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‘Tenet’: Warner volta atrás e adia o filme no Brasil

Poucos minutos após afirmar que ‘Tenet‘ seria lançado no Brasil em 27 de Agosto, a Warner Bros. revelou ao CinePOP que o lançamento foi adiado.

Segundo a assessoria do estúdio, a previsão é que a estreia agora aconteça por aqui em 10 de Setembro.

O estúdio está preocupado com o avanço da pandemia de coronavírus pelo mundo, já que a maioria das salas de cinemas seguem fechadas.

A Warner planeja lançar a produção dia 26 de agosto em países que já conteram o pico do coronavírus, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido.

No Brasil, assim como nos Estados Unidos, os números de contaminação continuam subindo.

Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.

O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Timothée Chalamet vai interpretar Bob Dylan em longa do diretor de ‘Johnny & June’

O jovem astro Timothée Chalamet está em negociações para interpretar o músico Bob Dylan nos cinemas em uma cinebiografia ainda sem nome. As informações são do Deadline.

A produção será dirigida por James Mangold, o mesmo responsável pelo aclamado ‘Johnny & June‘, biografia que conta a história de Johnny Cash.

O longa em questão rendeu a Joaquin Phoenix uma indicação ao Oscar e uma estatueta para Reese Witherspoon em 2006.

Essa não é a primeira vez que a história de Bob Dylan migra para os cinemas. O aclamado músico foi tema do grandioso sucesso cult ‘Não Estou Lá‘, dirigido por Todd Haynes. A produção rendeu à Cate Blanchett uma indicação ao Oscar por sua caracterização como Dylan.

Chalamet terá um ano de 2021 bem agitado com projetos grandiosos. Além de estar no elenco do novo filme do Wes Anderson, intitulado ‘A Crônica Francesa‘, ele estrela a aguardada adaptação de ‘Duna‘.

Cena deletada de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ explora a humanidade do T-800

O site Collider divulgou uma cena deletada de O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, em que Sarah Connor (Linda Hamilton) custa para acreditar que o ciborgue T-800 (Arnold Schwarzenegger) se tornou mais humano e perdeu o instinto assassino.

Confira:

 

O filme ignorou os eventos de ‘Exterminador do Futuro 3‘ e todas as outras sequências que vieram depois, reiniciando a linha do tempo após ‘O Julgamento Final‘.

27 anos após os eventos de O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, um novo e modificado Exterminador de metal líquido) é enviado do futuro pela Skynet para exterminar Dani Ramos, uma híbrida de ciborgue com humana e seus amigos. Sarah Connor  vai a seu auxílio, assim como o Exterminador original, em uma luta pelo futuro.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger, Edward Furlong e Diego Boneta.

‘Viúva Negra’: Scarlett Johansson rebate as críticas de que o filme devia ter sido feito antes

Embora muito tenha sido especulado sobre o timing tardio de Viúva Negra, a atriz Scarlett Johansson acredita que ainda que sua narrativa tenha sido encerrada no cânone dos ‘Vingadores‘, não é tarde demais para um longa da personagem.

Durante sua participação no talk show The Late Show with Stephen Colbert, a protagonista falou sobre o assunto, afirmando que todas as suas demais participações no MCU foram fundamentais para que ela pudesse contar sua narrativa no papel da Natasha.

Disse:

“Muitos me perguntam se o filme deveria ter acontecido antes e agora elas ficam pensando se hoje já não é tarde demais para isso. Mas eu não poderia mesmo ter feito esse filme há dez anos, quando nós começamos a nossa jornada na Marvel. Isso por que ele é algo tão… é um filme muito sobre a personagem. Minha jornada com Natasha acrescentou tanto a esse filme e ela é uma mulher muito reconhecida e acho que essa complexidade é simplesmente deliciosa. Não quer dizer que não teria sido algo totalmente divertido e diferente dez anos atrás, mas agora nós podemos fazer algo que é simplesmente bom”.

Lembrando que o longa tem estreia prevista nos cinemas nacionais no dia 29 de Outubro de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Amazon Prime anuncia lançamento de ‘O Escândalo’ mas não adiciona filme no catálogo

O aclamado drama indicado ao Oscar, intitulado ‘O Escândalo‘, foi anunciado como uma das principais estreias de Julho da Amazon Prime Video.

A produção seria lançada na última quarta-feira (23), mas a plataforma de streaming não adicionou o título conforme prometido.

Vários usuários foi ao Twitter reclamar que o filme ainda não foi adicionado.

Confira:

A trama traz um olhar revelador dentro do mais poderoso e controverso império de mídia norte-americano, com a história pulsante das mulheres que afrontaram o infame homem à frente deste império, ao o acusarem de assédio sexual.Confira o trailer:

Dirigido por Jay Roach, o longa é baseado no escândalo norte-americano Bombshell, deflagrado em 2016.

O elenco conta com Margot Robbie, Charlize Theron, Nicole Kidman, Kate McKinnon, Allison Janney e John Lithgow.

Crítica | Quando o Sol se Põe – Filme Gospel da Netflix tem Boa Intenção, mas não tem Técnica

É super importante que uma plataforma tão popular como a Netflix se abra para filmes representativos de um segmento que também quer se ver nas telas, que é o nicho dos filmes religiosos produzidos aqui mesmo no Brasil. Parece pouco, mas as maiores referências que temos de filmes do gênero vem em sua maioria dos Estados Unidos, então, é muito legal mesmo ter o gênero sendo trabalhado nacionalmente.

Dito isto, vamos à sinopse. Um grupo de cinco amigos parceirões estudam juntos na mesma faculdade e tem uma banda juntos, na qual tocam músicas gospel. Então, surge um festival de música, cujo prêmio é uma bolsa integral da faculdade e a gravação de uma canção em um estúdio profissional. O grupo de amigos decide participar da competição, até porque Adilson (Lito Atalaia) está com dificuldades financeiras para pagar a faculdade e precisa dessa bolsa. Só que o vocalista da banda decide abandonar o grupo, e agora os rapazes precisam encontrar um novo cantor.

Enquanto história, a trama é bem intencionada. Há diversos pontos de reflexão sobre os desafios da vida, a importância da união e da amizade para encarar o dia a dia, do quanto a fé impulsiona as pessoas mesmo nos momentos mais obscuros e a importância de colocarmos verdade e todo o nosso coração nas coisas que fazemos, pois quando vem do coração, é sincero.

Apesar de todos os sentimentos bons que ‘Quando o Sol se Põe’ busca despertar no espectador, falta à produção técnicas básicas de cinematografia. Escrito e dirigido por Fábio Faria, o longa dá a sensação de ter sido gravado no impulso, de acordo com o fluxo das ideias – o que gera um bocado de confusão no espectador. Por exemplo, o tal concurso de música, ao qual os personagens se referem o teeeempo todo e fingem ensaiarem, mal aparece no filme (surge literalmente nos últimos sete minutos do longa), e o próprio pai do aparente protagonista, Bruno (Filipe Lancaster), nem se interessa em ir ver. Outro ponto confuso é o protagonismo em si – a quem pertence? Quando o filme começa, achamos que a luz está em Bruno e seu grupo de amigos, mas, no segundo ato do longa a coisa muda e a história passa a ser contada pela perspectiva de Jeny (Priscila Alcântera), uma jovem que, sem nenhuma explicação, tem raivinha do pai e da mãe.

As inseguranças da montagem e da continuidade do longa não são os únicos pontos que alteram a recepção de ‘Quando o Sol se Põe’. Também o argumento gera dúvidas, apesar de caridoso. É que o tal festival de música que era para ser apenas uma coisa bacana para o grupo, em poucos minutos vira a única plataforma de salvação para Adilson, único negro do elenco. Seu personagem carismático é transformado em um pobre rapaz sem dinheiro que precisa do estereótipo do branco salvador para conseguir superar o desafio da vida – tanto que do segundo para o terceiro ato a personagem Jeny literalmente vai pedir dinheiro pros pais para poder pagar a faculdade do colega.

Apesar desses escorregões nos aspectos técnicos, ‘Quando o Sol se Põe’ é recheado de música gospel, cujas letras buscam trazem bem-estar e paz de espírito, e, no final das contas, é isso que muito espectador tem buscado ver nesse ano para se sentir bem.

ACLAMADA! ‘The Umbrella Academy’: Críticos estão AMANDO a 2ª temporada; Confira as reações!

O embargo para as críticas de 2ª temporada de The Umbrella Academy caiu hoje e os novos episódios foram extremamente elogiados.

A nova temporada recebeu 96% de críticas positivas no Rotten Tomatoes, em uma classificação média bastante superior à primeira temporada, que havia recebido 75% de aprovação.

Das 26 avaliações publicadas da nova temporada, 25 são positivas e apenas UMA é negativa.

Compilamos algumas das reviews, que caracterizam o novo ciclo como estiloso, divertido e bastante inteligente.

Confira:

“No geral, a 2ª temporada [da série] expande sua ideia de modos divertidos, enquanto nos entrega mais do que amamos sobre o time titular” ComicBook.com.

“Mais louca que a primeira temporada, com reviravoltas inimagináveis e a quantidade perfeita de gore.” – Mama’s Geeky.

“Inteligente, estilosa e extremamente divertida, a 2ª temporada mais uma vez força os limites do gênero de super-heróis com perspectiva sagaz” – We Have a Hulk.

“Mantendo o charme da iteração predecessora, a 2ª temporada de The Umbrella Academy é enérgica, criativa e expande sua mitologia de modos inesperados” – Flickering Myth.

Há alguns meses, o compositor Jeff Russo revelou ao Comic Book o que o público pode esperar do segundo ano.

“Bom, há definitivamente uma grande mudança no cenário, isso é óbvio. E tentamos não mudar muito a abordagem de como contar a história musicalmente. Quer dizer, utilizamos várias canções incríveis na primeira temporada. Vamos fazer a mesma coisa na segunda. Usamos a trilha sonora de modo bastante significativo para apoiar os arcos emocionais dos personagens na 1ª temporada. Vamos fazer isso de novo na segunda. Há alguns novos personagens que terão perspectivas sonoras diferentes e isso é sempre divertido, criar novos temas para novos personagens. Então temos várias coisas novas e várias coisas similares”.

Yusuf GatewoodMarin IrelandRitu Arya farão parte do próximo ciclo e darão vida ao carismático Raymond, uma texana sem medo chamada Sissy e uma brilhante e insana mulher chamada Lila, respectivamente.

Lembrando que o site What’s On Netflix havia divulgado que a adorada série já foi renovada para a 3ª temporada. As informações são de fontes próximas à produção.

Lauren Otero (‘Garota Conhece Mundo’) e Elizabeth Padden (‘Future Man’) foram contratadas para escrever os novos episódios.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

‘Rota de Fuga’: Filme com Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger já está na Amazon Prime

O longa de ação ‘Rota de Fuga, estrelado por Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, já está disponível na plataforma de streaming da Amazon Prime Video.

A trama acompanha a jornada de  Ray Breslin (Sylvester Stallone), que foi de maior autoridade de segurança do mundo para presidiário de uma das cadeias que ele ajudou a desenhar. Agora, ele precisa usar suas habilidades para escapar com a ajuda de outro detento.

Confira o trailer:

Dirigido por Mikael Håfström, ‘Rota de Fuga‘ ganhou ainda mais duas outras sequências, que fracassaram nas biheterias.

‘Liga da Justiça’: Bela arte de fã traz Superman com traje negro; Confira!

Após o diretor Zack Snyder revelar um clipe inédito de ‘Liga da Justiça‘, que traz o Superman vestindo o seu traje negro, um habilidoso fã desenvolveu uma bela arte conceitual, que apresenta o herói todo imponente, com o uniforme em questão.

Confita:

 

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How we feeling about that Black Suit drop yesterday? #zacksnydersjusticeleague

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Confira e compare:

Na internet, os fãs foram ao delírio com a cena.

Lembrando que o Snyder Cut de Liga da Justiça‘ estreia na HBO Max em 2021.

Confira as imagens promocionais:

‘Throttle’: Conto de Stephen King e Joe Hill vai virar filme da HBO Max

Segundo o ComicBook.com, a HBO Max anunciou que está desenvolvendo uma adaptação fílmica do conto Throttle, assinado por Stephen King e seu filho, Joe Hill.

Leigh Dana Jackson (24 Horas: O Legado) assina o roteiro da adaptação, enquanto David S. Goyer e Keith Levine entram como produtores.

Ainda não se sabe quem irá dirigir o projeto.

Publicada originalmente em 2009, a narrativa é parte da antologiaHe Is Legend e gira em torno de um caminhoneiro que entra em conflito com uma tribo de forasteiros motociclistas no deserto de Nevada. Em 2012, o conto ganhou uma versão em quadrinhos.

A produção do filme não tem previsão de início em virtude da pandemia do novo coronavírus.

King é um dos mestres da literatura de terror e suspense, com inúmeros escritos já tendo sido adaptados para as telonas e as telinhas. Recentemente, Pennywise voltou aos cinemas com o remake de ‘It – A Coisa’, enquanto seu Cemitério Maldito também ganhou uma nova adaptação. Os próximos projetos baseados em seus romances incluem Colheita MalditaA Longa MarchaOs EstranhosA Hora do VampiroA Incendiária.

10 Filmes Bastante Originais que Você Provavelmente Não Viu

Todo ano são lançados centenas de títulos no concorrido mercado exibidor mundial. No Brasil, poucos são os cinemas que realmente possuem um carinho necessário com sua programação. Para vocês terem ideia, alguns dos programadores de cinema por aqui nem assistem aos filmes. Absurdo? Talvez. Cada empresa segue sua linha de raciocínio (lembrando que é na pipoca o grande lucro de um cinema) e o mercado acaba de alguma forma absorvendo todo tipo de pensar.

Algumas ótimas distribuidoras tentam trazer o melhor do cinema nacional e mundial para cá, mesmo sabendo a dificuldade que será entrar com esses títulos em cartaz pelo Brasil. Pena que não dá pra trazerem a maioria dos filmes. Temos pouquíssimas distribuidoras e muito menos cinemas de qualidade na programação do que tínhamos anos atrás. Sendo assim, muitos títulos acabam passando desapercebidos ano após ano, sendo, talvez, descobertos futuramente em plataformas de streamings, ou de outra forma…

Muitas dessas produções tem uma pegada bastante original, contando histórias que pouco vemos em filmes por aí. Pensando nisso, segue abaixo uma humilde lista de ótimas produções originais que tiveram poucas ou nenhuma chance de serem vistas por brasileiros, no Brasil.

#1 Canastra Suja 

Quando em momentos de conflito não existe nem ao menos uma alma estranha para aconselhar. Escrito e dirigido por Caio SóhCanastra Suja é um drama, um retrato nu e cru de uma família repleta de problemas, onde muitos se blindam na dependência alcoólica do pai, Batista, interpretado pelo ótimo Marco Ricca. Impressiona a capacidade do roteiro em prender o espectador. Talvez pelos ‘plot twist’ existentes, talvez pela curiosidade do olhar do público em saber qual o final de cada personagem. É um filme sobre família, seus problemas, seu cotidiano. Cada personagem é uma peça nesse tabuleiro. A eminência da tragédia é algo que percorre todos os intensos 120 minutos de projeção.

Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.

As reviravoltas do roteiro são importantes para o ritmo da trama, vamos aos poucos vendo faces ocultas dos personagens que causam surpresa e mudam nossa ótica sobre eles. Cartas de baralho definem arcos. Extremamente complexos individualmente, completamente desalinhados como família, Canastra Suja apresenta um leque de portas se abrindo ao mesmo tempo que muitas outras se fecham. O olhar para o futuro com alegria vai virando um pequeno feixe de luz na porta mais distante que conseguimos enxergar.

As subtramas são muito bem elaboradas, exploram as características de cada personagem. Os dramas tomam camadas densas e profundas. Muitos personagens parecem estar no limite. Pedro usa os problemas do pai como justificativa para sua falta de rumo na vida, colocando-o sempre em evidência. Emília é um epicentro importante da família. Parece que todas as variáveis passam por ela, possui um papel de equilíbrio, pelo cuidado que tem com a irmã Ritinha. Namora Tatu (David Junior), mas também gosta do seu chefe dentista. A partir do segundo ato, conhecemos um pouco mais a fundo a dama do baralho, que parece esconder segredos, sonhos e objetivos, Maria, a mãe. Quando a família volta do trabalho, seu papel permanece como outra vertente de equilíbrio, principalmente na relação conturbada entre o filho e o marido. A batalha entre pai e filho percorre todos os arcos. Um coloca no outro a culpa pelos seus problemas. Batista é um pai rígido mas não consegue se livrar de seus fantasmas com a bebida, o que coloca em xeque todo o respeito que os outros poderiam ter por ele.

A bela apresentação inicial, ao melhor estilo teatral, onde a câmera passa pelos personagens já indica um certo tipo de ciclo que veremos, talvez com uma redenção, talvez com esclarecimentos sobre o futuro dos personagens. Canastra Suja é um trabalho sólido, surpreendente e, desde já podemos afirmar ser um dos grandes trabalhos do cinema nacional dos últimos anos. Pena que teve uma carreira relâmpago em algumas poucas cidades e em alguns poucos cinemas pelo Brasil.

#2 Bait 

Quando a técnica de filmagem se sobrepõe e faz tudo ganhar sentido na características dos personagens. Bait, tá aí um filme extremamente interessante! O cineasta Mark Jenkin, que assina a direção e roteiro dessa pérola com passagem pelo Festival de Berlim e vencedor de um BAFTA, resolveu usar 130 rolos de filme Kodak que viraram um 16mm todo em preto e branco para mostrar aos cinéfilos as possibilidades da criatividade, não só narrativa mas de técnicas quando pensamos sobre um filme. Simples e complexo, dramático e pulsante, um baita achado na galeria dos bons filmes exibidos em festivais nos últimos anos.

Na trama, conhecemos o emburrado pescador Martin Ward (Edward Rowe), um homem de poucas palavras, que possui o sonho de ter um barco só dele para ganhar mais dinheiro e buscar uma felicidade ainda distante. O protagonista possui um péssimo relacionamento com o irmão Steven (Giles King), pois esse usa o barco que foi do pai deles como transporte turístico e não para pescar conforme as tradições da família. Além disso, Martin confronta tudo e a todos buscando preservar a parte da cidade que mais conhece da maneira como ele sempre conheceu. Mas, no meio tempo de tudo isso, uma tragédia acontece e isso pode mexer nos planos do destino de Martin.

O modo como foi filmado, belíssimo, precisando até ter todos os diálogos dublados em estúdio, às vezes pode atrapalhar nossa análise sobre essa pequena relíquia cinematográfica. Há um complemento entre a técnica utilizada e as características dos personagens. Tudo se encaixa muito bem, principalmente quando conhecemos os porquês e as consequências de tudo que assistimos. Ainda há tempo do roteiro abordar como subtrama jovens e descobertas do amor, os impactos e embates da mudança de rota do turismo de uma região tradicional, relacionamento familiar, ciúmes de irmão.

O interessante é que se formos analisar a fundo, percebemos que dá para se entender o filme de trás pra frente, ou ao contrário. Jenkin mostra aos cinéfilos que a simplicidade usada com criatividade, é uma arma impactante de quem busca uma originalidade tão necessária na mesmice de nossos tempos.

#3 Atlantique

Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor pouco convencional que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.

Na trama, conhecemos a jovem Ada (Mame Bineta Sane), uma mulher que vive seus dias na expectativa do casamento arranjado com um homem que não ama. Ada, esconde outra paixão, se encontra escondida com seu grande amor Souleiman (Ibrahima Traoré) sempre que possível. Quando Souleiman resolve, sem avisá-la, partir pelo oceano atrás de uma vida melhor, a vida de Ada ganha novas e curiosas passagens.

Abordar o sobrenatural de maneira interessante é um trabalho para poucos, e esse fato é a grande reviravolta do filme que caminha lentamente pelos detalhes do ambiente deixando surpresas como migalhas em uma trilha até o seu clímax. Dentro do contexto desse bom projeto, o amor é visto de uma ótica bonita através do sentimento, das afinidades, além claro de ótimas pitadas de críticas sobre a condição social da região, costumes e crenças.

Atlantique é um trabalho para ser apreciado. Um pequeno tesouro perdido nos milhares de lançamentos dos streamings. É um filme que cinéfilo tende a gostar, os contornos narrativos transbordam emoções puras que viram paralelos à nossa realidade.

#4 Nefta Football Club

Nas linhas da ingenuidade, propósito e razão nunca desaparecem. Indicado ao Oscar de Melhor Curta, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat, que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.

Ao longo dos quase 17 minutos de projeção, conhecemos rapidamente dois irmãos que estão sozinhos andando de moto por uma estrada deserta da Tunísia (próximo à fronteira com a Argélia) até que um deles precisa urinar e acaba avistando um burro com um headphone e uma carga curiosa: um pó branco que, no modo deles enxergarem, parece sabão em pó. Tentando descobrir ao certo o que é aquele produto, o mais velho bola um plano para tentar negociar aquilo, enquanto o mais novo acaba tendo outros planos.

Todo curta bom precisa ser impactante em algum momento, pois são poucos minutos para fazer o público se interessar pelo que acontece em tela. Nefta Football Club consegue reunir elementos que juntos constroem um desfecho com mensagem positiva, pra lá de emblemática, onde a pureza e a ingenuidade vencem qualquer tipo de caminho.

#5 Buoyancy

A falta de perspectiva em um mundo que se distancia das emoções positivas. Indicado da Austrália ao Oscar de Melhor filme estrangeiro no ano passado (não chegou entre os cinco finalistas), Buoyancy, ou Empuxo como alguns denominaram por aqui, é uma forte e dramática saga de um jovem sem rumo que, buscando oportunidades na liberdade das escolhas, acaba envolvido no submundo absurdo do tráfico de pessoas. Com uma fotografia impecável e um roteiro com bastante profundidade, o projeto dirigido e roteirizado pelo cineasta australiano Rodd Rathjen (debutando em longas) nos guia para uma metáfora de sobrevivência cruel e impactante.

Há muitas verdades sobre o mundo lá fora que nem imaginamos ou nunca paramos para pensar. O dia a dia de milhares de jovens sem oportunidades de renda, alimentação e estudo básicos é o pontapé inicial dessa cruel história de um jovem de menos de 15 anos chamado Chakra (Sarm Heng), que resolve abandonar a família no Camboja para tentar a sorte de ser alguém no mundo e assim acaba sendo enviado para um barco de pesca em alto mar onde o capitão é uma alma bastante cruel. Buscando sobreviver após humilhações e testemunhando atos cruéis do capitão, Chakra precisará ser forte e lutar com todas as suas forças para sobreviver ao pesadelo.

Existem filmes onde a limite da maldade é colocada dentro de uma profundeza difícil de acessar. Humano até a ponta de qualquer borda de alma, os princípios de raízes da sobrevivência viram a única solução para a situação caótica enfrentada pelo protagonista. Há um jogo de emoções conturbado por situações extremas, como o fato de ter que trabalhar quase o dia todo para comer um potinho de arroz. O protagonista vai se modelando, inflando dentro de suas emoções para se tornar amadurecido a ponto de tomar decisões vitais para ter alguma chance de sobreviver em meio a essa maldade toda.

O arco final é intenso e condiz com tudo que o filme se mostra. Exibido no Festival de Berlim do ano passado, Buoyancy vai até seu último minuto nos mostrando as escolhas e como e porquê o protagonista resolve suas questões. O que será do futuro dele? Há esperança por dias melhores? Ele se tornara outra pessoa? Depois dessa tempestade, uma coisa é certa, ninguém fica igual ao que era antes. Filmaço, que absurdamente não ganhou chances no circuito brasileiro de exibição.

#6 Rosie

Da aparente simplicidade em contar a realidade, até a riqueza de chamar atenção para uma reflexão da sociedade. Daquelas gratas surpresas que nós cinéfilos sempre assistimos ao longo dos anos, aquele filme que você nunca tinha ouvido falar e se por acaso assistiu, se impressionou. Bem, isso acontece com Rosie, dirigido pelo cineasta irlandês Paddy Breathnach (que também assinou a direção do ótimo filme Viva) com roteiro de Roddy Doyle. Uma mãe, um marido e as dificuldades de arranjarem um lugar para morar. Parece simples? Mas não é não, drama dos bons, forte e impactante.

Na trama, conhecemos Rosie (Sarah Greene) e John (Moe Dunford), um casal que enfrenta dificuldades financeiras e não conseguem um lugar para morar tendo que passar dia após dia dentro do carro com seus filhos. Assim, ao longo de uma tentativa e outra, acompanhamos melhor a trajetória dessa jovem mãe, seu passado de brigas com a mãe e a busca por dias melhores para sua família.

Rosie é o tipo de filme com cara de festival de cinema. Reflexivo a todo instante, a protagonista é colocada em xeque a cada minuto, seja pela diretora da escola de seus filhos, seja pelas duras palavras de sua mãe, pelo olhar de outras famílias, pela ótica de amigos próximos que estão com o cachorro da família até eles arranjarem algum lugar. Mas ao longo dos curtos 86 minutos também dá tempo de entendermos a ótica de John, o marido, que se esforça entre um bico e outro para arranjar dinheiro e assim sustentar sua família.

O filme é duro em muitos momentos, dá uma aflição, encosta na realidade de maneira importante e serve para refletirmos e pensarmos duas vezes antes de julgarmos as pessoas. Mas, uma mensagem linda de união familiar chega a cada gesto, seja com a preocupação com o bichinho adorado de pelúcia de um dos filhos, no afeto entre marido e mulher, ou pela questão da proteção quando o carro está lotado e o pai precisa dormir fora dele, mas de perto e observando se todos ficarão bem. Rosie é um filme sobre um retrato de nossa sociedade, importante assistirem.

#7 Guaraní

O que fazer quando nos damos conta de que o que buscamos está ao nosso lado? Escrito e dirigido pelo cineasta paraguaio Luis ZorraquinGuaraní é impactante da maneira mais pura e singela que você possa imaginar já ter visto em um filme nos últimos anos. Falando sobre cultura, tradições e família, o longa-metragem ainda não lançado no Brasil vai conquistando o coração do público aos poucos, de maneira simples e honesta. Somos testemunhas do amadurecimento dos personagens que de maneira linda encontram uma certa redenção a sua forma de pensar e ver o mundo mesmo tendo poucos recursos. Com um desfecho de deixar você sentado no cinema até o fim dos créditos pensando sobre a vida, Guaraní muito se aproxima, por conta de certos detalhes, do nosso campeão Central do Brasil.

Na trama, conhecemos Atilio (Emilio Barreto), um barqueiro que vive de maneira bastante humilde junto de sua família, repleta de mulheres. Sua vida é o rio, em sua profissão já viu de tudo dentro de toda água que já navegou. Seu contato mais próximo, mas mesmo assim não tão amistoso, é com sua neta Iara (Jazmin Bogarin) com quem passa longas horas ao longo dos dias após a jovem voltar da escola, já que é ela que o ajuda nas travessias pelo rio levando produtos de um lado para o outro. Atilio sempre quis ter um neto homem para passar tudo que aprendeu sobre sua cultura Guaraní, mas só mulheres nascem em sua família. A vida pacata de avô e neta muda quando a mãe de Iara, que mora na Argentina, envia uma carta dizendo que está grávida de um menino. Assim, a dupla parte rumo rio adentro em uma viagem rumo à Argentina para convencer a mãe de Iara a criar a nova criança no Paraguai com as tradições guaranís.

A simplicidade faz toda a diferença nesse emocionante filme. Usando de poucos recursos, mas com uma grande ideia nas linhas de roteiro, Zorraquin foca naquilo que precisava, que era conseguir passar toda a emoção em simples gestos de um protagonista limitado, que conta com uma neta rica de viver – terminando por ser o contraponto perfeito para que a emoção transborde em cena. Os últimos atos são fabulosos, chegando a um desfecho poderoso e inesquecível.

#8 Jak Pies Z Kotem

Temos que aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos. Dirigido pelo cineasta nascido no Cazaquistão Janusz KondratiukJak Pies Z Kotem (sem tradução para o português) é um projeto que fala sobre as fábulas da vida em paralelo à uma realidade cheias de razões para não mais se acreditar. Uma relação conflituosa entre irmãos se transforma em uma jornada de descobertas, onde o brilho dos personagens está contido em cada cena.

Na trama, conhecemos os irmãos cineastas Andrzej (Olgierd Lukaszewicz) e Janusz (Robert Wieckiewicz) que ao longo do tempo nutriram uma relação repleta de altos e baixos. Agora já na etapa final de vida, Andrzej sofre um acidente que o impossibilita de viver sozinho e como não há mais ninguém para ajudar, seu irmão Janusz e sua esposa decidem cuidar dele.

A relação entre os irmãos navega pela tristeza e nos conflitos emotivos. Janusz guiou sua vida através dos sonhos do irmão e sentiu demais uma longa distância entre os dois que acontece já na chegada do terço final da vida de ambos. Andrzej, mente muito criativa, talvez pelo fato de trabalhar com arte, após seu derrame só lhe sobra o ato de sonhar e imaginar situações para tudo que está vivendo e o pouco caminho que ainda precisa percorrer antes de falecer.

Misturando um drama profundo com pitadas de comédia, esse longa polonês se destaca pela alma de seus personagens e pelo ótimo roteiro que nos faz navegar junto a tudo de emocional que aparece na trama. Sem previsão de estreia no Brasil, o filme é quase uma relíquia em torno de tantos lançamentos aos longos dos anos.

#9 Dogman

Como você enxerga as brutalidades da vida? Indicado da Itália ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Dogman é um retrato social, brutal, passado em uma periferia italiana onde vários questionamentos são levantados a cada nova virada no roteiro. O longa é dirigido pelo cineasta italiano Matteo Garrone, do inesquecível e impactante Gomorra, e protagonizado pelo ator Marcello Fonte, vencedor da Palma de Ouro em Cannes de melhor ator.

Na trama, passada em uma cidadezinha na Itália não identificada, conhecemos o carinhoso, peladeiro e boa praça Marcello (Marcello Fonte), um humilde e gentil dono de uma petshop localizada na região central dessa cidadezinha. Marcello vive tranquilo seus dias e adora passar o tempo com sua única filha. Mas Marcello acaba envolvido em várias situações com Simoncino (Edoardo Pesce), um perturbador baderneiro que incomoda todos na cidade, sempre arrumando confusão. Após uma dessas situações terminar em consequências terríveis para Marcello, o protagonista busca sua vingança da maneira mais radical que poderia.

O bom roteiro é aquele que sabe flexionar sua trama para chegar ao clímax de maneira certa, sem pressa, levando ao público um estrondoso ar de surpresa. É exatamente isso que Dogman faz! De drama, vira thriller em frações de segundos, levando o espectador a ser o juiz das ações de Marcello na segunda parte do filme. A ação e consequência que sofre o dono da petshop, por ter a reputação abalada e o desespero de não saber o que fazer para acabar com aquela dor são parte desse quebra-cabeça psicológico instaurado e muito bem dirigido por Garrone.

Coisas ruins vão acontecer com pessoas boas. É praticamente um versículo vital. Os coadjuvantes dão ótimo tom a todo o liquidificador de pensamentos que chegam até o protagonista quando está em crise existencial, sozinho, tendo que combater o vilão de todos e que fora muito mais para ele. Somos testemunhas de uma desconstrução total do personagem e nos levam a pensar à margem da sociedade, como se vivessem em áreas sem regras, nem leis, onde os homens caminham pelos seus próprios e nublados pensamentos. Um soco no estômago esse belo trabalho que passou rapidamente pelo circuito exibidor brasileiro.

#10 American Animals

Em um mundo tão belo, eu queria ser especial. Mas eu sou insignificante. Eu sou um esquisitão. Que diabos estou fazendo aqui?Creep, da extraordinária banda Radiohead, encaixa muito bem quando pensamos em American Animals. Um dos mais comentados filmes do Festival de Sundance de anos atrás, tem em seu roteiro criativo seu enorme pilar para apresentar ao público uma história real, com diversos pontos de vista e uma autoavaliação dos verdadeiros autores desse curioso roubo que ocorreu nos Estados Unidos alguns anos atrás. Escrito e dirigido pelo excelente Bart Layton (do ótimo O Impostor), o projeto é uma espécie de ação/ficção com documentário. Envolvente do primeiro ao último minuto, é, com toda certeza, um dos grandes filmes que nunca foram exibidos no circuito de salas de cinema no Brasil.

Na trama, conhecemos Spencer (Barry Keoghan), um estudante de arte bastante introspectivo que dorme e acorda pensando em encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, durante uma visita à biblioteca da universidade que estuda, descobre alguns livros raros que ficam em uma sala especial protegidos por uma bibliotecária. Assim, junto com seu amigo Warren (Evan Peters), e mais outros dois, começa a bolar um plano mirabolante para roubar as raridades. Para dar mais ingredientes à trama, realidade e ficção se unificam durante as quase duas horas de projeção, transformando um simples filme de roubo em algo muito interessante e esclarecedor.

Qual o sentido da vida? Viver o sonho americano nunca é fácil. Aos olhos dos dois maiores protagonistas da trama, conseguimos enxergar motivos e razões para entendermos seus atos. A troca entre realidade e ficção dita o ritmo do roteiro, com pontos de vistas entrelaçados e diferentes sobre determinados detalhes. Um trabalho primoroso de Layton. Indo mais a fundo nas palavras e contextos desse roteiro, se pensarmos em um protagonista, Spencer se encaixa, onde nossos olhos mais se concentram pois é o personagem que se constrói e desconstrói com uma rapidez gigante, divide as atenções com o excêntrico Warren, o motor do filme, o explosivo, dúbio, grande incentivador do roubo e inconsequente em seus atos.

Qual a razão dos jovens realizarem algo tão audacioso? Uma das grandes perguntas do filme é respondida a toda a instante, pelos personagens reais que aparecem relatando seus pontos de vista. Não só os que participaram do roubo mas também familiares e envolvidos no caso que marcou época na história recente norte-americana. American Animals é muito mais que um simples retrato sobre o panorama jovem norte-americano, é um crítica social profunda, repleta de camadas, onde cada um de nós, do lado de cá da tela, recebemos diversos argumentos para chegarmos ao nosso próprio final sobre todas as interrogações que o filme entrega.

[Exclusivo] Entrevista | Marcos Prado, diretor de Macabro: “Gerar debate junto com entretenimento é um favor a sociedade”

Conhecido como o produtor de obras grandiosas como Tropa de Elite (2007) e Tropa de Elite: o Inimigo Agora é Outro (2010), Marcos Prado tem levado discussões sociais às tela há 20 anos. Em entrevista exclusiva para o CinePOP, o cineasta fala sobre o desafio de levantar questões humanitárias no suspense Macabro. A obra é baseada no caso dos Irmãos Necrófilos, responsáveis por crimes bárbaros na década de 90, em Nova Friburgo, e de aterrorizar a população local na região serrana do Rio de Janeiro. 

Outro embate é o lançamento de Macabro em meio a pandemia da Covid-19, momento em que a maioria dos cinemas estão fechados por medidas de segurança sanitária. Contudo, Marcos Prado está otimista e enxerga a estreia do filme nas seções em drive-in do país como um termômetro da reação do público. Além disso, ele menciona o seu próximo longa-metragem sobre a vida do rapper Sabotage, assassinado em 2003. 

Confira abaixo este bate-papo revelador sobre os detalhes de Macabro, a partir de 28 de julho, em drive-ins das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Maceió e Bragança Paulista. Ficou curioso? A entrevista completa em vídeo está disponível em nosso canal no YouTube

CinePOP: Como foi o seu primeiro contato com o caso dos Irmãos Necrófilos e como surgiu a ideia de realizar um filme sobre esses crimes?

Marcos Prado: A primeira que eu soube sobre os irmãos foi pelo jornal em 1993. Fiquei muito impressionado com o que eu tinha lido. Os garotos matavam as mulheres e, depois, faziam necrofilia, sexo com os cadáveres. Aquilo me impressionou demais. […] Dez anos atrás, eu tive uma conversa com Rodrigo Pimentel do Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais], que trabalhou com a gente no Tropa de Elite e no documentário Ônibus 174 [2002], que eu produzi. O Pimental me contou a versão da história dele, do ponto de vista da polícia. 

Eles escutaram o que a população relatava, que os garotos tinham poderes sobrenaturais, estavam possuídos pelo demônio e eles tinham o poder de ficar invisíveis. Também que eles andavam por cima das copas das árvores e, por isso, eles conseguiam cruzar longas distâncias a noite. Coisas absurdas. 

Quando eu descobri que, talvez, o Henrique [um dos irmãos condenados pelos crimes de assassinato] fosse inocente, já que ele foi condenado a 49 anos de prisão, eu pensei: agora eu tenho uma história interessante para tentar desvendar. Ao invés de fazer um filme de terror, eu faria um thriller psicológico e colocaria no filme essa questão da dúvida, se um dos irmãos participava ou não [dos assassinatos] pelo ponto de visto do policial missionado a resolver a questão. 

A motivação foi fazer um filme que questiona a possibilidade de terem condenado um inocente, somente porque tinha que condenar alguém. 

CinePOP: Do meu ponto de vista, este é um tema importante do filme. A gente pode dizer que a mensagem de Macabro é questionar um descaso social e político e, até mesmo, uma falência do sistema penal brasileiro?

Marcos Prado: Acho que sim. O filme de trata de algumas questões. A gente tentou pegar os sintomas da sociedade aqui fora, nas cidades grandes do Brasil. […] Por exemplo, temos um grande percentual de presos que são pequenos traficantes, que não precisavam estar encarcerados. Eles não têm os seus julgamentos executados e, então, ficam eternamente presos, portanto, existe uma falência geral da nossa sociedade. 

A gente transportou alguns desses sintomas para esta micro vila ficcionalizada na serra de Friburgo, onde esses crimes ocorreram. A maioria dos mortos eram mulheres, a população era extremamente racista, eles viviam com um fanatismo religioso, tudo que tem espalhado pelo Brasil. Portanto, a gente condensou e colocou uma lente de aumento dentro desse microcosmo. 

CinePOP: Tenho uma teoria de quando levamos ações do cotidiano, como por exemplo crimes, às telas do cinema, a gente consegue gerar maior empatia sobre o tema com as pessoas, tocá-las de forma mais contundente. Algo realizado em filmes, por exemplo, como Última Parada 174 (2008) e O Lobo Atrás da Porta (2014). Você acredita que Macabro consegue gerar essa empatia para as pessoas olharem a história por trás do crime? 

Marcos Prado: Com certeza. O cinema tem uma função de entretenimento, mas também tem uma função de fazer as pessoas se questionarem. Um filme como o Macabro apresenta o racismo estrutural de forma  intensa. Você sai se questionando em diversos níveis.

O filme é todo visto pelo ponto de vista do policial, a história dele é ficcionalizada, mas no começo do filme ele mata um inocente negro numa operação policial. Ele vai para uma segunda missão com uma questão jurídica de que ele vai ser julgado pelo crime que ele cometeu. É uma coisa que ocorre muito nas operações policiais do Rio de Janeiro, 80% das pessoas que acabam sendo mortas – sendo traficantes ou não – são negras. Se você consegue gerar debate junto com entretenimento, você está fazendo um favor a sociedade. 

CinePOP: Quais temas você pretende abordar em seus trabalhos futuro?

Marcos Prado: Estou desenvolvendo um projeto agora que é um outro longa de ficção sobre o Sabotage [nome artístico de Mauro Mateus dos Santos Filho], o rapper paulista assassinado em 2003. Eu acredito que ele tem uma vida muito interessante para retratar. Ele estava envolvido com o crime desde o começo da vida por questões óbvias, não tinha oportunidade para nada, mas era um poeta. Sempre foi um poeta e acabou conseguindo sair [dessa vida]. 

CinePOP: Como estão as expectativas para o lançamento de um filme no momento de pandemia e limitado apenas aos drive-ins, já que os cinemas permanecem fechados? 

Marcos Prado: A princípio a gente ficou reticente, mas eu demorei 10 anos para fazer este filme. […] A sala de cinema é aquele lugar em que você e o filme se relacionam diretamente. É diferente de casa… A sala do cinema é coletiva, mas é individual. 

Então, decidimos ir para o drive-in, que serve como um pré-lançamento. Se o mundo mudar, se houver uma vacina, o lançaremos no cinema. Se continuar desse jeito, vamos para o streaming. É um discussão que eu tenho que ter com os meus co-produtores. Achamos prudente lançar agora. Tem vários drive-ins abertos no Rio, São Paulo, Maceió, Bragança Paulista e outros lugares. Também acredito que é uma forma de dar uma esperança para as pessoas. 

‘G.I. Joe – Snake Eyes’ é adiado para 2021

Brian Goldner, CEO da Hasbro, confirmou ao Hollywood Reporter que ‘Snake Eyes’, derivado de ‘G.I. Joe’, foi adiado para 2021.

“Estamos elaborando os detalhes da nova data com a Paramount”, disse Goldner. 

Confira a primeira imagem oficial:

Henry Golding estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes‘ é dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

‘Resgate 2’: Diretor de ‘Vingadores: Ultimato’ já está roteirizando a sequência

Resgate se tornou o filme original mais visto da Netflix, com 99 milhões de espectadores, e já pavimentou caminho para a sequência.

O roteirista Joe Russo confirmou através do Deadline que a continuação já está em desenvolvimento e que ele já está trabalhando no roteiro.

Em entrevista ao Collider, o diretor Sam Hargrave havia revelado que tem interesse em realizar uma pré-sequência:

“A Netflix estava muito feliz com os diários de produção e começamos a pensar que poderíamos fazer uma sequência. As pessoas pensavam: ‘Oh, isso poderia ser legal…’. Você sabe, você fala sobre todas essas coisas. É uma franquia? Vamos continuar? Tínhamos que esperar o filme sair e o público responder. Vocês serão os únicos que decidirão. Mas foi comentado. Assim que Joe Russo apareceu, um ponto interessante foi que, na maioria das vezes, você recebe uma sequência. Raramente você volta no tempo em pré-sequências. Você tem a sensação de que Chris [Hemsworth] e [David] Harbour têm uma ótima química. Então pensamos que era uma maneira muito interessante, voltar no tempo e fazer uma pré-sequência”, afirmou.

O que você acha da ideia?

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘A Máfia dos Tigres’: Joe Exótico quer ser interpretado por Brad Pitt na cinebiografia

O documentário Máfia dos Tigres (Tiger King), original da Netflix, conquistou o mundo com uma narrativa bizarra e peculiar e as conversas a respeito de uma adaptação cinematográfica estão cada vez mais latentes em Hollywood.

E um dos assuntos que mais se especula é justamente sobre quem deveria dar vida ao Joe Exótico em uma inevitável cinebiografia. O comediante Dax Shepard, esposo da atriz Kristen Bell, já havia revelado seu desejo de viver o polêmico proprietário do zoológico de tigres, assim como o ator David Spade.

E durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, os diretores da minissérie, Eric Goode e Rebecca Chalklin, revelaram que Joe Exótico já possui suas escolhas para o papel, sendo um deles um recente vencedor do Oscar:

“Ele gostaria que Brad Pitt ou David Spade o interpretassem. Ele nem se refere ao David Spade pelo seu próprio nome. Ele o chama de ‘Joe Sujo‘”.

Vale ressaltar que ‘Joe Sujo‘ é uma comédia lançada em 2001, estrelada por Spade. O visual do ator no filme em questão se tornou alvo de várias comparações com o próprio estilo de Joe Exótico.

Confira o trailer da minissérie:

No mundo dos proprietários de grandes felinos, a realidade supera a ficção. E Joe Exotic, um carismático cantor country polígamo que possuía um zoológico em Oklahoma, é uma das figuras mais excêntricas desse universo. Joe e um elenco inacreditável de personagens – que inclui até chefes do tráfico e líderes de seitas – têm algo em comum: a paixão por grandes felinos e pelo status e atenção que suas coleções atraem. Mas quando seu lucrativo negócio é ameaçado por Carole Baskin, uma ativista pelos direitos dos animais e proprietária de um refúgio de grandes felinos, a situação foge ao controle. A crescente rivalidade entre eles resulta na prisão de Joe, acusado de contratar um assassino para matar Carole, e a investigação do crime acaba revelando uma história surreal na qual o animal mais selvagem é o ser humano.

‘Tenet’: Filme será lançado no Brasil e em 70 países em AGOSTO; Confira a data!

Após vários adiamentos por causa da pandemia de Coronavírus, a Warner decidiu manter a estreia de ‘Tenet‘ em Agosto em 71 países, com exceção dos Estados Unidos.

O filme será lançado na Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido no dia 26 de agosto.

O CinePOP entrou em contato com a Warner Bros. no Brasil, e fomos informados que a estreia por aqui acontecerá no dia 27 de Agosto.

Com os EUA ainda no pico do coronavírus, os cinemas continuarão fechados e o filme segue sem previsão de estreia lá…

A rede de cinemas Regal publicou que o filme chegaria às telonas norte-americanas na semana do feriado do Dia do Trabalhador (4 de Setembro), mas poucas horas depois a informação fora removida, sem qualquer tipo de reagendamento para uma nova data.

Um usuário no Twitter havia compartilhado um print da tela do site da Regal Theathers, que trazia a estreia de ‘Tenet’, antes da publicação ter sido retirada.

Confira:

Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.

O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘Star Trek: Discovery’: 3ª temporada ganha data de estreia e novo teaser

A 3ª temporada de Star Trek: Discovery’ ganhou data de estreia: dia 15 de Outubro.

Além disso, foi revelado um novo teaser:

Confira:

 

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘The Umbrella Academy’: Assista a uma cena OFICIAL da 2ª temporada!

Netflix divulgou em seu Twitter uma nova cena oficial da 2ª temporada de The Umbrella Academy.

Confira:

A nova temporada recebeu 96% de críticas positivas no Rotten Tomatoes, em uma classificação média bastante superior à primeira temporada, que havia recebido 75% de aprovação.

Das 26 avaliações publicadas da nova temporada, 25 são positivas e apenas UMA é negativa.

Confira:

“No geral, a 2ª temporada [da série] expande sua ideia de modos divertidos, enquanto nos entrega mais do que amamos sobre o time titular” ComicBook.com.

“Mais louca que a primeira temporada, com reviravoltas inimagináveis e a quantidade perfeita de gore.” – Mama’s Geeky.

“Inteligente, estilosa e extremamente divertida, a 2ª temporada mais uma vez força os limites do gênero de super-heróis com perspectiva sagaz” – We Have a Hulk.

“Mantendo o charme da iteração predecessora, a 2ª temporada de The Umbrella Academy é enérgica, criativa e expande sua mitologia de modos inesperados” – Flickering Myth.

O novo ciclo estreia no dia 31 de julho.

Há alguns meses, o compositor Jeff Russo revelou ao Comic Book o que o público pode esperar do segundo ano.

“Bom, há definitivamente uma grande mudança no cenário, isso é óbvio. E tentamos não mudar muito a abordagem de como contar a história musicalmente. Quer dizer, utilizamos várias canções incríveis na primeira temporada. Vamos fazer a mesma coisa na segunda. Usamos a trilha sonora de modo bastante significativo para apoiar os arcos emocionais dos personagens na 1ª temporada. Vamos fazer isso de novo na segunda. Há alguns novos personagens que terão perspectivas sonoras diferentes e isso é sempre divertido, criar novos temas para novos personagens. Então temos várias coisas novas e várias coisas similares”.

Yusuf GatewoodMarin IrelandRitu Arya farão parte do próximo ciclo e darão vida ao carismático Raymond, uma texana sem medo chamada Sissy e uma brilhante e insana mulher chamada Lila, respectivamente.

Lembrando que o site What’s On Netflix havia divulgado que a adorada série já foi renovada para a 3ª temporada. As informações são de fontes próximas à produção.

Lauren Otero (‘Garota Conhece Mundo’) e Elizabeth Padden (‘Future Man’) foram contratadas para escrever os novos episódios.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

‘A Escolha Perfeita 3’ estreia na Netflix

A Netflix lançou hoje em seu catálogo a comédia musicalA Escolha Perfeita 3’, estrelada por Anna Kendrick, Rebel Wilson, Anna Camp, Hailee Steinfeld e Brittany Snow.

Agora formadas, Beca, Fat Amy, Chloe e as demais Bella Bardens estão infelizes devido a trabalhos mal remunerados e pouco motivadores. Diante desta situação, elas decidem se unir mais uma vez como grupo à capela para participar do USO Tour, uma turnê que as leva para apresentações na Europa. Lá, elas precisam duelar com grupos musicais que privilegiam a autorialidade das canções em detrimento de novas versões de músicas já consagradas.

A produção amargou apenas 33% de aprovação no site Rotten Tomatoes, sendo considerada fraca em relação às duas antecessoras e até mesmo imatura, pela falta de crescimento pessoal de cada uma das personagens.

Enquanto as poucas avaliações positivas dão destaque para Rebel Wilson e sua divertida Fat Amy, as negativas pontuam um fracasso em toda a narrativa.

Confira:

“Elas são – supostamente – jovens adultas independentes, sendo que a maioria das protagonistas está na faixa dos 30 anos. No entanto, continuam lutando contra problemas da fase dos 18 anos. E quando elas finalmente sobem ao palco, é difícil se importar”. – Peter Hartlaub, San Francisco Chronicle

“Um desmante fora do tom daquilo que fez o conceito funcionar no primeiro filme”. – Susan Wloszczyna, Washington Post

“Os movimentos de luta assanhados de Rebel Wilson durante um divertido e absurdo resgate de refém são um ótimo salto em ‘A Escolha Perfeita 3’, quando nem a divertida acapella que faz parte da assinatura da trilogia consegue ajudar”. – Tom Russo, Boston Globe

“Um filme recheado de ação vulgar, feio e sem propósito que é um lembrete que cada modestamente afiada e encantadora propriedade deve, eventualmente, ser convertida pela lógica comercial de Hollywood, em uma produção que mata a alma e quer apenas faturar grana”. – Justin Chang, Los Angeles Times

“Com um roteiro tão desfocado quanto suas personagens recém graduadas, o desgrenhado ‘A Escolha Perfeita 3’ só consegue se sustentar pela lógica do karaokê: O que torna a experiência legal não é canção que você canta, mas a companhia que você tem ao lado”. – Teo Bugbee, New York Times

“É simplesmente o mesmo filme uma vez atrás da outra até o final dos tempos. Aí alguém morre e nesse caso talvez um ‘A Escolha Perfeita 45: Aca-espera-estamos-mortas?’ se torne uma possível tendência”. – Moira MacDonald, Seattle Times

 

 

 

‘Lucifer’: Vídeo com cenas “ardentes” anuncia a data de retorno da série na Netflix

A Netflix divulgou um vídeo com 66,6 segundos de momentos diabolicamente ardentes e sensuais de ‘Lucifer‘, para anunciar o retorno da série na plataforma.

No vídeo, o streaming anuncia que a 5ª temporada estreia no dia 21 de agosto.

Assista:

Lucifer faz um retorno triunfal, Chloe repensa o amor, Ella finalmente encontra um cara legal e Amenadiel se adapta à paternidade.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.