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‘Blonde’: POLÊMICA cinebiografia de Marilyn Monroe com Ana de Armas abre com 81% no RT

Estreando no Festival de Cinema de Veneza e em breve entrando no catálogo da Netflix, a cinebiografia de Marilyn Monroe, ‘Blonde‘, dirigida por Andrew Dominik, que recebeu a classificação indicativa de NC-17, quando o filme é recomendado apenas para maiores de 17 anos, teve suas primeiras críticas liberadas.

Até o momento, as opiniões sobre o filme estrelado por Ana de Armas, são bem positivas de um modo geral, com vários veículos de grande importância destacando pontos importantes da produção.

Abaixo você confere a média geral e também algumas opiniões da crítica:

 

“Sempre desconfortável e ao mesmo tempo um cinema envolvente, dinâmico, que instiga o tempo todo e deve dividir opiniões pelo que se propõe ser.” Total Film

“A adaptação de Andrew Dominik cria um retrato icon do símbolo sexual, recriando o brilho e o glamour, o filme é belíssimo, enquanto revela a exploração e a fragilidade por baixo.” Times

“Alternando entre preto e branco e o Technicolor moderno, o estilo de Dominik é visualmente divertido e emocionalmente sombrio; o cineasta denuncia os perigos do estrelato e expressa a magia do cinema com o outro.” The Wrap

“Este é um tratado sobre Marilyn Moroe, o símbolo sexual que confunde não apenas a realidade com a fantasia, mas também a empatia com a exploração. Seja apesar ou por causa de tudo isso, é imperdível.” The Hollywood Reporter

Após uma infância traumática, Norma Jeane Mortenson (Ana de Armas) tornou-se atriz, na Hollywood dos anos 1950 e início dos anos 1960. Ela se transformou em uma figura mundialmente famosa, sob o nome artístico de Marilyn Monroe. Todavia, por trás dos holofotes da fama, a atriz vivia guerras pessoais, e suas aparições na tela contrastam fortemente com os problemas de amor, exploração, abuso de poder e dependência de drogas que ela enfrentava em sua vida privada. Blonde reimagina corajosamente a vida de um dos símbolos mais duradouros de Hollywood, de sua infância volátil como Norma Jeane, até sua ascensão ao estrelato e envolvimentos românticos, o longa se apresenta como uma especulação da vida da sex symbol, atriz e modelo. Uma história reimaginada da vida privada de Monroe, o filme é um retrato fictício da vida do ícone da década de 1950 e 60, contado através das lentes modernas da cultura das celebridades. Baseado no livro homônimo de Joyce Carol Oates.

Blonde’ estreia 22 de setembro na Netflix.

Invocação do Mal

(The Conjuring)

 

Elenco:

Vera Farmiga, Patrick Wilson, Ron Livingston, Lorraine Warren, Ed Warren, Mackenzie Foy, Lili Taylor, Joey King, Hayley McFarland, Shanley Caswell, Shannon Kook.

Direção: James Wan

Gênero: Terror

Duração: 112 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 13 milhões

Estreia: 13 de Setembro de 2013

Sinopse:

Invocação do Mal‘ acompanha a história real da família Perron (Livingston e Taylor), assombrada na década de 70 em uma casa no campo de Rhode Island.

Antes de existir Amityville, havia Harrisville. Baseado em uma história real, Invocação do Mal narra a investigação empreendida por Ed e Lorraine Warren, mundialmente conhecidos, chamados para ajudar a família Perron, que estava sendo assombrada por fenômenos sobrenaturais.

O longa-metragem é baseado nos arquivos de casos do casal de demonologistas. Obrigados a enfrentar uma entidade demoníaca poderosa, os Warrens se viram presos ao caso mais aterrorizante de suas vidas.

Curiosidades:

» O filme recebeu classificação indicativa Rated R nos EUA, que significa que menores de 17 anos só poderão assistir ao filme acompanhados dos pais ou de algum responsável. O motivo? “Muito assustador”.

» Baseado em Fatos Reais.

» James Wan dirigiu o primeiro ‘Jogos Mortais‘ e o sucesso ‘Sobrenatural‘ (Insidious), filme com maior custo-benefício nas bilheterias de 2011.

» O roteiro foi escrito pelos gêmeos Carey e Chad Hayes (‘Terror na Antártida’).

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

‘Abracadabra’: Como está o elenco hoje?

O clássico da Sessão da Tarde ‘Abracadabra‘ (Hocus Pocus, 1993) marcou toda uma geração e se transformou em um dos maiores sucessos da Disney, além de catapultar a carreira de Sarah Jessica Parker Thora Birch.

Não parece, mas já fazem 22 anos que a comédia chegou aos cinemas nacionais, no dia 29 de Outubro de 1993, próximo ao Halloween.

Para matar a saudade, decidimos procurar aonde está o elenco hoje.

Vamos lá?

Bette Midler – Winnie

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Quando o filme foi sucesso, ela era a mais conhecida do elenco e viveu a bruxa principal. Como cantora, Midler já ganhou quatro prêmios Grammy – o que levou os produtores a fazer ela cantar ‘I Put A Spell On You’ em uma das melhores cenas do filme. Ela foi indicada pela primeira vez ao Oscar por ‘A Rosa‘, de 1979, e concorreu a segunda vez com ‘Para Eles, Com Muito Amor‘, de 1991.

Após ‘Abracadabra‘, fez sucesso com ‘Clube Das Desquitadas‘, ‘Mulheres Perfeitas‘ e ‘Quando Me Apaixono‘. Seu último filme foi ‘Uma Família em Apuros‘, que estrelou ao lado de Billy Crystal em 2013.

 

Sarah Jessica Parker – Sarah

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A mais bonita e sensual das irmãs Sanderson nem imaginava que ia se tornar um dos personagens mais icônicos da televisão. Cinco anos após estrelar ‘Abracadabra‘, assinou contrato com a HBO para viver Carrie Bradshaw na série de TV ‘Sex and the City‘, que resultou em dois filmes bem sucedidos e um Globo de Ouro de melhor atriz.

Em outros papeis não teve muita sorte, atuando nos medianos ‘Noite de Ano Novo‘, ‘Não Sei Como Ela Consegue‘ e ‘Cadê os Morgan?‘.

Especula-se que em breve ela voltará em  ‘Sex and the City 3‘. Será?

 

Kathy Najimy – Mary

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Fez seu primeiro papel de sucesso em ‘Mudança de Hábito‘, em 1992, como a irmã Mary Patrick. Trabalha mais com dublagem de desenhos nos EUA, e é conhecido por ser a voz de Peggy Hill no desenho ‘O Rei do Pedaço‘.

Nesse ano, tentará sucesso em um novo filme da Disney: ‘Descendentes‘, que apresenta os filhos dos vilões do estúdio e será lançado direto na TV americana. Ela interpreta a Rainha Má.

 

Thora Birch Dani

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Foi uma das atrizes mirins mais prestigiadas da década de 90. Começou sua carreira ao lado de Leonardo DiCaprio na série ‘Parenthood‘.

Depois de ‘Abracadabra‘, fez vários filmes sucesso na sessão da Tarde: ‘Meu Pequeno Ladrão‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, 1994, e o super fofo ‘Agora e Sempre‘, 1996, que trazia em seu elenco Christina Ricci, Demi Moore e Rosie O’Donnell.

Em 1999, ela conquistou a crítica ao viver Jane Burnham no premiado ‘Beleza Americana‘. Não estrela um filme de sucesso desde então.

 

Omri Katz – Max

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Omri Katz ficou conhecido por sua participação nas séries ‘Dallas‘ (1978) e ‘Eerie, Indiana‘ (1991). No ano que fez ‘Abracadabra‘, também participou de ‘Matinee – Uma Sessão Muito Louca‘. Sem conseguir trabalho depois, decidiu abandonar a carreira de ator e se tornou cabeleireiro em Los Angeles.

 

Vinessa Shaw – Allison

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Após ‘Abracadabra‘, trabalhou com o diretor Stanley Kubrick no drama ‘De Olhos Bem Fechados‘, em que vivia uma garota de programa com HIV. Fez a comédia romântica ‘40 Dias e 40 Noites‘, 2002, ao lado de Josh Hartnett. Também estrelou o terror ‘Viagem Maldita‘, em 2006.

Seus últimos filmes foram ‘O Grande Milagre‘ (2012), com Drew Barrymore, e ‘Terapia de Risco‘ (2013), dirigido por Steven Soderbergh.

 

 

Recentemente, Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy afirmaram que querem retornar para a sequência. A ideia partiu de um fã de Midler que deixou uma mensagem para a atriz no fórum Reddit perguntando: “Você pode fazer ‘Abracadabra 2’ para a minha namorada parar de assistir o original a cada Halloween?”.

“Perturbem a Disney, pois eu sondei as meninas e elas estão dispostas a fazer [a sequência], mas não existe nada por enquanto. Se vocês querem ‘Abracadabra 2’, peçam à Disney”, rebateu Midler, intérpreta da bruxa Winifred.

Diante do apelo da veterana, Najimy, que interpretou a feiticeira Mary, também mostrou seu apoio à continuação e enviou um e-mail ao site Buzzfeed dizendo:

“Eu li o que Bette falou e concordo. A sequência do filme está completamente nas mãos da Disney.”

Logo depois, foi a vez de Parker (a bruxa Sarah) se manifestar. Questionada por um fã se toparia se juntar a Midler e Najimy em ‘Abracadabra 2’, a atriz foi curta e direta:

“Sim, estou dentro”, respondeu no Twitter.

Em julho deste ano, surgiram rumores de que um novo ‘Abracadabra‘ seria produzido por Tina Fey (‘Meninas Malvadas’). Mas depois o Deadline revelou que a atriz estava desenvolvendo um filme de bruxas para a Disney, no estilo ‘Caça-Fantasmas‘, mas que não tratava-se da sequência do clássico infantil.

Quem se lembra de ‘Abracadabra‘? Assista uma cena:

 

Novo e mágico trailer de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

O astro Eddie Redmayne apresentou o novo trailer de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, derivado de ‘Harry Potter‘, durante o MTV Movie Awards .

Assista:

O excêntrico magizoologista Newt Scamander (o vencedor do Oscar Eddie Redmayne) viaja a Nova York (por uma razão que não vamos divulgar) com sua fiel mala mágica. É uma daquelas mochilas pequenas expansíveis, como a usada por Hermione em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, e dentro dela habita uma coleção de criaturas mágicas raras e ameaçadas que Newt conseguiu resgatar em sua viagem pelo mundo.

Quando chega na América, ele descobre que a Comunidade de Bruxos está sendo perseguida por Trouxas (chamados de Muggles na Inglaterra, e de No-Majs nos EUA). Com a ameaça de exposição pública ainda mais grave do que no Reino Unido (lembram-se dos julgamentos das bruxas de Salem?), Newt resolve ajudá-los.

‘Animais Fantásticos’ é a história do que acontece quando este assistente inglês excepcionalmente hábil viaja para a América com uma variedade de suas criaturas, alguns bastante perigosas… e elas conseguem escapar de sua mala.

Ron Perlman, o Hellboy, junta-se ao elenco de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

Jon Voight se junta ao elenco de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

Spin-off de ‘Harry Potter’ vai apresentar nova escola de bruxaria

A Warner Bros. está preparando uma trilogia cinematográfica para a obra.   O livro de 50 e poucas páginas será adaptado em três filmes de longa duração, lançados anualmente, seguindo a linha de ‘O Hobbit‘.

A franquia Harry Potter teve 8 filmes, lançados entre 2001 e 2011, que combinados renderam mais de U$ 7,7 bilhões nas bilheterias do mundo todo.

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‘Star Trek – Sem Fronteiras’: Rihanna lança clipe de Sledgehammer filmado em IMAX

A cantora Rihanna divulgou o clipe de “Sledgehammer”, o primeiro filmado inteiramente com câmeras IMAX, com o mais alto nível de captura de imagem digital.

A faixa “Sledgehammer” será a música tema de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘, e o clipe teve direção de Floria Sigismondi.

Assista:

O novo título oficial condiz com a premissa do filme, de resgatar o espírito da série original, indo “onde ninguém jamais esteve”.

Chris Pine e Zachary Quinto confirmados em ‘Star Trek 4’ 

Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).

Além de reprisar o papel de Scotty, Simon Pegg também coroteiriza o roteiro de ‘Star Trek 3’ com Doug Jung. Após sua demissão do cargo, Roberto Orci permanece apenas como produtor.

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Monstro estampa novo banner da 6ª temporada de ‘American Horror Story’

Com estreia marcada nos EUA para hoje, o canal FX liberou o último banner para esta sexta temporada de ‘American Horror Story‘.

A série estreia por aqui dia 15 de Setembro, à 00h30.

Confira:

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Jennifer Lawrence e Chris Pratt procuram respostas no novo comercial de ‘Passageiros’

Chris Pratt e Jennifer Lawrence estrelam mais um novo clipe de ‘Passageiros‘ (Passengers).

Assista, com os vídeos legendados:

Na trama escrita por Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’, ‘Prometheus’), uma nave espacial transporta milhares de pessoas para um planeta colônia, que tem uma avaria em uma de suas câmaras de sono. Como resultado, um único passageiro é despertado 90 anos antes de qualquer outra pessoa. Diante da perspectiva de envelhecer e morrer sozinho, ele finalmente decide acordar um segundo passageiro, marcando o início do que se torna uma história de amor única.

Lawrence receberá nada menos que US$ 20 milhões para estrelar o drama. O valor representa um quarto do orçamento previsto para o filme.

Com os US$ 10 milhões de cachê de Pratt e mais US$ 3 milhões pagos ao diretor Morten Tyldum (indicado ao Oscar por ‘O Jogo da Imitação’), o longa já gastou cerca de US$ 40 milhões sem sequer ter uma cena filmada, o que já ascendeu o sinal vermelho na Sony.

Laurence Fishburne (‘Matrix’) completa o elenco.

O filme de longa gestação já teve Keanu Reeves, Reese Witherspoon e Rachel McAdams associados ao elenco. Todos desistiram do projeto.

A estreia está marcada para 21 de dezembro de 2016 nos EUA, e 5 de Janeiro de 2017 no Brasil.

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Primeiro e bizarro trailer de ‘Real – O Plano Por Trás da História’

A Paris Filmes liberou o primeiro trailer de ‘Real – O Plano Por Trás da História‘, que promete mostrar ao público como que um dos planos financeiros mais controversos na história do Brasil foi criado.

Com direção de Rodrigo Bittencourt e adaptado do livro 3000 Dias no Bunker, do jornalista Guilherme, a produção trará os bastidores da equipe criada por Fernando Henrique Cardoso para a criação do Plano Real, em 1993.

O elenco, inclusive, é repleto de globais, como: Paolla Oliveira, Mariana Lima, Tato Gabus Mendes, Juliano Cazarré, Cássia Kis e Klebber Toledo.

A data de lançamento ainda não foi definida.

Assista:

Aria continua como suspeita nas prévias do episódio 7×19 de ‘Pretty Little Liars’

A seguir, você confere o que vem por aí no episódio da próxima semana em ‘Pretty Little Liars.

Assista:

Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

Confira o que vem por aí no episódio 4×09 de ‘The Strain’

O canal FX liberou a prévia do próximo episódio da quarta e última temporada de ‘The Strain

Confira:

A série é inspirada nos livros da ‘Trilogia da Escuridão’ (The Strain Trilogy), escritos por del Toro e Chuck Hogan. Os romances receberam no Brasil os títulos ‘Noturno’, ‘A Queda’ e ‘Noite Eterna’.

 

 

‘Descendentes 3’ ganha teaser e estreia em 2019

O grupo Walt Disney confirmou para o verão norte-americano de 2019 a estreia de Descendentes 3.

Assista ao teaser:

Os descendentes Mal, Evie, Carlos, Jay e Ben têm que enfrentar um novo vilão, pai de Mal.

O filme será protagonizado por Dove Cameron, Booboo Stewart, Cameron Boyce, Sofia Carson, Mitchell Hope e China Anne McClain.

Kenny Ortega (‘High School Musical’) dirige.

5 anos sem Paul Walker: Assista ao trailer do documentário sobre o ator

O documentário ‘I Am Paul Walker‘, que mostrará detalhes da vida e morte do astro de ‘Velozes e Furiosos‘, ganhou um novo trailer.

Walker faleceu há exatos cinco anos, após sofrer um acidente de carro em 2013. O ator tinha 40 anos.

Assista:

Vale lembrar que a música de Wiz Khalifa, See You Again, produzida como canção-tema de ‘Velozes e Furiosos 7‘e para homenagear o finado Paul Walker, se tornou o vídeo mais assistido na história do YouTube,com mais de 3 bilhões de visualizações desde o lançamento, em 2014.

‘Velozes e Furiosos 9 e 10’ ganham data de estreia 

 

Melhores e Piores Filmes da Marvel Studios – incluindo ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’

Com o lançamento do ótimo ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 23 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

 

23. O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

 

22. Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

 

21. Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

 

20. Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

 

19. Capitã Marvel (2019)

A história acompanha Carol Danvers conforme ela se torna uma das heroínas mais poderosas do universo no momento em que a Terra se vê no meio de uma batalha galática entre duas raças alienígenas. Ambientado nos anos 1990, Capitã Marvel é uma aventura completamente nova de um período nunca visitado da história do Universo Cinematográfico da Marvel. Trata-se do primeiro filme de super-heroína da Marvel, impulsionado pelo sucesso estrondoso de ‘Mulher-Maravilha‘, da DC. Porém, uma direção insegura e um roteiro inchado falham em dar personalidade para a personagem, que é vivida de maneira apática pela Oscarizada Brie Larson. É uma pena ver tanto potencial desperdiçado. O filme vale pelas referências e por explicar como se deu início o projeto ‘Os Vingadores‘ nos anos 90… ah sim, e como Nick Fury perdeu seu olho.

 

 

18. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

 

17. Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

 

16. Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

 

15. Thor – Ragnarok (2017)

O tom de ‘Thor – Ragnarok‘ é similar ao da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, deixando de lado o toma mais sério e se transformando em uma sátira dos filmes de super-heróis, revertendo o gênero e divertindo o público. Ou seja: se você não gostou dos dois primeiros ‘Thor’, você vai amar esse filme.

O Deus do Trovão finalmente mostrou a que veio e ganhou uma personalidade própria, provando o timing cômico do ator Chris Hemsworth – em sua melhor atuação até aqui. Sua interação com o Hulk é impagável, e o verdão também ganha bastante destaque como co-protagonista, apesar de vermos pouco o ator Mark Ruffalo.

Porém, o roteiro deixa um pouco a desejar. Apesar das diversas plot twists chocantes (o filme tem várias), faltou o brilhantismo de um roteirista como James Gunn – que conseguiu reverter os clichês do gênero. Outro problema é a falta de seriedade e urgência, já que estamos falando aqui de Ragnarok – a destruição de Asgard. O fim do mundo está acontecendo, mas os personagens sempre tem um tempinho para suas piadinhas de efeito (que nem sempre funcionam). É uma comédia de ação com selo Marvel.

 

14. Homem-Formiga e a Vespa (2018)

É fácil categorizar ‘Homem-Formiga e a Vespa’ como uma comédia familiar no estilo ‘Sessão da Tarde’ dos anos 90. E isso é um mega elogio, visto que eles adicionam na mistura super-heróis e muitos, muitos efeitos especiais de última geração. Sem muitas ligações com os outros filmes do Universo da Marvel (apenas uma grandiosa bem no final), o filme se permite a arriscar como uma comédia de ação e acerta em cheio. Ao contrário das piadinhas forçadíssimas enfiadas em ‘Thor – Ragnarok’, o humor aqui funciona bastante e nos tira diversas gargalhadas durante a projeção, grande parte vindo do divertido Luis (Michael Peña) – que mais uma vez faz uma narração hilária contando parte da história.

A parte negativa fica por conta da vilã e do roteiro inchado. Após um vilão cheio de camadas como Thanos, fica difícil se empolgar com uma vilã genérica cuja motivação é a velha e batida vingança. Eles poderiam ter trabalhado mais no roteiro para evitar esse clichêzão, e ainda de quebra poderiam dar uma enxugada no filme, que parece um pouco mais longo do que ele deveria ser.

 

13. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Em sua essência, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme adolescente de colégio. A decisão sábia do roteiro traz Peter Parker (Tom Holland, o terceiro intérprete do personagem e o mais jovem) de volta aos 14 – 15 anos de idade. E aqui funciona muito bem. Suas desventuras não são tão típicas quanto as de Tobey Maguire – a melhor encarnação do cerne do personagem, com falta de dinheiro, problema com as garotas, tia idosa. O Homem-Aranha de Holland é apadrinhado pelo bilionário (ou seria trilionário?) Tony Stark (Robert Downey Jr.), chega a recusar certas investidas da gracinha Liz (Laura Harrier), por quem nutre paixão, e sua tia, agora nas formas da estonteante Marisa Tomei, bem, curte dançar e uma cervejinha na janta.

A trama, embora simplista, é eficiente. Porém, o filme é uma leve sessão da tarde… Uma versão atual das comédias oitentistas do mestre John Hughes.

 

12. Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)

Homem-Aranha: Longe de Casa é uma experiência cinematográfica inigualável, que mistura comédia, drama e ação na medida certa e entrega um blockbuster cheio de coração que vai conquistar até o fã mais xiita. Justiça seja feita: essa sequência é infinitamente superior a Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que apresentou o herói para uma nova geração em uma aventura satisfatória, mas que não conseguiu mostrar o potencial de Tom Holland. Aqui, o ator nos conquista logo nos primeiros minutos e abraça o(s) uniforme(s) do Homem-Aranha de maneira esplêndida, conquistando o posto de melhor intérprete do amigão da vizinhança.

Após um primeiro ato cheio de humor, e um segundo ato mais dramático, o ato finalmente é pura aventura e pancadaria. Arrisco a dizer que este também é o filme do herói com mais ação, já que temos diversos embates diferentes entre o aracnídeo e vários vilões, sempre nos surpreendendo com reviravoltas de cair o queixo que rendem mais e mais e mais cenas de ação. É um ritmo frenético que proporciona cenas repletas de efeitos especiais de ponta, e batalhas surpreendentes usando como pano de fundo as belíssimas locações da Europa, como Veneza, Londres, entre outras. O final impactante abre caminhos para a franquia tomar novos rumos e entregar histórias nunca vistas antes no cinema.

 

11. Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

 

10. Doutor Estranho (2016)

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Doutor Estranho‘ é uma viagem frenética e prazerosa para um novo mundo, que conquista com seu elenco estelar e efeitos visuais mirabolantes, se tornando a melhor apresentação de um personagem desde o primeiro ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Para a difícil tarefa de criar um visual frenético e psicodélico, o estúdio chamou o talentoso diretor Scott Derrickson (‘O Exorcismo de Emily Rose’ e ‘A Entidade’), que nos proporciona um show visual de imagens caleidoscópicas que transformam a projeção em uma jornada alucinante – que muitos comparam com uma viagem de ácido. A fotografia de Ben Davis entrega cenas alucinógenas e muito bem orquestradas, que deixam ‘A Origem‘ no chinelo. A evolução nos efeitos visuais também é visível nesse filme, dando profundidade às cenas psicodélicas e frenéticas do “Plano Astral”.

 

9. Guardiões da Galáxia – Vol 2 (2017)

Enquanto Joss Whedon penou para realizar uma sequência melhor que ‘Os Vingadores‘, entregando o mediano ‘Vingadores: Era de Ultron‘, James Gunn conseguiu a proeza de realizar um filme ainda melhor que o original. ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘ é uma viagem de ácido com o visual mais delicioso já criado em um filme da Marvel, sendo ainda mais psicodélico e colorido que ‘Doutor Estranho‘ – usando e abusando do Neon para criar um universo intergalático estonteante. Apesar de ter mais ação e mais efeitos visuais, é uma sequência mais intimista que consegue trabalhar cada personagem individualmente enquanto cria um interação extremamente divertida entre eles. É um filme que foge totalmente da “fórmula Marvel” e apresenta com louvor a família mais disfuncional e absurda do cinema. Uma pequena obra-prima, que merece ser degustada e vislumbrada. O filme mais engraçado e divertido da Marvel Studios.

 

8. Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

 

7. Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

 

6. Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

 

5. Pantera Negra (2018)

Esqueça as piadinhas e o humor sarcástico, ‘Pantera Negra’ é o filme mais sério e mais político já feito pela Marvel. É um filme de arte, de guerra, com moldura de super-herói. Lembra a homenagem que a Marvel fez aos filmes “de espiões dos anos 70” em ‘O Soldado Invernal’? Aqui o estúdio repete a dose e flerta com o cinema de gênero, fazendo um filme épico sobre a arte da guerra. É um ‘Coração Valente’ (1995) com um super-herói negro no lugar de Mel Gibson. Ryan Coogler, de ‘Creed’, entrega uma direção sólida e estilosa que mescla com sucesso as cenas de ação com momentos dramáticos em que seu elenco tem a chance de brilhar.

Pantera Negra’ é o James Bond da Marvel, um filme atual, político e necessário que acerta em cheio ao criar uma trama mirabolante, repleta de reviravoltas e mensagens valiosas em seu subtexto. É o filme mais sério e mais profundo da Marvel, cheio de alma e momentos épicos que deixarão qualquer cinéfilo boquiaberto.

 

4. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Em Guerra Infinita, todos (ou quase todos) os personagens principais (e alguns coadjuvantes) se unem para evitar o fim da vida na Terra como a conhecemos. Do espaço sideral surge a nova e mais magnânima ameaça com a qual os heróis já se depararam. Thanos (Josh Brolin) é um vilão (ou seria anti-herói) trágico, sofrido, que realiza seus atos com pesar e em sua loucura (que muitos aqui na Terra compartilhariam) assume a conclusão de um bem maior. Essa talvez seja a melhor surpresa do longa, a humanização de seu antagonista. O filme reuniu praticamente todo o elenco de todas as franquias da casa, e se tornou a segunda produção mais cara da história de Hollywood, atrás apenas de ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Os únicos pequenos problemas são: a falta de conclusão, deixando um cliffhanger tão gigantesco que por pouco não matou nerds ao redor do mundo de crise de nervos; e algumas óbvias reversões de fatos – o que diminui a importância do impacto inicialmente apresentado aqui, já que sabemos alguns detalhes do futuro que não corroboram a dramaticidade almejada. Seja como for, isso não exime a coragem do filme por suas apostas arriscadas.

 

3. Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

 

2. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

 

1. Vingadores: Ultimato (2019)

Quase empatado com ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘, ‘Vingadores: Ultimato’ é a grande obra-prima da Marvel Studios… A culminação de 22 filmes é bem escrita, dirigida com louvor pelos irmãos Russos e traz um desfecho digno – literalmente! Os personagens estão muito mais aprofundados aqui.

Repleto de surpresas, easter-eggs e referências, o filme é um enorme “fan service” com três horas de duração que vai revisitar todas as nossas memórias sobre esse Universo Compartilhado e expandir tudo que foi construído até agora. E no meio do caminho, eles reservam alguns dramas que deixaram os fãs aos prantos no cinema, chorando alto de soluçar. Prepara o lencinho porque até o mais forte dos cinéfilos derrubará algumas lágrimas.

Épico, audacioso e impecável, ‘Ultimato‘ consegue encerrar com louvor a história dos nossos heróis e abrir portas para um novo ciclo que promete ser ainda mais surpreendente que este. Até aqueles que acompanharam todas as teorias e supostos “vazamentos” vão se surpreender com as surpresas que a trama nos reserva, intercalando os momentos de agonia extrema com o velho e bom humor característico dos filmes da Marvel. É um espetáculo visual, auditivo e uma experiência que agradará em cheio quem é fã, e até quem não é. Imperdível!

 

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‘Viúva Negra’ tem estreia adiada

A Disney divulgou seu novo calendário de lançamentos após a pandemia mundial de Coronavírus fechar quase todas as salas de cinemas do mundo todo.

Conforme especulado, ‘Viúva Negra‘ foi adiado para 6 de novembro – data que o estúdio lançaria ‘Os Eternos‘, que agora sai em 12 de fevereiro de 2021.

Shang-Chi‘ foi adiado para 7 de maio de 2021, substituindo ‘Doutor Estranho 2‘ – que foi adiado para 5 de novembro de 2021.

Consequentemente, ‘Thor: Amor e Trovão‘ foi adiado para 28 de fevereiro de 2022, ‘Pantera Negra 2‘ para 8 de maio e ‘Capitã Marvel 2‘ foi para 8 de julho de 2022.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Durante uma entrevista para a revista Total Film, Scarlett Johansson deu alguns detalhes sobre a trama e disse que adaptação terá uma drástica mudança de tom em relação aos outros filmes do MCU.

“O que eu mais gosto na genialidade de Kevin Feige [diretor criativo da Marvel] é que ele sempre pensa em algo para surpreender os fãs. Quando o público espera uma coisa, Feige consegue superar essa expectativa e entregar algo que os fãs nunca sonharam. A ideia de mostrar Natasha Romanoff em um drama familiar é a coisa menos óbvia nesse filme, e eu demorei a entender porque há uma grande mudança de tom em relação aos filmes anteriores.”

Questionada sobre o que o público pode esperar no futuro da personagem, a estrela fez mistério.

“O legado dela será para sempre, acho que vale à pena esperar e ver com seus próprios olhos.”

Johansson também é o destaque das novas edições da revista.

Confira:

‘Destruição Final’: Filme de desastre com Gerard Butler ganha data de estreia no Brasil; Assista ao trailer!

A Diamond Films marca o seu retorno aos cinemas em 19 de novembro com uma das produções mais aguardadas de 2020, ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ (Greenland).

O trailer apresenta o tom eletrizante do filme-catástrofe estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin.

Assista:

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity, sua esposa Allison e seu jovem filho Nathan fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico em um cenário onde a lei não mais existe.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

Michael Jordan é CONFIRMADO em ‘Space Jam: Um Novo Legado’

Desde que o ‘Space Jam 2‘ foi anunciado, muitos fãs do filme original ficaram curiosos se Michael Jordan apareceria no novo filme. Parecia improvável, considerando que LeBron James vai estrelar.

Porém, foi confirmado que Jordan aparecerá de alguma maneira.

Em entrevista o Access Hollywood, o astro Don Cheadle foi questionado se Jordan poderia aparecer e ele respondeu:

Michael Jordan está no filme. Mas não da maneira que você esperava. “

Ansiosos?

Assista ao trailer:

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta também com Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’).

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Spencer’: Filme que traz Kristen Stewart como Princesa Diana ganha NOVA DATA DE ESTREIA no Brasil

Spencer‘ finalmente ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais. A Diamond Films confirmou que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 3 de Fevereiro de 2022.

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Pablo Larraín (‘LOVE: A História de Lisey’) conquistou 86% de aprovação da críticas, com 6 avaliações positivas e apenas uma negativa, até o momento.

 

Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

 

Confira o teaser legendado:

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Divulgado o belo painel de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’

O Screen Rant divulgou o belo painel de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia‘, que servirá para divulgar o filme nos cinemas do mundo todo.

Confira:

Vale lembrar que a Marvel Studios trará o chefão Kevin Feige, os astros Paul Rudd, Evangeline Lilly e Jonathan Mayors e o diretor Payton Reed para a CCXP.

Eles virão divulgar ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ e ‘Guardiões da Galáxia – Volume 3‘ que terá painel no dia 1º de Dezembro no Palco Thunder.

Confira o anúncio, com o trailer:

A produção tem estreia agendada para o dia 17 de fevereiro de 2023.

Lembrando que o filme irá abrir a Fase 5 e será novamente dirigido por Peyton Reed, diretor que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com o novo longa prometendo ser o maior de toda saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul RuddEvangeline LillyJonathan MajorsMichelle PfeifferMichael DouglasKathryn Newton estrelam.

Após críticas de Peter Dinklage, Disney decidiu criar os anões de ‘Branca de Neve’ em CGI

Após as duras críticas feitas por Peter Dinklage sobre a vindoura versão de a ‘Branca de Neve‘, a Disney decidiu “adotar uma abordagem diferente‘ no novo live-action.

Um porta-voz da Disney esclareceu a situação afirmando que os antigos estereótipos do conto dos Irmãos Grimm e da animação original não seriam replicados.

“Para evitar reforçar os estereótipos do filme de animação original, estamos adotando uma abordagem diferente com esses sete personagens e consultando membros da comunidade de nanismo. Estamos ansiosos para compartilhar mais à medida em que o filme entra em produção, após um longo período de desenvolvimento.”

Peter Dinklage, o astro de ‘Game of Thrones‘ e do novo filme ‘Cyrano‘, mostrou sua indignação com o projeto:

“Literalmente sem ofensa a ninguém, mas fiquei um pouco surpreso quando eles ficaram muito orgulhosos de escalar uma atriz latina como Branca de Neve, mas ainda estão contando a mesma história da Branca de Neve e os Sete Anões. Dê um passo para trás e veja o que você está fazendo aí. Não faz sentido para mim”.

O ator foi ainda mais além e demonstrou sua indignação com a postura do estúdio – sem saber que o projeto seria mais uma empreitada da Disney. Em sua fala, ele ainda refletiu sobre seus esforços para valorizar as pessoas que lidam com nanismo.

“Você é progressista de uma maneira, mas ainda está fazendo aquela história invertida sobre sete anões vivendo juntos em uma caverna, que p**** é essa que eles estão fazendo cara? Eu não fiz nada para avançar a causa da minha comunidade? Acho que não estou falando alto o suficiente. Não sei que estúdio é esse, mas eles estavam tão orgulhosos disso. Todo amor e respeito à atriz e todas as pessoas que achavam que estavam fazendo a coisa certa. Mas eu fiquei tipo, ‘o que vocês estão fazendo?'”

Com isso, os sete anões foram criados em CGI.

Após decidir não usar atores com nanismo no filme, o estúdio decidiu criá-los com computação gráfica. Mas o visual não agradou.

Confira as reações e a primeira foto:

O filme estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot foi adiado para 21 de março de 2025.

O filme da Disney estava originalmente programado para chegar aos cinemas em 22 de março de 2024.

Vale destacar que a greve em curso do SAG-AFTRA (Sindicato de Atores de Hollywood) está tendo impactos significativos na indústria do entretenimento, afetando diretamente a agenda de lançamentos de diversos filmes.

Lembrando que o filme é estrelado por Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot no papel da Rainha Má.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

Flop com Hugh Jackman e Rebecca Ferguson faz SUCESSO na Max após ‘Deadpool e Wolverine’

Uma ambiciosa ficção científica estrelada por Hugh Jackman (‘Logan’) e Rebecca Ferguson voltou a fazer sucesso na Max após o lançamento de ‘Deadpool e Wolverine‘.

Caminhos da Memória‘ (Reminiscence) foi lançado em 2021 e logo caiu no esquecimento após ter sido um fracasso nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 15,4 milhões com um orçamento de US$ 67,9 milhões.

Além disso, o filme recebeu apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, “apesar [do filme] ter uma ambição narrativa, sua mistura incerta de sci-fi e thriller noir traz memórias de produções melhores”.

A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?

Confira os principais comentários abaixo:

“Um clone abismal de ‘Estranhos Prazeres’” – JoBlo’s Movie Network.

‘Caminhos da Memória’ claramente almeja ao estilo noir e clássico com um toque sci-fi, mas cada virada é calculada sem precisão” – ComicBookMovie.com.

“Um neo-noir engenhoso e tenso com a quantidade certa de romance e intriga” – Fresh Fiction.

“Performances excelentes de Hugh Jackman, Thandiwe Newton e Rebecca Ferguson” – IGN.

“Para cada cena que funciona, uma descarrilha” – Washington Post.

Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, faz sua estreia diretorial com o projeto.

O elenco ainda conta com Thandie Newton, Cliff Curtis, Marina de Tavira, Daniel WuMojean Aria, Brett Cullen, Natalie Martinez, Angela Sarafyan e Nico Parker.

Ryan Reynolds muda de ideia sobre RETORNAR em ‘Deadpool 4’

Deadpool e Wolverine‘ se tornou um dos maiores sucesso recentes da Marvel, agradando o público e os críticos.

Por conta disso, muitos já estão imaginando um possível quarto filme para a franquia.

Após dizer que não planeja outro filme solo do Mercenário Tagarela, Ryan Reynolds mudou de ideia.

Em entrevista à EXTRATV, ele revelou que adoraria retornar.

“Eu adoraria fazer o quarto filme, mas há uma razão para já terem se passado 6 anos desde a última vez… Tenho quatro filhos que mal me conhecem”, brincou.

Deadpool & Wolverine arrecadou US$ 1,33 bilhão.

Ryan Reynolds embolsou nada menos que US$ 30 milhões. Já Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

10 ÓTIMOS filmes lançados nos streamings no primeiro semestre de 2023

2023 começou com tudo no universo dos streamings! Ótimas produções conseguiram um lugarzinho nos disputados catálogos disponíveis no Brasil. Para te ajudar na busca de um ótimo filme para assistir, segue abaixo 10 ÓTIMOS filmes lançados nos streamings no primeiro semestre de 2023:

 

O Pálido Olho Azul

As pessoas que perdemos estão sempre com a gente. Reunindo uma trama cheia de mistérios, dois impactantes personagens em busca de respostas para curiosos crimes em uma Nova Iorque de 1830, O Pálido Olho Azul apresenta suas verdades com muitas informações onde perguntas entram e saem da nossa imaginação até o eletrizante desfecho. Um assassinato movido à vingança? Uma morte contextualizada por algum tipo de ritual? Será que tem algo haver com influência de poderes sobrenaturais? Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta Scott Cooper, baseado em um livro do escritor norte-americano Louis Bayard, O Pálido Olho Azul surpreendente a todo instante.

 

Ruído

Existo porque resisto. Ruído, longa-metragem mexicano dirigido pela cineasta Natalia Beristain é quase um filme denúncia, uma obra que abre o olhar para a violência, para a repressão policial, para a corrupção, todo esse contexto gira em torno de uma trama que nos mostra a incansável busca de uma mãe por informações sobre sua filha desaparecida. Ao longo dos intensos 105 minutos de projeção somos testemunhas de relatos aterrorizantes, de sofrimentos imensuráveis, de absurdos e incertezas que a protagonista encontra pelo caminho. O título não poderia ser mais certeiro, Ruído, aqui no sentido de algo desagradável, com um olhar para dentro, na mistura de sentimentos conflitantes e desesperadores nas dores de uma mãe. No papel principal, a experiente atriz mexicana Julieta Egurrola, mãe da diretora do filme.

 

Aftersun

Uma eterna busca por respostas sobre alguém que achávamos que conhecíamos. Um dos filmes mais dilacerantes que chegaram ao circuito exibidor nos últimos anos, Aftersun nos mostra lembranças de uma mulher sobre um feriado que passou com o pai anos atrás, na época que tinha ainda 11 anos. Há conflitos nesse pai que são aparentes, parece a todo instante controlar-se de algum pensamento, alguma tristeza profunda, algo que o filme se dedica aos detalhes. Depressão? Sim, podemos pensar nessa variável. Escrito e dirigido pela cineasta escocesa de 35 anos Charlotte Wells, em seu primeiro longa-metragem da carreira, o filme muitas vezes acontece no detalhe, quando percebemos a importância daquele momento, tudo isso somado a uma narrativa que deixa nosso refletir respirar. Um trabalho primoroso que vai demorar para sair de nossos corações.

 

O Menu

O inusitado recorte da comida como protagonista de conflitos. Depois de uma grande experiência dirigindo episódios de seriados de sucesso, como: Succession, The Affair e até mesmo Game of Thrones, o cineasta britânico Mark Mylod chega ao seu quarto longa-metragem da carreira trazendo para o público uma sátira sobre rejeição e medo, ao mesmo tempo inteligente que navega nos fenômenos que podem ocorrer na mente humana. A vibe gourmet que acompanha a narrativa nada mais é que uma alegoria já que o subliminar das refeições aqui traçam um paralelo com o instantâneo desabrochar dos pensamentos dos personagens, um reflexo de como enxergam a vida ao seu redor. O roteiro é assinado pela dupla Seth Reiss e Will Tracy, esse último teve a ideia durante sua lua de mel passada na Noruega, quando entrou em um barco para um restaurante chique em uma ilha particular.

 

Jung_E

A ética, a distopia e a busca de respostas de uma filha. Novo filme do diretor do adorado Invasão Zumbi, Sang-ho Yeon, Jung_E é uma distopia que desenvolve possibilidades caóticas para o planeta, como se fosse um retorno na nossa história com guerras e conflitos ideológicos, a partir das intensas mudanças climáticas provocadas pelas ações do homem, deixando bem transparente a atemporalidade da natureza humana. Em paralelo a isso, assistimos uma história bem profunda entre mãe e filha. Com ótimas cenas de ação, mesmo com um roteiro um pouco confuso, o projeto busca suas atenções em um olhar sobre os relacionamentos, nas relações interpessoais em tempos onde a clonagem é algo que faz parte do cotidiano.

 

Cry Macho

As decisões de um final de vida. Buscando a emoção em contraponto à ação, segue firme e objetivo em investigar ‘o nada a perder’ ou mesmo os últimos atos de um personagem no terço final de sua vida, fato que se torna um bonito paralelo quando pensamos nesse ator e diretor (Clint Eastwood) que nos brindou ao longo dos anos com personagens e filmes marcantes que nunca saíram de nossa memória. Nem tão profundo e crítico como outros mas com uma carga de emoção e romantismo na medida certa Cry Macho pode ser uma das últimas vezes que veremos o Sr. Eastwood numa tela enorme.

 

Ad Astra

Na trama, em uma linha de tempo desconhecida mas pra frente de nosso tempo, conhecemos Roy Mcbride (Brad Pitt) um militar astronauta de alta patente que após um acidente no espaço, onde ele, quase literalmente, cai na terra, é convocado por seus superiores para embarcar em uma missão surpreendente: caçar os rastros de seu pai, H. Clifford McBride (Tommy Lee Jones) sumido faz anos (que ele pensara estar morto) pois o mesmo está em posso de um dispositivo que é uma real ameaça à humanidade. Assim, largando tudo que é sentimento na Terra, Roy embarca em uma viagem sem destino rumo as profundezas do espaço.

 

O Caso Richard Jewell

Na trama, conhecemos a vida do ingênuo e trabalhador boa praça Richard Jewell (Paul Walter Hauser), um homem que consegue depois de muito tempo realizar seu sonho de trabalhar como agente de segurança. Anos se passam e ele está trabalhando em um evento, dentro das olímpiadas de Atlanta em 1996, quando acha suspeito uma mochila e dispara a notícia de emergência para os demais agentes, só que minutos depois a mochila com uma bomba explode. Mesmo com algumas poucas mortes, Jewell num primeiro momento é tratado como herói nacional. Só que dias depois, agentes federais pressionados por não encontrarem suspeitos, resolvem investigar Richard Jewell e a informação vaza para a repórter Kathy Scruggs (Olivia Wilde) que com seu artigo consegue transformar o herói em um vilão aos olhos da mídia. Completamente perdido, Richard só pode contar com sua carinhosa mãe Bobi Jewell (Kathy Bates) e um velho amigo e ótimo advogado Watson Bryant (Sam Rockwell) para provar sua inocência.

 

Veja por Mim

Na trama, conhecemos a ex-esquiadora de relevante sucesso Sophie (Skyler Davenport), uma jovem que após algumas conquistas na carreira promissora acabou ficando cega. Essa nova condição a levou a uma certa rebeldia que faz com que seu relacionamento com a mãe fica amargurado e chegando ao ponto de inconsequentes roubos em trabalhos que arruma cuidado de lares de pessoas que viajam. Um dia, após aceitar mais um trabalho desse tipo, acaba ficando refém de uma situação inusitada quando ladrões invadem a casa em que ela está para arrombar um cofre. Sem saber direito o que está acontecendo, ela consegue fazer uma chamada de um aplicativo que ajuda pessoas cegas, conhecendo assim Kelly (Jessica Parker Kennedy), uma veterana do exército, que a ajuda a encontrar soluções para que a noite não termine em uma grande tragédia.

 

Mergulho

Nesse ótimo filme mexicano, dirigido por Lucía Puenzo, baseado em fatos reais, conhecemos uma experiente atleta do saltos ornamentais que treina para as olimpíadas que aos poucos começa a refletir sobre traumas do passado depois que uma verdade vem à tona.

Jack Ryan – Operação Sombra

Ryan, Jack Ryan.

Com o shakespeariano Kenneth Branagh na direção e a especialista em filmes britânicos de época, Keira Knightley, ganhamos… um filme de ação e espionagem sobre o governo americano!? Brincadeiras a parte, Jack Ryan – Operação Sombra é a nova tentativa de emplacar no gosto do grande público uma obra do escritor Tom Clancy. O autor, falecido em outubro passado, é o criador de algumas das séries literárias mais cultuadas do gênero. A mais famosa delas são os livros envolvendo o personagem Jack Ryan.

Ryan teve seus dias de glória no cinema. Em especial no início da década de 1990 quando foi personificado pelo então maior astro da época, Harrison Ford (o personagem já havia assumido as formas de Alec Baldwin anteriormente, em um filme no qual era coadjuvante). Em 2002, foi a vez de tentar emplacar um Ryan mais jovem nas formas de Ben Affleck. A tentativa não funcionou. O que os quatro primeiros filmes do agente no cinema tem em comum é o fato de serem obras muito mais sobre política, espionagem, suspense e realismo (até certo limite), do que sobre ação propriamente dita.

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Jack Ryan era a antítese de James Bond, espião cuja série é pontuada por acrobacias inacreditáveis, mais do que pela credibilidade do enredo. Por este prisma podemos considerar as investidas de Clancy no cinema como talvez a ponte mais genuína unindo o cinema de entretenimento com obras de espionagem. Algo acessível sem serem apenas produções pipoca.

O que ocorre é que uma série na qual um agente da CIA passa seu tempo viajando de continente para continente, desvendando teias de conspirações governamentais não é algo barato de se produzir. Então, se não gerar algum tipo de lucro para justificar seu grande orçamento não é cabível. O que chama a atenção do grande público são justamente cenas de ação, explosões, efeitos visuais e astros do momento. Desta forma, a franquia Jack Ryan se recicla em grande autocontradição. Novamente a aposta é por um Ryan mais jovem (lógica para manter o mesmo ator em diversos filmes) e ele chega nas formas do menino de ouro da Paramount, Chris Pine (o novo Capitão Kirk de Star Trek).

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Somos introduzidos ao passado de Ryan, desde que era um estudante em Londres, passando pela fase militar (na qual foi considerado um herói e quase se viu deficiente físico), até se tornar um analista na CIA e logo depois um operativo de campo.Operação Sombra se passa nos dias atuais, então Ryan presencia o atentado das Torres Gêmeas em 2001, quando ainda era um estudante (fato que lhe impulsiona a vontade de defender o país). E logo depois serve no Iraque. Mas os adversários da nova obra são velhos inimigos retirados lá da guerra fria. Os russos voltam com uma célula terrorista disposta a explodir uma bomba em Nova York.

Comandado pelo ricaço Viktor Cherevin (Branagh, também o vilão do filme), que possui negócios com bancos em Wall Street e laços com o governo russo, o ato terrorista tem como pano de fundo uma trama envolvendo oleodutos no Iraque. Um detalhe que pode passar despercebido por muitos: O membro do governo russo que negocia com o vilão é interpretado pelo dançarino e atorMikhail Baryshnikov (O Sol da Meia Noite), em uma ponta não creditada. O veterano Kevin Costner, que vem se renovando para toda uma nova geração, interpreta o superior e recrutador de Ryan. E a bela e muito talentosa Keira Knightley pega o papel de Cathy Muller, esposa do protagonista (interpretada anteriormente pelas atrizes Anne Archer e Bridget Moynahan).

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Não há como negar que Operação Sombra é um filme diferente de seus antecessores. É dinâmico e mais acelerado. Ryan pilota uma moto em alta velocidade e luta em sua primeira missão no estilo de Jason Bourne ou do novo Bond-Craig. Mas no fundo esta continua sendo uma boa e velha história de espionagem, na qual temos cenas de agentes se infiltrando em prédios sem permissão e com o objetivo de retirar arquivos de computadores, enquanto o “alvo” é distraído em um belo restaurante por uma bela mulher. O passeio turístico pela Rússia é igualmente satisfatório.

Com a entrada de Knightley (fazendo sotaque americano) na franquia, Cathy não é apenas “a garota” e tem seu serviço aumentado. Agora ela passa a não apenas atender o telefone, mas tem uma infiltração completa em um joguete que pode não terminar tão bem assim para ela. A série cinematográfica de Clancy é uma venda difícil. O tipo de blockbuster adulto que talvez não tenha mais espaço em um subgênero cada vez mais dominado por produtos infantis. E assim Operação Sombra segue como um filme meio perdido em um limbo. Porém, existem elementos satisfatórios o suficiente aqui para agradar tanto os fãs puristas de um bom thriller de espiões, quanto a garotada em busca da adrenalina semanal nas telonas.

NOSTALGIA! AS 20 Comédias Clássicas que Marcaram nossa “Sessão da Tarde”

Recordar é viver. Embora alguns filmes dos anos 1980 tenham ficado imortalizados em nossos corações, frequentemente revisitados por cinéfilos de todas as gerações, outros tantos não são tão comentados atualmente quanto deveriam. Sendo assim, para cada Goonies (1985), De Volta para o Futuro (1985) e Curtindo a Vida Adoidado (1986), temos tantos outros exemplares que o tempo lentamente trata de apagar para os mais novos. Quem viveu o período muitas vezes também sente dificuldade de lembrar de certas produções queridas e que fizeram muito sucesso nas intermináveis reprises diurnas dos canais da TV aberta brasileira.

Pensando nisso, resolvemos criar uma matéria bem nostálgica, relembrando com você 20 Comédias Clássicas dos Anos 1980. Vem com a gente nesta onda pelo passado de mais de 30 anos.

 

A Garota de Rosa-Schocking

O que seria de uma lista das comédias dos anos 1980, sem a presença de um filme com a icônica ruivinha Molly Ringwald? A carismática atriz pode ter sumido nas décadas seguintes, mas foi imortalizada em nossos corações pelas inúmeras reprises da época em filmes como Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco. Na primeira parte da lista comentamos sobre O Rei da Paquera – que a uniu a Robert Downey Jr. – e agora vamos de um dos títulos mais lembrados e associados a Ringwald no período. Ela é a dona da cor definitiva. Escrito por seu “padrinho” John Hughes, no filme a atriz vive uma jovem de classe humilde, precisando escolher entre o amor do melhor amigo ou de um riquinho de bom coração.

 

Namorada de Aluguel

Pode até ser considerado incorreto nos dias de hoje, e revendo talvez não desça tão redonda, mas nos anos 1980 a trama sobre um rapaz pagando para uma menina fingir ser sua namorada era o tema desta comédia romântica que se tornou cult. Considerado um perdedor e desejando mudar sua imagem, Ronald (papel de Patrick Dempsey) propõe um pacto a Cindy, a menina mais popular do colégio. Em troca do dinheiro que ela estava precisando, precisará fingir estar apaixonada pelo rapaz por tempo suficiente até que sua vida se transforme, nesta espécie de Cinderela às avessas. A triste notícia em relação ao filme para os fãs foi o falecimento precoce da protagonista Amanda Peterson, que vive Cindy, aos 43 anos. Namorada de Aluguel foi refilmado em 2003, com elenco de jovens atores negros e o título Amor de Aluguel.

 

Te Pego Lá Fora

Começamos com um clássico absoluto da Sessão da Tarde – e um que tem produção de ninguém menos que o Todo Poderoso Steven Spielberg, fato que muitos devem desconhecer. Além do famoso cineasta, quem também produz o longa é Aaron Spelling, famoso executivo por trás de programas como Barrados no Baile, por exemplo. E o pedigree não para por aí, assinando a cinematografia (ou fotografia) está Barry Sonnenfeld, diretor de Homens de Preto (1997).

Nesta época muitas comédias juvenis eram centradas no ambiente da escola, as famosas high school norte-americanas, mas este é um dos mais criativos. Considerado uma versão moderna e adolescente do icônico faroeste Matar ou Morrer (1952), a trama mostra um típico estudante colegial vivendo o pior dia de sua vida quando se torna alvo de um aluno psicótico recém chegado, dono a pior fama imaginável.

O Rei da Paquera

Sim, o mega astro Robert Downey Jr. começou a carreira em comédias juvenis ainda na década de 1980. E aqui temos um dos exemplares mais sem-vergonha dos quais participou – mas que não deixa de ser um título muito reconhecível do período. Fora isso não falta pedigree, já que temos produção de ninguém menos que o astro Warren Beatty, e a participação de grandes atores como Dennis HopperDanny Aiello e Harvey Keitel no elenco.

Ah, e claro, fazendo par com Downey temos a musa teen da época, a ruivinha Molly Ringwald (cujo nome aqui tinha até mais peso que o do Homem de Ferro). Ringwald ficou conhecida pelos filmes de John Hughes, como Gatinhas e Gatões (1984) e Clube dos Cinco (1985). Na trama, Downey vive um conquistador “de quinta categoria”, aplicando seus golpes a esmo em mulheres incautas. Tudo muda quando ele encontra resistência, num desafio à altura nas formas de Ringwald – uma jovem com seus próprios problemas envolvendo as dívidas do pai com criminosos.

 

Admiradora Secreta

Outro grande representante das comédias juvenis da época, o longa fazia uso de um artifício de roteiro muito comum em diversas produções do gênero: o triângulo amoroso. Variavelmente, tínhamos um rapaz ou uma menina tímida apaixonado(a) por um colega (quase sempre seu melhor amigo/a) sem que ele(a) soubesse, enquanto o mesmo só tinha olhos para o terceiro elemento, geralmente um estudante de muita popularidade ou beleza.

Esta é a fórmula de Admiradora Secreta, comédia adolescente de erros e desencontros. Aqui, uma carta anônima é o ponto de partida, indo parar nas mãos de diversos personagens, criando confusão quanto a seu autor e destinatário. Em resumo, temos um triângulo amoroso entre o protagonista C. Thomas Howell, a beldade popular loiríssima Kelly Preston, e a melhor amiga do sujeito Lori Loughlin.

De Volta às Aulas

Por falar em comédias sucesso de bilheteria nos anos 1980, De Volta às Aulas foi o sexto maior filme de 1986 nos EUA. O lendário Rodney Dangerfield, falecido em 2004, foi um dos humoristas mais conhecidos do país, e protagonizou algumas produções cômicas famosas. Aqui, ele interpreta um sujeito simples que conquistou fortuna com seu próprio suor, criando uma bem sucedida loja para homens acima do peso. Para ajudar seu filho, ele decide ingressar na mesma universidade, e começa a mudar as coisas por lá com seu jeito irreverente.

A ideia para o roteiro foi do próprio Dangerfield, e o texto foi assinado por Harold Ramis (Os Caça-Fantasmas). Fora isso, a trilha sonora é de Danny Elfman (dos filmes de Tim Burton). No elenco, temos novamente Downey Jr., no papel de uma espécie de punk, que é o melhor amigo do filho do protagonista.

 

Três Solteirões e um Bebê

Muitos podem não saber ou lembrar, mas antes dos filmes da Marvel e das franquias multimilionárias do cinema, Três Solteirões e um Bebê foi o filme de maior bilheteria nos EUA em 1987. Refilmagem americana de uma produção francesa, a história mostra três homens, solteiros convictos e mulherengos (como dizia a cartilha dos anos 1980), dividindo um badalado apartamento em Nova York. O trio foi vivido por Tom Selleck (sucesso na série Magnum), Steve Guttenberg (sucesso nas franquias Loucademia de Polícia e Cocoon) e Ted Danson (sucesso na série Cheers).

Tudo muda na equação deles quando em sua porta aparece um bebê, deixado ao cuidado deles. A ideia era “homens machões precisam trocar fraldas e dar mamadeira a um recém-nascido”, coisa impensável na época. A direção é de Leonard Nimoy, o Spock da série clássica de Star Trek. Este longa de sucesso gerou a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990). Ah sim, o tal fantasma muito comentado, que apareceu numa cena do filme, nada mais era que um display com a imagem de Danson – mas serviu para virar uma das lendas urbanas mais lembradas dos anos 80.

Quase Igual aos Outros

Por falar em tramas incorretas e surreais, que podem não descer bem atualmente, temos este longa cuja intenção de empoderamento feminino é boa. Para começar, temos a direção de uma mulher, coisa rara no gênero e na época – Lisa Gottlieb é quem comanda, estreando na função. A trama gira em torno de Terry, uma jovem que deseja se tornar uma jornalista respeitada, mas percebe que não terá chance acadêmica de mostrar seu valor sendo mulher – já tratando da disparidade de oportunidade de gênero.

Assim, ela decide se fingir de homem para a tarefa, e começa a estudar em outro colégio, matriculada na forma do sexo oposto – seu disfarce é quase tão fajuto quanto o de Clark Kent, e se resume a um corte de cabelo e uma mudança forçada de voz e roupas. No elenco, Joyce Hyser vive a protagonista e não ficou muito famosa. Mas temos também William Zabka, o Johnny da franquia Karatê Kid e Cobra KaiSherilyn Fenn (Twin Peaks) e a dupla Clayton Rohner e Deborah Goodrich – que fariam dobradinha no ano seguinte com o ótimo slasher A Noite das Brincadeiras Mortais (1986).

A Primeira Transa de Jonathan

Não se deixe enganar pelo título em português, este é na verdade um filme bem afetuoso, dono uma interessante carga dramática, e levado num tom que consegue destacá-lo dos demais do gênero. Tudo bem que o protagonista é um jovem virgem em busca de conquistar a garota de seus sonhos – papel de Kelly Preston, novamente figurando na  lista. Até aí podemos pensar que esta é a típica comédia de coito, nas quais jovens buscam apenas a primeira noite de sexo.

O primeiro diferencial aqui é a década escolhida como cenário: os anos 1950. O verdadeiro chamariz do filme, no entanto, é a história secundária de Gene (Chris Nash), um jovem rebelde e motoqueiro no melhor estilo James Dean. Ele se muda para a casa ao lado do protagonista e logo desperta atenção da pequena cidade. Ao mesmo tempo em que ensina Jonathan a ser mais descolado com as meninas, e trava batalhas diárias com o pai e os playboys locais, ele desenvolve uma relação com a comprometida Bunny (papel de Catherine Mary Stewart – um dos nomes quentes dos 80’s). A história deste casal e seu desfecho no filme fazem do longa um dos melhores exemplares do gênero.

Curso de Verão

Terminando a lista temos outro filme com trilha de Danny Elfman. Aqui, temos a mistura de três subgêneros muito emblemáticos para a década de 1980. Primeiro, os filmes colegiais. Segundo, os filmes de professores e suas turmas disfuncionais. E terceiro, filmes com uma gama de personagens amalucados, cada um com suas características únicas, nos quais todos ganham a devida importância. O melhor exemplo disso seria Loucademia de Polícia (1984) e suas continuações. Passe isso para o universo colegial e temos Curso de Verão.

Numa escola californiana de frente para a praia, o professor substituto Shoop (Mark Harmon) se vê incumbido da missão de dar aula nas férias para os rebeldes alunos que ficaram em recuperação e não querem saber dos estudos. Dentes eles: dois fanáticos por filmes de terror, uma jovem grávida, um nerd, um esportista, uma disléxica, uma italiana de intercâmbio, uma surfista com déficit de atenção e um gogo boy num clube noturno. No elenco, Kirstie Alley (que viria a fazer sucesso dois anos depois com Olha Quem Está Falando) vive uma professora.

 

Alguém Muito Especial

Aqui voltamos ao terreno dos triângulos amorosos adolescentes. De fato, este longa guarda certas semelhanças com Admiradora Secreta, lançado dois anos antes – tirando, é claro, o MacGuffin da carta em si. Esse, no entanto, é um filme do acervo de John Hughes, que só não é mais seu porque não teve o cineasta na direção. Porém, Hughes produziu e escreveu o roteiro. A trama é simples, e mostra as desventuras de um rapaz de origem humilde, apaixonado e correndo atrás do seu sonho de viver ao lado da princesinha do colégio. Isso tudo, é claro, sem saber que sua melhor amiga, a alternativa Watts, tem nele um grande crush.

Apesar da simplicidade, Alguém Muito Especial é um dos filmes mais citados e adorados pelos fãs da época, em partes devido ao seu tom mais puxado para o drama e o romance de um chamado “coming of age”. Aqui, por exemplo, como de costume nos filmes de Hughes, as mulheres ganham destaque e desenvolvimento, passando longe de acessórios sem vontades como era muito comum.

De fato, elas são personagens bem melhor explorados do que o protagonista de Eric Stoltz. A patricinha vivida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro) possui mais profundidade, questões e é mais humana do que a maioria em filmes assim. Uma curiosidade é que Stoltz quase foi o protagonista do filme de viagem no tempo citado acima. E a Watts de Mary Stuart Masterson ainda é lembrada como um dos expoentes femininos do gênero por não se enquadrar em estereótipos.

Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu

Título longo e criativo no Brasil para o bem mais curto e direto Airplane!, esta comédia nonsense foi a grande responsável pela criação de todo um subgênero. E se hoje temos filmes adorados como a franquia Todo Mundo em Pânico, podemos agradecer a esta obra produzida pela Paramount. Poucos talvez saibam, mas Apertem os Cintos… foi um enorme sucesso, desbancando pesos pesados como Popeye, Flash Gordon e O Iluminado, lançados no mesmo ano, se tornando o quinto filme mais lucrativo nas bilheterias em 1980. O longa é pura tiração de sarro com o cinema catástrofe, muito em voga nos anos 1970, em especial a franquia Aeroporto (1970, 1974, 1977 e 1979). Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu está completando 40 anos em 2020, e é a oportunidade perfeita para rever esse clássico do humor.

Trocando as Bolas

Hoje, talvez poucos dimensionem o que foi o fenômeno Eddie Murphy nos anos 1980. Uma explosão sem precedentes, o jovem humorista saía do programa Saturday Night Live para ganhar o mundo como um dos maiores astros de Hollywood. Trocando as Bolas, versão atualizada do clássico Pigmalião, trazia uma receita vencedora que se traduziu em muito sucesso para a Paramount. De um lado tínhamos o carisma de um então jovem Eddie Murphy em seu segundo trabalho no cinema – e a um ano do fenômeno Um Tira da Pesada. De outro, o novo projeto de Dan Aykroyd com o diretor John Landis, do sucesso Os Irmãos Cara de Pau (1980). Na trama, dois irmãos milionários brincam de Deus e fazem de joguete as vidas de um sem-teto (Murphy) e um riquinho (Aykroyd). De quebra ainda temos Jamie Lee Curtis em papel de destaque.

 

A Dama de Vermelho

O saudoso Gene Wilder, o eterno Willy Wonka original, é quem comanda o show aqui, como roteirista, diretor e protagonista desta comédia que é refilmagem de uma obra francesa. Praticamente uma versão moderna do clássico O Pecado Mora ao Lado (1955), o filme traz Wilder na pele de um homem comum, pai de família, tentado ao adultério pela visão de uma beldade sedutora, papel da britânica Kelly LeBrock – a Mulher nota Mil em pessoa. Aqui, temos replicada inclusive a cena com Marilyn Monroe no duto de ventilação e seu vestido esvoaçante, trocando o icônico traje branco por um, é claro, vermelho de LeBrock. Além de todos os atrativos, A Dama de Vermelho ficou marcado pela inesquecível canção de Stevie Wonder, “I Just Called To Say I Love You”.

A Vingança dos Nerds

Há certo tempo um reboot desta franquia vem sendo prometido, e a última notícia a respeito da produção a colocava como uma pré-sequência do filme original. Grande sucesso da Sessão da Tarde, assim como sua continuação de 1987, A Vingança dos Nerds é a clássica história de superação e volta por cima dos chamados underdogs. O expectador adora uma trama onde os humilhados são exaltados, por ser uma ideia de fácil identificação. Assim, passado num ambiente de fraternidades universitárias norte-americanas, um grupo de estudantes rejeitados precisa criar seu próprio grêmio e superar as adversidades. A comédia trazia uma gama de personagens únicos e queridos para toda uma geração.

O Garoto do Futuro

Nem só de De Volta para o Futuro viveu o astro Michael J. Fox, o eterno Marty McFly. No mesmo ano do revolucionário blockbuster sobre viagem no tempo, era lançada esta comédia que talvez nem todos conheçam. De fato, Teen Wolf no original, só ganhou este título no Brasil por causa da superprodução de Steven Spielberg citada – os responsáveis por títulos nacionais sempre foram muito criativos, não é mesmo? Na trama J. Fox vive um estudante colegial tímido e perdedor. Porém, quando descobre uma “maldição” em sua família, se torna o rapaz mais popular da escola. Esta é uma divertida brincadeira com os filmes de lobisomem. E embora possa não parecer, fez sucesso como obra cult gerando um desenho animado (1986-1988), uma continuação (1987) e uma série recente (2011-2017), que tinha mais a ver com Crepúsculo do que com o filme original.

O Segredo do Meu Sucesso

Michael J. Fox pode ser baixinho na vida real, mas é um gigante de talento e um ser humano incrível que merece todas as homenagens que pudermos fazer a ele. Aqui o astro retorna à lista com mais uma comédia que marcou em exibições na TV aberta. Pegando carona na onda dos yupies norte-americanos da década – os chamados “Young urban Professional” eram jovens ambiciosos que começavam sua vida Professional muito cedo e tinha como mérito a realização de uma vida confortável e bem sucedida. Neste meio ambiente, J. Fox vive um rapaz do interior tentando a sorte na cidade grande, e usando de muita sagacidade (e certa artimanha) a fim de subir na empresa de seu tio, onde trabalha. O elenco conta ainda com a Supergirl do cinema em pessoa, a graciosa Helen Slater.

As Bruxas de Eastwick

Deixe para um cineasta do peso de George Miller (da quadrilogia Mad Max) criar uma comédia “infernal” de inúmeros significados, relevante até hoje, e que fala sobre preconceito, fanatismo religioso, liberdade sexual, libertinagem e empoderamento feminino. De quebra, taxando Jack Nicholson no papel mais deliciosamente diabólico de sua carreira, como o homem dos sonhos de um trio de beldades enfeitiçantes do nível de Cher, Michelle Pfeiffer e Susan Sarandon. Quem viu não esquece!

Ela Vai ter um Bebê

Por falar em John Hughes, o cineasta é outro tesouro mundial quando o assunto é cinema nos anos 1980. Se falarmos em filmes adolescentes e comédias, seu nome chega logo no topo. E aqui o saudoso diretor deixa o universo juvenil um pouco de lado para se aventurar numa história um pouco mais madura, sobre a entrada na vida adulta. O tema é o casal recém-casado, vivido por Kevin Bacon e Elizabeth McGovern, que passam por uma verdadeira provação ao terem que fazer malabarismo com sua vida juntos e a chegada inesperada do primeiro bebê. Este clássico da Sessão da Tarde foi escrito e dirigido por Hughes.

Sem Licença para Dirigir

Fechando a lista temos outra comédia muito lembrada por todos que passavam horas perante a TV se divertindo na infância e adolescência. O longa reúne os Coreys, Corey Haim e Corey Feldman, do sucesso oitentista Os Garotos Perdidos, um dos mais notórios filmes de vampiros da história do cinema. Aqui, a dupla reprisa a parceria logo no ano seguinte, numa produção que nada tem a ver com o filme citado, a não ser a plena diversão. Na trama, Haim está louco para tirar a carteira de motorista, mas o pior acontece quando ele é reprovado e precisa mentir para a família e amigos a fim de pegar o carro do pai e conquistar Mercedes (Heather Graham), a menina de seus sonhos.

‘A Mosca’: Jeff Goldblum revela que gostaria de fazer um novo filme

Muito tem sido especulado sobre um novo remake de ‘A Mosca‘ nos últimos anos, mas, até o momento, nada concreto conseguiu sair do papel. Em entrevista ao Bloody Disgusting, o ator Jeff Goldblum, que estrelou a versão oitentista, revelou que gostaria de retornar para um possível remake ou reboot.

“Eu não acho que o meu personagem estaria envolvido porque eu tragicamente sofri mutação com uma mosca, mas talvez eu poderia retornar como um descendente do Seth Brundle, ou o irmão dele. Quem sabe, eu não faço ideia mas David Cronenberg foi fantástico de se trabalhar. Se ele estiver envolvido, eu gostaria de trabalhar com ele novamente.”

A última notícia sobre um possível remake foi reportada no ano passado, com J.D. Dillard na direção, e co-roteirizando ao lado de Alex Theurer. O conceito da dupla era colocar a história e o protagonista na linha de frente, focando no lado emocional, a ponto de abalar o telespectador:

“Para mim – e isso se trata de ‘A Mosca’, mas também se trata de Alex e minha abordagem em relação aos remakes, porque após ‘Sleight’ houve uma conversa sobre como são os trabalhos de grandes e pomposos estúdios – não importa o que aconteça, nós queremos começar pelo personagem. Eu acho que se você olhar para vários remakes e aqueles que não foram tão bem sucedidos como outros, eu creio que verá que na maioria das vezes as partes erradas foram feitas. Após essa conversa sobre projetos maiores, nós realmente queremos nos certificar que estamos seguindo um coração latente em primeiro lugar e principalmente. Eu quero realmente ficar destruído emocionalmente e sentir algo, mas também todas as partes de um blockbuster estarão lá. Esta é a brecha que eu adoraria encontrar um jeito de fechar”.

No original, Seth Brundle (Jeff Goldblum) está desenvolvendo uma máquina de teletransporte. Após fazer alguns testes com objetos e com um macaco, Seth sente-se encorajado a testar sua máquina em si próprio. Ao entrar na cabine de teletransporte, ele acaba se fundindo geneticamente a uma mosca-doméstica, tendo diversas modificações fisiológicas aproximando-o da aparência de um inseto.

Em 2012, David Cronenberg também chegou a trabalhar em um remake, mas o projeto nunca saiu do papel…

 

‘Pose’: 2ª temporada ganha previsão de estreia

De acordo com o TVLine, a 2ª temporada de ‘Pose‘ deve estrear em junho. O canal FX, no entanto, ainda não confirmou uma data específica.

Ryan Murphy revelou que o novo ano terá um salto temporal de 1989 para o finalzinho de 1990. A mudança será feita para alcançar o lançamento da famosa música Vogue, da cantora Madonna, e será baseada em como os personagens reagem à famosa canção, assim como seu impacto na cultura e no cenário popular da música na época.

POSE: 5 motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries da história

Criada por Ryan MurphySteven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transgêneros da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A trama se passa no final dos anos 80 e observa a justaposição de vários segmentos da vida e da sociedade em Nova York: a ascensão do universo de luxo, a cena social e literária do centro e o mundo e cultura dos Bailes.

O elenco inclui Evan Peters, Mj Rodriguez, Dominique Jackson, Billy Porter, Indya Moore, Ryan Jamaal Swain, Hailie Sahar, Angelica Ross e Angel Bismark Curiel.

‘A Forca 2’: Espírito ataca em novo clipe da sequência; Assista!

O terror ‘A Forca 2‘ (The Gallows: Act II) ganhou um novo clipe.

Confira:

Brincadeira com o espírito Charlie é jogada de marketing de filme de terror

Desafio Charlie Charlie: ‘A Forca’ tem a melhor campanha de marketing desde ‘A Bruxa de Blair’

Dirigido por Travis Cluff e Chris Lofing, o longa é sequência do terror ‘A Forca‘, lançado em 2015. Sucesso nos cinemas, a produção arrecadou mais de US$ 40 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 100 mil.

Depois que Auna Rue, uma vlogger e aspirante a atriz, entra em um site sinistro, ela logo se depara com o mundo sombrio de peça amaldiçoada, A Forca. Após performar um cena da peça para seus poucos fãs na internet, Auna finalmente consegue o sucesso que procurava – mas também é assombrada pelo aterrador desafio de um espírito mortal.

Jono Cota, Jener Dasilva e Brittany Falardeau estrelam a produção.

O longa será lançado direto em VOD (e alguns cinemas selecionados) no dia 25 de outubro.

‘The Handmaid’s Tale’: A Revolução começou no teaser da 4ª temporada; Assista!

O Hulu divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada da série ‘The Handmaid’s Tale‘.

Confira:

Devido à pandemia do novo coronavírus, as gravações do próximo ciclo foram suspensas em março e, por causa disso, o lançamento foi adiado para 2021, ainda sem dia confirmado.

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘Godzilla’: Monstros atacam no trailer COMPLETO do novo anime da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo do anime ‘Godzilla: Singular Point‘.

Confira:

A produção será lançada apenas em 2021.

Atsushi Takahashi será responsável pela direção.

A série irá introduzir novos personagens e uma história original que não têm relação com a animação já lançada pelo serviço de streaming.

Kazue Kato foi responsável pelo design dos novos personagens, e Eiji Yamamori foi responsável pelo design do novo Godzilla.

‘Grey’s Anatomy’: Ator de ‘Good Trouble’ interpretará novo residente na 18ª temporada

De acordo com o Deadline, Greg Tarzan Davis (‘Good Trouble’) entrou para o elenco da 18ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, em caráter recorrente.

O ator irá interpretar Jordan Wright, o residente favorito do Dr. Nick Marsh (Scott Speedman) em Minnesota. O personagem será introduzido no episódio que irá ao ar no dia 9 de dezembro, e cruzará o caminho da Meredith Grey quando ela for chamada para ajudar em um caso.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens, Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill  e Scott Speedman.

Contágio Zero

(Hall)

 

Elenco:

Carolina Bartczak
Bailey Thain
Julian Richings

 

Direção: Francesco Giannini

Gênero: Terror

Duração: 80 min.

Distribuidora: Cinecolor

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 4 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Naomi e Val são duas mulheres que lutam para escapar de um relacionamento abusivo. Ambas estão em um hotel que foi infectado por um misterioso vírus transportado pelo ar, matando a todos rapidamente. Nesse espaço isolado e desesperador, o medo se torna viral à medida que as mulheres correm para salvar suas vidas. Diante da contaminação, há esperança no final do corredor?

Curiosidades: 

» O roteiro foi escrito por Derrick Adams e Adam Kolodny, baseado em uma ideia de Francesco Giannini;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ surpreende e arrecada US$ 40.3 milhões em estreia global

Sucesso! O terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ surpreendeu em sua estreia global nas bilheterias, arrecadando US$ 40.3 milhões em seu primeiro final de semana.

Nos EUA, o longa arrecadou sólidos US$ 23.5 milhões – superando as projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 15-20 milhões. Para termos de comparação, a produção superou a estreia de sucessos recentes do gênero, como ‘O Urso do Pó Branco‘ (US$23.3M) e ‘Sorria‘ (US$22.6M), além de quase ter alcançado os números de ‘O Telefone Preto‘ (US$23.6M).

Internacionalmente, o terror soma US$ 16.8 milhões, através de 58 mercados. O longa teve um grande destaque no Brasil – que representou o segundo maior mercado internacional –, onde o filme arrecadou R$ 7.6 milhões.

Além disso, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore – maior do que a classificação recebida pela iteração de 2013 (C+).

Com orçamento de US$ 19 milhões, esse é um começo sólido nas bilheterias para este novo capítulo da consagrada franquia. Vale lembrar que o terror conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o que deve ajudar ainda mais na estabilidade da produção nas telonas.

A Morte do Demônio – A Ascensão‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

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Crítica | A Morte do Demônio: A Ascensão – Com cenas de revirar o estômago, TERROR é uma viagem ao inferno

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Emma Stone pode estrelar novo projeto de Yorgos Lanthimos, diretor de ‘Pobres Criaturas’

Após a bem-sucedida parceria em ‘Pobres Criaturas‘, Emma Stone (‘Cruella’) pode voltar a trabalhar com o diretor Yorgos Lanthimos no remake de ‘Save the Green Planet!‘, baseado no clássico filme coreano de 2003.

De acordo com o Variety, a atriz está em negociações para participar do projeto. O site ainda afirma que ela deve interpretar uma personagem coadjuvante.

Além de ‘Pobres Criaturas‘, Stone já havia trabalhado com o cineasta em ‘A Favorita‘. Aclamados pelos críticos, ambos projetos renderam indicações ao Oscar à atriz e ao diretor.

O longa original foi escrito e dirigido por Jang Joon-hwan. Há alguns anos, o próprio cineasta estava envolvido com o remake, que, naquela época, teria o roteiro assinado por Will Tracy (‘O Menu’ e ‘Succession’).

Na trama…

“Um homem excêntrico e desiludido captura e tortura um empresário que ele acredita fazer parte de uma invasão alienígena. Logo, uma batalha de inteligência começa entre o captor, sua devotada namorada, o empresário e um detetive particular.”

Ari Aster (‘Hereditário’) servirá como produtor ao lado de Ed Guiney e Andrew Lowe.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.