De acordo com o Deadline, Tatiana Maslany (‘She-Hulk: Defensora de Heróis’) será a protagonista da série ‘The Nightbeast‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.
O projeto, no entanto, promete uma narrativa bastante inesperada.
Na trama…
“Uma jovem mãe, insatisfeita com sua vida perfeita nos subúrbios, começa um caso amoroso com o bicho-papão que está no armário de seu filho. Ele se revela como um homem surpreendentemente sexy chamado Besta da Noite. Mas esse caso inofensivo, que ela pensava ser coisa de sua imaginação, começa a gerar consequências inesperadas enquanto seus dois mundos começam a colidir.”
Criada por Leah Rachel (‘Chambers’) e Travis Jackson (‘Hemlock Grove’), a série está sendo descrita como um “terror cômico de sedutor”.
Jamie Babbit (‘Boneca Russa’) será responsável pela direção do piloto.
Além de estrelar, Maslany também servirá como produtora da série. Vale lembrar que a atriz também será a protagonista de ‘Keeper‘, novo terror do aclamado diretor Osgood Perkins(‘Longlegs – Vínculo Mortal’).
Rossif Sutherland (‘Órfã 2: A Origem’) também estrelará a produção.
A trama do novo filme seguirá um casal que viaja para um fim de semana romântico em uma cabana isolada. Quando Malcolm (Sutherland) precisa retornar repentinamente à cidade, Liz (Maslany) se vê isolada e na presença de um mal indescritível que desvenda os horríveis segredos da cabana.
O diretor Oz Perkins foi consagrado após lançar o elogiado ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que ganhou um buzz gigantesco mas não me empolgou tanto quanto eu esperava. Agora, ele surge com um novo filme, ‘O Macaco‘, baseado em uma obra de Stephen King.
Começo dizendo que o filme foi vendido errado: quem espera um terror vai se decepcionar, já que se trata de uma comédia de terror, e bem escrachada. E que divertido.
Com um humor ácido e muitas cenas de morte sangrentas e absurdas, que lembram muito as da franquia ‘Premonição‘, Perkins entrega um filme bastante diferente e fora da caixinha que traz um misterioso conto sobre um brinquedo. Ops, não pode dizer que é um brinquedo. É um macaco. Você vai entender essa resenha quando assistir ao filme.
O filme começa mostrando os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrindo um antigo “brinquedo” de macaco de seu pai no sótão. Assim que eles trazem o objeto pra casa, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor.
Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles.
Posso adiantar que ‘O Macaco‘ é um daqueles filmes polarizadores de opiniões: se você desligar o cérebro e embarcar na brincadeira, você vai se divertir horrores. Mas nem todo mundo vai conseguir fazer isso, já que o filme não se leva a série em nenhum momento e consegue fazer disso a graça dele.
Oz Perkins cria cenas mirabolantes e extremamente sangrentas de mortes bastante inventivas, usando tripas, cabeças explodindo e pedaços de corpo voando para todos os lados. É sangrento e absurdo. E ainda assim, ele faz rir.
Theo James brilha ao interpretar dois irmãos gêmeos totalmente diferentes, e o elenco ainda traz atuações inspiradas de Tatiana Maslany e Elijah Wood.
Em uma Hollywood cada vez mais genérica, é muito legal ver um filme que foge do convencional, e por isso ‘O Macaco‘ merece toda a batucada que está recebendo.
O amar e suas desilusões são páginas quase certas em nossas vidas. E quando o destino apronta? Pensando em intensas histórias de amor que acontecem tendo o acaso como trampolim, mas não necessariamente tendo um final feliz, separamos abaixo 10 produções interessantes para você conferir:
Na trama, conhecemos Sutter (Miles Teller) um jovem norte-americano que simplesmente não quer crescer. Desafios, dificuldades, futuro são algumas das palavras que não existem para ele. Certo dia, após uma bebedeira danada, acorda no quintal de Aimee (Shailene Woodley), uma garota que passa despercebida por todos nos corredores do colégio. Mesmo com o encontro inusitado, nasce uma história de amizade e amor que modifica a vida de Sutter. O conflito existencial de não ter a mínima ideia de como vai ser seu futuro vai transformando a cabeça do jovem e ele precisa cada vez mais entender que a maior dificuldade da vida dele sempre foi ele mesmo.
Na trama, conhecemos Téo (Adriano Giannini), um publicitário, sedutor, mulherengo, que vive sua vida amorosa sem compromissos com verdades e se relacionando com algumas mulheres ao mesmo tempo e com a mentira fazendo parte de seu cotidiano. Quando conhece a osteopata Emma (Valéria Golino), uma mulher cega que logo o atrai, Téo passará por reflexões sobre a própria vida e questões do seu passado que sempre foram lacunas sem respostas.
Na trama acompanhamos em algumas passagens de tempo a relação de amizade e quem sabe até mesmo amor entre Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo). No início amigos de escola, com a imigração da primeira para um outro país ficam distantes, voltando a se encontrar pela internet mais de uma década depois. Após mais uma pausa, sem conseguirem dar aquele passo necessário na relação, se reencontram mais uma década depois, já adultos e estabelecidos profissionalmente, ela uma escritora em Nova Iorque casada com o também escritor Arthur (John Magaro), ele um engenheiro ainda na Coreia do Sul. Um último encontro pelas ruas da cidade mais famosa do mundo, contemporânea, acontece, onde precisam lidar com o que o tempo e o destino tem para oferecê-los. Será o suficiente?
Na trama, conhecemos Sam (Tom Hanks), um arquiteto de luto que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.
Na trama, ambientada em uma Minas Gerais na atualidade, conhecemos Zeca (Renato Novaes), um simpático homem, imaturo, por muitas vezes inocente, descompromissado com o que pode vir no futuro, que trabalha na biblioteca de uma escola pública localizado longos quilômetros longe de sua casa. Um dia, por conta de seus constantes atrasos por um presente ligado à crises de sono intensas, é demitido de seu trabalho. No mesmo dia, pega uma carona com Luísa (Grace Passô) e entre desabafos e papos sobre diversos assuntos aos poucos um vai abrindo o coração para o outro.
Na trama, conhecemos Bernie (William H. Macy) um homem já rumando para fase final de sua vida que após anos lutando contra um vício em apostas acaba indo para em um famoso Cassino tendo que pagar durante seis anos uma dívida de jogo com o proprietário do lugar o indecifrável Shelly (Alec Baldwin). O curioso é que Bernie tem uma função como poucas outras, ele é o chamado ‘Má Sorte’, uma pessoa que acaba repassando essa estranha condição em mesas onde clientes estão ganhando muito dinheiro. Perto de enfim conseguir sua liberdade, faltando poucos dia para sua liberdade acaba se envolvendo em um intenso romance com Natalie (Maria Bello) uma funcionária do lugar além de um reencontro que lhe trará diversos problemas.
Na trama, conhecemos a jornalista e fotógrafa Alex (Kate Winslet) que está tentando viajar para chegar a tempo de seu casamento. Ben (Idris Elba), é um médico cirurgião que está voltando para casa de uma conferência médica. Ambos iriam embarcar no mesmo avião mas o vôo é cancelado. Com pressão para chegarem aos seus destinos, resolvem alugar um avião de pequeno porte. Mas o imprevisível acontece, o piloto do avião sofre um ataque durante a trajetória e ambos caem no meio de montanhas geladas cobertas de neve. Assim, usando todos os recursos possíveis, precisam se unir para sobreviver enquanto não conseguem ajuda.
Na trama, conhecemos o escritor Sam (Justin Long). Um homem de meia idade, desiludido com seu trabalho, com poucos amigos, sem muitas pretensões na vida. Certo dia, resolve ir atrás de uma moça chamada Birdie (Evan Rachel Wood), por quem sempre teve uma queda, que trabalha em um café que ele sempre frequenta. Quando a mesma é demitida e ele perde contato, consegue com a ajuda de amigos descobrir o perfil dela no Facebook e assim, descobrir por onde ela anda e seus gostos e costumes. Sam então, embarca em uma viagem rumo ao amor.
Na trama, conhecemos uma simpática jovem chamada Hazel Grace (Shailene Woodley), uma universitária que tem câncer em estágio avançado. Hazel resolve freqüentar um grupo de apoio à doença e nessa reunião de jovens com problemas parecidos, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort). O entrosamento logo de cara é maravilhoso, ambos se apaixonam perdidamente e juntos precisam enfrentar as tristezas e armadilhas do destino.
Na trama, conhecemos, um senhor já na parte final de sua vida (Raymundo de Souza) que se vê em um presente tumultuado, com a família em conflito após a morte de um membro. Morando numa casa onde não é bem-vindo, onde a solidão bate mais forte a cada segundo que passa, certo dia, após ouvir um anúncio numa rádio local, resolve se mudar para um condomínio de casas que está sendo construído com o apoio da prefeitura. Nesse lugar descobre um novo sentido da vida e até mesmo é surpreendido por um novo amor.
Você ainda está com ressaca do Oscar? Não passou nem uma semana ainda da noite que os cinéfilos esperam o ano todo. Sim, Green Bookfoi o melhor filme. E Rami Malek ganhou seu careca de ouro por interpretar Freddie Mercury no tributo Bohemian Rhapsody. Mas também tivemos Regina King, Mahershala Ali,Olivia Colman, Spike Lee e Lady Gaga.
Pegando ainda o hype dos prêmios da Academia (ei, não podemos virar essa página assim tão rápido), resolvemos aqui no CinePOP criar uma nova lista. Recentemente, foi ao ar os 10 deslizes no cinema dos atores indicados ao Oscar 2019 – que você pode conferir abaixo deste parágrafo. Mas como os direitos são iguais e o tratamento também, não poderíamos deixar de fora as mulheres. Então, por um mundo mais igualitário: estes são os 10 deslizes das ATRIZES indicadas ao Oscar 2019. Enjoy. =)
Close é uma veteraníssina na indústria, que infelizmente ainda não recebeu seu reconhecimento com uma estatueta da Academia. O que não diminui seu brilho em nada. De fato, nem mesmo os filmes menos, digamos, brilhantes que tem em sua carreira conseguem apagar sua grandiosidade. Para entrar na brincadeira, aqui iremos citar o recente Correndo Atrás de um Pai (Father Figures), desastre cômico engavetado por um ano e que mudou de título pouco antes da estreia – o título original era Bastards (Bastardos). Na trama, Close vive a mãe promíscua de Ed Helms e Owen Wilson, que saem em uma missão de descobrir quem é seu verdadeiro pai.
A maioria das “mães Dináhs” de plantão tinha certeza que o Oscar de melhor atriz ficaria entre Glenn Close e Lady Gaga. Não deu nenhuma das duas, mas Gaga saiu com sua estatueta de melhor canção por Nasce uma Estrela. Voltando um pouco no tempo para bem antes de sua atuação indicada ao Oscar, tínhamos em 2013 a primeira performance da polêmica cantora no cinema. E quem foi o mago que viu talento em Gaga para atuação? Bem, o que Robert Rodriguez fez foi chamar a estrela da música para a grande brincadeira conhecida como Machete Mata, continuação do longa de 2010. Este não foi um desempenho que podemos considerar marcante na carreira da musa pop, mas sem dúvida serviu como aprendizado para seus próximos trabalhos nas telas.
O filme mais recente da lista, Crimes em Happytime foi lançado ano passado e tinha tudo para ser um sucesso. O curioso aqui é que assim como outros grandes nomes (como Sandra Bullock, Halle Berry e Julianne Moore), no mesmo ano em que recebia a honraria máxima em sua carreira (a indicação ao Oscar pelo subestimado Poderia me Perdoar?), McCarthy também encarava o fundo do poço. O filme, criado pelo filho do responsável pelos Muppets, subverte os famosos fantoches numa trama incorreta e libertina, que mostra os bonecos de forma desbocada, violenta e extremamente “pornográfica”.
Essa foi um pouco difícil. A britânica Olivia Colman surpreendeu a maioria e levou o prêmio de melhor atriz – no lugar das “favoritas”, com o perdão do trocadilho. No entanto, Colman não é uma atriz muito conhecida e tem poucos trabalhos no cinema – a maioria como coadjuvante ou em pontas. Sua carreira é bem mais extensa na TV, em séries, minisséries e telefilmes. O papel da Rainha Anne em A Favorita servirá de grande divisor de águas em sua carreira. No entanto, antes disso, Colman fez participação na comédia Ritmo Cubano (2014), que trazia seu conterrâneo Nick Frost no papel de um sujeito que recorre à dança cubana a fim de conquistar a mulher de seus sonhos, papel de Rashida Jones.
Calma, já explico. Você deve estar confuso ao ver o nome de Close novamente, ocupando a vaga que seria da mexicana Yalitza Aparicio – indicada ao Oscar por Roma. Mas a verdade é que Yalitza é uma “não-atriz”, cujo primeiro trabalho na carreira foi no filme de Alfonso Cuarón. Ou seja, não existe base de comparação e filmes duvidosos sendo esta a única obra na qual atuou. Por isso, em seu lugar, novamente a presença da monstra sagrada Glenn Close, que tem talento para dar e vender e aguenta mais uma esculhambaçãozinha. Aqui, porém, a escorregada é bem mais da musa Julia Roberts, em seu papel “sério” como a empregada de ninguém menos do que o médico e o monstro em pessoa: Dr. Henry Jekyll e seu alter ego Edward Hyde (papel de John Malkovich). Seja como for, no filme, Close coadjuva no papel da inconveniente Sra. Farraday, uma irlandesa de voz chata que ganha um desfecho apoteótico.
Recentemente, falei sobre este “terror” na matéria sobre os casais mais famosos do cinema ainda juntos até hoje. Weisz, que já tem seu Oscar em casa (por O Jardineiro Fiel, 2006), foi indicada novamente este ano como coadjuvante por A Favorita. Voltando um pouco ao passado, para um longa que tive o “desprazer” de assistir no festival do Rio, a atriz vive a matriarca de uma família nesta mistura fajuta de Amityville (1979) e O Iluminado (1980). A única coisa boa a sair desta equação foi o relacionamento com seu companheiro de tela Daniel Craig – vivendo seu marido no filme -, que dura até hoje.
Por falar em A Favorita, a trinca de grandes atrizes que carregam o filme chega ao fim com Emma Stone – e não por acaso as três receberam suas indicações devidamente. Antes disso, Stone já havia sido indicada por Birdman (2014) e saído vitoriosa por La La Land (2016). Mas Miss Stone não tem só grandes sucessos de crítica em seu currículo e a jovem estrela passou o pão que o diabo amassou – assim como grande parte da constelação de Hollywood – com o lançamento da coletânea atroz conhecida como Para Maiores. A qual todos desejariam apagar de seus currículos.
Pobre Amy Adams. A Leonardo DiCaprio de saias ainda não ganhou seu Oscar – com o recente Vice, a talentosíssima atriz chega a sua sexta nomeação sem vitória. Sabemos que não irá demorar e quem sabe no próximo ano será a vez da ruiva. Olhando para trás, para a época de sua terceira indicação (sim!), Adams aceitou fazer parte de um projeto mais comercial, que iria mostrar que ela também sabe se divertir e não fazer apenas obras mais densas e dramáticas. E de fato, Casa Comigo? (Leap Year) tem uma premissa interessante, passada na Irlanda e aborda uma tradição na qual a mulher pode pedir a mão do homem em casamento no ano bissexto. Bem, a mulher moderna pode fazer isso fora da Irlanda e do ano bissexto também. Além disso, o filme recai em clichês e inúmeras conveniências do gênero, que mais irritam do que agradam – como tombos e todo tipo de estereótipos dentro dos romances que ganham má reputação.
Finalmente chegamos até a vencedora do Oscar deste ano. King é uma atriz talentosa, como ficou comprovado por sua vitória em Se a Rua Beale Falasse, drama baseado num famoso livro. Mas ela ainda não teve muitas chances de mostrar isso em sua carreira, sendo mais conhecida por seus desempenhos cômicos. Alguns, inclusive, em filmes de não muito prestígio. O primeiro Miss Simpatia (2000) não era, por assim dizer, uma obra-prima, mas conquistou uma geração de crianças que cresceu com ele – vindo a carregar o afeto para a vida adulta. Mas mesmo eles não abraçaram com tanta força esta continuação – bem desnecessária, diga-se. Um dos pontos altos, no entanto, é justamente King e sua nova personagem adicionada na sequência, uma policial parceira de Sandra Bullock.
Opa, fizemos de novo! Assim como Yalizta Aparicio, sua colega de cena Marina de Tavira não é muito conhecida no Brasil e seria uma missão impossível apontar seus deslizes – embora sua filmografia até tenha bastante material, porém, tudo desconhecido do grande público. Assim, em sua vaga trouxemos de volta uma grande atriz, que já pode ser considerada veterana também, e que aguenta uns solavancos com classe. Um Olhar do Paraísoera para ter sido um dos grandes títulos do Oscar de seu respectivo ano, mas tirando a única indicação para ator coadjuvante (de Stanley Tucci), o longa de Peter Jackson passou em branco. Acontece. A trama é baseada num famoso livro e relata a “vida após a morte” de uma jovem assassinada (papel da indicada ao OscarSaoirse Ronan). Weisz interpreta sua mãe catatônica, e o filme conta ainda com Mark Wahlberg e Susan Sarandon no elenco.
O ano de 2024 foi muito importante para Eddie Murphy, seu personagem mais famoso do cinema (o policial Axel Foley) e a franquia ‘Um Tira da Pesada’. Isso porque em 2024, ‘Um Tira da Pesada’ completa 40 anos de seu lançamento. Como comemoração, em parceria com a Netflix, ‘Um Tira da Pesada 4’ foi lançado no streaming no início de julho – e o resultado foi uma nova onda de popularidade para não apenas o primeiro filme, como suas duas continuações também. Todos os quatro longas do policial tagarela estão disponíveis na Netflix. Portanto, corra para conferir.
Nessa nova matéria, começaremos com a pergunta: o que ‘Um Tira da Pesada’ tem a ver com ‘Top Gun – Ases Indomáveis’? Bem, mais do que muitos podem imaginar. Vale começar dizendo que o primeiro foi o maior sucesso de 1984 nas bilheterias, e dois anos depois vimos o fenômeno se repetir com o segundo em 1986. Ah sim, ambos foram produzidos por Don Simpson e Jerry Bruckheimer, sob o escudo do estúdio Paramount. Dessa forma, nada mais justo do que para a primeira continuação de ‘Um Tira da Pesada’ fosse trazido o mesmo diretor de ‘Top Gun’, Tony Scott. Pena que ‘Top Gun’ não ganharia uma continuação nos anos 80, mas isso é assunto para outra matéria.
Para a sequência de ‘Um Tira da Pesada’, Tony Scott, do sucesso ‘Top Gun’, foi trazido para sentar na cadeira de comando.
Era de se esperar que com o sucesso fenomenal de ‘Um Tira da Pesada’, que com o orçamento de US$13 milhões, conquistou uma bilheteria de US$234 milhões somente nos EUA, e US$316 milhões mundiais, uma sequência nas telonas estaria garantida. Mas a trajetória do policial Axel Foley não seria tão fácil assim. A começar que os produtores desejavam levar a franquia para as telinhas, com a ideia de uma continuação não nos cinemas e sim na TV na forma de uma série. Isso se deu pela performance abaixo do esperado de ‘O Rapto do Menino Dourado’ (1986), o filme com o qual Eddie Murphy seguiu o sucesso de ‘Um Tira da Pesada’, igualmente produzido pela Paramount.
Com um orçamento maior e sendo Eddie Murphy um astro consolidado, ‘O Rapto do Menino Dourado’ falhou em chegar perto do sucesso que foi ‘Um Tira da Pesada’. Assim, com as expectativas mais baixas, a ideia dos produtores era levar Axel Foley para a TV. Eddie Murphy por outro lado, mesmo com o primeiro baque, não pensava em voltar para as telinhas, e fechou acordo para retornar como Foley, mas em grande estilo nas telonas novamente.
A performance abaixo do esperado do blockbuster ‘O Rapto do Menino Dourado’ (1986) quase levou Axel Foley para a TV ao invés do cinema.
A primeira grande diferença é que ‘Um Tira da Pesada 2’ marcaria um divisor de águas na carreira do astro Eddie Murphy, pois seria o primeiro filme que o ator assinaria o argumento, em parceria com Robert D. Wachs, com roteiro desenvolvido por Larry Ferguson e Warren Skareen, baseado nos personagens criados por Danilo Bach e Daniel Petrie Jr. – os roteiristas do original. Porém, antes de qualquer filme começar a ser gravado é preciso ter uma história (bem, na maioria dos casos). Assim era preciso decidir para onde levar Axel Foley a seguir.
Em um dos primeiros tratamentos do roteiro, escritos então por Bud Shrake e Dan Jenkins, Foley estaria disfarçado de detetive particular ajudando o trio formado pelos parceiros Taggart, Billy Rosewood e Bogomil a desbaratinar uma quadrilha de seguranças particulares corruptos comandado por um empresário criminoso de Detroit. Nessa história, Axel teria uma parceira mulher chamada Lucy, que terminaria sendo seu interesse amoroso no filme.
Outra ideia cogitada para a narrativa seria ainda mais ousada, e levaria Axel para fora dos EUA, onde ele se juntaria a detetives britânicos da Scotland Yard para resolver um caso. Nessa história existiam dois problemas: eliminar a participação do elenco original e perder o sentido do título “Beverly Hills Cop” – uma vez não estando mais em Beverly Hills. Porém, essa ideia voltaria à tona para o terceiro filme.
No fim das contas, a ideia foi por uma trama mais próxima do original. Aliás, não apenas isso, como o motivador seria o mesmo. No primeiro filme, Foley chega à Beverly Hills, Los Angeles, perseguindo o assassino de seu colega Mike Tandino (James Russo). Na continuação, ele também deixa seu trabalho na cidade de Detroit para se aventurar em um segundo round por Beverly Hills após o quase assassinato de seu colega, o Tenente Bogomil (Ronny Cox – que no mesmo ano seria o vilanesco Dick Jones de ‘Robocop’, outro clássico da época). Essa mesma dinâmica seria repetida também no terceiro ‘Um Tira da Pesada’ com o Inspetor Todd (Gill Hill).
Em uma das cenas mais memoráveis do longa, Axel encontra Hugh Hefner, o dono da revista masculina Playboy. Esse foi o primeiro filme que pôde ser gravado na mansão icônica.
A investigação em ‘Um Tira da Pesada 2’ gira em torno da chamada quadrilha do Alfabeto, um grupo de criminosos que deixa cartas com letras e códigos a cada roubo ou crime que realizam. Que, é claro, estaria ligada a um figurão de Beverly Hills, desta vez o empresário Maxwell Dent (Jürgen Prochnow), fazendo as vezes de Steven Berkoff e seu Victor Maitland do original. Assim, é claro que a turma toda precisava estar de volta também. Além de Bogomil (Cox), o ingênuo e boa-praça Billy Rosewood (Judge Reinhold – ao lado de Murphy, o único que permanece em todos os filmes da franquia); o ranzinza John Taggart (John Ashton); e o colega da polícia de Detroit (que nunca participa da ação) Jeffrey Friedman (Paul Reiser).
Apesar de o time estar quase todo reunido, duas ausências do original foram sentidas. A primeira é a colega de Foley, Jenny Summers, papel de Lisa Eilbacher, a protagonista feminina da trama. O segundo, que chegou a ser cogitado para uma aparição na sequência, é Serge, o marchand gay vivido por Bronson Pinchot, que roubou a cena no original. Embora tenha sido planejado para retornar, Pinchot não conseguiu agenda devido às gravações da série de sucesso que estrelava na época, ‘Primo Cruzado’ (Perfect Strangers, 1986-1993).
Puro estilo! A dinamarquesa Brigitte Nielsen (‘Rocky IV’ e ‘Cobra’), de 1.85m, vive a vilã Karla Fry.
Mas a maior e melhor adição feita ao elenco de ‘Um Tira da Pesada 2’ foi mesmo Brigitte Nielsen, estrela em ascensão na época. A loira de 1.85m (sua altura vira inclusive piada no filme) começou a carreira como modelo, mas nos anos 80 seria figura fácil em algumas produções famosas, em especial ‘Rocky IV’ (1985) e ‘Cobra’ (1986). Isso porque a dinamarquesa Nielsen se casou com Sylvester Stallone em 1985. Na época ela também protagonizou ‘Guerreiros de Fogo’, ao lado de Arnold Schwarzenegger. O casamento com Sly viria ao fim em 1987 e pode ter sido motivado pelo dito caso que ela teria tido com o diretorTony Scott durante as gravações deste longa.
Seja como for, após a separação com Sly as portas não se abririam mais tão facilmente para Brigitte Nielsen, e ‘Um Tira da Pesada 2’ seria seu último grande filme de sucesso. No longa, ela interpreta Karla Fry, a líder da quadrilha do alfabeto, uma loira fria e mortal que atravessa o caminho dos protagonistas. De certa forma, tudo se conecta nos bastidores desta sequência. A começar que Stallone deveria ter sido o protagonista do primeiro ‘Um Tira da Pesada’. Após desistir do projeto, ele levou algumas de suas ideias para o filme ‘Cobra’ (no Brasil conhecido como ‘Stallone Cobra’, síntese do relacionamento do astro com Nielsen). A atriz aparece com a principal antagonista da sequência. E numa cena na casa de Billy Rosewood podemos notar tanto o poster de ‘Cobra’ quanto o de ‘Rambo 2’, ambos, é claro, estrelados por Sly.
Até mesmo o estapeado Chris Rock aparece em ‘Um Tira da Pesada 2’. O filme marcou a estreia em tela do humorista.
Devido a uma participação maior de Eddie Murphy na produção do longa, ‘Um Tira da Pesada 2’ foi considerado na época uma “ego trip” do ator, e não recebeu críticas muito favoráveis. Nem mesmo os fãs gostaram tanto quanto do primeiro, o que é normal na maioria dos casos para continuações. Apesar disso, o filme não fez feio nas bilheterias, se tornando entre outras coisas a maior abertura de um filme no fim de semana de estreia (na época) com US$26 milhões, destronando o antigo campeão, ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’ (1984).
Em seu fim de semana de estreia, ‘Um Tira da Pesada 2’ não deu chance para ninguém, reinando absoluto no topo das bilheterias nos EUA, e assim permanecendo pelos próximos dois fins de semana – liderando no total por três semanas. Nem mesmo a estreia de ‘Os Intocáveis’, thriller de máfia de Brian De Palma, teve chance. O filme só viria a perder a liderança com a estreia de ‘O Predador’ e ‘As Bruxas de Eastwick’ no segundo fim de semana de junho de 1987. No fim das contas, com o orçamento de US$27 milhões, a sequência arrecadaria US$153 milhões nos EUA, e US$299 milhões ao todo no mundo – embora não atingindo o mesmo nível do original, ainda assim garantindo o sucesso. Mas seriam nada menos que sete anos para vermos Axel Foley novamente.
Com 27 críticas já publicadas, ‘John Wick 3: Parabellum‘ conquistou uma média de 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral é que a nova sequência entrega mais uma rodada de ação exagerada e brilhantemente coreografada que os fãs da franquia desejam.
Separamos trechos das principais críticas:
#JohnWick3 is AWESOME. Some of the action set pieces are so insane you’ll wonder how director Chad Stahelski and his team filmed them. Saying that, the @Halleberry/#KeanuReeves set piece featuring her dogs might be my favorite. Wait till you see this one. Esp if you like dogs… pic.twitter.com/ym2Tn012xw
“‘John Wick 3‘ é incrível. Algumas sequências de ação são tão insanas que você vai se perguntar como o diretor Chad Stahelski e seu time as gravaram. Dito isso, a cena entre Halle Berry e Keanu Reeves com os cachorros é a minha favorita.”
I cannot even begin to describe how good the dogs in #JohnWick3 are
“Não consigo nem começar a descrever o quão bons os cachorros estão em ‘John Wick 3‘.”
Chock full of inventive set-pieces and brutal kills, while also providing new facets to the intricate underworld lore fans of the franchise have come to love, #JohnWick3 will please fans of the franchise. pic.twitter.com/Pxa30kG11d
“Cheio de sequências inventivas e mortes brutais, ao mesmo tempo que oferece novas perspectivas para o intrincado submundo que os fãs aprenderam a amar, ‘John Wick 3‘ é bastante satisfatório.”
“‘John Wick 3‘ é a ação em sua melhor forma. [O filme] aumenta as expectativas para a franquia e alcança uma nova profundidade para o universo ‘John Wick.’.”
Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.
Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.
A nova série será dirigida pelo veterano Kenji Kamiyama, responsável por ‘Ghost in the Shell: Stand Alone Complex‘, um dos animes mais elogiados inspirados no mangá de Masamune Shirow.
Em 2045, uma unidade de elite da polícia japonesa conduz operações cibernéticas secretas após o colapso do capitalismo global.
A primeira temporada do anime será lançada em abril de 2020.
O terror sobrenatural ‘Haunting of the Mary Celeste‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Dirigido por Shana Betz, o longa é baseado em uma aterrorizante história real, que permanece sem resolução até os dias atuais.
Rachel, uma pesquisadora preocupada, faz parte de uma equipe que é enviada para o mar para provar que o desaparecimento de uma família em um navio mercante está relacionado com razões sobrenaturais. A teria dela sobre a família ter desaparecido por causa de um “rasgo” entre as dimensões se torna real quando o barco quebra e seus amigos começam a desaparecer, um por um.
A trama é baseada na infame história do navio The Mary Celeste, que foi encontrado à deriva e abandonado no oceano atlântico em 4 de dezembro de 1872.
O elenco conta com Emily Swallow, Richard Roundtree, Dominic DeVore e Alice Hunter.
O terror será lançado direto em VOD no dia 23 de outubro.
Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.
Após sobreviver a um ataque de tubarão, no qual Lexy perdeu seu pai e sua irmã, sua vida se torna um pesadelo vívido. Com a ajuda de um conselheiro, ela se aprofunda nas memórias perturbadoras e, lentamente, descobre o que realmente aconteceu naquela noite trágica.
Vale lembrar que o longa já está disponível no serviço de streaming!
No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.
Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainanie Alice Klesck.
Sophia Anne Caruso(‘Evil’) eSofia Wylie(‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.
Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone
Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.
Sucesso! O filme ‘Oppenheimer‘, estrelado pelo Cillian Murphy (‘Extermínio’), já arrecadou quase US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 300 milhões. No mercado internacional, foram US$ 477.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 777.1 milhões.
Internacionalmente, o TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$67.5M), Alemanha (US$67.5M), França (US$37.2M), Austrália (US$24.3M) e Coreia (US$18.8M).
Além disso, a produção já arrecadou impressionantes US$ 154.5 milhões mundialmente em IMAX – o que representa a quinta maior bilheteria da história do formato.
Vale lembrar que o longa de Christopher Nolan se tornou a quarta maior arrecadação global do ano, tendo ultrapassado ‘Velozes e Furiosos 10‘ (US$704.7M), ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ (US$687.9M), ‘A Pequena Sereia‘ (US$568.5M), ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1‘ (US$551.9M), ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$476M) e ‘Elementos‘ (US$468.5M).
Com o sucesso, ‘Oppenheimer‘ se tornou a maior arrecadação da carreira do cineasta em mais de 50 territórios, incluindo a Alemanha, Brasil, Índia e Polônia.
A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.
Pugh interpreta Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpreta Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon encarna o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt é Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.
François Simard, Anouk Whissell e Yoann-Karl Whissell são responsáveis pela direção.
Na tentativa de chamar atenção para a crise ambiental, um grupo de jovens ativistas decide invadir e vandalizar uma loja de móveis. No entanto, o protesto rapidamente se transforma em um verdadeiro massacre quando se veem presos lá dentro com um segurança com uma obsessão doentia por caça. Conforme a violência e o terror tomam conta da noite, os adolescentes se veem em uma luta desesperada por sobrevivência contra um assassino implacável e perturbador.
Em um novo relatório, a Netflix compartilhou os dados de audiência de suas produções originais no segundo semestre de 2024.
O mais surpreendente, no entanto, foi o sólido desempenho da série ‘Kaos‘.
Estrelada por Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’), a produção cômica baseada na mitologia grega alcançou 20.3 milhões de visualizações em seus seis primeiros meses.
Em seus primeiros dias, o seriado registrou 3.4 milhões de visualizações, fechando sua primeira semana na plataforma com 5.9 milhões de visualizações.
Os números representam a série cancelada de maior audiência deste período.
Então, por que ‘Kaos‘ não foi renovada? De acordo com o Deadline, a resposta se encontra na baixa retenção do público. Apesar de um forte desempenho em sua estreia no serviço de streaming, a série acrescentou apenas 10 milhões de visualizações em seus próximos cinco meses e meio.
Somando a baixa demanda com o alto custo de produção, o serviço de streaming não considerou justificável aprovar uma nova temporada.
Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.
O ator alemão Udo Kier, estrela de clássicos como ‘Sangue para Drácula‘ e ‘Deu a Louca nos Nazis‘, morreu aos 81 anos.
De acordo com seu parceiro Delbert McBride, ele faleceu na manhã de domingo (23).
Apesar da filmografia extensa com mais de 200 créditos, o artista ganhou destaque recente no cinema nacional, participando de produções aclamadas como ‘Bacurau‘ e ‘O Agente Secreto‘.
No início de sua carreira, ele estrelou ‘Carne para Frankenstein‘ e ‘Sangue para Drácula‘. Após ser impulsionado ao estrelato, passou décadas colaborando com o cineasta Rainer Werner, em obras como ‘Bolwieser – A Mulher do Chefe de Estação‘, ‘A Terceira Geração‘ e ‘Lili Marleen‘.
Udo Kier também se tornou conhecido entre os fãs do gênero terror, participando de produções como ‘A Marca do Diabo‘, ‘O Massacre da Serra Elétrica Alemão‘, ‘Blade: O Caçador de Vampiros‘, ‘Fim dos Dias‘, ‘A Sombra do Vampiro‘, ‘A Revelação‘, ‘Medo Ponto Com Br‘, ‘Olhos da Morte‘, ‘Drácula 3000‘, ‘BloodRayne‘, ‘Halloween – O Início‘, ‘O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas‘, entre outros.
O ator nasceu na Alemanha, na cidade da Colônia, em um hospital que estava sendo bombardeado pelas Forças Aliadas. Ele se mudou para Londres aos 18 anos depois de conhecer Fassbinder em um bar.
A Netflix Brasil acaba de divulgar o novo trailer da segunda temporada de ‘Love‘, que já foi renovada para sua terceira leva de episódios, que deverá estrear em março de 2018.
Assista:
Considerada uma das melhores surpresas apresentadas pelaNetflix em 2016, a segunda temporada terá 10 episódios, que serão lançados dia 10 de março.
Com relação ao plot, a relação de Gus (Paul Rust) e Mickey (Gillian Jacobs) passará por novos altos e baixos, com novas aventuras, como vimos no trailer.
A cinebiografia conta a história do fora da lei australiano, Ned Kelly, e sua gangue, que se consagraram como heróis nacionais para a população – por sua subversão em desafiar a autoridade da Austrália colonial – à medida que eram caçados pela polícia por seus roubos e assassinatos.
De acordo com os fãs, embora a locação seja londrina, na trama o espaço seria para ilustrar o aeroporto de Newark – o que indicaria que Peter estaria voltando para sua casa após a férias de verão.
O material foi divulgado por meio de um usuário no Reddit. Na cena que está sendo gravada, é possível ouvir o intérprete de Peter chamando a tia May.
A clássica e amada série dos anos 90, ‘Dawson’s Creek‘ não ganhará um reboot, tão pouco um revival ou até mesmo um remake. A informação foi revelada pelo próprio criador da produção, Kevin Williamson.
Durante o painel de ‘Tell Me a Story‘, da plataforma de streaming CBS All Access, na Television Critics Association, o autor falou sobre a possibilidade do sucesso ganhar uma releitura ou reunir o elenco de volta em uma nova leva de episódios.
Segundo ele:
“Nós continuamos conversando sobre isso, mas não. Por hora, não há nada encaminhado. E nós meio que encerramos a história. Jen morreu, o que vamos fazer? Todos conversamos sobre isso, mas até que consigamos achar um real motivo para fazer isso, nós não faremos. E no momento, não faremos. É engraçado você trazer esse assunto, porque eu estava falando sobre isso na noite anterior”.
‘Dawson’s Creek‘ contou com seis temporadas e sua trama acompanha a história de quatro amigos adolescentes que moram em uma pequena cidade costeira. Ao longo de suas jornadas, eles enfrentam uma série de circunstâncias que os farão amadurecer. Juntos, eles lidam com problemas, vivem aventuras e passam pela fase de transição entre a juventude e a vida adulta.
O documentário da socialite Paris Hilton, intitulado ‘This is Paris‘, ganhou um novo e honesto teaser, onde a celebridade abre o seu coração sobre a vida de fachada que sempre levou diante do mundo.
O vídeo promocional ainda explora sua fragilidade, mostrando um lado jamais visto na influenciadora.
Confira:
“Eu nunca fui tão aberta assim sobre a minha vida antes, mas eu estou finalmente pronta para compartilhar a minha verdade”.
Dirigido por Alexandra Dean (‘Bombshell: The Hedy Lamarr Story’), ‘This is Paris’ faz um paralelo entre a vida pública da empresária, DJ e socialite e os traumas de seu passado, que a transformaram no que ela é hoje.
Ao longo da produção, Paris admite que sua imagem pública e as polêmicas que protagonizou fazem parte da personagem que ela criou para se afastar de um trágico evento sofrido na infância.
“Me desculpe, estou tão acostumada a interpretar essa personagem, que é difícil para mim agir normalmente.“, diz ela num trecho do trailer.
Hilton ainda diz que que já não sabe mais qual é a sua verdadeira identidade, mas garante que nem sempre foi assim, confessando que não se sente feliz com a pessoa que se tornou.
Em certo momento, ela toca no assunto sobre o trauma, mas tenta se desviar da verdade porque sofria castigos sempre que tentava expor a situação.
“Aconteceu uma coisa na minha infância mas nunca consegui falar sobre isso com ninguém. Não podia contar o que aconteceu, porque sempre que tentava, eu era castigada. Ainda tenho pesadelos sobre isso.”, expõe ela.
Previsto para 14 de setembro, o documentário será exibido exclusivamente através do YouTube.
Após uma gloriosa jornada de sucesso com ‘Coringa‘, o astro Joaquin Phoenix retorna para as telonas com um novo drama, intitulado ‘C’mon C’mon‘. O longa foi desenvolvido pela produtora A24.
A produção, que será lançada no Festival de Cinema de Nova York, ganhou sua primeira imagem oficial.
Confira:
Na trama, o vencedor do Oscar vive um documentarista que se dispõe a cuidar do complicado e problemático filho de sua irmã, à medida em que tenta finalizar o seu documentário.
A Netflix revelou nesta quarta-feira (14), durante sua apresentação para o mercado publicitário em Nova York, o retrato oficial da Família Addams, feito para a segunda temporada de ‘Wandinha‘, um dos maiores sucessos recentes da plataforma.
A nova fase da série estrelada por Jenna Ortega colocará em foco não apenas a protagonista, mas também sua excêntrica e icônica família.
Na foto divulgada — um retrato sombrio e estilizado dos membros Addams — estão reunidos os principais personagens que acompanharão Wandinha na próxima etapa de sua jornada
A presença reforçada da família indica que a nova temporada será mais íntima e explorará as complexas relações familiares da personagem título, aprofundando-se em suas origens e na herança peculiar dos Addams.
O próximo ciclo será dividido em duas partes: a primeira será lançada no dia 6 de agosto, enquanto a segunda chegará apenas em 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
A Warner Bros. Animation divulgou novos cartazes de ‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’ que fazem piada com os heróis da ‘Liga da Justiça’. Confira:
Confira também o primeiro pôster nacional da animação:
Assista também o divertido trailer da animação:
A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, ‘Jovens Titãs em Ação’ (Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.
O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:
“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”
Os 12 episódios estreiam no dia 12 de outubro no DC Universe, o serviço de streaming da DC.
A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba eRapina.
VerKeira Knightley em um papel de época não é surpresa para ninguém. Ao longo da carreira, a atriz se destacou em diversas produções que retratam séculos passados – como é o caso da adaptação do clássico de Jane Austen, Orgulho e Preconceito, de Desejo e Reparação, Anna Karenina, Um Método Perigoso e tantos outros. No entanto, apesar de não sair de sua zona de conforto no que diz respeito à escolha de papeis, sua atuação em Colette pode ter sido a de maior destaque até agora, muito por conta do material que tinha nas mãos: a história real da escritora francesa Sidonie-Gabrielle Colette – bissexual, adepta do poliamor em pleno século XIX e candidata ao Prêmio Nobel de Literatura após parar de dedicar seu talento na escrita para fazer a fama do marido embuste** Willy (Dominic West).
O longa com direção e parte do roteiro de Wash Westmoreland (que também escreveu e dirigiu o elogiadíssimo Para Sempre Alice) aposta na clássica fórmula de cinebiografias ao contar a trajetória da romancista francesa. Nas quase duas horas de filme, ele segue a linearidade da história, não brinca com passado/futuro inserindo uma trilha sonora atual (como acontece em Maria Antonieta, de Sofia Coppola, por exemplo) e nem traz enquadramentos ousados. Porém, ainda assim, consegue se destacar ao concentrar sua força na personalidade da protagonista – uma mulher à frente do seu tempo, que dialoga muito com o discurso feminista de hoje – e na atuação de Keira Knightley, que consegue transitar muito bem entre o jeito doce e submisso da Colette do início do filme à mulher forte e independente que surge do meio para o final. O que inevitavelmente incomoda é o fato da adaptação de uma trama tão francesa mostrar seus personagens falando o marcante inglês britânico; mas, levando em conta a liberdade poética da arte, dá para relevar e tentar ignorar a fala para se transportar para a Paris da época. Uma Paris que, apesar da suposta modernidade, parecia ser atrasada demais para alguém como a escritora, diga-se de passagem.
A história começa mostrando o início do relacionamento de Willy e Colette, quando a garota ainda morava no interior da França e só vislumbrava Paris no enfeite que o pretendente tinha dado para ela. Até que os dois finalmente se casam – para a surpresa de todos que conheciam a fama de mulherengo do rapaz – e a jovem sai de sua casa para viver ao redor da esnobe sociedade parisiense. Mesmo nessa época, quando ainda era uma garota deslumbrada com o mundo e cega de amores pelo marido, Sidonie-Gabrielle já mostrava traços de sua personalidade ao preferir o conforto ao glamour na escolha dos vestidos e por não deixar de responder com ironia as alfinetadas maldosas de quem não entendia porque o galanteador Willy estava com uma mulher simples como ela. Por mais que não gostasse do círculo de amigos do esposo e se identificasse mais com uma tartaruga cheia de pedras preciosas (uma das excentricidades do meio) do que com qualquer um deles, a futura romancista resistia sem abaixar a cabeça – para orgulho do marido, que exibia sua beleza e carisma como um troféu.
Com pose de intelectual e o olhar superior de quem já conhece muito do mundo, Willy fazia seu nome como escritor; no entanto, como tinha mais ideias do que verdadeiro talento para a escrita, contratava ghost writers para fazerem o serviço enquanto conquistava a fama. Essa mesma personalidade dúbia também estava presente no casamento, já que o suposto romancista fazia juras de amor e fidelidade à Colette ao mesmo tempo em que galanteava várias outras mulheres (mesmo na época em que o relacionamento dos dois ainda era monogâmico) e se enrolava em dívidas e mais dívidas por conta dos gastos com seus casos amorosos. Até que o problema com dinheiro fica tão insustentável que ele chega ao ponto de não ter mais como pagar quem escrevia seus romances – e é aí que resolve testar a esposa no papel de sua “escritora fantasma”, pedindo que ela aproveite as memórias de sua adolescência e juventude para fazer seu novo romance. O resultado é “Claudine”, uma série de livros que, inicialmente, foi recusada pelo marido por parecer “feminina demais”, mas que se torna sensação em toda a França – principalmente entre as jovens moças – desde o primeiro volume.
Conforme a fama dos livros aumenta, mais vemos Willy tirando proveito do talento de Colette. Em um dos momentos mais emblemáticos do relacionamento amoroso/profissional abusivo, ele chega a trancar a esposa dentro de um quarto até que ela escreva o máximo possível da história – e por isso é tão prazeroso quando, finalmente, a protagonista consegue começar a criar seu próprio destino em vez de viver para satisfazer às ambições do marido. Por mais que Dominic West tenha conseguido criar um Will carismático, difícil não se revoltar ao ver como ele sugava a energia da companheira, e também não dá para negar que ele só aceitava o relacionamento dela com outras mulheres por uma questão de fetichização lésbica – já que, em vários momentos, fica bem claro que a relação com outros homens não seria tolerada. Fidelidade, neste caso, tinha a ver com gênero – como aponta a escritora em um dos diálogos com o marido -, por mais que o próprio Will só se envolvesse com o sexo oposto.
Para quem ainda não conhecia a fundo a história da autora do célebre romance “A Vagabunda”, ver a jovem deixar de ser a moça com duas tranças longas e submissa a Willy e se tornar a mulher com um moderno corte curto, maquiagem pesada e casos extraconjugais com mulheres pode parecer uma reviravolta e tanto. Porém, Knightley consegue entregar as nuances necessárias para que o caminho de transição e descoberta da personagem passe verdade e convença o espectador. A leveza que ela começa a carregar no olhar ao se relacionar com Missy (Denise Gough) também revela, sem palavras, como o relacionamento com o marido era nocivo – por mais que, profissionalmente, (nos momentos em que ele não a trancava no quarto, é claro), os dois tenham formado uma boa dupla com a criação de tudo o que dizia respeito à personagem Claudine.
Mas vale ressaltar que a atuação da atriz não é o único ponto positivo aqui. A produção também merece aplausos – os mesmos que, acertadamente, fecham a história na cena final – por trazer uma lição de empoderamento feminino, liberdade sexual, discussão de gênero e identidade através da trajetória de uma personalidade do final do século XIX. Mostrando o passado sem deixar de dialogar com temas tão presentes no cenário atual, Colette é o filme perfeito para um momento em que discursos de intolerância parecem ganhar mais força e para mostrar todo o poder de uma mulher que decide ser a protagonista de seu próprio enredo. É girl power em sua melhor forma, e antes mesmo do termo existir. Sem dúvidas, inspirador!
‘Capitã Marvel’ está chegando! Apesar do trailer já ter revelado boa parte do design dos skrulls, inimigos que Carol Denvers enfrentará no filme, o artista Raf Grassetti compartilhou nas redes uma arte conceitual do Super Skrull, ainda não revelado em trailers e clipes.
‘O Esquadrão Suicida’, novo projeto de James Gunn, torno-se uma das propriedades mais quentes do panteão DC, e os fãs estão procurando por qualquer pista sobre o novo elenco.
Em uma nova postagem em seu Instagram oficial, o ator declarou que “as notícias não são verdadeiras… Não fui elencado neste filme”.
Recentemente, Benicio del Toro (‘Sicario’) foi cotado como o principal para nome para viver o antagonista do filme, conhecido como O Prefeito.
David Dastmalchian dará vida aPolka-Dot Man (Homem-Bolinha). Idris Elba terá papel principal no projeto, enquanto Jai Courtney e Viola Davis reprisarão seus papéis do filme dirigido por David Ayer. Espera-se também que Margot Robbie retorne como Arlequina.
Dave Bautista, por sua vez, deixou o elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘. O motivo se deu por conflitos de agenda. Em seu lugar, John Cena (‘Bumblebee‘) está em negociações para se juntar ao elenco. No entanto, detalhes sobre seu possível papel não foram divulgados..
Em entrevista ao Collider, os compositores Bobby e Kristen Lopez falaram um pouco sobre a construção da fantástica trilha sonora de ‘Frozen 2’.
Quando questionados sobre como tiveram as ideias para as músicas, ambos falaram que, antes de mais nada, é preciso ter informações específicas sobre a narrativa.
“Não há músicas acontecendo antes de informações específicas sobre a histórias, tipo: quem está em determinado lugar, o que está acontecendo? Isso não é apenas o que nos inspira a escrever, mas no nosso trabalho, isso é inato à trama. Deveria dar uma sensação desatada com o diálogo e com o filme […]. Você não quer escrever uma música que poderia ser facilmente retirada da história, porque esse tipo de música seria estranha.”
Surpreendendo as expectativas e quebrando recordes, a sequência ‘Frozen 2‘ estreou com sólidos US$ 350.2 milhões mundialmente – tornando-se a animação com a MAIOR estreia global da história do cinema.
Nos cinemas internacionais, a animação já arrecadou mais de US$ 738 milhões. Nos Estados Unidos, o longa ultrapassou a marca de 287 milhões.
Vale lembrar que ‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.
A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.
Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.
‘Moana – Um Mar de Aventuras’ foi lançado nos cinemas em 2017.
O filme trouxe para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz deDwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
A HBO divulgou o trailer oficial de ‘Pátria’, sua primeira série espanhola original que gira em torno dos conflitos do País Basco.
O vídeo também revela a data de estreia: 27 de setembro.
Confira:
A série foi criada por Aitor Gabilondo e terá oito episódios.
Baseada no livro homônimo de Fernando Aramburu, ‘Pátria’ acompanha duas famílias ao longo de três décadas. Divididos pelas consequências do terrorismo, os personagens mostram como as pessoas comuns vivem no contexto de um conflito que, apesar de ser local, tem elementos em comum com diversas outras lutas ao redor do mundo.
Elena Irureta, José Ramón Soroiz, Iñigo Arambarri, Susana Abaitua, Ane Gabarain, Mikel Laskurain, Loreto Mauleón, Eneko Sagardoy e Jon Olivares estrelam a produção.
Quando falamos do universo ‘Star Wars’, parece que nenhuma notícia é uma boa notícia – nem mesmo o fato de Rian Johnson ter confirmado que está planejando uma trilogia para a Lucasfilm, visto que nenhuma informação foi divulgada desde o anúncio.
No último Dia dos Investidores, em dezembro do ano passado, uma série de projetos foi revelada pelos estúdios Walt Disney, com a ausência de quaisquer comentários sobre o envolvimento de Johnson com o panteão intergaláctico. Porém, a jornalista Sariah Wilson, após uma longa conversa com o cineasta, disse que, apesar de detalhes estarem às escondidas, a trilogia permanece em desenvolvimento.
“Só vou postar isso agora, porque vejo que vou receber uma enxurrada de perguntas – sim, a trilogia de Rian para ‘Star Wars’ ainda está na ativa. Nenhuma data ou cronologia [foram anunciadas], porque ele está com outros projetos no momento, mas vai acontecer. É tudo o que eu sei”, ela escreveu em uma postagem no Twitter.
I’m just going to post this now because I can see that I’m going to get a lot of requests –
Yes, Rian’s SW trilogy is still on. No dates or timelines because he has other projects going on, but it is happening.
Lembrando que Johnson não é estranho à franquia, visto que dirigiu o aclamado ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ em 2017.
Na obra, a tranquila e solitária vida de Luke Skywalker sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey, uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo dela de aprender o estilo dos Jedi força Luke a tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre. Enquanto isso, Kylo Ren e o General Hux lideram a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia e a Resistência pela supremacia da galáxia.
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