘WandaVision‘ está gerando uma série de burburinhos em relação ao possível retorno do seu irmão, Mercúrio, para a trama. 

As especulações por parte dos fãs começaram quando o nome do astro Evan Peters apareceu entre os membros do elenco da série.

Rapidamente, a sua elogiada versão do Mercúrio feita para a Fox passou a ser associada ao MCU, com muitos teorizando que o ator poderia reassumir o personagem, que na versão da Marvel Studios, havia sido protagonizado por Aaron Taylor-Johnson.

No Twitter, as teorias sobre o retorno de Peters como Mercúrio estão cada vez mais crescentes.

Confira as reações:

Assista ao trailer dublado:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘Alita: Anjo de Combate’: Petição pedindo SEQUÊNCIA já soma mais de 160 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 160.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.”

Para atiçar ainda mais, o produtor Jon Landau postou uma imagem indicando que a sequência pode estar à caminho.

Na foto, Landau surge vestindo uma camisa muito oportuna. O topo cinza tem o cartaz de Alita impresso e o texto ao redor da imagem diz:

“Lave suas mãos. Queremos a sequência”.

Confira:

 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

‘Bambi’ vai ganhar REMAKE live-action na Disney

Segundo a Variety, os estúdios Walt Disney deram sinal verde para um novo remake em live-actionBambi.

Com poucas informações divulgadas, sabe-se que o longa terá a mesma técnica de fotorrealismo empregada em ‘Mogli – O Menino Lobo’O Rei Leão.

Geneva Robertson-DworetLindsey Beer ficarão responsáveis pelo roteiro, enquanto Chris WeitzPaul Weitz entram como produtores.

Lançado em 1942, Bambi é um dos filmes mais memoráveis do panteão da Casa Mouse e uma de suas histórias mais tristes. Baseado no romance de Felix Stalten, o longa arrecadou mais de US$267 milhões nas bilheterias mundiais.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Sherlock Holmes é um clássico e icônico personagem criado por Sir Arthur Conan Doyle que, inegavelmente, é uma das personalidades fictícias mais intrigantes da literatura mundial. Ao lado de Hercule Poirot, de Agatha Christie, Sherlock é um dos maiores detetives de todos os tempos e é dotado de uma construção arquetípica fora do convencional, regido pela prestação máxima a detalhes que fogem do senso comum e por uma frieza calculista quase sociopata. E, até os dias de hoje, as histórias envolvendo o personagem continuam a alimentar o imaginário popular e a levar inúmeros outros artistas a expandir esse universo – como foi o caso de Nancy Springer e sua série de aventuras protagonizadas por Enola, filha mais nova da família Holmes e irmã caçula de Sherlock e de Mycroft.

Aclamada pela crítica e premiada desde seu lançamento em 2006, Springer criou um panteão próprio que, apesar de pegar certos elementos dos romances originais, entrega os holofotes para a jovem adolescente que foge aos convencionalismos de gênero e do que se espera de uma mulher na Londres vitoriana. E é claro que, eventualmente, essa saga ganharia uma versão cinematográfica – neste caso, supervisionada pela Netflix e estrelada por ninguém menos que Millie Bobby Brown. O resultado, contrariando talvez todas as expectativas dos assinantes da plataforma de streaming, é divertido ao extremo e, guiado por uma estética on point e por atuações impecáveis, representa uma adição mais que bem-vinda ao cânone arquitetado por Conan Doyle.

De forma bastante didática, o diretor Harry Bradbeer nos apresenta a essa trama ao colocar Enola como a narradora de sua própria jornada – algo que já vimos em diversas produções cinematográficas e televisivas, mas que aqui ganha uma dimensão de empoderamento e libertação, conforme vem à tona nos atos seguintes. Única filha de uma família de homens, Enola perdeu o pai quando ainda era criança, não tendo muitas lembranças sobre ele; entretanto, nada disso importa, visto que mantém uma relação forte com a mãe, Eudoria (Helena Bonham Carter), que lhe ensinou tudo o que sabe sobre química, literatura, pintura e raciocínio lógico. As coisas mudam de figura quando, na manhã de seu 16º aniversário, Eudoria some sem deixar quaisquer rastros – o que leva Enola a mergulhar no mundo detetivesco para descobrir o que realmente aconteceu.

Porém, a jovem enfrenta um problema: o retorno de Sherlock (Henry Cavill) e Mycroft (Sam Claflin) à casa e a repentina realização de que ela, agora sob nova guarda, será mandada para uma escola preparatória para ser “transformada” em uma dama digna da alta sociedade e pronta para encontrar um marido. Mas é claro que ela não quer nada disso – ela quer ser independente e reencontrar a pessoa que lhe preparou para nunca abaixar a cabeça para ninguém, especialmente para os homens. “Você é responsável pelo seu futuro”, Eudoria diz à filha em diversos flashbacks – e é essa premissa que rege o espectro fílmico em questão e que serve como fio condutor.

Enola consegue fugir de um futuro que não deseja e cruza caminho com um almofadinha chamado Tewksbury (Louis Partdrige), que também enfrenta a incerteza de um prospecto militar – sendo que queria seguir os passos do falecido pai e participar da Câmara de Lordes inglesa para apoiar a reforma eleitoral e permitir que analfabetos e mulheres possam votar. Entretanto, Tewksbury também é alvo de um assassino que permanece o longa-metragem inteiro tentando caçá-lo – o que leva a jovem a ajudá-lo e a protegê-lo, visto que é de sua natureza ser altruísta e empática. No final das contas (e depois de alguns flertes que alimentam um romance platônico bastante divertido), é notável de que forma o objetivo principal da protagonista é colocado em segundo plano para que ela possa mudar o mundo – da mesma forma que sua mãe sempre lhe apoiou a fazer.

Bradbeer pode se valer de diversas fórmulas – mas nunca almeja ser mais do que pretende e não se rende aos pedantismos caprichosos de drama aventurescos vazios e sem nexo. Aliando-se ao sólido roteiro de Jack Thorne e à estética imagética de Giles Nuttgens, o escopo londrino ganha uma dimensão inocente e densa: inocente pelo primeiro contato real de Enola com um mundo para além da mansão Holmes; densa, por não pensar duas vezes em mostrar a ela as verdades que se escondem nas sombras e nas mentiras que se perpetuam nas figuras taciturnas da cidade. Enquanto a nossa complexa heroína é obrigada a amadurecer, Thorne acaba deixando alguns elementos de lado e se esquece de dosar certas subtramas – ficamos surpresos quando Carter volta para conversar com sua filha, visto que o marquês havia se transformado na força principal da narrativa.

Alguns deslizes não são tão óbvios quanto o supracitado, como a controvérsia e o certo desperdício que se tem com certos personagens – principalmente com a construção enfadonha de Sherlock. Todavia, nada disso importa quando Brown emerge em uma contínua carreira de sucesso, afastando-se dos estigmas de Stranger Things e encontrando sua voz em um dos filmes mais divertidos do ano.

‘This is Us’: Saiba quando as filmagens da 5ª temporada serão retomadas!

De acordo com o TVLine, as filmagens da 5ª temporada de ‘This is Us‘ serão retomadas ainda essa semana, no dia 24 de setembro.

O quarto ciclo não havia sofrido interrupções por causa do surto de coronavírus, pois as gravações já haviam sido finalizadas quando a quarentena começou a entrar em vigor nos EUA.

Vale lembrar que o próximo ciclo abordará o quadro da pandemia do COVID-19.

A informação foi revelada pelo criador da produção, Dan Fogelman, em resposta a um questionamento feito por uma fã no Twitter. Na publicação, ele salientou que os roteiristas mergulharam de cabeça na temática:

“Algumas respostas vagas de This is Us: Não tenho certeza de quando a produção começará. Não tenho certeza de quando os novos episódios serão exibidos. Sim para o Covid. Nós decidimos atacar o assunto de cabeça. Estou muito orgulhoso dos nossos roteiristas. O mesmo final planejado. A mesma rota para chegar até lá”. 

A nova temporada irá estrear no dia 10 de novembro, com um episódio duplo.

A série é criada por Dan Fogelman.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

Luta INSANA com martelo e espada no clipe de ‘Tokyo Home Stay Massacre’; Assista!

O longa ‘Tokyo Home Stay Massacre‘ ganhou um clipe insano.

Confira:

O filme é escrito e dirigido pela dupla Kenta Osaka e Hirohito Takimoto.

Três jovens americanos viajam para o Japão para fugirem de um passado trágico e se divertirem, mas acabam presos em uma casa com uma família insana que planeja oferecê-los aos seus deuses como parte de um doentio ritual.

Diana G., Will Harrell e Alex Derycz estrelam a produção.

O longa será lançado direto em VOD e DVD no dia 2 de outubro.

’50 States of Fright’: Detalhes sobre os episódios da 2ª temporada são revelados; Confira!

O Quibi divulgou os detalhes dos episódios da 2ª temporada de ‘50 States of Fright‘, série antológica de terror produzida por Sam Raimi.

Confira:

  • “Almost There”/Iowa

Com o fantasma de sua mãe a aterrorizando, uma engenheira deve consertar a turbina no meio de Iowa durante uma sinistra tempestade.

O elenco inclui Taissa Farmiga, Ron Livingston e Katie Stuart.

Dirigido por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’).

 

  • “13 Steps to Hell”/Washington

Quando uma jovem desce em uma estranha escadaria no subsolo de um cemitério para recuperar o brinquedo perdido do irmão, ela acaba encontrando mais do que esperava no final dos degraus.

O elenco inclui Rory Culkin e Lulu Wilson.

Dirigido por Lee Cronin (‘A Morte do Demônio 4’).

 

 

  • “Red Rum”/Colorado

Quando um grupo de “influencers” entra no hotel mais assombrado do Colorado, eles se encontram vítimas de espíritos que só queriam ser deixados sozinhos.

O elenco inclui Christina Ricci, Jacob Batalon, Victoria Justice e Colin Ford.

Dirigido por Daniel Goldhaber (‘Cam’).

 

  • “Dogwood-Azalea”/Missouri

Quando uma jovem se muda para uma nova cidade rural em Missouri com sua família, ela faz amizade com uma alma muito antiga e raivosa.

O elenco inclui Erica Tremblay e Elizabeth Reaser.

Dirigido por Cate Devaney.

A segunda temporada irá estrear no dia 26 de outubro.

O novo ciclo irá explorar histórias baseadas em lendas urbanas do Colorado, Iowa, Missouri e Washington, levando os espectadores em uma jornada de terror pelos estados dos EUA.

Emmy 2020 cumpre o prometido e entrega cerimônia competente e funcional

Antes da cerimônia do Emmy 2020, a resposta para a pergunta “o que pode dar errado?” era: absolutamente tudo! A megaprodução realizada de forma remota demandou um esforço hercúleo, que incluiu o envio de equipamentos para mais de 130 localidades, a fim de garantir que nenhum dos indicados ou vencedores aparecesse com uma qualidade ruim de teleconferência no Zoom. A cerimônia foi movida do Microsoft Theater para o Staples Center, a fim de garantir um espaço maior para a circulação da equipe e também uma sala de controle que fosse grande para receber o retorno dessas mais de 130 câmeras. Com tudo dependendo de conexão Wi-Fi mais do que seria prudente em qualquer evento deste porte, a tragédia poderia ser gigantesca. Felizmente, não foi.

De modo geral, o evento fluiu de forma bastante orgânica, ainda que a piada com a plateia fake no monólogo de abertura de Jimmy Kimmel tenha durado tempo demais — e a falha com a tradução simultânea na exibição local também. É natural que haja certas limitações: sem o tapete vermelho e sem a presença dos indicados e companhia, a quantidade de memes e piadas é menor, a emoção de algumas vitórias é sentida com menor impacto quando aquele vencedor não precisa se levantar de sua cadeira e abraçar alguns à sua volta enquanto se dirige ao palco. Na grande maioria das vezes, a graça dos segmentos é mais a interação entre aqueles astros do que as piadas em si, e isso é um fator que sumiu. Justiça seja feita, ele é dificilmente replicável durante uma situação de isolamento social.

É importante ter em mente que alguns desses fatores estão além da capacidade dos produtores da cerimônia resolver. O que cabia a eles foi feito: os feeds funcionaram, as homenagens ocorreram sem grandes transtornos e nenhum premiado faltou ou deixou de discursar. Dever cumprido.

Para evitar maiores problemas, a cerimônia foi dividida em blocos, de forma que todos os prêmios de cada um dos segmentos — comédia, drama, variedade, série limitada, etc — foram entregues em sequência. Por um lado, isso tornou a limpa de Schitt’s Creek ainda mais impactante. Por outro, fez com que o evento ficasse ainda mais hermético e compartimentado do que seria caso pudesse seguir uma ordem mais tradicional. 

É claro que havia expectativa para o resultado final da cerimônia, mas levando em conta o tamanho da missão assumida pelo Emmy — uma empreitada que nenhum outro evento ao vivo tentou em 2020, diga-se de passagem —, há de se aplaudir o quanto a execução ocorreu sem deslizes que não fossem a ausência de um ou outro indicado que não apareceu. 

Quanto aos vencedores, poucas surpresas diante da esperada dominação de Schitt’s Creek, Succession e Watchmen. Se a comédia canadense trouxe um feito inédito para o gênero, tivemos algumas surpresas com a vitória deNada Ortodoxa em direção de série limitada, Uzo Aduba em melhor atriz coadjuvante em série limitada (Mrs. America) e, é claro, Zendaya em atriz de série dramática — esta última, aliás, certamente a melhor surpresa da noite, ainda mais levando em conta a esnobada deEuphoria entre as indicadas a melhor drama.

Diante de tudo isso, era esperado que a HBO seguisse sua própria tradição e levasse para casa a maior quantidade de estatuetas entre todas as plataformas indicadas — algo que sedimenta a eficácia da estratégia do canal a cabo premium. A disputa de qualidade x quantidade continua, mas o recado deste ano foi bem claro. 

Em um momento tão atípico, uma cerimônia como o Emmy Awards serve como um ponto fixo de normalidade, embora ele inevitavelmente tenha vindo com suas pontadas de tristeza — este não é o ‘novo normal’, é um lembrete triste da realidade momentânea e limitante. Mas dentro do possível, a cerimônia cumpriu o que prometeu, decepcionou quem esperava um caos generalizado e colocou sorrisos em alguns rostos com os anúncios dos premiados.

E isso, nessa situação, já é o suficiente. 

‘Creepshow’: Joe Lynch será um dos diretores da 2ª temporada

Através do seu Twitter, o cineasta Joe Lynch (‘Floresta do Mal‘) revelou que irá dirigir um dos segmentos da 2ª temporada da série de terror antológica ‘Creepshow‘.

Detalhes sobre qual segmento ele irá comandar não foram divulgados.

Devido a pandemia, a segunda temporada deve estrear apenas em 2021.

O novo ciclo contará com os atores Keith David, Ashley Laurence, Josh McDermittAnna CampAdam Pally.

Greg Nicotero será responsável pela direção dos quatro primeiros segmentos da próxima temporada.

Confira o primeiro cartaz do segundo ano:

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

Crítica em Vídeo | ‘Ratched’ é a série mais bela de Ryan Murphy – mas peca na história

O nosso redator e colunista Thiago Nolla fez uma crítica em vídeo analisando os principais pontos de Ratched, nova série de Ryan Murphy para a Netflix que traz a icônica Sarah Paulson como protagonista.

Confira:

]A primeira temporada já está disponível na plataforma.

Em 1947, a jovem Mildred Ratched (Paulson) iniciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.

O elenco também é composto por Sharon Stone, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora.

‘WandaVision’: Fãs estão PIRANDO com a série da Feiticeira Escarlate; Confira as reações!

Lembram dos filhos da Wanda nos quadrinhos? Essa imagem do trailer mostra que talvez eles não fiquem só nos quadrinhos.

Os fãs foram surpreendidos com a chegada do primeiro trailer completo de ‘WandaVision‘, que foi lançado na noite do último domingo (20), durante o intervalo da transmissão do Emmy Awards 2020.

E desde o lançamento do material, as reações mais diversas têm surgido entre os internautas do Twitter. Por meio da rede social, muitos comemoraram o trailer e outros até começaram a teorizar sobre alguns dos aspectos mais enigmáticos presentes no vídeo. 

Confira as reações:

Assista ao trailer dublado:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e também traz no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

10% das salas de cinema brasileiras voltam a funcionar com protocolos de segurança

Segundo uma nova reportagem do Fantástico, o setor cultural do Brasil voltou gradativamente à ativa com a reabertura de parte das salas de cinema no país – 10% do número total, na verdade.

As informações indicam que o retorno ao funcionamento veio acompanhado de rígidos protocolos de distanciamento social e de segurança sanitária, incluindo um novo sistema de purificação de ar e a utilização obrigatória das máscaras.

“Esta revisão, em termos de uma manutenção preventiva do ar condicionado, é fundamental. A gente julga e espera que o estabelecimento faça ou que tenha alguma vistoria em relação a isso, nessa retomada. Nada tem risco zero, nada, tudo que a gente for fazer, você pode até medir, um risco maior, um risco menor, mas algum tipo de risco a gente vai correr porque estamos no meio de uma pandemia”, comentou Rosana Richtmann, infectologista do Hospital Emílio Ribas.

Quarenta municípios nacionais já reabriram as salas de cinema, mas vale lembrar que cada uma das cidades determina as próprias regras para que isso aconteça. Dentre as capitais que já adotaram as medidas de segurança necessárias para a volta do público, estão incluídas Manaus (AM), Fortaleza (CE), Belém (PA) e Salvador (BA).

De acordo com Caio Silva, membro da ABRAPLEX (Associação Brasileira de Empresas Exibidoras Cinematográficas), “todos os funcionários com máscara, face shield, uniforme apropriado. Um controle do uso dos toaletes, não permitindo lotação exagerada como é muito comum na saída do cinema”.