Site Página 5653

Rey usa poderosa capacidade Jedi em teaser de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ ganhou um novo e surpreendente teaser, que finalmente mostra Rey usando uma poderosa capacidade Jedi para convencer alguns Stormtroopers que eles não estão lá.

O clipe curto é apenas o exemplo mais recente das habilidades da Força em constante evolução de Rey (e provavelmente validará pelo menos um pouco aqueles que ainda acreditam na teoria de “Rey é um Kenobi”). Mesmo com a frase “Jedi Mind Trick” se tornando parte do nosso léxico da cultura pop, algumas das tentativas mais notáveis ​​na trilogia original – com Obi-Wan Kenobi e Luke Skywalker tentando convencer Stormtroopers de que esses “não são os dróides”, essencialmente falharam.

Assista:

Segundo projeções do The Hollywood ReporterStar Wars: A Ascensão Skywalker’ terá a menor abertura comercial da nova trilogia.

As informações indicam que o nono filme da saga intergaláctica terá uma bilheteria inicial entre US$175 milhões e US$ 200 milhões, nos Estados Unidos – um número significativo para o final de semana de estreia, mas menor que as outras duas iterações.

Em dezembro de 2015, O Despertar da Força reviveu a franquia com abertura doméstica de US$248 milhões. Dois anos depois, Os Últimos Jedi mostrou uma queda de 12%, arrecadando US$220 milhões.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Minha Mãe É Uma Peça 3’ ganha trailer com acessibilidade em libras e audiodescrição

Os fãs de Dona Hermínia com deficiência auditiva e visual vão poder dar boas gargalhadas com o trailer de ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘, que estreia em 26 de dezembro nos cinemas. A Downtown Filmes, distribuidora do longa, e a Migdal Filmes, produtora, decidiram lançar um trailer com acessibilidade com linguagem de libras e audiodescrição. A intérprete de Língua de Sinais – Libra entra no clima bem-humorado filme e, no vídeo, usa bobes nos cabelos.

Assista:

Protagonizado por Paulo Gustavo, ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘ traz novos personagens para deixar a mãe mais amada do Brasil com os bobes para o alto. Já não bastasse o namorado de Marcelina (Mariana Xavier) que parece ter poucas habilidades para ser pai, eis que surge Ana (Stella Maria Rodrigues), a sogra de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que chega para atormentar a vida de todos. São tantas novidades que Hermínia vai parar em Los Angeles com Dona Lourdes (Malu Valle) para relaxar e também se redescobrir. Com direção de Susana Garcia, a comédia também tem no elenco Herson Capri, Samantha Schmütz, Alexandra Richter, Patrycia Travassos, Malu Valle, Lucas Cordeiro, Cadu Fávero e Bruno Bebianno.

A franquia ‘Minha Mãe É Uma Peça‘ é baseada na peça de mesmo nome, criada e estrelada por Paulo Gustavo que levou milhões de espectadores ao teatro ao longo dos anos em cartaz. Lançados em 2013 e 2016, os dois primeiros filmes levaram juntos mais de 13 milhões de espectadores aos cinemas com uma arrecadação total de R$173.798.332,00.

EXCLUSIVO: Assista a um clipe da animação ‘Aventura em Miniatura’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe de ‘Aventura em Miniatura‘ – 5º filme da franquia Boonie Bears, que quebrou recordes de bilheteria na história da animação e já rendeu mais de 415 milhões de dólares nas bilheterias chinesas.

Assista:

Os irmãos Boonie Bears – Briar e Bramble – vivem defendendo a floresta do inventor Vick. Um dia, Vick descobre uma nova máquina que diminui objetos ao tamanho de um inseto. Em uma disputa com os Boonie Bears, a máquina é acidentalmente ativada e… os três são encolhidos! Nesta aventura eles irão conhecer um pequeno mundo, fazer novas descobertas, defender a natureza e buscar a fórmula mágica para voltarem ao tamanho normal.

O mundo Bonnie Bears iniciou como uma animação para televisão chinesa. Produzida pela Fantawild, um conglomerado de tecnologia e entretenimento chinês com mais de 40 subsidiárias, incluindo 10 parques temáticos na China. É atualmente o programa infantil e a franquia de animação no cinema mais popular na China e é considerado um fenômeno cultural.

O longa já está em exibição nos cinemas.

Novo vídeo de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ indica o retorno dos Ewoks

Como sugerido no novo vídeo dos bastidores do filme, parece que um personagem não visto desde ‘Star Wars: O Retorno dos Jedi‘ fará seu retorno épico em Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Prepare-se para experimentar a febre dos Ewok novamente, porque parece que o Wicket está voltando.

Como revelado no novo clipe, Warwick Davis é mostrado em seu traje completo como Wicket, o Ewok. A última vez que ele usou esse traje, ele tinha cerca de 12 anos de idade. Mas neste clipe, ele é obviamente muito mais velho, então parece que essa filmagem foi filmada recentemente – e possivelmente confirma o retorno dos Ewoks no último filme.

Faz sentido que os Ewoks retornem, considerando a presença da Estrela da Morte no novo filme.

Assista:


 

Segundo projeções do The Hollywood ReporterStar Wars: A Ascensão Skywalker’ terá a menor abertura comercial da nova trilogia.

As informações indicam que o nono filme da saga intergaláctica terá uma bilheteria inicial entre US$175 milhões e US$ 200 milhões, nos Estados Unidos – um número significativo para o final de semana de estreia, mas menor que as outras duas iterações.

Em dezembro de 2015, O Despertar da Força reviveu a franquia com abertura doméstica de US$248 milhões. Dois anos depois, Os Últimos Jedi mostrou uma queda de 12%, arrecadando US$220 milhões.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Crítica | Ninguém Tá Olhando – Série com Kéfera mira na comédia, mas acerta no drama…

Já parou para se perguntar como que às vezes nós temos a sorte incrível de, por um passo, não sermos atingidos por um vaso que caiu da janela de alguém? Ou quando, no último segundo, paramos para olhar as horas no relógio e, por um triz, não somos atingidos pela água da rua que um carro em velocidade jogou? Pois bem, para estas e outras coisinhas menores do nosso cotidiano os seres humanos contam com os angelus, que seria o nome correto daqueles a quem damos o nome de anjo.

É a partir daí que se desenvolve a nova série nacional da Dona Netflix, ‘Ninguém Tá Olhando’, que traz o carismático Victor Lamoglia no papel principal do angelus Úli, um novato que chega no departamento 5511, chefiado por Fred (Augusto Madeira, que parece bastante rejuvenescido). Já no primeiro dia, Úli se mostra questionador, levantando perguntas muito óbvias mas que aparentemente ninguém ali nunca se preocupou em fazer (como, por exemplo, o por quê de eles usarem um uniforme estilo ‘Rebeldes’ – que, aliás, vira piada no episódio 7), e, aos poucos, esses questionamentos viram pontos cruciais que colocam em xeque a estrutura do departamento. É assim que o caos se instala.

O argumento da trama se assemelha bastante com um filme lançado pelo Leandro Hassum no início desse ano, chamado ‘O Amor Dá Trabalho’, em que ele é um funcionário público mau humorado que, em um acidente, acaba falecendo e vira um anjo, mas para ter a oportunidade de viver de novo ele precisa aproximar um casal que está separado. Também se assemelha bastante com a série da TNT estrelada por Daniel Radcliffe, ‘Miracle Workers’, que também apresenta os anjos como funcionários de um departamento público focados em cuidar das pequenas coisas dos humanos, não das importantes. Aos curiosos, temos as críticas deles aqui e aqui no CinePOP.

O primeiro episódio de ‘Ninguém Tá Olhando’ eleva o nível da expectativa, com piadas genuínas e diálogos ligeiros, num pingue-pongue que faz a gente ficar de um lado pro outro, rindo. Porém, ao final do segundo episódio o ritmo cai, e o que antes era comédia rapidamente se inclina para o drama, a partir do momento em que Úli e os angelus Greta (Júlia Rabello, melhor pessoa, realmente uma comediante genuína) e Chun (Danilo de Moura, bastante convincente no papel de um angelus inseguro e tímido) começam a travar contato com os humanos – mais especificamente, Miriam (Kéfera Buchmann, nervosa e ligada no 220) e Sandro (Leandro Ramos, fazendo a mesma coisa que faz em ‘Choque de Cultura’). Aliás, é bastante irônico ver a Kéfera como uma humana que trava relações com um anjo da guarda, uma vez que a carreira dela no cinema começou justamente com ‘A Fada’, em que ela faz o papel de uma fada do dente que precisa auxiliar uma adolescente excluída. Parece que o jogo virou, hein!?

Um dos trunfos da série é conseguir reunir os principais nomes da comédia nacional contemporânea, e ainda conseguir encaixar as participações especiais de Projota, Thati Lopes e Kevin Vechiatto (o Cebolinha de ‘Turma da Mônica: Laços’, só que ruivo). Isoladamente, todos os personagens funcionam, porém, quando se relacionam amorosamente, a coisa fica superficial, sem química, sem profundidade. Claro que em parte é porque os episódios são curtinhos e não dá tempo de desenvolver muito, mas tem também a construção dos personagens em polos opostos, como a Miriam, que, muito sinceramente, é uma chata, centrada nos próprios gostos e escolhas, querendo impor seu estilo de vida aos outros.

Maaaas, apesar de focar na comédia e acertar no drama, ‘Ninguém Tá Olhando’ é recheada de referências do universo pop brasileiro – uma assinatura do diretor Daniel Rezende, responsável por ‘Bingo – O Rei das Manhãs’ e ‘Turma da Mônica: Laços’. Portanto, aos caçadores de referências, a série é um verdadeiro deleite, com emoção especial na festa à fantasia do 4º episódio. O trabalho que Daniel está fazendo em construir um universo pop nacional e dar-lhe visibilidade é admirável, e deve ser valorizado.

Com um pano de fundo mitológico-religioso (afinal, a história dos anjos caídos é bastante popular), ‘Ninguém Tá Olhando’ traz sutis porém geniais críticas sociais, e esse é o grande mérito desta série que tem tudo para se intensificar na próxima temporada – até porque o final nos deixa com aquela sensação de “como assim?”. Alô, Netflix, libera aí a segunda temporada pra ontem!

 

Primeiras Impressões | O Mandaloriano: Uma aventura Star Wars com um pé na saga original

Popularização ou banalização, chame como quiser. Independente da terminologia, é inerente o impacto sócio cultural que a já amada franquia Star Wars alcançou desde seu retorno às telonas com novos episódios e spin-offs, iniciados com O Despertar da Força (2015). Desde então, a peculiar e vanguardista saga criada por George Lucas e certa vez compartilhada por ele em seu círculo íntimo de Movie Brats (composto por Steven Spielberg, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Brian De Palma) ganhou proporções bíblicas, chegando aos mais diversos formatos midiáticos, graças à tecnologia. E agora, Jon Favreau assume o controle da propriedade intelectual do veterano cineasta, dando sequência em seu legado original com O Mandaloriano, uma aventura Star Wars cravada no futuro do streaming Disney+, mas que mantém um pézinho em seu saudoso passado.

Essencialmente, a primeira série live-action original de Star Wars é como todo fã da marca gostaria que fosse: redundantemente bem Star Wars. Das transições de cenas, aos cortes secos, o que torna a franquia um deleite à sua maneira é justamente sua habilidade de ser irreverente e fantabulosa na construção de seus personagens, à medida que também é prática e quase sem estética em sua tecnicidade no estilo de filmagem. Eu disse quase. Justamente porque é essa simplicidade e peculiaridade nascida no Episódio IV que torna a saga uma experiência única e de fato totalmente autêntica em seu formato de gravação. Original desde o princípio, o universo de George Lucas possui seus maneirismos, do desenrolar do roteiro à mesa de edição, e Favreau soube captar isso, respeitando o que faz de Star Wars o clássico imortal que é, conforme ainda entrega sua própria porção desse expansivo mundo.

O Mandaloriano logo de cara nos apresenta ao universo de caçadores de recompensa, mas mantém seus mistérios quanto à dialética e sistemática desse submundo. Aqui, rapidamente encontramos o familiar rosto de Lando Calrissian (Carl Weathers), como uma forma acalentadora de recepcionar os fãs mais antigos que buscam easter-eggs e outras referências diretas à trilogia que deu início a tudo. E a série criada e roteirizada por Favreau se atentou justamente a isso, dispondo elementos identificáveis para o público mais atento, como um Boba Fett deslocado em segundo plano, além de pequenos elementos que compõem o universo expansivo de Star Wars. Isso ajuda a tornar a experiência ainda mais rica, permitindo que o envolvimento com a narrativa seja quase instantâneo, de tão bem apresentado que é.

E em seu primeiro episódio a série caminha com solidez, captura a atenção por suas rápidas e bem arquitetadas cenas introdutórias de luta e faz disso seu engate para mostrar a que veio. Caminhando com naturalidade, como se fôssemos convidados para testemunhar uma narrativa há muito tempo em andamento, a produção da Lucasfilm atira primeiro, para explicar depois, gerando um fascínio inaugural em primeira instância. Curiosos, ficamos atentos a fim de saber para onde seremos levados pelos próximos capítulos. Ainda mantendo muito sigilo sobre qual é a genuína aventura de O Mandaloriano, a série também é bem dirigida, produzida e enaltece o realismo amado de Star Wars em sets bem construídos e arquitetados, que garantem a sensação de que tudo fora planejado de maneira espaçosa. Sua estética ainda conta com um excepcional trabalho de maquiagem e um design de produção rico e palpável.

Com efeitos visuais práticos que garantem a mesma qualidade fílmica dos longas de altíssimos orçamentos da franquia, a série não perde em nada em se tratando de sua qualidade, sabe dosar o seu ritmo para construir um clímax que valha a atenção no primeiro capítulo e se encerra de maneira surpreendente, revelando um easter-egg genial e que certifica uma real conexão com os filmes originais. Mas ainda como uma grande incógnita na mente da audiência, o enigmático final do episódio de abertura de O Mandaloriano nos lembra que nessa mesma fonte onde algumas das mais fascinantes histórias de Star Wars nasceram, há sempre um frescor novo para saciar os fãs mais apaixonados.

Crítica | Feliz Natal e Tal: 1ª Temporada – Uma série que peca em sua originalidade

Em fevereiro deste ano, a Netflix anunciou que trabalharia em uma nova série original possivelmente antológica a ser lançada nas semanas antecedentes ao Natal e ao Ano-Novo. Pouco depois, o  showrunner Tucker Cawley, conhecido por seu incrível trabalho em produções como Everybody Loves Raymond e Parks and Recreation, foi contratado para dar vida a uma nova história que ficaria conhecida como Feliz Natal e Tal – e o resultado, apesar de funcionar mais como uma cópia de qualquer outra investida de final de ano, funciona dentro de suas limitadas propostas e basicamente conta com a habilidade de envolvimento de seu elenco.

O enredo segue à risca as estruturas de uma sitcom e gira em torno de Emmy (Bridgit Mendler, voltando para as telinhas anos depois de ter estrelado ‘Boa Sorte, Charlie!’), uma jovem executiva que está retornando para a Filadélfia a fim de passar os feriados com sua gigantesca – e um tanto quanto desconexa – família. Mais do que isso, ela deseja introduzir aos parentes o namorado Matt (Brent Morin), que luta praticamente a temporada inteira para causar uma boa impressão e ser aceito como novo membro do núcleo protagonista. E é óbvio que, em se tratando de um show de comédia romântica, o casal irá passar por poucas e boas até que suas resoluções se completem e caminhem para um final feliz (e hilário, é claro).

A princípio, Matt é confrontado pela dura personalidade de Don (Dennis Quaid), pai de Emmy e a materialização do estereótipo superprotetor da figura patriarcal que deve “reclamar” seu posto principalmente depois da morte da esposa. Como se não bastasse, ele é conhecido por toda a cidade, ainda mais por trabalhar como chefe da delegacia local – então as coisas caminham muito bem. Além disso, o personagem de Morin também conhece outras figuras um tanto quanto contraditórias quanto ao jeito de se portar e explosivas (muito explosivas). Temos, de um lado, a otimista e vibrante Patsy (Siobhan Murphy), que é tão receptiva que chega a assustar os mais desavisados; do outro lado, o fanfarrão Sean (Hayes MacArthur) e sua esposa Joy (Elizabeth Ho), que nutrem de uma apaixonante química explorada ao longo dos oito episódios.

Mas, de fato, é Ashley Tisdale quem nos rouba a atenção como a rebelde e confusa Kayla, que termina com seu marido dias antes das celebrações natalinas apenas para entrar numa crise existencial que culmina num emotivo coming-of-age. A atriz, conhecida por seu papel como Sharpay Evans em High School Musical, voltou para a vida performática depois de ter lançado seu terceiro álbum de estúdio e mostrou que ainda trabalha para trazer temas importantes para as produções contemporâneas – não é surpresa que ela seja uma personagem presa nos convencionalismos sociais que se assume lésbica depois de conversar com Matt.

Diferente de obras como One Day at a Time, que conseguem usufruir das restrições cênicas das sitcoms para algo novo e que oscila entre a tragédia, o drama e a comédia, ao mesmo tempo que contempla temas necessários para contemplação social, Feliz Natal e Tal é mais comedida quanto a esses assuntos. É certo dizer que a série, comportada dentro de uma caixinha confortável, almeja apenas a construir uma trama bem fechada que, mesmo não isenta de furos de roteiro, cumpre com o que promete e nos deixa uma sensação de completude.

Apesar disso, não podemos fazer vista grossa para a multiplicidade de fórmulas que exala do narrativa: os primeiros capítulos, a despeito de funcionarem como introdução ao enredo, são movidos por diálogos frenéticos e artificiais, beirando um preciosismo desnecessário. Essa “falsidade”, por assim dizer, estende-se até o terceiro episódio e depois dá um salto significativo em direção à fluidez, construindo alguns arcos coadjuvantes intrincados e que conseguem se sustentar até o season finale.

Cawley e sua equipe também não se preocupam em sair do jogo campo e contracampo no tocante à estética imagética. Como mencionado alguns parágrafos acima, o show é fiel ao extremo às convenções do gênero que traz para as telas e, por isso mesmo, permite se levar pela praticidade técnica. Entretanto, esse aspecto é colocado em xeque quando até mesmo as quebras de expectativa violam máximas de credibilidade e transformam a coesão em uma série de ocasionalidades condescendentes e impossíveis.

Feliz Natal e Tal merece crédito pela performance de seu elenco, mas perde muitos pontos no quesito de originalidade. Ao passo que tenta fornecer uma nova perspectiva às clássicas rom-coms seriadas dos anos 1990 e 2000, ela se apega muito à nostalgia e deixa de lado elementos cruciais para criar comoção – com exceção de uma ou duas investidas pontuais.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Imperador faz sua ameaça em novo comercial de TV

A Lucasfilm divulgou mais um comercial de TV de Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ com novas cenas do duelo entre Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver), enquanto o Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) faz sua ameaça contra os Skywalker, dizendo:

“Esta será a palavra final na história dos Skywalker!”

Confira:

Lembrando que a sequência chega aos cinemas nacionais em 19 de dezembro.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Crítica | Loop – Ficção científica com Bruno Gagliasso tem trama problemática e nada original

O cinema de ficção científica já investiu inúmeras vezes em filmes de viagem no tempo, de clássicos como De Volta para o Futuro a sucessos como Vingadores: Ultimato, passando por comédias absurdas como A Ressaca. Mesmo no Brasil, em que longas de gênero ainda não possuem tanto espaço, tivemos o caso recente de O Homem do Futuro. Dirigido por Bruno Bini, Loop é mais uma obra a investir numa saga de viagem no tempo. E o grande problema é que não contribui com nada de realmente novo para este vasto universo. O filme passa a clara sensação de déjà–vu, de mais do mesmo.

A trama acompanha Daniel (Bruno Gagliasso), um jovem cientista recém-saído da universidade que tem um vasto interesse em viagem no tempo. Sempre na companhia da irmã Simone (Branca Messina), ele passa por dificuldades após ver sua namorada Maria Luiza (Bia Arantes) ser assassinada. O criminoso lhe deixa com apenas um aviso: “você tem que chegar mais cedo.” A partir daí, Dan se isola do mundo e passa a tentar encontrar uma forma de viajar no tempo para salvar sua paixão.

O elenco é esforçado, mas sofre um pouco com o fraco roteiro escrito por Bini. Os diálogos são quase sempre forçados e desinteressantes, e muitas das referências científicas de Daniel parecem saídas de um livro de física do ensino médio. 

Repleto de clichês do gênero e momentos em que tenta (mas não consegue) surpreender, Loop ainda possui falhas graves do ponto de vista moral. O longa valida muitos comportamentos violentos, seja do protagonista, seja do delegado vivido por Roberto Birindelli ou seja da polícia como um todo. Em uma cena de protesto com a presença da polícia, podemos ver um personagem falando para outro: “se ninguém fizer confusão, não vai ter problema.” Obviamente, alguém exagera e a polícia entra em ação. O que talvez o filme nem perceba é que a frase acima quase legitima a ação violenta da força policial. Eles apanharam porque pediram.

A representação feminina também é bastante problemática. Tanto a namorada quanto a irmã são apresentadas como mulheres que precisam ser salvas pelo protagonista. Além disso, Maria Luiza é retratada como uma figura exagerada, descompromissada e até mesmo violenta, e é punida pelo texto por ir contra os desejos do homem principal.

Do ponto de vista da investigação sobre o crime e das tentativas de se viajar no tempo, o filme conta até com momentos interessante. O espectador embarca na loucura fictícia, mesmo possuindo uma série de clichês do gênero, além das eventuais pontas soltas narrativas.

O romance entre Dan e Maria Luiza, no entanto, funciona bem menos do que necessário para fazer o público se envolver com a história. O filme também é desleal com seus protagonistas, especialmente quando retrata uma cena de violência/briga que resulta em sexo – artifício de roteiro pra lá de preguiçoso, ultrapassado e até mesmo desonesto.

Loop não é uma obra sem méritos, mas seus problemas são muito evidentes. E o principal é achar que está fazendo algo novo ou surpreendendo o público, quando na verdade todo mundo já sabe o que vai acontecer bem antes do razoável. Por sinal, o bom ator Zé Carlos Machado surge no ato final da trama em um personagem misterioso, mas completamente previsível.

Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Conheça a nova série brasileira que se tornou um fenômeno na Netflix

A série ‘Ninguém Tá Olhando‘ já estreou na Netflix e conquistou em cheio os brasileiros! No Twitter, várias pessoas foram postar elogios para a produção estrelada por Victor Lamoglia e Kéfera Buchmann.

Confira as principais reações:

Todos os 8 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Daniel Rezende, que já havia colaborado com a plataforma na série ‘O Mecanismo‘, dirige a produção.

Ulisses é um Angelus muito questionador que acabou de chegar no 5511º Distrito Angelus. Assim que descobre como o trabalho deve ser feito, ele acaba quebrando todas as regras milenares dos Angelus com a melhor das intenções: ajudar os humanos que realmente precisam de ajuda. Afinal, tem gente que segue regras e tem gente que muda o mundo.

O elenco ainda conta com Júlia Rabello, Leandro Ramos e Danilo de Moura.

Crítica | Uma Segunda Chance Para Amar – Emilia Clarke em Romance Natalino adorável…

Você é fã de filmes natalinos? E o que você gosta nesses filmes? Os clichês? O casal fofinho com muita química? A composição de cenário, cheio de pisca-piscas e outros elementos de Natal que enchem os olhos? Uma trilha sonora que te transporta para um verdadeiro conto de fadas? Uma história que te surpreenda? Um sentimento de bem-estar ao final do filme? Pois é, tudo isso e muito mais está em ‘Uma Segunda Chance Para Amar’, que estreia hoje nos cinemas.

Tudo começa com a desanimada Katarina, ou melhor, Kate, porque ela odeia que a chamem pelo nome inteiro (interpretada pela carismática Emilia Clarke, a Daenerys de ‘Game of Thrones’, mostrando todo o seu potencial em preencher a tela com seu sorriso e sua luz. Sério, ela realmente ilumina o filme). Kate trabalha numa loja de artigos natalinos em Londres, porém, é completamente infeliz e vazia, com um péssimo relacionamento com a irmã e com os pais, desapontando constantemente sua chefe e é frustrada amorosamente, trocando de parceiros todas as noites, em busca de um novo lugar para dormir. Um dia ela conhece o misterioso Tom (Henry Golding, perfeito no papel de príncipe dos sonhos adolescentes), que, com seu jeitinho encantador, começa a abrir as janelas do mundo de Kate para que o espírito natalino e a felicidade entrem em seu coração.

O roteiro, cuja história começa na Iugoslávia em 1999, foi surpreendentemente escrito por Bryony Kimmings e pela atriz Emma Thompson, que também participa do filme no papel da assustada mãe de Kate, que migrou para a Inglaterra durante a guerra mas mesmo depois de tanto tempo, continua temendo ser expatriada. É importante levantar esse ponto porque o tema do racismo cultural está presente no pano de fundo do longa, e está presente hoje no dia a dia dos países europeus, que estão tendo que lidar com a chegada em massa de imigrantes de países em conflito. E esse ponto, que em uma primeira análise pode parecer deslocado na história, é justamente o que dá a dica da essência de ‘Uma Segunda Chance Para Amar’.

Além disso, o roteiro foge do clichê e tenta inovar com uma grande reviravolta, que pode agradar em cheio ou fazer você se sentir desconfortável com os rumos da trama.

Um elemento surpreendente é que o roteiro foi inspirado na canção ‘Last Christmas’, do George Michael, e, se você parar para ler a letra, tem tudo a ver não só com o filme, mas com o espírito natalino. Além desta, outras músicas do cantor, como ‘Freedom’ e ‘Faith’ compõem a trilha sonora empolgante e festiva, que dialoga com o próprio filme.

Não passa despercebido também a inspiração das novelas mexicanas recheadas de drama para compor o núcleo da personagem Noel (Michelle Yeoh, que realmente convence como uma verdadeira fã dessa época do ano), o que arranca sinceras risadas do público. E, claro, Emilia Clarke também, que só de entrar em cena já faz a gente querer sorrir. Nossa eterna Daenerys é mesmo uma dessas atrizes que até quando faz papel de bêbada ela consegue ser encantadora.

Então, a menos de um mês do Natal, ‘Uma Segunda Chance Para Amar’ é um filme adorável, que aquece o coração e nos faz refletir sobre como todo dia é uma nova oportunidade para sermos pessoas melhores para tornar a realidade dos outros melhor.

 

Melissa Benoist, estrela de ‘Supergirl’, revela ter sido vítima de abusos e violência doméstica

Em seu perfil do Instagram, Melissa Benoist, estrela de ‘Supergirl‘, revelou que estava sofrendo violência doméstica causada por eu ex-namorado, que não teve a identidade revelada pela atriz.

Benoist apenas destacou que “aquele homem charmoso e engraçado acabou se transformando em um abusador e manipulador ciumento.”

A atriz continuou, dizendo:

“Eu sou uma sobrevivente da violência doméstica, algo que pelo qual eu nunca imaginei que iria passar, muito menos expor ao mundo dessa maneira. […] A verdade é que me senti num cárcere e apanhei tantas vezes que perdi até o fôlego, pensei que meus ossos iriam quebrar.”

Ela conta que os maus-tratos tiveram início há cinco meses, quando seu namorado começou a demonstrar comportamentos agressivos e crises de ciúme, que resultaram em diversas lesões pelo corpo dela, como na vez em que foi atingida na cabeça por uma garrafa.

Em seguida, ela chegou a quebrar o nariz e quase rompeu a retina ao ser alvo de um smartphone arremessado contra seu rosto depois que ela terminou a relação.

Antes disso, ela diz que o agressor sempre tentava se reconciliar e apresentar típicas desculpas, até que ela começou a revidar as agressões na tentativa de se defender.

Ao fim da publicação, Benoist deixa um alerta e diz que o trauma vai permanecer pelo resto da vida, mas que ela será forte o suficiente para superar o episódio.

“Quero que as estatísticas mudem e espero que contar minha história possa impedir que mais casos como esse aconteçam.”

Confira a publicação:

https://www.instagram.com/tv/B5YUQ-JHck8/?utm_source=ig_web_options_share_sheet

Apesar do trauma, vale lembrar que a atriz continua com seu trabalho na 5ª temporada deSupergirl‘, que já está em exibição na CW. No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘X-Men’: Juggernaut pode ter grande importância nos próximos filmes da franquia

De acordo com o We Got This Covered, a Marvel Studios pretende dar mais importância a Cain Marko, o Juggernaut, nos próximos filmes dos ‘X-Men‘.

A informação veio da mesma fonte que divulgou o desenvolvimento de uma série dos ‘Lanternas Verdes‘ para a HBO Max.

Foi dito que o personagem será um dos membros mais poderosos da Irmandade dos Mutantes e terá uma grande rivalidade com o Professor Xavier, que será retratado como seu irmão.

Além disso, a nova adaptação do personagem será muito mais fiel aos quadrinhos do que suas aparições anteriores, então é de se esperar que ele seja feito através da captura de movimentos em CGI, como em Deadpool 2’.

Até o momento, não há como saber a veracidade das informações, então considere como rumor.

No cinema, o personagem fez sua estreia em X-Men: O Confronto Final‘ (2006), interpretado por Vinnie Jones, mas sua caracterização virou piada entre os fãs de quadrinhos.

Em 2018, a Fox decidiu reutilizar o personagem em ‘Deadpool 2, investindo na captura de movimentos para criar seu corpo gigante, como o Hulk da Marvel Studios.

Uma curiosidade é que além de dublar, o próprio Ryan Reynolds serviu como modelo para a criação do vilão.

Diretor de ‘Quarteto Fantástico’ abandona as redes sociais após criticar a Marvel; Entenda!

De acordo com o Comic Book, o diretor Josh Trank, responsável pelo reboot de ‘Quarteto Fantástico‘, foi ao Twitter para criticar os filmes da Marvel depois de ter assistido ‘O Irlandês‘, novo filme de Martin Scorsese.

Na publicação, Trank escreveu:

“Estou assistindo ‘O Irlandês‘, e os primeiros 05 minutos têm mais humanidade, verdade e emoções do que cada filme da Marvel juntos. Desculpem, mas são apenas fatos… Na verdade, não há desculpas.”

O cineasta publicou a crítica se referindo à polêmica declaração de Scorsese, que afirmou que “a Marvel não faz cinema de verdade […] e não desperta emoção em seus filmes.”

Além disso, Trank atacou ‘Coringa’, sugerindo que a adaptação não passa de uma cópia de ‘O Rei da Comédia‘, filme dirigido por Scorsese em 1983.

“Minha mãe me mandou parar de digitar, pessoal. Boa noite. E não se esqueçam de assistir ‘O Rei da Comédia’, aquele filme do Todd Phillips’.

Depois dos comentários, Trank desativou seu perfil na rede social.

Anteriormente, Scorsese escreveu um artigo para o The New York Times dizendo que os filmes da Marvel permanecem na zona de conforto e se apoiam apenas em cenas que os fãs querem assistir:

“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. As cenas são feitas para satisfazer um conjunto específico de desejos e são projetadas como variações de um mesmo tema.”

O cineasta de 76 anos disse que filmes clássicos permanecem atuais por conta da qualidade do roteiro, como ‘Psicose‘, e que blockbusters são apenas eventos momentâneos, independentemente das bilheterias.

Além das críticas às narrativas, ele afirmou que a reserva de salas de cinema para exibir blockbusters está obrigando diversos cineastas a investirem neste gênero só para se manterem na indústria, causando o fim do ‘cinema de verdade.’

Para concluir, Scorsese disse que diretores e produtores só estão lançando seus filmes em meios alternativos, como plataformas de streaming, por conta da injusta concorrência.

Lembrando que ‘O Irlandês‘ já está em exibição na Netflix.

Assista ao trailer:

Conhecido como ‘O Irlandês’, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.

‘Luna Nera’: Conheça a nova série da Netflix sobre Caça às Bruxas no século 17

A Netflix está aproveitando o sucesso de suas produções voltadas ao suspense e ao terror para lançar ‘Luna Nera‘, série que contará a história de mulheres acusadas de praticar bruxaria na Itália do século 17.

Baseada no livro ‘As Cidades Perdidas – Lua Negra‘, a trama acompanha uma adolescente forçada a fugir da sua aldeia com seu irmão mais novo após ser acusada de praticar magia negra. Ela encontra refúgio em um grupo de mulheres acusadas do mesmo crime, até que precisa escolher entre o amor de um caçador de bruxas e a liderança da irmandade mágica num mundo dividido entre razão e misticismo.

O diferencial da série, é que a equipe e o elenco são compostos majoritariamente por mulheres.

A direção fica por conta Francesca Comencini e Paola Randi, a partir do roteiro de Francesca Manieri (‘IL Miracolo’), Laura Paolucci (‘L’Amica Geniale’), e Vanessa Picciarelli (‘Bangla’).

Tiziana Triana, autora do romance original, também estará presente como consultora criativa da produção.

Em um comunicado, Erik Barmack, vice-presidente do conteúdo original da Netflix, elogiou o projeto:

“Estamos entusiasmados por desenvolver uma história tão original e com um novo parceiro na Itália. O manuscrito tem uma base com fortes personagens e está ligado a uma mitologia profundamente enraizada numa lenda local da Itália.”

A 1º temporada de ‘Luna Nera‘ terá seis episódios com cerca de 50 minutos, e a estreia está prevista para o início de 2020.

O elenco conta com Antonia Fotaras, Giorgio Belli, Manuela Mandracchia, Roberto De Francesco, Federica Fracassi, Lucrezia Guidone, Adalgisa Manfrida, Giada Gagliardi Giandomenico Cupaiuolo, Gloria Carovana, e Filippo Scotti.

Confira as imagens:

 

‘Game of Thrones’: Sansa e Tyrion matam Caminhantes Brancos em cena deletada da 8ª temporada

A jornada de ‘Game of Thrones‘ pode ter sido encerrada, mas ainda existe muito material inédito que os fãs da produção não tiveram a chance de conferir.

E a emissora HBO divulgou uma nova cena deletada da 8ª temporada, que traz Sansa e Tyrion mantando dois Caminhantes Brancos. O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Lembrando que o universo de ‘Game of Thrones vai continuar através de House of the Dragon, série baseada no romance Fogo & Sangue, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin.

A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Confira o anúncio oficial da HBO:

Miguel Sapochnik comandará o episódio piloto e alguns capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como ‘Battle of the Bastards’ e ‘The Long Night’.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

 

Reboot de ‘Pânico’ apresentará um novo grupo de protagonistas

Mais novidades a respeito do reboot de ‘Pânico‘ chegaram e segundo o portal We Got This Covered, a produção não deve ser uma sequência propriamente dita dos clássicos originais.

Segundo fontes secretas, ainda que a produção venha a contar com o retorno dos atores Neve Campbell, David Arquette e Courtney Cox, a franquia vai estabelecer um novo grupo de protagonistas para os próximos filmes.

Isso significa que os personagens antigos Sidney Prescott, Dewey Riley e Gale Weathers podem aparecer na nova produção, mas as participações serão especiais. De acordo com as fontes internas do site, a premissa de abordagem deve seguir o mesmo modelo que está sendo aplicado para a sequência ‘Os Caça-Fantasmas 3‘, que provavelmente trará os astros dos filmes originais, mas focando sua narrativa nos novos protagonistas.

 

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

 Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015. Neste ano, o show ganhou uma terceira e última temporada.

No ano passado, Campbell comentou que, apesar de não ser impossível, teria um grande desafio em rodar Pânico 5’ sem Craven.

“Bom, vocês sabem, acho que seria desafiador… Wes Craven morreu… Ele era o motivo pelo qual aqueles filmes eram tão bons. Digo, é claro que Kevin Williamson escreveu roteiros brilhantes. Mas Wes era o coração de tudo. Era quem mantinha a consistência dinâmica. Acho que seria difícil trabalhar com outro diretor”.

Fique ligado para mais informações!

Cacau Protásio sofre ataques racistas em quartel dos bombeiros

A atriz Cacau Protásio fez uma série de vídeos por meio de sua conta oficial do Instagram, relatando inúmeros ataques racistas sofridos por parte de bombeiros, no Rio de Janeiro.

O incidente aconteceu no último domingo (24), após a atriz gravar algumas cenas do filme ‘Juntos e Enrolados‘, em um quartel localizado no centro da capital carioca.

Segundo os relatos da atriz, parte das cenas que estavam sendo filmadas no local foram registradas por um membro da corporação, que em seguida compartilhou o material, acompanhado de diversos comentários racistas, homofóbicos e gordofóbicos em relação à atriz e ao elenco da comédia.

Em resposta, Cacau foi categórica em afirmar a gravidade do teor dos comentários proferidos, salientando que racismo é crime. Em um trecho de um de seus vídeos, ela pondera, emocionada: “Racismo é preconceito, se vocês não sabem ou ele não sabe, e isso é muito triste. Não entendi o porquê de tanto ódio“.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Vídeo 1.

Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em

 

Ver essa foto no Instagram

 

Vídeo 2.

Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em

 

Ver essa foto no Instagram

 

Vídeo 3.

Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em

Em resposta, o Corpo de Bombeiros emitiu um comunicado oficial, reiterando que não compactua com qualquer ato discriminatório” e que já abriu um procedimento administrativo interno.

Confira na íntegra:

“O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) informa que não compactua com qualquer ato discriminatório. A corporação se solidariza com a atriz Cacau Protásio e já abriu procedimento interno para identificar o(s) militar(es) e apurar a conduta. O CBMERJ reforça o seu compromisso com a população de Vida Alheia e Riquezas Salvar independente de cor, gênero, raça ou qualquer outra distinção. Os atos divulgados não representam a corporação centenária que, por anos seguidos, é considerada a instituição mais confiável do Brasil”.

 

 

E.T. – O Extraterrestre e Elliot se reencontram em emocionante comercial de TV após 37 anos

‘E.T. – O Extraterrestre‘ é uma aventura de ficção científica criada por Steven Spielberg e é considerada um clássico da história do cinema, fazendo diversos clamarem ao longo dos anos por uma sequência, um pedido que nunca foi atendido.

Pensando nisso, o canal a cabo Xfinity produziu um emocionante comercial de TV promovendo o reencontro da criatura com seu amigo Elliot (Henry Thomas), após 37 anos desde a estreia do longa.

No curta, o E.T. conhece a família de Elliot e faz amizade com seus filhos, que explicam sobre a internet e como a Terra mudou desde sua última visita. Além disso, há incríveis referências aos momentos mais marcantes do original.

Em entrevista para o Cinema Blend, Thomas disse que só aceitou gravar o comercial porque as cenas o fizeram se emocionar com a nostalgia e também não interferem nas lembranças que o público têm do filme.

“Esse curta mostra ao público a melhor parte do que poderia ser uma sequência, mas sem toda aquela bagunça que poderia estragar a beleza do filme original e o afeto que ele desperta na mente e no coração dos fãs.”

Assista ao comercial:

Lançado no Natal de 1982, ‘E.T. O Extraterrestre‘ foi um sucesso imediato, contagiando a crítica e o público, rendendo uma bilheteria de US$ 792,9 milhões pelo mundo.