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‘Doutor Sono’: Assista ao novo trailer da sequência de ‘O Iluminado’

Doutor Sono‘, a sequência da clássica adaptação ‘O Iluminado‘, ganhou seu novo trailer.

Assista:

Dirigido por Mike Flanagan (‘Jogo Perigoso‘ e ‘A Maldição da Residência Hill‘), o longa é baseado no livro homônimo de Stephen King, além de ser uma sequência direta do filme ‘O Iluminado‘.

Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.

O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca FergusonJocelin DonahueZahn McClarnon, Emily Alyn Lind e Jacob Tremblay.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

‘Viúva Negra’: Saiba quando o primeiro trailer deve ser lançcado

De acordo com o We Got This Covered, o trailer de ‘Viúva Negra‘ deve ser lançado ainda este ano, em 14 de dezembro.

A Marvel ainda não confirmou a informação, mas levando em conta que o filme estreia em maio de 2020, dezembro é uma ótima época para aumentar a expectativa dos fãs.

Lembrando que o estúdio costuma divulgar os primeiros trailers das adaptações com pelo menos seis meses de antecedência.

RUMOR: Black Widow (2020) Official Trailer on 14th December. from r/MarvelStudiosSpoilers

Confira a descrição do teaser exibido durante a San Diego Comic Con e divulgado pelo Comic Book:

O teaser começa com flashbacks de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Corta para cenas de ‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Ela narra e diz que pegou Os Vingadores se tornaram sua família após tantas tragédias. Ela cometeu erros. Ela traiu Tony parando o Pantera Negra. O logotipo da Marvel Studios é reproduzido.

BUDAPESTE. Ela entra em uma escada em espiral, entrando em uma sala com uma arma. “Eu sei que você sabe que eu estou aqui fora”, ela diz. “Vamos conversar como adultos?”. Ela fica cara a cara com a personagem de Florence Pugh , Yelena Belova. Elas  começam a lutar e destroem uma cozinha. A Viúva Negra tenta segurá-la e amordaçá-la com uma toalha, mas acaba sendo jogada. Armários são destruídos. Ela pega uma Faca. A cena lembra o Soldado Invernal aparecendo em Capitão América: O Soldado Invernal. Uma magnífica luta segue na sala de estar enquanto as mulheres acabam tentando se estrangular com uma cortina. Corta. Natasha liga para sua irmã e eles tomam uma bebida. Corta para perseguições de motocicleta. Lutas de arma. Correndo pelas ruas. Pulando pelas janelas. “Eu fiquei devendo em minhas missões. Eu gostaria de acabar com isso.”, ela diz. O chefe de missões, com um escudo e uma máscara, tira fotos dela. O logotipo é reproduzido.

Lembrando que a história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.

Dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘), Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scralett Johansson e Rachel Weisz, o elenco conta com David Harbour e O-T Fagbenle.

Confira o logo:

 

‘Entre Facas e Segredos’: Primeiras reações aclamam novo filme de Rian Johnson; Confira!

‘Entre Facas e Segredos’ teve sua primeira exibição durante o Festival de Toronto deste ano – e as primeiras reações ao filme já apareceram nas redes sociais aclamando o novo projeto de Rian Johnson.

Confira os principais comentários:

“Absolutamente amei ‘Entre Facas e Segredos’. [O filme] não apenas tem um roteiro fantástico, [sic] mas o elenco inteiro é perfeito. Tente não procurar as reviravoltas antes de vê-lo e você terá uma experiência incrível”.

“Honestamente, nunca antes ouvi um público gritar com absoluto deleite do modo que fizeram hoje por ‘Entre Facas e Segredos’“.

“[O filme] talvez seja a coisa mais engraçada que assisti no ano. Uma explosão incrivelmente bem construída do começo até o fim”.

‘Entre Facas e Segredos’ contem a frase ‘eu li um tweet sobre um artigo do New Yorker sobre você’, então é automaticamente o filme mais engraçado do ano”.

“[O filme] é uma aula magna sobre mistério. Um jogo de adivinhação eximiamente bem construído e engraçado”. 

Escrito e dirigido por Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.

‘Matrix 4’ ganha título de produção; Saiba qual é!

Matrix 4’ foi confirmado recentemente pela Warner Bros. e o aguardado longa já ganhou seu título de produção: de acordo com o site Production Weekly, o filme será rodado sob o nome de ‘Ice Cream’ (‘Sorvete’).

Lana Wachowski retorna como produtora e diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss vão estrelar o longa, reprisando seus papéis como Neo e Trinity, respectivamente.

Os três filmes anteriores da franquia – “Matrix” (1999), “Matrix Reloaded” (2003), “Matrix Revolutions” (2003) – arrecadaram mais de 1.6 bilhão de dólares na bilheteria mundial e todos estiveram no top-10 de filmes nos Estados Unidos em seus respectivos anos de lançamento. “Matrix Revolutions” ainda foi o primeiro filme a ser lançado simultaneamente nos principais países no mesmo horário no mundo.

Os artistas conceituais que trabalharam na trilogia original, Geofrey Darrow e Steve Skroce, retornam para a respectiva função, sendo os responsáveis por desenvolver o design da produção.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero de ação”, afirmou.

O ator tem uma exigência:

“Temos que criar uma história para fazer jus àqueles filmes. Será estranho voltar, mas porque não? As pessoas morrem, as histórias não”, concluiu.

Crítica Tiff | Blackbird – Kate Winslet e Susan Sarandon em um dos MELHORES filmes de 2019

Uma das maiores dádivas divinas, a família é também um dos alicerces sociais mais conflitantes. Composta por percepções distintas sobre a vida, ela é uma constante colisão de escolhas, personalidades, caráter e decisões. E como um ambiente absurdamente intimista e – muitas vezes – intimidador, é nela onde nascem nossas frustrações, traumas e decisões futuras mais impactantes – ainda que só venhamos a tomar ciência disso quase tarde demais. Essa intensa espiral cheia de epifanias emocionais e mentais, anseios e angústias é o que torna Blackbird uma surpresa estarrecedora. Trazendo o relato de uma mãe e esposa que decidiu dar o seu adeus antes do tempo em virtude de uma doença degenerativa, o drama de Roger Michell é uma imersão emocional na vida familiar, nos proporcionando uma experiência sinestésica caótica, tamanha sua profundidade.

Assim como na vida vamos do riso às lágrimas em fração de segundos, Blackbird não ousa se aquietar em um único gênero e traz uma narrativa dramática agridoce, adocicada pelo humor natural de uma família que – entre as tretas internas – sabe se divertir por sua enorme intimidade. Apresentando inicialmente o longa como uma comédia dramática, o filme se transforma ao longo de seus acontecimentos, tirando o humor caricato do centro da trama, o posicionando nas extremidades, a fim de gerar alguns picos de leveza. Abordando um tema polêmico e contraditório, a versão americana do filme dinamarquês Silent Heart entende a complexidade de sua temática e faz do equilíbrio entre gêneros díspares sua cartada certeira para falar da eutanásia e do direito à morte – assunto tão evitado em qualquer contexto social.

Ao explorar as sensações que regem um fim de semana familiar, que marca a despedida da matriarca Lily (Susan Sarandon) daqueles que a amam, Roger Michell entrega uma direção pautada pelo ritmo de seus próprios protagonistas. Criando e nos absorvendo a uma atmosfera familiar extremamente  intimista, sua técnica aqui é um pouco mais invasiva e trabalha o foco com precisão, destacando os olhares do trio de protagonistas, que ainda conta com a vencedora do Oscar Kate Winslet e Mia Wasikowska. Sensível e doce, seu trabalho em Blackbird se distingue a plenos pulmões de seus trabalhos passados, como Um Lugar Chamado Notting Hill. Com um estilo mais poético e simbólico, o cineasta desenvolve um filme envolvente e hipnotizante, que nos leva à difícil jornada da inevitável despedida em meio a uma enfermidade fatal.

Com atuações soberbas que destacam mais ainda o potencial artístico de Winslet, Blackbird acaba sendo sendo dominado exatamente por sua intensidade comportamental, que transita entre a ira, o amargor, a dúvida e a resistência em cenas cativantes. Como o fio condutor da narrativa, a atriz assume o protagonismo mesmo em um papel coadjuvante, ajudando ainda a fortalecer a bela atuação de Sarandon, que parece caminhar em direção a uma possível indicação ao Oscar, ao lado de sua filha fictícia. Em contrastes a cada momento, a dinâmica entre a dupla nas telonas é autêntica e palpável, promovendo uma deliciosa e dolorosa imersão que rende boas risadas e lágrimas incontroláveis e irreversíveis.

Com um roteiro assinado por Christian Torpe, o mesmo responsável pela versão original, Blackbird é o equilíbrio impecável entre o humor e o drama, indo além de tantas outras produções que já permearam ambos os gêneros de maneira gloriosa. Dosando as características fundamentais dos dois estilos, ele estabelece uma delicadeza imensurável no ato de contar sua história, fazendo uma leitura emocional e mental do comportamento dos personagens diante da eutanásia, com um timing meticuloso que nivela o humor a fim de propiciar um ambiente confortável para o público, sabendo adentrar com o drama em um assunto irreverente e completamente conflitante.

Se eximindo da responsabilidade de tomar um lado quanto à adesão da eutanásia, Torpe e Michell contam a história de Lily e de sua família por uma ótica externa, como a de quem compartilha um conto ouvido no passado. Ainda que a decisão da matriarca predomine sobre o caos gerado por sua escolha, ambos se despem de observações pessoais que poderiam se tornar inconvenientes e intimidadoras, permitindo que a própria audiência tome seu posicionamento quanto ao assunto, sem sentir qualquer constrangimento pelo drama familiar fictício. Abordando a narrativa pela complexidade relacional no ambiente familiar, Blackbird vai além da eutanásia e mostra – com franqueza e riqueza – o quão interdependentes somos uns dos outros. Nos levando a uma aventura com emoções diversas e adversas, a produção vai do choro ao riso frouxo, nos deixando ao final à deriva, com um sentimento de pertencimento inesperado e um vazio difícil de preencher. 

‘Ad Astra – Rumo às estrelas’: Primeiras críticas elogiam novo filme de Brad Pitt

A ficção científica ‘Ad Astra: Rumo Às Estrelas‘, estrelada por Brad Pitt, estreou no Festival de Veneza e as primeiras avaliações do longa estão entre nós.

Com uma atuação brilhante de Pitt, a produção conquistou a crítica especializada, sendo considerado uma “odisseia otimista”, “uma jornada interior intelectualmente sofisticada” e “implacável e melancólico”.

E para te preparar para o que vem por aí, separamos as principais avaliações já disponíveis.

Confira:

“Essa é uma narrativa avulsa e mítica; quanto mais expansiva sua visão se torna, mais voltado para o interior seu foco se torna. Mesmo com uma narrativa linear que nunca diminui a velocidade, uma sequência de perseguições que parece a Estrada da Fúria na lua e uma visão suspensa da galáxia que abre espaço para inúmeras surpresas inesperadas (cuidado com as marcas de garras dentro de uma nave espacial aparentemente abandonada), Ad Astra ainda é uma das odisseias mais ruminativas, retraídas e curiosamente otimistas deste lado do Solaris. É também uma dos melhores”. – David Ehrlich (IndieWire)

“Por mais potente que seja essa premissa, com sua dinâmica de Marlow-Kurtz entre o filho narrador e o pai fora da grade que ele presumiu estar morto há muito tempo, ela se desenrola de uma maneira que facilita mais a admiração do que o arrebatamento total da audiência. Talvez porque os tropos de gênero de Ad Astra, por mais impressionantes que sejam, também são familiares – um pouco de Gravidade aqui, os inevitáveis ​​acenos de 2001: Uma Odisséia no Espaço por lá. Essa saga episódica parece arrancada por eles, em vez de habitar totalmente o terreno. Indo de uma provação homérica para outra, o filme pode ser teimosamente sem envolvimento”. – Sheri Linden (The Hollywood Reporter)

“Em Ad Astra, Apocalypse Now é o quadro em que Gray está pendurado … outro quadro. Ainda estamos falando sobre  Apocalypse Now, 40 anos depois, mas não tenho certeza de que falaremos sobre Ad Astra em quatro semanas… o que ajudaria mais seria se o filme tivesse um fator uau genuíno gravado em sua ficção científica retrô. Espero que James Gray, como diretor, continue a explorar mundos desconhecidos, mas mesmo o seu culto de fãs pode achar difícil ficar muito empolgado com um filme que, por trás de suas aparências espaciais, é convencional. ” – Owen Gleiberman (Variety)

“Assim como o último filme de Gray, A Cidade Perdida de Z, Ad Astra pode parecer um conto de aventura tradicional, mas, na realidade, é uma jornada interior intelectualmente sofisticada e meticulosamente trabalhada, na qual um homem solitário luta com seus demônios. Para ter certeza, há uma familiaridade com essa configuração do Heart Of Darkness – e a voz sussurrada de Roy geralmente acrescenta outro nível de convencionalidade. Mas, apesar dessas limitações – e do fato de [Liv] Tyler ser relegada a um papel esquelético de Amante desapontada -, este filme cativante se aprofunda nos temas de pai e filho”. -Tim Grierson (Screen Daily)

“Emocionalmente, o filme opera em uma área cinzenta clássica, com redemoinhos quase imperceptíveis que se transformam em uma poderosa chave existencial. Tudo isso, deve-se dizer, repousa sobre os ombros de Pitt – que parecem ombros muito diferentes, de alguma forma, daqueles que se arrastaram de maneira tão atraente em Era Uma Vez em Hollywood. Seu desempenho aqui é tão emocionante e intimidador quanto seu trabalho para Tarantino foi espirituoso e amplo – é o verdadeiro estrelato do cinema e preenche uma tela do tamanho de um sistema estelar”. – Robbie Collin (The Telegraph)

“O último longa-metragem de Gray, o deslumbrante e triste drama de exploração A Cidade Perdida de Z, exibia obras de arte igualmente impressionantes. Mas em Ad Astra, Gray é capaz de trabalhar em uma escala muito maior. Claro, muitas das estéticas do filme lembram outras aventuras sombrias no espaço – mas Gray afirma sua própria voz, sua própria perspectiva. Gray está cutucando algo como Roy McBride, arranhando o uivo do universo para ver o que está fazendo barulho”. – Richard Lawson (Vanity Fair)

“Existencial, mas também íntimo, Ad Astra é uma exploração impressionante e sensível do espaço deixado por um pai ausente – e o vazio infinito do espaço real”. – John Nugent (Empire)

“Este filme é brilhantemente escolhido por Douglas Aibel (‘Depois do Casamento’), com Jones apresentando uma de suas melhores performances em anos como um homem tão completamente desalojado da realidade que considera um abismo sobrenatural como seu verdadeiro lar. Ele é implacável, melancólico e aterrorizante ao mesmo tempo”. – Candice Frederick (The Wrap)

Dirigido por James Gray (‘Z: A Cidade Perdida‘), o título original do filme significa “para as estrelas” em latim.

Roy McBride (Pitt) viaja para os limites do sistema solar para encontrar seu pai desaparecido e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. Sua jornada revelará segredos que desafiam a natureza da existência humana e nosso lugar no cosmos.

O elenco ainda conta com Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler e Donald Sutherland.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de setembro.

‘It – Capítulo 2’: Roteirista explica porque decidiu tirar [SPOILER] do armário

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ já está nos cinemas e trouxe uma grande reviravolta ao confirmar que um dos protagonistas é homossexual.

[SPOILER]

No livro, a homossexualidade de Richie Tozler (Bill Hader) fica subentendida.

Já no filme, o roteirista Gary Dauberman decidiu confirmar a homossexualidade do personagem.

“No livro, essa informação fica subentendida. Mas conversei com o diretor Andy Muschietti e não nos parecia uma escolha, parecia uma parte natural do personagem. Eu amo essa história de amor. Ela é uma parte especial do filme e do personagem. Porque você sente que é uma parte do personagem. Então é mais visível no filme. É uma das várias partes que definem ele. O momento em que ele crava as iniciais [R + E] foi criado pelo Andy. Achei um ótimo jeito de deixar as coisas claras.”, afirmou.

 

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens. 

‘It – Capítulo 2’ arrecada US$ 37,4 milhões na sexta-feira

It – Capítulo 2‘ teve uma ótima abertura nos EUA, mas não conseguiu bater o recorde do filme anterior.

A sequência arrecadou US$ 37,4 milhões na sexta-feira, contra US$ 50 milhões que ‘It – A Coisa‘ arrecadou no mesmo período em 2017.

Analistas de bilheterias do BoxOfficePro indicam que ‘It – Capítulo 2‘ deve arrecadar entre US$ 90 e 100 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA, se tornando a segunda maior abertura da história para um filme de terror.

A maior abertura da história pertence a seu antecessor, que estreou arrecadando US$ 123,4 milhões há dois anos.

Vale lembrar que ‘It – Capítulo 2‘ custou em torno de US$ 70 milhões, o dobro do orçamento do primeiro filme, que custou US$35 milhões.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

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[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

IT: A Coisa – Capítulo Dois” chega às telonas em 5 de setembro.

‘Escape Room 2’: Diretor revela novos detalhes sobre a sequência

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Adam Robitel deu novos detalhes sobre a sequência ‘Escape Room 2‘, revelando que estão enfrentando novos detalhes no roteiro.

“É muito difícil. Nós fizemos fogo, gravidade, gelo, frio, gás… então, precisamos nos superar. Temos algumas coisas muito legais que estamos desenvolvendo, mas é complicado. Nós fizemos coisas grandiosas no primeiro filme, então é mais difícil de superá-las. Como dar ao público o que eles estão esperando de um Escape Room, mas que não seja a mesma coisa que fizemos com o primeiro filme? Estamos tentando lidar com essa questão atualmente.”

Ele completa, “Estamos explorando diversas opções atualmente, brincando com várias ideias.”

O diretor Adam Robitel irá retornar, assim também como o roteirista Bragi F. Schut.

Escape Room 2‘ já foi confirmado e irá estrear no dia 17 de abril de 2020.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme já arrecadou mais de US$ 154.3 milhões mundialmente.

‘A Noiva’: Roteiristas de ‘Invocação do Mal’ ficarão responsáveis pelo remake

O terror russo ‘A Noiva‘ (Nevesta) ganhará remake hollywoodiano.

A Lionsgate adquiriu os direitos do remake e contratou os roteiristas Chad e Carey Hayes, de ‘Invocação do Mal 1 e 2‘, para desenvolver o projeto.

O filme foi lançado na Rússia em janeiro e arrecadou ótimos US$ 3,1 milhões.

No Brasil, ‘A Noiva‘ (Nevesta) foi lançado pela Paris Filmes.

Na trama, uma jovem mulher viaja com seu futuro marido para a casa da família dele. Logo após chegar, ela percebe que a visita pode ter sido um erro terrível. Rodeada por pessoas estranhas, ela passa a ter visões horríveis à medida que a família do seu futuro esposo a prepara para uma tradicional cerimônia de casamento.

Confira o cartaz EXCLUSIVO e o trailer:

 

‘Bumblebee 2’: Diretor fala sobre reencontro entre Autobot e Charlie na sequência

Caso haja uma sequência direta de Bumblebee, o diretor Travis Knight não descarta totalmente a possibilidade de reunir o Autobot-título com Charlie (Hailee Steinfeld), sua co-estrela humana.

Já nos foi confirmado que uma continuação está em desenvolvimento e que Christina Hodson, roteirista do primeiro filme, sabe o que quer fazer. Entretanto, como bem nos recordamos, o longa terminou com a separação da dupla principal, visto que o Transformer partiu para encontrar Optimus Prime e continuar sua missão com o restante dos Autobots.

Em entrevista ao site ComicBook.com, Knight falou sobre a resolução da história:

Tenho certeza de que alguma mente criativa poderia reuni-los de novo, mas sempre foi muito importante para mim que este filme, mesmo dentro de um grande contexto de mitologia e quadrinhos e filme, tivesse uma vida própria. Que tivesse um começo, um meio e um final com uma resolução satisfatória. [Bumblebee] teve que terminar com os dois se separando. [A história] é sobre aquelas relações que mudam sua vida, na qual alguém aparece e fundalmente muda sua trajetória e consegue fazer você seguir em frente.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

O ator Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner’, foi o dublador oficial do personagem título.

O elenco trouxe também John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel CrowStephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

‘Cemitério Maldito’ deve ganhar pré-sequência nos cinemas

O remake ‘Cemitério Maldito‘ se pagou nos cinemas, e perguntas sobre uma possível sequência já estão sendo feitas.

Em entrevista ao Consequence of Sound, o produtor Lorenzo di Bonaventura revelou que é mais provável que aconteça uma prequel.

“Geralmente não gosto de pensar em possíveis sequências até o filme ser um sucesso. Acredito que se há potencial para algo… é uma prequel. Se você pensar no livro, nós não introduzimos todos os elementos que acontecem antes da família Creed se mudar.”

Ele continua, “Então, eu acho que há um filme nesse período, e eu estaria particularmente interessado em fazer isso. Tem ligação com o material de origem e é uma história que também é insana, e há muitos sentimentos nela.”

Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou US$ 112 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa AhmedAlyssa Brooke Levine John Lithgow.

‘Coringa’ vence o prêmio máximo no Festival de Veneza

Coringa‘ fez história no Festival de Veneza e venceu o prêmio máximo: o Leão de Ouro.

Trata-se do primeiro filme baseado em uma história em quadrinhos a vencer o prêmio no cultuado festival.

Confira:

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil. 

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

As maiores bilheterias dos Cinemas protagonizadas por mulheres

Momento “Girl Power!”. Ganhando cada vez mais espaço nas telonas, o CinePOP organizou uma lista com as maiores arrecadações do cinema protagonizadas por personagens femininas. Confira a lista abaixo:

Capitã Marvel

Primeiro filme solo protagonizado por uma mulher da Marvel Studios. Brie Larson, vencedora do Oscar de melhor atriz por ‘O Quarto de Jack’ (2015), ganhou a missão de ser a super-heroína mais poderosa do universo cinematográfico da Marvel. Pouco conhecida do grande público, os fãs tiveram o prazer de conhecer a personagem no grande lançamento deste ano. Com grandes expectativas, ‘Capitã Marvel’ já um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema, atualmente, o filme acumula receita de US$ 1,037 bilhão.

Malévola

Filme protagonizado por Angelina Jolie, ‘Malévola’ chegou aos cinemas em 2014, mostrando uma nova perspectiva da história clássica de Bela Adormecida. Com uma recepção mista pela crítica, o longa foi bem recebido pelo público e se tornou uma das maiores bilheterias do cinema, tendo uma arrecadação de US$ 758,4 milhões

Mulher – Maravilha

A super-heroína mais famosa do mundo ganhou seu primeiro filme em 2017. O longa-metragem não foi um marco apenas por trazer a personagem às telonas, mas também por ser dirigido por uma mulher. Patty Jenkins se tornou a primeira diretora de um filme de super-herói. ‘Mulher-Maravilha’ teve uma ótima recepção por parte da crítica e foi um enorme sucesso de bilheteria, arrecadando mundialmente US$ 821,8 milhões.

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2

Baseado nas obras literárias de Stephenie Meyer, a saga Crepúsculo levava fãs fervorosos ao cinema, para acompanhar a jornada de fantasia e romance da jovem Bela (Kristen Stewart). O fenômeno adolescente chegou ao fim em 2012, e ‘Amanhecer – Parte 2’ se tornou uma das maiores bilheterias do cinema, com receita de US$ 829 milhões.

Divertida Mente

Divertida Mente, de 2015, é uma das obras-primas da Pixar, vencedor do Oscar de melhor animação, o longa também é uma das maiores bilheterias do mundo, com receita de US$ 857,6 milhões. O filme apresenta as emoções na cabeça de uma menina, de 11 anos, chamada Riley.

Jogos Vorazes: Em Chamas

Antes de protagonizar a franquia Jogos Vorazes, Jennifer Lawrence já era uma atriz indicada ao Oscar, mas foi estrelando adaptação literária de Suzanne Collins, que a jovem atriz virou queridinha do público. ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’, lançado em 2013, tem uma receita mundial de US$ 865 milhões, sendo uma das maiores bilheterias do cinema.

Zootopia

Vencedor do Oscar de melhor animação em 2017, ‘Zootopia’ nos apresenta jornada da policial Judy Hopps, uma coelha que almeja ser a primeira oficial coelho no departamento de polícia. A premiada animação tem receita de US$ 1,023 bilhão, sendo uma das maiores bilheterias de 2016.

Alice no País das Maravilhas

Em 2010, dirigido por Tim Burton, o live-action de Alice no País das Maravilhas chegou às telonas. Protagonizado por Mia Wasikowska (Alice), o filme se passa 13 anos após a história clássica e conta com a volta dos emblemáticos personagens. Sucesso, o longa teve uma arrecadação mundial de US$ 1,024 bilhão.

Procurando Dory

Dory, coadjuvante em ‘Procurando Nemo’ e, também, uma das personalidades mais populares da Pixar. O estúdio não errou ao fazer uma continuação centrada na personagem, lançado em 2016, ‘Procurando Dory’ arrecadou mundialmente US$ 1,029 bilhão, conquistando antigos e novos fãs.

Rogue One: Uma História Star Wars

Uma antologia dentro do universo cinematográfico Star Wars, assim foi apresentado ‘Rogue One: Uma História Star Wars’. O filme estrelado pela atriz indicada ao Oscar, Felicity Jones (Teoria de Tudo), conta a história do grupo que rouba o projeto de construção Estrela da Morte. Bem recebido pela crítica, o longa arrecadou US$ 1,056 bilhão.

A Bela e a Fera

Emma Watson foi convocada para estrelar um dos clássicos da Disney. Lançado em 2017, o live-action de ‘A Bela e a Fera’ nasceu com intenção de presentear os antigos fãs e trazer novos admiradores desta encantadora história. Com muito prestigio, o longa foi grande sucesso, arrecadando mundialmente mais de US$ 1,2 bilhão.

Frozen

Frozen’, sucesso lançado em 2013, veio para desconstruir o conceito de princesa que a própria Disney criou. Com bilheteria mundial maior que US$ 1,2 bilhão, a animação nos apresenta a aventura das irmãs Elsa e Anna.  Duas mulheres com personalidades opostas, com objetivos de vida diferentes, mas que são unidas pelo amor verdadeiro.

Star Wars: O Despertar da Força

Star Wars: O Despertar da Força’, lançado em 2015, marcou a volta de uma das maiores franquias do cinema. Rey, personagem de Daisy Ridley, ganhou o peso de ser a primeira Jedi feminina com relevância dentro do universo cinematográfico Star Wars e, também, a principal personagem da nova trilogia. Aclamado pelo público e crítica, ‘O Despertar da Força’ arrecadou mais de US$ 2 bilhões ao redor do mundo.

OBS: ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ também entra na lista com uma bilheteria maior que US$ 1,3 bilhão.

Titanic

Lançado em 1997, o filme dirigido por James Cameron é até hoje uma das maiores bilheterias do cinema, com receita em torno de US$ 2,1 bilhões. O romance épico vencedor de onze Oscars, tem como trama principal o amor de Rose (Kate Winslet) e Jack (Leonardo DiCaprio), a história do casal é contada pela perspectiva da protagonista feminina.

Conheça TODOS os filmes baseados em Videogames já lançados

Década de 1990 – Onde Tudo Começou

Bem, antes da primeira adaptação concreta e oficial de um game nos cinema, podemos dizer que houve uma espécie de aquecimento com o filme O Gênio do Videogame (The Wizard, 1989). Mas sobre esta pequena pérola iremos comentar no final do texto, na parte dos bônus que preparamos.

Super Mario Bros

Agora sim. Foi aqui onde tudo começou, para o bem e para o mal. Super Mario Bros é oficialmente a primeira adaptação de um videogame para o cinema, e a escolha foi merecida, já que o jogo sobre o encanador italiano que faz de tudo desde pular em tartarugas e literalmente entrar pelo cano (menos comer pizza ou qualquer prato típico de seu país), é um dos videogames mais queridos e famosos de todos os tempos. O personagem Mario na verdade surgiu no jogo de Donkey Kong, mas ganhou seu game solo em 1983. Dez anos depois chegava aos cinemas a versão em live action, e o estúdio apostava forte, lançando a produção no meio do competitivo verão norte-americano. O problema é que o filme pouco tinha do jogo, optando por uma atmosfera sombria, deprimente e apocalíptica, ao contrário do colorido e bem humorado game. Nem mesmo a performance alucinada de Dennis Hopper como o vilão consegue salvar o filme da apatia. Atualmente, Super Mario Bros se tornou uma peça cult, mas esta é uma franquia que merece ser resgatada do limbo e feita da maneira correta.

Double Dragon

Deste só os fortes lembram. Double Dragon também era um game de plataformas de 8 bits, mas este era uma aventura de luta, o famoso “andar e bater”. Lançado no ano seguinte de Super Mario Bros, Double Dragon foi um desastre ainda maior. Mesmo assim, o longa portava efeitos especiais que eram top de linha para a época, ou quase. Na trama, dois irmãos lutadores, vividos pelos atores do time C de Hollywood Mark Dacascos e Scott Wolf (da série Party of Five), possuem a metade de um talismã poderosíssimo, exatamente o item que o vilão vivido por Robert Patrick (ainda surfando na onda do sucesso de O Exterminador do Futuro 2), deseja por as mãos. É claro que tudo se passa num futuro apocalíptico, no qual parte das cidades foi tomada pelo mar – essa era tendência da época. Bem, esta é uma franquia que provavelmente não vai, e não deve mesmo, ser resgatada do ostracismo.

Street Fighter – A Última Batalha

Aqui o bagulho ficava sério! A gente até gostava de jogar Super Mario Bros na infância (e Double Dragon mais ou menos), mas nada se compara com a febre que foram os jogos de luta extremamente violentos. Não existe um menino (e quem sabe algumas meninas) que não tenha perdido horas da sua vida e algum dinheiro nas fichas de fliperamas soltando seus “hadoukens” e “roriukens” neste game. Oito jogadores selecionáveis, vindos de países como China, EUA, Índia, União Soviética (sim, o jogo é velho) e até mesmo o Brasil – com nosso monstrinho de estimação Blanka (e dizem que nós é que somos preconceituosos). E o filme tinha… bem, quase nada disso. Lançado em 1994, continha personagens totalmente descaracterizados e uma trama de guerra ao invés de um torneio de lutas. Além disso, tornaram um personagem secundário, o militar Guile, o protagonista do filme, porque assumiu as formas do belga Jean Claude Van Damme. Esse não é só uma das piores adaptações do subgênero, como também um dos piores filmes já feitos e, é claro, se tornou cult. Talvez a única importância deste longa capenga seja ter ficado marcado como último trabalho do saudoso Raul Julia, na pele do ditador louco Bison.

Não existe nada que esteja tão ruim que não possa piorar. Este deveria ser o lema da “franquia” Street Fighter. Isso porque em 2009 algo pior que A Última Batalha chegava aos cinemas – bem, no Brasil ao menos o lançamento em vídeo doeu menos. Trata-se do reboot focado na personagem Chun Li – aqui interpretada por Kristen Kreuk, a Lana Lang da série Smallville. O mesmo erro era repetido e aqui temos uma história policial enfadonha, sem a graça galhofa do original.

Mortal Kombat

Finalmente parecia que os produtores de Hollywood estavam aprendendo com os erros do passado. Mortal Kombat, lançado em 1995, era um filme sobre um torneio de luta mortal, passado em outra dimensão, assim como o game. Como nem tudo é perfeito, os fãs mais xiitas reclamam da falta de sangue no filme, já que o jogo é um dos mais sanguinolentos de todos os tempos (ou melhor, talvez o primeiro grande a chamar atenção para uma possível censura no quesito). Seja como for, Mortal Kombat é até hoje enaltecido como uma das melhores adaptações do subgênero (sem dúvidas uma das mais divertidas e respeitosas dos personagens). Ponto para o diretor Paul W. S. Anderson, que viria a comandar também os filmes da franquia Resident Evil no cinema.

Mas nem tudo são flores, e visando seguir o rastro de sucesso do original, o estúdio não demorou a engatilhar a sequência Mortal Kombat – A Aniquilação, lançada em 1997. Sem o brilho do original e investindo em sugar qualquer criatividade implantada no primeiro filme sem dar nada em troca, parte do elenco previu a furada que ia se meter e pulou do barco antes dele afundar (vide Christopher Lambert e Bridget Wilson). A Aniquilação colocou o prego no caixão da franquia por muitos anos, mas hoje existem boatos de um reboot.

Wing Commander

Esta aqui você provavelmente também não conhecia. Lançado em 1999,  tudo o que precisa saber é que se trata da adaptação de um jogo de simulação de naves espaciais, conhecido apenas entre o seleto mundo dos gamers mais aplicados. Para termos uma ideia, a ficção é protagonizada por Freddie Prinze Jr. e Matthew Lillard. Encerro meu caso.

Ps. Uma curiosidade é que o filme ficou conhecido por exibir o trailer de Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma no cinema, o que deve ter feito muita ir comprar o ingresso de Wing Commander só para poder assistir à prévia da superprodução de George Lucas na telona.

Década de 2000 – A Enxurrada

Se em sua década de estreia, os lançamentos dos filmes baseados em games chegavam timidamente, na década seguinte tivemos uma verdadeira enxurrada com quase 20 produções. Depois que os produtores dos estúdios viram que filmes de super-heróis de quadrinhos podiam ser lucrativos, os filmes de games ficaram mais elaborados, contando com orçamentos melhores, astros renomados e diretores competentes.

Lara Croft – Tomb Raider

Mario Bros, Street Fighter e Mortal Kombat marcaram suas respectivas gerações. O mesmo pode ser dito para Tomb Raider, um marco da geração das primeiras plataformas 3D – o personagem podia caminhar em qualquer direção. Fora isso, Tomb Raider era representatividade feminina pura, numa época em que não se discutia isso da forma de hoje. Criada como uma mistura de Indiana Jones, 007 e Batman (ou melhor, Bruce Wayne), Lara Croft – Tomb Raider, lançado em 2001, foi também o primeiro filme para a nova geração e uma intérprete à altura foi convocada: a Oscarizada Angelina Jolie. Na época, o filme fez sucesso e se tornou a aventura recordista de bilheteria protagonizada por uma mulher. Com o tempo, o longa começou a ser visto como prazer culposo. Então digo, culpado.

Dois anos depois e Tomb Raider ganhava sua sequência com A Origem da Vida. Jolie estava de volta, mas o diretor Jan De Bont mostrava desgaste após os mal sucedidos Velocidade Máxima 2 (1997) e A Casa Amaldiçoada (1999). Entre as escolhas estranhas do cineasta para o projeto, as cenas de ação são todas criadas em câmera lenta e não empolgam – quando deveriam ser aceleradas como no filme original de Simon West (Con Air – A Rota da Fuga). Depois deste, Jolie pulou fora e a franquia foi interrompida momentaneamente.

Quinze anos depois da última aventura de Angelina Jolie na pele da arqueóloga exploradora Lara Croft, uma luz é acesa no fim do túnel. A Paramount e Jolie ficam para trás para darem lugar à Warner e Alicia Vikander. Tomb Raider – A Origem é uma investida mais realista e humana na mitologia da série, recontando o início da jornada da bilionária britânica.

Resident Evil

Podemos dizer que nenhuma outra adaptação de um game para o cinema foi tão bem sucedida quanto Resident Evil. É só pensarmos que esta é a franquia do subgênero mais longeva da história. Já são seis filmes e contando. Tudo começou aqui. Ao lado de Tomb Raider, Resident Evil é o game mais cultuado da nova geração de plataformas. Essa, no entanto, não é uma aventura na selva ao estilo matinê, mas sim uma obra de puro terror, na qual agentes armados precisam lidar com perigos sobrenaturais, vide zumbis. Como dito, Paul W. S. Anderson assumiu novamente a direção e Milla Jovovich se tornou o rosto da franquia, no papel de uma personagem criada especialmente para o filme. Aqui, lançado em 2002, o espírito do game original é respeitado, com a ação passada toda dentro de um ambiente contido – um grande laboratório no subsolo.

Dois anos depois, a continuação Apocalypse estreava, trazendo personagens amados dos games para a trama, como Jill Valentine (Sienna Guillory). A ação também é aumentada, saindo de um único local para atingir as ruas de uma cidade inteira. A cena do cemitério lembra o clipe Thriller, de Michael Jackson, e a ação é mais caprichada.

A Extinção, terceira parte, era lançado em 2007. Aqui, uma abordagem mais Mad Max era dada à franquia, centrando a ação no deserto e dando tons mais amarelados para as paletas de cores na fotografia – as cenas são quase todas durante o dia (ao contrário do anterior, todo passado à noite em tons azulados). Este ainda se mantém como exemplar mais elogiado do lote.

Em 2010 chegava Recomeço, o primeiro criado em 3D. A primeira metade, passada numa prisão abandonada, é a melhor parte. Os novos filmes continuam a ser reflexo dos novos games, de certa forma, apresentando velhos e novos personagens conhecidos dos fãs.

Retribuição é uma miscelânea de tudo que já foi apresentado na franquia, recapitulando inclusive o primeiro episódio, para fechar tudo num círculo perfeito. O longa foi lançado em 2012.

Anunciado como o último exemplar, o Capítulo Final, lançado em 2017, deixa portas abertas. Mas Jovovich e o marido Anderson parecem dispostos a abandonar seu maior ganha pão. Um reboot para a franquia já começa a ser planejado, e os fãs pedem para que desta vez possa haver mais fidelidade ao material fonte.

House of the Dead

Bom, a esta altura devo dizer que nenhum outro diretor desta lista adaptou tantos videogames para o cinema (ou o mercado de home vídeo) quanto o infame Uwe Boll. E quem é este senhor, você pergunta. Boll é o diretor alemão, também conhecido como açougueiro da sétima arte, tido por muitos como o pior cineasta da atualidade. Ele é sem dúvidas o Ed Wood do nosso tempo. Michael Bay, Zack Snyder, Tommy Wiseau? Boll é a versão menos glamourosa deles, trabalha a toque de caixa em filmes ruins de doer, mas está sempre conseguindo trabalho – dizem as más línguas devido à lavagem de dinheiro. Preste atenção em quantas produções assinadas por ele teremos na lista. Esta é a primeira, adaptação de um game de terror de 2003, que segue os moldes de Resident Evil sem sucesso.

O filme gerou uma continuação lançada direto em vídeo em 2005, tão obscura que nem o próprio Uwe Boll quis voltar. Mas calma, ele só não dirigiu este também, pois estava envolvido na produção de uma de suas maiores pérolas, BloodRayne, item que encontrarão mais abaixo na lista.

Alone in the Dark

Ô ele aqui “tra” vez. Acima eu disse que vocês veriam o nome de Uwe Boll até cansar nesta lista, e pode ter certeza que ele irá figurar quando o assunto for adaptação tosqueira de game. Assim como House of the Dead (2003), Alone in the Dark, lançado em 2005, é baseado num game de terror popular na década de 1990. Com o subtítulo O Despertar do Mal, o longa conta com um orçamento mais folgado (já dava para Boll se aventurar pelos “defeitos especiais”) e as presenças dos fofuchos (#sqn) Christian Slater, Tara Reid (famosa por American Pie e Sharknado) e Stephen Dorff. Uma curiosidade é que os filmes saídos de games de Boll conquistaram o “prestígio” de figurar no fundo da lista, como alguns dos mais mal avaliados pelo público da bíblia do cinema na rede, o IMDB. Enquanto House of the Dead emplaca como o 28º pior filme de todos os tempos, Alone in the Dark se posiciona em número 48.

Outra continuação lançada direto em vídeo, esta em 2008, da qual Boll se recusou a fazer parte. Desta vez sai o trio do original, e entram grandes nomes do cinema B (C ou D) de Hollywood, vide Danny Trejo (Machete), Bill Moseley (astro dos filmes de Rob Zombie), Lance Henriksen (o Bishop de Aliens – O Resgate), P.J. Soles (a Lynda do Halloween original, de 1978), Natassia Malthe (vilã do filme Elektra e ex-namorada do Junior, da dupla Sandy e Junior), Michael Paré (Ruas de Fogo), Jason Connery (filho de Sean Connery), a estonteante Brooklyn Sudano (a Vanessa da série Eu, a Patroa e as Crianças) e Rick Yune (vilão de Velozes e Furiosos 1 e 007 – Um Novo Dia para Morrer), na pele do protagonista anteriormente vivido por Christian Slater – já que eles são bem parecidos (ironia mode on).

Doom – A Porta do Inferno

Sim, Dwayne Johnson, vulgo The Rock, é atualmente um dos maiores (quiçá o maior) astro do cinema de ação. Mas em meados da década passada apenas estava iniciando sua carreira. Mais precisamente em 2005, The Rock protagonizava esta adaptação do primeiro videogame de tiro em primeira pessoa da história. Doom se tornou icônico e extremamente celebrado pelos fãs. Na trama alucinada, marines do espaço viajam para Marte a fim de combater todo tipo de criatura, inclusive nazistas (quem dera o filme fosse tão insano assim), em mais um game voltado ao público de terror. O legal do filme é a opção de Johnson em interpretar não o mocinho, mas o vilão (um leve spoiler, mas eu sei que ninguém aqui tem desejo de assistir a este filme). A certa altura também, o longa emula a visão do game em primeira pessoa, onde vemos apenas a arma do personagem. Uma curiosidade é que a Garota Exemplar em pessoa, Rosamund Pike, faz parte do elenco, antes de sua indicação ao Oscar.

BloodRayne

Vampiros e guerreiros medievais são a inspiração deste filme baseado no game homônimo, que gerou sequências e até mesmo uma série de quadrinhos. O longa, adivinhe só, é dirigido novamente por ele, Uwe Boll. O filme estreou em alguns festivais em 2005 (onde tenho certeza pôde-se dar boas risadas), mas foi lançado mesmo no início de 2006 nos cinemas dos EUA. O que chama mais atenção é a capacidade de arrastar atores renomados (certamente colocando as contas em dia) que Boll demonstrou aqui. Veja só este elenco: Ben Kingsley, Michelle Rodriguez, Michael Madsen, Geraldine Chaplin, Billy Zane e Michael Paré. A protagonista é Kristanna Loken, a bela modelo transformada em atriz que teve seu momento de glória ao encarnar a (única) Exterminadora mulher da franquia, em O Exterminador do Futuro – A Rebelião das Máquinas (2003). Não parece agora, mas na época isso era algo importante, já que era a continuação direta dos primeiros filmes magistrais de James Cameron. Loken, por outro lado, logo caiu no ostracismo. Assim é Hollywood.

Finalmente Boll retornava para uma de suas continuações. Este lançamento em vídeo de 2007, traz Natassia Malthe (falamos dela acima, lembra?) substituindo Kristanna Loken na pele da protagonista Rayne – ei, todo mundo tem seu limite, até a ex-Exterminadora.

Não se dando por satisfeito, afinal precisa pagar suas contas como todo mundo, Boll fez mais um BloodRayne. O Terceiro Reich (sim, isso mesmo) foi lançado em 2011 em vídeo, mas antes foi exibido em alguns festivais de cinema especializados no gênero. Malthe protagoniza.

Terror em Silent Hill

Tido como uma das melhores adaptações de um game já produzidas no cinema, Silent Hill é baseado num jogo assustador, e respeita sua contraparte. O sucesso deve ser creditado aos envolvidos, ao diretor francês Christophe Gans (O Pacto dos Lobos e A Bela e a Fera, com Léa Seydoux), o roteirista Roger Avery, e o elenco encabeçado por Radha Mitchell, Laurie Holden e Sean Bean. O maior pecado aqui é o uso excessivo de efeitos visuais de computadores, em detrimento a efeitos práticos, que seriam mais assustadores. Na trama, uma mãe perde sua filha numa cidade pra lá de sinistra e embarca numa jornada ao lado de uma policial para recuperá-la. O filme foi lançado em 2006.

Replicando o clima original, mas sem os mesmos envolvidos atrás das câmeras, uma sequência foi lançada em 2012, intitulada Silent Hill: Revelação, confeccionado para usar o mote do 3D. No elenco, as novidades são Carrie-Anne Moss e Kit Harrington (o John Snow de GoT).

DOA: Vivo ou Morto

Mulheres saradas, biquínis e muita cara de pau, além das incontáveis cenas de luta, DOA é uma das adaptações mais divertidas de um game, porque ao contrário dos demais filmes de ação e torneios, este não se leva nem um pouco a sério, usando e abusando do teor non sense de tudo. Aqui, o exagero e a caricatura são as palavras de ordem. É claro que não poderiam faltar cenas com o vôlei de praia, referência ao derivado da franquia nos videogames. O lançamento também foi em 2006.

Salve-se Quem Puder!

A nova contribuição de Uwe Boll ao mundo das artes atende pelo nome original de Postal. Por se tratar de um game com tintas de exagero e sátira, Boll decide bem ao fazer uma comédia. O lado negativo é se tratar de uma na qual o humor se vê ausente por completo. Agora preste bem atenção, está sentado? J.K. Simmons, vencedor do Oscar por Whiplash, faz parte do elenco em um papel de destaque. Quem nunca, que atire a primeira pedra. Postal foi lançado em 2007.

Hitman – O Assassino 47

Basta fazer o mínimo sucesso nos games, que Hollywood compra a ideia e bota pra jogo, ou no caso, bota para o cinema. Hitman é sobre um exímio assassino careca bem vestido. Na época os fãs queriam Vin Diesel no papel principal, mas o personagem terminou mesmo com Timothy Olyphant. No elenco, Dougray Scott (que quase foi o Wolverine nos cinemas, antes de Hugh Jackman) e a bondgirl Olga Kurylenko. O filme foi lançado em 2007.

Como a falta de tentativa não faz parte da cartilha de Holllywood, Hitman ganhou sobrevida em 2015, nesta continuação. Nada de Olyphant, no entanto, e o protagonista assumiu as formas de Rupert Friend. No elenco, Zachary Quinto (o Spock dos novos Star Trek), Ciarán Hinds (o vilão de Tomb Raider – A Origem da Vida) e a bela atriz chinesa com o nome mais legal dos últimos tempos, Angelababy.

Em Nome do Rei

E o diretor Uwe Boll volta para seu último round na lista. Graças a Deus. Desta vez, nada de terror, vampiros ou tentativa de comédia. Para que ser modesto, se Boll pode tentar recriar sua própria versão de O Senhor dos Anéis, baseado neste game quase famoso. É triste, mas até entendemos as presenças de Kristanna Loken, Ray Liotta, Leelee Sobieski, John Rhys-Davies, Ron Pearlman, Claire Forlani, Matthew Lillard e Burt Reynolds no filme. Mas o que você faz aqui protagonizando, Jason Statham?! Você merece mais! O filme foi lançado em alguns países em 2007 e chegou aos EUA em 2008.

Se você achou que Uwe Boll tinha perdido o gostinho por continuações lançadas em vídeo, se enganou. Esta continuação de 2011, intitulada Two Worlds, traz ele, o rei do cinema B atual, Dolph Lundgren como o protagonista. E o que é melhor do que um épico medieval de quinta? Um épico medieval de quinta com viagem no tempo! Lundgren vive um soldado das forças especiais enviado de volta no tempo para a idade média. No elenco, ela, a musa do cineasta, Natassia Malthe.

Boll voltaria ainda para a terceira parte, lançada em 2014, intitulada The Last Mission. É claro que este é mais um filme feito direto para home vídeo, e você estava achando o que? De novo apostando na viagem no tempo, desta vez é Dominic Purcell quem sofre protagoniza.

Far Cry – Fugindo do Inferno

Esse game tem sua legião de fãs. Mas no cinema se tornou mais uma produção esquecível e que passou totalmente em branco. Lembra ali em cima quando eu disse que era o último round de Uwe Boll. Pois bem, era pegadinha. Aqui está ele de novo, em 2008,  no comando desta adaptação, sobre um militar investigando uma base ultra-secreta localizada numa ilha. James Bond, alguém?

Max Payne

Outra série de games bastante elogiada, a adaptação de Max Payne para as telonas atraiu talentos como os de Mark Wahlberg e Mila Kunis, que tenho certeza, estão bem arrependidos atualmente. Na trama, um detetive se une a uma mulher atrás de vingança para investigar assassinatos de pessoas próximas, que podem estar todos ligados a uma forte droga alucinógena saída do submundo.  O filme foi lançado nos cinemas em 2008.

Década de 2010

Aqui era aonde o subgênero tinha tudo para dar sua grande guinada. Grandes astros e diretores interessados nos projetos. Infelizmente, nenhum deles saiu verdadeiramente da caixinha e o que tivemos novamente foram sucessos de crítica e público medianos, para dizer no máximo.

Príncipe da Pérsia

Logo em 2010 chegava a adaptação de um dos jogos mais cultuados por seus gráficos, movimentação realística e jogabilidade, ainda no final da década de 1980. A versão cinematográfica de Príncipe da Pérsia, comandada por Mike Newell (veterano da franquia Harry Potter), apesar de ser um dos mais eficientes do lote, remetendo a uma boa aventura de matinê, recebeu críticas árduas pelo chamado fator White washing, no qual atores brancos assumem papeis que deveriam ser de outras nacionalidades. Aqui, o americano Jake Gyllenhall e a britânica Gemma Arterton, por exemplo, interpretam personagens vindos do Oriente Médio. Fora isso, o desejo por uma sequência que nunca viria fica claro no subtítulo da superprodução.

Tekken

Um dos games de luta preferidos dos fãs (depois de Street Fighter e Motal Kombat, é claro), Tekken ganhou esta adaptação em 2010 e chegou a ser lançado nos cinemas do Japão e países asiáticos – por lá eles adoram isso. Nos EUA, assim como no Brasil, no entanto, o filme foi lançado direto no mercado de vídeo.

O longa gerou uma continuação em 2014.

Need for Speed

Até mesmo jogos de carros e corridas já ganharam sua versão cinematográfica, e Need for Speed é um dos mais famosos deles. O filme tenta pegar clara carona (com o perdão do trocadilho) no sucesso de Velozes e Furiosos – que felizmente não teve um exemplar no mesmo ano de lançamento deste filme, em 2014, caso contrário iria deixa-lo comendo poeira. Lembra que na introdução desta década eu falei sobre atores renomados participando, pois bem, aqui temos Aaron Paul (Breaking Bad), Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Imogen Poots (Sala Verde), Rami Malek (Mr. Robot), Dominic Cooper (Mamma Mia!), o cantor Kid Cudi e o lendário Michael Keaton como um DJ de rádio. Agora pasmem, planos para uma sequência já estão em andamento!

Warcraft

O videogame Wacraft se tornou um verdadeiro culto entre gamers, quase como uma religião. Trata-se de um jogo de RPG online, o mais famoso e pioneiro de seu estilo. Os fãs passam horas a fio de frente para a tela jogando as aventuras virtuais, muitas vezes esquecendo de viver fora dali. Bem, este parece ter sido o sentimento exato de quem depositou algumas horas de seu dia para assistir a este épico medieval de fantasia focado na guerra entre humanos e orcs, cujo subtítulo no Brasil ficou O Primeiro Encontro de Dois Mundos. Os efeitos são impressionantes e dizem que a mitologia foi bem respeitada e representada. O problema foi agradar os fãs e críticos que não conheciam este universo específico. Uma pena, já que o diretor da empreitada é ninguém menos que Duncan Jones, que no passado recebeu elogios por Lunar (2009) e Contra o Tempo (2011). No elenco, Travis Fimmel (da série Vikings), Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper (ele de novo!), Toby Kebbell e Ruth Negga (indicada ao Oscar por Loving). O lançamento foi em 2016.

Assassin´s Creed

2016 era para ter sido o ano divisor de águas para as adaptações de videogames. ERA. Primeiro foi Warcraft, um mergulho no mundo da fantasia. Mirou em Senhor dos Anéis e acertou As Crônicas de Nárnia. Assassin´s Creed tinha uma abordagem mais real, uma aventura medieval sobre um clã de ladrões, cujos games chamam atenção pelos mesmos fatores que Príncipe da Pérsia chamava há algumas décadas. E para dar prestígio, o astro Michael Fassbender investiu no mesmo time com que havia trabalhado na adaptação de Shakespeare, Macbeth: o diretor Justin Kurzel e a atriz Marion Cotillard. Assim como a versão do bardo inglês, que passou em branco, o destino da adaptação do game foi o mesmo.

Leia nossa crítica de ‘Rampage: Destruição Total’

BÔNUS:

O Gênio do Videogame

Como dito no início do texto, antes do primeiro jogo ser adaptado ao cinema, tivemos uma produção com tal temática, que parecia exalar videogame por todos os poros. Na trama, dois irmãos fogem de casa para participar do maior torneio de games da história. O longa, no entanto, era apenas uma grande propaganda para a recém-lançada power glove da Nintendo (que também figurou em A Hora do Pesadelo 6, de 1991). Além disso, capitalizava em cima do menino Fred Savage, que explodia com a série Anos Incríveis (Wonder Years), lançada no ano anterior, em 1988.

Alien Vs. Predador

Tudo bem, sabemos que as criaturas alienígenas mais famosas e mortíferas do cinema nasceram nas telonas em 1979 (Alien) e 1987 (Predador), e seu encontro era prenunciado desde o desfecho jocoso de Predador 2 (1990), no qual vemos dentro da nave dos alienígenas crustáceos rastafári o crânio de um xenomorfo. Acontece que os games viram a possibilidade antes, e em 1993 a Nintendo já lançava o primeiro videogame com as criaturas. O primeiro filme seria lançado em 2004, com uma continuação em 2007.

Detona Ralph

Outro filme que não é especificamente uma adaptação de um videogame, embora o tema seja o alicerce de sua confecção. Aqui, um personagem de um jogo fictício, chamado Detona Ralph, cansou de ser o vilão. O jogo de Ralph é levemente baseado em Donkey Kong, primeiro jogo a figurar o personagem Mario. Detona Ralph é recheado de referências, inclusive de jogos mais novos de plataformas da última geração, e participações especiais de personagens de games existentes, vídeo o próprio Mario Bros, Sonic e Street Fighter. O filme foi lançado em 2012.

Pixels

Outro filme que, embora não seja baseado num videogame específico, o usa como tema de seu roteiro. Pixels tinha tudo para dar certo, e apostava na nostalgia de trintões, ou quem sabe quarentões, e sua paixão pelos primeiros games eletrônicos da história. Mas infelizmente a parte “este é um filme de Adam Sandler” falou mais alto. Entre os muitos videogames clássicos, marcam presença Centopeia, Tetris, Pac-Man e Donkey Kong.

Os Filmes de Terror Famosos que Completam 10 anos em 2019

Filmes de terror nunca saem de moda. Além dos clássicos que amamos, todo ano somos brindados com novidades fresquinhas que chegam para arrepiar todos os nossos fios de cabelo. Mas o que acontece quando as novidades se tornam clássicos? Bem, isso é sinal de quem estamos ficando velhos. O tempo passa para todos, para mim, para você e até mesmo para os filmes de terror. Parece que foi ontem, mas algumas obras muito famosas do horror já estão completando dez anos de seu lançamento.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu em sua nova lista, relembrar com vocês esses filmes que completam dez anos em 2019. Não esqueça de comentar abaixo quais são os seus preferidos e quais cometeu a heresia de ainda não ter assistido. Vem lembrar.

A Órfã

Adaptado de uma história real, e dirigido por Jaume Collet-Serra (Águas Rasas), o filme conta sobre Esther (a ótima Isabelle Fuhrman), uma menininha de 9 anos, saída do orfanato direto para a casa dos Coleman (papel de Vera Farmiga e Peter Sarsgaard). A história poderia ser perfeita e repleta de amor, mas este é um thriller, então a coisa não acaba bem. Esther não é tão inocente quando diz e guarda um terrível segredo. A Órfã poderia ser um filme de terror qualquer, mas dois motivos o fazem um dos maiores acertos da Warner no gênero nos últimos tempos: a atuação da pequena atriz principal e a reviravolta gélida da trama – da qual ninguém esquece jamais.

Zumbilândia

Aqui, temos um exemplar do “terrir” – que está em vias de lançar sua tão planejada continuação (que passou por uma verdadeira epopeia, entre projetos para o cinema e TV cancelados). Quando foi lançado em 2009, os filmes de zumbis não eram novidade e estavam começando a crescer em seu status (a série Walking Dead, por exemplo, seria lançada no ano seguinte). Nem mesmo os filmes de terror cômico sobre zumbis eram mais novidade, com exemplares como Todo Mundo Quase Morto (2004) e os fracassos Fido (2006) e As Strippers Zumbi (2008). Mas Zumbilândia elevou o jogo e mostrou como fazer, se tornando um cult imediato. Fora isso, Jesse Eisenberg e Emma Stone se tornaram astros depois do filme. E a participação de Bill Murray é simplesmente hilária.

Arraste-me para o Inferno

Outro item que mostrou que os gêneros terror e comédia podem funcionar muito bem quando trabalhados da maneira certa, esta produção é dirigida por ninguém menos do que Sam Raimi. Também pudera, por trás temos um verdadeiro mestre do estilão – vide a franquia Evil Dead – A Morte do Demônio/Uma Noite Alucinante. E Arraste-me para o Inferno é o mais legítimo herdeiro no cinema de sua famosa franquia citada, mesmo sem pertencer ao mesmo universo. E pensar que Ellen Page deixou passar a chance de ser divertir horrores como a protagonista. Na trama, uma funcionária de banco (a sumida Alison Lohman) nega um empréstimo a uma velha cigana, que termina ficando sem casa. A idosa então joga uma maldição na jovem – que agora tem os dias contados para reverter a situação ou ir direto para o inferno.

Garota Infernal

Novamente utilizando o título referente ao inferno – ao menos no Brasil -, este longa aproveitava o auge de popularidade da musa Megan Fox e explorava sua sexualidade latente e inerente. Em Jennifer´s Body (ou o Corpo de Jennifer), Fox viveu a menina mais popular da escola, melhor amiga da nerd vivida por Amanda Seyfried – igualmente em ascensão na carreira, tendo saído do sucesso de Mamma Mia no ano anterior. Uma banda de rock em busca de fama e sucesso – da qual a dupla de amigas é fã -, resolve usar Jennifer como sacrifício para uma oferenda ao demônio. Assim, o grupo consegue o que deseja, e a protagonista se torna uma criatura maligna devoradora de homens – literalmente. Este é outro exemplar do terrir – filmes de terror com muito humor implícito, diálogos sarcásticos e sacadas espertas.

A Trilha

Este é um filme mais nos moldes do whodunit – subgênero do suspense ou terror no qual o espectador precisa adivinhar quem cometeu o crime. Aqui, um grupo de três casais viaja junto por locais paradisíacos no Havaí. Maravilhoso, certo? O único problema é que o sexteto recebe a informação de que um casal de serial killers está passando pelo local e acaba de matar mais algumas pessoas. E agora? Quem são os assassinos? Os hippies vividos por Chris Hemsworth (numa era pré-Thor) e Marley Shelton?  Os certinhos Milla Jovovich e Steve Zahn? Ou os aventureiros Timothy Olyphant e Kiele Sanchez (saída do sucesso de Lost)? No mesmo ano, Jovovich lançava o terror extraterrestre Contatos de 4º Grau – todo gravado no estilo found footage.

Remakes

O ano de 2009 lançou uma verdadeira enxurrada de refilmagens de produções do gênero. Isso demonstra que nesta época elas estavam mais populares do que nunca. Veja abaixo as mais famosas:

Sexta-Feira 13

Não poderíamos começar por outra que não fosse a icônica releitura de uma das três franquias slasher mais amadas do cinema (as outras duas sendo Halloween e A Hora do Pesadelo). Aqui, no entanto, os criadores misturam pelo menos os três primeiros filmes da década de 1980 em sua trama. Apesar do sucesso moderado e dos planos, uma continuação ainda não conseguiu sair do papel. O remake traz Jared Padalecki, o Sam da série “eterna” Sobrenatural, como o protagonista.

Dia dos Namorados Macabro

Esta refilmagem ainda pegou carona em outra tendência crescente há dez anos, os filmes em 3D. O longa foi fortemente vendido com tal mote – no mesmo ano em que Avatar revolucionava o seguimento. Tanto que seu título original é My Bloody Valentine 3D. O remake é bem fiel ao original, contando a história de um assassino mascarado, usando o uniforme dos operários de uma mina, que ataca suas vítimas no dia dos namorados. Por trás do assassino existe uma lenda, já que ataca em épocas diferentes, e o novo filme brinca bem com isso. O filme original era uma produção canadense de 1981. Protagonizando o remake, outro veterano da série Sobrenatural, Jensen Ackles, o Dean.

A Última Casa

Refilmagem de uma obra barra-pesada de 1972, dirigida por Wes Craven, intitulada Aniversário Macabro no Brasil. A nova versão conta com a ótima Sara Paxton no papel de uma jovem atacada e abusada por criminosos, que tentam matá-la, mas ela sobrevive. Ela é encontrada por seus zelosos pais. Um tempo depois e esta “quadrilha de sádicos” pede abrigo, justamente na casa da vítima. O que significa que é hora da vingança. No elenco, Aaron Paul, o Jesse de Breaking Bad, vive um dos criminosos.

O Padrasto

Aqui o remake é de um longa de 1987, protagonizado por Terry O´Quinn, o Locke da série Lost – que rendeu uma continuação em 1989. O protagonista é um psicopata completo, que romanceia e se casa com mulheres divorciadas ou viúvas, somente para se infiltrar em sua família, ganhar sua confiança e depois matar todos. O remake traz Dylan Walsh no papel do vilão, que contrasta bem com sua aparência de bom moço. Uma curiosidade é que no papel do filho mais velho da próxima família na lista do louco, está Penn Badgley, que recentemente fez muito sucesso vivendo justamente um psicopata, na série da Netflix, YOU (Você). O elenco conta ainda com a polêmica Amber Heard.

Pacto Secreto

Quem disse que terror é um gênero exclusivamente masculino? Clamando seu lugar entre os slashers, este terror “feminista” traz um grupo de estudantes de uma casa de sororidade, passando o pão que o diabo amassou após um trote sair do controle causando a morte de uma das alunas. A versão original, intitulada Assassinatos na Fraternidade Secreta, foi lançada em 1983. No elenco do remake, Jamie Chung, a Blink da série The Gifted, Rumer Willis (filha de Bruce Willis e Demi Moore) e a saudosa Carrie Fisher no papel da administradora do local.

O Mistério das Duas Irmãs

Um dos longas mais subestimados da lista, trata-se da refilmagem do asiático Medo (A Tale of Two Sisters, 2003).  Na refilmagem temos a talentosa Emily Browning no papel da protagonista, uma jovem que precisou de tratamento numa clínica após a morte suspeita de sua mãe. Ao voltar para a casa de sua família, se junta à sua irmã mais velha (papel da gracinha Arielle Kebbel) e começam a investigar a nova esposa de seu pai (papel de Elizabeth Banks), a antiga enfermeira de sua mãe. Ao mesmo tempo, as duas começam a ser assombradas por estranhos acontecimentos no local.

Continuações

Premonição 4

Tudo que faz sucesso, precisa ser continuado. E quando falamos em terror, isso se torna uma certeza absoluta. O difícil é depois saber a hora de parar. Assim, o sucesso surpresa Premonição (Final Destination, 2000) se tornou uma das franquias mais rentáveis do gênero na década passada. A premissa é simples, mas eficiente – o problema é que as sequências a repetiram à exaustão, uma ou outra adicionando algum elemento novo e criativo. Na trama, um grupo de jovens “dribla” a morte em algum evento trágico – sempre com a ajuda de um integrante que possui “o dom da premonição” e antevê o acidente. A graça deste quarto exemplar é dar uma de “Sexta-Feira 13” e brincar com o público prometendo ser o capítulo final, assim como no quarto episódio dos filmes do Jason. Em ambos os casos a série continuou.

[REC]² – Possuídos

Continuação do bem sucedido terror espanhol, que se transformou em filme cult, e contava a história de uma repórter no plantão da madrugada, seguindo um grupo de bombeiros por suas emergências noturnas. A mais nova é um chamado de um prédio, no qual estranhos acontecimentos estão ocorrendo. Logo, a repórter, os bombeiros e os moradores se veem presos no prédio lutando por sobrevivência. Este é um criativo terror, todo produzido no estilo found footage, no qual a câmera da reportagem serve como nossos olhos para as ocorrências no filme. A parte 2, lançada dois anos depois, consegue ir ainda mais além, elevando todos os elementos, inclusive o terror, e adicionando na mistura novos itens, como adrenalina (o ritmo é mais frenético) e mais sobre a mitologia do tema principal – que não vale a pena ser revelado. Uma pena que depois disso, a série tenha apenas decaído com seus últimos dois exemplares. Fora isso, o longa foi refilmado nos EUA logo no ano seguinte, com o título Quarentena (2008).

Abismo do Medo – Parte 2

Ao contrário do item acima, esta continuação vai pelo caminho oposto e joga na lama o nome da obra-prima de 2005, dirigida e criada pelo britânico Neil Marshall (que está no comando do novo Hellboy). O filme original era claustrofóbico, intimista e inesperado – esta talvez seja a sua melhor característica. Um grupo formado só por mulheres, se reúne numa cabana para passar o fim de semana, conversar, beber e relaxar. Muito necessário, já que a protagonista Sarah (Shauna Macdonald) perdeu seu marido e filha num terrível acidente de carro. Além do tempo, as amigas decidem se exercitar, explorando uma caverna inóspita através do rapel. No local, precisam combater seus demônios internos e externos. Pois algo as espreita nas sombras. A sacada genial é a mescla de gêneros e o desfecho. E isso é exatamente o que a continuação trata de apagar. Ou seja, a parte 2 não é somente ruim por ser um caça-níquel desavergonhado que não acrescenta nada de novo e apenas suga, como também tenta manchar o original desfazendo o que havia sido estabelecido.

H2: Halloween 2

Este é um caso curioso na lista, pois se trata da continuação de uma refilmagem, mas não exatamente a refilmagem da continuação. Deu para entender? O primeiro filme dirigido por Rob Zombie era declaradamente um remake do clássico de 1978, imortalizado por John Carpenter. É difícil ocupar a sombra da obra, mas a refilmagem tem seus admiradores. No entanto, Zombie pôde seguir seu próprio caminho quando chegou a hora de comandar a continuação dois anos depois. E o diretor até brinca com referências a Halloween II (1981), que se passa todo em um hospital (ou ao menos 90%). Aqui, esta sequência também dá a entender que teremos uma trama no hospital, mas logo depois o filme caminha com as próprias pernas, desbravando uma estrada completamente nova – seja para o bem ou para o mal.

O Grito 3

Aposto que muitos de vocês sequer sabiam da existência desta continuação. Pois bem, aqui temos um caso parecido ao do item acima. O primeiro O Grito (The Grudge, 2004) era a refilmagem americana de uma obra japonesa de 2002 – Ju-on, no original. O longa trazia Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy, como protagonista, uma jovem morando no Japão e se deparando com uma forte presença maligna na casa na qual cuidava de uma idosa senhora. Dois anos depois e chegava a continuação, que também contava com uma participação de Gellar, mas apresentava um elenco de jovens talentos promissores, vide Amber Tamblyn, Arielle Kebbel, Sarah Roemer, Teresa Palmer e a veterana Jennifer Beals. A terceira parte foi lançada direto em vídeo, tanto no Brasil quanto nos EUA, e no elenco, o nome mais conhecido é o de Shawnee Smith, musa da década de 1980, de filmes como Curso de Verão (1987) e A Bolha Assassina (1988), e veterana da franquia Jogos Mortais – que lançava também há dez anos o seu sexto exemplar, com a presença da atriz no papel da pupila Amanda.

Crítica | It – Capítulo 2 – Grandioso, mas não tão assustador quanto esperávamos

O autor Stephen King tem um poder inacreditável em mexer com nosso imaginário e psicológico, e suas tramas são sempre envoltas de um tom sombrio e complexo que conquistou leitores do mundo inteiro e tem uma legião cada vez maior de seguidores.

Devido à complexidade de seus livros, suas obras são dificilmente adaptadas com decência, sempre gerando um conteúdo muito aquém do material original.

Quando a adaptação funciona, temos obras cinematográficas icônicas como ‘Um Sonho de Liberdade’, ‘Carrie – A Estranha’, ‘O Iluminado’, ‘Conta Comigo’… e é claro, ‘It – A Coisa‘ (2017).

O livro ‘It‘ já havia sido adaptado em 1990 em forma de uma telessérie norte-americana, que foi lançada no Brasil como um telefilme em duas fitas VHS com o título ‘It – Uma Obra-Prima do Medo‘, que aterrorizou toda uma geração com o Pennywise vivido pelo ótimo Tim Curry.

Com muito mais dinheiro em caixa e o aval da Warner Bros., o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti decidiram readaptar o livro de 1104 páginas em dois filmes. O Capítulo 1 foi extremamente bem sucedido e se tornou o filme de terror de maior bilheteria da história do cinema, arrecadando US$ 700,4 milhões mundialmente.

Dois anos depois, ‘It – Capítulo 2‘ chega aos cinemas repleto de expectativas. Mas o filme é bom?

Levando à risca a regra de Hollywood que a sequência tem que ser maior, o segundo Capítulo aumenta todas as apostas e entrega uma superprodução que custou US$ 70 milhões, o dobro do orçamento do primeiro filme (US$ 35 milhões).

O alto orçamento pode ser visto na telona: é um filme megalomaníaco, uma jornada épica na mente deturpada do Pennywise. Sim, o filme entrega tudo o que os fãs esperam… mas falha em seu ritmo.

Enquanto o Capítulo 1 tinha um roteiro redondinho, mostrando os pavores de um grupo de crianças enquanto são atacados por uma entidade maligna, a sequência se perde em meio a diversas histórias paralelas que deixam o filme cansativo em diversos momentos. As 2 horas e 49 minutos de projeção trazem um ritmo arrastado, por horas sonolento, apesar da fotografia impecável e da direção estilosa de Muschietti.

O roteiro de Gary Dauberman (‘A Freira‘) tenta adaptar o máximo de passagens do livro (apesar de muitas terem ficado de fora), e grande parte delas simplesmente não funciona bem nas telonas. A trama traz diversas pontas soltas que não são explicadas, deixando em aberto trechos importantes da mitologia do Pennywise.

A abertura do filme é majestosa, com uma sequência em um parque de diversões aonde um crime de ódio choca a audiência, e então descobrimos que Pennywise voltou. Nesse momento, já percebemos que o filme terá toques épicos. Em uma sequência brilhante, descobrimos onde está cada um dos protagonistas do primeiro filme após 27 anos.

O melhor está em seu elenco. Bill Hader rouba todas as cenas como o Richie adulto, em uma atuação digna de Oscar. Ele consegue trazer todo o drama que o personagem pede e ainda adicionar humor, se tornando o grande alívio cômico do filme. James McAvoy mais uma vez demonstra ser um dos atores mais esnobados de Hollywood e brilha como o protagonista Bill. Jay Ryan está ótimo como o Ben, assim como James Ransone, Isaiah Mustafa e Andy Bean.

Bill Skarsgård está tão icônico no papel do Pennywise quanto Tim Curry, e o ator visivelmente entrou na mentalidade deturpada do monstro para criar um personagem deveras assustador cuja risada vai te dar pesadelo.

Minha única decepção, talvez pela expectativa, foi com Jessica Chastain. Apesar de ser extremamente parecida com a jovem Sophia Lillis, sua Beverly parece apática e perdida, sem todo o carisma que a personagem trouxe no Capítulo 1. Uma atuação contida, que não faz jus à atriz. Talvez o roteiro tenha dado pouco espaço para a atriz trabalhar , visto que toda a construção dos personagens vem através de flashbacks

O primeiro ato é ágil, cheio de humor e alguns bons sustos, e segue o mesmo ritmo do Capítulo 1. Quando os protagonistas se reúnem em uma cena maravilhosa no restaurante Chinês, o diretor consegue transpor de maneira brilhante o que acontece no livro para as telas, em uma das melhores e mais bem desenvolvidas cenas do filme.

Porém, a trama se perde em seu segundo ato. Quando os protagonistas são separados e partem para missões sozinhos, o excesso de flashbacks e a edição tornam o meio do filme arrastado e cansativo. Por sorte, o diretor consegue retomar o ritmo da trama em seu terceiro ato, uma explosão de eventos e ação no assustador embate entre o Clube dos Perdedores com o Pennywise, conseguindo criar um final decente para a história (já que no livro o desfecho era uma grande viagem…).

Apesar das “barrigas” no meio do filme que tornam a história um pouco estafante, ‘It – Capítulo 2‘ deve agradar aos fãs que estão esperando o desfecho da história. Tudo no filme é épico, incluindo a jornada, que por vezes me lembrou os filmes da franquia ‘O Senhor dos Anéis‘. Não, não é viagem. A escala da produção é muito similar.

O excesso de CGI talvez possa incomodar aqueles que gostariam de ver cenas de terror: todas as cenas que tentam assustar o cinéfilo são repletas de Computação Gráfica e Efeitos Especiais, tirando todo o realismo em torno delas. Assim como fez em ‘Mama‘, Muschietti abusa do uso desse artifício, deixando as cenas assustadoras extremamente “plásticas” e surreais.

Usando mais drama do que terror, e agora adicionando toques de humor, o Capítulo 2 entrega uma aventura cheia de suspenses, mas esquece de trazer também um pouco do terror e dos sustos. Ainda que tenha toda uma grandiosidade em torno do projeto, o filme é bastante inferior ao Capítulo 1. Diverte e entretém, mas dificilmente ficará no hall das melhores adaptações de Stephen King.

Crítica em Vídeo:

Crítica | Bacurau – Obra-prima nacional no melhor estilo Tarantino

O filme brasileiro mais comentado e aguardado dos últimos tempos finalmente está em exibição nos cinemas nacionais e vai agradar a qualquer fã da sétima arte. Bacurau é cinema em sua mais pura essência e traz Pernambuco para o mapa das grandes produções de faroeste do Século XXI.

O longa não tem vergonha de ser estranho. Muito pelo contrário, ele abraça sua natureza exótica ao mesclar o calor e as dificuldades do Sertão com a adrenalina dos filmes de ação para entregar uma história confusa, à princípio, mas que vai se desenhando de maneira frenética, te instigando a tentar descobrir o que vai acontecer na próxima cena. É divertido, polêmico e sem medo de ser o que é: uma obra-prima do cinema nacional.

A trama gira em torno da cidadezinha chamada Bacurau. Pequena, mas unida, a comunidade local vive seus dias com tranquilidade e paz, apesar das dificuldades não resolvidas pela prefeitura. Porém, tudo começa a mudar quando um disco voador passa a sobrevoar a região e, logo em seguida, eventos estranhos começam a acontecer. Desde a morte de moradores até o sumiço da cidade do mapa, tudo é muito estranho e tenso. O clima de suspense é constante no início e vai aumentando conforme as bizarrices acontecem. Contudo, o filme aborda todos esses aspectos de forma crível e fascinante. É louvável sentar para assistir a um filme e ser surpreendido pelo trabalho competentíssimo de diretores, roteiristas e elenco.

Apesar de não serem o foco da história – que preza pela cidade em primeiro plano -, os personagens são interessantes, misteriosos, ambíguos e divertidos. São preponderantes para a crítica social pensada pela equipe criativa e refletem o povo brasileiro, que sofre diariamente com as patuscadas do governo e ainda assim consegue achar um motivo para sorrir e seguir com a vida. Em meio as ameaças propostas pela trama, a organização surge como única alternativa  de sobreviver. E vale destacar a atuação de dois MONSTROS em tela: Sônia Braga, como a Doutora Domingas, e o alemão Udo Kier, completamente aterrorizante ao interpretar Michael, um dos antagonistas do longa. São os personagens que se contrastam e acabam exaltando de forma orgânica a cultura da região nordestina.

A direção é incrível e acerta ao trazer uma montagem meio “antiquada” nas cenas em que a pobreza e a dificuldade ficam mais nítidas. Os fãs de Star Wars vão se amarrar nas passagens de cena ao estilo slideshow. E a direção fotográfica consegue passar o incômodo do clima sertanejo na medida. O calor é importante e influente na caracterização da cidade. No ato final, eles liberam algumas das cenas mais violentas do cinema nacional recente. Os fãs da violência Tarantinesca vão se deliciar nas cenas de faroeste.

Enfim, é um filmaço para quem gosta de entretenimento com qualidade e conteúdo. Aquele típico filme que te diverte e faz pensar. Um frenesi apoteótico perfeito para coroar a grande fase que o Cinema Nacional vive.

 

Crítica TIFF | A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly – A trajetória visceral de um fora da lei

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Uma Austrália colonial, em um século repleto de transformações. Do colapso de impérios como o da Espanha, China e França à ascensão dos impérios Britânico, Russo e Alemão, o período que compreende os anos de 1801 e 1900 traz em sua marca peculiaridades que só o contexto histórico da época poderia propiciar. Em meio à nações que experimentavam sua expansão e redefinição, surgiu nessa mesma colônia britânica um nome que em pleno 2019 ainda ecoaria tamanho impacto. É surreal pensar que quase 140 anos após sua morte ainda estaríamos falando de Ned Kelly, aquele fora da lei raiz, old school, que fez das mazelas da sua alma o regente de sua jornada de vingança. Mas A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly nos prova que muito mais do que viva, sua história sempre renderá um bom filme de ação vintage.

O fascínio hollywoodiano por Ned Kelly não deveria nos surpreender a essa altura da indústria. A afrontosa narrativa do jovem gângster traz em si alguns dos elementos mais cativantes de um bom filme de ação de época. Ira, rancor, amargura e incompreensão colidem entre si de maneira explosiva, resultando na curta jornada de um homem disposto a morrer – ironicamente – pela honra de seu próprio nome, manchado de sangue por seu passado e, quase involuntariamente, por ele mesmo. Na obra de Justin Kurzel, George MacKay se dilacera diante das telas, entregando a voracidade sanguinária de se tornar um justiceiro às avessas. Equivocado em fazer justiça para sua família à sua maneira, seu personagem se consagra como uma figura vítima do meio. Fruto de uma tumultuada família, suas despedaçadas raízes e a condenação do nome dela ainda na pouca idade trilharam uma rota de falsos conceitos, que eventualmente se tornaram reais e que são trazidos aqui em uma trama crescente e envolvente.

O longa, que ainda conta com Russell Crowe, Nicholas Hoult e Charlie Hunnam no elenco, reside justamente na intensidade de seu protagonista, que incorpora as angústias do vilão Ned Kelly, a ponto de apresentá-lo como uma figura compreensível, apesar de seus ensandecidos confrontos contra policiais. E com essa premissa, a trama se revigora a cada ato, crescendo vertiginosamente ao ritmo do comportamento doentio e inesgotável do fora da lei, ganhando seu ápice em um clímax de tirar o fôlego, onde a ação ganha novas formas mais estilísticas e conceituais. E entre uma fotografia mórbida de uma terra sem vida e a angústia de uma família renegada por sua própria nação, A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly é um drama aventuresco com pitadas de thriller, intenso e bem dirigido.

E pelas lentes de Kurzel, Ned Kelly ainda ganha uma abordagem mais poética e lírica, sem perder a sanguinolência que seguiu a figura histórica na maior parte de sua vida. Criando um contraste entre a poesia da direção artística e o sangue dos embates travados, a produção presenteia o publico com uma fotografia magnífica, com um visual simbólico de encher os olhos, à medida que a ação entorpece a audiência, proporcionando uma experiência valiosa e grandiosa. Com MacKay entregando a melhor atuação de sua carreira, a cinebiografia é um lembrete de que ainda havia um novo ângulo a ser abordado de Kelly. Este que talvez nem Heath Ledger tenha conseguido expressar nos idos dos anos 2000.

Com um roteiro que sabe usar seu tempo de tela com tranquilidade, envolvendo o espectador na rápida odisseia de Kelly à redenção de sua família, A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly é uma surpresa inesperada do Festival de Toronto. Conceitual em sua fotografia e design de produção, o drama ainda tem ares de blockbuster, cativando públicos díspares que amam um bom filme de ação. Divertido e bem dirigido, o longa ainda projeta MacKay para uma carreira mais promissora. Deixando os “veteranos” do ramo como simples personagens de apoio, o ator de apenas 27 anos se posiciona como mais uma aposta do futuro da indústria cinematográfica.

Crítica de Álbum | ‘K-12’ é um complexo musical de difícil digestão

Dizer que Melanie Martinez é uma cantora convencional é cair em uma gigantesca falácia: a artista de apenas 24 anos ganhou fama depois de participar da terceira temporada do reality show The Voice, logo depois lançando seu primeiro e alternativo álbum de estreia intitulado Cry Baby (2015). É inegável comentar sobre a qualidade de seu début e, cinco anos depois, Martinez retorna para os holofotes com o lançamento de mais uma interessante produção chamada K-12 – e isso não é tudo: acompanhando a obra de treze faixas, ela também aproveitou para dirigir e produzir um bizarro longa-metragem de pouco mais de noventa minutos na qual nos convida para uma distorcida viagem num colégio saído de qualquer filme de terror adolescente que você consiga pensar.

Por enquanto, irei me ater apenas à análise musical; é claro que, seguindo os passos de Lemonade, de Beyoncé, a construção em si deve ser acompanhada da peça fílmica, mas estamos lidando aqui com uma investida redundante demais para ser analisada em conjunto, ainda mais porque Melanie se apropria de uma tradução literal de suas composições para delinear uma cronológica e obscura história. Com exceção dos belos visuais (que também não representam nenhuma novidade imagética, visto que drenam inspiração de Wes Anderson ou qualquer outro diretor apaixonado por tons pastéis), o longa não precisaria existir – e pior, acaba tirando o brilho erguido com tanto esmero pelas tracks.

No geral, K-12 é um obscuro musical de amadurecimento que se vale de elementos fantásticos e uma mitologia própria para alcançar aquilo a que se propõe. E não é surpresa, pois, que a artista também recupere alguns elementos propositalmente dissonantes de sua obra anterior para delinear essa jornada colegial, colocando-a em um caótico cenário escolar de onde tenta fugir ao lado de suas amigas. Logo, é mais que óbvio encarar cada canção como a abertura de um ato diferente, iniciando com a imortalizada lullaby “Wheels on the Bus”, que imediatamente nos rememora aos tempos de uma infância que não irá mais voltar. Entretanto, os melódicos e pueris tons se transformam numa coerente entrega pop-trap cuja letra desconstrói ao extremo o que poderíamos esperar.

A obra se rende a uma performance teatral quase burlesca, optando por declamações interiores bem familiares à discografia da cantora. Mais uma vez, Martinez busca inovar a si mesma, inovar suas produções e até mesmo suas extensões vocais – e consegue fazer isso quando nos deparamos com o escopo geral. Em cada uma das tracks, é visível sua preocupação em transformá-las em poemas cantados que carregam um significado muito maior e mais autônomo do que parecem – seja com a brutal “Class Fight” ou com a minimalista “Show & Tell”, que certamente é um dos pontos altos da iteração.

Eventualmente, a sonoridade indie (também característica de suas produções e até mesmo de seus covers de início de carreira) torna-se repetitiva o bastante para deixar a fluidez construtiva tangenciar uma eterna monotonia. É claro que as catárticas reviravoltas continuam a existir, ainda que reflitam uma necessidade de Melanie em deixar sua satírica preferência artística explícita até para os ouvintes mais céticos – coisa que acontece, por exemplo, em “Drama Club”; nem mesmo os contraditórios versos como “todo mundo é tão fraco, todo mundo é tão sensível” exploram a potência prometida, esbarrando em convencionalismos que se estendem até a assomada conclusão. As coisas parecem piorar consideravelmente com a chegada da infantilizada “Lunchbox Friends”, que falha em quase todos os aspectos e mergulha numa desnecessária e inexplicável distorção vocal – sem explicação até mesmo em sua sequência visual.

Martinez recupera o fôlego e retorna à sua forma impecável com “Detention”, mostrando mais uma vez sua afeição pelo minimalismo instrumental e pela sensualidade estética – ela se recusa a reprimir a adoração que sente pelo seu corpo em basicamente todas as produções, imprimindo críticas bem-vindas e inteligentes nos versos. A faixa em questão premedita a deliciosa balada desconstruída “High School Sweethearts”, que se reverencia a um psych-pop ressonante que se expande gradativamente no refrão apenas para recuar nas outras estrofes. E, como já era de se esperar, a epopeia tour-de-force se conclui num cíclico retorno da heroína às suas origens, trazendo à vida a onírica “Recess”, fechando as cortinas de seu complexo e melancólico desabafo.

Quanto ao filme que acompanha o álbum, é necessário dizer que a produção toma forma numa mixórdia genérica de tantas outras investidas hollywoodianas que brotam em nossa memória – como supracitado, muito correspondentes à perspectiva simétrica e pastel de Anderson (o próprio cenário parece ter sido extraído de O Grande Hotel Budapeste). Felizmente, isso adiciona certo respaldo arquitetônico à teatralidade promovida por Melanie, mas peca ao trazer coreografias lineares e composições cênicas formulaicas demais para representarem qualquer coisa. Na verdade, o “conceito” buscado pela artista e também diretora nunca ganha forma e se vale mais pelas risíveis atuações do que por outro aspecto.

K-12 é difícil de ser digerido e tem grandes chances de estacionar em dois âmbitos extremos: amor ou ódio. Amor principalmente pela capacidade criativa de Melanie Martinez não ficar restrita a uma só linha de pensamento; ódio pela frustração que pode causar até mesmo em seus fãs. Afinal, mesmo suas apaixonantes particularidades não são o bastante para nos desviar de deslizes amadores – ainda mais levando em conta o gritante hibridismo artístico-musical do qual se dispõe. Contudo, o resultado final é aprazível o suficiente (para o bem ou para o mal).

Nota por faixa:

  • Wheels on the Bus – 4/5
  • Class Fight – 4/5
  • The Principal – 3,5/5
  • Show & Tell – 5/5
  • Nurse’s Office – 4/5
  • Drama Club – 3/5
  • Strawberry Shortcake – 2,5/5
  • Lunchbox Friends – 1,5/5
  • Orange Juice – 3/5
  • Detention – 4,5/5
  • Teacher’s Pet – 3,5/5
  • High School Sweethearts – 5/5
  • Recess – 4/5

Assista ao filme: