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Sharon Stone PAGOU o salário de Leonardo DiCaprio e de Russell Crowe no faroeste ‘Rápida e Mortal’

Em seu livro de memórias ‘The Beauty of Living Twice’, lançado em 2021, a icônica Sharon Stone revelou que, em meados dos anos 1990, ela apoiou a contratação de Leonardo DiCaprio, que à época não era reconhecido, para estrelar o clássico Rápida e Mortal (via Yahoo).

Stone escreveu que inclusive chegou a pagar o salário do jovem ator para ajudá-lo.

“O estúdio disse que, se eu o quisesse tanto assim, poderia pagar o salário dele por conta própria – e foi o que eu fiz”, ela contou.

Em entrevista à E! News, DiCaprio comentou que agradeceu “inúmeras vezes” o ato de generosidade da atriz.

“Não sei se a agradeci o bastante pelo presente, mas não consigo agradecê-la o bastante”, ele disse.

Stone era uma das produtores do longa-metragem e também pediu para Russell Crowe participar do projeto.

“Ela disse: ‘esses são os dois atores com quem eu quero trabalhar'”, DiCaprio continua. “É incrível. Ela sempre foi uma grande defensora do cinema e de dar oportunidades a outros atores, então sou muito grato”.

No livro, Stone também disse que DiCaprio foi o “único que arrasou na audição. Na minha opinião: ele foi o único que veio e chorou, implorando o amor do pai à medida que morria na cena”.

O filme, lançado em 1995, foi dirigido por Sam Raimi, com roteiro assinado por Simon Moore.

O vilarejo de Redemption recebe, todos os anos, um concurso de pistoleiros organizado por John Herod. Ellen vai ao evento disposta a enfrentar Herod, que destruiu sua vida no passado. Assim que chega à vila, ela conhece o pastor Cort, que decidiu nunca mais apontar uma arma para ninguém. Porém, Herod sabe que Cort é um dos principais pistoleiros da região e tenta convencê-lo a também participar do concurso.

Gene HackmanPat HingleKevin ConwayKeith DavidLance Henriksen e outros também fizeram parte do elenco.

O longa arrecadou US$47 milhões mundialmente e, apesar de ter recebido críticas mistas à época do lançamento, foi reavaliado pela crítica e recebeu aplausos – sendo considerado uma das entradas mais subestimadas da filmografia de Raimi.

Assista ao trailer LEGENDADO do filme da The Chromatica Ball Tour, de Lady Gaga!

Max Brasil divulgou o trailer legendado de ‘Gaga Chromatica Ball’, filme da aclamada turnê mundial The Chromatica Ball Tour, de Lady Gaga.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 25 de maio e foi inteiramente criada, idealizada e produzida pela artista.

Confira:

A turnê aconteceu em 2022 e, além de ter esgotado todos os espetáculos, foi ovacionado pela crítica e pelo público, consagrando-se como uma das melhores do ano.

Vale lembrar que a Gaga será uma da protagonistas da sequência ‘Coringa 2‘, onde interpretará a vilã Harley Quinn.

O longa, que contará com o retorno do Joaquin Phoenix como o personagem titular, está agendada para 4 de outubro de 2024.

‘Doctor Who’: Ncuti Gatwa confirma RETORNO para a 3ª temporada!

Boas notícias para os fãs de Doctor Who!

Em uma recente aparição ao The Graham Norton Show, o astro Ncuti Gatwa confirmou que irá retornar como o personagem titular para a 3ª temporada da atração.

E isso não é tudo: Gatwa também revelou que as gravações do próximo ciclo irão começar no início de 2025.

“Tudo está indo bem. Fizemos a segunda temporada este ano, o especial de Natal está vindo aí – e vamos rodar a terceira temporada no ano que vem”, ele disse.

Criada por Russell T. Davies, a série está disponível no Disney+.

Millie Gibson, Susan Twist e Jinkx Monsoon também estrelam a nova versão.

Na nova era de Doctor Who, o Doutor (Gatwa), viaja através do tempo em uma cabine telefônica chamada TARDIS. Na companhia de Ruby Sunday (Gibson), ele desvenda mistérios e combate criaturas estranhas e anomalias em diferentes períodos históricos.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

Em 1937, o mundo do cinema mudava para sempre com o lançamento da atemporal animaçãoBranca de Neve e os Sete Anões’. O longa-metragem marcou o lançamento da primeira princesa da Walt Disney Studios e calcou todas as produções inspiradas em contos de fada que seriam lançadas nos anos e nas décadas seguintes – carregando um legado inenarrável que estende suas ramificações até os dias de hoje e sagrando-se como uma das maiores obras-primas da sétima arte. Agora, quase noventa anos depois da chegada da animação original aos cinemas, somos convidados a uma reimaginação em live-action que já estava em desenvolvimento há bastante tempo e que finalmente vê a luz do dia pelas mãos de Marc Webb.

A trama, expandida tanto da animação clássica quanto do conto original assinado pelos Irmãos Grimm, é centrada em Branca de Neve (Rachel Zegler), uma jovem sonhadora que perdeu a mãe para uma doença terrível e cujo pai saiu para defender o reino dos inimigos das terras do Sul e não voltou mais – deixando tanto o castelo quanto os súditos sob as mãos da tirânica madrasta de Branca, a Rainha Má (Gal Gadot). Forçando a heroína a trabalhar constantemente como serva e usurpando todas as riquezas, a Rainha submeteu o reino à desesperança e à falta de prospecto, fazendo-o se esquecer até mesmo da existência de uma princesa benévola como o saudoso Rei. Guiada pelos próprios caprichos e por um Espelho Mágico (cuja voz pertence a Patrick Page), ela se importa apenas com sua beleza – e se vê ameaçada quando Branca torna-se a mais bela de todas, lançando-a a um ímpeto de inveja e de vingança derradeiro.

Arquitetando um terrível plano, a Rainha contrata os serviços de um Caçador (Ansu Kabia) para levá-la a uma parte distante da floresta, onde ele deve matá-la e arrancar seu coração. Porém, em meio à gentileza de Branca, seu suposto algoz a deixa viver e a incita a fugir; a jovem, então, se embrenha na parte mais escura da floresta até ser auxiliada pelos animais silvestres, chegando a uma pitoresca casa onde moram sete Anões – Mestre, Feliz, Soneca, Dengoso, Dunga, Zangado e Atchim – que se tornam seus aliados e a ajudam a enfrentar não apenas a Rainha, mas a reaver o reino que lhe pertence por direito.

Sempre que escrevo algum texto sobre um remake em live-action da Casa Mouse, deixo bem claro que a maior parte das investidas costuma falhar em capturar a essência do material original ou até mesmo a entregar um produto que seja bem-feito – como é o caso de ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘Dumbo’, ‘Pinóquio’, ‘Malévola’ e tantos outros. Entretanto, vez ou outra, o time artístico escalado para esses títulos sabe como comandar e nos surpreende com investidas estruturadas com solidez – como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘Cinderela’. E, felizmente,Branca de Neve integra esse segundo grupo: apesar de claros deslizes que nos fazem torcer o nariz, o resultado é aprazível dentro de seus limites, recapturando a magia que eternizou a protagonista no cenário do entretenimento e trazendo elementos novos que, por vezes, tornam os arcos mais interessantes.

Zegler é a grande estrela da produção, o que não é nenhuma surpresa: desde sua estreia oficial no remake de ‘Amor, Sublime Amor’, passando por produções como ‘Y2K’ e ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, a jovem atriz mostrou que veio para ficar e que sabe como encarnar qualquer personagem que lhe é dado. Enfrentando críticas inexplicáveis quando escalada, Zegler rende-se de corpo e alma a uma das melhores rendições de Branca de Neve, pegando expressões emprestadas das múltiplas encarnações que a heroína sofreu ao longo da história – mas apoiando-se em uma construção única e que dialoga com sua identidade artística. Como se não bastasse, seus vocais irretocáveis fornecem ainda mais densidade emocional ao arco em que é lançada, com destaque a momentos como “Waiting on a Wish” e “Whistle While You Work”.

Webb alia-se à roteirista Erin Cressida Wilson para dar vida ao projeto e, em boa parte, ele acerta nas escolhas técnicas e imagéticas: a fotografia familiar garante que ambos os lados da história – o de Branca e o da Rainha – sejam diferenciados pelo contraste de cores e até mesmo de enquadramentos, confinando a antagonista a sequências claustrofóbicas que representam a prisão que criou para seus súditos e, inadvertidamente, para si mesma; e colocando a heroína em uma jornada de empoderamento que toma cada vez mais força conforme os planos se abrem e as cores vibram em dourado e amarelo. Todavia, certos momentos parecem ultrapassar as cartas de amor à animação de 1937 e posam apenas como cópia.

Como mencionado, existem equívocos que mancham a estrutura da obra – mas o principal deles destina-se à crassa performance de Gadot. A atriz, que não é conhecida exatamente por sua versatilidade, se engolfa em uma representação caricata, burlesca e risível de uma das maiores vilãs da sétima arte, ofuscada pela longa sombra deixada por nomes que, de fato, fizeram jus à personagem (como Lana Parrilla, em ‘Once Upon a Time’, e Charlize Theron, em Branca de Neve e o Caçador’). Seja com entonações fora do eixo e uma tentativa frustrada de transparecer frustração e inveja, Gadot inclusive transforma a canção original “All Is Fair” em um festival de canastrices.

Um dos outros pontos positivos da obra é a trilha sonora: Benj Pasek e Justin Paul, que trabalharam juntos em ‘La La Land: Cantando Estações’ e ‘O Rei do Show’, nos presenteiam com faixas modernizadas que, mesmo seguindo a receita de produções similares, funcionam com repaginações mais modernas e arranjos instrumentais imponentes e envolventes. Para além das faixas encarnadas por Zegler, um dos momentos-chave da trama, “Heigh-Ho”, é ampliada em uma divertida narrativa que apresenta os sete Anões pela primeira vez de forma didática e “chiclete”.

O remake em live-action deBranca de Neve pode não ser uma joia reluzente como a animação original, mas nos conquista por não se levar a sério à medida que recaptura a magia do clássico e deixa que Rachel Zegler reitere seu merecido status em uma brilhante atuação.

branca de neve poster

Crítica | ‘Rapsódia – O Musical’ é uma gema do teatro independente e a melhor peça do ano

‘Rapsódia – O Musical’ é um projeto bem diferente do que estamos acostumados: após ter estreado no Rio de Janeiro após uma década, a peça passou por uma remodelação estrutural e criativa que culminou em sua estreia nos palcos de São Paulo, na Sala Experimental do Teatro B32, e que se configurou, desde seu début no começo do mês, como uma das joias do cenário independente por seu caráter inovador e original, mergulhando de cabeça na cultura nacional e rearranjando conhecidos tropos do terror, da comédia e do próprio musical em uma explosiva e hilária narrativa.

Criada e dirigida por Mau Alves (‘Glam’), que também entra como um dos personagens principais e produtor da atração, a trama acompanha o tímido e estranho Pátrio (Felipe Assis Brasil), um jovem que se muda para a fictícia cidade de Rapsódia após ser chamado para trabalhar com o primo distante, Jeremias (Conrado Helt). Pátrio é escalado como braço-direito de Jeremias em uma fábrica de sabão, cujos estranhos funcionários e dono escondem um segredo que o protagonista está determinado a descobrir – e que se esconde em um críptico porão trancado a sete chaves. A partir daí, Pátrio se vê engolfado e arrastado para uma complexa artimanha que se estende por breves uma hora e vinte e que nos arrebata logo nos primeiros segundos.

Diferente da temporada no Rio, a nova versão de ‘Rapsódia’ tem seu escopo diminuído, tirando os atores do clássico palco italiano e os aproximando do público em uma investida imersiva e que quebra a quarta parede de maneira espetacular. Alves, que une forças a Julia Morganti e a Rafael Ramirez para dar vida ao projeto, esquadrinha um pot-pourri que presta homenagens a clássicos e populares musicais e que, ao mesmo tempo, abraça certos convencionalismos para celebrar e a cultura nacional em uma vibrante incursão – e que reitera a importância do teatro independente e a arte pela arte. Mas não se enganem: essa predileção criativa não é focada em uma estrutura parnasiana e sólida, mas se destrincha a ponto de transformar a peça em uma entidade viva, em contínua expansão e que convida os espectadores a integrar a história de forma inesperada.

Cada personagem tem seu momento de brilhar – e a decisão de tirar o coro foi certeira, considerando o espaço onde o musical é encenado. Brasil e Helt nos presenteiam com performances fabulosas, funcionando como partes de uma mesma moeda que digladiam em um arco friends-to-enemies movido a constantes quebras de expectativa e a rendições vocais cintilantes; Lurryan, Jofrancis e Igor Miranda, interpretando os “capangas” de Jeremias”, divertem-se em uma releitura inesperada do trio de hienas de ‘O Rei Leão’, fomentando o caráter despojado e jocoso do enredo como Coné, Catarina e Horácio, respectivamente; Luan Carvalho, Julia Morganti e Marília Di Lorenço, formando o grupo de prostitutas do cabaré local, pautam suas atuações em desconstruções de Femme fatales; e, completando esse time irretocável, temos Mau encarna Tobias, mordomo e mestre de cerimônias dessa arrepiante jornada.

Como mencionado, o musical é uma irruptiva mixórdia de estilos que celebra a importância do teatro: as maquiagens, fruto da competência inexplicável de Alisson Rodrigues, parecem ter saído de ‘A Noiva Cadáver’ – enquanto algumas cenas pegam páginas emprestadas de produções icônicas como ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’ e ‘Moulin Rouge’, talhadas sob uma ótica interessante e que promove um respiro de originalidade bem-vindo e imprescindível que entra em conflito com um cenário mainstream marcado, agora, pela mercadologia do que por pulsões artísticas dignas de nota. Ainda nesse aspecto, a atemporalidade propositalmente anacrônica promovida por cada ínfimo detalhe do projeto estende-se para a simples e funcional coreografia de Clara da Costa, os impecáveis figurinos assinados por Ùga agÚ e Fê Faria, e a cenografia cortesia de Lurryan.

Um dos elementos que mais nos chamam a atenção é a forma como o non-sense é explorado, transformando-se em personagem ativo de uma trama cujos personagens são pincelados com menções à commedia dell’Arte e até mesmo a populares sitcoms televisivas que explodem em cena. Ora, temos inclusive duas sequências que rendem-se à câmera lenta e ao flashback, construindo uma metadiegese metalinguística de nos tirar o fôlego. E a cereja do bolo vem com a presença de Tony Lucchesi, tomando as rédeas como diretor musical, aliando-se a Sarah Benchimol, promove um expressivo encontro entre bolero, tango, bubblegum pop, rock, samba e inflexões sonoras que nos arremessam aos vaudevilles franceses dos anos 1960.

‘Rapsódia – O Musical’ é uma gema do teatro independente e reafirma a importância desse segmento artístico dentro de um escopo que costuma menosprezá-lo. É notável a paixão que cada membro da equipe técnica e criativa demonstra com esse projeto, auxiliando na consagração da peça como o melhor lançado no circuito em 2025 – e que precisa a nossa atenção.

Para informações sobre datas e ingressos, clique aqui!

‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder tem um “final inovador”, revela Kevin Smith

Kevin Smith, que trabalhou como consultor e quadrinista da DC, revelou ao podcast do Fatman Beyond que já assistiu a versão de Zack Snyder de ‘Liga da Justiça‘ e não achou que o final do filme é um “beco sem saída”.

“O final do Snyder Cut está bem longe de ser um beco sem saída. Ele vai nos levar para um final inovador, por assim dizer, mas não é um beco sem saída. Pelo que eu vi, a história pode sim continuar”. 

O chefe da DC Films, Walter Hamada, revelou ao The New York Times que a versão de Zack Snyder não faz parte do “novo projeto da DC Films” e os executivos do estúdio descrevem a versão HBO Max da ‘Liga da Justiça‘ “como um beco sem saída, uma rua que não leva a lugar nenhum.”

Em outras palavras, as chances de uma sequência, desdobramentos ou esse corte do filme influenciar outras histórias são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que tem havido rumores de um seguimento possivelmente assumindo a forma de uma história em quadrinhos (provavelmente escrita por Snyder com arte da Editora DC Jim Lee).

O Snyder Cut de Liga da Justiça‘ será lançado em março do ano que vem na HBO Max.

A nova versão será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

Christian Bale irreconhecível como o vilão Gorr em fotos de ‘Thor: Amor e Trovão’

‘Thor: Amor e Trovão’ ganhou novas imagens dos bastidores, que mostram o visual de Christian Bale como o antagonista Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Confira:

O diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ser feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e disesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

Lembrando que o filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

O elenco é formado também por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ ganha data de estreia na HBO Max do Brasil

Venom: Tempo de Carnificina‘ já tem data para estrear no streaming aqui no Brasil.

A HBO Max anunciou que o filme chega no catálogo no dia 23 de Abril.

Confira:

A sequência ultrapassou a bilheteria do primeiro filme nos EUA, apesar da pandemia. O filme alcançou a marca de US$ 213,517 milhões nos EUA. O primeiro filme foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 213,515 milhões por lá.

No mercado internacional, foram US$ 289.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 502 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

 

TRETA! Disney DESMENTE a executiva demitida Victoria Alonso e diz que seu posicionamento é “lamentável”

No começo da semana, veio a público a demissão da produtora executiva da Marvel Studios, Victoria Alonso, que deixou a companhia após 17 anos de contribuição.

Deixando claro para Bob Iger, Kevin Feige e todos na Disney que ela não vai ficar quieta, a produtora indicado ao Oscar contratou os serviços da advogada Patty Glaser, que soltou um polêmico comunicado oficial afirmando que Victoria foi demitida por que produziu o filme ‘Argentina, 1985‘ para o Prime Video – quebrando seu contrato com a Disney.

“A ideia de que Victoria foi demitida por causa de um punhado de entrevistas à imprensa relacionadas a um projeto de paixão pessoal sobre direitos humanos e democracia que foi indicado ao Oscar e no qual ela recebeu a bênção da Disney para trabalhar é absolutamente ridícula. Victoria, uma latina gay que teve coragem de criticar a Disney, foi silenciada. Então ela foi demitida quando se recusou a fazer algo que acreditava ser repreensível. A Disney e a Marvel tomaram uma decisão muito ruim que terá sérias consequências. Há muito mais nessa história e Victoria a contará em breve – em um fórum ou outro.”, afirmou o comunicado.

A Disney respondeu o comunicado e desmentiu Victoria.

“É lamentável que Victoria esteja compartilhando uma narrativa que deixa de fora vários fatores importantes sobre sua saída, incluindo uma indiscutível quebra de contrato e uma violação direta da política da empresa”, disse um porta-voz da Disney ao Deadline esta noite. “Continuaremos desejando a ela o melhor para o futuro e agradecendo por suas inúmeras contribuições para o estúdio.” 

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Recentemente, ela esteve envolvida como produtora do filme ‘Argentina, 1985‘, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

‘O Massacre da Serra Elétrica – O Legado’: Novo filme da franquia de terror ganha INTERESSANTE sinopse

A Netflix está produzindo um novo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ depois do mal sucedido ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘.

O insider Daniel RPK revelou que a sequência se chamará ‘Texas Chainsaw Legacy’ e ganhou sinopse.

O Massacre da Serra Elétrica – O Legado investiga a fachada tranquila de Oasis Oaks, um condomínio fechado situado na zona rural do Texas. Em meio aos gramados meticulosamente cuidados e às patrulhas de segurança vigilantes, nossa família protagonista é o epítome da felicidade suburbana. No entanto, escondida além dos limites deste enclave idílico, encontra-se uma propriedade abandonada, lar do infame Leatherface e seus macabros parentes. À medida que o caos se apodera de Oasis Oaks, famílias comuns enfrentam os selvagens Sawyers numa angustiante batalha pela sobrevivência, onde as linhas entre o bem e o mal se confundem num confronto arrepiante de horrores familiares. ”

Vale lembrar que, apesar das críticas negativas, o reboot de 2022 foi um grande sucesso, alcançando a segunda colocação das produções mais populares da plataforma em sua primeira semana de lançamento, com mais de 29 milhões de horas assistidas. Além disso, o longa se manteve estável na semana seguinte, caindo para a terceira posição das produções mais assistidas do serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme anterior. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Ryan Reynolds descarta possibilidade de retornar para ‘Deadpool 4’ e revela motivo

Deadpool e Wolverine‘ se tornou um dos maiores sucesso recentes da Marvel, agradando o público e os críticos.

Por conta disso, muitos já estão imaginando um possível quarto filme para a franquia.

No entanto, o protagonista Ryan Reynolds revelou no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon que não planeja outro filme solo do Mercenário Tagarela tão cedo.

Questionado sobre a possibilidade, ele brincou ao dizer que não só sua esposa, Blake Lively, mas seus filhos, lhe pediriam divórcio.

“Meu Deus, não!!! Minha mulher e minhas crianças pediriam divórcio, e eu não tenho separação de bens com nenhum deles. Ficaria sem um centavo no bolso”, brincou ele.

Confira a entrevista:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Estrela do remake de ‘A Mão que Balança o Berço’, Mary Elizabeth Winstead revela que NUNCA assistiu ao original [EXCLUSIVO]

O remake do clássico filme de terror ‘A Mão Que Balança o Berço‘ (The Hand That Rocks the Cradle) chega dia 19 de novembro no catálogo do Disney+, e o CinePOP conversou com Maika Monroe e Mary Elizabeth Winstead.

Protagonista da nova versão, Mary revelou que nunca assistiu ao clássico filme original de 1992.

“Tenho que dizer que não vi o original, então talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar sobre as diferenças do original. Dá para acreditar nisso? Dá para acreditar? Eu sei. Eu quero muito assistir agora que, sabe, já passamos da fase de produção. Eu realmente quero muito assistir. Mas mesmo só quando li a sinopse, pensei: “Nossa, isso é completamente diferente, sabe? Parece que o único fio condutor é a ideia básica de uma babá que chega em casa e causa estragos, e os filmes definitivamente compartilham isso, mas todo o resto é um mundo completamente novo, uma nova família, uma nova… e inerentemente isso significa que é uma história completamente diferente.” Então, é, eu… eu não senti que assistir ao filme me informaria muito sobre o que estávamos fazendo. Mas eu quero ver.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.

Michelle Garza Cervera é responsável pela direção.

Micah Bloomberg, de ‘Homecoming‘ e ‘Santuário‘, assina o roteiro da nova versão.