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‘Drácula’: A verdade e o mito do vampiro mais famoso da História

A Netflix finalmente lançou sua série baseada no atemporal romance Drácula, assinado por Bram Stoker. E, por mais que muitas pessoas nunca tenham lido o livro original, já ouviram falar do icônico vampiro-titular – fosse em inúmeras histórias que foram inspiradas em sua controversa e assustadora presença, fosse nas múltiplas adaptações cinematográficas e televisivas desde os primórdios da indústria audiovisual.

Mas você sabe quem foi Drácula?

Dentre as diversas interpretações que o personagem recebeu, grande parte delas o colocava como um anti-herói assombrado por um passado complicado, ou um super-vilão maniqueísta com habilidade de conversar com morcegos e que morria de medo de virar pó com a luz do sol – e poucas colocando-o como inimigo mortal do alho, como rezava uma das várias lendas.

Entretanto, sua backstory é vai muito mais além do que imaginamos – e, para começarmos nosso breve resumo, é necessário viajarmos direto para a mística Transilvânia.

DA VERDADE AO MITO

Alguns dizem que a Transilvânia foi erguida sob um dos polos magnéticos mais fortes do planeta e, por causa disso, seus habitantes tem uma percepção extra-sensorial.

Lá, vampiros costumam se pendurar nos postes da rua durante o Dia de São Jorge e na véspera do Dia de St. Andrew – além de ser o cenário principal do livro de Bram Stoker. Logo, é bem fácil ser envolvido pelo conto durante a viagem pelas densas, obscuras e antigas florestas e através das alterosas montanhas que se estendem no horizonte.

Narrativas do sobrenatural vêm circulando o folclore romeno por séculos, até o momento em que o escritor em questão mergulhou nessas lendas e as transformou em um pote de ouro que nunca ficou fora de impressão desde sua primeira publicação em 1987. E, para dar vida a seu imortal Conde, Stoker imergiu na cultura local, a qual chamava de “fonte para a imaginação”.

O personagem ficcional Drácula, dessa forma, foi inspirado por uma das maiores figuras histórias da Romênia: Vlad Dracula (conhecido como Vlad, o Empalador), governante da região da Walachia entre os anos de 1456 e 1462. Nascido em 1431 em Sighisoara, ele ficou famoso por utilizar de uma cruel e sanguinária visão para punir seus inimigos – cujas ações inspiraram o novelista a criar o vampiro. Mesmo com tanta brutalidade, ele até hoje é visto como um grande herói nacional.

Mas como o enredo de Stoker se transformou num mito? Bom, uma explicação parcial é provida pelas próprias circunstâncias em que o livro foi escrito e lançado: afinal, uma epidemia genuína de “vampirismo” assolava a Europa Oriental no final do século XVII e estendeu-se até meados do XVIII. O número de casos reportados aumentou dramaticamente, inclusive nos Bálcãs, espalhando-se depois para a Alemanha, a Itália, a França, a Inglaterra e a Espanha.

Retornando do Leste, os viajantes contavam histórias sobre mortos-vivos, as quais ajudaram a manter o interesse sobre vampiros vivo. Filósofos ocidentais e artistas enfrentavam a situação com mais frequência – e, nesse caótico cenário, o romance de Stoker ergueu-se como pináculo de uma longa série de trabalhos baseados nos contos que cruzavam as fronteiras. E o mis interessante é que, na época, muitos leitores estavam certos de que Drácula era inspirado por fatos reais e que havia sido apenas romantizada para fins literários.

DRÁCULA NO CINEMA E NA TV

Como já mencionado no início da matéria, o Conde Drácula ganhou os corações de um público geracional e continua encantando os novos espectadores com reformulações e revisitações à sua extensa mitologia. Dentro de seu cânone, o Rei dos Vampiros fez um acordo com o Diabo, que lhe garantiu vida eterna, mas com uma condição: para continuar com sua vitalidade e seus inúmeros poderes (incluindo a capacidade de controlar lobisomens), ele só poderia se alimentar de sangue humano.

A primeira versão para os cinemas foi lançada em 1922 e imortalizou-se no nome de Nosferatu. Apesar dos nomes alterados devido a problemas de concessão de propriedade intelectual, o enredo é bem parecido com o original: no longa-metragem de F.W. Murnau, o corretor de imóveis Knock (que substitui o protagonista Jonathan Harker) é requisitado pelo sinistro Conde Orlok para lhe encontrar uma casa na cidade de Wisborg. Entretanto, ao chegar lá, percebe que foi vítima de uma mortal armadilha e que se tornou prisioneiro de uma criatura horrenda.

Com o passar dos anos, a lenda foi encarnada por diversos nomes em perspectivas desconstruídas ou que promoveriam algo original para um clássico engessado: temos, por exemplo, a comédia de horror Amor à Primeira Mordida, de 1979, e que trouxe uma versão hilária de Drácula na pele de George Hamilton, e Drácula – Morto mas Feliz’, dirigido por Mel Brooks e estrelado por Leslie Nielsen.

Dentro do drama sobrenatural, Bela Lugosi viveu o personagem principal em 1931 e eternizou a frase “morrer, realmente morrer. Deve ser glorioso”. Ainda que não agrade parte dos fãs do gênero horror, de fato ele se tornou essencial para trazer aspectos teatrais para as telonas. Christopher Lee também deve ser relembrado por seu aspecto sombrio, aterrorizante e que nutria um apreço magnífico pela arte do silêncio. Não é à toa que ele tenha interpretado o vilanesco Conde em nove filmes, brincando com temas como sadismo, brutalidade e realeza.

Na televisão, Drácula foi derrotado por Sarah Michelle Gellar em ‘Buffy – A Caça-Vampiros’ e tornou-se o deturpado par romântico de Eva Green na 3ª temporada da aclamada série Penny Dreadful. Entretanto, em 1968, o vampiro já fazia sua aparição na antológica Mystery and Imagination, interpretado por Denham Elliott – retornando como Jack Palance no remake de 1974.

Mas nem todas as adaptações foram bem-sucedidas; na verdade, algumas delas foram pífias na investida de resgatar qualquer elemento aproveitável dos escritos de Bram Stoker – como é o caso da alternativa realidade de ‘Van Helsing – O Caçador de Monstros’, em que seu arco era manchado por uma risível atuação de Richard Roxburgh, ou então da prequela Drácula: A História Nunca Contada’ (a única que realmente mantém relações com o imperador Vlad e que falha em absolutamente todo o resto).

Agora, chegou a vez de Claes Bang vestir a lendária capa operística de Conde Drácula na próxima e aguardada adaptação – que promete misturar diversos gêneros em um só e aglutinar, em um mesmo lugar, a nostalgia dos filmes e séries predecessoras e uma necessária sensibilidade contemporânea.

Confira o trailer:

‘The Batman’: Robert Pattinson aparece caracterizado com visual de ‘Ano Zero’

As filmagens de ‘The Batman‘ começaram em Londres e novas imagens do set revelaram o ator Robert Pattinson caracterizado como Bruce Wayne em uma referência a ‘Ano Zero’ (Batman: Zero Year), um crossover de quadrinhos publicado nos EUA pela DC Comics.

A história é destinada a reimaginar a origem do Batman em Os Novos 52, mostrando a longa ausência de Bruce Wayne em Gotham City e suas primeiras tentativas de vigilantismo.

Confira e compare:

O filme tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard e Jayme Lawson.

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘O Auto da Compadecida’: Globo vai exibir versão com cenas inéditas e novos efeitos visuais

Após 20 anos desde sua estreia, ‘O Auto da Compadecida‘, a minissérie mais assistida da história da Globo, volta a ser exibida na emissora a partir de hoje (07) com cerca de uma hora de cenas inéditas.

Dirigida por Guel Arraes, a produção também trará um novo olhar à história baseada no romance de Ariano Suassuna através de uma remasterização, que melhora a qualidade da imagem e do som.

O recurso foi utilizado porque a versão gravada em 1999, no interior da Paraíba, ainda não tinha efeitos visuais sofisticados, como explicou o diretor em entrevista para o Uol.

“A gente ganhou um brilho na imagem. E os efeitos especiais foram refeitos. Sobretudo os efeitos do Céu, que eram bastante precários.”

Uma das cenas que o público vai notar a diferença se passa no último episódio, quando os personagens transitam entre o Céu e o Inferno… Em alguns trechos, há animações de anjos passando por trás de Jesus Cristo (Maurício Gonçalves) e Nossa Senhora (Fernanda Montenegro).

Lembrando que ‘O Auto da Compadecida‘ também ganhou uma versão reduzida para o cinema, em 2000, tornando-se a versão mais popular da adaptação.

Dessa forma, a reestreia da minissérie dará ao público a oportunidade de conhecer a história com maiores detalhes.

“A minissérie tem uma hora de material inédito que não está no filme. O longa tem 1h40, e a minissérie tem 2h40, no total.”, explicou Arraes.

Até mesmo Selton Mello, intérprete de Chicó, está ansioso para rever a minissérie e acredita que esta é uma forma de atrair novos fãs para as produções nacionais.

“O que eu acho muito bonito é que a gente vai inaugurar uma nova geração de fanáticos por ‘O Auto da Compadecida‘. A produção faz muito bem [ao público]. Acho que vai vir num bom momento”, disse o astro.

Assista ao trailer:

‘Crise nas Infinitas Terras’: Anti-Monitor estampa cartaz final do cross-over; Confira!

A CW divulgou o cartaz final do último episódio de ‘Crise nas Infinitas Terras‘, que vai ar em 14 de janeiro.

Confira:

Unindo ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, o crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ terá cinco horas de duração.

‘Locke & Key’ ganha mais um teaser oficial; Trailer será lançado amanhã!

Netflix divulgou hoje (07) o teaser trailer oficial de sua próxima série, Locke & Key.

Confira:

Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas.

De acordo com o Deadline, a série trará Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) para a equipe. Gluck será um personagem chamado Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.

Connor JessupJackson Robert Scott também foram elencados, dando vida a Tyler e Bode Locke, respectivamente.

Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de Hill. André Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.

‘Legends of Tomorrow’: 5ª temporada ganha primeiras imagens oficiais; Confira!

The CW divulgou as primeiras imagens oficiais da 5ª temporada de Legends of Tomorrow.

Confira:

Leia a sinopse do próximo ciclo.

Sara (Caity Lotz), Ray (Brandon Routh) e Mick (Dominic Purcell) estão chocados ao descobrir que as Lendas se tornaram famosas. Parece que todos, exceto Sara, estão amando os holofotes – tanto que convidaram uma equipe para documentar sua investigação acerca de uma nova oscilação em sua linha temporal. As Lendas descobrem que o novo problema é ninguém menos que Rasputin, que escapou do Inferno e pode estar mais perigoso do que pensam. Enquanto isso, Constantine (Matt Ryan) acha que sabe da razão por trás dessas oscilações e diz para o time que não será fácil derrotá-lo.

Assista ao trailer do próximo ciclo:

Como parte do cross-over ‘Crise nas Infinitas Terras’, o primeiro episódio do novo ciclo será exibido no dia 14 de janeiro de 2020.

Relembre a sinopse oficial:

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic PurcellTerry Chen.

‘Uma Noite de Crime 5’: Atriz de ‘True Detective’ entra para o elenco da sequência

Segundo o DeadlineLeven Rambin, conhecida por seus papéis em ‘True Detective’Jogos Vorazes, foi elencada na próxima iteração da franquia Uma Noite de Crime. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

O elenco ainda conta com Will Patton, Cassidy FreemanAna de la Reguera e Tenoch Huerta.

James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.

Detalhes sobre a trama do próximo filme estão sendo mantidos em segredo, mas especula-se que a história seja ambientada fora do cenário metropolitano habitual, enquanto ainda lida com questões de classe e raça como os filmes anteriores.

Em entrevista ao EW, DeMonaco, que dirigiu os três primeiros filmes, falou sobre o futuro da saga.

“A história que criei para o quinto filme é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que será um desfecho muito legal.”

Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido e deu início a uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.

Uma Noite de Crime 5‘ tem estreia marcada para o dia 10 de julho de 2020.

Stripper que inspirou ‘As Golpistas’ processa estúdio em US$ 40 milhões

A stripper que ajudou a inspirar o filme ‘As Golpistas‘ (Hustlers) está processando o estúdio STX.

Samantha Barbash, que inspirou a personagem vivida por Jennifer Lopez no filme, alegou que a diretora a difamou e falhou em defender seus direitos civis.

Em setembro, os advogados de Barbash enviaram uma carta à STX alegando que os produtores nunca pagaram a Barbash por sua história de vida e ameaçaram processar o estúdio de cinema se um acordo não fosse alcançado.

“O estúdio tentou obter um consentimento com a Sra. Barbash para a produção do filme e ela não aceitou. Barbash se recusou a dar seu consentimento ou renunciar a qualquer um de seus direitos de privacidade. No entanto, o estúdio explorou a semelhança e o caráter de Barbash para o filme e a promoção do mesmo.”, afirmam os advogados.

A stripper pede uma indenização de US$ 40 milhões.

Um porta-voz do estúdio disse que “continuará a defender o direito de contar histórias baseadas em fatos com base no registro público”.

O longa fez US$ 157 milhões, tornando-se a maior bilheteria de um live-action da carreira da Jennifer Lopez.

Assista nossa crítica:

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

‘Riverdale’ é renovada para a 5ª temporada

A CW acaba de anunciar que ‘Riverdale‘ foi renovada para sua 5ª temporada.

A informação foi revelada pelo presidente do canal, Mark Pedowitz:

“Ter aprovado a próxima temporada com antecedência nos dá uma vantagem na criação de arcos da história e ajuda na contratação de roteiristas, e isso também nos fornece uma base sólida de séries favoritas dos fãs e nos dá mais tempo para construir uma próxima temporada com capricho”, disse Pedowitz.

A renovação da quinta temporada de ‘Riverdale‘ certamente excitará os fãs da popular série, mas também pode trazer algumas perguntas. A quarta temporada teve um pulo no tempo que parece ter mostrado o fim de Jughead Jones.

O anúncio também incluiu as renovações de: All American, Charmed, Legacies, In The Dark, Roswell, Novo México, Dynasty e Nancy Drew.

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘A Caçada’: Conheça o terror com Emma Roberts que nunca chegou aos cinemas…

Já faz meses desde que o terror ‘A Caçada‘ teve sua estreia cancelada nos EUA. O motivo? Sua trama política, envolvendo um genocídio entre democratas e republicanos nos EUA.

Para quem não sabe, após atentados terroristas de supremacia branca no início de agosto e discursos políticos culpando a mídia pela violência, a Universal Pictures e a Blumhouse decidiram cancelar o filme.

Em um comunicado, o estúdio revelou o cancelamento em respeito às vítimas dos atentados.

“Após cuidadosa consideração, o estúdio decidiu cancelar os planos de lançamento do filme. Nós apoiamos nossos cineastas, e continuaremos a lançar filmes em parceria com diretores visionários, como os que estão associados a esse thriller de sátira social. Porém, entendemos que essa não é a hora certa de lançar esse projeto.”, diz o comunicado.

O filme, que chegaria aos cinemas em Setembro do ano passado, sequer tem previsão de estreia em Home Vídeo. Está em um eterno limbo.

Em entrevista com a Variety, o diretor Craig Zobel falou pela primeira vez sobre o ocorrido e esclareceu sua intenção com a trama do filme, dizendo:

“Nossa ambição era cutucar os dois lados igualmente. Procuramos nos entreter e unificar, não enfurecer e dividir. Cabe aos telespectadores decidir qual será a visão deles. Eu queria fazer um suspense de ação divertido para satirizar esse momento em nossa cultura – onde julgamos as crenças de alguém por causa do partido que achamos que defendem… E depois começamos a gritar com eles. Essa pressa em julgar é um dos problemas mais relevantes da nossa época.”

O diretor agradeceu a Universal pelo interesse em assumir um risco e pela liberdade criativa que o estúdio permitiu à equipe de produção.

‘A Caçada’ acompanha 12 estranhos que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por liberais. Betty Gilpin e a vencedora do Oscar, Hilary Swank, interpretam mulheres em lados opostos do espectro político, conservador e liberal, que têm como alvo um ao outro.

O elenco inclui Hilary Swank, Emma Roberts, Justin Hartley, Betty GilpinGlenn HowertonJim KlockCharli SlaughterDean West.

“A caça está liberada. Apenas as pessoas designadas podem ser caçadas na mansão”, diz o slogan do filme.

Frozen 2

(Frozen 2)

 

Elenco:

Vozes na versão nacional: Fábio Porchat, Guilherme Briggs. Vozes na versão original: Kristen Bell, Josh Gad, Idina Menzel, Alan Tudyk, Jonathan Groff, Eva Bella, Livvy Stubenrauch, Chris Williams.

Direção: Chris Buck e Jennifer Lee

Gênero: Animação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Walt Disney

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 02 de janeiro de 2020

Sinopse:

Por que Elsa nasceu com poderes mágicos? A resposta está chamando-a e ameaçando seu reino. Com Anna, Kristoff, Olaf e Sven, ela partirá em uma jornada tão perigosa quanto notável. Em Frozen, Elsa temia que seus poderes fossem demais para o mundo. Em Frozen 2, ela deve torcer para que sejam o bastante.

Crítica | ‘Frozen 2’ é maior, melhor e muito mais emocionante (Nota: 9.0)

Curiosidades:

» 5 Motivos que fazem ‘Frozen 2’ ser Ainda Melhor que o Primeiro!

» ‘Frozen 2’: Elsa pode ser a primeira princesa lésbica da Disney 

» Chris Buck e Jennifer Lee retornam à direção, que terá roteiro escrito por Allison Schroeder, responsável pelo roteiro do indicado ao Oscar, ‘Estrelas Além do Tempo‘.

» Kristen Bell (Anna), Idina Menzel (Elsa), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf) também retornam para a sequência.

» A animação ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’ surpreendeu nas bilheterias e se tornou o terceiro maior sucesso comercial da história da Walt Disney. O longa, que chega aos cinemas nacionais hoje, já arrecadou incríveis US$ 1,3 bilhão mundialmente. A estreia nos EUA aconteceu dia 22 de Novembro. A animação já figura como a maior bilheteria do estúdio, na frente do clássico ‘O Rei Leão‘ (US$ 952 milhões) e o recente ‘Enrolados‘ (US$ 591 milhões).

» Adaptação do livro ‘A Rainha da Neve‘ (The Snow Queen). Assim como aconteceu com a clássica história de Rapunzel, que ganhou o título de ‘Enrolados’ (Tangled), o próximo conto de fadas a ganhar uma versão da Disney teve seu título alterado para ‘Frozen‘, ‘Congelados‘ em português.

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

O Caso Richard Jewell

(Richard Jewell)

 

Elenco:

Paul Walter Hauser

Sam Rockwell

Kathy Bates

Olivia Wilde

 

Direção: Clint Eastwood

Gênero: Drama

Duração: 129 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 02 de janeiro de 2020

Sinopse: 

A trama acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.

Curiosidades: 

» O longa é uma adaptação do artigo American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Farol

(The Lighthouse)

 

Elenco:

Robert Pattinson

Willem Dafoe

 

Direção: Robert Eggers

Gênero: Terror

Duração: 110 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

Crítica Tiff | O Farol: Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Entrevista:

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor do aclamado terror ‘A Bruxa‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Dilili em Paris

(Dilili à Paris)

 

Elenco:

Prunelle Charles-Ambron

Enzo Ratsito

Natalie Dessay

 

Direção: Michel Ocelot

Gênero: Animação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 7.7 milhões

Estreia: 02 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Com a ajuda de seu amigo entregador, Dilili, uma jovem Kanak, investiga uma série de misteriosos sequestros de jovens meninas que assolam a Paris da Belle Époque. Durante a investigação, ela encontra uma série de personagens extraordinários, cada um deles fornece pistas que a ajudarão em sua busca.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Michel Ocelot também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Flash’, ‘Batwoman’, ‘Legends of Tomorrow’, ‘Supergirl’ e ‘Raio Negro’ são renovadas pela CW

Os fãs do Arrowverse podem ficar tranquilos! A CW renovou oficialmente todas as séries do universo compartilhado da DC,’The Flash‘ (7ª temporada), ‘Batwoman‘ (2ª temporada), ‘Legends of Tomorrow‘ (6ª temporada), ‘Supergirl‘ (6ª temporada) e ‘Raio Negro‘ (4ª temporada).

Vale lembrar que ‘Arrow‘ não foi renovada pois está atualmente exibindo sua temporada final.

Essas renovações antecipadas dão às nossas equipes de produção uma vantagem inicial na criação de arcos de histórias e um salto na contratação de funcionários, e isso também nos fornece uma base sólida de programas estabelecidos e favoritos dos fãs para construir na próxima,” disse Mark Pedowitz, presidente da CW. “Ficamos entusiasmados com a direção criativa das três novas séries e, mesmo estando nos estágios iniciais de nossa nova estratégia de streaming, que permite aos espectadores acompanharem nossos novos programas desde o início, já estamos vendo resultados incrivelmente positivos de nossa visualização multiplataforma para ‘Nancy Drew’ e ‘Batwoman’.”

Unindo ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, o crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ terá cinco horas de duração.

Vale lembrar que o crossover será concluído no dia 14 de janeiro.

Falta só um mês! ‘Aves de Rapina’ ganha novo teaser antes de sua estreia

O longa Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)’ ganhou um novo teaser para celebrar um mês até o seu lançamento.

Confira:

“Eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida”, diz Margot Robbie

Cathy Yan comanda o projeto.

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro.

Os GLAAD Awards e o que ainda falta para a comunidade LGBTQ+ na mídia

2006. Liza Minnelli, há muito tempo, havia se consagrado como um ícone LGBTQ+, seguindo os passos da mãe, Judy Garland. Abrindo-se em uma entrevista para o Broadway.com, Minnelli comentou que utilizou a fama que conseguiu com suas icônicas performances nos palcos e nas telonas para promover mudanças radicais no cenário queer dos anos 1980 e 1990 – ainda mais com a crescente crise do HIV/AIDS que erroneamente se restringia à própria existência das pessoas não-heterossexuais e não-conformativas.

A performer percebeu que algo deveria ser feito quando, ao convidar Rock Hudson para um concerto ao lado de Elizabeth Taylor, percebeu que o amigo de longa data estava diferente e, como diziam as más línguas, ele estava “com aquela nova doença” (frase mergulhada num tom de desprezo insuportável até os dias de hoje). “Nós temos que fazer alguma coisa. Isso está fora de questão que as pessoas estão sendo tratadas desse jeito”, Taylor lhe falou – o que deu início a uma profunda arrecadação monetária que contribuiu para a busca de tratamentos menos dolorosos e paliativos para os diagnosticados. Não é surpresa que Taylor foi condecorada com o GLAAD Vanguard Awardem 2000, enquanto Minnelli levava para casa a estatueta em 2005.

Da esqueda para a direita, Elizabeth Taylor e Liza Minnelli

2011. A vencedora do Tony Award Kristin Chenoweth era honrada com o GLAAD Media Awards por sua significante trajetória como apoiadora dos direitos LGBTQ+, participando da Marcha pela Igualdade em outubro de 2009 e levantando a bandeira para defender seus colegas de profissão em meio a um boicote na indústria do entretenimento.

1990. Em meio ao desespero social por conta da AIDS, Madonna mostra-se ainda mais a favor da comunidade queer ao reclamar para si a dança conhecida como vogue e lançá-la através de uma das músicas mais memoráveis da história. A canção, que ficou várias semanas no topo das paradas internacionais, popularizou a cultura transexual do Harlem e do Brooklyn cultivada desde os anos 1970 e, devido ao seu extenso trabalho para nos apoiar, levou para casa o GLAAD Advocate for Change Award em 2019 (um tanto quanto tarde demais, se querem saber a opinião deste que vos fala, mas ao menos seu reconhecimento ocorreu).

“O primeiro gay que conheci foi a primeira pessoa que acreditou em mim”, Madonna aceitando o Advocate for Change Award em 2019

2009. Lady Gaga, o último grande ato da música pop, despeja nas paradas mainstream a cultura LGBTQ+ e, desde então, nunca deixou de apoiar aqueles que lhe trouxeram tanta vida e tanta beleza. Um dos pilares da indústria fonográfica contemporânea, Gaga lançou a bíblica produção ‘Born This Way’ em 2011 e, um ano depois, desafiou o governo moscovita a prendê-la após um poderoso discurso de autoaceitação na Rússia (“eu não dou a mínima para o que as pessoas dizem”, ela gritou para uma multidão de little monsters). Não é surpresa que a artista tenha levado dois prêmios GLAAD de Melhor Artista Musical.

2019. Taylor Swift alfineta basicamente todo mundo com o lançamento de “You Need to Calm Down” e, pouco depois, fez um discurso pela igualdade durante a última edição do VMA, além de ter lançado uma petição para proteger a comunidade em questão da discriminação em seus locais de trabalho, em suas casas, escolas e outras acomodações públicas. Chegando a quase 600 mil assinaturas, a artista vencedora de dez Grammy Awards será a próxima receptora do GLAAD Vanguard Award, cuja cerimônia ocorre no próximo dia 19 de março.

Lady Gaga no Born This Way Ball em Moscou, Rússia

Entre as centenas de nomes que expressaram seu apoio à diversidade sexual contra ações homofóbicas que nos últimos anos vêm ganhando mais força devido à ascensão de governos extremistas e conservadores, é inegável dizer que a comunidade LGBTQ+ se vê cada vez mais reclamando por seu trono nos holofotes da cultura mainstream, trilhando um longo e árduo caminho para que seu estilo, seu modo de vida e sua transbordante cultura fosse ouvida e respeitada assim como qualquer outra. Entretanto, a luta ainda permanece e, mesmo com esse considerável aparecimento, são poucos os nomes dentro da comunidade que alcançam um patamar considerável assim como tantos outros artistas.

Criado em 1990, os GLAAD Media Awards existem para “reconhecer e homenagear as representações justas, rigorosas e inclusivas da comunidade LGBT e de questões que afetam as suas vidas nos meios de comunicação” e, mesmo reunindo diversos aliados para essa importante causa social, a porcentagem de vencedores de categorias especiais (ou seja, que não fazem parte da competição) ainda é menor do que a esperada e respalda apenas alguns nomes, como Ellen DeGeneres, Ian McKellen, John Waters e Rufus Wainwright. No prospecto geral, percebe-se que os membros da esfera do entretenimento cuja orientação é heterossexual ganham maior palanque – pelo motivo de estarem mais inclinados a ascender aos holofotes e terem maior destaque na mídia.

Ellen DeGeneres recebendo o prêmio honorário Carol Burnett no Golden Globes 2020

Em outras palavras, o ano de 2020 ainda não significa uma imensa ruptura e a concretização de uma igualdade de oportunidades defendida há tantas décadas – pelo contrário, se endossa como uma faca de dois gumes. Enquanto nomes como Julianne Moore, Robert De Niro e Debra Messing mostram que o respeito à diversidade e a propagação do reconhecimento e do auxílio à cultura queer é imprescindível e muito bem-vindo (levando em conta principalmente que caminhamos todos para um futuro melhor e mais assertivo), ofusca certos nomes que poderiam ter maior preponderância – e que fazem o mesmo tanto (senão mais) que aqueles que já conhecemos e que já têm o nosso apoio incondicional.

Janelle Monáe, conhecida por sua incrível discografia e sua participação de diversos longas-metragens mainstream, é um exemplo disso: assumindo-se como pansexual alguns anos atrás e deixando isso bem claro com “Make Me Feel” (‘Dirty Computer’, 2018), sua participação dentro do ativismo LGBTQ+ data de muito antes e permanece como uma das marcas de sua identidade artística – afinal, ela própria ergue-se como um monumento de resistência ao ser uma mulher negra queer nos Estados Unidos de Trump.

Janelle Monaé no videoclipe da música “Make Me Feel”

Kim Petras, que tornou-se um ícone do industrial pop com seus trejeitos vanguardistas, é uma artista germânica transexual que vem sofrendo boicotes desde sua sutil chegada às paradas internacionais e, por essa razão, diversas pessoas a alertam para os perigos de “ser uma artista de nicho”. Mesmo que isso não a tenha impedido – e a tenha transformado num nome importante para a proteção das crianças transgêneros (visto que se assumiu aos 13 anos) -, são poucos os membros da própria comunidade que a conhecem ou que já ouviram falar sobre seu incrível trabalho como ativista e performer.

Pabllo Vittar é outro nome que merece ser mencionado: a drag queen maranhense é um exemplo de “anomalia” artística, ainda mais por ter conseguido alcançar a fama que tem hoje vivendo no país que mais mata LGBTQs no mundo. Enquanto muitos apostavam em seu fracasso, a artista pavimentou seu próprio sucesso e, recentemente, quebrou recordes de premiação e alcançou números estratosféricos de streaming e visualizações – marcando-a com o título de drag queen mais famosa do mundo. Ainda assim, Vittar já comentou que sofre boicotes nos mais diversos setores do entretenimento e, apesar disso, jamais deixou de lutar para conseguir seu espaço nas principais mídias (fazendo história ao lado de Frank Ocean ao confirmar um show no Festival Coachella 2020).

Kim Petras na promoção de seu mais recente EP, ‘TURN OFF THE LIGHT’

Dentre diversos outros nomes que mereciam um espaço de apreciação em meio a tantas explosões mainstream, posso citar Tom Goss, Angel Haze, Courtney Barnett, Syd, Gavin Rayna Russom, SOPHIE, Shura, PVRIS, artistas que podem ser relembrados por uma ou duas pessoas, mas que definitivamente não têm o mesmo espaço que Beyoncé e Jay-Z (que foram condecorados no ano passado pelo GLAAD Vanguard Award) ou Shonda Rhimes (recipiente do GLAAD Golden Gate Award).

Não se enganem: toda ajuda é bem-vinda e passível de agradecimento pela cessão de espaços aos membros da nossa comunidade. Porém, isso não muda o fato de que a própria comunidade LGBTQ+ não se conhece e perde a chance de “se dar uma chance”. Nossas Janelle Monaés e Kim Petras e Syds e SOPHIEs precisam de mais visibilidade – e de mais reconhecimento pelas lutas que erguem e que, normalmente, passam fora do radar.

‘The Witcher’: Netflix compartilha timeline oficial da série; Confira!

Vocês ficaram confusos com a timeline em ‘The Witcher‘? Pois a Netflix acabou de divulgar uma timeline oficial para os fãs não se perderem nos acontecimentos da série.

Confira:

Apesar de parecer que todas as narrativas estão acontecendo simultaneamente, vale notar que as cenas iniciais com a Yennefer são situadas décadas antes do ataque ao castelo que iniciou a jornada da Ciri.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Dolittle’: Animais se reúnem em novo cartaz IMAX; Confira!

O filme ‘Dolittle‘, estrelado por Robert Downey Jr., ganhou um novo cartaz IMAX.

Confira:

Dirigido por Stephen Gaghan, o longa é baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle‘, de Hugh Lofting.

Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.

O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.

O grandioso elenco conta com Antonio Banderas, Michael Sheen, Jim Broadbent, Jessie Buckley, John Cena, Harry Collett, Marion Cotillard, Frances de la Tour, Carmen Ejogo, Ralph Fiennes, Selena Gomez, Tom Holland, Rami Malek, Kumail Nanjiani, Craig Robinson, Octavia Spencer e Emma Thompson.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro.

Danielle Harris investiga atividade paranormal no trailer do terror ‘Camp Cold Brook’; Assista!

O terror ‘Camp Cold Brook‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Andy Palmer (‘The Funhouse Massacre’).

Jack Wilson, o produtor e apresentador de reality show, se encontra em uma situação difícil quando seu programa está prestes a ser cancelado. Em um esforço de última hora para obter audiência, ele e sua produtora Angela optam por filmar seu próximo episódio no lendário Camp Cold Brook, que foi palco de um incidente terrível em que os jovens campistas se afogaram em um riacho próximo há 20 anos. A chegada deles começa como qualquer outro episódio… mas a equipe de TV descobre que eles terão mais do que esperavam.

O elenco conta com Danielle Harris (‘Halloween’), Chad Michael Murray (‘A Casa de Cera’), Michael Eric Reid, Courtney Gains e Candice De Visser.

O longa será lançado direto em VOD no dia 14 de fevereiro.