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‘Vingadores: Ultimato’: Taylor Swift ficou desapontada por não participar do filme

Taylor Swift adora dar dicas sutis na internet sobre seus próximos projetos, por conta disso, os fãs da vencedora do Grammy tornaram-se detetives amadores, sempre tentando descobrir o que a artista planeja.

E devido ao lançamento do mais novo single de Swift no dia da estreia de ‘Vingadores: Ultimato’, contendo uma faixa intitulada ‘End Game’, alguns fãs especularam que a cantora faria uma participação especial no filme, o que não aconteceu, desapontando alguns deles.

“Bem, alguns fãs pensaram que eu faria uma ponta em ‘Vingadores: Ultimato’. O que, eu adoraria ter feito, mas não me pediram para participar. Por causa da canção ‘End Game’, que foi lançada na estreia do filme, eles [os fãs] ficaram tipo, ‘Oh meu Deus, ela vai derrotar o Thanos’. Eu deixei todo mundo pra baixo de novo.”, disse a cantora numa entrevista para o programa ‘The Ellen Show

Apesar de Swift e um pequeno número de Swifties estarem chateados por ela não estar em um dos maiores filmes de todos os tempos, nada impede que ela faça uma ponta em futuros filmes do MCU.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ já está disponível nos cinemas de todo o Brasil!

Avengers Endgame Ver2 Xlg

Robert Pattinson como o Batman em nova arte fan-made; Confira!

A Variety afirmou que Robert Pattinson (saga ‘Crepúsculo’) foi o escolhido para viver o Batman nos cinemas. Apesar da Warner ainda não ter confirmado a informação, um usuário do site Reddit divulgou uma nova imagem trazendo o ator como o Cavaleiro das Trevas.

Confira:

Fan-Made: Robert Pattinson/Batman Concept (in cowl) from r/DC_Cinematic

Ainda que não haja nenhuma confirmação sobre quem dará vida ao personagem, os fãs levaram em consideração essa possibilidade, principalmente com a divulgação de diversas fan arts.

O Deadline afirma que o acordo com Pattinson não foi finalizado, embora ele seja o pioneiro a interpretar Batman no novo filme. Hoult é considerado como o favorito do cineasta e dos executivos, mesmo que o papel possa ser de Pattinson.

Qual ator você prefere no papel?

Kevin Feige planeja mais aparições para o Hulk nos próximos filmes da Marvel

Vingadores: Ultimato’ encerrou os enredos seis membros originais dos ‘Vingadores’, embora três deles ainda permaneçam com um futuro incerto. Homem de Ferro, Viúva Negra e Capitão América provavelmente não voltarão (pelo menos em termos cronológicos), mas Thor, Gavião Arqueiro e Hulk ainda estão por perto para ajudar a salvar o mundo em novos filmes.

Para o Verdão, porém, as coisas estão muito diferentes agora. Sua vontade de esmagar está bem menor, por exemplo, além disso, seu braço esquerdo parece estar permanentemente aleijado após usar a Manopla Infinito. Ainda assim, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que poderíamos ver mais do Hulk Inteligente no MCU pelos próximos anos.

Enquanto participava de sua primeira enquete no Reddit, Feige  foi questionado por um um fã sobre uma reunião entre ele e Mark Ruffalo, que pode gerar um arco de três filmes para Bruce Banner. De acordo com Feige, algumas das ideias de Ruffalo ainda precisam ser filmadas.

“Muitos anos atrás, Mark foi a uma reunião conosco na Marvel Studios para discutir maneiras de como o Hulk poderia evoluir nos próximos filmes. Ele apresentou ideias interessantes, algumas das quais levaram ao que você viu em ‘Thor: Ragnarok’, ‘Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’… E algumas das quais ainda seriam legais de ver algum dia.”

A fusão entre a mente de Banner e a força do Hulk parecia uma maneira perfeita para concluir a história do personagem no MCU, mas ainda há muito potencial para expandi-lo na franquia.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Avengers Endgame Ver2 Xlg

Após confirmarem Robert Pattinson como o novo ‘Batman’, surge outro concorrente…

Vários sites nacionais e americanos confirmaram Robert Pattinson como o novo ‘Batman‘, mas esperamos a Warner divulgar um comunicado…

E batata… Pattinson ainda está em negociações, de acordo com o Deadline, e Nicholas Hoult (‘X-Men: Fênix Negra’) também é finalista para interpretar o Cavaleiro das Trevas.

O site afirma que o acordo com Pattinson não foi finalizado, embora ele seja o pioneiro a interpretar Batman no novo filme. Hoult é considerado como o favorito do cineasta e dos executivos, mesmo que o papel possa ser de Pattinson.

Qual ator você prefere no papel?

Site afirma que Robert Pattinson é o novo ‘Batman’

Que loucura! Após vários rumores, foi revelado que Robert Pattinson está sendo considerado para desempenhar o papel de Batman nos próximos filmes da DC.

O filme, que será escrito e dirigido por Matt Reeves, deve seguir uma versão mais jovem de Bruce Wayne,  mostrando ele perseguindo um mistério do passado! Segundo o Comic Book:

“É muito mais um ponto de vista, um conto noir do Batman”, disse Reeves. “É como se ele tivesse um fardo em seus ombros. Eu espero que seja uma história emocionante, mas também emocional. É mais como se fosse Batman em seu modo de detetive do que nós vimos nos filmes anteriores. Os quadrinhos têm uma história sobre isso. Ele supostamente é o maior detetive do mundo, e isso não é necessariamente uma parte do que os filmes têm sido, eu adoraria que fosse esse o lugar de partida para tentar resolver um crime, vai permitir que seu personagem tenha um arco para que ele possa passar por uma transformação “.

Enquanto alguns relatos indicaram que Pattinson pode não ter sido oficialmente contratado, é seguro dizer que vários sites confirmaram sua presença no filme.

O que você acha da suposta contratação?

‘Grown-ish’: Segunda metade da 2ª temporada ganha trailer; Assista!

O canal Freeform divulgou o trailer da segunda metade da 2ª temporada de ‘Grown-ish‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 5 de junho.

A segunda temporada tem registrado uma média de 0.24 na demo, e um total de 556 mil espectadores. Em comparação com o ano anterior, há uma queda de apenas 10% na audiência.

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey (Shahidi), filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

Yara Shahidi, Trevor Jackson, Francia Raisa, Emily Arlook, Jordan Buh, Chloe Bailey, Halle Bailey e Luka Sabbat estrelam.

Grown Ish Season 2 1

‘Jane the Virgin’: CW está considerando desenvolver NOVO spin-off da série

A CW tentou desenvolver um spin-off de ‘Jane the Virgin‘, intitulado ‘Jane The Novela‘, mas o piloto foi rejeitado pela emissora por não ter sido tão “inteligente e engraçado” quanto a série original.

No entanto, isso não quer dizer que a CW não considera retornar a esse universo novelesco. Em entrevista ao Deadline, o presidente da emissora, Mark Pedowitz, declarou que um novo derivado ainda pode acontecer.

“Nós somos grandes fãs da Jennie Urman e da Gina [Rodriguez], e nós apreciamos muito o que elas fizeram. Nessa situação em particular, esse spin-off não alcançou o nível que estávamos esperando. Nós conversamos com a Jennie e, se ela quiser, estamos interessados em desenvolver um novo derivado da série. É uma decisão dela.”

O último episódio de ‘Jane the Virgin‘ será exibido no dia 31 de julho.

Jane The Virgin Final Season Poster

‘Arrow’: Presidente da CW fala sobre possível retorno de Felicity Smoak na última temporada

Em uma coletiva de imprensa, o presidente da CW, Mark Pedowitz, revelou se a atriz Emily Bett Rickards irá retornar para a 8ª (e última) temporada de ‘Arrow‘.

“Emily [Bett Rickards] era incrível na série, e eu acredito que a Beth Schwartz fez um ótimo trabalho em encerrar a narrativa da Felicity. Se a Beth encontrar um jeito que faça sentido de trazê-la de volta e a Emily estiver disponível, nós iríamos amar tê-la novamente. Caso não aconteça, estou satisfeito com a forma que nos despedimos da personagem.”

Vale lembrar que a última temporada terá apenas 10 episódios.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

Arrow Season 7 Poster

‘Vingadores: Ultimato’ ultrapassa US$ 2.5 bilhões nas bilheterias mundiais

Vingadores: Ultimato‘ continua sendo um fenômeno nas bilheterias e conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 2.5 bilhões nas bilheterias mundiais – o que o coloca a menos de US$ 200 milhões para se tornar a maior bilheteria da história do cinema, ultrapassando ‘Avatar‘ (US$ 2.7B).

Com US$ 737.9 milhões arrecadados nos EUA, o longa já é a terceira maior bilheteria da história do país. No mercado internacional, o filme da Marvel acumula US$ 1.79 bilhão.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 2,531 bilhões mundialmente.

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, esse é o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

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‘(Des)Encanto’: 2ª temporada ganha cartaz e data de estreia

A Netflix divulgou o primeiro cartaz da 2ª temporada da animação adulta ‘(Des)Encanto‘ (Disenchantment). Além disso, serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 20 de setembro.

Confira a arte:

Disenchantment

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons‘), a série já está renovada para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2021.

A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.

‘Vingadores: Ultimato’: Vídeo mostra Katherine Langford nos bastidores

Katherine Langford filmou uma cena para ‘Vingadores: Ultimato‘, mas ela acabou sendo cortada do filme.

Agora, o ator Robert Downey Jr. divulgou um vídeo dos bastidores em seu Instagram que mostra a atriz brevemente, junto com outros astros e a equipe.

Assista:

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, os irmãos Russo revelaram qual seria o papel de Katherine Langford em ‘Vingadores: Ultimato‘. A atriz iria interpretar uma versão mais velha de Morgan Stark, filha do Tony e da Pepper.

A cena se passaria no interior da Joia da Alma – semelhante à cena do Thanos com a versão criança da Gamora em ‘Guerra Infinita‘ –, com Tonny encontrando a versão mais velha de sua filha. Infelizmente, a cena foi cortada por causa das reações “confusas” durante testes de exibição.

“Nós tínhamos essa ideia de que o Thanos iria para esse lugar metafísico que o Thanos foi quando ele estalou os seus dedos. E lá teria uma versão mais velha de sua filha. Não é um lugar físico e nem um memória… é como um momento de reflexão interna,” revelaram os irmãos Russo.

Eles completam, “Nós percebemos que não havia um profundo reconhecimento com a versão adulta de sua filha, então [a cena] não estava atingindo o nível emocional que estávamos buscando.”  

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Avengers Endgame Ver2 Xlg

Hellboy

(Hellboy)

 

Elenco:

David Harbour

Ian McShane

Milla Jovovich

Daniel Dae Kim

Sasha Lane

Direção: Neil Marshall

Gênero: Ação

Duração: 120 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 16 de Maio de 2019

Sinopse: 

Perto do fim da Segunda Guerra Mundial, os nazistas se mostram dispostos a lançar mão de magia negra para derrotar seus inimigos. Um ritual para evocar essas forças ocultas é interrompido pelos aliados, que encontram um garoto com aparência de demônio e mão de pedra. Esse jovem passa a ser chamado de Hellboy e é levado pelas forças aliadas. Sessenta anos depois, Hellboy está pronto para lutar e defender o bem.

Crítica | Hellboy – Terror galhofa para quem curte o herói (Nota: 5.0)

Crítica em Vídeo:

Curiosidades: 

» A nova história vê o herói se esquivando de uma feiticeira medieval (Milla Jovovich) que procura destruir a humanidade.

» Segundo o ator David Harbour, o remake será um filme de terror: “Neil Marshall é um ótimo diretor, para coisas de terror especialmente. Ele sabe como assustar e criar monstros, especialmente… na sua essência é um filme de monstros! Este será um filme de terror de monstros. Não é um filme de super-herói… mesmo tendo alguns desses elementos. Existem elementos em computação gráfica, mas também há muitos efeitos práticos. Como maquiagem bem louca. É um filme como se Frankenstein fosse atualizado para 2018”

Trailer:

Cartazes: 

Hellboy Xlg

Hellboy

Hellboy Ver5 Xlg

Hellboy 1

Hellboy2

 

Fotos: 

Hellboy 2

Marielle Heller Cinepop

Hellboy

Ron Perlman As Hellboy 1

Hellboy 5

Hellboy

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Hellboy 3

Hellboy 1

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Crítica | John Wick 3: Parabellum – John Wick começa uma guerra… e não decepciona

“Si vis pacem, para bellum”

No terceiro capítulo da saga, o universo de John Wick se expande e prova que é possível ir além dos tiros e de uma bela estética. Desde o primeiro capítulo da saga, a palavra “noir” se destaca, como uma explicação, e justificativa, para a trama do assassino aposentado que “volta ao jogo“ por um motivo, aparentemente, esdrúxulo: recuperar um carro e vingar a morte de seu cachorro. E ai de quem mexer com o cachorro de John Wick! Ao contrário de João da Neves, ele cuida de seu parceiro com uma dedicação e fidelidade, perdão o trocadilho, canina. Na eterna vingança, nunca saciada, de Charles Bronson e o, quase, inumano poderio bélico e resistência de Chuck Norris, Wick encontra paralelos para se firmar como o anti-herói (nunca gostei do termo, mas aqui, não cabe outro) que precisamos.

Pensando na estética, ele tem muito do chamado Neo-Noir: as cores escuras e profundas, os contrastes de azul e rosa ou, em contraste de sombras duras em brilhantes recortes, que deixam bem claras e definidas a luz e a escuridão. Sem esquecer o clima, sempre chuvoso da grande metrópole, intercalando excêntricos cenários que evocam o perigo – e a sujeira – da marginalidade, tanto quanto um universo secreto escondidos atrás das paredes mais insuspeitas… como a de um hotel de luxo no centro da cidade. Tem tiro, tem briga, tem mistério, tem pactos de sangue, tem juramentos (mais de um, uma verdadeira farra da troca de favores), elementos suficientes para ganhar a “pecha”, mas ainda sim, pouco define esse universo.

John Wick Cinepop

O novo capitulo, já em seu título, deixa clara as pretensões de ser maior e mais barulhento. Derivado, diretamente, do provérbio em latim “Si vis pacem, para bellum” ou “se quer paz, prepare-se pra guerra” em tradução livre.“Parabellum” define o papel de John, e o destino que ele vem desenhando desde o primeiro filme, para si: a disposição de, mesmo sozinho, mover uma batalha contra tudo e contra todos para viver a memória de seu grande amor. Soa piegas, eu sei, mas é bem Noir. Isso define bem as motivações que levam John pelo caminho que segue. Ele vive, e segue querendo viver pela memória de Helen, a mulher que perdeu.

Se a perda da cadela Daisy foi o estopim para sua vingança desmedida na primeira parte, os capítulos seguintes, foram uma sequência de provações para que ele permanecesse inteiro, e assim, a lembrança de Helen. “Parabellum” começa pouco depois do fim do segundo capítulo – na verdade, quase imediatamente – característica, inclusive, que faz todo o sentido, uma vez que esse filme parece ser uma continuação direta de eventos do anterior e assim por diante, como s capítulos de um livro. A trama aqui resgata personagens, fatos e eventos que foram importantes, direta e indiretamente, para os acontecimentos dessa narrativa. Esta é outra caraterística própria da saga de John Wick, não ser uma história fechada. E ainda deixa uma bela abertura para um futuro capitulo 4. No fim do capítulo 2, John era “excumunicado”, tendo sua cabeça colocada a prêmio para quem estiver disposto a se arriscar pela grana. E aqui, entendemos o significado disso.

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A primeira metade do filme temos John numa corrida enlouquecida para sobreviver as hordas de assassinos que tentam a sorte numa luta contra a lenda. Ele vaga por Nova Iorque tentando juntar peças para conseguir uma saída e, a cada grupo de matadores que surge, nos vemos em uma série de planos sequências que misturam artes marciais, tiros, piruetas e lances que beiram o cômico, de tão insanos. A estética de videogame reina. John Wick consegue emular melhor os videogames na tela do cinema, que o cinema consegue emular os videogames na tela grande. E é aqui que reside uma das grandes vantagens, como também, um dos grandes defeitos desse filme. É muito divertido ver John navegando de um espaço para outro, como em fases de um jogo de ação, usando diferentes armas, técnicas e artifícios locais de acordo com o cenário em que se encontra.

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A Nova Iorque, plural e cosmopolita, permite isso. Não é estranho sair de uma louca briga de facas numa loja de armas antigas e, em minutos, se lançar numa disputa de tiros em um estábulo. A brincadeira segue com John correndo para cenários ainda mais exóticos que cavam seu passado e nos mostram um personagem com cores ainda mais ricas, e uma nova miríade de personagens vão surgindo nessas novas camadas. Temos Halle Berry que entra como uma versão feminina de John (o que poderia render, nas mãos de uma Hollywood sedenta por spin offs, uma série só dela) com direito a seu próprio amor incondicional pelos amigos de quatro patas (ao melhor estilo John, disposta a começar uma guerra pelos cães dela). Ela entra com uma série de questões passadas com John que quase não chegam a ser exploradas nesse filme. Não soa tanto como uma falha, mas mais como um convite a “vamos ver mais dela no futuro”. Não duvido nem um pouco.

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Outra adição interessante é de Anjelica Huston, mais um personagem que entra e sai da trama para ajudar Wick quando ninguém mais pode (afinal, ele quebrou as regras, ninguém pode ajudar John e correr o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas). John tem meios que podem soar com uma sucessão de “Deus Ex machina” pela forma abrupta com que surgem, e se emendam, no momento em que John precisa, mas acabam se aninhando dentro da trama e abrindo possibilidades. É difícil explorar a trama de alguém que DEVE ter um passado riquíssimo, lendário (e muitas cenas com pretensão cômica deixam isso claro, com movimentos de cortesia e frases soltas de admiração, de um assassino ou outro, por John, quase como fãs de um clubinho) e certas coisas não surgem de forma bem “conveniente”.

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O importante é que John apanha. E muito. ele sangra, várias vezes, nos mesmos lugares. facas e tiros não são como raios, e pelo tanto que ele lutou, não é difícil ele já ter levado uma facada, ou tiro num lugar que já tinha um buraco ou um ferimento ainda cicatrizando. Neste capítulo, mergulhamos um pouco no passado de John, tanto pessoal como profissional, assim como nos embrenhamos um bocado nos meandros da Alta Cúpula, uma estrutura que se mostra muito mais burocrática, recheada de regras e leis internas que uma organização criminosa qualquer. Algumas conversas – das raras que o filme permite – deixariam George Lucas, e suas pretensões de discussão política na primeira trilogia de Star Wars, com inveja. A figura da Juíza (Asia Kate Dillon), a estrutura administrativa vintage, quase steampunk, do centro de informações (que parece, novamente, arrancado de algum jogo de videogame), a reverência das conversas, acordos, debates, todos pautados em honra e regras cria o contraste da violência a que seus agentes são submetidos.

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Winston quase não se movimenta em quanto as balas voam, apenas alguns metros da sala onde está. Aproveitando, Ian McShane quase não se esforça na construção de seu chefão magnânimo, com um olhar que evoca desdém, mas também uma certeza cruel que só um demônio, ou um “Deus” pode expressar. Ele nasceu para esse tipo de papel. John pode chegar sujo, sangrando, quebrado, depois de ter matado uns 50 soldados, e ainda sim, conversa com a calma e civilidade de um negociador de papéis da bolsa sobre os termos de uma trégua. Toda a trama é permeada desses contrastes que funcionam como respiros dentro de uma sequência quase ininterrupta de pancadaria. E aqui, chego em um dos problemas mais visíveis pra mim. Ação e pancadaria, por si só, não são um problema, ainda mais quando tão bem coreografadas, registradas, em cenas belamente construídas.

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O ritmo de videogame, com sequência de briga, abertura de conversa, e nova sequência de briga (sempre procurando variar o cenário, o modo, as armas e a dificuldade e, vez ou outra, apresentando um “chefão” de fase – temos fase com motos, com balé, com cavalos, num mercadinho, hotel, etc) é contínuo e funciona. Mas o excesso, em volume e em tempo, às vezes, briga com a narrativa, tornando alguns momentos enfadonhos. Mesmo apresentando novos elementos, eles pouco são desenvolvidos. Tudo gira em torno de explicar porque John é perigoso, é o melhor no faz e como ele vai sair da situação. Até os elementos de seu passado, que citei mais acima, pipocam para dar um passe livre para John seguir em frente. Algo é pincelado mas logo dá-lhe pancadaria. Um pouco de história não faria mal.

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A gente se diverte, ri de momentos de auto paródia, ou auto homenagem, como quando Keanu recita uma frase clássica de Neo em Matrix. Tem a aparente inocência, ou falta de cinismo que esperamos dos vilões malvadões, quando eles querem passar a sensação de que são “gente como gente” entre seus iguais. O momento de leveza, de piada em meio a tanta violência. Aqui, levanto a bandeira de Mark Dacascos. Ele segue como um Bruce Lee que não chegou lá. Quase. Bateu na trave. Ele e seus alunos são os donos de alguns dos momentos mais “cômicos” do filme. Ainda que Dacascos tenha certo carisma, parece não ter o carisma certo. Enfim, esse não era, realmente o ponto. John Wick entrega um filme de ação que expande sua mitologia e, como um bom livro, deixa portas abertas, e um imenso desejo de querer mais. Depois de uma guerra, o que Wick ainda pode nos apresentar?

Kardec

(Kardec)

 

Elenco:

Leonardo Medeiros

Sandra Corveloni

Genézio de Barros

Direção: Wagner de Assis

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 16 de Maio de 2019

Sinopse: 

A história do educador francês Hypolite Leon Denizard Rivail, reconhecido mais tarde como Allan Kardec. Além de tradutor e escritor, Kardec é conhecido por ter decodificado o espiritismo, uma das religiões mais praticadas no Brasil. Ele escreveu os cinco livros que compõem a Codificação da Doutrina Espírita, entre eles “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e “O Livro dos Espíritos“.

Crítica | Kardec – Biografia é uma superprodução do cinema nacional (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Com direção de Wagner de Assis, mesmo diretor de ‘Nosso Lar‘, estreia em maio o esperado ‘Kardec‘, uma produção baseada no livro “Kardec – A biografia”, de Marcel Souto Maior.

» O filme narra a trajetória de Allan Kardec, desde o período em que atuava como educador, passando pelo processo de codificação da Doutrina Espírita, até a publicação e repercussão de “O Livro dos Espíritos”.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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‘Capitã Marvel 2’ pode chegar aos cinemas em 2022

Embora ‘Capitã Marvel 2’ ainda não tenha sido anunciado oficialmente, a bilheteria do primeiro filme foi um fator suficiente para que a Marvel Studios avance com planos para a sequência. Em uma entrevista ao Entertainment Tonight, o presidente do estúdio, Kevin Feige, até deu algumas dicas sobre a próxima aventura solo de Carol Danvers.

“Bem, não sabemos o que ela fez [ao final do filme], certo? Ela só disse que estava partindo e saiu voando. Com ‘Vingadores: Ultimato’, saltamos muitos anos para o futuro. O que aconteceu naquela época, penso, é algo que seria muito divertido de explorar em algum momento.”

Mesmo que Feige não esteja oferecendo nenhuma resposta definitiva sobre a sequência, segundo um rumor, a continuação já estaria sendo planejada para estrear em maio de 2022. Sabemos que há um filme agendado para esta data, mas por enquanto, ainda não foi revelado qual, então considere como um rumor. No entanto, ‘Capitã Marvel 2’ parece uma boa aposta.

Lembrando que, segundo uma reportagem do site The Hollywood ReporterBrie Larson, que dá vida à Capitã Marvel no Universo Cinemático Marvel, assinou contrato com os estúdios para sete longas-metragens.

A atriz havia negado que havia fechado acordo para todas essas produções, mas aparentemente os rumores eram verdadeiros, ainda mais considerando que essa não é a primeira vez que a informação insurge no meio cinematográfico.

Larson apareceu como Capitã Marvel em seu filme-solo e, pouco tempo depois, reaparecendo em ‘Vingadores: Ultimato’, ambos lançados neste ano. Larson também é uma das grandes porta-vozes defendendo a aparição de personagens LGBTQI+ no panteão de super-heróis.

Nenhuma outra informação foi revelada.

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Crítica | Hellboy – Terror galhofa para quem curte o herói

Quinze anos se passaram desde o primeiro ‘Hellboy’, dirigido por Guillermo Del Toro, com Ron Perlman (o Clay Morrow, de ‘Sons of Anarchy’) no papel principal. Os fãs dos quadrinhos, à época, recepcionaram muito bem o super-herói com aparência do demonho, e, desde o lançamento da continuação, em 2008, os fãs ficaram cobrando novos filmes da franquia. Agora, onze anos desde o último longa, chega aos cinemas um novo ‘Hellboy’.

A nova versão do herói-demonho traz David Harbour (mais conhecido como o policial bonzinho de ‘Stranger Things’, em uma atuação convincente) no papel principal, numa versão mais impaciente de Hellboy. A história se aproxima mais da proposta das HQs criadas por Mike Mignola, porém, volta ao início de tudo, deixando de lado as duas produções de Del Toro e recomeçando uma nova linha narrativa, dando um porquê às origens do personagem e indo mais além.

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Porém, a direção de Neil Marshall é ansiosa e o resultado é uma chuva de informação que o espectador não consegue absorver no todo. Vemos uma colcha recortada e recosturada de cenas que, de tão rápidas montadas no longa, ficamos sem entender o que aconteceu, ou por quê. A sensação é que Neil entrou com tanta vontade no projeto, que resolveu contar o compêndio de dez HQs em menos de 2 horas de projeção. Como se fosse o projeto piloto de uma série. Se esse fosse o caso, ficaríamos todos animadíssimos, ansiosos pelo melhor desenvolvimento do que vimos, porém, como é um filme, ficamos com a sensação de que nada é aprofundado na trama, e todos os elementos entram e saem de cena apenas para constar, em caso de necessidade no futuro.

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Os fãs do vermelhão, entretanto, irão se divertir. Recheado de elementos e cenas do melhor terror galhofa, que pinga sangue para todos os lados, com direito a dividir pessoas pela metade em close na câmera e um certo beijo beeeeem nojento. Sem contar a participação de Milla Jovovich, ressuscitada da franquia ‘Resident Evil‘, interpretando sofrivelmente Nimue, a Rainha de Sangue, vilã da trama.

Com alguns diálogos bem clichês e opções de roteiro por não explicar coisas que ele mesmo lança na história, quem for assistir a este novo ‘Hellboy’ nos cinemas poderá rir e sentir nojinho, tomar algum susto e se divertir com as resmunguices do herói-demonho. Mas, definitivamente, vai sair da sala de cinema precisando de mais história do Hellboy.

O Sol Também é uma Estrela

(The Sun Is Also a Star)

 

Elenco:

Yara Shahidi
Jake Choi
Gbenga Akinnagbe
Cathy Shim
Anais Lee

 

Direção: Ry Russo-Young

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 4 milhões

Estreia: 16 de Maio de 2019

Sinopse: 

Natasha é uma jovem pragmática que não acredita em destino, apenas em fatos explicados pela ciência. Em menos de doze horas, sua família será deportada para a Jamaica, mas, antes que isso aconteça, ela conhece Daniel e se apaixona subitamente, colocando todas as suas convicções em cheque.

Crítica | O Sol Também é Uma Estrela – Representatividade é o forte do romance (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Nicola Yoon;

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Cartazes: 

O Sol Também É Uma Estrela Poster

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O Sol Também é Uma Estrela1

O Sol Também é Uma Estrela2

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A Quarta Parede

(A Quarta Parede)

 

Elenco:

Tutty Mendes
Lucila Miranda Araújo

Direção: 
Hudson Senna

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Elo Company

Orçamento: US$ —

Estreia: 16 de Maio de 2019

Sinopse: 

Ao ficar de fora de uma montagem de Entre Quatro Paredes, de Jean Paul Sartre, Teo decide fazer sua própria performance artística, a fim de provar que o inferno são os outros, máxima da obra de Sartre. Para tal, o rapaz enxerga nas redes sociais, uma ferramenta poderosa para manipular todo o grupo. Quando um dos integrantes da companhia comete suicídio, Teo percebe que seu plano fugira de seu controle.

Curiosidades: 

Dirigido por Gilles de Maistre, o longa demorou três anos para ser filmado, pois o diretor precisou cultivar uma amizade real entre a protagonista Daniah De Villiers e o leão Thor.

Trailer:

Cartazes: 

Quartaparede 1

Quartaparede 2

Fotos: 

Crítica | Kardec – Biografia é uma superprodução do cinema nacional

Contra Tudo e Contra Todos

Fugindo do radar das comédias populares, uma seara de novas produções nacionais tem apostado nas biografias, sejam elas de figuras da música ou não, como material fonte de suas obras. E o melhor é que o público tem respondido, deixando o saldo muito positivo.

O mais recente tópico usado como mote é a vida do lendário Allan Kardec, fundador da doutrina espírita, que chega aos cinemas do país nesta quinta-feira na forma de uma superprodução brasileira. E sim, Kardec, o filme, tem todos os atributos de um longa fictício imponente: fotografia, direção de arte, figurinos e locações, todos cuidadíssimos (filmado parcialmente em Paris), além do uso de efeitos visuais eficientes.

O que chama atenção logo de cara no drama é a recriação de época. Somos transportados para a França de 1800, de forma indefectível. Kardec relata um período histórico, refletindo costumes sociais de uma época, que se tornam por si só uma experiência atrativa para os estudiosos e entusiastas do tema, independente de crenças e religiões.

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Obviamente, Kardec é impulsionando como ‘filme religioso’, um filão cada vez mais pulsante ao redor do mundo. E aqui temos como figura central a imagem de um homem responsável pela fé e espiritualidade de milhões de pessoas pelo planeta. E quem sabe através de outros planetas e planos. Allan Kardec, independente de qualquer outro fator, é uma personalidade icônica, e retratá-lo da forma correta era imprescindível.

Baseado no livro de Marcel Souto Maior, quem comanda o espetáculo é o cineasta Wagner de Assis, acostumado a lidar com personalidades maiores que a vida, sejam elas rainhas do entretenimento como Xuxa Meneghel (a quem dirigiu em alguns filmes) ou espíritos em uma jornada transcendental para o outro lado. Mas sim, como afirmou o próprio diretor, o segredo está em humanizar tais figuras, as descendo do pedestal e apresentando todas as suas falhas, inseguranças e frustrações.

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Vivido por Leonardo Medeiros, León Rivail é um professor colegial, que pede demissão ao não concordar com a obrigação do catolicismo como matéria curricular e a interferência de padres como autoridades num tradicional colégio francês. E daí são traçados fortes paralelos atuais com pautas ainda muito discutidas por aqui, como a escola laica, por exemplo. Cético, o protagonista desdenha da ‘febre’ do momento: invocações espíritas por toda a cidade, resultando nas infames mesas giratórias voadoras.

Até que o fenômeno literalmente o atinge na cabeça e o contato com pessoas próximas faz o homem erudito aos poucos, através de suas intensas pesquisas, se tornar uma sumidade no campo espiritual. Mas a trajetória será turbulenta e a provação ocorre já de início. O roteiro do multifuncional L.G. Bayão (um dos grandes nomes na indústria nacional, tendo escrito textos tão distintos quanto os de Ponte Aérea, Shaolin do Sertão, Motorrad e O Doutrinador) é a liga certa, ao construir a jornada do questionador que se vê dono das respostas; o homem comum que encara a fúria do povo de peito aberto, rebatendo ‘fake news’ do século retrasado.

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Além de Medeiros, o elenco principal conta com a presença de peso de Sandra Corveloni, atriz honrada com o prêmio em Cannes (por Linha de Passe, 2008), trazendo relevância para o papel da ‘mulher’, a esposa do protagonista. Muitos momentos chave no longa surgem da interação da dupla. No entanto, causa certo estranhamento a opção por performances quase teatrais, com diálogos coreografados e fisicalidade demasiadamente ensaiadas. Detalhes que não diminuem o resultado, planejado de forma minuciosa pela equipe.

Kardec tem o coração e a alma no lugar certo, e garante com honestidade um discurso altruísta e amoroso, muito necessário – cada vez mais – atualmente. A venda fácil é logo deixada para trás em nome de seus muitos predicados, certos de assimilar o grande público de forma geral, para além de seu alvo (os já ‘convertidos’). A energia é tão positiva que nem mesmo a falta de inovação ou frescor ao tratar o material (bem conservador e antiquado em sua narrativa) se mostram empecilho para o misto de entretenimento e mensagem edificante.

Heim? ‘Jogos Mortais’ vai ganhar reboot com Chris Rock

A popular franquia de terror ‘Jogos Mortais‘ vai ganhar um novo reboot e vai trazer à frente de seu roteiro um nome bem peculiar. O astro de comédia e stand up, Chris Rock, desenvolveu uma nova história dentro do universo da saga, que ganhou o sinal verdade da Lionsgate e da Twisted Production, que se aliaram ao ator para o novo projeto.

O anúncio oficial foi feito por ambos os estúdios, que ainda revelaram que o novo longa já possui data de estreia, chegando aos cinemas em 23 de outubro de 2020.

O reboot, que também está sendo tratado como uma espécie de derivado da franquia, será produzido por Mark Burg e Oren Koules, a mesma dupla de produtores que trabalhou nos longas originais de ‘Jogos Mortais‘. O terror também traz um velho conhecido da saga na direção, com Darren Lynn Bousman assumindo o comando do projeto. Ele é o responsável por ‘Jogos Mortais 2‘, ‘Jogos Mortais 3‘ e ‘Jogos Mortais 4‘.

O roteiro é baseado em uma história concebida por Chris Rock e escrita por Pete Goldfinger e Josh Stolberg. James Wan e Leigh Whannell – a dupla por trás do roteiro e da direção do original de 2004 – assumem os papéis de produtores executivos, junto a outro veterano de ‘Jogos Mortais‘, Daniel Heffner.

Em um comunicado oficial, Rock comentou sobre a oportunidade de ver sua história ganhando vida e trazendo a franquia de volta às telonas:

“Eu tenho sido um fã de ‘Jogos Mortais‘ desde o primeiro filme, em 2004. Estou animado com a oportunidade de levar isso a um novo lugar realmente intenso e perturbador”.

O presidente da Lionsgate, Joe Drake, também comentou sobre a nova abordagem de ‘Jogos Mortais‘, sob a perspectiva criativa do comediante:

“Quando Chris Rock veio até nós e nos descreveu em detalhes arrepiantes sua fantástica visão, que re-imagina e cria um spin-off do mundo do notório assassino Jigsaw, nós todos compramos a ideia. Esse novo filme ainda será tão perturbador e intenso como todos os outros ‘Jogos Mortais‘. Chris concebeu essa ideia e ela será completamente referencial ao legado do material, à medida que revigora a marca essa perspicaz e criativa visão e paixão por essa clássica franquia de terror”.