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Primeiras impressões de ‘Deadpool & Wolverine’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

O hype paraDeadpool & Wolverine está a todo vapor! As primeiras reações ao filme, que reúne Ryan Reynolds e Hugh Jackman nos icônicos papéis, foram divulgadas após a exibição de 35 minutos do longa durante uma turnê promocional em Xangai, China, e os fãs estão empolgados!

“A linha do tempo pode me pegar por isso, mas Shawn Levy realmente conseguiu aquele tempero, meu Deus. Estou em descrença!”, afirmou outro fã.

“Em apenas 40 minutos ele conseguiu tanto. Os outros 90 minutos vão ser simplesmente divinos”, afirmou um fã.

“Acabei de assistir ao material especial de Deadpool & Wolverine. Bastante divertido, créditos iniciais legais”, compartilhou outro fã.

“Simplesmente incrível! Desde a cena inicial rústica e ao mesmo tempo descolada até a montagem de tirar o fôlego do que está por vir, a mais recente oferta dos Estúdios Marvel transborda humor na cara, sequências repletas de ação e visuais impressionantes. Embora sua classificação R-16 possa ser considerada forte ou fraca demais para alguns, a dinâmica parceria entre #Deadpool e #Wolverine é um presente especial para fãs e espectadores casuais, oferecendo um toque fresco e feroz em meio aos habituais filmes de super-heróis”, disse outro fã.

 

“Sem brincadeira, estou lutando para encontrar qualquer aspecto negativo. Apesar da fusão com a Fox, isso parece uma continuação direta da história e do tom de Deadpool 2. Nada foi moderado, toda a comédia funcionou, e as cenas de ação foram lindas. Vi que muitos tinham problema com a coloração nos trailers, mas na tela está muito melhor e os trajes são absolutamente lindos. Os trailers não revelaram quase nada, a maioria das cenas que você viu acontece nos primeiros 30 minutos ou algo assim e, mesmo assim, muitos desses 30 minutos foram coisas que eu não esperava de jeito nenhum. Eles também nos mostraram um trecho de coisas que não estão no trailer e parece INSANO! Peço que evitem spoilers pelas próximas duas semanas porque este filme pode explodir suas mentes. Se o filme completo for tão bom quanto as imagens que vi, então facilmente será um dos meus filmes favoritos da Marvel e definitivamente o melhor da trilogia do Deadpool!”, disse Joe.

Lembrando que a estreia está marcada pra 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Assista ao Oscar AO VIVO com o CinePOP!

Onde assistir ao Oscar 2025?

A cerimônia do Oscar 2025 está acontecendo neste domingo, 2 de março, diretamente do icônico Dolby Theatre, em Hollywood, um local que já se tornou sinônimo de glamour e história no universo cinematográfico.

Para quem deseja acompanhar ao vivo a cerimônia, o Oscar 2025 será transmitido no Brasil por diferentes canais. A TNT e o Max farão a transmissão com tradução simultânea, permitindo aos telespectadores desfrutarem da premiação em tempo real, com a cobertura detalhada e comentários especiais. Além disso, a TV aberta no Brasil também irá exibir a cerimônia ao vivo, sendo a Rede Globo a responsável pela transmissão para todo o país, exceto no Rio de Janeiro, onde, devido à coincidência de datas, será mantida a exibição dos desfiles das escolas de samba, tradicional evento carioca que também atrai grande público.

Vale ressaltar que a Globo oferece seu sinal de TV aberta por meio da plataforma Globoplay, o que possibilita aos telespectadores de diversas regiões do Brasil assistirem à cerimônia gratuitamente pela internet, sem depender da TV tradicional. Isso significa que, independentemente de onde você esteja, pode acompanhar todos os detalhes do evento, desde a chegada das celebridades até os momentos de consagração dos vencedores.

O filme brasileiro Ainda Estou Aqui no Oscar 2025

Uma das maiores surpresas deste ano é a indicação de ‘Ainda Estou Aqui‘, um filme brasileiro que conquistou espaço entre as produções mais aclamadas pela crítica internacional e figura entre os indicados às principais categorias do Oscar 2025. Com uma história emocionante e uma atuação marcante de Fernanda Torres, a produção tem sido apontada como uma forte concorrente, trazendo uma representatividade importante para o cinema nacional na maior premiação do mundo.

O filme aborda questões sensíveis e universais, o que tem atraído a atenção não apenas de público brasileiro, mas também da crítica especializada mundial. Para os cinéfilos, a presença de ‘Ainda Estou Aqui‘ na disputa traz a esperança de que o cinema brasileiro continue a conquistar cada vez mais visibilidade no cenário internacional. Com grandes expectativas, o filme pode representar um marco para o cinema nacional e uma oportunidade de reconhecimento para o talento de Fernanda Torres, que já é reconhecida por seu trabalho no Brasil e agora recebe a chance de brilhar no maior palco do cinema mundial.

O Oscar 2025 promete ser uma noite repleta de emoção, surpresas e muitas estrelas, celebrando o melhor da sétima arte. Acompanhe a cerimônia e torça pelos seus favoritos, pois a cada edição, o Oscar se reinventa, e este ano, promete um espetáculo inesquecível.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira Ainda Estou Aqui, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada Um Completo Desconhecido, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

Wicked nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

nickel boys

Nickel Boys talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

a substância

Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que A Substância sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso Conclave. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

anora poster

Apesar de descrito como uma dramédia, Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

ainda estou aqui4

Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama Ainda Estou Aqui. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com O Brutalista. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

10 Filmes que refletem sobre a NÃO aceitação do outro

Um dos capítulos mais tristes da relações humanas é a não aceitação do próximo seja pelo motivo que for. Algumas obras cinematográficas desenvolvem suas tramas a partir desses conflitos.

Pensando em algumas dessas, segue abaixo alguns filmes para e refletir sobre esse tema:

 

A Filha do Pescador

Na trama, conhecemos Samuel (Roamir Pineda) um experiente pescador que mora em uma ilha e vive seus dias dedicado 100% ao seu trabalho. Amargurado com o passar do tempo, sem se livrar das desilusões, aprendeu a viver com a solidão. Certo dia, seu filho que não via faz mais de uma década, volta pra casa, agora como uma mulher trans chamada Priscila (Nathalia Rincón), que fugiu da cidade onde morava por conta de uma situação. Quando Samuel se machuca após uma ida ao mar e precisa de alguém para cuidá-lo, esse pode ser o momento que precisam para se entenderem.

 

Antonia, Uma Sinfonia

Na trama, conhecemos Antonia (Christanne de Bruijn), uma jovem com um talento evidente para a música clássica que possui um único grande sonho: ser uma regente de uma importante orquestra. Mas sua vida não é fácil, vinda com a família da Holanda para os Estados Unidos, onde mais tardar descobre ter sido adotada, sofre todo tipo de preconceito em terras americanas em busca do sonho de estudar e alcançar respeito no mundo do música.

 

Filadélfia

Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.

 

Pedágio

Na trama, acompanhamos Suellen (Maeve Jinkings, em grande atuação) uma mulher batalhadora que trabalha como cobradora de um pedágio em Cubatão, São Paulo. Ela tem um filho, Tiquinho (Kauan Alvarenga), perto de completar 18 anos, que adora fazer vídeos e imitar divas da música. Ao longo do tempo, Suellen passou a se incomodar com algumas situações envolvendo o filho e de maneira inconsequente resolve ser parte de uma pequena gangue que rouba relógios, tudo isso para financiar a ida de seu filho à uma cura gay organizada por um pastor gringo.

 

Rivais

Na trama, conhecemos os inseparáveis amigos Patrick (Josh O’Connor) e Art (Mike Faist) que tem como elo uma paixão pelo esporte favorito, o tênis. Disputando alguns torneios ainda adolescentes, um dia conhecem pessoalmente Tashi (Zendaya), uma jovem promissora nesse esporte. Após algumas idas e vindas, um triângulo amoroso acaba sendo instaurado sem possibilidades de se prever o que aguardaria seus destinos.

 

Paloma

Na trama, conhecemos Paloma (Kika Sena), mãe da pequena Jenifer que mora com o companheiro Zé (Ridson Reis) em uma casa humilde em Saloá, município de Pernambuco, uma pequena cidade nordestina com pouco mais de 15.000 habitantes. Paloma é transexual e trabalha diariamente como agricultora (numa colheita de mamão) e de vez em quando faz bico como cabeleireira. Ela tem um desejo dentro dela que acaba saltando em seu presente: ela quer se casar na igreja de véu e grinalda. Em uma conversa com o padre da cidade, ela fica sabendo que somente o papa poderia dar autorização para ela casar na Igreja. Assim, resolve escrever uma carta para a maior autoridade católica do planeta. A partir dessa iniciativa, conhecemos alguns conflitos que a protagonista atravessa na caminhada para seus sonhos e sem nunca perder sua fé.

 

Reflect

Na trama, que explora os conceitos de disformia corporal, acompanhamos uma bailarina que tem um grande problema com o espelho por não se sentir bem com seu corpo. Nas aulas de balé, se sente com vergonha mas acaba descobrindo uma maneira de encarar essa situação quando se aprofunda nesse conflito. Ela se projeta para dentro de uma metáfora sobre o medo percebendo que pode reverter toda sua não aceitação e a jogar para escanteio.

 

Dirty God

Na trama, conhecemos Jade (Vicky Knight), uma jovem, mãe, que mora com a sua, em um pequeno apartamento. Jade sofreu um terrível ataque com ácido e teve parte do corpo, parte do rosto inclusive, queimado. Vamos acompanhando a protagonista no retorno dela a sua vida, nas novas condições, no trabalho, no relacionamento conturbado com a mãe e tentando criar um sentido em sua vida inclusive para tentar ser uma boa mãe para sua filha ainda bebê.

 

Cassandro

Na trama, conhecemos Saúl (Gael García Bernal), um jovem nascido em El Paso (Texas) que tem o sonho de ser lutador profissional de luta livre e mora com a mãe Yocasta (Perla De La Rosa) no lado mexicano da fronteira com os Estados Unidos. Ele é gay e está em um relacionamento escondido com um homem casado. Enfrentando o preconceito em um esporte machista, quando começa a se destacar, resolve adotar o nome de ‘Cassandro’ virando uma referência para milhares de amantes desse esporte.

 

A Gaiola das Loucas

Na trama, conhecemos Armand (Robin Williams) e Albert (Nathan Lane) um casal homossexual de meia idade que possuem um clube gay super badalado na Flórida, repleto de apresentações. Certo dia, o filho de Armand, Val (Dan Futterman) diz ao pai que vai casar com Barbara (Calista Flockhart), a filha de Louise (Dianne Wiest) e do senador conservador Keeley (Gene Hackman), esse último prestes a ser reeleito mas metido em um escândalo. A questão é que Val pede ao pai que ele e Albert não entreguem num jantar de comemoração que são gays. Assim, é instaurada uma enorme confusão.

 

21 Filmes de Terror que Completam 30 anos em 2019

Terror. Sabemos que vocês amam. E nós também amamos. Mas queremos ver se vocês são dignos o suficiente para se dizerem fãs deste gênero que causa calafrio na espinha, nervosismo intenso e sustos para disparar nossos corações. Queremos saber se vocês já assistiram, ou se mesmo conhecem todos os itens desta lista. E não vale dizer que não era nascido ou era pequeno demais para ver na época, porque isso não impede mais ninguém desde a década de 1980 com as videolocadoras.

Portanto, vem com a gente desbravar este mundo sombrio das 21 produções de horror que se tornam trintonas em 2019.

Cemitério Maldito

Em vias da estreia da refilmagem, o filme original celebra seu aniversário de 30 anos. Baseado no livro de Stephen King, sobre uma família de “comercial de margarina” que tem a vida despedaçada após mudar para uma propriedade rural – próxima a um cemitério de animais e uma estrada incessante -, o longa é dirigido por Mary Lambert (do clipe Like a Prayer, de Madonna). Os destaques são a icônica canção homônima ‘Pet Sematary’, dos Ramones, e a incrível interpretação do menino Miko Hughes.

Sexta-Feira 13: Parte 8 – Jason Ataca Nova York

Durante a década de 1980, franquias de terror como Sexta-Feira 13 reinaram. Mas o que começou de forma séria, foi aos poucos se remodelando para se encaixar como fenômeno pop contemporâneo. Assim, Jason se transformou numa figura adorada e não mais temida. Neste último episódio oficial da franquia na Paramount (já não era sem tempo), isto é, até a refilmagem de 2009, Jason é ressuscitado mais uma vez e embarca junto a um grupo de estudantes num navio rumo à Nova York.

Terror a Bordo

Hoje, a atriz Nicole Kidman é uma estrela estabelecida na indústria, com um Oscar na estante e mais três indicações, mas que não se acomoda de forma alguma e segue perseguindo papeis desafiadores. A prova disso foi sua presença no recente thriller policial O Peso do Passado, pelo qual descolou uma nova indicação ao Globo de Ouro deste ano. Voltando trinta anos no passado, podemos ver Kidman aqui em seu primeiro papel de destaque no cinema, ainda com os lindos cabelos naturais, no papel da esposa de Sam Neill. O casal decide resgatar um náufrago com seu barco, e a viagem se torna um pesadelo. O longa guarda muitas semelhanças com A Faca na Água (1962), primeiro filme do lendário Roman Polanski.

A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy

Freddy Krueger (e sua Hora do Pesadelo) é outro que bateu ponto durante toda a década de 1980 nos cinemas. Depois dos filmes mais rentáveis da franquia – a parte 3, dirigida por Chuck Russell, e a parte 4, dirigida por Renny Harlin – a série começava a apresentar desgaste. Na trama, Freddy (já totalmente no modo “zoado”) tenta reencarnar utilizando o bebê da protagonista Alice. O longa é dirigido por Stephen Hopkins, de Predador 2 (1990) e Perdidos no Espaço (1998).

Shocker: 100 Mil Volts de Terror

Falando em Wes Craven e em sua criação bem sucedida, pulamos para o saudoso diretor e uma criação bem esfarrapada. Escrito e dirigido por Wes Craven, o criador de A Hora do Pesadelo (1984), Shocker foi a tentativa do cineasta em criar outro personagem icônico para filmes de terror. A proposta não deu tão certo. Na trama, um serial killer condenado recebe a pena de morte e frita na cadeira elétrica. E se Freddy voltava na forma de sonhos, este psicopata retorna na forma de eletricidade para ir atrás do jovem que o entregou.

Halloween 5: A Vingança de Michael Myers

Dos psicopatas icônicos de slashers saídos da década de 1980 (ou 1970), Michael Myers é o mais em voga atualmente devido ao sucesso do novo Halloween – que já está gerando uma nova sequência. No entanto, há 30 anos chegava aos cinemas um dos exemplares menos celebrados da franquia. Continuação imediata da parte 4 (que marcou o retorno do serial killer para a série), esta sequência tentou adicionar novos elementos misteriosos à trama – que só viriam a ser concluídos seis anos depois.

A Mosca II

E você, achando que insistentes continuações é coisa de agora. Sabe de nada. Veja só que atrevimento. Este longa ousa continuar a obra-prima de David Cronenberg – que não apenas não pedia uma sequência, como ainda tornou a vida dos ambiciosos produtores difícil ao terem que se desdobrar para encontrar um caminho para a parte dois. Assim, a história continua com o filho do cientista do primeiro filme – papel de um jovem Eric Stoltz -, criado em grande laboratório, somente esperando o dia que os genes de seu pai falarão mais alto. As cenas envolvendo o cachorro ficaram na mente de toda criança desta geração.

A Volta do Monstro do Pântano

Mais um elo com o saudoso Wes Craven, falecido em 2015. O diretor escreveu e dirigiu O Monstro do Pântano (1982), baseado nos quadrinhos da DC Comics, criados por Len Wein, sobre um cientista que após um acidente se transforma numa criatura meio homem, meio planta, e resolve fazer justiça. O longa virou cult e gerou esta sequência – sem qualquer envolvimento de Craven. A continuação aposta mais no valor camp, acrescentando mais humor, e Heather Locklear como a mocinha. Depois disso, o personagem voltou a aparecer numa série de TV (1990-1993) e agora sai novamente do papel para um novo programa de censura alta, produzido por James Wan, com toques de terror. A nova série irá ao ar em breve na plataforma de streaming da DC.

O Vingador Tóxico II

Por falar em cult por excelência, O Vingador Tóxico tem muito a ver com O Monstro do Pântano. Aqui, no filme original de 1984 (escrito e dirigido pela dupla Michael Herz e Lloyd Kaufman), um jovem perdedor é constantemente humilhado por valentões. No último bullying, o rapaz termina por cair num tonel de produtos químicos e se torna o anti-herói deformado e musculoso – que decide sair para combater o mal por conta própria. Esta continuação segue tendo os criadores originais no comando, e leva o personagem para o Japão. Curiosamente, no mesmo ano a terceira parte foi lançada (ainda com Herz e Kaufman à frente), cada vez soando mais trash. O longa gerou ainda um desenho animado (?!), que foi ao ar de 1991 a 1993 – intitulado Toxic Crusaders -, uma quarta parte (2000) e um musical para os palcos (2018).

A Casa do Espanto III

Aqui temos um caso curioso. Às vezes, produtores tentam se desassociar de uma franquia e ao invés de criarem um produto novo, simplesmente rebatizam o novo capítulo com outro título. Foi exatamente isto o que aconteceu com a terceira parte da série de terror para o cinema, A Casa do Espanto (House). O primeiro longa, de 1985, dirigido por Steve Miner e escrito por Fred Dekker (Deu a Louca nos Monstros e Noite de Arrepios) é simplesmente divertidíssimo. Já o segundo, de 1987, deixou a peteca cair com uma trama sonolenta e sem qualquer elemento de terror. Justamente por isso, ao voltar às raízes do gênero, o longa precisou ser reintitulado The Horror Show para o mercado norte-americano.

Warlock: O Demônio

A geração de hoje talvez não o conheça bem, mas o ator Julian Sands marcou presença na década de 1980 e 1990, com filmes de terror e suspense como Aracnofobia (1990) e Encaixotando Helena (1992). Warlock consolida esta fase também. A trama mostra um feiticeiro satânico viajando no tempo e escapando de uma caça às bruxas, do Século XVII para o XX. O filme é dirigido por Steve Miner (Sexta-Feira 13: Parte II, A Casa do Espanto e Halloween H20) e traz no elenco, além de Sands no papel principal, a musa 80´s Lori Singer (Footloose: Ritmo Louco) e o indicado ao Oscar deste ano, Richard E. Grant. Duas continuações foram produzidas.

A Mulher de Preto

Muitos fãs de terror atuais devem conhecer o filme protagonizado por Daniel Radcliffe em 2012, que marca a volta das produções da Hammer para o cinema. O longa inclusive gerou uma continuação, sem a presença do famoso ator, em 2014. O que poucos talvez saibam é que aquele filme é baseado neste, uma obra britânica feito para a TV, que igualmente usa como fonte o livro escrito por Susan Hill. A trama é a mesma, um jovem advogado chega numa pequena cidade a fim de vender uma enorme e antiga propriedade, somente para descobrir que o local é assombrado pelo espírito da mulher de preto.

Grito de Horror 5: O Renascimento

O primeiro Grito de Horror (1981), dirigido por Joe Dante (Gremlins) e baseado no livro de Gary Brandner, é um p**a filme de lobisomem – cru e violento. O longa infelizmente foi eclipsado por completo por outro lançamento com o mesmo tema, que chegava aos cinemas no mesmo ano: Um Lobisomem Americano em Londres, de John Landis. Para se ter ideia, até mesmo o maquiador Rick Baker, que estava trabalhando em Grito de Horror, abandonou o barco e se bandeou para o lado do filme de Landis, ganhando assim seu primeiro Oscar de maquiagem. Assim como toda franquia de terror com muitas continuações, a cada nova sequência a coisa foi ficando pior. Depois deste quinto filme, ainda foram produzidos mais dois.

A Volta do Padrasto

Esta é outra continuação extremamente caça-níquel que nós adoramos odiar. O Padrasto original (1987) conta a história de um psicopata (papel de Terry O´Quinn, o John Locke da série Lost) de boa aparência que conhece e se casa com mulheres somente para matar toda a sua família e seguir para a próxima vítima. A continuação do filme chegou dois anos depois, dando sequência à trama do psicopata e trazendo O´Quinn de volta ao papel principal. Além dele, juntam-se ao elenco duas lendas do cinema de horror e fantasia 80´s: Caroline Williams (a DJ Stretch de O Massacre da Serra Elétrica 2) e Meg Foster (A Maligna de Mestres do Universo). Uma terceira parte foi lançada como filme para a TV em 1992, sem O´Quinn, e um remake chegou aos cinemas em 2009, com Dylan Walsh (da série Nip/Tuck) no papel principal, e Amber Heard no elenco.

Bonecos da Morte

Outra série de terror B (ou seria C) marcou presença há 30 anos, iniciando sua franquia, mas nas videolocadoras. No ano seguinte do sucesso de Brinquedo Assassino (1988), os produtores de Bonecos da Morte tentaram surfar esta onda. Aqui, no entanto, o lançamento era restrito em vídeo. Mesmo assim, o filme fez um enorme sucesso, se tornando obra cult e rendendo nada menos do que doze sequências. Na trama, um criador de bonecos morre e deixa sua herança maligna para o mundo – brinquedos que ganham vida e são mortais.

A Fuga do Mal

Não deixe o título em português te enganar, este é o quarto filme da franquia de terror mais duradoura do cinema – Amityville. Iniciada em 1979, com Horror em Amityville, a série gerou mais vinte longas, entre sequências, derivados e refilmagens. Algumas das mais famosas são o remake do filme original de 2005, com Ryan Reynolds, e o recente Amityville: O Despertar, com a musa teen Bella Thorne. A história de todos é sempre a mesma – uma nova família se muda para uma casa assombrada, onde estranhos eventos levam todos à loucura.

Noite do Silêncio

Outra franquia cujo terceiro filme no Brasil recebeu um título diferente dos demais. Trata-se de Natal Sangrento (1984), um filme banido dos cinemas e repudiado por associações de pais e críticos de cinema (vide Roger Ebert e Gene Siskel) por seu conteúdo para lá de violento, associado a temas natalinos. Natal Sangrento foi um dos filmes mais polêmicos da década de 1980, que fez diversos pensadores voltarem a debater a censura em obras cinematográficas – algo visto novamente em 2010 com A Serbian Film. Este é o terceiro filme, no qual o psicopata vestido de Papai Noel ataca desta vez uma jovem cega. Mais duas sequências foram produzidas na década de 1990, e uma refilmagem foi lançada em 2012.

Acampamento Sinistro 3

O primeiro Acampamento Sinistro (1983) seguiu o rastro de filmes slasher sobre colônias de férias, impulsionados pelo sucesso absurdo de Sexta-Feira 13 (1980). O filme, escrito e dirigido por Robert Hiltzik, no entanto, possui mérito próprio já que fez uso de uma das melhores reviravoltas em um filme do gênero, se tornando cult por si só. Curiosamente, após este terceiro longa, a franquia descansou quieta (o que é raro) por um hiato de dezenove anos, saindo do papel somente para uma sequência que é pura homenagem ao original, trazendo inclusive parte do elenco e com o comando de Hiltzik. Mais dez anos depois e foi a vez de Joe Dante produzir uma sequência: Camp Cold Brook.

Depois da Meia-Noite

Filme de terror de antologia (muito em voga atualmente) sobre um professor de universidade que convida seus alunos, incluindo uma médium, para um estudo da psicologia do medo, em sua casa durante uma noite de tempestade. Lá, o sujeito começa a contar histórias de terror, e cada uma delas é o que vemos em tela. Este é um clássico das madrugadas da TV aberta.

Assassinato no Colégio

O grande chamariz desta obra é a presença do astro Brad Pitt em um de seus primeiros papeis no cinema. Ei, todos precisam começar de algum lugar – e nem todos podem fazer seu debute num A Hora do Pesadelo (Johnny Depp) ou Sexta-Feira 13 (Kevin Bacon). Assim, o filme assume tintas de produção cult. O resto, porém, é bem rotineiro, e acompanha um grupo de alunos enfrentando um assassino solto no colégio. A estrutura aqui é a do “whodunit”, no qual precisamos descobrir quais dentre os personagens é o serial killer em potencial.

A Madrasta

Outro clássico da TV aberta, este longa esquecido fez parte da infância de uma geração. Já tivemos O Padrasto na lista e agora chega a “madrasta malvada” (título original de Wicked Stepmother). Quando estes substitutos dos pais terão uma folga? Este filme, no entanto, não é uma produção B qualquer, já que conta com a icônica Bette Davis em seu elenco – mesmo que no fim da carreira, aos 81 anos – a atriz viria a falecer no mesmo ano. Este foi seu último trabalho como atriz. Mesmo assim, ainda estamos falando de Bette Davis, considerada uma das melhores atrizes a pôr os pés neste planeta, e dona de dois Oscar – com mais 9 indicações. Na trama, escrita e dirigida por Larry Cohen (A Coisa, 1985), uma bruxa (Davis) se casa com um patriarca viúvo, criando um verdadeiro inferno para sua família. Ela divide o corpo com sua filha, papel de sensual nicaraguense Barbara Carrera.

Os Piores Filmes Originais da NETFLIX em 2024 (até o Momento)

Antes de mais nada, com uma matéria de título tão polêmico, precisamos tirar logo do caminho o fato de que a arte é subjetiva. E filmes são obras de arte. Desta forma, o que é bom ou ruim para mim pode não ser para você, e vice-versa. O objetivo da matéria não é ofender ninguém. Mas é preciso ter em mente também que podemos aprender muito com as diferenças. Se não concordarmos, está tudo bem. Certamente você já ouviu um grande amigo seu dizendo que aquele filme que você ama não é bom, ou que adora aquele filme que você detesta.

Aliás, temos que dizer também que esta matéria é baseada em um vídeo de nossos colegas do Watchmojo, que formularam o ranking segundo sua própria experiência. Você pode até dizer se concorda ou criar sua própria lista dos piores filmes original da Netflix nessa primeira metade do ano. Precisamos deixar claro também que o ranking pode mudar nos próximos seis meses, com a chegada de novos exemplares. Confira abaixo.

10) O Astronauta

astronauta cinepop
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O hype em torno desse filme era grande. O longa prometia ser o novo filme sério de Adam Sandler, que poderia lhe render prestígio e quem sabe até mesmo prêmios (algo que os fãs do ator sempre mencionam a cada projeto dele longe da comédia). ‘O Astronauta’ conta também com a indicada ao Oscar Carey Mulligan e com nota 57 no IMDB e 50% no Rotten Tomatoes não chega a ser um filme ruim. Diríamos que apenas um decepcionante, onde esperava-se bem mais. O filme traz Sandler como um homem do espaço, que encontra uma aranha alienígena gigante – mas será a criatura apenas um fruto de sua imaginação?

09) Jogos de Amor

jogos cinepop
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Agora temos um filme de menor escala, afinal não temos nomes grandiosos nessa produção, certamente não do nível de Adam Sandler e Carey Mulligan. Quem estrela é Gina Rodriguez, atriz conhecida por séries de TV, como ‘Jane, a Virgem’ (2014-2019), o programa que a revelou. Essa aqui é uma comédia romântica bobinha e formulaica, então ninguém estava esperando nada além disso mesmo – mas a reclamação geral foi que sua personagem, Mack, não é muito agradável e é totalmente sem noção. Assim como o item acima, ‘Jogos de Amor’ tem nota 57 no IMDB e 50% no Rotten Tomatoes.

08) A Batalha do Biscoito Pop-Tart

poptart cinepop
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Jerry Seinfeld foi o rei da TV na década de 1990. Isso porque sua sitcom homônima (‘Seinfeld’) fez tanto sucesso, que chegou a “parar os EUA” em seu episódio final, em uma época antes da internet e das mídias sociais. Ainda hoje a comédia ‘Seinfeld’ é considerada a melhor série de humor de todos os tempos por grande parte dos espectadores. Apesar disso, tem certas transições que não ocorrem da melhor forma. O desejo do humorista em realizar um longa, com roteiro e direção do próprio, não rendeu o melhor dos resultados. Seinfeld faz uma sátira sobre a criação de um biscoito revolucionário para o café da manhã nos EUA. A nota no IMDB é 55, mas no Rotten Tomatoes é mais baixa, com 42% de aprovação.

07) Pedido Irlandês

irlandes cinepop
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A ruivinha Lindsay Lohan já foi uma jovem atriz bastante promissora. Sua carreira estava destinada ao topo de Hollywood, graças a filmes como ‘Sexta-Feira Muito Louca’ e principalmente ‘Meninas Malvadas’, em meados dos anos 2000. Porém, decisões pessoais ruins começaram a interferir com seu trabalho como atriz, e Lohan perdeu o trem do estrelato. Agora, tentando se redimir, depois de um longo período em filmes B, ela protagoniza essa comédia romântica com toques de fantasia para a Netflix. O streaming resolveu dar um voto de confiança para a moça. Mas o resultado deste longa não agradou tanto, com nota 52 no IMDB e 41% no Rotten Tomatoes.

06) Lift – Roubo nas Alturas

lift cinepop
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O baixinho Kevin Hart fez uma boa transição dos palcos de stand-up para as telas do cinema em inúmeras comédias. Nem todas acertam o alvo, mas ele possui seus fãs. Ironicamente, Hart estrelou ‘Duro de Atuar’ (‘Die Hart’), uma série transformada em filme pela Prime Video, na qual ele interpreta a si mesmo, buscando em um treinamento se tornar um bom ator de filmes de ação. E parece que esse é um desejo real do baixinho, já que é exatamente isso que ele tentou nesse ‘Lift’, uma tentativa de ser ‘Missão: Impossível’, com uma equipe planejando um roubo no ar. O filme tem nota 55 no IMDB, mas no Rotten Tomatoes conquistou apenas 29% de aprovação dos críticos.

05) Mea Culpa

meaculpa cinepop
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Bem, o que esperar de um filme de Tyler Perry? Sejamos claros, o realizador é uma das melhores e maiores personalidades de Hollywood, dando chance para inúmeros atores negros, investindo em histórias para eles, e inclusive sendo dono de um enorme estúdio no estilo do “Projac” da Globo, onde diversos filmes e séries de Hollywood são gravados. Sua contribuição para o audiovisual é inegável e imensurável. Mas precisamos ser sinceros também: suas comédias não tem graça, mas seus dramas sim – pelos motivos errados. Aqui, ele escala a ex-Destiny’s Child Kelly Rowland em um thriller meia-boca, e o resultado foi uma das menores notas no IMDB para um filme deste ano, com 42. Já no Rotten Tomatoes a coisa fica ainda mais feia, com 17% apenas.

04) Atlas

atlas cinepop
atlas cinepop

Outra que está firme e forte em suas parcerias com streamings, e com a Netflix, mas que parece ainda não ter acertado em uma produção de sucesso, é a musa latina Jennifer Lopez. A estrela ainda tem cacife para estrelar suas próprias produções, como protagonista, apesar de o resultado da maioria ficar abaixo da média. Depois do thriller de ação e espionagem ‘A Mãe’ (de 2023), Lopez investe em uma ficção científica futurista em que pilota um robozão (no estilo ‘Aliens – O Resgate’) e luta contra uma inteligência artificial. ‘Atlas’ tem nota 56 no IMDB, mas os críticos foram menos benevolentes com 19% de aprovação apenas.

03) Pica-Pau – As Férias no Acampamento

picapau cinepop
picapau cinepop

Não sei se é muito justo “detonar” uma produção infantil, especialmente uma tão inofensiva assim. O que acontece é que o personagem Pica-Pau, criado ainda na década de 1940, parece ter sido esquecido nos EUA e no resto no mundo, menos no Brasil. Por aqui, os espectadores guardam um carinho todo especial pelos desenhos do pássaro encrenqueiro, devido às inúmeras reprises nos mais variados canais abertos aqui de nosso país.

Sendo assim, um filme foi produzido em 2017, que parecia ter sido criado especialmente para os brasileiros, sem muito investimento por parte do estúdio produtor (com direito a efeitos especiais meio mambembes do pássaro). Esse ano, estreou direto na Netflix uma espécie de continuação para este longa de 2017 que somente os brasileiros viram. E bem, o resultado parece um filme de Luccas Neto, segundo nosso crítico corajoso que encarou o longa, Pedro Sobreiro. A nota é 45 no IMDB e 17% de aprovação no Rotten Tomatoes.

02) Rebel Moon 2

rebelmoon cinepop
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Zack Snyder é um diretor que podemos dizer divide opiniões. Sabe aquela história do ame ou odeie. É impossível ser indiferente quanto ao realizador. Isso ficou mais forte e aparente quando o cineasta tomou a frente do universo cinematográfico da DC na Warner. Bem, e mesmo para os fãs, não tem como negar que a coisa não deu certo. Agora Snyder iniciou uma parceria com a Netflix, que já inclui duas franquias. A primeira parece ter se dado melhor, com o terror e ação ‘Army of the Dead’. Agora, ele investe com todas as forças em seu roteiro rejeitado pela Disney para Star Wars, ‘Rebel Moon’. A primeira parte foi universalmente “detonada” no fim do ano passado. Mas nada prepararia para esta sequência, que tem nota 52 no IMDB, e 17% de aprovação no Rotten. Detalhe, Snyder quer lançar mais capítulos, resta saber se o streaming vai embarcar.

01) A Mãe da Noiva

maedanoiva cinepop
maedanoiva cinepop

Agora sim, chegamos ao fundo do poço com o pior filme original da Netflix nessa primeira metade de 2024. Bem, ao menos segundo o pessoal do Watchmojo. É até ruim falar de um projeto que dê chance para a sumida Brooke Shields (‘A Lagoa Azul’) trabalhar e aparecer. Sabemos como Hollywood renega atores de meia e terceira idade, então não temos como não pensar que empresas como a Netflix realizam atos louváveis. Por outro lado, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. A oportunidade de Shields é ótima, pena que ocorre em um veículo que muitos torceram o nariz. A premissa, como diz o título, traz Shields como a mãe da noiva Miranda Cosgrove. A cerimônia acontece em um resort tropical. A reviravolta na trama é que a mãe da noiva descobre que o pai do noivo é um antigo caso com quem não falava há décadas. ‘A Mãe da Noiva’ tem nota 48 no IMDB e 13% no Rotten Tomatoes.

‘Coringa’: Vídeo do set mostra Joaquin Phoenix como o personagem

Novas imagens e um vídeo dos bastidores dão mais detalhes do visual de Joaquin Phoenix para a nova adaptação do ‘Coringa‘, em uma cena que o protagonista interage com um palhaço.

Confira:

https://youtu.be/tEiojN76x1Y

O diretor Todd Phillips revelou em seu Instagram a primeira foto oficial de Joaquin Phoenix no filme. A imagem mostra ele como Arthur, o protagonista do filme que se transformará no Palhaço do Crime:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Arthur.

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

O site Geeks WorldWide revelou que a trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Robert DeNiro também está no elenco.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

O filme de origem do vilão, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Jane the Novela’: Spin-off de ‘Jane The Virgin’ é REJEITADO pela CW

A última temporada de ‘Jane The Virgin‘ está acabando e parece que esse será mesmo o fim da história. A CW decidiu não seguir em frente com seu spin-off, intitulado ‘Jane The Novela‘.

A produção teria um formato de telenovela antológica, com cada temporada sendo baseada em um romance ficcional escrito pela personagem Jane Villanueva (Gina Rodriguez), que também seria a narradora do novo projeto.

O primeiro ciclo se passaria em um vinhedo em Napa Valley, onde os segredos de uma família não ficam enterrados por muito tempo.

O elenco contaria com Hunter Parrish , Marcia Cross, Jacqueline Grace Lopez, Ivonne Coll, Remy Hii, Holland RodenBenito Martinez.

O último episódio de ‘Jane the Virgin‘ será exibido no dia 31 de julho.

Anne Hathaway investiga mistério no trailer de ‘A Ultima Coisa Que Ele Queria’; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do suspense ‘A Última Coisa que Ele Queria‘ (The Last Thing He Wanted), estrelado pela Anne Hathaway.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 21 de fevereiro.

Dirigido por Dee Rees, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Joan Didion, lançado em 1996.

Ao visitar o pai doente, uma jornalista de Washington acaba perdendo o controle da própria história e se torna um dos personagens da matéria que está tentando escrever.

O elenco ainda conta com Ben Affleck, Willem Dafoe, Toby Jones, Rosie Perez, Edi Gathegi e Mel Rodriguez.

Psicopata espreita no novo clipe do terror ‘The Stylist’; Assista!

O suspense ‘The Stylist‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

O longa é dirigido por Jill Gevargizian.

O sonho de todos é ser outra pessoa… mas, para a Claire, esse sonho vai de uma obsessão a um pesadelo aterrorizante. O seu trabalho como cabelereira a permite entrar no mundo das outras pessoas, mas quando ela conhece o alvo perfeito, ela invade a vida de seu cliente. Sua vida solitária vira de cabeça pra baixo quando sua cliente regular, Olivia, a pede para fazer seu cabelo para seu casamento.

Najarra Townsend, Brea GrantMillie Milan estrelam a produção.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Gossip Girl’: Muita pegação e intriga no trailer LEGENDADO do reboot; Assista!

HBO Max divulgou o trailer completo do aguardado reboot de ‘Gossip Girl‘.

Confira legendado:

A produção irá estrear oficialmente no dia 8 de julho.

Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘.

A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

‘A Idade Dourada’: Drama de época é RENOVADO para a 2ª temporada

HBO renovou oficialmente o drama de época ‘A Idade Dourada‘ (The Gilded Age) para a 2ª temporada.

“Julian [Fellowes] e toda a família da série ‘A Idade Dourada’ nos cativaram com seus contos do Século 19, mostrando a extravagância de Nova York,” declarou Francesca Orsi, vice-presidente de programação da HBO. “Ao lado dos nossos parceiros na Universal Television, não poderíamos estar mais orgulhosos em embarcar na segunda temporada com esse equipe extraordinária.”

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

Estados Unidos, 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

‘Accused’: Assassinatos e casos misteriosos no trailer da nova série criminal da FOX

A FOX divulgou o primeiro trailer do drama criminal ‘Accused‘.

Confira:

Baseada na homônima série britânica vencedora do BAFTA, a produção estreará oficialmente no dia 22 de janeiro.

A trama de cada episódio começará na corte com um réu sendo acusado de um crime. Depois a história volta no passado para revelar como essas pessoas acabaram nas situações extraordinárias em que se encontram.

A série está sendo desenvolvida por Howard Gordon, Alex Gansa e David Shore (‘The Good Doctor’).

O elenco grandioso conta com Rachel Bilson, Whitney Cummings, Abigail Breslin, Michael ChiklisMargo Martindale, Molly Parker, Rhea Perlman, Malcolm-Jamal Warner, Wendell Pierce e Jack Davenport.

‘Gen V’: Conheça os personagens da série derivada de ‘The Boys’

Para promover o vindouro lançamento de ‘Gen V‘ – que acontecerá no dia 29 de setembro –, o Prime Video divulgou a descrição oficial dos personagens principais do derivado de ‘The Boys‘.

Confira:

Jaz Sinclair interpreta Marie Moreau, uma super-heroína de 18 anos com a habilidade de controlar e transformar seu próprio sangue em uma arma. Como caloura na Universidade Godolkin, administrada pela Vought, ela está ansiosa para provar que tem o que é preciso para se juntar aos Sete, mas é distraída por um mistério que começa a desvendar na escola.

Chance Perdomo interpreta Andre Anderson, um estudante na Universidade Godolkin com poderes magnéticos. Ele é o melhor amigo do Golden Boy e filho do famoso super-herói Polaridade; Andre tem um grande papel a ocupar, pois está prestes a assumir o nome Polaridade assim que seu pai se aposentar. Quando Andre percebe que algo estranho está acontecendo na escola, ele decide tentar desvendar o mistério.

Lizze Broadway interpreta Emma Meyer, que também é conhecida por seu nome de super-herói, Little Cricket, por causa de sua capacidade de ficar superpequena. Embora insegura e ingênua, o que muitas vezes a deixa em posições comprometedoras, ela se torna amiga íntima de sua colega de quarto, Marie, e juntas elas navegam pelos misteriosos perigos da Universidade Godolkin.

Shelley Conn interpreta Indira Shetty, a reitora da Universidade Godolkin. Ela não tem poderes, mas sua formação em psicologia de super-heróis e sua habilidade incomparável de analisar o que os motiva a tornam indispensável para a escola. Seu objetivo é transformar a Universidade Godolkin em uma faculdade de elite para super alunos. Marie, em particular, desperta seu interesse.

Maddie Phillips interpreta Cate Dunlap, uma estudante na Universidade Godolkin, que é amiga do Jordan e do Andre. Cate tem a habilidade de forçar as pessoas a fazerem o que ela quiser usando o toque de suas mãos, que ela usa a seu favor. Poderosa e confiante, ela também é namorada de Luke, o que a torna uma das sobrenaturais mais populares do campus.

London Thor e Derek Luh interpretam Jordan Li, um estudante competitivo da Universidade Godolkin que fará de tudo para chegar ao topo. Esse herói possui uma capacidade única de mudar entre as formas masculina e feminina, através da qual se manifestam diferentes poderes – o homem é denso e indestrutível, enquanto a mulher é ágil e pode lançar rajadas de energia. A combinação de seus distintos de poderes os fazem um dos maiores destaques na escola.

Asa Germann interpreta Sam, um herói problemático que está tentando escapar de suas circunstâncias desafortunadas. Ele é extremamente poderoso, com super força e invulnerabilidade. Apesar de ter um bom coração, ele é assombrado por alucinações, que o faz ter dificuldade para discernir entre o que é – ou não é – real.

Patrick Schwarzenegger intepreta Luke Riordan, que é conhecido pelo seu nome de super-herói, Golden Boy, por causa de sua habilidade de deixar seu corpo coberto por chamas. Ele é um estudante veterano na Universidade Godolkin University. Sendo um dos alunos mais populares da instituição, ele tem grandes chances de entrar para Os Sete.

Sean Patrick Thomas interpreta Polaridade, Pai de Andre e célebre ex-aluno e curador da Universidade Godolkin. Polaridade espera que seu filho siga seus passos, assumindo o nome Polaridade quando se aposentar. Ele acredita que Andre está destinado aos Sete e não vai parar até que seu sonho se torne realidade.

Clancy Brown interpreta Professor Rich “Brink” Brinkerhoff, um renomado professor de combate ao crime na Universidade Godolkin que ensinou super-heróis como A-Train, Rainha Maeve e The Deep. Ele se dedica a encontrar os melhores novos talentos da Universidade Godolkin para se juntar aos Sete e acredita que o Golden Boy tem tudo para ser o próximo.

Marco Pigossi interpreta Dr. Edison Cardosa, um médico talentoso com ligações à Universidade Godolkin.

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”

 

Diretor já tem planos para SEQUÊNCIA de ‘In a Violent Nature’, slasher contado da perspectiva do assassino

Em entrevista ao Variety, o diretor Chris Nash revelou que adoraria retornar para uma sequência do terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino.

Além de ter sido aclamado pelos críticos – com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também está fazendo sucesso nas telonas. De acordo com o Deadline, deve arrecadar sólidos US$ 2.2 milhões em sua estreia nos EUA.

“Sinto que definitivamente há espaço para novas aventuras do Johnny. Não me importaria em vê-lo atacando nos subúrbios em algum momento. Só de pensar em acompanhar esse personagem em um beco escuro – enquanto as pessoas ao seu redor estão vivendo normalmente – é aterrorizante.”

Ele completa, “Eu gosto bastante dessa ideia. Então, no quarto filme, ele precisa ir ao espaço. Veremos.”

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Chris Nash é responsável pela direção e roteiro.

Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

O elenco conta com Ry Barrett, Andrea Pavlovic, Cameron Love, Reece Presley, Liam Leone, Charlotte Creaghan, Lea Rose Sebastianis, Sam Roulston, Alexander Oliver Lauren Taylor.

‘Mufasa: O Rei Leão’ já arrecadou quase US$ 700 milhões mundialmente

Sucesso! ‘Mufasa: O Rei Leão‘ já arrecadou quase US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 245.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 453.3 milhões – totalizando uma bilheteria global de US$ 698.6 milhões.

O TOP 5 com os maiores mercados conta com a França (US$41.9M), Reino Unido (US$38.7M), Alemanha (US$31.3M), México (US$30.5M) e Itália (US$23.2M).

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 57% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa parece ter agradado o público, recebendo uma nota A- dos espectadores no CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Mufasa: O Rei Leão‘ começou com um desempenho morno nas bilheterias, registrando apenas US$ 122 milhões em sua estreia global – muito abaixo das projeções, que indicavam uma abertura em torno de US$ 180 milhões.

Nos EUA, a produção abriu com US$ 35 milhões, sendo desbancada pela estreia de ‘Sonic 3‘ (US$62M). Para termos de comparação, as projeções iniciais indicavam uma abertura em torno de US$ 50 milhões no país.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Criador fala sobre possível 4ª temporada de ‘Hannibal’: “Todos querem retornar”

Em entrevista ao The Horror Queers, o criador e showrunner Bryan Fuller (‘American Gods’) voltou a comentar sobre uma possível 4ª temporada para a aclamada série ‘Hannibal‘.

O realizador se mostrou positivo sobre o futuro da produção, revelando que todos os atores querem retornar ao universo do seriado.

“Todos querem retornar [para a quarta temporada de ‘Hannibal’]. Hugh [Dancy] e Mads [Mikkelsen], definitivamente. Mas também Lawrence Fishburne, Katherine Isabelle, Caroline Dhavernas, Lara Jean Chorostecki, Aaron Abrams e Scott [Thompson]. Todos querem retornar a este universo. No momento, a situação é um pouco mais complicada por causa do falecimento da Martha de Laurentiis. Os direitos estão em processo de serem revertidos ao autor Thomas Harris. A MGM/Amazon também tem parte deles.

Anteriormente, Fuller havia revelado o que os fãs poderiam esperar do quarto ciclo: “A minha visão original para a quarta temporada não mudou muito, apenas ficou ainda mais aprofundada. A última cena do Hannibal e do Will no penhasco é muito poderosa. É um momento muito íntimo que eles compartilharam. Não acho que poderíamos continuar a partir deste momento, mas poderíamos construir a relação deles a partir daí e explorar essa intimidade; a história de amor desses dois homens. Seria interessante explorar como isso se manifestaria na narrativa.”

Ele completa, “Se você não gostou da terceira temporada, provavelmente não teria gostado da direção que tomaríamos na quarta. Sinto que há formas de explorar essa relação de forma validada sem parecer que não estamos sendo fieis aos personagens.”

Vale lembrar que todas as três temporadas estão disponíveis no Prime Video.

A série foi criada por Bryan Fuller.

Will Graham é um investigador do FBI que tem o talento de se inserir nas cenas dos crimes e visualizar exatamente o que aconteceu. Tal capacidade ajuda a solucionar muitos casos, mas também exige muito dele, obrigando-o a consultar o psiquiatra Hannibal Lecter. Mal sabe Graham, que o dr. Lecter não é um psiquiatra comum.

Apesar do aclame crítico, a produção foi cancelada após três temporadas em virtude da baixa audiência. Tornando-se um clássico cult com o passar dos anos, a série é considerada uma das melhores da televisão contemporânea.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

Dave Bautista se junta a Jodie Foster na ficção científica ‘Hotel Artemis’

Descrito como um thriller futurista, ‘Hotel Artemis‘ acaba de adicionar Dave Bautista (o Drax de ‘Guardiões da Galáxia‘) ao elenco do filme, que já conta com Jodie Foster.

O filme terá a estreia de Drew Pearce (‘Missão Impossível – Nação Secreta‘) como diretor de longa-metragem, além disso ele também escreve o roteiro. Pearce ainda falou sobre a adição de Dave Bautista ao elenco.

“Bautista é uma força a ser contada com uma presença poderosa… Sou um verdadeiro fã dele, e é um privilégio tê-lo em Hotel Artemis.”

Hotel Artemis‘ segue uma enfermeira (Foster), que administra um hospital subterrâneo para os criminosos mais terríveis de Los Angeles, e descobre que um de seus pacientes está lá para assassinar outro.

Adam Siegel (‘Drive’), Marc Platt (‘La La Land – Cantando Estações‘), Stephen Cornwell (da série ‘The Night Manager‘) e Simon Cornwell (‘O Homem Mais Procurado’) serão os produtores.

Hotel Artemis‘ ainda não tem data de estreia definida. Atualmente, o longa está em pré-produção e novos nomes devem ser anunciados ao elenco.

Novo vídeo de ‘Westworld’ fala sobre a produção da abertura; Confira!

A primeira temporada da aclamada série da HBO, ‘Westworld‘ chega as prateleiras no formato Blu-Ray e DVD em 07 de novembro e a emissora já divulgou um pouquinho do material extra que os fãs vão poder conferir.

O vídeo liberado traz os bastidores da criação da belíssima abertura da série, mostrando como o conceito foi desenvolvido aliado à tecnologia aplicada.

Confira:

Lembrando que a estreia vai acontecer entre 20 de março e 21 de junho de 2018.

 

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

O painel da série na SDCC contou com os criadores Jonathan Nolan e Lisa Joy, além de grande parte dos membros do elenco, como Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden (Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

A 2ª Temporada de Westworld vai ao ar na HBO em 2018. Fique ligado no CinePOP para novidades.

‘O Poderoso Chefão’ e mais 149 filmes deixam a Netflix em setembro

Como de costume, a Netflix vai renovar sua programação para os mês de setembro e alguns títulos precisam se despedir dos usuários, abrindo espaço para que novos filmes e séries sejam acrescentadas.

E no próximo mês, 150 títulos deixarão a grade de conteúdos. Entre filmes e séries, a clássica trilogia de Francis Ford Coppola, ‘O Poderoso Chefão’ dará adeus aos usuários, ao lado ‘360: A Vida é Um Círculo Perfeito’, longa hollywoodiano dirigido por Fernando Meirelles, além do premiado ao Oscar, dirigido por Martin Scorsese, ‘A Invenção de Hugo Cabret.

E para você se atualizar com aquilo que ainda não conseguiu ver, separamos a lista completa com os títulos que serão removidos em breve.

Então, prepare sua própria listinha, renove o estoque de pipoca e comece a maratonar!

Confira:

360: A vida é um círculo perfeito
A Cartada Final
A Conversation With Gregory Peck
A Corrida da Superação
A Família Addams 2
‘A Felicidade não se Compra’
A Filha do General
A Invenção de Hugo Cabret
A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça
A Ocasião faz o Ladrão
A Princesa e o Sapo
Aeon Flux
After Porn Ends
Amor Fora da Lei
Amor sem Escalas
Amor sem Fronteiras
Amores Inversos
‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ (1 e 2)
Archivo 253
As Duas Faces de um Crime
As Torres Gêmeas
Atirador
Atividade Paranormal’ (3 e 4)
Babel
Bravura Indômita
Capital C
Capitalismo: Uma História de Amor
Cara Gente Branca
‘Cemitério Maldito’
‘Chop Shop’
‘Coconut, o Pequeno Dragão’
Códigos de Defesa
Colateral
Cowboys & Aliens
Delivery
Descalços no Parque
Descendants of The Sun’ (16 ep)
Despertar dos Mortos
DMT
Do Fundo do Mar
Donnie Darko
Doutora Brinquedos’ (3ª temporada)
Dreamgirls
‘Ele Não Está Tão Afim de Você’
Entrando Numa Fria
Entrando Numa Fria Maior Ainda’
Era uma Vez no Oeste
Escobar
Escritores da Liberdade
Esperando pelo Super-Homem
‘Eu te amo, Cara’
‘Fat, Sick & Nearly Dead’
Feira das Vaidades
Food
Fuga de Alcatraz
G.I. Joe: A Origem da Cobra
‘Gordo, Doente e Quase Morto 2
Grease 2: Os Tempos da Brilhantina Voltaram
Guerra dos Mundos
Gun
Hector e a Procura da Felicidade
Jimmy Neutron
‘Jornada nas Estrelas – Generations’
Kung Fu Elliot
Laços de Ternura
Lara Croft’ (os dois)
Linha do Tempo
Living on One Dollar
Los Punks
Loucamente Apaixonados
Love is Now
Meninas Malvadas
Minority Report
‘Missão Impossível'(1 e 2)
Monitores do Barulho
Na Teia da Aranha
Nacho Libre
Nicky e o Feitiço do Dragão
No Balanço do Amor
Notas de Amor’ (4 ep)
‘O Ancora’
O Caçador de Pipas
O Chamado 2
O Clube das Desquitadas
O Fantasma
O Gato
O Homem que Fazia Chover
O Imperador
O Massacre da Serra Elétrica 2
O Melhor Lance
O Mistério de Candyman
O Núcleo
O Pagamento
O Poderoso Chefão’ (1, 2 e 3)
O Terminal
‘O Ultimo Golpe’
‘O Ultimo Mestre do Ar’
‘O Voo’
Oggy e as Baratas Tontas’ – 4ª temporada
Olho por Olho
Os 10 Mandamentos
Os Fantasmas Contra-atacam
Os Piratas
Os Rugrats e Thronberrys vão Arrebentar
Papéis ao Vento
Penalidade Máxima
‘Premonição’ (2 e 5)
Quanto Mais Idiota Melhor 2
Quatro Irmãos
Risco Duplo
‘Road Trip’
‘Sexta-feira 13’
Sexta-feira 13 parte 7
Shaft
Silenced
Sob o Domínio do Mal
Soldado do Futuro
Space Warriors
Star Trek
Stardust
Team América: Detonando o Mundo
Terra Prometida’ (6 ep)
The Search for General Tso
Top Secret! Superconfidencial
Trocando as Bolas
Trovão Tropical
Tudo Acontece em Elizabethtown
Turminha Paraíso
Um Golpe à Italiana
Um Novo Começo
Um Toque de Felicidade
Uma Mente Brilhante
Uma Verdade Inconveniente
Ursinhos Carinhosos’ (26 ep)
Vanilla Sky
Voley
Waffle Street
Zeitgeist Addendum
Zeitgeist: Moving Forward
Zeitgeist: The Movie
Zulu

 

Fonte: Guia da Netflix

‘Um Sonho de Liberdade’ retorna para os cinemas em alusão ao seu 25º aniversário

O clássico ‘Um Sonho de Liberdade‘ completa 25 anos em 2019 e para celebrar o marco, a produção retornará aos cinemas, para uma série especial de exibições. O re-lançamento está sendo planejado pela Fathom Events e pela TCM Big Screen Classics e acontece entre 22 e 25 de setembro, em locais a serem determinados – apenas nos Estados Unidos.

Além de ser um clássico, o filme é considerado o mais popular de todos os tempos, ocupando a primeira posição na lista do portal IMDB. No entanto, seu atual sucesso não corresponde à recepção do longa à época de seu lançamento. Em 1994, o filme atraiu um baixo público aos cinemas, faturando meros 16 milhões.

Dirigido por Frank Darabont e baseado em uma história de Stephen King, ‘Um Sonho de Liberdade‘ conta a história de dois prisioneiros que se transformam em grandes amigos. Andy Dufresne (Tim Robbins) é um homem erroneamente acusado de matar sua esposa e seu amante, enquanto Red (Morgan Freeman) cumpre uma longa pena.

O drama foi indicado para sete Oscar, incluindo nas categorias de Melhor Filme e Melhor para Freeman.

Crítica | Bad Hair – Terror com humor politicamente incorreto no estilo ‘Corra!’

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

O fim da segregação e das Leis de Jim Crow podem até ter “eliminado” a separação legalizada que distinguia negros de brancos nos Estados Unidos. A emblemática assinatura do presidente Lyndon Johnson, que determinava a Lei dos Direitos Civis de 1964 inspirava um novo tempo, onde a apropriação cultural e uma hegemonia caucasiana abririam espaço para um país mais plural e diversificado. Só que não. E em um contexto contemporâneo onde negros ainda lutam para ter suas raízes e tradições celebradas e devidamente respeitadas, Bad Hair é um thriller racial oitentista com humor negro que explora, de maneira hiperbólica, os perigos de sufocar a identidade de um povo.

De maneira bem categórica, o terror de Justin Simien, o mesmo responsável pelo aclamado Cara Gente Branca, traz um grupo de mulheres negras que trabalham em uma espécie de MTV voltada para o público negro. Com a iminente chegada dos anos 90, uma reinvenção na grade de programação e em seus Vjs se faz necessária, a fim de tornar os conteúdos produzidos mais atraentes para as comunidades caucasianas. A mudança de direção implica em uma profunda troca de identidade, onde a recente tendência de apliques costurados transformam belos cabelos afros em longas madeixas lisas ao melhor estilo indiano.

Essa apropriação cultural tratada em Bad Hair ganha ainda um elemento fantástico, que à primeira instância promove um levantar de sobrancelhas por parte da audiência. Fazendo uma mescla com antigos contos folclóricos africanos, a produção toma a premissa de uma de suas histórias e projeta holofotes grandiosos, fazendo desses belos e – aparentemente – inofensivos apliques, uma espécie de feitiçaria assassina. Trocando em miúdos: Os belos apliques lisos se alimentam de suas próprias donas, possuindo-nas de forma bem demoníaca. 

Mas o que poderia ser, logo de cara, uma bizarra história sobre cabelos assassinos, na verdade representa um peculiar e genoíno relato sobre os perigos da apropriação cultural e sobre o roubo de identidade. Compreendendo a profunda culturalidade enraizada nos fios crespos e cacheados, Simien explora uma dialética semelhante a de Cara Gente Branca, levando a audiência a dimensionar o impacto psicológico que a eliminação das raízes de um povo pode acarretar na sua perpetuidade. 

Brincando ainda com o gênero, o cineasta explora o humor de maneira ácida e pontual, trazendo Lena Waithe (Master of None) ao seu melhor estilo, caricata e autêntica, roubando as atenções a cada aparição nas telonas. Ao seu lado, Laverne Cox simboliza a representatividade em Bad Hair, que ainda resgata o nosso Dawson – James Van Der Beek – os catores Usher e Kelly Rowland a ex Miss América e atriz Vanessa Williams. Com um elenco que em si já representa a mesma pluralidade que a própria narrativa explora com grandeza, o longa é uma inusitada experiência que se apropria de metáforas e figuras de linguagem para abordar uma temática tão atual.

Com figurinos nostálgicos que exploram a diversidade de tons e padronagens que a moda dos anos 80 traz com tanto vigor, o filme ainda é uma deliciosa viagem no tempo, nos levando a um passeio onde a MTV ditava as tendências e a música black trazia em si um R n’ B bem característico, que instantaneamente nos remete ao excepcional trabalho do polêmico Bobby Brown. Com efeito visuais bem executados que ajudam a dar vida às cenas de terror mais intensas, Bad Hair é tudo o que você jamais esperaria ver nos cinemas, mas nunca precisou tanto como agora. 

‘Duna’: Remake com Zendaya e Timothée Chalamet vão para Arrakis nas novas imagens oficiais; Confira!

O ambicioso e aguardado remake de ‘Duna‘ ganhou várias novas imagens oficiais, que mostram os atores Zendaya e Timothée Chalamet indo para Arrakis.

Além disso, o diretor Denis Villeneuve aparece em dois dos recentes registros, orientando ambos os astros em suas respectivas cenas.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista Total Film.

Confira:

Em entrevista à Total Film, o aclamado diretor Denis Villeneuve comentou que está confiante e bastante otimista de que o projeto Duna terá sua segunda parte confirmada pela Warner Bros. pouco depois da estreia do primeiro capítulo – e que, para o projeto não seguir em frente, ele teria de ser um completo fracasso de bilheteria e de crítica.

“Ouvimos nas últimas décadas que não seria possível adaptar o livro e que essa é uma missão impossível”, ele disse. “Acho que, lá no fundo, o estúdio acreditava nisso. A primeira coisa, então, para ser mostrada é que havia a possibilidade de existir um longa lindo e popular, e acho que provei isso – todos na Warner e na Legendary estão 100% me apoiando. Eles acham que o filme precisaria ter uma bilheteria muito fraca para não dar aval [à segunda parte], porque eles amaram o filme. Estão orgulhosos do filme, então querem que siga em frente. E eles já fizeram metade de tudo. Então, sabe, estou bastante otimista”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.

‘Mayor of Kingstown’: Ator de ‘All American’ entra para o elenco da 4ª temporada

A 4ª temporada de ‘Mayor of Kingstown‘, série dramática da Paramount+ estrelada por Jeremy Renner, acaba de ganhar um reforço de peso no elenco: Derek Rivera, conhecido por seu trabalho em ‘All American: Homecoming‘, foi escalado para um papel recorrente na nova leva de episódios. As gravações estão em andamento em Pittsburgh, na Pensilvânia.

Rivera interpretará Cortez, um jovem sicário colombiano descrito como frio, calculista e implacável — características que devem acrescentar novas camadas de tensão à já sombria narrativa da série.

Jeremy Renner continua à frente da produção como Mike McLusky, o líder da família e figura central no delicado equilíbrio de poder na cidade.

O elenco da nova temporada também conta com Hugh Dillon, Tobi Bamtefa, Nishi Munshi, Taylor Handley, Hamish Allan-Headley e Derek Webster.

Entre os nomes que se juntam à produção estão Clayton Cardenas (‘Mayans M.C.‘), Edie Falco (‘The Sopranos‘), Lennie James (‘Fear the Walking Dead‘) e Laura Benanti (‘Você‘).

Ainda sem data oficial de estreia, a quarta temporada promete ampliar os conflitos e o alcance do universo criado por Taylor Sheridan, que segue como um dos nomes mais influentes da TV americana contemporânea.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.

A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.

Dianne WestKyle Chandler, Dillon, Taylor Handley, Emma Laird e Tobi Bamtefa completam o elenco.

‘Projeto Flórida’: Drama com Willem Dafoe ganha trailer e pôster nacional; Confira!

Projeto Flórida (The Florida Project), novo filme escrito e dirigido por Sean Baker (Tangerine) e protagonizado por Willem Dafoe, ganhou novo trailer nacional. Confira:

A Diamond Films Brasil também divulgou o pôster do longa:

O nome faz referência ao projeto do parque da Disney na Flórida, que Walt Disney chamava de The Florida Project antes de sua finalização. A trama é centrada em uma garota precoce de 6 anos (Brooklynn Prince) e seu grupo de amigos mais próximos, que estão em um momento incrível da infância, com várias possibilidades e senso de aventura, enquanto seus pais passam por um momento de dificuldade financeira.

O lançamento é previsto para o dia 1º de março de 2018, mas com a possibilidade de indicações no Oscar, a data poderá ser antecipada.

EXCLUSIVO: Edson Celulari fala sobre os desafios de ‘Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos’

O drama nacional Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos está chegando aos cinemas e nosso redator e crítico Thiago Muniz conversou com o astro Edson Celulari e o diretor Paulo Nascimento, durante uma coletiva de imprensa em Porto Alegre, sobre as dificuldade de fazer um personagem cego e como foi criar um filme com tanta alma e carisma.

Confira nosso bate-papo na íntegra:

Acredito que tenha sido um desafio na carreira interpretar um deficiente visual e todas as peculiaridades de viver um personagem tão complexo e tão otimista ao mesmo tempo. Como foi a preparação para o papel e seus eventuais desafios?

Edson CelulariDar vida ao Vitório foi um desafio não só por ser um cego, afinal temos que criar um desenho que seja crível para que o espectador possa embarcar na história do personagem, mas particularmente por ter que engordar 20kg para viver o papel. Além disso, fazer tudo de uma forma profunda, interna e que conduzisse o público para dentro desse universo, que mostrasse uma dimensão correta do que significa a cegueira para aquele homem tão bem resolvido e feliz, mas que enfrenta um grande conflito interno, tudo isso teve certa dificuldade, mas essa é a graça do filme. É um lindo personagem, estou muito orgulhoso do resultado. 

A trama do filme aborda liberdade de escolha e tolerância. Você acredita que às vezes o mundo é para ser visto de olhos fechados? 

Edson CelulariAcredito que se perguntássemos as pessoas que nasceram cegas ou perderam a visão muito cedo, se elas gostariam de voltar a enxergar, a grande maioria diria “não”, pois elas já estão adaptadas a esse mundo. É disso que fala o filme, você ter o direito de escolher e ser respeitado por isso. 

O drama fala sobre enxergar o interior das pessoas, seus medos, aflições e alegrias e que não existe necessariamente uma necessidade de ver para se apaixonar. Como foi tratar esse assunto sem cair em clichês?

Paulo Nascimento: Foi natural pois não víamos o filme como um ‘À Primeira Vista’, por exemplo, que tratava o romance do casal com todos clichês do gênero. O nosso filme não é sobre a cegueira individual de um homem, mas sim sobre a cegueira que as pessoas tem ao aceitar as outras como elas são. Se partíssemos para um filme que abordasse assuntos médicos, aí sim cairíamos em muitos clichês. Não era uma abordagem básica, a cegueira na trama é metafórica.

O longa-metragem terá exibições com audiodescrição, Libras e legendas para surdos. Como foi fazer um filme inclusivo? 

Paulo NascimentoNós já tínhamos como política da produtora desde 2009, quando fizemos ‘Em Teu Nome’, que foi o primeiro filme a ter essa acessibilidade, ainda quando nós bancávamos sem ser lei nem nada, agora com os novos equipamentos e tecnologias, temos essa necessidade de fazer cada vez mais filmes acessíveis e esse filme, pela temática, era quase que obrigatório ser assim. Foi muito especial. 

Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos é estrelado por Edson Celulari, Soledad Villamil, Leonardo MachadoGiovana Echeverria e chega aos cinemas em 03 de Maio.

Ficou curioso? Confira a nossa crítica: Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos – Edson Celulari convence como cego em drama para ser sentido

 

 

 

 

‘Sala Verde’: Elogiado terror estrelado por Anton Yelchin chega ao Brasil pela Netflix

O elogiado terror Sala Verde (Green Room), estrelado pelo saudoso Anton Yelchin, chega ao Brasil pela Netflix no dia 05 de Outubro de 2018.

Após terminarem seu show, uma banda de rock acaba testemunhando um terrível ato de violência e um brutal assassinato. Como eles são as únicas testemunhas do crime, eles logos se tornam o principal alvo de uma gangue de skinheads.

A banda, então, terá que se refugiar na “sala verde” se quiser sobreviver à “queima de arquivos” promovida pelos brutais assassinos.

Crítica | Sala Verde

O elenco ainda conta com Imogen PootsPatrick StewartAlia ShawkatJoe Cole e Callum Turner.

Crítica | 3% Segunda Temporada – bem produzida, mas conveniências do roteiro incomodam

Por Nívia Passos

Desde que foi anunciada como a primeira série brasileira produzida pela Netflix, 3% ganhou a atenção do público, para o bem e para o mal. Muitos, antes mesmo de assistir, preferiram virar a cara para o programa – porque, afinal, “quem esse povo br está pensando que é para fazer ficção científica”, não é mesmo?. Já outros, mais otimistas, ficaram animados com a novidade e esperaram o seriado de braços – e mente! – abertos; mais focados na inovação de ver o Brasil na plataforma de streaming que em procurar falhas para mostrar que sabiam desde o início que essa história não daria certo…

Pois bem. A primeira temporada foi lançada com 8 episódios e, como esperado, manteve essa divisão ame/odeie. Por fim, mesmo com algumas críticas bem negativas, foi renovada para mais uma season – para a alegria de quem queria poder conferir o que, de fato, acontecia no Maralto; saber mais sobre a Causa; e continuar acompanhando a trajetória de Michele, Fernando, Joana e Rafael. Mas será que essa continuação  realmente funcionou ou quem achava que a história não vingaria estava mesmo certo? Vamos lá!

Pelo teaser de 30 segundos divulgado pela Netflix no final do ano passado, já tinha ficado claro que a segunda temporada viria muito mais bem produzida que a primeira – e, sim, isso realmente acontece. Logo no primeiro episódio, a gente percebe uma fotografia diferente, pensada com mais cuidado. Tudo bem que o recurso de usar cores mais vibrantes no Maralto e mais escuras no Continente é meio óbvia, mas funciona por acompanhar a proposta de mostrar a diferença gritante entre esses dois mundos. E o mesmo acontece com o figurino, que também apresenta uma melhora significativa – e juro que não falo isso só por ter ficado desejando todos aqueles macacões incríveis que Michele (Bianca Comparato) desfilou pelo Maralto; mas, sim, porque a série mostrou uma certa identidade visual que não existia na primeira temporada . Lembra do recurso batido de caracterizar as pessoas do lado pobre com a cara suja e a roupa toda rasgada? Então, deram uma amenizada e não incomoda tanto mais. Ponto para a continuação!

A história, por sua vez, não começa acompanhando essa melhora do visual e deixa a desejar. Depois da season finale – com os aprovados no Processo, Michele renegando a Causa, descobrindo que o irmão está vivo e outras reviravoltas -, o primeiro episódio tinha tudo para ser incrível, só que acaba sendo um dos mais desinteressantes entre os dez novos. Ele até começa curioso, mostrando o Trio Fundador do Maralto (interpretado por Fernanda Vasconcellos, Maria Flor e Sílvio Guindane) em um flashback sem muitas explicações, e as diferenças gritantes entre os dois lados através das rotinas de Michele e Joana (Vaneza Oliveira). Mas, depois, preocupado em deixar bem claro quais serão os conflitos da vez e reapresentar os personagens, peca no ritmo. Ah, e o excesso de palavrões também incomoda – e não falo isso por puritanismo, longe de mim. O problema é que eles parecem ter sido colocados no diálogo para passar uma naturalidade que não acompanha o texto, e isso faz com que acabem soando falsos (embora as atuações, um dos maiores problemas da primeira temporada, tenham apresentado certa melhora).

Outro problema, que aparece desde o início e persiste ao longo dos episódios, é a quantidade de conveniências do roteiro e atitudes que não condizem com a personalidade dos personagens para que a história tome determinada direção. Isso sem falar no clichê dos clichês de todo mundo, quase que literalmente, sempre esbarrar em algo que precisa ser descoberto (e eu juro que perdi a conta de quantas vezes isso aconteceu na temporada). Por exemplo: se Rafael (Rodolfo Valente) está desconfiado de Michele, ele vai estar caminhando lindamente pelo Maralto quando, praticamente, irá tropeçar na menina conversando de maneira suspeita com Ezequiel (João Miguel) – e isso vai acontecer quantas vezes acharem necessário para criar conflito ou chocar com alguma cena de ameaça/revelação. E o mesmo acontece com o recurso de mostrar algo trágico através de simulação ou sonho, sem que o telespectador saiba que se trata disso, para entregar mais tensão à narrativa. Na primeira vez, funcionou muito bem; mas  esse truque acabou ficando tão repetitivo que chega um certo ponto em que a gente para de se importar se a cena realmente aconteceu ou não – assim como a 43234ª tentativa de plot twist, quase sempre relacionado à personalidade ou relação de um personagem com outro, também deixa de convencer pelo excesso e por parecer que só foi colocada ali para tentar empolgar com uma reviravolta, e não por uma construção narrativa planejada.

No entanto, felizmente, não é só de pontos negativos que é feita essa segunda temporada. Por mais que o enredo acabe não sendo tão interessante quanto o da primeira – principalmente por não ter mais todas aquelas provas curiosas do Processo -, ele apresenta críticas mais maduras e está ainda mais próximas da nossa realidade. A reflexão sobre a desigualdade está ainda mais ácida, tem cena fazendo referência à intervenção militar, e rola até uma alfinetada nas religiões através de uma metáfora em que o Casal Fundador (ou Trio Fundador, como você vai entender quando assistir) é mencionado como se representasse a figura de Deus. Quem ataca essa parte, claro, é Fernando (Michel Gomes), que ainda continua em conflito com seu pai pastor pelo fato de ter desistido do Processo – que, aqui, é quase um sinônimo do céu prometido nas pregações da vida real. As frases de efeito também estão mais marcantes, e por mais que apareçam meio mecanizadas nos diálogos, fazem refletir – como a que Joana fala logo no primeiro episódio, por exemplo; que lembra um dos quotes mais memoráveis do recente Pantera Negra. Ela diz “Eu prefiro morrer tentando mudar alguma coisa do que continuar me escondendo”, e a gente assiste daqui quase gritando um “Go, girl! Vai lá e acaba com tudo!”.

Mas, ainda assim, a história custa a engrenar porque parece presa em um ciclo repetitivo. Por mais que até tenham algumas ideias interessantes em alguns episódios – como o Prosexo, que faz referência a aplicativos como Tinder -, ela perde muito tempo em Ezequiel ameaçando Michele (que, agora, ao ver que o irmão está mesmo vivo, fica ainda mais nas mãos dele) e nos conflitos internos da Causa (com direito a uma tensão sexual entre dois personagens que é esquecida sem resolução, e o embate sobre jogar ou não uma bomba para acabar com o Processo 105). Até que chega o episódio 6 e tudo melhora – e não só pela participação superespecial que só vou revelar na parte de spoilers para não estragar a surpresa. A mudança positiva que acontece aqui se deve ao fato dos personagens começarem a despertar um interesse que, até então, estava quase inexistente para mim. Glória, uma das novas integrantes da trama, vivida pela atriz Cynthia Senek, mostrou que é cheia de camadas ao falar sobre o relacionamento abusivo da mãe – que, até então, só sabíamos por alto – e da culpa que ela carrega dentro de si desde a infância. Michele, por sua vez, se mostra mais como a personagem interessante que conhecemos na primeira temporada, com a personalidade dúbia que nos faz duvidar de qualquer palavra que ela fale (e, sim, Bianca Comparato continua sendo uma das melhores do elenco. O texto engessado é que nem sempre favorece sua atuação).

Depois disso, é só elogios? Errr… não. Pelo texto, você já deve ter percebido que a história sobe e desce a todo momento. E, sim, quando finalmente achei que a temporada tinha encontrado seu rumo, eles voltam a tomar decisões questionáveis e inverossímeis – como o retorno de um determinado personagem que, além de não acrescentar em nada, não teve sentido algum (você vai saber de quem estou falando assim que ele aparecer na tela. Assim não dá para te defender, 3%!).

Por outro lado, compensando toda essa bagunça, a season finale é boa e a última cena – ao som de um clássico de Cartola interpretado por Liniker – deixa o interesse pela terceira temporada lá em cima. Agora, é só torcer para que a continuação venha com todos esses pontos negativos ajustados para que, parafraseando o próprio Processo, hater nenhum diga que a série continua viva por sorte e não merecimento. Sigo na torcida.

SPOILERS:

Este espaço aqui é reservado para breves comentários sobre acontecimentos da temporada. Se ainda não fez a maratona, leia por sua conta e risco (depois não diga que não avisei):

1 – Ezequiel (João Miguel) estava tão apagado nessa temporada que, sinceramente, nem dá para sentir direito a morte dele. Não que ele seja um personagem querido, mas a intenção era impactar e estou com a séria suspeita de que ninguém vai ligar muito…

2 – Reclamei da quantidade de vezes em que recorrem à simulações/sonhos para criar tensão, certo? Mas a que digo que funciona é a que acontece logo no segundo episódio, em que Elisa (Thais Lago) é assassinada pelo fato de Rafael não revelar que é um infiltrado da causa.

3 – Falando em Elisa e Rafael: gostei da ideia de colocarem um romance para humanizar o personagem – que, nessa temporada, está muito mais agradável que na primeira. Mas alguém também pensou “que isso, já está amando?” quando ele começou a mostrar toda aquela paixão pela médica? A construção do relacionamento dos dois não me convenceu tanto.

4 – O Maralto, pelo jeito, é praticamente uma “Casa da Mãe Joana”. Todo mundo entra e sai das salas secretas, incluindo a do Ezequiel, quando bem quer. Menos, conveniência de roteiro, beeeeeem menos!

5 – Ótimo a entrada de uma personagem trans para a história – a Ariel.  A série é toda representativa, com tantas mulheres poderosas e negros, mas estava faltando isso. E muito bom terem colocado justo ela para encabeçar o protesto quando o Processo 105 estava prestes a não acontecer…

6 – Amo o episódio de Mel Fronckowiak – a esposa de Ezequiel – na primeira temporada e irei defendê-lo. Por isso, adorei quando vi mais flashbacks com ela nessa segunda parte. Mandem mais que ainda está pouco! A atriz é ótima e se destaca entre tantas atuações medianas.

7 – Alguém me explica como e por que o Marco (Rafael Lozano) voltou? O cara foi partido ao meio na primeira temporada, gente! E o melhor é o diálogo fraquíssimo entre Fernando e Joana sobre isso. É algo como: “Você não vai acreditar! Ouvi a voz de um cara que parece o Marco”/ “Sim, ele tá vivo!”. E aí Fernando, sem surpresa nenhuma, só responde: “Que doideira!”. Ok.

8 – Muito boa a sacada de colocarem Joana, de novo, à prova. No final da primeira temporada, a jovem desiste de ir para o Maralto para não matar um homem inocente – e, agora, ela entra mais uma vez nesse embate quando a Causa decide jogar uma bomba para destruir o Processo 105. Ou seja, mesmo quando o motivo é nobre, esse ato não tem justificativa.

9 – Para fechar, não posso deixar de comentar a participação maravilhosa de Liniker. Em uma sequência que faz referência ao carnaval de rua – cheio de cores, música e dança -, a cantora aparece bem plena cantando “Preciso Me Encontrar”, do Cartola. E é essa mesma música que toca na última cena da season finale; então, se prepare para ficar com os versos “Vou por aí a procurar, sorrir pra não chorar…” por um tempo na cabeça.

‘Bumblebee’: Derivado de ‘Transformers’ ganha primeiro clipe com cenas inéditas

A Paramount Pictures divulgou o primeiro clipe de ‘Bumblebee‘, que estreia dia 25 de dezembro. O spin-off da franquia de sucesso ‘Transformers‘ acompanha a aventura solo do personagem na Califórnia dos anos 1980.

No vídeo, Bumblebee brinca de esconde-esconde com sua nova dona.

Confira:

Vale lembrar que a atriz Paolla Oliveira vai ser a voz oficial da vilã Shatter.

“Ter minha voz imortalizada numa franquia de tanto sucesso, ainda mais uma vilã, é muito bom, fiquei muito feliz com o convite. É um filme familiar, que todo mundo pode se divertir, tem ação, tem emoção e, apesar de eu fazer uma vilã, o filme tem uma bela mensagem de amizade e cumplicidade.”, revelou Paolla.

Veja fotos e confira os cartazes e clipes mais recentes:

 

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, dirige.

A estreia no Brasil acontece dia 25 de dezembro de 2018.

 

 

Crítica de Álbum | Lemonade – O melhor álbum de Beyoncé

Beyoncé Knowles-Carter tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: Lemonade, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos que virão.

A priori, é ímpar tem em mente que o disco é inteiramente visual; ainda que as poderosas letras, delineadas com maestria pela cantora em colaboração com nomes importantes da esfera fonográfica (incluindo The Weeknd, Kendrick Lamar e James Blake), perpassem por dias de luta e dias de glória e resgatem sua belíssima e aplaudível herança, os videoclipes não funcionam como produções à parte, e sim com extensão de algo inovador e renovador ao mesmo tempo. Afinal, é justamente aqui que Beyoncé abre portas para canções declarativas ao R&B, ao soul, ao jazz e ao folk, gêneros historicamente datados da cultura afrodescendente que encontrou uma expressão única ao serem marginalizados na sociedade estadunidense, bom, desde sempre.

A estética visual, por exemplo, fala muito alto quando nos restringimos aos vídeos de “Hold Up” e “Formation”. O primeiro, de forma deliciosamente contemporânea, traz a lead singer encarnando Oxum, deusa da água iorubá do amor, da sensualidade e da fertilidade – ora, não é nenhuma surpresa que a artista declare no refrão “eles não te amam como eu te amo”, partindo de um escopo bastante pessoal para uma universalidade incrível que já se provou próprio de sua identidade musical. A canção, por sua vez, traz batidas próprias de um delicioso reggae, além de fazer claras referências de bandas que a influenciaram para construir o CD em si – como Soulja Boys. Talvez aqui, Knowles-Carter abra espaço para explorar timbres vocais sem qualquer peso artificial, fluidamente escorrendo em uma sutileza categórica e emocionante.

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

De qualquer forma, essas não são as únicas composições a roubarem nossa atenção – muito pelo contrário: fica bastante claro os esforços de Beyoncé em transformar cada uma das produções pelas quais fica responsável em um discurso de “mais amor e menos ódio”, sem perder a força de seus solilóquios. Ora, não é à toa que ela traga samples de todas as pessoas que já lhe inspiraram na vida, incluindo a própria avó, Agnéz Deréon, e a avó de seu marido Jay-Z, Hattie White (bem como nomes como Malcolm X e Frank Ocean, este último com quem já trabalhou diversas vezes). A primeira faixa, “Pray You Catch Me”, é uma balada desconstruída que reflete as dores de um eu lírico marcado por dores, mais uma vez, passando do particular para o universal.

Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

Enquanto “Love Drought” e “Sandcastles” unem-se em uma narrativa com início, meio e fim – focando principalmente em mentiras e na consequente reconciliação -, “Freedom” volta com uma atmosfera quase gospel, marcada por um coro enérgico que vai ao encontro da instrumentalização própria do hip-hop, incluindo as batidas demarcadas de uma jovem banda colegial, ramificando suas mensagens de louvor para as gerações atuais. Lamar, que instantaneamente é reconhecido conforme entra na transição entre o segundo e o terceiro atos logo antes do último refrão, acrescenta ainda mais dinamismo à track.

Lemonade é nada menos que necessário. Uma nova e ocultada perspectiva de uma história que se repete há séculos e que, mais que nunca, reflete a importância do “conhecer a si mesmo”. Como já reafirma a premissa principal dessa obra-prima, se a vida lhe dá limões, faça uma limonada; e, bom, foi exatamente isso o que Beyoncé resolveu fazer.

Nota por faixa:

  • Pray You Catch Me – 4,5/5
  • Hold Up – 5/5
  • Don’t Hurt (feat. Jack White) – 4,5/5
  • Sorry – 5/5
  • 6 Inch (feat. The Weekend) – 5/5
  • Daddy Lessons – 5/5
  • Love Drought – 4/5
  • Sandcastles – 5/5
  • Forward (feat. James Blake) – 4,5/5
  • Freedom (feat. Kendrick Lamar) – 5/5
  • All Night – 4,5/5
  • Formation – 5/5
  • Sorry – Original Demo – 5/5

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganha emocionante vídeo de bastidores; Confira!

O aguardado Star Wars: A Ascensão Skywalker’ chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Disney e a Lucasfilm divulgaram um novo vídeo de bastidores da produção.

Confira:

Segundo projeções do The Hollywood ReporterStar Wars: A Ascensão Skywalker’ terá a menor abertura comercial da nova trilogia.

As informações indicam que o nono filme da saga intergaláctica terá uma bilheteria inicial entre US$175 milhões e US$ 200 milhões, nos Estados Unidos – um número significativo para o final de semana de estreia, mas menor que as outras duas iterações.

Em dezembro de 2015, O Despertar da Força reviveu a franquia com abertura doméstica de US$248 milhões. Dois anos depois, Os Últimos Jedi mostrou uma queda de 12%, arrecadando US$220 milhões.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Malamander’: Adaptação em live-action será dirigida por Josh Cooley, de ‘Toy Story 4’

Segundo o The Hollywood ReporterJosh Cooley fará sua estreia diretorial no live-action com a adaptação do romance infantil best-seller ‘Malamander’.

Escrito por Thomas Taylor, a história é ambientada na cidade Eerie-on-Sea, um lugar recheado de figuras estranhas e diversos mistérios. Um jovem garoto chamado Herbert Lemon, que trabalha na seção de achados e perdidos de um hotel, se junta a Violet Parma, uma garota que procura pelos pais, e parte numa aventura que envolve uma criatura meio-humana e meio-monstro que diz que pode fazer sonhos se tornarem realidade – e um homem-gancho que está atrás deles.

Cooley começou como artista de storyboard na Pixar em animações como Os IncríveisCarros. Em 2015, foi promovido a roteirista, tendo no aclamado filme Divertidamente (pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original). Em 2019, comandou o último capítulo da franquia Toy Story, seguindo os passos dos veteranos John LasseterLee Unkrich – ganhando o Oscar de Melhor Animação.

“Criar filmes e contar histórias na Pixar por 17 anos tem sido um sonho”, ele disse em uma declaração oficial. “A qualidade de nossas narrativas foi uma correlação direta com a qualidade das pessoas na Pixar que moldaram essas histórias juntos, e eles sempre serão minha família. E, apesar de ser uma dura decisão sair [da companhia], estou muito animado para criar novos mundos, com novos colaboradores e parceiros. Há várias histórias que quero contar e espero trazer um pouco da magia da Pixar comigo em qualquer lugar que eu vá”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Avatar 2’: Humanos vão para a guerra nas novas fotos de bastidores da sequência; Confira!

Através do Instagram, o produtor Jon Landau, da franquia ‘Avatar‘, divulgou duas novas imagens dos bastidores da sequência, que chegará às telonas somente em 2022.

As fotos destacam sequências de guerra que devem aparecer na continuação.

Confira:

Anteriormente, Landau também divulgou em seu Instagram alguma imagens dos bastidores, trazendo Sigourney Weaver, Zoe Saldana, Sam Worthington e Sigourney Weaver nos bastidores das filmagens no Hawaii.

Além disso, ele divulgou fotos em um set de filmagens extremamente detalhado e que revelam laboratórios de última geração.

Confira:

Landau também revelou que três cenas de uma das sequências foram exibidas. Sem especificar a qual continuação elas pertencem, a expectativa é de que as tomadas em questão sejam de ‘Avatar 2′.

O produtor ainda salientou que as cenas estão praticamente finalizadas e já contam com os efeitos visuais desenvolvidos pela Weta Digital. Indo mais além, ele pontuou que a equipe de apoio está empolgada por poder retornar aos trabalho

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 2 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

Zoe Saldana, Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão. 

Lily Rabe revela por que desistiu de participar da franquia ‘Jogos Vorazes’

Lily Rabe tornou-se uma icônica atriz conhecida principalmente por seu versátil trabalho na antologia American Horror Story, da qual participou em diversas temporadas. Entretanto, caso as coisas tivessem tomado um rumo diferente, ela também teria eternizado uma das personagens da famosa saga Jogos Vorazes.

Rabe participaria dos dois últimos filmes da franquia como a Comandante Lyme. Porém, o papel eventualmente foi passado adiante e encarnado por Gwendoline Christie (‘Game of Thrones’).

Em uma recente entrevista ao Collider, a atriz revelou o motivo pelo qual desistiu do papel – cuja explicação foi bastante compreensível.

“Estou muito feliz em poder falar sobre isso. Foi questionada sobre isso recentemente, porque creio que há certas coisas que saíram na época que não estavam certas. Foi tão simples o que aconteceu: eu estava participando da peça ‘Muito Barulho por Nada’ para [o evento] Shakespeare in the Park com [o dramaturgo] Hamish Linklater e foi algo que, por causa do planejamento, levaria tempo, talvez por alguns anos. E então estava acontecendo e estava decidindo. Quando fui elencada em Jogos Vorazes, as datas batiam”.

Rabe retorna em breve com a série Tell Me Your Secrets, que estreia no dia 19 de fevereiro.

Confira o trailer:

O thriller foi criado e escrito por Harriet Warner, com direção a encargo de John Polson.

Emma está pronta para começar sua nova vida sob proteção à testemunha. Quando Mary, uma mãe procurando por sua filha desaparecia, descobre que Emma pode ter sido a responsável pela tragédia, ela ontrata um ex-predador serial para encontrá-la. E ninguém estará a salvo.

Amy BrennemanHamish LinklaterEnrique Murciano completam o elenco.