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Maiores redes de cinema do mundo vão proibir exibição dos filmes da Universal Pictures; Entenda o caso!

De acordo com o Comic Book, a Cineworld, dona da 2ª maior rede de cinemas do mundo, se juntou à gigante AMC Theatres e não irá mais exibir os filmes da Universal Pictures.

A decisão foi tomada depois que o estúdio anunciou que irá investir em lançamentos destinados ao formato digital, além das estreias no cinema.

Isso porque o lançamento digital de ‘Trolls 2‘ rendeu US$ 100 milhões ao estúdio em apenas três semanas só nos EUA, valor superior ao primeiro filme em comparação ao mesmo período.

Lembrando que ‘Trolls‘ foi lançado exclusivamente nos cinemas em 2016 pela Fox e permaneceu mais de um ano em exibição, arrecadando US$ 346,8 milhões pelo mundo, segundo o Box Office Mojo.

Devido ao pronunciamento da Universal, os representantes da Cineworld disseram que:

“As telas de cinemas são a melhor forma de assistir um filme e nós investimos muito nos nossos cinemas ao redor do mundo. Isso permite que os estúdios entreguem a melhor experiência possível ao público… Se a Universal pretende passar por cima dos nossos acordos nesses tempos de crise, não somos obrigados a exibir seus filmes quando nossas salas forem reabertas.”

Antes disso, Adam Aron, o presidente da AMC Theatres também fez um comunicado anunciando o fim da parceria com o estúdio:

“É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff Shell [presidente da Universal] sobre as ações e intenções unilaterais do estúdio não nos deixaram escolha. Por conta disso, a AMC não vai mais exibir os filmes da Universal em nenhum de nossos ao redor do mundo. Dedicamos muito tempo e investimento nesta parceria, e na primeira vez que precisamos de apoio, fomos surpreendidos por um decisão egoísta. Não faz sentido continuar com o acordo se não traz para benefício para nós.”

Por sua vez, os representantes da Universal rebateram a crítica, dizendo:

“Nosso principal objetivo é levar entretenimento de qualidade para as pessoas que estão isoladas dentro de casa e não têm outra opção de lazer a não ser uma TV ou um computador. Além disso, precisamos pagar nossos funcionários e demais parceiros, a situação é precária para todos nós. No melhor cenário, continuaremos a estreitar os laços com as empresas que confiam no nosso trabalho, mas estamos decepcionado com a atitude da AMC Theatres.”

Se a decisão da Cineworld e da AMC Theatres permanecer ao longo dos próximos meses, filmes como ‘Velozes e Furiosos 9′, ‘Jurassic World 3’ e ‘Minions 2‘ terão uma perda significativa nas bilheterias.

‘A Morte do Demônio’: Diretor revela por que a sequência nunca aconteceu

Em entrevista ao podcast Boo Crew, o diretor Fede Alvarez revelou o motivo da sequência do remake ‘A Morte do Demônio‘ nunca ter acontecido.

“Nós começamos a escrever o roteiro da sequência imediatamente. Eu e o Rodo [Sayagues] começamos a pensar sobre a continuação. Nós tínhamos uma história completa. Nossa intenção era juntar a Mia e o Ash. Esse sempre foi o nosso objetivo, mas acho que o Sam [Raimi] tinha outros planos. Sam queria que o Bruce [Campbell] voltasse para uma série de televisão. Seria muito complexo fazer o filme naquela época com a mitologia que estávamos criando para a sequência, pois o Sam tinha suas próprias ideias para a série sobre o aconteceria com o Ash, e ele queria contar aquela história. É por isso que a sequência acabou não acontecendo.”

Ele completa, revelando sobre a participação especial do Bruce Campbell no remake: “A história real é que eu queria que o Bruce fosse aquele motorista [que dá carona para a Mia no final estendido]. Eu queria que o Ash fosse o cara que a ajudasse no final. Eu filmei a cena de um jeito que seria muito simples para o Bruce fazer uma participação no final. Mas o Bruce disse: ‘Sinto que não será especial’. Ele estava certo, pois era muito difícil criar uma razão para o Ash aparecer. Então, nós decidimos não fazer isso.”

Em uma sessão de perguntas e perguntas no Reddit, Sam Raimi falou sobre o novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘ que está em desenvolvimento, e ainda comentou sobre a possível sequência para o remake de 2013.

“Eu, Bruce [Campbell] e Rob [Tapert] estamos trabalhando com um novo cineasta que está escrevendo e irá dirigir o novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’. Eu adoraria dirigir um novo filme da franquia, mas eu realmente gosto de fazê-los com o Bruce. E ele disse que se aposentou do personagem. Espero que não.”

Sobre uma possível sequência para o remake de Fede Alvarez, Raimi respondeu: “Se o Fede dirigisse ou escrevesse o roteiro, sim, eu faria em um piscar de olhos.”

Desta vez, o ator Bruce Campbell, amigo de Raimi e astro dos filmes originais, será o produtor.

Anteriormente, Campbell declarou que havia se aposentado como Ash Williams, mas afirmou que novas histórias seriam contadas:

“Os fãs vão ver versões diferentes de ‘A Morte do Demônio, mas não terminamos a saga. Há mais histórias para contar,” disse ele ao Inquistr.

Por enquanto, os detalhes em relação à trama e aos personagens ainda não foram revelados, e a ideia ainda está nos estágios iniciais.

Lembrando que a última vez que a franquia retornou ao cinema foi em 2013, com o remake dirigido por Fede Álvarez.

‘Jurassic World: Dominação’: Fãs poderão ser devorados por dinossauro no novo filme; Saiba como!

Em seu perfil do Instagram, Chris Pratt anunciou que os fãs de ‘Jurassic World‘ poderão participar do novo filme como figurantes, que serão devorados por um dinossauro. É isso mesmo!

O anúncio faz parte de um leilão beneficente, e todo o valor arrecadado será destinado a instituições de caridade, como a Feeding America, Meals on Wheels, World Central Kitchen e No Kid Hungry.

Quem quiser participar deve doar qualquer valor a partir de US$ 10 para o site da All in Challenge, mas apenas dois sortudos poderão fazer parte de ‘Jurassic World: Dominação‘, que está programado para 2021.

Confira o anúncio:

“Seja devorado por um dinossauro em ‘Jurassic World: Dominação‘! Qualquer um pode entrar participar clicando no link da minha biografia. A inscrição no sorteio custa apenas US$ 10. E você também pode participar do leilão. Então há duas chances de ganhar! Cada vencedor aparecerá no filme ‘Jurassic World: Dominação‘ para ser devorado por um dinossauro. Você pode ser imortalizado na história cinematográfica! Esse é o melhor presente que o dinheiro pode comprar, porque cada dólar vai ajudar pessoas necessitadas.
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Lembrando que a produção da sequência entrou em hiato indefinido devido à pandemia do Coronavírus, mas não impediu a equipe de continuar trabalhando de suas casas.

Há algumas semanas, o diretor Colin Trevorrow divulgou uma nova imagem de bastidores que mostra um monitor de computador e uma cena que traz Isabella Sermon como Maisie Lockwood em meio à neve.

Confira:

 

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Working from home. #JurassicWorld

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Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Trevorrow.

‘Zoey’s Extraordinary Playlist’: Showrunner está ‘otimista’ que a série será renovada

ZOEY'S EXTRAORDINARY PLAYLIST -- "I've Got The Music In Me" Episode 102 -- Pictured: (l-r) Skylar Astin as Max; Jane Levy as Zoey Clarke; John Clarence Stewart as Simon -- (Photo by: Sergei Bachlakov/NBC)

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Austin Winsberg revelou estar “cuidadosamente otimista” que a série ‘Zoey’s Extraordinary Playlist‘, estrelada por Jane Levy, será renovada para a 2ª temporada.

“Estou cuidadosamente otimista que a série será renovada para a 2ª temporada. Eu expliquei minha visão para o segundo ano aos executivos da NBC há duas semanas e eu já tenho a nova temporada completamente mapeada. A emissora está muito feliz com a direção criativa da história. Eles estão muito felizes com a série em geral.”

Ele completa, “A NBC está tentando se reorganizar, pois o mundo está em quarentena. Eles não sabem quando as filmagens voltarão a acontecer, mas nós temos muito apoio interno e externo. Então, estou me sentindo cuidadosamente otimista que retornaremos.”

A primeira temporada tem registrado uma média de 0.41 na demo e um total de 2 milhões de espectadores. Infelizmente, esses números representam a PIOR audiência da emissora, mas a série tem recebido grande aclamação por parte da crítica, o que pode ajudar sua renovação.

A série foi criada por Austin Winsberg.

A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.

O elenco ainda conta com Skylar Astin, Peter Gallagher, Alex Newell, John Clarence Stewart e Mary Steenburgen.

‘L.A.’s Finest’: Jessica Alba e Gabrielle Union estão de volta no trailer da 2ª temporada

A 2ª temporada da série ‘L.A.’s Finest‘, derivado de ‘Bad Boys‘, ganhou trailer completo.

Confira:

A segunda temporada irá estrear no dia 8 de junho.

Inicialmente desenvolvida pela NBC, a série teve seu piloto recusado pela emissora. Posteriormente, o projeto foi resgatado pela Spectrum.

Syd Burnett (Union) é uma ex-agente do departamento de drogas que encontra um recomeço em seu novo trabalho como agente da polícia de Los Angeles. Sua parceira é Nancy McKenna (Alba), uma trabalhadora mãe que inveja um pouco a liberdade de Syd. Com dois estilos de vida diferentes, as duas agentes se provam as melhores em sua área resolvendo casos.

Jessica Alba e Gabrielle Union estrelam.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diretora diz que apenas um vilão não seria o suficiente para a sequência

Mulher-Maravilha 1984‘ estreia em 13 de agosto e vai mostrar a improvável união entre Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig) na tentativa de derrotarem Diana Prince (Gal Gadot).

Durante uma entrevista para a Total Film, a diretora Patty Jenkins foi questionada sobre os motivos de adicionar dois vilões à sequência e disse que apenas um não seria o bastante.

“No início, iríamos trazer apenas a Mulher-Leopardo, mas Maxwell Lord desempenha um papel muito importante nos quadrinhos da Mulher-Maravilha como heroína. Essa dinâmica é essencial para evolução de Diana como heroína… Ao mesmo tempo, a Dra. Minerva é a principal ameaça. Apenas um deles não seria o suficiente.”

Jenkins também comentou sobre o retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e esclareceu que os fãs vão entender porque ele precisava ter sua história expandida.

“Eu sei que muitos ficaram chateados quando anunciamos o retorno de Chris Pine porque Steve deveria estar morto, mas fiquei tão satisfeito quando pensei na história. Acredito que os fãs também vão ficar.”

Apesar da positividade, Jenkins não revelou mais detalhes sobre o enredo de Steve Trevor, mas garantiu que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ não é um reboot, e sim uma sequência do filme lançado em 2017.

“Houve um tempo em que as pessoas ficaram muito chateadas, me perguntando: ‘não é uma sequência? É um reboot completo?’. É uma sequência e, até agora, não há nada contradizendo os dois filmes. Mas é muito importante para mim que não seja apenas mais do primeiro filme. É um filme totalmente diferente. Quando você assiste ao trailer, você consegue sentir”.

De acordo com o Comic Book, a sequência recebeu a classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) por conta de “sequências de ação e violência.”

A informação foi divulgada originalmente pelo MPAA, o órgão que administra a classificação indicativa de filmes e séries nos EUA.

Lembrando que a estreia do filme foi remarcada de 04 de junho para 13 de agosto por conta da pandemia do Coronavírus.

Além de Gal Gadot, reprisando o papel principal, o elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘Jogos Vorazes’, ‘John Wick’ e ‘Jogos Mortais’ voltarão aos cinemas nacionais (quando reabrirem)

Com o objetivo de colaborar com a retomada das atividades dos cinemas brasileiros no período pós-Covid-19, as distribuidoras Downtown Filmes e Paris Filmes vão disponibilizar 180 longas filmes nacionais e internacionais de seus catálogos para serem exibidos nas salas de cinemas do Brasil.

A coletânea divulgada pelas distribuidoras reúne produções nacionais e estrangeiras de gêneros que vão das comédias aos longas de aventura e ação, até o terror, passando por cinebiografias e dramas. Entre os títulos disponíveis estão ‘Minha Mãe É Uma Peça’ e ‘Minha Mãe É Uma Peça 3’, que traz de volta as peripécias de Dona Hermínia.

O público adolescente poderá relembrar os desafios de Katniss Everdeen em Jogos Vorazes – A Esperança O Final’ e a relação de amor de mãe e filha em Fala Sério, Mãe!’, com Larissa Manoela e Ingrid Guimarães. Já as crianças poderão conhecer a obra de Maurício de Sousa, Turma da Mônica – Laços’.

Os fãs da comédia nacional poderão se divertir com  Ingrid Guimarães em ‘De Pernas do Pro Ar 3’ e em Loucas Pra Casar, que conta também com Tatá Werneck e Suzana Pires; Samantha Schmütz em Tô Ryca; Rodrigo Sant’Anna em Um Suburbano Sortudo; Cleo Pires em ‘Qualquer Gato Vira Lata 2’ e Mônica Martelli e Paulo Gustavo em Minha Vida Em Marte.

O sucesso Extraordinário, com Julia Roberts, que emocionou o público brasileiro, é outro título disponível no projeto, assim como A Cabana, com Octavia Spencer. Os amantes de ação e suspense poderão conferir John Wick, com Keanu Reeves. E o terror fica por conta de Jogos Mortais’.

Elis’, cinebiografia da cantora de mesmo nome, Minha Fama de Mau, longa sobre a vida de Erasmo Carlos, integram a lista de filmes cedidos pelas distribuidoras.

‘Hollywood’: Série de Ryan Murphy ganha novas imagens promocionais; Confira!

Netflix divulgou três novas imagens promocionais de ‘Hollywood’, série de Ryan Murphy que estreia amanhã, 01 de maio, na plataforma.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a série abriu com apenas 44% de aprovação, com nota 5.43/10 baseada em 16 reviews (até o momento).

Confira algumas das críticas abaixo:

“Todas as boas intenções acrescentam a um show tão interessado em seguir adiante com Hollywood quanto sua condescendência” – IndieWire.

“Para ser tão ultrajante quanto Henry Willson: é muito ruim!” – Entertainment Weekly.

“Murphy, Brennan e os outros roteiristas entregam deliciosos diálogos para a maior parte do elenco, que claramente está se divertindo” – Oregonian.

“Eventualmente, ‘Hollywood’ erra na parte dos sonhos, mas quem não gosta de sonhar sobre um mundo melhor que o que temos” – Rolling Stone.

“O resultado é um show-Frankenstein que faria jus ao velho universo monstro, tropeçando pelas convoluções da história com grande propósito – mas pouco a se dizer” – Variety.

A produção conta com Dylan McDermott (‘American Horror Story‘) como Ernie, Joe Mantello (‘The Normal Heart‘) como Dick, Holland Taylor (‘Two and a Half Men) como Ellen Kincaid, Samara Weaving (‘SMILF‘) como Claire, Maude Apatow (‘Euphoria‘) como Henrietta, Jake Picking (‘Chasing Life‘) como Rock Hudson e Laura Harrier (‘One Life to Live‘) como Camille. Jim Parsons foi recentemente elencado como o agente de talentos Henry Wilson.

‘Hollywood’ estreia no dia 01 de maio.

‘Ramy’: Mahershala Ali e Ramy Youssef no trailer da 2ª temporada; Assista!

Ramy -- "bay’ah" - Episode 201 -- bro…you want real love? commit to the right person. take the bay’ah. Ramy (Ramy Youssef) and Sheikh Ali Malik (Mahershala Ali), shown. (Photo by: Craig Blankenhorn/Hulu)

Hulu divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da comédia Ramy.

Confira, com as novas imagens:

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 29 de maio.

O jovem Ramy, filho de imigrantes egípcios, se encontra perdido em meio a uma jornada espiritual conflitante. Ele se vê num fogo cruzado entre sua comunidade muçulmana, que acha que a vida é um teste constante, seus amigos millenials, que pensam que a vida é cheia de infinitas possibilidades, e um Deus que está sempre assistindo a tudo isso acontecer.
Ramy YoussefDavid MerhejeHiam AbbassAmr Waked fazem parte do elenco. Mahershala Ali também integra a 2ª temporada.

Crítica | Brincando com Fogo – Netflix lança o MELHOR Reality Show para os Órfãos do BBB

Na última segunda-feira teve fim a mais histórica edição do programa Big Brother Brasil. Desde então, muitas pessoas que acompanharam os brothers – fosse porque gostavam do reality, fosse porque estavam em quarentena – estão se sentindo meio órfãos, sem ter o que assistir que seja alienante o suficiente para tirá-los da realidade do corona vírus. Bom, se este é o seu caso, seus problemas acabaram, pois está disponível na plataforma da Netflix a primeira temporada do reality ‘Brincando com Fogo’.

O reality – de apenas 8 episódios com cerca de 40 minutos de duração cada – tem um argumento bastante similar a qualquer outro: pessoas que não se conheciam previamente são isoladas em um ambiente controlado e, ali, elas devem interagir para ganhar o grande prêmio, de U$100 mil dólares. Só que um detalhe o diferencia dos demais programas, e é um detalhe que faz TODA a diferença: em ‘Brincando com Fogo’ (‘Too Hot to Handle’) os participantes – todos viciados em sexo – aceitaram participar de um retiro sem saber das regras, e, ao chegarem numa praia paradisíaca e conhecerem seus colegas de retiro – todos lindos e maravilhosos – descobrem que não poderão ter nenhum tipo de contato físico com eles.

Isso mesmo: não pode beijar, não pode mão boba, não pode nenhum tipo de autossatisfação, não pode sexo. Sabemos que isso não vai dar certo, né?

A cara que eles fazem quando descobrem as regras é simplesmente hilária, e o cerne do reality vai se desenvolvendo de modo a testar os personagens o tempo todo se conseguirão cumprir a abstinência sexual ou não. E todas as movimentações dos personagens são monitoradas por Lana, um robô com inteligência artificial que interage com eles, dando-lhes funções, informações e analisando o perfil de cada participante de modo a forçar aqueles que têm mais compatibilidade a se aproximem e interagirem entre si.

A estrutura do roteiro de ‘Brincando com Fogo’ é um pouco confusa, pois, com poucos episódios, a gente não chega a conhecer profundamente nenhum dos participantes, não temos muita noção da duração do programa e sobre como atividades básicas funcionam ali dentro (como comem? Quem cozinha? Eles têm acesso à internet? etc). Além disso, os participantes são colocados em uns workshops meio doidos, e o próprio objetivo do jogo – quando você fica sem sexo você consegue construir conexões mais profundas – é meio nebuloso, afinal, quem chegou à essa conclusão?

Brincando com Fogo’ se destaca pelo estereótipo de seus personagens: Chloe, no Reino Unido, é viciada em se exibir em apps de sexo; Sharron, de Nova Jersey, chama a atenção de todas as mulheres; Haley, da Flórida, uma típica garota que faz parte das fraternidades de faculdade estadunidense; Harry, de Queensland-Austrália, o típico babacão de filme pastelão; David, do Reino Unido, o mais sensível dos rapazes; Francesca, do Canadá, a influencer de internet e super viciada em sexo; Matthew, do Colorado-EUA, o sábio mentor; Rhonda, da Geórgia-EUA, a típica patricinha, dentre outros.

Os diálogos travados por eles e certas atitudes são tão, tão absurdas, que a gente chega a se questionar se tudo aquilo não é ficção. O ego e a autoconfiança de todos são tão elevados, que não nos resta outra reação senão rir toda vez que um deles confessa ser tão absurdamente irresistível que é impossível ficar um dia sem fazer sexo, ou que nunca teve que correr atrás de ninguém na vida, etc. Sério, é quase inimaginável pensar que existem pessoas assim, mas elas são reais e estão aí para vocês seguirem nas redes sociais.

Brincando com Fogo’ é um reality show viciante, hilário e absurdo, e dá para maratonar a temporada todinha em uma só tarde, e matar as saudades de se alienar com assuntos banais.

‘She-Ra e as Princesas do Poder’: 5ª temporada ganha trailer OFICIAL; Confira!

A Netflix e a DreamWorks divulgaram o trailer da 5ª e última temporada de She-Ra e as Princesas do Poder’

Assista:

As quatro primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix.

Antes princesa, a corajosa Adora agora leva a vida como a superpoderosa SheRa. Após se juntar à Rebelião, ela assume a difícil missão de proteger toda a humanidade do mal. O único problema é que sua melhor amiga ficou do lado da Horda do Mal.
Os 13 últimos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 15 de maio.

Diretor de ‘Vingadores: Ultimato’ diz que reestreia pode ajudar os cinemas a atrair o público após a pandemia

Após o fim do isolamento social causado pela pandemia do Coronavírus, diversos estabelecimentos irão enfrentar dificuldades para voltar à normalidade, principalmente os cinemas.

Durante uma entrevista para o Cinema Blend, o diretor Joe Russo sugeriu que a reestreia de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato‘ pode ajudar as redes de cinema a atrair o público novamente.

Ao longo da conversa, o cineasta disse que o amor do público pelos filmes da Marvel pode ser um fator decisivo para isso.

“Acho que o momento mais emocionante da minha carreira aconteceu há algumas semanas quando eu vi dezenas de fãs compartilhando suas reações durante a estreia de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato‘. Desde o início da quarentena, esses filmes voltaram a bombar nas redes sociais, o que é incrível. Eu acho que a experiência de assistir um filme no cinema deixa as pessoas ainda mais emocionadas, então eu apoio o relançamento nas telonas.”

Apesar do entusiasmo, ainda é cedo para pensar na reabertura dos cinemas, já que o governo chinês tentou o mesmo no fim de março, mas voltou atrás depois que novos contágios da doença foram registrados.

A situação é semelhante nos EUA, que registra o maior número de infectados pelo mundo, com mais de 01 milhão de casos confirmados e pelo menos 61 mil mortes.

Ao redor do mundo, as salas de cinema continuam fechadas.

E aí, será que os filmes da Marvel terão o poder de atrair o público para o cinema após a crise?

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Eu Conheço a Verdade’: Mark Ruffalo fala sobre a minissérie da HBO em novo vídeo; Confira!

A nova minissérie da HBO, estrelada por Mark Ruffalo e intitulada Eu Conheço a Verdade, ganhou um vídeo promocional em que o astro e o diretor Derek Cianfrance falam sobre a essência da história.

Confira:

Na produção, Ruffalo vive dois gêmeos que estão diante da iminente morte da sua mãe, em meio a um grandioso caos que pode por um fim na relação entre os irmãos.

A produção estreia no dia 10 de maio.

Baseado no romance homônimo e best-seller de Wally Lamb, a trama traz “a saga de uma família e acompanha as vidas paralelas de irmãos gêmeos idênticos, em uma épica história de traição, sacrifício e perdão”. A descrição oficial da HBO ainda pontua que a trama terá como pano de fundo a América do século XX.

Cianfrance (‘Namorados Para Sempre‘) assina o roteiro e comanda a direção dos seis episódios da minissérie.

O elenco também é formado por Melissa Leo, Rosie O’Donnell, Archie Panjabi, Imogen Poots , Juliette Lewis e Kathyrn Hahn.

’30 Dias de Noite’, ‘Doce Vingança’, ‘Zodíaco’ e mais 62 Filmes serão Removidos da Netflix amanhã

A Netflix está renovando sua grade de programação ao longo do mês de maio e assim com uma série de títulos estreiam durante o período, inúmeras produções também se despedirão da plataforma de streaming.

Produções de sucesso como ‘30 Dias de Noite‘, ‘Zodíaco‘, ‘Caça-Fantasmas‘, ‘A Rede Social‘, serão removidas do catálogo amanhã.

E para você não ficar confuso e perder aquele título que já está na sua lista há muito tempo, separamos a agenda de conteúdos que se despedem da Netflix amanhã, dia 1º de Maio.

Portanto, guarde essa agendinha amiga, renove o estoque de pipoca e da sua bebida favorita e que comecem as maratonas!

01/05

27, el club de los malditos

27: Gone Too Soon

30 dias de noite

A Lenda de Oz

A rede social

A Vida Secreta de Zoe

Abby Sen

Abzurdah

American Experience – O Circo

American Experience: Assassinato no Havaí

Amor de Aluguel

Anatomia do Crime

Atraídos pelo destino

Bombay Talkies

Caminhos da Floresta

Defying the Nazis: The Sharps’ War

Dharam Sankat Mein

Doce Vingança 2

Einsatzgruppen: The Nazi Death Squads

Eu sou a lenda

February

Filth

Fogo nas Veias

Garota Interrompida

Harry Benson: Shoot First

Inkaar

Le K Benzema

Losing Sight of Shore

Loucademia de Polícia 5 – Missão Miami Beach

Loucademia de Polícia 7: Missão Moscou

Mary Kom

Maya Angelou, e ainda Resisto

Moh Maya Money

Nada Além de Problemas

Nitro Circus: O Filme

O Besouro Verde

O Cara

O cavaleiro solitário

O Cristal Encantado

O grande truque

O pacto

Oh My God

Os caça-fantasmas

Os Segredos de Scotland Yard

Os Smurfs

Paixões violentas

Prohibition: A Film by Ken Burns and Lynn Novick

Pyaar Ka Punchnama

Queen

Rede de Corrupção

Regressão

Secrets of Althorp – The Spencers

Secrets of Selfridges

Secrets of Underground London

Secrets of Westminster

Sem Limites

Shaitan

Sou Luna

Special 26

Tanu Weds Manu

Terra

Uma Caminhada na Floresta

Yamla Pagla Deewana 2

Zodíaco

Zohan – O Agente Bom de Corte

‘Mentiras Perigosas’: Suspense com Camila Mendes, de ‘Riverdale’, já está disponível na Netflix

O novo suspense da Netflix, intitulado ‘Mentiras Perigosas‘ (Dangerous Lies), estrelado pela Camila Mendes (‘Riverdale‘), já está disponível na plataforma de streaming.

O longa teve sua estreia nesta quinta-feira (30) na grade de programação.

Confira o trailer:

Ao se tornar a única herdeira de um paciente, a cuidadora Katie acaba envolta em uma rede de mentiras e assassinato. Para sobreviver, ela não pode confiar em ninguém –  nem mesmo nas pessoas que ama.

O longa é dirigido por Michael Scott.

Crítica em Vídeo | Eu Nunca… – Divertida e alto astral, série da Netflix vai te fazer rir muito…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO da série ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever), nova comédia original Netflix criada por Mindy Kaling (‘The Mindy Project‘).

Divertida e alto astral, a série vai te fazer rir muito…

Confira:

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

Lang Fisher entra como showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

‘Sol da Meia-Noite’: Autora de ‘Crepúsculo’ pode anunciar lançamento do livro derivado em breve

Através de seu site oficial, Stephenie Meyer, autora da saga Crepúsculo‘, anunciou que fará uma grande revelação no dia 04 de maio.

Apesar de não haver detalhes, os fãs já estão especulando que o anúncio está relacionado ao lançamento de ‘Sol da Meia Noite‘, romance derivado de ‘Crespúsculo’.

Há alguns anos, Meyer já havia detalhado a trama de ‘Sol da Meia-Noite‘, que é ambientado durante os eventos do primeiro livro, mas a partir do ponto de vista de Edward Cullen.

A autora já está trabalhando no derivado há mais de dez anos, mas havia interrompido a escrita depois que uma parte do texto acabou vazando online.

Além disso, Meyer pensou em desistir da ideia porque o autor E.L. James estava escrevendo um derivado de ‘50 Tons de Cinza‘ focado no ponto de vista de Christian Gray.

Em 2015, ela concedeu uma entrevista para o Hypable, dizendo:

“Eu ainda estou trabalhando no derivado, mas quase desisti porque a ideia de E.L. James é muito parecida com a minha. Não vou desistir, mas vou adiar o lançamento. Isso tudo parece até uma maldição, não sei. Toda vez que eu falo sobre isso, algo ruim acontece e é frustrante. Mas minha mãe vai me matar se eu não terminar… Eu devo isso a ela. Em todo aniversário ou Natal, ela me diz: ‘Você sabe o que eu quero de presente’. Então eu não vou desistir.”

Para quem não sabe, Meyer publicou vários livros derivados da franquia ao longo dos anos, incluindo ‘Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série’ (2011) e ‘Vida e Morte: Crepúsculo Reimaginado‘ (2015).

No entanto, ‘Sol da Meia-Noite‘ é o mais aguardado pelos fãs

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

‘As Panteras’, ‘Tomb Raider’ e ‘Aves de Rapina’: O fim da hipersexualização feminina em Hollywood!

As Bond Girls mais clássicas já representavam isso muito bem. Com corpos esguios e bem delineados, elas se apresentavam nos antigos filmes do James Bond como a personificação da beleza feminina. Com sua sexualidade sempre muito bem aflorada em figurinos mais reveladores, beldades como Ursula Andress (007 Contra o Satânico Dr. No), Diana Rigg (007 A Serviço Secreto de Sua Majestade) e Maud Adams (007 contra o Homem da Pistola de Ouro) seguiam à risca a descrição hipersexualizada presente nos livros e contos do escritor Ian Fleming. Esse mesmo exagero em objetificar a mulher era também a marca registrada dos cartazes desses e de tantos outros longas da popular franquia do agente secreto e frequentemente traziam a mulher como uma espécie de acessório sexual de Bond, com pouco valor em tempo de tela e pouca importância narrativa.

007 A Serviço Secreto de Sua Majestade

Obviamente, essa redução da mulher nas telonas – alimentada pela franquia Bond e perpetuada por tantas outras – acarretou em um efeito dominó catastrófico, impactando até mesmo em como Hollywood lidaria com o sexo feminino nos cinemas nas décadas seguintes. A falta de representatividade genuína tem gradativamente diminuído, mas saber retratar as mulheres em papéis que valorizem sua essência ainda é um desafio que a indústria patina em conseguir vencer. E após o surpreendente sucesso de Mulher-Maravilha, o primeiro filme solo de uma heroína após os fracassos de Mulher-Gato (2004) e Elektra (2005), a preocupação em garantir mais filmes estrelados por figuras femininas ganhou um outro adendo: Como atrair para os cinemas um público acostumado a associar a mulher unicamente à sua sexualidade?

Parecia até um tanto simples tentar responder a pergunta, mas o quadro atual que Arlequina: Aves de Rapina pintou nos cinemas – fracassando em sua bilheteria, mostra que encontrar o equilíbrio entre a sensualidade natural feminina e seu empoderamento talvez seja mais difícil que abrir espaço para mais produções dirigidas e estreladas por mulheres. Pulando de um extremo ao outro, Hollywood tem se debatido a respeito de como garantir uma verdadeira representatividade sem soar boçal ou misógino. Após anos e anos e uma sucessão de filmes que sempre transformaram a mulher em um objeto a ser desejado e consumado – vide O Pecado Mora ao Lado, Quanto Mais Quente Melhor, Mulher Nota 1000 e Barbarella -, a indústria do entretenimento parece tentar caminhar para a total não hipersexualização feminina – o que é extremamente importante, mas também parece esquecer que é possível garantir a valorização da mulher, mantendo sua saudável, inegável e natural sensualidade.

Barbarella

Os anos 2000 viram o início desse equilíbrio se firmar, em filmes que trouxeram mulheres badass, mas que continuavam exalando sua sensualidade. O remake de As Panteras é uma grande prova do sucesso que essa combinação pode gerar. Com um trio de mulheres bem distintas, o longa estrelado por Drew Barrymore, Lucy Liu e Cameron Diaz resgatou a clássica série dos anos 70 e arrebatou as audiências, com uma arrecadação de mais de US$ 264 milhões, a partir de um orçamento de US$ 93 milhões. Figurando no imaginário infantil feminino como o ideal que muitas garotinhas tinham do que é empoderamento, a comédia de ação ainda ganhou uma sequência de sucesso moderado, que embora tenha tido uma arrecadação um pouco inferior, consolidou a franquia de maneira honrosa, abocanhando mais de US$ 259 milhões.

Outra saga de sucesso foi a adaptação do game Tomb Raider. A produção, estrelada por Angelina Jolie, trazia uma das mulheres mais sexy do mundo em um papel desbravador. Dona do seu próprio destino, exímia lutadora e astuta em cada movimento, ela fez da Lara Croft um ícone feminino, preservou a sensualidade natural da personagem, sem que esse aspecto ofuscasse toda sua agilidade em combate. Essa fórmula fez de Lara Croft: Tomb Raider a maior bilheteria inspirada em um game (naquela época) e também o filme mais lucrativo estrelado por uma mulher. Faturando mais de US$ 274 milhões, o longa ainda ganhou uma sequência.

Infelizmente, a meteórica jornada de sucesso desses filmes protagonizados por mulheres lançados nos anos 2000 não tem se repetido recentemente. Tentando resgatar o mesmo fulgor das franquias já citadas, os grandes estúdios de cinema tentaram apostar no sucesso de outrora e reativaram tanto a marca de As Panteras, bem como a de Tomb Raider. Trazendo um elenco mais jovem e coerente com o nosso atual contexto sócio cultural, a nova versão da franquia de espionagem tem o seu valor e foi bem executada. Mas mesmo sendo protagonizada por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska, ela não teve impacto nenhum nem com a audiência feminina, tão pouco com o público geral. Passando pelos cinemas de forma bem insossa, o longa – de orçamento de cerca de US$ 50 milhões – fracassou duramente, com uma pífia bilheteria de meros US$ 71 milhões. Já a atual Lara Croft, vivida pela vencedora do Oscar (e que estava no auge de sua popularidade em virtude disso) Alicia Vikander, também pereceu nas telonas. Embora sua premissa tivesse potencial, o longa amargou uma passagem bem efêmera nas telonas.

E mais recentemente, Aves de Rapina parece seguir pelo mesmo curso. Embora tenha conquistado 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi incapaz de cativar os fãs dos quadrinhos para o cinema e patina para suprir seu orçamento de cerca de US$ 100 milhões. E ainda que seu título original, Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, tenha sido uma escolha duvidosa por parte da Warner Bros. – dificultando a associação dos fãs de Arlequina ao longa em questão, o problema no alcance do filme aparenta ir muito além da troca do título. Liderado totalmente por mulheres, a produção é a primeira adaptação de HQ que traz um time composto apenas por heroínas e deveria consolidar um novo tempo em Hollywood, abrindo caminho para mais filmes do gênero. No entanto, a história parece repetir os históricos de 2004 e 2005, abrindo brecha para um novo abismo entre a representatividade feminina e os cinemas.

O que ainda é preciso fazer para garantir que filmes protagonizados por mulheres alcancem o sucesso que genuinamente merecem? É incerto dizer com precisão quais as barreiras e consequências travaram a jornada promissora dos longas citados, mas é fato que ainda há alguns paradigmas e preconceitos a serem rompidos. Será que falta uma genuína distinção entre a sensualidade feminina e a hipersexualização dela nas telonas? Seria uma ausência de equilíbrio na sua representação? Será que os estúdios têm receio em investir na divulgação dessas produções, temendo um prejuízo maior? Falta ousadia na abordagem feminina? Como mudar essa antiga mentalidade acostumada com o James Bond do passado, a fim de garantir que mulheres duronas sejam devidamente celebradas nos filmes? O começo do fim da hipersexualização celebra um novo tempo do empoderamento feminino, mas se não começarmos a encontrar respostas para essas e tantas outras perguntas remanescentes, a jornada encorajadora de mulheres guerreiras nos cinemas pode mais uma vez cair naquele terrível e escuro ostracismo de 50 anos atrás.

Crítica Netflix | Ricos de Amor: Comédia nacional brinca com os clichês e acerta em sua leveza

RICOS DE AMOR

O gênero de comédia romântica cresceu assim. Entre frases de efeito bem posicionadas, personagens lindamente carismáticos e histórias de amor às avessas que se transformam no perfeito encaixe, filmes que se encontram nesse cânone são regados por aqueles maneirismos que são os clássicos gatilhos para devaneios e fantasias amorosas. Funciona. E, honestamente, são tão prazerosos como um bom filme cult. E com o cinema nacional explorando novas vertentes em suas narrativas, bem como sua versatilidade não apenas no cenário dramático – mas em todos os demais que cercam a indústria cinematográfica, Ricos de Amor chega como uma surpresa deliciosa da Netflix. Cria seu próprio universo e oferece a brasilidade da nossa cultura e tradições com um humor muito mais cativante do que até mesmo algumas das comédias românticas mais recentes da plataforma, como Amar. Casar. Recomeçar.

RICOS DE AMOR

Sem precisar ser levada tão a sério assim, como o próprio subgênero da comédia insiste, Ricos de Amor é uma experiência puramente good vibes e ideal para este tumultuado momento de tantas incertezas, medos e aflições. A trama acompanha as desventuras amorosas de um jovem rico e mimado que decide esconder sua identidade, a fim de encontrar seu verdadeiro par romântico. Sem se pressionar a entregar uma trama totalmente inédita, a produção é de fato uma jornada de amor e auto descoberta dentro da atmosfera brasileira. Identificável pela culturalidade que exala a plenos pulmões, como as favelas do Rio, os clássicos ônibus cheios em horário de pico e as festas tradicionais e roceiras comuns no interior e em estados fortes no agronegócio, a produção pode até gerar uma certa desconfiança em primeira instância, mas rapidamente cativa o público pelo carisma bem abordado de seus personagens.

Protagonizado por Danilo Mesquita, Giovanna Lancellotti e Lellê, o longa brinca com os clichês do gênero, faz sua própria reciclagem proposital de cada um deles e entrega um resultado que funciona nas telas. Sabendo construir a trama de forma simples e dinâmica, o diretor Bruno Garotti é hábil em não perder muito tempo em sua narrativa, tornando a evolução do enredo célere e prazerosa de desfrutar. Funcionando ainda quase como uma válvula de escape da peleja que a reclusão social impôs aos cinéfilos, Ricos de Amor é divertido, atrai a audiência para o pouco explorado background de cada um de seus protagonistas e ainda traz um elemento inesperado, que é o tato social com as comunidades carentes que perecem em meio ao acúmulo de riqueza em grupos seletos.

RICOS DE AMOR

Com uma pegada cômica que faz suaves referências à premissa de longas como 10 Coisas Que Eu Odeio em Você e Megarromântico, Ricos de Amor é uma produção bem simples, mas que funciona em sua proposta de trazer leveza e até mesmo um certo simbolismo social reflexivo – ao voltar seus olhos para a favela com um cuidado diferente. Sem exigir absolutamente nada de seu público, a comédia é um lembrete da versatilidade que o cinema nacional possui e vai demandar de você apenas uma mente aberta para se divertir com uma história que – ainda que não traga nada novo – não deixa de ser um renovo em tempos de cólera.

Irmãos Russo falam sobre ressuscitar o Homem de Ferro no MCU

Durante uma live para comemorar o primeiro aniversário de ‘Vingadores: Ultimato‘, os diretores Anthony e Joe Russo falaram sobre a importância do Homem de Ferro e a possível ressurreição do herói.

A morte foi difícil para muitos fãs, já que o Homem de Ferro foi o herói que deu início ao Universo Cinematográfico da Marvel, abrindo caminho para 10 anos de histórias e personagens.

Na live, o diretor Anthony Russo revelou que acha legal trazer o herói de volta, mas depende de como isso será feito.

“As apostas devem ser reais, e se não forem reais, como o investimento emocional do público no momento e nos personagens da narrativa é apenas… um potencial perdido. Em todas as nossas histórias, apesar de muitos filmes da Marvel terem sido difíceis, queríamos nos comprometer muito com essa ideia”, disse Russo.

“Então, para responder à sua pergunta, acho que trazê-lo de volta à vida ia depender do contexto disso. Depende de como ele foi trazido de volta. Depende da narrativa, mas certamente é algo que deve ser conquistado. É certamente algo que chocaria. Algo que surpreenda o público, para que você não possa simplesmente trazê-lo de volta. Teria que haver um evento narrativo realmente atraente, inovador e imprevisível para encontrar seu caminho até lá para que valesse a pena “, concluiu.

Se a Marvel realmente quisesse, certamente poderiam encontrar uma maneira de trazer o personagem de volta, embora fosse muito mais fácil se eles seguissem os quadrinhos e fizessem dele uma Inteligência Artificial, projetada por Stark, caso ele falecesse. Esse arco fez muito sucesso nos quadrinhos.

Robert Downey Jr. também participou da transmissão e falou como estava se sentindo após sua aposentadoria da Marvel Studios.

Ao final da conversa, Joe elogiou o trabalho de Downey e brincou ao dizer que não se importaria em fazer novos filmes do herói.

“Você fez um excelente trabalho. Talvez tenhamos que fazer isso novamente algum dia. Quem sabe?”, disse ele.

Downey concordou com a ideia e respondeu:

“Quem sabe? O público é que vai dizer se isso deve acontecer.”

Assista:

Apesar do entusiasmo da dupla, parece improvável que a Marvel queira ressuscitar Tony Stark porque isso acabaria tirando o peso de seu sacrifício em ‘Vingadores: Ultimato’.

Além disso, Downey já disse ao The Hollywood Reporter que pretende se distanciar do personagem.

“Eu não sou meu trabalho. Eu não sou o que fiz com a Marvel Studios. Eu não sou esse período de tempo que passei interpretando o personagem. E é uma droga, porque a criança em todos nós fica meio que: ‘Não. Sempre será um acampamento de verão e estamos todos de mãos dadas.'”.

O astro também admitiu desenvolver uma ‘dependência’ em seu contrato com a Marvel Studios e que agora pretende explorar novos horizontes com cuidado.

“Não fui forçado a explorar a nova fronteira da minha vida criativa e pessoal depois disso. É sempre bom estar no comando de onde você está prestes a chegar. É melhor eu começar a trabalhar nisso… As pessoas costumam desmoronar na transição entre uma fase e a próxima.”

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.