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Depois da Terra

No clássico de ficção científica da década de 1960, “O Planeta dos Macacos”, descobríamos junto ao protagonista, no auge do clímax, que a ação se passara o tempo todo na Terra. Já em “Depois da Terra”, novo blockbuster da Sony, tal revelação impactante é entregue logo de início. Confeccionado pelo astro Will Smith, para servir de trampolim para sua cria, Jaden Smith, o filme acompanha pai e filho lutando por sobrevivência e precisando desenvolver uma relação de confiança.

Como diz a narração inicial de Jaden, a Terra foi completamente devastada pelos humanos, fazendo com que procurassem no futuro outros planetas para viverem. Em seu novo lar, os terráqueos encontraram hostis alienígenas que soltaram neles a fúria dos Ursas, criaturas monstruosas que dizimam humanos guiados pelo cheiro de seu medo.

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O general Cyrpher Raige (Will Smith) desenvolveu a técnica de combate às criaturas, conhecida como “fantasma”, onde o medo não é uma opção. Por anos, o militar vem treinando cadetes espaciais para se tornarem Rangers, e exterminarem a ameaça. Seu filho, Kitai (Jaden Smith), tenta de toda as formas se provar digno do pai. E a matriarca Faia (Sophie Okonedo) espera que os dois se tornem próximos.

Ao saírem numa missão, envolvendo o treinamento com um Ursa de verdade, pai e filho sofrem um terrível acidente a bordo de uma aeronave no espaço, no qual se tornam os únicos sobreviventes exilados justo no antigo lar dos humanos, a Terra. Agora, numa trama verdadeiramente simplista, o jovem precisa aprender a controlar seu medo e atravessar quilômetros a fim de salvar a si mesmo e seu pai (que quebrou a perna e foi colocado fora de ação).

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Não tem como esconder o nepotismo impregnado em “Depois da Terra”, onde o astro Will Smith prepara o terreno e passa a tocha para seu primogênito. Criada por Will, a trama de “Depois da Terra” é também bancada por sua produtora, a Overbrook Entertainment. Um dos grandes problemas, é que embora não seja péssimo, Jaden Smith também não é um jovem ator talentoso para carregar basicamente sozinho uma produção desse porte.

Will aceita um papel coadjuvante em prol de alavancar a carreira do herdeiro. Entra na jogada o diretor indiano M. Night Shyamalan, que embora tenha começado a carreira como uma das vozes mais inovadoras do cinema americano atual, se encontra em baixa devido a consecutivos trabalhos execrados pelos especialistas, que igualmente ficaram longe de render boas bilheterias.

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Shyamalan também aceita um trabalho genérico aqui, como um operário padrão de qualquer empacotado hollywoodiano. Para não dizer que nada em “Depois da Terra” remete ao cinema de Shyamalan, os mais meticulosos podem notar algum traço de assinatura em momentos de diálogos entre pai e filho, na trilha sonora, e no desenvolvimento da cena do clímax. A curiosidade fica por conta da direção de arte, que cria numa obra futurística um design no mínimo estranho. A civilização humana parece viver em grandes cavernas tecnológicas no novo planeta. Panos e velas de tecido fazem parte das estruturas e casas.

Tudo parece ser extremamente frágil dentro dos utensílios usados pelos humanos nesse futuro, seja com fins militares ou domésticos. “Depois da Terra” não mostra nada verdadeiramente incrível ou novo. Ao final o sentimento é o de se ter mascado um bom chiclete, não delicioso, no qual não se deposita um pensamento após ter sido descartado no lixo. Uma missão onde um jovem precisa atravessar um percurso enfrentando macacos, aves, e espécies de tigres não é exatamente um material digno do melhor blockbuster.

Dizem as más línguas que a produção é uma espécie de propaganda da Cientologia sobre dominar o medo.  Alguém aí falou em “A Reconquista”?

2016 foi o Ano dos Flops | Relembre os maiores FRACASSOS deste ano sinistro do cinema…

Quando nasceu, o conceito do blockbuster era o seguinte: uma produção que se tornava tão famosa que criava um verdadeiro movimento cultural, transcendendo ser apenas um filme. É claro que uma bilheteria astronômica vinha junto e a obra gerava diversos outros produtos licenciados, que abrangiam as mais variadas mídias. Foi assim com Tubarão (1975), Star Wars (1978), Indiana Jones (1981) e E.T. (1982), por exemplo, os primeiros da história.

Corta para os dias de hoje, numa época regida por megalomania, onde blockbusters são forçados pelas nossas gargantas abaixo e não surgem de forma legítima como no passado. Antes, tais filmes geravam um lucro impensado e entravam para a história eternizados. Hoje, eles custam uma grande fortuna esperando que consigam sobressair o orçamento. É simplesmente muita pressão, o que acaba resultando em fracassos monumentais, na grande parte. Como são produzidos em massa, muitos pretensos blockbusters se valem desta estirpe devido ao valor que foi gasto em sua produção e não o contrário, em sua arrecadação. Isso se traduz em roteiros cada vez mais mecânicos e sem alma, esperando ser abraçado por uma parcela do público e não por ele todo. É como se os filmes fossem feitos à base de estatísticas, de fórmula, e não mais com o coração e criatividade.

Pensando nisso, resolvemos olhar ali atrás no passado, sem ir muito longe, apenas 5 anos, para uma época que muitos consideram um grande abismo criativo para os blockbusters. Aqui, levantaremos através de uma lista e alguns fatos a possibilidade real de 2016 ter sido um dos piores anos de todos os tempos para o cinema entretenimento. E você, o que acha? Não esqueça de comentar.

Esquadrão Suicida

É ruim descer o cacete em um estúdio, mas as decisões criativas da Warner / DC são motivo de falatório ainda hoje. E mostraram fragilidade logo na linha de largada. Aqui tínhamos a promessa de um dos filmes mais legais de 5 anos atrás, com o primeiro longa de heróis centrados nos vilões. Entre mortos e feridos, salvou-se a Arlequina de Margot Robbie. Este universo, no entanto, ganhará mais uma chance pelas mãos de James Gunn, diretor que entende do riscado. O primeiro Esquadrão Suicida tem menos defensores que Batman vs Superman, e uma nota ainda mais baixa com os críticos, 26% de aprovação. A bilheteria até que foi maior do que o filme de fato merecia, já que com um orçamento de US$175 milhões, arrecadou US$746 milhões no mundo.

 

Batman vs Superman – A Origem da Justiça

Ame ou odeie. Aqui não iremos discutir nosso gosto pessoal sobre este filme dos heróis da DC, ou sequer o seu. Sabemos que muitos o defendem com unhas e dentes, em especial os fãs. Mas o fato é que o filme não atingiu o que se esperava dele, e convenhamos, poderia ter sido bem melhor – independente dos motivos ou “culpados” pelos quais não foi. Causando muita polêmica na época, Batman vs Superman foi fracasso de crítica, com meros 28% de aprovação dos especialistas. Com um orçamento de US$250 milhões, esperava-se que batesse a barreira do US$1 bilhão, mas ao contrário o filme “só” chegou até os US$870 milhões.

 

Independence Day – O Ressurgimento

Esta sequência conseguiu demonstrar que nem toda continuação tardia é bem-vinda. Afinal, sejamos francos, quem estava com saudade e pedindo uma continuação de Independence Day (1996)? Entendemos o valor que o original carrega e sua importância para os blockbusters ainda na década de 90, mas é sério que o filme precisava de mais um capítulo? E o pior, feito da forma que foi! Will Smith foi sábio e se manteve bem longe, e nem mesmo o carisma incontestável de Jeff Goldblum foi capaz de salvar este tiro no pé. Com um orçamento de US$165 milhões, o longa arrecadou “apenas” US$390 milhões mundiais, colocando assim uma pá de cal na pretensa trilogia. Os críticos igualmente deram as costas, conferindo apenas 30% de aprovação.

 

Assassin’s Creed

Grande talento promissor, o astro alemão Michael Fassbender se afundou num mar de superproduções ruins. O epicentro ocorreu aqui, quando resolveu comprar o barulho desta adaptação cinematográfica de um famoso videogame. Fassbender foi também o produtor aqui, além de protagonista. Tendo custado US$125 milhões para a FOX, arrecadou apenas US$240 mundiais, garantindo um ponto final para a franquia. Os críticos também não gostaram nada e deram 18% de aprovação. E você, o que acha do filme?

 

A Série Divergente – Convergente

Fechando a matéria com chave de ouro, temos o curioso caso da franquia Divergente no cinema. Bem, curioso para não dizer trágico. Este clone de Jogos Vorazes chegou na onda das adaptações de livros de ficção juvenil para meninas. O primeiro não empolgou, e o segundo apenas bateu ponto. Quando foi a vez do terceiro, ambiciosos produtores quiseram dividir o último capítulo em dois filmes, como se fazia muito no período. Lucro em dobro, certo? Errado. O resultado de Convergente foi tão negativo, que o estúdio resolveu puxar o plugue, deixando a “saga” sem uma conclusão, e os fãs a ver navios. Com o orçamento de US$110 milhões, o filme arrecadou US$179 milhões, mostrando que os fãs não se animaram de sair de casa para isso, mesmo antes da pandemia. Já os críticos, conferiram ao filme uma das notas mais baixas daquele ano, com 11% de aprovação.

X-Men: Apocalypse

Os filmes de super-heróis se tornaram muito queridos. Mas a verdade é que fora da Marvel Studios, eles ainda lutam pelo sucesso. E seguindo os passos da Warner / DC, a Fox fazia uma baita bagunça, ficando entre erros e acertos em suas produções. Fato que deve ter deixado muitos felizes pela compra da Disney. Apocalypse já demonstrava a falta de vontade de alguns membros do elenco (cof cof Jennifer Lawrence cof cof) em seguir nesta franquia. O filme custou quase US$200 milhões e arrecadou US$500 milhões. Com os críticos, garantiu o tomate podre com 47% de aprovação. Alguém aí gosta de fato deste?

 

O Caçador e a Rainha do Gelo

Seguindo pela linha das “continuações desnecessárias”, o primeiro filme com Kristen Stewart no papel de Branca de Neve passou bem longe de ser tão querido que precisasse de sequência. Mas os produtores, ao lado da Universal, foram em frente e realizaram uma assim mesmo. Do lado positivo temos um elencaço feminino que reúne Charlize Theron, Jessica Chastain e Emily Blunt. Do lado negativo, o fracasso de público, com US$164 milhões em bilheteria (num orçamento de US$115 milhões) e de crítica, com 19% de aprovação.

Alice Através do Espelho

Alice no País das Maravilhas (2010) é provavelmente o pior filme da carreira do querido diretor Tim Burton, mas fez um enorme sucesso se tornando também seu filme mais lucrativo – em grande parte devido à marca associada ao projeto. É claro que a Disney iria confeccionar mais um, o problema é que muito pouco pensamento foi investido. Resultado: fracasso de bilheteria, com um orçamento de quase US$200 milhões, rendeu somente US$300 milhões. Com os críticos outro fracasso: míseros 29% de aprovação.

Passageiros

Até Passageiros, a musa Jennifer Lawrence parecia não poder errar, acertando um golaço atrás do outro. Seguindo nessa linha de popularidade, Chris Pratt havia demonstrado muito carisma em Guardiões da Galáxia (2014). A união dos astros soava como alinhamento cósmico perfeito. Ledo engano e o tombo foi feio. Passageiros custou mais de US$100 milhões e nos EUA apenas se pagou, rendendo mundialmente US$300 milhões. Mas quem gostou menos que o público foram os especialistas, garantindo apenas 30% de aprovação. E você, tem carinho por Passageiros?

 

O Bom Gigante Amigo

Aqui digamos apenas que o grande Steven Spielberg já foi melhor, muito melhor, em fazer filmes mirados aos pequenos e para toda a família. Ainda mais se levarmos em conta que este foi o último trabalho da saudosa Melissa Mathison, colaboradora do diretor em E.T. – O Extraterrestre (1982). Embora muitos tenham ficado pasmos com a apelação para o humor de flatulência contido no filme, O Bom Gigante Amigo até que foi bem com os críticos, com 74% de aprovação. O problema foi mesmo com o público, que deu de ombros não comparecendo. Resultado, com um orçamento de US$140 milhões, rendeu apenas US$195 milhões mundiais, se concretizando como um dos maiores fracassos retumbantes da carreira do grande nome da indústria. E você, acha injustiça com o filme?

 

Deuses do Egito

Planejado para ser o novo Fúria de Titãs, este filme mirou mas não acertou o alvo. Resultando em muito humor involuntário, Deuses do Egito terminou com jeitão de produção trash de centenas de milhões de dólares. O filme, no entanto, pode servir de prazer culposo devido a seu estilo nonsense. Dono de um grande elenco, terminou se tornando um fracasso de público, arrecadando US$150 milhões mundiais, num orçamento de US$140 milhões. Os críticos também não souberam rir da piada e conferiram ao longa 15% de aprovação.

Warcraft – O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos

Embora os fãs até tenham aprovado o resultado deste filme baseado num querido game, o enaltecendo como uma das melhores adaptações do gênero, este se mostrou um esforço em vão do talentoso diretor Duncan Jones. A verdade é que Warcraft só serviu para os adeptos do jogo, terminando por alienar todo o resto da audiência. Assim, os críticos não perdoaram e tascaram apenas 28% de aprovação. Nas bilheterias, a aventura medieval de fantasia também não foi bem, e com um orçamento de US$160 milhões, arrecadou somente US$47 milhões nos EUA, e mais US$400 milhões mundiais.

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras

Não que o reboot de 2014 tenha sido bom ou um sucesso de crítica e público, mas esperávamos (talvez por ingenuidade) que as coisas melhorassem na sequência. Bem, para sermos justos, elas melhoraram sim. Esse Fora das Sombras é definitivamente um filme melhor que o anterior. Mas não o suficiente, já que com um orçamento de US$135 milhões, arrecadou US$245 milhões mundiais, sem dar muita chance para uma terceira parte. Com os críticos não foi muito diferente, e o filme obteve 38% de aprovação.

 

As Caça-Fantasmas

Deixando a misoginia de lado (sempre!), teria sido muito legal ver este filme dando certo e reiniciando a querida franquia, agora com quatro mulheres à frente. Admitimos que o filme não é bom e não nos agradou, mas caso tivesse rendido mais, poderia ser o caso de consertar as coisas na continuação. O texto pouco inspirado, que não fez jus ao talento dos envolvidos, resultou no fracasso de bilheteria (com US$230 milhões mundiais num orçamento de US$144 milhões), mas não de crítica – assim como O Bom Gigante Amigo. Os críticos deram 74% de aprovação, leia-se, a maioria com medo de ser diagnosticado como misógino.

 

Ben-Hur

Os blockbusters podem vir de todas as formas e tipos. Até com uma roupagem de clássico da era de ouro do cinema. Reimaginação da lendária história eternizada na sétima arte em 1959, a nova versão é um filme enérgico e arrojado, visando as plateias de hoje. Nem precisa ser dito que, mesmo contanto com Morgan Freeman e nosso Rodrigo Santoro no papel de Jesus Cristo, o novo Ben-Hur não possui um décimo do brilho do anterior. E adivinhe? Isso mesmo, rendeu um fracasso de crítica e público. Com orçamento de US$100 milhões, sequer se pagou, nem mesmo na bilheteria mundial – fazendo US$94 milhões ao todo (se tornando um dos maiores flops de 2016). Os críticos também torceram o nariz conferindo somente 25% de aprovação.

A Lenda de Tarzan

Um Tarzan vivendo em sociedade junto com os homens, mas precisando tirar a camisa, voltar a selva e emitir seu famoso urro para resgatar sua amada Jane, é o que quis nos vender a Warner. Bem, quase ninguém comprou, mesmo com um elenco de primeira, impulsionado pelas presenças de gente como Margot Robbie, Samuel L. Jackson e Christoph Waltz. Com um orçamento de US$180 milhões, o filme sequer se pagou nos EUA, e no mundo fez US$350 milhões. Os críticos não perdoaram e deram 36% de aprovação ao filme.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

Parece ideia de Jerico casar o clássico da literatura feminista de Jane Austen com o universo de terror de mortos-vivos, mas na verdade é baseado numa graphic novel de sucesso. Porém, nem sempre o que funciona numa mídia, irá funcionar na outra. E no meio de tudo está a pobre Lily James. Com um orçamento de US$28 milhões, Orgulho e Preconceito e Zumbis sequer se pagou no mundo tendo arrecadado US$16 milhões. As críticas, bem, também não foram gentis, garantindo 46% de aprovação.

Truque de Mestre – O 2º Ato

O primeiro Truque de Mestre (2013) já não era nenhuma obra-prima. O filme nos pedia para acreditar em muito que não fazia sentido, cortesia de um roteiro mais esburacado que as estradas do Brasil. Mas o que importa é que fez sucesso, assim uma continuação saiu do forno. E aqui, bem, o filme não se pagou nos EUA, com um orçamento de US$90 milhões, somou apenas US$65 milhões na Terra do Tio Sam. O fato seria preocupante não fosse pelo mercado estrangeiro, onde o filme fez mais US$270 milhões. Como num truque de mágica, os críticos queriam que o filme desaparecesse e garantiram 33% de aprovação.

 

A Grande Muralha

Muitos devem ter comprado seu ingresso para este filme esperando ver mais um épico do talentoso diretor chinês Zhang Yimou sobre a indefectível Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo. O que ganharam de fato não poderiam prever: uma superprodução onde Matt Damon, mais canastrão do que nunca, enfrenta grandes lagartos monstruosos. É sério?! O filme foi fiasco de bilheteria nos EUA, arrecadando menos de um terço do orçamento inflado de US$150 milhões. Mas no mundo fez o dobro, num total de US$334 milhões. As críticas… somaram 35% de aprovação.

 

‘Locke & Key’: Rejeitada pelo Hulu, a Netflix resgata a série e irá refazer o piloto

Depois do projeto ter sido rejeitado pelo Hulu, rumores apontavam que a Netflix iria resgatar a série ‘Locke & Key‘, uma adaptação do quadrinho da IDW escrito por Joe Hill.

Agora, segundo o Deadline, a Netflix não irá reaproveitar o piloto filmado pelo Hulu, e o projeto passará por um novo desenvolvimento, incluindo a reescalamento de dois dos três atores que interpretam as crianças Locke.

Infelizmente, o diretor Andy Muschietti, que dirigiu o piloto para o Hulu, não poderá assumir a direção da nova versão, por estar ocupado com a sequência de ‘It: A Coisa‘.

A história gira em torno de três irmãos que, após o horrendo assassinato de seu pai, mudam-se para a casa de herança da família com sua mãe Nina. Tudo isso, para descobrir que a casa tem chaves mágicas que dão a eles poderes absurdos e habilidades incríveis. Porém, eles não sabem que um demônio circula ao redor porque deseja as chaves e não vai parar até alcançá-las.

O ator Jackson Robert Scott continuará com o seu papel na nova versão da Netflix.

‘Patrulha do Destino’ aparece reunida em novo cartaz da série; Confira!

A série ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol) ganhou um novo cartaz.

Confira:

A nova produção se passará no mesmo universo que ‘Titãs‘.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

Jeffrey Dean Morgan ainda tem interesse em viver o Batman de Flashpoint

Enquanto tentava construir seu universo estendido, a DC estava desenvolvendo um filme do Flash que focaria nos eventos do ‘Flashpoint‘, que traria uma trama em que o herói mudaria a realidade. Uma dessas mudanças traria o pai do Batman como uma versão alternativa do cavaleiro das trevas.

Para quem não lembra, Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead‘) viveu Thomas Wayne em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ e, entrevista ao ComicBook, revelou que adoraria ter a chance de interpretar o personagem.

“Se há alguma chance [disso acontecer], eu diria sim. Acho que a trama do ‘Flashpoint’ é a minha favorita [dos quadrinhos]. Eu amaria participar.”

Ele continua, “Mas, como você sabe, DC é DC… é inconstante. Parece que eles estão sempre mudando as coisas que eles planejam fazer. Eu gostaria de ver um pouco de continuidade na DC e ficaria honrado em participar.”

O novo filme do cavaleiro das trevas será estrelado pelo Robert Pattinson e as filmagens começam em novembro deste ano, no Reino Unido.  A fotografia principal será feita por Greig Fraser (‘A Hora Mais Escura‘), que já trabalhou ao lado do diretor Matt Reeves no drama de terror ‘Deixe-me Entrar‘, em 2010.

The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

’10 Coisas que Deveríamos Fazer Antes de nos Separar’ ganha trailer hilário; Assista!

A comédia ‘10 Coisas que Deveríamos Fazer Antes de nos Separar‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Galt Niederhoffer.

Na noite em que Abigail conhece Ben em um bar, eles, de forma cômica, começam a listar uma série de coisas que deveriam fazer antes de se separarem, caso fossem um casal – isso, sem eles sequer pensarem de fato em terem um relacionamento. Só que a brincadeira ganha um tom mais sério quando surge algo entre os dois e eles passam a noite juntos. O dia seguinte será cheio de surpresas. 

Christina RicciHamish LinklaterLindsey Broad estrelam a produção.

‘Halo’: Adaptação do jogo será lançada pela Paramount+

De acordo com o Deadline, a série ‘Halo‘, baseada na icônica franquia de jogos, que inicialmente seria lançada pelo canal Showtime, encontrou um novo lar.

A produção irá estrear exclusivamente no serviço de streaming da Paramount+.

A expectativa é que a produção seja lançada no começo de 2022.

A trama da série dos jogos gira em torno de uma guerra interestelar entre a humanidade e uma aliança teocrática alienígena conhecida como Covenant. Os Covenant são liderados pelos seus líderes religiosos, Os Profetas, e veneram a antiga civilização conhecida como Forerunners, que desapareceram após o combate com uma raça de parasitas conhecida como Flood.

Otto Bathurst (‘Robin Hood: A Origem‘) será responsável pela direção.

O projeto está sendo descrito como uma “aventura ambiciosa que irá encantar não só os fãs dos jogos, como também as pessoas que não conhecem o material de origem”.

O elenco conta com Pablo Schreiber (‘American Gods’), Danny Sapani (‘Penny Dreadful’), Olive Gray (‘Save Me’), Charlie Murphy (‘Peaky Blinders’), Natascha McElhone (Californication’) e Bokeem Woodbine (‘Fargo’).

‘Pânico’: Jenna Ortega é atacada pelo Ghostface em nova imagem; Confira!

A Empire Magazine divulgou uma nova imagem inédita do próximo filme da franquia ‘Pânico‘, que traz um confronto entre o Ghostface e a personagem da Jenna Ortega.

Confira:

Vale lembrar que o novo filme da franquia ‘Pânico‘ será lançado nos cinemas nacionais pela Paramount Pictures no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade.

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Sucesso! Com grande aclamação dos críticos e do público, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) já conseguiu arrecadar quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 67 milhões. No mercado internacional, foram US$ 24.4 milhões.

Ao total, a produção já soma sólidos US$ 91.4 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global da história da A24, ultrapassando o terror ‘Hereditário‘ (US$80.2M).

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Estrelado por Michelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o longa também se tornou o filme mais bem avaliado de todos os tempos na plataforma Letterboxd.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

‘Resident Evil’: Personagens clássicos se reúnem no novo cartaz do longa animado; Confira!

O longa animado ‘Resident Evil: Death Island‘ ganhou um novo cartaz, que reúne alguns dos personagens mais clássicos da franquia.

A arte inclui Jill Valentine, Leon S. Kennedy, Claire Redfield, Chris Redfield e a Rebecca Chambers.

Confira:

A produção está prevista para meados de 2023, sem data revelada.

Eiichiro Hasumi é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Makoto Fukami.

O agente Leon S. Kennedy está em uma missão para resgatar o Dr. Antonio Taylor de sequestradores, mas uma mulher misteriosa acaba frustrando seus esforços. Enquanto isso, o agente Chris Redfield está investigando um surto de zumbis em San Francisco, onde a causa da infecção não pode ser identificada. A única coisa que as vítimas têm em comum é que todas visitaram a Ilha de Alcatraz recentemente. Seguindo essa pista, Chris e sua equipe seguem para a ilha, onde um novo horror os espera.

‘The Girls On The Bus’: Série da HBO Max ganha imagens oficiais e data de estreia

O site Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens da série ‘The Girls On The Bus‘, baseada no livro ‘Boys on the Bus‘, de Tim Crouse.

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 14 de março, na HBO Max.

Confira as imagens:

A trama segue Sadie McCarthy (Melissa Benoist), uma jornalista que deixou sua vida de lado para ter a chance de cobrir a campanha presidencial para um jornal. Eventualmente, ela faz amizade com outras três competidoras, Grace (Carla Gugino), Lola (Natasha Behnam) e Kimberlyn (Christina Elmore). Apesar de suas diferenças, as mulheres se tornam uma família com cadeiras na primeira fila do maior evento dramático da cidade: a batalha pela Casa Branca.

O elenco ainda contará com Brandon Scott, Griffin Dunne, Leslie Fray, PJ Sosko, Becky Ann Baker, Kyle Vincent Terry, Tala Ashe e Richard Bekins.

A série foi criada por Amy Chozick e Julie Plec (‘The Originals’).

Rina Mimoun (‘Superman & Lois’) servirá como showrunner.

Homem de fé desafia o NAZISMO no trailer de ‘A Redenção’; Confira dublado e legendado!

A Paris Filmes divulgou o trailer nacional de ‘A Redenção – A História Real de Bonhoeffer‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

Enquanto o mundo oscila à beira da aniquilação, Dietrich Bonhoeffer se junta a uma conspiração mortal para assassinar Hitler, arriscando sua fé e seu destino para salvar milhões de judeus do genocídio.

Além de dirigir, Todd Komarnicki também assina o roteiro do longa.

O elenco conta com Jonas Dassler, August Diehl, David Jonsson, Flula Borg, Moritz Bleibtreu, William Robinson e Clarke Peters.

Cartaz do filme A Redenção.

‘The Last of Us’: Bella Ramsey fala sobre retorno na 3ª temporada e a saída de Neil Druckmann

Em entrevista ao Variety, Bella Ramsey refletiu sobre o impacto na série ‘The Last of Us‘ após a saída do cocriador Neil Druckmann.

Além disso, Ramsey também comentou sobre seu futuro nesta adaptação e seu possível retorno na próxima temporada.

“O universo de ‘The Last of Us’ é uma criação [de Neil Druckmann], assim como sua voz e sua direção criativa. Nada disso vai desaparecer na terceira temporada por ele não estar mais envolvido ativamente com a série. Essa sempre será sua criação. E nós sempre tentamos honrar os jogos e este universo que ele criou. Ele definitivamente fará falta durante as gravações, mas seu espírito seguirá na narrativa.”

Sobre seu possível retorno na terceira temporada – que será focada na Abby (Kaitlyn Dever) –, a artista faz mistério: “Eu meio que sei [sobre meu retorno], mas não posso contar. Tenho medo.”

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2027.

Durante o anúncio dos indicados à 77ª edição do Emmy Awards, a 2ª temporada da produção conquistou nada menos que dezesseis nomeações, incluindo Melhor Série de DramaMelhor Ator em Série de Drama para Pedro PascalMelhor Atriz em Série de Drama para Bella RamseyMelhor Ator Convidado em Série de Drama para Jeffrey WrightMelhor Atriz Convidada em Série de Drama para Kaitlyn Dever.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

EXCLUSIVO! Assista ao trailer de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas’ em PRIMEIRA MÃO

A Sony Pictures compartilhou com exclusividade ao CinePOP o primeiro trailer de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn).

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Funko divulga colecionáveis exclusivos para a D23 Expo

A marca de bonecos Funko divulgou nesta semana alguns dos novos colecionáveis que serão lançados com exclusividade na D23 Expo, o evento anual realizado pela Disney, que atualiza a imprensa e os fãs com todos os detalhes mais importantes de suas séries de TV, adaptações de quadrinhos e demais elementos que cercam o universo POP da empresa.

E para esta edição, a Funko criou modelos diferenciados dos famosos “cabeçudinhos”, trazendo personagens de ‘Star Wars, ‘Guardiões da Galáxia e até mesmo dos quadrinhos de ‘Hulk‘.

Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Vidas à Deriva’: Sam Claflin e Shailene Woodley estão à deriva em nova imagem

O drama ‘Vidas à Deriva’, estrelado por Shailene Woodley e Sam Claflin, ganhou uma nova image.

Confira:

A produção, que será dirigida por Baltasar Kormákur (‘Evereste’) acompanha a história real de Tami Oldham (Woodley) e seu noivo, Richard Sharp (Claflin), que decidem velejar juntos ao redor do mundo, partindo do Taiti.

Ao longo da viagem, eles acabam sendo direcionados para um enorme furacão. Após ficar um período inconsciente, Tami acorda no meio do Pacífico, com seu barco em ruínas, instrumentos em situação crítica e com seu noivo desaparecido. Ela deve lutar para sobreviver, mesmo estando machucada e com poucos mantimentos.

Adrift’ foi escrito por Aaron e Jordan Kandell, os mesmos responsáveis pelo roteiro de ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

EXCLUSIVO! ‘American Gods’: Ricky Whittle conta tudo sobre a 2ª temporada

A 2ª temporada da aclamada série ‘American Gods‘ é uma das grandes promessas de 2019 e a jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o protagonista Ricky Whittle (Moon Shadow), durante a CCXP 2018.

Na entrevista, o astro conta todos os detalhes do novo ciclo.

Confira:


O canal Starz confirmou que o novo ano estreia dia 10 de março de 2019 nos EUA.

No Brasil, a série chega um dia depois, pela Amazon Prime.

O segundo ano enfrentou muitos problemas nos bastidores, com o afastamento dos showrunners originais, Michael Green e Bryan Fuller, e a demissão de seu substituto, Jesse Alexander. Um novo showrunner ainda não foi anunciado.

Gillian Anderson e Kristin Chenoweth já anunciaram que não retornarão para a 2ª temporada.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

American Gods‘ já está renovada para o terceiro ano.

Episódios de ‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ sofrerão atrasos em virtude do coronavírus

Os fãs de ‘Supergirl‘ e ‘Batwoman‘ terão que esperar um pouco mais para conferir novos episódios das respectivas séries.

Em virtude da pandemia do coronavírus, que acarretou na interrupção das filmagens das produções, os capítulos finais dos ciclos atuais em exibição não puderam ser gravados.

Isso significa que, no próximo domingo (29), serão exibidos reprises de ambas as séries na emissora The CW.

De acordo com o portal ComicBook, enquanto Batwoman vai exibir ‘A Mad Tea Party’, Supergirl apresentará ‘Back From The Future Part Two’.

Os novos episódios ainda não possuem data de exibição.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série Supergirl originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Aquaman 2’: Jason Momoa faz brincadeira sobre sua dieta bizarra para o filme

As gravações da sequência ‘Aquaman 2‘ começam em breve e o astro Jason Momoa instigou os fãs em relação ao início dos trabalhos, ao fazer uma brincadeira sobre sua suposta dieta para entrar em forma.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, o também ator da série original da Apple TV+, ‘See‘, compartilhou um story em que ele e um membro da equipe técnica se deleitam com uma porção de caviar.

Ironicamente, o ator brincou sobre a situação, afirmando que essa seria a sua dieta para estrelar ‘Aquaman 2‘. Para os que não sabem, a iguaria de luxo consiste em ovas de esturjão (uma espécie de peixe) não-fertilizadas.

Confira o seu story:

Anteriormente, o protagonista Jason Momoa revelou ao Entertainment Tonight que o novo filme será majestoso.

“Há muito mais guardado em diversos níveis”, ele comentou. “[A continuação] será grandiosa. Muito maior!”.

Lembrando que Nicole Kidman, Patrick WilsonYahya Abdul-Mateen II vão reprisar seus papéis como a Rainha Atlanna, o Mestre do Oceano e o vilão Arraia Negra, respectivamente. Momoa retorna como o personagem-titular.

A atriz Amber Heard também garantiu ao Entertainment Weekly que vai retornar como Mera, após um abaixo-assinado viralizar pedindo a saída da atriz do elenco.

“Estou super animada com a quantidade de amor dos fãs e a quantidade de apreciação dos fãs que Aquaman adquiriu e que gerou tanta empolgação para Aquaman e Mera. Isso significa que significa que voltaremos. Estou tão animada para filmar a sequência.”, disse a atriz.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

Crítica | Boa Sorte, Leo Grande – Emma Thompson desperdiça seu talento em comédia com premissa sex-positive

A sexualidade feminina no auge da melhor idade por si só rende discussões indispensáveis e Boa Sorte, Leo Grande (Good Luck to You, Leo Grande) tenta surfar nessa vertente, com uma comédia sobre a feminilidade e a sensualidade de uma mulher que – teoricamente – não deveria mais desejar por essa área em sua vida. Mas ainda que as intenções sejam boas, o longa de Sophie Hyde caminha por uma rota cafona e blasé, se apropriando do talento nato de Emma Thompson para entregar uma história que se esforça demais para se provar, que de fato não nos convence.

Na trama, Nancy Stokes (Thompson) é uma mulher que viveu todo o seu casamento sob uma submissão incorreta, onde seus direitos e desejos sempre foram abafados e até mesmo negados. Agora, viúva e com seus filhos bem encaminhados, ela se compromete a tentar ter um orgasmo pela sua primeira vez na vida. Para vencer o desafio, ela recorre a um jovem michê, o que tornará o íntimo processo de autodescoberta em uma tumultuada jornada.

Como conceito, Boa Sorte, Leo Grande parece ser uma boa ideia, ao tentar expandir as discussões relacionadas à sexualidade de mulheres na casa dos 60-70 anos – que majoritariamente foram educadas desde a juventude a aceitar que a vida íntima no casamento não seria tão favorável para a mulher, como para o homem. Mas com Katy Brand entregando um roteiro simplista demais que apenas cumpre todos os itens da agenda militante, a produção não entrega a reflexão que tanto promete e ainda desperdiça a performance de Thompson, que é a única coisa realmente genuína na curta duração do longa.

Com a veterana completamente comprometida com sua personagem Nancy, ela é um sopro de vigor diante do ator Daryl McCormack, que peleja em meio à expressões faciais fracas e uma atuação medíocre e pobre, que se torna cansativa em apenas 20 minutos de filme. Fora isso, a martirização exagerada da vida conjugal não apenas subverte algo tão precioso – que é o casamento – como tenta reduzi-lo a um “erro”, sugerindo que seria impossível a mulher ser tão intimamente satisfeita nesta união, como o homem é.

Com discussões tão rasas e vazias, a comédia se torna um filme qualquer, aleatório e pouco tem a acrescentar para a audiência. Não levantando fundamentos bem pautados, a produção de Hyde perece no ar como um desperdício de reflexão e, principalmente, de entretenimento. Irrelevante para o debate e pouco engraçado, Boa Sorte, Leo Grande ainda tenta se aproveitar de uma forte cena de nudez de Thompson, que corajosamente se despede no auge dos seus 63 anos, apenas para ver sua poderosa cena se perder em um filme tão fraco, que sequer deveria ser lembrado.

Crítica | Benedetta – Entre Nudez, Sangue e Oração, a Freira Lésbica de Paul Verhoeven

Baseado no livro acadêmico Atos Impuros: A Vida De Uma Freira Lésbica Na Itália Da Renascença, de Judith C. Brown, o octogenário Paul Verhoeven cria uma sátira provocativa ao catolicismo no período da peste negra na Itália do século XVII. Com um enredo de libertinagem, corrupção e hipocrisia, Benedetta estreou no Festival de Cannes 2021. Os elementos citados são os condimentos para a exploração cômica e erótica do cineasta holandês, responsável pelos controversos Instinto Selvagem (1992), Showgirls (1995) e Elle (2018). 

Na pele da provocativa, inescrupulosa e cínica Benedetta Carlini está Virginie Efira (Um Amor Impossível). A atriz é a mistura perfeita de sarcasmo e luxúria, pontos exatos de exploração da sua imagem em tela. É preciso deixar o fato histórico de lado para envolver-se nas sequências de deboche, como uma imensa cobra em CGI (Computer-Generated Imagery) a entrar nas cavidades da irmã e imediatamente ser destroçada por Jesus (Jonathan Couzinié), personificado como um cavalheiro de branco e pronto para salvar sua esposa Benedetta

Levada para o convento por seus pais ainda menina, Benedetta é uma figura difícil de lidar. Ela sempre tem uma resposta afiada para tudo e maneja muito bem a reação alheia. Se a premissa de lesbianismo dentro de um convento pode soar ousada para o período, a forma como o caso é tratado com zombaria à igreja, é o que chama mais atenção na obra. Ou seja, o filme é uma denúncia à  hipocrisia dos dogmas religiosos que prega uma coisa, mas faz outra. 

Longe de mostrar o sexo explícito entre as atrizes, como em Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche, Paul Verhoeven explora em suas lentes os corpos de Virginie Efira e de Daphné Patakia (que vive a amante Bartolomea). O relacionamento entre as duas não aparenta ser sedutor, amoroso ou cordial. A princípio, é uma estripulia infantil, um jogo de provocação, uma penúria para, enfim, torna-se um encontro carnal em busca do prazer e poder. 

Benedetta sempre mostrou-se arredia e até mesmo lunática, ao ter sonhos acordada aos braços de Jesus, a quem ela se direciona como seu marido. A chegada de Bartolomea, uma campesina desamparada é o que desperta o desejo latente da irmã e coincide com os seus planos de ascensão ao poder como Madre Superiora. Algo completamente velado e dissimulado, o trunfo do filme é fazer o espectador, ora desconfiar, ora acreditar na freira.

Com o aparecimento dos estigmas nas mãos e pés de Benedetta, ela começa a trilhar seu caminho para a cadeira mais alta de uma mulher na igreja, ou mesmo ser consagrada Santa. Assim, começa as dúvidas, a inveja e as angústias das outras freiras. Elas não confiam que Bernadette assuma a liderança e seja a escolhida pelo Senhor. O posto cobiçado pela freira é ocupado pela soberana Felicita (Charlotte Rampling), uma das suas principais oponentes.

É triste ver o desempenho sisudo e o olhar perdido da atriz inglesa entre as cenas de galhofas, como quando ela vai ao encontro do Núncio Papal (Lambert Wilson) para revelar a informação de conjunção carnal entre duas freiras. Ela é recebida durante a refeição do religioso, enquanto sua serva visivelmente grávida dele aperta os seios e jorra leite para anunciar o parto iminente. Uma cena para despertar o riso e o absurdo, mas desproporcional a trama precedida. 

Além das cenas de encontro com Jesus e servas lactantes, a sequência mais polêmica é a utilização da imagem da Virgem Maria como um sex toy, ou seja, um brinquedo sexual entre os encontros de Benedetta e Bartolomea. Talvez Paul Verhoeven tivesse Monty Python em mente ao compor a sátira, mas ele não encontrou uma boa dosagem entre o escárnio e a denúncia. Por vezes, o tom sério ganha a impressão de filme de época, mas as motivações e ações em torno das cenas desabam para a chacota.

Benedetta poderia ser melhor se seguisse uma prerrogativa de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975) ou A Vida de Brian (1979), de Terry Gilliam e Terry Jones, respectivamente. Por outro lado, Verhoeven mistura uma seriedade na narrativa histórica, na qual os momentos cômicos soam pueris ao invés de tirada artística; e a nudez constante, que poderia ser celebrada como uma libertação da repressão religiosa, aparenta ser um desejo voyerista.

‘Pantera Negra’ teria mais de 4 horas de duração, afirma compositor

Em uma entrevista recente ao Hollywood Reporter, o compositor Ludwig Goransson confirmou que o primeiro corte de Pantera Negra teria um pouco mais de 4 horas de duração, confirmando rumores que haviam surgido na internet.

“Eu lembro que o primeiro corte de diretor tinha um pouco mais de quatro horas de duração, mas já tinha muito material escrito e gravado. Então, na verdade, compus as quatro horas de duração, o que é ótimo”

Sucesso absoluto! De acordo com o Box Office Mojo,Pantera Negra deve arrecadar mais de US$ 100 milhões no seu segundo final de semana nos Estados Unidos.

Caso se confirme, o longa será o quarto a conquistar esse feito, além de se tornar a segunda maior bilheteria da semana seguinte da estreia, ficando atrás apenas de ‘Star Wars: O Despertar da Força’.

O novo filme da Marvel Studios já arrecadou US$ 202 milhões na bilheteria norte-americana. Mundialmente, já ultrapassou a incrível marca de US$ 500 milhões.

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

Ryan Reynolds produzirá filme inspirado em ‘Esqueceram de Mim’ para maiores de idade

De acordo com informações do Deadline, o astro de DeadpoolRyan Reynolds vai produzir e estrelar um filme inspirado na comédia Esqueceram de Mim (1990), para a Fox, produtora do clássico que revelou Macaulay Culkin ao mundo.

O projeto se chamará ‘Stoned Alone’ (‘Chapado Sozinho’, em tradução livre) e deverá contar a história de um jovem rapaz cultivador de maconha e que passará por grandes apuros parecidos com os que Kevin McCallister passou ao ser deixado sozinho em casa pelos pais que viajam durante o Natal. Além disso, o filme será para maiores de idade.

Augustine Frizzell (‘Krisha’) cuidará da direção, com roteiro de Kevin Burrows e Matt Mider.

‘Stoned Alone’ ainda não possui data de lançamento.

Dica do fim de semana | Filmes do Oscar nos cinemas para fugir do Carnaval

Apesar de ser o principal feriado brasileiro, sabemos que há quem não goste da folia do Carnaval e prefira curtir esses dias com outras atividades, como ir ao cinema. Pensando nessa galera, o CinePOP selecionou cinco filmes indicados ao Oscar, que estão em cartaz nos cinemas, para você assistir enquanto os blocos e desfiles tomam as ruas do país. Confira!

Ah sim, vale a pena verificar a disponibilidade das sessões na sua cidade.

Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo

Lançado em 2022, esse filme deu o que falar em um ano marcado por produções sobre o Multiverso. Com as impressionantes 11 indicações ao Oscar, ele foi trazido de volta aos cinemas para que o público tivesse uma chance de conferi-lo antes da premiação. A trama é uma ficção dramática sobre uma mulher chinesa frustrada, cuja vida nos EUA está longe de ser a que sempre sonhou. Enquanto ela prepara uma festa em sua lavanderia e refaz os cálculos do Imposto de Renda para apresentar na Receita Federal, uma variante de seu marido, vinda de outra linha do tempo, entra em contato com ela para ajudá-lo a salvar o Multiverso de uma ameaça que quer por fim à vida de todos em todas as realidades existentes.

A Baleia

Lançado na última quinta (16), A Baleia é um filme que já nasceu polêmico. Este drama acompanha a complicada vida de Charlie (Brendan Fraser), um professor de inglês que sofre de transtorno de compulsão alimentar e com obesidade crônica. Assim, ele dá aulas on-line, mas por medo de ser julgado por sua aparência, ele nunca liga a webcam. Além disso, ele é atormentado pela culpa de ter largado sua filha quando ainda era criança. Então, ele decide tentar corrigir esse erro se aproximando da menina, que só aceita vê-lo novamente por precisar de ajuda em um trabalho da escola. Apesar de toda a controvérsia da trama, o longa chamou atenção pela atuação magistral de Fraser, que é um dos favoritos a levar o prêmio de Melhor Ator.

Gato de Botas 2: O Último Pedido

Grande sucesso da DreamWorks na temporada, a sequência de Gato de Botas (2011) dá uma enorme revitalizada na saga do espadachim felino mais amado das telonas ao mostrar suas aventuras pelo mundo após sua jornada com Shrek e os amigos. Nessa história original, o Gato viaja o globo bebendo leite, paquerando gatinhas e salvando comunidades mais carentes de criaturas mágicas e governantes tiranos. Porém, em um de seus duelos, o felino descobre que chegou à última de suas nove vidas. Então, caçado por mercenários e na mira de um caçador de recompensas muito sinistro, ele vai atrás do mapa da Estrela dos Desejos para tentar recuperar suas nove vidas.

Os Fabelmans

Dirigido por Steven Spielberg, Os Fabelmans é um dos filmes mais especiais da carreira do diretor que encantou o mundo com alguns dos maiores longas de todos os tempos. Isso porque a história desse longa é inspirada na própria vida do diretor, que traz muita dedicação a essa fábula biográfica. A trama acompanha um jovem que cresce no Arizona no período pós-Segunda Guerra Mundial. Sua vida muda de uma vez por todas ao ter contato com o cinema pela primeira vez. Assim, ele arruma uma câmera filmadora e começa a gravar seus próprios filmes. Então, ao descobrir um enorme segredo de família, o garoto decide usar a magia do cinema para encontrar a verdade em si mesmo e em seus familiares.

Avatar: O Caminho da Água

Assim como seu antecessor, Avatar: O Caminho da Água conseguiu uma série de indicações em categorias técnicas e até a Melhor Filme. A trama segue contando a história de Jake Sully, agora completamente convertido Na’Vi, enquanto aproveita a vida com sua família em Pandora. Só que uma nova interferência dos humanos no planeta colocará sua aldeia em risco. Então, buscando salvar seu povo e sua família em risco, os “Sullys” deixam as árvores e buscam abrigo em outro bioma de Pandora, junto com a tribo das águas. Agora, eles precisarão se adaptar a essa nova cultura marítima se quiserem sobreviver. É um daqueles filmes que vale a pena assistir nos cinemas, ainda mais se tiver a opção do 3D, que realmente acrescenta à história.

Gosta de AÇÃO? Conheça a superprodução que chegou na Netflix no estilo ‘Velozes e Furiosos’

Em 2020, ainda no início do período de reclusão, a Netflix lançou um filme de ação francês que acabou fazendo muito sucesso entre seus assinantes, sob o título ‘Bala Perdida’. De lá para cá, tivemos que enfrentar mais tempo ainda dentro de nossas casas, e muitas produções tiveram que ser seguradas até que pudessem ser realizadas. Como consequência infeliz, filmes que inesperadamente fizeram sucesso – como o supracitado – tiveram que aguardar um tempo precioso até estrelar sua continuação, e essa espera podia significar um esfriamento do interesse do público. Então, dois anos e uma pandemia depois, ‘Bala Perdida 2’ finalmente chegou à Netflix, e, contrariando as previsões, pulou direto ao Top 10 da plataforma.

Depois de limpar seu nome após a morte de Charras (Ramzy Bedia), o mecânico Lino (Alban Lenoir) tentou seguir adiante com sua vida trabalhando com a tenente Julia (Stéfi Celma), mas há seis meses planta guarda diariamente na janela de Stella (Anne Serra), certo de que eventualmente Marco (Sébastien Lalanne) irá aparecer. Lino quer acertar as contas com o assassino desde o dia em que acordou no hospital e soube que Marco havia escapado das algemas, porém, ao chegar na fronteira com a Espanha descobre que Marco está sendo procurado internacionalmente. Aos poucos, as histórias que lhe foram sendo contadas sobre o paradeiro do assassino começam a ficar cada vez mais tortuosas, e todos ao seu redor passam a agir de maneira suspeita.

Em quase uma hora e quarenta de duração ‘Bala Perdida 2’ em pouco lembra o filme original. Fora o título e o protagonista, que manteve so mesmo ator, a história em si vai para caminhos bem diferentes do longa primevo. Aparentando trazer menos orçamento e, com isso, ter menos carrões modificados desfilando na produção, na prática isso significa que enquanto o primeiro longa chamou a atenção por se assemelhar à franquia ‘Velozes e Furiosos’, a continuação parece ter deixado essa característica de lado, apresentando apenas um único carro modificado, e que nem é tão maneiro assim.

Escrito e dirigido novamente por Guillaume Pierret, o roteiro de ‘Bala Perdida 2’ foca mais numa história que constrói um ambiente de espionagem, traição e teoria da conspiração do que no tiro, porrada e bomba típico dos filmes de ação – e que, aliás, fez bastante parte do longa anterior. Dessa forma, temos um filme focado mais no drama pessoal dos personagens e seus objetivos particulares do que no entretenimento do espectador com cenas mirabolantes – que é o que queremos ver nesse tipo de filme. Mesmo mantendo algumas cenas de perseguição de carro (em via expressa em plano aberto, no interior do país), elas em nada lembram as cenas com dezenas de carros correndo pelas ruas da França que vimos no filme anterior. O mesmo pode-se dizer das cenas de briga e de ação; elas estão lá, mas igualmente são poucas, se comparadas ao anterior.

Bala Perdida 2’ definitivamente tira o pé do acelerador e se comporta mais, desapontando os espectadores. Com menos – porém eficientes – cenas de ação, o filme entretém, mesmo tendo perdido seu vigor original. Uma vez que tudo indica uma nova continuação, é torcer para que o novo projeto retome a proposta inicial da franquia francesa.

Crítica | Depois a Louca Sou Eu – Amazon Prime lança filme bem humorado sobre a “geração rivotril”

Após trabalharem juntas em Meu Passado Me Condena e Meu Passado Me Condena 2, a diretora Julia Rezende e a escritora Tati Bernardi retomam a parceria em Depois a Louca Sou Eu, que estreou no catálogo do Amazon Prime Video. Ainda que traga elementos marcantes do humor, o novo longa se diferencia dos anteriores em seu peso dramático.

O filme fala muito sobre os tempos atuais, em que a maioria das pessoas busca tratamento, seja psicológico ou através de medicamentos, e tem problemas para lidar com ansiedade ou posicionamento no mundo.

Débora Falabella vive Dani, uma publicitária que sonha em investir mais na carreira de escritora. Inquieta e com fortes crises de ansiedade, ela encontra barreira no convívio social. Seus medos e conflitos, muitas vezes, levam ao isolamento, fazendo com que minta sempre para as pessoas mais próximas. Ao mesmo tempo em que busca todo tipo de solução para suas crises, a mulher tem que lidar com a difícil relação com a mãe.

Filha do diretor Sérgio Rezende e da produtora Mariza Leão, Julia Rezende tem sido um dos destaques da comédia nacional nos últimos anos. O gênero quase virou sinônimo de algo ruim há pouco tempo, com uma sucessão de comédias exageradas e pouco inspiradas, mas a cineasta desde seus primeiros trabalhos vem demonstrando uma grande sensibilidade, além da capacidade de emocionar em obras humorísticas, como vemos em Um Namorado para Minha Mulher e Ponte Aérea.

Em Depois a Louca Sou Eu, Julia consegue criar cenas divertidíssimas e também apresentar momentos tocantes. E ela teve a sorte de contar com uma grande atriz ao seu lado. Débora Falabella é a pessoa perfeita para o papel – surgindo em cena como um turbilhão de emoções e convencendo o espectador de que está de fato passando por tudo aquilo. A atriz está bem nas cenas de humor, sempre demonstrando aquela delicadeza peculiar, mas principalmente nos momentos mais dramáticos. Há de se valorizar ainda o fato de Rezende não abafar a sexualidade da personagem. Dani é uma mulher adulta, que passa por vários relacionamentos, e o sexo é algo importante em cena, até como válvula de escape da difícil realidade.

O bom elenco da produção conta ainda com as presenças de Débora Lamm, Yara de Novaes, Gustavo Vaz e Evandro Mesquita. O principal mérito do roteiro está em centrar sua atenção em Dani e na boa mescla entre humor e comédia, embora o longa pareça ter dificuldades para achar seu tom no início, principalmente no uso moderno de imagens e legendas na tela.

Depois a Louca Sou Eu é um retrato bem-humorado dessa “geração rivotril”. Tem o mérito de não fazer apologia ao uso de medicamentos de tarja preta, mas talvez minimize um pouco o impacto dos mesmos para fazer rir. A relação de Dani com a mãe também gera boas risadas, mas a repetição de situações acaba prejudicando um pouco a dinâmica. Ainda assim, estamos diante de uma obra interessante e envolvente.   

‘The French Dispatch’: Revelado elenco completo do novo filme de Wes Anderson

O novo projeto do cineasta Wes Anderson, ‘The French Dispatch‘, já está em andamento e, agora, a Fox Searchlight revelou o elenco completo do filme.

O longa estrela Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As filmagens do longa estão acontecendo na França e já devem estar terminando.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas, que se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

‘The French Dispatch ainda não tem data de estreia confirmada, mas tem previsão de lançamento para meados de 2020.

O projeto segue o sucesso ‘Ilha de Cachorros’, animação em stop-motion lançado em 2018 que foi aclamado pela crítica e foi indicado para duas estatuetas do Oscar: Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora.

Crítica de Álbum | Mandy Moore faz um retorno triunfal com ‘Silver Landings’

Mandy Moore ganhou reconhecimento ao viver a odiosa antagonista do clássico O Diário da Princesa e depois ao dublar Rapunzel na animação Enrolados; entretanto, Moore, que também marcou presença em diversas comédias românticas, tem uma carreira prolífica na indústria fonográfica – apesar de ter se distanciado nos últimos anos por motivos pessoais. Agora, onze anos depois do lançamento de ‘Amanda Leigh’, ela retorna aos holofotes com sua melhor investida musical, intitulada Silver Landings. Seu sétimo álbum de estúdio não apenas é uma intimista aventura por sua conturbada vida, como também uma declaração de amor ao que lhe faz feliz: cantar e compor.

Abraçando estilos que já foram incorporados em obras predecessoras, a performer resolve se apropriar do cândido liricismo de cada uma das faixas, aliada à competente produção de Mike Viola, o qual abandona em partes sua tendência alternativa ao abrir espaço para a melódica cultura folk – pincelada com algumas dissonâncias interessantes e um mergulho no country-pop que vem tomando conta dessa esfera nos últimos anos (vide os últimos trabalhos de Lady Gaga e Kacey Musgraves, por exemplo). Diferente do que alguns poderiam imaginar, o CD abre com um envolvente ápice que nos arremessa de volta para os anos 2000 e que traz um diálogo quase automático com “Need You Now”: movida pela suavidade da guitarra, do piano de inferências do blues, “I’d Rather Lose” funciona como uma reflexão moralista que analisa o real significado de felicidade e de vitória.

Ainda que repetitivo no ouvido de certos fãs, Silver Landings deixa claro que sua identidade é a mais pura possível, por vezes utilizando-se de instrumentais familiares; porém, a condução de Moore e das vozes secundárias é competente o bastante para nos arrebatar logo no primeiro refrão, como acontece no dramático escopo de “Fifteen” e “Easy Target”, que compartilham uma progressão similar, ainda que tragam letras complementares e antitéticas. Mesmo assim, o que nos mais chama a atenção é a delicadeza com a qual a equipe técnica trata todas as tracks, prezando pela expansão vocal da lead singer e por rendições que oscilam do naturalismo blasé até à comovente teatralidade cultivada por uma arte mais sinestésica que meramente consumível.

Moore e Travis também não pensam duas vezes antes de voltar no passado: em “When I Wasn’t Watching”, as potentes guitarras e a retumbante bateria se respalda nas baladas electro-rock dos anos 1970 e 1980, brincando com o decaimento das notas que busca por respostas e que dá espaço a um bem formulado bridge. Em “Forgiveness”, o folk volta a falar mais alto, à medida que é perscrutado com as suaves escolhas do violão e da performance da artista, que ofuscam as repetitivas batidas no pano de fundo. Na verdade, essa faixa em especial funciona como uma homenagem da própria lead singer ao seu eu mais jovem e aqueles que lhe influenciaram no começo da carreira.

A cantora brinca com um niilismo pueril em algumas investidas, resgatando a inocência que outrora regia seus dias e agora não passam de lembranças que carrega no peito. É o caso, por exemplo, de “Stories Reminding Myself of Me”, que, por mais formulaica que soe, nos encanta por uma pureza de detalhes fascinante e emotiva. Por outro lado, as mensagens que Moore deseja nos passar se fincam a uma sutileza sensorial de tirar o fôlego quando absorvidas com maior atenção: em “Trying’ My Best, Los Angeles”, a cidade dos sonhos é convidativa e perigosa ao mesmo tempo, por prometer algo que muitas vezes nos extenua e nos coloca num confinamento frustrante que nos desanima – e que, na verdade, nos deveria ensinar uma lição valiosa (da mesma forma que a ensinou).

O álbum rende-se bastante a cantigas de época que refletem o background de seus compositores, principalmente quando chegamos às últimas canções: “If That’s What It Takes” é uma lullaby pautada num inesperado dueto e nas notas minimalistas do violão antes de “explodir” em uma transição prática o suficiente para anunciar que estamos perto do fim e que, agora, devemos nos valer de momentos que se foram e que estão para chegar (uma investida quase metafísica que envolve justamente por sua profundidade mascarada). Na música-titular, que de forma sagaz foi imprimida com o grand finale do CD, Moore e seu time mostram que sabem trabalhar com a repetição de acordes e até mesmo a reciclagem de construções, transformando algo a princípio encarado como superficial em uma obra-prima que provavelmente não vai agradar a todos, mas que carrega uma identidade própria e exuberante.

Silver Landings mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance­ das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks do ano.

Nota por faixa:

  • I’d Rather Lose – 4,5/5
  • Save a Little for Yourself – 3/5
  • Fifteen – 5/5
  • Tryin’ My Best, Los Angeles – 4/5
  • Easy Target – 5/5
  • When I Wasn’t Watching – 4,5/5
  • Forgiveness – 4,5/5
  • Stories Reminding Myself of Me – 3,5/5
  • If That’s What It Takes – 4,5/5
  • Silver Landings – 5/5

“One Shot”, música original de ‘Velozes e Furiosos 9’, ganha incrível clipe oficial; Assista!

Os artistas YoungBoy Never Broker AgainLil Baby divulgaram recentemente o clipe oficial de “One Shot”, uma das canções originais de Velozes e Furiosos 9’.

A trilha sonora completa já está disponível em todas as plataformas digitais.

Assista:

O filme chega aos cinemas nacionais em abril de 2022.

Assista ao trailer:

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Moana’: Série sequência da aclamada animação será lançada em 2023

Depois de confirmar que a aclamada animação Moana – Um Mar de Aventuras’ vai ganhar uma sequência seriada no Disney+, a Casa Mouse revelou que a produção original ganhou previsão de lançamento: 2023.

Confira o anúncio:

Os filmes ‘A Princesa e o Sapo’ e ‘Zootopia’ também vão ganhar séries derivadas. Detalhes sobre os shows não foram divulgados.

Moana – Um Mar de Aventuras’ foi lançado nos cinemas em 2017.

O filme trouxe para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

‘Legends of Tomorrow’: Lendas enfrentam um novo problema na promo oficial do episódio 06×02; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Meat: The Legends”, segundo episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “com Spooner a bordo, Ava tem esperanças de que suas habilidades especiais irão ajudá-los a localizar os alienígenas espalhados pela linha do tempo – o que também pode levá-los a Sara. As Lendas logo se veem no encalço de um extraterrestre nos anos 1950, em San Bernardino, tentando descobrir o que está levando os habitantes a ter um frenesi alimentar. Zari faz com que Behrad saiba que está pronta para usar o Totem, mas Behrad não está pronto para compartilhá-lo, causando tensão entre os dois. Enquanto isso, depois de uma aterrissagem turbulenta, Sara arquiteta um plano e pede ajuda de ninguém menos que Amelia Earhart, a única que pode levá-la para casa”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Riverdale’: Último episódio da 5ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de Riverdale: RIP (?)”, 19º e último capítulo da quinta temporada de Riverdale.

Na trama, “conforme a turma junta as peças de um difícil ano em Riverdale, um incidente no Pop’s os força a tomar uma complicada decisão sobre o futuro da cidade”.

O episódio vai ao ar em 06 de outubro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Batman’: Robert Pattinson comenta sobre a dura lição que Bruce Wayne irá aprender no filme; Saiba mais!

Batman‘ chega aos cinemas nacionais no dia 03 de março e os fãs estão ansiosos para conferir esse novo capítulo sobre o icônico personagem da DC.

Agora, em uma recente entrevista ao Den of Geek, o astro Robert Pattinson, que interpreta o personagem titular, comentou que o herói irá começar com uma visão distorciada de Gotham City, algo que deriva de seu status bilionário e privilegiado. Enquanto Bruce Wayne acredita que é quem manda na cidade, ele irá enfrentar uma dura realidade e perceber que não tem controle sobre Gotham e seus habitantes.

“[Bruce] acredita que esta é a cidade dele, de uma forma esquisita. Ele acredita que a construiu”, Pattinson comentou. Entretanto, apesar de Bruce ter “o dinheiro e o castelo”, ele irá aprender da maneira mais difícil que tem “nenhum controle ou poder sobre qualquer coisa na cidade”.

De acordo com o Box Office Pro, o longa pode faturar a maior bilheteria de abertura entre as adaptações do herói.

Foi dito que ‘Batman‘ deve arrecadar entre US$ 135 e 185 milhões em seu fim de semana de estreia somente nos EUA e no Canadá.

Caso o filme atinja a maior perspectiva, vai ultrapassar o posto de ‘Batman vs Superman‘ (2016), que arrecadou US$ 166 milhões no mesmo período.

Logo atrás vem ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), com US$ 160 milhões.

E aí, você está ansioso para conferir o novo filme?

Lembrando que o novo filme terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.