Apesar de estar longe de ser um fracasso, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve a pior estreia da nova trilogia da saga. Com um resultado abaixo das projeções (que indicavam um lançamento em torno de US$ 190-200 milhões), o longa arrecadou US$ 175.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Vale lembrar que ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ estrearam no país com US$ 247 milhões e US$ 220 milhões, respectivamente.
No mercado internacional, a produção acrescenta US$ 198 milhões através de 52 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 373.5 milhões.
Como parte de um concurso promovido pela Sony Pictures, artistas independentes, conhecidos ou desconhecidos foram desafiados a fazer seus próprios pôsteres do reboot de ‘O Grito’ – e o resultado das produções, que começaram a ser divulgadas nos últimos dias, é surpreendentemente incrível.
Confira alguns dos cartazes abaixo:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.
Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passará no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.
Depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.
O lendário Anthony Hopkins divulgou recentemente um vídeo de bastidores do filme ‘Dois Papas’, da Netflix, em que trabalha com o aclamado diretor Fernando Meirelles.
A história acompanha os bastidores de uma das mais dramáticas transições de poder nos últimos 2000 anos. Frustrado com a direção da Igreja, o cardeal Bergoglio (Jonathan Pryce) pede permissão ao papa Bento XVI (Anthony Hopkins) para se aposentar em 2012.
Em vez disso, enfrentando escândalos e sua própria insegurança, o introspectivo papa chama seu maior crítico e futuro sucessor a Roma para revelar um segredo que abalaria os alicerces da Igreja Católica. O que se vê dentro dos muros do Vaticano, então, é a disputa entre a tradição e o progresso, a culpa e o perdão, e dois homens muito diferentes confrontando seus passados em busca de terreno comum para forjar o futuro de um bilhão de seguidores em todo o mundo.
‘Dois Papas’ será lançado na plataforma em dezembro.
Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.
Apesar da incrível expectativa, o filme abriu com míseros 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, tornando-se um dos maiores fracassos do ano.
Confira as principais reações:
“Quando os 110 minutos de ‘Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)
“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)
“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)
“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)
“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)
“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)
Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.
Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.
A BBC divulgou um novo teaser oficial da 12ª temporada de ‘Doctor Who’, marcando o retorno de Stephen Fry na série.
Confira:
O vídeo também revela que o novo ciclo estreia no dia 01 de janeiro de 2020.
Ainda sem sinopse oficial, sabe-se que o próximo ano irá introduzir um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.
Tom Hiddleston postou em seu Instagram oficial uma nova foto dos bastidores de ‘Loki’, nova série do Disney+, que traz o elenco reunido e a confirmação de que a produção já se iniciou.
Uma publicação compartilhada por Tom Hiddleston (@twhiddleston) em
Recentemente, Stephen Broussard, produtor-executivo do show, disse que a viagem temporal vista no longa-metragem ‘Vingadores: Ultimato’ terá importância imprescindível na trama:
“Estamos deixando Loki em um ambiente totalmente novo dentro do MCU. Aquela viagem no tempo terá um papel fundamental na trama e teremos a chance explorar o lado mais humano do vilão como nunca foi mostrado.”
Além disso, a série também vai desconstruir o personagem, já que seus truques e manipulações não irão ajudá-lo nessa nova jornada.
“Agora seu mundo está de cabeça para baixo. Finalmente vamos vê-lo tropeçando nos próprios passos.”, acrescentou o produtor executivo Kevin Wright. “Na série, ele se vê em uma posição na qual não tem todas as respostas como sempre esteve acostumado.”
Lembrando que a série dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.
Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e se irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.
A previsão de estreia é para o outono de 2021.
Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.
“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”
De acordo com um novo perfil escrito pelo The Guardian, Robert Pattinson já começou seus ensaios para viver o personagem-titular do vindouro ‘The Batman’.
Segundo a matéria, parece que o ator ainda não está feliz com o seu personagem, mas admite que ele é o seu crítico mais ferrenho nesse quesito. Além disso, ele comentou sobre o que o levou a interpretar esse icônico personagem da DC, dizendo que “senti uma conexão com ele, não sei por que… Só sei que realmente queria [o papel]”.
‘The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Em uma recente entrevista ao Collider, a diretora Patty Jenkins confirmou que ‘Mulher-Marvilha 1984’, sequência do aclamado filme de 2017, está completamente finalizado.
“Já terminamos o filme. E, pelo fato dele não sair em alguns meses, pela primeira vez em minha carreira (o que é ótimo), eu pude dizer: ‘ei, posso mexer nisso aqui? Posso mexer naquilo?’. Então estou revisando o filme porque tecnicamente ele está pronto”.
Confira nossas entrevistas com Gal Gadot e Jenkins, que vieram ao Brasil no último dia 08 de dezembro para divulgar o longa-metragem:
Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de junho de 2020.
Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.
Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução deKristen Wiig como a vilã Cheetah.
Como acontece na lista masculina, aqui apontamos os nomes que mais se destacaram no campo da atuação nos últimos 10 anos. Premiações são importantes, mas não fundamentais. Também levamos em conta o impacto dos trabalhos no mundo da sétima arte.
Não deixe de comentar quais as suas atuações favoritas da década entre as mulheres. Mas, antes disso, vem ver a nossa lista!
Charlize Theron foi ignorada por todas as importantes premiações pelo trabalho em Mad Max: Estrada da Fúria. No entanto, não dá para negar que sua Furiosa foi um verdadeiro fenômeno da cultura pop, e muito por causa do talento da atriz, que criou uma personagem forte, determinada e complexa. Max (Tom Hardy) seguiu no título porque se tratava de uma franquia, mas Estrada da Fúria tem Furiosa como figura mais interessante e bem desenvolvida. Desde o lançamento do filme, em 2015, que se fala de um spin-off da personagem. Hoje, parece algo improvável. Mas que seria bom reencontrar Charlize na pele de Furiosa, isso é inegável.
Já viu Bacurau? Pois bem, antes de trabalharem juntos neste novo clássico do cinema brasileiro, a atriz Sonia Braga e o diretor Kléber Mendonça Filho trabalharam lado a lado em Aquarius. Lançado em 2016, o filme integrou a mostra competitiva do Festival de Cannes daquele ano. Na ocasião, o trabalho de Braga foi imensamente elogiado. Não por acaso, sua atuação como Clara, uma mulher de meia idade que luta com todas as suas forças para que uma empreiteira compre o prédio em que mora para construir um moderno condomínio, é impressionante. De modo sensível e determinado, ela ganha uma dimensão enorme e ocupa a tela por quase toda duração do longa.
A incrível experiência cinematográfica de Richard Linklater com Boyhood: Da Infância à Juventude (2014) não seria a mesma sem a presença de Patricia Arquette. Ao longo de 12 anos, a atriz entregou uma performance complexa, repleta de nuances e de sentimento. A atriz não apenas envelhece diante dos olhos dos espectadores. Ela amadurece, sofre, vive uma vida. Não por acaso, levou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para casa e ainda viu sua carreira voltar a decolar. Nos últimos anos, teve papel de destaque em The Act e Escape at Dannemora, recebendo um Emmy pelo primeiro trabalho e um Globo de Ouro pelo segundo.
Azul é a Cor Mais Quente (2013) foi um filme que gerou bastante polêmica e debate, principalmente por causa das excessivas cenas de sexo e relatos de que o diretor Abdellatif Kechiche deixou suas atrizes bem desconfortáveis durante o processo. Olhando especificamente para o campo da atuação, é inegável que o longa trouxe duas performances inesquecíveis de Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux. A importância das duas para o filme é tão significativa que elas receberam a Palma de Ouro do Festival de Cannes junto com Kechiche. Geralmente, o prêmio vai só para o cineasta, mas o júri fez questão de honrar a dupla. Para a nossa lista, Adèle surge em destaque por ser uma participação maior, de uma atriz iniciante. Sem dúvida, uma das atuações mais impressionantes da década.
A atuação de Lupita Nyong’o em Nós é das coisas mais relevantes de 2019. A atriz está tão consolidada em Hollywood que é difícil acreditar que faz apenas seis anos de seu primeiro papel em longa-metragem. E que papel! Na pele da escrava Patsey, a atriz entregou uma performance marcante e arrebatadora em12 Anos de Escravidão(2013). Não por acaso, conquistou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Depois disso, só sucesso. A atriz entrou para o Universo Cinematográfico da Marvel (como Nakia em Pantera Negra) e ainda integrou o time da nova trilogia de Star Wars (como Maz Kanata).
Não é comum ver muitas atrizes indicadas ao Oscar por papéis em filmes estrangeiros, mas nem a diferença de língua foi capaz de deixar Isabelle Huppert fora da temporada de premiações de 2017. Ela recebeu uma indicação ao Oscar e conquistou o Globo de Ouro de Melhor Atriz pelo belo trabalho em Elle(2016). A veterana atriz francesa interpreta uma mulher de sucesso que embarca numa jornada de suspense ao procurar o homem que a violentou. A direção é do cultuado Paul Verhoeven (Instinto Selvagem).
Assim como foi difícil separar os trabalhos de Adèle Exarchopoulose Léa Seydoux em Azul é a Cor Mais Quente, é quase inimaginável romper a parceria entre Rooney Mara e Cate Blanchett em Carol(2015). Indicada ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao SAG Awards, Cate acaba levando um pouco de vantagem por ser a protagonista do filme e por ter um papel mais ativo em cena. Ela vive Carol, uma glamourosa mulher de meia idade que está passando por um divórcio conturbado. Enquanto procurava um presente para a filha, ela acaba conhecendo Therese, uma fotógrafa amadora. As duas acabam desenvolvendo um relacionamento íntimo e complexo. Um filme tocante e sensível, com tema importante, e atuações memoráveis. A direção é do ótimo Todd Haynes.
Mais uma francesa na nossa lista. Mas é impossível esquecer o trabalho da inesquecível Emmanuelle Riva em Amor(2012), filme perturbador dirigido por Michael Haneke. Foi um dos últimos trabalhos da atriz, que faleceu em 2017. No filme, Riva interpreta uma culta professora de música que vive a aposentadoria ao lado do marido (Jean-Louis Trintignant). Determinado dia, ela sofre um derrame e passa a depender completamente do marido e de sua filha (Isabelle Huppert). A jornada desta mulher de uma pessoa ativa para alguém totalmente dependente de outros é brutal e desoladora. E o talento de Emmanuelle Riva contribui para prender o espectador na cadeira. Ela recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz pelo trabalho.
Natalie Portmanquase entrou na lista pelo trabalho em Jackie, mas é claro que não poderia ficar de fora pelo que fez em Cisne Negro (2010). Sua atuação como a bailarina Nina Sayers é um verdadeiro espetáculo. A jornada de beleza, delírio e loucura de Darren Aronofsky trouxe a atriz no seu auge. Portman conquistou o Oscar, o Globo de Ouro e o SAG Awards de Melhor Atriz pelo trabalho no drama. Uma atuação para ficar na história da sétima arte.
O cinema de Woody Allen sempre foi muito amparado no roteiro. Não por acaso, o cineasta já recebeu 16 indicações e três estatuetas do Oscar apenas pelo roteiro de seu longas. Ainda que as obras contem sempre com elencos fabulosos, muitas vezes premiados, são raras as vezes que podemos dizer que uma atuação sobressai o texto de Allen. Pois bem, este é o caso de Cate Blanchett em Blue Jasmine(2013). Não se trata do “Blue Jasmine de Woody Allen”, mas sim do “Blue Jasmine de Cate Blanchett”. A atriz brilha na pele de uma socialite em negação sobre estar em crise. Ainda se achando acima de tudo e de todos, ela é obrigada a ir morar com a irmã. A atriz recebeu o Oscar, o Globo de Ouro e o SAG Awards pelo trabalho.
Os anos 10 foram maravilhosos paraScarlett Johansson. A atriz protagonizou sucessos de público (Vingadores e companhia) e de crítica (Sob a Pele e Histórias de um Casamento), e viu seu nome se tornar um dos maiores de Hollywood. Uma atuação que, no entanto, acaba sendo deixada um pouco de lado é a de Ela (2013). Como não é vista em cena, a atriz não ficou tão associada ao projeto ou recebeu indicações para premiações, mas seu trabalho de voz como Samantha é absolutamente fascinante. Não entra oficialmente no nosso Top 10. Mas é algo que é sempre importante relembrar.
A Warner Bros Animation divulgou o primeiro trailer da animação ‘Superman: Entre a Foice e o Martelo‘, baseada na clássica HQ ‘Superman: Red Son‘, escrita por Mark Millar e publicada pela DC Comics em 2003.
O filme animado traz o incrível kryptoniano criado na União Soviética, em meio à Guerra Fria, um personagem comunista.
A estreia está prevista para o inicio de 2020, direto em Home Vídeo.
Assista:
Na trama, em vez de crescer no Kansas e lutar pela ‘verdade, justiça e o sonho americano’, Kal-El aterrissa na URSS durante a década de 50 e se torna um herói aos moldes soviéticos. O arco também também reformula Batman, Mulher Maravilha, Brainiac, Lanterna Verde e Lex Luthor, através do ponto ode vista da Guerra Fria.
O elenco de dublagem conta com Jason Isaacs (‘Harry Potter’) como Superman, Amy Acker (‘The Gifted’) como Lois Lane, Diedrich Bader (‘Bones’) como Lex Luthor, Roger Craig Smith (‘Batman: Arkham Origins’) como o Batman, e Vanessa Marshall (‘Justiça Jovem’) como a Mulher-Maravilha.
O anúncio da DC sugere que a animação será completamente fiel ao material de origem.
Com seu orçamento generoso e um grande astro liderando o elenco, ‘The Witcher’ é claramente uma das séries mais ambiciosas da história da Netflix, por isso não é surpresa que a segunda temporada tenha sido confirmada antes mesmo da primeira ser lançada.
Como muitos fãs já assistiram aos oito episódios lançados nessa sexta-feira, dia 20, já começaram as perguntas sobre quando a segunda temporada será lançada.
E os fãs terão que ser bastante pacientes, pois vai demorar.
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Na França do século XVIII, Marianne (Noémie Merlant, atriz bastante parecida esteticamente com Emma Watson) é uma pintora que, durante uma aula com jovens meninas, se recorda de um episódio de seu passado ao se deparar com uma pintura feita por ela, intitulada ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’. Então o espectador é transportado para um período anterior, quando Marianne fora contratada pela mãe de Héloïse (a enigmática Adèle Haenel) para pintar um retrato da jovem, de modo que a pintura se transformasse em um presente para o futuro marido de Héloïse.
A questão toda é que Héloïse não quer ser retratada, pois sabe que tão logo a pintura fique pronta, seu casamento será marcado, então, Marianne precisa fingir ser uma dama de companhia de Héloïse, para, à noite, pintar o quadro da jovem. A partir dessa pequena mentira, as duas começam a desenvolver uma amizade sincera baseada na enormidade da solidão feminina em um mundo no qual o destino das mulheres era tão somente casar e ter filhos.
O grande trunfo de ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ é ter um elenco quase cem por cento feminino (só um homem aparece no longa), com mulheres protagonistas, e dirigido por uma mulher, Céline Sciamma. Para quem acha que isso não faz diferença, que é modinha, é só reparar a suavidade e o cuidado que Céline tem em retratar certos momentos do universo feminino sem sensualizar os corpos femininos ou explorá-los. Exemplo disso é o episódio em que ocorre um aborto, no qual em vez da câmera focar no sangue e na perda, foca na dor, no rosto da personagem em sentir o que está ocorrendo.
Com uma fotografia poética e atuações propositalmente contidas para explodirem nos momentos certos, o roteiro de Céline Sciamma às vezes escorrega em soluções fáceis demais para uma época em que tudo era muito rígido – mas nada que comprometa o todo do filme. Em contrapartida, há diálogos potentíssimos como o da irmã suicida de Héloïse, que pede desculpas por se matar e deixar seu destino para a irmã, ou o momento em que a própria Héloïse confessa enxergar a liberdade que existe quando a mulher está sozinha.
Indicado ao Globo de Ouro 2020 e vencedor do Prêmio Félix do Festival do Rio2019 de Melhor Longa-Metragem de Ficção, ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ aborda temas que permeiam o universo feminino de maneira atemporal, e reforça o quanto a presença de outras mulheres ajuda uma mulher a encarar e enfrentar o destino traçado para elas pelos homens do século XIX – e nos faz refletir sobre como, embora sendo uma ficção, algumas imposições permanecem ainda hoje em nossa sociedade.
Enquanto os universos da Marvel não se cruzam pra valer nas telonas, ‘A Batalha das Correntes’ chega aos cinemas trazendo Benedict Cumberbatch, Tom Holland e Nicholas Hoult juntos em um filme de época baseado numa história real: a criação e a disputa do melhor tipo de corrente elétrica nos Estados Unidos.
A história começa em 1880, com uma primeira cena belíssima, mostrando Thomas Edison (Cumberbatch, em atuação bastante semelhante à que entregou em ‘O Jogo da Imitação’) apresentando sua mais nova invenção: a lâmpada elétrica. Porém, sua invenção é baseada no fornecimento de energia elétrica através de corrente contínua (quando os elétrons se movimentam em um único sentido), que, a seu ver, seria a única forma de prover eletricidade a um objeto de maneira segura aos seres humanos. O problema é que essa técnica consegue abranger apenas pequenas distâncias, o que tornava a tecnologia de Edison muito cara para um país do tamanho dos Estados Unidos.
Tudo isso, obviamente, desperta o interesse de investidores e inventores do mundo inteiro, inclusive de George Westinghouse (Michael Shannon, bem no papel), que tentou se associar à Edison, mas, diante da recusa deste, resolveu investir em sua própria ideia e criar a lâmpada elétrica de corrente alternada (na qual os elétrons mudam de direção constantemente), que, por causa dessa diferença, consegue abranger distâncias maiores e, consequentemente, é um investimento mais barato para as cidades. A partir daí, começa uma eterna competição entre os dois inventores para ver quem conquista mais territórios norte-americanos (como dois meninos brincando de WAR na vida real).
É necessário essa longa introdução porque o espectador desavisado provavelmente será atraído por ‘A Batalha das Correntes’ devido ao elenco de rostinhos de super-heróis. Entretanto, se o espectador não conhecer minimamente a história que está sendo retratada no filme, provavelmente irá se sentir perdido. O roteiro de Michael Mitnick faz um bom recorte deste momento importante da transição da sociedade para a era moderna, porém o faz de uma maneira extremamente técnica, utilizando terminologia específica da área, com diálogos rápidos e intensos ricocheteando de um lado para o outro, o que deixa a gente correndo atrás dos personagens o tempo todo.
O cuidado que o diretor Alfonso Gomez-Rejon teve em criar uma história sólida baseada no trabalho de personalidades importantíssimas para o mundo é visível, seja investindo em uma boa caracterização de época e numa composição de cenário que pensa nos mínimos detalhes (quem é fã das invencionices desses gênios vai reconhecer os easter eggs científicos casualmente colocados em cena), seja conseguindo manter o bocudo do Tom Holland quieto sobre spoilers, mesmo quando o querido Homem-Aranha interpreta apenas o assistente de Thomas Edison (mais uma vez o menino Tom servindo de boy para um CEO rico que inventa coisas, ai ai…).
Para engenheiros e fãs de tecnologias (acreditem, eles existem!), o auge do longa é a introdução do personagem Nikola Tesla (Hoult, que poderia ter entregado um pouco mais de fervor a este grande cientista), que hoje sabemos ter sido um dos principais inventores do mundo, responsável por muitas das tecnologias que hoje desfrutamos, como o sistema de corrente alternada em grandes represas de água para transmissão de energia a cidades mais distantes. Tesla, inclusive, já foi interpretado no cinema por David Bowie, em ‘O Grande Truque’.
‘A Batalha das Correntes’ tem uma bela montagem e edição, que combina elementos da engenharia com recursos das próprias invencionices para ajudar a contar esta importante história da nossa sociedade moderna, que infelizmente é desconhecida pela maioria das pessoas, especialmente aqui no Brasil.
O filme desperta o interesse por mais detalhes sobre o período em que esses três gênios viveram, porém, com somente 1h47 de duração, ele consegue apenas apresentar os elementos da trama, impossibilitando o espectador de se aprofundar na história e sentir empatia pelos personagens. Talvez o formato de um longa-metragem não seja suficiente – o ideal seria algumas horas a mais divididas em episódios, de modo a abranger com mais capricho a complexidade do trabalho desses três grandes cientistas.
Produzido em 2017 com a ajuda de Martin Scorsese (e engavetado por dois anos por motivos de: coisas de Hollywood), ‘A Batalha das Correntes’ apresenta uma grande história desconhecida ao público, mas que precisa do auxílio de um glossário para que o cidadão comum possa entender. Como conhecimento nunca é demais, fica a dica de uma história fundamental, bem realizada em seu formato de longa-metragem.
As oito primeiras temporadas da série ‘The Walking Dead‘ foram disponibilizadas no catálogo da Amazon Prime do Brasil, que conseguiu os direitos de exibição após a Netflix não renovar a licensa.
Além de The Walking Dead, a Amazon Prime disponibilizará Grey’s Anatomy, American Horror Story e How I Met Your Mother.
A Amazon anunciou um acordo de licenciamento de conteúdo com a Disney, tornando o Prime Video o serviço de streaming de uma seleção de títulos da empresa na América Latina. A coleção inclui uma variedade de sucessos de bilheteria e aclamados pela crítica do catálogo da Disney, que antes iam para a Netflix.
Entre os recentes lançamentos, estão ‘Capitã Marvel‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘, da Marvel Studios; WiFi Ralph – Quebrando a Internet e, da Disney e Pixar, Toy Story 4, além de vários outros famosos, como O Rei Leão, Aladdin e O Retorno de Mary Poppins.
“A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.
O Prime Video começou a adicionar as novidades, oferecendo aos clientes em toda América Latina acesso ilimitado de streaming a:
• Os mais recentes sucessos de bilheteria do universo cinematográfico da Marvel, como Capitã Marvel e Vingadores: Ultimato, além dos filmes de outras fases do universo Marvel, como Homem de Ferro, Thor: O Mundo Sombrio, Doutor Estranho e Guardiões da Galáxia Vol. 2
• Versões em live action de famosas animações, como O Rei Leão, O Retorno de Mary Poppins, O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, A Bela e a Fera, Malévola e a sequência, Malévola: Dona do Mal
• Filmes de animação épicos, como WiFi Ralph – Quebrando a Internet, Operação Big Hero, Enrolados, Toy Story 1 a 4, Zootopia e Moana, além de clássicos, como A Princesa e o Sapo e Lilo & Stitch
A Amazon lançou em seu catálogo seu novo filme original, ‘Os Aeronautas’ (The Aeronauts).
Em 1862, a pilota de balão Amelia Wren (Felicity Jones) se une ao meteorologista pioneiro James Glaisher (Eddie Redmayne) para promover o conhecimento humano sobre o clima e voar mais alto do que qualquer pessoa já tenha voado na história. Enquanto quebram recordes e avançam em suas descobertas científicas, a viagem até o limite da existência ajuda o casal improvável a encontrar seu lugar no mundo que deixaram muito abaixo deles. Mas eles enfrentam desafios físicos e emocionais no ar, à medida em que a ascensão se torna uma luta pela sobrevivência.
A Netflix já disponibilizou em seu catálogo uma das séries mais aguardadas do ano: ‘The Witcher’.
A produção, cujos rumores indicam que o orçamento se equipara consideravelmente a ‘Game of Thrones’ (um dos maiores shows de fantasia da história), é baseada na saga de romances assinada por Andrzej Sapkowski. O título original, ‘A Saga do Bruxo Geralt de Rivia’, gira em torno do personagem-titular, um dos últimos bruxos restantes na Terra, cuja raça foi geneticamente modificada e desenvolveu habilidades sobre-humanas para lutarem contra monstros em troca de recompensas monetárias.
A narrativa arquitetada com esmero por Sapkowski fez tanto sucesso desde o seu lançamento que transformou-se em uma franquia de games de extremo sucesso crítico e comercial – o que explica o motivo pelo qual a gigante do streaming ter se apaixonado pelo enredo e entrado na corrida para adquirir os direitos de uma adaptação seriada.
Levando em consideração que o universo do romancista está em constante expansão e pode se tornar confuso para parte do público, resolvemos separar uma breve lista explicando os principais e imprescindíveis pontos para compreensão do que esperamos ser uma das investidas mais promissoras da plataforma.
OS PERSONAGENS
Geralt de Rivia
O estoico e sarcástico protagonista é, como supracitado, um caçador de monstros. Lutando para encontrar seu lugar num mundo onde os seres humanos conseguem ser piores que as mortais criaturas que se escondem nas profundezas da escuridão, Geralt é resiliente e, ao mesmo tempo, vulnerável – conhecido por seus olhos amarelados que transmitem uma imensa complexidade psíquica. Interpretado por Henry Cavill, o “herói”, por assim dizer, é sempre acompanhado de seu fiel cavalo, Roach.
Yennefer of Vengerberg
Nascida com uma severa curvatura espinal exacerbada por abusos infantis, Yennefer é uma poderosa feiticeira que foi resgatada de seus traumas por outra mortal criatura, intitulada Tissaia de Vries. Ela, observando o incrível potencial de Yennefer, levou a jovem para ser treinada na Escola Aretuza, onde cresceu para se tornar uma maga – apesar de ter sido diminuída por seus colegas e devido às deformidades físicas, tendo também aproveitado para adentrar na alta sociedade como conselheira de Reis e Rainhas. No show, a personagem será encarnada por Anya Chalotra.
Princesa Ciri
Interpretada por Freya Allan, Ciri (ou Cirilla Fiona Elen Riannon) é a última sobrevivente de sua família real. Ela conseguiu fugir do brutal massacre infringido pelo Reino de Nilfgaard e, sendo perseguida pelos inimigos da Coroa, ela cruza caminho com Geralt para que ele possa ajudá-la. E isso não é tudo: Ciri também é uma Fonte, ou seja, uma pessoa que detém incríveis habilidades mágicas em potencial (que devem ser desengatadas por uma força maior). Não é surpresa que seu arco narrativo será controlar esses poderes recém-descobertos e reclamar pelo trono que lhe foi arrancado por usurpadores.
O CENÁRIO
Os contos e os romances originais são ambientados em um território sem nome e conhecido apenas como Continente. Anteriormente povoado por gnomos e anões, a orgânica estrutura do lugar mudou com a chegada dos elfos, que iniciaram uma profunda guerra e acabaram tomando conta das planícies e das florestas, enquanto os outros povos se exilaram nas montanhas.
Entretanto, quinhentos anos antes, os humanos já habitavam as terras em questão e sempre foram dominantes em relação às outras raças; enquanto isso, os não-humanos são vistos como uma “segunda classe”, normalmente vivendo em guetos vigiados por milícias dos homens. Aqueles que não se restringem aos guetos vivem ao ar livre como forasteiros, escondendo-se em locais que ainda não foram colonizados.
Dentre os outros grupos que compõe o Continente, temos os lobisomens, os vampiros, as dríades e os halflings (aparecidas depois de um evento cataclísmico que ficou conhecido como a Conjunção de Esferas).
Sapkowski pode até ter criado um mapa de seu mundo, mas nenhuma imagem já foi divulgada para os fãs ou para os estudiosos da saga. De qualquer forma, isso não impediu que certas pessoas criassem cartografias coesas o suficiente para que servissem de guia – ainda mais lembrando que as iterações serão transpostas para a mídia visual.
O Continente, dessa forma, pode ser divido em quatro regiões principais: os Reinos do Norte, que são formados por Aedirn, Cidaris, Cintra, Hengfors, Kaedwen, Kerack, Kovie e Poviss, Lyria e Rivia (de onde nosso protagonista vem), Redania, Temeria e Verden e outras tantas províncias; o Império Nilfgaard ocupa grande parte das terras ao sul dos Reinos do Norte; a parte sudeste é, em sua maioria, desconhecida.
AFINAL, O QUE É UM WITCHER?
Como mencionado no início da matéria, os Witchers são, basicamente, caçadores de recompensas. Criados pela raça humana para combater ameaças monstruosas que foram trazidas com a Conjunção, essas “máquinas de guerra” – cuja maioria é masculina, apesar de existirem mulheres – são humanos que foram rigorosamente treinados nos mais variados gêneros de combate antes de serem expostos a mutagênicos tóxicos.
A história é ainda mais obscura: nem todas as cobaias sobreviviam. Algumas pereciam em grande dor e durante muito tempo. Caso saíssem vivas dos testes, ganhavam habilidades de sentir a presença de monstros e aumentavam sua força, velocidade, resiliência e de lançar uma espécie de feitiço rudimentar – algo diferente do que se conhece por magia. Esses sinais rúnicos são, na verdade, praticidades de guerrilha, abrindo espaço para que eles consigam criar armadilhas ou utilizar uma precária telecinese para benefício próprio. A magia, por sua vez, existe apenas naqueles que são chamados de Fontes (como Yennefer e Ciri).
O processo de mutação também implica na esterilização dos Witchers – para impedir que se reproduzam e obriguem que candidatos sejam recrutados pelos governos humanos. De qualquer forma, esses seres mutantes acabam sendo individualistas ao extremo e aparecem para auxiliar em casos de puro caos – o que explica a falta de confiança que as pessoas sentem neles e o que serve de reflexo para o crescente desaparecimento da raça.
Depois de ser completamente massacrada pelos críticos, ‘Cats’ de fato já entrou para a história como uma das piores adaptações musicais das últimas décadas – e, agora, Tom Hooper aproveitou para falar sobre seu projeto.
O cineasta, que já foi elogiado por obras como ‘O Discurso do Rei’, ‘Os Miseráveis’ e ‘A Garota Dinamarquesa’, comentou em entrevista ao Entertainment Weekly que talvez tenha se preocupado demais com o design do filme.
“Acho que provavelmente meu sonho original de usar boa parte das feições humanas tenha ficado no caminho… Realmente me concentrei em mostrar o rosto dos atores, porque quando você tem Ian McKellen ou Judi Dench ou Taylor Swift, por que não faria isso?”.
Confira as principais reações:
“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)
“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)
“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)
“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)
“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)
“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)
Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.
Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.
Em entrevista ao Collider, a diretora Patty Jenkins revelou que ela vai tirar um descanso depois de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, e o terceiro filme da franquia vai demorar.
“Na verdade, já sabemos a história toda, então já temos tudo planejado. É apenas uma questão de mudarmos de ideia e quando. Eu acho que o que não queremos é fazê-lo tão cedo. Tem sido ótimo fazer esses dois filmes consecutivos, mas acho que é importante descansar um pouco e eu gostaria de fazer outras coisas no meio, e Gal tem outras coisas para fazer. Eu nunca quero tomar decisões com muita antecedência. Temos que ver se ambas desejamos fazer o terceiro filme quando chegar o momento.”, afirmou.
Mulher-Maravilha 1984estreia no dia 4 de junho de 2020 no Brasil.
Gal Gadot esteve no Brasil para divulgar ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e o CinePOP traz um vídeo exclusivo que mostra a atriz falando sobre violência doméstica. “Procure ajuda”, pede a atriz.
Assista:
Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.
Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução deKristen Wiig como a vilã Cheetah.
O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o diretor da animação ‘Playmobil – O Filme‘, Lino DiSalvo, que falou sobre a mensagem do filme.
Assista:
DiSalvo é responsável por ser o chefe de animação de ‘Frozen‘.
Quando seu irmão mais novo, Charlie, inesperadamente desaparece no universo mágico e animado de PLAYMOBIL®, Marla deve embarcar na maior aventura de sua vida para trazê-lo de volta para casa. Enquanto se aventura numa fantástica jornada por incríveis novos mundos, Marla encontra amigos corajosos e inesperados: o caminhoneiro Del, o agente secreto e carismático Rex Dasher, um robô rebelde, uma fada madrinha extravagante e muitos mais. Nesta vibrante aventura, Marla e Charlie percebem que não importa onde a vida os leve. É possível conseguir qualquer coisa quando se acredita em si mesmo!