Site Página 5104

‘Viúva Negra’: Scarlett Johansson revela o período em que o filme é ambientado

Em entrevista ao The Late Show, Scarlett Johansson falou sobre o filme solo de ‘Viúva Negra‘ e confirmou oficialmente o período em que o longa se encaixa na timeline do Universo da Marvel.

“O filme se passa depois dos eventos de ‘Guerra Civil’ e antes de ‘Guerra Infinita’. Muitas pessoas me disseram que o filme devia ter acontecido antes… e eles se perguntam se é tarde demais para esse filme agora, mas eu nunca poderia ter feito esse filme há dez anos quando começamos nossa jornada com a Marvel.”

Ela completa, “Minha jornada com a Natasha levou a essa filme, que agora é uma personagem completa e cheia de complexidade, o que é absolutamente incrível. Podemos fazer várias coisas atualmente que são incríveis.”

Depois de ‘Mulan’, fãs do MCU querem que ‘Viúva Negra’ seja lançado no Disney+

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Outubro de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Disney fala sobre possibilidade de lançar ‘Viúva Negra’ digitalmente

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘The Rain’: Fãs comemoram a estreia da 3ª temporada; Confira!

A 3ª e última temporada da série pós-apocalíptica ‘The Rain estreou hoje (06) na Netflix, e os já fãs estão comemorando a novidade.

No ciclo de encerramento, anos após a chuva dizimar a população da Escandinávia, Simone (Alba August) e Rasmus (Lucas Lynggaard) se desentendem sobre como salvar a humanidade da extinção.

Nas redes sociais, diversos internautas estão animados com chegada dos novos episódios, ao mesmo tempo em que demonstram tristeza com o fim da série.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

Crítica | The Rain – Netflix lança ótima série pós-apocalíptica na pegada ‘The Walking Dead’

Criada por Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen e Christian Potalivo, a série teve excelente repercussão junto ao público global, incluindo os EUA, Reino Unido, Brasil, França e Alemanha, além da sua nativa da Dinamarca.

A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal aniquilar quase todos os humanos na Escandinávia. Nesse cenário pós-apocalíptico, dois irmãos dinamarqueses juntam-se a um grupo de jovens sobreviventes para descobrir se um novo mundo já começou em outro lugar. Todos esperam ainda que o pai dos irmãos esteja em algum lugar com respostas.

O elenco conta com Alba August, Lynggaard Tønnesen, Mikkel Boe Følsgaard, Lukas Løkken e Jessica Dinnage.

‘Os Novos Mutantes’: Magik revela a extensão de seus poderes em novo teaser da adaptação; Assista!

A 20th Century Studios divulgou um novo teaser de ‘Os Novos Mutantes‘, revelando a extensão dos poderes de Magik, interpretada por Anya Taylor-Joy.

O vídeo CONFIRMA a estreia nos cinemas dos EUA no dia 28 de Agosto. No Brasil, a estreia é prevista para 10 de setembro de 2020.

Confira:

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.

“Creio que são 98 minutos ou algo assim. Nunca foi mais que 104, até mesmo no primeiro corte. Lembro que o corte inicial tinha 20 minutos a mais que o final, mas você verá tudo isso no conteúdo especial – juntamos todas as cenas deletadas para vocês verem”.

Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.

“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.

“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Bacurau’: Filme brasileiro é candidato à vaga no Oscar 2021

De acordo com a Indie Wire, o filme brasileiro ‘Bacurau‘ foi listado como candidato à uma vaga no Oscar 2021, que será realizado em abril, e pode concorrer na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Apesar de ter sido lançado no Brasil em 2019, o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles só estreou no circuito comercial dos EUA no início de 2020, antes da pandemia do Coronavírus.

Por conta disso, a produção se encaixa no protocolo de elegibilidade da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

No entanto, ainda não há nada confirmado oficialmente, mas o filme tem grandes chances de representar o Brasil durante a premiação mais marcante do cinema.

No ano passado, Bacurau‘ foi premiado como Melhor Filme durante o 37° Festival de Cinema de Munique.

Além da homenagem, os responsáveis pela produção foram presenteados com 50.000 euros em equipamentos para seu próximo filme.

“É uma honra poder receber esse prêmio que já permite pensar num próximo projeto.”, comemorou a produtora Emilie Lesclaux.

Em maio de 2019, ‘Bacurau‘ também recebeu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, onde aconteceu sua première mundial. Desde então, o longa já recebeu convites para mais de 100 festivais pelo mundo e será distribuído em mais de 30 países.

Assista ao trailer:

A história se passa em Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, e dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade nao consta mais nos mapas.

‘The Witcher’: Gravações da 2ª temporada já foram retomadas, revela showrunner

Em seu perfil do Twitter, Lauren S. Hissrich, showrunner de ‘The Witcher‘, revelou que as gravações da 2ª temporada da série já foram retomadas.

Ao publicar uma foto do set, ela mostrou que a equipe está usando máscaras de proteção e todos estão respeitando as medidas de segurança para evitar a propagação do Coronavírus.

Na publicação, Hissrich está ao lado de uma colega de trabalho, enquanto alguns funcionários aparecem ao fundo.

Ela ainda brincou ao dizer que seu filho não a reconheceu por causa da máscara quando eles conversaram através de uma chamada de vídeo.

Confira:

“Enquanto eu estava usando o EPI no set, eu atendi uma ligação do FaceTime e falei com meu filho de sete anos. Ele disse educadamente: “Oi, posso falar com a mamãe, por favor?”

De acordo com o Redanian Intelligence, as gravações dos novos episódios serão finalizadas apenas em fevereiro de 2021.

Antes da pandemia do Coronavírus a produção seria encerrada dentro de seis meses, entre fevereiro e agosto de 2020.

No entanto, diversas alterações causadas pela pandemia do Coronavírus forçaram a equipe de produção a adicionar mais dois meses de planejamentos.

Como as filmagens estão sendo retomadas aos poucos a partir desta semana, espera-se que tudo esteja pronto até o início do ano que vem, quando será iniciado o estágio de pós-produção.

Por conta do atraso, é provável que a estreia dos novos episódios seja adiada em alguns meses.

No entanto, não foram revelados detalhes sobre a data de estreia, que estava prevista originalmente para o verão norte-americano de 2021 (entre junho e setembro).

Enquanto isso, vale lembra que os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Mundo Mistério’: Assinantes da Netflix estão adorando a nova série brasileira

Mundo Mistério‘ chegou ao catálogo da Netflix no início da semana e já está conqusitando os assinantes da plataforma por conta de seus temas fascinantes.

Ao longo de oito episódio o Youtuber Felipe Castanhari apresenta assuntos dos mais variados, como os segredos sobre o Triângulo das Bermudas, o fascínio pelas viagens no tempo, e até mesmo as consequências de um possível apocalipse zumbi.

Nas redes sociais, os internautas estão elogiando a produção por transmitir novas descobertas ao público e pelos ricos detalhes das informações.

Confira:

Assista ao trailer:

A produção trará temas controversos da ciência e da história, mostrando uma perspectiva divertida da aprendizagem.

Mundo Mistério é baseado no programa de mesmo nome do Canal Nostalgia, também criado por Castanhari.

Segundo ele, sua maior inspiração para criar a série foi o clássico televisivo O Mundo de Beakman, dos anos 1990.

‘Sapatinho Vermelho e os Sete Anões’ partem numa aventura mágica no novo trailer da animação

Lionsgate divulgou o novo trailer oficial da animação ‘Sapatinho Vermelho e os Sete Anões‘.

Confira:

O longa é dirigido por Sung-Ho Hong.

Nesta releitura do famoso conto da Branca de Neve, o beijo da princesa de sapatos vermelhos (Chloë Grace Moretz) é a única cura para os sete anões que, na verdade, são sete príncipes arrogantes. A disputa pelo beijo da princesa fará com que eles mudem suas visões de mundo e entendam o verdadeiro significado da beleza.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de setembro.

‘Bill & Ted 3’: Alex Winter e Keanu Reeves no vídeo de bastidores da sequência; Confira!

A Orion Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores de Bill & Ted: Encare a Música, no qual o elenco explora a narrativa do próximo capítulo da franquia.

Além disso, foi revelado que o filme será lançado ao mesmo tempo nos cinemas e em VOD no dia 28 de agosto, uma semana antes da data previamente anunciada.

Confira:

Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.

Dirigido por Dean Parisot, o roteiro foi escrito por Chris MathesonEd Solomon, responsáveis pelo filme original.

Além do retorno de Keanu Reeves e Alex Winter, o elenco ainda conta com Brigette Lundy-Paine, Samara Weaving e Scott Mescudi.

‘Hoops’: Nova animação adulta da Netflix ganha trailer oficial; Confira!

HOOPS (L to R) Steve Berg as DJ, Gil Ozeri as Isaac, Jake Johnson as Coach Ben Hopkins, Ben Hoffman as Timebomb, Nick Swardson as Scott, and Sam Richardson as Marcus in episode 5 of HOOPS. Cr. NETFLIX © 2020

A nova série em animação para o público adulto, intitulada ‘Hoops‘, ganhou seu primeiro trailer completo.

A produção tem estreia marcada na Netflix para o dia 21 de agosto.

Confira:

Na trama, um técnico de basquete grosseiro e mal-humorado faz de tudo para colocar seu time na linha e chegar às divisões principais.

Hoops‘ é criada por Ben Hoffman, que também assume a função de produtor executivo do projeto, ao lado do ator e também dublador da série, Jake Johnson, bem como de Phil Lord, Christopher Miller, Seth Cohen e M. Dickson.

A série é produzida pela 20th Century Fox Television e animada pela Bento Box.

Além de Johnson, o elenco de dubladores conta com Rob Riggle (Holey Moley, The Daily Show), Natasha Leggero (Another Period, Broke) e Ron Funches (Harley Quinn, Undateable).

‘Zola’: Suspense baseado em postagens do Twitter ganha teaser oficial; Confira!

A24 divulgou hoje (06) o primeiro teaser oficial de Zola, suspense baseado em uma thread do Twitter cujas postagens foram escritas por uma mulher chamada A’Ziah King.

Confira:

A novata Taylour Paige estrela a produção como a personagem titular Zola, uma garçonete de Detroit que começa uma amizade com uma cliente chamada Stefani (Riley Keough), que a seduz para mergulhar de cabeça num final de semana cheio de danças, festas e outras coisas.

Nicholas BraunColman Domingo completam o elenco principal.

Dirigido e escrito por Janicza Bravo, o filme estreou no Festival de Sundance 2020 e ainda não tem previsão de estreia.

 

Morgana aparece na nova cena divulgada de ‘Magos’, terceira parte da antologia ‘Contos da Arcadia’

A DreamWorks divulgou hoje (06) uma nova cena oficial de ‘Magos’, terceira parte da série animada antológica ‘Contos da Arcadia’, criada pelo lendário Guillermo del Toro.

O próximo e último capítulo da saga chegará à Netflix amanhã, 07 de agosto.

Confira:

‘Magos’ traz um elenco de peso para as telinhas, incluindo Colin O’Donoghue como o aprendiz de feiticeiro Douxie e David Bradley como Merlin. Temos também o retorno de nomes conhecidos como Emile HirschLexi MedranoCharlie SaxtonSteven YeunLena HeadeyFred TatascioreClancy BrownDiego LunaMark HamillKelsey Grammer.

Alfred MolinaStephanie BeatrixJames FaulknerJohn Rhys Davies completam o time.

‘O Mandaloriano’: Trailer da 2ª temporada será lançado este mês

Segundo fontes próximas ao site LRM Online, a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ ganhará seu primeiro trailer oficial ainda este mês – mais precisamente durante os jogos decisivos da NBA. Entretanto, nenhum dia exato foi anunciado.

Durante uma reunião de acionistas da Walt Disney, foi revelado que o próximo ciclo chega ao Disney+ em outubro deste ano.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

Em um dos melhores ganchos das séries atuais, a 1ª temporada terminou com o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) saindo de seu TIE Fighter empunhando o lendário Sabre Negro de Pre Vizla, um antigo líder da tribo de caçadores de recompensa.

E parece que as origens da arma serão exploradas ao longo da 2ª temporada da atração, como revelou Esposito durante uma entrevista para o Deadline.

“Depois que Gideon tomou posso do Sabre Negro, eu ouvi muitos fãs perguntando: ‘De onde veio esse sabre e como ele foi revivido?’ Essa é uma das principais tramas da 2ª temporada. O público vai conhecer um pouco mais do sabre e como essa antiga arma veio para no mundo moderno.”

Ele continuou, indicandoo que o passado de Gideon está diretamente ligado ao sabre.

“O sabre é a chave para desvendar o passado do Moff Gideon, que possivelmente tem muito a ver com sua verdadeira origem.”

Como ficou claro, a arma não é apenas um troféu para Gideon, e além de poder manejá-la, parece que ele tem alguns truques escondidos.

Anteriormente, Esposito conversou com o Comic Book e sugeriu que o vilão é sensitivo à Força.

“Gideon é um militar completo, é um guerreiro, é um lutador. Ele sabe como manusear o sabre negro. E ele tem um poder dentro de si que o torna diferente de todos os outros personagens. Isso é realmente interessante para mim.”

O veterano ainda teorizou que Gideon pode estar em busca de algum legado no passado dos Jedi.

“O que ele quer realmente? Ninguém sabe, ainda. Ele é um herói caído? Um devoto de Darth Vader? Algo me diz que ele sabe muito mais do que aparenta, mas teremos que esperar para descobrir.”

E aí, o que você acha dessas declarações?

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Homem de Ferro’: Pôster retrô imagina Charlie Sheen como Tony Stark; Confira!

Já imaginou como seria o MCU se ‘Homem de Ferro‘ fosse lançado na década de 1990? Consegue imaginar quem seria o ator contratado para o papel principal?

Pensando nisso, um usuário do Reddit divulgou um incrível cartaz retrô imaginando Charlie Sheen como Tony Stark no lugar de Robert Downey Jr.

Cameron Diaz e Shawn Wayans também aparecem como Pepper Potts e James Rhodey, no lugar de Gwyneth Paltrow e Terrence Howard, respectivamente.

Confira:

“Um homem ordinário forçado a se tornar um herói extraordinário.”, diz o pôster.

Lançado em 2008, ‘Homem de Ferro’ foi o primeiro filme do MCU, e é considerado um marco do gênero por revolucionar as adaptações de quadrinhos para o cinema.

Além disso, o longa dirigido por Jon Favreau arrecadou US$ 585,3 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 140 milhões. 

 

Os 58 anos do Homem-Aranha | O Maior Herói da Marvel Comics

Publicada em 1962, a Amazing Fantasy #15 mudou para sempre a Marvel Comics e a indústria dos quadrinhos

“…Peter Parker estava longe de ser o maioral do campus…”

Na metade da era de prata dos quadrinhos (período entre 1956 e 1970, quando a respeitabilidade da indústria atingiu outro patamar), mais precisamente em 1962, era lançada a décima quinta edição da revista mensal Amazing Fantasy. Essa linha editorial da Marvel Comics tinha como objetivo criar histórias melhor trabalhadas e com forte inspiração no gênero de ficção científica para o público, até então ela era conhecida como Amazing Adult Fantasy e à sua frente estava a dupla Stan Lee e Steve Ditko.

Com um cancelamento iminente a dupla recebeu carta branca, em agosto de 1962, para publicar uma última história que eles quisessem. Para isso eles pensaram na ideia de um vigilante mascarado com poderes de aranha que já havia sido descartado anteriormente pelo editor Martin Goodman. A narrativa desse novo personagem traria a inovação de não ser apenas uma história de um super-herói combatendo o crime mas também de ser a história de um jovem passando por problemas do cotidiano, como relações amorosas, busca por trabalho e equilibrar vida escolar com a de vigilante. 

Isso tudo com um adolescente recebendo o papel de protagonista e não mais o de um ajudante (como tinha se tornado comum desde a criação do Robin – Dick Grayson em 1940). Ainda que a ideia de vida escolar mesclada com a de herói fosse algo novo, a concepção de quadrinho abordando o mundo sob a ótica de um jovem já era usada desde 1939 nas histórias de Archie Andrews e seus amigos publicados pela MLJ Comics.

O início de um sonho

Ainda assim o sucesso de Amazing Fantasy #15 foi imediato e o público queria consumir mais histórias sobre Peter Parker e seu alter ego heroico, Homem-Aranha. Isso garantiu uma sobrevida à linha e eventualmente, com o personagem estabelecido como um sucesso, gerou uma readaptação para focar exclusivamente em histórias do “teioso”. Não mais Amazing Fantasy, mas sim Amazing Spider-Man.

Foi em 1963 que a série começou, trazendo a dupla Lee\Ditko no roteiro e ilustração respectivamente. As primeiras histórias traziam um tom bastante juvenil e descompromissado, com um narrador surgindo eventualmente para ambientar o leitor dos acontecimentos, com Peter passando por situações inusitadas (como a histórica luta de boxe com seu eterno bullie Flash Thompson) ou com vilões bastante caricatos. Ao mesmo tempo, as histórias chamavam atenção por momentos de grandes dilemas morais de fácil identificação.

Mais de uma vez, principalmente quando entra para a faculdade, Peter se vê dividido entre a vontade de sair para se divertir com seus colegas e a necessidade de cuidar da tia. Esse dilema pessoal foi a base para Amazing Spider-Man #31, que se tornou não só uma das histórias mais amadas da fase Lee\Ditko como também foi um dos primeiros divisores de água para muitos personagens da mitologia do herói – tais como tia May (que se mostrava incomodada por ver Peter tão dedicado a ela devido a seus problemas de saúde em detrimento de se divertir), Gwen Stacy (que já mostrava os primeiros sinais de atração para com Peter) e até o próprio Peter Parker, dando sinais claros de estafa ao tentar equilibrar a vida de vigilante, aluno e responsável pela tia.

Amazing Spider-Man #31 foi um momento decisivo para o desenvolvimento do herói

O sucesso inegável dos quadrinhos gerou a primeira série animada do herói em 1967, chamada Spider-Man. Hoje mais conhecida pelos memes criados a partir da sua limitada animação, foi para ela que a música tema do personagem, “Spider-Man Theme”, foi composta e décadas mais tarde refeita pela banda Ramones. 

“Você matou a mulher que eu amo!”

A década de 70 foi bastante importante para o Homem-Aranha. Nos quadrinhos, em 1973 foram publicados os volumes 121 e 122 de Amazing Spider-Man sob o título de A Noite que Gwen Stacey Morreu. O assassinato da namorada do protagonista pelas mãos de seu maior inimigo, o Duende Verde, foi um marco histórico dos quadrinhos e muitos o classificam como o fim da então era de prata e início da era de bronze.

A morte de Gwen Stacey foi um marco nas Histórias em Quadrinho

Em 1977 veio a primeira versão live-action do aracnídeo com o seriado The Amazing Spider-Man que, apesar de bem recebido, durou apenas 13 episódios entre 1977 e 1979. Nos anos seguintes, filmes sobre o personagem chegariam à TV com os títulos Spider-Man: Strikes Back e Spider-Man: The Dragon’s Challenge. Todos eles protagonizados por Nicholas Hammond da série de TV.

Uma versão japonesa do cabeça de teia produzida pela Toei foi ao ar em 1978. Batizada unicamente de Spider-Man essa versão foi realizada aos moldes do gênero tokusatsu (nome dado ao gênero de obras live-action que utilizam efeitos especiais em suas produções como Godzilla e Kamen Rider) e apesar de apresentar certa semelhança estética do uniforme com os quadrinhos elas terminavam por aí. O protagonista agora era Takuya Yamashiro e suas habilidades vinham de braceletes alienígenas, que lhe permitiam lançar teias e transformar uma nave alienígena em um robô gigante.

Por volta de 1994 veio aquela que foi a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs: Spider-Man: Animated Series. Pegando carona nos sucessos de Batman: Animated Series e X-Men: Animated Series, a série animada foi por muito tempo o segundo programa de uma propriedade da Marvel Comics com a vida mais longa, perdendo apenas para X-Men, durando 65 episódios. Sua música de abertura foi performada por Joe Perry, guitarrista da banda Aerosmith.

Versão japonesa do cabeça de teia

A série animada também foi responsável por apresentar o antagonista Venom para o grande público através dos episódios duplos (distribuídos em VHS separadamente) intitulado A Saga de Venom. Um universo Marvel também fora estabelecido ao longo do seriado, seja através de pontas de personagens como Demolidor, Capitão América, Homem de Ferro e outros ou como referências.

“Quem sou eu? Quer mesmo saber?”

Mesmo com a presença consolidada nos quadrinhos e televisão faltava um terreno que o Homem-Aranha ainda não havia obtido sucesso: o cinema. Antes de 2002 algumas ideias para projetos haviam sido propostas, com a versão de James Cameron tendo Leonardo DiCaprio no papel principal, mas nenhuma vendo a luz do dia. No início dos anos 2000, o diretor Sam Raimi (dos filmes Uma noite Alucinante) assumiu o projeto que teria em Tobey Maguire seu protagonista.

O sucesso de Homem-Aranha foi muito além de sua conquista individual. O filme fez parte do gênero de super-heróis que aos poucos se renovava desde o fim da década de 80. Nesse sentido, a primeira adaptação do teioso se juntou a X-Men: o Filme, de 2000, e Blade: o Caçador de Vampiros, de 1998, na vanguarda do novo modo de se produzir adaptações de quadrinhos, geralmente atuando em um terreno que não dava margem para as extravagâncias do gênero. Tais produções ganharam contornos negativos no pós-fase Schumacher dos filmes do Batman, mas ainda não eram tão sérios e sombrios quanto a abordagem de Christopher Nolan para o Morcego.

Apesar da versão de Raimi trazer liberdades de adaptação em relação aos quadrinhos, como a teia produzida pelo herói ser orgânica e não originária de cápsulas, ou a total ausência de Gwen Stacy, elas não foram tão rechaçadas pelo público como em outras adaptações. Outros elementos, como a interpretação surtada de Willem Dafoe para Norman Osborn e a escalação precisa de J.K Simons para J.J.Jameson são muito queridos por fãs até hoje.

Para muitos a versão definitiva do Homem-Aranha

O sucesso também gerou mais duas sequências; Homem-Aranha 2 foi e é tratado como um dos grandes filmes do gênero em todos os tempos devido a sua abordagem bastante madura sobre o que torna Peter Parker um herói (baseando-se em Amazing Spider-Man #50 ou também chamada de Spider-Man No More), tornando o filmes por vezes muito mais um drama do que algo oriundo de quadrinhos. O Dr. Octopus de Alfred Molina também recebe bastante elogio por fugir da visão de cientista louco dos quadrinhos e entregar um criminoso com propósito.

Homem-Aranha 3 porém não repetiu o sucesso dos dois anteriores, tendo falhado em apresentar vilões carismáticos ou profundos como foram anteriormente e sendo bastante criticado pelo tom cômico concedido a um filme que, em tese, adaptou uma saga importante, como parte de Guerras Secretas e Amazing Spider-Man #299 (primeira aparição do Venom). O fracasso junto ao público forçou a Sony, detentora dos direitos de imagem do personagem, a elaborar um reboot na forma de uma nova franquia.

Dessa forma nasceu a franquia “O Espetacular Homem-Aranha”, composta por dois filmes e dirigida por Marc Webb (500 dias com ela). Dessa vez a abordagem seguiria uma linha mais próxima do universo Ultimate dos quadrinhos (uma espécie de reboot nas histórias da Marvel no início dos anos 2000) e daria mais espaço para o romance entre Peter Parker e Gwen Stacey. Ambos os filmes receberam bastante crítica por apresentar uma versão atualizada e um tanto descolada demais de Peter. O segundo filme, em particular, não soube trabalhar com tantos personagens em tela, cometendo erros iguais aos de Homem-Aranha 3.

Versão de Marc Webb e atuação de Emma Stone reanimaram interesse geral por Gwen Stacey

Porém, essas obras foram responsáveis por reanimar o interesse do grande público pela Gwen Stacy (que já vinha voltando a ter atenção desde a animação O Espetacular Homem-Aranha de 2008) e eventualmente a personagem ganhou suas próprias mensais Spider-Gwen e The Unbelievable Gwenpool. Atualmente o personagem possui uma presença estabelecida no Universo Cinematográfico da Marvel, tendo tido dois filmes solo e participação em dois filmes dos Vingadores. Diferente das outras abordagens, na atual versão um olhar verdadeiramente adolescente foi escolhido para estabelecer a figura de Peter Parker.

Fato é que após mais de cinquenta anos, o Homem-Aranha ainda é uma das figuras mais amadas dos quadrinhos e o grande protagonista da Marvel Comics. Foi o personagem que trouxe a figura dos super-heróis para mais perto da realidade do leitor e que melhor dialogou com a juventude ao longo das décadas. De suas histórias também nasceram outros tantos personagens inesquecíveis e importantes como Miles Morales, Wilson Fisk, Mary Jane, Justiceiro e etc., além de ter formado o gosto pela leitura e a imaginação de gerações. Não importa quando, o amigão sempre estará pela vizinhança.  

 

Os Grandes Flops do Cinema que Completam 40 Anos em 2020

Revisionismo é a nova palavra de ordem no mundo. E no cinema não é diferente. Obras clássicas começam a ser “canceladas” por apresentarem uma visão inadequada aos padrões atuais do politicamente correto – leia-se uma visão racista, preconceituosa, machista e por aí vai. No entanto, o revisionismo pode fazer bem para tantas outras produções igualmente. Explico. Filmes execrados pela crítica da época, que passaram em branco pelos cinemas amargando fracassos homéricos, a cada nova década (e geração) recebem nova chance, podendo emergir como clássicos cult subestimados.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 40 Anos em 2020.

Leia também: 10 Grandes Flops do Cinema que Completam 20 Anos em 2020

Popeye

Sim, meus amigos, o marinheiro comedor de espinafre mais famoso da cultura pop já ganhou um longa-metragem em live action para chamar de seu. E isso há 40 anos, muito antes de qualquer animação da Disney pensar em ser reimaginada com atores de carne e osso. Com o filme do Popeye aconteceu algo curioso. O maior problema aqui foram os bastidores, orçamento estourado de US$20 milhões (O Império Contra-Ataca, lançado no mesmo ano, custou menos) e um verdadeiro pesadelo concretizado para o diretor Robert Altman, que depois não quis mais saber de superproduções.

O musical, sim, um musical, foi recebido com avaliações mistas da imprensa, com detratores como o crítico Leonard Maltin o definindo como uma “bomba”, e o Stinkers Bad Movie Awards (o primo pobre do Framboesa) o elegendo como o pior do ano. Apesar disso tudo, Popeye não foi um fiasco total de bilheteria, arrecadando US$49 milhões mundiais. Porém, esperava-se muito mais, ficando bem longe de ser um sucesso arrebatador (superproduções do tipo já ultrapassavam a marca de US$100 milhões).

O fato fez com que a Paramount não mexesse mais neste universo durante todo esse tempo (já está na hora do personagem ganhar sobrevida em live action nas telonas). Popeye foi o primeiro filme da carreira do saudoso Robin Williams, que deu vida ao protagonista, e contava ainda com Shelley Duvall como Olivia Palito – que no mesmo ano lançava a obra-prima do terror, O Iluminado, de Stanley Kubrick.

Flash Gordon

Cinco anos antes do fracasso de Duna (1984), de David Lynch, o produtor italiano Dino De Laurentiis já havia investido em uma grande aventura operática espacial, dona de um resultado semelhante. E se o filme de Lynch era baseado no livro clássico de ficção científica de Frank Herbert, Flash Gordon, óbviamente, tem como matriz o icônico personagem das tirinhas pulp criado por Alex Raymond ainda na década de 1930, e seu universo de aventuras intergalácticas de matinê.

O personagem já havia sido adaptado em forma de seriado para o cinema e TV, mas esta foi sua primeira (e última) superprodução em live action nas telonas. Satirizado/homenageado na comédia Ted (2012), Flash Gordon ressurgiu como filme cult, e tem sua legião de fãs – conseguindo até restaurações em mídias de Alta Definição e 4k Ultra HD. De Laurentiis investiu US$20 milhões na produção de Flash Gordon, mas viu o retorno de apenas US$27 milhões em bilheteria. A banda Queen criou a trilha sonora para o longa. E Sam J. Jones, que interpreta o protagonista, foi indicado ao Framboesa de Ouro como pior ator do ano.

O Portal do Paraíso

Não é todo dia que um filme tem a “honra” de falir um estúdio. Mas este foi o caso com O Portal do Paraíso, western ambicioso escrito e dirigido por Michael Cimino (do vencedor do Oscar O Franco Atirador). Com 3h40min de duração, o longa (e bota longa nisso) recebeu críticas duríssimas dos principais especialistas do país em seu lançamento. O Portal do Paraíso conta a história real da Guerra de Johnson County, ocorrida em 1890 no Wyoming, quando um xerife lutou para proteger imigrantes, que tentavam a vida como fazendeiros, de ricos criadores de gado.

O Portal do Paraíso custou absurdos US$44 milhões aos cofres da United Artists e viu o retorno de apenas US$3 milhões, obrigando assim o estúdio a fechar suas portas. A obra é até hoje considerada um dos maiores fracassos financeiros em larga escala de todos os tempos. O filme conta com um grande elenco de nomes como Christopher Walken e Jeff Bridges, por exemplo, e curiosamente foi o primeiro grande trabalho da musa francesa Isabelle Huppert (que vive a protagonista feminina) nos EUA. O Portal do Paraíso foi indicado ao Oscar de direção de arte, mas levou o Framboesa de Ouro de pior diretor e as indicações de pior filme, roteiro e trilha. Hoje o filme é item cult.

Xanadu

A australiana Olivia Newton-John havia ganhado o mundo com o musical Grease – Nos Tempos da Brilhantina dois anos antes, se tornando uma estrela de renome, conhecida nos quatro cantos. Para seu trabalho seguinte, nada mais natural que a musa estrelasse como protagonista em seu próprio veículo. Assim nascia Xanadu, fantasia musical que apresenta Newton-John como “a garota capaz de realizar sonhos” – ou seja, literalmente uma figura mística, uma Entidade chamada Kira, surgida para inspirar o artista aspirante Sonny (Michael Beck, o protagonista de Warriors – Os Selvagens da Noite – lançado no ano anterior).

Tudo é uma desculpa para elaborados e caros números musicais, que de quebra contam com a presença do lendário Gene Kelly (Cantando na Chuva). Bancado pela Universal, Xanadu custou US$20 milhões e viu retorno de apenas US$22 milhões aos cofres do estúdio. Fora isso, “venceu” o Framboesa de Ouro de pior diretor para Robert Greenwald e recebeu indicações de pior filme, roteiro, canção e atores para Beck e Newton-John. Em 2005, o filme cult foi eleito o pior musical dos últimos 25 anos.

A Maçã

Seguindo pelo tema de musicais ambiciosos que deram com os burros n’água, A Maçã foi uma das primeiras grandes investidas da picareta Cannon Films, estúdio que marcou os anos 1980 com seus filmes de baixo orçamento e quase sempre bom resultado financeiro. Os donos da empresa, os primos israelenses Yoram Globus e Menahem Golan, dois apaixonados pelo que faziam, continuamente vendiam sonhos maiores do que os que podiam de fato concretizar. Eles foram os responsáveis por Superman IV (1987) e o filme do He-Man, Os Mestres do Universo (1987), por exemplo, dois fiascos monumentais.

Aqui, no começo de sua trajetória nos EUA, a aposta foi por um musical passado no “futuro” de 1994, no qual o principal tópico era a crítica direcionada à indústria da música e à fábrica de fazer ídolos. Protagonizado por Catherine Mary Stuart, que marcaria os 80’s com os cult A Primeira Transa de Jonathan, A Noite do Cometa e O Último Guerreiro das Estrelas, em seu primeiro papel de destaque, o filme amargou críticas severas, fazendo Golan, também o diretor do longa, cogitar o suicídio. A Maçã (um nome pra lá de estranho para a obra) custou US$5 milhões e não se sabe o valor exato de sua arrecadação.

O Dia em que o Mundo Acabou

A década de 1970 ficou marcada, entre outras coisas, pelos filmes catástrofe nos cinemas. Aeroporto (1970) e Inferno na Torre (1974) são dois dos mais famosos exemplares. A tendência deu novamente as caras nos anos 90, com filmes sobre tornados, vulcões e meteoros em colisão com a Terra. Atualmente, Dwayne Johnson tem revivido o subgênero em grande estilo, com obras como Terremoto: A Falha de San Andreas (2015) e Arranha-Céu (2018). Na década de 1980, no entanto, após tantos exemplares nos anos 1970, o gênero ficava desgastado, precisando respirar um pouco antes do novo fôlego.

Assim, já sem qualquer gás, estreava O Dia em que o Mundo Acabou, baseado num livro, e estrelado por ninguém menos que os astros Paul Newman e William Holden, dois veteranos do citado Inferno na Torre. Produzido pela Warner, o tópico desta vez era um vulcão voltando a ficar ativo e colocando em risco os hóspedes em um resort numa ilha do Caribe. O filme custou US$20 milhões – lado a lado com os mais caros do ano, muitos presentes nesta lista – e viu o retorno de somente US$3 milhões, garantindo assim seu fracasso e seu rápido esquecimento. E você, já tinha ouvido falar deste longa, que conta ainda com a presença da britânica Jacqueline Bisset?

‘Crônicas de Natal: Parte 2’ estreia em Dezembro na Netflix; Veja sinopse e foto!

A Netflix confirmou que a sequência ‘Crônicas de Natal: Parte 2‘ estreia em Dezembro no catálogo e divulgou a sinopse:

Kate Pierce, uma sarcástica jovem, junta-se inesperadamente ao Papai Noel quando quando um misterioso e mágico encrenqueiro chamado Belsnickel ameaça destruir o Natal. Para sempre.

Veja também a primeira imagem oficial, destacando Kurt Russell e Goldie Hawn.

Ao invés de Clay Kaytis (Angry Birds – O Filme), a sequência será dirigida pelo próprio Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno de Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

15 Filmes dos últimos 20 anos que mudaram o Cinema!

Nos últimos 20 anos quais filmes mudaram o cinema? Quais filmes inovaram de tal forma que mudaram a maneira de filmar, produzir e dirigir? Quais criaram uma abordagem diferente sobre um determinado tema? Mas não são só isso! Nos últimos 20  anos, quais filmes influenciaram as pessoas? Quais filmes foram além da tela e criaram moda, mudaram hábitos?

Para esta lista, escolhemos filmes que mudaram o cinema, seja porque lançaram uma nova tecnologia, ou porque influenciaram o surgimento de um gênero. Também entram aqui aqueles filmes que tiveram um apelo especial junto ao público, indo além do cinema e influenciando o comportamento das pessoas. Por diversas vezes, os filmes reúnem essas duas qualidades.

Dos 15 filmes selecionados, 3 filmes foram influentes, mas não os enxergamos como obras artisticamente relevantes. Os demais devem ser considerados como potenciais clássicos modernos. Aliás, já falei que a próxima lista são 15 filmes que têm potencial de serem clássicos da atualidade?!

Obs: Lista em ordem cronológica

 

Trilogia Matrix (1999-2003)

Matrix 2

A revolução tecnológica aconteceu antes do nascimento do CinePOP. Símbolo máximo, o Bullet-time foi uma inovação que há muito não se via. Várias câmeras em torno do ator captavam a cena em 360 graus. O resultado final era de uma câmera dando voltas ao redor do ator. Mas, a revolução de Matrix foi maior. Quando os dois outros filmes foram lançados (Reloaded e Revolutions), os Irmãos Wachowski usaram várias plataformas (curtas-metragens, vídeo games e HQ) para contar a história. Foi a primeira narrativa transmídia a merecer esse nome. Outras obras no passado fizeram coisa parecida (como a Saga Star Wars), mas a forma atual de um mesmo universo sendo desenvolvido em diversas plataformas teve em Matrix um modelo. Não bastasse tudo isso, os filmes são objetos de culto dos fãs, além de ter antecipado, no cinema, nosso mundo hiperconectado.

X-Men: O Filme (2000)

x-men_o filme

X-Men: O Filme, dirigido por Bryan Singer, inaugurou o atual nicho dos filmes de super-heróis. Na década de 1990, basicamente tínhamos filmes do Batman e, antes, do Super-Homem. Estes dois filmes foram importantes, mas foi X-Men: O Filme o primeiro da atual geração de filmes de super-heróis. Suas qualidades e, principalmente, a repercussão junto ao público foram determinantes para que o filão se tornasse o que é hoje.

Trilogia O Senhor dos Anéis (2001-2003)

Não seria exagero falar que, nesses últimos 20 anos, poucos filmes foram tão influentes no quesito efeitos especiais quanto à trilogia O Senhor dos Anéis. Peter Jackson e sua equipe traduziram o universo de J. R. R. Tolkien com impressionante realismo, por mais estranho que essa palavra pareça. Uma das peças fundamentais para a importância do filme foi o Sméagol de Andy Serkis, primeiro trabalho de captura de movimento do cinema. A revolução técnica promovida por O Senhor do Anéis pode ser comparada à de Jurassic Park ou mesmo à de Star Wars. Mas, como a maioria desta lista, a trilogia não é somente técnica. Ela é uma grande adaptação de um livro seminal. A obra de Tolkien é a semente das obras de fantasia contemporâneas.

Saga Harry Potter (2001-2011)

Harry-Potter-And-The-Chamber-Of-Secrets

Os livros da Saga Harry Potter foram um fenômeno e acabaram se tornando símbolos da geração de fins dos anos 1990 e início de 2000. O fenômeno já era imenso quando os livros chegaram nos cinemas. Com um faturamento de mais de US$ 7 bilhões, os filmes se tornaram outro fenômeno, marcando o cinema e a cultura pop. Ao lado de O Senhor do Anéis, Harry Potter ajudou a consolidar o gênero de fantasia que existe hoje nos filmes – e de certa forma, essas duas sagas ajudaram a colocar a cultura nerd na vanguarda.

Jogos Mortais (2004)

jogosmortais_1

Durante esses 20 anos, podemos identificar 3 grandes subgêneros de terror. O found footage é o gênero dos falsos documentários, simulando imagens amadoras. Muito comum ainda hoje, o gênero tem raízes no cinema italiano e viu em A Bruxa de Blair, de 1999, a sua origem mais imediata. O segundo gênero forte foi o filme de espírito/terror japonês. Seja por filmes japoneses que chegaram até os nossos cinemas, seja por refilmagens, o país acabou por designar um subgênero, hoje já sem forças. Sua origem está em O Chamado, em sua versão japonesa de 1997.

Apenas o gênero torture porn pode ter sua origem localizada nesses últimos 20 anos. Mesmo tendo raízes mais antigas, o gênero se estabeleceu nestes anos com o primeiro Jogos Mortais, de 2004. Ele popularizou a estética crua, violenta, na qual a perversão é usada para o gozo e repulsa do público. Altamente criticado, especialmente por conta de filmes como O Albergue e o polêmico A Serbian Film, não podemos negar que o gênero que mexe com zonas obscuras do espectador teve importância no cinema de terror.

Como um gênero puro, o torture porn teve vida curta, logo voltando a ser filme de nicho, como sempre foi. Porém, podemos identificar a ideia do torture porn em filmes mais pretensiosos como O Anticisto e Irreversível. Por tudo isso, e por seus próprios méritos, Jogos Mortais certamente será lembrado pelos fãs do terror como um clássico do cinema de gênero.

Trilogia Batman (2005/2008/2012)

Os Batmans de Christpher Nolan foram o ponto mais alto que os filmes de super-heróis alcançaram. E Batman – O Cavaleiro das Trevas é o melhor filme de super-herói. Se fosse só pela qualidade, eles estariam na próxima lista. Mas, a estética realista empregada por Nolan é uma influência angustiante para o gênero de super-herói. Esta estética pode ser notada até em filmes bem delirantes como o último O Homem de Aço, de 2013.

O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

Este filme entra na lista pela repercussão que causou. Com a história de amor entre dois cowboys, Ang Lee colocou a questão do amor homoerótico no centro do debate. Além de tudo, um filme de sensível beleza.

Sr. e Sra. Smith (2005)

Sr e Sra Smith

Primeiro filme da lista que, certamente, não será lembrado no futuro. A mistura de ação, romance e comédia de Sr. e Sra. Smith gerou um filão de comédias românticas bastante visível, embora fugaz. Mesmo sendo um filme agradável de assistir, foi True Lies, de James Cameron, o primeiro a explorar a fusão de comédia romântica com ação, lá em 1994…

V de Vingança (2005)

O grande mérito deste filme está nos quadrinhos de Alan Moore. V. de Vingança, o filme, deu ressonância para o trabalho dele. A máscara de Guy Fawkes é vista em manifestações das mais diversas ordens, é marca do grupo Anonymous e é usado em memes. O filme simplificou a ideia de Moore e a população tratou de retirar do filme apenas uma sombra de seu significado, o que permite que a máscara sirva para qualquer causa. Mesmo sendo mérito inicial de Moore, o filme, produzido pelos Irmãos Wachowski, foi essencial.

Tropa de Elite, 1 e 2 (2007/2010)

 

Tropa de Elite foi um dos maiores sucessos do cinema brasileiro. E Tropa de Elite 2 foi um fenômeno de público, de crítica e de produção. Só por isso, os Tropas já poderiam entrar na lista. Mas, os dois filmes fazem um diagnóstico dos problemas brasileiros. Se Tropa 2 é mais bem acabado, Tropa 1 tem a riqueza da ambiguidade. Neste, a narração do Capitão Nascimento faz com que o público abrace sua visão de mundo. Porém, como toda obra em primeira pessoa, você não pode confiar no narrador. Se as palavras de Nascimento pedem para que o público concorde com ele, outros elementos do filme questionam essa visão de mundo, fazendo com que o espectador repense a sua identificação com o narrador e, por sua vez, todo um discurso vigente.

Avatar (2009)

Avatar tenta falar dos problemas ambientais, mas o maniqueísmo o torna eco-chato. Avatar tenta criar uma mitologia, mas só cria um universo kitsch. Ele tenta criar drama, mas não consegue passar emoção. Enfim, o leitor pode se perguntar, o que uma das mais fracas adaptações de Pocahontas está fazendo na lista? Para o bem e para o mal, James Cameron usou o filme como base para criar uma tecnologia 3-D eficiente que resultou na febre atual. Pessoalmente, não gosto do 3-D, mas é algo que a indústria usa de forma massiva. Ah, Avatar também foi por dez anos a maior bilheteria da história.

A Rede Social (2010)

 

Um filme que ao tentar entender as muitas faces de um dos homens mais conhecidos do nosso tempo, traduz o vazio e a ambiguidade de uma época hiperconectada. Obra-prima de David Fincher com forte repercussão junto ao público, muito pela curiosidade das pessoas em torno de Mark Zuckerberg, do que pelos seus méritos artísticos.

Saga Jogos Vorazes (2012-2015)

Se não foi o primeiro, a saga de Katniss Everdeen mostrou aos produtores de Hollywood que o protagonismo feminino rende nas bilheterias. Se os grandes estúdios ainda tinham algum receio de colocar uma mulher nos cartazes, Jogos Vorazes dissipou esses medos. E, levando em conta o movimento de atrizes como Reese Witherspoon, devem aumentar as grandes produções protagonizadas por mulheres. Estou na torcida para que o próximo público a ser redescoberto seja o público mais velho. Mesmo gostando dos filmes pipoca atuais e tento visto ótimos filmes independentes nesses últimos anos, sinto falta de um tipo de produção como as da Hollywood das décadas de 1960 e 1970, de temática adulta – como os independentes – que dialogue com o grande público – como os filmes pipoca. Hoje, esse público é basicamente atendido pela televisão, por séries como Game Of Thrones e Breaking Bad.

Quanto à Saga Jogos Vorazes, ainda é muito cedo para dizer se ela será ou não um clássico.

Gravidade (2013)

Gravidade, de Alfonso Cuarón, entra nesta lista por dois motivos. Primeiro, desenvolveu tecnologias de filmagem que ainda devem repercutir em outras produções. Segundo, por ser um ótimo representante de uma renovação por que passa a ficção científica. São filmes que trilham uma linha mais dramática e menos fantasiosa, reforçando o aspecto científico e com pretensões metafóricas mais audaciosas. Interestelar também é um bom exemplo. Este deixa a imaginação voar mais do que Gravidade, que segue uma tendência de dar um tom realista para a ficção científica. Ambos, porém, buscam uma maior profundidade. Se a tendência se consolidar, a ficção científica voltará a ser um gênero de destaque.

Filmes da Pixar

pixar_2

Bom, aqui fui covarde. Como escolher um filme da Pixar?! Seria mais fácil listar os filmes ruins do estúdio. Mais do que um longa, é o estilo Pixar que influenciou a animação, ao menos aquela produzida pelos grandes estúdios. Seus filmes são elogiados pela crítica e amados pelo público, em muitos casos, agradando mais aos pais que aos filhos. Em alguns casos, chegou-se a falar que os filmes da Pixar eram o que de mais maduro o cinemão vinha produzindo – o que não era totalmente mentira. Com uma lista imensa de candidatos à clássicos, o estilo Pixar infiltrou-se nos Estúdios Disney.

Quais filmes faltam nesta lista? Vamos, comente, diga o que achou e curta nossas redes sociais!

‘Capitã Marvel 2’: Samuel L. Jackson vai reprisar seu papel como Nick Fury

De acordo com o Yahoo!, Samuel L. Jackson irá reprisar seu papel como Nick Fury na sequência de ‘Capitã Marvel‘ e terá um papel de destaque na trama.

Foi dito que Fury estará em missão no espaço e será o responsável por detectar os indícios de uma invasão Kree ao planeta Terra, então ele se encontra com Carol Danvers (Brie Larson) para alertar sobre a ameaça.

Maiores detalhes não foram revelados, mas é possível que Fury esteja no espaço à procura de novos heróis cósmicos para ajudar a proteger a Terra, e considerando sua proximidade com Danvers, faz todo sentido que ele esteja na sequência.

‘Capitã Marvel 2’ vai adaptar ‘Invasão Secreta’ e será um mini-‘Vingadores’ [Rumor]

Segundo o ComicBook.com, a diretora Nia DaCosta foi contratada para dirigir o longa. Ela ficou conhecida mundialmente após comandar o reboot A Lenda de Candyman, que sairá em breve nos cinemas de todo o mundo.

O roteiro da continuação está sendo escrito por Megan McDonnell, que atualmente trabalha como assistente na vindoura série WandaVision, do Disney+.

Brie Larson retorna como a personagem titular.

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista nossa crítica:

‘King’s Man – A Origem’: Pré-sequência terá ligação com os eventos de ‘Kingsman 3’

King’s Man – A Origem‘ será ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, mas o diretor Matthew Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de Kingsman 3‘.

“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”

Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.

Questionado sobre a duração do longa, Vaughn disse que a versão para os cinemas será menor do que o esperado.

Dessa forma, ele já tem em mente o lançamento do corte estendido, que será intitulado ‘The King’s Man Vaughn Cut’ e terá 40 minutos a mais que o corte para as telonas.

“Cortei tanto desse filme que teremos uma versão com 40 minutos a mais. Farei o ‘The King’s Man Vaughn Cut’. Tenho algumas piadas insanas nele”.

A revista também divulgou duas novas imagens promocionais do longa. Uma delas mostra Ralph Fiennes e Djimon Hounsou se preprando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.

Confira:

Dirigido por Matthew Vaughn, ‘King’s Man: A Origem’ ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

Assista ao trailer:

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson, Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci

‘Solteiramente’: Nova comédia romântica já está disponível na Netflix

A nova comédia sul-africana Solteiramentejá está disponível na plataforma de streaming Netflix. A produção teve sua estreia recentemente na grade de programação e acompanha uma mulher que sonha em casar, mas parece estar cada vez mais longe disso.

Na trama, sua melhor amiga quer que ela abrace a solteirice, mas essa especialista em redes sociais não consegue parar de seguir a vida de um velho amor.

Confira o trailer:

MogovhaniTumi MorakeBohang Moeko estrelam a produção.