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‘Pennyworth’ é renovada para a 2ª temporada

O streaming Epix renovou oficialmente a série ‘Pennyworth‘, que conta a origem de Alfred Pennyworth, para a 2ª temporada.

Foram encomendados 10 episódios para o próximo ano, que começará a ser filmado em janeiro, no Reino Unido.

 

A série irá acompanhar a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben AldridgeRyan Fletcher, Hainsley Lloyd BennettPaloma FaithJason Flemyng.

‘The End of the F***ing World’: 2ª temporada ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Netflix divulgou o  trailer legendado da 2ª temporada de ‘The End of the F***ing World‘, baseada na HQ homônima de Charles Forsman.

Confira:

Originalmente, a série era uma produção do canal Channel 4, com distribuição internacional da Netflix. No entanto, o serviço de streaming assumiu a série na segunda temporada, tornando-a uma produção original.

James (Lawther) tem 17 anos, mata animais regularmente e tem a quase certeza de que é um psicopata e Alyssa (Barden), uma colega de classe rebelde e que tem uma vida doméstica tumultuada embarcam juntos numa Road Trip. Ela sedenta por aventura e ele com o desejo de matá-la.

Jessica BardenAlex Lawther estrelam.

Sem ‘Spirit’ da Beyoncé, previsões apontam as principais apostas para o Oscar de Melhor Canção Original

O Oscar 2020 ainda está um pouco distante, mas as especulações e previsões quanto aos possíveis indicados das principais categorias já estão a todo vapor. E o site AwardsWatch, um dos mais importantes do ramo, ponderou sobre quais canções têm chances reais de configurar na lista de indicados a Melhor Canção Original.

Surpreendentemente, “Spirit”, da Beyoncé, não aparece na lista de principais apostas, assim como o hit “Don’t Call Me Angel”, de autoria do trio Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana del Rey.

Em se tratando da primeira música, a expectativa quanto uma indicação para a aclamada cantora era realmente grande. Desde a estreia da versão live-action de ‘O Rei Leão‘, tem se falado muito a respeito do assunto, com rumores de que Beyoncé estaria determinada a correr atrás da estatueta, principalmente após a inesperada vitória da Lady Gaga pelo hit “Shallow”, da trilha sonora de ‘Nasce Uma Estrela‘ (produção em que a cantora chegou a ser escalada para estrelar, mas abandonou o projeto).

Mas, ao contrário do que muito tem sido dito, “Spirit” ficou de fora e entre as apostas para compor a lista de indicados estão “Beautiful Ghosts”, composta por Taylor Swift e Andrew Lloyd Webber para o musical ‘Cats‘ e “Speachless”, da versão live-action de ‘Aladdin‘.

Confira as músicas que aparecem nas previsões:

“Beautiful Ghosts” – Cats

“I’m Gonna Love Me Again” – Rocketman 

“Into The Unknown” – Frozen II

“Stand Up” – Harriet 

“Speechless” – Aladdin

‘Pantera Negra 2’: Falcão e Soldado Invernal podem aparecer na sequência

Os personagens Falcão e Soldado Invernal vão ganhar sua própria série homônima na plataforma Disney+ nos próximos anos, mas isso não quer dizer que os heróis irão se limitar apenas a essa produção.

Segundo o site We Got This Covered, é possível que a dupla, interpretada por Anthony MackieSebastian Stan respectivamente, dê as caras em outro aguardado projeto do Universo Cinemático MarvelPantera Negra 2.

Entretanto, não houve confirmação direta por parte da Disney ou da Marvel – e é bem provável que as companhias revelem mais informações sobre a sequência do filme mais para frente, visto que o longa só estreia em 2022.

De qualquer forma, outros boatos acerca do filme começaram a despontar nas redes sociais: de acordo com o mesmo site, é possível que Pantera Negra 2 tenha o subtítulo ‘O Reino Perdido‘, indicando que a trama irá se concentrar nas consequências da abertura de Wakanda para o mundo.

A informação veio da mesma fonte que divulgou o verdadeiro Mandarim como o vilão de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

As filmagens devem começar apenas em 2021.

Ryan Coogler volta a dirigir.

‘Creepshow’: Série de terror é renovada para a 2ª temporada!

A primeira temporada da série Creepshow estreou ainda neste ano e fez um grande sucesso entre a crítica e o público – e, agora, o serviço de streaming Shudder anunciou que o reboot dos clássicos filmes dos anos 1980 foi renovado para a 2ª temporada!

Greg Nicoteroshowrunner da produção, comentou sobre suas expectativas para o próximo ciclo em uma declaração oficial:

“Para mim, Creepshow é o verdadeiro fruto do amor. Ser capaz de fazer um tributo ao projeto visionário [do diretor] George A. Romero e ter o show abraçado pelos fãs é incrível. Não poderia estar mais feliz e animado para continuar a série”.

O último episódio da 1ª temporada, que se divide nas histórias SkincrawlersBy the Silver Waters of Lake Champlain, será exibido amanhã, 31 de outubro.

O elenco conta com David Arquette (da franquia ‘Pânico‘), Tricia Helfer (‘Lucifer‘) e Dana Gould (‘Stan Against Evil‘).

Episódios das séries originais da HBO Max serão lançados semanalmente

A última terça-feira veio recheada de novas informações sobre a HBO Max, novo streaming do grupo WarnerMedia. Além do preço e da data de lançamento, bem como outras atualizações interessantes sobre a plataforma, foi anunciado também que os episódios de suas produções originais serão lançados semanalmente – diferente do método “maratona” da Netflix, por exemplo.

O serviço custará US$14,99 por mês e estará disponível para os usuários a partir de maio de 2020. Concorrendo com a HBO Max, temos também a supracitada Netflix, a Hulu, a Amazon, bem como as novatas Apple TV+Disney+, ambas chegando em novembro deste ano

A plataforma vai reunir seus conteúdos originais, como ‘Friends‘, outras séries da The CW, além de vários outros projetos futuros.

Confira as séries de TV originais que vão estrear na plataforma:

1 – Dune: The Sisterhood

A HBO Max já está preparando uma série spin-off do longa Duna, intitulada Dune: The Sisterhood. A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson.

A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes. Dennis Villeneuve, diretor do reboot de Duna, assume o papel de produtor executivo e vai dirigir o episódio piloto. Ainda não se tem detalhes a respeito do elenco.

2 – Tokyo Vice

Ansel Elgort está dividindo seu tempo entre o cinema e a TV, com seu novo projeto, Tokyo Vice. A série é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.

O jovem ator vai interpretar uma versão fictícia de Adelstein e a série vai contar com 10 episódios, que serão dirigidos por Daniel Cretton, recém contratado para dirigir a adaptação dos quadrinhos de Shang-Chi.

3 – The Flight Attendant

The Big Bang Theory pode ter chegado ao fim, mas a atriz Kaley Cuoco não perdeu tempo em se engajar em um novo projeto. Mantendo sua carreira nas telinhas, ela vai estrelar a série The Flight Attendant, feita em parceria com sua produtora Yes, Norman Productions. Além de atuar, ela também assume a função de produtora executiva, ao lado de Greg Berlanti.

A série é baseada no livro homônimo de Chris Bohjalian e acompanha a história da comissária de bordo, Cassandra Bowden, que acorda em um quarto de hotel em Dubai ao lado de um morto. De volta à sua casa, em Nova York, ela será abordada pelo FBI, que possui muitas perguntas sobre o misterioso corpo encontrado.

4 – Love life

Anna Kendrick e Paul Feig se unem novamente para trabalhar juntos, só que dessa vez em uma série de TV. Depois de Um Pequeno Favor, eles voltam a ser parceiros, na comédia romântica Love Life. A produção será uma antologia, o que significa que em breve novos nomes de peso podem ser anunciados para o projeto.

Sua primeira temporada terá 10 episódios curtinhos, com uma média de meia hora de duração cada.

5 – Station Eleven

Station Eleven é uma adaptação do livro homônimo de Emily St. John Mandel e traz uma narrativa de cunho pós-apocalíptico, que acompanha uma misteriosa doença que passa a assolar os Estados Unidos. A trama foca na luta pela sobrevivência que os personagens vão travar, em virtude da forte contaminação que tem tomado todo o país.

A produção será adaptada por Patrick Somerville (‘Maniac‘, ‘The Leftovers‘) e conta com Hiro Murai (‘Atlanta‘) à frente da direção. A primeira temporada terá 10 episódios.

6 – Made For Love

Ainda em estágio bem inicial, a nova série é uma adaptação do livro homônimo de Alissa Nutting, lançado em 2017. A trama acompanha a história de uma jovem mulher, Hazel, que passa a morar com seu pai, após conseguir escapar do complexo high-tech de seu ex-namorado – o empreendedor Byron Gogol, que a mantinha sob vigilância e sob um obsessivo monitoramento. Mesmo escapando, Hazel não está segura, justamente porque o obcecado rapaz está disposto a fazer de tudo para tê-la de volta sob o seu domínio.

Made of Love terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada. A produção será dirigida por S.J. Clarkson, que já trabalhou com as séries Jessica Jones e Os Defensores.

7 – Gremlins

Os cinéfilos que cresceram nos anos 80 e 90 conhecem muito bem a história desses bichinhos fofinhos, que viravam monstrinhos devoradores de absolutamente tudo. E agora os Gremlins vão migrar para as telinhas, com novas aventuras que visam apresentar esse clássico produzido por Spielberg para uma nova geração de crianças.

A nova produção será feita no formato de animação e se passará na década de 20, em Xangai. Nessa prequela, acompanhamos a infância de Sam Wing, conhecido pelos fãs do longa original como o Avô, o senhorzinho dono da peculiar loja de Chinatown. No desenho, veremos o personagem no auge dos seus 10 anos, logo quando ele conhece Gizmo.

Nessa nova aventura, Sam se une à ladra de rua Elle e juntos o trio percorrerá pelos campos chineses a fim de que Gizmo e sua família possam se reencontrar. A produção terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada.

 

‘The End of the F***ing World’: 2ª temporada ganha trailer oficial; Confira!

A 2ª temporada da aclamada série da Netflix,The End of the F***ing World‘, baseada na HQ homônima de Charles Forsman, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A série retorna no serviço de streaming em 05 de novembro, trazendo 10 novos episódios em seu novo ciclo.

Confira o novo pôster:

Originalmente, a série era uma produção do canal Channel 4, com distribuição internacional da Netflix. No entanto, o serviço de streaming assumiu a série na segunda temporada, tornando-a uma produção original.

James (Lawther) tem 17 anos, mata animais regularmente e tem a quase certeza de que é um psicopata e Alyssa (Barden), uma colega de classe rebelde e que tem uma vida doméstica tumultuada embarcam juntos numa Road Trip. Ela sedenta por aventura e ele com o desejo de matá-la.

Jessica BardenAlex Lawther estrelam.

 

 

‘Code 8’: Robbie e Stephen Amell no trailer da ficção científica realizada por crowdfunding

Os primos Robbie Amell (The Flash) e Stephen Amell (Arrow) estrelam o trailer da ficção científica ‘Code 8‘, realizada através de uma campanha de crowdfunding criada pelos dois.

Assista:

Com objetivo inicial de conseguir apenas US$ 200 mil para bancar o projeto, eles arrecadaram US$ 1,7 milhão à partir de 20.000 apoiadores no Indiegogo, se tornando o projeto de maior crowdfunding de 2016.

O filme apresenta um mundo onde as pessoas que têm poderes especiais vivem em uma área de pobreza apelando para uma vida de crimes. A polícia usa uma poderosa força super-robótica para lutar contra os criminosos super-poderosos.

A produção está prevista para estrear em 13 de Dezembro de 2019, estrelada por Robbie e Stephen Amell, Aaron Abrams, Chad Donella e Alfred Rubin Thompson.

Jeff Chan vai dirigir, e co-escreveu o roteiro com Chris Pare.

Confira os incríveis 10 minutos realizados para conseguir o financiamento:

Crítica | Rogéria: Senhor Astolfo Barroso Pinto – Documentário impecável sobre a ‘travesti da família brasileira’

Rogéria era um furacão. Não era preciso conhecê-la pessoalmente para saber que aquela era uma mulher era com objetivo, e que não mediria esforços para conseguir o que queria. Era doce e exigente, delicada e firme, afrontosa e amorosa, homem e mulher. Rogéria era Astolfo e Astolfo era Rogéria, nunca houve separação entre essas duas personalidades que habitavam o mesmo corpo, e hoje, dois anos após a sua morte, esta icônica artista brasileira ganha um documentário à altura de seu legado.

Em ‘Rogéria: Senhor Astolfo Barroso Pinto’ o público se delicia com os causos contados pela própria homenageada e por convidados que conviveram intimamente com ela, dentre os quais Betty Farias, Nanny People, Aguinaldo Silva, Bibi Ferreira e Jô Soares. Os relatos, sem exceção, apontam o quanto a sociedade brasileira jamais esteve preparada para lidar com uma pessoa com tamanha vitalidade, tão bem resolvida consigo mesma. Se houvesse qualquer fraquejo, provavelmente a mídia se aproveitaria para destruir esta persona, porém, em seus setenta e quatro anos de vida, a impressão que o espectador tem é que Rogéria nunca vacilou de ser quem queria ser.

O documentário já começa fazendo a gente rir, elevando o nível da expectativa. De imediato, somos presenteados por confissões de como Rogéria era ótima jogando futebol e ficava na posição de goleiro; só que ela gostava de jogar de biquíni, o que fazia com que eventualmente o seu “pinto” escapulisse para fora do tecido e, enquanto as pessoas ficavam chocadas com aquilo, Rogéria simplesmente agia com naturalidade – afinal, era só um pênis. Ela era muito segura do próprio corpo e, tal como dito por ela no documentárioDivinas Divas’ (que, aliás, dialoga muito com este aqui, então, fica a dica para complementar o panorama das famosas travestis brasileiras), Rogéria nunca quis operar o sexo porque era também Astolfo. Afinal, Rogéria gostava de parecer mulher, não de ser uma, e que ela “usava saia porque era muito homem”.

Em outro momento assistimos a uma das últimas entrevistas da homenageada, no então Programa do Jô, em que, contando uma de suas muitas histórias, Rogéria abre os braços e seu seio escapole para fora da blusa, ficando à mostra. Enquanto nós, no cinema, sentimos que toda a plateia fica em choque nesse momento, vemos a Rogéria ali na telona sorrir e cobrir o seio com tranquilidade, quase como se estivesse provocando a gente a pensar “gente, mas é só um seio, vocês nunca viram um?”.

O trabalho do diretor Pedro Gui (gente! É o primeiro trabalho dele, guardem esse nome!) é de extrema sensibilidade em conduzir a montagem de depoimentos de personalidades, familiares e da própria homenageada intercalando com arquivos de programas de televisão, fotografias, jornais e, surpreendentemente, até mesmo cenas de uma peça de teatro, que ajudam na narração do fio condutor do documentário. Todos esses painéis se intercalam com inacreditável sintonia, de modo que o espectador não sente a transição de um momento para o outro. Isso tudo também é mérito do cuidadoso roteiro de Dostoiewski Champangnatte, que colocou sentimento em toda a sua construção, visando emocionar o espectador em literalmente todas as cenas do longa-metragem.

A curadoria de Daniel Lopes com a trilha sonora é de extremo zelo pelo gosto musical da homenageada, então o público pode ter certeza de que ouvirá belíssimas canções que, na interpretação de Rogéria, se tornaram inesquecíveis. Afinal, como ela mesma dizia, “talento não tem sexo”.

Rogéria: Senhor Astolfo Barroso Pinto’ é um documentário impecável – e olhem aqui a ironia de usarmos esta palavra para descrever Rogéria. É desses filmes que você simplesmente não acredita quando acaba e que presta uma justíssima homenagem à “travesti da família brasileira”, que era, acima de tudo, uma artista, uma das melhores que o Brasil já teve, e que permanece viva no imaginário popular.

Falcão e Soldado Invernal irão retornar para mais um filme da Marvel

De acordo com o We Got Ths Covered, o Falcão (Anthony Mackie) e o Soldado Invernal (Sebastian Stan) irão retornar ao MCU na sequência de ‘Pantera Negra‘, dirigida por Ryan Coogler.

A informação veio da mesma fonte que revelou a produção de uma série live-action do ‘Lanterna Verde’ para a HBO Max.

Considerando a união entre Bucky e o povo de Wakanda, é de se esperar que sua presença na trama seja mais do que uma participação especial.

No entanto, ainda não se sabe qual será o papel dos personagens na sequência, já que o roteiro ainda está em desenvolvimento.

Anteriormente, foi dito que o subtítulo de ‘Pantera Negra 2‘ pode ser ‘O Reino Perdido’, indicando que a trama irá se concentrar nas consequências da abertura de Wakanda para o mundo.

Lembrando que nada foi confirmado oficialmente, então é provável que o subtítulo possa sofrer alterações ao longo da produção.

Até o momento, a sequência ainda não ganhou previsão de estreia, e as filmagens devem começar apenas em 2021, segundo Martin Freeman, intérprete do Agente Everett Ross.

“A última coisa que eu ouvi é que não começamos no próximo ano. Deve ser em 2021. É tudo que eu sei”, disse o astro à Uproxx.

Enquanto isso, as filmagens de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já começaram, e o elenco da série já está se preparando para dar vida aos seus personagens.

Em seu perfil no Twitter, Mackie compartilhou uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell.

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

HBO Max terá filmes originais baseados nos heróis da DC

Segundo a Variety, a WarnerMedia anunciou novidades sobre a nova plataforma de streaming HBO Max, que será lançada em meados de 2020 nos EUA.

A empresa planeja investir em torno de US$ 2 bilhões em conteúdo original, incluindo filmes e séries inéditas e exclusivas para o serviço.

Além disso, foi revelado é que a HBO Max pode desenvolver filmes originais baseados nos quadrinhos da DC Comics, e esses projetos devem contar com orçamento de blockbusters.

“Alguns filmes serão baseados no Universo da DC. Queremos apresentar um conteúdo de primeira, e as adaptações de quadrinhos certamente estão no nosso radar”, afirmou a WarnerMedia.

Além de filmes, o streaming ganhará duas séries sobre super-heróis.

A primeira delas é ‘Strange Adventures‘, uma produção antológica do gênero sci-fi, que será desenvolvida por Greg Berlanti, que possui uma grande familiaridade com adaptações de HQs. Ele é o mesmo responsável por outros grandes sucessos da emissora The CW, como o Arrowverse, ‘Titãs‘ e ‘Patrulha do Destino‘.

A segunda série anunciada – porém de maneira bem breve e efêmera – é “um projeto inspirado em ‘Lanterna Verde”, conforme compartilhado pelo próprio Berlanti. Sem revelar muitos detalhes quanto à essa nova proposta, ele foi categórico em dizer que ambas as produções vão surpreender a audiência:

“Essas duas propriedades originais da DC que vamos desenvolver para a HBO Max serão diferentes de tudo que você já viu na televisão. Uma delas é uma série antológica de contos com censura, que se passa em um mundo onde os super poderes existem. Já a outra promete ser a nossa maior série da DC já feita na história e ela nos levará ao espaço com o Lanterna Verde, mas não posso revelar nada mais a respeito disso por hora”.

A série ‘Strange Adventures trará diversos personagens do cânone da DC e vai explorar “contos morais sobre como as vidas de mortais e super humanos se cruzam”. A produção acompanha Adam Strange, um homem de dois mundos, um arqueologista que acabou se tornando um herói intergalático ao ser enviado ao planeta Rann.

Esse projeto ainda conta com Sarah Schechter, parceira de Berlanti, como a produtora executiva. John Stephens (‘Gotham‘) assume o cargo de showrunner e roteirista da produção.

A série inspirada em ‘Lanterna Verde‘ também será produzida pela Berlanti Productions, em parceria com a Warner Bros. Television. Ainda não há mais detalhes quanto à iniciativa.

 

 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ deve ter a pior abertura da trilogia nas bilheterias dos EUA

De acordo com o Box Office Pro, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ pode ter a menor bilheteria de abertura da nova trilogia nos EUA.

Previsões iniciais indicam que sequência deve arrecadar entre US$ 185 e US$ 225 milhões no fim de semana de estreia, mas é pouco provável que ultrapasse os US$ 200 milhões.

Em 2017, ‘Os Últimos Jedi’ registrou US$ 220 milhões em seu primeiro fim de semana. E ‘O Despertar da Força‘ (2015) atingiu a marca de US$ 247,9 milhões.

Mesmo assim, ‘A Ascensão Skywalker‘ vendeu mais ingressos que ‘Vingadores: Ultimato‘ na primeira hora das pré-vendas do Atom Tickets, um dos maiores sites do ramo.

Além disso, uma análise financeira das duas últimas trilogias mostra um padrão em que o primeiro filme tem a maior arrecadação, o segundo cai em média, e o terceiro se recupera bem.

Lembrando que as projeções devem ser atualizadas após a pré-estreia do filme. E, considerando que este é o desfecho da saga, o apelo entre os fãs deve influenciar nas bilheterias.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinema nacionais em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘O Farol’: Filme com Robert Pattinson e Willem Dafoe é adiado para 2020 no Brasil

Previsto para chegar aos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 31, o terror ‘O Farol‘ (The Lighthouse) teve sua estreia adiada.

O filme agora será lançado no Brasil apenas no dia 2 de Janeiro de 2020. A distribuidora também mudou: ao invés da Universal Pictures, o lançamento agora ficará por conta da Vitrine Filmes.

Assista ao trailer:

Crítica Tiff | O Farol: Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa‘), o filme foi gravado em preto e branco de 35mm, praticamente inédito nos dias de hoje. A grande maioria dos filmes atuais são gravados normalmente e depois convertidos na pós-produção.

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

Robert Pattinson (‘The Rover – A Caçada‘) e Willem Dafoe (‘Homem-Aranha‘) estrelam.

Os 10 Melhores Filmes dos anos 80

Vanguardista, o cinema oitentista era um reflexo futurista da moda, da revolução tecnológica que definiria o mundo digital contemporâneo e trazia uma visão ousada na arte de contar narrativas, fossem elas estreladas por crianças, adolescentes ou adultos. Da comédia teen coming of age à aventura de Indiana Jones, os anos 80 são responsáveis por alguns dos melhores filmes já feitos.

E exalando uma irreverência tão inigualável, a época foi capaz de transformar o cinema de maneira permanente, com longas que uniam a revolução tecnológica que emergia durante o período a um universo de narrativas peculiares e sinestésicas, onde a moda ditava os figurinos dentro e fora das telas e a música refletia o zeitgeist.

Originalidade, autenticidade e tendência faziam dos filmes um banquete imensurável de experiências divertidas. Foi nos anos 80 que os melhores filmes teens foram produzidos. Foi aqui também que muitos se imortalizaram, após fracassarem na mão de alguns críticos algozes que não compreendiam o quão à frente do seu tempo esses longas já eram (vide Roger Ebert).

E nesse ritmo de Stranger Things, separamos para você os 10 melhores filmes dos anos 80. Aqui constam aquelas produções essenciais que fizeram da década a memória histórica cultural mais deliciosa que o mundo possui.

10 – Os Caça-Fantasmas (1984)

Unindo quatro gêneros distintos (comédia, fantasia, aventura e ficção científica), Os Caça-Fantasmas traz efeitos visuais inovadores para a época, com uma narrativa original que brincava com o antigo imaginário infantil de que fantasmas estariam rondando ao nosso redor. Expandindo essa premissa para toda a cidade de Nova York, o longa traz um elenco divertido e com bom engajamento, à medida que promove um encontro hilário entre o mestre do humor Rick Moranis com Bill Murray, ambos cujas trajetórias iniciaram no programa de sketches Second City.

Com uma trilha sonora que traz a essência da batida do synthpop, Os Caça-Fantasmas conta com um elenco representativo e é dono de um humor absolutamente original, que faz do sobrenatural sua arma para construir uma narrativa cheia de ironias. E embora muitas de suas piadas não tenham sido percebidas pelo público infantil em primeira instância, elas hoje são consideradas algumas das grandes pérolas da comédia.

9 – E.T. – O Extraterrestre (1982)

Steven Spielberg possui um fascínio pelo imaginário infantil e sabe explorar narrativas fantásticas por uma ótica fascinante, capaz de agradar o público mais jovem, bem como o mais velho. Popular ao redor do mundo, seus longas possuem características que fortalecem a amizade entre as crianças, colocando-as sempre em uma posição de vantagem em relação aos adultos. Em seus filmes, são justamente a simplicidade e poder imaginativo que permitem os pequenos viverem aventuras que os adultos jamais conseguiriam.

E E.T. – O Extraterrestre traz exatamente essa essência. Destacando apenas a mãe de Elliot entre os personagens mais velhos, a trama é contada a partir da forte conexão entre o garotinho e esse peculiar ser de outro mundo. Enquanto os argumentos dos adultos costumam ser pouco explorados, os ângulos de filmagens os posicionam sempre na extremidade, muitas vezes até deixando de mostrar seus rostos (vide o professor da escola), para salientar a falta de importância para a construção narrativa. E para garantir o apelo emocional necessário, o cineasta ainda filmou o longa em ordem cronológica, a fim de extrair as sensações mais autênticas dos atores mirins.

8 – De Volta Para o Futuro (1985)

A trama de Robert Zemeckis e Bob Gale tinha tudo para ser um filme de sucesso da Disney, não fosse a bizarra história da mãe se apaixonando por seu filho (o estúdio rejeitou o projeto por conta disso). À primeira instância de gosto duvidoso, esse plot na verdade ajuda a construir o humor ideal do longa, envolvendo a audiência em uma narrativa onde a viagem no tempo vira uma divertida brincadeira sobre predestinação e os impactos que as nossas atitudes exercem no nosso futuro.

Com um elenco inusitado de gerações tão díspares, De Volta Para o Futuro reúne o popular ator teen Michael J. Fox ao peculiar veterano Christopher Lloyd, dando início a uma das aventuras mais apaixonantes e estilísticas da cultura POP. Muito mais que fazer rir, o filme se tornou um marco sócio cultural, lançou tendências futuristas em sua sequência e até hoje é ovacionado e replicado em produções contemporâneas. Irreverente e bem dirigido, o filme é um dos maiores presentes que a década de 80 poderia ter nos dado.

7 – Clube dos Cinco (1985)

A adolescência era um dos grandes focos dos filmes oitentistas. Como uma geração extravagante e unapologetic, ela por si só rendia boas produções. De Gatinhas e Gatões, passando por Mulher Nota Mil, Digam o Que Quiserem e A Garota de Rosa Shocking, os longas teen da época são tudo menos óbvios e entregam histórias que expressam com realismo a essência da juventude. E o pai/mentor dessa turma era justamente John Hughes. Mestre em filtrar toda a teen angst do período, ele é o dono dos melhores filmes coming of age, além de ser o mesmo responsável por nos fazer conhecer Kevin McCallister, de Esqueceram de Mim (o melhor filme natalino que você respeita!).

E em Clube dos Cinco ele vai muito mais fundo na sua narrativa estudantil/juvenil. Deixando o humor de Mulher Nota Mil e Curtindo a Vida Adoidado de lado, ele entrega uma dramédia que explora a fragilidade de cada uma das famílias das quais esses adolescentes pertencem, explicando – por meio de um tumultuado e desconfortável sábado de detenção – o quanto cada um deles é fruto de seu próprio meio. Usando os famosos estereótipos escolares como uma desconstrução social, o filme vai além do retrato da galera do fundão, dos nerds, das patricinhas e dos playboys, e faz uma reflexão sobre o peso que a juventude carrega em virtude das cobranças familiares, expondo uma ferida real existente entre os jovens. Sensível e tocante, a comédia dramática ainda permanece insuperável na estética e estilo que ela mesma criou.

6 – Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Spielberg nos presenteou com uma das melhores obras da história do cinema. Indiana Jones não é apenas um marco da infância das crianças nascidas e crescidas nos anos 80 e 90. A narrativa do personagem compreende um imaginário infantil poderoso, onde arqueologia, história e o universo da fantasia se encontram em uma única vez.

Se tornando a maior bilheteria do ano, ultrapassando a marca dos US$ 389 milhões, o longa foi indicado a nove Oscar – levando quatro estatuetas, possui uma produção riquíssima em termos visuais e em 1999 foi selecionado para preservação pelo National Film Registry, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significante”.

5 – Star Wars – Episódio V: O Império Contra-Ataca (1983)

A década de 70 não estava preparada para o que iria lhe atingir. O ano de 1977 foi transformado por aquela que se tornaria a maior franquia da cultura POP do mundo. E embora ‘Uma Nova Esperança‘ tenha sido fundamental para fazer de ‘Star Wars‘ o sucesso imortal que ele é, é inegável que o melhor longa da trilogia original é de fato ‘O Império Contra-Ataca‘.

Com uma trama bem desenvolvida, a sequência traz novos personagens, explora a narrativa de maneira bem mais profunda e capricha nos efeitos visuais práticos, uma das melhores e mais elogiadas características do longa. Construindo todo aquele universo com o uso de miniaturas e muito stop motion, o filme é realista, palpável e ajuda a consolidar ainda mais a marca como o maior presente que George Lucas poderia ter dado para o mundo. #gratidão

4 – Robocop – O Policial do Futuro (1987)

Robocop é uma daquelas raras experiências cinematográficas onde cada quadro promove sensações sinestésicas muito imersivas. Com um roteiro que explora a decadência moral e social de Detroit, em meio a uma mudança comportamental, cultural e tecnológica brutal, o longa explora a vida de um policial sendo reduzida a uma simples máquina. E com uma mente parcialmente lúcida presa em um corpo mecânico, suas reações – até então supostamente programadas – o levarão a extremos que salientam, com muita autenticidade, a violência de uma cidade industrial acabada e todas as consequências que a negligência do poder público, em meio à ascensão de uma inovadora empresa, podem gerar.

Dirigido por Paul Verhoeven, Robocop é um relato cru e crítico da revolução tecnológica que emergia no auge dos anos 80 e mescla os gêneros de ação e ficção científica com maestria, entregando uma narrativa violenta, visceral e bem gráfica. Vencedor do Oscar de Melhor Mixagem de Som, o longa segue atemporal e continua fascinando o público, mesmo depois de tantas décadas.

3 – O Exterminador do Futuro (1984)

James Cameron tem poucos filmes em seu currículo, mas a maior parte deles vale por uma filmografia inteira. O Exterminador do Futuro é um desses casos, sendo uma obra-prima inovadora do começo ao fim. Riquíssimo em efeitos visuais práticos, o longa faz da atuação blasé de Arnold Schwarzenegger um instrumento importantíssimo para a própria construção de seu personagem. Com uma trama vanguardista, que pensa na tecnologia décadas à frente de seu tempo, o sci-fi segue como a maior referência quando o assunto é inteligência artificial nos cinemas e os perigos que a tecnologia robótica pode apresentar para o mundo.

Trazendo a temática da Skynet, que se assemelha muito à conectividade global que a internet trouxe a todos nós, a produção tem um roteiro impecável do começo ao fim, apresenta Sarah Connor ao mundo, consolidando-na como uma das personagens mais badass da história do cinema, referência para a construção conceitual de inúmeras personagens femininas futuras. Considerado um dos grandes precursores do gênero de ficção científica, o filme é mais um dessa lista que foi selecionado, em 2008, pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, para ser preservado na National Film Registry, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significativo”.

2 – O Iluminado (1980)

Stanley Kubrick tinha um jeito todo peculiar de produzir seus filmes. Metódico e perfeccionista, ele tinha o dom de explorar a expressividade dos atores em ângulos categóricos e marcantes, que contribuíram para tornar suas obras em peças admiráveis e inesquecíveis para a história do cinema.

E embora essa adaptação do livro de Stephen King não seja uma das favoritas do autor, o longa é uma das melhores produções cinematográficas já feitas. Trazendo um Jack Nicholson exagerada e propositalmente overacting, o filme sabe construir a tensão do começo ao fim, entregando um terror que honra o gênero, à medida que se consolida como um cult impagável. Poderoso, O Iluminado não conseguiu ter uma jornada lucrativa nos cinemas, mas o tempo lhe consolidou como umas das joias raras eternas da indústria.

1 – Touro Indomável (1980)

Ainda é incompreensível o quão Martin Scorsese fora injustiçado no Oscar de 1981, quando Touro Indomável perdeu a estatueta de Melhor Filme para o coming of age Gente Como a Gente. Ainda assim, o tempo fez justiça e atestou a maestria que é essa cinebiografia do lutador Jake LaMotta. Com uma fotografia toda feita em preto e branco (salvo o pouco mais de um minuto de vídeo familiar, gravado com o que parece ser uma Super 8), o longa faz um relato fascinante da tumultuada vida do boxeador, que encerrou sua carreira como um fracassado comediante stand up. Com Joe Pesci e Robert DeNiro entregando suas melhores atuações e caracterizações, o longa é dirigido com um vigor surpreendente, promove uma experiência sinestésica e conta com uma trilha sonora simbólica e emocional, que ajuda a ditar o ritmo do drama.

Impecável, ele é um lembrete escancarado do inerente talento cinematográfico de Scorsese e recebeu oito indicações ao Oscar, levando a estatueta nas categorias de Melhor Edição e Melhor Ator. Recebendo críticas mistas na época de seu lançamento, a produção já se apresentava estilística e esteticamente à frente do seu tempo e hoje é considerada o Magnum opus do cineasta. Em 1990, tornou-se o primeiro filme a ser selecionado para preservação no National Film Registry, em seu primeiro ano de elegibilidade.

7 séries originais já confirmadas para o streaming HBO Max, concorrente da Netflix

Com o sucesso estrondoso da Netflix, uma série de estúdios e emissoras começaram a correr atrás do prejuízo, preparando seus próprios serviços de streaming.

E a WarnerMedia é um dos grandes conglomerados do entretenimento a também entrar nesse ritmo, anunciando a chegada da HBO Max, nova plataforma que vai reunir seus conteúdos originais, como ‘Friends‘, outras séries da The CW, além de vários outros projetos futuros.

E com tanto streaming surgindo, é natural que o público fique confuso a respeito da quantidade de conteúdos que está sendo desenvolvida! Mas para não te deixar na mão e te ajudar a navegar por essas águas movimentadas, preparamos uma listinha das séries de TV já confirmadas para a nova plataforma HBO Max.

Portanto, guarde esse material com carinho para que, no tempo devido, você possa se programar e analisar sobre qual novo streaming vale a pena assinar!

1 – Dune: The Sisterhood

A HBO Max já está preparando uma série spin-off do longa Duna, intitulada Dune: The Sisterhood. A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson.

A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes. Dennis Villeneuve, diretor do reboot de Duna, assume o papel de produtor executivo e vai dirigir o episódio piloto. Ainda não se tem detalhes a respeito do elenco.

2 – Tokyo Vice

Ansel Elgort está dividindo seu tempo entre o cinema e a TV, com seu novo projeto, Tokyo Vice. A série é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.

O jovem ator vai interpretar uma versão fictícia de Adelstein e a série vai contar com 10 episódios, que serão dirigidos por Daniel Cretton, recém contratado para dirigir a adaptação dos quadrinhos de Shang-Chi.

3 – The Flight Attendant

The Big Bang Theory pode ter chegado ao fim, mas a atriz Kaley Cuoco não perdeu tempo em se engajar em um novo projeto. Mantendo sua carreira nas telinhas, ela vai estrelar a série The Flight Attendant, feita em parceria com sua produtora Yes, Norman Productions. Além de atuar, ela também assume a função de produtora executiva, ao lado de Greg Berlanti.

A série é baseada no livro homônimo de Chris Bohjalian e acompanha a história da comissária de bordo, Cassandra Bowden, que acorda em um quarto de hotel em Dubai ao lado de um morto. De volta à sua casa, em Nova York, ela será abordada pelo FBI, que possui muitas perguntas sobre o misterioso corpo encontrado.

4 – Love life

Anna Kendrick e Paul Feig se unem novamente para trabalhar juntos, só que dessa vez em uma série de TV. Depois de Um Pequeno Favor, eles voltam a ser parceiros, na comédia romântica Love Life. A produção será uma antologia, o que significa que em breve novos nomes de peso podem ser anunciados para o projeto.

Sua primeira temporada terá 10 episódios curtinhos, com uma média de meia hora de duração cada.

5 – Station Eleven

Station Eleven é uma adaptação do livro homônimo de Emily St. John Mandel e traz uma narrativa de cunho pós-apocalíptico, que acompanha uma misteriosa doença que passa a assolar os Estados Unidos. A trama foca na luta pela sobrevivência que os personagens vão travar, em virtude da forte contaminação que tem tomado todo o país.

A produção será adaptada por Patrick Somerville (‘Maniac‘, ‘The Leftovers‘) e conta com Hiro Murai (‘Atlanta‘) à frente da direção. A primeira temporada terá 10 episódios.

6 – Made For Love

Ainda em estágio bem inicial, a nova série é uma adaptação do livro homônimo de Alissa Nutting, lançado em 2017. A trama acompanha a história de uma jovem mulher, Hazel, que passa a morar com seu pai, após conseguir escapar do complexo high-tech de seu ex-namorado – o empreendedor Byron Gogol, que a mantinha sob vigilância e sob um obsessivo monitoramento. Mesmo escapando, Hazel não está segura, justamente porque o obcecado rapaz está disposto a fazer de tudo para tê-la de volta sob o seu domínio.

Made of Love terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada. A produção será dirigida por S.J. Clarkson, que já trabalhou com as séries Jessica Jones e Os Defensores.

7 – Gremlins

Os cinéfilos que cresceram nos anos 80 e 90 conhecem muito bem a história desses bichinhos fofinhos, que viravam monstrinhos devoradores de absolutamente tudo. E agora os Gremlins vão migrar para as telinhas, com novas aventuras que visam apresentar esse clássico produzido por Spielberg para uma nova geração de crianças.

A nova produção será feita no formato de animação e se passará na década de 20, em Xangai. Nessa prequela, acompanhamos a infância de Sam Wing, conhecido pelos fãs do longa original como o Avô, o senhorzinho dono da peculiar loja de Chinatown. No desenho, veremos o personagem no auge dos seus 10 anos, logo quando ele conhece Gizmo.

Nessa nova aventura, Sam se une à ladra de rua Elle e juntos o trio percorrerá pelos campos chineses a fim de que Gizmo e sua família possam se reencontrar. A produção terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada.

 

‘Noite do Terror’: Remake da Blumhouse ganha novo teaser oficial; Confira!

O remake de ‘Noite do Terror‘ (Black Christmas) ganhou um novo teaser oficial.

Confira:

Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.

As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.

O elenco inclui Imogen Poots (‘Sala Verde‘), Aleyse Shannon (‘Charmed‘), Brittany O’Grady (‘Star‘), Lily Donoghue (‘The Goldbergs‘), Cary Elwes (‘Jogos Mortais‘) e Caleb Eberhardt (‘O Coro da Broadway‘).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de dezembro.

‘Dark Waters’: Mark Ruffalo diz que seu novo filme é ‘humano, e não político’

Em entrevista ao site Variety, o ator Mark Ruffalo comentou um pouco sobre seu mais novo thriller, Dark Waters, que chega aos cinemas norte-americanos em 22 de novembro deste ano.

Falando acerca da narrativa, que gira em torno de estranhas mortes que começaram a acontecer devido à contaminação da água por parte de uma gigantesca corporação, o ator disse que seu objetivo principal era transformar sua arte em algo humano, ao invés de político.

“Eu queria pegar o filme e contar todas essas histórias de pessoas reais, que lutaram na linha de frente por suas vidas todos os dias e das quais nunca ouvimos falar. E essa foi a forma que encontrei de pegar minha arte e transformá-la em algo não político, mas humano”.

Confira o trailer:

O filme ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

A produção é estrelada por Ruffalo como Rob Bilott, um advogado que descobre um segredo obscuro envolvendo o crescente e inexplicável número de mortes e uma das companhias mais poderosas do mundo. Nessa complicada jornada, ele arrisca tudo para expor a verdade – incluindo seu futuro, sua família e sua própria vida.

Todd Haynes (Carol) comanda o longa.

Anne HathawayTim RobbinsBill CampVictor GarberMare WinninghamWilliam Jackson HarperBill Pullman completam o elenco.

RuffaloPamela KofflerChristine Vachon ficam responsáveis pela produção executiva.

‘Malévola: Dona do Mal’: Joachim Rønning e Angelina Jolie nas novas imagens de bastidores

Walt Disney Studios divulgou recentemente em seu Twitter oficial novas imagens dos bastidores da sequência Malévola: Dona do Mal, estampando a protagonista Angelina Jolie, o diretor Joachim Rønning e outros.

Confira:

O filme, apesar de vir carregado de várias expectativas, falhou em levar o público ao cinema, faturando apenas US$ 36 milhões em seu fim de semana de estreia, bem abaixo dos US$ 69,4 milhões arrecadados pelo primeiro filme em sua estreia. Mas isso talvez não impeça a produção de um terceiro longa-metragem da franquia.

Segundo Elle Fanning, ela e Jolie já discutiram o que poderia acontecer em um possível terceiro filme. Isso é algo que elas sonhavam durante os intervalos nas filmagens de ‘Malévola 2‘.

“Angelina e eu inventamos um terceiro filme inteiro. Não foi aprovado pela Disney ainda. A gente imaginava como seria a vida de Aurora com o [príncipe Philip] do lado, agora que ela conseguiu reunir todos os reinos”, afirmou em entrevista ao Metro.

Mesmo que o segundo filme prospere nas bilheterias, Fanning não espera que ‘Malévola 3’ seja feito nos próximos cinco anos.

“Teríamos que esperar a história chegar, e isso demora um bom tempo”, afirmou.

Vale lembrar que Malévola: Dona do Mal teve o fim de semana de abertura mais fraco para qualquer filme da Disney até agora em 2019.

Dumbo‘ estreou nos EUA arrecadando US$ 54 milhões, ‘Aladdin‘ abriu com US$ 91,5 milhões e ‘O Rei Leão‘ encerrou seu fim de semana com US$ 191,7 milhões

Com um orçamento de US$ 185 milhões, a fantasia enfrentará problemas para se pagar nas bilheterias.

A sequência de ‘Malévola‘ arrecadou US$ 117 milhões no mercado internacional, totalizando US$ 153 milhões mundialmente.

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

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Crítica | O Farol – Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Entre as sombras e os pequenos feixes de luz natural que penetram um casebre, duas mentes esgotadas compartilham o mesmo espaço. Exaustas pela paisagem chuvosa e úmida de uma ilha totalmente deserta, elas se desafiam em ambientes apertados e pouco arejados, sob o peso do isolamento social em meio a um trabalho braçal desgastante. O Farol, segundo longa de Robert Eggers, explora essa imensidão da mente humana, tratando a psique de dois homens de gerações e práticas distintas, que são forçados a partilhar de uma convivência onde contos de pescador, fenômenos sobrenaturais e um mistério por trás da cegante luz de um farol entram em uma inesperada rota de colisão.

Como um espetáculo noir, o thriller dramático do jovem cineasta é peculiar à sua maneira, trazendo uma narrativa embasada no século XX e que faz referência ao cinema de seu próprio tempo. A partir de uma narrativa – teoricamente – simples, que visa abordar a dinâmica relacional de duas pessoas expostas à condições adversas sob o efeito do isolamento, Eggers faz de O Farol uma peça experimental, que reverencia produções como O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman, homenageando a era de ouro do cinema, à medida que trabalha o gênero com sua própria e contemporânea identidade. Com Robert Pattinson e Willem Dafoe sendo submetidos um ao outro, em um tipo de união às avessas, a produção faz de sua escolha estética monocromática a força motriz para evidenciar – em tons vibrantes e coloridos – as diversas camadas na atuação de ambos os atores.

E aqui, Pattinson inaugura um novo momento de sua carreira, que já era permeada pela produção independente. Se despindo emocionalmente diante da audiência, ele personifica a figura de um jovem esguio de olhos fundos e dilacerados, que parecem estar constantemente em estado de perplexidade. Ao seu lado, Dafoe é a figura de um capitão sem embarcação, que faz do farol que cuida a experiência de toda a sua vida. Seu nível de intimidade com a estrutura é ainda o gatilho que atrai a atenção de seu novo parceiro profissional, que instigado pelo misterioso fascínio, está disposto a descobrir o que o local possui de tão surpreendente. Essa curiosa busca ainda é cercada pelas mazelas particulares de ambos os personagens, que tentam lidar com seus demônios ao som do silêncio, mas que acabam sendo interrompidos pela ensurdecedora convivência a dois.

Neste entremeio, pensamentos caóticos e controversos começam a pulverizar a narrativa, acrescentando um nível de densidade e intensidade que acabam tragando a audiência para dentro de uma experiência cinematográfica imersiva e palpável. E sob a escuridão de uma fotografia noir, O Farol cresce ao decorrer de sua trama, entregando uma narrativa progressiva que caminha no ritmo das atuações de seus personagens. Assim como a loucura é variável de acordo com a personalidade de cada indivíduo, aqui, a linha que separa a sanidade e a insanidade se torna ainda mais turva, promovendo um cenário de caos onde a exaustão mental e física se mesclam em uma gigante implosão.

Criando uma atmosfera de tensão logo em seus primeiros minutos, O Farol é também de um nível técnico riquíssimo, com uma direção que sabe usar os poucos espaços do set a seu favor, desenvolvendo uma sensação de grandiosidade para a audiência. Explorando os ângulos a partir da captura da luz natural, Eggers ainda faz um belo contraste com as sombras, fazendo do estilo noir a escolha ideal para garantir a substancialidade e imersão da trama. Com uma trilha sonora que se mescla aos ruídos presentes na história, mixagem de som e trilha se confundem em uma caótica ópera sonora, que promove no público sensações tão adversas como as de seus personagens.

Absolutamente sinestésico, O Farol é uma expressividade pura do cinema clássico, sob uma roupagem contemporânea e autêntica. Impecável em todos os sentidos, o longa é uma combinação agradável entre o saudoso e o vindouro e já se consagra como uma das principais apostas para o Oscar 2020. Com Pattinson e Dafoe entregando as melhores personificações da história de suas respectivas carreiras, o filme é uma obra-prima completa à frente de seu tempo, à medida em que também honra a jornada cinematográfica de outrora que nos permitiu chegar em 2019, tendo o privilégio de poder experimentar algo tão surreal em qualidade altíssima.

Roteiristas de ‘Invocação do Mal’ vão desenvolver nova franquia de terror

Segundo o site Deadline, os irmãos ChadCarey Hayes, conhecidos por seu incrível trabalho na franquia Invocação do Mal, irão desenvolver uma nova saga do terror que vai girar em torno da icônica Casa LaLaurie.

Conforme diz a lenda, a dona da mansão, Madame Delphine LaLaurie, teve um surto após seu terceiro marido lhe deixar. Uma rica proprietária e dona de escravos, sua casa sofreu um catastrófico incêndio em 1834, destruindo grande parte do local e revelando uma cena terrível: escravos acorrentados nos porões e nos sótãos, um deles com um colar de ferro preso ao pescoço e o outro com uma severa lesão na cabeça. Todos eles emaciados e torturados.

É dito que uma menina escrava de 12 anos de idade caiu do topo do casarão e morreu numa tentativa de escapar das punições de LaLaurie. Pouco depois, o local foi esvaziado, funcionando hoje como um ponto turístico de Nova Orleans.

O nome pode soar familiar para os fãs da antologia American Horror Story: afinal, no terceiro ano da série, intitulado Coven, a atriz Kathy Bates deu vida à controversa personagem. Na temporada em questão, ela havia sido amaldiçoada pela feiticeira vodu Marie Laveau (Angela Bassett), condenada a uma eternidade presa em seu caixão – isso é, até ser resgatada pela Suprema Fiona Goode (Jessica Lange).

Cindy BondDoug McKay entram como produtores do longa. O historiador Andrew Ward irá supervisionar o projeto.

Nenhuma outra informação foi divulgada.