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Agora é oficial! ‘Shazam!’ começa as filmagens no início de 2018

Agora é oficial, as filmagens do novo projeto da DC devem começar no início de 2018, mais precisamente em janeiro, em Toronto (Canadá), de acordo com o The Hollywood Reporter. O longa terá produções no Pinewood Studios.

A atriz Grace Fulton (Annabelle 2: A Criação do Mal) entrou para o elenco. Especula-se que ela deva viver a personagem Mary Marvel, versão feminina do herói.

Segundo o Deadline, o longa também contratou dois novos atores que serão amigos do protagonista Billy Batson. Ian Chen será Eugene e Jovan Armand será Pedro. Não há mais detalhes sobre os personagens.

Shazam!’ já está sendo um dos filmes mais aguardados da DC. Envolto em muitos mistérios sobre a produção, agora já podemos ter uma ideia do tamanho do filme, já que o diretor David F. Sandberg compartilhou uma imagem mostrando o quadro de atores e atrizes que ainda serão revelados.

Para a nossa surpresa, o filme terá em torno de 74 personagens, sendo que apenas 6 já foram anunciados. Confira:

“Com Jack Dylan Grazer como Freddy, temos três atores anunciados oficialmente em Shazam!”

O ator mirim Jack Dylan Grazer, de It: A Coisa, entrou para o elenco. Ele fará o papel de Freddy, melhor amigo de Billy Batson e o único que sabe sobre a transformação dele no herói Shazam.

‘Liga da Justiça’ pode dar um prejuízo de até US$ 100 milhões, segundo a Forbes

Além disso, o diretor David F. Sandberg desmentiu os boatos de que a DC estaria pensando em cancelar os próximos projetos após a recepção morna de ‘Liga da Justiça‘.

Foi durante uma conversa no Reddit que um usuário postou que possuía conexões dentro da Warner Bros, afirmando que os filmes futuros seriam cancelados e que a empresa irá tirar uma folga de 5 anos dos filmes da DC, voltando depois com filmes solo sem conexões. Eis que, o próprio diretor respondeu o usuário, postando o seguinte:

“Ninguém me falou isso. Posso tirar o dia de amanhã de folga? Realmente quero dormir.”

A resposta bem humorada de Sandberg serve como uma maneira de tranquilizar os fãs e abafar os rumores sem fundamento acerca do futuro da DC nas telonas.

‘Shazam!’: Zachary Levi diz que o filme é um ‘Quero Ser Grande’ com super-poderes

 

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‘Shazam!’ encontra seu protagonista; SAIBA MAIS!

Shazam!’ chega aos cinemas em Abril de 2019.

‘Batgirl’: Hailee Steinfeld gostaria de viver a heroína nos cinemas

Parece que mais uma candidata entra na disputa para ser a nova Batgirl nos cinemas. E uma de peso: Hailee Steinfeld.

A atriz, que atualmente trabalha emBumblebee, derivado de Transformers, foi perguntada em uma entrevista deA Escolha Perfeita 3 sobre a possibilidade de viver a super-heroína, e a atriz não hesitou em responder:

“Não vou mentir não, era isso mesmo que estava pensando. Mas eu não queria… Não sabia se… falaria. Mas adoraria fazer isso”

Confira a entrevista em vídeo:

Um filme da Batgirl está em desenvolvimento pela DC com direção de Joss Whedon, que atualmente trabalha no roteiro.

Bumblebee tem estreia está marcada para 21 de dezembro de 2018.

Novas informações sobre ‘Batgirl’ devem sair no próximo ano.

‘Liga da Justiça Sombria’: Artista conceitual divulga imagens de filme jamais feito

O artista conceitual Joseph Kahn divulgou, em sua conta do Twitter, uma série de artes conceituais desenvolvidas por ele para o filme da ‘Liga da Justiça Sombria’.

Os projetos, que foram feitos há dois anos, trazem os personagens Monstro do Pântano, Constantine, Zatanna, Jason Blood e Deadman.

Na época em que artes foram feitas, Kahn desenvolveu o conceito dos personagens embasados em algumas sugestões de atores que ele teria. No caso de Constantine, a proposta seria Dan Stevens. Para Zatanna, Natalie Dormer. Já Jason Blood seria Chiwetel Ejiofor.

Confira:

 

Para a o novo filme da ‘Liga da Justiça Sombria‘, rumores apontavam Colin Farrell como John Constantine e Ben Mendelsohn no elenco. O projeto ainda não possui uma data de estreia definida. A versão mais recente do roteiro foi escrita por Michael Gilio.

Rumores também dizem que o preferido para dirigir o filme é Daniel Espinosa (‘Vida’).

Nos quadrinhos, a Magia fica louca e perde o controle indo atrás de sua contra parte June Moone, o que gera um ataque a toda a magia do mundo. A Liga da Justiça é incapaz de lidar com a situação, o que faz com que John Constantine reúna uma Liga da Justiça Sombria.

O filme contará com personagens como John Constantine, Zatanna, Deadman, Madame Xanadu, Magia e Mindwarp.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Fotos dos bastidores trazem elenco descontraído; Confira!

Star Wars: The Last Jedi..Admiral Ackbar behind the scenes on set. "It's a wrap!"..Photo: Lucasfilm Ltd...©2017 Lucasfilm Ltd. All Rights Reserved

Star Wars: Os Últimos Jedi’ ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem o elenco descontraído antes das filmagens.

Confira:

Arte de fã traz Ezra Miller e Ben Affleck em um cartaz de ‘Flashpoint’; Confira!

Uma arte feita por um fã traz o astro Ezra Miller no cartaz do filme ‘Flashpoint’. No material, ele fica frente a frente com o Flash Reverso.

Confira:

Jeffrey Dean Morgan faz mistério sobre viver Batman em ‘Flashpoint’; SERÁ?

A  Warner Bros. está esperando o resultado de ‘Liga da Justiça‘ nas bilheterias para dar sinal verde para ‘Flashpoint‘.

A versão final do roteiro de ‘Flashpoint‘, desenvolvida pelo roteirista Joby Harold, foi entregue à Warner Bros.

Embora o projeto já tenha perdido quatro diretores (Chris Lord e Phil Miller, Seth Grahame-Smith e mais recentemente, Rick Famuyiwa), a Warner não estaria com pressa em anunciar sua escolha final para assumir a produção.

Kroll ainda pontuou que Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) estaria sendo considerado pelo estúdio, mas que a empresa continuava realizando entrevistas com outros cineastas.

Liga da Justiça‘ está em exibição nos cinemas.

‘Eu, Tonya’: Margot Robbie fala sobre a construção de sua personagem

Margot Robbie é um dos fortes nomes ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em uma Comédia ou Musical e sua personagem homônima em ‘Eu, Tonya’ é uma das figuras mais polêmicas da história dos Jogos Olímpicos.

E para dar vida à patinadora, a atriz teve que encarar dois tipos distintos de atuação. Em uma entrevista recente ao site CinemaBlend, ela pontuou que além de encarar Tonya Harding por sua genuína ótica, ela teve que interpretar a jovem pela perspectiva de seu então marido, Jeff Gillooly.

Segundo ela:

“Eu desenvolvi a personagem e permaneci com aqueles aspectos até o fim. Seus maneirismos, sua linguagem corporal, voz e ponto de vista sempre permaneceram os mesmos. Sua perspectiva sobre as coisas fundamentais não mudam. Mas há em algumas cenas que Tonya é vista pela ótica de Jeff e aí nesse caso, minhas intenções tiveram que ser alteradas. Tive que mudar minha mentalidade, como se eu estivesse vivendo em uma espécie de universo paralelo, onde eu sabia de coisas que não haviam sido mostradas ainda”.

Leia a crítica de ‘I, Tonya’, direto do Festival de Toronto 2017

Assista:

Eu, Tonya será lançado nos EUA, em Nova York e Los Angeles, no dia 8 de dezembro, aumentando o circuito por outros estados a partir de janeiro. O fato valida a candidatura do longa para potenciais indicações ao Oscar.

Quando tive o prazer de assistir ao filme no TIFF (Festival de Cinema de Toronto) deste ano, em sua estreia mundial, fui completamente arrebatado pela obra e comecei ali minha campanha para sua indicação, em especial para Robbie (atriz principal) e Allison Janney (atriz coadjuvante). Mas existia a barreira do lançamento em 2018. Não existe mais.

Eu, Tonya foi um dos maiores sucessos do TIFF deste ano e foi comprado por US$5 milhões durante o evento. Com isso, esperamos que essa maravilha também chegue ao Brasil.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ – Os Principais Personagens do novo filme

Star Wars: Os Últimos Jedi chegou chutando a porta! Com estreia do novo capítulo, a franquia inovou a série e levou-a para rumos nunca antes explorados. Claro que um filme desse porte conta com várias caras novas, então para ficar por dentro de quem é quem na Space Opera mais aguardada de 2017, o CinePop fez esta nova lista com os personagens do oitavo filme. Confira e comente.

Almirante Holdo (Laura Dern)

Famosa no mundo pop pela franquia Jurassic Park , Laura Dern chega no universo Star Wars como a Vice-Almirante de um Cruzador da resistência. Com seu marcante cabelo rosa, Holdo é uma militar calma e sábia. Sua serenidade e lealdade fazem dela uma grande aliada da General Leia Organa (Carrie Fisher).

DJ (Benicio Del Toro)

Descrito pelo ator porto-riquenho como personagem de uma música do Bob Dylan ou de uma obra de Dostóievski (Flash curtiu), DJ é um dos maiores mistérios do filme. Descrito como uma figura enigmática, preguiçosa e maltrapilha, ele parece usar tudo isso para esconder suas habilidades e seu intelecto. Não sabemos de qual lado ele está.

Rose Tico (Kelly Marie Tran)

Sem nenhum papel marcante na carreira, Kelly interpreta Rose Tico, que tem papel fundamental na trama de Finn (John Boyega). Rose é uma mecânica especializada nas X-Wings da resistência. Ela odeia a Primeira Ordem desde que era uma criança. Não se sabe o motivo desse ódio, mas deve ter a ver com sua irmã, Paige Tico, membro da artilharia da Resistência.

BB-9E

Vocês gostaram do BB-8? Pois é, a Primeira Ordem também. Apelidado de BB-8 do mal, BB-9E é preto com detalhes prateados, assim como o capacete do Kylo Ren (Adam Driver). Boatos dizem que os produtores queriam uma “namorada” pro droid Branco e Laranja (WTF??), será que BB-9E tá disponível?

Capitã Phasma  (Gwendoline Christie)

Personagem com um dos uniformes mais legais do episódio VII, a Capitã Phasma saiu de cena com a impressão de ter sido subutilizada. Após sobreviver a explosão da Starkiller, Phasma está de volta para comandar o exército da Primeira Ordem em sua vingança contra a Resistência e para acabar com o “Traidor” FN-2187, também conhecido como Finn.

Luke Skywalker (Mark Hamill)

Vivendo seu exílio pessoal no planeta Ahch-To depois do fracasso na tentativa de reconstruir a Ordem dos Cavaleiros Jedi, o lendário Luke Skywalker tem que esquecer os traumas do passado para assumir o papel de Mestre mais uma vez e treinar a aspirante a Jedi, Rey (Daisy Ridley). Há um mistério muito grande sobre o futuro de Luke nesse filme. Teria ele adotado o lado sombrio da Força?

General Leia Organa (Carrie Fisher)

Depois de ter seu grande amor assassinado pelo próprio filho, a General Leia Organa é tomada como próximo alvo de Kylo Ren e a Primeira Ordem. Foragida, a lendária general rebelde vai tentar destruir o lado sombrio, comandando a menor frota da história da Resistência. Será que ela vai sobreviver? Como a atriz Carrie Fisher faleceu em dezembro de 2016, Os Últimos Jedi conta como uma grande homenagem a sua carreira.

Rey (Daisy Ridley)

De catadora de lixo a Esperança de liberdade da galáxia, Rey sente a Força despertar em si a cada dia que passa. Sob a tutela do Último Mestre Jedi, ela deve aprender a controlar seus sentimentos, seu poder e escolher quem ela quer ser. Sua relação com Luke, porém, pode não ser exatamente como ela esperava.

Finn (John Boyega)

O ex-Stormtrooper segue em busca de sua identidade. Após os eventos de O Despertar da Força, Finn se recupera dos ferimentos e junto a Resistência. Ele prepara uma frente de combate contra a Primeira Ordem na constante luta pela liberdade da galáxia. Nesse caminho, ele conhecerá novos aliados, novos planetas e novos animais.

Poe Dameron (Oscar Isaac)

O melhor piloto da Resistência está de volta. Mais ousado que nunca, Poe é o mais novo líder do Esquadrão de X-Wings. Ele tem muito mais tempo de tela, e junto ao seu BB-8, seu jeito malandro promete gerar muitas confusões. Porém nem tudo são flores e esse seu jeito de viver irrita não apenas a Primeira Ordem, mas também o alto comando da Resistência.

Kylo Ren (Adam Driver)

Com a marca de sua última batalha estampando seu rosto, o cavaleiro tenta completar sua transição de Ben Solo para Kylo Ren. Cada vez mais poderoso na Força, Kylo deve provar seu valor ao Supremo Líder Snoke (Andy Serkis) para completar seu treinamento no lado sombrio e enfim destruir a Resistência.

Líder Supremo Snoke (Andy Serkis)

Nada se sabe sobre o comandante da Primeira Ordem. Em uma entrevista recente, Andy Serkis chegou a afirmar que Snoke é mais poderoso que o Lorde das Sombras, o temível Darth Vader. Mentor de Kylo Ren, o Líder Supremo continua a treinar seu pupilo, mas deve arregaçar as mangas e partir pra ação (entendeu, Thanos?) nesta aventura. A grande dúvida fica na identidade dele. Quem é Snoke?

General Armitage Hux (Domhnall Gleeson)

O general Hux, personagem do onipresente Domhnall Gleeson, fugiu da Starkiller a tempo. Com a destruição da Nova República, ele declarou guerra àquela galáxia. Agora, seu alvo é a Resistência. Será que ele terá êxito?

Star Wars: Os Últimos Jedi estreou no último 14 de dezembro. E você, já viu? Comente.

Crítica | Escondidos – Terror dos irmãos Duffer, criadores de ‘Stranger Things’

Ainda Existe Criatividade no Terror

Assim como em todos os gêneros, o terror vive se reinventando constantemente. E daí surgem novas vozes, cheias de vontade de falar e gritar. É o caso dos irmãos Duffer, hoje cineastas sensação devido ao fenômeno pop cultural Stranger Things, série da Netflix. Antes disso, no entanto, os diretores estreavam no cinema com seu primeiro (e único) longa, e logo de cara mostravam a que vinham.

Curiosamente, Escondidos realmente ficou escondido do grande público, chegando à luz agora, após o sucesso de seus criadores – tática antiga (segurar uma produção até algum de seus envolvidos explodir). O que ocorre é que na maioria das vezes esta estratégia é usada para filmes ruins, mas o debute de Matt e Ross Duffer não necessitava de tal artifício, já que sustenta-se perfeitamente por conta própria, exibindo criatividade de poucas obras do gênero.

Lançado em 2015 nos EUA, Hidden, no título original, amargou uma estreia direto no mercado de vídeo em países como Alemanha e Suécia, e na Itália chegou somente este ano nos cinemas. Ao menos foi melhor do que aqui no Brasil, onde Escondidos também emplacou no mercado de home vídeo, estreando em 2017 na TV a cabo, na rede HBO. Não estou reclamando, sendo a única possibilidade de assistir à obra sem dúvidas é melhor do que um não lançamento. Aliás, o sistema de home vídeo brasileiro, as TVs a cabo, e os canais de streaming, estão de parabéns – é claro que as distribuidoras nacionais estudam pelo mercado internacional o que daria certo nas salas de cinema de nosso país ou não.

Recentemente, a Universal Pictures empacotou para o mercado de vídeo o sucesso Viagem das Garotas, prestigiado pela crítica e público nos EUA – que apesar de ser uma comédia escrachada (gênero para o qual o brasileiro tem apetite voraz), rendeu o prêmio de melhor coadjuvante do ano, segundo a crítica de Nova York, para Tiffany Hadddish; e terminou lançando nos cinemas o fiasco Boneco de Neve. Não estou dizendo que acertem sempre. É mais ou menos o que a Warner faz com Escondidos, terror dramático com potencial de muitos elogios, se ao menos fosse tirado das sombras.

A trama digna de Shyamalan, começa com uma família, pai, mãe e filha, interpretados por Alexander Skarsgard, Andrea Riseborough e a pequena Emily Alyn Lind respectivamente, enclausurados num bunker. No imenso depósito no subsolo, assim como os moradores rurais de A Vila (2004), eles conhecem muito bem a lenda de criaturas que permeiam a superfície e o quão mortais são. Dessa forma, esta família precisa viver respeitando uma lista de regras, entre elas a principal é: nunca fazer muito barulho. Escondidos é um filme que conta com um elenco reduzido, praticamente os três membros da família, e um único local, ao qual estão confinados.

Assim como nas obras do celebrado cineasta indiano, a estrela de Escondidos é seu roteiro. O texto guarda uma das reviravoltas mais inteligentes e inesperadas dentro do cinema de gênero dos últimos tempos. O fato se torna ainda mais louvável se levarmos em conta que vivemos numa era onde quase tudo já foi tentado e muito pouco ainda nos surpreende no terreno “desfechos inesperados”. Justamente por isso, para respeitar o preciso texto dos irmãos cineastas, quanto menos da trama for dito aqui, melhor. Vale dizer apenas que, assim como as obras do diretor de Fragmentado (2017), Escondidos nos chama a revisitá-lo após seu término, para juntarmos todas as peças, como num elaborado quebra-cabeça. E acredite, tudo se encaixa.

O clima construído pelos Duffer é o primordial aqui. A sensação de clausura, a paranoia e o medo são enfatizados como em poucas obras na atualidade. Dá para perceber que os diretores são adeptos da filosofia de que menos é mais. Muito mais perturbador que pulos e gritos na frente das câmeras, ter uma boa ideia na hora de confeccionar um filme de gênero ainda é o item mais necessário e satisfatório. O roteiro verdadeiramente primoroso, do nível de O Predestinado (2014), para termos uma ideia, subverte tudo o que havíamos traçado como certo até então, dá um nó em nossas mentes e nos faz redesenhar passo a passo o apresentado. De fato, Escondidos é tão bem sucedido que consegue dar sopro de frescor e adicionar elementos pouco vistos dentro de um subgênero específico. O filme só desperta nossa vontade de que os diretores voltem a fazer filmes. Isso é, quando acabarem com Stranger Things.

Crítica | O Touro Ferdinando – Nova animação do brasileiro Carlos Saldanha

Discurso Pacifista

Um dos maiores representantes de nosso país em terras estrangeiras, quando o assunto é entretenimento e arte, atende pelo nome Carlos Saldanha. E ao contrário de qualquer outro artista que desenha (com o perdão do trocadilho) seu nome no imaginário internacional participando em qualquer grau de obras cinematográficas, Saldanha se especializou justamente em animações, aquele gênero de filme mirado para toda a família, mas especialmente para os pequenos.

Mesmo que você não ligue o nome à pessoa, certamente já ouviu falar, mesmo que através de algum pimpolho próximo, nas franquias criadas por este midas tupiniquim. Entre elas se encontram A Era do Gelo e Rio. O brasileiro, no entanto, já viu seu trabalho não atingir o esperado e fracassar, com Robôs (2005), afinal ainda é humano. Com todos seus filmes lançados pela Blue Sky Studios, braço de animação da Fox (que muito em breve estará nas mãos da Disney – leia sobre a aquisição do estúdio), da qual o artista faz parte, Saldanha lança agora este O Touro Ferdinando, mais uma vez à frente do projeto na direção.

Criado em 1936 na forma de um livro infantil de enorme sucesso e vencedor de diversos prêmios para obras na categoria, pelo autor Munro Leaf, e com ilustrações de Robert Lawson, a trajetória do touro cordial e pacifista migrou para o cinema em 1938, como um curta em animação da Disney, que saiu vitorioso dos prêmios da Academia, com um Oscar na categoria. Com esta jornada de sucesso através de muitas décadas, que ainda inclui diversas citações em variadas mídias, como quadrinhos, desenhos, músicas e filmes, o touro manso se vê diante de seu maior desafio: se mostrar relevante e conquistar um novo público (muito difícil), após um hiato gigantesco de ausência na cultura pop.

Se depender do resultado deste seu mais recente filme, o caminho está favorável. Nesta produção de mais de US$100 milhões, Ferdinando é um bezerro diferente dos outros. Num rancho da Espanha, touros são criados e treinados para serem vendidos às touradas, uma das mais cruéis tradições de qualquer país, ainda em vigor. Os touros que não se adaptam, atingindo o esperado, são vendidos para o açougue, prontos para o abate. No meio desta selvageria – que faz parte de nossa rotina sem que sequer nos demos conta – encontra o adorável Ferdinando, um bezerro sensível, que ama flores e protesta contra a violência.

Ainda na infância, o protagonista consegue fugir de seu cativeiro, e cresce para se tornar uma criatura robusta e grandiosa, mas ao lado de uma família carinhosa, que o trata como membro especial, em sua fazenda. Mas a jornada do imponente animal não chega ao fim ao se estabelecer em seu novo lar, e devido a um erro de julgamento, seu caminho irá cruzar novamente com seus antigos donos, antigos colegas e rivais, e com o mundo sangrento das touradas.

O Touro Ferdinando é a típica história do patinho feio, do underdog (o azarão) que contra todas as probabilidades e seguindo puramente seus instintos e seus ideais, ousa triunfar mostrando que não existe nada errado em ser diferente. Muito pelo contrário, são justamente os que sonham e se arriscam a ir na contramão de seu meio, são os que conseguem se destacar. Uma bela e digna mensagem para a garotada nesta época de diversidades, onde ser diferente precisa ser respeitado.

Apesar de não ter a urgência ou relevância de animações como as da Disney, as produções da Blue Sky e de Saldanha atingem a nota certa, mesclando cenas verdadeiramente engraçadas, nas quais o humor funciona também para os adultos, e momentos emotivos. Além, é claro, de uma parte técnica que, aí sim, não fica devendo nada para os maiores estúdios do ramo. Entre os dubladores, as vozes de John Cena e Kate McKinnon, como o protagonista e sua amiga cabra Lupe, respectivamente, são as mais conhecidas. Na dublagem nacional, Thalita Carauta vive Lupe, e o elenco conta ainda com Maisa Silva e Otaviano Costa.

Crítica | Fala Sério, Mãe! – Ingrid Guimarães e Larissa Manoela num embate de gerações

Como Nossas Mães

Uma das rainhas das comédias nacionais na atualidade (ou “a”), a humorista Ingrid Guimarães bate ponto todo ano, protagonizando filmes de grande visibilidade. E para nós, quanto mais melhor! Isso porque ao contrário da maioria no segmento, que tomam conta de nossas salas, os filmes da atriz se empenham em injetar uma trama convincente nas dezenas de piadas que recheiam a tela. E esse esforço a mais faz toda a diferença.

Aqui, Guimarães é servida pelo texto da autora sensação Thalita Rebouças (que também assina o roteiro em parceria com a própria protagonista), uma especialista em dialogar com o público adolescente. Além desta parceria, existe outra exponencialmente significativa em Fala Sério, Mãe!, sua coprotagonista mirim, a jovem – não menos sensação – Larissa Manoela. Esta, no entanto, é a história de Ângela (Guimarães), e suas desventuras pela maternidade – mesmo que muitas vezes narradas por sua primogênita Malu (Manoela).

Fala Sério, Mãe! segue de perto todos os percalços de uma mulher quando se torna mãe e precisa abrir mão de sua própria vida em nome da cria. É o passar do bastão e receber a velhice de braços abertos. Mãe preocupada e extremamente coruja, a protagonista se torna um inconveniente na vida de sua filha mais velha, que agora adentra a adolescência e precisa descobrir por conta própria todas as etapas desta mudança rumo a se tornar mulher.

O filme cria uma boa conexão com seu público e promete inclusive emocionar as mamães na plateia, principalmente as que tiverem filhos se encaminhando ou já predominando nesta fase. O interessante é que quando o longa produzido por André Carreira (O Candidato Honesto) e dirigido por Pedro Vasconcelos (O Concurso) desenvolve o embate entre a mãe sufocadora e a filha oprimida, ele já conquistou anteriormente o direito para criarmos empatia com a sofrida matriarca, já que o filme narra de forma cronológica os acontecimentos na vida da protagonista, desde sua primeira gravidez – num total de três – passando pela infância da primogênita (na qual é interpretada por Duda Batista) – e chegando a perdas mais significativas nesta estrutura familiar, como a separação do marido.

Assim, o filme escreve sua carta de amor às mães, estruturalmente semelhante a obras da década de 1970, onde o índice de divórcios crescia e dava origem a famílias encabeçadas por jovens mulheres solteiras, sem a figura masculina presente como respaldo, como ocorria no passado. Estas mulheres guerreiras já foram foco de diversas produções e merecem ser lembradas constantemente, em especial numa época onde a mulher é cada vez mais independente e dona de sua própria vida. Assim como o grandioso sucesso de nosso cinema – que pode ser considerado um blockbuster tupiniquim – Minha Mãe é uma Peça, temos a figura materna como fonte de intermináveis humilhações para seus filhos. Não por acaso, Paulo Gustavo, vulgo Dona Hermínia, faz uma participação especial aqui.

Mesmo sem trazer grandes novidades em seu discurso, e fazendo uso de um tempo de duração verdadeiramente curto – com 78 minutos de projeção –Fala Sério, Mãe! é honesto o suficiente para dar o recado a seu público-alvo e criar identificação. Ingrid Guimarães faz mais do que apenas desferir piadas, atua de verdade (o potencial da humorista é o de uma grande atriz) e alcança notas satisfatórias na parte dramática. Além disso, cria uma boa química com a menina Manoela, que segue pelo mesmo caminho, com certeza aprendendo bastante com a veterana. Fala Sério, Mãe! é o programa ideal para filhas e mães neste fim de ano.

Crítica | Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas

A Heroína Nascida do Bondage

Filmes de super-heróis se tornaram um subgênero concretizado em Hollywood e no terreno do entretenimento são os blockbusters mais rentáveis da atualidade. Um dos grandes acertos do ano foi Mulher Maravilha, da Warner/DC, que surgiu como pioneiro, sendo o primeiro longa do subgênero protagonizado por uma mulher que se tornou fenômeno popular, caindo no gosto da crítica e público.

Mais interessante que os filmes dos heróis, no entanto, ao menos para os adultos, é conhecer como a criação destas máquinas de fazer dinheiro e merchandising se deu – saídos das mentes de homens como eu e você. Uma boa iniciação para quem curte o assunto é o livro Marvel Comics: A História Secreta, de Sean Howe, que expõe a trajetória de uma das maiores editoras de quadrinhos do mundo, seus alicerces e os rostos por trás de sua criação. Além, é claro, de todos os fatores externos e sociais que levaram à confecção de alguns dos personagens mais queridos da garotada.

Caminho muito similar percorre este Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas, que descortina justamente o nascimento da maior super-heroína de todos os tempos, citada no primeiro parágrafo, a Mulher Maravilha. Estreando no Festival de Toronto deste ano, o filme escancara não apenas as origens da heroína, surgida a partir dos fetiches de seu criador (sim, um homem criou a personagem símbolo da representatividade feminina no nicho), como também o próprio, e toda a época reprimida dos anos 1930 – 1940, como as patrulhas da moral e bons costumes, e a lei seca, por exemplo.

Escrito e dirigido pela cineasta Angela Robinson (produtora de séries como The L Word e How to Get Away With Murder), Professor Marston é uma biografia dramática que pincela parte da vida de William Moulton Marston, psicólogo e professor universitário, designado a dar aulas para mulheres na universidade de Radcliffe, adjacente à renomada Harvard. De fato, o longa de Robinson aborda de forma sutil estas discriminações sociais entranhadas na época e tidas como normalidades. Mulheres não podiam frequentar a mesma universidade de homens, mesmo que Harvard e Radcliffe utilizassem o mesmo corpo docente. A angústia é refletida na esposa do protagonista, Elizabeth (Rebecca Hall), uma mulher à frente de seu tempo.

Elizabeth, além de companheira pessoal do professor, papel de Luke Evans, era também sua colega e assistente nas aulas. A entrada de Olive Byrne (Bella Heathcote) em cena, transforma esta equação em um triângulo. Instantaneamente cativado pela aluna, Marston, ao lado de sua esposa descobrem aos poucos que existe muito mais escondido abaixo do impacto visual desta bela mulher – como o fato de sua tia e sua mãe serem famosas artistas partidárias do movimento feminista. O casal protagonista, embora não fossem ativistas, certamente eram adeptos da causa – imagina como era na época.

Seja como for, é impossível deixar de perceber pelo filme de Robinson (ou ao menos sua visão sobre o sujeito), que Marston usou este discurso para benefício próprio, para ter em sua cama duas mulheres – assim como a maioria dos autoproclamados messias sociais. Tal relacionamento, obviamente, era visto como aberração – se hoje em dia ainda seria tratado de tal forma, o que dirá naquela época. Em certas convenções sociais, parece que evoluímos muito pouco.

Angela Robinson cria sua obra com certo didatismo, talvez por isso um filme com tanta propensão a repercussão tenha se mantido longe do radar de prêmios. Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas faz o esperado, um correto feijão com arroz, abordando todos os tópicos que necessitariam estar presentes numa biografia de tal teor. Ao mesmo tempo, o que chama verdadeiramente atenção é o que Robinson entrega nas entrelinhas, o que surge à margem do cerne desta história, e o que não por menos serve de forte motivador: a grande depressão, a lei seca e a censura.

Robinson também capricha na intensidade de cenas sexuais, esta não é uma trama podada para uma censura baixa. Ao mesmo tempo, aborda de forma no mínimo curiosa os primeiros passos da guerreira amazona nos quadrinhos, e como sua trajetória teve como base as taras de seu autor – o que promete mudar a visão que muitos fãs têm da heroína – é claro, abandonadas ao longo dos anos pelos novos editores. Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas poderia ser grande, mas o resultado é apenas bom, por não mergulhar ou investir verdadeiramente nas duas vertentes a que se propõe a falar, o relacionamento poligâmico e o alicerce da personagem de maior relevância para um movimento embutido em um segmento artístico muito particular.

Globo de Ouro 2018 | As Surpresas & Os Esnobados

Saíram! Os indicados para um dos prêmios de maior prestígio desta temporada foram anunciados nesta manhã de segunda-feira, dia 11 de dezembro. De Fato, o Globo de Ouro, prêmio criado pela imprensa estrangeira situada em Los Angeles, tem tanta repercussão e glamour, que fica atrás somente do Oscar quando o quesito é visibilidade.

Por outro lado, em questão de importância, podemos dizer que, embora seja um dos fortes termômetros para o Oscar (repetindo muitos dos indicados), o Globo de Ouro não é tão levado a sério. Explico. Além de uma cerimônia em si mais descontraída e divertida (geralmente chamam comediantes para apresentar e o humor nos últimos anos tem sido bem ácido – não poupando ninguém), as categorias de ator, atriz e filme são divididas entre drama e comédia. Em anos recentes, o Globo de Ouro indicou alguns filmes execrados pela crítica, o que é estranho já que seus votantes são jornalistas. Filmes como Burlesque e O Turista, ambos da cerimônia de 2011. Fato que levantou uma brincadeira que se tornou mito, e diz que os votantes elegem os indicados, todos astros famosos, para terem uma chance ao seu lado na cerimônia, sentados em grandes mesas de jantar.

Uma curiosidade é que em 2012, o Globo de Ouro abriu espaço para seis filmes ao invés dos usuais cinco, na categoria de drama – entraram Os Descendentes (ganhador), Histórias Cruzadas (mais para comédia), A Invenção de Hugo Cabret, Tudo pelo Poder, O Homem que Mudou o Jogo e Cavalo de Guerra. O fato não é novidade, já que em 2008, foram sete filmes indicados na mesma categoria.

Bom, vale dizer também que alguns dos indicados no Globo de Ouro sempre terminam de fora do Oscar, e vice versa. Alguns filmes não indicados aqui, costumam aparecer depois, no maior prêmio do cinema. Desta forma, daremos uma rápida olhada nos filmes que ficaram de fora nesta 75ª edição do Globo de Ouro.

A atriz Amy Adams…, brincadeirinha. Adams se tornou sinônimo de esnobada, cinco vezes indicada ao Oscar e sem vitória. Ano passado com A Chegada, deu origem à brincadeira de que era Leonardo DiCaprio de saia. Como a atriz não tem filme este ano, uma das ausências mais sentidas foi Doentes de Amor (The Big Sick), drama independente sucesso em festivais. Além de não ter aparecido na categoria de comédia ou musical – que seria seu lugar – Holly Hunter, atriz veterana dada como uma das certezas na categoria de coadjuvante ficou de fora da premiação. Em seu lugar parece ter sido enfiada de última hora a tailandesa Hong Chau por sua performance em Pequena Grande Vida (Downsizing), filme pelo qual possuo pouco apreço. Em minha opinião seu desempenho é caricato e quase ofensivo.

Super-Heróis

Lembrando que ano passado, o Globo de Ouro indicou o sucesso Deapool na categoria de melhor filme comédia ou musical e seu protagonista Ryan Reynolds para ator na mesma categoria. Assim, existia esperança dos fãs de que Logan ou/e Mulher Maravilha conseguissem um lugarzinho em alguma categoria. Logan é o filme do gênero mais elogiado do ano, e muitos faziam campanha para Patrick Stewart como coadjuvante. Já Mulher Maravilha é o filme de representatividade feminina do ano, e poderia ter emplacado ainda sua protagonista Gal Gadot e sua diretora Patty Jenkins (esta última merecidíssimo). Mas ambos os filmes ficaram a ver navios.

Falta de Representatividade na Direção

Para saber mais sobre este tópico, clique no link e leia a nota de Georgenor Franco Neto.

Outras três ausências sentidas foram a do drama racial Mudbound, obra aclamada em festivais, que já foi lançada na Netflix nos EUA. No Brasil seguirá o mesmo caminho, mas antes chega às salas de cinema, com distribuição da Diamond Films. A super carismática humorista Tiffany Haddish é o destaque da comédia Viagem das Garotas e levou pra casa o prêmio da crítica de Nova York. E Jake Gyllenhaal gerava burburinho de Oscar por seu desempenho em O que te Faz Mais Forte. Ambos foram ignorados pela imprensa estrangeira.

Menção Honrosa: James McAvoyFragmentado.

Surpresas

All the Money in the World

Quando escrevi minha matéria sobre as previsões da categoria de melhor atriz – no Oscar – mencionei que a talentosa Michelle Williams tinha dois trabalhos que poderiam ser lembrados. É claro também que nenhum dos dois poderia emplacar. Mas ao menos com a imprensa estrangeira, seu desempenho no filme de Ridley Scott foi nomeado. Mas a polêmica vem mesmo com a indicação do veterano Christopher Plummer, que ganhou um Oscar tardio, em 2012, por Toda Forma de Amor. Aqui, no longa de Scott, Plummer precisou ser inserido, entrando em cena nos 46 do segundo tempo, e substituindo Kevin Spacey. A menos que você more em Marte, deve saber que Spacey foi acusado de assédio, e além de demitido da série House of Cards, foi deletado deste filme. Plummer entrou em seu lugar e prontamente recebeu indicação. Seria um tapa de luva de pelica na face de Spacey e de todos os assediadores reportados recentemente. O recado foi dado.

Animação

Lego Batman, um dos filmes mais divertidos do ano, ficou de fora da categoria de animação. Em seu lugar, talvez o mais despropositado seja o apenas bonitinho O Poderoso Chefinho.

Um jovem entre Gigantes

O jovem Timothée Chalamet, que até ontem não seria distinguido na fila do pão, recebeu a grande chance de sua vida ao protagonizar de forma muito corajosa o longa Me Chame Pelo Seu Nome. Elogiadíssimo, o rapaz corresponde. E já era uma certeza, inclusive no Oscar (assim esperamos). Mas não deixa de ser curioso vê-lo na categoria de ator dramático ao lado de pesos pra lá de pesados, como Tom Hanks, Denzel Washington, Daniel Day-Lewis e Gary Oldman. Sim, temos certeza que o rapaz também está deslumbrado.

Filme Estrangeiro

Desde que pude assistir ao incrível Eu, Tonya, no Festival de Toronto deste ano, me tornei um forte porta-voz do longa protagonizado por Margot Robbie. De fato, o filme foi o meu favorito no evento (ao lado de medalhões como A Forma da Água, é claro). A felicidade toma conta ao vê-lo indicado em três categorias importantes aqui no Globo de Ouro. Mas não apenas isso. Outra categoria que traz muita alegria é a de filme estrangeiro, na qual mais um de meus favoritos do ano (este saído do festival do Rio, onde se posicionou em primeiro lugar no meu gosto), é o alemão Em Pedaços, com Diane Kruger. Vencedor do prêmio de melhor atriz em Cannes e representante do país no Oscar, aumentam agora as chances do drama por uma vaga nos prêmios da Academia. Igualmente é muito bom ver o representativo e elogiado Uma Mulher Fantástica aparecendo na categoria.

Veja a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro neste link. E comente quais são os seus preferidos, quais você achou que foram esnobados e quais foram as suas surpresas também.

‘Dragon Ball’ vai ganhar novo filme animado em 2018

Após uma série de rumores, agora é oficial, Dragon Ball irá ganhar um novo filme animado em 2018, como homenagem ao aniversário da franquia.

Toei Animation confirmou via twitter, divulgando algumas imagens para anunciar o novo filme. Apesar de não ter informações sobre a trama, as imagens revelam que o filme será focado nos Saiyans e as suas origens e terá muitos personagens.

“A história já está finalizada. Número histórico de personagens. A palavra-chave é Saiyan”

Se a descrição estiver certa, teremos muitas surpresas neste filme. Veremos mais Saiyajins do que os que estamos acostumados, além de Goku, Vegeta e seus filhos.

Teria como Carl sobreviver em ‘The Walking Dead’? Teoria aponta que sim; Descubra!

Após a grande revelação de que Carl foi mordido por um Walker no último episódio desse ano de The Walking Dead, começaram as especulações sobre como o personagem poderia contornar a situação e sobreviver.

Eis então que surgiu uma teoria na internet que justificasse o personagem não morrer nos próximos episódios da série. Essa teoria aponta para a presença dos Sussurradores, um grupo misterioso de sobreviventes que se disfarçam com pele de zumbi para misturar-se com eles e não serem notados.

Eles estão presentes nos quadrinhos e ainda não foram introduzidos na série, o que levou muitos fãs a pensar que talvez uma dessas pessoas possa ter mordido Carl, sendo assim, poupando sua morte em meio à toda a polêmica que gerou.

Tudo não passa de um rumor, afinal, o próprio pai do ator Chandler Riggs já revelou que os produtores demitiram seu filho, o que confirmou de vez do destino de Carl. Será?

Os rumos de ‘The Walking Dead‘ não estão agradando aos fãs da série, que tem visto sua audiência cair drasticamente.

Visando salvar a série, um grupo de fãs criou um abaixo-assinado para demitir o showrunner Scott M. Gimple, que já conta com 27 mil assinaturas.

Confira o texto do abaixo-assinado:

“Scott M. Gimple é um escritor, produtor e showrunner americano da série televisão The Walking Dead. Recentemente, Scott decidiu matar o personagem mais fundamental: Carl Grimes, filho do personagem principal Rick Grimes. A série inteira mostrava que Carl se tornou o líder que seu pai é, talvez um dia assumindo o próprio manto de protagonista. O ator Chandler Riggs ainda considerou adiar sua educação universitária para que ele pudesse trabalhar na série depois que Gimple prometeu que ele permaneceria por mais 3 temporadas. O pai de Chandlers, William Riggs, disse em um post do Facebook que Gimple demitiu seu filho apenas 2 semanas antes do aniversário de 18 anos, embora ele tenha prometido ao ator mais 3 anos trabalhando”, afirma.

Para assinar ao abaixo-assinado, clique aqui!

O pai de Riggs foi até as redes sociais criticar o showrunner Scott M. Gimple por ter demitido seu filho da série.

“Assistir a Gimple demitir meu filho duas semanas antes de seu aniversário de 18 anos, depois de dizer a ele que eles o queriam na série pelos próximos três anos, foi decepcionante. Nunca confiei em Gimple ou na AMC, mas Chandler confiava. Eu sei o quanto ele ficou magoado. Mas sabemos como temos sido sortudos por termos participado disso tudo e apreciamos todo o amor dos fãs ao longo desses 8 anos”, afirmou.

 

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre AQUELA cena do último episódio

No mês passado, Riggs postou uma série de links sobre matérias que abordavam o rumor da morte de Carl, com o ano de publicação ao lado e a mensagem: “Rindo muito vocês todos acham que irei morrer todo ano.”

BOMBA! 8ª Temporada de ‘The Walking Dead’ pode ter morte de [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Ator fala sobre morte dramática da 8ª temporada [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Internet reage à triste morte de [SPOILER]

The Walking Dead‘ finalizou a primeira parte da oitava temporada com uma das mais mortes mais impactantes. Quem deixa a série desta vez é o personagem Carl.

O fatídico momento pode ser revisto, em um vídeo compartilhado por um fã da produção.

Confira:

Reboot dos X-Men já é assunto dentro da Marvel; Saiba mais!

Após o anúncio bilionário da compra de partes da Fox pela toda poderosa Disney, muitos estão se perguntando como ficará a interação dos heróis da Marvel, como X-Men, Quarteto Fantástico e Deadpool, agora que estão voltando para casa.

Muitas ramificações estão abertas agora: Quarteto Fantástico pode ganhar um novo e digno filme na Fase 4 da Marvel Studios, Deadpool não irá mudar o tom, segundo o próprio CEO da Disney revelou, mas e os X-Men? Como serão introduzidos futuramente?

Existem ao todo quatro projetos anunciados envolvendo os X-Men, sendo eles Novos Mutantes, ‘Fênix Negra’, o filme solo do Gambit e o projeto sobre a X-23. Apesar de tudo ter sido anunciado, muita coisa deve sofrer alterações.

Josh Boone, diretor de Novos Mutantes, filme que será lançado nos primeiros meses do próximo ano, tem planejado uma trilogia, porém, tudo irá depender da bilheteria do primeiro filme, que além de ser de baixo orçamento ainda conta com a restrita classificação de 17 anos nos EUA.

O mesmo vale para o filme deGambit, protagonizado por Channing Tatum e que terá como diretor Gore Verbinsky, que dirigiu a franquia Piratas do Caribe. Caso o filme não seja bem recebido pode até mesmo ser cancelado, já que as filmagens só começarão em março.

O diretor de Logan, James Mangold havia mencionado um filme solo da X-23, porém, após os acontecimentos já podemos supôr que o projeto nem mesmo vá para frente. 

E por último mas não menos importante tem X-Men: Fênix Negra, que estreará no final de 2018, e deve ser o último filme da equipe com esta configuração atual. De acordo com uma matéria do The Hollywood Reporter, o reboot da franquia já está sendo discutido e planejado. Inclusive o nome de um novo ator para interpretar o mais popular dos X-Men, Wolverine, é um dos principais tópicos das discussões.

Como sabemos,X-Men: Fênix Negra encerrou as filmagens recentemente, ganhando até capa da Entertainment Weekly, porém, é totalmente possível que a Disney escolha por não lançar mais o filme da forma que ele estava sendo feito. Isso pode parecer um tremendo desperdício de dinheiro, mas o processo de pós-produção acabou de começar e o estúdio pode refazer o filme de forma que os mutantes sejam inseridos no Universo Estendido da Marvel nos cinemas.

Afinal, se os mutantes forem inseridos na trama (ou em uma possível cena pós-créditos) de Vingadores 4, a Marvel não irá querer que sejam apresentados cinco meses antes em X-Men: Fênix Negra, confundindo as pessoas sobre o futuro dos personagens.

Mas claro, isso tudo vai depender do bom desempenho que o filme terá nas bilheterias, assim como ele pode passar por refilmagens para acrescentar “cenas-chaves” que interligam as franquias e ser usado, de fato, como uma introdução dos X-Mens ao Universo dos Vingadores.

Existem muitas possibilidades e tudo ainda não passa de especulações e rumores. Novas informações devem siar ainda nos primeiros meses de 2018.

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) viverá a vilã.

X-Men: Fênix Negra‘ tem estreia prevista para 2 de novembro de 2018.

 

Quem é aquele personagem que aparece na última cena de ‘Os Últimos Jedi’? [SPOILER]

Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo uma ótima abertura mundial. Em dois dias, fez US$ 105,8 milhões mundialmente, segundo o Deadline.

O filme foi bem recebido pela crítica especializada, porém, muitas perguntas ficaram no ar sobre acontecimentos da trama, como por exemplo, a última cena que apresenta um novo possível personagem. Mas quem seria ele e qual sua importância?

[CUIDADO COM SPOILERS ABAIXO!]

O personagem em questão é o menino Temiri Blagg, que aparece pela primeira vez durante a sequência em que Finn e Rose estão fugindo do Cassino em Canto Bight e se deparam com ele nos estábulos, após Rose dizer que é da Resistência, o menino se convence e os deixa fugir com os “cavalos”.

Já na última cena do filme, vemos Temiri com outras duas crianças nos estábulos, onde conta a história em forma de teatrinho sobre como Luke Skywalker lutou contra Kylo Ren, após se dispersarem com a chegada dos patões, o menino vai até a porte de fora, olha para as estrelas e depois para o seu anel da Resistência (que Rose deu) e levanta sua vassoura, em referência aos sabres de luz dos Jedi.

O que essa cena tem de tão importante? Simples, ela simboliza a esperança. Heróis como Finn, Rey, Rose, Poe, Leia e Luke agora tem suas histórias sendo contadas ao redor da Galáxia. Apesar de ter sobrado poucas pessoas da Resistência após os acontecimentos do filme, a missão foi cumprida, sua mensagem agora se espalha pelos cantos mais distantes do universo, os jovens pobres e escravos agora sabem que existe alguém lá fora olhando por eles. E assim o filme termina deixando a mensagem de esperança e de que novos Jedi irão surgir, como o próprio Temiri, que pode estar nesse caminho.

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Primeiras reações são extremamente positivas; Confira!

‘Grey’s Anatomy’: Novo interesse amoroso de Meredith pode ser uma mulher

É reviravolta que os fãs de ‘Grey’s Anatomy’ querem? Pois então se preparem pois o novo interesse amoroso de Meredith (Ellen Pompeo) pode ser uma mulher, segundo colunista de revista.

O colunista Michael Ausiello, do TV Line, contou, recentemente, que a busca pelo novo personagem para ocupar o coração de Meredith mudou de gênero. Ou seja, os produtores agora estão procurando por uma mulher.

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A produtora executiva Krista Vernoff disse em entrevista recente ao portal que Meredith é uma mulher que não precisa de um homem. E a criadora, Shonda Rhimes, também comentou o fato:

“Meredith é uma personagem muito complexa que viu o amor de sua vida morrer. Eu não sei se, para ela, um grande relacionamento amoroso seja algo que ela esteja procurando”

‘Grey’s Anatomy’ retorna em 18 de janeiro de 2018.

 

‘RuPaul’s Drag Race All Stars’: 3ª temporada ganha trailer e data de estreia

O fenômeno da cultura pop RuPaul’s Drag Race All Stars retornará à VH1 no dia 25 de janeiro de 2018 para a sua 3ª temporada. Assista ao trailer com a presença de todas as Drags da competição:


‘All Stars’ é derivado do programa principal de Drag Race e dá uma segunda chance à participantes de temporadas passadas em uma nova competição, também apresentadas por RuPaul.

Já a 10ª temporada de RuPaul’s Drag Race’ chega no segundo semestre de 2018, sem data definida até o momento. RuPaul também está trabalhando em uma versão brasileira do reality show.

 

‘Mulher Maravilha’ entra na lista dos 10 melhores filmes de 2017 do AFI, o American Film Institute

Que 2017 mostrou alguns dos blockbusters mais legais de anos recentes é inegável. Este ano tivemos Blade Runner 2049, Logan, Dunkirk, Guardiões da Galáxia Vol. 2, entre outros. A verdade é que tais elogios podem leva-los até a época de prêmios. É o que muitos especulam.

Se duvida é só ver o feito que um dos melhores realizou. É claro que estou falando de Mulher Maravilha, o longa de Patty Jenkins foi incluído na lista dos 10 melhores filmes do AFI, o American Film Institute, uma das instituições mais tradicionais e prestigiadas quando o assunto é sétima arte.

Além disso, a instituição elegeu também os programas de TV preferidos.

Ao contrário da maioria das listas, a do AFI não vem por ordem de preferência, mas alfabética. Veja abaixo os dez filmes e comente.

Filmes:

Corra! (Get Out)

Doentes de Amor (The Big Sick)

Dunkirk

A Forma da Água (The Shape of Water)

Lady Bird: A Hora de Voar

Me Chame Pelo Seu Nome (Call me By Your Name)

Mulher Maravilha (Wonder Woman)

The Post: A Guerra Secreta

Projeto Flórida (The Florida Project)

Três Anúncios para um Crime (Three Billboards Outside of Ebbing, Missouri)

Séries de TV:

Big Little Lies

The Crown

Feud: Bette and Joan

Game of Thrones

The Good Place

The Handmaid´s Tale

Insecure

Master of None

Stranger Things 2

This Is Us

Com a nova fusão, Disney vira dona de 27% de toda a indústria cinematográfica

A Disney está oficialmente dominando o mercado de entretenimento hollywoodiano. Com a recente compra da Fox, o estúdio passa a ser dono de 27% de toda a indústria cinematográfica.

De acordo com um levantamento divulgado pelo site ScreenRant, juntas, a Walt Disney Studios (que engloba a Lucasfilm, Marvel Studios, Pixar Animation e outras) e a Fox Entertainment Group (que inclui a 20th Century Fox, Fox Searchlight Pictures, a Fox 2000, entre outras) serão detentoras da maior porcentagem de produções lançadas anualmente nos mercados nacionais e internacionais.

O valor é realmente surpreendente, considerando o alcance dos demais quatro grandes estúdios. No caso da Warner Bros. Pictures – detentora da New Line Cinema e da DC Films -, sua porção de mercado equivale e 15,36%. Logo em seguida temos a Sony Pictures (dona também da Columbia Pictures, Screen Gems, Tri-Star), com uma fatia equivalente 12,22%. A Universal Pictures (DreamWorks e Focus Features) conta com 11,49%, enquanto a Paramount Pictures (Nickelodeon e Paramount Animation) aparece em último lugar, com uma parcela correspondente a 10,89%.

A compra da Disney também surpreende por seu impacto na indústria. Agora dona de algumas das franquias mais emblemáticas da atualidade, como é o caso de ‘Avatar‘, a negociação passa a ser a maior já feita na história da indústria.

A única vez que testemunhamos algo semelhante foi em 1982, quando Kirk Kerkorian comprou a United Artists, consequentemente efetuando uma fusão com a Metro-Goldwyn-Mayer. No entanto, a porcentagem de mercado da fusão não chegava aos pés do que teremos a partir do acordo entre a Disney e a Fox.

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