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‘Viúva Negra’: Afinal, quem é o Taskmaster?

Após o anúncio oficial do filme daViúva Negra‘ na San Diego Comic Con, a diretora Cate Shortalnd apresentou o elenco formado por Scarlett Johansson (Natasha Romanoff), David Harbour (Guardião Vermelho), Florence Pugh (Yelena Belova), O-T Fagbenle (Mason), e Rachel Weisz (Melina).

No entanto, ainda não sabemos quem está por trás da máscara do Taskmaster e nem qual será o papel do vilão no filme!

Mas, afinal, quem é o Taskmster?

Tony Masters, mais conhecido como Taskmaster, foi criado por David Michelinie e George Perez em 1980 e sua primeira aparição foi na edição #195 de ‘Vingadores’.

O vilão é conhecido por seus reflexos fotográficos, o que permite a ele dominar com facilidade qualquer movimento e copiar os estilos de combate de seus adversários.

Tal habilidade faz dele tão mortal quanto Punho de Ferro ou Shang-Chi, e tão preciso quanto um atirador como o Gavião Arqueiro ou o Justiceiro. Ele até carrega um escudo para imitar as estratégias de combate do Capitão América.

Mesmo assim, o Taskmaster permaneceu como um mero capanga durante anos, trabalhando para vilões mais aclamados, como o Caveira Vermelha.

Recentemente, a popularidade do vilão aumentou após sua minissérie de hq’s, escrita por Jefte Palo, revelando seu passado como um agente da SHIELD incorporado em uma organização criminosa.

Na hq, também é revelado que suas habilidades sofreram uma mutação após ele injetar uma versão corrompida do soro do Super Soldado, o que faz com que as habilidades que ele aprende substituam suas memórias.

Além de ser o vilão de ‘Viúva Negra‘, Taskmaster também será destaque no game ‘Marvel’s Avengers, produzido pela Square Enix’.

Confira o visual do vição:

Até o momento, sabemos que a história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.

Viúva Negraestreia em 01 de Maio de 2020  e acontece após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘, além de mostrar o famoso incidente de Budapeste!, como diz a sinopse.

Confira o logo:

O filme será dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘).

 

Crítica | Cavaleiros do Zodíaco – Reboot do Anime Não Empolga, Mas É Recheado de Memes

Estamos na era em que nada se cria, tudo se refaz. Isso tem acontecido com quase todas as franquias, e não demorou para chegar ao clássico anime japonês ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’, que tanto sucesso fizera nos países ocidentais durante os anos 1990. A história escrita e ilustrada por Masami Kurumada, publicada originalmente no formato de mangás, contava as aventuras de cinco jovens japoneses que se aperfeiçoavam em técnicas de lutas ao ponto de se tornarem cavaleiros, designados para proteger a deusa Atena em todas as circunstâncias – e isso significava viajar para a Grécia e travar batalhas com homens muito mais fortes e experientes que eles, ao mesmo tempo em que cada um ia amadurecendo emocional e fisicamente a cada golpe recebido, construindo laços de amizade que iam se solidificando a cada episódio. Porém, no reboot trazido pela Dona Netflix, tudo isso se perde.

A bem da verdade, os 6 episódios curtinhos tem diversos pontos insatisfatórios, a começar pelo traço – tão característico dos animes japoneses, com linhas retas, cabelos espetados e olhos grandes -, que desapareceu completamente ao ganhar um ar mais ocidental, apresentando os jovens com rostos mais redondos, em estilo 3D (o que seria bacana, nada contra) e movimentos duros e lentos, característicos dos jogos de videogame. A ocidentalização (ou deveríamos dizer americanização?) da história vai além, desconstruindo o tempo da narrativa (na história original o espectador não tinha noção de em que época a história ocorria, por causa dos cenários e da temática de Grécia Antiga, que davam uma ideia de passado), fazendo coexistir os cavaleiros de Atena com armas de fogo. Sério. Para os fãs, fica difícil ver o Seya se defendendo de tiros de metralhadora ou andando de skate e olhando um celular.

Mesmo se tudo isso for deixado de lado e assistirmos ao reboot como quem entra nessa história pela primeira vez, os problemas continuam. O roteiro dá inúmeros saltos na narrativa, confundindo o espectador. Hora Seya está saindo da ilha onde realiza seu treinamento, e, no capítulo seguinte, está sendo expulso de um local que você nem entende onde ele está ou como foi parar lá (até ser explicado, daí você entende que houve um salto de tempo que não foi adereçado na história). Sem contar o laço de amizade eterna entre Seya, Shiryu, Hyoga e Shun que, literalmente, é criado em meia hora. Eu hein.

Apesar de tuuuuudo isso, é legal rever a história que tanto amamos no passado reaparecer para as novas gerações. Isso possibilitou, por exemplo, uma certa aliviada nos diálogos (quem viu a versão anterior lembra do tom dramático constante das falas, quase sempre terminando em tragédia). Em outras palavras: a nova tradução optou por construir as falas inserindo memes que o espectador facilmente reconhecerá (“sabe de nada, inocente!”), e isso aumenta o tom de comicidade dos diálogos (afinal, gente, é só um desenho né?). Destaque para o novo Hyoga (dublado por Francisco Bretas), completamente sem paciência e, justamente por isso, se tornando o alívio cômico do grupo.

Para quem acompanhou o retorno da série em 2003 pelos estúdios Álamo, a boa notícia é que o mesmo time de dubladores que emprestou suas vozes aos personagens naquela época volta a dublar o reboot da série, com exceção de Shun, dessa vez com a voz de Ursula Bezerra, por motivos óbvios (explicado no segundo episódio).

De um modo geral o reboot é bacaninha, apesar de tudo. Serve bastante para relembrar a saga e despertar o interesse pela versão em 2D. Até porque, nem a música tema original está mais presente. Ou seja, o reboot traz a mesma história, porém, completamente diferente.

Crítica | Como Vender Drogas Online (Rápido) – Série da Netflix de origem alemã é surpresa positiva

Com a tecnologia cada vez mais avançada em um mundo globalizado, é evidente que as produções audiovisuais também se atualizariam e trariam cada vez mais histórias fixadas neste universo em que vivemos hoje. De origem alemã, a série original Netflix Como Vender Drogas Online (Rápido) traz dois temas super debatidos dentro da sociedade atual e ambos estão no título: drogas e o mundo virtual.

Criada por Philipp Käßbohrer (Neo Magazin) e Matthias Murmann (Kroymann), a trama conta a história do adolescente Moritz Zimmermann (Maximilian Mundt), um nerd da tecnologia, que após ser rejeitado pela namorada Lisa Novak (Lena Klenke) – depois da jovem retornar de um intercâmbio nos EUA -, decide lançar um site, juntamente com seu melhor amigo Lenny Sander (Danilo Kamber). O site abrange toda a Europa. O produto vendido: o MDMA. O objetivo: reconquistar a ex.

Com este título a produção só tinha duas opções: ser muito boa ou muito ruim. E surpreendentemente, é a primeira escolha que se destaca. A série possui um roteiro que intriga a cada passar de cena e diálogo. Trabalhando como se fosse uma espécie de documentário, Moritz narra seu drama e como tudo aquilo aconteceu. Sua voz vai guiando o público pelos episódios, e este é conquistado pela montagem da storyline.

Apesar das burradas feitas pelo protagonista e do mesmo despertar um ranço em quem assiste devido a algumas de suas atitudes, a forma como os roteiristas optaram por narrar a história é o grande chamariz da mesma. Como Vender Drogas Online (Rápido) desperta a atenção desde o primeiro momento e as críticas feitas à sociedade que posta tudo sobre sua vida online está presente em todos os momentos. Outro detalhe que só acrescenta em positivo é como é aberto um debate sobre o consumo de substâncias ilícitas e suas reações no corpo.

Os personagens não são dos mais carismáticos, contudo, conseguem ser chamativos e provocar interesse no espectador que quer conhecer mais sobre aquele universo e realidade. Moritz é muito mais simpático quando está narrando sua história do que quando está na tela interpretando, já Lenny cai na graça do público com mais facilidade. Os dilemas e questões de Lisa causam, à princípio, dúvidas sobre quem ela realmente é, algo que vai se desvelando com o passar dos capítulos, o que a transforma numa das mais intrigantes na série.

Apesar das poucas cenas em que aparecem, o pai, Jens Zimmermann (Roland Riebeling), e a irmã, Marie Zimmermann (Jolina Amely Trinks), do protagonista são dois com quem o espectador consegue facilmente se ligar. Eles possuem um carisma natural. Dealer Buba (Bjarne Mädel), o traficante com quem eles acabam criando um conflito, não é intragável muito pelo contrário, é difícil não rir em muitas das cenas em que o mesmo aparece. Além disso, o elenco parece estar todo em sincronia, não pondo em questionamento os relacionamentos apresentados.

Na parte técnica a série também se destaca trazendo uma direção agradável de conferir e uma montagem ainda melhor. A trilha sonora é boa de ouvir e desperta a vontade de procurar pela mesma para escutar. Outro detalhe está na arte que faz um trabalho espetacular, inclusive, na confecção dos comprimidos de MDMA.

No geral, Como Vender Drogas Online (Rápido) é uma série que vai te surpreender e fazer você reafirmar que, de fato, não se deve julgar um livro pela capa. A storyline é um inesperado positivo que faz desejar a próxima temporada para saber o que mais pode acontecer na vida desses adolescentes vendedores de drogas online.

‘Blade’: Fãs reagem à escolha de Mahershala Ali como novo intérprete do anti-herói

Após anos sem filmes do ‘Blade’, a Marvel atendeu ao pedido dos fãs e nunciou o reboot do anti-herói no cinema, agora interpretado por Mahershala Ali, duas vezes ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Será difícil substituir Wesley Snipes, mas os fãs já estão comemorando o retorno de um personagem tão aclamado sendo interpretado por um ator premiado.

Confira as reações:

“Todos ficamos iguais ao Taika quando Mahershala pôs aquele boné do Blade‘”

Mahershala Ali escalado como Blade? Tá brincando? É a escolha perfeita” Estou tão animada” Eu amo ele!”

“Enquanto todos pensavam que ninguém além de Wesley Snipes poderia interpretar o Blade…”

“O Boca de Algodão morreu para que o Blade pudesse surgir.”

E você, o que achou da escolha?

Lembrando que ‘Blade não fará parte da Fase 4 do MCU e deve estrear somente depois de 2021.

Por enquanto, maiores detalhes não foram informados. Espera-se que pelos próximos meses sejam divulgados elenco, detalhes da trama e uma data de estreia.

James Cameron parabeniza vitória de ‘Vingadores: Ultimato’ como maior bilheteria do cinema

‘Vingadores: Ultimato’ já arrecadou US$ 2.789,7 bilhões e agora é oficialmente a maior bilheteria da história do cinema, assumindo o pódio que ‘Avatar‘, de James Cameron, sustentou por quase 10 anos.

Cameron reconheceu o feito e publicou no perfil de ‘Avatar‘ no Twitter uma mensagem parabenizando o filme da Marvel pela conquista.

“Oel Ngati Kamele, eu vejo você Marvel“, começa a mensagem. “Parabéns a ‘Vingadores: Ultimato’ por ser o novo rei das bilheterias. – Jim Cameron

De acordo com o The Hollywood Reporter, o co-presidente da Disney Studios, Alan Horn, comemorou a conquista em um comunicado.

“Parabéns imensamente para as equipes da Marvel Studios e da Walt Disney Studios, e obrigado aos fãs de todo o mundo que levaram ‘Vingadores: Ultimato‘ essas alturas históricas.”

Com a conquista, a Disney é agora dona de três das maiores bilheteria da história do cinema, com ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, na 4ª posição, com US$ 2,068 bilhões, e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, na 5ª, com US$ 2,048 bilhões.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Crítica | Reunião de Família: Parte 1 – Comédia com boa intenção peca no desenvolvimento

Quando o assunto são as produções audiovisuais é fato que as mesmas precisam acompanhar o ritmo do que acontece dentro da sociedade. Não adianta criar produtos com uma qualidade técnicas absurda, mas que estão fora do eixo no quesito roteiro. Dentro das comédias não é diferente, os scripts se atualizaram e hoje são construídas histórias que buscam fazer um humor que esteja dentro do espectro necessário.

Reunião de Família é uma produção original Netflix criada por Meg DeLoatch (Family Matters) e conta a história da família McKellan. Após um evento que reuniu toda a família, eles decidem se mudar de vez de Seattle para a Georgia, pois desta forma ficarão mais próximos. A sacada é esta transição: a estrutura do “peixe fora d´água”.

O roteiro possui uma construção com boas intenções de abordar uma comédia conscientizada, ainda mais se levarmos em conta que estamos tratando de uma família de negros e um dos temas predominantes é a luta dessas pessoas por direitos e tratamento igualitário. Ademais, a trama sempre busca trazer este cunho histórico para a tela e tratar sobre isso dosando humor e seriedade.

Entretanto, apesar de ter este propósito positivo, a produção peca na hora de passar tais aspectos para a tela, pois os personagens que compõem Reunião de Família são, em sua maioria, sem graça. Apesar de conquistarem no carisma, na hora de cumprir o propósito que é fazer rir, eles pecam sem dó nem piedade. É um caminho sem volta, só vai ladeira abaixo cada vez mais. A tentativa frustrada de fazer o público rir é a sua grande falha, ainda mais por se tratar de uma série de humor.

Os pais protagonistas, Moz (Anthony Alabi) e Cocoa McKellan (Tia Mowry-Hardrict), apesar de possuírem potencial de conquistar o espectador, são sem graça e por vezes até mesmo forçados. Enquanto a filha, Jade McKellan (Talia Jackson), só contribui nos debates que se insere dentro do ciclo escolar, pois fora disso, a jovem não possui carisma e dificilmente fará alguém rir nas cenas que participa. O traço humorístico fica por conta das crianças: Shaka (Isaiah Russell-Bailey), Mazzi (Cameron J. Wright) e Ami (Jordyn Raya James), os três conseguem cair nas graças de quem assiste, além de serem os que participam dos momentos que realmente fazem rir na produção.

Além deles, Elvis (Lance Alexander), amigo dos meninos, também arranca algumas risadas. M’Dear (Loretta Devine), a mãe de Moz e avó dos pequenos McKellan, é o verdadeiro meio termo: em algumas cenas consegue arrancar gargalhadas, em outras não passa do típico personagem que já foi visto em algum lugar. Um ponto bastante incômodo está no fato de que Richard Roundtree, que interpreta o Avô, simplesmente desaparece dos últimos episódios sem explicação alguma.

No quesito técnico, a trama faz o que pode com o roteiro que possui. Não foge do padrão sitcom com plateia e possui uma trilha sonora não muito marcante. Um detalhe intrigante é que em todo final de capítulo, eles o dedicam a alguém, mas o erro se encontra em não explicar quem são essas pessoas, afinal, nem todos possuem conhecimento sobre quem são os homenageados.

No geral, Reunião de Família é uma comédia mediana com aspectos positivos que poderiam fazer da mesma algo muito maior e melhor. Apesar de possuir uma boa história, com detalhes interessantes, ela peca na hora de desenvolver personagens que realmente façam o público rir.

Crítica Netflix | À Queima Roupa: É divertido, mas não o leve tão a sério

Entre Segurança em Jogo e The OA existe um universo cinematográfico de produções da Netflix com grandes atores e um fraco desempenho narrativo. Ironicamente, a gigante do streaming sofre para sustentar um equilíbrio saudável em seus longas-metragens, entregando obras esquecíveis, apagáveis e muitas vezes entediantes. Mas como quem não se cansa em investir naquilo que possui seu selo, a empresa recheia sua grade de programação com seus próprios conteúdos, à medida que também se prepara para se despedir de grandes títulos populares da Marvel, DC e Warner, quando seus respectivos streamings forem lançados. E nessa corrida, somos apresentados ao filme À Queima Roupa, que embora não seja uma obra-prima, entrega muito mais que tantas outras originais da Netflix.

Mesclando os gêneros thriller e ação, com algumas pitadas de humor, o longa dirigido por Joe Lynch não é essencialmente um primor em si, mas consegue corresponder às expectativas de um público que busca apenas se divertir em uma pacata tarde de domingo. Com uma narrativa que, inicialmente, se apresenta com um certo nível de seriedade, a atmosfera da trama logo é adaptada, abrindo precedentes para um alívio cômico que ajuda a ponderar o decorrer dos fatos, trazendo pequenas referências da cultura POP que – vez outra – nos remetem aos filmes buddy cop dos anos 90. Com uma direção simples, que executa com tranquilidade as cenas mais agitadas, À Queima Roupa surpreende aqueles com menor expectativa, tornando a experiência mais prazerosa do que inicialmente se esperava.

Com Anthony Mackie à frente do elenco, compartilhando seu tempo de tela com Frank Grillo, a produção entrega uma história que distorce o conceito estático de mocinhos e vilões, abordando personagens cheios de nuances e que tendem a cruzar a famosa linha tênue que distingue caráter, personalidade e postura. Explorando a corrupção policial e as consequências de um sistema carcerário às vezes injusto, À Queima Roupa possui um ritmo acelerado, sabe usar o seu tempo de tela e o faz de maneira despreocupada, à vontade para contar uma história que não precisa ser levada tão a sério assim.

Com uma trilha sonora com ares nostálgicos, a produção acerta na construção de seus personagens e nos contrastes estabelecidos entre todos eles, permitindo que haja um certo nível de conexão e até mesmo identificação com a audiência – ainda que tudo seja de forma bem perene e rasa. Mesmo assim, como um filme de ação que tem aroma de blockbuster, À Queima Roupa acaba se transformando em uma inesperada surpresa, diante de tantas decepções que boa parte das produções originais da Netflix proporcionaram aos fãs.

Apresentando um final piegas, porém honroso, o filme adapta a versão original francesa, dirigida por Fred Cavayé, à sua própria maneira. Intercalando seu roteiro entre a despretensão e uma certa dramaticidade, À Queima Roupa não segue pelo mesmo fracassado caminho que outras adaptações de filmes europeus percorreram, como é o caso de Amigos Para Sempre (baseado em Intocáveis), embora também não seja um filme memorável. Potencialmente divertido e – ironicamente – leve, a produção cumpre o seu papel como um mero entretenimento e também é uma boa escolha para quem já cansou de zapear na Netflix, sem saber o que assistir para desestressar. Com uma narrativa simples, mas trabalhada adequadamente, À Queima Roupa é o tipo de filme que não precisa ser perfeito, apenas crível. E isso ele realmente consegue ser.

‘Gavião Arqueiro’: Jeremy Renner divulga espetacular primeiro teaser da nova série do Disney+

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, o ator Jeremy Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser da nova série do Disney+‘Hawkeye’ (Gavião Arqueiro), que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.

Confira:

O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem na épica conclusão Vingadores: Ultimato’, que estreou no dia 25 de abril deste ano.

‘Vingadores: Ultimato’: Após bater recorde mundial, Irmãos Russo homenageiam James Cameron

‘Vingadores: Ultimato’ já arrecadou US$ 2.789,7 bilhões e agora é oficialmente a maior bilheteria da história do cinema, assumindo o pódio que ‘Avatar‘, de James Cameron, sustentou por quase 10 anos.

E após a divulgação dos surpreendentes números, Cameron rapidamente se posicionou publicamente, parabenizando os Irmãos Russo pelo excepcional trabalho em superar seu longa nas bilheterias.

E em resposta à apreciação do cineasta, a dupla de irmãos compartilhou sua grandiosa admiração por sua extensa e emblemática trajetória na indústria cinematográfica, revelando que o amor por filmes nasceu exatamente nos cinemas, quando eles testemunharam algumas das principais obras de Cameron, como ‘O Exterminador do Futuro‘, ‘Avatar‘ e ‘Titanic‘.

Por meio de uma simbólica publicação feita na conta oficial do Instagram, eles homenageiam o aclamado cineasta, contando que James Cameron é uma das principais razões de eles terem se tornado amantes da sétima arte, à medida que o agradecem por inspirá-los e por abrir os olhos do mundo para o que é possível fazer no cinema.

Confira a homenagem:


Com a conquista, a Disney é agora dona de três das maiores bilheteria da história do cinema, com ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, na 4ª posição, com US$ 2,068 bilhões, e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, na 5ª, com US$ 2,048 bilhões.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Star Trek: Picard’ terá formato serializado e pode ter aparições do elenco de ‘A Nova Geração’

A série Star Trek: Picard’ é uma das grandes promessas para as telinhas e a produção ganhou novidades, compartilhadas pelo produtor executivo Alex Kurtzman e pelo showrunner Michael Chabon.

Em uma entrevista à revista EW, a dupla revelou que a estrutura da nova aventura de ‘Star Trek‘ será no formato serializado, seguindo o mesmo viés de abordagem de ‘Star Trek: Discovery‘. Isso significa que, embora a produção seja um spin-off de ‘Strak Trek: A Nova Geração‘, ela não seguirá o padrão de narrativas episódicas, usado na série lançada em 1987.

Além disso, os criativos afirmaram que ex-membros da Enterprise-D (e também colegas de elenco de Patrick Stewart) podem fazer aparições especiais ao longo da série e que, ainda que Picard esteja aposentado, o personagem voltará ao espaço, mas não necessariamente como um membro da Frota Estelar.

A série ainda ganhou uma nova imagem, que traz o personagem homônimo ao lado de seu cão, em sua fazenda.

Confira:

Segundo o site DeadlineMichael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.

Chabon tem uma extensa filmografia tanto nos cinemas quanto na televisão, incluindo Homem-Aranha 2As Incríveis Aventuras de Kavalier & Clay’ e já era parte da equipe da roteiristas do show.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  são as mais recentes adições à produção.

Os detalhes referentes aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. Culpepper tem um extenso currículo que incluí episódios de Sleepy HollowGrimmCastleGothamLuciferThe Flash, além de ter entrado no universo intergaláctico com Star Trek: Discovery’.

O produtor da nova série, Alex Kurtzman, não poupou elogios à diretora:

Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek. 

‘Homem-Aranha’: K. J. Apa revela ter feito testes para interpretar Peter Parker

Durante uma entrevista para a MTV News na San Diego Comic Con, K. J. Apa foi questionado se já havia feito testes para algum filme de super-heróis, ao que ele respondeu:

“Eu fiz o teste para o ‘Homem-Aranha‘. Eu não consegui. Sabe quando você sai e se sente realmente bem com o que fez? Sente que eles adoraram ou algo assim? Eu não me senti assim [depois do teste].”

Obviamente, Tom Holland foi escolhido para o papel, e há alguns anos, o astro revelou que fazer acrobacias foi decisivo para a escalação.

“Tudo o que eu fiz foi enviar vídeos fazendo backflips e cambalhotas. A propósito, eu faço ginástica.”, disse Holland ao Good Morning America, em 2017, enquanto promovia ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

Em uma recente entrevista, Chris Hemswroth também revelou que indicou Holland, ligando para a Marvel e elogiando o talento do jovem ator.

Lembrando queHomem-Aranha: Longe de Casa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista à crítica:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | Professor Iglesias – Comédia leve para conferir com toda a família

As comédias são um dos produtos mais atrativos quando se trata de produções audiovisuais. Diferente de alguns gêneros, elas são capazes de atrair diversos tipos de públicos diferentes e assim unificá-los. Existem as boas comédias, as medianas e aquelas que não chegam nem perto de demonstrarem qualquer qualidade. O ponto é que parece fácil, mas fazer comédia é difícil, especialmente quando a intenção é justamente a de unir todos os tipos de pessoas e públicos.

Professor Iglesias estreou na Netflix com uma proposta um pouco diferente das que temos visto atualmente no gênero. Criada por Kevin Hench (Last man Standing) e com Gabriel Iglesias como protagonista, aqui o espectador acompanha a trama do professor de História do ensino médio, Gabe, de natureza boa cujo excelente trabalho consiste em estimular seus alunos, um grupo de desajustados, a buscarem algo melhor diante das adversidades da vida.

A série tem uma vibe noventista e anos 2000 – aqui se encontra a diferença -, que lembra um pouco a inocência de produções como Um Maluco no Pedaço, Kenan & Kell e até mesmo Todo Mundo Odeia o Chris (que já é de 2005). Neste clima um tanto quanto nostálgico, a criação de Hench desenvolve sua história com uma plateia de fundo assistindo à gravação. O roteiro conta com a excelente capacidade cômica de Gabriel que torna impossível imaginar outra pessoa no lugar interpretando o Professor mais querido do Woodrow Wilson High School.

Além de contar com piadas divertidíssimas, estimulantes e de cunho social, a trama é maravilhosamente planejada e chega a dar gosto de acompanhar. É praticamente impossível ver os dez episódios, entre 26-31 minutos cada, passarem sem que desejemos mais. Sem pestanejar, a produção chama atenção para temas importantes debatidos na sociedade atual, sendo muitos deles trazidos à tona devido aos jovens da modernidade.

Os roteiristas deixam bem claro suas posições e através de uma comédia leve para toda a família conscientiza o público com diálogos muito bem elaborados. Sem contar que aqueles que já se formaram e passaram pelo período do ensino médio vão vivenciar sentimentos nostálgicos e uma vontade imensa de ser aluno do Professor Iglesias.

Claro que é impossível fazer uma boa história sem bons personagens e a série de Hench está recheada deles. Na faixa adulta o público tem o próprio protagonista, que ganha o coração de todos na primeira cena; seu melhor amigo, Tony (Jacob Vargas), o típico professor que não está nem aí – todo mundo já teve um desse –; Abigail Spencer (Maggie Geha) é a professora novata e a crush de todos os alunos; a Diretora Paula Madison (Sherri Shepherd) irá te fazer rir muito; entre outros.

No time adolescente também se destacam alguns nomes cujo timing para comédia está no ponto certinho: entre eles estão Marisol Fuentes (Cree Cicchino), a jovem latinx que precisa trabalhar para ajudar a família e também dá um duro danado na escola; Mikey Gutierrez (Fabrizio Zacharee Guido), cujo episódio da prova oral é um dos seus melhores momentos; Walt (Tucker Albrizzi), apenas observem-no; Grace (Gloria Aung), com respostas na ponta da língua para ninguém colocar defeito; e Lorenzo (Coy Stewart), que traz uma ótima discussão durante o capítulo seis. A química entre ambos os times (adulto e adolescente) de atores é um personagem por si só, parece até que todos já se conheciam e estão na “quinta temporada”.

Além de todas essas qualidades, a série também conta com excelentes referências que vão de audiovisual à política. A direção está de acordo com o roteiro e traz uma abordagem de ângulos já conhecidos nas comédias. A trilha sonora se encontra no mesmo parâmetro e se encaixam com o pedido. Não espere grandes mudanças quando o assunto é tecnicalidade, afinal, a grandeza da produção está em sua história.

Professor Iglesias é o tipo de comédia que vale a pena ver e rever sempre que possível nas horas vagas. Ademais, queremos para ontem uma segunda temporada.

‘Supernatural’ não ganhará série derivada, afirma showrunner

Durante o painel de divulgação da 15ª temporada de Supernatural‘, o showrunner Andrew Dabb confirmou ao Digital Spy que a CW não tem interesse em produzir um spin-off da série.

“Eu duvido muito”, disse ele ao ser questionado sobre a possibilidade. “Em cinco anos, quem sabe? Tudo está sendo reaproveitado hoje em dia. Mas um spin-off como tentamos no passado? Não sei se a emissora rede tem interesse nisso. Se nós concordamos ou não, é uma escolha que deles.”

Anteriormente, Dabb estava trabalhando em um episódio piloto para uma série derivada intitulada Supernatural: Bloodlines’, mas o projeto acabou sendo descartado.

Mesmo assim, Dabb vê isso como uma coisa positiva para o fim de ‘Supernatural‘, dizendo:

“Isso nos permite terminar a história da maneira que queremos.”

Lembrando que a produção da 15ª e última temporada já começou oficialmente. A novidade foi compartilhada nas redes sociais de Jensen Ackles, que assumirá a direção de um dos episódios da trama.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Com 20 episódios encomendados, a última temporada irá estrear no dia 10 de outubro.

‘Viúva Negra’ explicará sacrifício da personagem em ‘Vingadores: Ultimato’

De acordo com o Comic Book, David Harbour explicou que o filme solo da ‘Viúva Negra‘ vai explicar os motivos que levaram Natasha Romanoff a se sacrificar pela Joia da Alma em ‘Vingadores: Ultimato’.

“É ótimo porque você consegue voltar um pouco no tempo com ela, sabe?” disse Harbour durante a San Diego Comic Con. “E você começa a explorar momentos e essa é uma das coisas que foi interessante para mim, porque dá para saber o que a levou a se sacrificar em ‘Vingadores: Ultimato’.”

Lembrando que o astro de ‘Stranger Things‘ dará vida a um agente da KGB chamado Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho. por enquanto, ainda não se sabe se o personagem será um vilão ou aliado de Natasha Romanoff.

Confira a descrição do teaser de Viúva Negra’, exibido durante a San Diego Comic Con e divulgado pelo Comic Book:

O teaser começa com flashbacks de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Corta para cenas de ‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Ela narra e diz que pegou Os Vingadores se tornaram sua família após tantas tragédias. Ela cometeu erros. Ela traiu Tony parando o Pantera Negra. O logotipo da Marvel Studios é reproduzido.

BUDAPESTE. Ela entra em uma escada em espiral, entrando em uma sala com uma arma. “Eu sei que você sabe que eu estou aqui fora”, ela diz. “Vamos conversar como adultos?”. Ela fica cara a cara com a personagem de Florence Pugh , Yelena Belova. Elas  começam a lutar e destroem uma cozinha. A Viúva Negra tenta segurá-la e amordaçá-la com uma toalha, mas acaba sendo jogada. Armários são destruídos. Ela pega uma Faca. A cena lembra o Soldado Invernal aparecendo em Capitão América: O Soldado Invernal. Uma magnífica luta segue na sala de estar enquanto as mulheres acabam tentando se estrangular com uma cortina. Corta. Natasha liga para sua irmã e eles tomam uma bebida. Corta para perseguições de motocicleta. Lutas de arma. Correndo pelas ruas. Pulando pelas janelas. “Eu fiquei devendo em minhas missões. Eu gostaria de acabar com isso.”, ela diz. O chefe de missões, com um escudo e uma máscara, tira fotos dela. O logotipo é reproduzido.

O vilão será o Treinador (Taskmaster).

Além de Scarlett Johansson e David Harbour, foram confirmadas no elenco Rachel Weisz e  Florence Pugh. Pugh irá interpretar Yelena Belova.

A estreia foi agendada para 22 de Maio de 2020.

Viúva Negra‘ acontecerá após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ainda contará com a história de Budapeste!”, afirma a sinopse.

Confira o logo:

O filme será dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘).

A história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.

 

‘Riverdale’: Atriz de ‘Barrados no Baile’ participará de tributo a Luke Perry na 4ª temporada

A 4ª temporada de ‘Riverdale‘ vai abrir sua jornada com o episódio ‘Chapter Fifty Eight: In Memoriam’, que fará um tributo ao veterano Luke Perry, falecido em março deste ano.

E o capítulo em questão contará com a participação especial de uma antiga amiga e ex-colega de elenco de ‘Barrados no Baile’, a atriz Shannen Doherty. A informação foi compartilhada pelo showrunner Roberto Aguirre-Sacasa, Durante o painel da produção na San Diego Comic-Con 2019.

Ainda não se sabe qual personagem a atriz interpretará, mas de acordo com Aguirre-Sacasa, o desejo de trazer Doherty para à série é antigo e sempre foi um desejo de Perry. O também roteirista  ainda pontuou que “logo após ler o roteiro, ela imediatamente disse sim” para a oportunidade de participar da produção. O showrunner ainda reforçou que todos estão se esforçando muito para entregar um episódio que seja genuinamente especial.

Riverdale conta também com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Aves de Rapina’: Arte conceitual revela novo figurino de Arlequina; Confira!

Aves de Rapina é um dos filmes mais aguardados do ano que vem e, para aumentar nossas expectativas, o artista conceitual Greg Hopwood divulgou em seu Twitter oficial o novo look de Arlequina (Margot Robbie) no longa-metragem.

Confira:

O filme será dirigido pela Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Supernatural’: Astros da série se derramam em lágrimas ao se despedirem do público

Com a chegada do fim de Supernatural‘ em sua 15ª temporada, foi também a última vez que o elenco e os produtores da série se reuniram na San Diego Comic Con.

E é claro que o momento deixou lágrimas não apenas entre os fãs, mas também entre os astros da série, Jared Padalecki e Jensen Ackles, que brincaram pedindo a todos chorassem para que não fossem os únicos.

“Jared e Jensen choraram e agora estamos todos chorando no painel de ‘Supernatural’. Amo tanto esses caras e esse fandom. Que jornada incrível.”, publicou a jornalista Laura Prudom em seu Twitter.

Segundo o Comic Book, durante uma convenção no início do ano, Ackles expressou como foi difícil dizer adeus à produção  e como toda a equipe ficou abalada com a decisão:

“Não foi uma decisão fácil! Foram meses, se não anos, de discussão entre o elenco, a equipe, roteiristas, nossos produtores, entre o estúdio, entre a rede. Ninguém queria ver isso.”

Lembrando que a produção da 15ª temporada já começou oficialmente. A novidade foi compartilhada por Ackles, que assumirá a direção de um dos episódios da trama.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Com 20 episódios encomendados, a última temporada irá estrear no dia 10 de outubro.

Crítica | Os 3 Lá Embaixo: 2ª Temporada – Animação encerra sua jornada em grande estilo

A segunda temporada de Os 3 Lá Embaixo, parte de Os Contos de Arcadia, criado por Guillermo del Toro (A Forma da Água) e sequência de Caçadores de Trolls (com três temporadas), chegou neste mês de julho à Netflix.

Na primeira parte o público teve a oportunidade de conhecer a realeza de Arikidion, que precisou fugir após o golpe de Morando (Alon Aboutboul) para assumir o trono. Aja (Tatiana Maslany), Krel (Diego Luna) e Varvatos Vex (Nick Offerman) embarcam na Mãe (Glenn Close), a nave de inteligência artificial da família, juntamente aos núcleos de seus pais, e vão parar em Arcadia Oaks, uma cidadezinha na Terra. Antes da chegada dos extraterrestres, a cidade já havia sido vítima de uma espécie malvada de trolls.

A segunda temporada começa com nossos protagonistas tentando encontrar uma forma de fazer com que a Mãe funcione, já que a mesma se encontra danificada após os conflitos da season finale passada, para que assim possam voltar para Arikidion. Enquanto Krel tenta resolver essa equação, Aja está preocupada em encontrar Varvatos e trazê-lo de volta para casa.

Aqui nesta etapa o público se encontra familiarizado com os personagens que compõem a história em volta de Os 3 Lá Embaixo, portanto, é ainda mais interessante conferir o quanto os arikidions aprendem com os terráqueos e vice-versa. O roteiro consegue estar ainda melhor devido a familiaridade daqueles que acompanham a produção, é como se o mesmo estivesse apenas retornando novamente para casa.

Além de manter a qualidade nas cenas de ação, esta temporada conta com nossos protagonistas e secundários crescendo diante da tela, e desenvolvendo ainda mais suas personalidades, amadurecendo conforme a trama aumenta. É aberto espaço para que o espectador conheça melhor Eli (Cole Sand) e Toby (Charlie Saxton), mais uma vez, levando em conta a participação do último em Caçadores de Trolls, ganhando as telas e os corações de todos. Quem também se destaca e se torna a ponte entre a realeza e a rebelião é Zadra (que leva a voz da espetacular Hayley Atwell). Por outro lado, Coronel Kubritz (Uzo Aduba) se torna uma antagonista ainda mais insuportável.

A dramaturgia está no ponto certo, recheada de reviravoltas e respondendo algumas perguntas que sequer o espectador tinha pensado em fazer. Outro detalhe intrigante e que só acrescenta em positivo para a história é como eles interligam a trama com a parte anterior através da presença de Toby. Desta vez, a sensação nostálgica invade durante o episódio onze ao ser revisitado o Mercado de Trolls, agora vazio e destruído após os acontecimentos passados.

A evolução e crescimento não atinge somente os personagens em “carne e osso”, como a inteligência artificial Mãe que, através da sua observação dos humanos, adquire aquilo que nomeamos sentimentos. É fascinante acompanhar esse processo de como os roteiristas foram capazes de estabelecer uma ligação entre o público e a personagem, ao ponto de se encontrar diante de uma cena bastante dolorosa mais à frente. A segunda temporada não se conteve e exibiu uma enxurrada de elementos que tornam uma produção espetacular: cenas bem produzidas, diálogos inesquecíveis, piadas capazes de fazer toda a família se divertir e uma storyline que não provoca cansaço em momento algum.

Ademais, em quesitos técnicos, a animação mantém os excelentes gráficos já exibidos na primeira temporada e uma trilha sonora que dá vontade de sair dançando junto. Sem contar que não há hesitação alguma em pegar elementos modernos da sociedade e inserir na dramaturgia. É, de fato, um dos melhores desenhos atualmente.

Se a primeira já foi boa, posso te garantir que a segunda está melhor ainda. E fique atento para todos os momentos em que as três partes são ligadas ou mencionadas (afinal, a última etapa chamada Wizards está prevista para este ano). Os 3 Lá Embaixo encerra sua jornada em grande estilo.

‘Os Eternos’: Elenco se reúne em nova foto promocional

Depois de ganhar sua data de estreia oficial, a Entertainment Weekly divulgou a primeira foto do longa Os Eternos, reunindo o icônico elenco.

Confira:

Angelina Jolie estrela e Richard Madden deve viver Ikaris. O elenco ainda conta com Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee.

Keanu Reeves (‘John Wick’) é o preferido para interpretar o vilão Druig – que nos quadrinhos quer ainda mais poder e luta com seu primo Ikaris. Nos dias atuais, Druig é um agente da KGB na Rússia. Seus poderes incluem níveis sobre-humanos de força, velocidade, resistência, durabilidade, invulnerabilidade e poderes de projeção de energia.

Dirigido por Chloe Zhao, o longa alegadamente terá o primeiro herói abertamente homossexual da Marvel.

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Os Eternos tem estreia marcada para o dia 08 de novembro de 2020.

‘Big Little Lies’: Renata e Mary Louise discutem em intensa cena do episódio final; Assista!

No último domingo (21), a aclamada série ‘Big Little Lies‘ chegou a seu fim, com a exibição de seu último episódio. E no tumultuado capítulo, Renata (Laura Dern) e Mary Louise (Meryl Streep) se atracam no meio da Starbucks, em uma acalorada discussão.

A excelente cena, que destaca as grandes atuações de ambas as atrizes, foi divulgada pela HBO.

Assista:

Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fez parte do elenco da 2ª temporada.