O grupo se junta aos previamente confirmados Taylor Kitsch (‘A Lista Terminal’), Diego Luna (‘Andor’) e Jason Isaacs (‘The White Lotus’).
Na trama…
Durante o escaldante verão texano, de 1974, Jim Estelle (Kitsch), chefe do Departamento de Correções do Texas, que se vê envolvido em um tenso jogo psicológico com o implacável traficante de heroína Federico Carrasco (Luna). Após um plano de fuga malsucedido, Carrasco toma o controle da Penitenciária de Huntsville, fazendo dezenas de pessoas reféns. Ao longo de onze dias aterrorizantes, as fronteiras entre justiça e sobrevivência, captor e cativo, começam a se dissolver em meio ao caos.
O roteiro é baseado no livro ‘Eleven Days in Hell: The 1974 Carrasco Prison Siege at Huntsville, Texas‘, de William T. Harper.
Peter Landesman (‘Um Homem Entre Gigantes’) é responsável pela direção.
Kevin Sheridan assina o texto original, com revisões do próprio Landesman.
A produção fica por conta de Vincent Newman e Vance Howard.
As filmagens estão programadas para começarem em setembro, no Texas.
Segndo o Deadline, Amber West (‘Anjos da Lei 2’) foi escalada para um importante papel na 8ª e última temporada da comédia ‘The Neighborhood’, da CBS.
West interpretará Mercedes. Dramática, exigente, fabulosa e egocêntrica, uma das estrelas do “Trophy Divas of Brentwood”, Mercedes só pensa em Mercedes. Ela contratou Malcolm para escrever seu romance fantasma, mas teme que ele não seja picante o suficiente para agradar aos fãs. Mas quando não está em público, Mercedes é, na verdade, uma mulher de negócios muito mais pé no chão e esperta, e não o monstro que interpreta na TV.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que o ciclo de encerramento da atração será exibido entre o final de 2025 e o começo de 2026.
No Brasil, as sete primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Paramount+.
‘The Neighborhood’ acompanha Dave Johnson, o “cara mais legal do Centro-Oeste”, que se muda com sua família branca para um bairro predominantemente afro-americano no subúrbio de Los Angeles, onde nem todos apreciam sua extrema boa vizinhança. Isso inclui seu novo vizinho Calvin Butler.
A Netflix anunciou o elenco completo de ‘A Idade da Inocência’, adaptação seriada baseada no clássico romance assinado por Edith Wharton (via Deadline).
Fiona Glascott será Augusta Welland, Belinda Bromilow será Adeline Archer, e Emma Shipp interpretará Janey Archer. Hayley Mills, Ryan Morgan, Will Tudor, John Light, Steven Pacey, Kel Matsena, Lucia Balordi, Elly Roberts, Jack Cutmore-Scott, Anna Madeley e Michael Cochrane também foram escalados para o projeto.
O grupo se junta aos previamente confirmados Camila Morrone (‘Daisy Jones & the Six’), Kristine Froseth (‘Os Bucaneiros’), Ben Radcliffe (‘Mestres do Ar’) e Margot Martindale (‘Justified’), que serão os protagonistas.
Shannon Murphy (‘Morrendo por Sexo’) entra como produtora executiva e irá dirigir os três primeiros episódios.
Criada por Emma Frost, a minissérie é um conto apaixonado e comovente sobre um triângulo amoroso que explora temas como liberdade, dever, identidade e amor em todas as suas formas. Essa nova abordagem será fiel ao romance de Wharton, mas ressoará com uma nova geração à medida que percorremos os salões de baile e quartos desses jovens, questionando: o que é amor — e o que é luxúria? E devemos, em última análise, ser guiados por nossas cabeças ou por nossos corações?
Morrone interpreta Ellen Olenska, a prima inteligente e independente de May, que retorna a Nova York após um casamento fracassado com o Conde Stanislas Olenski, um nobre polonês. Ellen é uma mulher de espírito livre, brincalhona, inteligente e obstinada, mas que carrega consigo conflitos e culpa em torno de sua nova posição na sociedade.
Froseth dá vida a May Welland, uma mulher gentil e genuína, produto de sua classe social. Tradicional, seguidora de regras e defensora do status quo, mas não isenta de rebeldia.
Radcliffe interpreta Newland Archer, um cavalheiro elegante, progressista e inteligente da sociedade que anseia por uma conexão mais profunda e apaixonada com o mundo e com alguém nele.
Martindale encarna a Sra. Manson-Mingott, a avó de May e Ellen, que é divertida, grosseira, desafiadora, caprichosa e teimosa.
Desde sua publicação em 1920, ‘A Idade da Inocência’ permanece uma constante nos “clássicos” globais e é considerado por muitos como o primeiro romance social verdadeiramente americano. O livro ganhou o Prêmio Pulitzer de Ficção de 1921, tornando Wharton a primeira mulher a receber o prêmio. A adaptação de Martin Scorsese para o cinema em 1993 recebeu inúmeras indicações e vitórias ao Oscar, Globo de Ouro e ao BAFTA.
O co-CEO da DC Studios, James Gunn, já confirmou que a Terra-X não fará parte de ‘O Homem do Amanhã’; em vez disso, é o acordo de Lex Luthor com Rick Flag Sr., que vimos em ‘Pacificador’, que será fundamental para a continuação de ‘Superman’.
Quanto a Chris Smith e o grupo conhecido como 11th Street Kids, Gunn disse ter planos para os personagens – mas eles não necessariamente envolvem uma 3ª temporada da série que protagonizam.
“Vocês descobrirão mais no episódio 8 [da 2ª temporada], porque não é necessariamente isso”, disse o diretor ao Deadline. “Alguns desses personagens continuarão, mas também não é exatamente uma terceira temporada de ‘Pacificador’. Não descarto essa possibilidade. Vocês assistirão ao episódio 8 e talvez descubram um pouco mais”.
Com um crossover inesperado entre a série e ‘Superman’, a esperança é que um grande super-herói do DCU apareça no final da segunda temporada de ‘Pacificador’. O que isso poderia significar? Bem, teremos que esperar para ver, especialmente porque projetos como ‘Waller’ e ‘The Authority’ enfrentaram alguns problemas desde que foram anunciados no início de 2023.
“Tem um criador muito bom que conversou comigo outro dia”, disse Gunn sobre ‘The Authority’, antes de ser questionado se o filme poderia virar uma série. “Quem sabe? Provavelmente não farei certos filmes com personagens que [o público] não conhece; é mais difícil atrair pessoas para o cinema para esse tipo de coisa”.
Lembrando que a 2ª temporada completa já está disponível no streaming.
Com 104 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)
“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)
“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)
“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)
“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)
“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
A produção é baseada nos livros de true crime “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos escritos pelo jornalista Ulisses Campbell.
Mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados.
Na animação, um novo inimigo surge na terra de Ooo e as garotas Fionna e Cake precisam recorrer a ninguém menos que o antigo Rei Gelado para garantir a paz. Nas novas aventuras, temos participações especiais de personagens já queridos como Marceline e Princesa Jujuba.
A produção foi criada por Adam Muto e conta com dez episódios.
A cantora e compositora Taylor Swiftacaba de lançar seu aguardado 12º álbum de estúdio, intitulado ‘The Life of a Showgirl’ – mas parece que os fãs e os ouvintes não tiveram uma reação unânime ao projeto.
O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas. Nas redes sociais, alguns internautas rasgaram elogios para a produção, enquanto outros o criticaram negativamente.
Para promover o álbum, Swift também lançará uma produção cinematográfica intitulada ‘The Official Release Party of a Showgirl’. O longa-metragem terá 89 minutos de duração e trará a estreia do videoclipe da canção “The Fate of Ophelia”, chegando aos cinemas nacionais em 24 de outubro.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público, e o compilado de inéditas ‘The Tortured Poets Department’.
Depois de ter conquistado o Oscar de Melhor Ator por seu incrível trabalho em ‘Oppenheimer’, Cillian Murphy está com seu próximo projeto em mãos: ‘Steve’.
O drama da Netflix, centrado em um professor de um reformatório inglês, chegou hoje, 3 de outubro, ao catálogo da plataforma de streaming e acaba de ganhar mais um trailer oficial.
Confira:
O longa é dirigido por Tim Mielants e funciona como uma reimaginação do romance ‘Shy’, de Max Porter.
Ambientado em meados da década de 1990, Steve acompanha um dia crucial na vida do personagem titular e seus alunos em um reformatório, em meio a um mundo que os abandonou. Enquanto Steve luta para proteger a integridade da escola e o fechamento iminente, ele lida com sua própria saúde mental. Paralelamente às lutas de Steve, o adolescente problemático Shy (Jay Lycurgo) se vê dividido entre seu passado e o futuro, enquanto tenta conciliar sua fragilidade interior com seu impulso de autodestruição e violência.
‘Monstro: A História de Ed Gein‘, terceira temporada da popular série antológica baseada em crimes reais, já está disponível na Netflix.
O novo ciclo traz Charlie Hunnam no papel do temido Ed Gein, assassino em série infame que inspirou filmes como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ‘Psicose‘ e ‘O Silêncio dos Inocentes‘ – e chegou à plataforma de streaminghoje,3 de outubro.
Nos campos congelados da zona rural de Wisconsin, na década de 1950, um recluso simpático e gentil chamado Eddie Gein vivia tranquilamente em uma fazenda decadente – escondendo horrores tão macabros que redefiniriam o pesadelo americano. Motivado pelo isolamento, pela psicose e por uma obsessão avassaladora pela mãe, os crimes perversos de Gein deram origem a um novo tipo de monstro que assombraria Hollywood por décadas.
Laurie Metcalf dará sua à mãe do psicopata titular, enquanto Suzanna Son viverá sua única amiga e Tom Hollander interpretará Alfred Hitchcock, diretor de ‘Psicose‘.
Após ter sido traído e deixado para morrer, Parker, um ladrão profissional, percebe que sua busca por vingança também pode trazer a maior oportunidade de sua carreira.
Porém, até mesmo com a ajuda do seu parceiro, o artista trapaceiro Grofield, ele ainda precisará enganar um ditador da América do Sul, a máfia de Nova York e o mundo mais rico do mundo para se manter vivo.
Os críticos ficaram divididos: enquanto alguns consideraram o filme divertido e dinâmico, outros apontaram uma trama confusa e sem lógica.
“A mais recente comédia de ação de Shane Black prova que ele ainda é capaz de entregar uma comédia igualmente engraçada e repleta de ação, com todas as marcas registradas que nos fazem amá-lo como cineasta”, disse Nate Richard do Collider
“Jogo Sujo é uma aventura tão fora do comum que nunca tem chance de se tornar entediante, tão absurda que você não consegue levar nenhum elemento dela a sério, e tão divertida que consegue fazer com que um tempo de duração de 125 minutos pareça razoável, ainda que por pouco”, disse Jim Vorel do Paste Magazine.
“Uma comédia de ação retrô, movida por uma violência casual suficiente para arrancar mais sorrisos do que suspiros. Black, como diretor, transformou esse estilo de ação retrô exagerada em sua marca registrada, nem sempre com sucesso. Mas, neste caso, ele nos lembra por que é tão bom nisso”, afirmou Owen Gleiberman da Variety.
“Durante quase todo o tempo inflado de duas horas, Black mantém o pé no acelerador na esperança de que o público não perceba a trama confusa e quase sem lógica”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Embora este não seja exatamente o material clássico de Black, chega perto o suficiente para que eu não me importasse de vê-lo lançar um novo a cada dois anos na próxima década”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Jogo Sujo é uma grande decepção. Parece uma imitação barata de um filme de Shane Black, em vez de uma adição genuína e memorável à sua filmografia”, disse Manuel São Bento da FandomWire.
O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas.
Para promover o álbum, Swift também lançará uma produção cinematográfica intitulada ‘The Official Release Party of a Showgirl’. O longa-metragem terá 89 minutos de duração e trará a estreia do videoclipe da canção “The Fate of Ophelia”, chegando aos cinemas nacionais em 24 de outubro.
O último álbum de Swift foi ‘The Tortured Poets Department’, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
O Rio de Janeiro se transforma novamente na capital do cinema com o início da 27ª edição do Festival do Rio, que terá a cobertura COMPLETA pelo CinePOP. De hoje até o dia 12 de outubro, a cidade será palco de uma verdadeira maratona cinematográfica, reunindo cerca de 300 filmes, entre ficções, documentários, curtas, filmes de terror e outras produções que prometem agradar aos mais variados públicos.
A programação é extensa e inclui tanto produções nacionais quanto internacionais, com títulos já premiados nos principais festivais do mundo. E este ano, a Première Brasil bate um recorde histórico: são 125 produções brasileiras – entre longas, curtas, pilotos de séries e filmes restaurados – refletindo o momento de destaque do cinema nacional, que brilhou no Oscar e em festivais ao redor do planeta.
A edição 2025 também traz novos prêmios na competição oficial, como o de Melhor Figurino, e marca o retorno do Prêmio do Público para Melhor Filme e Melhor Documentário. A mostra Novos Rumos também contará com a escolha do público para Melhor Filme.
A seleção internacional está espalhada por mostras como Panorama Mundial, Expectativa 2025, Première Latina, Midnight Movies e Itinerários Únicos. Um dos destaques deste ano é a Temporada França-Brasil, que traz a consagrada atrizJuliette Binoche, agora como diretora. Ela apresentará seu primeiro longa por trás das câmeras, In-I in Motion, exibido pela primeira vez no Brasil.
Outro destaque é a presença da cineasta portuguesa Teresa Villaverde, que vem ao Rio exclusivamente para a estreia mundial de Justa, protagonizado por Betty Faria. Já a argentinaDolores Fonzi traz Belén, o filme que representa a Argentina na corrida pelo Oscar 2025. Do lado chileno, estarão presentes o diretor Diego Céspedes e a atriz Paula Dinamarca, com O Misterioso Olhar do Flamingo.
Antes mesmo da Gala de Abertura, que acontece esta noite no tradicional Cine Odeon, no coração da Cinelândia, o público já pode conferir sessões em várias salas espalhadas pela cidade. A abertura oficial será com o filme Depois da Caçada (After the Hunt), de Luca Guadagnino, que chega ao Brasil após passar pelos festivais de Veneza e Nova York.
Os ingressos já estão à venda no site Ingresso.com e nas bilheterias dos cinemas participantes. A programação completa pode ser conferida no site oficial do Festival do Rio.
Aonde assistir aos filmes?
O Festival estará presente em 22 salas de cinema do circuito comercial, como os cinemas do Circuito NET (Gávea e Botafogo), Kinoplex São Luiz, CineSystem Belas Artes, CineSanta, Cine Carioca José Wilker e, claro, o clássico Odeon. Além disso, haverá exibições gratuitas em espaços como o Museu do Amanhã, Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), Pavilhão do RioMarket e Teatro Glaucio Gil.
Uma das atrações mais queridas pelo público, o Cinema Circulação, está de volta com sessões gratuitas no Cine Carioca Penha, Cine Carioca Nova Brasília (Complexo do Alemão), Casas Casadas (Laranjeiras) e Cine Santa (Santa Teresa). Também está confirmada a exibição ao ar livre no Parque Susana Naspolini, em Realengo – uma ótima opção de lazer gratuito para famílias da zona oeste.
Festival e sustentabilidade: foco na COP30
Sintonizado com os grandes temas globais, o Festival deste ano destaca a COP30, conferência sobre o clima que será realizada no Brasil em 2025. A programação especial “Futuros Possíveis“, com curadoria e apoio da Ford Foundation, reúne filmes e debates voltados para o meio ambiente, justiça climática e sustentabilidade.
Esse tema atravessa diferentes mostras do festival, como a Première Brasil – Estado das Coisas, a mostra Expectativa e o Programa Geração, trazendo reflexões urgentes sobre o planeta que queremos construir.
Baseado em fatos históricos, MALÊS retrata a maior rebelião de pessoas escravizadas da história do Brasil, a Revolta dos Malês. A insurreição mobilizou a população negra pelas ruas de Salvador contra a escravidão em 1835.
Novos rumores sobre ‘Vingadores: Doomsday’ (Avengers: Doomsday), o filme que apresentará a épica guerra multiversal do MCU, apontam para a possível e significativa reintrodução de um dos atores mais queridos do elenco: Chris Evans como Steve Rogers/Capitão América.
Segundo o ComicBookMovie, rumores indicam que Evans está “definitivamente no Doomsday” e desempenhará um “papel importante na história”. Os mesmos boatos mencionam que, fora Evans, o “elenco anunciado são os principais atores”do filme.
Apesar da expectativa crescente dos fãs, o ator continua negando seu envolvimento no próximo grande evento do MCU, alegando estar “felizmente aposentado”.
“Quero dizer, é triste estar longe. É triste não estar de volta com a banda, mas tenho certeza de que eles estão fazendo algo incrível, e tenho certeza de que será muito mais difícil quando for lançado e você sentir que não foi convidado para a festa”, disse Evans em uma entrevista recente.
Acredita-se que o retorno de Steve Rogers o colocará como alvo do Doutor Destino. A motivação do vilão seria a incursão multiversal que Steve Rogers teria causado, que levou à morte da família de Destino.
Os rumores afirmam que a Marvel está mantendo diversos personagens em segredo para surpreender o público. Além disso, uma das “múltiplas participações especiais” seria a do Motoqueiro Fantasma.
Não está claro se será a versão de Nicolas Cage ou uma nova encarnação do Espírito de Vingança.
‘Faça Ela Voltar’ (Bring Her Back), novo terror da A24, estreou com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e fez o maior sucesso nos cinemas.
O filme já tem data para chegar na loja do Prime Video pra compra e aluguel: dia 7 de Outubro.
De modo geral, os críticos elogiaram o longa, destacando sua capacidade de capturar com intensidade o medo de perder alguém, além de transmitir com autenticidade o verdadeiro significado do terror.
Na trama, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.
“Os Philippou trabalham de uma forma que é impressionista, mas suficientemente refinada para se justificar. Eles não se preocupam em amarrar todos os fios soltos de sangue. O que buscam é uma sensação, uma experiência exuberante de choque maligno”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘Faça Ela Voltar’ captura a escuridão e o medo de perder alguém, ao mesmo tempo em que se firma como um dos melhores filmes de terror do ano. É essa combinação, assim como em Fale Comigo, que coloca Danny e Michael Philippou entre os cineastas mais promissores e emocionantes do gênero”, disse Ross Bonaime do Collider.
“O terror baseado no luto dos irmãos Philippou é tão visceral e brutal quanto se poderia esperar após a estreia deles nos cinemas, mas sem qualquer traço de esperança. Em vez disso, ‘Faça Ela Voltar’ funciona a partir de uma sensação constante e palpável de pavor e angústia do início ao fim”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.
“Embora seus elementos possam parecer previsíveis e o ritmo seja particularmente lento, quando Faça Ela Voltar finalmente revela todo o seu horror, tanto o pessoal quanto o sobrenatural, é impossível desviar o olhar, por mais que se tente”, disse Hoai-Tran Bui do Inverse.
“Com atuações excepcionais de todo o elenco, uma direção brilhante dos irmãos Philippou, um roteiro arrepiante e um foco constante em aterrorizar o público, ‘Faça Ela Voltar’ é um filme que os fãs de terror definitivamente não vão querer perder”, disse Swara Salih do But Why Tho? A Geek Community.
“Hawkins adiciona uma nova camada ao seu já impressionante repertório com uma atuação que transita entre uma malevolência arrepiante e uma desesperação comovente”, disse Carlos Aguilar do IGN Movies.
“Uma experiência exaustiva. Mas não no sentido emocional, onde deveria impactar, já que, apesar do talento dos Philippou para a técnica, eles não conseguem conectar os pontos entre um filme de terror que aborda o luto e um filme de terror que realmente trata do luto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“Embora seja um filme de ritmo mais lento do que Fale Comigo e sua história seja um tanto genérica, o excelente desenvolvimento de personagens, as atuações e as cenas de terror fazem deste um filme de terror que você não vai conseguir esquecer”, disse Sean Boelman do FandomWire.
Quando Laura (Sally Hawkins) está assistindo as fitas do ritual, aparece um website que realmente existe.
“Há um site que aparece quando a Laura está assistindo as fitas, e é um site que você pode visitar na vida real. Há um pouco de Universo Compartilhado acontecendo e outras coisas. Não quero dar Spoiler, mas há um Universo Compartilhado acontecendo.”, ele afirmou.
“Nós temos dois roteiros diferentes para Fale Comigo 2, se passando em dois lugares diferentes. Focando em dois conjuntos diferentes de personagens, eu queria dar um tempo pra ver se eu saio com uma perspectiva nova. Está praticamente pronto para filmar”, ele afirmou.
A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.
O filme conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Adaptação da peça homônima de Perry, lançada pela Lionsgate, o filme original acompanha quatro casais — amigos próximos que se reencontram uma vez por ano para uma semana de férias. À primeira vista, o retiro visa ajudá-los a relaxar e se reconectar, mas rapidamente se torna um ponto crucial para examinar as rachaduras em seus relacionamentos.
Na sequência, os casais se reencontram em comemoração enquanto a filha de Marcus (White) e Angela (Smith) se prepara para se casar. Depois de um bom tempo separados, eles aprendem rapidamente que, por mais que as coisas mudem, eles permanecem os mesmos. Percebendo que seus filhos cresceram e se tornaram muito parecidos com eles, eles precisam refletir sobre os exemplos que deram e se perguntar a velha questão: por que se casaram… De novo?
Perry assume a cadeira de direção e fica responsável pelo roteiro.
Nesta quinta-feira (2), a Petrobras promoveu um debate sobre os últimos 30 anos do cinema brasileiro, que contaram com o patrocínio da petrolífera. Coincidentemente, é o mesmo período que marca o movimento chamado de “retomada” do cinema nacional, que encantou o mundo com obras como Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1995), O Quatrilho (1995), Cidade de Deus (2002), Carandiru: O Filme (2003), e mais recentemente Aquarius (2016) e Bacurau (2019).
Realizado na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), o debate contou com as participações do ator Rodrigo Santoro, do produtor Flávio Tambellini, que está em cartaz nos cinemas com O Malês, da diretora da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, que está distribuindo O Agente Secreto, e do gerente de patrocínios culturais da Petrobras, Milton Bittencourt. Ele foi mediado pela cineasta Marina Person.
Felipe Gaspar/ Petrobras
O grande destaque do debate foi o astro Rodrigo Santoro, que viu o pai, Francesco, ser homenageado pelos ex-companheiros da Petrobras. Dentre tantos temas, ele abordou uma questão bastante interessante: o que o atrai na hora de escolher os projetos que embarca nos cinemas.
“O critério não é um protocolo. Por exemplo, vou pegar ‘O Bicho de Sete Cabeças‘, que teve patrocínio da Petrobras. Eu começo minha história no cinema com um filme que debate uma temática extremamente relevante, que é a saúde mental. Inclusive, foi sancionada uma lei depois do filme, a Lei Antimanicomial, que abordava a situação dessas instituições, como elas estavam no país. Foi uma crítica social, uma denúncia. E essa foi minha entrada no cinema. E as temáticas sempre foram importantes para mim, vide ‘Carandiru‘, sobre o massacre nos presídios, ‘7 Prisioneiros‘, que aborda a escravidão, ‘O Tradutor‘, que fala de uma série de coisas fundamentais e urgentes. Enfim, isso sempre me guia, sempre me guiou e continuará me guiando. Em O Último Azul a gente debate, entre outros temas, o etarismo… As questões, as temáticas sempre foram muito importantes”, disse Rodrigo.
Ele também explicou que o caminho natural para se interessar por um filme é a variedade dos personagens, e como eles podem ajudá-lo a nível pessoal.
“Naturalmente, minha conexão mais direta é com o personagem. O que eu sempre procurei fazer foi buscar um caminho de diversidade dos personagens, em que eu pudesse me aproximar cada vez mais de realidades distantes da minha. Isso eu acho enriquecedor, que expande meu olhar, me amadurece, me humaniza, descontrói meus julgamentos e pré-conceitos em relação às coisas. Sempre busco coisas que eu não tenha feito ainda, porque, nesse processo, eu aprendo muito. E vou dando um update na versão do Rodrigo. E isso é muito importante, porque as ferramentas de trabalho do artista são o próprio corpo, as próprias emoções. E é um trabalho muito delicado, porque você mexe com a sua psique, ainda mais se você realmente mergulha fundo, vai distante. Você acaba visitando lugares em você mesmo que, se você não mexer você mesmo, elas vão ficar ali. Através do meu trabalho, de certa forma, eu trabalho as minhas próprias questões, e acho isso riquíssimo. Talvez a grande paixão que eu sinta pelo que faço venha justamente disso, porque eu quero buscar alguma coisa que esteja distante de mim. Para isso, preciso me humanizar para evitar caricaturas, e preciso me aproximar desse universo e suspender o tal do pré-conceito. Você ‘veste o sapato’ da pessoa, caminha por um mês e só aí você vai ter algum entendimento de quem é aquela pessoa. E isso eu aprendi muito cedo no trabalho, essa importância de relativizar visões. Vamos olhar de vários lugares e vamos tentar retratar como o personagem enxerga, senão você faz um gestual, uma voz que não combina… E eu não acredito em fórmula para arte. Então, se para você funciona segurar um bicho de pelúcia antes de entrar em cena para ter confiança, tá tudo bem. Se a entrega na arte está boa, é ótimo. Tem os atores de método, tem quem prefira fazer o trabalho num take só… E eu respeito todas as formas, porque não existe uma fórmula certa para arte. O importante é você ter acesso ao seu interior para poder externalizar as emoções e SEMPRE humanizar. Por isso que gosto de personagens diferentes, porque me expandem internamente. Isso me interessa muito”, explicou Santoro.
Felipe Gaspar/ Petrobras
Por fim, Rodrigo Santoro apontou algo que pode passar despercebido. Eles debatiam sobre as pessoas que enxergam o cinema como algo estritamente fútil, glamouroso. Porém, ele trouxe à mesa que a sétima arte é uma grande ferramenta para coisas maiores, como a educação.
“É importante enxergar o cinema como uma ferramenta. ‘O Malês’ teve sua exibição solicitada por universidades americanas, como Harvard. É o cinema como ferramenta educativa. Quando a gente vai ao cinema, a gente é exposto a realidades que podem ser muito diferentes das que a gente vive, como disse anteriormente. E o que isso faz? Exercita a empatia. Através de um filme, você consegue trabalhar um processo de compreensão de emoções humanas complexas. A gente reflete o fenômeno da vida, a gente se vê, a gente se analisa. E quando a gente enxerga essas realidades diferentes, o cinema te leva para esse lugar, e você começa a compreender, como expectador, questões complexas, como a injustiça social. Isso é de um poder incrível! O real valor dos patrocínios, como esse da Petrobras, dentro da cultura é que o cinema jamais vai acabar, mas seguirá se adaptando, se inovando. É por isso que a gente assiste filmes de culturas completamente diferentes, da Turquia, por exemplo, e se emociona. É muito importante apoiar essa experiência humana”, concluiu Santoro.
O canal Starz divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book IV: Force‘.
Na trama, ao deixar Nova York após perder Ghost, LaKeisha e a única cidade que conheceu, Tommy Egan faz um rápido desvio para fechar uma antiga ferida que o assombra há décadas. O que deveria ser uma parada rápida se transforma em um labirinto de segredos de família e mentiras que Tommy pensava estarem enterrados há muito tempo.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 7 de novembro.
Criada por Robert Munic, a produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.
A trama segue Tommy enquanto ele “corta laços e coloca Nova York em seu espelho retrovisor para sempre”.
A ABC divulgou o trailer completo da 9ª temporada série ‘9-1-1‘.
O próximo ciclo promete novas histórias extraordinárias, incluindo um homem sendo engolido por uma baleia, uma catástrofe meteórica e até mesmo uma inesperada aventura espacial.
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.