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‘Nada a Perder’: Filme sobre Edir Macedo foi a produção estrangeira mais cara da Netflix

A Netflix comprou os direitos de exibição e desembolsou uma fortuna para colocar em seu catálogo ‘Nada a Perder‘, milionária cinebiografia sobre Edir Macedo.

O filme chega ao catálogo em tempo recorde: dia 29 de Junho – apenas três meses após sua estreia nos cinemas.

O serviço de streaming desembolsou o maior valor já pago para uma produção estrangeira, especula-se que um valor em torno de R$ 20 milhões – e lançará o filme em 190 países.

Envolto de polêmica, ‘Nada a Perder‘ se tornou a maior bilheteria da HISTÓRIA para um filme nacional, com “público” de 12 milhões de brasileiros.

O filme ultrapassou o recorde que pertencia a ‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘, que “levou” 11,3 milhões de brasileiros aos cinemas em 2016.

A história mostra a jornada do ex-bancário que fundou a igreja e se tornou dono da rede de TV, com uma fortuna estimada em US$ 1,1 bilhão.

‘A Morte te Dá Parabéns 3’: Diretor revela ‘planos mais ambiciosos’ para terceiro filme

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Christopher Landon confirmou que já existem planos para um terceiro filme da franquia ‘A Morte te dá Parabéns.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

Assista a entrevista:

Na sequência, a história se repete, mas de forma diferente. Tree se vê na situação onde precisa salvar seus amigos que estão em perigo, e também escapar do looping. Para isso ela vai precisar morrer centenas de vezes até conseguir encontrar a solução e o assassino da vez.

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de fevereiro.

 

 

 

Robert Pattinson treina com lutador brasileiro para viver o ‘Batman’; Veja fotos!

A produção de The Batman está para começar, e Robert Pattinson começou a treinar para viver o Cavaleiro das Trevas. E o melhor? Ele está treinando com um professor brasileiro.

Rigan Machado, professor faixa preta de Jiu-Jitsu que treina diversas estrelas de cinema e TV nos Estados Unidos, como Chuck Norris, postou diversas fotos treinando Pattinson para viver o herói.

Confira:

 

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Jiujitsu brother

Uma publicação compartilhada por Rigan Machado (@riganmachado) em

Recentemente, Pattinson comentou em um recente podcast que já está fazendo diversas pesquisas para encarnar o personagem-titular.

“Estou grato por ter tido bastante tempo [para estudar]”, Pattinson falou em entrevista ao The Big Ticket. “Não fazia ideia de que havia tantos Batmans nos quadrinhos. Centenas e milhares. Mas tenho lido muita coisa sobre isso, não apenas os clássicos. Gosto de ler os periódicos individuais. É bom ver os contemporâneos”.

Além de Pattinson, o elenco da adaptação conta com Jeffrey Wright (Comissário Gordon), Zoe Kravitz (Mulher-Gato) e Paul Dano (Charada). Matt Reeves será o diretor.

Lembrando que ‘The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Crítica | The Politician se ofusca na 2ª temporada

THE POLITICIAN BEN PLATT as PAYTON HOBART in episode 4 of THE POLITICIAN. Cr. GIOVANNI RUFINO/NETFLIX © 2020

Durante os sete primeiros episódios da temporada inicial de The Politician, acompanhamos Payton (Ben Platt) disputando a presidência do Grêmio Estudantil de seu colégio em uma narrativa que funcionou como uma espécie de estufa para o que a série provavelmente investigaria mais a fundo em seus anos seguintes. A ideia era tratar, de uma forma irônica e espirituosa que reúne o melhor em potencial do trio Ryan Murphy, Ian Brennan e Brad Falchuk, dos caminhos tortuosos que levam ao poder. Além disso, era também abordar o interesse do jovem na política durante a atual conjuntura, sob a ótica de um protagonista cujo grande desafio é a sua própria jornada de autodescoberta e aceitação enquanto, de fato, um homem ambicioso. O episódio 8 daquele primeiro ano dá um salto para o futuro e promete uma temporada 2 ainda mais veloz e empolgante, dando a ideia de que a primeira temporada talvez tivesse sido apenas um preparatório.

Infelizmente, aquele 8º episódio promete algo maior e melhor do que a segunda temporada consegue de fato entregar. 

Neste novo ano, estamos um mês adentro da campanha de Payton para Senador de Nova York, um cargo que foi ocupado por Dede Standish (Judith Light) por três décadas e, agora, vê um novo pretendente. Ele está perdendo por 10 pontos nas pesquisas, e sua campanha é coordenada por Alice (Julia Schlaepfer), McAfee (Laura Dreyfuss), Skye (Rahne Jones), James (Theo Germaine) e (inexplicavelmente) Astrid (Lucy Boynton), um grupo que permanece em sua maioria escanteado durante boa parte da temporada, embora tivesse muito a oferecer. Eles decidem adotar uma estratégia que pode atrair a atenção de jovens eleitores, baseando a campanha na luta contra a mudança climática, algo que pode ou não ser do interesse real de Payton. 

O tema abre espaço para um debate bastante pertinente em tempos de Greta Thunberg, mas a série nunca vai além da superfície ao abordar a luta da Geração Z a favor do clima. É como se ela ficasse no meio do caminho entre realmente acreditar na causa ou querer ironizar a superficialidade de ações como banir canudos de plástico, e a abordagem inteira soa desconfortável e obsoleta. O único episódio que faz uma tentativa honesta de aprofundar o assunto com seriedade o faz através do conflito de gerações entre uma mãe e sua filha, o que nos dá prazerosas cenas com Robin Weigert mas entrega ainda assim um resultado simplista em sua mensagem pró-diálogo entre membros da família que acreditam em projetos políticos diferentes. A única conclusão é: ‘bem, talvez exista um meio termo e seja possível conviver em paz com seu sobrinho que votou no outro candidato’, uma conclusão pouco eficaz em uma série cujo público alvo é exatamente este sobrinho, e não o tio. 

Esta incongruência entre acreditar na causa e querer fazer piada com ela é algo que se estende para a narrativa principal da série e faz o trabalho de Ben Platt como Payton muito mais difícil do que provavelmente deveria. Payton é ao mesmo tempo alguém de quem todos que estão à sua volta gostam bastante, mas a série nunca se preocupa em dizer o porquê. Ele é raso e cego para seus próprios privilégios, e embora esta fosse a piada na primeira temporada, aqui é como se os roteiristas não soubessem mais como lidar com ele. Ela quer que acreditemos em sua humanidade e tenhamos simpatia por sua jornada, ao mesmo tempo em que nos lembra constantemente, com a própria sequência de abertura, que ele é um autômato movido a pouco mais do que apenas ambição. Algumas vezes seu egoísmo é a piada, e em outras ocasiões a sensação que fica é de que a série realmente acredita no altruísmo do personagem. Ela nunca encontrou uma forma adequada ilustrar o que sente por Payton, e o fato de Murphy não ter dirigido nenhum episódio desta temporada, e ser apenas coautor première, talvez seja uma pista dos motivos por que Hobart soa ainda mais inadequado. Se um dos grandes problemas da primeira temporada era a série se perder entre a ironia e o reforço cego de alguns de seus pontos de vista, o caso aqui só piora. 

O que a temporada traz de melhor está em seu elenco, com Judith Light e Bette Midler mais enérgicas e ativas que todo o elenco jovem. Ali, existe uma narrativa muito interessante e proveitosa, mas que jamais chegou a ser explorada com a profundidade que deveria. Dede Standish e Hadassah Gold (Midler) são duas das personagens mais críveis da temporada, e ali escondida está uma metáfora poderosa sobre a importância da experiência, a sabedoria da prática e o valor de olharmos para trás e entendermos que grandes líderes que vieram de gerações anteriores pavimentaram o caminho para que transformações possam continuar ocorrendo no presente e no futuro. Os episódios nunca tratam as personagens com condescendência, e a naturalidade com que aborda a sexualidade de pessoas mais velhas — e naturalidade aqui na medida do possível tratando-se de uma sátira dos criadores de Glee — mostra não apenas reverência mas uma maturidade que poderia ter sido melhor utilizada se estendida para outras partes da história. 

O que realmente não cai bem com esta segunda temporada de The Politician é como ela repete os mesmos temas que a primeira, porém com menos entusiasmo e sem o carnaval de cores e diálogos afiados que são a assinatura do prolífico showrunner. O mesmo Payton que estava em busca de seu “verdadeiro eu” na primeira temporada continua em busca do seu “verdadeiro eu” na segunda temporada, o que em termos de evolução de personagem nos deixa com pouco material para compreendê-lo. Politicamente, o que a série está dizendo soa deslocado da realidade e é uma mensagem que chega, talvez, dois anos atrasada. A investigação do interesse da juventude pela vida política aqui vai pouco além de “jovens se interessam, mas não votam e abraçam causas superficialmente”, enquanto o que acontece na realidade é muito mais complexo e dinâmico do que a série sequer tenta abraçar. Soa como uma geração mais velha tentando racionalizar os Zoomers sob óticas antiquadas, com simplificações excessivas que são transigentes e preguiçosas — como uma metáfora simples demais, que tenta resumir o todo quando leu apenas uma parte do material de base.

É uma pena a série deixar Laura Dreyfuss tão de lado, e praticamente esquecer que escalou a ótima Jackie Hoffman para interpretar a secretária de Hadassah. A forma como grande parte do elenco de apoio é ofuscada em favor de uma repetição perturbadora da palavra “trisal” — é para ser engraçado? desconfortável? absurdo? — tira de campo exatamente os desenvolvimentos paralelos que teriam enriquecido a forma como a série tenta abordar o interesse político como uma crítica ao revanchismo e à imaterialidade dos discursos de campanha. Aliás, é estranho o fato de personagens LGBTQ+ serem os mais escanteados enquanto relações poliamorosas são alardeadas em cada canto dos quatro primeiros episódios.

Por isso, a segunda temporada deThe Politician parece uma reprise menos entusiasmada da primeira, indecisa entre querer tratar das decisões pessoais de seu protagonista através da lente da política ou o inverso. Ela tenta ser mais séria, mas teria sido melhor se tivesse continuado brincando. Para uma temporada que estreia em ano de eleição nos Estados Unidos, sua falta do que falar a torna esquecível.

‘A Viúva das Sombras’: Novo terror estilo ‘A Bruxa de Blair’ ganha trailer

Uma densa floresta, jovens perdidos e pouco sinal de celular. É assim que o aterrorizante ‘A Viúva das Sombras‘ cria o clima ideal para assombrar o público. Com distribuição da Paris Filmes, o filme acaba de ganhar pôster nacional e trailer dublado.

Assista:

A produção é baseada em eventos reais e conta a história de jovens voluntários que entram em uma mata para o resgate de um garoto. Mais de 300 pessoas se perderam pela região nos últimos tempos, mas apenas alguns foram localizados: todos nus. No anoitecer, a comunicação é cortada e sem sinal nos celulares e rádios, o grupo começa enfrentar algo desconhecido e sobrenatural. De acordo com uma lenda local, eles estão na presença da Viúva das Sombras.

O filme é no estilo found footage, dos mesmos criadores de ‘A Sereia‘ e ‘A Noiva‘, sendo o primeiro lançamento de terror da distribuidora em 2021.

Treta! Após comentário de diretor, atriz revela que NÃO QUERIA voltar para ‘O Homem nas Trevas 2’

No começo da semana, o produtor e roteirista Fede Álvarez explicou por que não pensou em trazer a protagonista do primeiro filme, Jane Levy, para ‘O Homem nas Trevas 2‘ (Don’t Breathe 2).

A atriz não gostou muito dos comentários de Fede e rebateu:

“Eu realmente não quero revisitar isso, mas é um pouco engraçado .. ter pessoas escolhendo qual é a melhor decisão para mim sem perguntar o que eu penso ou quero… Mas Fede, você estava certo. Eu não toparia voltar em O Homem nas Trevas 2… Mas não por que sou comprometida demais como atriz. Talvez devêssemos estar perguntando por que esses filmes são feitos de tal forma que seus diretores são avessos à participação de atores talentosos? De qualquer forma, boa sorte para o novo elenco!

Fede revelou que a atriz não parecia fez durante as filmagens.

“Jane é incrível; fizemos dois filmes com ela e temos muito respeito por ela. Eu vi seu trabalho recente e estou muito feliz que ela esteja tendo tanto sucesso com sua série de TV. Acho que quando a vejo lá, eu a vejo em seu verdadeiro elemento, onde ela é verdadeiramente feliz. Quando a vi gravando este filme, não a vi feliz. Acho que ela dá 200% todos os dias, e esses filmes são muito exigentes na forma como os fazemos também. Então, eu não teria feito isso com ela.

Em geral, os atores que passam por isso – que levam a sério – passam pelo inferno. E ela passou pelo inferno duas vezes, com ‘A Morte do Demônio’ e ‘O Homem nas Trevas’. Em ‘O Homem nas Trevas’, era ainda mais difícil. Talvez se eu tivesse ligado para ela, ela teria dito sim. Eu duvido, mas se ela tivesse, eu me sentiria muito mal. Eu não gostaria de fazer isso com ninguém.”, afirmou em entrevista divulgada pelo Screen Rant.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Alvarez comentou sobre a polêmica decisão de transformar o Homem Cego no “herói” da sequência:

“Ele foi um vilão que fez coisas terríveis. Coisas sinistras, que ele saiu impune. Será que ele pagará por esses crimes do passado? Ele realmente tem boas intenções? O personagem terá que descobrir quem ele realmente é.”

O diretor Rodo Sayagues apenas questionou: “Ele é um monstro?”

O longa será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas do Brasil no dia 12 de agosto.

A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Johnny Depp recebeu uma FORTUNA por ‘Animais Fantásticos 3’; Saiba quanto!

O The Hollywood Reporter revelou quanto o astro Johnny Depp recebeu por ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘, mesmo sem sequer ter aparecido no filme.

Depp deixou a franquia como o antagonista Grindelwald após perder o caso de difamação contra o The Sun e contra sua ex-esposa, Amber Heard, que sofria agressões do ator.

Para não forçar as tênues linhas que ainda mantinham a saga derivada de Harry Potter, a Warner Bros. resolveu destitui-lo do contrato para os próximos filmes.

Depp rodou apenas uma cena da sequência, e mesmo assim recebeu a sólida quantia de US$ 16 milhões (quase R$ 76 milhões).

O contrato do artista não previa uma quebra automática por “questões morais”, por isso Depp teve que ser pago.

Animais Fantásticos 3 já foi considerado por diversos veículos de imprensa internacionais, incluindo a Forbes, como uma das mais problemáticas produções de todos os tempos, à luz também dos comentários e das atitudes transfóbicas de J.K. Rowling, criadora do universo mágico, e das atitudes condenáveis de Ezra Miller.

Após dividir a opinião da crítica (com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes), a sequência ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ registrou a PIOR estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

O longa arrecadou apenas US$ 43 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa quase US$ 20 milhões a menos que a estreia do criticado ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ (US$62.1M).

No mercado internacional, o longa se saiu um pouco melhor com US$ 150.4 milhões, totalizando uma estreia GLOBAL de US$ 193.4 milhões.

De acordo com o Deadline, o resultado é preocupante e coloca em risco a continuidade da franquia – especialmente por causa das mudanças nos bastidores da Warner Bros. com sua fusão com o Discovery.

Com cinco filmes planejados, a franquia pode acabar precocemente. Segundo a Variety, há chances da saga ser encerrada no quarto filme – com o roteiro condensando os eventos das próximas duas sequências.

‘Império da Luz’: Filme de Sam Mendes com Olivia Colman ganha data de estreia no Star+

A 20th Century Studios anunciou a data de estreia de ‘Império da Luz‘ (Empire of Light), novo drama romântico do diretor Sam Mendes (‘1917’).

O filme chega direto no Star+ no dia 26 de Abril.

Confira:

Crítica | Império da Luz: Sam Mendes celebra o cinema em delicado e imperfeito drama estrelado por Olivia Colman 

Ambientada em uma cidade litorânea inglesa no início dos anos 80, a produção traz uma história poderosa e comovente sobre a conexão humana e a magia do cinema.

O elenco conta com Olivia ColmanMicheal WardColin FirthToby JonesCrystal ClarkeTanya Moodie.

Crítica | Império da Luz – Olivia Colman BRILHA em filme que mostra o encontro da Solidão e a Solitude [Festival do Rio 2022]

Um dos Vingadores Originais tem retorno CONFIRMADO em ‘Capitão América 4’

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ figura como um dos filmes mais aguardados da Marvel, trazendo de volta Sam Wilson (Anthony Mackie) no papel do novo Capitão América.

E ele terá a companhia de um dos Vingadores original.

Durante uma entrevista ao Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, Mark Ruffalo deixou escapar que retornará como Bruce Banner/Hulk  no filme.

Na entrevista, ele disse que não deveríamos esperar um filme solo do ‘Hulk‘: “Não quero dizer estourar a bolha de ninguém, mas isso não está acontecendo”.

Mas à medida que a entrevista continua, o entrevistador diz: “Mas você está Capitão América: Admirável Mundo Novo, né?”

Ruffalo respondeu: “Sim. Vai ser ótimo.”

Fotos vazadas recentemente na internet oferecem um vislumbre do herói com seu traje inédito.

O traje recém-revelado apresenta diferenças marcantes em relação ao utilizado pelo herói no desfecho de ‘Falcão e o Soldado Invernal’, quando Sam Wilson decide assumir o papel do Vingador.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 14 de Fevereiro de 2025.

O Auto da Compadecida 2

cartaz o auto da compadecida 2

(O Auto da Compadecida 2)

Elenco:

Selton Mello (Chicó)
Matheus Nachtergaele (João Grilo)
Taís Araujo (Compadecida)
Humberto Martins (Coronel Ernani)
Luis Miranda (Antônio do Amor)
Eduardo Sterblitch (Arlindo)
Fabiula Nascimento (Clarabela)
Enrique Diaz (Joaquim Brejeiro)

Direção: Guel Arraes, Flávia Lacerda

Gênero: Comédia

Duração: 120 min.

Distribuidora: H2O Filmes

Orçamento: R$ 10 milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

Em O AUTO DA COMPADECIDA 2, depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó.

Acontece que agora ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz.

Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa – como se fosse possível que ele se aquietasse. Só que nada sai como planejado e ele acaba alvejado pelo mesmo cabra que o havia matado anos antes. Será que a Compadecida vai intervir para salvá-lo novamente?

Crítica: 

Crítica | ‘O Auto da Compadecida 2’ conta com ótimas performances, mas repete fórmulas em uma previsível narrativa

Crítica em Vídeo:

 

Entrevistas:

Curiosidades: 

» Taís Araújo foi escalada para interpretar a Compadecida, recebendo o manto sagrado de Fernanda Montenegro, que interpretou a icônica personagem no primeiro filme e, por incompatibilidade de agenda, não irá repetir o papel;

» Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50;

Trailer:

Cartazes: 

cartaz o auto da compadecida 2
cartaz o auto da compadecida 2

Fotos: 

Novo filme de vingança com Jason Statham ganha data de estreia no Brasil

A Rebelião‘ (Mutiny), novo filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), ganhou data de estreia no Brasil. A Paris Filmes agendou o lançamento para 15 de Janeiro de 2026. 

Na trama…

Após testemunhar o assassinato de seu patrão bilionário, Cole Reed é injustamente incriminado pelo crime, forçando-o a fugir enquanto tenta desvendar uma conspiração internacional.

Annabelle Wallis e Roland Møller também estrelam a produção.

Apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados, sabe-se que o personagem de Wong será bem próximo do protagonista, vivido por Jason Statham.

Jean-François Richet, diretor de ‘Alerta Máximo‘, comanda a produção.

O roteiro é assinado por Lindsay Michel e J.P. Davis.

Produzido por Statham e sua recém-criada produtora, Punch Palace Productions, em colaboração com Marc Butan, o filme marca mais uma parceria entre Richet, Butan e Davis.

Crítica | Meu Rei

Não quero que pense em mim sem motivos, mas que faça de mim o motivo dos seus pensamentos. Depois de dirigir o excelente Polissia, quatro anos atrás, a cineasta e atriz francesa Maïwenn volta para trás das câmeras dessa vez para dirigir um intenso drama que em pouco mais de 120 minutos de projeção encara a difícil missão de mostrar a vida de um casal com temperamentos diferentes que quando se juntam uma série de inconsequências acontece levado ambos a um extremo destrutivo. Impressionante a atuação da dupla de protagonistas, Emmanuelle Bercot venceu o prêmio de melhor atriz em Cannes em 2015 por esse papel.

Na trama, acompanhamos a trajetória de Tony (Emmanuelle Bercot) e Giorgio (Vincent Cassel), um casal que briga mais do que faz amor, muito por conta do jeito possessivo de ser do segundo. O filme traça e mostra um paralelo sempre na visão de Tony, onde no primeiro andamento está se recuperando de uma grave lesão ortopédica e paralelamente vamos conhecer sua história e todo o começo da relação conturbada com o futuro marido. O público acompanha de perto todo o trajeto dessa história que emociona e toca profundamente nossos corações.

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São duas visões completamente diferentes sobre o relacionamento. Georgio é um saudosista da liberdade, da inconsequência, ano após ano muda muito pouco mesmo que comece a entender melhor o mundo ao seu redor e sua família. Já Tony é a parte que mais sente todo o desenrolar da trajetória do casal. Antes uma confiante mulher, começa aos poucos a perceber que seu marido é um homem desequilibrado que em muitos momentos deixa seu lado egoísta dominar a relação dos dois. Tony sofre demais, explora suas tristezas mais profundas e tenta a todo tempo dar a volta por cima (a construção de desconstrução de Tony é feito com maestria por Bercot que mostra todo seu talento em cena), contando com a ajuda de seu irmão Solal (Louis Garrel), o único que percebe logo de cara que Georgio levaria sua irmã ao limite.

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O paralelismo que acontece, mostrando duas fases na vida de Tony é uma das grandes sacadas do roteiro, escrito pela própria diretora e pela roteirista Etienne Comar. Impressionante como as duas fases se encontram no final fazendo tudo um grande sentido para o público entender mais profundamente todas as transformações que passou a protagonista. Meu Rei é uma pequena obra-prima que o cinema francês brinda todos nós cinéfilos. Bravo!

Crítica | ‘Quero Você’ – Ingênua e superficial, nova produção alemã da Netflix busca atenção com cenas picantes

Não é possível que, ainda hoje, uma história rasa, com atuações fracas e sem um pingo de reflexões inteligentes, consiga, de alguma forma, chamar a atenção do público. Nesta semana, chegou ao catálogo da Netflix um filme alemão que se propõe a discutir as desilusões amorosas de maneira atabalhoada, misturando um romance – que não se sustenta – a um thriller cheio de clichês.

A auditora fiscal Lilli (Svenja Jung) chega até a ilha de Maiorca para se reencontrar com a irmã Valeria (Tijan Marei). Chegando nesse paraíso, logo se depara com uma situação que não esperava: Valeria está em um relacionamento e ainda quer a sua assinatura para vender o imóvel da família. Tendo que absorver esse dilema, acaba conhecendo Tom (Theo Trebs), o gerente de uma boate badalada da região. Aos poucos, Lilli começa a perceber que as peças não estão no lugar, descobrindo um grande golpe.

Com roteiro escrito por Stefanie Sycholt e direção de Sherry Hormann, o projeto, que chegou à Netflix no dia 21 de agosto deste ano, transita por assuntos desconexos que se juntam num mix de achismos – algo que fica evidente na narrativa. Golpes mirabolantes de sedução, uma mal explicada especulação imobiliária e perdões por absurdos cometidos compõem uma série de elementos que não passam desapercebidos pelos olhos mais atentos. Outro ponto que incomoda é a desinteressante tentativa de estabelecer definições e conclusões sobre vilões e heróis em uma história sem pé nem cabeça, onde as coincidências surgem como num conto de fadas.

O roteiro ingênuo e superficial, parece tentar prender a atenção dos espectadores por meio da sensualidade de cenas picantes – que surgem repetidamente entre os arcos de desenvolvimento dos personagens. Sempre que a trama parece não saber como prosseguir, entra uma cena de intimidade, em um lopping eterno, sustentado por um discurso confuso e entediante. Nesse ponto, a vontade de desligar a televisão se torna cada vez mais frequente.

Quero Você é mais um passatempo desinteressante que chega ao universo dos streamings. Provavelmente vai estar incluído em várias listas de piores filmes neste ano. É um show de mesmices e clichês, com atuações nada competentes.

 

 

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ e as Novas edições de filmes famosos

Quem diria! Muitos não acreditavam, mas o corte do diretor Zack Snyder para Liga da Justiça finalmente está entre nós. Para quem pegou o bonde andando, após dirigir O Homem de Aço (2013) e Batman vs Superman (2016), Snyder partiu instantaneamente para a terceira parte destes filmes com Liga da Justiça, cujo lançamento estava programado para o final de 2017. O resultado tanto de crítica quanto de público de Batman vs Superman foi, digamos, um pouco desesperador para o estúdio. Assim, a primeira medida adotada foi transformar a superprodução que seria dividida em dois longas (assim como Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato, da rival Marvel), em apenas um filme.

Depois disso, a tragédia atingiu, e Snyder deixou a produção para se concentrar em dar apoio à sua família após o suicídio de sua filha adolescente. Substituindo o diretor na missão de finalizar a obra então entrava Joss Whedon, justamente o cineasta responsável por levar aos cinemas os dois primeiros Vingadores. O resultado de Liga da Justiça foi uma obra de tom conflitante, que terminou agradando apenas momentaneamente – ou melhor dizendo, não desagradando. Logo, os fãs (sempre eles), levaram às redes sociais seu desejo em ver realizado o corte original planejado por Zack Snyder, alimentados pela lenha na fogueira colocada pelo próprio diretor, que instigava seus seguidores com imagens de bastidores.

O movimento foi ganhando cada vez mais proporção e os artistas envolvidos na produção também aderiram ao pedido, até se tornar a # mais compartilhada nas redes sociais para um filme não lançado. Assim, numa manobra sem precedentes, a Warner desembolsou mais US$70 milhões (além dos US$300 milhões já gastos na produção) para Snyder concluir sua visão, finalizando ou modificando efeitos, e refilmando algumas cenas. O resultado foi um filme de 4 horas de duração que tem feito os fãs morrerem de amores, arrancado elogio da imprensa, e mesmo os mais turrões reconhecerem que é uma obra superior à vista em 2017. Ou seja, um filme totalmente novo.

Nunca na história do cinema algo assim foi visto. Mas algo semelhante sempre ocorreu neste mais de um século da sétima arte. Pensando nisso, e nesta justiça que foi feita para um diretor, digamos, subestimado, resolvemos lembrar com você alguns casos de filmes que receberam edições especiais depois de seus lançamentos, adicionando e modificando o que havíamos visto e conhecíamos até então. Vamos conferir.

O Poderoso Chefão III / O Desfecho

Uma das trilogias mais famosas do cinema, senão a mais famosa (ou quem sabe a mais prestigiada), a conclusão da saga da família mafiosa Corleone demorou um tempo a sair do papel. O primeiro filme (1972) e o segundo (1974), ambos foram baseados no livro de Mario Puzo, e lançados num curto intervalo de tempo. O sucesso foi tanto que a Paramount resolveu fazer mais um, porém, não existia mais livro para basear. Assim, Puzo, ao lado do diretor Francis Ford Coppola, escreveram o roteiro da parte III, lançada em 1990. A recepção da época o elegeu como o mais irregular da trilogia. Assim, nada menos que trinta anos depois, no fim de 2020, Coppola decidiu, a pedido do estúdio, remontar o filme da maneira inicialmente planejada por ele. Esta edição foi chamada de ‘Desfecho’ (Coda).

Blade Runner – O Caçador de Androides

Um dos casos mais notórios do cinema quando falamos em edições especiais é esta ficção científica ainda muito influente, dirigida por Ridley Scott, lançada originalmente em 1982. Além desta, Blade Runner possui outra peculiaridade. O filme foi um fracasso de crítica e público em seu lançamento, vindo a ressurgir no gosto coletivo graças às vídeolocadoras, se tornando assim um dos casos mais conhecidos de filmes cult que ganharam uma legião de fãs após seu lançamento. Devido ao fracasso, o estúdio remontou o filme com uma narração em off do protagonista Harrison Ford, a fim de explicar um pouco mais ao público, e aproximar a trama ainda mais ao gênero noir detetivesco, mas um situado no futuro. Ao todo foram nada menos que 7 versões lançadas do filme: as mais famosas sendo a original, a edição norte-americana, a edição internacional, a edição do diretor e a edição final. Foi justamente o status de cult do filme ao longo de todos esses anos que gerou uma continuação tardia intitulada Blade Runner 2049 (2017).

Trilogia original Star Wars

Nem toda nova edição chega para agradar. E esse foi justamente o caso com uma das trilogias mais queridas do cinema – que fez os fãs olharem diferente para o criador de tudo, o cineasta George Lucas. Para ir aquecendo os motores e despertar falatório com a base de fãs para o lançamento de Ameaça Fantasma (1999), dois anos antes o diretor resolveu trazer o nome da marca de volta à boca do povo e dar a chance para quem não tinha idade na época, conferir as produções na telona. Essa foi a primeira oportunidade de muitos (como este que vos fala) assistirem aos primeiros blockbusters do cinema… bem, numa sala de cinema. Mas nem tudo estava como antes. Lucas não tinha a tecnologia na época, assim, numa era de efeitos plenamente digitais, o cineasta resolveu “polir” sua trilogia com efeitos modernos (para meados da década de 90). Adicionando novas cenas inclusive, tudo de “presente” para a nova geração. O problema é que ele simplesmente sumiu com as versões originais, as quais a maioria eventualmente preferiu.

E.T. – O Extraterrestre

Aprendendo com o colega acima, Steven Spielberg também resolveu relançar nos cinemas um de seus filmes mais queridos, sobre a amizade entre um menino e uma criatura boazinha vinda do espaço. Novos efeitos foram adicionados, substituindo o boneco por uma criação virtual de computador. Mas o cineasta não parou por aí, e no embalo, resolveu ouvir sua veia politicamente correta e remover digitalmente as armas dos policiais que perseguiam as crianças, substituindo-as por Walk talkies. A reação dos fãs foi: “tinha mesmo necessidade?”. Ah sim, nesta mesma pegada, esqueci de comentar acima que Lucas fez Han Solo atirar depois de seu inimigo Greedo (deixando o personagem mais coretinho), o que agradou exatamente a zero pessoas.

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Quando foi anunciado, este filme do universo mutante da FOX parecia um projeto dos sonhos para os fãs. Iria juntar os novos atores de Primeira Classe (2011), com os veteranos da franquia original lá de 2000, se tornando assim um crossover dentro da própria linha narrativa. A adaptação de um dos arcos mais queridos das HQs dos personagens pedia tal grandiosidade. No entanto, o que vimos em tela ficou parecendo muito um filme picotado, com atores de peso entrando mudos e saindo calados, e outros sequer aparecendo no filme, terminando cortados na sala de edição – como foi o caso da vencedora do Oscar Anna Paquin, eliminada da versão que foi aos cinemas, puro desrespeito. Tratando de remediar um pouco o ocorrido, o estúdio lançou em home vídeo, uma edição especial do filme chamada Rogue’s Cut – Edição da Vampira (a personagem de Paquin), frisando um pouco a importância dela na história. Algo me diz que esse filme tem mais coisa a ser remontada, pena que o diretor Bryan Singer entrou numa roubada e deverá ficar um tempo sumido.

Todos os filmes de Terrence Malick

Um dos diretores mais metódicos e peculiares dos últimos, digamos, 40 anos no cinema atende pelo nome Terrence Malick. Em 2011, com quase 40 anos de carreira, o diretor tinha apenas 5 filmes dirigidos por ele no currículo, para termos uma ideia. Mas isso é só uma parte da mitologia em torno de Malick. O que chama atenção de verdade e deixa muita gente furiosa, é a forma como o cineasta monta seus filmes, modificando totalmente sua história e linha narrativa. Malick é a mais pura representação do ditado que diz que “uma obra cinematográfica ganha vida de verdade é na edição”. É de lá que o diretor consegue muitas vezes tirar um novo filme do zero, diferente daquele que gravou. Foi o que fez o vencedor do Oscar Adrien Brody perceber que não era mais o protagonista do drama de guerra Além da Linha Vermelha (1998), apenas na pré-estreia do filme, e que agora a história girava em torno de Jim Caviezel. E foi também o que fez o saudoso veterano Christopher Plummer (falecido em 5 de fevereiro deste ano) pegar o telefone e soltar os bichos com Malick, com quem gravou a versão “séria” de Pocahontas, O Novo Mundo (2005), garantindo nunca mais trabalhar com o cineasta.

The Death and Life of John F. Donovan

Enaltecido por ser uma voz representativa para a comunidade LGBTQ+, o jovem diretor Xavier Dolan ganhou status neste nicho. Alguns o consideram pretensioso para além do talento. Seja como for, sua maior audácia até o momento ocorreu neste drama que passou muito em branco em seu lançamento em 2018. O maior falatório a respeito do longa ocorreu justamente devido a seus bastidores e talvez esta tenha sido toda a jogada do cineasta. Com um elenco de peso que inclui Natalie Portman, Kit Harrington, o pequeno Jacob Tremblay e as veteranas Susan Sarandon e Kathy Bates, definitivamente um dos maiores atrativos era a presença da musa ruiva Jessica Chastain, então na crista da onda em sua popularidade. A atriz indicada ao Oscar era inclusive a mais marketeira do projeto, divulgando em suas redes sociais cada passo da produção e muitas fotos que refletiam a amizade e proximidade com Dolan. Mas aí veio o fatídico anúncio. Para “melhorar” seu filme, Dolan achou necessário cortar por completo a participação de Chastain da obra. A ruiva disse que tudo foi feito na boa e sem rancor. Mas será mesmo… ?

Rocky IV

Se essa onda de novas edições pega… bem, acho que já pegou. E o próximo a surfar nela é o astro septuagenário Sylvester Stallone que está neste momento, enquanto escrevo esta matéria, editando uma nova versão para seu clássico oitentista absoluto Rocky 4 (1985). O quarto Rocky pode não ser o melhor da franquia, mas definitivamente é o mais empolgante e o que fez mais companhia na infância a este colega que vos escreve. Hoje, algumas coisas não são vistas com bons olhos, em especial toda a parte rocambolesca com o robô falante (sim, isso mesmo) que é servente / esposa do fanfarrão Paulie (Burt Young). Se vai tirar este trecho (o que queremos muito), só o tempo dirá. Como o filme ainda não foi lançado (e estamos mais que ansiosos para a estreia), só nos resta aguardar para ver o que o garanhão italiano aprontou no filme.

Batman Eternamente

Após o sinal verde para o corte de Zack Snyder para a Liga da Justiça, imediatamente os fãs começaram um novo movimento, desta vez para ver o corte original planejado pelo diretor Joel Schumacher para Batman Eternamente (1995). Em partes uma lenda urbana, muitos afirmam que existe muito material extra que não entrou no corte final, aguardando apenas uma edição especial. Porém, aqui temos outro agravante. Schumacher nos deixou ano passado, então caso a nova versão saia realmente do papel a pedido dos fãs pela Warner, um novo artista ficará responsável pela edição, sem o comando de Schumacher acompanhando tudo.

‘American Horror Story’: Tema da 8ª temporada pode ter sido revelado

De acordo com uma conta do Twitter especializada em furos sobre a série, @AHSLeaks, a Twentieth Century Fox acabou de registrar o título ‘American Horror Story: Radioactive‘, o que pode ser o subtítulo/tema da próxima temporada.

O subtítulo parece colaborar com a teoria que a série apresentará algum tipo de universo pós-apocalíptico, considerando que o próprio Ryan Murphy afirmou que o próximo ano se passará “em um futuro próximo”, ou seja, será a primeira temporada a não se passar no presente ou passado.

Murphy também revelou que “não terá nada a ver com o que vimos anteriormente. Será realmente assustador”.

Sarah Paulson já está confirmada na próxima temporada.

‘The Walking Dead’: [SPOILER] fala sobre sua morte chocante no último episódio; Confira!

Em entrevista ao THR, Tom Payne, intérprete do Jesus em ‘The Walking Dead‘, falou sobre a sua chocante morte no último episódio e foi se deu sua saída da série.

“Foi uma decisão mútua, e eu estava realmente feliz com isso. Eu expressei meu descontentamento com os produtores na temporada passada. Não tem como não ficar desapontado quando não há coisas legais para você fazer na série.”

Ele continua, “Eu amei o personagem, mas havia muito potencial que… foi desperdiçado. Então, eu não estava triste por dizer adeus a essa frustração.”

Confira o trailer da segunda metade da 9ª temporada:

A série retornará com episódios inéditos em fevereiro.

No último episódio de 2018, novamente um personagem que ainda está vivo nos quadrinhos encontrou seu fim na série: Jesus. No episódio, o personagem é pego enquanto lutava contra diversos zumbis e esfaqueado nas costas por um sussurrador, morrendo logo após.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘Angry Birds 2’: Heróis fazem missão impossível em novo clipe divertido; Assista!

A Sony Pictures divulgou um novo clipe dublado da animação ‘Angry Birds 2‘.

Confira, com o trailer:

O primeiro filme foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$352.3 milhões mundialmente.

A sequência traz o grupo-titular de pássaros embarcando em uma nova aventura, enquanto o Rei Mudbeard, comandante dos Bad Piggies, e outro vilão ainda não revelado se unem em um plot de vingança contra os nossos heróis.

O elenco inclui Bill HaderJason Sudeikis, Josh Gad, Danny McBride, Peter DinklageBrooklynn PriceLeslie Jones, Rachel Bloom, Sterling K. Brown, Eugenio Derbez, Dove Cameron Nicki Minaj.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro, duas semanas após a estreia nos EUA.

‘Os Outros’: Suspense estrelado por Nicole Kidman ganhará remake

De acordo com o Deadline, o suspense ‘Os Outros‘, lançado em 2001 e estrelado pela Nicole Kidman, ganhará remake.

Os direitos do longa dirigido por Alejandro Amenabar foram adquiridos pela produtora Sentient Entertainment. O plano é reinventar e modernizar a história original.

Rumores apontam que o projeto está atraindo interesse de grandes estrelas e estúdios.

“É quase assustador e estranho como os temas [do longa original] são revelantes atualmente: auto-isolamento, paranoia, medo e o intenso desejo de proteger nossos filhos e a nós mesmos dos danos,” afirmou o produtor Renee Tab. “Estamos ansiosos para desvendar as camadas por trás da personagem principal, Grace, cuja dor e demônios levam os espectadores a uma jornada verdadeiramente compassiva.”

Sucesso nos cinemas, o longa original arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 17 milhões.

Na trama, durante a 2ª Guerra Mundial, Grace (Nicole Kidman) decide por se mudar, juntamente com seus dois filhos, para uma mansão isolada na ilha de Jersey, a fim de esperar que seu marido retorne da guerra. Como seus filhos possuem uma estranha doença que os impedem de receber diretamente a luz do sol, a casa onde vivem está sempre em total escuridão. Eles vivem sozinhos seguindo religiosamente certas regras, como nunca abrir uma porta sem fechar a anterior, mas quando eles contratam empregados para a casa eles terminam quebrando estas regras, fazendo com que imprevisíveis consequências ocorram.

‘Encanto’: Nova animação da Disney com diretores de ‘Zootopia’ ganha teaser; Assista!

A Disney divulgou o primeiro teaser da animação ‘Encanto‘, que terá sua trama ambientada na Colômbia.

Confira:

Jared Bush & Byron Howard (‘Zootopia‘) são responsáveis pela direção.

A trama acompanhará uma jovem e sua família que moram na Colômbia, e a garota precisará entender porque é a única de sua família que não possui superpoderes.

Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o último Dragão (asiático).

Lin-Manuel Miranda (‘O Retorno de Mary Poppins‘) será responsável pela trilha sonora da animação, que terá números musicais.

Ainda não há previsão de lançamento para a animação.

‘Intrusion’: Suspense da Netflix com Logan Marshall-Green ganha as primeiras imagens; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens do suspense de invasão domiciliar ‘Intrusion‘, estrelado por Logan Marshall-Green (‘Upgrade: Atualização’).

Confira:

O suspense será lançado na plataforma no dia 22 de setembro.

Adam Salky é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo‘).

A trama gira em torno de um casal que se muda para uma cidade pequena e acabam sofrendo uma invasão domiciliar que deixa a esposa traumatizada e desconhecida que todos ao seu redor não são o que parecem.

Freida Pinto (‘The Path’) também estrela a produção.