A produção de ‘Viúva Negra’ já começou e, agora, novas imagens de bastidores surgiram nas redes sociais. As fotos podem até estar em alta definição, mas estampam Scarlett Johansson como a protagonista-título em uma possível sequência de ação.
Confira:
De acordo com uma recente publicação no Reddit, o trailer oficial do longa deve ser lançado ainda este ano, em 14 de dezembro.
A Marvel ainda não confirmou a informação, mas levando em conta que o filme estreia em maio de 2020, dezembro é uma ótima época para aumentar a expectativa dos fãs.
Confira a descrição do teaserexibido durante a San Diego Comic Con e divulgado pelo Comic Book:
O teaser começa com flashbacks de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Corta para cenas de ‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Ela narra e diz que pegou Os Vingadores se tornaram sua família após tantas tragédias. Ela cometeu erros. Ela traiu Tony parando o Pantera Negra. O logotipo da Marvel Studios é reproduzido.
BUDAPESTE. Ela entra em uma escada em espiral, entrando em uma sala com uma arma. “Eu sei que você sabe que eu estou aqui fora”, ela diz. “Vamos conversar como adultos?”. Ela fica cara a cara com a personagem de Florence Pugh , Yelena Belova. Elas começam a lutar e destroem uma cozinha. A Viúva Negra tenta segurá-la e amordaçá-la com uma toalha, mas acaba sendo jogada. Armários são destruídos. Ela pega uma Faca. A cena lembra o Soldado Invernal aparecendo em Capitão América: O Soldado Invernal. Uma magnífica luta segue na sala de estar enquanto as mulheres acabam tentando se estrangular com uma cortina. Corta. Natasha liga para sua irmã e eles tomam uma bebida. Corta para perseguições de motocicleta. Lutas de arma. Correndo pelas ruas. Pulando pelas janelas. “Eu fiquei devendo em minhas missões. Eu gostaria de acabar com isso.”, ela diz. O chefe de missões, com um escudo e uma máscara, tira fotos dela. O logotipo é reproduzido.
Lembrando que a história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.
A D23 já está acontecendo e aDisney apresentou com detalhes os trajes dos protagonistas da série ‘O Mandaloriano‘, que estreia em 12 de novembro, junto com o lançamento da Disney+.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Ludwig Göransson, vencedor do Oscar por seu trabalho em ‘Pantera Negra’, está responsável pela música.
As filmagens da segunda temporada devem começar em 07 de outubro deste ano, em Los Angeles. A notícia também informa que Taika Waititi não deve retornar para a cadeira de direção nos novos episódios, visto que estará ocupado com o longa ‘Next Goal Wins’ antes de migrar para o aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’.
Em seu perfil do Instagram, a atriz EmilySwallow, intérprete de Amara/Escuridão em ‘Supernatural‘, revelou que irá retornar para a última temporada da série.
Na publicação, Swallow aparece ao lado de Rob Benedict e diz que está em Vancouver trabalhando em algumas cenas envolvendo Amara e seu irmão Chuck.
Uma publicação compartilhada por Emily Swallow (@bigeswallz) em
“Fotos desajeitadas em família: Estamos de volta! Sim, estamos em Vancouver. E sim, é hora de Amara colocar o irmão Chuck de volta nos trilhos. Então… acho que você vai nos ver.”, escreveu ela.
Amara foi introduzida na 11ª temporada como a Escuridão, uma entidade primordial que foi aprisionada por Deus, até ser liberta por uma bruxa chamada Rowena.
Escuridão assume uma forma humana e logo é capaz de seduzir Dean Winchester para se aproximar de Chuck.
Com 20 episódios encomendados, a última temporada irá estrear no dia 10 de outubro.
Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.
Sam (Jared Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…
‘Batwoman’ estreia em algumas semanas na The CW e ganhou um novo misterioso teaser:
A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.
Kate Kane (Ruby Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary, e do astuto Luke Fox, filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Rachel Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.
O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.
O repentino fim do casamento das estrelas Miley Cyrus e Liam Hemsworth continua rendendo polêmica diante do público geral. E após ter sido acusada de traição na internet, a atriz e cantora decidiu se posicionar sobre o assunto de maneira categórica, revelando algumas histórias de seu passado até então desconhecidas.
Em uma thread do Twiter, Cyrus se posicionou sobre seu longo relacionamento com o ator e irmão de Chris Hemsworth, confessando algumas situações vividas no passado.
Além de admitir ter sido usuária de cocaína, afirmando que sua canção mais famosa foi escrita sob o efeito de ecstasy e fala sobre uma louca experiência consumindo drogas, ela ainda contou que chegou a ser demitida do filme ‘HotelTransilvânia’ por conta de um bolo de pênis, que ela encomendara para o aniversário de Liam. Na ocasião, ela ainda lambeu o bolo, o que teria escandalizado o estúdio e os produtores da franquia.
Confira o tweet que traz a revelação:
I got kicked off hotel Transylvania for buying Liam a penis cake for his birthday and licking it.
De acordo com o site The Hollywood Reporter, Garcelle Beauvais irá retornar para a aguardada sequência de ‘Um Príncipe em Nova York’, reprisando seu papel como Rose Bearer. Além disso, a atriz sul-africana Nomzamo Mbatha também foi elencada, mas sua personagem ainda não foi revelada.
Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.
“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”
Em seu perfil no Twitter, o ex-astro de ‘The Walking Dead’, Tom Payne, mostrou interesse em participar de ‘Matrix 4‘ agora que a sequência foi confirmada pela Warner Bros.
Há alguns anos, Payne revelou que aprendeu diversas artes marciais para interpretar Paul ‘Jesus’ Rovia em ‘The Walking Dead’, já que o personagem é considerado o melhor lutador corpo a corpo na franquia, o que não foi muito bem explorado na série.
Sobre ‘Matrix 4’,Lana Wachowski retorna à direção, e os protagonistas da trilogia, Keanu Reevese Carrie-Anne Moss, irão reprisar seus papéis como Neo e Trinity.
Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:
“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.
O ator tem uma exigência:
“Temos que criar uma história para fazer jus àqueles filmes. Será estranho voltar, mas porque não? As pessoas morrem, as histórias não”, concluiu.
Lana Wachowski, uma das irmãs criadoras do original, retorna coma diretora e roteirista.
“Não poderíamos estar mais felizes em podermos retornar a esse universo com a Lana, uma diretora visionária, criativa e única. Estamos empolgados que ela está escrevendo, dirigindo e produzindo esse novo capítulo da franquia Matrix”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner.
As filmagens do novo projeto devem ser iniciadas em 2020, em Chicago, sob o título de produção ‘Project Ice Cream‘. Michael B. Jordan Também deve estrelar.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo ao uso de efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo. Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003. Além disso, os filmes também geraram videogames e livros de sucesso. Ainda não está claro se um quarto filme ‘Matrix’ seria ou não uma prequela, embora esse tenha sido o rumor original.
Vale lembrar que a trilogia ‘Matrix‘ arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Dois anos depois que Taylor Swift lançou ‘Reputation’, a princesa do country-pop voltou a explorar relacionamentos conturbados com a estreia de ‘Lover’, seu sétimo álbum de estúdio. E, logo de cara, a própria estética fonográfica onírica da produção nos arremessa de volta para 2014, mais precisamente para o auge de sua carreira (‘1989’) com uma deliciosa e contraditória aventura através de um tema que ela certamente conhece muito bem: o romance. Felizmente, ainda que a artista acabe se rendendo às mesmas narrativas de sempre, é inegável dizer que Taylor carrega consigo uma habilidade incrível para compor letras memoráveis e que, à prima vista, divirjam entre si.
Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).
Como se não bastassem as ótimas baladas – como a empática “Soon You’ll Get Better”, carregada pelas notas envolventes e familiares de um melódico violão, ou a declamatória e teatral “Daylight” -, Taylor não abre mão de suas já conhecidas críticas bastante ácidas, preferindo a sutileza condescendente a brutos ataques. Não é à toa que o álbum abra com a minimalista e controversa “I Forgot That You Existed”, que mistura o melhor dos toques contemporâneos com um envolvente pop clássico enquanto diz com todas as palavras que “não é amor, não é ódio, é indiferença”.
Do mesmo jeito, ela se exila em meio à comunidade LGBT+ em um sonoro e divertido protesto intitulado “You Need to Calm Down”, que nutre de certas semelhanças com “Royals” (principalmente a superposição das várias camadas no início do refrão), mas sem perder sua identidade. Aqui, Swift preza pela palavra cantada e alcança a mensagem que desejava passar desde o princípio (isso sem comentar a presença ilustre de nomes como Billy Porter, Ellen DeGeneres e Ryan Reynolds no videoclipe oficial).
Entretanto, a lead singer não se isenta de alguns brutos deslizes que, eventualmente, são ofuscados pela beleza da obra em sua completude. Por exemplo, temos a colaboração entre ela e Brandon Uries em “ME!”, faixa que sem sombra de dúvida não corresponde à capacidade criativa da artista. Na verdade, esta é a track mais solta de toda a obra, visto que é infantil demais e reflete uma personalidade linear que nada mais é que uma cópia malfeita de “Next to Me”, de Emili Sandé. Do mesmo modo, “It’s Nice To Have a Friend” é uma competente delineação, mas sofre por dois motivos: estar localizado em um esquecível lugar dentro do compilado de músicas e ser extensão de outras entregas muito melhor arquitetadas.
Nossa surpresa também ganha palanque quando as canções mais animadas e dançantes cedem espaço para as ballads. De um lado, temos o solilóquio “The Archer” que busca elementos tanto do synth-pop quanto do gospel-pop (a entrada dos vocais em coro é soberba em diversos níveis), mesmo que falhe em buscar uma explosão catártica, não sonora, em lyrics bem pensadas cujas metáforas são ricas em uma melancólica tristeza amorosa, respaldadas pela atmosfera dark; de outro lado, “Lover” talvez insurja como a track mais emotiva do CD, principalmente pelo fato de usar o saudosismo musical a seu favor. Nesta segunda faixa, a faixa em mid-tempo é movida pelos acordes do violão e pela bateria demarcada, mas, diferente de sua conterrânea, não deixa que a linearidade fale mais alto: a expressividade é canalizada pela profunda e dramática atuação de Taylor, expandindo-se para dois bridges que poderiam ser editados sem fazer muita diferença ao poder desse espetáculo.
Elementos de ‘Reputation’ também não são descartados por completo: em “Cruel Summer”, os sintetizadores e as distorções vocais que contemplam o pano de fundo harmonizam com a levada que tangencia a perfeição fonográfica de Swift. Nem mesmo a mudança brusca entre os dois atos principais é o suficiente para tirar as glórias da faixa – e é estranho e animador ao mesmo perceber como a canção dialoga em progressão pura com “Out of the Woods” (uma das melhores investidas de sua carreira). Esses mesmos elementos voltam a dar as caras em “The Man”, aproveitando o momento para recuar o peso do synth-pop e se valer de algo prático, apesar de convencional.
A ambiência mais obscura e quase tétrica volta com a deliciosa “Miss Americana & the Heartbreak Prince”, um interessante contos de fadas desconstruído que, apesar da presença exorbitante de estilos musicais, tem uma consistência considerável que utiliza até mesmo as propositais notas dissonantes para abrir espaço a uma épica aventura. Já sua sucessora, “Paper Rings”, afasta-se do que já vimos e mergulha em uma jornada de volta ao passado com um rock-pop-country dinâmico refletido pela enérgica performance da cantora – e, ainda que não esteja no mesmo nível que as outras, a música em questão suprimi seus claros deslizes ao nos convidar para redescobrir um hit quase roubado da década passada.
‘Lover’ é o álbum que todos esperávamos. Ao mesmo tempo que retorna para suas raízes, Taylor Swift não deixa de se reinventar e acrescentar uma bela obra fonográfica para sua carreira e, talvez, essa seja sua produção mais dramática e mais pessoal de todas.
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“Todos saúdem a última temporada de ‘Ballers’. Meu coração está cheio de gratidão para todos vocês por terem arrasado conosco em cada temporada. Vocês transformaram essa comédia na mais assistida da HBO por anos e, mais importante, ajudaram a criarem e sustentarem uma plataforma para que outros atores tivessem a oportunidade de trabalhar duro, crescer e construírem seus nomes. Para mim, a oportunidade que [o show] critou para mim e para tantos outros é o verdadeiro prêmio”, diz a legenda.
Os astros Tom Holland e Robert Downey Jr. se reencontraram após o fim da jornada do herói Homem de Ferro no MCU.
A dupla saiu para fazer uma caminhada e posou para várias fotos, que parecem ter sido tiradas no Grifith Park.
Os atores ainda posaram ao lado de bonecos de seus respectivos personagens da Marvel.
Confira:
O futuro de Holland como ‘Homem-Aranha’ parece incerto, ainda que ele esteja sob contrato para mais dois filmes. Desapontado com o fim da parceria entre a Sony Pictures e a Marvel Studios, ele deixou de seguir a Sony nas redes sociais, além de ter sido irônico no Twitter, respondendo a uma antiga publicação feita pela Marvel, que questionava qual deveria ser o título do próximo longa do Teioso.
Em resposta, ele disse:
“Homem-Aranha: Sem Lar”, postou.
Confira:
O conflito se deu após a Marvel pedir 50% do lucro dos filmes do aracnídeo e controle de outros personagens, como o Venom e a Gata Negra. Antes, o estúdio recebia apenas 5% de comissão das bilheterias.
A Sony publicou uma carta afirmando estar “desapontada” pelo fato de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, não estar mais envolvido na produção do próximo capítulo do ‘Homem-Aranha’.
Confira:
“Muitas das notícias de hoje sobre o Homem-Aranha descaracterizaram as recentes discussões sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Nós estamos desapontados, mas respeitamos a decisão da Disney de não querer que ele continue como o produtor líder do nosso próximo live-action do Homem-Aranha. Nós esperamos que isso mude no futuro, mas entendemos que muitas das responsabilidades que a Disney o deu – incluindo todas as novas propriedades adquiridas pela Marvel – não permitem que ele tenha tempo o bastante para trabalhar em um projeto que o estúdio não detém os direitos. Kevin é incrível e somos gratos por sua ajuda e orientação e apreciamos o caminho que ele nos ajudou a traçar, no qual continuaremos”.
De qualquer forma, resta torcer para que a Sony dê continuidade as aventuras do Cabeça de Teia agora que o personagem finalmente se encontrou nas telonas.
O fenômeno teen ‘High School Musical’ está de volta com uma série de TV para a plataforma Disney+ e, depois do término das filmagens, a produção ganhou seu primeiro cartaz oficial.
Confira:
A série ainda ganhou data de estreia e vai chegar à plataforma de streaming em 12 de novembro, data que também marca o lançamento do novo serviço da Disney.
O elenco é composto porJoshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’),Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.
A 1ª temporada contará com 10 episódios e a história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.
Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.
No entanto, o diretor também pode estar despistando o público, já que a produção do longa deve começar no início de 2020.
Antes disso, Waititi irá comandar um projeto ainda sem título para a Fox Searchlight.
‘Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.
O elenco trará Natalie Portman como a nova Deusa do Trovão e contará com o retorno deChris Hemsworth e Tessa Thompson.
Confira o logo:
Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente.
Além disso, o We Got This Covered sugere que Amora, a Feiticeira, será a principal vilã do filme.
Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.
O Disney+ divulgou um belo cartaz de ‘O Mandaloriano’ , série derivada de ‘Star Wars’, que será lançada no serviço de streaming no dia 12 de Novembro.
Confira, com fotos:
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Ludwig Göransson, vencedor do Oscar por seu trabalho em ‘Pantera Negra’, está responsável pela música.
As filmagens da segunda temporada devem começar em 07 de outubro deste ano, em Los Angeles. A notícia também informa que Taika Waititi não deve retornar para a cadeira de direção nos novos episódios, visto que estará ocupado com o longa ‘Next Goal Wins’ antes de migrar para o aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’.
A versão live-action de ‘A Dama e o Vagabundo‘ teve seu cartaz divulgado pelo Disney+. O filme estreia direto no serviço de streaming no dia 12 de Novembro.
Confira:
Vale lembrar que o cachorro protagonista, chamado Monte, foi encontrado em um abrigo para animais nos Estados Unidos.
“Ele foi resgatado em abril de 2018 e sabíamos que o queriam para estrelar alguma produção de Hollywood, mas não sabíamos o que era porque foi tudo feito em segredo. Nós sabíamos que ele tinha potencial para ser uma estrela”, disse Heather Allen, supervisora do abrigo HALO.
Allen disse que ficou animada, porque sabia que Monte encontraria um lar adequado e que seria bem tratado.
Sem raça definida, Monte é uma mistura de vira-lata com terrier, segundo os funcionários do abrigo.
“Isso é o que faz dele especial. É claro que abrigos também têm cães de raça, mas Monte representa o que os vira-latas são. Eles são super amigáveis e dóceis. Ele é único. Se precisar de um dublê, pode ser bem difícil encontrar.”, brincou Allen.
Confira abaixo o visual dos cães presentes no filme.
Trusty também estará na adaptação e será dublado por Sam Elliot, o resto do elenco inclui Peggy (Janelle Monae), Joca (Ashley Jensen) e Bull (Benedict Wong), o fiel amigo do Vagabundo.
Temendo o futuro do Homem-Aranha no cinema após o fim do acordo entre a Marvele a Sony, os fãs do personagem estão protestando nas redes sociais.
Através da tag #BoycottSony, usuários do Twitter e Instagram estão ameaçando boicotar qualquer produto da marca Sony, como filmes, jogos e até aparelhos eletrônicos.
#boycottSony Spider-Man has been amazing in the MCU far from home made a billion dollars Tom Holland is Incredible as Spider-Man Why would Sony not let them make anymore movies after Spider-Man 3 pic.twitter.com/816eEF4VhY
“Homem-Aranha tem sido incrível MCU. ‘Longe de Casa‘ fez 1 bilhão de dólares. Tom Holland é incrível como Homem-Aranha. Por que a Sony não os deixaria fazer mais filmes depois de ‘Homem-Aranha 3’?”
peter will never meet shuri
peter will never meet morgan
peter cant interact with happy
peter cant interact with nick fury
peter is out of the mcu#BoycottSony fuck you
“Peter nunca vai conhecer Shuri
Peter nunca vai conhecer Morgan
Peter não pode interagir com feliz
Peter não pode interagir com Nick Fury
Peter está fora do MCU # BoycottSony”
A onda de remakes que assola Hollywood e já atingiu quase todas as mais icônicas produções de terror 80´s, chega agora a Brinquedo Assassino. Ou devo dizer ´La Bambola Assasina’, título que a produção recebeu na Itália, país onde este colega que vos fala conseguiu assistir ao longa – já que a produção só estreia em terras brasileiras em agosto (ou seja, suspeite e duvide de veículos que não assistiram ao filme fora do Brasil – até a data de lançamento).
Muita gente torce o nariz para refilmagens ou reinterpretações, mas um de seus maiores propósitos de existir em minha opinião – e um de seus verdadeiros desafios de roteiro – é modernizar a obra original, contextualizando-a para os novos tempos. O desafio requer adaptação, o que nem sempre ganha êxito. Afinal, qual a razão de repetir uma obra se não for para aparar suas arestas, modificando-a em detalhes, mas mantendo sua essência.
Em muitos aspectos podemos afirmar que a nova versão de Brinquedo Assassino, escrita por Tyler Burton Smith (em sua estreia no cinema) e dirigido por Lars Klevberg (Morte Instantânea), é superior à sua fonte matriz de 1988, escrito por Don Mancini e dirigido por Tom Holland (A Hora do Espanto). A principal delas, no desenvolvimento dos personagens: seja na amizade do jovem solitário Andy (agora mais velho nas formas de Gabriel Bateman) com seu único amigo, o robozinho dono de inteligência artificial Chucky (voz de Mark Hamill), ou até mesmo na relação do menino com sua mãe perdida (papel de Aubrey Plaza).
Outro acerto é a metamorfose que o brinquedo do título sofre, de um boneco de corda com três frases gravadas em seu acervo para uma tecnologia avançada e altamente interativa, capaz de controlar aparelhos eletrônicos em sua casa (como TVs e utensílios), além de drones, carros e todo tipo de equipamento online. Faz sentido e deixa a trama mais em contato com os dias de hoje – de crianças praticamente saindo da maternidade com a cara enfiada em um smartphone ou tablet.
O elemento fantasia também foi deixado de lado em prol de um teor mais realista. Assim, não temos mais o criminoso Charles Lee Ray passando sua alma para um boneco Good Guy, sensação da criançada no fim da década de 1980. Em 2019, é o medo tecnológico e suas mazelas que levanta as questões na nova roupagem. E justamente assim, comparações com a série Black Mirrorserão inevitáveis. Mas a questão principal diz mais respeito ao que foi levantando pelo diretor Steven Spielberg em seu Inteligência Artificial(2001). Seres artificiais conscientes serão considerados vivos? E terão os mesmos direitos dos humanos?
Talvez esteja longe para responder esta questão, mas o cinema a vem perguntando há algum tempo. Essa abordagem é curiosa, intrigante e digna de discussão. Por ter um embasamento mais galgado numa possível realidade e levantar interrogação para nosso caminho como sociedade, não pensando exclusivamente no entretenimento despretensioso como seu progenitor cult, o novo Brinquedo Assassino consegue sobressair por méritos próprios, se descobrindo e criando sua identidade única, para o bem ou para o mal.
Para o mal, o fato deste não ser necessariamente um filme de terror. Ele surge mais como uma série de trágicos equívocos gerados sem qualquer culpa pelo icônico personagem tema da franquia – que passa de vilão cruel e sádico, para uma criatura ingênua, sem grandes discernimentos entre o certo e o errado, e por isso se distancia muito do que é ser humano. Algo que David (Haley Joel Osment) e Edward – Mãos de Tesoura (Johnny Depp) conhecem muito bem, com propriedade.
O novo Brinquedo Assassino capricha no gore e em momentos bizarros (como a cabeça de presente), mas com seu investimento numa trama que aposta em premissa moderna e dramática, termina esquecendo de ser um filme de terror. Bem, definitivamente não um que estávamos esperando. Tais elementos são bem-vindos e demonstram esforço dos envolvidos em não repetir uma fórmula estrutural apenas, como fizeram todas as sequências do primeiro Brinquedo Assassino.
Assim podemos dizer que os realizadores tentam e entregam muita novidade, desestruturando muitos dos pilares que solidificaram o cânone da franquia. Ao mesmo tempo injetando vigor, criatividade e muitas novidades. Um belo exemplar de refilmagem.
Ps. O design do novo boneco é pra lá de creepy, deixando a versão original para trás no quesito desconforto.
Socorro! Virei Uma Garota chega nos cinemas em numa leva de produções nacionais, principalmente comédias, que tentam trazer para o público daqui histórias tipicamente americanas, mas com uma toque brasileiro, numa quase adaptação do que já vimos nos cinemas, na Sessão da Tarde na TV aberta, e agora, na Era do streaming.
E numa mistura de Meninas Malvadas com Garota Veneno, Socorro! Virei Uma Garota se apoia no timing cômico de sua protagonista, a engraçada e talentosaThati Lopes que está muito bem, obrigado por existir no cenário humorístico nacional, mas que peca por tentar fazer um texto descolado cheio de momentos embaraçosos que falham em fazer rir.
A grande vontade de Socorro! Virei Uma Garota é tentar desesperadamente se conectar com público jovem, seja com referências de outros filme americanos nas falas dos personagens, nos figurinos com estampas e xadrez, ou nos locais onde a trama passa, mas soa descaradamente genérico. É o bullying no colégio, é o grupo dos perdedores, a menina popular, mas que tem outras camadas para serem exploradas, a amizade disfuncional entre o protagonista e seu melhor amigo (Leo Bahia, hilário) que fica de lado quando ele vira uma garota, as revelações que soam forçadas para alguns personagens. Tudo parece ser quadrado, e isso acaba por transparecer em tela, onde para o desenvolvimento do filme fica visivelmente artificial, como se o filme fosse feito uma forma completamente calculada, um algoritmo da Netflix.
O filme até que tem bons momentos, mas eles são muito rápidos, e curtos, e parecem ter sido colocados lá como forma de clipes de divulgação, sabe? São piadas que duram no máximo alguns minutos, como se fossem esquetes de programas de humor do canal do YouTube. Claro, para um filme que mira o público mais jovem, isso pode ser um diferencial, e até mesmo uma motivação para se ir ao cinema, mas tudo isso faz o longa ser um pouco problemático em sua execução e como essas partes se apresentam na história.
A ideia do personagem principal trocar de corpo após um pedido para as estrelas, trocar de gênero e parar no corpo de uma menina poderia gerar boas sacadas, mas tudo fica muito simples, como se realmente um jovem de 16 anos estivesse escrito as falas e o roteiro, o que acaba por ser difícil de se conectar com as aflições, angustias e momentos um pouco mais dramáticos que o longa oferece para alguns personagens.
A comédia até entrega uma jornada de amadurecimento para Julio (Victor Lamoglia, bem, e parecido comTom Holland e seu Peter Parker) um pouco diferente do que esperávamos, o filme não acerta no seu ritmo alucinante de piadas batidas, e enfadonhas, onde boa parte delas são bem sem graça, e colocadas lá para efetivamente enrolar na conclusão da história e saber se ele vai ou não conseguir ficar com a menina (Manu Gavassi) que ele gosta.
Socorro! Virei Uma Garota parece ser um daqueles filmes que as boas intenções estão ali, só que teria dado mais certo se feito talvez com um formato diferente. Por mais que algumas partes até são entregues de uma forma extremamente cômica, tudo fica um pouco mais caricato do que o esperado, e isso fica cada vez mais claro quando juntamos tudo no pacote que o filme apresenta como um todo. Por mais que no final, Julio tenha saído mudado dessa experiência quase mística, no fundo parece que quem mais sofreu foi o espectador…
Em ‘Brinquedo Assassino‘, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Aubrey Plaza) presenteia seu filho, Andy (Gabriel Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.
» O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ finalmente ganhou data de estreia nos cinemas nacionais. A Imagem Filmes agendou a estreia por aqui no dia 20 de Junho, mesmo dia do lançamento de ‘Toy Story 4‘.
» O novo filme vai trazer uma versão reimaginada de Chuck. A MGM e Orion Pictures revelaram que a empresa MastersFX será a responsável por desenvolver o assustador boneco. O estúdio em questão é o mesmo responsável pelos recentes projetos ‘The Belko Experiment‘ e ‘Arranha-Céu: Coragem sem Limite‘.”A MastersFX trouxe o novo boneco Chucky para a vida nas telas como jamais antes, em uma mistura de trabalho de fantoches no set e aprimoramentos de efeitos visuais. Todd Masters, fundador da MastersFX, e sua equipe levaram seis semanas para preparar e montar sete fantoches animatrônicos práticos, cada um com braços e cabeças intercambiáveis que executam uma variedade de ações necessárias no set. Cada membro da equipe de FX, liderada pelo mestre de em fantoches Keith Arbuthnot, juntamente com Mike Fields, Jason Ward e Josh Raymond, controlava uma parte diferente do boneco”.
‘It: Capítulo 2‘ chega aos cinemas e vai mostrar uma das partes mais brutais do livro: um casal gay sendo espancado por um grupo de homofóbicos, até a chocante morte de um deles.
A cena em questão mostra Adrian Mellon (Xavier Dolan) e seu namorado Don Hagarty no Parque de Diversões, quando eles são abordados e atacados por um grupo de fanáticos. Durante o ataque, Adrian é jogado da ponte e é morto brutalmente por Pennywise.
A cena não foi adaptada na minissérie de TV original, protagonizada por Tim Curry. O diretorAndy Muschietti explica o motivo:
“Era a TV e eles não tinham a possibilidade de fazer um filme para maiores de 18 anos ou algo assim. Mas, na minha visão do filme, Adrian Mellon estava sempre lá. O impacto desse evento em minha mente sempre foi muito profundo. Para mim, não havia escolha para isso.”, afirmou em entrevista ao EW.
Muschietti faz referência à história real de Charlie Howard, que foi morto em 1984 no Maine por um grupo de adolescentes por ser gay.
“É uma das coisas que realmente causou um profundo impacto sobre Stephen King quando ele estava escrevendo It. Então, ele decidiu incluí-lo. É claro que os nomes mudaram, mas o espancamento aconteceu quase exatamente como está descrito no livro, e Charlie morreu afogado em um metro de água no canal.”
“IT: A Coisa – Capítulo Dois” chega às telonas em 5 de setembro.
‘Socorro! Virei uma Garota‘ conta a história de Júlio, um garoto tímido e invisível aos olhos de sua turma. Sempre zombado pelos colegas e desprezado pela gata da escola, Melina, por quem é apaixonado, Júlio conta apenas com a solidariedade do seu fiel escudeiro e melhor amigo Cabeça, o gordinho mais nerd e sarcástico da sala. Em uma excursão dos alunos para a praia, depois de ser publicamente humilhado pelo namorado de Melina, Júlio vê no céu uma estrela cadente e faz um pedido para que dali em diante ele se transforme na pessoa mais popular da escola. Nesse momento, um grande clarão se forma e seu desejo parece ter se realizado. Mas algo dá errado e ele acorda não como o garoto, mas como a garota mais popular da escola: a periguete Júlia.