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Novo vídeo revela as origens secretas dos personagens de ‘Cursed – A Lenda do Lago’; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da série Cursed – A Lenda do Lago’, revelando as origens secretas dos personagens principais.

Confira:

Na trama, Nimue (Katherine Langford) se une ao mercenário Arthur e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin.

A primeira temporada já está disponível na plataforma.

Baseada no best-seller de Frank Miller e Tom Wheeler, Cursed – A Lenda do Lago é a história do rei Arthur contada por Nimue (Katherine Langford), uma jovem com um dom misterioso destinada a se tornar a poderosa Dama do Lago. Após a morte da mãe, Nimue encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto).

Cursed – A Lenda do Lago é uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível.

Além de Langford, o elenco conta com Devon TerrellGustaf SkarsgardPeter MullanLily NewmarkShalom Brune-FranklinDaniel SharmanSebastian ArmestoEmily CoastesCatherine WalkerBilly Jenkins completam o elenco.

‘Dançarina Imperfeita’: Assista ao vídeo com os erros de gravação da nova comédia da Netflix

A comédia de dança Dançarina Imperfeita, estrelada por Sabrina Carpenter, ganhou um novo vídeo de bastidores que traz os erros de gravação do filme.

Confira:

Na trama, para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos, Quinn Ackerman precisa se dar bem em uma competição de dança. Decidida a derrotar os melhores da escola, ela forma uma equipe. Agora só falta resolver um pequeno detalhe: aprender a dançar.

Confira o trailer:

Laura Teruso fica a encargo da direção.

Liza Koshy, Keiynan Lonsdale, Drew Ray Tanner, Michelle Buteau e Jordan Fisher completam o elenco.

‘Wynonna Earp’ enfrenta um antigo inimigo na promo oficial do episódio 04×04

SyFy divulgou a promo oficial de “Afraid”, 4º episódio da quarta temproada de Wynonna Earp.

O capítulo vai ao ar no dia 16 de agosto.

Confira:

O novo ciclo estreou no final de julho e será dividido em duas partes por causa da pandemia de coronavírus.

Wynonna Earp, desenvolvida por Emily Andras, é um terror western com temática sobrenatural, baseado nos quadrinhos de Beau Smith

Melanie Scrofano dá vida à personagem-título.

Crítica | Wynonna Earp – série é a herdeira de ‘Buffy: A Caça-Vampiros’

Wynonna Earp | Análise da Segunda Temporada

‘The Boys’: Novo vídeo explora as fantásticas personagens femininas da série; Confira!

Amazon Prime Video divulgou um novo vídeo compilado de The Boys, que explora as poderosas personagens femininas da série.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘The Alienist’: Dakota Fanning revela os desafios de interpretar Sara Howard na série

Em entrevista ao Collider, a atriz Dakota Fanning foi questionada sobre quais foram os desafios de interpretar Sara Howard, a primeira detetive de Nova York, na série The Alienist – e como a personagem é diferente de tantas outras que ela já viveu.

“Estou interpretando alguém que viveu há muito tempo, então há os desafios óbvios do figurino, por exemplo, e a restrição do corpete e as camadas de roupas. Algo que sempre estávamos procurando para o equilíbrio de Sara era o que ela iria vestir em qual ocasião, e queríamos que ela fosse levada a sério, mas ainda assim ser uma mulher jovem. Algo que aprendi na 1ª temporada, e mais na 2ª, é que suas roupas se tornam sua armadura para enfrentar o mundo”.

A 2ª temporada já estreou na TNT.

A série é baseada nos livros do autor Caleb Carr.

A trama mostra o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso. Dessa vez, Laszlo e seus ajudantes precisam descobrir o paradeiro da filha de um famoso diplomata espanhol. Para piorar a situação, os Estados Unidos e a Espanha estão à beira de uma guerra.

Daniel Brühl, Luke Evans e Dakota Fanning estrelam a produção.

The Alienist chegou ao Brasil pela Netflix.

‘Doctor Who’: Christopher Eccleston retorna como o 9º Doutor pela primeira vez em 15 anos

Segundo o ComicBook.com, o ator Christopher Eccleston irá retornar pela primeira vez em 15 anos como o 9º Doutor para uma produção em áudio de Doctor Who.

Visto pela primeira vez em 2005, o ator guiou o show para uma nova era e para uma nova geração. Agora, ele irá embarcar numa aventura antológica de doze episódios, cujo primeiro volume será lançado em maio de 2021. Entretanto, detalhes sobre a história não foram revelados.

Em uma entrevista ao Digital Spy, o lendário romancista e roteirista Neil Gaiman comentou que deseja voltar para o panteão sci-fi da série para escrever um episódio especialmente a Jodie Whittaker, que se tornou a primeira Doutora da série.

“Tudo a ver com Doctor Who sempre me chama a atenção. Eu amo o Doutor. Eu acho que Jodie Whittaker está fabulosa como a Doutora. Por um lado, adoraria escrever para ela, mas por outro, eu realmente queria escrever algo para Peter Capaldi, e nunca consegui fazer isso porque estava escrevendo ‘Good Omens’ na época. Então, nunca se sabe. Com sorte, escreverei algo para Jodie e, se não for para ela, talvez para o próximo Doutor”.

Gaiman já trabalhou na série em dois capítulos – “The Doctor’s Wife”“Nightmare in Silver” -, além de ter escrito o conto “Nothing O’Clock”. Cada uma delas foi estrelada pelo 11º Doutor, interpretado por Matt Smith.

Vale lembrar que Whittaker confirmou que estará reprisando o papel na 13ª temporada, que deve começar a ser filmada em setembro, caso as filmagens não sejam interrompidas devido ao Coronavírus.

Enquanto isso, confira o trailer da 12ª temporada, encerrada em março deste ano:

A 12ª temporada de Doctor Who introduziu um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.

Jodie Whittaker retorna como a nova versão do personagem-titular. Bradley WalshTosin Cole, Mandip Gill completam o elenco.

Stephen Fry e Goran Visjnic terão aparições especiais ao lado de diversos outros convidados.  

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Último episódio ganha trailer ESTENDIDO incrível; Confira!

A CW divulgou o trailer estendido do último episódio da temporada final de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘.

Confira:

Intitulado Last Mission, o capítulo final da série vai ao ar no dia 12 de agosto.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

Quarentena? Felipe Castanhari compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o Youtuber Felipe Castanhari para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘Operação Ecstasy’: Novo mistério no trailer completo da 2ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Operação Ecstasy‘ (Undercover).

Confira:

A nova temporada será lançada na plataforma no dia 8 de novembro.

Menos de um ano após os eventos do primeiro ciclo, Kim trabalha nos Direitos Humanos. Com a ajuda do seu ex-colega Bob, sua pesquisa sobre venda de armas ilegais da Síria a leva ao Rancho El Dorado. Bob se infiltra e tenta agradar os chefões da operação. De trás das grades, Ferry continua sua busca pela identidade real dos agentes que o prenderam.

O elenco conta com Tom Waes, Anna Drijver, Frank Lammers, Elise Schaap e Raymond Thiry.

Crítica | Madonna critica o status quo com a desequilibrada produção de ‘American Life’

Em meio a um conturbado cenário político que se iniciara em 2001 com a ascensão de George W. Bush à presidência dos Estados Unidos, Madonna adentrava a fase mais política de sua carreira. É claro que a rainha do pop já havia se posicionado diversas vezes desde sua estreia na indústria do entretenimento, deixando claro que não ficaria em cima de muro em qualquer assunto da sociedade. Entretanto, com o estopim da Guerra do Iraque, a artista resolveu que estava na hora de tomar alguma atitude que, por mais que colocasse sua carreira em risco (do mesmo modo que fizera no início dos anos 1990 com “Vogue” e seu apoio explícito à comunidade LGBTQ+), serviria como libertação filosófica. Logo, não demorou muito para que ela se jogasse de cabeça em seu nono álbum de estúdio, American Life.

À época de seu lançamento, em abril de 2003, a obra foi duramente criticada e, até hoje, é considerada como uma das grandes manchas da discografia de Madonna. Diferente de Erotica, que promoveu uma revolução estética na arte fonográfica, American Life insere-se em uma complicada constatação política que tenta ser mais do que consegue e, eventualmente, dá uma sensação de reciclagem absurda que estende-se ao longo de onze faixas, grande parte delas esquecíveis e algumas que cumprem aquilo o que prometem. Não demorou muito para que os fãs revisitassem o álbum, clamando por seu poder e por sua ousadia de enfrentar o status quo e criticar o intocável “sonho americano” promulgado desde sempre pelo imperialismo estadunidense.

De fato, essa ousadia existe: a performer retoma sua parceria com o produtor francês Mirwais Ahmadzaï, que colaborou com ela em Music e introduziu elementos bastante diferentes dos quais estávamos acostumados; dessa forma, era mais que óbvio esperarmos construções fora do comum, alinhadas a uma colcha de retalhos vibrante e que, no final das contas, seriam aprazíveis dentro de seus limites ao público do novo milênio. Mas o resultado final é aquém do esperado, não apenas pela repetição de progressões e delineações instrumentais, mas também pelo egocentrismo exagerado do qual a lead singer se vale. Em qualquer outro contexto, Madonna falar de si mesmo de forma indesculpavelmente inspiradora funcionaria – e ela já fez isso diversas vezes, fosse em investidas de Like a Virgin ou de Like a Prayer; aqui, as tentativas de arquitetar um panteão crítico caem por terra ao saírem de lugar nenhum e chegarem a nenhum lugar.

Não devo, porém, tirar mérito das reinvenções das quais a artista se vale. Enquanto realiza um movimento de convecção que se afasta e se aproxima de inflexões artísticas prévias, ela abre espaço para a insurgência do electroclash, gênero que mistura o new wave oitentista e o techno do fim do século. Ahmadzaï o abraça com vontade e explora cada minúcia estampada no início dos anos 2000, aproveitando também para misturar, com praticidade pontual, inclinações do folk e da eletrônica. Os deslizes, dessa forma, restringe-se mais ao liricismo e à organicidade da produção, que entram em conflito quase bélico em uma explosão repetitivamente sem sentido e que nos leva a pensar que um dos grandes titãs da música perdeu a mão.

Madonna tem o direito de errar, é claro – ainda mais quando já presenteou o mundo com álbuns que tangenciam a perfeição sonora. Todavia, quando vários equívocos se conglomeram em um único panorama, são transformados em uma bola de neve. A obra tem início com a canção epônima, uma promissora e frustrante peça que é adornada com incursões incompreensíveis: mesmo com as envolventes digressões que precedem o refrão, a cantora resolve brincar com palavras cantadas e um rap extraviado que transforma um solilóquio irônico em uma narrativa pueril. O mesmo acontece na conturbada “I’m so Stupid”, que move-se através de fragmentados sintetizadores e uma guitarra reincidente de tantas outras canções.

No geral, a performer parece estar em negação com a cultura que faz parte de sua vida, desencantada com o que vinha acontecendo; não é surpresa que grande parte dos versos sejam acompanhados de advérbios pessimistas e anulativos, e de uma ácida ironia que poderia, apesar de não alcançar todo o potencial prometido, cria certos ápices sólidos, como é o caso de “Love Profusion”, do evocativo country de “X-Static Process” e do épico orquestral “Easy Ride” (ainda que tenha uma progressão extremamente familiar com a faixa de abertura). “Hollywood”, uma das músicas mais conhecidas, também ganha aclame por seu teor sarcástico e reflexivo e, apesar de ter tido uma recepção mista quando lançada, é uma das implosões mais orgânicas do álbum.

Momentâneas meditações não são o suficiente para ofuscar imprecisões amadoras refletidas profusamente em uma organização defeituosa. Enquanto as bruscas transições do álbum anterior funcionavam, aqui elas não são tratadas com a mesma cautela: “Nobody Knows Me” e “Mother and Father” são praticamente iguais, inclusive pelo uso desmedido do autotune. A temática blasfema também aparece, mas não se equipara às dêiticas rendições outrora engendradas. E, no topo desses deslizes, está “Die Another Day”, canção composta para ‘007 – Um Novo Dia para Morrer’, cuja rechaçável provocação dance-pop só é melhorada pelo icônico videoclipe dirigido por Traktor.

American Life não é ruim, mas passa longe de ser bom. Com poucas tracks que realmente se salvam, o principal problema enfrentado é a presunçosa e, de certa forma, egoísta produção que nunca consegue encontrar um fio que una todas as iterações em um universo competente e satisfatório.

Nota por faixa:

  • American Life – 2,5/5
  • Hollywood – 4/5
  • I’m So Stupid – 1/5
  • Love Profusion – 3,5/5
  • Nobody Knows Me – 2,5/5
  • Nothing Fails – 2,5/5
  • Intervention – 4/5
  • X-Static Process – 4,5/5
  • Mother and Father – 2/5
  • Die Another Day – 1/5
  • Easy Rise – 4,5/5

‘Tenet’: John David Washington diz que está desanimado com os atrasos na estreia

Por conta da pandemia do Coronavírus, o novo filme de Christopher Nolan, ‘Tenet‘, já foi adiado várias vezes.

Mesmo assim, o thriller de espionagem permanece sendo uma das estreias mais aguardadas de 2020, mas parece que alguns membros do elenco estão perdendo as esperanças sobre o lançamento ainda este ano.

Durante uma entrevista para o Mr. Porter, o protagonista John David Washington disse que está bastante desanimado com os atrasos no lançamento.

“Quero dizer, sou humano. Dei tudo de mim nesse filme e estou morrendo de ansiedade. Toda vez que eu penso que vão lançar, surge um novo adiamento. Isso é muito desanimador. É como esperar para ver seu filho indo para a escola, mesmo que tenha que esperar um semestre inteiro.”, desabafou ele.

Lembrando que a Warner Bros. planeja lançar a produção dia 26 de agosto em países que já contiveram o pico do coronavírus, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido.

Aqui no Brasil, a estreia está marcada para 10 de setembro, por enquanto.

A produção foi exibida em IMAX para alguns funcionários da empresa e as primeiras reações foram divulgadas pelo próprio CEO da companhia, Rich Gelfond.

Durante uma reunião por vídeo conferência com analistas de Wall Street, o empresário salientou que as percepções gerais sobre o filme foram excelentes e salientam a grandiosa qualidade do novo thriller de Nolan – que fora todo filmado com equipamentos IMAX:

“A reação deles foi: ‘Oh Meu Deus! Eu havia me esquecido o quão bom é estar dentro de uma sala de cinema. Tenet foi lindamente criado e filmado, é um filme incrível…’E isso não foi apenas uma pessoa, de uma determinada idade. Essa reação foi a de vários funcionários da IMAX, que espontaneamente disseram isso a mim”. 

Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.

O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘The Boys’: 2ª temporada ganha várias novas imagens; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Boys‘ é uma das mais aguardadas para o segundo semestre de 2020 e a Amazon Prime Video divulgou uma série de novas imagens.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder compartilha a 1ª imagem com o novo visual do Lobo da Estepe; Confira!

Muitos fãs reclamaram do visual do Lobo da Estepe em ‘Liga da Justiça‘, mas parece que aquela versão com o rosto humano foi ideia do diretor Joss Whedon.

Em seu perfil do Vero, Zack Snyder decidiu revelar oficialmente o visual que o vilão terá em seu corte da adaptação.

Na legenda, ele escreveu:

“Eu estava trabalhando hoje e tirei isso do editorial, desculpem pela baixa resolução, mas eu o vi em toda a sua glória em alta definição e ele está incrível.”

Confira:

Há algumas semanas, o cineasta conversou com a jornalista Grace Randolph e revelou que seu corte de ‘Liga da Justiça terá 214 minutos de duração, ou seja; 3h34.

Isso quer dizer que os fãs terão 1h30 de cenas adicionais, já que a versão finalizada por Whedon em 2017 teve apenas 120 minutos.

Empolgado, Snyder disse que o corte planejado para a HBO Max será ‘uma versão mais pura’ e irá se conectar diretamente com as tramas de O Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman’.

Anteriormente, J.K. Simmons, intérprete do Comissário Gordon, djá havia adiantado ao The Hollywood Reporter que a versão de Snyder será muito mais longa que a original.

“Eu sempre fui a favor da visão de um diretor sobre qualquer filme, especialmente um cineasta que tem sido tão icônico no gênero dos quadrinhos como Zack. Mesmo quem amou a versão de 2017 vai se empolgar com as coisas novas que ele está planejando. Há muito material inédito e a única certeza que eu tenho é que [o Snyder Cut] será muito mais longo.”

Ele continuou:

“A versão de 2017 foi muito comentada por diversas razões polêmicas. Mas acho que o corte de Snyder será comentado pela qualidade e fidelidade aos personagens.”

Infelizmente, Simmons não quis revelar o que ele já sabe, mas seus comentários só fazem crescer a ansiedade pela estreia do Snyder Cut, que está marcado para 2021.

Confira as imagens promocionais:

Madonna está trabalhando com roteirista de ‘Juno’ e ‘Garota Infernal’ em projeto secreto

Em seu Instagram oficial, a rainha do pop Madonna postou um breve vídeo em que está trabalhando ao lado de Diablo Cody, icônica roteirista conhecida por filmes como JunoGarota Infernal.

Durante o momentâneo minuto, Madonna e Cody estão conversando sobre o famoso traje com sutiã de cone da turnê Blond Ambition, de 1990, feito por Jean Paul Gaultier, enquanto a performer fala sobre a importância de detalhes específicos, como a escolha de uma música para uma determinada cena.

Apesar do projeto não ter sido revelado, fãs começaram a teorizar que Cody pode estar escrevendo um longa-metragem sobre a própria diva.

Confira:

Esta não é a primeira vez que Madonna se envolve com a esfera cinematográfica, visto que trabalhou em diversos projetos como EvitaUma Equipe Muito EspecialProcura-se Susan Desesperadamente. Ela também assinou o roteiro e dirigiu o drama romântico histórico ‘W.E.’, que garantiu à artista um Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

Tendo lançado catorze álbuns de estúdio e vendido mais de 300 milhões de cópias, Madonna continua, até hoje, como um titã da música e uma das mulheres mais influentes da história. Ela já levou para casa sete estatuetas do Grammy20 VMAs.

‘Tenet’: CEO da WarnerMedia fala sobre lançar o filme no streaming, assim como ‘Mulan’

A Disney surpreendeu o mundo ao anunciar que ‘Mulan‘ será lançado no mercado norte-americano por meio da plataforma Disney+, pelo valor de US$ 29,99.

A inesperada decisão acabou abrindo um debate envolvendo outros aguardados lançamentos, que também foram diretamente afetados pela pandemia do coronavírus. E o sci-fi ‘Tente’ tem sido um dos principais alvos dessas discussões, principalmente em virtude dos seus inúmeros adiamentos e especulações dos bastidores envolvendo Christopher Nolan e a Warner Bros.

E o CEO da WarnerMedia, Jason Killar, foi questionado pela revista Variety se o conglomerado estaria aberto para a possibilidade de lançar o aguardado thriller no formato streaming. Se desviando de uma resposta categórica, o executivo salientou a persistência de fazer ‘Tenet’ uma experiência cinematográfica para ser vista nas telonas:

“Eu não tenho nenhum comentário sobre isso especificamente. Eu acho que com ‘Tenet’ nós deveríamos julgar isso baseado na nossa decisão ao fazer o filme, que é: Nós acreditamos no mercado das salas de cinema. Estamos empolgados por fazer uma parceria com Chris Nolan, para lançar ‘Tenet’ nos cinemas primeiro e antes de tudo”.

O CEO foi ainda mais além, afirmando que eventualmente o filme será lançado em outros formatos, mas que a preferência é seguir o caminho pré-determinado em direção aos cinemas:

“E então, claro, o filme estará em outros formatos e em outros locais, que não sejam os cinemas. Mas eu acho que, se você olhar para o nosso comportamento, acreditamos na experiência em uma sala de cinema e, claro, também estamos em uma comunicação muito próxima com todos da indústria de expositores de filmes, sobre a disponibilidade de salas e sobre como podemos servir coletivamente os consumidores da melhor maneira possível daqui para frente… Então eu sei que é um assunto muito provocativo. Eu entendo isso e é muito compreensível. Mas, no final do dia, estou animado com esse tipo de lançamento e estou me inclinando para isso”.

A previsão é que a estreia do filme aconteça em território nacional no dia 10 de setembro.

O estúdio está preocupado com o avanço da pandemia de coronavírus pelo mundo, já que a maioria das salas de cinemas seguem fechadas.

A Warner planeja lançar a produção dia 26 de agosto em países que já contiveram o pico do coronavírus, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido.

Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.

O filme é dirigido e escrito por Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘Adão Negro’: Noah Centineo mostra intenso treinamento para viver Esmaga-Átomo na adaptação; Confira as fotos!

Em seu Instagram oficial, Noah Centineo divulgou duas novas imagens de bastidores de Adão Negro, nas quais revela seu intenso treinamento para viver o vilão Esmaga-Átomo.

Confira:

Recentemente, o astro Dwayne Johnson divulgou a primeira prévia do longa-metragem para o DC FanDome. No vídeo de menos de trinta segundos, The Rock aparece de costas como o personagem titular.

É provável que mais prévias do longa-metragem sejam divulgadas durante o evento, que ocorre em 22 de agosto.

Confira:

Devido aos adiamentos do filme Red Notice, que devem terminar no final desse ano, Johnson terá uma agenda relativamente cheia nos próximos meses – o que significa que a produção do novo filme da DC e da Warner Bros. também sofrerá atrasos e deve começar suas gravações apenas em 2021.

As filmagens originalmente deveriam começar na primavera estadunidense, mas já haviam sido adiadas uma vez.

Além de Johnson, que vive o personagem titular, o elenco também é formado por Centineo, que viverá o Esmaga-Átomo, um personagem que consegue controlar sua estrutura molecular e pode manipular o próprio tamanho e a própria força. Smasher já apareceu nas telinhas antes, em um dos episódios da série The Flash.

Jaume Collet-Serra (Jungle Cruise) comanda o projeto. Ainda não se sabe quando as filmagens irão começar, visto que o projeto sofreu adiamentos em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, sabe-se que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão DC.

Adão Negro continua com estreia marcada para o dia 22 de dezembro de 2021.

‘Ghost in the Shell’ | A Cultuada Animação Japonesa Completa 25 anos

Animação cyberpunk foi um divisor de águas para a indústria dos animes no cinema e para o próprio gênero de futuro distópico

“Em um futuro próximo conglomerados chegam às estrelas…”

Em 1995, o cenário de animes, mais especificamente do gênero de ficção científica, sofreu uma mudança irreversível, esta representada no lançamento de dois produtos. O primeiro foi Neon Genesis Evangelion, um anime do gênero mecha (aqueles que envolvem histórias com robôs gigantes geralmente comandados por humanos) que trazia uma combinação estonteante de trilha sonora impecável, design de personagens marcantes pelas mãos de Yoshiyuki Sadamoto (que foi responsável pelo mangá) e questionamentos filosóficos acerca da alma humana.

O segundo foi Ghost in the Shell, conhecido no Brasil como O Fantasma do Futuro, a adaptação audiovisual do mangá de 1989 assinada por Mamoru Oshii. Diferente de seu colega citado acima, GITS (abreviação para Ghost in the Shell) foi um projeto que já possuía um material fonte e que, desde sua concepção, foi pensado para ser um filme e não uma obra episódica. Dessa forma sua estrutura narrativa teve que achar uma maneira de desenvolver uma tonelada de temas reflexivos, personagens e estabelecer aquele contexto futurístico em pouco mais de uma hora.

Questionamentos existenciais eternizaram o filme

A premissa do enredo de GITS foca na investigação conduzida pela major Motoko Kusanagi, membro do Setor 9 (divisão do governo japonês voltada para ações de contraterrorismo cibernético), em identificar e deter o hacker conhecido como “Mestre dos Fantoches”, que vem roubando importantes segredos de estado através da invasão digital. 

Imediatamente a inspiração Tech Noir invoca uma comparação com Blade Runner (1982), não só pela estética de um futuro pessimista, mas pela forma como a investigação central da trama é conduzida. Ela move a trama mas não necessariamente está o tempo todo recebendo a atenção principal, há momentos específicos dedicados unicamente à protagonista Motoko Kusanagi.

Motoko, apesar de mecanizada, possui questionamentos muito humanos

A própria Motoko, por sua vez, não é uma humana, mas sim um androide 100% produzido em laboratório e com toda a sequência de créditos de abertura destinada a mostrar sua montagem – da projeção neural até quando seu corpo está finalizado. Esse momento também funciona para demonstrar visualmente que ela não é humana, apesar do comportamento por vezes enganar, e que seus questionamentos sobre a própria existência são muito bem fundamentados.

Em entrevista concedida ao TIFF (o Festival de Toronto) vinte anos depois do lançamento, Oshii disse que simplificar o material fonte foi algo bastante difícil de realizar. “Eu já tinha lido antes dele (produtor da Bandai) ter me dado. Era interessante mas era um mangá muito difícil. Então depois de recebê-lo precisei reler mais algumas vezes. É um mangá muito complicado. Meu trabalho como diretor era transformar esse livro complicado em um filme simples”.

Ainda assim, a ambientação futurista e tecnológica presente em GITS combinou perfeitamente com a opinião que Oshii já havia demonstrado anteriormente sobre o lado benéfico dos avanços tecnológicos. No decorrer do filme é levantado diversas vezes o questionamento de que mesmo possuindo um alto preço a pagar (até mesmo porque a privacidade individual não mais existia), o aprimoramento orgânico por meio de implantes havia gerado uma evolução.

Tão importante para a obra quanto a sua história, a trilha sonora composta por Kenji Kawai tornou-se memorável pelas batidas de tambor combinadas a poderosos vocais de orquestra, trazendo assim uma sensação diferente para a história da mesma forma que Vangelis fez por Blade Runner em 1982.

A evolução tecnológica tem seu preço

Durante uma entrevista ao canal de televisão francês Toco Toco, Kenji Kawai explicou o processo criativo para o desenvolvimento da música de GITS. “Para Ghost in the Shell, a princípio, o diretor Mamoru Oshii disse que queria baterias. Porém, eu descobri que era muito difícil para mim retratar emoções apenas com baterias. Eu então me perguntei se não seria melhor adicionar vozes. Tinha essa cantora performando “Min’yo” (música folclórica japonesa) e depois de ouvir sua voz achei que poderíamos tentar algo interessante…”

Financeiramente o filme teve um desempenho positivo, tendo custado 600 milhões de ienes (algo equivalente a US$ 10 milhões) e gerado de lucro US$ 43 milhões. Criticamente ele recebeu grandes elogios de veículos ocidentais, que o colocaram como uma das grandes animações japonesas de todos os tempos – ao lado de Akira e as várias produções dos estúdios Ghibli.

A obra também gerou uma versão live action em 2017 comandada por Rupert Sanders e protagonizada por Scarlett Johansson, intitulada no Brasil A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell. Na indústria de animes ele teve uma sequência em 2004 (novamente dirigida por Oshii), uma versão remasterizada do filme original em 2008 (Ghost in the Shell 2.0), duas sequências em formato de anime episódico chamada Ghost in the Shell: Stand Alone Complex e Solid State Society, além de uma prequel mostrando a origem do Setor 9 intitulada Ghost in the Shell Arise.

‘Rebecca’: Armie Hammer e Lily James nas novas imagens promocionais do longa

Rebecca: (L to R) Armie Hammer as Maxim de Winter, Lily James as Mrs. de Winter. Cr. KERRY BROWN/NETFLIX

EW divulgou novas imagens oficiais de Rebecca, adaptação do clássico filme de Alfred Hitchcock que, por sua vez, é baseado no romance gótico homônimo de Daphne du Maurier.

O longa estreia na Netflix no dia 21 de outubro.

Confira:

Rebecca: Lily James as Mrs. de Winter, Cr. KERRY BROWN/NETFLIX
Rebecca: (L to R) Armie Hammer as Maxim de Winter, Lily James as Mrs. de Winter. Cr. KERRY BROWN/NETFLIX
Rebecca: (L to R) Director Ben Wheatley, Armie Hammer as Maxim de Winter, Lily James as Mrs. de Winter. Cr. KERRY BROWN/NETFLIX

Ben Wheatley dirige a nova adaptação. Jane Goldman (A Mulher de Preto) assina o roteiro.

A história gira em torno de uma jovem mulher que acabou de se casar e, ao chegar no estado impositivo de sua família na costa inglesa, ela se vê à sombra de sua falecida primeira mulher, a misteriosa Rebecca, cujo legado continua a assombrar a casa.

Armie HammerLily JamesKristin Scott Thomas estrelam.

O filme original, lançado em 1940, foi a primeira produção estadunidense de Hitchcock e levou para casa as estatuetas de Melhor FilmeMelhor Fotografia, além de ter sido nomeado para outras nove categorias naquele ano.

‘Super Conectados’: Produtor divulga nova imagem de bastidores da animação; Confira!

Em seu Twitter oficial, o produtor Phil Lord divulgou uma nova imagem de bastidores da animação Super Conectados, animação da Sony Pictures na qual trabalha ao lado de Chris Miller.

Confira:

Anteriormente prevista para 18 de setembro, o longa estreia agora em 8 de outubro de 2020.

Michael Rianda (Gravity Falls) comanda a produção. Jeff Rowe assina o roteiro.

A comédia de ficção científica gira em torno de uma família qualquer que, assim como toda família no mundo, se tornou dependente de seus celulares. Mas isso se torna um problema quando todos os aparelhos eletrônicos ganham senciência e se voltam contra a humanidade.

Abbi JacobsonDanny McBrideMaya RudolphEric AndreOlivia Colman estrelam.

Robert Downey Jr. e Matthew Rhys comentam sobre a reinvenção de ‘Perry Mason’ em novo vídeo

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores da aclamada série ‘Perry Mason’, em que o produtor Robert Downey Jr. e o astro Matthew Rhys discutem como reinventaram o icônico personagem titular para a produção.

Confira:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada. A confirmação foi feita por Downey Jr. em seu Twitter oficial.

Confira:

Criada por Ron FitzgeraldRolin Jones, a série é um reboot do seriado homônimo lançado nos anos 60.

Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.

O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.

Perry Mason‘ foi exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.