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Crítica | The Society – história interessante prejudicada pela má construção de personagens

As séries caracterizadas para o público teen estão cada vez mais em alta no mercado das produções audiovisuais. O canal The CW é um dos maiores neste quesito e é claro que a Netflix não ficaria para trás e também investiria nos seus próprios produtos para estes espectadores. Uma das mais recentes lançadas é The Society, criada por Christopher Keyser (Tyrant), que conta a história de um grupo de adolescentes da cidade de West Ham que saem numa excursão, mas devido a alguns problemas na estrada retornam para descobrir que o local onde residem se encontra completamente deserto, todos os pais desapareceram. A partir disso, eles precisam construir sua própria sociedade para sobreviver.

A dramaturgia não esconde suas raízes teen e traz um roteiro que aborda diversas problemáticas típicas de jovens adolescentes, sem contar os grupinhos daqueles mais conscientizados, dos rebeldes, dos ricos, dos menos providos de dinheiro, dos mais quietos aos mais falantes, e por aí vai. O ponto é que o roteiro, a princípio, é intrigante e de fato desperta a curiosidade para descobrir os reais motivos dos desaparecimentos dos pais. Algumas questões surgem como: estariam todos eles mortos e esse é o purgatório? Universos paralelos? Realidades alternativas? Entre outras.

Inclusive, alguns dos personagens se fazem as mesmas questões do público e tentam buscar soluções para essas perguntas. Contudo, apesar de provocar interesse no início, The Society se encaminha numa trilha turbulenta devido a trama escrita relativamente bem, a personagens nada carismáticos e o fato de deixar alguns furos no script que poderiam ser facilmente corrigidos (e ainda podem na segunda temporada). Já quanto aos personagens, é uma outra história.

E por falar neles, é importante ressaltar que aquela que o espectador acredita ser a protagonista, na verdade não é. Cassandra Pressman (Rachel Keller) é a mais intrigante do grupo apesar da sua participação ser bem curta. Já a verdadeira estrela do show, sua irmã Allie (Kathryn Newton), dá nos nervos a cada cena em que aparece. E para deixar a situação ainda melhor, Will LeClair (Jacques Colimon), seu par romântico, é chato ao nível hard, e as cenas em que ambos aparecem dá vontade de passar no modo rápido de reprodução.

Apesar das fracas atuações de Alex Fitzalan, que dá vida a Harry, Alex MacNicoll, Spencer House e Emilio Garcia-Sanchez, respectivamente, Luke, Clark e Jason, o trio de jogares de futebol americano, Gideon Adlon como Becca Gelb, e mais alguns que ficarão fora dessa lista, parte deles ainda conseguem se salvar. E deste outro lado, na parte de boas interpretações, fica um número pequeno como é o caso de Sam Eliot (Sean Berdy), personagem este que traz debates importantes para a série, especialmente quando começa a desenvolver uma amizade com Grizz (Jack Mulhern), um dos que mais possuem camadas dentro da produção.

Outras duas que valem a pena serem mencionadas são Helena (Natasha Liu Bordizzo), a jovem cristã que possui diálogos marcantes, e Kelly Aldrich (Kristine Froseth), a residente de West Ham que mais cresce e evolui ao longo dos capítulos. Contudo, o prêmio de atuação 100% fica para Toby Wallace, o antagonista Campbell Eliot. O ator realmente consegue transmitir a essência de Campbell e despertar no telespectador os sentimentos requeridos pelo roteiro. Se tem alguém que realmente salva a produção da Netflix em atuação é ele.

Na parte técnica a série não inova em nada quando o assunto é direção e apenas entrega alguns ângulos diferenciados – mas não tanto assim – em algumas poucas cenas. A trilha sonora é a típica jovial do momento e não acrescenta em nada na dramaturgia. A arte faz o que é preciso com o roteiro apresentado. Ou seja, não espere nada de surpreendente por aqui.

No geral, The Society é uma produção que serve como um passatempo para aquele dia em que você já não tem mais nada para assistir, só é preciso se preparar para passar um pouco de raiva conforme os episódios forem avançando. E sim, é uma raiva negativa.

Crítica | Outra Vida – série de ficção científica para passar raiva

As séries de ficção científica sempre atraíram grupos de fãs tanto pelo tema em si quanto pelas teorias conspiratórias. Vamos combinar que é intrigante acompanhar um produto audiovisual em que você pode sentar e debater por horas diversas teorias diferentes sobre os motivos pelos quais tais situações estarem acontecendo ou sobre como tudo aquilo irá se resolver. O problema reside, entretanto, na incapacidade de desenvolver um roteiro que consiga prender do início ao fim, afinal, não são muitas das produções que alcançam esse feito.

Outra Vida, série original Netflix que teve sua estreia no final do mês passado, escrita por Aaron Martin (Being Erica), traz a história da astronauta Nick Breckenridge (Katee Sackhoff) –  que precisa se reunir a uma equipe jovem para retornar ao espaço em busca de respostas sobre um artefato que pousou na Terra há seis meses e até então não realizou nenhum tipo de contato com os humanos.

A dramaturgia recheada de ficção científica e teorias conspiratórias possui um roteiro que a princípio convence o telespectador a continuar querendo saber o que mais vem por aí. Entretanto, com o passar dos primeiros episódios, fica evidente que a história não apresenta nada essencialmente novo e não se encaminha para lugar algum. É como se estivéssemos vendo o mesmo plot em que a protagonista e sua equipe se desentendem e encontram algum problema que pode acabar com a missão como um todo. É a mesma sequência de fatos repetidas por capítulos seguidos apenas mudando o motivo da briga e a situação.

A produção, por um tempo, irá prender sua atenção, contudo, ao longo do capítulos, a trama se torna cansativa, repetitiva, sendo os cliffhangers ao final de cada episódio o único motivo para alguém continuar assistindo. É um looping que somente finaliza ao final do décimo capítulo da primeira temporada, que também termina com um gancho numa tentativa frustrada de prender o espectador para a próxima etapa, se é que ainda terá uma.

Outro ponto prejudicial para a série de TV está na construção dos personagens, afinal, somente a protagonista e o holograma William (Samuel Anderson) possuem uma relação convincente, além de serem interessantes e transmitirem realismo devido a suas complexidades. Entretanto, o restante da equipe a bordo da nave é tipicamente boring, além de mostrarem somente camadas superficiais como se não existisse mais para ver deles, inclusive, é tão forte essa parte de não criarem empatia com o público que se torna difícil memorizar os nomes e saber quem é quem.

August Catawnee (Blu Hunt), Bernie Martinez (A.J. Rivera), Sasha Harrison (Jake Abel), Oliver Sokolov (Alex Ozerov), Javier Almanzar (Alexander Eling), entre outros, são todos parte deste pacote de personagens entediantes. Quanto ao marido de Nick, Erik Wallace (Justin Chatwin), cujo papel é fundamental nos avanços das descobertas na Terra, entra também no meio desses que não acrescentam muito nem em atuação, nem em construção do mesmo. Só para ter uma ideia, William, que é um holograma, tem mais química com a personagem de Katee e mais camadas que o mesmo.

No quesito técnico a produção não apresenta grandes transformações em direção, somente o básico que o telespectador já está acostumado a conferir em séries de ficção científica. A trilha sonora não acrescenta em nada, muito menos é marcante, e a arte trabalha com aquilo que o roteiro pede, nada muito surpreendente. Não vá esperando grandes transformações e diferenciais.

No geral, Outra Vida é uma série mediana, sem muito a acrescentar na vida do espectador e sustentada pela construção e atuação da protagonista e do holograma William. É uma história que te fará passar raiva depois de conferir dez episódios.

‘Amor em Obras’: Christina Milian busca recomeço no trailer da comédia romântica da Netflix

A comédia romântica da Netflix,Amor em Obras‘ ganhou seu primeiro e divertido trailer, que traz a atriz e cantora Christina Milian em busca de um recomeço na Nova Zelândia.

Confira:

Na trama, Gabriela acaba de ganhar um pousada aos pedaços na Nova Zelândia. Sem namorado e sem emprego, ela decide encarar o desafio de recomeçar uma nova vida em outro país, a fim de se redescobrir. Mas nesse processo, ela não contava com o surgimento de um belo rapaz, que vai conquistar seu coração de maneira inesperada.

Confira as primeiras imagens:

A comédia romântica é dirigida por Roger Kumble (‘Segundas Intenções‘), a partir de um roteiro escrito por Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy.

O longa é produzido por Robyn Snyder, Mel Turner, Fernando Szew e Hannah Pillemer.

Amor Em Obras‘ é estrelado por Christina Milian e Adam Demos. A produção estreia no dia 29 de agosto na Netflix.

 

‘BH90210’: Shannen Doherty está de volta em nova prévia do revival de ‘Barrados no Baile’

BH90210: Shannen Doherty in the BH90210 "Pitch" episode airing Wednesday, Aug. 14 (9:00-10:00 PM ET/PT) on FOX. ©2019 Fox Media LLC Cr: Shane Harvey/FOX

A FOX divulgou um novo teaser de ‘BH90210‘, revival da série clássica ‘Barrados no Baile‘, trazendo o retorno de Shannen Doherty.

Confira:

Criada por Darren Star, a série original estreou em 1991 e durou por 10 temporadas. Além disso, a produção ganhou um remake na CW, que rendeu mais cinco ciclos.

O projeto tem uma proposta diferente: os atores interpretam versões “intensificadas” de si mesmos – à medida que se reúnem e consideram o lançamento de um revival da série original. A ideia é mostrar os bastidores do reencontro do elenco original quando eles decidem tocar um revival de Barrados no Baile, em um mix de série com reality. Após seguirem seus próprios caminhos desde que a série terminou, Jason, Shannen, Jennie, Ian, Gabrielle, Brian e Tori se reúnem quando um deles sugere que é hora de fazer um revival. O que acontecerá no reencontro desse icônico elenco, que cresceu diante dos olhos de todo o mundo nas telas, quando eles tentarem dar continuidade de onde pararam?

A nova versão contará com o retorno do elenco original, entre eles: Shannen Doherty, Jason PriestleyJennie GarthIan ZieringGabrielle CarterisBrian Austin GreenTori Spelling.

‘Parasite’: Filme do diretor de ‘Okja’ ganha novo trailer; Confira!

Depois de sua incursão no cinema americano com Okja (2017), o cineasta sul-coreano Bong Joon-Ho retorna às suas raízes no drama familiarParasite.

Agora, o projeto ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em O Hospedeiro (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e Okja.

O filme levou para casa o Palma de Ouro no último Festival de Cannes e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Rankeamos os Melhores e Piores Filmes da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Ultimato’

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com o lançamento do épico ‘Vingadores: Ultimato‘, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 22 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

 

22. O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

 

21. Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

 

20. Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

 

19. Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

 

18. Capitã Marvel (2019)

A história acompanha Carol Danvers conforme ela se torna uma das heroínas mais poderosas do universo no momento em que a Terra se vê no meio de uma batalha galática entre duas raças alienígenas. Ambientado nos anos 1990, Capitã Marvel é uma aventura completamente nova de um período nunca visitado da história do Universo Cinematográfico da Marvel. Trata-se do primeiro filme de super-heroína da Marvel, impulsionado pelo sucesso estrondoso de ‘Mulher-Maravilha‘, da DC. Porém, uma direção insegura e um roteiro inchado falham em dar personalidade para a personagem, que é vivida de maneira apática pela Oscarizada Brie Larson. É uma pena ver tanto potencial desperdiçado. O filme vale pelas referências e por explicar como se deu início o projeto ‘Os Vingadores‘ nos anos 90… ah sim, e como Nick Fury perdeu seu olho.

 

 

17. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

 

16. Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

 

15. Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

 

14. Thor – Ragnarok (2017)

O tom de ‘Thor – Ragnarok‘ é similar ao da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, deixando de lado o toma mais sério e se transformando em uma sátira dos filmes de super-heróis, revertendo o gênero e divertindo o público. Ou seja: se você não gostou dos dois primeiros ‘Thor’, você vai amar esse filme.

O Deus do Trovão finalmente mostrou a que veio e ganhou uma personalidade própria, provando o timing cômico do ator Chris Hemsworth – em sua melhor atuação até aqui. Sua interação com o Hulk é impagável, e o verdão também ganha bastante destaque como co-protagonista, apesar de vermos pouco o ator Mark Ruffalo.

Porém, o roteiro deixa um pouco a desejar. Apesar das diversas plot twists chocantes (o filme tem várias), faltou o brilhantismo de um roteirista como James Gunn – que conseguiu reverter os clichês do gênero. Outro problema é a falta de seriedade e urgência, já que estamos falando aqui de Ragnarok – a destruição de Asgard. O fim do mundo está acontecendo, mas os personagens sempre tem um tempinho para suas piadinhas de efeito (que nem sempre funcionam). É uma comédia de ação com selo Marvel.

 

13. Homem-Formiga e a Vespa (2018)

É fácil categorizar ‘Homem-Formiga e a Vespa’ como uma comédia familiar no estilo ‘Sessão da Tarde’ dos anos 90. E isso é um mega elogio, visto que eles adicionam na mistura super-heróis e muitos, muitos efeitos especiais de última geração. Sem muitas ligações com os outros filmes do Universo da Marvel (apenas uma grandiosa bem no final), o filme se permite a arriscar como uma comédia de ação e acerta em cheio. Ao contrário das piadinhas forçadíssimas enfiadas em ‘Thor – Ragnarok’, o humor aqui funciona bastante e nos tira diversas gargalhadas durante a projeção, grande parte vindo do divertido Luis (Michael Peña) – que mais uma vez faz uma narração hilária contando parte da história.

A parte negativa fica por conta da vilã e do roteiro inchado. Após um vilão cheio de camadas como Thanos, fica difícil se empolgar com uma vilã genérica cuja motivação é a velha e batida vingança. Eles poderiam ter trabalhado mais no roteiro para evitar esse clichêzão, e ainda de quebra poderiam dar uma enxugada no filme, que parece um pouco mais longo do que ele deveria ser.

 

12. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Em sua essência, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme adolescente de colégio. A decisão sábia do roteiro traz Peter Parker (Tom Holland, o terceiro intérprete do personagem e o mais jovem) de volta aos 14 – 15 anos de idade. E aqui funciona muito bem. Suas desventuras não são tão típicas quanto as de Tobey Maguire – a melhor encarnação do cerne do personagem, com falta de dinheiro, problema com as garotas, tia idosa. O Homem-Aranha de Holland é apadrinhado pelo bilionário (ou seria trilionário?) Tony Stark (Robert Downey Jr.), chega a recusar certas investidas da gracinha Liz (Laura Harrier), por quem nutre paixão, e sua tia, agora nas formas da estonteante Marisa Tomei, bem, curte dançar e uma cervejinha na janta.

A trama, embora simplista, é eficiente. Porém, o filme é uma leve sessão da tarde… Uma versão atual das comédias oitentistas do mestre John Hughes.

 

11. Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

 

10. Doutor Estranho (2016)

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Doutor Estranho‘ é uma viagem frenética e prazerosa para um novo mundo, que conquista com seu elenco estelar e efeitos visuais mirabolantes, se tornando a melhor apresentação de um personagem desde o primeiro ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Para a difícil tarefa de criar um visual frenético e psicodélico, o estúdio chamou o talentoso diretor Scott Derrickson (‘O Exorcismo de Emily Rose’ e ‘A Entidade’), que nos proporciona um show visual de imagens caleidoscópicas que transformam a projeção em uma jornada alucinante – que muitos comparam com uma viagem de ácido. A fotografia de Ben Davis entrega cenas alucinógenas e muito bem orquestradas, que deixam ‘A Origem‘ no chinelo. A evolução nos efeitos visuais também é visível nesse filme, dando profundidade às cenas psicodélicas e frenéticas do “Plano Astral”.

 

9. Guardiões da Galáxia – Vol 2 (2017)

Enquanto Joss Whedon penou para realizar uma sequência melhor que ‘Os Vingadores‘, entregando o mediano ‘Vingadores: Era de Ultron‘, James Gunn conseguiu a proeza de realizar um filme ainda melhor que o original. ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘ é uma viagem de ácido com o visual mais delicioso já criado em um filme da Marvel, sendo ainda mais psicodélico e colorido que ‘Doutor Estranho‘ – usando e abusando do Neon para criar um universo intergalático estonteante. Apesar de ter mais ação e mais efeitos visuais, é uma sequência mais intimista que consegue trabalhar cada personagem individualmente enquanto cria um interação extremamente divertida entre eles. É um filme que foge totalmente da “fórmula Marvel” e apresenta com louvor a família mais disfuncional e absurda do cinema. Uma pequena obra-prima, que merece ser degustada e vislumbrada. O filme mais engraçado e divertido da Marvel Studios.

 

8. Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

 

7. Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

 

6. Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

 

5. Pantera Negra (2018)

Esqueça as piadinhas e o humor sarcástico, ‘Pantera Negra’ é o filme mais sério e mais político já feito pela Marvel. É um filme de arte, de guerra, com moldura de super-herói. Lembra a homenagem que a Marvel fez aos filmes “de espiões dos anos 70” em ‘O Soldado Invernal’? Aqui o estúdio repete a dose e flerta com o cinema de gênero, fazendo um filme épico sobre a arte da guerra. É um ‘Coração Valente’ (1995) com um super-herói negro no lugar de Mel Gibson. Ryan Coogler, de ‘Creed’, entrega uma direção sólida e estilosa que mescla com sucesso as cenas de ação com momentos dramáticos em que seu elenco tem a chance de brilhar.

Pantera Negra’ é o James Bond da Marvel, um filme atual, político e necessário que acerta em cheio ao criar uma trama mirabolante, repleta de reviravoltas e mensagens valiosas em seu subtexto. É o filme mais sério e mais profundo da Marvel, cheio de alma e momentos épicos que deixarão qualquer cinéfilo boquiaberto.

 

4. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Em Guerra Infinita, todos (ou quase todos) os personagens principais (e alguns coadjuvantes) se unem para evitar o fim da vida na Terra como a conhecemos. Do espaço sideral surge a nova e mais magnânima ameaça com a qual os heróis já se depararam. Thanos (Josh Brolin) é um vilão (ou seria anti-herói) trágico, sofrido, que realiza seus atos com pesar e em sua loucura (que muitos aqui na Terra compartilhariam) assume a conclusão de um bem maior. Essa talvez seja a melhor surpresa do longa, a humanização de seu antagonista. O filme reuniu praticamente todo o elenco de todas as franquias da casa, e se tornou a segunda produção mais cara da história de Hollywood, atrás apenas de ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Os únicos pequenos problemas são: a falta de conclusão, deixando um cliffhanger tão gigantesco que por pouco não matou nerds ao redor do mundo de crise de nervos; e algumas óbvias reversões de fatos – o que diminui a importância do impacto inicialmente apresentado aqui, já que sabemos alguns detalhes do futuro que não corroboram a dramaticidade almejada. Seja como for, isso não exime a coragem do filme por suas apostas arriscadas.

 

3. Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

 

2. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

 

1. Vingadores: Ultimato (2019)

Quase empatado com ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘, ‘Vingadores: Ultimato’ é a grande obra-prima da Marvel Studios… A culminação de 22 filmes é bem escrita, dirigida com louvor pelos irmãos Russos e traz um desfecho digno – literalmente! Os personagens estão muito mais aprofundados aqui.

Repleto de surpresas, easter-eggs e referências, o filme é um enorme “fan service” com três horas de duração que vai revisitar todas as nossas memórias sobre esse Universo Compartilhado e expandir tudo que foi construído até agora. E no meio do caminho, eles reservam alguns dramas que deixaram os fãs aos prantos no cinema, chorando alto de soluçar. Prepara o lencinho porque até o mais forte dos cinéfilos derrubará algumas lágrimas.

Épico, audacioso e impecável, ‘Ultimato‘ consegue encerrar com louvor a história dos nossos heróis e abrir portas para um novo ciclo que promete ser ainda mais surpreendente que este. Até aqueles que acompanharam todas as teorias e supostos “vazamentos” vão se surpreender com as surpresas que a trama nos reserva, intercalando os momentos de agonia extrema com o velho e bom humor característico dos filmes da Marvel. É um espetáculo visual, auditivo e uma experiência que agradará em cheio quem é fã, e até quem não é. Imperdível!

 

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‘Invasor Zim’ está escondido na Terra no primeiro trailer oficial; Confira!

Netflix revelou hoje (14) o primeiro trailer de ‘Invasor Zim’, longa baseado na série animada homônima.

Confira:

A obra já vem sendo produzida pela Nickelodeon há algum tempo. A emissora foi responsável por transmitir o show original, bem como ‘A Vida Moderna de Rocko’, cujos direitos também foram adquiridos pela plataforma.

Leia a sinopse oficial:

Zim descobre que seus líderes nunca tiveram a intenção de ir para a Terra e, por causa disso, perde a confiança em si mesmo pela primeira vez na vida – coisa que sua nêmese humana, Dib, vinha esperando por um bom tempo.

O filme tem estreia marcada para o dia 16 de agosto de 2019.

Hugh Grant considera ‘As Aventuras de Paddington 2’ o melhor filme de sua carreira

As Aventuras de Paddington se tornou uma franquia de sucesso de público e crítica e segundo o astro Hugh Grant, a sequência é – provavelmente – o melhor filme de sua carreira.

Durante uma entrevista à Vanity Fair, o veterano refletiu sobre o sucesso da produção, ponderando uma situação um tanto desconfortável vivida nos bastidores do Globo de Ouro. Ao ter sido considerado, por internautas, uma ator reduzido a um único filme infantil, ele contrariou as expectativas dos fãs, ao afirmar o quanto ama ser associado ao longa.

E na entrevista, Grant foi ainda mais além, apontando que talvez ‘As Aventuras de Paddington 2 ‘ seja o melhor filme de sua carreira profissional.

Disse:

“Eu estava apresentando o Globo de Ouro, eu acho, e eles fazem aquela coisa quando você surge no palco, em que dizem ‘do futuro lançamento As Aventuras de Paddington 2, Hugh Grant‘. E alguém depois me mostrou o Twitter e as pessoas estavam me zombando, dizendo coisas como ‘Cristo, ele chegou a esse ponto. Pobre Hugh. Paddington 2. Sequência para crianças’. E nesse caso é particularmente irritante, porque eu genuinamente acredito que talvez esse seja o melhor em que já participei”.

 

Vale lembrar que As Aventuras de Paddington 2’ foi destaque por ter se tornado o filme mais bem avaliado no Rotten Tomatoes, com 100% de avaliações positivas.

 

 

 

 

‘Caçadores de Trolls’: Diretor da série indica possível retorno da franquia

Durante uma entrevista ao site ComicBook.comGuillermo del ToroAndré Øvredal, dupla que recentemente ganhou os holofotes com o lançamento de Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, falaram sobre o possível futuro de uma icônica franquia na qual também trabalharam juntos: Caçadores de Trolls.

A série animada terminou no começo deste ano com seu terceiro ciclo e já expandiu o mundo criado para outras duas derivadas – Os 3 Lá Embaixo e a ainda não lançada Wizards. Agora, Øvredal comentou que existe uma chance considerável da produção retornar com novos episódios.

Caçadores de Trolls é obviamente um mundo – e acabamos de lançar uma HQ na Noruega que esperamos que ganhe distribuição mundial. Esse mundo é definitivamente algo com o que podemos trabalhar, seja com uma série, seja com um filme, tanto faz”, ele disse. “E a mesma coisa com A Autópsia. O filme foi um sucesso, mas não do ponto de vista financeiro, e é aí que as limitações passam a existir”.

Confira a sinopse oficial:

Jim (Anton Yelchin) é um garoto de 15 anos que é transformado em um caçador de trolls e defensor dos Trolls do bem, depois de encontrar sem querer um amuleto mágico. Enquanto luta ao lado do seu melhor amigo, Toby (Charlie Saxton), e do Troll sabichão Blinky (Kelsey Grammer), ele precisa ao mesmo tempo conciliar os ensaios e deveres de casa da escola.

As três temporadas estão disponíveis na Netflix.

‘A Roda do Tempo’: Amazon anuncia elenco completo de nova série

Amazon anunciou hoje (14) o elenco completo de sua nova série de fantasia intitulada A Roda do Tempo.

Segundo novas reportagens, Madeleine Madden dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford será Perrin Aybara; Barney Harris irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins será Nynaeve e Josha Stradowski dará vida a Rand Al’Thor. Detalhes sobre os personagens não foram divulgados.

Os novos nomes se juntam a Rosamund Pike (Garota ExemplarOrgulho e Preconceito), que foi escalada em junho para interpretar a protagonista Moiraine Damodred, membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.

Confira a sinopse oficial:

Esse épico fantástico é ambientado em um mundo no qual a magia existe, porém só é utilizada pelas mulheres. A trama gira em torno de Moiraine, pertencente à organização feminina conhecida como Aes Sedai, e sua jornada pelo mundo na qual é acompanhada por cinco jovens homens e mulheres. Moiraine acredita que um deles pode ser a reencarnaçaõ de uma poderosa criatura, cujas profecias indicam que pode salvar ou destruir a humanidade.

Rafe Judkins fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.

A Roda do Tempo ainda não tem data de estreia definida.

Nova sinopse de ‘Coringa’ revela detalhes da trama sombria

Uma nova sinopse de ‘Coringa‘ (Joker) foi divulgada para promover a première mundial do filme no Festival de Cinema de Veneza no final deste mês, e revela os principais detalhes da história.

O segundo trailer do filme está previsto para ser lançado a qualquer momento.

Confira:

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

Segundo o Box Office Pro, o filme deve ter uma abertura GRANDIOSA na faixa dos US$ 60 a US$ 90 milhões nas bilheterias norte-americanas.

Com essa abertura, o filme ficaria à frente de ‘Aquaman’ (US$ 67,8 milhões) e ‘Shazam!‘ (US$ 53,5 milhões), tudo por conta da expectativa em relação aos elogios que a produção vem recebendo.

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A adaptação da Warner Bros. será o primeiro filme com um personagem dos quadrinhos exibido numa cerimônia de gala.

A estreia está marcada para o dia 3 de outubro de 2019.

Confira o trailer e novas imagens:

 

‘O Esquadrão Suicida’: Ator revela que ‘o roteiro é ÓTIMO’

Em entrevista ao site ComicBook.comSean Gunn, irmão do aclamado diretor James Gunn, falou um pouco sobre a produção do reboot-remake ‘O Esquadrão Suicida, anunciando que as filmagens devem começar em breve caso tudo ocorra como o planejado.

Como se não bastasse, Gunn também revelou que leu o roteiro e que a história é ótima.

“Eu sei que [James] está muito animado sobre as filmagens e, agora que li o roteiro, não vou dizer nada além de que está ÓTIMO”, ele contou. “Definitivamente estou ansioso para saber o que acontece depois. Mas eles começam a produção em breve”.

O longa será rodado entre os dias 23 de setembro de 2019 e 31 de janeiro de 2020, em Atlanta, Geórgia.

‘O Esquadrão Suicida terá o retorno de Joel Kinnaman como Rick Flag, Viola Davis como Amanda Waller, Margot Robbie como Arlequina e Jai Courtney como Capitão Bumerangue.

Idris Elba viverá um dos protagonistas e David Dastmalchian dará vida ao Polka-Dot Man (Homem-Bolinha).  

O longa será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, o ‘Esquadrão Suicida‘ original foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

Jason Momoa aparece preso em nova foto e viraliza nas redes sociais; Veja!

Jason Momoa se engajou no ativismo ambiental recentemente, criticando a construção de um gigante telescópio que acabaria com a vida natural do Havaí, sua terra natal.

Agora, depois de ter participado de um protesto, uma imagem do ator viralizou nas redes sociais: Momoa aparece na foto sendo algemado por policiais e preso, mas tudo não passou de uma encenação feita por ele para reafirmar a necessidade e a importância dessa luta.

Momoa também comentou que não retornará para as gravações de Aquaman 2’ até que tudo se resolvesse.

“Que se f***! E o telescópio é 4x maior. Desculpe Warner, mas não podemos filmar Aquaman 2 porque Jason está tentando parar a construção que está destruindo sua terra natal e isso não irá acontecer. Não iremos permitir mais. Basta. Vá para outro lugar”, ele escreveu em uma recente foto.

Sucesso nas bilheterias, o primeiro filme arrecadou US$ 1,109 bilhão mundialmente.

Aquaman 2‘ está previsto para ser lançado no dia 16 de dezembro de 2022.

‘Game of Thrones’: Alfie Allen recebeu roteiro falso durante a 2ª temporada

Antes das gravações da 2ª temporada de Game of Thrones‘, os showrunners David Benioff e D. B. Weiss fizeram uma pegadinha com Alfie Allen, intérprete de Theon Greyjoy, entregando a ele um roteiro falso.

Allen revelou a brincadeira durante uma entrevista no programa de James Corden, dizendo que recebeu o roteiro e descobriu que seu personagem seria assassinado por Bran Stark.

“Me entregaram o roteiro e Theon faria um grande discurso, mas antes de terminar, Bran apareceria de algum lugar e dava uma facada em seu peito, gritando: ‘Essa é minha Winterfell, não sua’. Então, eu aceitei e segui em frente. Eu acho que se passaram três semanas e eu já tinha encerrado minhas gravações. As pessoas comentaram com eles [Benioff e Weiss] que deveriam me contar a verdade, porque eu não tinha reclamado, porque sou um cara legal”, disse Allen.

Assista ao vídeo:

Antes que Allen decidisse mudar o visual, a produção alertou os showrunners para que o avisassem da brincadeira.

“A equipe começou a falar: ‘Vocês deveriam falar com ele, ele vai acabar cortando o cabelo’. Mas eu só queria tirar férias e estava pegando um sol.”, brincou o astro.

Kit Harington também foi enganado e, em seu roteiro falso, Jon Snow teria a cabeça queimada por um White Walker.

“Ele queria comprar uma touca quando pensou que teria que raspar a cabeça para gravar o episódio.”

Há quem diga que o falso final de Theon seria mais emocionante que o oficial! O que você acha?

‘A Pequena Sereia’: Chrissy Teigen quer participar do remake em live-action

O elenco do aguardado remake em live-action A Pequena Sereia está começando a criar forma, mesmo com a recente recusa de Harry Styles em viver o Príncipe Eric.

Ainda há alguns papéis a serem distribuídos e, ao que tudo indica, a modelo e apresentadora Chrissy Teigen quer muito participar do projeto.

Teigen expressou em seu Twitter que está “sedenta” para participar do longa-metragem e que “vai pagar” por um papel se for preciso.

Confira:

Halle Bailey viverá a protagonista Ariel.

O elenco ainda terá Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, e Jacob Tremblay (O Predador), como o icônico peixinho Linguado. 

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) negocia para viver o Rei Tritão.

O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de O Retorno de Mary Poppins, para comandar o projeto.

Segundo Marshall, o novo filme irá reimaginar as músicas do clássico animado de 1989. 

Xuxa Meneghel vai ganhar filme sobre sua vida

Em entrevista ao jornalista Leo Dias, do UOL, a cantora e apresentadora Xuxa Meneghel confirmou que sua história de vida vai virar um filme.

Com a chegada de várias cinebiografias, como a de ‘Simonal‘ e ‘Hebe‘, a vida da Rainha dos Baixinhos também será contada nos cinemas nacionais.

“O filme vai mostrar para as pessoas porque eu gosto tanto de bichos, e porque eu não me drogo”, afirmou.

Segundo ela, a produção está sendo comandada por uma diretora argentina de Los Angeles, que passou três dias na casa de Xuxa e chegou a convidar Sasha para viver a mãe na produção. Apesar de ter recusado o papel, a produção continua e uma atriz está sendo procurada para viver a apresentadora.

Xuxa construiu o maior império de entretenimento infantil presente em todo Brasil, países da América Latina, Estados Unidos e Europa. Nos anos 90, chegou a apresentar programas de TV no Brasil, Argentina, Espanha e Estados Unidos simultaneamente, atingindo cem milhões de telespectadores diariamente

Xuxa é uma das celebridades brasileiras mais conhecidas no exterior, e seu patrimônio líquido é estimado em um bilhão de dólares.

‘Thor: Amor e Trovão’: Idris Elba quer o retorno de Heimdall na sequência

Durante uma entrevista para o Comic Book enquanto falava sobre ‘Hobbs & Shaw’, Idris Elba foi questionado se gostaria de voltar ao papel de Heimdall na franquia ‘Thor‘, ao que ele respondeu:

“É Claro. Heimdall é essencialmente parte da família dos deuses. Então, você sabe, ele poderia estar vivo. Estou apenas dizendo! Apenas teorizando. Heimdall remonta à mitologia do Thor, e tenho certeza de que haverá uma maneira interessante de trazê-lo de volta.”

Asim como Loki, Heimdall foi morto durante a cena de abertura de ‘Vingadores: Ultimato‘, então seria difícil trazer o personagem de volta à vida, especialmente após os eventos de ‘Ultimato‘.

Mas após o retorno de Natalie Portman à franquia, os fãs estão torcendo para que outros rostos conhecidos sejam trazidos de volta ao MCU.

Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

Além de Natalie Portman, o elenco conta com Chris Hemsworth e Tessa Thompson. A direção é de Taika Waititi .

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Além disso, o We Got This Covered informou que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

Fim de uma era? Com novos concorrentes, Netflix perde milhares de assinantes

A Netflix revolucionou o mercado do streaming e reinou absoluta durante toda uma década, mas seu império está desmoronando com a chegada de novos concorrentes.

Além das já existentes Amazon Prime Video e GloboPlay, o mercado se prepara para a chegada da gigante Disney+ – que oferecerá um catálogo mais variado por uma mensalidade mais em conta.

Segundo o Hollywood Reporter, as ações da Netflix despencaram nos últimos meses, quando as ações começaram a cair e a empresa perdeu US$ 24 bilhões em valor de mercado. 

O conteúdo do catálogo decaiu com a retirada de produções dos estúdios concorrentes, que estão criando seus próprios serviços de streaming.

Nos próximos meses, a Netflix terá que enfrentar a chega dos serviços da Apple, WarnerMedia, NBCUniversal e outras, à medida que perde acesso a muitos filmes e programas de TV de terceiros.

Para se ter uma ideia, a  Netflix reduziu seu orçamento em publicidade e foi ultrapassada, pela primeira vez, pela Amazon Prime Video – que se tornou a maior investidora em compra de mídia com aumento de mais de 300% em investimento de divulgação.

Enquanto isso, o Hulu aumentou seu orçamento em cerca de 75%, enquanto a Netflix parece ter reduzido em cerca de 60%.

“Nossa recente análise mostrou que a Amazon Prime se tornou a maior investidora em marketing no primeiro semestre de 2019”, disse Todd Krizelman, CEO da Media Radar à Forbes. “O salto da Amazon Prime pode ser atribuído em parte à intensa promoção de seu novo conteúdo original, incluindo o aumento do investimento em publicidade nativa. Seus gastos com publicidade nativa aumentaram 5 vezes, ano a ano, quando comparados com 2018 e 2019.”

Atualmente, a Amazon Prime Video está se concentrando na divulgação de três de seus títulos originais: ‘Good Omens’, ‘The Boys’ e ‘Hanna‘.

Resta saber se a Netflix conseguirá se reinventar enquanto perde assinantes, ou será engolida pelos diversos serviços concorrente que estão investindo milhões em conteúdo original e divulgação.

‘Firefly Lane’: Ben Lawson se junta a Katherine Heigl no novo drama da Netflix

13 Reasons Why

Segundo o DeadlineBen Lawson foi elencado no novo drama da NetflixFirefly Lane. O ator estrela a produção ao lado de Katherine Heigl.

Maggie Friedman, produtora da série No Tomorrow, será showrunner e roteirista da série.

Baseado no romance best-seller homônimo de Kristin Hannah, o show conta a história de Tully (Heigl) e de Kate, duas melhores amigas que se conhecem quando garotas e se tornam inseparáveis por quase trinta anos, até uma tragédia inesperada separar a dupla. Lawson será o ex-marido de Kate, Ryan, que tem uma longa história com Tully.

Friedman também será produtora executiva ao lado de Stephanie GermainLee Rose.

Peter O’Fallon comanda o episódio piloto.

Lawson recentemente participou da segunda temporada de 13 Reasons Why e do drama Designated Survivor. Ele também apareceu na aclamada comédia The Good Place.

Wesley Snipes pode interpretar Drácula no reboot de ‘Blade’

Embora o público do MCU esteja animado em ver Mahershala Ali como o novo Blade, os fãs de Wesley Snipes ainda torciam para que o astro voltasse ao icônico papel, ou que pelo menos estivesse presente nos novos filmes… e isso está perto de acontecer.

Segundo o Lords of the Long Box, a Marvel planeja incluir Snipes na adaptação, interpretando ninguém menos que Drácula, que será o grande vilão da produção.

Nada mais justo que homenagear o intérprete original do Blade com uma participação no filme.

A fonte afirma que o personagem terá um grande peso na trama e o filme pode ser baseado nos quadrinhos de terror da Marvel, ‘Tumba do Drácula‘, HQ que introduziu o Blade nos anos 70.

Por enquanto, não há nada confirmado oficialmente.

Maiores detalhes não foram informados, mas espera-se que pelos próximos meses sejam divulgados elenco, detalhes da trama e uma data de estreia.

Vale lembrar que ‘Blade‘ não fará parte da Fase 4 do MCU e deve estrear somente depois de 2021.

Recentemente, o artista Olly Gibbs criou um cartaz sensacional para o reboot de ‘Blade‘, trazendo Mahershala Ali no papel do herói.

Confira: