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‘WiFi Ralph’ e ‘Creed II’ dominam as bilheterias; ‘Robin Hood’ fracassa!

Foi um final de semana concorrido nas bilheterias dos EUA! ‘WiFi Ralph‘ estreou em primeiro lugar e detonou a competição com gigantescos US$ 84.4 milhões – a segunda maior estreia da história do cinema no feriado de ação de graças. A animação só perdeu para o fenômeno ‘Frozen‘ (US$ 93.5).

Em segundo lugar, está a sequência ‘Creed II‘, que arrecadou ótimos US$ 55.8 milhões.

A competição pelo terceiro lugar foi acirrada, mas ‘Animais Fantásticos 2‘ (US$ 42.9) acabou levando a melhor de ‘O Grinch‘ (US$ 42) com uma diferença de menos de um milhão.

Fechando o TOP 5, ‘Bohemian Rhapsody‘ se beneficiou do feriado e soma mais US$ 19.3 ao seu montante.

A nova versão de ‘Robin Hood‘ fracassou nas bilheterias, estreando em sétimo lugar – perdendo até mesmo para a comédia ‘De Repente uma Família‘ –, com apenas US$ 14.2 milhões. Com um orçamento estimado em US$ 100 milhões, e uma aprovação de 11% no Rotten Tomatoes, o filme já pode ser considerado um dos maiores fracassos do ano.

 

Crítica | Museu – um Sherlock Holmes versão Chaves

Dirigido por Alonzo Ruizpalacios, o novo filme protagonizado por Gael García Bernal é uma história nervosa, baseada em fatos reais, que presta homenagem à comédia pastelão e ao humor mexicano.

Na trama, Juan Nuñez (Gael) está ajudando a fotografar peças antigas no Museu de Antropologia do México quando começa a divagar sobre o valor que esses objetos têm. Nacionalista de coração, é o tipo de cara que tem ranço contra os europeus, que saquearam os países da América levando nosso ouro e nossa prata. Às vésperas do Natal, é anunciado que o Museu ficará fechado na virada no ano para modernização do local, e é assim que surge a ideia de roubar as peças. Para isso, ele convida o melhor amigo, Wilson (Benjamin Wilson).

Baseado em uma história real que aconteceu no México em 1985, o filme flerta com o fantabulesco e o absurdo. A ideia dos dois era levar mais de 140 peças do Museu e revendê-las no mercado negro, para colecionadores. A facilidade com que o roubo acontece nos faz pensar nas condições em que os museus são tratados, tanto no México quanto no Brasil, e nos faz lembrar do que aconteceu com nosso Museu Nacional.

O que acontece – como vocês podem imaginar –, é que os dois não conseguem vender o saque, porque as peças não só são de valor inestimável, como também são parte do acervo nacional e estão visadas por todas as autoridades do mundo. Tendo os dois já cometido o crime e sem conseguir dinheiro com isso, os amigos ficam num impasse sobre que rumo tomar.

Três aspectos do filme merecem ser observados com atenção. O primeiro é relativo aos amigos Juan Nuñez e Benjamin Wilson, que interagem como Sherlock Holmes e Dr. Watson às avessas, pois, em vez de investigar os crimes, os cometem – e de uma maneira bastante atrapalhada.  Juan é o cabeça, tem as ideias e as soluções para todas as ocasiões, relegando ao comparsa apenas a execução inquestionável de tudo que lhe é pedido.

Destaque também para a escolha na forma de filmar as cenas de ação, que, em vez de sangue e pancadaria gratuita, foram filmadas como uma grande homenagem aos filmes de comédia pastelão em preto e branco, com movimentos lentos e coreografados, bem autoral mesmo. É risível ver os atores esperando para receber o golpe e pulando teatralmente para trás fingindo dor. Faz a gente ter saudade da época em que os filmes precisavam conduzir a reação dos espectadores. Por fim, ainda sobre estas cenas, percebe-se uma influência da série Chaves, que se valia da insistência das piadas para fazer o público rir ao exibi-las constantemente em situações similares. No filme, há igualmente repetições de falas, ideias e piadas ao longo de suas duas horas e vinte minutos de filme, mas não de maneira cansativa, e sim com o intuito de reforçar a inocência dos personagens. A inspiração na série de maior sucesso no México é tão clara que o próprio Juan chega a mencioná-la.

Museu é uma comédia dramática nervosa, sobre dois amigos ingênuos com boas intenções no coração, mas que não nasceram para o mundo do crime. É como se o Chaves e o Quico encarnassem uma versão de Sherlock Holmes na vida real.

 

Crítica | Vox Lux – Natalie Portman protagoniza a decadência de uma estrela

Certos filmes nasceram para dividir o público em dois grupos: o dos que amaram a história e vão defendê-la até o fim e dos que sentiram que desperdiçaram seu tempo e não desejam rever a produção nem por um decreto. Isso aconteceu com Mãe!, de Darren Aronofsky, por exemplo – e, ao que tudo indica, também será o caminho de Vox Lux, apesar de ter sido aclamado pela crítica na Mostra ItalianaCom nomes como Natalie Portman e Jude Law no elenco, e narração off de Willem Dafoe, o novo longa de Brady Cobert (que também dirigiu e roteirizou A Infância de um Líder) definitivamente não tem uma forma que agrada a todos; no entanto, ao capturarmos sua mensagem, difícil não vê-lo como genial.

Com os créditos finais já na abertura, Vox Lux já revela que não pretende ser um filme como os outros. Dividido em três atos – Gênesis, Regenêsis e Final -, ele conta a história de Celeste (Raffey Cassidy na adolescência e Natalie Portman na fase adulta), uma menina que se tornou uma estrela da música após sobreviver a um tiroteio em massa no colégio em que estudava. Tudo começou quando, em uma cerimônia fúnebre em homenagem aos alunos assassinados, a adolescente resolveu cantar uma música que fez junto com sua irmã Eleanor (Stacy Martin) e virou sucesso absoluto por conseguir emocionar a todos. Assim, mesmo sem ser uma cantora pronta – diferentemente da irmã mais velha, que tinha verdadeiro talento -, Celeste entra em uma jornada de preparação, junto com o agente sem nome vivido por Jude Law, para virar uma verdadeira popstar.

A premissa parece simples e já conhecida de filmes que também mostram o caminho de uma cantora rumo ao estrelato. Porém, para contar essa história, Vox Lux faz uso de vários elementos que marcaram o século XXI – tanto que não é por acaso que ele começa pouco antes da virada do milênio, de 99 para 2000. Tiroteios de adolescentes no colégio, atentado ao World Trade Center, uma estrela em decadência após uma série de escândalos (como aconteceu com famosas como Britney Spears e Lindsay Lohan) são alguns exemplos dos acontecimentos que fazem parte do longa e da trajetória de Celeste. E por mais que, algumas vezes, eles pareçam ter sido inseridos no enredo sem função alguma, ajudam a formar o perfil da protagonista – que, na fase adulta, aparece na pele de uma Natalie Portman estridente e mimada.

Por falar nela, vale lembrar que não faltaram comparações com a produção que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz em 2011. Quando Vox Lux foi anunciado, o público apelidou o filme de “Cisne Negro 2” por mostrar Portman, mais uma vez, em um papel que exigia uma performance artística – e também pela caracterização em uma das cenas, que contou com plumas pretas que lembravam o figurino do longa de Aronofsky. No entanto, Celeste só nos faz recordar o jeito introvertido e focado de Nina na adolescência, já que se torna uma adulta com personalidade difícil e extremamente irresponsável com sua carreira.

Aqui, no lugar do estilo clássico do balé, Natalie surpreende ao aparecer com um visual à la Lady Gaga em sua fase inicial e passos ousados no palco, de um jeito bem diferente do que estamos acostumados a vê-la – mas, como sempre, mostra que é uma atriz versátil e dá o tom exato à personagem. Sua performance chega a parecer caricata e incomoda diversas vezes, mas essa é justamente a intenção do diretor. Ao apresentar uma estrela que nasceu na tragédia e foi fabricada em meio às transformações do século XXI, ele quebra nossa expectativa de ver Celeste se tornar uma artista profunda e com algo a dizer ao nos mostrar – depois de uma longa passagem de tempo – uma adulta mimada e vazia, que parece não ter muito a ensinar à filha adolescente Albertine (também vivida pela ótima Raffey Cassidy) e nem a passar para o seu público.

E aproveitando essa atmosfera como pano de fundo, assim como Birdman, Vox Lux também traz críticas aos jornalistas que falam mal do trabalho de um artista (“É que eles não produziram nada do que se orgulhassem“, diz Eleanor à irmã em um dos seus momentos de crise após uma entrevista), mas também não poupa a própria música pop quando diz que ela foi feita para as pessoas não pensarem. Nessas horas, lembrar que a cantora Sia faz parte do filme com a composição das canções originais faz ainda mais sentido, já que ela é um dos pontos fora da curva nesse cenário musical em que está inserida e que é criticado no longa. Com o rosto escondido durante as apresentações e uma vida pessoal bem privada, a intérprete de Chandelier pode ser considerada o oposto da protagonista Celeste.

Assim, com uma aura dark do início ao fim – muito por conta da narração, do figurino e da fotografia -, Vox Lux termina com uma alucinante apresentação musical, em que o espectador poderia facilmente ser representado pelas reações confusas de Eleanor e Albertine na plateia. Porém, ainda que o desfecho deixe uma grande sensação de interrogação e que o longa como um todo demore a ser digerido, não sou capaz de discordar da frase que a personagem de Natalie Portman diz em um dos momentos finais: “Eles queriam um show, e eu dei um show“.  Aplausos.

‘Vingadores 4’: Possível trama VAZA e é repleta de reviravoltas CHOCANTES

[POSSÍVEIS SPOILERS]

O trailer de Vingadores 4 está cada vez mais próximo, e o usuário do site Reddit ilurkthings,  autoproclamado Nostradamus dos spoilers, disse ter tido acesso aos bastidores da produção e revelou possíveis detalhes sobe a trama.

Antes, se você ainda no leu no título da notícia, saiba que ela estará infestada de spoilers, portanto continue por sua conta e risco. E não esqueça que todos ainda são tratados como rumores.

Segundo o usuário, os heróis remanescentes arrumarão uma forma de viajar no tempo e buscarão as joias do infinito antes do vilão Thanos. Muito provavelmente, esta forma será através do reino quântico, envolvendo o Homem-Formiga, já que Paul Rudd aparece nas fotos de bastidores do filme ao lado de Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) e Chris Evans (Capitão América).

O filme também focará na amizade entre Tony Stark e Steve Rogers. Os heróis terão sua própria manopla do infinito, aonde acumularão as joias, assim como Thanos. Quem viu o filme lembra que existe outra grande luva metálica, no local onde Thor forja seu novo machado. É inclusive descrita uma cena onde o Gavião Arqueiro, ausente em Guerra Infinita, precisa fugir carregando a grande peça de metal. O que pode render uma boa sequência de ação, utilizando as habilidades do arqueiro.

E adivinha quem irá usar a grande luva de metal? Você acertou. O personagem que não quis aparecer de jeito nenhum no filme anterior, o gigante esverdeado Hulk. Segundo as informações, Hulk usará a nova manopla contra Thanos, mas no processo perderá um braço.

Fora isso, ao voltarem no tempo para recolherem as joias, os heróis terminam por modificar elementos dos filmes anteriores, o que deve explodir mentes pelo inception de uma metalinguagem possivelmente sem precedentes. Lembra de De Volta Para o Futuro, quando no segundo filme, Marty (J. Fox) se vê de novo dentro do primeiro. A informação é que os Vingadores voltarão ao primeiro filme, assim como para Guardiões da Galáxia (2014), modificando os eventos apresentados nessas produções.

Outro detalhe é uma luta do Capitão América e Thor contra Thanos. O Deus do Trovão seria explodido pelo Titã Louco, ao que o Capitão portaria pela primeira vez o martelo Mjolnir, se tornando digno. O usuário não sabe como o martelo voltará ao jogo, sendo que Thor acabou de forjar uma nova arma. Mas se você já tiver visto imagens de Hemsworth e sua caracterização para o novo filme, perceberá que ela está idêntica ao filme de 2012, e tal momento é claramente uma volta no tempo. Mesmo com o Mjolnir, o Capitão será derrotado por Thanos.

Finalizando, Nebulosa (Karen Gillan) terá um arco no qual enfrentará sua versão maligna do passado.

Bem, mais uma vez devemos avisar que tudo isso não passa de boato e que as informações não foram e provavelmente não serão confirmadas oficialmente.

Fique ligado no CinePOP para novas informações sobre Vingadores e a Marvel.

10 Sucessos Fenomenais Inesperados dos Últimos Anos

O que define um sucesso absoluto? No caso de produções cinematográficas é fácil: a junção de uma gorda bilheteria (o que garante a adoração do público) com a aprovação da crítica especializada.

Existem sucessos. E existem os fenômenos. Aquele tipo de filme dos quais estão todos falando e que se você não quiser ficar de fora do assunto, precisa correr para assistir. Mas existem também os sucessos fenomenais inesperados. São aqueles tipos de filme pelos quais todos estavam receosos – seja por qual motivo for -, com os dois pés atrás e que ainda assim viveram para se mostrar a nova sensação do pedaço.

Pensando neste tipo de obra que conseguiu superar a descrença, formulamos nossa nova lista. Estes são os 10 filmes que se tornaram sucesso fenomenal inesperado.

Pantera Negra (2018)

Tudo bem que só de ser um filme da Marvel, a garantia de sucesso é certa. O lance aqui é que ninguém esperava, nem em seus sonhos mais felizes, o tamanho de tal sucesso. O primeiro super-herói negro em grande escala do cinema trazia uma carga social muito importante, dirigido por um cineasta negro e com um elenco majoritariamente negro. O personagem já havia causado boa impressão em seu debute na aventura Capitão América: Guerra Civil (2016), mas ter um filme solo era algo diferente.

Com o lançamento, veio o burburinho. A Marvel havia acertado novamente. Mas algo inédito acontecia, até mesmo para os padrões da casa – que precisou reconhecer o fenômeno. Pantera Negra se tornava um marco social, transcendendo Hollywood ou até mesmo uma produção cinematográfica. O filme se tornou a produção mais rentável do ano nos EUA e a segunda ao redor do mundo – ficando atrás somente de outro fenômeno, este esperado: Vingadores: Guerra Infinita.

Com a crítica não foi diferente e Pantera Negra marca 97% de aprovação, quase a nota máxima. O maior legado da superprodução, no entanto, foi mostrar que filmes deste porte protagonizados e comandados por negros funcionam. E funcionam muito bem. Sinal de bem-vindos novos tempos e de que Hollywood pode mudar sossegada, sem precisar se preocupar com o lucro.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

A Sony já havia passado por um backlash parecido há pouco tempo. Em 2016, quando o primeiro trailer do novo Caça-Fantasmas, inteiramente protagonizado por mulheres, foi lançado no Youtube quebrou um triste recorde: se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história da plataforma. O motivo: nerds mimizentos chorando e acusando os produtores de terem “acabado com suas infâncias”. Isso antes mesmo de poderem assistir ao longa. Mesmo tentando se envolver no manto do feminismo – como último recurso desesperado -, o filme não emplacou. Tudo bem que a qualidade da obra não ajudou muito.

Imagine o desespero dos executivos do mesmo estúdio, passando novamente por um incrível backlash pelo segundo ano consecutivo. A internet ardeu em comoção quando o primeiro trailer de Jumanji atingiu a rede. Pessoas que cresceram amando o filme original com o saudoso Robin Williams estavam mais do que descontentes com a nova roupagem, acusando-a de ser muito mais um veículo de Dwayne Johnson do que um remake/reboot/continuação de seu adorado filme. E eu de cá pensando com meus botões: “nunca soube que Jumanji tinha esta legião de culto”.

Mas para a extrema felicidade dos produtores, The Rock e todos os envolvidos, foi só a aventura juvenil atingir os cinemas, que o jogo virou de vez a seu favor. A ideia estranha de um novo Jumanji já havia caído nas graças de todos e com a aprovação de quase 80% da imprensa, curiosamente ainda mais alta que a do filme original de 1995, os céticos tiveram fé. O fracasso certo se tornava sucesso, mas não apenas isso, se tornava um fenômeno. O filme foi o quarto mais rentável de 2017 nos EUA (batendo simplesmente todos os lançamentos da Marvel) e o quinto ao redor do mundo, beirando a marca do US$1 bilhão. Alguém duvida que as continuações chegarão correndo?

Mulher-Maravilha (2017)

Podemos dizer que parte do sucesso de Pantera Negra se deve ao pioneirismo de Mulher-Maravilha. Antes um grande tabu, quando a primeira superprodução protagonizada por uma heroína mostrou que podia dar muito certo, outras que visavam aceitação de gênero ou raça vislumbraram a luz no fim do túnel. Mas você pergunta: por que Mulher-Maravilha, uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos, era incerteza? Bem, por dois grandes motivos. O primeiro é o citado acima. Sim, já havíamos tido superproduções comandadas por mulheres em papeis principais, mas não deste porte, não deste subgênero ainda muito masculino.

Fora que outros haviam naufragado gloriosamente, vide Mulher Gato (2004), com Halle Berry, da mesma DC/Warner, e Elektra (2005), com Jennifer Garner. Chegamos ao segundo motivo, que se divide em uma bifurcação. Primeiro, a nova leva de produções da casa, a citada Warner/DC, não estava na melhor das fases, para dizer no mínimo, vindo de recepções que variavam de mornas a geladas, em filmes como O Homem de Aço (2013), Batman Vs. Superman (2016) e Esquadrão Suicida (2016). Mulher-Maravilha era quase como a última esperança deste universo não afundar.

Segundo, a protagonista Gal Gadot ainda estava em provação, por assim dizer. Muito criticada quando eleita para personificar a amazona, a israelense não havia impressionado incondicionalmente ao viver a heroína em BVS – tudo bem que a participação era pequena. Entretanto, quando chegou a hora de protagonizar seu filme solo, não faltaram elogios para a atriz. Mas com Liga da Justiça, lançado logo depois, pudemos perceber que ninguém a fotografa ou a utiliza como Patty Jenkins. Mulher-Maravilha ultrapassou todas as expectativas, marcando 92% de aprovação junto aos críticos. Além disso, se tornou fenômeno de bilheteria, em terceiro lugar nos EUA e décimo ao redor do mundo. Sim, as mulheres podem. E podem mais! O jogo mudou e Mulher-Maravilha 1984, a continuação a ser lançada ano que vem, já é um dos filmes mais esperados de 2019. Vida longa, Patty Jenkins e Gal Gadot.

Fragmentado (2017)

Quem já curtia cinema no final da década de 1990, conheceu de perto a ascensão de M. Night Shyamalan. Pouquíssimas vezes um diretor debutava no cenário mundial enaltecido com o título de gênio da sétima arte. Bastou uma obra (O Sexto Sentido) para Shyamalan ser tratado como o novo Spielberg ou o novo Hitchcock. Exageros da imprensa – que adora títulos. Mas depois, a cada novo trabalho o indiano perdia um pouco de seu prestígio. E isso parecia incomodá-lo. Até que, após o divisor de águas A Vila (2004), o cineasta resolveu declarar guerra aos críticos com A Dama na Água (2006).

Depois disso, parecia que a voz de autor do cineasta havia se calado, entre um desastre pretensioso aqui e um filme de aluguel ali. A volta por cima foi timidamente ensaiada com A Visita (2015), produção intimista na qual Shyamalan se despia de tudo e voltava a falar com o coração, ou com a paixão. Daí o ceticismo em relação a seu próximo trabalho, o então misterioso Fragmentado. Natural a desconfiança. Natural também os novos louros que o diretor recebeu após todos terem conferido o resultado de seu novo projeto.

Fragmentado trouxe um tour de force de James McAvoy – que fez todos gritarem “Oscar” – uma jovem talentosa recém-saída de um cult do gênero (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa) e, acima de tudo, um texto caprichado de seu autor, fazendo de vez as pazes com crítica e público. E sim, com o sucesso. O desfecho que o interliga com outra obra sua, a qual todos pediam sequência, foi a cereja no bolo. O filme somou quase 80% de aprovação junto a imprensa e permaneceu por três semanas em primeiro lugar após sua estreia no início do ano passado – feito impressionando se levarmos em conta as competitivas bilheterias americanas, onde a cada semana filmes se devoram. E que venha Vidro, a continuação prometida para 2019.

Uma Aventura LEGO (2014)

Quando um longa-metragem para o cinema baseado nos brinquedos de encaixe LEGO foi anunciado, nem mesmo o mais visionário espectador fazia ideia do seu resultado. Na verdade, quase ninguém achava o conceito minimamente relevante ao ponto de render uma obra de qualidade. Nem mesmo as presenças dos diretores Christopher Miller e Phil Lord, responsáveis pelo hilário e insano reboot de Anjos da Lei (2012 e 2014), tirava a descrença geral.

Provando que até mesmo o material fonte mais idiota e inanimado pode render um bom filme se houver empenho e vontade, Uma Aventura LEGO surpreendeu dez entre dez espectadores, se mostrando um dos filmes mais divertidos não apenas de seu respectivo ano, como dos últimos anos igualmente. Escracho, metalinguagem, criatividade e excelente timing cômico fizeram de Lego um fenômeno, ao ponto de criar todo um universo derivado de animações da Warner, que já rendeu Lego Batman (2017) e Lego Ninjago (2017).

Uma Aventura Lego conquistou a crítica, com 96% de aprovação, o público, se tornando a quinta maior bilheteria nos EUA em seu respectivo ano, e o mundo. A continuação, programada para o ano que vem, seguirá o mesmo caminho. Alguém duvida?

Deadpool (2016)

Já vimos super-heróis salvando pessoas em filmes, séries, desenhos e quadrinhos. O que nunca havíamos visto era heróis salvando a carreira de seu intérprete. Bem, não desta forma. O ator Ryan Reynolds por pouco não entra para a história como o mais azarado quando o assunto é adaptação de quadrinhos. Tudo porque ele já tinha escorregado não uma, não duas, não três, mas quatro vezes antes de finalmente se redimir na pele de um personagem que, inclusive, já havia interpretado.

Primeiro foi Blade Trinity (2004), malfadada conclusão de uma boa franquia de herói obscuro. Depois – e talvez o pior da lista – foi X-Men Origens: Wolverine (2009), no qual personificou de forma totalmente equivocada o mercenário tagarela Wade Wilson, ao qual nunca se referem como Deadpool. E claro, não poderia faltar Lanterna Verde (2011), o pseudo divisor de águas para ao ator – como satirizado em Deadpool 2. Ah sim, e como esquecer de RIPD (2013), baseado nos quadrinhos de Peter M. Lenkov e Lucas Marangon. Apostando todas as suas fichas, Reynolds investiu em levar Deadpool de forma correta para as telonas, mas para isso era necessário muito sangue, palavrão, metalinguagem e censura alta, aposta arriscadíssima até então.

Depois de um teste de filmagens ter “vazado” na internet, a resposta foi mais do que positiva e os fãs clamavam por um filme do anti-herói, mas com a condição de ser produzido pela FOX nos termos do ator, em contato direto com a vontade dos fãs. Deadpool quebrou barreiras, se mostrou um filme de super-heróis de censura alta, que proibia a entrada justamente de seu público-alvo, e ainda assim se tornou um sucesso fenomenal. Assim como Pantera Negra mostrou que era possível para um elenco negro, Mulher-Maravilha cimentou as super-heroínas, Deadpool antes deles criava um subgênero dentro do cinema de super-heróis, mais adulto, lascivo e subversivo. Logan (2017) seguiu e a continuação Deadpool 2 (2018) também. O próximo da lista é Jovens Mutantes (2019). Com 83% de aprovação da imprensa, o filme de baixo orçamento se tornou o sexto mais rentável nos EUA em 2016 e o nono mundialmente. Impressionante para um personagem desconhecido e proibido. E que venham novas produções no estilo.

It: A Coisa (2017)

Pensa que a Warner só acerta em produção de terror quando se fala da franquia Invocação do Mal? Pois pense de novo. Indo contra todas as expectativas e descrenças, o diretor Andy Muschietti, apadrinhado de Guillermo del Toro, já havia ensaiado no gênero, com Mama (2013) – filme que ficou entre erros e acertos. It, no entanto, era muito mais ambicioso, quase um épico dividido em duas partes e, por isso mesmo, uma aposta arriscada.

Junte a isso o fato de que as obras de Stephen King na maioria das vezes não rendem filmes… bem, por assim dizer, muito bons – cof cof A Torre Negra cof cof. Além disso, It já havia sido transposto ao audiovisual, na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios, que chegou por aqui como um filme longo nas locadoras. Apesar daquele filme portar uma participação icônica de Tim Curry como o irreverente palhaço Pennywise, basta uma segunda visita atualmente para perceber que nos apegávamos puramente a um valor nostálgico e que a obra não é lá muito boa.

O novo It funcionou e muito bem. A começar pelo título em português, A Coisa no lugar do esquisito Uma Obra-Prima do Medo. O elenco infantil é um deleite, destaque para a carismática Sophia Lillis, a única mulher do grupo. E quanto ao palhaço, numa síndrome de Coringa – Jack Nicholson contra Heath Ledger -, Bill Skarsgard mostra que nem sempre o clássico é melhor, num desempenho simplesmente impressionante. O filme é nostálgico, horripilante, mas também poético. Melhor que tudo isso, apresentou para uma nova gama de jovens fãs, a mitologia de Stephen King criada da forma ideal. It marca 85% de aprovação da imprensa e se tornou um dos filmes de terror mais rentáveis da história, a sétima maior bilheteira de 2017 nos EUA e a décima terceira no mundo. Alguém mais não consegue esperar pela parte dois, com Jessica Chastain e James McAvoy?

Guardiões da Galáxia (2014)

Mais uma vez, seguindo os passos de Pantera Negra, Mulher-Maravilha e Deapool, temos outro filme de super-heróis de quadrinho quebrando paradigmas na lista. Guardiões da Galáxia, no entanto, veio antes de todos esses e quebrou sua barreira antes. E qual foi a barreira desta vez, você pergunta. Bem, não foi a racial, de gênero ou a de censura alta. A barreira que a superprodução quebrou foi a de elevar personagens do time C ao primeiro escalão no patamar.

Tudo bem, você pode até dizer que a Marvel já havia conseguido tal feito com personagens como Homem de Ferro e Thor, que antes de seus respectivos filmes não eram heróis favoritos de ninguém. Mas estes são os que podemos chamar de personagens do time B, conhecidos ao menos nos círculos de aficionados. Com Guardiões, nem mesmo os amantes de quadrinhos sabiam bem do que se tratava.

Bastou um cineasta empenhado, do nível de James Gunn, para pouco tempo depois da estreia todos estarem apaixonados pelos personagens. Hoje em dia, Gamora, Rocket e Groot são itens indispensáveis em qualquer convenção de super-heróis. O filme não foi apenas sucesso, foi um fenômeno. E mostrou que com esforço e qualidade, qualquer personagem pode se tornar uma estrela e qualquer história pode cativar, se tornando icônica. Com 91% de aprovação da imprensa, o filme foi a terceira maior bilheteria de seu respectivo ano, tanto nos EUA quanto ao redor do mundo. O segundo, Vol. 2, seguiu a mesma linha. Mas a polêmica em torno do criador Gunn deixa uma nuvem de incerteza quanto ao terceiro filme.

Corra! (2017)

Ninguém tinha ouvido falar de Corra! até seu lançamento. O filme era vendido como um thriller racial. Confesso que não soube muito bem o que pensar ao assistir pela primeira vez a prévia. Sem entender o tom planejado, pensei estar vendo algo de péssimo gosto, que navegava por águas perigosas. E aí vieram as primeiras críticas, extremamente favoráveis. Mas até aí… quantos filmes já receberam aval da imprensa e morreram na praia. Junto às críticas, o falatório do público, um boca a boca garantindo o sucesso de bilheteira.

Pouquíssimo tempo após Fragmentado ter deixado a liderança das bilheterias americanas (duas semanas para ser mais preciso), outra obra de terror com muito a dizer se posicionava em primeiro. Corra! deu trabalho e fez frente à superproduções com Logan e Kong: Ilha da Caveira. Podemos, inclusive, dizer que o filme deu o pontapé para o fenômeno cultural e social alcançado por Pantera Negra. Afinal, a obra, por mais questões que levante, ainda é emoldurada no contexto do entretenimento.

Corra! fez mais e subiu até o Oscar. Quem imaginaria. Indicado para melhor filme. São os sinais dos novos tempos. Elogios da imprensa – com 99% de aprovação – e uma bilheteria impressionante para um filme tão pequeno – o que se traduz na aceitação plena do filme – é a receita que a Academia tem prestado atenção. Filmes como Corra! mostram que ideias podem valer mais do que astros e efeitos.E isso precisa ser valorizado. No comando, Jordan Peele, mais acostumado a atuações cômicas. Quem não quer ver o próximo trabalho do sujeito?

Um Lugar Silencioso (2018)

E que excelente época para os filmes de terror. O ano de 2017 foi excepcional, com obras como Fragmentado, Corra! e It: A Coisa. Todos querem ser os próximos. Alguns conseguem. É o caso com Um Lugar Silencioso, fenômeno do terror em 2018, enaltecido pela crítica, com 95% de aprovação.

Assim como Corra!, o filme traz um diretor inusitado no comando da produção. O ator John Krasinski é mais conhecido por sua participação numa série cômica, no entanto, deu o próximo passo ao confeccionar uma obra totalmente fora de sua zona de conforto. Para isso, escalou a parceira da vida real Emily Blunt e juntos criaram um clássico moderno. Muito semelhante a um episódio de Além da Imaginação, Um Lugar Silencioso nos apresenta uma realidade na qual qualquer barulho pode se tornar mortal.

O grande elemento do filme é o silêncio. Ele é primordial para uma sessão da obra. Além disso, Um Lugar Silencioso foi quase inteiramente confeccionado na linguagem de sinais, o que o transforma, na maior parte da projeção, em um terror mudo. O nível de tensão é alto. O longa é o mais rentável do ano dentro de seu gênero e está pronto para ganhar uma continuação. Mas será que precisava mesmo?

Morre Nicolas Roeg, diretor do clássico ‘Convenção das Bruxas’

Faleceu nesta sexta-feira, dia 23 de Novembro, o diretor Nicolas Roeg, aos 90 anos.

Em seu currículo, o diretor possuía diversos clássicos, como ‘Convenção das Bruxas‘ (The Witches, 1990) – exibido dezenas de vezes no SBT – ‘Inverno de Sangue‘ (1973) e ‘O Homem Que Caiu na Terra (1976).

A causa da morte não foi revelada.

Recentemente, Robert Zemeckis entrou em negociações com a Warner para comandar o remake de ‘Convenção das Bruxas‘.

No entanto, quem não está nada animada com esse projeto é a atriz do original, Anjelica Huston, que contou à Entertainment Weekly que o filme só vai dar certo se tiver um bom diretor.

“Realmente não sei por que irão fazer o remake, porque acredito que Nicolas Roeg tenha feito a versão definitiva de ‘Convenção das Bruxas’. Boa sorte para eles. Espero que realmente funcione. Mas não consigo imaginar ninguém tentando refazer este filme. Sou grande fã do original e foi a mistura particular de ironia e malícia dele que fizeram do filme algo tão especial e único. Espero que encontrem um diretor excelente, porque é isso que fez o original dar certo”

‘Alias’: Série de J.J. Abrams com Jennifer Garner pode ganhar reboot

A atriz Jennifer Garner revelou em entrevista ao Hollywood Reporter que o seriado que marcou sua carreira, Alias – Codinome Perigo’, pode ganhar um reboot em breve.

“Ouvi falar que há um reboot de Alias acontecendo, mas ninguém me falou sobre isso. Quero dizer, seria uma coisa totalmente diferente. Mas se eles não me chamarem para uma participação, ficaria muito, muito brava. Mas não imagino que seja uma coisa séria, porque não ouvi nada de ninguém ainda”

A série, criada por J.J. Abrams (Lost, Star Wars) na emissora ABC, durou 5 temporadas (de 2001 a 2006) e mostrava a vida de Sydney Bristow, uma agente secreta que é recrutada após a faculdade para executar missões perigosas ao redor do planeta.

Novas informações devem sair em breve. Vocês gostariam de um reboot de Alias?

‘Vingadores 4’: Gráfico mostra aonde cada Joia do Infinito foi encontrada

Um fã criou um gráfico mostrando a localização em que cada Joia do Infinito foi encontrada e em qual filme, para ajudar os fãs caso ‘Vingadores 4‘ realmente mostre os heróis voltando no tempo para recuperar cada uma das Joias antes que Thanos concretiza seu plano principal.

Confira:

Completed Infinity Stone Timeline from r/marvelstudios

Achou o gráfico complicado? Nós explicamos tudo sobre quais são e onde estão as Gemas no UCM. Confira!

Origem

A primeira vez que o termo “Joia do Infinito” foi usado nos cinemas data de 2013, na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio. Nela, Lady Sif (Jaimie Alexander) e os Três Guerreiros entregam o Éter ao Colecionador (Benicio Del Toro) para que o mesmo guarde a joia em sua coleção.

Em Guardiões da Galáxia (2014), o mesmo Colecionador explica que antes da criação do universo, as Entidades Cósmicas condensaram alguns aspectos fundamentais da futura existência universal em seis singularidades sencientes. Espaço, Mente, Realidade, Poder, Tempo e Alma viraram as tão faladas joias do infinito. Cada uma dá ao seu portador habilidades especiais, quando reunidas, elas proporcionam o controle absoluto.

Peraí, Entidades Cósmicas? O que é isso?

(As Entidades Cósmicas retratadas nas paredes do Cofre de Morag, em Guardiões da Galáxia)

As Entidades Cósmicas são “materializações” de conceitos abstratos responsáveis por reger tudo que existe. Todas são oniscientes e onipresentes. Extremamente poderosas, são imbatíveis e interdependentes. No Universo Cinematográfico Marvel, elas são resumidas a quatro forças fundamentais:

Eternidade: Essa entidade existe em todos os planos, realidades e universos. Representando o Tempo, ela personifica todos os seres existentes no Universo Marvel e sua constante evolução. Seus poderes incluem o controle sobre o tempo, matéria, energia, realidade e magia. Após raptar a Morte, há uma série de acontecimentos que o fazem ser considerado por Thanos o causador de todas as mazelas de sua vida.

Infinito: Entidade retratada quase sempre em conjunto com seu irmão, a Eternidade, ela representa o Espaço. Seus poderes são muito parecidos com os da Eternidade, mas em vez de se relacionar à evolução, seu propósito é expandir a vida no universo.

Entropia: Filho da Eternidade, a Entropia tem objetivos opostos ao de seu pai. Ao personificar a destruição de tudo e todos, ela vai contra a expansão e a evolução. Porém, é fundamental, pois sem a destruição não haveria a possibilidade de novas vidas.

Morte: Acho que esse personagem não necessita de muita explicação. Ela costuma ser representada como um ceifador sinistro, com a capa preta, o rosto de caveira e uma foice. Sua habilidade é retirar a vida de todos os seres existentes, até mesmo os ditos “imortais”. Ela é o interesse amoroso de Thanos e a principal motivação, nos quadrinhos, para o Titã reunir as seis joias. Ela já deu uns pegas no Deadpool, que foi punido por Thanos com a imortalidade para não conseguir ficar perto de sua amada.

As Joias do Infinito

O poder das joias é tão extenso que fazem delas intocáveis por seres ordinários. Para tentar contê-las e evitar maiores danos, as gemas foram guardadas em compartimentos especiais e enviadas para diferentes cantos do universo. A primeira a se revelar no UCM foi a do Espaço. As outras foram despertando ao longo do tempo.

Espaço – Azul:

(primeira aparição do Tesseract, em Homem de Ferro 2, nas anotações de Howard Stark)

Aprisionada no Tesseract, a Joia do Espaço foi trazida à Terra por Odin (Anthony Hopkins) em 965. O Cubo ficou guardado em uma igreja de Nuremberg até 1942, quando o líder da HIDRA, o Caveira Vermelha (Hugo Weaving), matou seu guardião e tomou posse do artefato.

Nas mãos do nazista, a Joia do Espaço serviu como fonte de energia para armamentos de ponta. Antes de cair no mar, o Tesseract transportou o Caveira para um lugar desconhecido durante confronto com o Capitão América (Chris Evans). Encontrado por um submarino das Indústrias Stark, a gema passou décadas sob estudo, chegando até a influenciar no reator arc que viria a alimentar a armadura do Homem de Ferro (Robert Downey Jr). No começo dessa década, ele foi novamente utilizado como fonte de energia até ser roubado da SHIELD por Loki (Tom Hiddleston), que o usou para causar muita morte e destruição. Após alguns confrontos com os Vingadores e o Thor (Chris Hemsworth), o Deus da Mentira chegou até a perder a posse da joia, mas ele a roubou – de novo – durante os eventos de Thor: Ragnarok (2017).

Habilidades: Abrir portais para acesso imediato a qualquer canto do universo. Também pode ser usado como fonte de energia.

Localização Atual: Nave asgardiana com os sobreviventes do Ragnarok e fugitivos de Sakaar.

Aparições: Homem de Ferro 2 (2010), Thor (2011), Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), Os Vingadores (2012) e Thor: Ragnarok (2017).

Joia da Mente – Amarela:

(A Joia da Mente no Cetro do Loki e na testa do Visão)

Guardada em uma cápsula, a Joia da Mente está ligada a história dos Vingadores de forma íntima. Ela foi adaptada para energizar um cetro e emprestada por Thanos para que Loki conquistasse a Terra e trouxesse a Joia do Espaço para ele. O Deus da Mentira passou a controlar a mente de pessoas importantes, como o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), auxiliando no plano de dominação mundial.

Depois de Loki ser derrotado pelos Heróis Mais Poderosos da Terra, a SHIELD/ HIDRA tomou posse do cetro e passou a fazer experimentos em pessoas, criando Pietro e Wanda Maximoff (Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, respectivamente). O programa de “aprimoramento” de seres humanos teria continuado a todo vapor, mas os Vingadores invadiram a base e levaram o cetro consigo.

Durante toda aquela confusão envolvendo Ultron (James Spader), o robô homicida constrói um corpo de vibranium, quebra a cápsula e usa a Joia da Mente para dar vida e permitir que sua “consciência” fosse transferida para o novo corpo. Acontece que os Vingadores interrompem seu plano e transferem JARVIS para dentro da estrutura de metal. Assimilando o mordomo computadorizado com a Joia, nasceu o Visão (Paul Bettany). Agora, o herói é a unidade de contenção e guardião da Gema.

Habilidades: Controle e manipulação mental, aprimoramento humano e criação de Inteligência Artificial.

Localização Atual: Testa do Visão.

Aparições: Os Vingadores (2012), Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Os Vingadores: A Era de Ultron (2015) e Capitão América: Guerra Civil (2016).

Joia da Realidade – Vermelha:

(Jane Foster observa a Joia da Realidade no formato de Éter, em Thor: O Mundo Sombrio)

A Joia da Realidade foi aprisionada em forma de éter. Sem ter um formato sólido, essa contenção foi tomada dos Elfos Negros pelo avô de Thor, Bör, e ficou adormecida desde então. Em 2013, durante a Convergência, a Doutora Jane Foster (Natalie Portman) acaba absorvendo o Éter e pondo sua vida em risco. O Elfo Malekith retira a Joia do corpo dela e começa a trabalhar em seu plano de trazer a Escuridão para todo o universo, colocando sua raça no controle de tudo, como era antes da invasão de Bör.

Thor o derrota e leva o Éter para Asgard. Como o Tesseract estava guardado nos cofres de Odin, Lady Sif e os Três Guerreiros levam a Gema da Realidade para o Colecionador. Afinal, não é sábio ou seguro ter mais de uma Joia do Infinito no mesmo lugar.

Habilidades: Moldar a realidade de acordo com o desejo de seu portador.

Localização Atual: Cofre do Colecionador, em Luganenhum.

Aparições: Thor: O Mundo Sombrio (2013).

Joia do Poder – Roxa:

(Peter Quill observa o Orbe antes de roubá-lo do Cofre em Morag, em Guardiões da Galáxia)

Apresentada em uma das melhores cenas de abertura da Marvel, a Joia do Poder é guardada em um Orbe metálico, prontamente surrupiado pelo lendário fora da lei, Senhor das Estrelas (Chris Pratt). Sua missão é muito simples, roubar a peça e vendê-la para o Corretor (Christopher Fairbank). Porém, o xandariano desiste do negócio ao saber que Ronan, o Acusador (Lee Pace) está atrás do artefato. Peter é feito de trouxa e o filme se desenrola mostrando o surgimento dos Guardiões.

Em um dado momento, descobrimos que Ronan tinha um trato com Thanos parecido com o de Loki. Depois de conseguir o Orbe, o Acusador quebra seu pacto e toma a gema do Poder para si. Pela primeira vez na história, vemos alguém tocar diretamente numa Joia do Infinito e sobreviver a isso. Ele usa seu martelo como um “adaptador” para a pedra e tenta concluir seu juramento de destruir Xandar.

Os Guardiões conseguem derrotá-lo dividindo o poder da gema entre os quatro e decidem entregá-la para a Tropa Nova.

Habilidades: Destruir qualquer coisa que o portador desejar, até mesmo um planeta, uma lua ou estrela.

Localização Atual: Cofre da Tropa Nova, em Xandar.

Aparições: Guardiões da Galáxia (2014).

Joia do Tempo – Verde:

(O Doutor Estranho usa o Olho de Agamotto para refazer as páginas de um livro sagrado)

A Joia do Tempo, diferentemente das outras, foi enviada originalmente para a Terra. O Mago Agamotto criou um invólucro em forma de cordão para conseguir utilizar as habilidades da pedra. Protegido por várias gerações de Magos, o amuleto nos foi apresentado em posse da Anciã (Tilda Swinton). Em suas aulas no Kamar-Taj, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) passou a usá-lo sem permissão. Com a morte da Anciã e a ameaça de Dormammu, ele se tornou o novo guardião do Olho de Agamotto.

Em seu grande “teste”, Strange utilizou a Joia para voltar no tempo e prender Dormammu num loop temporal infinito. Com a dominância sobre o vilão, o Doutor Estranho o convence a desistir da Terra e ir embora. Atualmente, ele protege o planeta das ameaças interdimensionais que possam aparecer.

Habilidades: Manipular o tempo de acordo com o desejo do portador.

Localização Atual: Sanctum de Nova York, com o Doutor Estranho.

Aparições: Doutor Estranho (2016) e Thor: Ragnarok (2017).

Joia da Alma – Laranja:

 

(Está em Vormir com o Caveira Vermelha)

Até ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, não se sabia onde estava aprisionada e nem quem a estava guardando. Foram dezenas de teorias, incluindo a que ela podia estar na armadura de Heinmdall (Idris Elba). A Joia estava em Vormir, sendo guardada pelo Caveira Vermelha. Para consegui-lá, você precisa sacrificar o que mais ama.

Habilidades: Controlar a alma de todos os seres do universo.

Localização Atual: Vormir

ApariçõesVingadores: Guerra Infinita (2018)

Mudança de Cores

Houve uma mudança de cores na adaptação das Joias do Infinito para os cinemas. Não se sabe ao certo o motivo dessa decisão, mas acredito ter sido para dar certa liberdade semiótica para os diretores – você conseguiria pensar em “Força da Amizade” se os Guardiões da Galáxia fossem encobertos por uma energia vermelha na hora de derrotar o vilão? Outro fator é evitar spoilers na hora da divulgação dos filmes.

Nos filmes, as cores são designadas a essas pedras:

Azul: Espaço

Amarelo: Mente

Vermelho: Realidade

Roxo: Poder

Verde: Tempo

Laranja: Alma

Nos quadrinhos, as cores eram designadas a essas pedras:

Azul: Mente

Amarelo: Realidade

Vermelho: Poder

Roxo: Espaço

Verde: Alma

Laranja: Tempo

A Manopla:

(Thanos e a Manopla do Infinito completa)

Muita gente se pergunta se a Manopla do Infinito sozinha tem algum tipo de poder. Bem, a menos que tirar bolos quentes do forno seja considerado “poder especial”, ela não tem qualquer utilidade sem as joias.

Brincadeiras à parte, ela foi projetada e construída por Thanos, que precisava colher as gemas do infinito e matar metade do universo para conquistar a Morte. Ao ver como era difícil, trabalhoso e perigoso utilizar todas elas ao mesmo tempo, o Titã Louco pensou numa forma de canalizar a energia das joias para um artefato só, deixando seu uso mais prático.

No filme Thor (2011), a Manopla completa aparece na Sala de Tesouros de Odin. Não sabemos se os planos para Thanos conseguir as Joias do Infinito eram diferentes do que são hoje, mas tudo se complicou com a cena pós-créditos de Os Vingadores: A Era de Ultron (2015), que mostra o gigante roxo pegando uma Manopla vazia e chamando a responsabilidade para si.

Na época, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou a dizer que haviam duas Manoplas no UCM. De fato, se você reparar bem, a que Thanos usa na pós-créditos e a da Sala de Tesouros formavam um par. Então os fãs começaram a teorizar loucamente.

Recentemente, os roteiristas de Guerra Infinita disseram que não foram consultados na realização da indigesta cena extra da sequência de Vingadores. Para evitar qualquer acusação de furo de roteiro, eles resolveram isso em Thor: Ragnarok (2017). Em dado momento, a vilã do filme diz que a peça em Asgard é uma cópia fajuta e a destrói.

Até lá, acompanhe as notícias e nossos especiais sobre o filme aqui no CinePOP!

Os Melhores Filmes da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Guerra Infinita’

A Marvel Studios conseguiu novamente: criou um filme espetáculo com ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que se tornou a MAIOR bilheteria da Marvel Studios com US$ 2,04 bilhão mundialmente.

O filme chocou audiências pelo mundo inteiro com um final inesperado que fugiu totalmente da chamada “fórmula Marvel”.

Com a aproximação da estreia de ‘Capitã Marvel‘ e ‘Vingadores 4‘, a equipe do CinePOP resolveu formular sua lista definitiva, com todos os 19 filmes da Marvel Studios, colocados em ordem decrescente, do pior ao melhor.

Vamos lá?

19 | O Incrível Hulk 

Sinopse: Bruce Banner, um cientista fugindo do Governo norte-americano, precisa encontrar a cura para o monstro em que se transforma, sempre que perde a calma.

Curiosidade: O diretor Louis Leterrier queria Mark Ruffalo para o papel de Bruce Banner neste filme, mas a Marvel insistiu em Edward Norton. Todos sabemos como esta história terminou. Isso mostra que a Marvel não acerta sempre, ao menos não de primeira.

Diretor: Louis Leterrier – Carga Explosiva (2002), Cão de Briga (2005) e Truque de Mestre (2013).

Elenco: Edward Norton, Liv Tyler, Tim Roth, William Hurt, Tim Blake Nelson, Ty Burrell, Débora Nascimento.

 

18 | Thor

Sinopse: O Poderoso, mas arrogante, Deus Thor é expulso de Asgard para viver entre humanos em Midgard (Terra), onde logo ele se torna um de seus grandes defensores.

Curiosidade: A Trama de Thor fala sobre rivalidade de irmãos, e a disputa pelo trono de um reinado – assim como as peças de Shakespeare. Na vida real, dois irmãos foram os finalistas para o papel do Deus do Trovão. No final das contas, Chris Hemsworth ficaria imortalizado no personagem, e seu irmão mais novo, Liam, que chegou muito perto, emplacou em Jogos Vorazes, outra franquia de sucesso.

Diretor: Kenneth Branagh – Jack Ryan: Operação Sombra (2014), Cinderela (2015) e Assassinato no Expresso do Oriente (2017).

Elenco: Chris Hemsworth, Anthony Hopkins, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Stellan Skarsgard, Kat Dennings, Clark Gregg, Idris Elba, Ray Stevenson, Jamie Alexander, Rene Russo.

 

17 | Homem de Ferro 3

Sinopse: Quando o mundo de Tony Stark é destroçado por um formidável terrorista chamado Mandarin, ele começa uma odisseia de reconstrução e retribuição.

Curiosidade: O primeiro corte do filme tinha 3 horas e 15 minutos de duração, transformando o longa num verdadeiro épico. Alguém se interessaria em assistir a esta versão? Além de nós, é claro!

Diretor: Shane Black – Beijos e Tiros (2005) e Dois Caras Legais (2016).

Elenco: Robert Downey Jr., Guy Pearce, Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Rebecca Hall, Jon Favreau, Ben Kingsley, Ty Simpkins, James Badge Dale, Paul Bettany.

 

16 | Thor: O Mundo Sombrio

Sinopse: Quando a Dra. Jane Foster é amaldiçoada com uma poderosa entidade conhecida como Aether, Thor toma conhecimento do evento cósmico conhecido como a Conversão e dos genocidas Elfos Negros.

Curiosidade: O produtor Kevin Feige, o homem da Marvel no cinema, descreveu o filme como o Império Contra-Ataca (1980) dos filmes da saga Thor. Algo que me diz que O Mundo Sombrio ainda precisa comer muito feijão com arroz para esta comparação.

Diretor: Alan Taylor – Game of Thrones (2011-2017), O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015) e Electric Dreams (2018).

Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony Hopkins, Christopher Eccleston, Jaimie Alexander, Zachary Levi, Idris Elba, Rene Russo, Kat Dennings, Stellan Skarsgard, Adewale Akinnuoye-Agbaje.

 

15| Capitão América: O Primeiro Vingador

Sinopse: Steve Rogers, um soldado militar rejeitado se transforma no Capitão América depois de tomar uma dose do “soro do super soldado”. Mas ser o Capitão América tem um preço e ele precisará derrubar um ditador e uma organização terrorista.

Curiosidade: Chris Evans recusou o papel três vezes antes de finalmente aceitar. Para ele o problema não foi o personagem, mas sim os efeitos que a fama repentina e gigantesca poderiam causar em sua vida privada. Robert Downey Jr. foi quem o convenceu a aceitar, alegando que o filme lhe traria liberdade para aceitar qualquer outro papel que quisesse fazer depois.

Diretor: Joe Johnston – Rocketeer (1991), O Céu de Outubro (1999) e Jurassic Park III (2001).

Elenco: Chris Evans, Hugo Weaving, Samuel L. Jackson, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Tommy Lee Jones, Dominic Cooper, Stanley Tucci, Toby Jones, Neal McDonough, Derek Luke.

 

14 | Homem de Ferro 2

Sinopse: Com o mundo agora ciente de sua identidade como o Homem de Ferro, Tony Stark precisa enfrentar ambos sua saúde instável e um lunático vingativo com ligações com o legado de seu pai.

Curiosidade: O diretor Jon Favreau teve muitos problemas durante as filmagens com as interferências dos produtores da Marvel, que, por exemplo, o faziam reescrever o roteiro durante as filmagens. Tudo para encaixar a trama numa escala maior, visando a construção do MCU e a ligação com Vingadores (2012). Favreau considerou que seu filme perdeu coerência e teve a trama afetada, um exemplo disso foi a subtrama envolvendo a SHIELD enfiada no longa. A tensão foi tão grande que Favreau desistiu da direção de Homem de Ferro 3.

Diretor: Jon Favreau – Um Duende em Nova York (2003), Zathura: Uma Aventura Espacial (2005) e Cowboys & Aliens (2011).

Elenco: Robert Downey Jr., Mickey Rourke, Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Scarlett Johansson, Sam Rockwell, Samuel L. Jackson, Clark Gregg, John Slattery, Garry Shandling, Paul Bettany, Kate Mara, Leslie Bibb, Jon Favreau.

 

13 | Thor Ragnarok

Sinopse: Thor é aprisionado no outro lado do universo e se vê numa corrida contra o tempo para voltar à Asgard e impedir o Ragnarok, a destruição de seu planeta e o fim da civilização de Asgard, pelas mãos de uma nova ameaça toda poderosa, a cruel Hela.

Curiosidade: Cate Blanchett aceitou o papel da vilã Hela para agradar os filhos, fãs da Marvel. Já Jaimie Alexander e sua personagem, Lady Sif, estavam originalmente no roteiro, programados para retornar. No entanto, conflitos de agenda com a terceira temporada da série Blindspot tiraram a personagem de cena. Kevin Feige tratou de divulgar que Sif estaria em uma importante missão ao mesmo tempo em que Ragnarok ocorria.

Diretor: Taika Waititi – O Que Fazemos Nas Sombras (2014) e Uma Fuga para a Liberdade (2016).

Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Tessa Thompson, Karl Urban, Mark Ruffalo, Anthony Hopkins, Benedict Cumberbatch.

 

12 | Doutor Estranho

Sinopse: Durante uma jornada de cura física e espiritual, um brilhante neurocirurgião é puxado para o mundo das artes místicas.

Curiosidade: Joaquin Phoenix quase ficou com o papel do mago Doutor Estranho, mas após as negociações de meses, o ator saiu do projeto, que terminou nas mãos de Benedict Cumberbatch. O mesmo ocorreu com Rachel McAdams, o último membro do elenco principal a ser adicionada. McAdams já havia sido sondada pela Marvel para o papel de Pepper Potts em Homem de Ferro, o qual a atriz recusou. Outro que quase esteve no longa foi o veterano consagrado Morgan Freeman, que chegou perto de interpretar o papel do mestre Ancião que terminou com Tilda Swinton.

Diretor: Scott Derrickson – O Exorcismo de Emily Rose (2005), O Dia em que a Terra Parou (2008) e A Entidade (2012).

Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Mads Mikkelsen, Tilda Swinton, Michael Stuhlbarg, Benjamin Bratt, Scott Adkins, Benedict Wong

 

11 | Homem-Formiga

Sinopse: Armado com um super traje dono da maravilhosa habilidade de diminuir em escala, mas aumentar a força, o ladrão Scott Lang precisa aceitar o herói interior que há nele e ajudar seu mentor, o Dr. Hank Pynn, a planejar e pôr em prática o roubo que salvará o mundo.

Curiosidade: O diretor Edgar Wright, fã do personagem, desenvolvia um filme ao lado da Marvel desde 2003. Em 2014, devido a diferenças criativas com a Disney, o diretor saiu do projeto. Durante o processo, no entanto, Wright havia pedido para a Marvel não usar os personagens Homem-Formiga e a Vespa em outros filmes, até que o seu estivesse pronto. Originalmente, Hank Pynn seria o protagonista do longa, porém, devido a uma fase sombria nos quadrinhos na qual o personagem se torna um marido abusivo, batendo em sua esposa, os produtores acharam que não seria adequado e voltado a todo tipo de público, optando por usar Scott Lang. Os roteiristas Adam McKay e Paul Rudd inseriram o personagem Falcão (Anthony Mackie) no filme após assistirem a Capitão América: O Soldado Invernal (2014) e se apaixonarem pelo personagem.

Diretor: Edgar Wright  Peyton Reed – Teenagers: As Apimentadas (2000), Separados Pelo Casamento (2006) e Sim Senhor (2008).

Elenco: Paul Rudd, Michael Douglas, Evangeline Lilly, Corey Stoll, Bobby Cannavale, Anthony Mackie, Judy Greer, Michael Peña.

 

10 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Sinopse: Peter Parker equilibra sua vida como um estudante colegial comum no Queens com seu alter ego de super-herói Homem-Aranha, e se vê na trilha de uma nova ameaça espreitando os céus da cidade de Nova York.

Curiosidade: Quando o acordo com a Sony foi concluído, a Marvel tratou de confeccionar o filme do herói para inclui-lo em seu universo. Assim o longa tomou a vaga de lançamento que seria de Thor Ragnarok, jogando o terceiro filme do Deus do Trovão para novembro de 2017, vaga que era de Pantera Negra, que por consequência foi empurrado para fevereiro deste ano, e assim diversos filmes da Marvel precisaram ser relocados.

Diretor: Jon Watts – Clown (2014) e A Viatura (2015).

Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Robert Downey Jr., Marisa Tomei, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Zendaya, Donald Glover, Laura Harrier, Tony Revolori, Bokeen Woodbine, Tyne Daly.

 

09 | Vingadores: Era de Ultron

Sinopse: Quando Tony Stark e Bruce Banner tentam dar início a um programa pacificador chamado Ultron, as coisas saem horrivelmente errado e cabe aos maiores heróis da Terra impedir o vilão Ultron de concluir seu terrível plano.

Curiosidade: Nos quadrinhos, Ultron foi criado por Hank Pynn, o Homem Formiga, que ganharia filme solo no mesmo ano. Scarlett Johansson estava grávida durante as filmagens, e suas cenas precisaram ser as primeiras a serem gravadas. James Spader foi a primeira e única escolha de Joss Whedon para viver o vilão robô Ultron, devido a sua voz calma e atrativa, muito humana e cheia de humor. A ideia original de Joss Whedon teria o Homem-Aranha e a Capitã Marvel aparecendo ao final do filme, coisa que a Marvel não pôde providenciar na época.

Diretor: Joss Whedon – Firefly (2002), Buffy – A Caça-Vampiros (1996-2003) e Angel (1999-2004).

Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, James Spader, Samuel L. Jackson, Don Cheadle, Aaron Taylor-Johnson, Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Cobie Smulders, Anthony Mackie, Hayley Atwell, Andy Serkis, Julie Delpy, Linda Cardellini, Stellan Skarsgard.

 

08 | Guardiões da Galáxia Volume 2 

Sinopse: Os Guardiões precisam lutar para manter sua recém-formada família junta enquanto eles desvendam o mistério da paternidade de Peter Quill.

Curiosidade: A modelo Elizabeth Debicki foi escalada para viver Ayesha devido a sua avantajada altura de 1.91 metros. No filme, seu sapato de plataforma a aumentava até 2.01 metros. Já o vilão Ego, um planeta vivo, com um trilhão de polígonos, é considerado o maior efeito especial já gerado em computador para um filme.

Diretor: James Gunn – Seres Rastejantes (2006) e Super (2010).

Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Michael Rooker, Karen Gillan, Pom Klementieff, Sylvester Stallone, Kurt Russell, Elizabeth Debicki

07 | Capitão América: Guerra Civil

Sinopse: O envolvimento político nas ações dos Vingadores causa uma disputa entre os líderes da equipe, Homem de Ferro e Capitão América.

Curiosidade: T´Challa tinha um papel bem menor nos rascunhos originais e nem apareceria em seu traje de Pantera Negra, já que os roteiristas queriam colocar um foco maior no Homem-Aranha e guardar a história de origem do Pantera Negra para seu próprio filme. Porém, a certa altura tudo indicava que a Marvel não teria permissão de utilizar o Homem-Aranha, então o papel do Pantera Negra foi aumentado significativamente na trama. Quando finalmente puderam utilizar o Homem-Aranha, T´Challa já havia se tornado tão indispensável para a trama, que decidiram deixar o personagem desta forma e dar o papel menor para o Homem-Aranha.

Diretor: Anthony Russo e Joe Russo – Arrested Development (2003-2005), Dois é Bom, Três é Demais (2006) e Community (2009-2011).

Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johnasson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Paul Rudd, Emily VanCamp, Tom Holland, Daniel Brühl, Frank Grillo, William Hurt, Martin Freeman, Marisa Tomei, John Slattery, Hope Davis, Alfre Woodard.

06 | Homem de Ferro

Sinopse: Depois de ser sequestrado e mantido prisioneiro numa caverna no Afeganistão, o engenheiro bilionário Tony Stark cria uma armadura única e armada para lutar contra o mal.

Curiosidade: Tom Cruise esteve vinculado por anos ao projeto. O astro tinha enorme vontade de viver o personagem na telona. O roteiro não estava finalizado quando as filmagens começaram, já que o objetivo era focar mais na história e na ação. Assim, muitos dos diálogos eram improvisados por Robert Downey Jr., o que fazia sua parceira de cena, Gwyneth Paltrow, suar para acompanhar o colega.

Diretor: Jon Favreau – Chef (2014) e Mogli: O Menino Lobo (2016).

Elenco: Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Terrence Howard, Jeff Bridges, Leslie Bibb, Clark Gregg, Paul Bettany, Shaun Toub, Faran Tahir.

 

 

05 | Guardiões da Galáxia

Sinopse: Um grupo de criminosos intergalácticos é forçado a trabalhar junto para impedir um guerreiro fanático de dominar o universo.

Curiosidade: O milagre da Marvel coloca seus atores em forma para viver seus respectivos heróis. Chris Pratt, por exemplo, é um dos casos mais notórios, pois estava bem acima do peso quando foi contratado para viver Peter Quill, vulgo Senhor das Estrelas. Após o treinamento, Pratt assumiu a forma de galã sarado, a qual mantém até hoje. Os Guardiões da Galáxia talvez sejam os personagens menos conhecidos do acervo da Marvel a ganharem seu filme próprio, e fazerem um enorme sucesso com ele, se tornando novos queridinhos dos fãs.

Diretor: James Gunn.

Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Lee Pace, Michael Rooker, Karen Gillan, Djimon Hounsou, John C. Reilly, Glenn Close, Benicio Del Toro, Laura Haddock.

04 | Os Vingadores

Sinopse: Os heróis mais poderosos da Terra precisam se unir e aprender a lutar em equipe se quiserem impedir o trapaceiro Loki e seu exército alienígena de escravizar a humanidade.

Curiosidade: Homem-Formiga e a Vespa, dois membros fundadores dos Vingadores, foram cortados do roteiro original de Joss Whedon a pedido dos produtores. A Marvel não queria os personagens aparecendo antes de seus filmes solo.

Diretor: Joss Whedon – Serenity: A luta Pelo Amanhã (2005), Dollhouse (2009) e Muito Barulho por Nada (2012).

Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Scarlett Johansson, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Jeremy Renner, Tom Hiddleston, Clark Gregg, Cobie Smulders, Stellan Skarsgard, Samuel L. Jackson, Gwyneth Paltrow, Paul Bettany.

 

03 | Pantera Negra 

Sinopse: T´Challa, o Rei de Wakanda, assume o trono da isolada e tecnologicamente avançada nação africana, mas sua liderança é desafiada por um forasteiro vingativo, que quando criança foi vítima de um erro do pai de T´Challa.

Curiosidade: Pantera Negra foi o primeiro personagem cujos direitos cinematográficos reverteram para a Marvel, anteriormente propriedade de estúdios como Artisan Entertaiment e a Columbia Pictures. O personagem voltou para as mãos da Marvel em 2005. Wesley Snipes por anos tentou tirar o filme solo do herói do papel, o qual protagonizaria. Ao invés disso, ele acabou interpretando Blade, o primeiro herói negro da nova leva de filmes do gênero.

Diretor: Ryan Coogler – Fruitvale Station: A Última Parada (2013) e Creed: Nascido para Lutar (2015).

Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong´o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Letitia Wright, Winston Duke, Sterling K. Brown, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis.

 

02 | Vingadores: Guerra Infinita

Sinopse: O início do fim da jornada de 10 anos da Marvel Studios nos cinemas. O filme apresenta o vilão Thanos, que tem um plano infalível de juntar as seis Joias do Infinito em sua Manopla e dizimar 1/3 das raças de toda a galáxia, mas encontrará a resistência dos Vingadores – que têm a ajuda do Pantera Negra, dos Guardiões da Galáxia e do Doutor Estranho. O filme prepara terreno para o grande final, que será visto em ‘Vingadores 4‘ (2019).

Curiosidade: O filme reuniu praticamente todo o elenco de todas as franquias da casa, e se tornou a segunda produção mais cara da história de Hollywood.  O orçamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi de aproximadamente US$ 300 milhões. A produção da Marvel fica apenas atrás de ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘, cujo orçamento alcançou a marca de US$ 378 milhões, conforme pontua a publicação. ‘Guerra Infinita‘ divide o posto com outras duas produções de grande porte. ‘Liga da Justiça‘ e ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘ também contaram com um investimento de US$ 300 milhões.

Diretor: Anthony Russo e Joe Russo.

Elenco: Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Chris Pratt (Starlord), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Scarlett Johansson(Viúva Negra), Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Zoe Saldana(Gamora), Karen Gillan (Nebula), Chris Evans (Capitão América), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Paul Bettany (Visão), Benedict Wong (Wong), Dave Bautista (Drax), Chadwick Boseman (Pantera Negra) e Samuel L. Jackson (Nick Fury).

 

01 | Capitão América: O Soldado Invernal 

Sinopse: Enquanto Steve Rogers luta para encontrar seu lugar no mundo moderno, ele se une a colega de equipe dos Vingadores, e agente da SHIELD, Viúva Negra, para enfrentar uma nova ameaça na história, um assassino conhecido como Soldado Invernal.

Curiosidade: O ator Anthony Mackie, fã de quadrinhos, tinha o sonho de se tornar um super-herói nas telas, então resolveu enviar diversos e-mails para a Marvel realizar este desejo seu. Kevin Feige finalmente descobriu as mensagens de Mackie e o convidou para viver o Falcão neste filme. O veterano Robert Redford foi outro ator icônico (ao lado de Cate Blanchett) que se interessou em participar de um filme da Marvel a pedido de familiares, aqui no seu caso, seus netos eram fãs dos personagens.

Diretor: Anthony Russo e Joe Russo.

Elenco: Chris Evans, Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson, Robert Redford, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Cobie Smulders, Frank Grillo, Emily VanCamp, Hayley Atwell, Toby Jones.

EXCLUSIVO: Isabela Moner gostaria de estrelar o remake de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’

O clássico da Sessão da Tarde ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘ (Clueless), que completou 23 anos em 2018, vai ganhar refilmagem. E já temos uma candidata a protagonista.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘De Repente Uma Família‘ (Instant Family), a atriz Isabela Moner (‘Dora, a Aventureira’) revelou que toparia estrelar a produção.

“Se eu consideraria estrelar As Patricinhas de Beverly Hills? Você tem que perguntar para a Paramount. Mas acho que seria legal. Porque a protagonista não poderia ser latina? Porque não? Eu gostaria. Eu amo esse filme.”, afirmou.

Assista (no minuto 4:55):

Segundo o Deadline, a Paramount Pictures contratou Tracy Oliver (‘Viagem das Garotas’) para produzir o reboot, que será roteirizado por Marquita Robinson (das séries ‘New Girl’ e ‘GLOW’).

Novidades surgirão em breve.

Lançado nos EUA no dia 19 de julho de 1995, o filme se tornou um sucesso inesperado e arrecadou mais de US$ 11 milhões em seu primeiro fim de semana, somando um total de US$ 55 milhões somente nos EUA.

‘Pokémon: Detetive Pikachu’ ganha trailer com a música original do desenho

Pokémon: Detetive Pikachu‘ teve seu trailer reeditado por um fã com a música original do desenho.

O resultado é pura nostalgia.

Assista:

Recentemente, vazaram fotos dos bonecos reais utilizados na gravação do longa.

Como muitos sabem, Pikachu consegue falar nessa adaptação, sendo dublado por Ryan Reynolds. Porém, somente o protagonista Tim consegue entendê-lo. Para todo o resto dos humanos, Pikachu só emite seus barulhos tradicionais de ‘pika pika‘.

Nesse momento do trailer, quem dubla o personagem é a atriz Ikue Ōtani – que empresta sua voz para o simpático personagem no anime desde sua estreia em 1997.

Um belo detalhe para os fãs mais assíduos dos monstrinhos.

Confira o trailer abaixo:

Maravilhosa! Jennifer Garner faz dancinha em sua estrela na Calçada da Fama

A maravilhosa Jennifer Garner surpreendeu seus fãs em Los Angeles ao aparecer na sua estrela na Calçada da Fama e performar uma dancinha super fofa.

A atriz ganhou sua estrela em agosto desse ano.

“Assinei contrato para para 10 horas mensais de dancinhas para manter minha estrela na calçada da fama.”, brincou.

Assista:

Atualmente a atriz estrela a nova série de comédia da HBO, ‘Camping‘.

Assista ao trailer:

A primeira temporada tem 8 episódios, comandados pela dupla responsável por ‘Girls‘, Lena Dunham e Jenni Konner. O projeto é baseado em uma série britânica de mesmo nome.

“Para organizar o aniversário de 44 anos de seu marido Walt, a organizada e controladora Kathryn reúne sua meia irmã e sua melhor amiga no que deveria ser um perfeito escape, um retorno para a natureza, logo se torna um teste em seu casamento e conflitos entre mulheres que não serão esquecidos tão cedo.”

‘Animais Fantásticos 2’: Zouwu é destaque no novo cartaz do filme; Confira!

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ ganhou um novo cartaz voltado para o mercado internacional.

Confira:

Nos EUA, ‘Os Crimes de Grindelwald‘ faturou US$ 62 milhões. Para termos de comparação, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ estreou com US$ 74.4 milhões em 2016.

Internacionalmente, o longa fechou com um resultado muito mais positivo, arrecadando US$ 253 milhões globalmente – um aumento significativo em relação ao primeiro filme.

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

Ezra Miller (Credence), Zoe Kravitz (Leta Lestrange), Callum TurnerKatherine Waterston, Alison Sudol  e Dan Fogler completam o elenco.

Oi? Homem usa artes marciais contra zumbis no trailer do terror ‘Johnny Z’

O terror ‘Johnny Z‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O filme foi dirigido por Jonathan Straiton.

A trama segue um híbrido, metade humano e metade zumbi, que usa artes marciais para buscar vingança da empresa maligna que o criou..

Michael Merchant, Felix Cortes e Jason Delgado estrelam.

‘A Maldição da Residência Hill’: Criador fala sobre final alternativo da série; Saiba mais!

Mike Flanagan, o criador da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, voltou a falar sobre o infame final alternativo da série, que traria um final muito menos feliz do que originalmente vimos nas telinas.

“Não parecia com o tipo de coisa que nós queríamos transmitir e foi por isso que nós abandonamos a ideia rapidamente. [O final alternativo] foi parte de conversas muito iniciais, mas nós nunca realmente chegamos a uma conclusão que queríamos desenvolver.”

Caso a série seja renovada, Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

‘Bohemian Rhapsody’: Guitarrista do Queen quer Oscar para Rami Malek

Bohemian Rhapsody‘ continua firme e forte nos cinemas, atraindo milhares de pessoas para conferir a biografia de Freddie Mercury.

Novamente rasgando elogios para o filme, o guitarrista da banda Queen, Brian May, está torcendo por uma indicação ao Oscar de Melhor Ator para Rami Malek que encarnou o icônico cantor no filme.

Em entrevista a Press Association, admitiu:

“Ele viveu Freddie ao ponto em que  começamos a pensar nele como Freddie. Ele é fantástico e sem dúvida estará na lista de indicações para um Oscar e vai ser merecido também.”

Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Atriz de ‘Thor: Ragnarok’ diz que sua personagem destruiria Killmonger facilmente

Em um vídeo hilário mostrando os astros de ‘Creed II‘, Tessa Thompson e Michael B. Jordan discutem rapidamente diversos pontos da saga ‘Rocky’ além de tangenciar outros assuntos.

Como ambos os atores já fizeram parte do MCU, interpretando Valquíria e Killmonger, ambos deram sua versão de qual personagem ganharia um duelo entre os dois.

Nem esperando Jordan terminar a pergunta, Tessa Thompson já afirmou categoricamente que sua personagem sairia vitoriosa.

Confira no vídeo:

Bem engraçado, não? Tanto ‘Pantera Negra‘ quanto ‘Thor: Ragnarok‘ já estão disponíveis nas lojas.

Trailer de ‘O Rei Leão’ se torna o 2º mais visto da história da internet

O trailer maravilhoso, sensacional e estupendo da nova versão do clássico ‘O Rei Leão‘ (The Lion King) bateu recorde e se tornou o segundo mais visto da internet.

Em apenas 24 horas, o vídeo teve 224.6 milhões de visualizações.

O recorde ainda pertende ao trailer de ‘Guerra Infinita’, com 250 milhões de views.

O terceiro trailer mais assistido da história em 24 horas é o de ‘It – A Coisa‘, com nada menos que 197 milhões de visualizações. Velozes e Furiosos 8‘ (The Fate of the Furious) surge depois com 139 milhões de visualizações em um dia

O longa é dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo’).

Confira o trailer:

‘O Rei Leão’, ‘Aladdin’, ‘Dumbo’ e os próximos remakes live-action da Disney 

A estreia por aqui acontece no dia 18 de Julho de 2019, um dia antes da estreia norte-americana. O filme será lançado em versões 3D, 2D e IMAX.

O elenco traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Além de dublar Nala, Beyoncé ficará responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

‘WiFi Ralph’: Ralph aparece em Fortnite em participação especial

WiFi Ralph‘, ganhou uma nova campanha de publicidade no game ‘Fortnite‘, popular game de battle royale. O personagem aparece no telão da cidade de Bobinas Traiçoeiras, dá um tchau e some.

Confira no vídeo:

Essa não é a primeira vez que a Disney e a Epic Games entram em parceria em Fortnite já que Thanos virou um personagem jogável durante o lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

A animação estreia no Brasil em 3 de janeiro de 2019.

WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

 

 

Zack Snyder brinca com fãs sobre cenas cortadas de ‘Liga da Justiça’

Ontem foi dia de Ação de Graças nos EUA e como a tradição manda, diversas famílias prepararam uma grande ceia e isso inclui a família dos famosos. 

Para comemorar com os fãs, Zack Snyder postou uma foto de um peru com o termômetro marcando 120 graus com os dizeres “Uma hora a mais, pelo menos” em referência a curta duração de ‘Liga da Justiça‘.

Veja a imagem:

Liga da Justiça‘ foi um dos fracassos mais inesperados da DC em 2017. Agora resta a ‘Aquaman‘ que estreia em 14 de dezembro colocar a editora em evidência novamente.