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Somente a China pode salvar ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ do prejuízo

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘ demonstrou que a franquia está perdendo a sua força, ou os fãs não estavam na expectativa de derivados.

Com um elenco de peso formado por Dwayne Johnson, Jason Statham e Idris Elba, o filme arrecadou US$ 442 milhões mundialmente ao longo de três semanas.

Não é um valor baixo, mas também não é uma quantia que ajudará a Universal Pictures a pagar o filme.

Segundo a Variety, o filme precisa arrecadar em torno de US$ 650 milhões para não dar prejuízo para o estúdio. Ou seja, ainda faltam US$ 200 milhões para a produção não ficar no vermelho.

O orçamento do filme foi de US$ 200 milhões mais caríssimos US$ 125 milhões para divulgação.

A última esperança do filme dar lucro é sua estreia na China, que acontece hoje, dia 23.

A expectativa é que o filme estreia com uma quantia entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões por lá, chegando mais perto de se pagar.

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em maio de 2020.

‘Living With Yourself’: Série de comédia da Netflix com Paul Rudd ganha data de estreia

A nova série original da Netflix, intitulada’Living With Yourself‘, ganhou sua data de estreia oficial.

A produção, que é estrelada por Paul Rudd, chega à plataforma de streaming no dia 18 de outubro.

Essa será a primeira vez que Rudd protagoniza sua própria série de TV. O astro já teve papéis recorrentes em ‘Friends’, ‘Park and Recreation’ e ‘Sisters’. Além disso, ele co-protagonizou as minisséries spin-off e sequência da comédia ‘Mais Um Verão Americano’, intituladas ‘Wet Hot American Summer: First Day of Camp’ e ‘Wet Hot American Summer: Ten Years Later’.

O projeto foi criado por Timothy Greenberg, e girará em torno de um homem (Rudd) que “começa um novo tratamento para se tornar uma pessoa melhor, e acaba descobrindo que ele foi substituído por uma versão melhorada”.

’13 Reasons Why’: 3ª temporada estreia nessa madrugada; Saiba o horário!

A Netflix lançará a 3ª temporada de ‘13 Reasons Why‘ nessa madrugada de hoje (22) para amanhã (23), e já divulgou o horário.

Os oito episódios estão disponíveis as 4h da manhã.

Confira o novo trailer, com fotos:

Criada por Brian Yorkey, a série é baseada no livro ‘Os 13 Porquês‘, escrito por Jay Asher.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Minnette) por Hannah, sua amiga e paixão secreta do ensino médio. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram ao suicídio.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.

13 Reasons Why‘ já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

‘Mulher-Maravilha 1984’: Imagem vazada mostra o visual das Amazonas na sequência

Uma imagem vazada do set de ‘Mulher-Maravilha: 1984‘ foi publicada no Reddit e mostra o visual de Rosana Walls como uma das amazonas de Themyscira.

O visual é levemente distante das armaduras do filme original e completamente diferente da vestimenta das guerreiras em ‘Liga da Justiça‘.

Confira:

Apesar de Diana (Gal Gadot) ter deixado a ilha em que cresceu, a imagem indica que a trama deve explorar o local ou levar as Amazonas à procura de sua princesa.

No novo filme, Diana Prince/Mulher-Maravilha irá “atuar como uma espiã durante a Guerra Fria” e terá como objetivo “caçar um nefasto espião russo”. Ao que tudo indica, Diana já é uma super-heroína bastante conhecida por todos.

Confira o primeiro cartaz oficial do longa:

Em entrevista ao Vulture, o produtor Charles Roven (‘Liga da Justiça’) afirmou que o filme NÃO é uma sequência de ‘Mulher-Maravilha‘ (2017), mas sim uma nova aventura.

“É um filme independente da mesma forma que os filmes de Indiana Jones ou Bond são, em vez de uma história contínua. Não queremos fazer muitas sequências.”, afirmou.

Jenkins já havia adiantado que ‘Mulher-Maravilha 1984′ seria muito diferente do primeiro filme.

“Nós realmente estamos fazendo um filme totalmente diferente. Ainda vamos ter as coisas que amamos, mas é um filme completamente próprio. É uma aventura inteiramente nova, e eu não podia estar mais feliz em poder fazer parte disso”, revelou.

Mulher-Maravilha 1984′ teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020. Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘História de um Casamento’: Netflix divulga teasers do longa com Scarlett Johansson e Adam Driver

A Netflix divulgou dois novos teasers do drama ‘História de um Casamento‘ (Marriage Story), estrelado por Scarlett Johansson e Adam Driver.

Assista:

O longa foi escrito e dirigido por  Noah Baumbach, que foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo drama ‘A Lula e a Baleia‘.

A produção conta a história de um diretor de palco (Driver) e de sua esposa e atriz (Johansson), que lutam contra um penoso divórcio, que vai levá-los aos seus pontos mais extremos, tanto em termos pessoais como criativos.

O elenco ainda conta com Laura Dern, Ray Liotta, Merritt Wever e Alan Alda.

História de um Casamento‘ ainda não possui data de estreia, mas a previsão é que seja lançado ainda em 2019.

‘In the Shadow of the Moon’: Suspense com Michael C. Hall ganha pôster oficial; Veja!

‘In the Shadow of the Moon’, novo thriller da Netflix, ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

Michael C. Hall (Dexter) estrela. Boyd HolbrookCleopatra ColemanBokeem Woodbine completam o elenco.

Dois detetives (Holbrook e Hall) experientes se juntam para desvendar os mistérios relacionados a uma série de assassinatos recentes. Durante a investigação, uma revelação surpreende a todos: o provável criminoso é uma mulher que parece ter vindo do futuro.

Jim Mickle (‘Stake Land – Anoitecer Violento’) dirige e Gregory Weidman e Geoff Tock assinam o roteiro.

O longa estreia no dia 27 de setembro.

‘The L Word: Generation Q’: Drama e muito romance no primeiro teaser do reboot; Confira!

O reboot The L Word: Generation Q’, da Showtime, ganhou seu primeiro teaser oficial trazendo em foco drama e bastante romance para as novas protagonistas.

Confira:

Marja-Lewis Ryan será a nova showrunner. Ilene Chaiken, a criadora da primeira versão, retorna apenas como produtora executiva.

A história se passará 15 anos após os eventos da série original, mostrando como a relação entre as personagens e suas vidas mudaram.

A nova versão contará com o retorno de Jennifer Beals, Katherine Moenig e Leisha Hailey em seus papéis originais. Além delas, Arienne MandiLeo ShengJacqueleine ToboniRosanny Zayas completam o elenco.

The L Word: Generation Q’ estreia no dia 08 de dezembro.

‘Watchmen’: Damon Lindelof revela detalhes sobre a nova série da HBO

Em entrevista ao site TV Insider, o showrunner Damon Lindelof aproveitou o crescente hype acerca da nova série da HBOWatchmen, para revelar no que pensou para trazer a icônica graphic novel à vida.

“Não estou criando este mundo; estou acrescentando algo a um mundo já criado”, ele comentou. “Tudo o que posso fazer é permanecer verdadeiro ao espírito [dos quadrinhos] e rezar para que tudo dê certo. Eu devo tudo a Watchmen, e é uma honra ter a chance de pagar essa dívida”.

Lindelof também explicou que planeja tratar a história como uma quase sequência, dizendo que a produção será ambientada depois dos eventos da série original.

“Tudo o que aconteceu [na graphic novel] é um cânone. Não podemos replicar o brilhantismo dela, mas podemos honrá-la ao tentar fazer algo original”.

Assista ao trailer abaixo:

A série foi criada por Lindelof (Lost), baseada nos quadrinhos homônimos de Alan Moore.

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

Watchmen estreia em 2019.

‘Batwoman’: Sam Littlefield entra para o elenco da 1ª temporada

Batwoman estreia em algumas semanas na The CW, mas isso não impede de que seu time ainda tenha vagas para novos nomes.

Segundo o DeadlineSam Littlefield foi elencado como personagem recorrente na primeira temporada. O ator dará vida a Mouse, descrito como uma “figura dinâmica” que “trabalha para Alice e a Gangue das Maravilhas”. Apesar da superficial descrição, somos levados a crer que Mouse deve ser um dos antagonistas da trama.

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Ruby Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary, e do astuto Luke Fox, filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Rachel Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

Crítica | Frontera Verde – Série da Netflix Aborda Experimentos Nazistas na Amazônia

Frontera Verde’ é dessas séries em que é preciso receber algum grau de spoiler para entender o contexto da história e decidir se a série é interessante ou não. Por isso, deixamos aqui o aviso de que alguns pontos da trama serão contados nessa crítica.

Helena Poveda (Juana Del Río) é uma investigadora enviada de Bogotá para a cidade de La Manigua, ao sul da Colômbia e no meio da floresta Amazônica, com a missão de investigar o assassinato de quatro missionárias na selva, mortas a tiros. Durante o processo, o corpo de uma indígena, Ushe Martiz (a belíssima Ángela Cano), é encontrado sem sangue e sem coração. Durante os oito episódios com média de 41 minutos de duração, o espectador é conduzido para dentro do mundo da selva, seus perigos, sua beleza e seus mistérios, afinal “a selva é a consciência do coração”, como diz a própria Usher.

Através desse argumento simples – uma investigação policial sobre um assassinato – os criadores da série (Ciro Guerra, Diego Ramírez, Mauricio Leiva-Cook e Jenny Ceballos) intentam abordar um dos episódios mais sombrios e pouco conhecidos da história brasileira: o período, durante os anos 1930, em que a Amazônia acolheu uma expedição alemã nazista que tinha por objetivo estudar nossos recursos e implementar, no meio da selva, bases nazistas com fins de propagar suas ideias. Gente, isso é uma história real, aconteceu de verdade, e o fato disso não ser de conhecimento geral da população é igualmente assustador e perigoso.

Na série, Ushe e Yua (Miguel Dionisio Ramos) são dois índios de tribos diferentes, mas que se juntam porque os dois são Eternos – seres especiais que não envelhecem, não dormem, não comem, mas que têm um papel essencial no mundo: proteger a selva. Esses seres, ao morrerem, se tornam árvores caminhantes, que circulam pela floresta cuidando e protegendo aqueles que vivem nela. Assim, a série sugere que os nazistas teriam vindo para o Amazonas para estudar esses seres mitológicos, aprender e apreender o conhecimento deles com o intuito de produzirem, em laboratório, seres de raça superior, imortais.

Em paralelo à investigação, adentramos na terrível realidade dos povos indígenas do Amazonas, constantemente ameaçados por tribos rivais; pela imposição religiosa de grupos missionários; pela ganância dos madeireiros, fazendeiros e agropecuários; por pesquisadores inescrupulosos, que querem apenas extrair da floresta novos recursos para manipulação em massa de medicamentos; pelo tráfico, que não mede esforços em escravizar indígenas e seus descendentes para servirem como mão de obra; pelo exército, incapaz de realizar qualquer controle dentro da floresta, limitando-se a inspecionar as fronteiras entre os países; pela própria polícia local, ineficiente em número, recursos e experiência, insuficiente para dar conta dos grandes crimes na floresta, limitando-se a autuar prostitutas, brigas de família e pequenos tráficos de animais.

Do ponto de vista técnico, é difícil avaliar a competência dos atores, considerando que boa parte deles são indígenas reais que não têm estudo cênico. Dentre os profissionais, Juana Del Río poderia ter entregado um pouco mais de emoção, livrando-se de sua experiência televisiva e buscando uma atuação mais emocionante para o cinema; e Nelson Camayo está bem como um policial de atuação limitada, coadjuvante na trama. A direção é firme, sem buscar sensualizar ou explorar o universo das tribos indígenas de maneira comercial, mas sim respeitando o legado ancestral desses povos. O roteiro é bom, ainda que por vezes confuso, pois até o episódio 5 o espectador não entende que está vendo duas histórias paralelas, de dois momentos diferentes na trama, e isso não fica claro para quem está assistindo. O ritmo também é algo que impacienta: os movimentos dos atores são todos muito lentos, os diálogos são baixos e mesmo as (poucas) cenas de ação ocorrem de forma muito rápida, insuficientes para acelerar o ritmo dos acontecimentos. Entretanto, as tomadas da floresta feitas por drones são realmente de tirar o fôlego.

Pelo viés da ficção, os criadores da série tocam num tema sensível e urgente ao mundo todo, que é o quanto as ambições particulares estão condenando a maior floresta tropical do mundo e matando populações inteiras de fauna, flora e seres humanos. Essa pauta está em todos os jornais do mundo, ardendo em chamas que destroem todos os dias um pouco mais do coração que faz nosso planeta respirar. ‘Frontera Verde’ é uma boa série para se debater todas as políticas que envolvem a floresta Amazônica e levar essa realidade aos moradores das capitais cosmopolitas, nem que seja através da ficção.

Crítica | She-Ra e as Princesas do Poder – 3ª Temporada – Ritmo acelerado em ótima temporada

Depois de poucos meses de espera, a terceira temporada de She-Ra e as Princesas do Poder estreou na Netflix. Após duas etapas espetaculares, a série de Noelle Stevenson (Wander Over Yonder) entra no catálogo exatamente de onde parou em abril, dando continuidade às histórias que o público estava acompanhando. Para ser honesta, acredito que chamar de uma temporada só e dividir em duas partes teria mais lógica do que separar em duas temporadas com sete e seis episódios, respectivamente.

Bom, dando continuidade exatamente de onde o público foi deixado, a produção apresenta um roteiro estável, como anteriormente, mantendo as qualidades de coerência e dramaturgia já conhecidas. Entretanto, o número curto de capítulos faz com que, em certos momentos, a trama pareça um pouco apressada e alguns acontecimentos que poderiam ter sido mais explorados passem voando.

Apesar deste pequeno detalhe, a série não perde quando o assunto é construção de storyline e respostas às perguntas em aberto. Desta vez, o espectador terá diversas questões esclarecidas dando a impressão de que seria esta a última temporada, a que fecha o ciclo que vem sendo acompanhado – mas calma, que tem um cliffhanger para aumentar as esperanças de que haverá uma próxima etapa.

Com a parceria entre Hordak (Keston John) e Entrapta (Christine Woods) a todo vapor é claro que a situação estaria mais arriscada do que nunca. Devido ao conhecimento da princesa cientista, o vilão avança em seus planos malignos para Etérea, e por causa deste fato, o espectador descobre finalmente os motivos da presença de Sombria (Lorraine Toussaint) em Lua Clara, mais especificamente, em busca de Adora (Aimee Carrero). É o verdadeiro, “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Afinal, a resistência precisa se unir à feiticeira para impedir os planos do antagonista.

É necessário falar sobre finalmente a protagonista, Adora, ganhar confiança sobre seus poderes quando She-Ra. O crescimento da mesma desde o primeiro episódio na primeira temporada para o momento atual é evidente e admirável. Outro ponto necessário de destacar está na presença holográfica de Mara (Zehra Fazal) – finalmente – que é um dos pontos cruciais para o desfecho desta terceira parte. Por outro lado, o destaque de Cintilante (Karen Fukuhara) e Arqueiro (Marcus Scribner) está menor e ambos fazem mais o papel de sidekick para que a personagem de Carrero brilhe em todas as cenas.

Evidentemente é preciso comentar sobre Felina (AJ Michalka) e o fato da mesma estar abraçando de vez seu lado sombrio. A personagem que o espectador conheceu, assim como Adora, parece estar sumindo para dar lugar a uma vilã que dará muito trabalho e dor de cabeça. Será que ainda existe redenção para ela, mesmo após os acontecimentos da season finale?

Como escrever esta review sem falar da fantástica cena envolvendo Angella (Reshma Shetty), a mãe de Cintilante, e Adora?! A personagem protagonizou o momento mais emocionante desta terceira temporada e mostrou finalmente que tem muito mais para apresentar do que somente o fato de ser uma rainha soberana enclausurada em seu reino. É de arrancar algumas lágrimas dos telespectadores mais emotivos e marcar eternamente sua presença na memória da série.

De uma perspectiva geral, She-Ra e as Princesas do Poder entregou uma terceira temporada que conta com um roteiro de qualidade, entretanto, poderia ter tido mais alguns episódios para dar espaço de explorar um pouco mais algumas nuances da história. Mesmo com este pequeno detalhe, ela perde poucos décimos já que mantém a coerência da dramaturgia e a essência que faz da produção algo tão bom de assistir.

‘Coringa’ será para maiores de 18 anos por ‘violência sangrenta e excesso de loucura’

A classificação do ‘Coringa‘ finalmente foi confirmada pela MPAA (Motion Picture Association of America), e o filme será para maiores de 18 anos (Rated R) por todas as razões que você esperaria.

A Warner já havia prometido um filme pesado e de alta classificação indicativa, e cumpriu.

O motivo?

“Violência sangrenta, excesso de loucura e comportamento deturpado, linguagem e algumas cenas sexuais” 

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil.

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘IT: A Coisa’ pode ganhar novos filmes após o Capítulo 2

It: A Coisa‘ faturou US$ 700,4 milhões e se tornou a maior bilheteria da história para um filme de terror, um marco invejável conquistado pela Warner Bros.

Com o Capítulo 2 estreando no dia 5 de Setembro e encerrando a história do livro de Stephen King, é claro que os envolvidos já estão procurando maneiras de continuar a franquia milionária com novos filmes.

Segundo o roteirista Gary Dauberman, uma das ideias é criar filmes derivados que serão focados em passagens do livro não usadas no cinema.

“Sim, acho que há espaço para construir um universo cinematográfico usando a mitologia do livro, porque A Coisa existe desde o início dos tempos, mas não sei se há planos para isso. Fiquei muito feliz em abordar o livro em diferentes produções, mas sempre sendo respeitosos com o material do livro…”, afirmou ao Bloody Disgusting.

Você acha que a franquia deveria ganhar mais filmes após o Capítulo 2?

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Novas reações afirmam que o filme é mais assustador que o 1º

Ator de ‘Premonição’ quer voltar para o reboot da franquia

Agora que a franquia ‘Premonição‘ vai ganhar um reboot, os fãs estão se perguntando se algum membro do elenco original pode fazer uma participação nos novos filmes.

E durante uma entrevista com o Movie Web, Devon Sawa, astro do filme original, foi questionado de toparia a ideia, ao que ele respondeu:

“Sim, eu adoraria. Eu não apostaria minhas fichas nisso, mas é claro que eu gostaria. Eu assisti cada um dos filmes, mas acho que o navio zarpou e estou ficando mais velho. Eu acho que eles querem um novo elenco jovem, mas eu toparia num piscar de olhos.”

Para quem não se lembra, o personagem de Sawa, Alex Browning, foi um tanto ignorado pela franquia, já que Premonição 2‘ acompanha um novo grupo de protagonistas enquanto a morte de Browning é apenas mencionada.

Sobre o reboot, novos detalhes não foram divulgados desde que a New Line Cinema anunciou o projeto, que será escrito por Patrick Melton Marcus Dunstan (‘O Colecionador de Corpos‘).

Espera-se que mais informações sejam reveladas pelos próximos meses.

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Abaixo-assinado para Homem-Aranha continuar na Marvel chega a 90 mil assinaturas

Os fãs estão pirando com a saída do Homem-Aranha do MCU e estão revoltados com a decisão da Sony e da Marvel em romperem a parceria que começou com ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Um fã criou um abaixo-assinado pedindo que o herói continue na Marvel, e ele chegou a 90 mil assinaturas.

Na petição, o autor afirma:

“Depois das notícias de que a Sony abandonou o acordo com a Disney, não posso, de boa fé, ficar parado enquanto o Homem-Aranha e seus fãs ao redor do mundo se tornam danos colaterais. O Homem-aranha no MCU trouxe alguns dos melhores momentos da história do cinema moderno. SONY, deixe os direitos do personagem ou renegocie com a Disney para manter todos os fãs felizes.

Por favor, junte-se a mim em pé contra a Sony, que eu estarei boicotando até que este assunto seja resolvido corretamente. Compartilhe esta petição e vamos fazer nossas vozes serem ouvidas!”

Para assinar a petição, clique aqui.

Vale lembrar que quem pediu uma porcentagem maior dos lucros foi a Marvel Studios, que recebia 5% das participações do filme do Aranha e quis aumentar para 50%.

De que lado você está?

Assista nossa crítica:

‘O Homem Invisível’: Terror da Blumhouse tem estreia antecipada

O remake de ‘O Homem Invisível teve sua estreia antecipada pela Universal Pictures.

Ao invés de 13 de março de 2020, o longa agora chega aos cinemas em 28 de fevereiro de 2020.

O diretor Leigh Whannell compartilhou recentemente em seu Twitter oficial uma foto de bastidores anunciando o início das filmagens após diversos problemas nas pré-produções.

Confira:

Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill‘) irá estrelar o filme, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Escrita e dirigida por Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão terá baixo orçamento e está sendo descrita como “assustadora”.

A trama vai seguir Cecilia (Moss), que recebe a notícia sobre o suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em dúvida quando ela começa a suspeitar que seu ex não está realmente morto.

O elenco ainda conta com Elisabeth MossStorm ReidAldis HodgeHarriet Dyer.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

BOMBA! ‘Uncharted’: Adaptação de game com Tom Holland perde seu diretor

A semana não está sendo fácil para o ator Tom Holland. Após a Sony desfazer seu acordo com a Marvel em torno do Homem-Aranha, outro projeto estrelado pelo astro sofreu uma baixa.

Segundo o Deadline, Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10‘) abandonou a direção da adaptação do game Uncharted‘.

Trata-se do terceiro diretor a abandonar o projeto, após a saída de Shawn Levy (‘Gigantes de Aço‘) e Joe Carnahan (‘A Perseguição’).

A Sony havia agendado a estreia para 18 de dezembro de 2020, mas o lançamento deve ser adiado.

Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘) estrelará o longa, que trará uma versão mais jovem do personagem apresentado no jogo.

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.

 

The Warriors: Os Selvagens da Noite | Filme Cult Completa 40 Anos

Sim, meus amigos, estamos ficando velhos. Bem, pelo menos alguns de nós. Além, é claro, dos filmes. Em 2019, algumas produções famosas completam 40 anos de seus lançamentos. Tais filmes estrearam numa época onde o cinema entretenimento ganhava forma e já geravam grande status de cult – além, é claro, de ser responsável pelos primeiros blockbusters da história, vide Tubarão (1975) e Star Wars (1977).

Alien – O Oitavo Passageiro | Clássico da ficção e terror completa 40 anos!

Agora é a vez de homenagear um dos maiores cults da década de 1970: The WarriorsOs Selvagens da Noite. Misto de ficção científica, ação e suspense, o filme já nasceu com uma atmosfera cool, pronto para se tornar cultuado. O longa fez sua estreia no dia 9 de fevereiro de 1979 nos EUA, chegando por aqui somente em 24 de dezembro do mesmo ano (um ótimo filme para o natal, certo?) – sim, os filmes podiam demorar bastante naquela época até podermos conferi-los. E isso num tempo pré-internet. Seja como for, é hora de celebra-lo em seu aniversário.

O ano de 1979 viu o lançamento de produções que se tornariam icônicas para o gênero da ficção científica, vide Alien – O Oitavo Passageiro, Jornada nas Estrelas – O Filme e Mad Max. Até mesmo o espião mais famoso do cinema aderia à fórmula espacial com 007 Contra o Foguete da Morte. The Warriors se passa no futuro, mas num futuro não tão distante, quase como uma realidade alternativa, onde dezenas de gangues dominam a cidade de Nova York. De todos da leva, se assemelha mais a Mad Max, devido a seu retrato de um futuro caótico e nada clean.

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Curiosamente, The Warriors não fez sucesso estrondoso em sua estreia – assim como muitas obras cult -, e foi redescoberto no mercado de home vídeo. No ranking das maiores bilheterias do ano, figurou em número 27 – o que se formos levar em conta as centenas de produções lançadas a cada ano só nos EUA, não faz dele um fracasso retumbante também. Com um orçamento estimado em torno de US$4 milhões, o filme arrecadou só no primeiro fim de semana de estreia mais de US$3.500 milhões, ou seja, praticamente recuperou seu custo no lançamento. Sua bilheteria total nos EUA foi em torno de US$22.500 milhões.

O filme estreou em primeira posição nas bilheterias, e era prometido para se tornar um enorme sucesso. Mas a Paramount teve inúmeros problemas envolvendo a fervorosa premissa do filme – a de colisão de gangues urbanas. Afinal, aqui acompanhamos nossos heróis jurados de morte, todos membros de uma violenta gangue. Primeiro, o estúdio precisou retirar de seu material de marketing, como cartazes, frases provocativas que poderiam ser interpretadas como incitação de violência contra a polícia, com dizeres como “as gangues são em maior número que os policiais. Vamos tomar a cidade”. Mesmo depois de muito podado, o filme estreou e automaticamente atraiu a atenção de gangues de verdade, que adoraram seu tema. O problema era que gangues rivais começaram a se digladiar de verdade nos cinemas, atraindo publicidade negativa para a obra e preocupando os exibidores. A Paramount de cabelos em pé, decidiu retirar dos cinemas o filme pouco tempo depois de lançado. Mesmo assim, a obra conseguiu acumular o valor relatado acima.

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Na história, baseada no livro de Sol Yurick, a Nova York do futuro é inteiramente dividida por gangues, cada uma controlando um bairro da cidade, onde os rivais não são permitidos sem consentimento. A não ser por este detalhe, as coisas parecem exatamente como hoje – ou o “hoje” de 1979 -, sem grandes avanços tecnológicos ou descobertas. Na verdade, a sociedade parece ter regredido para um estado de violência bárbaro, onde a lei tenta sem muito sucesso proteger o cidadão. Aqui, vale a lei do mais forte e a lei das ruas. Em certos aspectos anárquicos, The Warriors remete ao clássico Laranja Mecânica (1971), de Stanley Kubrick, sem a mesma visceralidade e comentário social.

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O livro de Sol Yurick foi pensado como uma resposta para a glamourização e a romantização que obras abordando o tema de gangues de rua vinham sofrendo – tendo como maior exemplo disso o filme Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1961), de Robert Wise, que Steven Spielberg está refilmando, com lançamento previsto para o ano que vem. Na trama, Cyrus (Roger Hill), o líder de uma destas gangues, consegue reunir todas as outras no mesmo local a fim de unifica-las. A proposta é abraçada por todos, mas no meio de seu discurso de paz, o sujeito é assassinado Luther (David Patrick Kelly), membro de outra gangue, que termina por acusar os protagonistas The Warriors do crime. Agora, correndo contra o tempo, os “heróis” precisam passar por diversos territórios inimigos até conseguir voltar ao seu próprio domínio em Coney Island, sendo perseguidos por todas as gangues rivais (já que o tratado de paz acabou com a morte de Cyrus) em seu encalço, assim como a polícia, e encontrar o verdadeiro culpado. Tudo isso transforma The Warriors num filme de sobrevivência, com os personagens pisando em ovos para saírem ilesos, criando uma narrativa de tremenda urgência e inquietude.

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The Warriors foi o terceiro longa-metragem do renomado Walter Hill (que também assinou o roteiro), e seu filme mais ambicioso até então. Hill ficaria conhecido por dirigir filmes policiais como 48 Horas (1982) e sua continuação (1990), além de ser o produtor da famosa franquia de ficção e terror Alien – que lançava seu primeiro exemplar no mesmo ano. Hill também produziu Warriors, ao lado de dois grandes nomes da indústria: Frank Marshall (usual colaborador de Spielberg e produtor de franquias como Indiana Jones e De Volta para o Futuro) e Joel Silver (produtor de grandes ícones da ação dos anos 80, como Máquina Mortífera, O Predador e Duro de Matar).

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No elenco destacam-se Michael Beck como o líder dos Warriors, Swan, e Deborah Van Valkenburgh, que vive Mercy, a protagonista feminina da trama. Ela vive no território de outra gangue, mas termina se aliando, meio que a contragosto, aos protagonistas. O ator cuja carreira obteve maior projeção no elenco foi James Remar, que vive o esquentado e corajoso Ajax. Além, é claro, do antagonista Luther (Kelly) e sua frase provocativa inesquecível, quando chama os protagonistas para virem “brincar” – “Warriors, come out and play-ay”, um momento de improviso do ator. E uma participação de Mercedes Ruehl (Quero Ser Grande e O Pescador de Ilusões) como a policial disfarçada no parque para atrair delinquentes.

Os Selvagens da Noite logo se tornou objeto de culto dos cinéfilos, sendo constantemente revisitado e analisado pelos fãs. Até mesmo o diretor Walter Hill, avesso a reinterpretações de suas obras, decidiu lançar uma edição especial em DVD adicionando novo material, e afirmando que esta era a obra que realmente queria fazer na época. Com misto de cultura pop, e visual de HQs nas mudanças de cenas, The Warriors continua gerando todo tipo de merchandising, inclusive um vídeo game lançado em 2005 que recria a história do filme.

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Curiosamente, esta é uma propriedade de grande potencial que os produtores resolveram deixar quieta, sem terem lançado uma sequência ou sequer planos para uma refilmagem ou reboot. O que por um lado é muito bom. Para não dizer que nada foi feito com o longa, em 2015, um curta escrito e dirigido por Patrick Nicholas Smith, trouxe de volta aos seus uniformes dos Warriors (o famoso coletinho de couro vermelho) Michael Beck (Swan), David Harris (Cochise), Thomas G. Waits (Fox) – cortado do filme devido a brigas com o diretor Hill – e Dorsey Wright (Cleon) para uma visita em Coney Island e entrevistas com os fãs, avaliando a repercussão da obra durante todos estes anos.

Fica a dica para quem não viu, não lembra ou deseja revistar este grande clássico do cinema. Não existe época melhor do que agora para celebrar e sair para brincar junto com os Warriors – Os Selvagens da Noite.

Crítica | The Perfectionists – A Fraca Segunda Geração de Pretty Little Liars

A série ‘Pretty Little Liars’ fez muito sucesso com o público jovem entre 2010 e 2017 por levar temáticas adultas ao universo juvenil. Durante sete anos, os fãs acompanharam o grupo de amigas se envolver em crimes, mentiras, segredos, reviravoltas e muita tensão. Agora, com a derivada ‘The Perfectionists’, o universo enigmático de Rosewood volta em novo cenário, porém com a mesma proposta.

Depois de tudo que aconteceu anteriormente, Alison (Sasha Pieterse, estática no papel) decide recomeçar a vida e aceita o emprego de professora assistente na UBH, a Universidade de Beacon Hights. Porém, nada é o que parece, e já no primeiro episódio Alison descobre que no ano anterior Taylor, herdeira da universidade, se suicidara, e que ela mesma não só estava morando na casa da moça, como também fora contratada por sua semelhança física com a garota. Tenso, não? E tem mais: quem mexera os pauzinhos para a sua contratação fora sua antiga amiga de Rosewood, Mona (Janel Parrish, bem ruizinha no papel).

Então Alison, já no primeiro dia de aula, conhece seus alunos problemáticos e, de cara, fica correndo atrás deles, dizendo que podem confiar nela. Eu hein. Aí conhecemos Nolan (Chris Mason), também herdeiro da universidade, o típico mandão babaca que tira vantagem pra cima de todo mundo. Ele tem um namoro de fachada com Caitlin (Sydney Park), que é a mais inteligente, menina prodígio, filha de uma importante senadora, a quem ele ameaça com fotos da traição da mãe dela. Só que Nolan, na verdade, ama Ava (Sofia Carson, o único ponto alto da série), que é filha de um dos caras mais procurados pelo FBI e, por isso, não é a nora ideal para os ricos influentes. Por fim, temos Dylan (Eli Brown), com quem Nolan teve um caso e a quem chantageia com fotos contra o atual namorado do rapaz. Então, Nolan é assassinado e os três jovens se tornam suspeitos, e, para limpar a barra, eles se unem numa amizade de ocasião para tentar esclarecer o crime.

Como dá para ver, todas as justificativas são muito fracas na série, embora mantenha a forma do sucesso anterior. Dentre os pontos em comum, temos os segredos de cada personagem e a centralização dessas informações em uma pessoa, que chantageia todo mundo; há também a morte forjada, o assassinato e a implicação dos protagonistas como suspeitos; Alison e Mona estão de volta; há, ainda, o controle/ameaça de uma “entidade”, que manda mensagem por celular, vigia, assedia, sabe onde todo mundo está o tempo todo, etc. Para quem é fã, esses pontos de semelhança podem servir como um atrativo.

Apesar de manter as mesmas roteiristas da produção original – Sara Shepard e I. Marlene King –, o resultado final é sofrível. A insistência em se referir a Agatha Christie não salva o argumento da série, que tem por intuito passar o bastão do “legado das mentiras” para um novo núcleo jovem, agora a nível universitário. O roteiro é completamente preguiçoso, buscando soluções fáceis demaaaais, inaceitáveis até mesmo para o espectador mais generoso. Por exemplo: Caitlin vai investigar um suspeito sozinha, escondida atrás da árvore e, vejam só, o celular dela toca e ela a-ten-de, dizendo que está escondida espiando e, quando desliga, o suspeito sumiu; Dylan entra num túnel escuro e, depois de três passos, a lanterna falha; apesar de estudarem num campus que se orgulha de ter o melhor sistema de segurança do país, ninguém ali parece se preocupar em fechar a porta, e a toda hora um personagem entra em casa e encontra alguém ali, que entrou porque encontrou a porta aberta. É de acabar com a paciência de qualquer um.

A construção das falas também é beeem fajuta, com diálogos clichês, por vezes incompatíveis com a própria trama. Sem mencionar a continuidade, com personagens que estão bêbados e, na cena seguinte, estão lindos e sóbrios, ou personagens que saem de casa para encontrar alguém apenas para depois voltar para casa e encontrar alguém o esperando no quarto, etc. A montagem final também parece duvidosa, com cenas que literalmente parecem fora de lugar e outras que não se explicam nem ao final do episódio.

No geral, todas as atuações são fracas, o que dá a impressão de que não houve uma preparação de elenco, e isso inclui as atrizes da série original. Sasha Pieterse parece estar com torcicolo, nem um pouco à vontade com o próprio corpo, buscando escondê-lo com roupas de gosto duvidoso ou com mãos e posições estratégicas para esconder isso ou aquilo. Por quê? A sensação é de que ela está prendendo o ar o tempo todo. O único ponto positivo é Sofia Carson, uma atriz cheia de luz que preenche a tela com beleza, carisma e talento, única do elenco que conseguiu de fato levar algum sentimento ao seu personagem. Sem contar que, por ser estudante de moda, os figurinos que ela usa são de encher os olhos.

Para o título que tem, ‘Os Perfeccionistas’ é uma série com bastante erro. Não dá para encontrar uma razão para continuar assistindo, quanto mais para renovar próximas temporadas, embora o último episódio deixe um gancho estilo ‘La Casa de Papel‘.

Bill Skarsgård e Maika Monroe são atacados por psicopatas no trailer LEGENDADO de ‘Villains’

O suspense de humor negro ‘Villains‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O filme é escrito e dirigido pela dupla Dan Berk e Robert Olsen.

A trama segue um par de criminosos amadores que, depois de invadirem uma casa no subúrbio, se deparam com um segredo sombrio e dois donos de casa sádicos que farão qualquer coisa para impedir que seja descoberto.

O elenco inclui Bill Skarsgård (‘It: A Coisa‘), Maika Monroe (‘Corrente do Mal‘), Jeffrey DonovanKyra Sedgwick.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 20 de setembro. No Brasil, segue sem previsão.