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‘Pantera Negra’ deve arrecadar o mesmo que ‘Capitão América: Guerra Civil‘ na abertura

Um dos principais filmes da Marvel Studios já está em cartaz nos cinemas e, de acordo com previsões, Pantera Negra deve arrecadar US$ 180 milhões em seu final de semana de estreia, recuperando quase 90% de seu orçamento de volta em apenas quatro dias, um fato impressionante para um filme que custou US$ 200 milhões.

Para comparação, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ arrecadou US$ 181,7 milhões em seu primeiro fim de semana. ‘Homem de Ferro 3‘ fez  US$ 174,1 milhões, ‘Os Vingadores‘ fez US$ 207 milhões e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ conquistou US$ 191 milhões.

Vai ao cinema esse final de semana? Leia a nossa crítica:

Crítica | Pantera Negra – O filme mais sério e necessário da Marvel

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

Crítica | Pantera Negra – O filme mais sério e necessário da Marvel

Há 10 anos, a Marvel Studios inaugurava seu Universo Cinematográfico com ‘Homem de Ferro’, sucesso inesperado nas bilheterias que catapultou a carreira então morta de Robert Downey Jr. e transformou o personagem no super-herói mais famoso das telonas.

Chegando ao seu 18º filme, o estúdio reúne mais sucessos do que fracassos, e a cada filme consegue elevar as apostas e faturar ainda mais. Com a difícil tarefa de quebrar a “fórmula Marvel”, que começou a saturar seu próprio público com filmes de origem muito parecidos (vide ‘Homem de Ferro’ e ‘Doutor Estranho’), a Marvel decidiu se arriscar fora da caixinha e começou a navegar por gêneros diferentes, vide a sensacional comédia de ação ‘Guardiões da Galáxia’ e o filme de “espiões” ‘Capitão América – O Soldado Invernal’.

Eis que o estúdio agora renova novamente com ‘Pantera Negra’, um blockbuster de US$ 200 milhões que é corajoso o suficiente para trazer um elenco formado majoritariamente por atores negros – algo nunca feito antes em um filme desse porte por causa de uma Hollywood conservadora e racista.

Sim, já tivemos ‘Blade’, mas vale lembrar que apenas o herói vivido por Wesley Snipes era negro – o resto do elenco era majoritariamente branco.

Mas militâncias à parte, o elenco sensacional e talentoso é apenas a ponta do iceberg do melhor filme de origem já feito pela Marvel desde ‘Homem de Ferro’.

Esqueça as piadinhas e o humor sarcástico, ‘Pantera Negra’ é o filme mais sério e mais político já feito pela Marvel. É um filme de arte, de guerra, com moldura de super-herói.

Lembra a homenagem que a Marvel fez aos filmes “de espiões dos anos 70” em ‘O Soldado Invernal’? Aqui o estúdio repete a dose e flerta com o cinema de gênero, fazendo um filme épico sobre a arte da guerra. É um ‘Coração Valente’ (1995) com um super-herói negro no lugar de Mel Gibson.

Pantera Negra’ acompanha T’Challa que, após a morte de seu pai, o Rei de Wakanda, volta pra casa para a isolada e tecnologicamente avançada nação africana para a sucessão ao trono e para ocupar o seu lugar de direito como rei. Mas com o reaparecimento de um velho e poderoso inimigo, o valor de T’Challa como rei – e como Pantera Negra – é testado quando ele é levado a um conflito formidável que coloca o destino de Wakanda, e do mundo todo, em risco. Confrontado pela traição e o perigo, o jovem rei precisar reunir seus aliados e liberar todo o poder do Pantera Negra para derrotar seus inimigos e assegurar a segurança de seu povo e de seu modo de viver.

Ryan Coogler, de ‘Creed’, entrega uma direção sólida e estilosa que mescla com sucesso as cenas de ação com momentos dramáticos em que seu elenco tem a chance de brilhar.

E por falar em elenco, temos aqui o elenco mais carismático e talentoso de todos os filmes já produzidos pela Marvel.

Chadwick Boseman é a personificação do T’Challa, no mesmo nível que Robert Downey Jr. personificou o Homem de Ferro. Com uma atuação poderosa, ele dá a liga ideal para seu herói funcionar como um futuro líder dos Vingadores. Michael B. Jordan se redime após ‘Quarteto Fantástico‘ e entrega um dos vilões mais humanos e fascinantes da Marvel, com uma motivação decente e curiosa que quebra a maldição do estúdio com heróis rasos.

Mas quem brilha mesmo é o elenco feminino: Letitia Wright (Black Mirror) é o maior destaque do elenco como a divertida Shuri, a irmã do protagonista que cria os apetrechos tecnológicos do herói, fazendo o mesmo papel do Q nos filmes do James Bond.

Lupita Nyong’o e Danai Gurira, de ‘The Walking Dead‘, também merecem destaque como guerreiras girl power, em cenas de batalha e empoderamento que deixam o filme ainda mais primordial.

Pantera Negra’ é o James Bond da Marvel, um filme atual, político e necessário que acerta em cheio ao criar uma trama mirabolante, repleta de reviravoltas e mensagens valiosas em seu subtexto. É o filme mais sério e mais profundo da Marvel, cheio de alma e momentos épicos que deixarão qualquer cinéfilo boquiaberto.

Crítica | Três Anúncios para um Crime – Que venham as estatuetas do Oscar, amém!

Três anúncios objetivos, indagações profundas que estampam outdoors antes abandonados. Em uma rodovia onde só circula “quem estiver perdido ou for muito idiota”, o vermelho sangue chama atenção com letras pretas garrafais. Uma pergunta que esconde a dor imensurável da perda irremediável. Que esconde a culpa dilacerada de palavras (mal)ditas, que anseia por respostas. ‘Três Anúncios Para Um Crime’ se revela muito além das curtas linhas de um material publicitário, se destrinchando a partir da dor e da raiva daqueles que – raramente – possuem o direito de se irar e sofrer publicamente.

Martin McDonagh possui um currículo pequeno e um Oscar na estante. Premiado em 2006 por seu curta-metragem ‘Six Shooter’, ele volta aos holofotes com um drama capaz de trazer fragmentos do humor e o delírio da ação inusitada a uma história de doer a alma. Com Frances McDormand genuinamente como a amamos – sem papas na língua, a trama acompanha a “impertinência” de uma mãe que lida com os latentes questionamentos sobre os responsáveis pela trágica morte de sua filha adolescente.

Em seu caminho, Mildred (McDormand) trava um conflito duro com a polícia da pequena cidade de Ebbing. Aparentemente pacata, ela se reconfigura drasticamente a partir da ira dessa durona mulher, vítima de circunstâncias que antecedem a despedida repentina de Angela, e que extravasa o sofrimento à sua maneira. Violentamente, Frances arrebata nossos corações, com olhos que imprimem a determinação que apenas uma mãe teria, em uma atuação que expira pelos poros. Sua linguagem corporal dita o ritmo da trama, que segue seus movimentos habilmente e flagra suas profundas lágrimas, suas rápidas explosões de dor em falas angustiantes. Mas ela não está sozinha.

O direto ao sofrimento é o grande viés do incrível roteiro assinado por McDonagh. Gradativamente conhecemos Dixon (Sam Rockwell), um policial politicamente incorreto digno de repulsa. Incontrito, ele possui uma reputação repugnante que quase o entrega à audiência. Mas suas motivações e intenções são a superfície de uma fragilidade mascarada. Sua violência desmedida é o escape da perda. A dor de quem também é fruto de seu meio, de seu seio familiar e de suas circunstâncias. Alguém que nos fez capaz de transformar o sentimento de repulsa inerente ao seu personagem em compaixão. Alguém que nasceu na melhor atuação de Sam Rockwell.

Adversários em virtude das coisas da vida, Mildred e Dixon se cruzam de maneira inusitada. E tal como nos surpreendemos diante da imprevisibilidade dos fatos, nos apaixonamos pela dinâmica McDormand-Rockwell. Com suas particularidades e tristezas que se completam, suas histórias se mesclam através de uma terceira e repentina perda. A espécie de “Ode à Dor” cresce vertiginosamente a partir do grau de sensibilidade emocional de seus personagens. Suas inconstâncias imersas na espiral em que vivem ditam as consequências da narrativa. Seus atos frutos desta experiência sensorial de ser quem são tecem o clímax da produção, que é inesperado e maravilhosamente ideal.

Com uma fotografia e direção belíssimas que exploram bem cada uma dessas caricatas figuras, ‘Três Anúncios Para um Crime’ é um conto peculiar sobre o aftermath, aquele instante que sucede a súbita dor da tragédia revelada. Peculiar pelo pontual toque de humor negro que emerge nos momentos mais estratégicos, ele nos leva para dentro dessa odisseia humana, que vive neste ciclo onde a dor, a ira e o contentamento tentam se encontrar, em uma estrada empoeirada e esquecida, onde apenas o perdão pessoal poderia torná-la novamente transitável. Que venham as estatuetas do Oscar, amém.

 

‘Desejo de Matar’: Bruce Willis protege a filha em clipe do remake

Desejo de Matar‘ (Death Wish), o remake do clássico estrelado por Charles Bronson, teve sua primeira cena divulgada. Nela, vemos o personagem de Bruce Willis protegendo sua filha. Assista:

Assista ao trailer legendado:

Eli Roth (‘O Albergue’) dirige.

O elenco conta com Bruce Willis, Vincent D’Onofrio, Kimberly Elise, Mike Epps e Elisabeth Shue.

Em 2013, o diretor Joe Carnahan (A Perseguição) já havia se afastado do projeto alegando diferenças criativas em relação à escalação de Willis como protagonista.

Paul Kersey é um homem pacífico que tem sua vida destroçada quando três marginais invadem seu apartamento, estupram sua filha, que fica em estado gravíssimo, e matam Joanna, sua mulher. Após uma viagem a uma cidade do Arizona na qual todos andam armados e a criminalidade é mínima, Kersey decide eliminar qualquer um que o ameace, pois a polícia se mostra incapaz de encontrar os culpados. Assim Kersey se arma e começa a patrulhar as ruas, matando assassinos e ladrões e ficando obcecado em fazer justiça.

O filme será lançado no Brasil pela Imagem Filmes dia 31 de Maio de 2018.

Lady Bird – A Hora de Voar

(Lady Bird)

 

Elenco:

Saoirse Ronan

Laurie Metcalf

Tracy Letts

Timothée Chalamet

Odeya Rush

Direção: Greta Gerwig

Gênero: Drama

Duração: 93 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Fevereiro de 2018

Sinopse:

Em Lady Bird – A Hora de Voar, uma moça se muda para o estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e lá vive durante um ano. Amigos, amores e aventuras fazem parte de sua jornada em sua nova cidade.

Crítica | Lady Bird: A Hora de Voar – 99% no Rotten Tomatoes e aqui não é diferente! (Nota: 10.0)

 

Curiosidades:

» ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ e ‘Lady Bird’ são indicados a prêmio LGBT 

» Uau! ‘Lady Bird’ se torna o filme mais bem avaliado da história do Rotten Tomatoes 

» O filme se tornou o filme mais bem avaliado da história do Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação baseado em 170 críticas;

» Primeiro filme dirigido por Greta Gerwig;

» Saoirse Ronan ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Gotham Awards 2017 pelo filme;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Eu, Tonya

(I, Tonya)

 

Elenco:

Margot Robbie

Sebastian Stan

Bojana Novakovic

Allison Janney

Direção: Craig Gillespie

Gênero: Biografia / Comédia

Duração: 120 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de fevereiro de 2018

Sinopse:

A trama narra a história de Tonya Harding, ex-patinadora no gelo. Durante a década de 1990, ela conseguiu superar sua infância pobre e ser campeã do Campeonato de Patinação no gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial.

Crítica | Eu, Tonya – O melhor trabalho da carreira de Margot Robbie (Nota: 10.0)

 

Curiosidades:

» Baseado na história real da patinadora Tonya Harding;

» Allison Janney venceu o Globo de Ouro 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante de Filme;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi

(Mudbound)

 

Elenco:

Rob Morgan

Jason Mitchell

Garrett Hedlund

Jason Mitchell

Carey Mulligan

Jason Clarke

Jonathan Banks

Direção: Dee Rees

Gênero: Drama

Duração: 134 min.

Distribuidora: Diamond Films, Netflix

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Fevereiro de 2018

Sinopse:

Após da Segunda Guerra Mundial, duas famílias entrelaçam suas histórias vivendo no delta do Rio Mississippi e enfrentarão a hierarquia social bárbara numa paisagem implacável.

Crítica | ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi’ coloca a Netflix no hall dos indicados ao Oscar (Nota: 9.0)

 

Curiosidades:

» O filme original da NetflixMudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi‘ será lançado nos cinemas nacionais pela Diamond Films.

» O filme recebeu o prêmio de melhor elenco no Gotham Awards 2017;

» Estreou no Sundance Film Festival 2017, onde foi aplaudido de pé;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

 

Crítica | Lady Bird: A Hora de Voar – 99% no Rotten Tomatoes e aqui não é diferente!

Dirigido e escrito por Greta Gerwig (Frances Ha), Lady Bird é uma ode à cidade de Sacramento, além de uma jornada sobre amadurecimento da adolescência ao início da juventude, mas muito mais uma relação calorosa entre mãe e filha. Esta é a primeira vez que Greta assume sozinha as funções de roteirista e diretora, e não poderia ter tido melhor desempenho.

É evidente que a artista traz muito da sua própria trajetória no enredo, o que faz dele uma história totalmente tocante, verossímil e divertida. Aos 23 anos, Saoirse Ronan está perfeita no papel da dinâmica adolescente em busca de emoção e um sentido mais amplo para vida, ou nas palavras da personagem, ir para bem longe de sua cidade natal. Sua primorosa atuação deve lhe render uma terceira indicação ao Oscar, após os elogiados Desejo e Reparação (2007) e Brooklyn (2015).

A cena inicial de mãe e filha ouvindo uma história no rádio do carro e derramando lágrimas é um prólogo genial. A partir dali se desenvolve um veemente diálogo sobre como Christine “Lady Bird” McPherson (Saoirse Ronan) deseja se livrar das suas raízes em Sacramento e buscar algo mais colorido para sua vida, enquanto Marion McPherson (Laurie Metcalf), sua mãe, tenta contra-argumentar realisticamente os voos da menina.

Para encerrar o assunto, Lady Bird simplesmente salta do carro em movimento. Um simples gesto que mostra muito de sua personalidade intempestiva e sonhadora. Seu apelido já é uma alelo a sua idealizada fuga de casa. Como um pássaro, a adolescente deseja alçar voo, entretanto, para isso, ela necessita encarar o último ano do ensino médio em um colégio católico.

Nessa conjuntura de expectativas e dura realidade, Lady Bird vive as experiências da juventude como relacionamentos, sexo e amizade. Apesar de não demonstrar nenhum talento especial ou ser uma estudante excepcional, a jovem aspira estar rodeada de pessoas criativas e inquisidoras, isto é, ir para uma universidade em Nova York, ou pelo menos alguma província ao norte da costa oeste dos Estado Unidos.

Um dos pontos fortes da obra é como essa jornada de transição é mostrada de forma simples, mas ao mesmo tempo visceral. Cada cena – como a escolha de um vestido na loja com mãe – é uma visão única e sistemática na vida da personagem. O competente roteiro de Greta entrega dezenas de belíssimas sequências, imagens que te transportam para a percepção do mundo da jovem, com todas as suas frustrações e criatividade para driblá-las.

Desde o início, a narrativa é perfeitamente desenhada com culminantes momentos de tensão entre mãe e filha, mas de ternura e carinho em relação ao pai (Tracy Letts). Freud explica? Algumas discussões são tão fortes que alfinetam nosso coração, já outras nos transportam para os nossos próprios dilemas filiais.

A veterana atriz Laurie Metcalf (conhecida pelo papel de mãe de Sheldon no seriado The Big Bang Theory) tem uma química impecável com Saoirse, numa contundente demonstração de tensão do amor materno. Não me surpreenderia algumas indicações ao prêmio de melhor atriz coadjuvante.

Aliás, os coadjuvantes dessa história são encantadores. Todos, ao seu momento, tem uma mágica participação no caminho de Christine. Um dos seus interesses amorosos, Kyle, com quem temos um dos mais divertidos momentos do filme, ou seja, a descoberta do sexo, é vivido por Timothée Chalamet, aclamado pela atuação em Me Chame Pelo Seu Nome (2017).

Assim como em Frances Ha (2012), nos sentimos reconfortados pela protagonista, porque, de uma forma ou de outra, ela consegue realizar o seu sonho e se encontrar. Lá, Frances transitava entre os sonhos juvenis e a maturidade da vida adulta. Aqui, Christine descobre que crescer é saber reconhecer a necessidade do outro, não apenas olhar para si mesma.

Sacramento é um personagem ao fundo observando toda essa jornada. Quando Lady Bird escreve sua carta para universidade, ela descreve a cidade, e a diretora da escola aponta como a estudante demonstra abertamente o seu amor por Sacramento. O que ela imediatamente rebate ao dizer que não queria expressar nenhum sentimento, mas apenas “prestou atenção” ao redor.

Dessa mesma forma, Greta transformou sua “atenção” ao redor nesta majestosa obra sobre caminhos a percorrer, expressar gratidão, se colocar no lugar do outro e, sobretudo, ser dona das suas escolhas. Com diálogos energéticos e atuações excepcionais, Lady Bird é um fabuloso filme sobre transição e amadurecimento, em que o importante é viver, aprender e seguir em frente.

 

 

Crítica | Eu, Tonya – O melhor trabalho da carreira de Margot Robbie

Direto do TIFF, Festival de Toronto

Mais incorreta e louca que Arlequina

Biografias são complicadas. Quase sempre fazem uso de uma fórmula estrutural para relatar a história de vida, ou ao menos uma parcela, de alguma figura pré-existente no mundo. Algumas conseguem inclusive fazer um desserviço ao seu homenageado, podendo se tornar didáticas e pouco inspiradas, geralmente narrando eventos até mesmo muito conhecidos do grande público.

Aqui no TIFF 2017 tivemos muitas biografias, e as mais interessantes são justamente as que almejam quebrar este formato de alguma maneira. A melhor, provavelmente, atende pelo nome Eu, Tonya e relata a vida, desde a infância, da jovem Tonya Harding, patinadora que chegou a disputar as olimpíadas, até o grande escândalo que marcaria verdadeiramente sua história.

Na infância problemática, quando Harding é interpretada pela carismática atriz mirim Mckenna Grace (também digna de atenção), sua personalidade começou a ser moldada. A maior interferência nesta fase se deu pelos maus-tratos da mãe exigente, e para todos os efeitos, desequilibrada, uma performance bem chamativa da humorista Allison Janney, que deixa aflorar sua veia sarcástica ao máximo, retirando muito do humor negro da obra, e merecendo ser lembrada na época de prêmios.

Outro grande chamariz aqui é o desempenho de Margot Robbie, jovem atriz australiana, de 27 anos, que com apenas dois trabalhos (O Lobo de Wall Street e Esquadrão Suicida) foi capaz de tomar Hollywood de assalto. Eu, Tonya guarda sua melhor atuação até o momento, abrindo espaço para Robbie mostrar tudo o que sabe, num show só seu, onde todos os outros estão atrás (outro fato inédito em sua carreira). A atriz é posta à prova, num xeque-mate decisório e que felizmente guarda ponto para a atriz. Ela mostra que é um talento, deixando a promessa no passado.

Como Harding, Margot Robbie vive diversas fases da narrativa, desde uma adolescente de 15 anos, até uma mulher de mais de 40 anos, amargurada pela série de equívocos de decisões que constituíram sua vida. O interessante é notar as nuances com as quais a atriz constrói cada momento. O destaque fica para a jovem Harding, terreno no qual o filme concentra-se. Robbie faz rir, transmite culpa, pena, sofrimento, tristeza, num verdadeiro tour de force. Meus momentos favoritos são quando exala felicidade extrema ao mostrar que era de fato uma patinadora talentosa, ao ganhar competições (Robbie é puro brilho), e na decisão da sentença do juiz, quando seus crimes a tiraram parte da vida – que performance!

Eu, Tonya pega de surpresa. É uma biografia criativa e diferente da maioria, utilizando como um dos maiores trunfos a quebra da quarta parede, onde os personagens não apenas falam com a câmera como se fosse um mockumentary (documentário falso), mas também interrompem a ação – como nas brigas entre o casal – para adereçar diretamente o público na plateia. Mistura cinema de crime, investigação policial, suspense e drama sobre abuso doméstico, a obra discute feminismo, e ainda consegue arrumar espaço para ser um dos filmes mais verdadeiramente hilários do ano. E neste quesito o mérito vai para o roteiro de Steven Rogers e para a direção de Craig Gillespie (A Garota Ideal).

Sei que a disputa é sempre muito dura e apertada, e que provavelmente o lançamento de Eu, Tonya para 2018 o tire totalmente de jogada, mas quero deixar aqui minha campanha para a indicação de Margot Robbie a prêmios na próxima temporada.

Ah, e que trilha sonora! Num ano em que tivemos Guardiões da Galáxia Vol 2 e Atômica, Eu, Tonya chega como terceiro exemplar destra trilogia involuntária, registrando mais alguns sucessos da década de 1980, minuciosamente entranhados em sua narrativa.

‘Os Incríveis 2’ ganha seu divertido trailer dublado

Os Incríveis 2‘ ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira:

Em ‘Os Incríveis 2‘, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Os Incríveis 2 tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

‘Charmed’: Ator de ‘Jumanji’ entra para o elenco do reboot

O reboot da popular série ‘Charmed’ ganhou mais um novo membro do elenco. Segundo o site Deadline, Ser’Darius Blain participará da trama. Ele é mais conhecido por ter interpretado a versão jovem de um dos personagens do sucesso de bilheterias, ‘Jumanji’.

De acordo com a publicação, Blain viverá Gavin, o namorado de uma das três protagonistas.

Confira a descrição oficial de seu papel:

“Gavin é o namorado ideal, engraçado, doce, vive em contato com suas emoções e está totalmente disposto a seguir sua amada ao redor do país em busca do trabalho dos sonhos. Um cineasta aspirante que ainda não estorou no ramo, ele está prestes a chegar lá”.

 

A emissora The CW vai conduzir o projeto, que já teve o episódio piloto encomendado. A mesma equipe de roteiristas da série ‘Jane the Virgin’ vai assumi-lo.

Os diretores Brad Silberling e Ben Silverman serão os criadores da produção, que se passará nos dias de hoje e será “feroz, divertida e feminista”.

Charmed’ contou com oito temporadas, sendo transmitida entre os anos de ‘998 e 2006. Devido a diversas brigas nos bastidores entre Shannen e Alyssa, a ex-protagonista de ‘Barrados no Baile’ acabou deixando a série, sendo substituída por uma nova personagem, vivida por Rose McGowan.

Charmed’ também está na fila para ganhar um reboot pelo canal norte-americano, The CW.

‘True Detective’: Ray Fisher, de ‘Liga da Justiça’, entra para 3ª temporada

A terceira temporada de ‘True Detective’ teve mais uma adição, com a chegada do jovem ator Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’. O anúncio foi feito pelo site Deadline.

Segundo a publicação, ele viverá o filho de Mahershala Ali, chamado Wayne Hays. No entanto, há controvérsias quanto ao nome de seu personagem. Segundo o The Wrap, o rapaz de fato se chama Henry Hays, enquanto o IMD pontua que na verdade ele seria Freddy Burns.

Independente de qual seja o nome do personagem de Fisher, ainda não há detalhes referentes às características do papel.

Stephen Dorff (‘Blade – O Caçador de Vampiros’) viverá Roland West, detetive que tem sua vida pessoal e profissional afetada devido a um crime. Ele será o co-protagonista, ao lado de Mahershala Ali .

Ali vive como Wayne Hays, um policial do noroeste do Arkansas, responsável por investigar um crime macabro em Ozarks.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

O diretor de ‘Green Room’, Jeremy Saulnier irá dirigir a temporada ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto. Os novos episódios estreiam em 2019 na HBO.

‘Ash vs. Evil Dead’ ganha novo colecionável; Confira!

A sérieAsh vs. Evil Dead‘ ganhou um novo colecionável, anunciado pela empresa NECA, responsável por desenvolver brinquedos do gênero.

O action figure traz o personagem título Ash com um visual da segunda temporada.

Confira:

Exibida pela emissora norte-americana STARZ – além de ter sua primeira temporada na Netflix -, a série retorna em 25 de fevereiro com um novo membro no elenco.

A atriz Adrielle Carver-O’Neill ingressa à trama como Brandy, a filha adolescente que Ash jamais conheceu.

Lucy Lawless, a eterna Xena, em foto da série baseada em ‘A Morte do Demônio’ 

Em ‘Ash vs. Evil Dead’, depois de caçar monstros com sua motosserra e evitar responsabilidade, maturidade e todos os horrores de Evil Dead, Ash (Bruce Campbell) retorna aos velhos hábitos e é forçado a enfrentar seus demônios – tanto pessoais quanto literais – quando uma praga ameaça a humanidade.

Bruce Campbell detalha a série baseada em ‘A Morte do Demônio’ .

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Crítica | ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi’ coloca a Netflix no hall dos indicados ao Oscar

O trabalho árduo do campo que caleja as mãos e franze a testa com o suor de uma face enlameada. Em uma imensidão a perder de vista no horizonte, a temática do racismo é tratada pelo vínculo da terra. Tal como o ser humano surgiu do próprio barro, nele vidas são construídas, famílias são alimentadas, plantações inundadas e vidas dizimadas. A nova produção da Netflix, ‘Mudbound: Lágrima Sobre o Mississipi’, devolve o homem à esta terra, em um conto onde o branco e o negro se tornam um só pela guerra, à medida que também são completamente apartados como seres desconhecidos pelo ódio de uma supremacia que jamais existiu e sequer deveria ter sido imaginada e praticada.

De uma sensibilidade enorme originada por uma escritora branca, Hillary Jordan, e redesenhada para as telas pelas mãos de alguém que já viveu o racismo de perto, Dee Rees, o drama conta aquela história do preconceito pela ótica de duas famílias distintas. Voltando às raízes de um dos estados com alguns dos casos mais severos de intolerância racial, o Mississipi, acompanhamos de perto a luta de dois jovens unidos pela Segunda Guerra Mundial, que tentam se adaptar à vida pós-combate, com suas dolorosas memórias e o peso descomunal de um ódio racial impregnado na cultura local.

História verídica e ficção se encontram em uma trama que poderia ter sido a narrativa de qualquer negro norte-americano tanto no passado como em diante. E de maneira simbólica, testemunhamos uma das mais belas produções originais da Netflix, que entende o compromisso social de uma obra dessa natureza e não se limita, ao mostrar a violência gráfica que a intolerância é capaz de gerar. Através de personagens bem caracterizados, descobrimos o vínculo com a terra que cada uma dessas figuras nutre, que expressam sua dureza, dor, solidão e até mesmo compaixão em olhares e expressões corporais riquíssimas.

E ainda que a história de ‘Mudbound’ pareça simples demais, sua complexidade se encontra na entrelinhas, nos versículos bíblicos recitados pelo pai, agricultor e também pastor Hap Jackson (Rob Morgan), na sua fala lenta diante de textos escritos, na poderosíssima atuação de Mary J. Blige, cuja voz conhecemos bem. Cercados por uma fotografia hipnotizante, Dee Rees contrapõe o belo entardecer e amanhecer em campo aberto com a solidão de uma vida desligada do meio urbano – abandonada em uma terra “esquecida” que sofre para dar frutos sadios.

A improdutividade do lamaçal arado do drama funciona como um simbolismo para as almas preconceituosas, que tentam “colocar o negro em seu lugar”. E assim como a mente reluta em olhar com igualdade para o outro, a terra insiste em não produzir. Sem raízes sadias que possam florescer, nem homem e nem o campo se desenvolvem. Subsistem, até que uma mão mais forte encerre o ciclo da violência com mais violência. A metáfora na construção da trama também nos envolve por sua pureza, ao tratar do amor mediante o ódio. Ecoando os ensinamentos futuros do pastor Martin Luther King, a narrativa consegue manter o tom esperançoso em um drama profundo, que inquieta aquele que entende que a única distinção entre um e outro é o caráter que cada qual carrega.

Com uma direção emocional que centraliza o desenrolar dos fatos a partir das ações e reações dos personagens, ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi’ é um drama poderoso da Netflix, digno de suas quatro indicações ao Oscar, que sabe explorar seus personagens de maneira significativa e natural, construindo um conto inspirador, que mesmo mediante a dor da injustiça consegue enxergar aquele brilhante raio de sol de um novo amanhacer. Ainda que os campos permaneçam enlameados, como nos dias de hoje.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Hasbro revela seus colecionáveis; Confira!

2018 será o ano da grande estreia do spin-off ‘Solo – Uma História Star Wars’. E com os meses nos aproximando cada vez mais da estreia, a Hasbro decidiu anunciar a chegada de seus colecionáveis.

Os brinquedos trazem desde a Millenium Falcon aos personagens principais, como Lando e, claro, Han Solo.

Confira:

E aí, será que veremos Han “mecânico” Solo no filme?

Han Solo: Uma História Star Wars estreia em 24 de Maio de 2018

10 conexões de ‘The Cloverfield Paradox’ com os filmes anteriores

A Netflix pegou todos de surpresa com sua campanha de marketing inédita na história, após ter lançado o novo ‘Cloverfield’ em seu catálogo na mesma noite que o filme foi anunciado durante o Super Bowl. Porém, muitos fãs e admiradores estão perdidos sem saber como esse novo longa se encaixa dentro da franquia.

Pensando nisso, separamos 10 conexões e easter eggs que The Cloverfield Paradox faz com seus dois filmes anteriores e como se encaixa dentro desse universo misterioso de J.J. Abrams. Essa matéria contém spoilers!

10 – O monstro

Já eliminando essa conexão logo no início. Uma das mais evidentes ligações que o filme traz é a presença do carinhosamente chamado “Clover”, o monstro que tanto marcou o primeiro ‘Cloverfield’. Finalmente retornando após 10 anos.

Em ‘Paradox’, a criatura aparece MUITO maior que em 2008, ultrapassando as nuvens e, apesar de não ter confirmação se seria o mesmo monstro, são definitivamente da mesma família. Talvez a mãe do monstrengo que destruiu Nova York, talvez o pai… afinal, o jogo viral já havia revelado que a criatura de 2008 era “apenas um bebê”.

9 – Mark Stambler

Com certeza você reparou no cientista que aparece no noticiário, em ‘Paradox’, onde fala sobre o Paradoxo de Cloverfield e como o acelerador de partículas pode desencadear eventos além da nossa compreensão, trazendo monstros, demônios e criaturas do mar para a Terra (ou as Terras). Certo?

Acontece que o sobrenome Stambler já havia aparecido antes na franquia. Mark, vivido pelo ator Donal Logue é, na verdade, o irmão de Howard Stambler, o personagem interpretado por John Goodman em Rua Cloverfield 10. Ambos os irmãos sabiam muito do que poderia acontecer no planeta. Howard era ex-funcionário da empresa Tagruato (que veremos pra frente!) e sabia sobre teste com satélites e que algo terrível iria acontecer, levando-o a construir o bunker onde se passa a trama do segundo filme. Já Mark, de alguma forma, já sabia que a Partícula de Deus desencadearia o “fim do mundo” e os multi-universos. Como? Ainda não sabemos ao certo. Da mesma forma que não sabemos se ambos existem no mesmo universo ou em Terras diferentes.

8 – Tagruato

A famosa empresa japonesa que aparece apenas em easter eggs na franquia está aqui e ali na trama, servindo de plano de fundo para a maior parte dos acontecimentos. Como a Dharma de Lost, sempre responsável pelos piores eventos, até mesmo em outros filmes de J.J. Abrams, como Star Trek e Super 8.

A Tagruato foi responsável pelas perfurações no oceano e a possível libertação do monstro de 2008 das profundezas; pelos estudos feitos com a criatura; pelo lançamento de satélites e desaparecimento de pessoas e etc. Em ‘Paradox’, podemos rapidamente ver o nome da empresa em uma das portas da nave, na cena em que o personagem de Chris O’Dowd encontra seu fim. Confirmando mais uma vez a ligação da empresa com a trama.

7 – Slusho

A bebida Slusho! é desenvolvida pela Tagruato e também está em quase todos os filmes e séries de J.J. Abrams. Na franquia ‘Cloverfield’, ela aparece em 2008, como a empresa para onde o protagonista Rob Hawkins (Michael Stahl-David) está indo para o Japão para trabalhar, e outras pequenas aparições, principalmente como easter eggs e nos jogos virais.

Em ‘Paradox’, aparece rapidamente um boneco da Slusho! balançando dentro da nave, mostrando que, não importa em qual universo as tramas se passem, a Slusho! está em todos.

6 – Kelvin

J.J. Abrams tem um apego emocional ao nome “Kelvin”, pois era o nome de seu avô. Em homenagem, o nome está presente em quase todos os seus filmes e seriados, a maior parte como o nome de um posto de gasolina.

EmRua Cloverfield 10 é o posto de gasolina em que Michelle (Mary Elizabeth Winstead) para pra abastecer antes de acontecer seu acidente de carro. Já em ‘Paradox’, o nome aparece duas vezes: no posto de gasolina em que Ava e Michael param no começo do filme, e depois em uma escotilha que o Comandante Kiel (David Oyelowo) abre. Será que a empresa se tornou tão grande que no futuro de 2028 ajudou na construção da nave?

5 – Suzanne Cryer

Essa conexão é bem assustadora! A atriz Suzanne Cryer aparece em Rua Cloverfield 10, desesperada para entrar no bunker de Howard, batendo na porta e pedindo ajuda, porém Michelle não a deixa entrar e ela desaparece.

Caso tenha perdido, a atriz também aparece em ‘Paradox’, agora como a repórter que entrevista Mark Stambler no noticiário, quando o personagem fala sobre o seu livro, “O Paradoxo de Cloverfield”. Seria a mesma personagem? Afinal, a repórter poderia procurar o bunker de Howard após ver que os irmãos estavam realmente certos. É um mistério!

4 – Vermes espaciais

Em ‘Paradox’, provavelmente você lembra da cena em que o personagem Volkov (Aksel Hennie) morre, com os vermes explodindo de dentro da sua barriga. Certo?

Há um momento em Rua Cloverfield 10 que Emmett (John Gallagher Jr.) conta a Michelle sobre Howard e menciona que ela deveria “ouvir sua teoria sobre os vermes espaciais mutantes”. Uma coincidência? Ou poderia ser algo mais?

3 – Homenagens

Há algumas referências gerais que ‘Paradox’ faz aos filmes anteriores. Podemos citar duas: o bunker que o personagem Michael leva a Molly. Uma clara referencia ao bunker de Rua Cloverfield 10, apesar de não ser o mesmo lugar e causar confusão nos fãs.

Outra referência ocorre nos momentos finais do filme, quando Ava e Schmidt (Daniel Bruhl) escaparem para a Terra em uma cápsula. Apesar da costa em que caem não ser a mesma, muitos viram isso como uma homenagem ao final de ‘Cloverfield’, que mostrava algum tipo de satélite misterioso caindo do céu. O satélite ‘Cloverfield’ poderia estar ligado a nave de ‘Paradox’, ou seria em outra versão do universo?

2 – A luz vermelha

Essa conexão é bem interessante e liga de forma bem evidente a invasão de Rua Cloverfield 10 com os eventos de ‘Paradox’. Em determinado momento, Emmett descreve o ataque como o seguinte: “Parecia um flash. Vermelho brilhante. Como uma explosão ao longe. Não era como fogos de artifício. Não, isso era mais como algo que você lê na Bíblia… Não era como qualquer coisa que eu já vi”.

Em ‘Paradox’, o acelerador de partículas da nave sofre uma mudança de cor ao entrar em plena potência, passando de roxo a vermelho brilhante. Isso certamente parece apoiar a teoria de que as ações da nave causaram cada um dos incidentes nos outros filmes, apesar de eles ocorrerem em pontos drasticamente diferentes no tempo. O que nos leva a…

1 – Teoria 18:20

Essa conexão liga os eventos de ‘Paradox’ com o primeiro ‘Cloverfield’ através de uma sincronização de ambos os filmes. Conheça essa teoria aqui: Bizarra coincidência conecta ‘Cloverfield: Monstro’ com ‘The Cloverfield Paradox’; Assista!

‘The Walking Dead’: 8ª temporada trará o primeiro “zumbi totalmente nu”

Greg Nicotero, produtor da série ‘The Walking Dead‘, revelou que a 8ª temporada trará uma grande surpresa: “o primeiro zumbi totalmente nu”.

“Em um dos novos episódios, não vou revelar qual, colocamos um zumbi totalmente nu – o que me surpreendeu bastante”, afirmou.

Confira os novos comerciais:

Apesar da baixa audiência que The Walking Dead tem tido ultimamente e de algumas perdas no elenco, parece que a série ainda está longe de ter seu final, pelo menos é o que garante o criador Robert Kirkmandurante sua participação na Walker Stalker Cruise.

“Obviamente darei um final para a série, mas sempre que menciono esse fato, os sites começam a espalhar notícias de que isso será em muito em breve e ganham clicks com isso, então preciso dizer, que mesmo tendo um final, está muito longe e não será algo que acontecerá em nenhum momento agora, então não precisamos ficar preocupados com isso”

Enquanto isso, o retorno da 8ª temporada de The Walking Dead ganhou um trailer emocionante que anuncia uma guerra sangrenta.

Assista:

O próximo episódio terá 82 minutos de duração, de acordo com o Comic Book.

O retorno marca também a saída de um importante personagem. Segundo o diretor Greg Nicotero, o capítulo é um dos mais fortes da série até hoje, fazendo-o chorar com apenas 20 minutos de exibição.

A série retorna em 25 de fevereiro de 2018. No Brasil, é transmitida pelo canal Fox.

Além disso, a série foi oficialmente renovada para a 9ª temporada, mas recebeu mudanças internas significativas.

Angela Kang, que tem sido a roteirista da série desde 2011 e produtora co-executiva desde 2013, foi promovida a produtora executiva e showrunner à partir da nona temporada.

O atual showrunner Scott M. Gimple também foi promovido, na nova posição de “chefe de conteúdo oficial” para toda a franquia da série.

“Este é um dia extremamente importante para todo o universo de The Walking Dead”, disse Charlie Collier, presidente da AMC, Sundance TV e AMC Studios. “Estamos orgulhosos de reconhecer a contribuição significativa de Angela para a série e estabelecer um caminho claro para uma nona temporada sob sua direção”.

9ª temporada de ‘The Walking Dead estreia no final de 2018.

Já a segunda metade da 8ª temporada de The Walking Dead‘ ganhou imagens, mostrando as consequências que a morte de Carl irá causar aos demais personagens. Confira:

 

‘Liga da Justiça’ ganha trailer focado no “Bromance” entre Batman e Superman

Liga da Justiça‘ ganhou um novo trailer focado no “Bromance” entre Batman e Superman.

Assista:

Mais uma cena deletada de Liga da Justiça foi divulgada no Youtube. A cena em questão mostra o esperado encontro entre Superman e Alfred, que ocorre antes do herói se juntar Liga na luta contra Lobo da Estepe. Assista:

Os fãs também poderão ver o aguardado traje negro do Superman em ‘Liga da Justiça‘.

Após um grande mistério quanto à possibilidade ou não do uso do uniforme, uma cena deletada da produção traz o herói frente a frente com a nova versão.

Confira:

 

 

 

 

 

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

 

‘Os Novos Mutantes’: “Adiamento foi melhor para o filme”, afirmou Maisie Williams

O terror da Fox no universo dos X-Men deixou muita gente triste ao ser adiado por mais de 9 meses, passando de abril desse ano para fevereiro de 2019.

Porém, a atriz Maisie Williams revelou em entrevista ao Collider que o adiamento será bom para o filme.

“Tínhamos um calendário muito corrido, e estávamos correndo contra o tempo para finalizar o filme. Terminamos de filmar em setembro para uma estreia em abril. Por ser um filme sobre mutantes, tem muitos efeitos especiais e foi bom ganharmos tempo. Vocês vão entender quando virem o filme”, afirmou.

Os sites The Wrap e Tracking Board alegam que o adiamento foi “positivo”, visando deixar a adaptação “ainda mais assustadora”.

“Uma fonte interna disse que o adiamento está sendo feito porque o filme não é assustador o suficiente”, afirmou The Wrap.

Do mesmo modo, relatou o Tracking Board:

“Os boatos são que, após a sessão teste, o filme foi considerado bom mas não é ótimo. Então o estúdio decidiu realmente abraçar os elementos de terror e reforçar os sustos, visando o sucessos que ‘It’ e ‘Corra!’ fizeram no ano passado”.

Só nos resta esperar para ver o resultado.

 

Alice Braga será Dra. Cecilia Reyes, uma médica que possui a habilidade de gerar um campo protetor ao seu redor.

Vale lembrar que ‘X-Men: Os Novos Mutantes’ será um filme de terror, segundo o diretor.

Na trama, cinco jovens mutantes começam a descobrir melhor suas habilidades enquanto são mantidos em uma instalação secreta contra a sua vontade. Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) será a Magia; Maisie Williams (‘Game of Thrones’) viverá Lupina; Charlie Heaton será Míssil e o brasileiro Henry Zaga viverá o Mancha Solar.

Blu Hunt, que participou de alguns episódios de ‘The Originals’, será Miragem –  uma nativa americana que é capaz de criar ilusões a partir dos sonhos das outras pessoas. Ela, inclusive, é tida como uma das personagens principais da narrativa.

Diretor revela que roteiro de ‘X-Men: Novos Mutantes’ está pronto

O filme será inspirado no arco Urso Místico das HQs – umas das primeiras histórias da equipe, que está entre a mais aclamada pelos fãs dos mutantes.

A direção é de Josh Boone. Simon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos ‘Os Novos Mutantes‘.

‘John Wick 3’ começa a ser filmado antes do previsto

As filmagnes do terceiro capítulo da franquia ‘John Wick‘ vão começar antes do previsto.

Segundo o Movie Web,as filmagens começam em abril de 2018, com locações em Nova York, Montreal, Russia e Espanha.

O título de produção será ‘Alpha Cop‘, em referência ao passado do protagonista, quando um assassino tentou matar John.

A sequência já possui novos detalhes. Kevin Kavanaugh retorna como designer de produção. O anúncio do elenco da continuação será divulgado em breve.

O terceiro filme da franquia estreia no dia 17 de maio de 2019.

Dirigido por Chad Stahelski, que comandou os dois anteriores, o filme terá retorno de Keanu Reeves como protagonista.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ 

O roteirista Derek Kolstad teve seu retorno confirmado em ‘John Wick 3‘. Foi ele quem roteirizou os dois filmes anteriores da franquia, e também está trabalhando no enredo da série baseada no filme.

johnwick