‘Paterno’: Cinebiografia da HBO com Al Pacino ganha trailer; Confira!
A nova cinebiografia para TV da HBO, ‘Paterno‘, ganhou um novo trailer.
Confira:
Estrelada por Al Pacino, a produção conta a história a lenda do esporte Joe Paterno. Ex-jogador de futebol americano e posteriormente técnico, ele é considerado o maior vencedor da liga de futebol universitário organizada pela National Collegiate Athletic Association.
‘Jogos Mortais 9’ vai acontecer e perde diretores; Saiba mais!
Apesar de ter a abertura mais baixa da franquia nos EUA, ‘Jogos Mortais – Jigsaw‘ teve uma ótima performance no mercado internacional e já pode ser considerado um sucesso.
O terror somou mais de US$ 100 milhões mundialmente e custou apenas US$ 10 milhões. Com todo esse lucro, a Twisted Pictures já está “conversando” para fazer o nono filme da franquia. As informações são do Bloody Disgusting.
Apesar disso, os diretores Michael e Peter Spierig não devem retornar. Tobin Bell deve reprisar o papel do vilão.
Novas informações sobre ‘Jogos Mortais 9’ devem sair em breve.
Os oito filmes da franquia arrecadaram US$ 900 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.
Confira um infográfico EXCLUSIVO divulgado pelo CinePOP:
‘Emma’: Assista ao curta-metragem de apenas 15 segundos que aterrorizou a internet!
A Troma Movies organizou uma competição internacional chamada “O desafio dos filmes de terror de 15 segundos”, para que cineastas do mundo todo enviassem curtas com o menor tempo possível e que cumprissem o papel de assustar os espectadores.
Eis que ‘Emma’, obra de Daniel Limmer, foi o grande vencedor e classificado pelos jurados como “uma obra sinistra”. O curta está disponível no YouTube e pode ser assistido abaixo:
Conte para nós nos comentários o que acharam do curta!
Crítica | Cooties: A Epidemia – crianças zumbi em filme de terror com Elijah Wood estreia na Netflix
Os Pestinhas
Quem disse que zumbis não sofrem? Achamos que as criaturas mortas-vivas só aparecem para transformar nossa vida num inferno, em alguma realidade apocalíptica, mas esquecemos do sofrimento que nós humanos, em especial os executivos dos estúdios hollywoodianos e produtores de cinema, causam a estas criaturas. As pobres são exploradas até não poderem mais, em todo tipo de filme, enquanto retiramos a última moeda de seus desempenhos.
Desde que foram aperfeiçoados e transformados em astros pelo icônico George Romero, lá em 1968 com A Noite dos Mortos Vivos (você ainda não viu? Largue sua avó no hospital e corra para a TV mais próxima – você precisa assistir agora!), os zumbis não descansaram mais, aparecendo em todo tipo de mídia, de seriados televisivos até os infames zombie walk. No cinema, fizeram de tudo: protagonizaram comédias, já foram galãs em romance, filha de Schwarzenegger e até perseguiram escoteiros. Ah, é claro, e também apareceram num bando de filmes de terror.
O mais novo produto a utilizar os zumbis como foco é este Cooties – A Epidemia (sempre este subtítulo), que estreou em janeiro de 2014 no Festival de Sundance, e na maioria dos mercados no mundo (inclusive nos EUA) em 2015. O longa aporta agora no Brasil, direto em vídeo, na Netflix.
Com história e roteiro de Leigh Whannell, a mente por trás de franquias de sucesso como Jogos Mortais e Sobrenatural, que aqui também trabalha como ator, e direção da dupla Jonathan Milott e Cary Murnion, Cooties é uma tiração de sarro com o subgênero dos zumbis. A proposta, no entanto, nem sempre funciona – muitos diriam nunca funciona – em especial por termos um passado de obras muito melhor trabalhadas, que mesclaram o humor e este tipo específico de terror de forma satisfatória, vide Todo Mundo Quase Morto (2004) e Zumbilândia (2009), pequenas obras-primas que fazem Cooties perder muito em comparação.
Aqui, a ideia é uma espécie de Prova Final (1998) invertido, onde o corpo docente de uma escola primária é alvo dos alunos, crianças que ainda não entraram na puberdade. A epidemia se espalha usando elementos de crítica aos abatedouros de frangos, enquanto uma menina abocanha o pedaço de nugget mais nojento que você vai ver em sua vida, sem saber a procedência (só a fabricação da guloseima já é de causar náuseas). Desta forma, logo os pimpolhos abrem o apetite para carne humana, fazendo de seus infelizes tutores o prato principal.
Outra sacada aqui do roteiro de Whannell, que interpreta o abobalhado professor Doug, é justamente criar uma galeria pra lá de excêntrica com estes mestres, os personagens principais que iremos acompanhar ao longa da jornada de sobrevivência. O principal deles é Clint, o perdedor vivido por Elijah Wood (e sim, temos piada com Hobbit aqui, meio óbvia, mas tudo bem), o novato na escola, que chega como substituto e sonha em ser escritor. Temos seu interesse amoroso, Lucy, papel da ótima Alison Pill. Ela é namorada de Wade, o instrutor de educação física cheio de si e machão de plantão vivido por Rainn Wilson. Completando o time principal, Jorge Garcia, o Hurley de Lost, fica com o papel do ‘emaconhado’ Rick, o sujeito que fica com a placa de stop para controlar o trânsito na frente da escola.
A ideia e o conceito de Cooties são mais interessantes do que seu desenvolvimento em si. Os personagens nunca ultrapassam seus rascunhos, se contentando com os estereótipos. O que seria aceitável caso pudessem criar humor em cima de suas personas, mas a comédia nunca chega a acertar, ficando meio fora de tom, sem ser esperta ou afiada o suficiente. Whannell já mostrou no passado que consegue inserir humor para aliviar a tensão em filmes de terror. Mas segurar um filme todo à base da comédia mostrou ser um desafio ainda muito grande para o roteirista. O que mostra o quão difícil é fazer humor.
Cooties é diversão passageira, recomendada exclusivamente para os aficionados pelo gênero, que fazem questão de ver tudo. Os demais, que queiram se divertir de verdade com obras criativas e originais, devem optar pelos citados Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead) e Zumbilândia – que ainda permanecem irretocáveis como ápices do subgênero.
‘Meninas Malvadas’: Lindsay Lohan ainda não desistiu de fazer uma sequência
Se tem alguém que ainda acredita que ‘Meninas Malvadas’ merecia ganhar um sequência direta do filme original, de 2004, esse alguém é a atriz protagonista, Lindsay Lohan.
Após declarar publicamente que já possui um roteiro pronto para a sequência, a atriz revelou, em entrevista ao The Wendy Williams Show, que persegue o produtor Lorne Michaels e o roteirista Steve Higgins sempre que está em Nova York:
“Eu adoraria ver ‘Meninas Malvadas 2’. Mas acho que eles realmente estão muito ocupados com o musical da Broadway atualmente. Já os incomodei tanto que virei uma stalker, sério! Sempre assisto ao Saturday Night Live quando estou em Nova York. Falo com Lorne e com Steve”
Se depender de Lohan, essa sequência já teria, até mesmo, novos atores no elenco, como Jamie Lee Curtis e Jimmy Fallon, a atriz também já convidou Emma Stone para assumir um dos papéis do roteiro.
E aí, será que vai acontecer essa desejada continuação algum dia?
Enquanto isso, ‘Meninas Malvadas‘ virou musical na Broadway e ganhou seu primeiro vídeo, que traz Regina George e suas Mean Girls te convidando para assistir à peça. A estreia acontece em 8 de abril de 2018.
Remake de ‘Dia dos Mortos’ ganha trailer legendado violento
O novo remake de ‘Dia dos Mortos’ (Day of the Dead: Bloodline) teve seu violento trailer legendado divulgado.
Assista:
Trata-se de um novo remake do filme de George A. Romero, de 1985.
Em um mundo pós-apocalíptico, uma estudante de medicina é atormentada por uma figura sombria de seu passado: uma criatura meio-homem, meio-zumbi, que está em seu encalço querendo destruí-la.
‘Dia dos Mortos’ é o terceiro filme da saga dos mortos iniciada em ‘A Noite dos Mortos-Vivos’ e ‘Zombie – O Despertar dos Mortos’. Os três longas foram dirigidos por George A. Romero, que comandou muitos outros filmes ambientados em um mundo infestado de zumbis, como ‘Terra dos Mortos’ e ‘Diário dos Mortos’.
Embora os dois títulos iniciais tenham ganhado um remakes, ‘Dia dos Mortos’ é o mais revivido da franquia. Uma continuação não oficial, ‘Dia dos Mortos 2: O Contágio’, foi lançada em 2005, e uma refilmagem foi lançada em 2008.
The Gifted – Análise da Primeira Temporada
“(…) E eles enfatizarão nossas diferenças. Mas os fatos são esses: amamos como eles. Morremos como eles. Ficamos de luto como eles. Compartilhamos isso hoje.”
The Gifted, criada por Matt Nix, presenteou os fãs dos X-Men com uma primeira temporada espetacular. O roteiro consegue prender o público e mantê-lo fiel, querendo cada vez mais saber o que virá na próxima cena, no próximo episódio. A direção de cada episódio entrega o desejado e esperado, mantendo a qualidade durante os treze capítulos. Os personagens são bons, alguns com mais profundidade que outros, porém, nada impede de se ter uma exploração maior na segunda temporada que já está confirmada.

A série não é perfeita, mas também não está longe disso, conseguindo capturar a essência dos X-Men como nenhuma baseada nos mutantes antes conseguiu. A produção aborda os temas que sempre marcaram as histórias dessas pessoas com habilidades: igualdade entre humanos e mutantes, justiça e uma luta sempre presente contra o preconceito. Não é todo dia que uma adaptação consegue ser tão fiel ao cerne da coisa e Nix realizou isto em treze episódios.

A primeira temporada de The Gifted possui episódios excelentes e alguns na faixa da nota 8 e/ou 9. Porém, isso a não impede de ser classificada com uma das melhores estreias da fall season 2017. A produção que já vinha fazendo alarde desde que foi anunciada, afinal, só existiam duas possibilidades – ou seria muito boa ou muito ruim –, entrou para a lista das produções audiovisuais boas que se teve ano passado.
Os três episódios finais foram a gota d´água para preencher o copo dando o gás certo para a segunda temporada. Algumas teorias se confirmaram enquanto outras situações surpreenderam. Sempre trazendo as boas referências dos quadrinhos, a série apresentou as irmãs Cuckoo (Skyler Samuels) e deu abertura para a reconstrução do Hellfire Club que, para aqueles que não lembram, tem Emma Frost e Sebastian Shaw como líderes, são internacionais e bem sucedidos, e o ciclo interno busca por influenciar eventos de acordo com o que querem (nos quadrinhos). Na série o Hellfire Club, claramente, está mais próximo do que a Irmandade foi: mutantes que, por meios mais agressivos, buscam se estabelecer no mundo como uma raça superior.

Com a influência certeira das irmãs Cuckoo, após as perdas e derrotas sofridas pela resistência, alguns membros decidiram se juntar ao clube do inferninho, das mesmas sendo Polaris (Emma Dumont) e Andy (Percy Hynes White) a maior perda sofrida. É interessante como em momento algum o nome Magneto foi mencionado durante os episódios finais, porém, como a própria atriz que interpreta Lorna disse, sua influência seria fundamental para a decisão final da mutante capaz de manipular os metais. Ver Lorna Dane se entregar lembrou em muito a história do próprio Magneto e provou que a garota possui habilidades tão fortes quanto as do pai.

E finalmente o telespectador pôde conferir o poder do lobo. Ao serem descobertos pelos sentinelas, enquanto John (Blair Redford), Clarice (Jamie Chung), Marcos (Sean Teale) e Polaris tentavam capturar o Dr. Campbell (Garret Dillahunt), a base da resistência teve dois humanos liderando a fuga, Reed (Stephen Moyer) e Caitlin (Amy Acker), e para apagar os rastros de para onde eles estavam indo, Andy e Lauren (Natalie Alyn Lind) precisaram juntar as mãos e demonstrar a força que possuem, aniquilando todos os Hound que estavam dentro do prédio e a própria base em si. The Gifted não tem os melhores efeitos do mundo, mas para uma série de canal aberto, eles até conseguem fazer um bom trabalho. Sem contar que parece que todo o orçamento de efeitos é guardado para o poder dos Strucker, que possuem o melhor até agora. Chega a ser bonito de assistir!
Com a morte de Campbell e do senador Matthew Montez (David Norona), um líder dos purificados – pessoas que não aceitam os mutantes –, parece que o Agente Turner (Coby Bell) finalmente irá assumir a posição de vilão que até então não havia demonstrado. No decorrer da primeira temporada, o personagem de Bell tinha uma dualidade bem clara e muito bem demonstrada no décimo episódio. Porém, ao que tudo indica, o ódio parece estar vencendo dentro do mesmo que, inclusive, pede demissão do governo após receber críticas. Cada vez mais ele fica parecido com o extremismo demonstrado pelo falecido doutor.

O ponto é que agora o público irá se deparar com aquilo que os mutantes dos quadrinhos tinham que encarar: governos que não os aceitam, humanos que são a favor da eliminação de pessoas com habilidades e mutantes que consideram como única solução para finalizar esta guerra, a violência, mais preocupados com o fim do que com os meios que precisarão utilizar para vencer. Se The Gifted permanecer neste caminho, a essência dos quadrinhos estará mais viva do que nunca na segunda temporada.
E só para não esquecer que Evangeline Whedon (Erinn Ruth), uma membro dos X-Men, fez uma pequena aparição na série durante o flashback de Polaris. Será que teremos mais da mutante que pode se transformar em um dragão futuramente? Resta ao público aguardar.
Steven Spielberg quer Chris Pratt em ‘Indiana Jones 5’
O Deadline revelou que ‘Indiana Jones 5’ será um dos próximos projetos de Steven Spielberg e que o diretor quer Chris Pratt atuando ao lado de Harrison Ford.
O roteiro está sendo escrito por David Koepp e o filme está programado para chegar aos cinemas em 2020.
O filme não contará com o retorno do personagem de Shia LaBeouf, Mutt Williams.
A revelação foi feita pelo roteirista da sequência, David Koepp, em uma entrevista ao site Entertainment Weekly. Segundo ele, as especulações que apontavam para uma possível apresentação de um novo herói não passam de boatos.
Conforme pontuou, Harrison Ford segue firme no papel de Dr. Jones:
“Eu posso te garantir com certeza que Harrison interpreta Indiana Jones. E quando a Shia LaBeouf, seu personagem não estará no filme”.
Koepp também falou sobre o bom andamento da narrativa, salientando que o início das filmagens cabe mais à disponibilidade de Steven Spielberg e Ford:
“Nós estamos redobrando os esforços para finalizá-lo. Agora, no que diz respeito ao início das filmagens, isso depende mais de Spielberg e Ford. O que posso dizer da trama é que há um artefato bem precioso que os protagonistas estarão procurando. E estamos bem contentes com o roteiro que estamos escrevendo. Eu sei que o trabalho é interminável e contínuo, além disso, Steven acabou de encerrar as filmagens de ‘The Post‘. No entanto, eu creio que se tudo ocorrer como planejado, ‘Indiana Jones‘ será seu próximo filme”.
Harrison Ford está empolgado com ‘Indiana Jones 5’
Os quatro filmes renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.
‘Jurassic Park’: Jeff Goldblum sem camisa e outros em versão Funko POP; Confira!
Em comemoração aos seus 25 anos, o aclamado ‘Jurassic Park‘ ganhou uma coleção especial de colecionáveis da Funko POP.
Trazendo os principais protagonistas, a série de brinquedos ainda traz Jeff Goldblum sem camisa, exatamente como no filme.
Confira:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor J.A. Bayona revelou que ‘Jurassic World – Reino Ameaçado‘ terá os mesmos elementos de terror do primeiro ‘Jurassic Park‘.
Assista:
‘Jurassic World 2‘ estreia em 22 de junho de 2018.
Steven Spielberg vai dirigir remake do musical ‘Amor, Sublime Amor’
Steven Spielberg está finalizando seu novo filme, ‘Jogador Número Um’, mas já está planejando seus próximos projetos na direção. De acordo com o Deadline, um remake de ‘Amor, Sublime Amor’ (West Side Story) pode ser o próximo filme do diretor.
Segundo o site, Spielberg é apaixonado pelo musical e o colaborador do diretor Tony Kushner está trabalhando no roteiro, que deve se passar nos dias de hoje.
Novas informações devem sair em breve.
‘Amor, Sublime Amor’ foi lançado em 1961 e a trama se passa no lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, onde ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa.
Enquanto isso, ‘Jogador Número Um’ chega aos cinema em 29 de março de 2018.
‘Cloverfield – God Particle’: Começou a divulgação do filme na internet
‘God Particle‘, novo projeto de J.J. Abrams como produtor, e que na prática funciona como ‘Cloverfield 3’, começou sua campanha de marketing na internet.
Como os fãs sabem, a franquia é conhecida por ter um ótimo ARG (jogo de realidade alternativa) e agora, finalmente os sites fictícios vinculados à produção começaram a entrar na ativa novamente.
Um site estranho entrou no ar hoje (19), o que costumava ser o site da “empresa” Tagruato, que é velha conhecida dos fãs por estar por trás de ambos os filmes, contém uma mensagem secreta, desvendada por fãs no Reddit. A mensagem dá pistas sobre a trama do novo filme:
“Tokyo – 18 de Janeiro de 2018: A Tagruato começa a desenvolver uma nova e revolucionária tecnologia de energia no que CEO Garo Yoshida chamou de “um espetacular avanço tecnológico para o nosso planeta”. Essa tecnologia renovável levará pelo menos 4 anos para ser completa, juntamente com outros seis anos de regulamentações internacionais, trazendo a revolucionária tecnologia de energia por volta de 18 de Abril de 2028″
Essa mensagem levou os fãs a descobrir um novo e misterioso site com uma data: “04182028.com“, com um vídeo curto de 11 segundos mostrando um rosto de uma mulher cheio de falhas de sinal.
Podemos esperar novos sites e mistérios nos próximos meses. O 3º filme da franquia estreia no cinemas em 20 de abril de 2018.
A confirmação veio através do Twitter do site Discussing Film, confirmando pela Paramount.
UPDATE: Paramount has confirmed to us via email that ‘CLOVERFIELD 3’ will release on April 20th 2018 http://t.co/6TGt5ic925
— DiscussingFilm (@DiscussingFilm) 3 de janeiro de 2018
David Oyelowo, que fez o tocante ‘Selma‘; e Gugu Mbatha-Raw protagonizam a ficção científica.
Décadas de trabalho e mais de US$ 10 bilhões foram gastos na busca por uma partícula subatômica denominada bóson de Higgs, também conhecida como “partícula de Deus“. Como resultado, os cientistas criaram um acelerador de partículas na tentativa de encontrá-la.
No filme, a estação espacial norte-americana descobre que o Planeta Terra desapareceu após um acidente com o acelerador de partículas, e eles precisam lutar pela sobrevivência quando outra estação espacial se aproxima com segundas intenções.
Doug Jung (‘Star Trek: Sem Fronteiras’) roteiriza e o estreante Julius Onah dirige. J.J Abrams retorna como produtor executivo.
‘Manto e Adaga’: Assista a uma cena da nova série do mundo Marvel
‘Manto e Adaga‘ (Cloak & Dagger), a nova série da Marvel, teve uma cena completa divulgada. Assista na íntegra:

‘Manto e Adaga‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.
Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.
A estreia acontece em 7 de junho de 2018.
‘For The People’: Nova série de Shonda Rhimes ganha trailer; Vem ver!
‘For The People’, nova série do universo Shondaland, produzida pela Shonda Rhimes, ganhou seu primeiro trailer. Assista:
‘For The People’ se passa no Distrito do Sul de Nova York, na Corte Federal, também conhecida como a “Corte Mãe” e acompanha um grupo de novos advogados trabalhando em lados opostos, conforme eles lidam com casos de alto escalão no país. Nesse turbilhão, as vidas pessoais de todos se cruzam.
A série foi criada por Paul William Davies e conta com Shonda Rhimes como produtora executiva.
O elenco da produção é composto por Betsy Beers, Britne Oldford, Lyndon Smith, Ben Rappaport, Susannah Flood, Wesam Kees, Rege-Jean Page, Ben Shenkman, Hope Davis, Vondie Curtis-Hall e Anna Deavere Smith.
A estreia está marcada para 13 de março na TV americana e ainda não há previsão aqui para o Brasil.

‘Gemini Man’: Mary Elizabeth Winstead entra para o novo filme de Ang Lee
A produção de ‘Gemini Man’ continua avançando e após a divulgação da pré-seleção de atrizes para estrelar o thriller, a escolha foi feita.
Mary Elizabeth Winstead desbancou Tatiana Maslany e Elizabeth Debicki e vai contracenar lado a lado de Will Smith.
Segundo o site The Hollywood Reporter, Winstead interpretará uma funcionária operacional que trabalha para a mesma empresa que Henry (Smith). Inicialmente responsável por apenas monitorar as ações do homem, ela acaba se unindo a ele na luta para destruir seu clone do mal, que é muito mais jovem e forte.
A trama segue um assassino de aluguel veterano, que está tentando sair do ramo e se aposentar, para levar uma vida mais tranquila.
No entanto, sua saída não será tão simples e ele terá que enfrentar seu próprio clone, 25 anos mais jovem e no auge de seus poderes.
A estreia está agendada para 4 de outubro de 2019.
‘Me Chame Pelo Seu Nome’ e ‘Lady Bird’ são indicados a prêmio LGBT
O GLAAD Awards, maior premiação gay norte-americana, divulgou os indicados à sua 29ª edição. A premiação foi criada em 1990 pela organização não-governamental estadunidense Gay and Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD)
“Foi um ano bom para a representação LGBT na mídia, especialmente na TV”, afirmou o diretor do Glaad Nick Adams.
Os prêmios serão entregues dia 12 de abril , em Los Angeles.
Confira os indicados:
MELHOR FILME
Me Chame Pelo Seu Nome
Lady Bird – É Hora de Voar
A Guerra dos Sexos
Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas
A Forma da Água
MELHOR FILME COM LANÇAMENTO LIMITADO
120 Batimentos por Minuto
Uma Mulher Fantástica
O Reino de Deus
Thelma
Os Iniciados
MELHOR DOCUMENTÁRIO
Chavela
Gender Revolution: A Journey with Katie Couric
Kiki
Real Boy
This is Everything
‘Homem-Formiga e Vespa’: Fãs criticam imagem de “pênis” no uniforme da Vespa
A Marvel divulgou uma nova imagem de ‘Homem-Formiga e Vespa’ com Paul Rudd e Evangeline Lilly, e instalou uma nova polêmica.
Vários fãs criticaram o fato do uniforme da protagonista feminina ter uma imagem que lembra um “pênis”, sexualizando a personagem. Você acha que a Marvel deu bola fora, ou os fãs precisam arranjar o que fazer?
Confira os tuítes:
So, Wasp’s costume in #Marvel‘s upcoming #AntManAndTheWasp movie has an obvious penis design to it that shrinks and enlarges… Nice. pic.twitter.com/Wpa72obsaq
— Aaron Long (@OtakuPolice) 18 de janeiro de 2018
I find it REALLY hard to believe that not a single person noticed the design on the front of Wasp’s suit looked like a penis pointing right between her legs… 😒 pic.twitter.com/ojwRm7RXSH
— Pip ⚓ 🦅♘♜ 42 Days (@pirateherojones) 16 de janeiro de 2018
Marvel really lowkey put a penis on the Wasp’s suit????? pic.twitter.com/EizU788TEV
— Mike McCabe™ (@MikeMcCabeSad) 16 de janeiro de 2018

Michelle Pfeiffer com visual novo em fotos do set de ‘Homem-Formiga e a Vespa’
Evangeline Lilly com o traje completo da Vespa nas fotos de ‘Homem-Formiga 2’
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
O elenco conta com Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.
Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.
A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.
Michael Douglas deve voltar em ‘Homem-Formiga e a Vespa’
A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 6 de julho de 2018.
Crítica | Voice From The Stone – Drama de terror é ofuscado pelo ritmo lento
O ano é 1950, na região da Toscana, Itália. A jovem enfermeira Varena (vivida pela Emilia Clarke, a Daenerys Targaryen de Game of Thrones) é chamada para cuidar do menino Jakob (Edward Dring), após ficar traumatizado com a morte precoce de sua mãe, o que o deixou sem fala. Aos poucos, Verena descobre os segredos sombrios da família e teme que as forças malignas que habitam os muros de pedra da mansão estejam possuindo a criança e possam vir atrás dela também.
Essa é a trama de ‘Voice From The Stone’, drama com ares de terror baseado no livro “La Voce Della Pietra”, do italiano Silvio Raffo. As belas paisagens góticas de Toscana enchem os nossos olhos, sendo tudo bem fotografado pelo diretor Eric D. Howell, que tem em seu currículo poucos filmes e nenhum do gênero terror. O que se torna aparente ao longo da trama.

Os sustos não convencem, logo esquecemos que a trama tem um tom sobrenatural, tudo culpa do roteiro arrastado, que tenta crescer aos poucos, mas que cansa pela exaustão de esperar. Nos vemos preso à melancolia daquele lugar, mas tudo que podemos sentir é tédio.
Emilia Clarke tem tentado buscar papeis que possam mostrar o quão boa atriz ela pode ser, mas esse não é o caso, sua atuação não convence e talvez tenha entregado a pior de sua carreira até agora, apesar de se esforçar pela trama, mais uma vez culpa de um roteiro lento, que não a deixa crescer além do necessário.
O filme já nasce dentro do polêmico “pós-horror”, mesmo que o drama prevaleça e o diretor talvez não o encaixe, o que já faz com que muitos espectadores se frustrem esperando por grandes sustos e/ou reviravoltas dignas dos mais clássicos filmes do gênero. Nesse caso, o plot twits do final empolga, mas não satisfaz a espera, diferente de outros filmes parecidos como ‘Ao Cair da Noite’, de Trey Edward Shults, por exemplo, que frustra, porém entrega.

A direção de fotografia de Peter Simonite e a trilha sonora, talvez sejam grandes acertos do filme, que valorizam a beleza visual e acrescentando sempre um piano sombrio, porém necessário, trabalho feito pelo compositor Michael Wandmacher junto com a talentosa Amy Lee (vocalista da banda norte-americana Evanescence). Juntos, criam um clima saudosista e sombrio, que preenche o vazio da história e, até mesmo, a falta de fala do menino.
Há uma discussão profunda escondida na trama, isso é fato, mesmo que mal desenvolvida. A relação de amor entre mãe e filho pode emocionar os mais passionais. O potencial está preso debaixo de uma trama sem foco, há certa beleza na dor que o roteiro tenta valorizar e isso pode ser o ponto alto do filme.
‘Voice From The Stone’ é um filme para outra época, talvez fosse aplaudido se tivesse sido lançado alguns anos no passado, mas agora dificilmente será lembrando.




















































