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Sereia é capturada no trailer do terror ‘A Maldição da Sereia’; Assista!

O terror ‘A Maldição da Sereia‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Jeffrey Grellman.

Dois marinheiros acreditam que há sereias no mar e embarcam em aventura para encontrar uma. Eles pegam um peixe grande, mas o peixe arrasta consigo um deles para o mar. O sobrevivente finalmente captura o ser e descobre ser uma sereia. Perto dali, um cientista testemunha tudo e decide invadir o barco para roubar a criatura. Ao chegar no barco, descobre que o pescador que ficou mutilou a sereia, separando a cauda do resto do corpo. O cientista então leva a sereia para o hospício em que ele trabalha e lá ela se recupera, mas ninguém crê em sua história… Até que o monstro dentro dela desperta!

Alexandra Bokova, Phillip Andre Botello Megan Therese Rippey estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

Experimentos têm consequências mortais no novo trailer do terror ‘Paciente Zero’

O terror ‘Paciente Zero‘ (Patients of a Saint) ganhou um novo trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Russell Owen.

Quando os testes médicos são levados ao limite, os experimentos mais extremos terminam na ilha de St. Leonards, no Atlântico Norte – uma prisão destinada a alguns dos criminosos mais violentos do mundo. Quando um experimento dá errado, a ilha inteira se torna um labirinto aterrorizante e cheio de doenças para sobreviventes desesperados.

Phillip McGinley, Jessie Williams Lynne Anne Rodgers estrelam.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

O chão é lava no novo game show divertido da Netflix; Confira o trailer!

O novo game show da Netflix, intitulado ‘Floor is Lava‘, ganhou um trailer divertido.

Confira:

Em cada episódio, equipes diferentes terão que atravessar um percurso cheio de obstáculos sem cair no chão, inundado com “lava”, tendo que pular em cadeiras, se pendurar em cortinas e se balançar em candelabros.

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de junho.

‘Fuller House’: Netflix faz homenagem à série em novo vídeo emocionante; Assista!

Para promover a conclusão da série ‘Fuller House‘, a Netflix divulgou um novo vídeo emocionante da produção, destacando a jornada dos seus personagens.

Confira:

Vale lembrar que todos os episódios de Fuller House já estão disponíveis na Netflix.

Criada por Jeff Franklin, a série é um revival da popular série de comédia ‘Três é Demais‘.

A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.

O elenco conta com Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas, Dashiell Messitt e Fox Messitt.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Nova imagem de bastidores pode ter revelado vilão da série; Confira!

Uma nova imagem vazada dos bastidores de ‘Falcão e Soldado Invernal’ (via Muprhy’s Multiverse) pode ter revelado os vilões principais da série.

A foto mostra um ator de costas com uma jaqueta de couro estampada com uma caveira vermelha. O símbolo é comumente associado a vários antagonistas que habitam a fictícia cidade de Madripoor, incluindo Mefisto e M.O.D.O.K.

Confira:

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Em uma recente edição do podcast Murphy’s Law, o conceituado jornalista Charles Murphy revelou que ‘Falcão e Soldado Invernal’, aguardada produção original do Disney+, pode ganhar um novo título oficial caso decidam seguir com mais uma temporada.

“Com o final da primeira temporada, [Bucky Barnes e Sam Wilson] terão passado por várias experiências traumáticas e serão diferentes”, ele explicou. “Houve um ponto em que havia planos para uma segunda temporada… Se eles fizessem mais uma temporada, não seria chamada ‘Falcão e Soldado Invernal’, mas tematicamente similar com um nome diferente”.

Recentemente, a série ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem em destaque uma popular locação do universo de ‘X-Men‘. 

As fotos, divulgadas com exclusividade pelo portal Murphy’s Multiverse, trazem o país fictício Madripoor, cuja primeira aparição nos quadrinhos aconteceu no spin-off de ‘X-Men‘, Novos Mutantes’, futuramente se torando uma locação recorrente nas HQs da Marvel Comics.

Nas fotos em questão, é possível conferir um mercado de rua local, que trazem elementos que conectam a série ao inverso de ‘X-Men‘, bem como à nova série da Disney de ‘Guerreiros Secretos‘.

Confira:

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

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‘Relíquia’: Terror com Emily Mortimer ganha novo trailer ASSUSTADOR; Confira!

O terror Relíquia promete ser uma das grandes produções do gênero em 2020 e, agora, ganhou um novo trailer assustador.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o filme abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 8.5/10 baseada em 13 reviews (até o momento).

Confira as críticas:

“Enigmático, triste e profundamente assustador” – Variety.

Relíquia segue seu próprio tempo, mas exerce uma força descomunal na imaginação” – The Hollywood Reporter.

“O bem construído filme é original, perturbador e sutil” – Ozus’ World Movie Reviews.

“Assim como Mike Flanagan antes dela, Natalie Erika James é uma cineasta que, sem falhas, une o terror arrepiante com a dor da humanidade” – Film School Rejects.

“Um filme arrepiante que vai arrancar alguns gritos e muitas lágrimas do público” – GameSpot.

O filme é dirigido por Natalie Erika James. Ela também assina o roteiro ao lado de Christian White.

Quando a velha mãe Edna inexplicavelmente some, cabe à filha Kay e à neta Sam viajar para a decrépita casa de campo da família para encontrar pistas de sua demência espalhadas pela casa.

Emily MortimerBella HeathcoteRobyn Nevin estrelam.

Relíquia tem estreia marcada para o dia 10 de julho.

Soldados enfrentam espíritos malignos no trailer do terror ‘Ghosts of War’

O terror ‘Ghosts of War‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Eric Bress (‘Efeito Borboleta‘).

No fim da Segunda Guerra Mundial, cinco soldados americanos são ordenados a proteger um castelo na França. Anteriormente ocupado pelo alto comando nazista, o local parece seguro, até o grupo se encontrar com uma ameaça sobrenatural muito mais aterrorizante do que qualquer coisa vista no campo de batalha.

O elenco inclui Kyle Gallner, Alan RitchsonBilly ZaneShaun ToubBrenton ThwaitesTheo RossiSkylar Astin.

O terror será lançado direto em VOD no dia 17 de julho.

‘Halloween Kills’: Judy Greer diz que sequência será recheada de ação

Em entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz Judy Greer falou um pouco sobre o aguardado Halloween Kills – O Terror Continua’, comentando que o próximo filme da franquia será ainda mais aterrorizante e recheado de ação.

“Eu sempre ficava sem fôlego. No primeiro filme, estávamos dizendo ‘oi’ para o público mais velho e nos introduzindo para a nova audiência, como a geração que não conhecia o original. E, no próximo filme, estamos mergulhando de cabeça”.

A estreia da continuação está marcada para o dia 15 de outubro.

Em uma recente entrevista ao Movie Web, o corroteirista Scott Teems afirmou que a continuação do filme de 2018 será “maior e mais perturbadora”:

“A sequência será como o primeiro, mas bem mais frenética. Eu não posso dar detalhes, mas eu estou muito animado. Eu vi o primeiro corte do longa há algumas semanas e sou um pouco tendencioso, mas meu instinto diz que as pessoas que gostaram do último filme ficarão muito empolgadas com esse.”

Ele completa, “É como uma versão maior, mais perturbadora e maldosa do primeiro filme.”

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Star Wars’: Livro de terror baseado na franquia será lançado em julho

O universo ‘Star Wars‘ continua a se expandir! Dessa vez, um novo livro de terror antológico baseado na franquia, intitulado ‘Star Wars: Dark Legends‘, será lançado no dia 28 de julho.

O livro foi escrito por George Mann e trará seis contos de terror.

Confira a sinopse oficial e a arte da capa:

“Essa coletânea especial trará contos assustadores e histórias de fantasmas que teriam deixado os jovens Luke e Leia acordados à noite. Seis contos sinistros foram criados a partir do rico universo ‘Star Wars’, sendo ilustrado em um estilo intergalático e atemporal.”

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O livro terá baixa classificação etária, então a antologia não teve trazer nada muito pesado em termos de gore e terror.

Vale lembrar que o livro já está em pré-venda!

‘Matrix 4’ tem estreia adiada em UM ANO; Confira a nova data!

Matrix 4’ foi um dos vários blockbusters a serem adiados em virtude da pandemia do novo coronavírus e, agora, a Warner Bros. revelou que o longa metragem teve estreia adiada mais uma vez.

Anteriormente programado para chegar aos cinemas em 21 de maio de 2021, a sequência da franquia estreia em 01 de abril de 2022 (quase um ano mais tarde).

Durante uma entrevista com a EmpireKeanu ReevesCarrie-Anne Moss, s intérpretes de Neo e Trinity, respectivamente, foram questionados porque haviam aceitado a proposta de reprisar seus papéis.

Em reposta, Reeves disse que se sentiu atraído pelo roteiro e pelas ideia de Lana Wachowski, co-diretora da trilogia ogirinal.

Lana Wachowski escreveu um roteiro muito bonito e eu me senti atraído pela história. Mexeu muito comigo, sabe? Essa é a única razão pela qual eu aceitei. Trabalhar com ela novamente é simplesmente incrível. Essa experiência tem sido muito especial, e acho que a história tem algumas coisas significativas a dizer e lições que podemos tirar dela.”

Moss disse que:

“Eu nunca pensei que isso iria acontecer. Nunca esteve nos meus planos. Quando me mostraram o roteiro, eu vi ali toda a profundidade, integridade e arte que você poderia imaginar, então eu fiquei muito emocionada, tipo: ‘Isso é um presente e tanto’. Estou muito entusiasmada.”

Pelo visto, parece que a sequência vai resgatar o espírito da trilogia iniciada em 1999.

E aí, você está ansioso?

Até o momento, a história de ‘Matrix 4‘ continua sendo um segredo bem guardado, e o roteiro foi escrito junto com Aleksandar Hemon e David Mitchell.

Anteriormente, a Variety divulgou que a Warner Bros está planejando retomar a produção da sequência a partir de 06 de julho, caso a pandemia do Coronavírus esteja mais controlada até lá.

Como diversos países da Europa estão afrouxando as ordens de isolamento social, o estúdio já está se preparando para uma possível abertura dos sets de gravação em Berlim, na Alemanha.

Antes da produção ser interrompida, o elenco já estava gravando na capital, mas as cenas não foram concluídas em respeito às medidas de proteção determinadas pelo governo local.

Até o momento, não se sabe em que estágio estavam as gravações e maiores detalhes não foram revelados, mas as atualizações devem ser divulgadas até o fim de junho.

O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Ellen Hollman, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Foi dito que a presença de Neo e Trinity emMatrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.

Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Godzilla vs. Kong’ é adiado para 2021

A Warner Bros. até tentou, mas não conseguiu manter a estreia de Godzilla vs. Kong’ para Novembro desse ano.

O filme foi adiado para 21 de Maio de 2021, data em que seria lançado ‘Matrix 4‘ (que foi adiado para Abril de 2022);

Na trama, “quando Kong se encontra com o imparável Godzilla, o mundo assiste impotente para ver qual dos dois se tornará Rei dos Montros”.

O filme terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13).

O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

A continuação conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir no elenco.

Os poderosos monstros tornaram-se gigantescos heróis para uma nova geração, com a revelação de uma mitologia que reúne Godzilla e o King Kong  em um ecossistema que conta com outras super espécies gigantes, tanto clássicas como novas. A Monarch, a organização humana que descobriu Godzilla no filme de 2014, expandirá a sua missão ao longo de vários lançamentos.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) é o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).

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Roteirista revela que a Universal está desenvolvendo o reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’

Em entrevista ao Collider, o roteirista David Koepp revelou que desenvolveu uma nova versão do roteiro do reboot de ‘A Noiva de Frankenstein‘, com uma nova visão que se afasta do modelo Dark Universe que eles estavam querendo criar anteriormente.

“Eu reescrevi o roteiro do reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’. A Universal foi muito generosa por me deixar tentar novamente, porque eles encerraram o fiasco que foi o Dark Universe. Quero dizer, não foi exatamente um fiasco, mas foi decepcionante. Agora, eu tenho uma nova versão da história que eles realmente gostaram. Acredito que eles estão procurando diretores para o projeto atualmente.”

Ele continua, “Não será um blockbuster com orçamento de US$ 150 milhões e grandes estrelas do cinema. Também não será tão intimista quanto ‘O Homem Invisível’, mas será uma história coesa e se passará nos dias atuais.”

Após o sucesso do reboot de ‘O Homem Invisível‘, que arrecadou ótimos US$ 123.1 milhões mundialmente, a Universal Pictures irá investir em produções independentes de terror com baixo orçamento para trazer seus monstros clássicos de volta à vida.

A proposta original da Universal era criar um universo compartilhado, intitulado Dark Universe, nos moldes dos filmes da Marvel, trazendo uma abordagem mais focada em ação e aventura em grandes blockbusters hollywoodianos. Após o decepcionante resultado de ‘A Múmia‘, todos os planos para o novo universo foram engavetados.

Vale lembrar que a Universal retomará sua parceria de sucesso com a Blumhouse com um novo filme do ‘Drácula‘, comandado por Karyn Kusama, de ‘Garota Infernal’.

Na trama de ‘A Noiva de Frankenstein‘, lançado em 1935, o Dr. Frankenstein e seu monstro retornam, pois não estavam mortos como inicialmente se acreditava. O pesquisador planeja parar suas demoníacas experiências, mas quando um cientista louco sequestra sua esposa, ele concorda em ajudá-lo em criar uma nova criatura, uma mulher, para ser companheira do monstro. 

Patrick Wilson vai estrelar novo filme de desastre do diretor de ‘Independence Day’

De acordo com o THR, Patrick Wilson (‘Invocação do Mal‘) entrou para o elenco da ficção científica ‘Moonfall‘, novo filme de desastre do diretor Roland Emmerich (‘Independence Day‘).

O ator vai interpretar um ex-astronauta da NASA, cuja última missão, que terminou em tragédia, guarda uma pista crucial para impedir uma tragédia iminente.

O elenco ainda conta com Halle Berry, Josh Gad e Charlie Plummer.

A narrativa, ainda sem muitos detalhes, é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita por uma força misteriosa e entra em rota de colisão com a Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível e tem apenas algumas semanas para salvar a todos.

As filmagens devem começar em setembro deste ano, ainda sem previsão de estreia.

Novas informações devem sair em breve.

‘Mulher-Maravilha 1984’ é ADIADO novamente

Segundo o jornalista Umberto Gonzalez, do The Wrap, a Warner Bros. decidiu adiar Mulher-Maravilha 1984‘ novamente.

Ao invés de 14 de Agosto, o filme chega aos cinemas apenas em 2 de Outubro.

Confira:

Na trama, Max Lord lança um artefato que realiza desejos, mas terão um preço, uma espécie de efeito colateral. O desejo de Barbara Minerva em ser uma “Mulher-Maravilha”, a transformará inadvertidamente na Mulher Leopardo. Já a Princesa Diane, cujo desejo foi trazer seu amado Trevor de volta à vida, terá que encarar a perda de seus poderes. Ou parte deles.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

 

10 Músicas Românticas para Ouvir no Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados chegou e, nesse 12 de junho sem precedentes em que muitos amantes e apaixonados estão longe um do outro, nada melhor para recuperar a chama do amor que uma playlist com hinos românticos atemporais e incríveis.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez músicas para ouvir no dia de hoje. Confira abaixo nossas escolhas e nos diga qual a sua favorita:

MY HEART WILL GO ON, Céline Dion

É muito difícil encontrarmos uma música que seja mais romântica e mais emocionante que “My Heart Will Go On”. Cantada pela incomparável diva franco-canadense Céline Dion, a canção-tema do atemporal Titanic fala sobre duas pessoas que, mesmo com inúmeras adversidades e obstáculos, continuarão se amando. Regravada por inúmeros ícones da indústria fonográfica, a obra levou para casa o Oscar de Melhor Música Original em 1998.

ALWAYS REMEMBER US THIS WAY, Lady Gaga

É claro que “Shallow” ganhou os corações dos inveterados românticos, mas Lady Gaga nos apresentou uma elegíaca e poética balada muito mais profunda: “Always Remember Us This Way”, música indicada ao Grammy Awards, foi um dos singles promocionais de Nasce Uma Estrela e, com sua melodia cativante e uma letra de marear os olhos, tornou-se um dos anthems amorosos mais icônicos da década passada.

VELHA INFÂNCIA, Tribalistas

A saudosista e emocionante “Velha Infância” atravessa as gerações em uma declamação de amor eterno que faz parte da impecável discografia do grupo Tribalistas. A mistura de MPBsoft-pop, guiada pelos acordes de um melodramático violão, é impecável do começo ao fim, principalmente quando adornada com a química vocal de Marisa MonteArnaldo Antunes.

I WILL ALWAYS LOVE YOU, Whitney Houston

Quase trinta décadas depois de seu lançamento oficial, “I Will Always Love You”, música-tema do filme ‘O Guarda-Costas’, permanece como uma das rendições românticas mais ouvidas da história da música. Imortalizada pela voz imediatamente reconhecível de Whitney Houston, a primeira versão, na verdade, foi lançada em 1974 pela Rainha do country Dolly Parton e, desde então, ganhou inúmeros prêmios e condecorações pela Academia.

YOUR SONG, Elton John

Desde o início de sua carreira, Elton John provou sua versatilidade através do piano, mostrando que qualquer estilo musical pode ter o melódico instrumento. Dito isso, “Your Song” é uma de suas melhores composições e, através de uma letra humilde e tocante, fala sobre um amor que não pode ser medido e que é traduzido em forma de versos poéticos e sinceros.

CAN’T TAKE MY EYES OFF YOU, Gloria Gaynor

A diva Gloria Gaynor tem uma capacidade invejável de transitar entre inúmeros gêneros musicais e, por mais ousada que seja, sempre entrega hits dançantes com liricismo on point, como é o caso da sedutora e envolvente “Can’t Take My Eyes Off You”, cujo classicismo do violino e do saxofone são adições perfeitas e bem-vindas a um hino passional e nostálgico.

HALO, Beyoncé

Beyoncé é uma das performers mais cativantes das últimas décadas. Sendo parte do extinto grupo Destiny’s Child ou em sua carreira solo, a nossa Queen-B entrega sucessos de crítica e comerciais – e “Halo” não ficaria fora disso. A angelical e dêitica rendição desse balada pop que aglutina elementos do R&B fala sobre um amor capaz de destruir barreiras da insegurança e da dúvida e levou para casa a estatueta de Melhor Performance Vocal Pop no Grammy.

SORTE, Caetano Veloso & Gal Costa

Os lendários nomes de Gal Costa e Caetano Veloso uniram-se em 1985 para a exuberante e moderna canção “Sorte” – uma iteração que, frente ao derradeiro momento vivido pelo Brasil nas duas décadas anteriores, representava não apenas o triunfo do amor frente aos obstáculos, mas também uma promessa de esperança e de um futuro brilhante, proferido por vocais e instrumentos irretocáveis.

A THOUSAND YEARS, Christina Perri

A saga Crepúsculo pode ser um tanto quanto oscilante no tocante à qualidade artística, mas nos entregou um dos hinos românticos mais impecáveis deste século. Utilizando com maestria violinos e piano (e uma presença inesperada do violão), a voz inconfundível de Christina Perri discorre sobre as chamas inextinguíveis de um amor que, uma hora ou outra, irá se concretizar.

ENDLESS LOVE, Lionel Richie & Diana Ross

Não existe dueto mais icônico e memorável que a performance conjunta de Lionel Richie Diana Ross para “Endless Love”. A música, lançada em 1981, é uma construção R&B que, resgatando temas de décadas passadas, também fala sobre uma paixão que atravessa as gerações e que supera as adversidades. Como se não bastasse, o momento mais aplaudível da faixa é a união divina entre dois vocais poderosos e infalíveis.

Clint Eastwood | As Produções Famosas que Quase Tiveram Participação do Astro

Lenda indiscutível da sétima arte, Clint Eastwood Jr. completou no último dia 31 de maio nada menos que 90 anos de vida. Definitivamente não é para qualquer um. E o melhor, com filmes como ator e diretor lançados em 2018 e 2019 respectivamente. Um dos maiores astros ainda vivos a terem passado por Hollywood, Eastwood tem impressionantes 65 anos de carreira como ator de cinema, 71 créditos como intérprete, 41 como diretor, e 5 Oscar decorando sua casa: melhor diretor e produtor por Os Imperdoáveis (1992), melhor diretor e produtor por Menina de Ouro (2004) e um honorário – além de outras 7 indicações.

Pensando na importância deste verdadeiro monstro sagrado do cinema mundial, o CinePOP resolveu fazer uma matéria diferente. No passado, já homenageamos o astro com listas de seus melhores filmes na direção e seus grandes personagens durões – que você pode conferir nos links abaixo. Desta vez, o novo texto irá apresentar alguns filmes muito famosos que quase tiveram o envolvimento de Clint Eastwood – além de muitas curiosidades. Vem conhecer.

Os 10 Melhores Filmes Dirigidos por Clint Eastwood

Superman: O Filme (1978)

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Curiosamente, inúmeros boatos colocavam Clint Eastwood como ator perfeito para interpretar um Bruce Wayne/Batman envelhecido numa possível adaptação do clássico quadrinho O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller. O filme não se concretizou e tudo só ficou na vontade. No entanto, outro personagem da DC chegou bem perto de ter o ator como seu intérprete. Trata-se do Homem de Aço, Superman, que teve seu primeiro longa-metragem lançado nos cinemas na forma de uma superprodução em 1978, dirigida por Richard Donner. Segundo afirma o próprio ator, ele foi a primeira escolha para o papel principal no filme – que como sabemos terminou nas mãos do então desconhecido Christopher Reeve, imortalizado como o personagem. Vocês conseguem imaginar o durão Eastwood no papel?

Os Grandes Durões da carreira de Clint Eastwood no Cinema

007 – Viva e Deixe Morrer (1973)

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Hoje, muito se especula sobre quem assumirá o smoking de James Bond após uma eventual partida de Daniel Craig do papel. Muitos fazem campanha para um 007 negro, outros pedem uma mulher assumindo o personagem – mas o que parece imprescindível é que a nacionalidade de tal ator deve ser britânica, afinal ele é o agente representante da Rainha da Inglaterra. E foi justamente este o argumento usado por Clint Eastwood quando lhe foi oferecido o papel. O ator se sentiu lisonjeado, mas afirmou que seu intérprete deveria ser inglês. O fato ocorreu na saída de Sean Connery da série, antes da escolha de Roger Moore como Bond.

Batman e Robin – A Série (1966)

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Mesmo os mais novos devem conhecer a infame série de TV protagonizada por Adam West e Burt Ward na pele da dupla dinâmica Batman e Robin respectivamente. Sim, aquela das famosas onomatopeias Pow, Soc, Splatt, e por aí vai. Neste programa propositalmente cômico e camp, diversos vilões clássicos do Homem Morcego deram as caras, como o Coringa, Pinguim, Charada e Mulher Gato. Um dos mais importantes antagonistas do herói, no entanto, ficou só na promessa. Estamos falando do Duas-Caras, que no cinema foi retratado por Tommy Lee Jones e Aaron Eckhart. De fato existiu a ideia de levar o vilão para as telinhas ainda na década de 1960, e o escolhido para o papel foi ninguém menos que um então não muito famoso Clint Eastwood. O programa foi cancelado antes que tal episódio fosse gravado. Curiosamente, na animação Batman vs. Duas-Caras (2017), criada com as formas e vozes de West e Ward, o vilão foi interpretado por William Shatner.

Duro de Matar (1988)

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Esta é um pouco complexa, então tente nos acompanhar. Duro de Matar, o filme protagonizado por Bruce Willis e considerado um dos melhores thrillers de ação do cinema de todos os tempos, é na verdade a adaptação do livro Nothing Lasts Forever, de Roderick Thorp. Acontece que este livro é, por sua vez, a continuação de The Detective, adaptado ao cinema como o filme A Lei é para Todos (1968), suspense criminal protagonizado por Frank Sinatra. Quando Duro de Matar finalmente iria sair do papel, Sinatra já estava velho demais para realizar façanhas de ação, e assim o filme teve que ser remodelado. Nesta época, Clint Eastwood era dono dos direitos da adaptação do livro e planejava estrelá-lo, sendo 15 anos mais jovem que Sinatra. No fim das contas, Eastwood desistiu do projeto e optou por protagonizar o quinto e último longa da franquia Dirty Harry, Na Lista Negra (também lançado em 1988). Curiosamente, Sinatra era a primeira opção para Dirty Harry em Perseguidor Implacável (1971), o primeiro filme da franquia, e só não fez o filme devido a um machucado no braço.

Rambo – Programado para Matar (1982)

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Falando em heróis de ação dos anos 1980, Rambo e seu intérprete Sylvester Stallone são alguns dos maiores da época. É inegável que ao lado de Rocky Balboa, Rambo fez a carreira do “garanhão italiano”. É inegável também que Clint Eastwood abriu caminho para todo o subgênero do cinema brucutu dos anos 1980, ainda na década de 1970 – muito devido à franquia Dirty Harry. Então, é curioso saber que Rambo, o veterano de guerra traumatizado, quase foi vivido por Eastwood no primeiro e mais dramático filme da franquia. E se ele tivesse feito, certamente teria mantido o desfecho original, com a morte de Rambo – coisa que Stallone descartou após perceber o potencial para uma série de filmes de ação. Outro que pulou fora do projeto após Stallone modificar o final do livro First Blood, foi o astro Kirk Douglas, que originalmente viveria o Coronel Samuel Trautman – papel depois imortalizado por Richard Crenna na trilogia da década de 1980.

Era uma Vez no Oeste (1968)

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Esta pode pegar muita gente de surpresa. A chamada trilogia dos Dólares, de Sergio Leone, foi a responsável pela carreira de Clint Eastwood, e o que o transformou em um astro ainda na década de 1960. E não apenas isso, mas a parceria com o diretor se tornou uma das mais memoráveis da história do gênero faroeste e do cinema de forma geral. Existem relatos de que Eastwood recusou o papel de “Gaita” (ou Harmonica), que terminou nas mãos de Charles Bronson, neste que é considerado por muitos como a melhor produção de seu gênero. É provável que tenha sido o velho conflito de agenda, já que no mesmo ano o ator lançaria nada menos que três filmes: Meu Nome é Coogan, O Desafio das Águias e A Marca da Forca. Fora isso, Leone convidou o trio de Três Homens em Conflito (Eastwood, Eli Wallach e Lee Van Cleef) para fazer participação em Era uma Vez no Oeste. O trio, no entanto, recusou quando descobriu qual seria a cena: os três seriam mortos pelo personagem de Bronson no início do filme. Aí não rola, Sergio.

Apocalypse Now (1979)

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Considerado um dos melhores filmes de guerra (ou quem sabe o melhor) de todos os tempos, o longa (e bota longa nisso) de Francis Ford Coppola é um entorpecente relato da guerra do Vietnã. Um verdadeiro pesadelo de produção para todos os envolvidos – como mostrado num documentário – a obra quase custou a sanidade do cineasta, após os sucessos dos dois O Poderoso Chefão (1972 e 1974). Esse talvez tenha sido um dos motivos da recusa de Clint Eastwood em viver o personagem Capitão Willard, que terminou nas mãos de Martin Sheen. O motivo principal, no entanto, foi que o astro considerou a história “muito sombria” – isso vindo de um ator acostumado a trucidar criminosos no café da manhã. A ideia de ter Eastwood comandado por Coppola e contracenando com Marlon Brando, porém, faz qualquer cinéfilo lamentar pelo que poderia ter sido.

Dick Tracy (1990)

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Se tem um filme que merece uma continuação/remake/reboot (ou qualquer coisa que traga o personagem detetive de sobretudo amarelo de volta às telonas), este filme é Dick Tracy. Dizem que os direitos ainda estão nas mãos de Warren Beatty, protagonista, diretor e produtor do longa – criado como resposta para Batman (1989), de Tim Burton. Mas enquanto o Homem Morcego viu inúmeras continuações surgirem logo após seu estrondoso sucesso, o policial incorruptível ficou apenas com sua primeira produção. Este ano, Dick Tracy completa 30 anos de seu lançamento, e seria uma oportunidade ideal para começar a se pensar em reviver o personagem. Olhando para a década anterior ao lançamento do filme, ainda nos anos 1980, Clint Eastwood era a escolha para o lendário policial criado nas tirinhas de jornal. E talvez se tivesse acontecido, quem sabe Dick Tracy não teria suas esperadas sequências. Nesta época, o diretor que levaria o detetive amarelão às telonas era John Landis, de Os Irmãos Cara-de-Pau (1980).

Anjos e Demônios (2009)

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Calma, Clint Eastwood não queria pegar o papel do professor Robert Langdon – interpretado anteriormente em O Código Da Vinci (2006) por Tom Hanks (embora tenha sido planejado nas formas de Harrison Ford pelo autor Dan Brown). O que acontece é que Eastwood queria era dirigir o filme. Já pensaram que se a franquia tivesse diretores diferentes, os filmes poderiam ser únicos e diferenciáveis. É a velha máxima do “pior não dá para ficar”. Tais filmes foram sucesso de bilheteria, em partes devido ao histórico de suas contrapartes literárias, mas todos também amargaram fracassos de crítica. Anjos e Demônios, o segundo episódio, poderia ganhar mais corpo com um cineasta do calibre de Eastwood atrás das câmeras. No entanto, o sonho do diretor foi por água abaixo, uma vez que Ron Howard estava contratualmente obrigado a dirigir a continuação. Parece que até mesmo ele queria abrir mão do cargo.

‘Tenet’ é adiado para o fim de Julho

A Warner Bros. e o diretor Christopher Nolan decidiram adiar a estreia de ‘Tenet‘ em duas semanas.

Ao invés de 17 de Julho, o filme agora chega aos cinemas em 31 de julho.

O estúdio exige que pelo menos 80% dos cinemas do mundo estejam abertos para que ‘Tenet‘ possa ser lançado. Internamente, esse requisito inclui Los Angeles, São Francisco e Nova York, que podem representar 25% do fim de semana de estreia de um filme nas bilheterias.

Tenet‘, que custou US$ 200 milhões, exige que 3.500 salas de cinema nos EUA estejam abertas e mais de 30.000 telas em todo o mundo.

Confira a sinopse:

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista (John David Washington) viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

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Crítica | Reality Z – Série de Terror Brasileira é Divertida, Trash e Controversa

Um reality show em andamento, com meia dúzia de pessoas confinadas. Um diretor de programa extremamente vaidoso, que só busca aumentar a audiência. O público, alienado. E, no meio disso tudo, um terrível apocalipse acontece do nada do lado de fora, na vida real, e, da noite pro dia as pessoas são obrigadas a ficar em casa, buscar abrigo e sobreviver. Parece a nossa vida aqui no confinamento social né? Mas esse é o conceito de ‘Reality Z’, nova série brasileira de terror da Netflix.

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Timing perfeito? Enorme coincidência? Mau gosto estrear essa série agora? Independentemente de o argumento se aproximar muito com nossa realidade hoje, as controversas não se limitam a isso.

Com dez episódios de meia hora cada, o roteiro de Rodrigo Monte e Cláudio Torre – que é uma adaptação da minissérie britânica ‘Dead Set’, criada por Charlie Brooker – é extremamente dinâmico, ágil e sem apegos. A cada três episódios a trama toda é chacoalhada, novos elementos entram e o arco termina com algo inacreditável que faz o espectador seguir adiante. E em respeito aos fãs de terror, já que a tal ameaça externa é um apocalipse zumbi, o roteiro dá o devido espaço aos monstrengos, fazendo-os participar direta e constantemente no destino dos personagens.

A controversa, entretanto, reside no fato de *contém spoiler* por um lado a série fazer questão de incluir atores e atrizes pretos, trans, idosos, gays (o que é extremamente positivo), mas, por outro, reforça estereótipos enraizados, colocando justamente esses mesmos personagens como os primeiros a serem eliminados. Quer dizer, enquanto Teresa (Luellem de Castro, que está muito bem na série) tem falas poderosíssimas (ao se referir ao policial: “esse psicopata quer decidir quem vive e quem morre”; ao debater sobre deixar outras pessoas do lado de fora e ser voto vencido, dizer a Léo “você não sabe o que é ficar de fora”), ao mesmo tempo ela é uma personagem que, na sua trajetória na trama, começa algemada, tem que aguentar o racismo e a branquitude constante, sofre uma tentativa de estupro e ainda fica na linha de frente no combate aos zumbis – traumas que só acontecem a ela, e não a outros personagens.

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Maaaas, tirando essa camada controversa, através do artifício da ficção de gênero ‘Reality Z’ também escancara o que há de pior na nossa sociedade, com personagens que são beeeem estereotipados para representar esses cidadãos do bem que são justamente os que não sabem viver em coletivo. *fim do spoiler* Os destaques são Guilherme Webber, que constrói um Brandão narcísico, egoísta e tão histérico, que garante o riso em todas as suas cenas; Wallie Ruy, com sua Madonna que chama a atenção em cena; Ana Hartmann, que conquistou um convincente protagonismo com sua Nina; Teca Pereira, que, no auge da sua idade, topou fazer uma série de zumbis; Leda Nagle, em sua aparição rápida na televisão; Jesus Luz, que reapareceu nessa série; e a breve participação de Sabrina Sato, que, através da apresentadora Divina, aproxima a realidade e a ficção e a realidade do reality, o que também gera diversão ao espectador.

Enquanto objeto cinematográfico, ‘Reality Z’ faz jus ao nome de superprodução, com suas tomadas aéreas e com drones, fechamento de ruas para gravação e efeitos especiais da edição (aliás, palmas para os responsáveis em retratar o Rio de Janeiro apocalíptico, com aviões na Lagoa Rodrigo de Freitas e fogueiras por todos os lados) – que são características da super competência da Conspiração, responsável por sucessos como ‘Sob Pressão’. A série conta ainda com uma trilha sonora eclética que inclui a inserção pontualíssima de ‘Panis et Circenses’, clássica música de Os Mutantes.

Despretensiosa, ‘Reality Z’ é uma série que firma a criatividade brasileira em construir narrativas de gênero localizadas no próprio país. Divertida, vai agradar aos fãs da vertente trash e gore, com seus esguichos de sangue e situações absurdas que provocam o riso solto.

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Suspense baseado em fatos reais está disponível na Amazon Prime; Assista ao trailer!

Para quem gosta do gênero de suspense psicológico, a Amazon Prime adicionou ao seu catálogo o filme ‘Vanished‘, dirigido por Michael Adante.

Baseada numa história real, a trama acompanha uma mulher que perdeu tudo após a morte de seu filho, assassinado por sequestradores. Decidida a buscar vingança, ela fará de tudo para rastrear e punir aqueles que acabaram com sua vida.

A história explora os extremos pelos quais uma pessoa pode seguir após um trauma irreparável.

Assista ao trailer:

O elenco conta com Cassandra Magrath, Amanda Armstrong, Carolyn Bock, Damon Hunter, Michael F. Cahill, Bec Asha, e Stephen Carracher.

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Crítica | Destacamento Blood – A Tragédia Racial de Spike Lee

Spike Lee é um lendário cineasta conhecido por filmes extremamente necessários para o entendimento político da história – ainda mais no tocante às questões raciais. Ao longo de sua carreira, Lee entregou obras-primas cinematográficas, sendo última o irretocável ‘Infiltrado no Klan’, subestimado nas premiações em vista de um conservadorismo branco que, mesmo no século XXI, continuam a acontecer. Mais do que isso, o diretor sempre se mostrou pronto para denunciar injustiças sociais, usando sua influente voz para se posicionar e nunca se importando com as consequências (motivo pelo qual nutro de um crescente respeito para seu trabalho). E, em 2020, em meio a um retorno à barbaridade de supremacistas, traduzidas nos últimos acontecimentos que envolveram o brutal assassinato de George Floyd por um policial branco, ele lançou um dos melhores e mais importantes longas-metragens do ano: o visceral Destacamento Blood.

Desenrolando-se ao longo de duas horas e meia de um incisivo ensaio antropológico e sociológico, a produção, lançada na Netflix em pleno Dia dos Namorados, não deixa que nenhuma de suas sequências seja colocada em vão ou de modo fragmentado; através de uma direção que flerta com o estilo documentário e que revisita as consequências da infame Guerra do Vietnã e do neoimperialismo promovido pelos Estados Unidos (e mantido pela figura inescrupulosa de Donald Trump), cada investida é parte de algo muito maior, utilizando símbolos próprios da luta de classes embebidos em cada personagem. No geral, a narrativa gira em torno de um grupo de quatro ex-veteranos de guerra que retornam para o território vietnamita para reaverem o corpo de um colega morto em combate – e quase 17 milhões de dólares em barras de ouro para a causa preta.

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Trazendo peças documentais chocantes e arrepiantes, a obra é uma dramatização trágica e quase shakespeariana para a carreira de Lee. Divergindo da mistura de gêneros que explorou anteriormente, o cineasta prefere nos bombardear com uma série de monólogos intimistas e denunciadores, fugindo do escapismo melodramático para uma engrenagem que ultrapassa o nível social e atinge o político com força descomunal. É a partir daí que somos apresentados ao apaixonante grupo formado por Otis (Clarke Peters), soldado-médico que porta-se como um líder nato; o irreverente Eddie (Norm Lewis), que prefere esquecer de sua vida em combate para seguir em frente; o desbocado e astuto Melvin (Isiah Whitlock Jr.); e Paul (Delroy Lindo), um dos personagens mais complexos e controversos da indústria audiovisual dos últimos anos.

Apesar de toda a trama sempre se voltar para a recuperação do corpo de Norman (Chadwick Boseman em uma fantástica atuação em flashbacks), fica logo claro que o protagonista é, essencialmente, Paul. Do começo ao fim, o instigante roteiro também supervisionado por Lee não deixa claro quais são suas intenções e o motivo de sua persona ser tão circinal: fica claro que sua Síndrome do Estresse Pós-Traumático é o motivo por ele desejar com tanto afinco se aventurar nas perigosas selvas vietnamitas, enfrentando pessoas tão assustadas quanto que foram pintadas de “inimigos” por uma sociedade que nem ao mesmo lutou suas próprias batalhas, enviando os descendentes de Jamestown, Virgínia para a guerra. Mas isso não é tudo: Paul deseja enfrentar seus demônios interiores e encontrar fechamento quanto a tudo que aconteceu (em uma reviravolta chocante que não se mostra até o terceiro ato).

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Porém, o ex-soldado não é retratado como um herói. Tendo como guias seus companheiros bélicos, ele sofre ao superar a morte da esposa, descontando sua frustração e seu luto no filho David (Jonathan Majors), que tenta ao máximo se reconectar com o pai. Além disso, ele parece sofrer de uma espécie de distúrbio simpático ao ter votado em um governo racista, parecendo nutrir de uma “amizade” inexplicável por seus próprios agressores (Lee até mesmo faz uma sagaz piada no primeiro ato com essa incabível ideologia). Entre inúmeros erros e um complexo de salvador que fala mais alto que a própria segurança, Paul eventualmente encontra o que procura e se vê pronto para ir de um jeito glorioso: defendendo o que sempre acreditou em um discurso metalinguístico aplaudível.

Afastando-se de quaisquer métodos formulaicos e panfletários – como já foi visto incansavelmente em dramas de guerra repetitivos e bastante romantizados -, Lee é a peça central de um complicado jogo de explanação e de denúncia, mantendo-se fiel a uma identidade estética que tangencia a perfeição cinematográfica e acrescenta um novo capítulo à sua filmografia. O diretor se vale de planos-sequências e o campo-contracampo tradicional da esfera cinematográfica, distorcendo nossas expectativas em arcos flutuantes e ambíguos – mesmo que se valha de certas previsibilidades. Porém, os pontuais deslizes, que se estendem para uma ambígua e quase pedante trilha sonora, não têm voz frente à grandiosidade desse ensaio crítico.

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Destacamento Blood é um soco na boca do estômago que, assim como tantas atrocidades que vemos com constância mais assustadora que o normal na mídia, não nos dá tempo para respirar antes do próximo golpe. Lee novamente prova que é um realizador com urgência imprescindível para os dias de hoje com uma joia deliberada e necessariamente violenta.

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