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7 séries de terror para você ficar de olho em 2020

Uma casa mal-assombrada, espíritos que perseguem crianças ou adolescentes, fantasmas tentando se comunicar com o mundo dos vivos, ou algum acontecimento chocante e aparentemente sem explicações. Estes são alguns dos elementos mais marcantes de histórias de terror. Mas não é só disso que vive o gênero.

Apesar de jamais ter saído da lista dos favoritos do grande público, o terror tem passado por uma espécie de renovação pelo olhar de diretores como Ari Aster (‘Hereditário, Midsommar’), Robert Eggers (‘A Bruxa’, ‘O Farol’), Jordan Peele (‘Corra!’, ‘Nós’) e Jennifer Kent (‘Babadook’, ‘The Nightingale’), por exemplo. Estes cineastas têm usado cada vez mais os elementos típicos de histórias de terror (ou, às vezes, não tão típicos assim) para abordar temas psicológicos e introspectivos. A partir disso, o que observamos é uma nova leva de produções que buscam atingir objetivos parecidos e, pensando nisso, o CinePOP lista sete novas séries de terror para você ficar de olho em 2020!

Confira:

The Outsider

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Inspirada na obra homônima do mestre do terror Stephen King, The Outsider é um thriller psicológico que acompanha um detetive e uma investigadora particular, ambos buscando solucionar o caso de um assassinato sinistro de um jovem garoto, Frank Peterson, nem Cherokee City, Georgia. Quando o corpo do menino é encontrado coberto de saliva e marcas de dentes humanos, o detetive Ralph Anderson identifica evidências ligado o caso ao treinador Terry Maitland. O homem insiste em sua inocência, quando elementos sobrenaturais começam a interferir no caso e na investigação. 

The Outsider já está sendo exibida pela HBO! A série é produzida e dirigida por Jason Bateman, que também compõe o elenco ao lado de Julianne Nicholson, Cynthia Erivo e Bill Camp.

Locke & Key

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Os três irmãos Locke e a mãe precisam se mudar para o lar ancestral da família, Keyhouse, após o pai ter sido brutalmente assassinado em circunstâncias misteriosas. Lá, eles descobrem que a casa é repleta de chaves mágicas que podem estar conectadas à morte do pai. Enquanto vão desvendando cada uma das chaves e seus poderes únicos, os irmãos acabam acordando um demônio que não vai parar por nada. 

Esta é a premissa de Locke & Key, a nova série da Netflix baseada na saga de HQ homônima de Joe Hill e Gabriel Rodríguez. Darby Stanchfield (Scandal), Jackson Robert Scott (It – A Coisa) e  Connor Jessup (American Crime) integram o elenco, enquanto a produção é de Carlton Cuse e Meredith Averill (A Maldição da Residência Hill). A série já estreou na Netflix.

Spectros

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Enganou-se quem achou que não teria terror brasileiro nesta lista! A Netflix lançou a sérieSpectros, que se passa no bairro da Liberdade, em São Paulo, acompanhando um grupo de adolescentes em meio a uma disputa envolvendo forças sobrenaturais e espíritos japoneses — lembrando, é claro, que o bairro é tradicionalmente conhecido por sua grande comunidade de origem oriental.

A série já estreou na Netflix. Spectros tem 8 episódios e elenco formado por Danilo Mesquita, Enzo Barone, Claudia Okuno, Pedro Carvalho e Mariana Sena. A produção é de Douglas Petrie (Demolidor).

A Maldição da Mansão Bly

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Espécie de “sequência espiritual” de ‘A Maldição da Residência Hill’, a segunda temporada da série criada por Mike Flanagan para a Netflix conta uma história inteiramente nova, baseada no livro “A Volta do Parafuso”, de Henry James. A trama não tece conexões com  a primeira temporada, sendo a semelhança entre elas parte do elenco, o time de produção e a temática de terror com uma casa mal assombrada. 

A história original acompanha uma jovem governanta que vai trabalhar na Mansão Bly em Essex, Inglaterra, para cuidar de duas crianças órfãs. Logo, a governanta para a testemunhar atividades sobrenaturais e fica convencida de que as crianças estão recebendo visitas de fantasmas. A governanta, Dani, será interpretada por Victoria Pedretti, enquanto as crianças serão vividas por Amelie Smith e Benjamin Evan Ainsworth. Além de Pedretti, outros membros do elenco de Residência Hill também estarão de volta: Henry Thomas, Kate Siegel e Oliver Jackson-Cohen.

Lovecraft Country

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A HBO reuniu um time de peso para esta minissérie. Trata-se de uma antologia de terror produzida por Jordan Peele e J.J. Abrams. A história se baseia no livro homônimo de Matt Ruff e acompanha Atticus Black (Jonathan Majors), um jovem de 25 anos que embarca em uma road trip junto à amiga Letitia (Jurnee Smollett-Bell)  e ao Tio George (Courtney B. Vance), para encontrar o pai desaparecido, durante a década de 1950. Eles precisam enfrentar e sobreviver os terrores racistas da “América branca” e os espíritos maléficos que poderiam ter sido retirados de um livro de Lovecraft. 

Ainda não há data de estreia, masLovecraft Country tem produção e roteiro de Misha Green. A primeira temporada terá 10 episódios, e ainda não dá data de estreia. 

The Walking Dead: World Beyond’

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Houve uma época em que costumávamos dizer que, no fim dos tempos, sobrariam no mundo as baratas, ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Supernatural’. Agora, sabemos que a série dos irmãos Winchester está chegando ao fim, e que por isso ela provavelmente não será uma das sobreviventes do pós-apocalipse. E é por isso que The Walking Dead está pronta para assumir o posto. A série vai ganhar um segundo spin-off (após ‘Fear the Walking Dead’), intitulado The Walking Dead: World Beyond’

De acordo com a sinopse, World Beyond vai acompanhar a primeira geração de jovens adultos que cresceu durante o apocalipse zumbi. Curiosamente, apesar de ainda não ter estreado, a série já tem data para chegar ao fim: segundo a presidente do canal AMC, Sarah Barnett, o terceiro spin-off terá apenas duas temporadas e um final planejado, já que o plano é contar uma história “bastante específica e distinta”. A estreia, aliás, está marcada para maio, nos Estados Unidos. 

Penny Dreadful: City of Angels’

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Penny Dreadful está de volta, mas esqueça Eva Green. O canal Showtime está preparando um spin-off protagonizado por Natalie Dormer (‘Game of Thrones’). A história é ambientada quase 40 anos antes da original, durante a Era de Ouro de Hollywood da década de 1930. Mais especificamente, a história se inicia em Los Angeles, no ano de 1938, uma época e um lugar “profundamente fundidos com o folclore que mistura México e Estados Unidos e suas tensões sociais”. O Detetive Tiago Vega (Daniel Zovatto) precisa investigar um caso de um assassinato brutal e acaba se vendo em meio à história do surgimento de LA, da construção das ruas às tradições do folclore e aos perigosos atos de espionagem do Terceiro Reich. Dormer interpreta Magda, um demônio sobrenatural que pode assumir a forma de qualquer pessoa que ela escolher.

Nos Estados Unidos, Penny Dreadful: City of Angels’ estreia em 26 de abril.

Qual será que vai ficar entre as suas favoritas?

 

Fãs criam abaixo-assinado pedindo ‘versão do diretor’ de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’

Após anos aguardando o desfecho da atual trilogia de ‘Star Wars‘, muitos fãs se decepcionaram com a narrativa do ‘Episódio IX‘, intitulado ‘A Ascensão Skywalker‘.

Após as críticas negativas ao filme, diversos rumores apontaram que a Disney restringiu as ideias de J.J. Abrams para que o diretor entregasse uma trama adequada aos objetivos do estúdio.

Além disso, um usuário do Reddit afirmou que a corte visto no cinema foi drasticamente alterado em relação à versão idealizada por Abrams, alegando que há várias cenas excluídas.

Pensando nisso, um fã criou um abaixo-assinado no Change.org exigindo que a Disney libere o material original.

Em parte do texto, o responsável pelo pedido diz que:

Abrams planejou ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ com um corte de mais de 3 horas, mas a Disney assumiu o controle criativo da sequência impediu que ele contasse a história completa. […] O estúdio prometeu a Abrams um controle maior sobre a narrativa, mas os executivos o cegaram e cortaram momentos cruciais só para agradar os investidores.”

Até o momento, o documento já registrou mais de 8.000 assinaturas, mas parece improvável que o protesto tenha algum efeito.

Enquanto isso, a tag #releasetheJJcut está ganhando forças nas redes sociais.

Assista nossa crítica:

star wars poster

 

Dinossauros ARMADOS no trailer bizarro do terror ‘Jurassic Thunder’; Assista!

O terror trash ‘Jurassic Thunder‘ ganhou trailer, que traz um T-Rex transformado em uma máquina de guerra.

Confira:

Escrito e dirigido por Milko Davis, o longa será lançado em VOD ainda esse ano.

Quando uma base secreta do deserto é forçada a desviar a Terceira Guerra Mundial contra um adversário formidável, um grupo de soldados e dinossauros armados são contratados para realizar o trabalho.

Heath C. HeineRick Haak e Jon Cotton estrelam a produção.

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‘Tomb Raider 2’: Sequência com Alicia Vikander terá elementos ‘sobrenaturais’

Segundo o Geeks Vibes Nation, a sequência de ‘Tomb Raider: A Origem‘ ganhou novidades sobre seu enredo.

A Warner decidiu se inspirar nos games mais recentes da personagem, e misturar os elementos vistos em ‘Rise of the Tomb Raider‘ e ‘Shadow of the Tomb Raider‘.

O estúdio quer que a sequência tenha elementos sobrenaturais, muito conhecidos pelos jogadores dos games.

Ben Wheatley (‘Kill List‘) foi contratado para dirigir a sequência. A expectativa é que a produção comece no início de 2020.

Alicia Wikander reprisará o papel da heroína, Lara Croft.

O roteiro da continuação está sendo escrito por Amy Jump.

Tomb Raider 2‘ será lançado nos cinemas no dia 9 de março de 2021.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

O reboot arrecadou US$ 274 milhões ao redor do mundo, com um orçamento de US$ 94 milhões.

‘Milagre na Cela 7’ e outros Filmes Estrangeiros Ótimos Disponíveis na Netflix

Depois de tanto tempo em casa, capaz de você já ter esgotado quase todas as opções hollywoodianas disponíveis na Netflix, né? Mas… que tal aproveitar esse tempo em casa para ver filmes de outros países também? A Netflix tem produções excelentes em várias línguas diferentes, que vão fazer você viajar sem sair de casa!

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10 – ‘Milagre na Cela 7’ – Turquia

Provavelmente uma das melhores surpresas na Netflix esse ano. O filme conta a história de um pai que tem deficiência intelectual e acaba sendo preso injustamente, e o drama de sua filha de 8 anos em tentar conseguir vê-lo ou falar com ele. Esse filme é tão emocionante, que fizemos até crítica em vídeo aqui:

 

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9 – ‘A Viagem de Chihiro’ – Japão

Se você ainda não conhece os filmes dos Studio Ghibli, então, comece por ‘A Viagem de Chihiro’. Animação que agrada tanto a crianças quanto a adultos, o filme de fantasia traz a viagem da jovem Chihiro por um mundo dominado por uma bruxa má, e aqueles que desobedecem as suas ordens são transformados em animais.

 

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8 – ‘O Menino Que Descobriu o Vento’ – Reino Unido/Malawi

Esta é uma coprodução, porém o longa foi filmado quase integralmente no Malawi. Em ‘O Menino Que Descobriu o Vento’ vemos a história de William, um menino inteligentíssimo que, aos 13 anos, encontrou uma forma inusitada de garantir a sobrevivência de sua família.

 

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7 – ‘O Farol das Orcas’ – Argentina

Esse filme é extremamente emocionante, e conta a história de uma mãe e seu filho autista que viajam até a Patagônia atrás de ajuda. Contém imagens belíssimas do lugar mais ao sul do planeta. E se você gostou de ‘Milagre na Cela 7, provavelmente vai gostar desse aqui também.

 

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6 – ‘First They Killed My Father’ – EUA/Camboja

Outra coprodução, majoritariamente filmada no Camboja. Foi escrito e dirigido por Angelina Jolie e escolhido como representante desse país ao Oscar de Filme Estrangeiro em 2018. Baseado no relato autobiográfico da ativista pelos direitos humanos Loung Ung, conta a infância sofrida da jovem menina no Camboja sob o domínio dos seguidores do Partido Kampuchea, entre 1975 e 1979.

 

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5 – ‘A Noiva’ – Rússia

Se você estiver a fim de dar uma variada na sua cartela de filmes de terror, a sugestão é o russo ‘A Noiva’. Mas, você tem que ter um nível de exigência bem flexível, e estar aberto a se divertir com um filme de terror bem alternativo.

 

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4 – ‘Roma’ – México

Não faz nem tanto tempo assim que ‘Roma’ chegou na Netflix e abalou as estruturas das premiações cinematográficas do mundo inteiro por fazer a limpa em muitas categorias. Dirigido por Alfonso Cuarón, o longa é focado na rotina de uma empregada doméstica que trabalha na casa de uma família de classe média na Cidade do México de 1970 – e é baseado nas memórias do próprio diretor.

 

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3 – ‘Isi e Ossi’ – Alemanha

Lançado nesse início de ano, ‘Isi e Ossi’ é uma comédia bem levinha, meio doidinha, que traz o clássico dilema menina rica x menino pobre – com a diferença de apresentar um lado da Alemanha desconhecido dos turistas, com bastante pobreza e desemprego. É desses filmes para assistir no meio da tarde.

 

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2 – ‘O Tigre e o Dragão’ – Hong Kong/China/EUA

Embora seja uma coprodução de vários países, o longa de 2000 é uma obra belíssima, dirigido por Ang Lee e todo falado em mandarim. Esse filme tornou as lutas de artes marciais uma verdadeira poesia, então, se você não viu ou se já não o vê há vinte anos, este é um bom momento para assistir a este vencedor de quatro Oscars, incluindo Melhor Filme Estrangeiro.

 

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1 – ‘Durante a Tormenta’ – Espanha

Vamos fechar nossa lista com uma produção espanhola, afinal, a Espanha tem trazido grandes filmes e séries para a Netflix. Em ‘Durante a Tormenta’, filme de 2018, vemos Álvaro Morte e Adriana Ugarte em um ótimo suspense sobre viagem no tempo e toques de Alfred Hitchcock. Acredite, esse filme vai te surpreender durante as 2 horas de duração, pode assistir sem medo!

‘Reno 911!’: Quibi anuncia data de estreia do revival!

O serviço de streaming Quibi anunciou recentemente que o revival da clássica série ‘Reno 911!’ ganhou data de estreia oficial.

Os novos episódios serão transmitidos a partir do dia 04 de maio.

Confira o trailer:

A comédia, originalmente exibida no Comedy Central por seis temporadas, gira em torno dos homens e das mulheres do departamento de polícia de Reno.

Robert Ben GarantKerri Kenney-SilverThomas Lennon criaram a série. Peter PrincipatoDanny DeVitoMichael ShambergStacey Sher entram como produtores.

O elenco é formado por Lennon, Garant, Kenney-Silver, Niecy NashWendi McLendon-CoveyCedric YarbroughCarlos Alazraqui e outros.

‘Mixxer’: Tara Reid é escalada para estrelar novo thriller psicológico

Segundo a VarietyTara ReidPaul Mormando irão estrelar o thriller psicológico ‘Mixxer’.

Mormando entra como produtor ao lado de Caster Fagan.

A dupla se junta ao previamente anunciado Thomas J. O’Brien, que vive um ex-militar trabalhando como bartender em um pub local. Depois de uma difícil noite, ele é forçado a encarar seus próprios demônios ao se tornar o suspeito principal de um crime – que pode ou não ter cometido.

Reid será uma repórter, enquanto Mormando dará vida a um boêmio com um segredo terríveo.

As filmagens estavam agendadas para começar em maio, mas foram adiadas devido à pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Pedro Coelho 2’ ganha novo teaser ADORÁVEL; Confira!

Sony Pictures divulgou um novo teaser adorável de ‘Pedro Coelho 2’, sequência da animação lançada em 2018.

Confira:

Anteriormente marcada para o dia 30 de abril nos cinemas nacionais, o longa-metragem agora tem lançamento previsto para 07 de agosto. Não se sabe se este continuará sendo o dia oficial da estreia no Brasil.

Assista ao trailer:

Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.

Depois que Bea e Thomas se casam, e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.

O elenco conta com o retorno de James Corden, Rose Byrne e Domhnall Gleeson.

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‘Os Irmãos Willoughby’: Ricky Gervais é um gato falante no novo clipe da animação; Confira!

Netflix divulgou hoje (12) uma cena exclusive de sua nova animação, ‘Os Irmãos Willoughby’.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Kris Pearn, que também assina o roteiro ao lado de Mark Stanleigh.

Baseado no romance infantil Lois Lowry, a história gira em torno das crianças Willoughby, que arquitetam um plano para mandarem seus egoístas pais de férias. Dessa forma, elas embarcam numa aventura para encontrar o verdadeiro significado de família.

Terry CrewsMartin ShortAlessia CaraWill ForteMaya RudolphJane KrakowskiSean CullenRicky Gervais fazem parte do elenco.

‘Os Irmãos Willoughby’ estreia no dia 22 de abril.

‘Avenue 5’: Criador da série revela detalhes sobre a 2ª temporada; Confira!

No começo do ano, a HBO resolveu renovar a comédia espacial Avenue 5 para a 2ª temporada – e, agora, o criador Armando Iannucci revelou alguns detalhes da pré-produção do novo ciclo em entrevista ao The Hollywood Reporter.

“Já mapeamos os primeiros seis episódios e os três últimos serão planejados no próximo mês, provavelmente. Mas é basicamente sobre pessoas em isolamento. Então, estamos apenas esperando qual será o tom [da temporada]. Será de desespero, ou será bem bobo? Ou talvez um desespero bobo? Não sei. Tentamos fazer uma temporada tão boba quanto conseguimos, mas acabou se transformando em um estranho documentário sobre as condições dos dias atuais”.

O novo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

A produção acompanha a viagem espacial turística da nave Avenue 5 que, acidentalmente, acaba saindo pela culatra e sofrendo sérios problemas em meio ao voo. Isolados no espaço, a tripulação de turistas e funcionários terão que encontrar um meio de sobreviver na imensidão do universo e continuar sua jornada de maneira segura. Só que achar a solução do problema não será tão fácil assim e o desespero dos personagens deve situações bem peculiares e boas risadas.

Avenue 5‘ é estrelada também por Josh Gad, Suzy Nakamura, Zach Woods, Rebecca Front, Nikki Amuka-Bird, Lenora Crichlow, Ethan Phillips e Himesh Patel.

A série tem lançamento marcado para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Katy Keene’: Lucy Hale e Katherine LaNasa nas fotos do episódio 01×10; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “Gloria”, décimo episódio da 1ª temporada de Katy Keene.

Confira:

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O capítulo será exibido no dia 23 de abril.

O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh MurrayZane Holtz, Katherine LaNasa, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

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As várias faces de Jesus nos cinemas

O feriado da Páscoa, dentro da crença cristã, representa o renascimento. Uma nova chance para o bem, já que marca a ressurreição de Jesus três dias após ser crucificado no Calvário. Como personagem bíblico, Jesus já foi retratado inúmeras vezes nos cinemas de maneira visceral, respeitosa, metafórica ou até mesmo satírica. Reunimos nesta matéria algumas das versões de Jesus Cristo nos cinemas.

Claude Heater

Jesus HeaterRemake de um filme de 1925 e baseado na novela Ben-Hur: A História de Cristo, a versão histórica de Ben-Hur é um épico sem precedentes que enfileirou impressionantes 11 estatuetas do Oscar de 1960, sendo até o maior vencedor da premiação (junto a Titanic e O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, ambos também com 11). Foi o filme mais caro da época e contava a história do príncipe Judah Ben-Hur, que é condenado a ser escravo. Em seu caminho, Ben-Hur vira escravo, liberta os escravos, se torna campeão de corrida de bigas, retorna para casa, sofre um duro golpe, se vinga em uma corrida de bigas lendária, e buscando auxílio para quem ama, acaba presenciando a crucificação de Jesus Cristo. É um filmaço com o mais alto selo de qualidade. Nesta versão, Jesus é vivido por Claude Heater.

 Willem DafoeJesus DafoeDirigido pelo lendário Martin Scorsese, A Última Tentação de Cristo é um dos filmes mais controversos da história do cinema. Baseado em um livro homônimo dos anos 50, a trama mostra Jesus como uma figura extremamente humana, cheia de medos, questionamentos e sujeito a tentações. Jesus Cristo, vivido pelo excêntrico Willem Dafoe, então ganha um viés revolucionário e até mesmo sujeito a contrariar certas expectativas de Deus, como a de se manter casto. O filme não foi aceito pela comunidade cristã americana, que fez um pesado boicote à obra.

Christian BaleJesus BaleO Batman da trilogia de Christopher Nolan já se mostrou ser um ator ridiculamente versátil, chegando a ficar famoso por suas transformações físicas incríveis. Em Maria, Mãe de Jesus, um filme feito para TV, vemos a história de Jesus Cristo pelos olhos de sua mãe, Maria, uma adolescente de 16 anos que se vê grávida do messias. Neste drama, Bale vive Jesus e ressalta o tempo toda a importância de Maria na história do filho de Deus.

Will FerrellJesus FerrellSuperstar: Despenca Uma Estrela está longe de ser uma boa comédia e mais longe ainda de ser um bom filme. Baseado em uma esquete do Saturday Night Live, o longa da esquisitona Mary, uma estudante de um colégio católico, que sonha em encontrar seu lugar na turma e virar uma estrela de cinema. Seus parentes não apóiam a decisão, mas influenciada por Jesus (Will Ferrell) em uma visão, ela faz um teste para tentar ser figurante de Hollywood.

Maurício GonçalvesCAPA 5Obra prima da literatura e do cinema nacional, O Auto da Compadecida é um daqueles filmes que quando estão passando na TV, você para o que estava fazendo, assiste – mais uma vez – e se diverte como se estivesse assistindo pela primeira vez. É uma obra que mostra a dura vida do sertão nordestino pela visão dos vigaristas Chicó e João Grilo. No clímax do filme, João e seus conhecidos são julgados por Jesus Cristo, Satanás e Maria. Interpretado por Maurício Gonçalves, este é o único Jesus negro da lista. Fato esse que rende até brincadeiras de João Grilo na história.

Jim CaviezelJesus CaviezelDirigido por Mel Gibson, A Paixão de Cristo é um filme extremamente violento, todo falado em hebraico, que mostra as últimas 12 horas de vida de Jesus Cristo, interpretado brilhantemente por Jim Caviezel. É um longa que agrada alguns fieis e também aos fãs do cinema gore. As cenas prezam em mostrar o quanto Jesus sofreu física e mentalmente em seus últimos dias. É bastante triste e gráfico, não sendo recomendado para aqueles que não possuem estômago forte.

Liam NeesonJesus NeesonEssa aqui é controversa, mas achei pertinente entrar na lista por ser uma representação linda. Em As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupas, o Leão Aslan, é imponente, sábio, poderoso, compreensivo, humilde e justo.  Filho do Imperador-sobre-o-mar, Aslan é praticamente uma alegoria a Jesus Cristo (se há alguma dúvida, relembre sua morte e ressurreição na Mesa de Pedra, na qual ele se entrega para que seu povo tenha chance de viver e passa por diversas humilhações antes de ser morto). No entanto, o autor da obra, C.S. Lewis – um cristão fervoroso – foi mais além. Ele nunca disse que Aslan era uma alegoria para o Jesus que conhecemos, mas que o Leão seria o Jesus Cristo de Nárnia. No filme distribuído pela Disney, Aslan foi vivido por Liam Neeson.

Ewan McGregor

Obi
Você provavelmente já viu – e riu – desta imagem em alguma rede social na última década

Constante fonte de memes da internet dos anos 10, o visual messiânico de Obi Wan Kenobi rendeu diversas imagens hilárias de avós rezando para a imagem de Ewan McGregor que, convenhamos, parecia mesmo com a visão eurocêntrica de Jesus Cristo. Porém, em 2015, o sonho de ver Ewan como Jesus aconteceu no FILMAÇO Últimos Dias no Deserto, que faz uma verdadeira análise psicológica de Jesus e de Satanás durante as tentações nos 40 dias que o Messias passou no deserto, enquanto reflete sobre o motivo da Criação. É uma versão que humaniza seus personagens, principalmente o demônio, que ganha ares humanistas, enquanto Jesus passa por maus bocados enquanto tenta defender uma família no deserto e resistir às tentações e questionamentos feitos a respeito de seu pai, Deus.

Jesus McGregor
Uma das perguntas feitas na época do lançamento foi: “Ewan McGregor estava mais ‘Jesus’ como Obi Wan ou como Cristo?

Rodrigo SantoroJesus SantoroNo dispensável remake de 2016 do clássico imortal Ben-Hur, o brasileiro Rodrigo Santoro foi escalado para viver Jesus Cristo. A trama é a mesma do clássico de 1959, que segue até hoje como recordista do Oscar. Tendo todo esse peso nas costas, fica o questionamento de como alguém aprovou esse remake, ainda mais tendo o filme original envelhecido tão bem.

Joaquin PhoenixJesusNo drama de 2018, Maria Madalena, o versátil – e agora Oscarizado – Joaquin Phoenix interpreta Jesus Cristo. O filme conta a história da controversa Maria Madalena (Rooney Mara) em seu caminho junto a Jesus e os efeitos que isso causava nos apóstolos, que não a aceitavam tão bem quanto o Messias.

Menção Honrosa: Mãe!mother babyPolêmico como poucos filmes recentes, Mãe! é um dos filmes de terror mais angustiantes e pretensiosos dos últimos anos. Estrelado por Jennifer Lawrence, o longa traz uma grande alegoria bíblica junto a relação conflituosa entre a Mãe Natureza (Lawrence) e Deus (Javier Bardem). A direção mostra do ápice à queda da relação entre os dois, que culmina em uma das cenas mais cruéis e visualmente impactantes da década passada. Após o bebê dos dois – que teoricamente seria Jesus – nascer, os fãs de Deus, que é representado como um grande artista, invadem a casa destruindo e sujando tudo, enquanto a Mãe tenta proteger seu bebê e seu lar. Porém, o artista entrega o bebê para seus fãs, que o quebram todinho e começa a comê-lo em frente à Mãe, que entra em desespero. Assim como Jesus, o bebê foi entregue à humanidade, que não o tratou de forma justa. Se alimentando do sangue e do corpo do filho de Deus, eles seguem adorando o artista e destruindo a Mãe Natureza. É um filme realmente pesado e sufocante, mas cheio de alegorias fascinantes para quem estudou a bíblia.

Netflix perdeu 40% da variedade de seu catálogo desde 2014

De acordo com o Comic Book, a Netflix diminuiu a distribuição de conteúdo não original em 40% desde 2014, e essa queda deve se acentuar pelos próximos anos.

Há cinco anos, a plataforma de streaming hospedava aproximadamente 6.500 filmes em seu catálogo, incluindo produções originais, mas o número caiu para apenas 3.849 no mês passado.

A justificativa é que a Netflix está focando na produção de conteúdos originais por conta da concorrência de outros estúdios, que estão investindo no streaming, como a Disney, HBO, Amazon, Warner Bros, e Universal.

Por conta disso, a Netflix está deixando de ser apenas uma distribuidora de conteúdo para se tornar uma grande rival na produção de filmes e séries, então é preciso reformular toda a sua biblioteca.

No entanto, uma pesquisa feita pelo site Kill the Cable Bill mostra que diversos clientes estão cancelando suas assinaturas, e um dos principais motivos é justamente a falta de interesse pelo conteúdo disponibilizado no catálogo.

Outras razões para o cancelamento incluem o valor da assinatura e a concorrência com outros serviços de streaming.

Confira:

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‘Salem – A Hora do Vampiro’: Adaptação do livro de Stephen King terá diretor de ‘Annabelle 3’

Segundo o The Hollywood ReporterGary Dauberman (Annabelle 3: De Volta para Casa’) foi contratado para dirigir a adaptação de A Hora do Vampiro, livro assinado por Stephen King.

Dauberman também ficará responsável pelo roteiro.

James WanRoy LeeMark Wolper entram como produtores.

Publicado em 1975, o romance de King é centrado em um autor que retorna para sua cidade natal para escrever sobre uma mansão abandonada – apenas para descobrir que ela tem um novo dono misterioso que veio da Europa. Enquanto em visita, ele percebe que os habitantes da cidade estão sendo transformados em vampiros, unindo-se com um grupo para lutar contra os sugadores de sangue.

O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.

Dauberman é conhecido por seu trabalho como roteirista da franquia Annabelle‘It – A Coisa’. Ele também assinou a história de A Freira, e as produções das quais participou geraram mais de US$2 bilhões para a New Line Cinema e a Warner Bros..

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Vampiros’: Assista ao trailer da nova série de TERROR disponível na Netflix

A série francesa ‘Vampiros‘ estreou na Netflix, e promete agradar aos fãs de terror.

Na trama, uma adolescente que é metade humana e metade vampira tem que lidar com os seus poderes emergentes e conflitos familiares enquanto é perseguida por uma comunidade secreta de vampiros.

Assista ao trailer:

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‘A Mentira’: Filme estrelado por Emma Stone vai ganhar filme derivado

Quase uma década depois do lançamento de A Mentira, a produtora Screen Gems deu sinal verde para o primeiro spin-off a ser dirigido e roteirizado por Bert Royal. As informações são da Variety.

De acordo com fontes internas, o novo filme está em estágios iniciais de desenvolvimento. Logo, não se sabe quem irá estrelar o longa-metragem e nem quando a obra chegará aos cinemas.

A Mentira foi lançado em 2010 e dirigido por Will Gluck. A comédia adolescente girou em torno de uma jovem estudante (Emma Stone) que começou a espalhar rumores por sua escola para elevar seu status social, mas aprendeu que toda ação tem sua consequência. A trama é inspirada livremente em A Letra Escarlate e tornou-se um grande sucesso de bilheteria, arrecadando 75 milhões de dólares ao redor do mundo e ganhando 85% de aprovação no agregador de reviews Rotten Tomatoes.

spin-off será ambientado na mesma escola que o longa original e irá explorar os mesmos temas. Ainda não se sabe se Stone voltará como a protagonista Olive Penderghast ou se ao menos fará uma aparição.

Royal assinou o roteiro do filme original e também é conhecido por seu trabalho na série ‘Recovery Road’, da Freeform.

Demônios invadem a internet no trailer INSANO de ‘Nekrotronic’

Você já se perguntou o que aconteceria se os demônios pudessem possuir pessoas da internet?

Em ‘Nekrotronic‘, um homem vê sua vida mudar ao descobrir que é parte de uma seita secreta de seres mágicos que caçam e destroem demônios que invadem aplicativos e redes sociais para possuir as pessoas.

Confira o trailer:

Dirigido pelo cineasta australiano Kiah Roach-Turner, o filme estreou no Festival Internacional de Toronto, no ano passado, e não agradou os críticos. Misturando fantasia e ficção, ‘Nekrotronic’ mais parece um filme trash com um toque de Quentin Tarantino. 

O elenco é formado Monica bellucci, Dave Beamish, Caroline Ford, Ben O’Toole, Tess Haubrich, e Charmaine Bingwa.

O lançamento não tem previsão de estreia no Brasil.

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Representatividade importa: Séries com protagonistas negros para maratonar já!

Era uma vez uma criança negra que, toda vez que ligava a televisão ou ia ao cinema, não se reconhecia nas histórias. Eram tantos personagens brancos, de cabelo liso e olho claro, que ela cresceu acreditando que tinha algo errado com os seus fios crespos, pele de tom mais escuro e o nariz largo. Para ser sincera, de vez em quando, até aparecia alguém com essas características em alguma produção, mas os papeis eram sempre tão inferiores que nem dava para sentir orgulho de ser parecida com aquela pessoa – e, assim, renegar os traços e procurar ficar o mais próximo possível do padrão europeu era a consequência. Fim.

Esse breve resumo te parece familiar? É que, por muito tempo, ele poderia ser usado para definir a infância/adolescência de muita gente – inclusive a minha.  Mas, felizmente, o cenário tem mudado! E por mais que a velocidade não seja das melhores e as transformações cheguem em passos lentos,  finalmente, a representatividade tem sido uma das principais discussões no cinema e no audiovisual em geral. Pense em Pantera Negra, por exemplo: pela primeira vez, uma superprodução da Marvel traz uma história que conta com um elenco majoritariamente negro, com todos eles ocupando, realmente, um protagonismo em vez de dependerem da força e bondade do homem branco para conseguirem algo – que é o que acontece em alguns dramas elogiados pela crítica, como Histórias Cruzadas (2011) e Estrelas Além do Tempo (2016).

pantera negra cinepop

Por mais que os dois tenham seu devido valor por falarem de racismo e mostrarem o privilégio de quem tem pele clara, nas principais viradas da narrativa, ambos cometem um erro clássico: colocam um personagem branco para que a “revolução” aconteça. Tudo bem, a intenção pode até ser boa, e você pode questionar que tem a ver com o contexto da época em que a história se passa… mas, depois de anos de invisibilidade, o que a gente quer mesmo é o protagonismo completo e o direito à própria voz, sem mediadores para que ela possa ser ouvida.

Pensando em tudo isso, dá para entender muito bem o porquê de Pantera Negra já ser um sucesso entre cinéfilos e crítica: os negros, finalmente, estão comandando suas próprias histórias em um filme feito para o grande público. E se, para nós, adultos, já é algo lindo de se ver, imagina para a criança que ainda se identifica com o trecho do comecinho do texto por não se achar parecida com o Homem-Aranha, Batman ou a Viúva Negra, por exemplo? É, os tempos estão mesmo mudando. E ainda bem por isso.

#OscarsSoWhite: um começo da revolução no Cinema?

O Oscar de 2016 – que foi o ano em que Spotlight: Segredos Revelados venceu como “Melhor Filme” – ficou marcado pela campanha #OscarsSoWhite, que questionava a predominância de  brancos nas categorias principais da premiação. Era o segundo ano consecutivo em que artistas negros não eram devidamente reconhecidos… então, já estava claro que o protesto era mais do que necessário; era urgente.

Com o movimento ganhando cada vez mais força, na edição seguinte,  não teve jeito: a Academia precisou reavaliar a situação e dar o destaque merecido aos negros  – assim como as próprias produções cinematográficas também precisaram abrir mais espaço para eles, já que a falta de papeis importantes contribuía para a esnobada nas indicações. E, a partir daí, você deve lembrar:  as indicações aumentaram consideravelmente; Viola-maravilhosa-Davis levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em Um Limite Entre Nós (e fez um daqueles discursos que dá vontade de rever mil vezes de tão bonito); e Moonlight: Sob a Luz do Luar tirou o troféu de La La Land: Cantando Estações e terminou a noite como o longa vencedor. Foi bonito, e mostrou que não se calar é mesmo a melhor arma para lutar contra a desigualdade.

viola davis oscar cinepop

Desde então, ainda que seja apenas por pressão política, o cinema tem procurado dar mais espaço às minorias. Além do protagonismo negro, filmes com temática feminista e LGBT também têm aparecido com mais destaque nas premiações e, inclusive, em grandes produções. Como já disse, ainda estamos caminhando em passos de tartaruga porque há muito – mesmo! – a ser feito sobre todas essas pautas. No entanto, só o fato de homens e mulheres negras (assim como lésbicas, gays, trans e mulheres em geral) poderem se reconhecer na tela e sentirem orgulho de quem são é, sim, uma importante vitória. Agora, é só torcer para que ela não pare por aí.

Prepare a maratona (e a pipoca):

Enquanto o cinema ainda evolui em relação à representatividade, para mim, as séries de TV estão um passo a frente. Não estou dizendo que elas já alcançaram a perfeição e que não existe mais nenhuma desigualdade entre brancos e negros nesse meio (seria meu sonho), mas percebo que há, sim, mais espaço para o protagonismo.

Na época em que as grandes produções cinematográficas ainda ficavam  presas a estereótipos e às narrativas de sempre – como a que aborda o racismo na história ou a clássica do “pobre menino negro que sofreu demais antes de vencer na vida” -, os seriados já traziam enredos mais reais. Apenas pessoas negras levando sua vida normalmente, sabe? Com trabalho, relacionamento e amizades, sem ser preciso deixar claro que “olha, estamos criticando o racismo aqui”.  Não é que seja errado tocar nessa questão – muito pelo contrário -, mas não é necessário falar SÓ disso para mostrar diversidade.

fresh prince cinepop

Então, aproveitando que está todo mundo animado com Pantera Negra e na esperança de que a representatividade seja, de fato, uma realidade no audiovisual e nas artes como um todo, separei 5 séries (ou 6) protagonizadas por negros para você maratonar no final de semana. Das politizadas às que têm um toque mais cômico, todas trazem ótimos exemplos de empoderamento e representação de personagens – além de mostrarem o racismo por uma ótica mais verdadeira (aprendam aí, certos roteiristas e diretores). Confira:

Cara Gente Branca

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Para abrir a lista, nada melhor que já começar com uma série que explica diversas pautas do movimento negro. Cara Gente Branca – ou Dear White People, no título original – gerou polêmica antes mesmo de ser lançada: assim que a Netflix divulgou o teaser da primeira temporada, com uma das protagonistas criticando o blackface em festas à fantasia, choveram avaliações negativas e críticas ao vídeo. O porquê da revolta? Segundo as pessoas que se ofenderam com a chamada, o problema era o discurso com racismo reverso (e deixo esse espaço aqui para um minuto de silêncio. Ok). No entanto, quando foi lançada na plataforma de streaming em abril de 2017,  fez sucesso – apesar do papo do preconceito contra brancos ainda ter continuado em alguns grupos. Foi a maratona do final de semana de muita gente, e eu me incluo nisso.

Baseada no filme homônimo dirigido por Justin Simien (que, particularmente, achei bem inferior ao seriado), Cara Gente Branca acompanha a trajetória de alunos negros em uma universidade de elite. Com um episódio focado em cada personagem, ela toca em pautas importantes: relacionamento inter-racial, violência policial, solidão da mulher negra, militância, apropriação cultural e colorismo – o conceito de que, quanto mais pigmentada for a cor da pele, maior será o preconceito. Veja para ontem! Essa é obrigatória para quem gosta do assunto.

Temporadas: 1 – com 10 episódios de 20 a 30 minutos. A season 2 vai ao ar em 2018!

Onde assistir: Netflix

Insecure

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Como não é só de problematização e pautas do movimento negro que a gente precisa para falar em representatividade, também vale dar uma conferida nessa comédia cotidiana da vida adulta. Nela, o racismo e a maneira como enxergam a mulher negra até entram em pauta em vários episódios (e é maravilhoso quando isso acontece), mas o foco principal é o dia a dia da protagonista Issa – interpretada pela ótima Issa Rae, que também é uma das criadoras da série.

Na primeira temporada, que acabei de maratonar há poucos dias, o dilema central da personagem é a crise no relacionamento com Lawrence (Jay Ellis), seu namorado de anos. Embora ainda o ame, Issa desanima com a maneira descompromissada com que ele parece levar a vida e fica balançada quando reencontra um amor mal resolvido do passado. No meio disso tudo, também acompanhamos sua melhor amiga, Molly (Yvonne Orji), uma advogada bem-sucedida que vive em busca de um grande romance em aplicativos, bares e festas, mas não tem lá muita sorte no assunto.

Divertida e reflexiva ao mesmo tempo, Insecure é aquele tipo de série que a gente assiste e se identifica com, pelo menos, algum plot (e, para mim, eterna órfã de Girls, é tudo o que precisava no momento). Só não emendei a segunda temporada em seguida por falta de tempo, mas a maratona já está programada para o próximo final de semana – e ouvi boatos de que ela é ainda melhor que a primeira.

Temporadas: 2 – com 8 episódios de 20 e poucos minutos. A terceira temporada também já foi confirmada para 2018.

Onde assistir: HBO Go

Atlanta

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Indo pelo mesmo estilo de Insecure, mas com homens como protagonistas e um humor um pouco mais ácido, outra boa opção é Atlanta. Premiada no Globo de Ouro nas categorias “Melhor Série de Comédia” e “Melhor ator em série de comédia”, ela conta a história de Earn (Donald Glover, que também é o criador da série) – um jovem que, após largar a faculdade de Princeton, começa a produzir o primo Paper Boy (Brian Tyree Henry) para tentar ganhar a vida no mundo do rap. A partir daí, enquanto acompanhamos sua busca pela fama, também vemos como ele lida com suas responsabilidades de pai e o relacionamento complicado com Vanessa (vivida pela maravilhosa Zazie Beetz, que também interpretará a personagem Dominó em Deadpool 2).

E com esse cenário como pano de fundo, acompanhado por uma ótima fotografia e trilha sonora, a série também levanta discussões pertinentes – como estereótipos,  lugar de fala e a cobrança implícita de que todo negro seja engajado no movimento e responda à determinadas expectativas que nem fazia ideia que existiam. Porém, seguindo a proposta do programa, tudo isso é mostrado de uma forma leve e cômica.

Temporadas: 1 – com 10 episódios de 20 e poucos minutos. A segunda temporada vai estrear em março nos Estados Unidos.

Onde assistir: A season 1 está disponível na Netflix. A 2 ainda não tem data de estreia no Brasil; mas, antes de ir para a plataforma de streaming, deve continuar sendo transmitida pelo canal pago Fox Premium.

The Get Down

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Uma das séries mais subestimadas da Netflix, The Get Down foi cancelada no final da primeira temporada. Porém, antes de achar que nem vale a pena começar algo que não teve fim, já adianto que o último episódio foi todo amarradinho, e as poucas pontas soltas que restaram não fizeram muita diferença. Até lembro de ter assistido ao que, teoricamente, seria apenas a season finale e comentado que estava com muita cara de encerramento; mas, iludida, nem imaginava que era, realmente, um sinal de que o seriado não teria continuidade. Uma pena, porque a história ainda rendia mais um pouco.

Além da teoria de que a Netflix gastou demais com a produção e não teve retorno (e da justa reclamação dos fãs sobre a falta de divulgação da segunda parte da primeira temporada), o diretor e roteirista da série – Baz Luhrmann, que dirigiu O Grande Gatsby (2013) – publicou uma carta aberta explicando que, após dois anos se dedicando ao programa, queria voltar a fazer seus filmes. Tudo bem, após xingar muito no Twitter, a maioria entendeu, só que ainda bate uma revolta ao pensar na trajetória interrompida de Ezekiel, Mylene, Dizzee e Shaolin (e de todo esse elenco maravilhoso desperdiçado).

Ambientado nos anos 70, o drama conta a história do surgimento do hip hop tendo como foco adolescentes negros do Bronx. O protagonista é Ezekiel (Justice Smith), um garoto que passa a viver com a tia após perder os pais e que se expressa através de suas poesias – que, posteriormente, se transformam em raps no grupo musical que forma com o problemático Shaolin (Shameik Moore) e outros três amigos. Ele é apaixonado por Mylene Cruz (Herizen Guardiola), filha de um rígido pastor, que tenta lutar contra as amarras do pai para realizar o sonho de ser cantora (e, também, a personagem que protagoniza as cenas mais fortes do programa).

Pode ser que, assim como aconteceu com muita gente, você não se anime tanto com o piloto, mas continue sem medo porque a série é linda – tanto visualmente quanto na história. Aborda racismo, juventude, quebra de barreiras, relações familiares e, principalmente, sonhos. Acho que nunca vou superar esse cancelamento… Devolvam minha The Get Down, Netflix e Baz Luhrmann!

Temporadas: 1 – dividida em duas partes (a primeira com 6 episódios e a segunda com 5, todos entre 1h e 1h20min. É tipo filme mesmo).

Onde assistir: Netflix

Scandal

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Poderia fazer um texto só focado nas séries de Shonda Rhimes – porque, se tem uma roteirista e showrunner que manda bem em representatividade, é essa mulher! Em seu livro autobiográfico, “O Ano Em Que Eu Disse Sim“,  esse assunto é até um dos pontos abordados: Rhimes diz que não gosta quando falam que seus programas estão diversificando a televisão, porque ver negros, asiáticos, gays e transsexuais nas tramas deveria ser algo natural e não um evento à parte. Em vez disso, ela prefere que digam que seus seriados estão apenas normalizando a TV, que é justamente o que falta em muitas produções.

Em sua série de maior sucesso, Grey’s Anatomy, já dá para perceber isso: embora o programa seja protagonizado por uma branca – Meredith Grey (Ellen Pompeo) – , não faltam personagens negros no elenco principal. E todos ocupando papeis importantes, viu. Com boa situação financeira, empoderados e em cargos de chefia (como é o caso de Richard Webber, interpretado por James Pickens Jr., um dos médicos mais influentes do hospital). Questões raciais até entram em pauta em alguns episódios, mas não são o foco; a intenção de Shonda é apenas mostrar que, assim como na vida real, negros (asiáticos, latinos…) também podem ocupar esses espaços de protagonismo sem estarem ali para darem voz a um movimento. E essa mesma fórmula é repetida na série Scandal, só que com uma negra como protagonista: a poderosa Olivia Pope, vivida por Kerry Washington.

Na história, Olivia é uma ex-consultora de mídia do Presidente dos Estados Unidos, que abre uma empresa – a Price & Associates ou “gladiadores de terno” – para proteger a elite americana de escândalos. Porém, enquanto esconde segredos dos outros por debaixo dos panos, Liv tem seu próprio calcanhar de aquiles: durante sua temporada na Casa Branca, ela teve um caso com o presidente Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn), casado com Mellie Grant (Bellamy Young). Quer mais? Tem! Além dessa relação complicada, a série ainda aborda várias conspirações políticas que só poderiam ter saído da cabeça de alguém com a criatividade de Shonda Rhimes mesmo… e, sim, em algumas temporadas, a viagem vai ser tanta que vai dar uma desanimada; mas, no fim das contas, sempre rola algo que faz a gente não desistir. Continuo firme e forte nessa reta final.

Temporadas: Atualmente, a série está na sua sétima e última temporada. Cada uma tem de 16 a 20 e poucos episódios de 40 minutos (tirando a primeira, que tem apenas sete).

Onde assistir: No Brasil, a transmissão é feita pelo canal Sony. Mas a Netflix também já liberou as seis temporadas em sua plataforma.

BÔNUS:

How to Get Away With Murder

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Quando comecei a fazer essa lista, confesso que pensei em não colocar How to Get Away With Murder, porque minha relação com a série tem andado bem estremecida. Depois de uma primeira temporada excelente, uma segunda boa e uma terceira bem fraca, já estou meio sem paciência para todos os plots que estão surgindo na quarta e sem muita vontade de acompanhar o desenrolar das tretas que os Keating 5 sempre se envolvem. No entanto, mesmo não sendo mais fã do seriado, não dá para ignorá-lo por três motivos: o primeiro é que, no começo, ele era bom em um nível que não dava vontade de parar de assistir aos episódios; o segundo é o fato de ser uma série protagonizada por ninguém mais, ninguém menos que Viola Davis; e o último é porque, graças à ela, a atriz ganhou um merecido Emmy em 2015 – se tornando, assim, a primeira mulher negra a ter Oscar, Emmy e Tony de atuação.

A produção também faz parte do universo de Shondaland; mas, diferentemente de Grey’s Anatomy e Scandal, não é uma criação de Shonda Rhimes: aqui, ela é apenas a produtora executiva, enquanto o roteiro é assinado por Peter Nowalk. Em sua primeira temporada, que foi ao ar em 2014, o foco era um grupo de estudantes que começa a estagiar com uma professora badass de defesa criminal – a personagem de Viola, Annalise Keating – e acaba envolvido em uma trama de assassinato que muda a trajetória de todos. Nos anos seguintes, vemos o desdobramento desse suspense inicial e muitos outros problemas que os jovens e a professora se envolvem a partir do que vivem no começo da narrativa, além dos casos isolados de clientes em busca de defesa criminal – já que, entre uma confusão aqui e outra ali, Annalise continua sendo advogada e os estudantes continuam cursando Direito.

Para mim, o problema da série é o fato de ter se alongado bem mais do que deveria. Até vejo algumas pessoas que ainda estão empolgadas com a trama, mas outras tantas – assim como eu – estão respirando por aparelhos para não abandonarem tudo antes do fim. Porém, se você ainda não viu nada de How to Get Away With Murder até hoje, vale ignorar a minha desanimada e dar uma conferida para acompanhar a personagem forte e cheia de camadas que é Annalise Keating (além de também ver Alfred Enoch, que vive dando um rolê pelo Brasil, no papel do personagem Wes). No final das contas, pode até ser que a temporada atual te empolgue bem mais do que tem feito comigo…

Temporadas: A série está no ar com sua quarta temporada. Cada season tem 15 episódios de 40 minutos.

Onde assistir: Assim como Scandal (e Grey’s Anatomy), a transmissão no Brasil é feita pelo canal Sony. Mas as três temporadas já finalizadas também estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Taron Egerton confirma ‘Kingsman 3’ como aventura final de Eggsy e Harry

Taron Egerton, astro da franquia Kingsman: Serviço Secreto’, comentou sobre a aguardada derivada da saga, anunciada pelo diretor Matthew Vaughn alguns meses atrás

“Bom, temos o ‘King’s Man’ chegando, que é uma prequela ambientada 100 anos antes [dos eventos originais], e eu não estou nele. Mas eu sei algumas coisas sobre isso e é bastante animador, tem um elenco incrível e uma história ótima”, o ator declarou.

Logo depois, Egerton se pronunciou sobre a conclusão da trilogia principal, cujas filmagens devem começar ainda em 2020. “E então eu acho – acho, acho, acho – que faremos o capítulo final da saga de Harry e Eggsy no próximo ano”.

Vaughn já havia declarado em entrevista ao site Digital Spy que o próximo filme da saga Kingsman irá finalizar a jornada dos dois personagens interpretados por Colin Firth e Egerton, respectivamente.

“Precisamos terminar esse arco”, Vaughn declarou. “O capítulo final do relacionamento [entre Eggsy e Harry] precisa ser contado, e estamos prontos para fazê-lo. Espero começar as filmagens no final deste ano ou começo do próximo”.

A prequela traz em Liam Neeson e Harris Dickinson no elenco. Os produtores também querem Brad Pitt e Rachel Weisz como protagonistas. A trama deve se passar durante o período da Primeira Guerra Mundial 

O filme supracitado tem estreia marcada para 14 fevereiro de 2020.

10 Casais de Hollywood que se conheceram nos bastidores e continuam juntos até hoje

REVENGE - "Commitment" - Daniel plans a romantic proposal that may carry dire, long-term ramifications, and Charlotte is devastated when she's forced to move back home with her mother. Meanwhile, Jack's life is put in jeopardy when he's betrayed by someone he adores, and Nolan forces Emily to think twice about her actions, on "Revenge," WEDNESDAY, JANUARY 18 (10:00-11:00 p.m., ET), on the ABC Television Network. (ABC/COLLEEN HAYES) EMILY VANCAMP, JOSH BOWMAN

O cupido Hollywoodiano!

O CinePOP listou 10 casais que se conheceram nos bastidores das séries e filmes, pois não são poucos os casais que Hollywood já uniu e hoje são considerados exemplos de amor verdadeiro.  Confira a lista abaixo:

Morena Baccarin e Ben Mckenzie

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Estrelas da série ‘Gotham’, Morena Baccarin e Ben Mckenzie se conheceram nos bastidores do seriado. O casal tornou o relacionamento público em setembro de 2015 e sete meses depois, anunciaram a gravidez de Baccarin. Hoje, eles formam uma linda família ao lado da filha Frances Laiz Setta Schenkkan.

Rachel Weisz e Daniel Craig

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Os atores Rachel Weisz e Daniel Craig se conheceram durante a gravação do filme ‘A Casa dos Sonhos’, em 2010. Ainda no mesmo ano, eles engataram um relacionamento e em 2011, o casal se casou em uma cerimônia secreta. Em abril, deste ano (2018), houve um anuncio que o Weisz e Craig estão esperando o primeiro filho do casamento de sete anos.

Emily Vancamp e Josh Bowman

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Da ficção para vida real. Foi nos bastidores da série ‘Revenge’, que Emily Vancamp e Josh Bowman se conheceram e se envolveram. Uma relação que começou em janeiro de 2012, ganhou um novo passo em maio de 2017, quando os atores ficaram noivos. Sem pressa para casar, hoje eles ainda estão noivos e felizes.

Penélope Cruz e Javier Bardem

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Destino! Penélope Cruz e Javier Bardem se conheceram nas gravações do filme ‘Jamón, Jamón’, de 1992. Mas eles só engataram um relacionamento 15 anos depois, durante as filmagens do longa de Woody Allen, ‘Vicky Cristina Barcelona’, de 2007.  Três anos depois, em 2010, Cruz e Bardem se casaram em uma cerimônia íntima, nas Bahamas. Atualmente, o casal forma uma linda e feliz família, ao lado dos dois filhos.

Ginnifer Goodwin e Josh Dallas

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Vivendo um conto de fadas na vida real, Ginnifer Goodwin e Josh Dallas se conheceram e engataram um relacionamento nos bastidores de ‘Once Upon A Time’. Em outubro de 2013, o casal anunciou o noivado, e em novembro do mesmo ano, Goodwin revelou estar grávida de seu primeiro filho. Eles se casaram em abril de 2014. Hoje, eles vivem felizes com seus dois filhos.

Miley Cyrus e Liam Hemsworth

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Miley Cyrus e Liam Hemsworth se conheceram nas filmagens de ‘A Última Música’ (2010) e foi lá que começaram o namoro. Os astros ficaram noivos em 2012 e se separam em 2013. Depois de quase três anos separados, eles reataram o noivado em 2016. Atualmente, Miley e Liam são um dos casais mais bonitos da indústria.

Natalia Dyer e Charlie Heaton

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Jonathan e Nancy de ‘Stranger Things’ são um casal na vida real. Natalia Dyer e Charlie Heaton dão vida ao casal teen na série de sucesso da Netflix. Discretos, eles assumiram o relacionamento em dezembro de 2017, mas já havia rumores de um possível affair há mais de um ano. O casal é sensação entre os adolescentes.

Keri Russell e Matthew Rhys

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Protagonistas da série aclamada pela crítica ‘The Americans’ (2013 – 2018), Keri Russell e Matthew Rhys são um casal na vida real. Em 2014, os atores assumiram o romance e dois anos depois tiveram seu primeiro filho. Um dos melhores casais da televisão direto para vida real!

Sarah Michelle Gellar e Freddie Prinze Jr.

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Sarah Michelle Gellar e Freddie Prinze Jr. se conheceram nos bastidores do terror ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ (1997), mas só assumiram o romance em 2000. Em 2002, ano que estrelaram ‘Scooby-Doo!: O Filme’, os atores oficializaram o relacionamento. Juntos em um casamento de 16 anos, o casal tem dois filhos.

Rose Leslie e Kit Harington

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Nem tudo acaba em morte em ‘Game Of Thrones’, Rose Leslie e Kit Harington são prova disso. Os intérpretes de Ygritte e John Snow se conheceram nos bastidores do fenômeno televisivo da HBO. Vivendo um romance nas telinhas, o casal assumiu o relacionamento na vida real em abril de 2016. Rose e Kit oficializaram a união em uma linda cerimônia em junho deste ano (2018).

E aí, seu casal favorito está lista? Se não, deixe nos comentários qual é o seu casal hollywoodiano preferido!