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Como fazer o Live-Action de Naruto dar certo

Naruto vai ter um filme em live-action. A adaptação hollywoodiana do mangá criado por Masashi Kishimoto em 1997 está em processo de produção e tem previsão de estreia para o ano de 2019. A Lionsgate, de filmes como a franquia Jogos Vorazes, será a responsável e já conta com Jon e Erich Hoeber (RED – Aposentados e Perigosos) no roteiro e Michael Gracey (O Rei do Show) na direção.

Tanto o mangá quanto o anime atingiram uma enorme popularidade em dezenas de países ao longo dos anos. No Brasil, a história de Naruto Uzumaki em busca do sonho de se tornar Hokage foi transmitida no SBT e no Cartoon Network.

A adaptação cinematográfica gera uma certa preocupação nos fãs de Naruto, pois Hollywood não tem um bom retrospecto em adaptações de animes. Como exemplo, é possível citar o execrado Dragonball Evolution (2009) e o recente Death Note (2017) da Netflix, ambos decepcionantes e ruins não somente na perspectiva dos fãs das histórias originais quanto para o público geral que nunca havia assistido ou lido sobre.

Naruto tem 700 capítulos no mangá, tornando assim inviável uma adaptação que envolva toda a história do jovem ninja. Ainda assim, é possível fazer um filme no mínimo razoável, desde que aborde os arcos certos e não repetir os erros que outras produções live-action de anime cometeram.

Para começar, um ponto primordial: Não ter vergonha da própria história.

A cultura ocidental é muito diferente da oriental em diversos aspectos, mas em relação a animes, o público já está acostumado ao padrão de histórias japonesas. Dragon Ball, Death Note, Sailor Moon, Pokemon e tantos outros são muito populares nos Estados Unidos. Não é necessário tentar moldar o tom do filme para alcançar determinado público jovem. O material fonte já é suficiente. A adaptação não precisa ser tão rústica a ponto de modificar conceitos e modus operandi de apresentação da jornada do protagonista. Nada de romance adolescente, linguajar infantil ou todos esses clichês que os produtores julgam necessários para atrair espectadores. Naruto é o sucesso que é por ser de determinado jeito. O ideal é seguir isso.

Sim, tem que ter bandana, chakra, introdução com o Minato selando a Raposa, ninjutsu, genjutsu e taijutsu e tudo ser ambientado em Konoha.

Por ser um filme, sua duração é extremamente curta se comparado com o material fonte, então é preciso limitar até onde vai o roteiro. Uma opção satisfatória é abordar a fase clássica, com os gennins ainda pequenos, até o Exame Chunnin. Durante este processo, alguns pontos inevitavelmente serão cortados ou encurtados, mas é preciso estabelecer pelo menos quem será o vilão do filme e o mais marcante do início de Naruto é unânime: Orochimaru.

O icônico antagonista  é o principal nome para representar o mal no filme. Sua personalidade e aparêncha chamam atenção de diversos modos e criam até uma simpatia por parte de quem assiste, mesmo ele indo contra os protagonistas. Por falar em aparência, um tópico de extrema importância é o visual dos personagens. Tanto em adaptações de mangás quanto de quadrinhos de super-heróis, em muitas vezes acham necessário fazer mudanças na imagem do elenco, mesmo já estabelecido por anos e de conhecimento do publico geral. Há uma certa vergonha do ridículo.

Nos últimos anos, em filmes de super-heróis, tanto da DC quanto da Marvel, isto vem mudando. Porém, nas adaptações de mangás/animes, ainda persiste. O que faz pouco sentido, visto que já foi provado que, sim, dá para fazer atores reais utilizarem o figurino do anime e ficar bom. O próprio Naruto é um exemplo prático disso, visto que no Japão houve uma apresentação de teatro e o figurino ficou impecável, fiel à história e muito bonito.

Em relação aos efeitos, em Guerra Infinita vimos que é possível. Fazendo um paralelo, o Doutor Estranho fez algo que remete muito ao kage bushin no jutsu, o multiclone das sombras, uma das técnicas mais características do personagem principal.  Não se espera efeitos visuais de qualidade tão ímpar quanto o filme da Marvel,  mas ainda assim dá para reproduzir alguns dos poderes, os nijutsus.

Outro ponto marcante no anime e esperado no filme é a alta qualidade da trilha sonora. Naruto tem músicas muito conhecidas e marcantes, sejam cantadas ou apenas instrumentais.  As diversas canções refletem bem o tom da cena exibida no momento e um trabalho na parte auditiva para a adaptação cinematográfica é algo a ser explorado. Para isto, nada de rap, hip-hop ou country, ritmos típicos americanos e sim algo mais oriental, que faz sucesso no mundo todo e é querido por muitos.

O auxílio de Kishimoto é primordial para que o filme dê certo. Sem o autor da obra, as liberdades criativas podem prejudicar muito o filme e então ter um resultado decepcionante como Dragonball Evolution. Ainda que não se espere uma produção digna de Oscar, um filme de Naruto pode ser bom o suficiente para divertir quem assiste, desde que seja trabalhado do jeito certo.

O filme de Naruto tem potencial para ser superior a outras produções do gênero como Death Note, Dragonball e Full Metal Alchemist. Basta seguir minimamente a linha da história original e não achar que o material fonte não funciona em telas de cinema. Um respeito à obra já o colocará à frente de outros e assim no futuro outras produções do tipo possam ter início.

Naruto teve mais de 700 episódios no anime e cerca de 200 milhões de mangás vendidos apenas no Japão. O sucesso é absoluto. O filme ainda está em processo de pré-produção e a tendência é que seja finalizado e exibido no próximo ano.

Crítica | ‘Miracle Workers’ – Daniel Radcliffe como assistente de Deus!

Alguma vez você já se perguntou por que suas preces nunca são atendidas? E se você descobrisse que isso acontece porque os anjos que deveriam estar te ajudando estão, na verdade, focados em coisas muito mais irrelevantes? É exatamente este o argumento da sérieMiracle Workers’ (os trabalhadores do milagre, em tradução livre, título este que faz muito sentido, já que os supostos anjos teriam a função de realizar milagres para nós, aqui na Terra).

Tudo começa quando Eliza (Geraldine Viswanathan) pede transferência de setor, pois se sente pouco útil na atual função. Acontece que todos os setores do Céu são meio inúteis, e, por falta de opção, Eliza acaba sendo transferida para o Departamento de Preces Atendidas, onde conhece Craig (Daniel Radcliffe, surpreendentemente bem na comédia e de barba!), único funcionário do setor. O que parecia ser uma grande oportunidade para Eliza finalmente se sentir útil para com a humanidade na verdade se transforma em uma enorme frustração, pois ao observar Craig trabalhar ela entende que ele se dedica muito mais em ajudar uma pessoa que está rezando para que a ajudem a encontrar as chaves ou uma luva perdida, por exemplo, do que em ajudar uma pessoa que esteja rezando para passar numa prova ou ser curado de uma doença.

Aos poucos o ambiente de trabalho entre os dois vai melhorando (ou piorando?) e conhecemos outros personagens, como Rosie, a eficiente secretária de Deus (Lolly Adefone, hilária com toda sua seriedade); Sanjay Prince (Karan Soni, que nos faz querer rir só de entrar em cena com toda sua impaciência); e Deus (Steve Buscemi, que também arranca boas risadas com sua inocência infantil), até o momento em que Eliza faz uma aposta com Deus (por que os anjos vivem apostando o destino dos homens?) e, a partir daí, todo mundo passa a ter que trabalhar de verdade.

O roteiro é ágil, sarcástico e sem-noção, com piadas bem encaixadas e falas muito rápidas, ou seja, você mal terminou de rir de uma situação, já é jogado numa próxima. Como explica o criador da série Simon Rich, que escreveu o livro de mesmo nome, sua ideia era criar um Deus mais humano, assim como os anjos, que são falhos, imperfeitos e mais próximos de nós. Para tal, vale mesmo as críticas indiretas, por exemplo, ao questionar a última vez que Deus visitou a Terra ou gerou um profeta para nos guiar, o que justificaria nosso sentimento geral de não saber o que estamos fazendo de nossas vidas. Tudo isso é maximizado pelo uso de todos os clichês que conhecemos sobre Deus, anjos e o Céu, que são reforçados pelo roteiro e ajuda na construção de personagens com os quais nos identificamos, seja por suas inseguranças, seja por cada um ser de uma etnia diferente.

É claro que a ideia não é exatamente original – sim, conhecemos o filme ‘Todo Poderoso’ do Jim Carrey e a sérieThe Good Place’, entre outros – porém, isso não ofusca a graça que é ver nosso eterno Harry Potter no papel de um anjo tímido e problemático. Sem contar o fato de Deus ficar assistindo às tragédias no noticiário na TV (todo episódio termina com uma notícia da TV, que são o ponto ápice da tragicomédia de cada capítulo da série).

Com apenas sete episódios curtinhos (sério, em pouco mais de 2 horas você maratona a primeira temporada toda! Olha que maravilha!), ‘Miracle Workers’ apresenta uma história completa, que, caso não seja renovada, encerra uma história sem deixar nada sem explicação. E a boa notícia é que a temporada completa está disponível DE GRAÇA no canal TNT do serviço NOW da NET até o final de 2019, mesmo para quem não é assinante! Isso sim é um milagre!

Warner Bros. está desenvolvendo novo filme do Superman sem Henry Cavill

De acordo com o We Got This Discovered, a Warner Bros. está desenvolvendo um novo filme do Superman e, aparentemente, Henry Cavill não estará no elenco e nem está mais ligado ao papel.

No entanto, não foi informado em que estágio a produção se encontra, mas parece que o estúdio está preparando um arco importante para o personagem.

Lembrando que, há alguns dias, surgiram rumores de que a Warner Bros iria criar um novo universo separado do atual DCEU, começando com ‘The Batman’.

Ainda segundo o site, a adaptação de ‘Supergirl’ também está planejada para esse universo à parte, e novas informações indicam que a trama irá reiniciar o mito dos kryptonianos no cinema, permitindo que uma nova versão do Superman seja introduzida ao longo dos anos.

Anteriormente foi dito que o filme da ‘Supergirl‘ deve começar a ser produzido em 2020 e ainda não se espera que o primo de Kara apareça em seu filme solo, tudo depende da recepção do público em relação à heroína.

Empresa desenvolve móveis inspirados em ‘Friends’, ‘Stranger Things’ e ‘Os Simpsons’

Os fãs de entretenimento terão a chance de mobiliar a sala de suas casas seguindo o mesmo estilo que vemos nas amadas séries ‘Stranger Things‘, ‘Friends‘ e ‘Os Simpsons‘.

A famosa loja de móveis Ikea, presente em diversas partes do mundo, desenvolveu uma coleção de peças inspiradas nessas produções. De mantas para o sofá até a cor da tinta, é possível reconstruir as famosas salas da casa de Rachel e Monica (que futuramente se tornou de Monica e Chandler), da família Simpsons e do jovem garotinho Will. Além disso, a empresa trouxe preços mais acessíveis, para estimular a aquisição dos produtos que pertencem a essa “coleção” especial.

Confira as imagens:

E para facilitar a vida dos fãs que anseiam em inspirar suas salas de TV nas famosas séries, o site ainda criou um aba específica, que reúne os móveis, acessórios e artefatos de cada produção, de maneira separada.

Se você ficou curioso, pode conferir as coleções aqui!

‘Eu sempre quis interpretar o Wolverine’, revela Keanu Reeves

Agora que Hugh Jackman aposentou as garras do Wolverine, o público já fez até abaixo-assinados para que Danny DeVito seja o novo intérprete do personagem. Mas outro ator muito querido pelos fãs já expressou seu desejo em viver o Logan nas telonas, e esse ator é ninguém menos que Keanu Reeves.

Recentemente, o astro de ‘Matrix‘ vem divulgando ‘John Wick: Capítulo 3 – Parabellum’, e seu próximo filme: ‘Toy Story 4’, e ao conversar com o BuzzFeed, Reeves foi questionado sobre qual personagem ele gostaria de interpretar no universo Marvel ou DC, ao que ele respondeu:

“Eu não sei”, disse Reeves. “Quando eu era criança, sempre quis interpretar Wolverine. Então é o Wolverine.”

Falando nisso, rumores indicavam que o ator também está sendo cotado para viver o vilão Druig em ‘Os Eternos’, da Marvel. Os rumores do elenco ainda envolvem Luke Evans, Shawnee Smith, Kumail Nanjiani , Millie Bobby Brown e Michael Obiora.

Dirigido por Chloe Zhao, o longa alegadamente terá o primeiro herói abertamente homossexual da Marvel.

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia’ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Apesar da data de estreia ainda não ter sido revelada, a Disney divulgou duas datas para 2020 – 1º de maio e 6 de novembro –, que provavelmente pertencem ao filme solo da ‘Viúva Negra‘ e essa produção de ‘Os Eternos‘.

‘Boneca Russa’ é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Boneca Russa‘ (Russian Doll) para a 2ª temporada.

Além de estrelar, Natasha Lyonne é cocriadora da série ao lado de Leslye Headland e Amy Poehler.

Em seu aniversário de 36 anos, Nadia morre. Mas retorna para morrer de novo. E de novo. Presa nesse ciclo surreal, só lhe resta encarar a própria mortalidade.

O elenco ainda conta com Charlie Barnett, Greta Lee, Elizabeth Ashley e Rebecca Henderson.

‘Homem-Aranha 2’: Chamada de elenco faz referência a Norman Osborn no MCU

Até o momento, o rumor mais forte que surgiu sobre a nova fase do MCU é a presença de Norman Osborn como o novo vilão da franquia. Agora, parece que esse rumor está ganhando força com o relato de uma chamada de elenco procurando alguém para interpretar um personagem conhecido apenas como O Benfeitor.

É óbvio que se trata de um codinome de produção, mas a Marvel está à procura de “um homem, de preferência caucasiano, entre 40 e 60 anos”, para dar vida a um “benfeitor misterioso e… perigoso.”

Isso por si só seria suficiente para fazer a especulação se acertar, mas é ainda mais intrigante quando você lembra que em ‘Homem-Formiga e a Vespa’, Sonny Burch estava trabalhando para um rico benfeitor, e, desde esse momento, muitos fãs especularam se tratar de Norman Osborn.

Mesmo assim, vale lembrar que não houve confirmação de que a chamada esteja se referindo ao icônico vilão e as respostas concretas devem surgir somente na estreia de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

O longa chega aos cinemas nacionais em 4 de julho. Confira o trailer:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Tom Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Samuel L Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Jake Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

‘Big Little Lies’: Fãs vão à loucura com grito de Meryl Streep

O drama ‘Big Little Lies’ retornou à TV na noite de domingo, com Meryl Streep se juntando ao elenco da premiada série da HBO, ao lado de Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Shailene Woodley, Zoe Kravitz e Laura Dern.

Três vezes ganhadora do Oscar, Streep conquistou os fãs com sua capacidade de gritar, interpretando Mary Louise, a sogra de Celeste (Nicole Kidman), que chega à cidade para ajudar a mãe recém-viúva a cuidar de seus dois filhos. Além de, é claro, estar interessada em descobrir o que aconteceu com seu filho, Perry (Alexander Skarsgad).

É óbvio que Mary Louise ainda está lidando com sua tristeza, e isso se torna ainda mais aparente quando ela solta um grito de tirar o fôlego na mesa de jantar, deixando Celeste horrorizada enquanto seus filhos ficam assombrados em silêncio. O grito é tão convincente que quase explica por que Witherspoon descreveu seu primeiro dia em ‘Big Little Lies‘ com Streep como “aterrorizante”.

Os fãs não se cansaram do grito, que logo se transformou em meme nas redes sociais e rendeu elogios à atuação de Streep.

 

 

 

 

 

 

 

‘O Rei Leão’: Fãs estão insatisfeitos com os novos pôsteres do filme

Após os trailers de ‘O Rei Leão’, alguns fãs vem discordando com à Disney, alegando que o seu próximo filme é apenas um remake em live-action, considerando que a maioria de seus personagens são efeitos de computador e os novos pôsteres lançados na semana passada apenas reforçaram a ideia.

Para piorar a situação, os pôsteres só deram aos críticos bastante tempo livre para ridicularizar as imagens, dizendo que os personagens não são tão “fofinhos” na vida real. Confira:

 

“Esses novos pôsteres de ‘O rei Leão’ parecem capas de zooboks”

“Inspirado pelos novos pôsteres de ‘O Rei Leão‘ para fazer alguns outros personagens da Disney. O que vocês acham?”

“Se os seus personagens podem ser substituídos por imagens de suporte você fez os pôsteres errados. Provavelmente o filme também!

“Com um custo de mais de US $ 100 milhões, a Disney e ‘O Rei Leão‘ podem ter reproduzido com sucesso o nível de realismo alcançado pelos produtores de ‘Meerkat Manor‘, colocando uma câmera no chão. Boa sorte.”

‘O Rei Leão‘ estreia em 18 de julho. Confira o trailer:

O filme é estrelado por Donald Glover, Beyonce, Seth Rogen, Billy Eichner, Chiwetel Ejiofor, Keegan-Michael Key, John Oliver, Eric Andre, Florence Kasumba, Amy Sedaris, John Kani, Alfre Woodard e James Earl Jones.

‘Friends’: Revival pode ser lançado em serviço de streaming da Warner Bros.

De acordo com o TV Line, a Warner Bros. estaria interessada num possível revival de Friends’, após Jennifer Anniston declarar numa entrevista com Ellen DeGeneres que tem vontade de reprisar seu papel como Rachel Greene, e que seus colegas de elenco também topariam a ideia.

Ainda segundo o TV Line, o revival pode ser produzido no formato de série limitada, servindo como uma continuação de ‘Friends’ em 10 episódios e com estreia conjunta com o lançamento do serviço de streaming da Warner, que deve chegar em 2020 nos EUA. Sendo assim, os episódios da série devem ser removidos do catálogo da Netflix.

No entanto, durante uma entrevista com a Rolling Stone, os criadores da série, David Crane e Martha Kauffman, demonstraram medo em relação à reação dos fãs com uma nova narrativa, já que a série abordava uma fase específica da juventude e que agora os personagens estariam bem mais velhos, o que poderia dificultar a produção.

E você, o que acha da ideia de reviver uma das séries mais amadas da década de 1990?

‘Monstros S.A.’: Série do Disney+ ganha cartaz com Mike e Sulley!

A Disney+ divulgou o cartaz de ‘Monsters at Work‘, série derivada de ‘Monstros S.A.‘ que trará o retorno de John GoodmanBilly Crystal, que deram vida aos protagonistas Sully e Mike, respectivamente.

Confira:

 

O elenco da série também é composto por John RatzenbergerJennifer Tilly e Bob Peterson.

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

Além de Monsters at Work, a plataforma da Disney terá séries baseadas em Star Wars e High School Musical, que serão produções originais da nova plataforma.

A série de ‘Star Wars‘ será live-action e terá como showrunner Jon Favreau, de ‘Homem de Ferro‘ .

‘Monstros S.A.’ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a continuação Universidade dos Monstros, em 2013.

Ansioso?

 

‘Olhos que Condenam’: Netflix vai exibir especial com a Oprah e as vítimas da história real

A nova minissérie da Netlfix, ‘Olhos que Condenam‘ vai ganhar um painel especial, que visa discutir o caso real e os reflexos que suas consequências surtiram na vida dos cinco adolescentes, vítimas de uma acusação infundada baseada na cor de sua pele.

O especial, que trará Oprah como a entrevistadora, contará com duas rodadas de conversa, sendo a primeira com o elenco da série, enquanto a segunda trará a diretora e criadora do projeto, Ava DuVernay, acompanhada das cinco vítimas, Antron McCray, Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymond Santana e Korey Wise, que ficaram conhecidas como os “Central Park Five”.

Intitulado ‘Oprah Winfrey Presents When They See Us Now‘, o especial é feito em parceria com a OWN e estreia no dia 12 de junho na Netflix.

Confira o trailer da minissérie:

Criada e dirigida por Ava DuVernay (‘Uma Dobra no Tempo‘), a minissérie conta a história real que retrata o famoso caso dos Cinco do Central Park.

A trama conta a história de cinco adolescentes negros do Harlem condenados por um estupro que não cometeram. A minissérie em quatro partes reconstitui a trajetória de Antron McCray, Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymond Santana e Korey Wise, dos primeiros interrogatórios em 1989 à absolvição em 2002 e o posterior acordo de indenização com a prefeitura de Nova York em 2014.

O elenco conta com Michael K. Williams, Vera Farmiga, John Leguizamo, Felicity Huffman, Niecy Nash, Blair Underwood e Christopher Jackson.

Olhos que Condenam‘ será lançada na plataforma no dia 31 de maio.

‘The Batman’: Macaulay Culkin está sendo cotado para viver o Coringa, segundo rumores

Após anos sem dar as caras no cinema, Macaulay Culkin pode fazer um retorno surpreendente às telonas, interpretando ninguém menos que o Coringa, em ‘The Batman’.

De acordo com o site MedioTempo, o astro de ‘Esqueceram de Mim’ está sendo cotado por Matt Reeves para dar vida ao Palhaço do Crime em seu filme, mas vale lembrar que nenhuma informação oficial foi divulgada sobre isso.

Anteriormente, rumores indicavam alguns dos vilões presentes no filme e nenhuma fonte mencionou o Coringa, até o momento, mas é uma aposta válida, já que foi dito que ao menos seis vilões podem ser apresentados na trama, entre eles Pinguim, Charada e Mulher Gato.

Por enquanto, nenhum ator foi escalado para dar vida aos vilões.

The Batman‘ deve começar a produção no início de 2020 e tem estreia prevista para 2021.

Crítica | A Revolução em Paris – A História de um Rei e seu Povo

O ano é 1789, a população da França sente os fortes efeitos de uma grave crise causada pela intervenção de seu país na guerra da independência americana. Os desdobramentos dessa atuação elevaram desigualmente os impostos na nação europeia, e causou sérios impactos na qualidade de vida dos cidadãos. A fome e as péssimas condições nas cidades culminaram em dois dos eventos mais emblemáticos da primeira fase da revolução francesa: a tomada da Bastilha, e a posterior criação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

E este é o ponto de partida para o longa do diretor Pierre Scholler  “A Revolução em Paris”, ou “Un Peuple et son roi” (Um povo e seu rei). A produção milionária, que chega aos cinemas em novembro deste ano, traz um elenco de peso com nomes como: Gaspard Uliel (Hannibal – A Origem do Mal, Eterno Amor, Saint Laurent, dentre outros), Olivier Gourmet (que trabalhou em filmes como Chocolate, O Reencontro e Cyrano Mon Amour), Louis Garrel (de Os sonhadores, Saint Laurent e A Bela Junie), e a protagonista Adèle Haenel ( de 120 Batimentos por Minuto, L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância e A Garota Desconhecida). O elenco deu corpo à proposta de Scholler de maneira consistente, resultando em uma obra muito rica em beleza, em historicidade e em qualidade cinematográfica.

O título dado ao filme no Brasil não deixa de fazer jus a proposta, mas também não alcança a noção da relação entre as duas esferas envolvidas no processo revolucionário (sim, falando de forma bastante simplista). O longa é cuidadoso ao desenhar a relação entre o monarca em decadência e a população que ao longo do processo tem pelo rei um misto de adoração e revolta. Detalhes como o desejo de estar perto da figura de Luis XVI ou dos signos reais se contrapõe à momentos de chacota e de desejo por sua morte. Essa relação é apresentada de formas sutis, porém, claras ao longo de todo filme. Assim, o título original traça uma conexão mais íntima com o longa-metragem, além, é claro, de tirar dele esse ar de “filme de aula de história”.

O diretor premiado pelos filmes “O Exercício do Poder” e “Versailles” traz nessa embasada leitura sobre a primeira fase da revolução francesa um filme com uma estética requintada: por vezes parece ter saído de uma pintura. A fotografia do filme (Julien Hirsch), aliada ao figurino propuseram uma leitura de contrastes claros entre o universo da realeza e a rotina do povo parisiense. Especialmente ao apresentar o núcleo real, o filme traz às telas, aparentemente sem grande trabalho de pós-produção, figuras tão semelhantes aos quadros datados da época que, em certos momentos do longa-metragem usa (bem) essa semelhança dentro da narrativa em um diálogo ancestral. Entretanto, sobre o visagismo adotado, especialmente no núcleo da população, vale aquela velha crítica: a estética de pessoas belas e de dentes brancos não corresponde à realidade do século XVIII. Mas, com aquele passe da licença poética, fazemos uma certa vista grossa, não é mesmo? Especialmente porque fora essa opção, todo o restante do trabalho está impecável.

O roteiro, também assinado pelo diretor, opta por contar a história sob a ótica da população parisiense. Narrada pelo ponto de vista do povo, sem deixar de abordar as tensões no espaço da realeza. Uma revolução vinda do povo e, portanto, descrita do ponto de vista dele. É interessante perceber a forma como as consequências dos fatos foram impondo a todos os envolvidos (povo, rei, assembleia) a tomada de decisões nada simples. Observar a história contada a partir do povo traz a exata noção de que ao vivenciar um período histórico, se desconhece o seu desfecho, fazendo com que cada passo seja estratégico e incitando a urgência de ações coletivas e vigorosas.

O papel da mulher no processo da revolução é também tratado de forma coerente com os estudos históricos. Tratando da importância da marcha das mulheres e de seu papel aguerrido em todas as batalhas travadas – mesmo que com claras diferenças de direitos – o filme encoraja lutas ainda tão presentes no contexto social feminino nos dias de hoje. Não por menos o Festival Varilux de 2019 trouxe em sua arte principal a personagem de Adèle Haenel.

As cenas de batalha foram desenvolvidas de forma pouco glamourizada. A abordagem mais simples dos confrontos por um lado não gera emoção, mas novamente remete ao sentimento de vida real impresso em todo trabalho.

Outro aspecto que merece destaque é a mixagem de som (Jean-Pierre Laforce). Inicialmente os sons são aqueles que compõem a cena, sem aparentar edição sofisticada, o que dá um tom realista à narrativa. O caos das muitas vozes soando simultaneamente nos encontros de populares da antiga Paris não romantiza os encontros, trazendo ao público um sentimento de pertencimento. Tirando os espectadores do lugar de quem ouve uma história sendo contada, e fazendo-o sentir-se parte enquanto ela se desenrola. Essa proposta menos romantizada é eficiente em situar o público nas relações de parceria e convivência que se criam em um momento tão pertinente da revolução que é a tomada da Bastilha. E essa mesma condição pode ser observada em outros cortes da trama, sempre que trata de um grande aglomerado de personagens. Sejam eles cidadãos em processo de compreensão do próprio momento histórico (deliberando sobre as próximas investidas na luta pela igualdade de direitos), sejam parlamentares sofrendo e realizando pressões diversas. Vozes potentes, antagônicas. Os conflitos verbais foram retratados com emoções verdadeiras nas cenas que replicavam os espaços de discussão que culminaram na morte do Rei Luis XVI.

Uma outra abordagem, essa sim um tanto mais romântica, trabalhou com músicas clássicas e alguns momentos de silêncio. Apesar de ser uma abordagem comum a filmes históricos, não perdeu sua beleza na leitura dada pelo diretor. Por fim, o canto do povo também é bem trabalhado em cena, especialmente quando se trata do canto das mulheres em suas atividades de luta e também domésticas. A trilha sonora neste filme consegue ressaltar a beleza dos momentos descritos.

Esse é um filme que pode ser utilizado no material complementar de cursos que tratem do tema em seus respectivos conteúdos programáticos. Apesar de um pouco longo, é historicamente bem embasado, sem romantizar demais o sofrimento ou a luta por igualdade de direitos. Recomendado especialmente para adolescentes em formação e adultos amantes da história mundial.

‘Invasão ao Serviço Secreto’: Sequência de ‘Invasão a Londres’ ganha trailer legendado

Invasão ao Serviço Secreto (Angel Has Fallen), continuação de Invasão a Londres, ganham seu primeiro trailer oficial. O filme é a terceira parte da franquia iniciada em 2013 com Invasão à Casa Branca’.

Confira:

A nova história gira em torno da tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos Allan Trumbull (Morgan Freeman), que culmina nas falsas acusações de seu fiel confidente Mike Banning (Gerard Butler), o qual é levado sob custódia. Depois de escapar de sua captura, ele se torna um fugitivo e passa a enganar sua própria agência para encontrar a real ameaça ao Presidente.

O novo filme é dirigido por Ric Roman Waugh, a partir do roteiro assinado por Robert Mark KamenMatt Cook e Waugh.

Angel Has Fallen tem estreia marcada para o dia 22 de agosto.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Brinquedos mostram novos trajes alternativos do herói

Como já é tradição, os heróis da Marvel costumam trocar de uniformes a cada novo filme, ou até mesmo usar mais de um, o que é uma ótima jogada de marketing para vender brinquedos.

Homem-Aranha: Longe de Casa’ não será diferente, já vimos pelos trailers que Peter Parker vai ostentar novos uniformes ao longo da trama. Agora, novos brinquedos podem ter revelado mais alguns trajes alternativos para o herói. Confira:

Além do traje stealth, ainda não se sabe se os trajes alternativos irão aparecer, de fato, no longa, mas levando em conta que os brinquedos de ‘Vingadores: Ultimato‘ revelaram os uniformes de viagem no tempo usados pela equipe, pode ser que Peter Parker utilize trajes que ainda não foram vistos nos trailers.

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas nacionais em 4 de julho. Confira o trailer:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Tom Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Samuel L Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Jake Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

‘Game of Thrones’: Último episódio da série pode concorrer ao Emmy de ‘Melhor Roteiro’ e ‘Melhor Direção’

Apesar das críticas à última temporada de ‘Game of Thrones, parece que a HBO está ignorando esse fato e está em busca de novas indicações ao Emmy para a série, que nos últimos anos saiu vitoriosa em várias categorias da premiação. Isso não chega a ser uma surpresa, mas o que é de se espantar são as categorias que a emissora solicitou para o último episódio da temporada: ‘Melhor Roteiro’ e ‘Melhor Direção’.

Os dois últimos episódios foram os mais criticados pelos fãs, principalmente o roteiro. O curioso é que a HBO deixou de fora da solicitação aos prêmios os dois primeiros episódios da última temporada: ‘Winterfell’ e ‘A Knight of the Seven Kingdoms’, os mais bem avaliados entre críticos e fãs.

Na categoria ‘Melhor Diretor’, entraram para a disputa os roteiristas D.B. Weiss e David Benioff, além de Miguel Sapochnik e David Nutter.

Entre os prêmios técnicos, a emissora apresentou vários de seus cineastas, bem como a direção de arte, efeitos visuais e equipes de figurinos por seu trabalho no penúltimo episódio, ‘The Bells’.

Em relação aos prêmios de atuação, disputam Kit Harington, Emilia Clarke, Alfie Allen, Pilou Asbaek, Nikolaj Coster-Waldau, Peter Dinklage, Richard Dormer, Gwendoline Christie, Lena Headey, Sophie Turner, Maisie Williams e Carice van Houten.

Obviamente, esta é a última vez que ‘Game of Thrones’ vai competir na categoria ‘Melhor Série Dramática’, embora uma vitória pareça improvável.

‘Annabelle 3’: Boneca persegue Ed e Lorraine Warren em novo clipe; Confira!

‘Annabelle 3’ chegará muito em breve aos cinemas e o material promocional continua a sair para aumentar nossas expectativas. No mais novo clipe, lançado ontem, 10, a demoníaca boneca toma conta do carro do casal Warren e começa a persegui-los.

Confira:

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Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção. 

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘Jessica Jones’: 3ª temporada alcança apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes

Com 12 críticas publicadas até o momento, a 3ª temporada de ‘Jessica Jones‘ alcançou apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para termos de comparação, os dois primeiros ciclos conquistaram 94% e 82% de aprovação, respectivamente.

O consenso geral é que, apesar de algumas narrativas fortes, a terceira temporada sofre com a pressão de ser o último capítulo não só de sua própria trama, como também de toda uma era da Marvel na televisão.

Separamos alguns dos principais trechos de críticas para vocês:

“Apesar de ter começado como uma das séries da Marvel/Netflix com mais potencial, ‘Jessica Jones’ viu sua qualidade cair a cada nova temporada.” (ScreenRant)

“Assim como as temporadas anteriores, esse ciclo de ‘Jessica Jones’ é bom, mas está longe de ser ótimo.” (Joblo)

“É como uma história de reconciliação após um péssimo término, entrelaçada em um obscuro e sinuoso universo televisivo que continuamente emula nossa própria sociedade corrupta sem esforço.” (The Playlist)

“Se vocês estão esperando que essa era da Marvel termine com fogos de artifício e aclamação, vocês estão sem sorte. Apesar de ter falhado, algumas boas performances conseguem salvar a temporada do desespero completo.” (ComicBook)

“Como um arco de temporada final, o roteiro simplesmente não tem a força que necessita para trazer uma conclusão satisfatória para o fãs.” (Forbes)

Criada por Melissa Rosenberg, a série faz parte do Universo Compartilhado da Marvel.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Na série, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

O elenco inclui Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville e Carrie-Anne Moss.

A terceira (e última) temporada será lançada na plataforma no dia 14 de junho.

EXCLUSIVO: Thalita Carauta e Dira Paes discutem em clipe do premiado ‘Divino Amor’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe do premiado ‘Divino Amor‘.

No vídeo, Thalita Carauta e Dira Paes discutem.

Assista:

Crítica | Divino Amor: Dira Paes em redenção espiritual em drama de cair o queixo

O longa de Gabriel Mascaro (‘Boi Neon’) estreou nos festivais de Sundance e de Berlim e recebeu ótimas críticas da imprensa.

Divino Amor‘ conta a história de uma mulher profundamente religiosa que é escrivã de cartório e usa sua posição no trabalho para tentar salvar casais que chegam para se divorciar. Joana (Dira Paes) faz tudo em nome de um projeto maior de fé dentro da fidelidade conjugal. Enquanto espera por um sinal em reconhecimento pelos seus esforços, é confrontada com uma crise no seu próprio casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus.

Sobre a cena divulgada, Mascaro pontua: “muitos filmes que se passam no futuro tendem a problematizar a tecnologia. Em Divino Amor eu tentei fazer um breve deslocamento temporal e se passa num futuro próximo, mas sem ter a tecnologia como centro da narrativa. Concentrei o universo do filme numa mudança cultural profunda ao retratar um Brasil onde o Carnaval perde espaço para a Festa do Amor Supremo, uma rave gospel. Isso nos possibilita especular um Brasil tomado por outras referências culturais, políticas e ideológicas num 2027 que está logo aí…”.

No elenco estão Dira Paes, Emílio de Melo, Julio Machado, Thalita Carauta, Mariana Nunes, Teca Pereira e Tuna Dwek.