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‘Lost’: Todas as temporadas serão removidas do catálogo da Netflix; Saiba quando!

Notícia triste para os fãs de ‘Lost’. O popular seriado criado por J. J. Abrams, Damon Lindelof e Jeffrey Lieber será removido do catálogo da Netflix Brasil.

De acordo com informações do site nacional Guia da Netflix, as seis temporadas sairão do serviço de streaming dia 15 de outubro.

Vale lembrar que é relativamente normal que séries e filmes sejam removidos do catálogo da Netflix, podendo retornar futuramente após uma possível renovação de contrato.

‘Lost’: Evangeline Lilly não aprova um revival da série

‘Lost’ teve 118 episódios e foi originalmente transmitida entre 2004 e 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.

Crítica ‘O Homem Mais Feliz do Mundo’ | Um rolé nada aleatório da FIFA pela vida de Ronaldinho Gaúcho

Lançado há dois dias, o streaming FIFA+ chegou ao mundo trazendo conteúdos originais relacionados ao mundo da bola e promessas de transmissões de jogos ao vivo. No momento, o principal chamariz para os assinantes dessa plataforma gratuita é o filme O Homem Mais Feliz do Mundo. Uma minibiografia original de Ronaldinho Gaúcho, um dos maiores jogadores de todos os tempos e símbolo de carisma e felicidade.

Contada de forma não linear, a história do Bruxo começa com ele nos dias atuais fazendo uma reflexão na praia sobre a felicidade. E é justamente a partir disso que a trama se desenvolve, do significado da alegria no vida do craque.

A opção da direção pela não-linearidade faz com que o filme trace paralelos interessantes sobre eventos da vida pessoal do R10, principalmente na infância, com fases gloriosas ou turbulentas de sua vida profissional no Barcelona, time pelo qual ele encantou o mundo com seu futebol mágico e hipnotizante.

Nos momentos em que aborda a relação entre Ronaldinho e Barcelona, o filme traz detalhes fantásticos sobre a transação do camisa 10, que deixava o PSG e quase fechou com o estrelado Manchester United.

Com relatos do ex-presidente blaugrana, Joan Laporta, que levou o brasileiro para o Barça, o longa se aprofunda nos processos da complicada negociação, que contou até mesmo com uma ligação pedindo ajuda ao técnico Felipão, que trabalhou com o atleta na Seleção Brasileira, para convencê-lo a ir para a Espanha em vez da Inglaterra.

Além disso, Lionel Messi faz uma participação para falar mais de sua amizade com Ronaldinho, que foi seu maior mestre nos gramados. É muito legal ver a forma como um fala do outro e relembram com orgulho e nostalgia dos anos de ouro.

Mas nem tudo são flores. Se o tema do filme é a alegria, a tristeza ocupa uma parte importante na trama. Da mesma forma que é mostrada a ascensão meteórica de Ronaldinho no Barça, sua queda e a falta de respeito com que o clube, a imprensa espanhola e a torcida conduziram sua saída também são mostrados. Esse momento de baixa coincide com a derrota traumática na Copa do Mundo FIFA 2006, que marcou toda uma geração e deu início à queda de desempenho do atleta no cenário internacional.

Da mesma forma, a perda do pai ainda na infância ocupa um espaço importante, não só pelo trauma em uma criança que ainda não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas pelo impacto que isso causou na família e como afetou nos rumos do irmão, Assis, e consequentemente no do próprio Ronaldinho.

Também há momentos voltados para a curta trajetória do craque no início de carreira no Brasil. Os relatos do pequeno Ronaldo na época do futsal são divertidíssimos e dão uma ideia do porquê ele se tornou esse craque admirado pelo futebol alegre nos quatro cantos do mundo.

Apesar de chegar a falar um pouco da polêmica envolvendo o Grêmio, clube que o revelou para o futebol, o filme não se aprofunda nessa questão. Infelizmente, o longa chega ao fim com a ida do camisa 10 para o Milan. Seria fantástico se houvesse uma sequência focada em seu retorno ao Brasil, desde a polêmica com seu ex-clube, passando pela fase em baixa, até recobrar a idolatria com a conquista inédita da Glória Eterna pelo Atlético-MG.

Com relatos divertidos e emocionantes, O Homem Mais Feliz do Mundo é uma história incrível sobre um dos maiores que o mundo já viu. É um filme indispensável para qualquer um que ame o futebol, apesar de grandes histórias do futebol brasileiro envolvendo o atleta não serem retratadas aqui. Mesmo assim, é uma obra que prende o espectador em suas quase 2h de duração.

O Homem Mais Feliz do Mundo está disponível no catálogo do FIFA+.

Crítica | How I Met Your Father – Hilary Duff é Único Destaque em Reboot caricato e sem graça

Sucesso inquestionável entre os anos 2005 e 2014, ‘How I Met Your Mother’ foi uma sitcom que conquistou muitos fãs ao redor do mundo – ao ponto até de criar uma rixa com os fãs de outra famosa sitcom, ‘Friends’, considerada por muitos como a primeira a criar um enredo envolvendo amigos e situações amorosas. Uma das coisas que os fãs de HIMYM mais gostavam era o suspense contínuo que se prolongou por todas as temporadas – saber quem era a mãe do filho com quem Ted (Josh Radnor) conversava todo início de episódio –, revelado apenas no último episódio. Seguindo essa pegada, mas dizendo-se não ser um reboot do original, estreou na Star+ a série de comédiaHow I Met Your Father’.

Sophie (Hilary Duff) acredita no amor. Muito. Por isso já foi a dezenas de encontros com caras que conheceu em aplicativo de relacionamento, pois está certa de que uma hora irá encontrar o homem de seus sonhos. É assim que acaba entrando no uber de Jesse (Christopher Lowell), que trabalha como motorista nas horas vagas, apesar de ser professor primário. Para a surpresa de Sophie, Sid (Suraj Sharma) também está no carro, e eles vão dar uma carona para o rapaz enquanto Sophie se encaminha para seu primeiro encontro com Ian (Daniel Augustin), por quem está perdidamente apaixonada. Mas, uma troca de celulares fará com que a moça volte a encontrar com Jesse, e junto com sua roomate Valentina (Francia Raisa) e o novo namorado dela, o britânico Charlie (Tom Ainsley), eles vão formar um improvável grupo de amigos.

Dividido em dez episódios com cerca de trinta minutos de duração cada, ‘How I Met Your Father’ diz que não é um reboot do seu original, mas copia toda a estrutura da antecessora: o grupo de amigos ligados por desilusões amorosas e construído de maneira randômica na cidade de Nova York; o/a protagonista que acredita no amor e que faz par perfeito com alguém que está na frente dele/a, mas que se recusa a enxergar; o casal de amigos que são o único casal mesmo; até mesmo a estrutura do protagonista mais velho no futuro conversar com seu filho para contar a verdade sobre quem é seu pai/mãe. Esta parte, aliás, em ‘How I Met Your Father’ é bem ruinzinha, estrelada por uma engessada Kim Cattral (a Samantha, de ‘Sex and the City’) que acha que tem que seduzir o espectador, e esquece que está falando com o próprio filho ao telefone.

Tudo é extremamente caricato no roteiro criado por Isaac Aptaker! A inclusão de artistas de outras etnias num formato de série predominantemente branco (como HIMYM e ‘Friends’) seria algo positivo, não fosse o fato de esses personagens estarem na trama tão somente para se fazerem ou serem feitos de idiotas. Exemplos podem ser vistos no tal namorado britânico Charlie, um almofadinha que nunca andou de metrô na vida, parece uma criança grande animada com Nova York, mas que fica com nojinho de pegar no corrimão e usa abotoaduras para ir numa boate; ou Ellen (Tien Tran), uma vietnamita lésbica que não pode ver uma mulher que acha que tem que dar em cima, e é forçadamente a irmã adotiva de Jesse (para poder incluir um personagem asiático na trama); e mesmo a melhor amiga latino-americana Valentina, que, por ser dessa origem, é claro que seria a gostosa viciada em sexo; ou Sid, o melhor amigo indiano dono do bar que até mesmo seu próprio funcionário o sacaneia o tempo todo e ele nem percebe.

Em suma, só Hilary Duff salva no constrangedor ‘‘How I Met Your Father’, e, pensando bem, nem ela está bem na trama, mas, considerando que todo o resto está bastante esquecível, fica fácil se destacar. Ao menos os fãs da versão original são contemplados no episódio 6, com a participação especial da querida Robin (Cobie Smulders) na nova série.

‘Star Trek: Discovery’: Alex Kurtzman fala sobre a terceira temporada

Star Trek: Discovery’ está entrando no ato final de sua segunda temporada e já foi renovada para um terceiro ano. O co-criador Alex Kurtzman e grande parte do elenco participaram hoje do evento PaleyFest, onde tomaram conta do palco para o painel especial da série.

Kurtzman aproveitou o momento para dizer que “a resposta [sobre a segunda temporada] foi bastante positiva. Estou adorando ouvir o que os fãs têm para dizer sobre o show, o que está funcionando e o que não está. Fala bastante sobre o modo como estamos escrevendo a história”.

O showrunner aproveitou para falar sobre as relações que sua série mantém com ‘Star Trek: The Original Series’, visto que logo no primeiro capítulo deste ano, a nave Enterprise e seu capitão Christopher Pike deram as caras. “Continuaremos fazendo conexões com ‘TOS’. Os fãs irão rever certas coisas do passado e algumas coisas novas”.

As gravações da terceira temporada da série começam em 8 de julho de 2019.

Ainda não há previsão de estreia, mas é esperado que chegue em algum momento de 2020.

Michelle Paradise será co-showrunner na próxima temporada, ao lado de Alex Kurtzman.

“Michelle se juntou a nós na segunda temporada e energizou o quarto com sua ferocidade e conhecimento sobre o universo Trek,” disse Kurtzman em uma declaração. “O seu envolvimento com os personagens e o seu foco já se tornaram essenciais para garantir o nosso legado, e sua nova perspectiva vai nos ajudar evoluir. Estou orgulhoso em anunciar que eu e a Michelle iremos comandar ‘Star Trek: Discovery’ juntos”.

A série foi criada por Bryan FullerAlex Kurtzman. Este último, além de ser o roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek‘, também assumirá como showrunner na nova temporada.

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs e Emily Coutts estrelam.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek‘ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

‘O Rei Leão’ ganha versão brasileira com animais da Amazônia; Confira!

O remake em live-action de ‘O Rei Leão’ continua reacendendo o gostinho de infância em diversos fãs da animação original e, recentemente, inspirou um talentoso artista brasileiro a recriar a clássica história de Simba – só que com animais da Amazônia.

No lugar dos leões da savana, o ilustrados Vilmar Rossi Junior optou por colocar onças-pintadas, enquanto as perigosas hienas foram substituídas por cachorros-vinagres. Timão e Pumba, representados originalmente por um suricato e um javali, foram redesenhados como cateto e irara.

Confira:

‘O Rei Leão’ já arrecadou 523,47 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos, enquanto alcançou a marca de 1,036 bilhão mundialmente. Por enquanto, o live-action reside na posto de 7ª maior bilheteria de todos os tempos.

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica:

‘The Eddy’ é uma série sobre como a música sobrevive à segregação social, diz roteirista

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o roteirista Jack Thorne revelou alguns detalhes de ‘The Eddy’, nova série de Damien Chazelle (‘La La Land: Cantando Estações’).

Thorne aproveitou o hype da produção para contar um pouco sobre as inspirações do showrunner para a narrativa.

“O que realmente interessou Damien foi a new wave dos anos 1960. Era nisso que pensávamos o tempo todo, mas teria que ser contemporâneo. Meu pai era um planejador urbano, e sempre fui fascinado com isso, e a estrada circular de Paris é muito interessante, o modo como exclui racial e financeiramente vários parisienses. Há uma espécia de círculo íntimo de riqueza. Não é tão duro quanto parece, mas percebi isso em Londres e certamente em Nova York. Há algo sobre Paris que é bem interessante quanto a isso. Então será sobre um clube de jazz, fora dessa estrada. [É sobre] as relações e como a cidade funciona e como o crime e a música sobreviveram em meio a isso”.

Confira a sinopse oficial:

A trama gira em torno de Elliot (Andre Holland), por sua vez, é um outrora celebrado pianista de jazz em Nova York que se mudou para Paris e agora é um dos donos de um clube noturno prestes a falir. Ele tem uma relação conturbada com a cantora da casa, mas prefere esconder o que sente. Quando sua filha de quinze anos (Amandla Stenberg) aparece repentinamente, Elliot deve enfrentar suas fraquezas e amadurecer.

O elenco também é formado por Joanna KuligLeïla BekhtiLiah O’Prey Tahar Rahim.

Chazelle tornou-se o diretor mais jovem da história a levar para casa a estatueta de Melhor Diretor no Oscar por seu trabalho em ‘La La Land: Cantando Estações’. Seus outros créditos incluem ‘O Primeiro Homem’‘Whiplash: Em Busca da Perfeição’.

‘The Eddy’ será composta por oito episódios e estreia em 2020 na Netflix.