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‘Olhe para o mundo agora, não está mais pacífico?’, diz Thanos em comercial de ‘Vingadores: Ultimato’

Vingadores: Ultimato‘ teve um novo comercial divulgado, que traz Thanos perguntando:

“Olhe para o mundo agora, não está mais pacífico?”

Assista:

Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

Karen Gillan diz que ‘Vingadores: Ultimato’ é o melhor filme de super-heróis já feito

Karen Gillan, que dá vida a Nebula no Universo Cinemático Marvel e estará na épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’, acredita que o longa-metragem será um novo estandarte para os filmes de super-heróis.

Em entrevista ao site Toronto Sun, a atriz disse que ‘Ultimato’ será “o melhor filme de super-heróis já feito”.

“Mesmo que você nunca tenha visto esses personagens antes, não importa. Você ainda poderá mergulhar na história e terá uma experiência maravilhosa”, Gillan acrescentou.

Para respaldar os comentários, Robert Downey Jr., em uma recente entrevista, declarou que “os últimos oito minutos do filme talvez sejam os melhores oito minutos de toda a história dos Vingadores, porque todos estão envolvidos”.


Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

Nova foto de ‘Mulher-Maravilha 1984’ pode ter confirmado cena na [SPOILER]

Uma foto recente compartilhada por Gal Gadot pode ter confirmado uma cena de ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

O usuário do Instagram “vanzekin018” observou que o set apresentado na foto de Gal Gadot lembra muito o chão e a decoração da Casa Branca, potencialmente confirmando que a Mulher-Maravilha visitará a residência oficial e o local de trabalho do presidente dos Estados Unidos. Você pode conferir o post abaixo para comparar as fotos da Casa Branca real e a do set de ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Além de exibir as primeiras cenas de ‘It – Capítulo 2, o painel da Warner na CinemaCon contou com a apresentação de cenas dos próximos filmes da DC Films.

O estúdio mostrou um vídeo dos bastidores com cenas inéditas de ‘Aves de Rapina e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina‘, além das primeiras cenas de ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Aves de Rapina e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina

As cenas mostram as personagens com suas armas, e temos a Arlequina em destaque com vários looks diferentes, incluindo uma cena em que ela está vestida de Marilyn Monroe cercada de homens. No começo do filme, ela não fará parte das Aves de Rapina. Vemos algumas cenas de ação sendo filmadas, e temos entrevistas com o elenco e com a diretora. Os bastidores parecem ser bastante alto astral, e as cenas empolgaram a plateia.

Mulher-Maravilha 1984

Estamos no ano de 1984 e vemos Diana em Washington DC com um belo vestido branco, andando de braço dado com Steve Trevor (Chris Pine) – em clima de romance. Não é explicado como ele voltou. Eles  dois caminham pelos monumentos em Washington.

Logo depois, vemos a cena do shopping em que a heroína luta contra dois vilões na praça de alimentação, usa o laço da verdade para prendê-los e pula de uma sacada.

Vemos as primeiras cenas de Mulher-Leopardo, vivida por Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) , que se torna uma inimigo da Mulher-Maravilha. Inicialmente elas são colegas, mas algo acontece e a vilã adquire super poderes.

“Diana agora conhece todos os seus poderes. Esta é uma história sobre a qual estamos muito animados. Não é uma sequência, e sim um nova aventura”, revelou Patty Jenkins.

Patty Jenkins já finalizou as filmagens de ‘Mulher-Maravilha 1984′, filme que a tornou a diretora mais bem paga de Hollywood,.

Wiig viverá a vilã Mulher-Leopardo:

“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Mulher-Maravilha 1984′ teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020. Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

 

EXCLUSIVO: Autora explica que ‘After’ NÃO É uma fanfic do One Direction

O best-seller ‘After’ virou um fenômeno no Brasil e temos uma das maiores bases de fãs do mundo, que se revoltam quando alguém diz que ‘After’ é baseado em uma fanfic do One Direction. E eles estão certíssimo, não é!

Na entrevista abaixo, a autora Anna Todd se diz muito grata pela base de fãs da fanfic, mas explica a diferença.

Apesar de ter fracassado em sua estreia nos EUA, com uma arrecadação de apenas US$ 6.2 milhões, o filme ganhou força no mercado internacional.

Com uma arrecadação internacional de US$ 12.2 milhões, o longa conseguiu dobrar seus números de estreia nos EUA. Considerando o seu orçamento de apenas US$ 14 milhões, esse é um começo bem mais promissor para a produção.

Ao total, contando com a segunda-feira, ‘After‘ já acumula mais de US$ 20 milhões mundialmente.

Dirigido por Jenny Gage, o longa é baseado em uma fanfic de sucesso, escrita por Anna Todd.

A trama acompanha Tessa Young (Langford), uma estudante dedicada, filha obediente e namorada fiel, em seu primeiro semestre na faculdade. Cheia de grandes ambições para seu futuro, seu mundo protegido se transforma quando ela conhece o misterioso Hardin Scott (Tiffin), um encantador e rebelde garoto que a leva a questionar tudo o que ela pensava que sabia sobre si mesma e sobre o que ela quer para sua vida.

O elenco conta com Josephine Langford, Hero Fiennes Tiffin, Selma Blair, Jennifer Beals, Meadow Williams, Peter Gallagher e Pia Mia.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | O Gênio e o Louco – Filme marca encontro de titãs entre Mel Gibson e Sean Penn

O Médico e o Monstro

“Um de nós é um gênio e o outro é louco. Mas quem é quem?”. Em um dos diálogos mais interessantes do drama de época O Gênio e o Louco, os astros Mel Gibson e Sean Penn transcendem seus personagens, criando um forte elemento metalinguístico que exala da cena. É precisa conhecer o histórico destas duas lendárias figuras de Hollywood para assimilar todo o significado do momento.

De fato, as carreiras e vidas pessoais, a genialidade e a loucura de Mel Gibson, 63 anos, e Sean Penn, 58 anos, se entrelaçam e se espelham – assim como seus personagens em tela. Donos de carreiras proeminentes e muitos prêmios – dois Oscar cada -, a certa altura ambos estiveram sentados no topo do mundo (leia-se no mais alto estágio da cadeia alimentar de Hollywood), migrando inclusive da frente das telas para se tornarem cineastas de mão cheia. Os dois também viram, algumas vezes, seus castelos de cartas desmoronarem devido a suas vidas íntimas conturbadas.

Na trama, baseada no livro de Simon Winchester, Sean Penn interpreta o Dr. William Chester Minor, médico brilhante que sofre de esquizofrenia e paranoia. Na cena de abertura, o vemos perseguir com sua arma um sujeito, que segundo ele, o vem ameaçando constantemente. Depois de matar o homem, percebe que sequer era seu verdadeiro alvo – que nunca existiu realmente. Condenado, ele cumpre pena no Hospício para Lunáticos Criminosos de Broadmoor, onde uma equipe médica liderada pelo Doutor Brayne (Stephen Dillane) faz de tudo para reverter seu quadro de insanidade – ainda mais quando o sujeito demonstra lucidez, sensatez e domínio sobre seu intelecto avançado por diversas situações.

Somos apresentados também ao Professor James Murray (Mel Gibson), que em uma narrativa paralela, depois de muito esforço para se mostrar à altura do desafio perante uma bancada de eruditos, conquista a liderança na tarefa de formular o dicionário mais completo da época: o dicionário da língua inglesa de Oxford. Para isso, ele terá que reunir todas as palavras – até mesmo as que já não são usadas há décadas – e seus significados, num único livro. Tarefa esta que poderia levar uma eternidade, mas que, segundo garante o mesmo, tomará menos de uma década – desde que tenha a ajuda necessária. O destino dos dois acidentalmente se cruza quando, de dentro do seu cárcere, Minor se depara com tal informação, entra em contato e começa a ser o maior colaborador do projeto.

Um dos fatores mais entusiasmantes de O Gênio e o Louco é perceber o quão dispostos e entregues ao projeto estão estes astros veteranos. Este não é um filme no qual atores de certa magnitude se encontram ligados no automático. Muito pelo contrário, suas performances soam no nível de seus melhores trabalhos. Em especial Penn mergulha de cabeça numa atuação tão intensa como as melhores que já desempenhou. O ator se abre e reflete fragilidade, força e demência com o equilíbrio perfeito, que só alguém de seu calibre consegue entregar. Penn ainda topa papéis desafiadores aos quase 60 anos, e os exibe de forma corajosa. É para olharmos e tirarmos o chapéu.

O elenco de apoio não deixa por menos, e vale destacar Eddie Marsan na pele do carcereiro Muncie, um dos mais humanos que o cinema já viu. Outra que precisa ser enaltecida dentre os coadjuvantes é a jovem Natalie Dormer. Vinda de séries de TV (como Tudors e Game of Thrones), a atriz ainda não havia tido chance de demonstrar grande parte de seu alcance dramático – é seguro dizer que aqui, Dormer dá um grande passo em sua carreira, segurando as rédeas ao lado de monstros intimidadores como Penn e Gibson.

O roteiro conta com a assinatura do cineasta veterano John Boorman (Amargo Pesadelo e Excalibur) – o que faz de O Gênio e o Louco um filme com ares de clássico – e do próprio diretor do longa, o iraniano Farhad Safinia, colaborador de Gibson em Apocalypto (2006), no qual assinou roteiro e produção.

Mantendo a estigma de “garotos problema”, o lançamento de O Gênio e o Louco não está sendo suave. Gibson, dono dos direitos do livro ‘The Surgeon of Crowthorne‘ desde 1999, processou a produtora do filme Voltage Pictures, que devido a problemas orçamentários precisou cortar filmagens na verdadeira Oxford, Inglaterra. Gibson deixou a produção, ao lado do diretor Safinia (que foi substituído por Todd Komarnicki, terceiro roteirista do longa), perdeu a briga judicial e se recusou a promover o lançamento. O resultado, no entanto, é um drama humano e emotivo acima da média.

Crítica | A Maldição da Chorona – Cheio de Jumpscares, terror de James Wan assusta e diverte

James Wan se tornou um dos principais mestres do terror da atualidade, seja na direção ou na produção de filmes que se tornam sucesso instantâneos. Após dirigir ‘Jogos Mortais‘ e ‘Sobrenatural‘, ele se fixou como um dos diretores mais disputados de Hollywood ao realizar o sensacional ‘Invocação do Mal‘ e iniciar um Universo Compartilhado extremamente lucrativo que se tornou um fenômeno nas bilheterias.

Ocupado com o Universo da DC após realizar ‘Aquaman‘, que arrecadou US$ 1 bilhão nas bilheterias, Wan continuou no comando de seu Conjuring Universe apenas como produtor.

Após o sucesso comercial de ‘A Freira‘, que arrecadou US$ 366 milhões nas bilheterias, chega aos cinemas o novo rebento da franquia, intitulado  ‘A Maldição da Chorona‘ (‘The Curse of La Llorona‘).

Não, não é um filme sobre a Chiquinha do ‘Chaves‘. Se você não conhece a Chorona, não se preocupe. Muito conhecida no México, a Lenda Urbana nunca teve força no Brasil. Trata-se de uma entidade sobrenatural que se assemelha ao nosso Bicho-Papão.

Os testemunhos contam que, quando as famílias se recolhiam em seus lares após o cair da noite, eram despertados no meio da madrugada por um choro agoniado e profundo, que aparentemente seria de uma mulher. Daí então ela começou a ser chamada de ‘A Chorona’, uma mulher que assassinou os dois filhos para se vingar do marido e continua vagando em busca de crianças para levar com ela e amenizar sua dor.

Aproveitando a popularidade da entidade, os roteiristas Mikky Daughtry e Tobias Iaconis desenvolveram um filme de terror que acompanha a jovem assistente social Anna (Linda Cardelini), que precisa cuidar dois dois filhos sozinha após a morte do marido. Após se envolver com um caso de abuso infantil, ela acaba atraindo a fúria da Chorona e contará com a ajuda de um Curandeiro (Raymond Cruz) para salvar seus filhos da poderosa entidade.

O grande acerto do filme está em seu elenco. Linda Cardelini, que interpretou a Velma de ‘Scooby-Doo‘, entrega uma atuação bastante sóbria e série que contrasta com o humor de Reymond Cruz (‘Breaking Bad‘), que interpreta um Curandeiro expulso da Igreja Católica. Porém, o grande destaque vai para os filhos da protagonista (vividos por Jaynee-Lynne Kinchen e Roman Christou), que demonstram um grande talento para filmes de terror e são responsáveis pelas melhores cenas do filme.

A direção de Michael Chaves, que comandará ‘Invocação do Mal 3‘, não tem o brilhantismo de James Wan mas é bastante competente ao entregar sustos para a audiência, mesmo que abusando para os velhos clichês do gênero.

Essa nova produção de Wan se assemelha ao recente ‘A Freira‘, um filme que assusta e diverte ao mesmo tempo. Repleto de Jumpscares que vão fazer você pular da cadeira, o filme é diversão garantida e serve o seu proposito de entreter sem grandes ambições. Se você gosta de tomar sustos, ‘A Maldição da Chorona‘ é um prato cheio.

 

Marvel divulga várias imagens de ‘Vingadores: Ultimato’

A Marvel Studios divulgou várias imagens de ‘Vingadores: Ultimato’, mas quase todas são frames dos trailers e vídeos divulgados.

Confira:

O estúdio está acostumado a manipular as cenas dos trailers dos filmes da franquia ‘Os Vingadores’ e incluir cenas que sequer estão no corte final, como o Hulk na batalha de Wakanda em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

E segundo os diretores Joe e Anthony Russo, os trailers de ‘Vingadores: Ultimato’ podem não ter sequer um frame verdadeiro.

“Pode ser que todas as cenas do trailer sejam falsas. Talvez não haja um único frame verdadeiro naqueles trailers,” disse Anthony Russo.

Você acha que as cenas estarão no filme?

Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

Crítica | A Maldição da Chorona – Novo terror da franquia ‘Invocação do Mal’

O editor-chefe Renato Marafon traz, em primeira mão, a crítica em vídeo do terror ‘A Maldição da Chorona‘ (‘The Curse of La Llorona‘) – novo filme da franquia ‘Invocação do Mal‘.

Assista a crítica:

La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações. Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor. Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes. Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças. Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona.

O elenco inclui Jaynee-Lynne KinchenRaymond CruzLinda Cardellini, Sean Patrick Thomas e Patricia Velasquez.

‘A Maldição da Chorona‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Crítica | Amor Até as Cinzas – Uma relação de lealdade, poder e humilhação

Em três atos, Amor até as Cinzas (Jiang hu er nv) conta a história do casal Qiao (Tao Zhao) e Bin (Fan Liao) na China da virada do século XXI até o dias atuais. Com elegância e atitude, Qiao é a namorada do pequeno gângster Bin, que dentro do seu ambiente possui poder e leais seguidores. Ao lado dele, Qiao encontra vivacidade em oposição a sua miséria na vila em que mora com o pai.

Na primeira etapa, o casal lida com um conflito com uma gangue local que tenta desarmar o poder que Bin exerce na região. Com caprichadas tomadas, Zhangke Jia encena com perfeição as ameaças e o ataque trágico dos seus rivais, sendo este um dos ápices do filme. Com violência e morosidade, sob a cor vermelha, a cena se desenvolve até Qiao salvar o amante dando um tiro para alto e tomar a culpa pela posse de arma.

As cores são um dos elementos de maior composição do filme, acompanhando as sensações do personagens, tal como a do espectador. As paredes azuis da prisão, por exemplo, exalam letargia e modéstia, confrontando o tempo de confinamento de Qiao e o conhecimento de que Bin está livre do lado de fora. Outro elemento de arranjo são as músicas, do pop norte-americano às baladas melancólicas chinesas, mais do que uma trilha sonora as canções também atuam nas cenas.

Os tons quentes e pálidos do amarelo, bege e laranja estão presentes no segundo ato da narrativa, quando Qiao reassume a sua liberdade e vai em busca do namorado em outra cidade. Sendo a parte do filme mais esfuziante e afrontosa ao mesmo tempo, pois mescla sagacidade e frustração. Enquanto a ex-detenta assume sua lealdade e amor a Bin, ele se recusa a encontrá-la e revela um relacionamento com outra mulher.

Dirigida pelo seu marido, a atriz Tao Zhao compartilha a dor da sua personagem de forma sincera e afetuosa. O reencontro entre o casal, após cinco anos, é um pesaroso diálogo de dor, decepção e lamento, sem um entendimento positivo. O percurso de Qiao para abandonar os seus sentimentos e seguir a sua vida para trás é bastante simbólico e perfeitamente confeccionado, tanto que o filme poderia acabar ali e deixar as reticências para o público.

Por outro lado, Zhangke Jia – também roteirista – decide seguir sua narrativa com um salto temporal e mais um reencontro. Após sofrer um derrame, Bin não consegue se locomover sozinho e é enviado para sua cidade natal. Quem o acolhe é exatamente a mulher que o salvou, foi abandonada e, agora, ainda o respeita. Assim, Bin é reintegrado aos personagens do início filme, seus irmãos, aqueles que o apoiavam em qualquer situação.

Os tons mais escuros marcam presença nesta etapa. A batalhadora mulher se pergunta porque Bin voltou, já o convalescido homem busca entender porque Qiao nunca casou-se. Ela o ajuda a melhorar seus movimentos, o leva em médicos e cuida das suas necessidades, enquanto Bin sente-se cada vez mais humilhado e não consegue aceitar as atuais circunstâncias.

A última parte é pesarosa, como uma sobra de comida amarga em mundo que não pertence mais àquelas pessoas. Com a chegada da era moderna, a última cena – da mulher encostada na parede através da câmera de segurança – é o retrato da sensibilidade que Amor Até as Cinzas transmite. Buscando compor uma épica história de amor, Zhangke Jia acertou na solidão em todas as etapas.  

Crítica | O Mau Exemplo de Cameron Post – Fraca discussão sobre o autoritarismo teocêntrico

Vencedor do Grande Prêmio do Júri do Festival de Sundance, O Mau Exemplo de Cameron Post (The Miseducation of Cameron Post) nos remete a um retiro espiritual, o qual o indivíduo se integra para abandonar o caminho mundano e restaurar-se. Adaptado e dirigido por Desiree Akhavan (Appropriate Behavior), a obra chama atenção pela sua temática de intolerância sexual e o embate entre a religião e as escolhas individuais ainda na adolescência.

As primeiras cenas mostram Ruth (Kerry Butler) arrumando a sobrinha Cameron (Chloë Grace Moretz) para o baile de formatura, enquanto a jovem demonstra o seu desconforto pela maquiagem, vestido e sapatos. Logo em seguida, ela e sua melhor amiga Coley (Quinn Shephard) fogem da festa para fumar um baseado no carro. A atração entre as duas domina o ambiente e, em uma bela sequência, as duas beijam apaixonadamente e se tocam. Seria um desfecho perfeito para o baile de formatura, não fosse o flagra do namorado de Cameron, provocando uma cena perturbadora e desconfortante.

Com mais de 50 títulos no currículo, apesar dos seus 21 anos, Chloë Grace Moretz (Kick-Ass, Se Eu Ficar, Deixe-me Entrar) encara o seu papel mais dramático e maduro. O filme segue a sua escalada de emoções, diante do seu caminho de aceitação, rebeldia e revolta contra o sistema. Após o incidente, Ruth envia Cameron para uma instituição designada a curar jovens que sentem atração pelo mesmo sexo, de acordo com os princípios cristãos. Sem opção, Cameron se resigna a morar no local e a seguir a cartilha.

A partir da ideia dos irmãos líderes Dra. Lydia Marsh (Jennifer Ehle) e Reverendo Rick (John Gallagher Jr.), a instituição baseia-se na conversão de Rick em hétero e promete o mesmo caminho aos jovens enviados para lá. Primeiramente, os adolescentes devem aceitar que pecaram e que, somente por meio da graça divina, eles serão livres da sua pulsão sexual maligna.

O Mau Exemplo de Cameron Post é uma obra de discursos passivos, afinal são adolescentes se autodescobrindo e ainda sem coragem de afirmar os seus sentimentos. Desse modo, o roteiro não expõe confrontos, mas mostra um autoritarismo estapafúrdio em pequenas instâncias. Em contraponto, a obra evidência os desejos reais dos adolescentes por meio de seus sonhos e os seus envolvimentos.

Entre os internos, Cameron acha conforto na presença de Jane (Sasha Lane) e Adam (Forrest Goodluck), com histórias diferentes, mas a mesma falta de apoio familiar. Como Jane mesmo diz: “O que é pior? Sessões de karaokê ou morar nas ruas?”. Ela foi “expulsa” de casa pelo novo padrasto, já Adam é rejeitado pelo pai indígena e político, que em suas palavras “ter um filho como ele poderia sujar sua imagem”. Assim como os outros jovens, eles foram renegados pela família e este seria o sentimento mais profundo a ser trabalhado pela psicóloga, mas não é.

As cenas entre os três novos amigos são a alavanca que impulsiona o filme, pois nestes momentos o teatro se desfaz, os diálogos fluem mais realisticamente e coloca-se o tema central em discussão, mesmo que de forma jocosa e combalida pela percepção dos adolescentes. Ou seja, ao invés de exercerem a aceitação do próximo, lhes é pedido que não aceitem a si mesmos. As sessões de terapias são vazias de emoção, explicações ou auxílio psicológico, porque todo mundo está atuando (principalmente os líderes).

O único método apresentado no filme é uma metáfora do iceberg, em que todos os internos devem escrever em sua parte escondida na água os motivos que podem ter desencadeado o seu desvio de comportamento. Neste jogo de inverdades, tudo é válido, como relacionamentos com os pais, gosto por esportes, música, etc. . Logo, Cameron percebe que para viver, ela só precisa seguir algumas regras até o dia da sua liberdade, no entanto, alguns obstáculos surgem nesta trajetória

O filme apresenta três pontos-chave no enredo, que dissolvem o marasmo da narrativa arrastada. Um deles é quando Cameron recebe uma carta da sua amiga Coley e admite sentir culpa pelo acontecimento, enquanto Jane busca dissuadi-la desse engodo picando aquelas palavras de comiseração em pedaços. Abalada pela perspectiva futura, Cameron telefona para Ruth e pede para retornar à casa, mas a tia apenas a faz relembrar que quem a colocou naquele lugar, não a ajudará a sair.

Outro momento, e o mais intenso de todo o longa, é quando finalmente um dos internos, Mark (Owen Campbell), mostra sua indignação e revolta ao receber uma carta do pai não permitindo seu retorno à casa, com a justificativa de que o garoto ainda possui um jeito afeminado. Sem saber lidar com as emoções do interno, Dra. Lydia Marsh apenas o repreende, o que gera uma bola de neve.

Com um tema sensível nas mãos, Desiree Akhavan aponta um erro, mas não busca investigá-lo. Ou seja,  O Mau Exemplo de Cameron Post deixa a discussão no plano superficial, os personagens sem vida e um recorte do mundo dentro de regime totalitário teocêntrico, o qual Deus seria a resposta para tudo mesmo quando ninguém pode ser livre para fazer uma pergunta.

‘When They See Us’: Série da Netflix criada por Ava DuVernay ganha trailer oficial; Confira!

When They See Us, nova série da diretora Ava DuVernay para a Netflix, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

Baseada na história real de cinco adolescentes negros, conhecidos como os Cinco do Central Park, a minissérie de quatro episódios conta a história de como o grupo foi acusado injustamente por estupro. A narrativa é ambientada na primavera de 1989, quando foram questionados pela primeira vez sobre o assédio de uma atleta caucasiana no famoso parque de Nova York. A segunda parte da produção dá um pulo de 25 anos e mostra suas exonerações em 2002, bem como o acordo que fizeram com o governo da cidade em 2014.

A série traz no elenco Michael K. WilliamsVera FarmigaJohn LeguizamoFelicity HuffmanNiecy NashBlair UnderwoodChristopher JacksonJoshua Jackson, Omar J. Dorsey, Adepero Oduye, Famke Janssen, Aurora Perrineau, William Sadler, Jharrel Jerome, Jovan Adepo, Aunjanue Ellis, Kylie Bunbury, Marsha Stephanie Blake, Storm Reid, Dascha Polanco, Chris Chalk, Freddy Miyares, Justin Cunningham, Ethan Herisse, Caleel Harris, Marquis Rodriguez e Asante Blackk.

Oprah WinfreyJeff SkollJonathan King entram como produtores executivos. DuVernay co-escreveu e dirigiu os quatro episódios.

When They See Us estreia na Netflix no dia 31 de maio.

Johnny Depp tentou fazer Amber Heard ser demitida de ‘Aquaman’

Segundo o site The Hollywood Reporter, o ex-presidente dos estúdios Warner Bros.Kevin Tsujihara, foi intimado a testemunhar sob juramento se estava envolvido com o pedido de colocar Amber Heard na “lista negra” de Hollywood a pedido de Johnny Depp, que alegadamente tentou removê-la do filme Aquaman.

A reportagem também indica que o ator pessoalmente chantageou Tsujihara para tirar Heard de seu papel como Mera no longa-metragem dirigido por James Wan e impedi-la de participar de projetos futuros com a Warner. Depp, que dá vida a Grindelwald na franquia Animais Fantásticos, também tentou embargá-la com outras companhias.

Apesar das tentativas, Heard retornou para seu papel para o filme-solo protagonizado por Jason Momoa após ter aparecido em Liga da Justiça, em 2017. Além disso, a atriz está cotada para reprisar mais uma vez Mera na continuação de Aquaman, que tem estreia prevista para 2022.

‘Titãs’: Anna Diop estampa nova foto dos bastidores da segunda temporada

Anna Diop, que dá vida a Estelar na série ‘Titãs’, da DC, compartilhou uma nova foto como a personagem nos bastidores da aguardada segunda temporada.

Confira:

 

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Season 2 🖤 📷 by the incomparable @conorleslie 💋

Uma publicação compartilhada por Anna Diop (@the_annadiop) em

Foi revelado ao CinePOP durante o evento da CinemaCon que o novo ano da série estreia nos EUA no outono norte-americano, que acontece entre 23 de Setembro e 21 de Dezembro.

No Brasil, a série é exibida pela Netflix.

Joshua OrpinEsai Morales, Chella Man e Iain Glen foram elencados na nova temporadacomo Connor Kent/Superboy, Slade Wilson/Exterminador, Jericó e Batman respectivamente.

Ao que tudo indica, Devastadora também irá aparecer no próximo ano.

‘Titãs’ é estrelada pro Brenton ThwaitesAnna DiopTeagan CroftRyan Potter

‘Game of Thrones’: Melisandre pode retornar na oitava temporada

Desde a primeira vez que apareceu – segunda temporada da aclamada série Game of Thrones -, os fãs têm se perguntado sobre a misteriosa sacerdotisa vermelha chamada Melisandre. Afinal, quem é ela? O que ela quer?

Na sexta temporada, a personagem revelou que, na verdade, utilizava um colar para aparentar ser muito mais jovem do que realmente é. Mas depois que Jon Snow (Kit Harrington) descobriu que ela matou Shireen Baratheon durante uma cerimônia ritualística, ela deixou Westerou e retornou para Volantis. Agora, a atriz Carice van Houten, que interpreta Melisandre, declarou que ela pode retornar muito em breve.

Em entrevista ao site Yahoo!, Van Houten falou sobre como gostaria de que sua personagem tivesse se encontrado com Cersei (Lena Headey). “Gostaria de que ela e Cersei tivessem se conhecido. Estou curiosa para descobrir o que aconteceria. Se bem que, com isso, eu estou dando um pequeno spoiler. Mas também posso estar mentindo! Nunca se sabe…”.

Assista a nova abertura e um vídeo dos bastidores do primeiro episódio da temporada final.:

Segundo o agregador de reviews Rotten Tomatoes, o primeiro episódio da oitava temporada, intitulado ‘Winterfell’, foi aclamado pela crítica especializada e abarcou 94% de aprovação, com nota 7.62/10 baseada em 63 comentários.

O consenso é de que, “apesar da falta de sanguinolência, reuniões inesperadas, surpresas de arrepiar e um surpreendente humor ajudam ‘Winterfell’ a preparar o terreno para o que pode vir a ser uma épica temporada final”.

O próximo episódio, que será transmitido no domingo que vem, já ganhou seu teaser oficial, mostrando Winterfell totalmente cercada.

Assista:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Patrick Wilson, de ‘Invocação do Mal’, faz tributo a Lorraine Warren

Na última quinta-feira, 18, Lorraine Warren, a verdadeira investigadores psíquica responsável por livrar diversas famílias de espíritos demoníacos ao lado do marido Ed, morreu aos 92 anos. Agora, o ator Patrick Wilson, que intepretou Ed na franquia Invocação do Mal, prestou homenagem à Lorraine no Twitter.

Confira:

“O paraíso irá brilhar mais forte hoje. Perdemos uma amiga e uma inspiração. Irei sentir falta de suas histórias, as risadas, o guiamento. Descanse em paz, querida Lorraine. Diga a Ed que eu falei ‘oi'”, ele escreveu.

Nascida em 31 de janeiro de 1927, Lorraine e seu falecido marido estiveram envolvidos como principais investigadores paranormais em vários casos notáveis ​​durante suas carreiras, incluindo Enfield Poltergeist e Horror em Amityville.

A verdadeira Lorraine Warren surgiu recentemente falando sobre as coisas bizarras que aconteceram em Enfield, que serviu como base para ‘Invocação do Mal 2’.

Assista:

Invocação do Mal foi um dos maiores sucessos do verão americano de 2013, com um orçamento de U$ 20 milhões e uma bilheteria de U$ 318 milhões mundialmente.

O terror acompanha uma ocorrência paranormal que se passou nos anos 1970 em Enfield, Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. Lorraine, investigadora paranormal real vivida por Farmiga, afirmou que viu as jovens levitarem e até testemunhou quando uma delas se desmaterializou. A garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com seu corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição.

Warren ainda disse que o demônio falou diretamente com ela e seu marido, Ed, em várias ocasiões. Ela descreveu esta como uma das experiências mais aterrorizantes de sua carreira. Apesar dos eventos aparentemente inexplicáveis, a maior parte dos investigadores paranormais consideram que as irmãs queriam pregar uma peça e simularam tudo.

‘Blade: The Iron Cross’: Spin-off de ‘Mestre dos Brinquedos’ ganha data de estreia

Seguindo o sucesso de filmes sobre bonecos homicidas como Brinquedo AssassinoDollsMestre dos Brinquedos tornou-se uma das franquias mais memoráveis do final dos anos 1980. Os filmes giraram em torno de terríveis brinquedos que ganhavam vida e se voltavam contra os residentes de um hotel na Califórnia.

Apesar do tom propositalmente campesino, o público se conectou com a narrativa, permitindo que o longa original ganhasse onze sequências oficiais, um cross-over com a franquia ‘Brinquedos Diabólicos’ e um quase reboot intitulado Puppet Master: The Littlest Reich.

Agora, o estúdio por trás dos filmes resolveu entregar para os fiéis um spin-off chamado ‘Blade: The Iron Cross’, que já ganhou data de estreia: 14 de fevereiro de 2020. A história é baseada no maníaco boneco ventríloquo chamado Blade, e em seu triste passado que envolve um cientista sádico e nazista chamado Dr. Hauser.

Confira o cartaz oficial abaixo:

Beyoncé e Netflix fecharam contrato para três projetos

Netflix tornou-se um destino bastante procurado por visionários da televisão como Shonda RhimesRyan Murphy, com contratos de 100 milhões250 milhões de dólares, respectivamente. Comediantes como Chris RockDave Chappele também encontraram terreno fértil no serviço de streaming. Recentemente, a plataforma está explorando o gênero musical dentro de seu conteúdo original – e já fechou contrato para três projetos com Beyoncé, com orçamento de 60 milhões de dólares.

Segundo o site Variety, o primeiro especial da artista é Homecoming, que estreou alguns dias atrás e mostra os bastidores de sua performance no Coachella 2018. Beyoncé é creditada como produtora executiva, roterista e diretora do longa-metragem, tendo arrecadado 20 milhões de dólares para realizar o projeto.

Outra emissora, a HBO, também estava interessada em realizar o filme, ainda mais considerando o relacionamento construído com a cantora (o canal transmitiu Lemonade, em 2016, o concerto especial ‘On the Run Tour’, em 2014, e o documentário ‘Life If But a Dream’, em 2013), mas acabou perdendo seu lugar quando a Netflix realizou uma oferta mais produtiva e lucrativa.

Beyoncé também aproveitou a estreia de Homecoming para anunciar um álbum ao vivo composto por 40 faixas, incluindo dois cortes inéditos: “Before I Leto Go”“I Been On”, versões atualizadas de dois clássicos. Além disso, seu último álbum de estúdio, Lemonade, chegará muito em breve às plataformas de streaming, mais precisamente no dia 23 de abril.

As obras predecessoras do ramo musical divulgadas com exclusividade pela Netflix incluem Springsteen on Broadway’ Gaga: Five Foot Two, ambos lançados em 2017, e os documentários Quincy‘Remastered’.

Crítica | Vidas Duplas – Comédia Francesa com tom de Woody Allen

Com um conjunto de ótimos atores e diálogos afiadíssimos, o diretor francês Olivier Assayas apresenta em Vidas Duplas (Double Vies) uma discussão sobre a revolução tecnológica dos hábitos de leitura como porta de entrada para outros dilemas, tais como profissão, relacionamento e, principalmente, a hipocrisia humana. Se não fosse a língua francesa, poderíamos dizer que se trata de uma obra de Woody Allen.

Em um encontro social, enquanto bebem vinho, os convidados discutem sobre a contradição entre a escassa leitura de jornais e os grande acessos dos blogs como principal fonte de informação. Em outro momento, questiona-se a facilidade dos leitores digitais em detrimento dos livros físicos. A acalorada discussão inicial é um pontapé para as questões individuais de cada personagem.

O filme segue relacionamentos entrelaçados e os viés de cada um sobre as suas questões pessoais. Os protagonistas deste embate de perspectivas são o bem-sucedido editor Alain (Guillaume Canet) e Léonard (Vincent Macaigne), escritor de suas próprias experiências. No caso, Alain rejeita a última obra de Léonard por achá-lo repetitivo e desejar novas vozes no mercado. Ao mesmo tempo, ele  lida com a nova postura da editora em publicar mais e-book a livros físicos. As discussões sobre popularização da leitura e menor custo de produção permeiam todo o longa.

Em outra parte desta engrenagem, Selena (Juliette Binoche) é uma atriz presa ao papel de investigadora de crimes em um seriado televisivo. Ao passo que se questiona em tomar novos rumos, ela teme pelas possibilidades mínguas de bons personagens para a sua idade. O assunto remete diretamente ao grande cerne da obra anterior de Assayas, Acima das Nuvens (2014), na qual Binoche era uma atriz angustiada por perder o brilho da juventude.

Dentre os questionamentos de Selena, existe a desconfiança sobre o marido ter um caso extraconjugal. Ela mesma, no entanto, expressa o entendimento que após 20 anos de casamento o desejo não é mais o mesmo – revelando-se assim preferir disfarçar seu conhecimento, uma vez que ela mesma tem um caso com Léonard. Uma pequena fuga para ela e um conteúdo de escrita para ele.

Com humor, Assayas expõe a hipocrisia dos casais e as suas discussões sobre questões presentes na sociedade. Por sua vez, Alain não desconfia que a sua esposa Selena mantenha uma relação com Léonard e, muito menos, que ela é o caso romântico descrito na última obra do escritor. De sua parte, enquanto faz as versas de editor linha dura, ele dorme com a sua jovem auxiliar de Marketing Lauren (Christa Théret).

Lauren é o seu contraponto em relação ao mercado. Para ela, parte da geração millenium, tudo deve ser de fácil acesso a um toque do dedo e, portanto, o livro é para ser lido em qualquer ambiente, como através da tela do celular. Quando Alain faz uma analogia de sua crença nos livros com a fé solitária do padre em Luz de Inverno (1963), de Ingmar Bergman, a jovem simplesmente não entende e confessa nunca ter visto um filme do cineasta sueco.

Nesse malabarismo de relações ficcionais, todos os personagens atuam em dois papéis dando a razão pelo título da obra. Aliás, Vidas Duplas não é um filme de definições e conclusões, mas sim de aberturas. Há espaço para dezenas de debates intelectuais sem solidificar uma posição, ou seja, é necessário uma bagagem clássica e popular para acompanhar os diálogos, pois as referências vão de Star Wars: O Despertar da Força (2015) e Taylor Swift a Theodor Adorno e A Fita Branca (2009), do alemão Michael Haneke.

Em contrapartida, mesmo sem uma bagagem intelectual, é possível divertir-se com essa comédia de incidentes humanos. Cada cena é um novo desenlace verborrágico de ideias em contraposições, seja entre o permanente e o efêmero, seja o amor e a volúpia, até entre a pluralidade e a individualidade.

Todas as tragédias da vida real recebem uma cobertura de humor, o que faz com que Vidas Duplas seja uma obra agradavelmente satisfatória, mas espessa para ser digerida de uma vez. No fim das contas, os assuntos ficam em cima da mesa para serem debatidos e rebatidos, não apenas o mercado literário, mas também a política, as notícias falsas e os laços matrimoniais, tudo em aberto e a ser investigado pelo público após os personagens saírem de cena.

As 10 Maiores Bilheterias dos Filmes que Completam 30 Anos

Se hoje temos o conceito de blockbusters, tudo se deve ao cinema dos anos 1980. Mais do que isso, o subgênero dos filmes de super-heróis foi muito influenciado pelo sucesso de Batman (1989), um marco que ainda faz escola. A época foi extremamente lucrativa para a sétima arte, e também criativa – com muitos afirmando ter sido a última década realmente dona de ideias originais. Bem, embora não seja de todo verdade, é perceptível essa diluição no cinema entretenimento de hoje.

Este ano, alguns dos maiores clássicos modernos do cinema se tornam trintões. De Fato, este foi o último ano da década a completar trinta anos, e a partir de 2020, o cinema dos anos 1980 vai se tornando quarentão. Meu Deus!

Pensando nisso, e como forma de homenagear alguns dos grandes filmes de todos os tempos, o CinePOP resolveu relembrar com você quais foram os 10 grandes filmes de 1989 – que arrastaram verdadeiras multidões aos cinemas. Vem com a gente.

10 | Nascido em 4 de Julho

Quando dizemos que o astro Tom Cruise é um dos maiores a ter passado por Hollywood vocês não acreditam. Ele é um dos poucos a se manter no topo do jogo há mais de 30 anos. Além do grande apelo junto ao público, Nascido em 4 de Julho foi sensação no Oscar daquele ano, com 8 indicações a prêmios, incluindo melhor filme e melhor ator para Cruise (a primeira de sua carreira, num total de 3), e levou os de melhor edição e melhor diretor para Oliver Stone. A trama sobre a guerra do Vietnã, mostra um jovem patriota e idealista (Cruise), que muda completamente sua visão de mundo após voltar para casa paralítico. O filme da Universal Pictures arrecadou US$161 milhões pelo mundo – dá para sentir a diferença em relação à arrecadação atual também.

09 | A Pequena Sereia

Esta animação possui grande importância para a história dos estúdios Disney, pois foi o primeiro passo para a retomada das produções da casa rumo ao estrelado – após uma fase negativa (a década de 1980) com obras que fracassaram e tinham como protagonistas animais falantes. Com A Pequena Sereia era revitalizada a era das princesas no estúdio. Fora isso, novas técnicas de animação eram usadas (além de canções que se tornaram icônicas e virariam um costume para tais obras). A história fala sobre uma princesa sereia que daria tudo para viver no mundo dos homens. O filme foi indicado para 3 Oscar e levou os de trilha sonora e melhor canção para ‘Under the Sea’. Nas bilheterias, arrecadou US$184. 2 milhões pelo mundo.

08 | Os Caça-Fantasmas 2

Primeira continuação a aparecer na lista, este foi também um dos primeiros filmes internacionais que este amigo que vos escreve assistiu no cinema. O primeiro Caça-Fantasmas (1984) se tornou um sucesso ‘assombroso’ e o segundo filme mais rentável nos EUA em seu ano de lançamento. O fenômeno gerou todo tipo de merchandising, desde desenhos animados a jogos de videogame e, é claro, uma sequência. O resultado, no entanto, não foi tão abraçado quanto o primeiro e a franquia foi colocada na geladeira por décadas. Agora, um retorno com os atores originais está saindo do papel para o ano que vem. Os Caça-Fantasmas 2 arrecadou US$215.4 milhões ao redor do mundo.

07 | Querida, Encolhi as Crianças

Esse é também um filme que faz parte da galeria dos primeiros que este amigo que vos fala assistiu no cinema. Para toda uma geração de crianças, o ano não trouxe muita coisa melhor do que um filme no qual um cientista atrapalhado (Rick Moranis – também de Caça-Fantasmas) inventava com sucesso uma máquina de encolher. O problema? Como diz o título, acidentalmente seus dois filhos e os dois filhos do vizinho terminam reduzidos ao tamanho de insetos e se veem precisando lutar pela sobrevivência. Basicamente, era o nosso Homem-Formiga (2015). O filme arrecadou US$222.7 milhões ao redor do mundo e gerou uma sequência em 1992, intitulada Querida, Estiquei o Bebê.

06 | Máquina Mortífera 2

O primeiro Máquina Mortífera (1987) se mostrou uma receita muito bem sucedida ao misturar filme policial, ação, suspense e humor, com um texto de Shane Black. Além disso serviu para cimentar o subgênero hoje conhecido como buddy cop movie – o de parceiros policiais – sendo citado até hoje como referência. Ou seja, era indiscutível que tamanho sucesso geraria uma continuação. E ela chegou dois anos depois, acrescentando ainda mais humor com a presença de Joe Pesci.  E se o primeiro filme ficou em nona posição dos filmes mais rentáveis nos EUA, o segundo foi ainda mais longe, somando US$227.9 milhões ao redor do mundo.

05 | Sociedade dos Poetas Mortos

Outro filme adulto aparece na lista. Em meio a uma batalha acirrada pelas bilheterias mundiais, onde geralmente encontramos produção caras, miradas ao público jovem, dá prazer notar a presença de filmes como Nascido em 4 de Julho e Sociedade dos Poetas Mortos – que vão muito além de simplesmente entreter. E o fazem com muito conteúdo e pensamento. Este drama dirigido por Peter Weir e imortalizado por Robin Williams no papel de um professor que inspira seus alunos, está entre os filmes mais bem avaliados de todos os tempos pelo grande público – e de quebra foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme, diretor e ator para Williams, e levou o de roteiro original. O filme arrecadou US$235.9 milhões ao redor do Globo.

04 | Olha Quem está Falando

Mais um filme mirado para toda a família, mas desta vez não se trata de uma obra da Disney. Lançado pela Columbia / TriStar Picutres – hoje Sony -, o longa partia de uma premissa bem simples: e se os bebês pensassem mas não pudéssemos ouvi-los? Tudo como desculpa para embalar o romance entre uma mãe solteira (Kristie Alley), abandonada pelo pai da criança, um homem casado, e o motorista de táxi que a leva para dar a luz (John Travolta). Com o filme, o astro Travolta saía de uma maré de azar que perdurou por toda década de 1980. O filme gerou duas continuações: Olha Quem está Falando Também (1990) e Olha Quem está Falando Agora (1993) – e arrecadou US$297 milhões no mundo.

03 | De Volta para o Futuro 2

A cena final de De Volta para o Futuro (1985) mostrava o Dr. Brown (Christopher Lloyd) vindo do futuro e apresentando as modificações do carro/ máquina do tempo – agora movido a lixo. Tudo, no entanto, não passava de uma brincadeira de Robert Zemeckis e os realizados, que realmente não tinham planos engatilhados para uma continuação. Tanto que ela só viria quatro anos depois. O primeiro filme foi um sucesso estrondoso e se tornou a maior bilheteria de seu ano nos EUA. A sequência não fez por menos e embora não chegue à altura do original, segue como uma aventura muito divertida. A obra arrecadou US$332 milhões mundiais.

02 | Batman

Fosse apenas as bilheterias norte-americanas levadas em consideração, Batman, de Tim Burton, seria o filme mais rentável de 1989. Mesmo assim, ainda se trata de um verdadeiro fenômeno, e um caso de estudo ainda hoje sobre campanhas de marketing agressivas. A produção deste verdadeiro ícone chega a ser tão interessante quanto o próprio filme em si e histórias são o que não faltam (muitas você pode conferir no link abaixo). Batman elevou o jogo a outro patamar, e como afirmou o astro Sylvester Stallone, a era dos astros chegava ao fim, abrindo as portas para a era das marcas (ou franquias). Batman arrecadou US$411.3 milhões pelo mundo.

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01 | Indiana Jones e a Última Cruzada

O fenômeno Batman só ficou atrás de um filme no ano de 1989, a terceira aventura do arqueólogo mais famoso da sétima arte: Indiana Jones. Para sermos justos, Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981) – o filme mais rentável de seu respectivo ano -, foi um dos primeiros blockbusters de todos os tempos, ao lado de produções como Tubarão (1975) e Star Wars (1977). Em seu mérito, foi igualmente um marco. A continuação Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984) gerou enorme expectativa, mas devido ao tom mais pesado e sombrio, não foi tão abraçado quanto o antecessor. Com o terceiro episódio, a ideia foi voltar às raízes em tonalidade – assim ganhamos uma aventura leve, divertida e tipicamente saída das matinês de cinemas (como era o plano original). Grande parte do charme é a dinâmica entre Harrison Ford e Sean Connery, o eterno 007, que interpreta seu pai no filme. A Última Cruzada arrecadou impressionantes US$474.2 milhões ao redor do mundo.

‘Vingadores: Ultimato’: Todas as cenas do trailer podem ser falsas

A Marvel Studios está acostumada a manipular as cenas dos trailers dos filmes da franquia ‘Os Vingadores’ e incluir cenas que sequer estão no corte final, como o Hulk na batalha de Wakanda em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

E segundo os diretores Joe e Anthony Russo, os trailers de ‘Vingadores: Ultimato’ podem não ter sequer um frame verdadeiro.

“Pode ser que todas as cenas do trailer sejam falsas. Talvez não haja um único frame verdadeiro naqueles trailers,” disse Anthony Russo.

Você acha que as cenas estarão no filme?

Recentemente, a Marvel lançou um novo comercial que revela o personagem que foi removido dos trailers anteriores.

Quando vários membros dos Vingadores estão do lado de fora do Prédio dos Avengers, eles olham para o céu. Alguns fãs notaram que havia espaço vazio suficiente entre os personagens que outro personagem pode ter sido apagado digitalmente da cena para o trailer. A nova promo confirma essa teoria, pois mostra Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) em pé naquele espaço.

Confira:

Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.