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Os personagens mais beberrões da TV

Se há algo que sempre está presente na maioria das séries televisivas contemporâneas é o álcool.

Desde produções como ‘Friends’‘How I Met Your Mother’ até dramas de época como ‘Penny Dreadful’ e fantasias medievais como ‘Game of Thrones’, percebemos que grande parte dos personagens, sejam eles protagonistas e coadjuvantes, tem um apreço por bebidas alcoólicas que, de fato, contribui para compreendermos suas ações, suas jornadas e suas complexas personalidades.

Recentemente, o site de apostas online Cassino Betway divulgou uma interessante pesquisa que analisa com didáticos infográficos o consumo de álcool por populares personagens da TV. Vale lembrar que foi levada em consideração apenas as primeiras temporadas das séries analisadas, tendo em vista que tipos de bebidas são mais consumidas, em que quantidade e quais marcas reconhecíveis os telespectadores conseguem identificar.

A pesquisa também utilizou o sistema de unidades de álcool, utilizado pelo NHS (Serviço Nacional de Saúde britânico), em que uma unidade equivale a 10ml do líquido puro.

Confira o gráfico com os protagonistas mais beberrões da TV:

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Nos múltiplos gráficos acima, por exemplo, percebemos que nomes como a icônica Monica Geller (Courteney Cox), de ‘Friends’, e Hannah Horvath (Lena Dunham), de ‘Girls’, ficaram em uma posição consideravelmente baixa, enquanto Don Draper (Jon Hamm), de ‘Mad Men’, e Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), de ‘Sex and the City’, provaram ser alguns dos maiores beberrões das séries.

Mas isso não é tudo: como fica bem claro, o vinho, seja ele branco ou tinto, parece ser a bebida mais adorada dos nossos personagens, representando 35% de alcoólicos consumidos pelos personagens. O drink em questão é visto em peso em séries como ‘Friends’, que tem consumo médio de 2 unidades por episódio e, no total, 150 copos tomados. Já em ‘GoT’, marcado também por grandes festas regadas a álcool, personagens como o excêntrico e problemático Tyrion Lannister (Peter Dinklage) viraram cerca de 128 drinks nas primeiras temporadas.

Ainda assim, a comédia ‘Parks and Recreation’ se tornou a recordista dos temas analisados. Na hilária e premiada narrativa estrelada por Amy Poehler, o elenco se deliciava com garrafas e mais garrafas de cerveja, chegando a consumir 6,5 unidades por episódio e um total de 546 drinks (ainda não sabemos como nenhum dos personagens entrou em coma alcoólico depois dessa).

whisky e o bourbon também não ficaram de fora do estudo: o refinamento estético de ‘Mad Men’ não se isola apenas nas investidas técnicas, mas também numa tradução orgânica da década de 1960 nos controversos personagens, principalmente no diretor de criação Don Draper (já mencionado em alguns parágrafos acima). Afinal, a produção é ambientada em Nova York da década de 1960 e, levando em conta que se preza a refletir o cenário da Madison Avenue e das agências de publicidade da época, nada mais coerente que o protagonista se conectasse com as bebidas em questão: ao longo dos episódios, Don tinha consumo recorde de 11 unidades por capítulo, virando 336 shots.

O breve estudo também deixa claro que idade não necessariamente significa sabedoria. Como é possível ver no último gráfico, quanto mais velhos os personagens são, mais tendenciosos a encontrar escapismo na bebida eles se tornam – e é bem provável que isso tenha a ver com estresse.

Will Smith | Sete Filmes que o Astro QUASE Estrelou

Um dos maiores astros de Hollywood, Will Smith lançou neste fim de semana seu mais recente trabalho, a ficção científica de ação Projeto Gemini. No filme dirigido pelo mestre Ang Lee (O Tigre e o Dragão), duas vezes vencedor do Oscar de melhor direção (O Segredo de Brokeback Mountain e As Aventuras de Pi), Smith vive um papel duplo, interpretando sua versão atual e uma versão rejuvenescida – mais ou menos da época do seriado Um Maluco no Pedaço (Fresh Prince of Bel Air).

É difícil se manter no topo da cadeia alimentar de uma indústria tão competitiva quanto Hollywood, mas foi exatamente isto que Will Smith fez e vem fazendo desde meados da década de 1990 – quando lançou Os Bad Boys (1995) e logo depois emplacou sucessos consecutivos estrondosos como Independence Day (1996) e MIB: Homens de Preto (1997). Fora o prestígio e os milhões que arrecada em bilheterias (muitos dos quais caem em sua conta bancária), o astro ainda tem duas indicações ao Oscar para lhe dar credibilidade como intérprete: Ali (2002) e À Procura da Felicidade (2007).

Mas como todo mortal, Smith não é invencível, e o ator tem sua cota de fracassos no currículo. E não apenas isso, como também arrependimentos. Muitos deles de filmes que sequer chegou a estrelar. Pensando nisso, e pegando o gancho da estreia de Projeto Gemini, o CinePOP resolveu trazer para vocês alguns filmes que o astro Will Smith chegou muito perto de protagonizar, mas terminou fora de tais projetos.

Como sempre não esqueça de comentar e dizer quais ele deveria ter feito e quais fez bem em sair. Vem conhecer.

Matrix (1999)

Este é o caso mais famoso de um filme que seria protagonizado por Will Smith. Até o próprio astro já veio a público abrir o jogo e tirar um sarro de si mesmo pela desistência, em suas redes sociais. Sim, Will era a primeira opção dos realizadores para viver Neo – que como sabemos ficou imortalizado nas formas do atual muso da internet Keanu Reeves. O principal motivo que levou o ator a deixar o projeto foi que não entendeu muito bem o conceito do filme. E como culpá-lo, já que na época grande parte do público não soube o que havia acabado de atingi-lo.

Em um vídeo, Smith brinca com o fato de que abriu mão de Matrix para fazer As Loucas Aventuras de James West, o primeiro grande fracasso de sua carreira, lançado no mesmo ano. Na versão que seria protagonizada pelo ator, Morpheus seria interpretado por Val Kilmer – na época ainda na crista da onda devido aos sucessos de Batman Eternamente, Fogo Contra Fogo e A Sombra e a Escuridão. Curiosamente, a esposa de Will, Jada Pinkett Smith, participou das sequências Matrix Reloaded e Matrix Revolutions, ambas lançadas em 2003, no papel importante de Niobe – a líder da resistência contra as máquinas.

Matrix é o filme de número 17 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público – e venceu os Oscar de melhor edição, som, efeitos sonoros e efeitos visuais.

Django Livre (2012)

Outro projeto bem conhecido que deveria ter sido estrelado por Will Smith. Já pensaram, ver o ator contracenando com outro grande astro como Leonardo DiCaprio, ou com Samuel L. Jackson? Bem, não foi desta vez. O fato também não é segredo para ninguém, o diretor Quentin Tarantino teve Will em mente quando escreveu o roteiro e o personagem principal, um escravo liberto, trilhando um caminho de vingança contra senhores de engenho. Apesar de toda a lábia de Tarantino, o relutante astro terminou de fora do longa indicado ao Oscar.

O que Tarantino não contava é que Smith gosta de manter sua imagem de bom moço, raramente (ou nunca) trabalhando em filmes de censura alta. O fato já foi inclusive satirizado pelo rapper Eminem, numa música em que diz que Will Smith não fala palavrão em suas músicas para vender discos. Bem, ele também não é adepto da violência e palavreado para vender filmes. O bom moço Leonardo DiCaprio acabou topando o desafio, encarnando o grande vilão da obra e repetiu a parceria com o diretor este ano, no recente Era uma Vez em Hollywood.

Mas o bom moço Smith preferiu se manter afastado do teor inerente aos filmes do cineasta. Em seu lugar entrou Jamie Foxx – cujo destino voltará a cruzar com o de Smith em outras ocasiões como veremos mais à frente na lista. Quem sabe Smith reconsidere e um dia ainda trabalhe com o mestre Tarantino.

Django Livre é o filme de número 60 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público – e venceu os Oscar de melhor ator coadjuvante para Christoph Waltz e roteiro original para Tarantino.

Nasce uma Estrela (2018)

Quem vê o sucesso de crítica e bilheteria de um filme muitas vezes nem imagina a epopeia que ele passou até sair do papel. A quarta versão de Nasce uma Estrela foi um dos projetos de mais difícil gestação em Hollywood nos últimos tempos. Bem, ao menos podemos dizer que tudo acabou bem no final. O filme passou por diversas transformações ao longo dos anos, e teve mudanças de diretores e protagonistas em suas etapas.

A mais conhecida e última antes de termos de fato Bradley Cooper dirigindo e protagonizando ao lado de Lady Gaga foi a que trazia Clint Eastwood na direção e Beyoncé como a protagonista feminina – afastada devido à sua gravidez. Cooper chegou inclusive a procura-la novamente para o papel quando assumiu o projeto.

O que a maioria talvez não saiba é que Will Smith foi o responsável pelo burburinho em relação a uma nova versão da obra. Projeto pessoal do astro, que além de produzir iria protagonizar, Smith trouxe Joel Schumacher para o time na direção em 2002, e sua principal opção para o papel feminino era Jennifer Lopez, a quem buscou enfaticamente. Em sua adaptação, seria a personagem feminina a estrela em declínio, enquanto um aspirante a cantor ascendia na carreira.

Nasce uma Estrela levou o Oscar de melhor canção pela música chiclete Shallow.

O Segredo de Charlie (2002)

Na mesma época em que sua versão de Nasce uma Estrela, bem, não nasceu, Will Smith também passava um outro projeto. Aqui, o astro abriu mão de contracenar com Thandie Newton (o que viria a fazer anos depois em À Procura da Felicidade) e ser dirigido pelo saudoso Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes e Filadélfia). Para quem não sabe (e muitos provavelmente não sabem, pois o filme pode ser considerado uma obra obscura), O Segredo de Charlie é a refilmagem do clássico de espionagem (com bastante humor – deixado de fora na nova versão) Charada (1963), protagonizado pela musa Audrey Hepburn e o astro Cary Grant – o qual muitos creditam erroneamente ao mestre do suspense Alfred Hitchcock.

Na nova versão, Thandie Newton fica com o papel de Audrey, e o turrão Mark Wahlberg fica com a ingrata tarefa de substituir o charmoso Grant. Alguém como Smith traria mais carisma ao projeto. Mas aqui, a escolha do astro se mostrou acertada, já que ele deixou o projeto para atuar na biografia do boxeador Ali (2001), pela qual foi indicado pela primeira vez ao Oscar, e O Segredo de Charlie viveu para se tornar um fracasso de crítica e público.

Dreamgirls: Em Busca de um Sonho (2006)

Não disse que os caminhos de Will Smith e Jamie Foxx voltariam a se encontrar na lista? Na verdade tudo começou no citado Ali (2001), onde os dois atores puderam contracenar pela primeira vez. Depois, em Colateral (2004), foi a vez de Foxx atuar lado a lado com a esposa do astro, Jada Pinkett Smith. Daí, chegamos até Dreamgirls. E se em Django Livre, Foxx substituiu Will após sua desistência do projeto, neste musical indicado para 8 Oscar e vencedor de 2, ocorreu o contrário.

Will Smith é um astro de tamanha magnitude que geralmente os convites chegam até ele, ou inclusive realizadores o têm em mente na hora em que criam roteiros – como foi o caso citado com Tarantino. Mas não podemos esquecer que ele é apenas humano e em algumas ocasiões, embora raras, precisa fazer teste para o elenco como qualquer mortal. Foi exatamente o caso com Dreamgirls, no qual poderia ter contracenado com nomes de peso como Eddie Murphy e Beyoncé. Mas o destino quis diferente, e para este ótimo e subestimado musical, os realizadores terminaram optando por Jamie Foxx para o papel principal. Pense pelo lado positivo, quem sabe Smith poderia ter dado um ataque de estrelismo como Eddie Murphy, e sair da festa do Oscar p… da vida após anunciarem que outro ator levou o prêmio.

Dreamgirls levou os Oscar de melhor atriz coadjuvante para Jennifer Hudson e e melhor edição de som.

Sr. & Sra. Smith (2005)

Já imaginaram como o mundo seria diferente se Will Smith tivesse dito sim para uma versão anterior deste filme de ação, comédia e relacionamento? Isso significaria que Brad Pitt não trairia Jennifer Aniston com Angelina Jolie, e os dois poderiam estar casados até hoje. Como o destino funciona por caminhos tortos não é mesmo?

Não que o astro não tenha seus próprios esqueletos no armário – como foi muito reportado na época de sua dupla e consecutiva jornada ao lado da estonteante Margot Robbie. Segundo as más línguas, o casamento do astro passou por uma crise, apontando para um possível caso extraconjugal que o ator teria tido com a musa Robbie durante as filmagens de Golpe Duplo (2015) e Esquadrão Suicida (2016). Bem, antes disso, o ator contracenaria com Catherine Zeta-Jones nesta versão de Sr. & Sra. Smith. Será que o veterano Michael Douglas é quem estaria coçando a cabeça agora, caso o destino fosse diferente?

Superman – O Retorno (2006)

O Superman quase teve as formas de Nicolas Cage ainda na década de 1990. E na seguinte, o mundo dos nerds de plantão certamente viria abaixo caso o astro Will Smith tivesse aceitado protagonizar este filme, assumindo o papel de um Superman negro. Certamente a famosa frase de Idris Elba no recente Hobbs & Shaw (onde diz ser o tal “Superman Negro”) não teria o mesmo efeito.

Homenagem do diretor Bryan Singer aos filmes originais com Christopher Reeve, Superman – O Retorno falhou em agradar os fãs do cinema entretenimento, ávidos por diversão e um bom momento nas salas de exibição (o que inclui ação, é claro, que o filme falha em entregar). A verdade é que falta carisma para metade do elenco, seja no protagonista Brandon Routh ou na Lois Lane apagada de Kate Bosworth. O único que se destaca e consegue se divertir de verdade é o agora maldito Kevin Spacey na pele de Lex Luthor. Bem, carisma é algo que temos certeza que não iria faltar nesta hipotética versão com Will Smith.

Em menor escala, Smith já havia ficado com um papel anteriormente interpretado por um ator branco – no citado fracasso As Loucas Aventuras de James West. E quando Superman – O Retorno foi oferecido a ele, sua resposta foi enfática: “Não se deve mexer com os heróis dos brancos em Hollywood”, entendendo a comoção que seria se aceitasse o papel.

Bônus:

MIB – Homens de Preto (1997)

Sim, Will Smith foi o protagonista desta comédia sobre alienígenas vivendo na Terra. Não só isso, como o filme foi o responsável por cimentar sua carreira, o transformando num astro, e lhe rendendo o apelido de “Sr. 4 de Julho”, época em que seus filmes blockbusters eram lançado e se transformavam em sucessos absolutos de bilheteria. O ator voltou ao mesmo papel nas continuações, em 2002 e 2012. Este ano, o primeiro filme da franquia foi lançado sem ele, mas MIB – Homens de Preto Internacional, com Chris Hemsworth e Tessa Thompson (dupla do sucesso Thor: Ragnarok), não obteve o mesmo sucesso dos anteriores.

O que acontece é que Smith não era a primeira escolha para viver o sagaz agente Jay, e a franquia poderia ter seguido um caminho bem diferente – ou sequer de fato se tornar uma franquia. A primeira escolha para o papel era Chris O’Donnell, na época um nome quente devido ao sucesso de Batman Eternamente (1995), no qual interpretou Robin – e seguiu com trabalhos como O Segredo (1996), baseado em John Grisham, e No Amor e na Guerra (1996), drama com Sandra Bullock. Chegando junto como outra possibilidade estava David Schwimmer, muito popular na época devido ao papel de Ross na comédia sensação Friends (1994-2004).

‘Daniel Isn’t Real’: Terror com Patrick Schwarzenegger ganha trailer PERTURBADOR

O terror ‘Daniel Isn’t Real‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Adam Egypt Mortimer, o longa é baseado no livro In This Way I Was Saved, escrito por Brian DeLeeuw.

A trama segue o problemático Luke (Robbins), que sofre um violento trauma familiar e ressuscita seu amigo imaginário da infância, Daniel (Schwarzenegger), para ajudá-lo a lidar com a situação. Carismático e cheio de energia maníaca, Daniel ajuda Luke a alcançar seus sonhos, antes de empurrá-lo até a borda da sanidade e em uma luta desesperada pelo controle de sua mente – e sua alma.

O elenco Patrick SchwarzeneggerHannah Marks, Miles Robbins Sasha Lane.

O longa será lançado direto em VOD no dia 6 de dezembro.

‘Titãs’: Superboy finalmente aparece no trailer do próximo episódio; Confira!

A DC Universe divulgou o trailer do sexto episódio da 2ª temporada de Titãs, que finalmente irá introduzir o personagem Connor Kent/Superboy (Joshua Orpin).

Confira:

Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível na DC Universe.

Assista ao trailer:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo introduz diversos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

‘Quarteto Fantástico’: Matthew Vaughn adoraria comandar o reboot para a Marvel

Durante a New York Comic-Con, o diretor Matthew Vaughn comentou que adoraria comandar o novo projeto de Quarteto Fantástico para a Marvel (nesse caso, agora fazendo parte do MCU) quando e se a companhia der sinal verde para o longa-metragem.

Em entrevista ao site ComicBook.com, Vaughn disse que:

Sempre amei a ideia de fazer Quarteto Fantástico do modo como foi originalmente escrito. Digo, é um dos meus quadrinhos favoritos e realmente acredito que [o grupo de heróis] é tão grande quando Homem-Aranha. Acho que os valores do Quarteto e do Homem-Aranha são a razão pela qual você pode se imaginar fazendo parte dessa família.

Apesar de nunca ter trabalhado para os estúdios Marvel antes, Vaughn não é estranho a adaptações de quadrinhos: em 2011, ele comandou o aclamado X-Men: Primeira Classe para a Fox e provou que tem o que precisa para balancear diversão e drama das adaptações cinematográficas de HQs.

Ainda que nada tenha sido confirmado, outros rumores vem cercando o reboot de Quarteto Fantástico para o MCU. Segundo o canal Lords of the Long Box, o presidente da Marvel Kevin Feige pretende inserir o Homem-Aranha em um filme do ‘Quarteto Fantástico‘.

Pelo visto, o Sr. Fantástico será um novo mentor para Peter Parker após a morte de Tony Stark.

Além disso, foi dito que John Krasinski e Emily Blunt  estão sendo cotados como intérpretes de Reed Richards e Susan Storm, respectivamente.

Enquanto isso, ‘King’s Man: A Origem’, próximo filme de Vaughn, chegará aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2020.

‘Watchmen’ deve ter apenas uma temporada, segundo showrunner

Durante sua participação na New York Comic Con, Damon Lindelof, showrunner de ‘Watchmen’, sugeriu que a série deve ter apenas uma temporada.

“Essa série é como se fosse minha fanfic, só que bem cara. Os quadrinhos têm começo, meio e fim, assim como a série. Planejamos uma temporada de nove episódios.”, disse ele ao The Hollywood Reporter.

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.

Lembrando que a adaptação estreia em 20 de outubro na HBO.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

Disney proíbe exibição de comerciais da Netflix em suas emissoras

Com a chegada do streaming Disney+ cada vez mais próxima, a Casa do Mickey está começando a tomar medidas mais restritivas em relação a sua grande concorrente no ramo, Netflix.

E segundo a revista Variety, a empresa vai banir os comerciais de conteúdos originais da Netflix em suas emissoras, como a ABC, Freeform e FX. Isso significa que esses canais não mais transmitirão propagandas dos filmes e séries produzidos pela gigante do streaming.

De acordo com a publicação, a medida serve – em primeira instância – apenas para a América do Norte, onde a Disney+ estreia em breve. Além disso, uma fonte interna e sigilosa pontuou que a empresa vai permitir que os anúncios de conteúdos originais da Netflix sejam divulgados no canal ESPN.

A nova regra não será aplica unicamente na Netflix. A Disney já estaria informando as demais concorrentes do streaming que não mais exibirá comerciais de seus conteúdos exclusivos, a menos que seu relacionamento com a empresa impacte positiva e diretamente em propaganda, distribuição e na sua programação.

 

 

 

Crítica | Campo do Medo – A Versão de ‘João e Maria’ de Stephen King

Outubro é o mês do terror, e nada mais justo do que a Dona Netflix trazer já na primeira semana um longa baseado em uma história do mestre do gênero, Stephen King. A novidade é que esse ‘Campo do Medo’ é, na verdade, inspirado em um conto escrito por ele e pelo seu filho, Joe Hill (também escritor, só que mais conhecido por suas histórias de suspense). Todas essas informações são relevantes porque por mais que alguns dos elementos clássicos do “estilo Stephen King” estejam presentes, dá para sentir que nem todas as cenas se assemelham com o tipo de escolha que seus personagens fariam – e isso faz a diferença no tamanho da nossa expectativa quando optamos por ver um filme que traz em sua sinopse “baseado na obra de Stephen King”.

 

Tudo começa quando Becky (Laysla De Oliveira) e seu irmão Cal Denuth (Avery Whitted) estão dirigindo para San Diego, mas, no meio do caminho Becky se sente mal por causa da sua gravidez e pede para que Cal pare o carro. O rapaz encosta o veículo em frente a uma igreja cercada por mato alto e, tão logo eles param, ouvem a voz de um menino pedindo socorro. Indecisos sobre o que fazer, os irmãos resolvem, por fim, entrar no matagal para ajudar o garoto Tobin (Will Buie Jr.) – e aí começa o grande pesadelo deles.

O matagal é um enorme labirinto sem fim, cujas perspectivas e referências cardiais mudam espontaneamente, fazendo com que os personagens percam a noção de onde estão e tenham dificuldades para descobrir o caminho certo. Por essa perspectiva, podemos ver ‘Campo do Medo’ como uma releitura do clássico infantil ‘João e Maria’, no qual (tcharam!) dois irmãos se perdem numa floresta obscura, devem enfrentar os desafios de estarem sozinhos e tentar escapar de uma ameaça central. Por outro viés, há elementos também de ‘O Mágico de Oz’, seja no formato dos personagens (temos até um cachorro!), seja pelo desejo de voltar para casa.

 

Com uma hora e quarenta de filme, o longa de Vincenzo Natali (roteirista do bizarro ‘Cubo’) se esforça, mas oferece pouco desafio para o espectador. A bem da verdade, depois da primeira meia hora de filme a trama já parece resolvida. Talvez o formato circular e passivo não tenha sido a melhor escolha para um enredo que funcionaria bem melhor se tivesse a participação ativa do espectador. Considerando que a distribuição é da plataforma Netflix – que trouxe o inesquecível ‘Bandersnach’ – talvez o formato “escolha você o que o personagem deve fazer” fosse uma opção mais acertada, imergindo melhor o espectador naquele universo inexplicável.

 

Ainda assim, ‘Campo do Medo’ entretém a seu modo. Com pouquíssimas cenas de violência e de terror e quase nada de sangue, é uma boa opção para pessoas com pouca tolerância a cenas pesadas. Mas fica o aviso: é desses filmes com começo e fim bem estilo Stephen King, ou seja, o que importa mesmo é o desenvolvimento e as escolhas dos personagens dentro daquela situação de perigo. De resto, é um filme bem chuchu, com roteiro bacana e atuações legais dentro de um looping eterno, mas sem tempero algum.

‘Alita: Anjo de Combate’: Abaixo-assinado pedindo sequência já soma mais de 60 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões) e a narrativa não agradou a crítica, fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Mesmo assim, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 60.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.”

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

‘The King’: Drama com Timothée Chalamet abre com 74% de aprovação no RT; Confira as críticas!

The King, novo filme da Netflix estrelado por Timothée Chalamet, alcançou a considerável pontuação de 74% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com nota 6.43/10 baseada em 38 reviews (por enquanto).

Segundo o consenso geral, “enquanto [o filme] é às vezes menos do que a soma de suas impressionantes pares, uma sólida fonte de material e performances arrepiantes transformam esse drama de época em algo que vale a pena ser exaltado”.

Confira as principais críticas:

“Grande parte [do longa] é apenas sem adornos, com algumas cabeças rolando para credibilidade” – AV Club.

“É um filme inteligente, com ótimo roteiro e uma conclusão redonda para um retrato histórico superlativo” – Times (UK).

‘O Rei’ toma por certo o carisma de Chalamet, deixando-o se respaldar em uma auto-piedade tão profunda que você se pergunta por que Falstaff – ou qualquer outro – iria segui-lo” – Slate.

“A soma de suas partes individualmente competentes não acrescenta em nada” – Refinery29.

“Chalamet tem feições sensíveis e inteligentes, e sua entrega é bem pensada e intensa. Sua performance é de arrepiar” – Dog and Wolf.


Confira a sinopse oficial:

Hal (Chalamet), relutante príncipe e herdeiro do trono inglês, virou suas costas para a vida real e agora habita entre o povo. Mas quando seu tirânico pai morre, Hal é coroado o Rei Henrique V e é forçado a abraçar a vida da qual sempre fugiu. Agora, o jovem monarca deve navegar pelas políticas do palácio, pelo caos e pela guerra que seu pai deixou para trás, bem como as amarras emocionais de seu passado – incluindo o relacionamento com seu amigo mais próximo e mentor, John Falstaff (Joel Edgerton).

Robert Pattison, Ben Mendelsohn, Sean Harrin, Tom Glynn-Carney e Lily-Rose Depp completam o elenco.

David Michôd (‘Máquina de Guerra’) dirige e assina o roteiro ao lado de Edgerton. O lançamento é previsto para 2019.

 

Não se pode fugir do passado no primeiro trailer do terror ‘Dementer’; Confira!

O novo filme de terror ‘Dementer’, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

 

Chad Crawford Kinkle (‘Jug Face’) comanda e roteiriza o projeto.

Katie, uma jovem mulher determinada a fazer algo positivo com sua vida após fugir de um culto, consegue um emprego como cuidadora num centro para adultos especiais. Desesperadamente tentando seguir em frente com uma vida normal, ela é atormentada com sinais de que demônios estão atrás de Stephanie, uma mulher com Síndrome de Down que está sob seus cuidados.

Utilizando escritos de um estranho caderno, Katie cria rituais para manter o mal longe enquanto cuidade de Stephanie. Mas nada parece funcionar, e a mulher da qual é responsável está ficando doente a cada dia que passa.

Katie Groshong interpreta Katie, enquanto Stephanie Kinkle dá vida a Stephanie. Brandy EdmistonEller HallLarry Fessenden completam o elenco.

‘Dementer’ estreia nos cinemas estadunidenses no dia 10 de outubro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvante queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

‘Capitã Marvel 2’: Brie Larson não sabe quando irá reprisar o papel

Para a tristeza dos fãs, a sequência de ‘Capitã Marvel‘ não foi anunciada para a Fase 4 do MCU, e não estará chegando às telonas tão cedo, de acordo com Brie Larson.

Em entrevista com a Variety, Larson foi questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas a atriz disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista nossa crítica:

‘Gravidade’, ‘Ad Astra’ e outras Grandiosas Ficções que se passam no Espaço

O cinema é fantasia. É ficção. O interesse do homem pela ciência, pelo futuro, terminou criando um gênero próprio na sétima arte: a ficção científica. Muitas vezes confundida ou mesclada com a fantasia (vide Star Wars) ou o terror (franquia Alien), a ficção científica sempre teve com objetivo vislumbrar possibilidades, sejam elas projetar como viveremos daqui a alguns anos (apontando suas possibilidades) e até mesmo especular sobre desenvolvimento tecnológico (vide inteligências artificiais, clonagem e afins).

Durante décadas o cinema nos brindou com o desbravamento espacial. Seja em propostas psicológicas e psicodélicas (2001 – Uma Odisseia no Espaço) ou olhares do passado, através de biografias (Os Eleitos e Apollo 13).

Aproveitando o lançamento de Ad Astra: Rumo às Estrelas, drama espacial existencialista protagonizado por Brad Pitt, o CinePOP resolveu criar uma lista com 10 produções recentes que nos levam numa viagem em direção ao desconhecido da imensidão do espaço. Vem com a gente.

Ad Astra: Rumo às Estrelas (2019)

Dirigido pelo meticuloso James Gray (Z: A Cidade Perdida), este filme é muitas coisas num só, se tornando difícil defini-lo. Basicamente, uma busca interna por aceitação, Brad Pitt interpreta um exímio astronauta, que dedicou sua vida inteira ao trabalho – deixando de lado a parte afetiva que nos compõe. Ele recebe a notícia de que seu pai, em quem se espelhou a vida inteira, pode estar vivo (papel de Tommy Lee Jones), e inicia uma busca aos confins do universo para um encontro transcendental. Fora o drama, somos brindados com elementos curiosos, como viagens particulares à lua, que está colonizada e inclusive abriga conflitos armados saídos da Terra, numa sequência verdadeiramente espetacular.

Gravidade (2013)

A mesma palavra pode ser usada para definir esta obra de Alfonso Cuarón, vencedora de 7 Oscar, incluindo direção, e indicada para melhor filme e atriz (Sandra Bullock). Mais simples em sua trama e realista, este longa não se passa no futuro como o item acima, retratando um desastre espacial onde dois astronautas lutam por suas vidas em uma série de situações desesperadoras. Com apenas dois personagens o filme inteiro, a ficção de alto conceito chegou com um hype gigantesco e se tornou um dos longas mais elogiados de seu respectivo ano.

Interestelar (2014)

Com o comando do cultuado Christopher Nolan, Interestelar é a produção mais complexa da lista. Nolan se tornou um cineasta que atrai atenção dos críticos, cinéfilos e fãs devido a sua capacidade de encaixar conteúdo bastante substancial e enigmático em blockbusters, vendidos ao grande público. Com ecos de Kubrick e 2001 – Uma Odisseia no Espaço, o diretor fala sobre outras dimensões, realidades e até viagem no tempo, questões físicas bem carregadas. Mas também é um filme humano, que mostra a busca de uma filha (Jessica Chastain na fase adulta) por seu pai (Matthew McConaughey). O filme foi indicado para 5 prêmios técnicos, vencendo o de efeitos visuais. E consta como o número 32 dentre os filmes preferidos do grande público de todos os tempos.

Perdido em Marte (2015)

Já virou até piada o fato de Matt Damon precisar ser resgatado em seus filmes – e no espaço ele inclusive havia feito uma participação em Interestelar no ano anterior. Aqui, baseado num livro de muito sucesso, Damon interpreta um astronauta deixado para trás em Marte após um acidente, que precisa se virar com os conhecimentos e recursos que tem até que o resgate chegue. Mais uma vez temos Jessica Chastain num filme do gênero, aqui como uma colega astronauta do protagonista. Dirigido pelo veterano Ridley Scott, o filme é bem melhor que suas incursões recentes no universo Alien, e foi indicado para 7 Oscar, incluindo melhor filme e ator para Damon.

O Primeiro Homem (2018)

Lançado ano passado, o longa era uma das grandes promessas no Oscar deste ano, mas que infelizmente terminou passando relativamente em branco. Biografia do astronauta Neil Armostrong, o primeiro homem a pisar na lua. A expectativa veio por se tratar do mais recente trabalho do jovem cineasta Damien Chazelle, considerado menino prodígio de Hollywood, tendo assinado obras como Whiplash e La La Land. No filme, Ryan Gosling, outro ator de prestígio, vive Armostrong de forma introspectiva, mas intensa. Na época do lançamento falava-se em indicações para o diretor, filme e os atores (além de Gosling, a atriz Claire Foy, que vive sua esposa no longa) – mas suas 4 nomeações foram técnicas, incluindo a que venceu: melhores efeitos visuais.

Passageiros (2016)

Menos apreciado que os demais na lista, trata-se de um veículo para unir uma dupla verdadeiramente quente: os astros Jennifer Lawrence e Chris Pratt. Um hype semelhante ao de Gravidade girou em torno desta produção, logo em sua concepção. Aqui também tínhamos apenas dois atores durante quase toda a exibição, mas ao contrário da trama de sobrevivência do filme citado, neste o roteiro caminhou na tênue linha do mau gosto – não descendo na garganta de muitos avaliadores e fãs. Particularmente, o considero um filme subestimado, que está longe de ser tão nocivo quanto o pintam. Na trama, a bordo de um nave que é uma espécie de transatlântico espacial com o objetivo de povoar um novo planeta, a câmara de criogenia de um dos passageiros (Pratt) dá defeito e o acorda antes do tempo. O sujeito então escolhe uma passageira para lhe fazer companhia.

Vida (2017)

Com ares de Alien: O Oitavo Passageiro (1979), este longa traz um trio de atores que desperta atenção imediata do público: Ryan Reynolds, Jake Gyllenhaal e Rebecca Ferguson. O trio faz parte da equipe de astronautas em missão no espaço, que se depara com vida extraterrestre. A criatura desencadeia um processo evolutivo extremamente rápido e logo está dando trabalho dentro da estação espacial. O longa possui inúmeros momentos grandiosos de tensão, e talvez tenha seus méritos reconhecidos com o passar dos anos.

High Life (2018)

Ainda inédito no Brasil, esta ficção especial é estrelada pelo novo Batman do cinema, Robert Pattinson. Em sua carreira pós-Crepúsculo, o jovem ator se colou com diretores renomados e trabalhou em diversas produções de prestígio – como em algumas das melhores obras independentes desta década. Aqui, ele é dirigido pela francesa veterana Claire Denis, em seu filme mais ambicioso. O filme conta com a musa do país, Juliette Binoche e com cenas altamente sexuais. Na trama, um pai (Pattinson) luta contra todas as adversidades para criar sua pequena filha no isolamento de uma estação espacial.

Lucy in the Sky (2019)

Outro filme recente que ainda não chegou aos cinemas brasileiros – ou sequer em grande parte do mundo. O longa fez sua estreia no Festival de Toronto em setembro e chega neste fim de semana às salas dos EUA. Na trama, Natalie Portman é a bola da vez na pele da astronauta Lucy Cola. Após uma missão transcendental no espaço, ela volta para a Terra sem conseguir se readaptar à nossa realidade, considerando nosso planeta pequeno demais para suas experiências espaciais. O filme se concentra na relação da protagonista com a vida em nosso planeta após conhecer o universo.

Sem Gravidade… Sem Cérebro (2014)

Péssimo título brasileiro para Space Station 76 – que diminui bastante esta obra subestimada e dona de diversas qualidades. Produção independente, o filme é uma grande brincadeira com as ficções da década de 1970, e é todo criado como se realmente tivesse sido produzido na época citada. Ou seja, é o futuro, mas visto pela ótica dos anos 70, com seus painéis tecnológicos cheios de luzinhas que piscam, design retro e figurinos e penteados típicos das obras do gênero daquele período. Além desta nostalgia, o longa com forte veia cômica se comporta como um novelão espacial, contando com nomes como Liv Tyler (também presente em Ad Astra), Patrick Wilson e Matt Bomer no elenco.

Confira a lista dos serviços de Streaming que chegarão ao Brasil para concorrer com a Netflix

Estamos vivendo a era dos streamings. A Netflix é o serviço de streaming mais popular no mercado e virou referência no ramo. Sendo uma tendência em ascensão, várias plataformas novas estão chegando para disputar com a dona dos hits ‘Stranger Things’, ‘13 Reason Why’, ‘Para Todos os Garotos que já Amei’ e outros. O CinePOP separou alguns serviços de streaming que já estão disponíveis em território brasileiro e outros que chegarão em breve no mercado. Veja abaixo:

 

Apple TV+

Referência na área de tecnologia, a Apple não poderia ficar de fora. Apple TV Plus chega ao Brasil ainda este ano,  no dia 1° de novembro, custando apenas R$ 9,90 por mês. A empresa já deixou claro que além de produções licenciadas, o serviço de streaming também vai apostar em obras originais.

A série ‘The Morning Show’, estrelada por Jennifer Aniston, Reese Witherspoon e Steve Carell é um dos carros chefe ao lado de ‘See’, produção protagonizada por Jason Mamoa.

Lembrando, o plano da Apple vale para toda família e oferece 7 dias de teste gratuito.

Prime Vídeo

Disponível no Brasil desde 2016, atualmente, custando R$ 9,90 mensalmente, a Prime Vídeo já está estabelecida no mercado. O serviço de streaming conta com produções originais premiadas e queridas pelo público.

Maravilhosa Sra. Maisel’ (2017 – ), é uma série de comédia vencedora de 16 emmys. ‘The Boys’ (2019 – ) é um drama baseado nos quadrinhos homônimos e foi aclamada pelo público e crítica especializada. Além das citadas, a Prime Vídeo tem no seu catálogo outros sucessos como ‘Jack Ryan’ e ‘Homecoming’.

Atualmente, a Prime Vídeo do Brasil possui os direitos sobre das obras da Disney Company – o contrato feito pelas empresas é válido até setembro de 2020.

MUBI

Apesar de não ser muito popular aqui no Brasil, MUBI é o serviço de streaming mais famoso quando o assunto é filme cult. Com sete dias grátis para fazer teste de usuário, a mensalidade da plataforma custa R$27,90.

Um acervo repleto de filmes clássicos, premiados e independentes. Todo dia é adicionada um filme novo na plataforma, que estará disponível por 30 dias. MUBI é um serviço streaming vídeo feito especialmente para fãs de cinema.

Globo Play

A Globo Play é o serviço de streaming da emissora carioca, disponível no mercado desde 2015. Para ter acesso a todo conteúdo disponível na plataforma é preciso pagar R$19,90 por mês, tendo direito de 7 dias grátis para teste.

Os assinantes têm acesso aos programas exibidos pela Rede Globo, e também a um extenso catálogo de filmes, shows e séries originais da Globo Play. Séries populares como ‘Supernatural’, ‘The Handmaid’s Tale’, ‘The Vampire Diaries’, entre outros sucessos estão disponíveis na plataforma.

SPcine Play

Um serviço streaming feito para os fãs de produções nacionais. Spcine Play é a única plataforma pública de streaming do Brasil. Disponível em todo território brasileiro, o serviço oferece lançamentos, obras premiadas e clássicos brasileiros. E o mais legal, a Spicine Play tem conteúdos exclusivos de espetáculos e eventos culturais que agitam a cidade de São Paulo.

O Spcine Play não oferece serviço de assinatura, mas o pagamento é feito por aluguel de filme, custando cerca de R$ 3,90 por cada título.

HBO GO

Já faz algum tempo que não é necessário ter TV por assinatura para ter assistir ao conteúdo da HBO. Para ter acesso a sucessos como ‘Game Of Thrones’, ‘Chernobyl‘, ‘Big Little Lies’ e outros, é preciso pagar R$ 34,90 por mês.

Assinando HBO GO, você pode assistir as grandes estreias simultaneamente com seu lançamento.

Philos

Um streaming especializado em documentários. Uma plataforma que além dos documentários, oferece séries e espetáculos de dança e música, com conteúdo de artes plásticas, biografia, ciência e história.

Philos também dá a oportunidade de 7 dias grátis, nos 12 primeiros meses a assinatura custará R$9,90, depois a mensalidade sobe para R$14,90.

Looke

Looke é mais um serviço streaming nacional, com um grande acúmulo de títulos, mais de 14 mil produções disponíveis. Na plataforma está à disposição conteúdo da Globo, e também obras nacionais e internacionais. Lançamentos recém-saídos do cinema como ‘X-Men Fenix Negra’ (2019), ‘Homem Aranha: Longe de casa’ (2019) estão disponíveis na plataforma.

Looke tem vários planos mensais, o mais barato custa R$16,90. O serviço também oferece as opções de alugar ou comprar uma obra.

Darkflix

Plataforma brasileira, que chegou ao mercado em maio deste ano (2019). Darkflix é direcionada para fãs de filmes e séries de terror e ficção científica. Serviço de streaming idealizado por Ernani Silva, tem objetivo de dar foco para produções que não tem espaço nos grandes veículos. O Catálogo é repleto de clássicos do cinema e TV, além de títulos independentes e grandes estúdios.

Para ter acesso a títulos como ‘A Mansão Macabra’ (1976), ‘O Corcunda Do Necrotério’ (1973), ‘Godzilla Versus Mechagodzilla’ (1974), entre outros, basta fazer uma assinatura mensal pelo valor de R$9,90, no aplicativo Darkflix.

Oldflix

Outra plataforma brasileira, Oldflix é especializada em clássicos do cinema. Prestando serviço há três anos, o streaming conta com um acervo repleto de filmes e séries clássicas, como ‘A Felicidade Não Se Compra’ (1946), ‘Ladrões de Bicicletas’ (1948), ‘Um Lobisomem Americano em Londres’ (1981) e muito mais.

A Oldflix oferece experiência de sete dias grátis e seu custo mensal é de R$12,90.

Rede Telecine

Seguindo o mesmo caminho da HBO, a Rede Telecine agora oferece serviço para os não assinantes de TV por assinatura. Com um dos melhores catálogos do mercado, entre lançamentos e clássicos antigos, o serviço de streaming oferece 7 dias grátis e custa R$37,90 por mês.

Os assinantes da Rede Telecine pagam meia entrada nos cinemas das redes UCI e Kinoplex.

Disney Plus

Não satisfeita em dominar as bilheterias do cinema, a Disney vai lançar seu próprio serviço de streaming. Seu acervo vai contar com todo o conteúdo da Disney Company.

A Disney pretende ganhar assinantes mexendo com a nostalgia da galera. Apostando em obras como ‘A Dama e o Vagabundo’, ‘ High School Musical’ e séries derivadas de Star Wars e Marvel.

Disney Plus chega nos Estados Unidos, Países Baixos e Canadá, a estreia será em 12 de novembro (2019). No Brasil, o serviço de streaming está programado para chegar no segundo semestre de 2020.

‘A Viagem do Dr. Dolittle’: Filme com Robert Downey Jr. ganha pôster oficial; Confira!

O longa ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘, estrelado por Robert Downey Jr., ganhou seu primeiro pôster oficial.

Confira:

A Viagem do Dr. Dolittleconta também com Emma Thompson, Selena Gomez, Kumail Nanjiani, John Cena, Ralph Fiennes, Octavia Spencer, Rami Malek, Craig Robinson, Carmen Ejogo, Tom Holland, Marion Cotillard e Frances de la Tour.

Stephen Gaghan fica responsável pela direção, com Chris McKay Jonathan Liebesman auxiliando nas recentes refilmagens. Tom Shepherd assina o roteiro.

O longa estreia em 17 de janeiro de 2020.

O filme será baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle’, de Hugh Lofting.

‘Stranger Things’: Time de roteiristas revela as principais inspirações para a 4ª temporada

A quarta temporada de Stranger Things está chegando – e parece que o time criativo de uma das séries mais famosas da Netflix quer elevar nossas expectativas para um nível inexplicável.

Recentemente, uma das contas oficias da série postou no Twitter alguns clássicos longas-metragens que servirão de base para a jornada final dos habitantes de Hawkins, iniciando uma trend que divulgará cinco produções discutidas toda semana pela equipe de roteiristas.

Confira os cinco primeiros títulos:

Fique ligado para mais atualizações sobre o próximo ciclo!

Assista ao primeiro teaser oficial:

Assista à nossa crítica da 3ª temporada:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Zumbilândia 2’: Sobreviventes se reúnem em novo clipe divertido; Assista!

A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘A Múmia 4’ teria Antonio Banderas como vilão

De acordo com o JoBlo, a franquia ‘A Múmia‘ ganharia um 4º filme, mas os planos foram por água abaixo após a péssima bilheteria de ‘Tumba do Imperador Dragão‘, lançado em 2008.

A sequência da franquia iria acontecer na América do Sul, e a família O’Connell seria alvo de múmias da tribo Asteca, lideradas por ninguém menos que Antonio Banderas.

Infelizmente, não houve planos de seguir com a produção, e a ideia acabou sendo engavetada.

Mesmo assim, Brendan Fraser já disse que adoraria reprisar seu papel na franquia.

“Preciso dizer o quanto é difícil fazer esse filme. Tentei três vezes e o ingrediente essencial é a diversão. Você precisa lembrar de se divertir. Então, se houver uma maneira divertida de fazer isso de novo, eu toparia.”, disse ele ao Comic Book.

Lembrando que, em 2017, foi lançado um reboot de A Múmia estrelado por Tom Cruise. No entanto, o filme foi uma decepção de crítica e público.

‘Irena Sendler’: Gal Gadot irá estrelar novo drama da II Guerra Mundial

Gal Gadot, conhecida por seu papel no longa Mulher-Maravilha, vai produzir e estrelar no drama ‘Irena Sendler’. As informações são da Variety.

O projeto é baseado na vida real da heroína polonesa que salvou centenas de crianças judias durante o Holocausto. O filme será supervisionado pela Warner BrosGadot, Jaron VarsanoMarc Platt entram como produtores.

Justine Juel Gillmer fica responsável pelo roteiro.

O trabalho de Sendler tornou-se mundial e historicamente conhecido. Ela residia no gueto de Varsóvia durante a II Guerra Mundial e trabalhou com dúzias de outros voluntárias para levar as crianças para fora do país, dando-lhes identidades falsas e destinando-as a novas famílias. Ela foi presa e torturada pela Gestapo em 1943, mas nunca revelou nenhuma informação sobre as crianças.

Gadot é conhecida por seu papel-titular em Mulher-Maravilha, reprisando a personagem na aguardada sequência Mulher-Maravilha 1984’, que abre no dia 05 de junho de 2020. Ela recentemente foi elencada no mistério Morte no Nilo, sequência de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ na qual dará vida a Linnet Ridgeway-Doyle.