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Crítica | Vis a Vis – 3ª Temporada Joga Luz Na Verdadeira Protagonista: Zulema

Depois do clima tenso do último episódio da temporada anterior, em que Macarena (Maggie Civantos) quase mata Zulema (Najwa Nimri), deixando-a em coma, a expectativa era alta para o que ia acontecer nessa nova thuhnbbhh tudo hntemporada. Porém, o embate entre as duas não acontece, e isso gera bastante frustração.

A terceira temporada de ‘Vis a Vis’, na verdade, muda o rumo de tudo que foi construído até aqui e direciona a trama para um novo viés. Começa com a transferência de diversas detentas do presídio Cruz del Sur para o Cruz del Norte, dentre as quais Macarena, Cachinhos (Berta Vázquez), Saray (Alba Flores) e Sole (Maria Isabel Diaz). Já na transferência observamos uma diferença em Macarena: ela está de cara fechada, mais dura, e ali mesmo no ônibus aborda uma novata, Mercedes (Ruth Diaz), para que lhe faça o favor de esconder uma faca pra ela. Uma vez já na nova prisão, as detentas percebem que a autoridade do novo ambiente está nas mãos de um grupo de presidiárias chinesas, e que os carcereiros em Cruz del Norte são mais sombrios e corruptos.

Uma vez no novo cárcere, Macarena mede forças com as chinesas e acaba dentro da máquina de lavar, o que tira a protagonista da série até o final. Sério, ela só participa dos dois primeiros episódios, e isso é um fato um tanto quanto inédito em séries. Assim, o protagonismo passa para Zulema (que é mesmo uma personagem muito mais interessante, com seu passado sombrio), e Mercedes, que é a novata da vez. Toda a temporada centra-se, então, na triangulação dessas duas com a máfia chinesa.

Essa nova sequência de ‘Vis a Vis’ traz propostas diferentes para os espectadores, não só na alternância do protagonismo, mas também inserindo novos elementos, como uma detenta transgênero junto com as mulheres, uma senadora presa por desvio de dinheiro, o mundo da máfia chinesa (bastante presente em países como a Espanha), as artes marciais como forma de combate, e os policiais corruptos que não sofrem punição. Vale ressaltar que uma das coisas mais bacanas da série criada por Álex Pina (La Casa de Papel) e Daniel Écija é essa inserção de temáticas recorrentes do cotidiano espanhol, essa mescla de culturas imigrantes que já fazem parte da estrutura do país, como a árabe, a chinesa e a cigana.

Por outro lado, a estrutura conhecida pelos fãs permanece ali: uma morte central que vira o fio condutor dos investigadores; a equipe liderada por Castillo (Jesus Castejon), que parece nunca conseguir fazer o trabalho direito; os romances arrebatadores de Cachinhos; uma possibilidade de fuga cinematográfica; um golpe envolvendo muito dinheiro, que faz com que todas as detentas se mobilizem para ver quem consegue ficar com a bolada.

Esteticamente, também temos mudanças. Embora o amarelo do uniforme esteja lá, Macarena agora usa lápis escuro na parte de baixo dos olhos, o que endurece sem semblante, a exemplo de Zulema e Saray. De um modo geral, as detentas também emagreceram muito de uma temporada para outra e todas elas, sem exceção, embruteceram nessa nova etapa, o que demonstra que, por mais ficção que seja, o cárcere, a longo prazo, não redime nem reintegra o indivíduo, mas vai quebrando-o por dentro, de pouquinho em pouquinho, até que ele ou ela já não tenha mais nada a perder. E isso é triste.

Com menos capítulos (8, em comparação com as temporadas anteriores, que tinham 13) e menor duração (média de 45 minutos, em comparação com as outras, que tinham cerca de 1h15 de média), a sensação que se tem é que tudo se passa muito rápido e estamos vendo uma história derivada da série original, uma vez que tanta coisa mudou. Sem contar que o último episódio é de cair o queixo, e deixa o espectador confuso e ansioso para a 4ª e última temporada. Nenhuma dúvida é sanada e mais pontas soltas são lançadas na trama. Resta-nos aguardar e ver como os roteiristas vão resolver tantas tramas pendentes na série.

‘O Cristal Encantado’: Castelo Rá-Tim-Bum se junta à resistência em novo vídeo divertido

Para promover o lançamento da primeira temporada da série ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência‘ (The Dark Crystal: Age of Resistance), a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os personagens do clássico Castelo Rá-Tim-Bum.

Confira:

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

‘Midway – Batalha em Alto Mar’ ganha novo trailer EXPLOSIVO; Assista!

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado do filme ‘Midway – Batalha em Alto Mar‘.

Confira:

Dirigido por Roland Emmerich (‘O Dia Depois de Amanhã‘), o longa é baseado na Batalha de Midway, que ocorreu em 1942.

A perspectiva de soldados e aviadores que lutaram bravamente durante a Batalha de Midway, no Oceano Pacífico em junho de 1942. Através de mensagens codificadas, a Marinha Americana conseguiu identificar a localização e o horário dos ataques previstos pela Marinha Imperial Japonesa. Os danos sofridos pela frota oriental foram extremamente graves. Até hoje a disputa é considerada pelos historiadores como um dos pontos mais relevantes para o fim da Segunda Guerra Mundial.

O elenco inclui Ed Skrein, Patrick Wilson, Luke Evans, Aaron Eckhart, Nick Jonas, Mandy Moore, Dennis Quaid e Woody Harrelson.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

‘Modern Love’: Oito histórias de amor se unem no novo trailer da série; Confira!

A Amazon continua investindo em suas produções originais para TV e sua nova série de comédia romântica, intitulada ‘Modern Love‘, ganhou seu segundo trailer oficial.

Assista:


A série antológica conta com Anne Hathaway, Tina Fey, Dev Patel, John Slattery, Brandon Victor Dixon, Catherine Keener, Andy Garcia, Cristin Milioti, Olivia Cooke, Andrew Scott, Shea Whigham, Gary Carr, Sofia Boutella, John Gallagher Jr e Julia Garner no elenco. A trama é baseada em uma coluna e podcast do New York Times e a temporada terá oito episódios, de meia hora de duração cada.

O showrunner da produção, John Carney, falou sobre o novo projeto:

“É como se eu tivesse acordado em uma loja de doces de atores. Conseguimos compor um elenco com os meus atores favoritos. Isso é um testemunho do impacto da coluna original e de como, agora mais do que nunca, o amor é a única certeza.”

Sharon Horgan (‘Catastrophe‘), Emmy Rossum (‘Shameless‘) e Tom Hall (‘Sensation’) estão entre os diretores.

Modern Love‘ em 18 de outubro na plataforma de streaming Prime Video.

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld anuncia nova música original para a série

A atriz e cantora Hailee Steinfeld anunciou hoje (15) que vai lançar um novo single promocional para a série Dickinson, na qual vive a personagem homônima. Intitulada “Afterlife”, a música será divulgada no dia 19 de setembro.

“Esta é uma música da qual tenho muito orgulho, e acho que depois de encarnar essa personagem, passei a ter uma abordgem mais destemida quanto às minhas composições”, ela disse durante o Festival de Tribeca.

Confira o trailer oficial:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

‘Charmed’: 2ª temporada ganha pôster oficial; Confira!

The CW divulgou o novo pôster oficial da 2ª temporada de Charmed.

Confira:

A emissora também revelou alguns detalhes do próximo ciclo. Segundo o site TV Line, a filha do vilão Alastair Caine (Craig Parker) será introduzida nos novos episódios e buscará por vingança. Ela estará acompanhada da “sexualmente fluida bruxa Kat, bem como um instrutor de boxing intitulado Jordan”, que também farão seu début no show.

Ainda não se sabe quem dará vida aos novos personagens.

A atual showrunner do projeto, Carter Covington, disse adeus à equipe e será substituída pelo casal formado por Liz KrugerCraig Shapiro – ambos estão em negociações finais para fornecer ao show uma nova perspectiva criativa.

Segundo o site Deadline, a saída de Covington permitirá que a série se afaste do foco dinâmico que permeou toda a primeira temporada e mergulhe em narrativas mais sobrenaturais. Kruger e Shapiro são conhecidos por seu trabalho em SalvationExtant, essa última em colaboração com a atriz e produtora Halle Berry.

Protagonizada por Melonie DiazSarah Jeffery e MantockCharmed gira em torno de três irmãs que descobrem que são bruxas após a morte da mãe. O show é um reboot da clássica produção transmitida entre 1998 e 2006.

‘Supernatural’: Dean, Sam e Castiel nas novas fotos da 15ª temporada; Veja!

A 15ª e última temporada da série Supernatural ganhou onze fotos originais estampando os protagonistas Dean, Sam e Castiel.

Confira, junto ao trailer oficial:

O novo ciclo do show tem lançamento marcado para quinta-feira, 10 de outubro.

Confira a sinopse do novo ano:

“A jornada épica dos irmãos Winchester chegará ao fim quando Supernatural iniciar sua temporada final. Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final da 14ª temporada, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas….”.

Vale lembrar queSupernatural estreou no canal Warner Bros. em 2005, entregando ao público os múltiplos contos de terror protagonizados por Sam e Dean Winchester, nos quais lutavam contra demônios, monstros e fantasmas.

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘No Good Nick’: Série com Melissa Joan Hart e Sean Astin é cancelada após uma temporada

Netflix cancelou outra de suas séries originais: segundo a Variety, a plataforma resolveu encerrar a dramédia No Good Nick após uma temporada.

O primeiro e único ciclo havia sido dividido em duas partes e trouxe como protagonistas Melissa Joan Hart Sean Astin.

Assista ao trailer oficial:

A comédia dramática girou em torno de Nicole (Siena Agudong), uma garota de 13 anos que tenta se infiltrar em uma família que ela julga ter arruinado sua vida. No entanto, conforme ela começa a conhecê-los, sua percepção começa a mudar, levando-na a um grande conflito. Será que vale a pena continuar com o plano de vingança?

A série foi criada por David H. Steinberg e Keetgi Kogan e estreou no serviço no dia 15 de abril deste ano.

‘As Golpistas’ surpreende e se torna a MAIOR estreia da carreira da Jennifer Lopez

Sucesso! O longa ‘As Golpistas‘ (Hustlers) surpreendeu nas bilheterias norte-americanas. Superando as projeções, o filme arrecadou ótimos US$ 33.2 milhões em seu primeiro final de semana.

Essa é a melhor estreia da carreira da Jennifer Lopez, superando a abertura da comédia ‘A Sogra‘ (US$ 23.1m), em 2005. Além disso, ‘As Golpistas‘ também quebrou recorde de estreia da distribuidora STXfilms, superando ‘Perfeita é a Mãe!‘ (US$ 23.8m).

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 4.4 milhões, elevando sua estreia global a US$ 37.6 milhões.

Vale lembrar que a produção foi aclamada pelos críticos, conquistando incríveis 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. Muitos, inclusive, estão apostando em possíveis indicações para a Jennifer Lopez nas principais premiações.

Confira os trechos das críticas:

“Lopez apresenta sua performance mais eletrizante nas telonas desde ‘Irresistível Paixão’, chamando atenção desde o momento em que entra no palco iluminado por neon em uma roupa de strass.” (Los Angeles Times)

“É engraçado, empoderador, sexy, emocionante e um pouco assustador, e muitas dessas qualidades vêm da performance poderosa da Jennifer Lopez, que genuinamente merece atenção das premiações.” (IndieWire)

“Sai da frente ‘O Lobo de Wall Street’, essas mulheres pode ser tão malvadas quanto os caras – definitivamente são mais charmosas – nesse filme com uma performance arrasadora da Jennifer Lopez.” (Splash Report)

“‘As Golpistas’ foca em mulheres de um clube de strip-tease, mas o fogo ruge alto o suficiente para transcender este mundo e acordar o espectador em qualquer outra situação que possa sentir uma raiva semelhante.” (Culture Whisper)

“Um filme extremamente divertido, que é deslumbrante, engraçado e surpreendentemente emocionante.” (The List)

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ ultrapassa a marca dos US$ 300 milhões mundialmente

Pennywise continua mais forte do que nunca! Em menos de duas semanas, o terror ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 153.8 milhões. No mercado internacional, são US$ 169.5 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou US$ 323.3 milhões mundialmente.

Juntos, os dois filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações 

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Elenco adulto fala sobre a construção de seus personagens 

[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

Pokémon | Ash ganhou a Liga Pokémon!

Iniciada em 1995, a franquia Pokémon se tornou um verdadeiro fenômeno mundial. A marca rende videogames, jogos de carta, mangás, live-action e milhares de produtos licenciados anualmente. E muito dessa força vem da animação, que conquista crianças novas a cada geração e conta com o carinho de muitos fãs que a acompanharam no início, lá nos anos 90.

Estrelada pelo jovem Ash Ketchum, treinador da cidade de Pallet, a animação acompanha a jornada do menino rumo ao seu sonho máximo: virar um Mestre Pokémon. Acompanhado de seu inseparável Pikachu, Ash faz amigos ao longo das viagens pelo mundo e eles o seguem na tentativa de vê-lo conseguir o sucesso. No universo Pokémon, o passo básico para alguém ser considerado um Mestre é vencer a Liga Pokémon. Um torneio que reúne os melhores treinadores em duelos até a grande final. O modelo de classificação é simples: Cada região tem seus Ginásios, que são arenas – ao melhor estilo estádio de futebol – comandadas pelos melhores treinadores das cidades. Se o treinador aspirante à Liga vencer um número X de líderes de Ginásio, estará apto a participar da Liga.

Ash em sua primeira derrota na Liga Pokémon

O problema é que Ash sempre bateu na trave, apesar de fazer batalhas memoráveis. Agora, 22 anos depois, o garoto de Pallet enfim conquistou a Liga Pokémon, lá na distante região de Alola. Sua primeira Liga foi disputada em Kanto. Nessa situação, Ash caiu nas Oitavas de Final. Em Johto, Hoenn e Unova, o menino caiu nas Quartas de Final. Na região de Sinnoh, Ash caiu nas Semifinais e Kalos, talvez a mais frustrante de todas as derrotas, ele foi Vice-Campeão.

Ash e o elenco Campeão Carioc… da Liga Laranja

 

Muita gente fica confusa com algumas vitórias de Ash, como nas vezes em que ele foi Campeão da Liga Laranja e da Batalha da Fronteira. Acontece que mesmo sendo ligas até com grande espaço na série, com batalhas incríveis, como o duelo histórico entre o Charizard de Ash e Articuno, pokémon Lendário de gelo pela Batalha da Fronteira, elas não possuem o mesmo peso da Liga Pokémon. É como se a Liga Laranja fosse o Campeonato Carioca, a Batalha da Fronteira fosse o Torneio Rio-São Paulo e a Liga Pokémon fosse o Brasileirão.

Com a vitória de Ash e os pedidos incessantes de muitos fãs pela volta da Região de Kanto, começa a surgir na internet o rumor de que a série animada de Pokémon possa sofrer um Reboot. Vamos aguardar.

Nos cinemas, Detetive Pikachu fez bonito nas críticas e nas bilheterias e parece ter viabilizado a existência de um Universo Live-Action de Pokémon nas telonas. Você gostaria de ver um filme sobre a jornada de Ash? Diga nos comentários!

 

‘Marianne’: Série de TERROR da Netflix está ATERRORIZANDO as pessoas

A Netflix lançou a série de terror ‘Marianne‘ na sexta-feira, 13, e o público já está reagindo à primeira temporada.

Várias pessoas maratonaram os episódios e estão postando suas reações aterrorizadas no Twitter. Pelo visto, a série é bastante assustadora e possui um Plot Twist matador.

Crítica | Marianne – Série de terror da Netflix é assustadora 

Confira algumas reações:

Ao descobrir que suas histórias aterrorizantes estão se tornando reais, uma escritora retorna à sua cidade natal para enfrentar os demônios do passado que inspiram seus livros.

A série será lançada na plataforma no dia 13 de setembro.

‘X-Men’: Joss Whedon é o preferido para dirigir o reboot

Com os direitos revertidos para a Marvel após a compra da Fox pela Disney, os ‘X-Men‘ voltaram para a casa e em breve vão estrear no MCU.

Kevin Feige confirmou que já está trabalhando no reboot durante o anúncio da Fase 4 na Comic-Con em julho.

Agora, o CosmicBookNews revelou que o estúdio está de olho em Joss Whedon para roteirizar e dirigir o primeiro filme dos ‘X-Men‘.

Whedon não trabalha com o estúdio desde ‘Vingadores: Era de Ultron‘, em 2015, quando ele assinou com a DC para finalizar ‘Liga da Justiça‘.

Vale lembrar que Whedon tem uma longa história com os X-Men, tendo inclusive escrito a série de quadrinhos ‘Astonishing X-Men‘ no início dos anos 2000.

Por enquanto, encare como rumor.

 Bryan Cranston, de ‘Breaking Bad‘, é o preferido para interpretar Charles Xavier. Para viver o Magneto, a Marvel tem Denzel Washington como o preferido para o papel.

O estúdio planeja trazer astros negros ou de diferentes etnias para interpretar alguns dos principais personagens do estúdio.

Lembrando que Kevin Feige disse que a representatividade em torno do MCU irá se expandir nos próximos filmes.

“O mundo é assim e esse é o futuro. Nosso estúdio irá explorar representatividades, porque traz histórias melhores. Quanto mais diversificado o grupo de pessoas no elenco, melhores serão as histórias.”, disse ele ao The Wrap.

Mesmo assim, a informação sobre os ‘X-Men‘ não foi confirmada pelo estúdio, então considere como rumor.

‘Coringa’ ganha novas imagens

Coringa‘ teve novas imagens divulgadas.

Confira:

Novas críticas de ‘Coringa‘ foram adicionadas ao Rotten Tomatoes, fazendo a pontuação do filme cair de 87% para 78% nas últimas 12 horas.

A queda nas avaliações aconteceu após críticos afirmarem que o filme ‘incentiva a violência gratuita’ e ‘cultua o senso de vingança dos nerds’.

Uma crítica da New York Magazine diz:

“Como Hannah Arendt viu a banalidade no suposto mal do nazista Adolf Eichmann, vejo em ‘Coringa‘ uma tentativa de elevar a vingança nerd ao plano do mito. Isso é assustador de diversas maneiras. “

Lembrando que Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Joaquin Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

 

Macaco ataca Brad Pitt em clipe de ‘Ad Astra – Rumo às Estrelas’

A ficção científica ‘Ad Astra: Rumo às Estrelas‘, estrelada por Brad Pitt, ganhou um novo clipe.

Assista:

O filme abriu com uma alta pontuação no agregador de reviews Rotten Tomatoes.

O longa, que está sendo chamado de uma “odisseia otimista” e “uma jornada interior intelectualmente sofisticada”, conquistou a marca de 84% de aprovação no site, com nota 7.92/10 baseada em 31 críticas (até o momento).

O consenso geral diz que “[O filme] encarna uma jornada visualmente arrepiante através da vastidão do espaço, enquanto cria uma ambiciosa jornada entre pais e filhos”.

Confira algumas avaliações:

“Essa é uma narrativa avulsa e mítica; quanto mais expansiva sua visão se torna, mais voltado para o interior seu foco se torna. Mesmo com uma narrativa linear que nunca diminui a velocidade, uma sequência de perseguições que parece a Estrada da Fúria na lua e uma visão suspensa da galáxia que abre espaço para inúmeras surpresas inesperadas (cuidado com as marcas de garras dentro de uma nave espacial aparentemente abandonada), Ad Astra ainda é uma das odisseias mais ruminativas, retraídas e curiosamente otimistas deste lado do Solaris. É também uma dos melhores”. – David Ehrlich (IndieWire)

“Por mais potente que seja essa premissa, com sua dinâmica de Marlow-Kurtz entre o filho narrador e o pai fora da grade que ele presumiu estar morto há muito tempo, ela se desenrola de uma maneira que facilita mais a admiração do que o arrebatamento total da audiência. Talvez porque os tropos de gênero de Ad Astra, por mais impressionantes que sejam, também são familiares – um pouco de Gravidade aqui, os inevitáveis ​​acenos de 2001: Uma Odisséia no Espaço por lá. Essa saga episódica parece arrancada por eles, em vez de habitar totalmente o terreno. Indo de uma provação homérica para outra, o filme pode ser teimosamente sem envolvimento”. – Sheri Linden (The Hollywood Reporter)

“Em Ad Astra, Apocalypse Now é o quadro em que Gray está pendurado … outro quadro. Ainda estamos falando sobre  Apocalypse Now, 40 anos depois, mas não tenho certeza de que falaremos sobre Ad Astra em quatro semanas… o que ajudaria mais seria se o filme tivesse um fator uau genuíno gravado em sua ficção científica retrô. Espero que James Gray, como diretor, continue a explorar mundos desconhecidos, mas mesmo o seu culto de fãs pode achar difícil ficar muito empolgado com um filme que, por trás de suas aparências espaciais, é convencional. ” – Owen Gleiberman (Variety)

“Assim como o último filme de Gray, A Cidade Perdida de Z, Ad Astra pode parecer um conto de aventura tradicional, mas, na realidade, é uma jornada interior intelectualmente sofisticada e meticulosamente trabalhada, na qual um homem solitário luta com seus demônios. Para ter certeza, há uma familiaridade com essa configuração do Heart Of Darkness – e a voz sussurrada de Roy geralmente acrescenta outro nível de convencionalidade. Mas, apesar dessas limitações – e do fato de [Liv] Tyler ser relegada a um papel esquelético de Amante desapontada -, este filme cativante se aprofunda nos temas de pai e filho”. -Tim Grierson (Screen Daily)

“Emocionalmente, o filme opera em uma área cinzenta clássica, com redemoinhos quase imperceptíveis que se transformam em uma poderosa chave existencial. Tudo isso, deve-se dizer, repousa sobre os ombros de Pitt – que parecem ombros muito diferentes, de alguma forma, daqueles que se arrastaram de maneira tão atraente em Era Uma Vez em Hollywood. Seu desempenho aqui é tão emocionante e intimidador quanto seu trabalho para Tarantino foi espirituoso e amplo – é o verdadeiro estrelato do cinema e preenche uma tela do tamanho de um sistema estelar”. – Robbie Collin (The Telegraph)

“O último longa-metragem de Gray, o deslumbrante e triste drama de exploração A Cidade Perdida de Z, exibia obras de arte igualmente impressionantes. Mas em Ad Astra, Gray é capaz de trabalhar em uma escala muito maior. Claro, muitas das estéticas do filme lembram outras aventuras sombrias no espaço – mas Gray afirma sua própria voz, sua própria perspectiva. Gray está cutucando algo como Roy McBride, arranhando o uivo do universo para ver o que está fazendo barulho”. – Richard Lawson (Vanity Fair)

“Existencial, mas também íntimo, Ad Astra é uma exploração impressionante e sensível do espaço deixado por um pai ausente – e o vazio infinito do espaço real”. – John Nugent (Empire)

“Este filme é brilhantemente escolhido por Douglas Aibel (‘Depois do Casamento’), com Jones apresentando uma de suas melhores performances em anos como um homem tão completamente desalojado da realidade que considera um abismo sobrenatural como seu verdadeiro lar. Ele é implacável, melancólico e aterrorizante ao mesmo tempo”. – Candice Frederick (The Wrap)

Dirigido por James Gray (‘Z: A Cidade Perdida‘), o título original do filme significa “para as estrelas” em latim.

Roy McBride (Pitt) viaja para os limites do sistema solar para encontrar seu pai desaparecido e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. Sua jornada revelará segredos que desafiam a natureza da existência humana e nosso lugar no cosmos.

O elenco ainda conta com Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler e Donald Sutherland.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de setembro.

‘Capitã Marvel 2’ deve chegar aos cinemas apenas em 2023

Capitã Marvel‘ se tornou um grande sucesso nas bilheterias e ultrapassou a marca do US$ 1 bilhão, surpreendendo o estúdio.

Os fãs ficaram surpresos ao descobrir que a sequência não está na Fase 4 do estúdio, mas o filme aparentemente já tem data de estreia.

Segundo o WGTC, a sequência está programada para ser lançada em 2023. É o mesmo ano em que o estúdio lançará ‘Blade‘, estrelado por Mahershala Ali.

Rumores indicam que ‘Capitã Marvel 2‘ deve introduzir a ‘Invasão Secreta’ da Terra pelos Kree, não pelos Skrulls.

Capitã Marvel‘ contou com uma grande reviravolta e fez dos Skrulls os mocinhos, e não os vilões que os Kree tanto pregavam. No entanto, essa ideia levantou algumas questões de como o MCU poderia adaptar o arco mais famoso do Skrull, a ‘Invasão Secreta’.

A sequência será ambientada nos dias atuais e, em geral, será uma trama cósmica, mas com algumas tomadas na Terra, mostrando como os Kree estão tentando conquistar o planeta.

Teorias sobre o assunto já haviam surgido depois de uma cena deletada de Homem-Aranha: Longe de Casa em que Nick Fury menciona que existem células adormecidas de Kree na Terra.

Mas como nada foi informado oficialmente, pode se tratar apenas de um rumor.

Crítica | Peterloo – A história por trás do massacre

A última derrota de Napoleão (antes de seu exílio final na Ilha de Santa Helena) se deu próximo a Waterloo (o que hoje em dia é território Belga). A ruína do imperador francês aconteceu com o auxílio de uma força militar inglesa liderada pelo Duque de Wellington, no ano de 1815. Apesar da vitória, tanto os soldados sobreviventes da batalha quanto a população de partes do território da coroa britânica sofreu, após Waterloo, de diversas mazelas.

O povo inglês sofria por fome e abusos como redução salarial e desemprego, à medida que o trabalho nas tecelagens se mantinha a todo vapor (e com todas as péssimas condições de trabalho, que conhecemos). O preço do trigo barato outrora importado pelo reino unido passou a sofrer duras tarifações no intuito de fortalecer a produção interna. No entanto, essa medida, conhecida como “leis dos cereais” (que duraram de 1815 até 1846) levaram a população proletária a uma condição alarmante de fome e pobreza. Levando o povo, ainda sobre o efeito da revolução popular francesa, a ir às ruas em busca de direitos básicos. Em busca do Sufrágio, do poder popular através do voto.

Como visto no longa-metragem de Pierre Scholler  “A Revolução em Paris”, a luta em solo francês mobilizou o povo e, em decorrência impeliu seus representantes a depor o então Rei Luis XVI, e condená-lo à forca. A força popular vista na revolução Francesa teve um fim bem diferente e trágico no caso do conhecido “massacre de Peterloo”, retratado no filme do diretor Mike Leigh. A batalha de Peterloo encerra a narrativa poeticamente construída no longa, mostrando que na história mundial, a humanidade dos indivíduos de menor poder se perde diante da pesada mão de ferro da lei. Lei esta moldada estritamente para os interesses da monarquia.

O filme propõe uma imersão na conturbada atmosfera do noroeste inglês, em Manchester, mais especificamente em St. Peter’s Field. Após a batalha de Watherloo, com a nomeação de uma liderança omissa para a região, a população se via refém de juízes tiranos (e sanguinários), que deliberavam sem grandes comprometimentos com a justiça em seu sentido mais puro. E também de uma força policial truculenta e sedenta pelo fim das agitações populares. O medo da perda do poder, seja por parte dos magistrados ou por parte da coroa britânica, promoveu um dos episódios de repressão popular mais cruéis da história inglesa. Onde uma população desarmada (leia-se: homens, mulheres e CRIANÇAS), foram brutalmente reprimidos, em uma tarde que findou com alguns mortos e muitos feridos (novamente, estamos falando também de crianças).

Alguns pontos fortes da produção são o figurino, a direção de arte e a cenografia. Um aspecto que chama atenção para o cuidado com a caracterização está nos dentes dos personagens (esse é um ponto que sempre me chama muita atenção). Em pleno século XIX o que se espera, ao retratar uma população miserável, é que a dentição corresponda à realidade da época. E o trabalho da equipe de maquiagem do longa não só contempla essa estética, como apresenta “diferentes tipos de dentes” que variam de acordo com a classe e posição social dos personagens. Isso pode parecer besteira, mas denota um cuidado singular à produção. Para além disso, as vestes utilizadas para a fria locação do noroeste inglês também evidencia as condições de vida das esferas sociais representadas. Elogios devem ir para Jacqueline Durran (figurino).

A direção de arte de Jane Brodier e a Cenografia de Charoltte Dirickx também são muito felizes ao trazer à tela diferenças gritantes entre as locações de St. Peter’s Field e da tão importante Londres. As construções, as paisagens e cenários explicitam as diferentes condições de vida de um reino decadente. E, ao retratar Manchester, trazem ao público um misto de beleza bucólica com angústia pela pobreza e as mazelas do período (que incluíam, para além da fome, epidemias e mortalidade elevada).

Essa atmosfera também se reforça pela película, que traz a sensação de filme antigo colorido posteriormente. O elenco (e seu belíssimo sotaque) traz a cena um trabalho bonito dentro do lento ritmo do filme. Sem destaques, mas sendo um conjunto coeso de elenco bem preparado.

A narrativa do longa-metragem é arrastada. Apresenta de maneira lenta os principais atores envolvidos no evento principal da trama, mostrando a organização paulatina, junto a crescente insatisfação popular. Os diálogos são muito elucidativos, e mostram uma população, apesar de muito pobre, muito lúcida frente à própria condição. No entanto, não se desenrola de maneira envolvente a ponto de trazer uma identificação profunda do público com os personagens, fazendo com que o filme seja de fato cansativo ao expectador. No entanto, é uma proposta interessante de trazer às telas uma história tão emblemática e não tão ventilada, como outras tantas batalhas ocorridas nos séculos XVIII e XIX. Para os amantes de filmes históricos, que se interessam por entender o pano de fundo dos acontecimentos que marcaram a caminhada da sociedade ocidental, é uma boa opção.

Crítica de Álbum | ‘Charli’ é uma obra evocativa e puramente vanguardista

Se você tem em mente que o gênero pop já nos ofereceu tudo o que tinha para oferecer, então definitivamente não vem acompanhando o trabalho da cantora britânica Charli XCX. Ganhando notoriedade após participar da música “Fancy”, de Iggy Azalea, e de ter escrito a música-tema do drama A Culpa é das Estrelas, ela apostou em um suis-generis diferente de tudo o que os grandes nomes já haviam apresentado e seguindo os passos vanguardistas de divas como Lady Gaga, Madonna e Kylie Minogue. E foi em meio a lançamento de EPs e mixtapes que Charli encontrou uma poderosa voz e uma habilidade incrível de fugir do esperado – coisa que talvez apareça muito mais em seu terceiro álbum de estúdio homônimo que em qualquer outra obra que tenha lançado.

É um fato dizer que a lead singer iniciou sua carreira ainda nova e, desde então, vem trilhando um caminho de pura glória. E mesmo que alcance esse patamar sem prometer e sem se valer de convencionalismos mercadológicos, Charli consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa que essa nova jornada abra com “Next Level Charli, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

Talvez algo que possa assustar os ouvintes seja a quantidade imensurável de participações especiais. É claro que ela maneja com habilidade ímpar o equilíbrio entre sua voz e seus convidados, criando, em grande parte, tracks inovadoras, extremamente originais e que drenam de cada uma das vozes secundárias suas características únicas. É nesse fértil e convidativo território que temos a presença da icônica Lizzo em “Blame It On Your Love” que, ainda não tenha o mesmo respiro renovador que as outras faixas por se respaldar em uma progressão conhecida – a ballad, em tempo mais enérgico do que o precedido, mergulha nos estilos eletrônicos que oscilam desde o beat-drop até o refrão puramente instrumental. Troye Sivan, que trabalhou no final do ano passado com a cantora em “1999”, marca presença não apenas nessa canção, como volta um século mais tarde para futurista e quase distópica “2099”.

Seu avant-pop não se restringe apenas ao que poderíamos esperar, mas expande-se para uma deliciosa batida mais dark, minimalista e retumbante em iterações como “Gone”, uma das poucas em que reflete sua envolvente performance-solo. Essa ambiência mais obscura também aparece na track seguinte, “Cross You Out”, cujas dissonâncias entram em proposital conflito com as variações vocais – em especial o incrível falsetto que ela nos apresenta. Como se não bastasse, Sky Ferreira divide os holofotes com Charli em uma congruência melódica apaixonante.

O álbum aproveita seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade (respaldando com sutileza quase indecifrável no trap) – e ganha uma complexidade interessante ao entregar versos como “como uma Mercedes branca, sempre correndo muito rápido” dentro de uma atmosfera mais recuada.

Em suas revoluções estéticas, Charli brinca com uma inebriante sinestesia – sem deixar que os chocantes esforços caiam numa monotonia soporífera. Na verdade, ela mostra seu apreço pelo gênero eletrônico, aumentando nossas expectativas em um arco musical que quebra quaisquer expectativas pré-determinadas, permitindo que encontremos uma contraditória fluidez entre as estrofes de “Silver Cross” ou a paradoxal unidimensionalidade de “Official”. Em outras tentativas, entretanto, a artista busca por algo que nunca consegue achar, como é o caso de “I Don’t Wanna Know” e suas declamações românticas e fragmentárias.

Pabllo Vittar também retorna em mais uma parceria com XCX em “Shake It” – e isso não é tudo: se “Flash Pose” funcionou como uma cópia de qualquer outra música ballroom da comunidade drag queen norte-americana, a track em questão é diferente de tudo que já ouvimos antes: o riff-off mistura o pop experimental com a transgressora explosão do synth-electro ao mesmo tempo que se rende a um engrandecedor rap que nos conquista do começo ao fim.

Charli é um álbum totalmente experimental que, diferente de outras produções que morrem na praia e insurgem com esquecíveis boas intenções, alcança sucesso em praticamente tudo a que se propõe. A sonoridade avant-garde faz uso quase redundante de sua significação redundante e reafirma a importância de Charli XCX para um gênero que já sofreu muito por suas saturações e excessos – e, no caso, até mesmo as demasias são compreensíveis nas vigorosas quinze faixas.

Nota por faixa:

  • Next Level Charli – 4,5/5
  • Gone – 5/5
  • Cross You Out (feat. Sky Ferreira) – 5/5
  • 1999 (with Troye Sivan) – 4/5
  • Click (feat. Kim Petras and Tommy Cash) – 4,5/5
  • Warm (feat. HAIM) – 5/5
  • Thoughts – 4/5
  • Blame It on Your Love (feat. Lizzo) – 4,5/5
  • White Mercedes – 5/5
  • Silver Cross – 4,5/5
  • I Don’t Wanna Know – 2,5/5
  • Official – 4,5/5
  • Shake It (feat. Big Freedia, cupcakKe, Brooke Candy and Pabllo Vittar) – 5/5
  • February 2017 (feat. Clairo and Yaeji) – 3/5
  • 2099 (feat. Troye Sivan) – 4/5

‘Capitã Marvel 2’ terá super-herói gay!

A Marvel se comprometeu a trabalhar em uma melhor representação LGBTQ+ no MCU daqui para frente… e eles estão cumprindo. Após ‘Vingadores: Ultimato‘ trazer o primeiro personagem abertamente gay, teremos muitos outros personagens gays no futuro.

Além de um herói LGBT já confirmado em ‘Os Eternos‘ e da Valquíria, mais um personagem foi confirmado.

Segundo o We Got This Covered, ‘Capitã Marvel 2‘ vai introduzir outro super-herói LGBTQ+ na forma do Hulkling. Apesar de seu nome, Hulkling não é realmente um parente de Bruce Banner ou vítima de radiação gama, mas um adolescente heroico Skrull.

Os personagens recentemente sofreram polêmica após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, proibir a venda da hq ‘Vingadores: A Cruzada das Crianças‘, por conta de um romance gay entre os super-heróis.

Quando o Rapaz de Ferro adquiriu informações sobre os novos e futuros heróis, Hulkling foi um dos primeiros a aparecer. Ele o recrutou e a primeira vista, ele parecia um mutante com a capacidade de se transformar num Hulk mais jovem. Eles se reuniram junto com Wiccano e Patriota e formaram o grupo conhecido como Jovens Vingadores.

Veja a foto do personagem:

Wiccano and Hulkling

Rumores indicam que ‘Capitã Marvel 2‘ deve introduzir a ‘Invasão Secreta’ da Terra pelos Kree, não pelos Skrulls.

Capitã Marvel‘ contou com uma grande reviravolta e fez dos Skrulls os mocinhos, e não os vilões que os Kree tanto pregavam. No entanto, essa ideia levantou algumas questões de como o MCU poderia adaptar o arco mais famoso do Skrull, a ‘Invasão Secreta’.

A sequência será ambientada nos dias atuais e, em geral, será uma trama cósmica, mas com algumas tomadas na Terra, mostrando como os Kree estão tentando conquistar o planeta.

Teorias sobre o assunto já haviam surgido depois de uma cena deletada de Homem-Aranha: Longe de Casa em que Nick Fury menciona que existem células adormecidas de Kree na Terra.

Mas como nada foi informado oficialmente, pode se tratar apenas de um rumor.

‘X-Men’: Ator de ‘Breaking Bad’ é o preferido para viver o Professor Xavier

Segundo o WGTC, a Marvel já tem um ator em mente para interpretar Charles Xavier no reboot de ‘X-Men‘ no MCU..

O estúdio está cotando Bryan Cranston, de ‘Breaking Bad‘, para viver o personagem e o líder dos X-Men.

As negociações ainda não começaram, mas fontes revelam que o estúdio já tem o elenco em mente.

Bryan Cranston, de ‘Breaking Bad

Para viver o Magneto, a Marvel tem Denzel Washington como o preferido para o papel.

O estúdio planeja trazer astros negros ou de diferentes etnias para interpretar alguns dos principais personagens do estúdio.

Lembrando que Kevin Feige disse que a representatividade em torno do MCU irá se expandir nos próximos filmes.

“O mundo é assim e esse é o futuro. Nosso estúdio irá explorar representatividades, porque traz histórias melhores. Quanto mais diversificado o grupo de pessoas no elenco, melhores serão as histórias.”, disse ele ao The Wrap.

Mesmo assim, a informação sobre os ‘X-Men‘ não foi confirmada pelo estúdio, então considere como rumor.