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Primeiras Impressões – Live-action ‘Aladdin’ consegue recuperar toda a nostalgia da animação

O editor-chefe Renato Marafon traz as primeiras impressões em vídeo do live-action de ‘Aladdin‘, uma emocionante e bela aventura que consegue recuperar toda a magia da animação original.

Assista:

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

‘Caça-Fantasmas 3’: Dan Aykroyd indica possível retorno do elenco original

Em entrevista ao 660 City News, o ator Dan Aykroyd indicou que o elenco original retornará, pelo menos para uma participação especial, no aguardado ‘Caça-Fantasmas 3‘, que servirá como sequência para a franquia original, ignorando completamente o remake.

“O filho de Ivan Reitman, Jason, escreveu um roteiro incrível. Não posso falar muito sobre isso, mas irá sair do papel e acredito que contará com rostos familiares. Também será muito diferente dos dois primeiros filmes [da franquia original]. Esse novo filme aborda uma nova geração e uma nova direção, e isso é ótimo, sentimental e até mesmo assustador quando você confronta alguns dos assuntos que estão sendo discutidos.”

Ele completa, “Os custos estão sob controle; [o orçamento] ficará bem abaixo dos US$ 100 milhões.”

O novo filme será dirigido por Jason Reitman, filho do diretor do filme original, lançado em 1984.

Na trama, uma família se muda para uma cidade pequena onde eles descobrem mais sobre quem eles são.

Por enquanto, apenas Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘) e Carrie Coon (‘The Sinner‘) foram confirmados no elenco.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de julho de 2020.

Crítica | Game of Thrones 08×06 – The Iron Throne

AGRIDOCE, POR MUITAS RAZÕES

 

Não importa o sabor nas nossas bocas, devemos reconhecer que a maior série da atualidade acabou. Mesmo quem não tenha gostado da temporada final certamente irá concordar que Game of Thrones – GoT tem um lugar garantido junto às melhores séries já produzidas. Os problemas da oitava temporada tornam o final agridoce em um sentido peculiar: queríamos algo mais sólido, digno do potencial da série. Porém, mesmo com pontas soltas, seu desfecho guarda alguma coerência com o que vimos antes.

Compreender os acertos e inconsistências deste episódio final exige um olhar sobre toda a construção da narrativa de GoT, pois muitas inconsistências são da temporada e não do episódio.

A FALTA DE SOLIDEZ NO ARCO DA DAENERYS

Na resenha da semana passada, falei que a série tinha elementos que fundamentavam as ações de Daenerys (Emilia Clarke) no quinto episódio.  Porém, as duas últimas temporadas exploraram pouco esse processo de queda da personagem. Esta fraqueza da série tirou muito do brilho do desfecho e da metáfora poderosa que representou o fim da Mãe dos Dragões.

Sabendo da falta de solidez das duas últimas temporadas, os roteiristas usaram o diálogo entre Tyrion (Peter Dinklage) e Jon Snow (Kit Harington) para tapar os buracos da oitava e sétima temporadas. O diálogo em si é excelente, mas essa função narrativa que lhe coube o enfraqueceu. Tudo isso é uma grande pena: havia na narrativa elementos para justificar a ação da personagem, faltou apenas o arremate. Mas disso já tratamos bastante no texto da semana passada. Vamos para outro ponto problemático.

JON SNOW: ROMÂNTICO E TARGARYEN

Com ou sem a ascendência de Jon Snow e o seu romance com Daenerys a série teria chegado ao mesmo final. Aposto que teríamos um final bem mais impactante. Se analisarmos com calma, pouca ou nenhuma utilidade tiveram esses dois elementos.

A ascendência Targaryen serviu apenas para ele subir nos dragões. Não teve peso na sucessão do trono. E sua influência na cólera da Daenerys passou quase despercebida. O que sustentou a reação de Dany já havia sido dado. O pior, porém, foi o envolvimento autointitulado amoroso entre os personagens. Zero função narrativa! Teríamos chegado ao mesmo final se os dois tivessem, lá na sétima temporada, feito uma parceria política e pronto! Diga-se, Jon Snow, como um sujeito horado, iria cumprir sua promessa de ajudar na luta contra Cersei, entre outras razões, por Daenerys ter ajudado na luta contra o Rei da Noite.

O romance foi tão mal construído que nem ajudou a dar peso à morte de Daenerys. De forma geral, Jon Snow foi tão subutilizado nesta temporada que em nenhum instante duvidei que ele mataria Dany, porque sem isso, Jon Snow teria sido quase um coadjuvante na temporada.

O DESENCANTO DA FANTASIA

Eis um problema da temporada e não só do último episódio. Os roteiristas optaram por reduzir o nível de magia e fantasia ao longo da temporada, de forma que o final tivesse um tom mais realista, semelhante ao da primeira temporada. A opção é muito coerente com a narrativa. O calcanhar de Aquiles foi não ter liquidado o lado fantasia da série com qualidade. De longe, a prova mais evidente desse descuido foi o arco do Rei da Noite. Seu exército de mortos e sua longa noite passaram como um bloquinho de carnaval de bairro. A própria metáfora do gelo e fogo foi colocado em segundo plano.

O arco de Jon Snow também ficou prejudicado. A forma como a sua ressurreição se deu indicava o confronto com o Rei da Noite e a concretização da profecia do Azor Ahai. Nada! Mas, tudo bem, a série é especialista em subverter expectativas, quem sabe uma desconstrução da jornada do herói. Porém, os acontecimentos finais foram tão mal amarrados que parece forçado comparar a morte da Daenerys como a concretização da lenda do Azor Ahai.

Certamente o elemento de fantasia mais subutilizado nesta temporada e neste final foi Bran (Isaac Hempstead Wright). Pela jornada do personagem, o mais lógico seria ele virar um vegetal além da Muralha. Mas, vamos deixar o desfecho dos personagens para logo mais.

A VOLTA DA POLÍTICA

Por mais que parte do público gostasse mesmo de ver dragões, seres fantásticos, sexo e nudez, GoT sempre teve na política um dos seus principais assuntos. E se o plot da fantasia não teve um desfecho satisfatório, o jogo político do último episódio elevou o nível da temporada. E, não, não estou falando apenas do acordão final para dar o trono ao Bran. A questão política mais forte do episódio foi como o poder absoluto corrompe e gera tirania.

Ainda que pudesse ter sido mais bem trabalhado, a postura autoritária de Daenerys transmitiu uma mensagem poderosa que a série construiu com esmero ao longo das oito temporadas: o poder pode corromper ou colocar em desgraça até os melhores. O seu discurso ao diminuto exército foi a tradução de como ditadores vestem seus desejos mais sórdidos das mais belas justificativas. Para todo tirano, um cadáver sempre parecerá a semente de um futuro glorioso.

Mesmo a construção desse desfecho nas últimas temporadas não sendo tão sólida, a ideia de que o Trono de Ferro representa toda a desgraça que o poder provoca é poderosa e condizente com a série. Desta forma, Drogon derrete o trono porque sabe que aquilo simboliza a corrupção que matou a sua mãe.

Muitas outras interpretações podem ser retiradas dessa imagem. Fico com esta! Diante da dor da perda da sua mãe, Dorgon destrói o símbolo máximo do poder que é capaz de corromper absolutamente. Um símbolo forjado por um dragão e destruído por outro. De certa forma, ele sabia que a questão não era Jon Snow. Este apenas era uma engrenagem na roda. Apenas destruindo o próprio poder seriam possível acabar com o mal que dizimou sua mãe.

Porém, ao contrário do anel em O Senhor dos Anéis, o trono não é o poder, é apenas o símbolo. O poder e seus vícios permanecem, mesmo que se invente uma nova política. E o que veio depois foi exatamente isso.

WESTEROS, DA MONARQUIA À OLIGARQUIA

O que veio após a destruição do Trono de Ferro foi a tradução de como as relações de poder mudam pouco, mesmo diante de uma grande tragédia. Por mais tedioso que possa parecer um bando de senhores discutindo quem irá governar a parada toda depois do massacre em Porto Real, essa é uma tradução bem fiel de como a política real resolve um pós-guerra.

Mesmo com algumas inconsistências na construção desse (anti)clímax, a série conseguiu traduzir que em negociações do tipo não há glamour. O que assistimos ali foi a reorganização política de um país. Westeros abandonou a monarquia e virou uma oligarquia. Certamente uma evolução, mas nada tão progressista quanto o pedido de diretas já de Sam. Sim, a roda foi destruída, mas a que foi posta no lugar aproveitou as engrenagens que sobraram.

Não me incomoda nesse aspecto a forma sem glamour que tudo se deu. O que enfraquece a sequência são novamente inconsistências de roteiro. A decisão de dar um salto temporal é pratica e já fora utilizada pela série. Contudo, as lacunas não foram bem trabalhadas. Dá a entender que os senhores de Westeros fizeram um cerco a Porto Real. Por que as Tropas de Daenerys conseguiram se manter tão poderosas a ponto de manter Jon Snow preso e barganhar sua punição? Por que os aliados de Daenerys, como Yara Greyjoy, aceitaram tão bem a derrota de Daenerys? Por que os senhores de Westeros aceitaram sem nenhuma oposição a independência do Norte e o reinado de Bran?

Muitas lacunas podem ser respondidas com certa criatividade dos fãs. Não, não quero tudo mastigado da série. GoT nunca foi assim e as melhores narrativas deixam espaços para serem completadas pelo público. Porém, antes, a construção permitia que deduzíssemos e tapássemos os buracos. Neste final, dependíamos apenas da nossa criatividade.

HISTÓRIA, ESTÓRIAS…

Um dos pontos altos do episódio foi Tyrion. Mesmo sendo incoerente um prisioneiro falando tanto em uma reunião decisiva – pensava-se que com o salto temporal ele já estaria solto – sua fala fortaleceu um elemento importante de GoT, a força das histórias. O discurso de Tyrion ecoou sua conversa com Varys no episódio da Batalha de Água Negra, sobre quem o mercenário deveria seguir. A resposta era: em quem ele acreditar. E em quem um povo acredita mais do que tudo: na sua história. Visto de forma otimista, um povo se mantém unido por tradições e história comuns. Sendo mais cínico, o povo se mantém unido a depender da narrativa que lhes contarem…

O PROTAGONISMO STARK

 

Talvez os livros não tenham protagonistas. Mas, a série deu o protagonismo aos Starks. Não quero aqui entrar na conversa do gostei ou não gostei, mas discutir se o final dos quatro Starks foi coerente.

Os dois finais mais redondos são os de Arya (Maisie Williams) e Sansa (Sophie Turner). Plenamente coerente com o desenvolvimento das personagens. Arya desde sua primeira aparição era indomável. Torná-la uma desbravadora dos mares é uma conclusão lógica. Sansa foi uma das poucas coisas bem trabalhadas nesta oitava temporada; foi nela que a personagem ganhou o direito de ser a Rainha do Norte.

O final de Bran pareceu o mais forçado. Seu arco apontava para um final fantasioso, como ir para além da muralha assumir de vez o posto de Corvo de Três Olhos. Exceto pelo fim da ameaça do Rei da Noite, nada indicava em sua jornada este final. Há um “q” de poético em sua coroação. Porém, toda a dimensão fantástica do personagem foi esquecida. Enfim, certamente será um dos muitos aspectos deste encerramento que gerará debate entre os fãs nos próximos anos.

Por fim, Jon Snow! Ele começou como bastardo, fora do contexto da guerra pelo trono. Sua trajetória em muito emulou a jornada do herói, que acabou sendo (mal) desconstruído pela série. Deslocado do desfecho do plot do Rei da Noite, restou-lhe a função de libertar Westeros da ameaça Daenerys. O arranjo político envolvendo a suposta pena de exílio na Patrulha da Noite foi visto por alguns como incoerência. Podemos pensar nisso como uma tentativa dos nobres de Westeros enganar os Imaculados, afinal, a Patrulha já havia sido extinta e o próprio Norte independente não iria manter seu filho mais nobre em cárcere.

Mesmo tendo uma reta final problemática, Jon Snow terminar como Rei do Povo Livre foi coerente com a sua jornada. Ele não pertencia mais a Westeros. Ele estava destinado a viver no verdadeiro norte. Eu teria preferido que ele rumasse ao Norte como Azor Ahai após derrotar o Rei da Noite, como uma espécie de eterno protetor da luz. Mas a série nos reservou outra coisa.

ACABOU

Poderia ficar aqui falando de outros tantos erros e acertos deste episódio ou da temporada. Mas isto seria desnecessário. Game of Thrones é muito maior do que os erros do seu final. É uma série que conseguiu ser um evento social, mobilizando pessoas ao redor do mundo diante da televisão. Possivelmente, foi a última narrativa televisiva a conseguir isto. Sim, ainda virão muitas séries e vamos continuar discutindo, criando teorias e nos emocionando. Porém, esta sensação de comunhão, de estarmos todos sentados na mesma sala de estar (virtual), a conversa no trabalho no dia seguinte, isto não deve se repetir. E nem mesmo os erros desta última temporada apagará!

E aí, o que achou deste episódio? E da temporada? E de Game of Thrones?!

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre o a série. O bate papo do sexto episódio vocês podem conferir aqui. Na quarta, realizaremos outra live para discutir a série como um todo. Não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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‘The Big Bang Theory’: Episódio final da série foi o mais assistido de 2019

O último episódio de ‘The Big Bang Theory’, lançado em 16 de maio, atraiu nada menos que 23,44 milhões de telespectadores nos EUA, de acordo com as classificações ao vivo da CBS, fazendo com que a série seja o programa não esportivo mais assistido entre 2018 e 2019 em qualquer plataforma de rede ou streaming.

A série está entre as três  mais assistidas da TV nos últimos sete anos, ganhando 10 prêmios Emmy, incluindo quatro premiações consecutivas de Melhor Ator para o astro Jim Parsons. O orgulho foi tanto, que estúdio da série: Stage 25, na Warner Bros. Studios, foi renomeado como “The Big Bang Theory Stage”.

Relembre como tudo começou na popular série geek no vídeo abaixo, que traz alguns momentos emocionantes dos bastidores e das declarações dos elenco sobre o fim da série:

‘O Cristal Encantado’: Série da Netflix baseada no filme clássico ganha data de estreia

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A Netflix finalmente divulgou quando a série ‘The Dark Crystal: Age of Resistance‘, que será uma prequel do filme clássico ‘O Cristal Encantado‘, será lançada.

A primeira temporada irá estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

10 episódios foram encomendados para a primeira temporada.

‘Cemitério Maldito’ ganhará final alternativo; Saiba mais!

O remake de ‘Cemitério Maldito‘ será lançado em DVD e Blu-ray no dia 9 de julho nos EUA, e entre os bônus especiais haverá um final alternativo. Além disso, o material também contará com cenas excluídas e estendidas e mais de 90 minutos de entrevistas e cenas dos bastidores.

Confira a arte:

Sucesso nos cinemas, o terror arrecadou US$ 109.8 milhões mundialmente, tornando-se a quinta maior bilheteria da história de um filme baseado nos livros de Stephen King.

Crítica | The Tick – segunda temporada supera a primeira e também as expectativas

Existe certa expectativa criada em torno das segundas temporadas das séries que realizam uma primeira etapa exemplar: a positiva e a negativa. A precipitação parte da ideia de esperar por algo tão bom quanto – e, às vezes, até mesmo melhor – ou por algo que não chega nem perto da excelência da primeira. A dúvida, portanto, paira no ar e só é sanada quando finalmente os executores nos entregam a produção finalizada.

Crítica | The Tick – sátira de super-heróis é tudo que você precisa assistir

A segunda temporada da excelente The Tick teve sua estreia na Prime Video recentemente e provocou tais sentimentos dentro dos espectadores para, então, mostrar que se é possível fazer uma excelente primeira parte, nada como se superar na segunda e fazer todos desejarem uma terceira. A produção criada por Ben Edlund (também criador da série de mesmo nome de 2001) retornou sem um salto temporal muito longo. Aparentemente, a história se inicia alguns dias ou semanas após os eventos do primeiro ano.

Com os personagens já estabilizados, a série aproveitou para construir um roteiro ainda mais robusto e elaborado. Mantendo o humor satírico, a trama se desenvolve a partir do retorno da A.E.G.I.S. para a cidade dos protagonistas e o recrutamento dos heróis favoritos, The Tick (Peter Serafinowicz) e Arthur (Griffin Newman), para fazerem parte da seleção dos novos SuperFive. Entretanto, assim como nas histórias de super-heróis que o público está acostumado a acompanhar, algumas surpresas começam a surgir pelo caminho.

Detalhes que são necessários salientar é como a dramaturgia entrega diferentes plot twists, não permitindo ao espectador respirar um segundo sem que haja um novo desdobramento na história, o que só acrescenta na hora de prender a atenção e instigar para que queiram saber mais e mais. O desenvolvimento de The Tick e Arthur mostra mais uma camada em torno dos mesmos e salienta o porquê do grandalhão azul despertar tanta simpatia em todos. Ademais, o personagem de Newman precisa passar por descobertas sobre si mesmo e ao longo desta segunda temporada é possível vê-lo crescer ainda mais diante das câmeras – metaforicamente falando, é claro – e ganhar mais confiança.

No quesito química, os dois estão mais sincronizados do que nunca, tanto na amizade quanto no combate ao crime e até mesmo na hora de serem pais temporários de alguns filhotes (sério, que plot espetacular). E por falar em duplas ou trios dinâmicos, Overkill (Scott Speiser), Dot (Valorie Curry) e Dangerboat (Alan Tudyk) conquistam facilmente a todos com sua união para combater o crime de forma justiceira. Importante demarcar o crescimento do personagem de Speiser que, claramente, foi afetado por The Tick e decide aceitar trabalhar em equipe com a Everest (Curry). A história de ambos e também de DB ganha um histórico, dando mais camadas a eles e os tornando ainda mais reais diante os telespectadores.

Importante acrescentar que até os secundários dos secundários, como é o caso de Kevin (Devin Ratray) e Walter (François Chau), recebem um background e se tornam ainda mais intrigantes. A série buscou não só investir nos protagonistas e coadjuvantes importantes, mas também naqueles que possuem menos tempo de tela. Joan (Patricia Kalember), mãe dos irmãos Everest, foi mais explorada durante esta etapa e consegue despertar a simpatia de todos. Outro que passou por toda uma etapa de reflexão sobre suas atitudes e sobre quem é, por mais errôneas e egocêntricas na maioria das vezes, foi Superian (Brendan Hines) que, após ganhar uma quantidade significativa de haters, busca Arthur para ser seu conselheiro e encontrar um rumo para sua vida.

Ms. Lint (Yara Martinez) tem um arco interessante durante essa segunda temporada e passa de vilã à heroína sob o pseudônimo de Joan D’Arc, confundindo a mente de todos, inclusive de quem está assistindo, em relação a qual caminho de fato está seguindo. Válido destacar a presença de novos personagens que marcam esta etapa da série, como é o caso dos heróis Flexon (Steven Ogg), Bronze Star (Adam Henry Harcia) e Sage (Clé Bennett), e também os criadores da A.E.G.I.S. Ty Rathbone (Marc Kudisch) e Dr. Hobbes (John Hodgman).

No quesito direção, a produção mantém a qualidade da primeira temporada e faz algumas belas cenas graças ao trabalho dos diretores e também da arte que, inclusive, permanece no mesmo patamar do ano anterior. As trilhas seguem o padrão de antes, exceto pelas cenas dos filhotes – já disse, prepare-se, porque o arco é excelente –, onde conseguem modificar de acordo com o desejado pelo momento em questão.

É correto afirmar que The Tick superou as expectativas nesta segunda etapa e fez uma espetacular temporada para quem acompanhou a primeira. Se a série de Edlund já era boa antes, agora então ficou muito melhor. Uma pena, de fato, que algumas perguntas e cliffhangers deixados possam não ser respondidos, afinal, a Prime Video cancelou a série e não se sabe se algum outro serviço de streaming e/ou canal aceitará comprá-la.

‘Brinquedo Assassino’: Chucky mata outro ‘Toy Story’ em cartaz divertido do terror; Confira!

O remake ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou um novo cartaz divertido, fazendo referência à franquia ‘Toy Story‘, cujo quarto filme irá estrear no mesmo dia que o terror nos EUA.

Após matar Woody, o boneco mata mais um personagem conhecido da animação.

Confira:

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

A Imagem Filmes lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 22 de Agosto.

Elle Fanning desmaia durante o Festival de Cannes 2019

Enquanto participava do Festival de Cannes 2019 como membro do júri, Elle Fanning desmaiou durante o jantar da premiação ‘Chopard Trophee’, um prêmio que visa incentivar jovens atores. A atriz perdeu os sentidos quando o diretor do festival, Thierry Fremaux, apresentou o ator François Civil ao palco.

Fanning, que estrela ‘Espírito Jovem‘, estava sentada ao lado de sua irmã, Dakota, que a ajudou a se levantar quando os seguranças chegaram para tirá-la do salão. Colin Firth também se prontificou a ajudar a jovem atriz. Testemunhas contaram que a cerimônia teve uma pequena pausa antes de ser retomada.

No mesmo dia, Fanning postou uma foto em seu perfil do Instagram, tranquilizando os fãs e dizendo a todos que tudo estava bem. “Ops, tive um pequeno desmaio hoje por causa do meu vestido Prada de 1950, mas está tudo em ordem.” Como indicam as hashtags, o desmaio foi por conta de sua roupa, que estava muito apertada.

 

 

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Oops, had a fainting spell tonight in my 1950’s Prada prom dress but it’s all good!! #dresstootight #timeofthemonth

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‘Kung Fury 2’: Arnold Schwarzenegger e Michael Fassbender vão estrelar a sequência

Você já assistiu ‘Kung Fury‘, curta de 30 minutos que mistura comédia de ação e artes marciais e está atualmente disponível no YouTube? Se não viu, faça um favor a si e corre assistir.

A sequência do curta-metragem sucesso começa a ser filmada neste verão, com Arnold Schwarzenegger (‘O Exterminador do Futuro) e Michael Fassbender (‘X-Men: Primeira Classe) estrelando a comédia de ação dirigida por David Sandberg (‘Annabelle 2)’

Kung Fury 2 é a visão muito emocionante de David Sandberg, e contém todos os elementos de um passeio mágico e divertido para todas as idades. Estamos entusiasmados por fazer parte deste grande projeto e não podemos esperar para compartilhá-lo com o mundo inteiro, onde sem dúvida criará emoção em todo o mundo! ”, afirmou David Sandberg.  

Além do anúncio dos novos membros do elenco, o filme ganhou sua sinopse oficial.

Confira:

“Situado em 1985 em Miami, que permanece segura sob os olhares atentos de Kung Fury, o maior policial do mundo todo. Os Thundercops de Kung Fury são a força policial máxima reunida de toda a história para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. No entanto, a trágica morte de um Thundercop faz com que o grupo se dissipe e um novo vilão misterioso emerge das sombras para ajudar na busca do Fuhrer a fim de alcançar a melhor arma. Kung Fury deve viajar o espaço e o tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Miami Kung Fu e derrotar o mal de uma vez por todas”.

Com 30 minutos e efeitos especiais mirabolantes, ‘Kung Fury‘ parece ter saído direto de 1980 para os dias de hoje.

Dirigido e protagonizado pelo sueco David Sandberg, o filme foi realizado através de financiamento coletivo no Kickstarter (que arrecadou US$ 630 mil com 17 mil doações).

Assista na íntegra:

Nesta comédia de ação ao estilo anos 80 um policial lutador de kung fu decide voltar no tempo para matar Adolf Hitler. Durante a viagem, ele ainda passa por tempos pré-históricos, encontra dinossauros, vikings e o deus do trovão nórdico.

True Survivor’, canção-tema do filme, é cantada pelo também trash David Hasselhoff.

Destruição em massa em novo trailer de ‘Godzilla 2: O Rei dos Monstros’

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou um novo trailer, voltado para o mercado Chinês. No vídeo, podemos conferir vários monstros causando uma destruição em massa.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

 

‘X-Men: Fênix Negra’: Professor X e Magneto se preparam para batalha em Nova York

X-Men: Fênix Negra‘ teve seu primeiro clipe divulgado, que mostra os X-Men se preparando para uma batalha em Nova York. Mais uma vez, Charles e Magneto discutem e têm ideias bem diferentes.

Assista:

O THR divulgou projeções de bilheterias e os analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 40 e US$ 55 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

As duas piores aberturas da franquia são ‘Wolverine‘, de 2013, com US$ 53 milhões, e ‘X-Men‘, de 2000, com US$ 54 milhões

Se as críticas forem positivas, o filme pode gerar uma maior atenção dos fãs.

O CinePOP esteve presente na Wondercon, em Los Angeles, e assistimos duas cenas que nos deixaram boquiabertos.

A primeira cena foi a mesma exibida na CCXP, e mostra os X-Men indo para o espaço em uma missão para resgatar um ônibus espacial da NASA. Mística lidera o grupo que tem a Tempestade, Ciclope, Mercúrio, Noturno e a Jean Grey – com seus uniformes amarelos dos quadrinhos. Chegando no espaço, Jean tenta salvar os astronautas e acaba sendo possuída por uma força avermelhada que paira no espaço. A cena seguinte mostra que Charles Xavier (James McAvoy) foi corrompido pela fama após aparecer na capa de várias revistas, e entra em um embate com a Mística – que diz que as mulheres estão fazendo o papel de líderes do grupo, que devia chamar X-Women.

A segunda cena foi ainda mais ÉPICA. Jean Grey está se transformando na Fênix Negra e é encontrada no meio de Nova York. Charles, Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) querem salvá-la da Irmandade, grupo que quer matá-la comandado pela Fera (Nicholas Hoult) e Magneto (Michael Fassbender). Foi uma das melhores cenas de ação da franquia. A dinâmica dos X-Men nunca esteve tão boa. A luta acontece em plena Nova York, e temos um grande embate entre o Ciclope e o Fera. Épico.

Depois de assistir essa cena, ficamos empolgados com o filme. Será que a Fox está escondendo um tesouro?

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘Bons Meninos’: Novo trailer da comédia estilo ‘Superbad – É Hoje’… mas com CRIANÇAS!

A Universal Pictures do Brasil divulgou o novo trailer da comédia ‘Bons Meninos‘ (Good Boys), dos mesmos produtores de ‘Superbad: É Hoje‘ e ‘Festa da Salsicha‘.

O filme para maiores é estrelado por crianças… bem linguarudas.

Confira:

Depois de ser convidado para sua primeira festa do beijo, Max (Tremblay), que tem apenas 12 anos, entra em pânico por não saber como beijar. Ansioso, ele e seus melhores amigos: Thor (Noon) e Lucas (Williams) decidem usar o drone do pai de Max para espionar um casal de adolescentes fazendo sexo. Mas, quando as coisas dão ridiculamente errado, o drone é destruído. Desesperado para substituí-lo antes que o pai (Forte) de Max chegue em casa, os meninos faltam à escola e iniciam uma odisseia épica de más decisões que envolvem drogas acidentalmente roubadas, paintball e até fuga de polícia e de adolescentes aterrorizantes adolescentes.

O elenco conta com Jacob Tremblay, Keith L. Williams, Brady Noon, Molly Gordon, Lil Rel Howery e Will Forte.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

 

 

‘Deadpool’: Zazie Beetz espera que a Disney honre o público alvo da franquia

Agora que os personagens anteriormente sob domínio da 20th Century Fox foram adquiridos pela Disney, os fãs de ‘Deadpool’ questionaram se o filme mudaria completamente seu aspecto mais adulto para se adequar aos padrões da Disney, já que os dois primeiros filmes tiveram classificação para maiores. E parece que a atriz Zazie Beetz, a Dominó, também se preocupa com isso.

Durante uma conversa com o CineXpres, na Comic Con Porto Rico, ela comentou:

“Eu espero que a Disney, você sabe, eles têm um público alvo diferente da Fox. Então eu espero que eles continuem a honrar o público da Fox. O negócio é que eu realmente não sei”, explicou ela. “Há uma razão pela qual o Deadpool faz sucesso, é porque dialoga com um público que gosta da ‘zoeira’ da vida e não se esquiva de piadas mais pesadas e conteúdo adulto. E eu acho que isso é importante neste universo de super-heróis, sim. Há aqueles para as crianças, mas deve haver algo divertido para os adultos também. Eu gosto disso em Deadpool.”

Em resposta aos fãs, o produtor Kevin Feige já falou sobre seu amor pelo personagem, indicando que o público não precisa se preocupar com o futuro dos filmes.

“Quando fechamos o acordo, o presidente da Disney, Bob Iger, nos disse: ‘Se não estiver quebrado, não conserte’, disse Feige recentemente à Variety. ‘Não há dúvida de que ‘Deadpool’ está funcionando, então por que mudaríamos isso?’”

Parece que os fãs do Mercenário tagarela podem ficar tranquilizados, e não resta dúvida, já que os dois filmes de Deadpool’ arrecadaram 1,5 bilhão de dólares nas bilheterias mundiais. Então é claro que os responsáveis pelo futuro do personagem vão aproveitar a oportunidade, mas agora com os recursos da Marvel Studios para ajudar a melhorar o produto.

Além dos dois longas,Deadpool conta com uma versão para menores, intitulada ‘Era uma Vez um Deadpool. Por enquanto, ainda não há previsão para ‘Deadpool 3‘ e ‘X-Force‘.

 

‘Vingadores: Ultimato’: Foto dos bastidores homenageia a primeira formação do grupo

Em uma nova foto dos bastidores de ‘Vingadores: Ultimato’, os diretores Anthony e Joe Russo, forneceram uma visão nostálgica dos membros fundadores da equipe, relembrando a primeira vez juntos no MCU.

Os diretores aparecem um em cada extremidade do grupo, que veste seus uniformes vistos em ‘Os Vingadores’, dirigido por Joss Whedon, em 2012. Além disso, também é dado um lugar de honra a Tom Hiddleston, que interpreta Loki, o primeiro vilão que a equipe enfrentou nas telonas.

 

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The OG’s…

Uma publicação partilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) a

A foto foi tirada enquanto filmavam uma cena de ‘Ultimato’ que recria o clímax do primeiro filme do grupo, quando alguns personagens voltam no tempo. Todos os atores estão com figurinos idênticos aos usados em 2012, com exceção de Mark Ruffalo, que está vestido em um traje de captura de movimentos.

O único comentário que acompanha a imagem é “The OG’s…”, que significa algo como “Gangsters Originais”. Agora que os arcos de alguns dos personagens foram encerrados, é provável que esta seja uma das últimas fotos tiradas em conjunto.

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, esse é o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

EXCLUSIVO! ‘UglyDolls’: Conheça dos dubladores brasileiros da divertida animação

A animação ‘UglyDolls‘ já está em exibição nos cinemas e traz uma história inspiradora que aborda a representatividade e o valor único que cada um de nós possui, desmistificando os padrões de beleza.

Trazendo essa narrativa de maneira dinâmica e divertida, a produção conta com um grande time nacional de dubladores, que inclui Aline Wirley, João Cortes e Paula Lima.

E em um vídeo EXCLUSIVO do CinePOP, o elenco nacional de UglyDolls revela detalhes da produção e de seus personagens, além de fazer uma breve reflexão sobre a importância de enxergar a beleza para muito além dos padrões pré-determinados.

Confira:

Dirigido por Kelly Asbury (‘Shrek 2‘), os personagens do filme são baseados em uma linha de brinquedos de pelúcia.

A trama se passa em Uglyville, e gira em torno de Moxy (Clarkson), enquanto ela e os seus amigos descobrem o que significa ser diferente.

O Hulu fechou um acordo exclusivo com os produtores, e está desenvolvendo uma série baseada no filme. O serviço de streaming encomendou 26 episódios, e também comprou os direitos exclusivos do longa, que passará para o seu catálogo após a exibição nos cinemas.

Janelle Monáe, Nick Jonas, Emma Roberts, Gabriel Iglesias, Wanda Sykes, Blake Shelton, Pitbull e Leehom Wang completam o elenco.

 

‘Game of Thrones’: 10 episódios essenciais para a jornada de Bran Stark

Depois de oito temporadas de traições, assassinatos e teorias sobre quem acabaria no comando de Westeros, ‘Game of Thrones’ chegou ao fim no último domingo (19), coroando Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright). O Trono de Ferro não existe mais, mas o jovem Corvo de Três Olhos é agora o Senhor dos Seis Reinos. Se você acredita que George R.R. Martin e os roteiristas David Benioff e D.B. Weiss sabiam do desfecho da série desde o começo, então eles certamente plantaram as sementes da importância de Bran Stark bem cedo. Confira abaixo 10 episódios essenciais para a evolução do personagem:

The winter is coming’ (temporada 1, episódio 1)

Bran é nossa primeira janela para o mundo de Westeros depois de um prólogo além do Muralha. É através dos olhos de Bran que primeiro encontramos os Starks, o Rei Robert e os Lannisters. O primeiro episódio termina com Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) empurrando Bran por uma janela para manter o segredo mais bem guardado em Westeros, assim como o primeiro capítulo do livro de Martin. Da queda de Bran vem a Guerra dos Cinco Reis, a batalha contra os White Walkers e tudo mais. Tudo começa aqui.

Cripples, Bastards, and Broken Things‘ (temporada 1, episódio 4)

Este episódio marca a primeira interação significativa entre Bran Stark e Tyrion Lannister (Peter Dinklage), embora não seja a última. Tyrion, ainda sem saber que foi seu irmão quem aleijou o garoto, sente pena de Bran e lhe fornece um esquema para uma sela que permitiria que ele montasse cavalos sem o uso de suas pernas.

The Old Gods and the New’ (temporada 2, episódio 6)

Ao contrário de suas irmãs, Bran não chegou a ver seu pai decapitado, mas assiste como Theon Greyjoy (Alfie Allen), por muito tempo seu irmão substituto e protetor, brutalmente executa Sor Rodrik Cassel (Ron Donachie) para assegurar seu controle sobre Winterfell. A execução fracassada de Theon só prova que ele não está nem perto do líder Ned Stark (Sean Bean). Theon passa o resto de sua vida pagando por isso e, no final, apenas Bran é capaz de redimi-lo.

Dark Wings, Dark Words’ (temporada 3, episódio 2)

Bran escapa dos destroços de Winterfell, mas a próxima etapa de sua jornada não dá certo até a chegada de Jojen Reed (Thomas Brodie-Sangster). Este jovem prodígio é o primeiro a explicar a Bran como seus poderes de guerra funcionam e o que é o Corvo de Três Olhos.

The Children’ (temporada 4, episódio 10)

Tudo o que vem, vai. Jojen mostra a Bran o caminho para o poder, mas ele não é capaz de se concentrar. Depois de tantas dicas e lições, Bran e sua comitiva finalmente chegam à grande árvore do açougue, onde reside o Corvo de Três Olhos. Infelizmente, nem mesmo este lindo lugar está a salvo dos Caminhantes Brancos, e Jojen se sacrifica para que Bran chegue a um lugar onde possa encontrar os Filhos da Floresta e continuar seu treinamento.

Oathbreaker’ (temporada 6, episódio 3)

A estrada para Aegon Targaryen começa na Torre da Alegria. Embora Bran não saiba toda a extensão do parentesco de Jon Snow (Kit Harington), seu flashback para a última batalha da Rebelião de Robert é a primeira indicação de que nem tudo que Ned Stark disse a seus filhos era verdade. Assistir seu pai derrotar Sor Arthur Dayne (Luke Roberts) com uma punhalada nas costas e não em um duelo honroso sugere que talvez Jon também não seja o filho de Ned. Definitivamente, uma das sessões de treinamento mais produtivas com o Corvo de Três Olhos (Max von Sydow).

The Door’ (6 ª temporada, episódio 5)

Segure a porta! Ou no original “Hold the door”, uma frase que marcou a sexta temporada, revelando como  Bran alterou a vida de personagens queridos por conta de seus poderes. E ele só consegue ser o “Rei Quebrado” porque muitas pessoas morreram ao longo do caminho para mantê-lo seguro. Este é o episódio  que mais representa essa tragédia. Uma vez que Bran acidentalmente se torna vulnerável ao Rei da Noite (Vladimir Furdik), o exército de mortos-vivos entra em fúria através de seu refúgio, matando o Corvo de Três Olhos, os Filhos da Floresta, Summer, seu o lobo gigante e até Hodor (Kristian Nairn) antes que Meera Reed (Ellie Kendrick) e Bran possam escapar. O elemento de viagem no tempo faz tudo parecer ainda mais dramático.

The Dragon and the Wolf’ (temporada 7, episódio 7)

Quando Bran ele retorna a Winterfell como o novo Corvo de três olhos, ele está um pouco fora de sintonia com seus irmãos Sansa (Sophie Turner) e Arya (Maisie Williams). Mas quando todos se juntam contra o Mindinho (Aidan Gillen), Bran mostra que ainda pode contribuir para a Casa Stark. No final do episódio, ele usa seus poderes para aumentar o conhecimento de Sam (John Bradley), e juntos eles descobrem o importantíssimo segredo da paternidade de Jon Snow (kit Harington).

The Long Night” (temporada 8, episódio 3)

A Batalha de Winterfell depende do desejo do Rei da Noite de matar Bran. (Nós não sabíamos disso na época, mas o destino de Bran para restaurar Westeros da divisão provavelmente estava ligado a isso.) De uma forma muito comovente e poética, o último homem a defender Bran dos demônios de gelo é Theon, cujas ações afastaram Bran de seu lar. Em recompensa por sua valente última posição, Bran diz a Theon a única coisa que ele queria ouvir em toda a sua vida: “Você é um bom homem”.

The Iron Throne’ (temporada 8, episódio 6)

Nós não sabíamos que tudo estava seguindo para esta direção, mas talvez Bran sabia. Quando Tyrion revela seu grande plano para resolver a crise de Westeros, nomeando-o rei, Bran reage como alguém que sabia o tempo todo: “Por que você acha que eu vim até aqui?” A ideia de um governante com toda a história viva em sua mente é um conceito interessante, afinal, assim como a ideia de um rei que pode se projetar fora de seu corpo. Ele nunca montou um dragão, mas ele consegue voar, definitivamente.

Johnny Depp acusa Amber Heard de ter ‘pintado hematomas’ e diz que foi vítima de agressões

A polêmica relação entre Johnny Depp e Amber Heard vem movimentando a internet há muito tempo. O ex-casal enfrenta uma briga judicial desde 2016, quando Heard acusou o ex-marido de violência doméstica. Depp, por sua vez, a acusa de falsas denúncias e difamação. Ontem (20), o ator deu seu primeiro depoimento à justiça como parte do processo de difamação movido contra Heard.

Na ação judicial em questão, Depp cobra o valor de 50 milhões dólares pelas injúrias pessoais. De acordo com a revista People, que teve acesso aos documentos com os depoimentos do ator, ele ressalta:

“Eu neguei veementemente as alegações da Sra. Heard desde que ela as fez em maio de 2016, quando entrou na corte para obter uma ordem de restrição temporária com hematomas pintados, que testemunhas e cenas de vigilância mostram que ela não possuía todos os dias da semana anterior. Eu vou continuar a negá-los pelo resto da minha vida.”

Além de desmentir as acusações feitas por sua ex-esposa, Depp também afirma ter sido vítima de agressões por parte dela:

“Eu nunca abusei da Sra. Heard ou de qualquer outra mulher. Ela era a perpetradora e eu era a vítima. Enquanto misturava uma prescrição de anfetaminas e medicamentos sem receita médica com álcool, a Sra. Heard cometeu inúmeros atos de violência doméstica contra mim, frequentemente, na presença de uma testemunha. Alguns casos me causaram sérios danos corporais.”

Em seu depoimento, Depp conta com detalhes as agressões que sofreu:

“Ela me socou e chutou. Repetidamente jogou objetos no meu corpo e na minha cabeça,  usou garrafas pesadas, latas de refrigerante, velas acesas, controles remotos de televisão e latas de tinta, o que me feriu gravemente na época“, disse.

O ator relembra que as agressões surgiram em 2015, logo após seu casamento, e que foram motivadas por um acordo pós-nupcial, o qual ele a pediu para assinar.  Por outro lado, o advogado de Amber Heard, Eric George, negou todas as acusações e disse não passam de uma estratégia para limpar a imagem de Depp:

“A evidência neste caso é clara: Johnny Depp bateu repetidamente em Amber Heard. Estas tentativas cada vez mais desesperadas do Sr. Depp e seus facilitadores para reviver sua carreira, iniciando litígios infundados contra tantas pessoas próximas a ele (seus ex-advogados, ex-gerentes e sua ex-cônjuge) não estão enganando ninguém. À luz do importante trabalho realizado pelo movimento #TimesUp destacando as táticas que os agressores usam para continuar a traumatizar os sobreviventes, nem a comunidade criativa nem o público serão manipulados pelas teorias de conspiração.”, finalizou.

‘Game of Thrones’: George R. R. Martin elogia roteiristas da série e comenta sobre o futuro dos livros

Muito tem se falado sobre as diferenças entre os livros que inspiraram ‘Game of Thrones’ e os episódios da série. Os leitores da obra criada por George R.R. Martin criticaram a adaptação televisiva e discordaram dos rumos que os roteiristas planejaram para o programa.

Pensando nisso, Martin escreveu em seu blog um post intitulado ‘An Ending’, elogiando os roteiristas David Benioff e Dan Weiss, além de dar algumas dicas sobre como seus próximos livros serão diferentes.

Em sua publicação, o autor agradece a muitas pessoas associadas à série, incluindo:

David Benioff, Dan Weiss, Bryan Cogman e, claro, a grande equipe da HBO. Em qualquer outra emissora ‘Game of Thrones’ não teria sido o que se tornou. Na maioria delas, a série nunca teria sido feita.”

Quanto aos seus próximos livros, ele acrescentou:

“‘Os Ventos do Inverno‘ está muito atrasado, eu sei, eu sei, mas será lançado. Não vou dizer quando, tentei isso antes, só para iludir a todos e azarar a mim mesmo… Mas vou terminá-lo e depois virá ‘Um Sonho de Primavera’. Mas como tudo vai acabar? É o que eu mais ouço as pessoas perguntando. O mesmo final do série? Diferente? Bem, sim. E não. E sim. E não. E sim. E não. E sim. Eu estou trabalhando em um meio bem diferente do de David e Dan, nunca esqueça.”, acrescentou ele, referindo-se que livros e séries são universos distintos.

Martin ainda comentou sobre o prolongamento de suas futuras narrativas em comparação com dificuldade de adaptar uma livro com mais de mil páginas em uma temporada limitada a menos de dez episódios:

“Eles tinham pouco mais de seis horas para esta temporada final. Eu espero que esses dois últimos livros preencham 3000 páginas de manuscritos antes que eu termine… E se mais páginas, capítulos e cenas forem necessários, eu os adicionarei.”

Além disso, Martin observou que há muitos personagens secundários que ele introduziu ao longo dos anos e que não foram apresentados na série, mesmo assim eles têm papéis a desempenhar em seus romances:

“Se nada mais, os leitores aprenderão o que aconteceu com Jeyne Poole, Lady Stoneheart, Penny e seu porco, Skahaz Shavepate, Arianne Martell, Estrela Negra, Victarion Greyjoy, Ser Garlan, o Galante, Aegon VI, e uma miríade de outros personagens grandes e pequenos que os público da série nunca teve a chance de conhecer… Qual será o final “real”? É uma pergunta boba… Que tal isso? Vou escrever. Você vai ler. Então todos podem decidir e discutir sobre isso na internet.”

‘Capitã Marvel’: Codiretor fala sobre a possibilidade de termos uma heroína gay do MCU

Desde que ‘Capitã Marvel’ foi lançado, alguns fãs têm torcido para que ela seja revelada como a primeira super-heroína gay da Marvel nos cinemas. Agora, o codiretor do filme, Ryan Fleck, comentou se ele e Anna Boden (que também dirigiu o filme) consideraram explorar sua sexualidade…

Capitã Marvel’ não apresentou nenhum tipo de sub-trama romântica para Carol Danvers, mas com Brie Larson falando abertamente sobre a necessidade da representatividade no MCU e com os Irmãos Russo prometendo um super-herói gay, um grande número de fãs espera que Carol Danvers ocupe esse espaço.

Nada foi confirmado a esse respeito, mas durante uma entrevista para o Comic Book, Ryan Fleck respondeu se já pensou em explorar a sexualidade da personagem no filme:

“Essa era uma daquelas coisas quando estávamos na fase de escrita, e o céu era o limite. O filme poderia ser qualquer coisa, estávamos discutindo: ‘Vamos dar algum tipo de relacionamento romântico para ela?’ Não foi como se houvesse uma necessidade em insistir nessa possibilidade, eu apenas me foquei na história que estávamos contando, sabíamos que era uma história de autodescoberta e queríamos uma amizade entre ela e Maria. Para nós, não havia espaço para qualquer enredo romântico, eu sei que as pessoas tiraram suas próprias conclusões sobre isso e eu acho que parte da diversão de fazer esses filmes é que eles se tornam os filmes do público. Os fãs podem criar qualquer tipo de narrativa que quiserem fora da tela. Para nós, como contadores de histórias, é uma amizade e uma história sobre auto-descoberta.”

É claro que o cineasta foi cuidadoso ao escolher suas palavras, mas não quer dizer que a ideia esteja fora de opção.