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No Rio, Rodrigo Santoro explica fatores que o atraem na hora de escolher personagens

Felipe Gaspar/ Petrobras

Nesta quinta-feira (2), a Petrobras promoveu um debate sobre os últimos 30 anos do cinema brasileiro, que contaram com o patrocínio da petrolífera. Coincidentemente, é o mesmo período que marca o movimento chamado de “retomada” do cinema nacional, que encantou o mundo com obras como Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1995), O Quatrilho (1995), Cidade de Deus (2002), Carandiru: O Filme (2003), e mais recentemente Aquarius (2016) e Bacurau (2019).

Realizado na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), o debate contou com as participações do ator Rodrigo Santoro, do produtor Flávio
Tambellini, que está em cartaz nos cinemas com O Malês, da diretora da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, que está distribuindo O Agente Secreto, e do gerente de patrocínios culturais da Petrobras, Milton Bittencourt. Ele foi mediado pela cineasta Marina Person.

Felipe Gaspar/ Petrobras

O grande destaque do debate foi o astro Rodrigo Santoro, que viu o pai, Francesco, ser homenageado pelos ex-companheiros da Petrobras. Dentre tantos temas, ele abordou uma questão bastante interessante: o que o atrai na hora de escolher os projetos que embarca nos cinemas.

“O critério não é um protocolo. Por exemplo, vou pegar ‘O Bicho de Sete Cabeças‘, que teve patrocínio da Petrobras. Eu começo minha história no cinema com um filme que debate uma temática extremamente relevante, que é a saúde mental. Inclusive, foi sancionada uma lei depois do filme, a Lei Antimanicomial, que abordava a situação dessas instituições, como elas estavam no país. Foi uma crítica social, uma denúncia. E essa foi minha entrada no cinema. E as temáticas sempre foram importantes para mim, vide ‘Carandiru‘, sobre o massacre nos presídios, ‘7 Prisioneiros‘, que aborda a escravidão, ‘O Tradutor‘, que fala de uma série de coisas fundamentais e urgentes. Enfim, isso sempre me guia, sempre me guiou e continuará me guiando. Em O Último Azul a gente debate, entre outros temas, o etarismo… As questões, as temáticas sempre foram muito importantes”, disse Rodrigo.

Ele também explicou que o caminho natural para se interessar por um filme é a variedade dos personagens, e como eles podem ajudá-lo a nível pessoal.

“Naturalmente, minha conexão mais direta é com o personagem. O que eu sempre procurei fazer foi buscar um caminho de diversidade dos personagens, em que eu pudesse me aproximar cada vez mais de realidades distantes da minha. Isso eu acho enriquecedor, que expande meu olhar, me amadurece, me humaniza, descontrói meus julgamentos e pré-conceitos em relação às coisas. Sempre busco coisas que eu não tenha feito ainda, porque, nesse processo, eu aprendo muito. E vou dando um update na versão do Rodrigo. E isso é muito importante, porque as ferramentas de trabalho do artista são o próprio corpo, as próprias emoções. E é um trabalho muito delicado, porque você mexe com a sua psique, ainda mais se você realmente mergulha fundo, vai distante. Você acaba visitando lugares em você mesmo que, se você não mexer você mesmo, elas vão ficar ali. Através do meu trabalho, de certa forma, eu trabalho as minhas próprias questões, e acho isso riquíssimo. Talvez a grande paixão que eu sinta pelo que faço venha justamente disso, porque eu quero buscar alguma coisa que esteja distante de mim. Para isso, preciso me humanizar para evitar caricaturas, e preciso me aproximar desse universo e suspender o tal do pré-conceito. Você ‘veste o sapato’ da pessoa, caminha por um mês e só aí você vai ter algum entendimento de quem é aquela pessoa. E isso eu aprendi muito cedo no trabalho, essa importância de relativizar visões. Vamos olhar de vários lugares e vamos tentar retratar como o personagem enxerga, senão você faz um gestual, uma voz que não combina… E eu não acredito em fórmula para arte. Então, se para você funciona segurar um bicho de pelúcia antes de entrar em cena para ter confiança, tá tudo bem. Se a entrega na arte está boa, é ótimo. Tem os atores de método, tem quem prefira fazer o trabalho num take só… E eu respeito todas as formas, porque não existe uma fórmula certa para arte. O importante é você ter acesso ao seu interior para poder externalizar as emoções e SEMPRE humanizar. Por isso que gosto de personagens diferentes, porque me expandem internamente. Isso me interessa muito”, explicou Santoro.

Felipe Gaspar/ Petrobras

Por fim, Rodrigo Santoro apontou algo que pode passar despercebido. Eles debatiam sobre as pessoas que enxergam o cinema como algo estritamente fútil, glamouroso. Porém, ele trouxe à mesa que a sétima arte é uma grande ferramenta para coisas maiores, como a educação.

“É importante enxergar o cinema como uma ferramenta. ‘O Malês’ teve sua exibição solicitada por universidades americanas, como Harvard. É o cinema como ferramenta educativa. Quando a gente vai ao cinema, a gente é exposto a realidades que podem ser muito diferentes das que a gente vive, como disse anteriormente. E o que isso faz? Exercita a empatia. Através de um filme, você consegue trabalhar um processo de compreensão de emoções humanas complexas. A gente reflete o fenômeno da vida, a gente se vê, a gente se analisa. E quando a gente enxerga essas realidades diferentes, o cinema te leva para esse lugar, e você começa a compreender, como expectador, questões complexas, como a injustiça social. Isso é de um poder incrível! O real valor dos patrocínios, como esse da Petrobras, dentro da cultura é que o cinema jamais vai acabar, mas seguirá se adaptando, se inovando. É por isso que a gente assiste filmes de culturas completamente diferentes, da Turquia, por exemplo, e se emociona. É muito importante apoiar essa experiência humana”, concluiu Santoro.

Batalha final no trailer da ÚLTIMA temporada de ‘Power Book IV: Force’; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book IV: Force‘.

Na trama, ao deixar Nova York após perder Ghost, LaKeisha e a única cidade que conheceu, Tommy Egan faz um rápido desvio para fechar uma antiga ferida que o assombra há décadas. O que deveria ser uma parada rápida se transforma em um labirinto de segredos de família e mentiras que Tommy pensava estarem enterrados há muito tempo.

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O ciclo final estreará oficialmente no dia 7 de novembro.

Criada por Robert Munic, a produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.

A trama segue Tommy enquanto ele “corta laços e coloca Nova York em seu espelho retrovisor para sempre”.

O elenco conta com Tommy Flanagan, Shane Harper, Lili Simmons, Gabrielle Ryan, Anthony Fleming III, Kris D. Lofton, Isaac Keys e Lucien Cambric.

Homem é engolido por uma BALEIA no trailer completo da 9ª temporada de ‘9-1-1’; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo da 9ª temporada série ‘9-1-1‘.

O próximo ciclo promete novas histórias extraordinárias, incluindo um homem sendo engolido por uma baleia, uma catástrofe meteórica e até mesmo uma inesperada aventura espacial.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 9 de outubro. No Brasil, a produção está disponível no Disney+.

‘9-1-1’: Atores são promovidos ao elenco regular na 9ª temporada

ABC antecipou estreia de ‘9-1-1’ e do novo derivado ‘9-1-1: Nashville’!

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

‘Depois da Caçada’: Filme polêmico com Julia Roberts ganha novo trailer com cenas INÉDITAS

A Sony Pictures divulgou um novo trailer com cenas inéditas de ‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’).

O longa chegará às telonas do Rio de Janeiro e de São Paulo no dia 9 de janeiro, antes de expandir para outras regiões uma semana depois, no dia 16 de outubro.

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O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny, Michael Stuhlbarg, Thaddea Graham, Will Price e Christine Dye.

Nora Garrett assina o roteiro.

Glen Powell vive nova identidade no trailer dos próximos episódios de ‘Chad Powers’; Confira!

O Hulu divulgou o trailer dos próximos episódios de ‘Chad Powers‘, série de comédia estrelada por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).

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O próximo episódio será lançado oficialmente no dia 7 de outubro.

Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.

Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

Greg Nicotero compartilha homenagem ao terror ‘A Morte do Demônio’ que foi CORTADA de ‘Daryl Dixon’

Através do seu Instagram, o mestre Greg Nicotero dos efeitos práticos compartilhou o vídeo de uma cena deletada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘.

A cena em questão, cortada da edição final, fazia parte do quarto episódio da 3ª temporada e traria uma homenagem sangrenta ao clássico ‘Uma Noite Alucinante 3‘, terceiro filme da saga original de ‘A Morte do Demônio‘.

“No universo de ‘The Walking Dead’, nós sempre tentamos adicionar alguma referência aos fãs de zumbis. Infelizmente, essa cena não entrou para o corte final. Se você reparar bem, este zumbi é muito parecido com o capitão deadite de ‘Uma Noite Alucinante 3’,” declarou Nicotero.

Confira o vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelada por Norman Reedus e Melissa McBride, a terceira temporada já está em exibição e o próximo episódio, intitulado Limbo, irá ao ar no dia 5 de outubro.

https://www.youtube.com/watch?v=EhPSEF3wh6g&ab_channel=MovieTrailersSource

Lembrando que a série já foi renovada para a 4ª e última temporada.

Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade. 

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

No Brasil, a série é exibida no Prime Video.

Twd

Laurie Metcalf quer RETORNAR em ‘Pânico 7’

Em entrevista ao Entertainment Tonight, Laurie Metcalf (‘The Conners’) foi questionada sobre um possível retorno na aguardada sequência ‘Pânico 7‘.

A atriz interpretou a Nancy Loomis no segundo filme da saga, uma das assassinas da sequência e mãe do Billy Loomis.

“Eu retornaria, se eles me pedissem,” declarou a artista.

Vale lembrar que o próximo capítulo promete “ressuscitar” alguns assassinos do passado, incluindo Matthew Lillard e Scott Foley. Segundo rumores, o novo vilão fará uso de IA para atormentar a Sidney Prescott com os Ghostfaces do seu passado.

Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 26 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.

Panico

June Squibb comenta crescimento do uso de IA em Hollywood: “É assustador”

A atriz June Squibb, com mais de 40 anos de carreira e conhecida por filmes como Thelma e Palmer, comentou recentemente sobre o crescimento do uso da inteligência artificial, especialmente após o anúncio da criação da primeira atriz por IA e do primeiro longa dirigido por IA.

Segundo o Deadline, Squibb compartilhou uma anedota pessoal para ilustrar a limitação atual da tecnologia em capturar a nuance humana: “Recentemente, alguém me disse que estava tentando usar minha voz com uma ferramenta de IA, mas disseram: ‘Não pudemos usar… ficou tão sem graça'”.

A atriz reconheceu que a tecnologia gera apreensão na comunidade artística, mas destacou a necessidade de encarar a nova realidade da indústria: “É assustador, e sei que muitos atores e atrizes compartilham dessa preocupação. Mas também é algo novo, e não podemos simplesmente ignorar essa realidade. Isso vai acontecer, então acredito que precisamos aprender a lidar com isso”.

Apesar da inevitabilidade do avanço da IA, Squibb encerrou seu comentário com uma nota de otimismo sobre o valor insubstituível da performance humana: “Mas as pessoas percebem que ‘não é um ser humano'”.

Devon Sawa estrelará o reboot de ‘A Volta dos Mortos Vivos’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Devon Sawa (‘Premonição’) será o protagonista do reboot do clássico ‘A Volta dos Mortos Vivos‘ (The Return of the Living Dead).

Sem muitos detalhes, o ator interpretará um personagem chamado Isaac.

Casimere Jollette (‘O Preço da Perfeição’) e Kynlee Heiman (‘O Melhor Espetáculo De Natal De Todos Os Tempos’) também foram confirmadas no elenco.

Alexander Ward (‘American Horror Story’) dará vida ao icônico zumbi Tarman.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

Steve Wolsh (‘Muck’) será responsável pela direção.

Produzido pela Living Dead Media, o novo filme não será um remake do longa original, mas sim um reboot ambientado no mesmo universo.

A história se passará na cidade da Pensilvânia, durante o Natal, em 1985, dezoito meses após os eventos do filme original.

“Nosso reboot de ‘A Volta dos Mortos Vivos’ irá expandir o universo que já conhecemos através dos cinco filmes da franquia, enquanto nos mantemos fieis ao espírito violento, tenso, sombrio e cômico adorado pelos fãs do clássico original pelos últimos 35 anos,” declarou a produtora.

A nova versão está programada para estrear em 2025, durante o período de natal.

O longa original, lançado em 1985, rendeu quatro sequências. Apesar dos três primeiros capítulos da saga serem populares entre os fãs do gênero, o ressuscitamento da franquia no direto no mercado de vídeo – com as sequências ‘A Volta dos Mortos-Vivos: Necrópolis‘ e ‘A Volta dos Mortos-Vivos: Rave‘ – não foi bem-sucedido, o que inviabilizou sua continudade.

Tubarão assassino ataca soldados em clipe inédito do terror ‘Beast of War’; Confira!

O terror ‘Beast of War‘ ganhou um clipe inédito.

A produção, ambientada durante a 2ª Guerra Mundial, acompanha um grupo de soldados no mar aberto lutando pela sobrevivência contra o maior predador do oceano – um grande tubarão branco.

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Kiah Roache-Turner (‘Wyrmwood’) é responsável pela direção.

“1942. Um navio de guerra transporta centenas de soldados australianos através do Mar de Timor até à linha de frente da 2ª Guerra Mundial. De repente, os caças japoneses passam pelo céu e, em poucos minutos, o oceano se torna um inferno de aço, fogo, petróleo e sangue. Com a embarcação destruída, um punhado de soldados constrói uma jangada improvisada com destroços flutuantes enquanto se agarram às suas vidas.”

“A tensão aumenta entre os jovens aterrorizados enquanto eles se unem em um esforço para sobreviver. Mas a maior batalha deles ainda está por vir. Na escuridão abaixo, um grande tubarão branco caça nos destroços e é atraído pelo cheiro de sangue fresco.”

Os efeitos práticos do longa ficarão a cargo de Paul Trefry (‘Alien: Covenant’), diretor da empresa CreatureNFX. Ele já trabalhou ao lado de diretores aclamados, como James Cameron, Ridley Scott e Baz Luhrmann.

O longa será lançado em VOD no dia 10 de outubro.

‘Synthetic’: Charlie Cox vai estrelar romance de ficção científica sobre andróide fugitiva

Os astros Charlie Cox (‘Demolidor: Renascido’) e Haley Bennett (‘Cyrano’) foram confirmados como protagonistas de Synthetic, uma história de amor com toques de ficção científica que marca a estreia de Oliver Ridge na direção de longas-metragens.

Segundo o Deadline, o filme se passa em um futuro próximo, onde a rotina solitária de um soldado aposentado é completamente transformada após uma andróide fugitiva surgir em sua fazenda em busca de refúgio.

O roteiro foi escrito por Collin Kelly e Jackson Lanzing, a partir de uma história original de Ridge.

O elenco ainda conta com Lana Parrilla, Barkhad Abdi, Lovie Simone, Spenser Granese e Jonathan Silverman.

Apesar do título e da temática, nenhum ator gerado por inteligência artificial foi utilizado na produção.

Em declaração ao Deadline, Ridge comentou: “Passei inúmeras noites sonhando com este filme, mas nem nos meus sonhos mais ambiciosos imaginei contar com um elenco desse calibre na minha estreia como diretor. Ver esse grupo de atores dar vida a personagens que antes existiam apenas na minha imaginação é não só emocionante, mas também extremamente inspirador para qualquer cineasta”.

O produtor Barnum também celebrou o projeto: “Tive o privilégio de trabalhar com Oliver em nove filmes ao longo dos anos, e é uma honra apoiá-lo nessa nova jornada como diretor. Sua visão criativa é excepcional, e vê-lo concretizar isso com esse elenco incrível é motivo de muito orgulho para mim”.

Mckenna Grace fala sobre ‘Pânico 7’: “Perdi a voz de tanto gritar e berrar”

A atriz Mckenna Grace, conhecida por seu papel em ‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’, compartilhou recentemente detalhes sobre sua experiência em Pânico 7’, novo capítulo da icônica franquia de terror comandado por Kevin Williamson.

Em entrevista ao Collider, Grace falou sobre como foi participar do aguardado filme, que mistura novos rostos e veteranos da saga.

“Houve muitas primeiras vezes no terror que eu ainda não posso contar”, revelou. “Mas uma delas eu posso: eu perdi a voz, e isso foi uma novidade… Foi muito legal! Perdi a voz de tanto gritar e berrar, típico desse tipo de filme. E aí, no dia seguinte, eu tinha uma audição para o maior musical de todos os tempos. Eu pensei: ‘Você tá brincando comigo. Claro que seria justo agora'”.

Mais uma atriz dos filmes originais vai RETORNAR em ‘Pânico 7’

Para uma fã do gênero como Grace, atuar ao lado de lendas da franquia como Neve Campbell foi um verdadeiro momento de euforia.

“Meu Deus! Enquanto eu estava gravando Se Não Fosse Você, já tinha finalizado Pânico, mas eles ainda estavam filmando, fui visitar o set. E fiquei lá, sentada, vendo a Sidney Prescott [Neve Campbell] bem na minha frente, fazendo o que ela faz. Eu estava surtando completamente. Estar em um set com a Neve Campbell? Ninguém fale comigo! Meu Deus!”, acrescentou.

Hayden Panettiere NÃO está confirmada em ‘Pânico 7’

Ao ser questionada sobre suas cenas favoritas dos filmes anteriores, Mckenna Grace não hesitou: “Ai, meu Deus, a cozinha do primeiro filme é tão icônica. A casa inteira do primeiro é super marcante. Ou aquela sequência de abertura com a Drew Barrymore, fazendo pipoca… Icônico!”. 

“E tem aquela cena, acho que é no segundo ou terceiro filme, em que a Sidney está numa peça de teatro e tem uma grande sequência. Aquilo foi insano. Essa cena ficou comigo porque é tão… ugh!”, concluiu.

Pânico 7’ estreia nos cinemas em 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.

Associação de diretores condena produção de ‘The Sweet Idleness’, primeiro longa dirigido por IA

A Directors UK, Associação dos diretores que representa diretores no Reino Unido e que reúne nomes como Paul Greengrass e James Hawes, se manifestou recentemente sobreThe Sweet Idleness, o primeiro longa-metragem dirigido inteiramente por uma inteligência artificial.

Segundo o Deadline, o CEO da Directors UK, Andy Harrower, afirmou: “Diretores veem coisas que outras pessoas, e programas de IA, não veem. A visão deles é algo que a inteligência artificial jamais conseguirá substituir”.

Apesar da crítica, Harrower reconheceu o potencial da tecnologia: “Os diretores sempre abraçaram novas ferramentas, e muitos já estão explorando como a IA pode auxiliar em certos aspectos do processo criativo, permitindo que eles se concentrem mais na narrativa. No entanto, enquanto as questões de direitos autorais e licenciamento não forem resolvidas, o uso da IA em produções de cinema e TV deve continuar limitado”.

A declaração surge após o produtor italiano Andrea Iervolino apresentar o FellinAI, sistema de inteligência artificial desenvolvido para dirigir filmes.

Seu primeiro projeto, The Sweet Idleness, retrata um mundo em que 99% dos empregos foram eliminados pelas máquinas, deixando os humanos livres para viverem em pleno ócio criativo.

Bomba! Após polêmica com atriz de IA, produtor italiano anuncia o primeiro longa dirigido por inteligência artificial

Em resposta à Directors UK, Iervolino defendeu o projeto: “O FellinAI é uma tecnologia colocada a serviço da criatividade humana. Não deve ser visto como inimigo dos profissionais do audiovisual, mas como uma ferramenta poderosa”.

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FellinAI foi criada pela Andrea Iervolino Company AI, o braço de IA da empresa do produtor. Iervolino assume o papel de “humano no circuito”, atuando como supervisor e produtor para guiar e monitorar a tecnologia.

A trama deThe Sweet Idleness imagina um futuro distópico e utópico ao mesmo tempo: apenas 1% da humanidade ainda trabalha, e o trabalho se torna um “ritual simbólico”. O restante da população vive em liberdade e lazer proporcionados pelas máquinas. A sinopse sugere que os “últimos trabalhadores” se tornam as “máscaras finais de uma humanidade que resiste à insolência do trabalho.”

O elenco do filme é igualmente inovador. Ele foi gerado pela Actor+, uma agência de Iervolino que colabora com atores reais para criar versões digitais que podem ser utilizadas por FellinAI.

Sindicato dos atores CONDENA criação de Tilly Norwood, a primeira atriz feita por IA

Andrea Iervolino promove seu projeto como um “novo capítulo na história do cinema”, mas faz questão de frisar que não pretende substituir o cinema tradicional.

Segundo o produtor, o objetivo é “unir a sensibilidade humana ao poder criativo da inteligência artificial para contar histórias que ninguém jamais imaginou”.

‘Guerreiras do K-Pop’ quebra recorde e se torna o filme em inglês com maior permanência no Top 10 da Netflix

O filme de fantasia da Sony Pictures Animation, Guerreiras do K-Pop, continua sua jornada de sucesso, atingindo um novo marco impressionante no streaming.

Conforme a Variety, durante a semana de 22 a 28 de setembro, o longa completou 15 semanas consecutivas no Top 10 de filmes em inglês da Netflix, um feito notável que o consagra como o título com a maior permanência ininterrupta na história do ranking.

Anteriormente, o recorde de permanência pertencia a Alerta Vermelho (Red Notice), que figurou no Top 10 por 14 semanas, sendo 12 delas consecutivas.

A dominância do filme é evidente:

  • Ele passou 8 dessas 15 semanas em primeiro lugar e 7 semanas em segundo.
  • Nunca caiu para a terceira posição ou abaixo disso.
  • Em sua 15ª semana, registrou 19,3 milhões de visualizações, quase o dobro do segundo colocado da semana, ‘Ruth & Boaz’, que estreou com 10,3 milhões de views, indicando que sua permanência no Top 10 deve continuar.

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Além disso, a trilha sonora da produção também está fazendo sucesso nos EUA, com quatro canções figurando no Top 10 da Billboard Hot 100 – incluindo Golden”, que atingiu o topo da parada.

O filme também foi lançado nos cinemas norte-americanos, arrecadando sólidos US$19 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana.

Com o sucesso, a codiretora Maggie Kang já começou a discutir sobre possíveis sequências: “Queríamos fazer uma história de origem que não fosse uma história de origem tradicional, com um conceito completamente novo para o público. O que há nessas garotas que as levou ao HUNTR/X e as tornou caçadoras de demônios? Qual é a história de cada uma? Como foram escolhidas? Como foi essa jornada?”.

‘Guerreiras do K-Pop’: Sucesso nos cinemas e na Netflix pode virar trilogia e ganhar filme live-action

“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.

Leonardo DiCaprio presta homenagem a Jane Goodall: “Você é minha heroína”

O ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio prestou uma homenagem à renomada primatóloga Jane Goodall, que faleceu aos 91 anos. DiCaprio prometeu dar continuidade ao trabalho e ao legado de sua amiga e inspiração.

Segundo o Deadline, DiCaprio classificou Goodall como “uma verdadeira heroína do planeta, inspiração para milhões e uma querida amiga”.

Em uma publicação no Instagram, DiCaprio destacou as contribuições revolucionárias de Goodall: “Jane Goodall dedicou sua vida a proteger nosso planeta e a dar voz aos animais selvagens e aos ecossistemas que habitam. Sua pesquisa revolucionária com chimpanzés na Tanzânia transformou nossa compreensão sobre como nossos parentes mais próximos vivem, socializam e pensam, lembrando-nos de que estamos profundamente conectados não apenas aos chimpanzés e outros grandes primatas, mas a toda forma de vida”.

DiCaprio continuou, enfatizando o papel de Goodall como educadora e inspiração: “Durante décadas, Jane viajou o mundo com uma energia incansável, despertando gerações para a maravilha do mundo natural. Ela falava diretamente com as novas gerações, transmitindo esperança, responsabilidade e a crença de que cada indivíduo pode fazer a diferença. Ela inspirou milhões a se importar, agir e ter esperança. Ela nunca parou. Meus mais profundos sentimentos à sua família”.

Leonardo DiCaprio foi aconselhado a MUDAR de nome no começo da carreira

Convidando seus seguidores a “honrar o legado” de Goodall por meio do apoio ao Instituto Jane Goodall e outras organizações de conservação, DiCaprio concluiu sua homenagem com uma nota pessoal e um chamado à ação:

“Minha última mensagem para Jane foi simples: ‘Você é minha heroína.’ Agora, todos nós devemos carregar a tocha dela na missão de proteger o nosso lar compartilhado”, acrescentou.

Leonardo DiCaprio revela que se ARREPENDE de ter recusado papel em clássico filme

O Instituto Jane Goodall anunciou que a primatóloga faleceu por causas naturais durante uma turnê de palestras na Califórnia.

Sean Astin, presidente do sindicato SAG-AFTRA, aborda a criação de Tilly Norwood, a primeira atriz gerada inteiramente por IA

O ator e diretor Sean Astin, recém-eleito líder do sindicato de atores dos EUA, SAG-AFTRA, abordou recentemente a criação de Tilly Norwood, a primeira atriz gerada inteiramente por Inteligência Artificial.

Astin reconheceu o interesse público no caso, mas destacou que a luta contra a IA é um desafio já em curso para o sindicato, que buscou proteções específicas no recente acordo pós-greve:

“Eu aprecio o fato de que essa história tenha capturado a imaginação das pessoas, mas não é o primeiro passo a ser dado. Tivemos uma greve de 118 dias, lutando muito para implementar provisões e proteções contra a IA. As equipes da SAG-AFTRA estão nessa luta há mais tempo do que as pessoas imaginam. À medida que a tecnologia continua avançando a uma velocidade impressionante, nós vamos enfrentar esse desafio”, afirmou Astin à Variety.

Bomba! Após polêmica com atriz de IA, produtor italiano anuncia o primeiro longa dirigido por inteligência artificial

O líder sindical garantiu que a questão da IA será levada às mesas de negociação com a Associação de Agentes de Talentos (ATA), o órgão que representa grandes agências como CAA, WME e UTA.

Astin enfatizou a importância da colaboração mútua entre o sindicato e os agentes: “Nosso acordo com a ATA é importante, e estamos ansiosos por uma conversa saudável e construtiva com as agências para garantir que continuemos a nos ajudar mutuamente. […] A verdadeira questão aqui é como o nosso trabalho é exibido e que tipo de permissões e compensações recebemos pelo uso dele”.

Astin destacou a legislação sobre IA assinada pelo Governador da Califórnia, Gavin Newsom, da qual o SAG-AFTRA participou.

“Nosso acordo com a ATA é importante, e estamos ansiosos por uma conversa saudável e construtiva com as agências para garantir que continuemos a nos ajudar mutuamente. Nós, performers, dependemos do julgamento do nosso agente, do bom trabalho e da sinceridade deles, e eles dependem do nosso talento e da nossa capacidade de sermos atraentes para o mercado”, explicou.

Por fim, ele concluiu: “A verdadeira questão aqui é como o nosso trabalho é exibido e que tipo de permissões e compensações recebemos pelo uso dele”.

Sindicato dos atores CONDENA criação de Tilly Norwood, a primeira atriz feita por IA

Criadora de Tilly Norwood defende primeira atriz de IA: “Ela não é uma substituta”

Tilly Norwood foi lançada de forma discreta no início de 2025, com perfis no TikTok, Instagram e YouTube, antes de Van der Velden anunciar oficialmente o estúdio de talentos de IA Xicoia na semana passada.

A polêmica cresceu após um painel no Zurich Summit, evento focado na indústria do cinema, revelar que agentes de talentos estavam considerando representar Tilly como uma cliente real.

Atores como Melissa Barrera, Kiersey Clemons e Toni Collette manifestaram seu descontentamento nas redes sociais, e alguns chegaram a sugerir um boicote a agências que trabalharem com personagens gerados por IA.

Opinião | Taylor Swift e a maximização do show business com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Nesta próxima sexta-feira, 3 de outubro, a titânica superestrela Taylor Swift irá presentear seus fãs com o lançamento do aguardado álbum The Life of a Showgirl, que marca seu décimo segundo compilado de originais.

Contando com doze faixas inéditas, a produção foi anunciada no podcast New Heights, coapresentador pelo noivo de Swift, Travis Kelce – e imediatamente causou um grande impacto nas redes sociais, quebrando recordes de visualização e garantindo que as plataformas se transformassem em um arauto maximizado de vibrantes cores para dialogar com a estética das capas promocionais. Após a revelação do disco, os internautas notaram que a performer promoveu uma repaginação completa da identidade explorada em sua obra anterior, The Tortured Poets Department, que apostou fichas em uma atmosfera mais sombria, melancólica e quase fúnebre.

The Life of a Showgirl, como o nome aponta, empresta sua estética da popularidade das showgirls que começaram a ganhar destaque no século XVIII. O termo, a princípio destinado a jovens mulheres que performavam a fim de atrair e encantar os homens, passou por uma grande mudança com a chegada do novo século, referindo-se, comumente, a performers femininas que cantam e dançam em salões de música – seja em cabarés ou em teatros de escopo reduzido, por exemplo. E, apoiando-se na estética eternizada por Bob Mackie e por nomes como Josephine Baker e Dita Von Teese (essa referenciada brevemente no clipe de “Bejeweled”, single do álbum ‘Midnights’), Taylor promove um encontro entre passado e presente e volta a explorar as glórias de Old Hollywood de maneira apaixonante e inebriante.

O novo compilado de originais de Swift promete ser não apenas seu mais ambicioso, como um dos melhores de sua carreira – e a retomada de parceria com Max Martin e Shellback é apenas mais um indicativo disso. Afinal, ambos os produtores já trabalharam com a artista antes e, sendo muito conhecidos no cenário do pop e seus derivados, não é surpresa que o trio tenha se dedicado ao máximo para o projeto. Para além de um apreço quase inescapável pela explosão sonora, esse incrível time criativo não poupou referências e homenagens, que vão para além da estética mencionada no parágrafo acima.

Taylor swift the life of a showgirl

É claro que detalhes mais contundentes do disco não foram divulgados, com exceção de uma produção cinematográfica que acompanhará o projeto – e que chega aos cinemas norte-americanos em lançamento simultâneo. O filme, que trará pensamentos e reflexões de Taylor acerca de sua mais nova era na indústria fonográfica, já fomenta projeções significativas de bilheteria e virá acompanhado do videoclipe oficial de “The Fate of Ophelia”, faixa que abre o álbum. O lead single, inclusive, traz sugestões de que as emulações navegam para fora da esfera do show business e espalham suas raízes para o teatro inglês.

Ainda que inesperado, ambas as linhas fazem sentido quando pensamos no sentido categórico e pragmático de performance – e William Shakespeare, o dramaturgo mais popular de todos os tempos, não é um favorito unânime por qualquer motivo. Sua obra mais famosa, ‘Romeu e Julieta’, já foi relida inúmeras vezes para os outros âmbitos artísticos que não o dos palcos, enquanto ‘Macbeth’, ‘A Megera Domada’ e ‘Sonho de uma Noite de Verão’ continuam a influenciar realizadores ao redor do planeta. Porém, para The Life of a Showgirl, Swift se apropriou da figura controversa e complexa de Ofélia, uma das personagens principais de ‘Hamlet’.

A peça é centrada no personagem titular, um martirizado príncipe que descobre que o tio, Claudius, foi responsável pela morte do pai para usurpar o trono e casar-se com a mãe – partindo em uma jornada de vingança e redenção que, como bem sabemos, acaba em tragédia. Nesse arco, Hamlet cruza caminho com Ofélia, filha do braço-direito de seu tio, Polônio. Os dois eventualmente se apaixonam, mas a jovem é acometida com uma crescente insanidade que premedita sua trágica morte (afogada após entrar em um rio caudaloso e se deixar levar pela correnteza). A personagem, inclusive, ganhou um quadro que foi traduzido em uma das capas do álbum – e pode indicar uma das temáticas exploradas não apenas pelo lead single, mas pelas outras canções.

Ofélia é uma construção recheada de delineações que já foram exploradas por outras incursões da discografia de Taylor. Afinal, ela vive sob constante vigilância de três homens que cruzam seu caminho: ela é filha de Polônio, irmão de Laertes e interesse amoroso de Hamlet – e cada qual tenta moldá-la a seu bel-prazer, diminuindo sua mera presença em prol de uma submissão mandatória que acompanha a figura da mulher mesmo séculos depois da peça de Shakespeare. Ofélia percebe, mesmo inadvertidamente, que a única maneira de escapar é a morte – e essa morte já existe em sua pseudo-completude, ao existir em uma não-existência, passando dia após dia sendo controlada por cordas invisíveis de mestres de marionetes sádicos e opressores (por mais que isso não fique claro, a priori). Ofélia é complacente ao que lhe foi designado desde o nascimento e interpreta seu papel social até se render à insanidade, tendo seu espectro condescendente jogado fora para uma libertação epifânica.

Esse desejo de escapar aparece na figura da showgirl à medida que Swift transfere a culpa internalizada das mulheres ao cenário do show business e à constante necessidade de reafirmação sob os holofotes e nas explorações minuciosas que acompanham o estrelato. Ora, Taylor inclusive abre espaço para um encontro entre Ofélia e a icônica Elizabeth Taylor (cujo impacto e cuja importância na sétima arte e no entretenimento a garantiram uma menção direta na segunda faixa), e provavelmente usará suas experiências para esse fio condutor entre três épocas muito distintas e, ao mesmo tempo, idênticas.

Swift não é nenhuma estranha a comentários sociais em suas produções, visto que já fez isso com incursões como “You Need to Calm Down”, “The Man” e “Only the Young”. Todavia, ao retornar às glórias do pop e ao abrir um novo capítulo de sua carreira, a artista tem ainda mais espaço para ironizar o engendramento indelével de uma sociedade traiçoeira através de um metafórico álbum que tem tudo para se transformar em um sucesso imensurável.

‘Vingadores: Doomsday’: Channing Tatum afirma que épico “vai fazer seus cérebros derreterem”

channing tatum gambit

‘Vingadores: Doomsday’, o novo épico da Marvel Studios, promete mergulhar no caos da aguardada guerra multiversal. Agora, o astro Channing Tatum, compartilhou sua empolgação para o longa.

“A Marvel se desafia em cada filme, e consegue se superar toda vez. Posso dizer o seguinte: enquanto eu lia o roteiro, pensei: ‘Como eles vão fazer isso?! Eu não sei como vão fazer isso’. Vocês simplesmente não estão prontos. Vai fazer seus cérebros derreterem e saírem pelos ouvidos”, conforme o ComicBook.

Ele comparou o impacto do novo filme com a reação dos fãs à aparição de Blade (Wesley Snipes) em ‘Deadpool & Wolverine’: “Do mesmo jeito que eu sabia que, quando o Blade aparecesse em Deadpool & Wolverine, as pessoas iam perder completamente a cabeça. É isso… mas multiplicado por 50. E a história… não posso revelar nada, mas como fã de quadrinhos, posso dizer: vocês não estão preparados”.

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O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

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Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

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‘Sherlock Holmes 3’: Susan Downey revela planos para a aguardada sequência da franquia

A produtora da franquia Sherlock Holmes, Susan Downey, comentou recentemente sobre o desenvolvimento do aguardado terceiro filme estrelado por Robert Downey Jr. e Jude Law.

Downey revelou que a equipe está explorando uma abordagem diferente, incluindo uma mudança de cenário:

“Estamos conversando sobre uma direção um pouco diferente”, disse ela, conforme o ComicBook. “A ideia sempre foi ambientá-lo nos Estados Unidos. Se isso é uma boa ideia ou não, eu não sei, mas eu adoro. Adoro essa ideia”.

Apesar do entusiasmo, a produtora expressou cautela, mencionando o alto padrão estabelecido pelos filmes anteriores:

“Então, eu adoraria fazer esse filme. Só que é difícil. Já faz um tempo, a barra está muito alta, ou pelo menos o Robert colocou a barra muito alta, então não sei”, acrescentou.

Após o sucesso de Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras’ (2011), que arrecadou US$ 543,8 milhões mundialmente, a continuação caiu em um limbo de desenvolvimento.

Sherlock Holmes 3’ chegou a ter estreia marcada para 2021, mas nunca saiu do papel. No ano passado, parecia haver algum progresso quando Jude Law comentou que o roteiro da sequência existia, embora ele mesmo não o tivesse lido.

Apesar de pouco detalhes revelados, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.

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‘Supergirl’: Roteirista Ana Nogueira explica inspiração para nova versão da heroína

Ana Nogueira, roteirista de ‘Supergirl’, compartilhou detalhes sobre sua abordagem para a personagem em entrevista ao ComicBookMovie.

“Ela [Supergirl] viu Krypton ser completamente destruído. Sempre pensei: ‘Não consigo entender essa versão da personagem que é tão alegre'”, afirmou.

Foi só depois de ler a HQ “Supergirl: Woman of Tomorrow”, escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, que retrata uma Supergirl mais sombria, corajosa, irreverente e espirituosa, que Nogueira encontrou sua inspiração para o filme: “Quando li aquilo, pensei: ‘É ela'”.

Além de trabalhar com grandes franquias de super-heróis, Nogueira também tem projetos em outros gêneros. Sobre um de seus roteiros de comédia romântica, comentou com bom humor: “É como um refresco criativo. Sem alienígenas, sem explosões e ninguém apanha!”.

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A direção do longa ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por filmes como Cruella e Eu, Tonya. O roteiro é assinado por Ana Nogueira, e a estreia de ‘Supergirl’ está prevista para 2026 nos cinemas.

A protagonista será interpretada por Milly Alcock (‘House of the Dragon’), e o elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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