Cercado de muitos mistérios sobre a produção, o cineasta Ron Howardencerrou as filmagens do spin-off ‘Solo – Uma História Star Wars‘ e todo o material do filme ainda se manteve em segredo. Até agora.
Ao que tudo indica, um cineasta que frequentou um evento no Harkins Theatre, no Arizona, compartilhou imagens de “um copo de fidelidade de filmes” que ele recebeu na cadeira do cinema.
Em uma entrevista, o protagonista de ‘Pantera Negra’, Chadwick Boseman, falou um pouco sobre a importância de Shuri, irmã de T’Challa, vivida pela atriz Letitia Wright no filme do herói.
“O papel dela é o mais importante. Nos quadrinhos, T’Challa é um cientista e rei, mas a minha irmã é a criança prodígio. Ela é quem tem esse dom. Ela é o Tony Stark de Wakanda. Ela é espirituosa, legal e divertida. T’Challa também é bom em ciência, mas ela é a criança prodígio. É assim que a história sempre foi contada. T’Challa é um cientista, mas ela é a ministra de tecnologia”.
Anteriormente, a atriz definiu sua personagem:
“Ela é a princesa de Wakanda, mas ela também faz o design de todas as novas tecnologias lá. Ela tem um espírito e uma mente inovadoras e ela quer levar Wakanda para um novo patamar. Ela também tem um grande sendo de moda, melhor do que o meu”.
Shuri entra para o novo time de personagens femininas fortes e guerreiras da Marvel. Seria uma reação ao sucesso de Mulher-Maravilha nos cinemas?
‘Pantera Negra’ ganhou uma série de pôsteres individuais incríveis dos personagens, mostrando os heróis e vilões. Confira:
‘Pantera Negra’ será o primeiro filme solo do MCU a retratar um herói negro e todo seu universo.
O seu impacto é inevitável, e durante uma entrevista ao CNET, o protagonista Chadwick Boseman falou justamente sobre a dimensão que a adaptação dos quadrinhos exerce, ultrapassando seu valor cultural.
Segundo ele:
“É uma oportunidade fenomenal e digo isso não apenas para mim, mas para que todos nós saiamos da nossa zona de conforto e daquela caixa que nos limita. Aqui não se trata de um grupo de pessoas negras saindo do lugar comum. Todos estão realmente empolgados em fazer aquilo que já deveria ter sido feito há muito tempo. E o público também está animado para ver algo novo e, mais ainda, ver aquilo que já deveria ter sido executado no passado”.
Boseman também comentou sobre a abrangência do filme, que abordará uma perspectiva bem ampla:
“Ele sai daquela simples ideia de ‘negros envolvidos com a ciência’, passando para algo mais amplo. Ele parte da ideia de um mundo coletivo. Há coisas ali que vão afetar as pessoas de alguma forma, as influenciando. E o filme passou por um longo processo de concepção para alcançar esse patamar extenso e creio que agora o mundo se encontra no momento certo e está apto para receber a mensagem que vamos trazer. É simplesmente algo muito especial”.
Poucos sabem que o diretor do primeiro ‘Atividade Paranormal‘, Oren Peli, se aposentou do ramo cinematográfico.
E em uma participação recente no podcast Post Mortem with Mick Garris, o ex-cineasta esclareceu que não possui interesse nenhum em retomar a saga, tão pouco voltar para o tumultuado ramo.
Segundo ele:
“Nesse momento da minha vida, eu teria que estar extremamente entediado para fazer um novo ‘Atividade Paranormal‘ e não vejo isso acontecendo em tão breve assim. Além disso, para voltar seria necessário estar incrivelmente apaixonado por uma ideia, para que eu pudesse simplesmente abandonar a calmaria da minha vida agora e voltar para esse mundo maluco da direção. Estou bem feliz em não precisar lidar com esse tipo de coisa ultimamente”.
Recentemente, o CinePOP bateu um papo EXCLUSIVO com o produtor Jason Blum, conhecido pelas franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural‘ e ‘Uma Noite de Crime’.
Enquanto promovia ‘A Morte te dá Parabéns‘, ele revelou que um reboot de ‘Atividade Paranormal‘ pode acontecer em breve.
Segundo ele, tudo depende de Christopher Landon, diretor de ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e roteirista de quatro dos cinco filmes da franquia.
“Atividade Paranormal está em hiato. Se o Christopher Landon, que fez quatro filmes Atividade Paranormal, tiver uma ideia para um reboot, nós estamos abertos a ouvi-la!”, afirmou.
A Netflix já disponibilizou o faroeste ‘O Matador’, primeiro original Netflix no Brasil. O filme pode ser assistido no catálogo da empresa de streaming.
Confira trailers e mais detalhes da produção:
Criado e dirigido por Marcelo Galvão (‘Colegas‘), a história é um faroeste e acontece entre as décadas de 1910 e 1940, e conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado), um temido matador do estado de Pernambuco. Cabeleira, criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro), que o encontrou abandonado quando bebê, cresce no sertão completamente isolado da civilização. Agora um adulto, ele finalmente vai à cidade para procurar o desaparecido Sete Orelhas e encontra uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Chicot), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador.
O elenco principal inclui Diogo Morgado (O Filho de Deus), Marat Descartes (2 Coelhos, Trabalhar Cansa), Nill Marcondes (A Frente Fria que a Chuva Traz; O Homem do Ano), Deto Montenegro (Colegas, A Despedida), Maria de Medeiros (O Quarto Proibido; Pulp Fiction – Tempo de Violência) e Etienne Chicot (O Código Da Vinci; Expresso Transiberiano). No elenco estão também Mel Lisboa, Daniela Galli, Thogun, Igor Cotrim, Thaís Cabral e o norte-americano Will Roberts.
Em 2014, o cineasta David Fincher e a escritora/roteirista Gillian Flynn arrebataram as audiências com o retrato sádico de uma bela mulher de cabelos loiros, rosto misterioso e um comportamento obsessivo e compulsivo. A sagacidade de ‘Garota Exemplar’ apresentou às audiências do mundo todo uma personagem cheia de artimanhas diabólicas, bem planejadas e impecáveis. Com o vitimismo à flor da pele, ela distorce pontos de vistas e cria provas contra e a favor de si mesma, manipulando tudo ao seu redor.
A história de Amy Dunne se parece muito com a da atriz americana Marie McDonald. Estereotipada após uma aparição na comédia ‘Pardon My Sarong’ (1942), da dupla Abbott e Costello, a jovem e bela de cabelos loiros foi apelidada por Hollywood como Marie “O Corpo”, graças às suas curvas bem marcadas. O título acabou sendo um entrave na sua carreira, que teve seu auge em inúmeros papéis coadjuvantes e apenas um de protagonista ao lado de Gene Kelly no musical ‘Vida à Larga’ (1947). Com o tempo, sua carreira minguou, assim como seu nome. Ficou apenas aquele conturbado relato de um sequestro, seguido por espancamento, à la ‘Garota Exemplar’. A história renasceu, com um minucioso trabalho de pesquisa feito pela revista americana EW, que hoje nós contamos para você.
30 e poucos anos e quatro casamentos já na conta, McDonald chegou a ser amante do infame gangster Bugsy Siegel, até ele ter sido assassinado à queima roupa de dentro de sua mansão em Beverly Hills. Sua relação mais tumultuada foi com o magnata de calçados Harry Karl, com quem ela casou duas vezes, sendo a segunda apenas seis semanas depois de formalizar o divórcio. Mas o que ele tem a ver com tudo isso? Já vamos chegar lá.
Era a madrugada de três de janeiro de 1957, quando Marie McDonald ouviu um barulho de fora da janela de sua suntuosa residência na região nobre de Los Angeles. Com seus três filhos, a empregada e o motorista dormindo, a atriz se viu em meio a um sequestro, pouco depois de testemunhar seu cachorro correndo atrás de um homem que insistia em perturbar seu sossego familiar com insistentes batidas na cerca. Ao lado dele, outro rapaz armado. Ambos trajavam jaquetas de couro.
O clássico conto de suspense não para aí. Cheios de ameaças, os agressores – um afro americano e um mexicano – forçaram sua entrada na casa, pediram joias, dinheiro… e seu corpo. Pegaram tudo o que queriam, mas antes de partir deixaram um bilhete feito com recortes de jornal, que dizia “ela não será machucada por dinheiro”. O colocaram dentro da caixa de correios da residência e partiram com McDonald vendada para um lugar desconhecido.
Marie McDonald conta aos repórteres sobre seu sequestro
Em pratos, Marie retrata seus momentos de terror em cativeiro
Após dirigirem pelo deserto californiano por mais de uma hora, a atriz ficou refém dos sequestradores em uma espécie de bangalô, onde foi forçada a tomar uma série de comprimidos com whiskey, conseguindo driblá-los, escondendo alguns debaixo da língua. Pouco depois, Marie Tuboni – mãe de Marie – recebe uma ligação de um homem alegando estar com sua filha, ameaçando-a caso a polícia seja contatada. O mesmo acontece com Harry Karl, seu (ex)marido. Com a polícia envolvida no crime, faltava encontrar a atriz desaparecida.
Sob o comando dos sequestradores, Marie tinha acesso a um telefone, deliberadamente deixado em um cômodo vazio onde ela estava com seus olhos vendados. Após horas em cativeiro, a atriz decidiu usá-lo para pedir socorro. Sua primeira ligação é para o colunista de fofoca Harrison Carroll. A segunda foi feita a Michael Wilding – futuro ex-marido da atriz Elizabeth Taylor. A terceira foi para o empresário Harold Plant.
Ao ser pega no telefone pelos bandidos, Marie se vê em uma luta corpo a corpo com a dupla, que ameaça matá-la. Após ser brutalmente espancada, ela é novamente vendada e jogada dentro do carro. Pouco depois ela é colocada para fora, sendo abandonada em meio à paisagem desértica. Machucada e perambulando pelo crepúsculo, ela se depara com os fortes faróis de um caminhão, dirigido por Richard D. Corn.
A estrada desértica próxima à cidade Coachella (Califórnia), onde Marie foi encontrada
Essa foi a história contada por Marie McDonald em 4 de janeiro de 1957 à imprensa hollywoodiana e à polícia de Los Angeles. Cercada por holofotes, policiais e repórteres desesperados para descobrir o que aconteceu, a atriz assume as mesmas características de Amy Dunne, relatando as 12 horas de terror e sofrimento. Ela vira notícia nacional, se torna alvo de pena e compaixão da opinião pública. Até que sua história começa a degringolar.
Os flashes e a atenção alimentaram ainda mais a história de Marie, que quanto mais era contada, maior ficava. Alegações de abuso sexual e novos relatos feitos diretos do hospital (alguma semelhança à Amy Dunne?) surgiram. Após uma extensa investigação, informações contraditórias e análises de perícia que diagnosticaram totalmente o contrário, Marie McDonald foi a julgamento, onde o seu suposto caso foi encerrado e seus agressores “jamais” encontrados.
O retrato falado dos supostos sequestradores
Com sua história perdendo força, uma nova reviravolta trouxe seu ex-marido para o centro do turbilhão. Alegando ter encontrado seus sequestradores em Las Vegas, Marie teria pagado U$5 mil dólares em troca de informações sobre o mandante do crime, que era ninguém menos que Harry Karl. O empresário chegou a se submeter voluntariamente ao detector de mentiras para provar sua inocência. À partir disso, o descrédito com o caso da atriz simplesmente desvaneceu.
Harry Karl se submete ao detector de mentiras voluntariamente
Saindo das sombras em direção aos holofotes, o conto de Marie McDonald é uma daquelas histórias peculiares, que mescla o drama hollywoodiano com a constante luta contra o ostracismo social, natural de um ramo sedento por novos artistas que atraiam a atenção do público. Se tudo isso foi pelas mesmas razões doentias de Amy Dunne, é difícil saber, mas a atriz conseguiu resgatar – de maneira verídica – aquele mesmo anseio dilacerado nas palavras de Norma Desmond, de ‘Crepúsculo dos Deuses’: “Eu sou grande, os filmes é que ficaram pequenos”.
Segundo uma estimativa feita pelo site CinemaBlend, a brincadeira deve ultrapassar a marca de US$ 10 milhões, principalmente considerando a contratação de Plummer, que varia entre US$ 250 mil a US$ 400 mil para uma participação como ator coadjuvante.
A mudança repentina, anunciada seis semanas antes da estreia da produção, ainda vai trazer de volta parte do elenco para as refilmagens.
Ao invés de adotar o método do chroma key, alocando Plummer nas tomadas com o uso de efeitos visuais,Ridley Scott afirmou considerar “mais econômico e eficiente” reunir os atores para refazer as cenas estreladas por Kevin Spacey.
A publicação ainda pontuou que as filmagens devem começar em duas semanas, mantendo a estreia da produção para 22 de dezembro.
A decisão de substituir o também vencedor do Oscar é em virtude das inúmeras alegações de assédio sexual contra homens e menores de idade – configurando supostos casos de pedofilia. Em ‘Todo o Dinheiro do Mundo’, Kevin Spacey deu vida ao milionário J. Paul Getty, cujo neto foi sequestrado.
O filme solo de ‘Viúva Negra‘ vai realmente sair do papel. Só não sabemos quando. A informação foi confirmada pelo site Comicbook à partir de uma fala do quadrinista Stan Lee.
Durante sua participação na convenção de cultura POP Supanova Comic Con, em Brisbane (Austrália), o veterano respondeu a uma pergunta sobre a possibilidade de uma produção só sobre a heroína.
Em resposta, Lee garantiu: “Um dia teremos um filme da Viúva Negra”.
“Com toda a honestidade, acho que provavelmente poderia trazer algo bastante único para qualquer um dos filmes da franquia. Então, eu adoraria ver a Viúva Negra ganhar seu próprio filme. Eu gostaria de ver um filme sobre ela bem louco, e um pouco mais engraçado do que esperamos que seja. Porque conhecemos sua história e é muito mal-humorada e muito escura. É uma história bem triste. Mas… Qual é a versão engraçada disso? Qual é a versão mais divertida disso?”, ele afirmou.
Em entrevista a revista Total Film, a atrizScarlett Johansson afirmou que existem negociações.
“Eu e a Marvel somos compatíveis em criatividade. Concordamos que ela (Viúva Negra) ficaria bem em um filme solo, é só uma coisa de timing entre a Marvel e eu. A Marvel tem uma lista grande de personagens, eles estão olhando quatro anos no futuro e eu tenho várias coisas que quero fazer. Se fôssemos fazer, eu me dedicaria para tornar o filme incrível. Eu iria querer a melhor versão possível do filme – caso contrário, eu não faria. Tem de ser feito do jeito certo, com identidade própria e uma história única. Existem muitas possibilidades, será realmente incrível.”, disse a atriz.
A Viúva Negradeveria ter ganhado um filme solo em 2004, antes mesmo do lançamento de ‘Homem de Ferro‘ (2008). A Lionsgate estava a cargo do desenvolvimento do longa sobre a heroína da Marvel, que seria escrito por David Hayter (‘X-Men 1 e 2’), mas o estúdio acabou abandonando o projeto.
Segundo a publicação, a Lionsgate temia a recepção nas bilheterias de um filme estrelado por uma até então desconhecida heroína dos quadrinhos.
Seis anos depois, Johansson assinou para encarnar Natasha Romanofff/Viúva Negra em ‘Homem de Ferro 2‘ (2010), mas o sucesso foi tanto que a personagem já participou de vários filmes do estúdio e agora se aproxima de ter, finalmente, o seu filme solo.
Essa é uma daquelas notícias que não faz o menor sentido, mas de fato aconteceu.
Um médico vestido deCoringa realizou o parto de um bebê. Isso aconteceu na última semana, em um hospital do Tennessee, nos Estados Unidos.
Brittany Selph estava esperando seu terceiro filho, uma menina, Oaklyn, que deveria nascer no dia 5 de novembro. Entretanto, no dia 31 de outubro pela manhã, ela sentiu sua bolsa vazar, pegando sua família e seu obstetra, Paul Locus, de surpresa.
Como era Halloween, o médico estava vestido de Coringa para participar de uma festa e não pretendia atender ninguém nessa noite.
De acordo com a matéria no HuffPost, Selph e seu marido, Justin, chegaram ao hospital e encontraram seu médico completamente fantasiado de Coringa, com direito a sobretudo roxo, cabelo verde e uma boca pintada de vermelho, semelhante ao personagem vivido por Heath Ledger em ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’.
“Nós não podíamos deixar de rir quando ele entrou no quarto! Minha esposa, sendo uma mulher de mente aberta, com senso de humor, achou que seria hilário ter um parto tão único”.
O Dr. Locus ficou no hospital para ajudar durante a tarde, mas quando foi determinado que ela só daria à luz horas depois, ele pediu licença para ir para casa distribuir alguns doces às crianças e mudar de roupa.
“Minha esposa disse: ‘Ah, esperávamos que você não trocasse’, mas nunca imaginamos que ele fosse ficar no personagem o dia todo e a noite”.
Para a surpresa deles, quando o médico voltou para o hospital, ele permaneceu vestido de Coringa e fez o parto à caráter. Apesar de algumas pessoas criticarem a atitude do profissional, para Brittany foi mais fácil dar à luz, pois o humor da situação a ajudou a se acalmar.
Os roteiristas de ‘House of Cards’ estão correndo contra o tempo nos bastidores para reescrever a 6ª temporada após a saída de Kevin Spacey. A Netflix afirmou que não trabalharia mais com o ator após diversas acusações de assédio sexual, inclusive nos bastidores da série.
Fontes internas afirmaram ao site que é muito improvável que o sexto ano seja cancelado, já que os roteiristas estão jogando ideias de como terminar a história sem o personagem de Frank Underwood.
Ainda não foi divulgado qual será o fim dado ao personagem ou como deve ocorrer sua possível morte.
A produção da 6ª temporada está suspensa desde as acusações de assédio e a CNN diz que a equipe e o elenco saberão sobre o futuro da série perto do feriado de Ação de Graças, marcado para o próximo dia 23.
Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles eEric Roth.
A atriz Krysten Ritter, da série ‘Jessica Jones‘, foi internada em um hospital, após passar mal durante a turnê de divulgação do seu primeiro livro. A informação foi compartilhada pela própria Krysten, em uma publicação feita em sua conta do Instagram:
Uma publicação compartilhada por Krysten Ritter (@therealkrystenritter) em
“Olá, fãs de Chinatown. Como vocês podem ver, de repente eu fiquei super doente e tive ir para o hospital. Eu fiquei tão arrasada por ter perdido todos vocês. Eu estou sarando agora e ficaria completamente bem e mal posso esperar para vocês lerem meu livro! Vocês significam muito pra mim e sou muito grata por todo amor e apoio”.
O cineasta Steven Spielberg aconselhou seu colega Christopher Nolan na produção de seu filme de guerra, ‘Dunkirk‘.
O diretor da trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’ chegou a pedir algumas dicas a Spielberg, responsável pelo clássico de guerra contemporâneo, ‘O Resgate do Soldado Ryan‘.
Sobre a “consultoria” dada, o veterano falou em uma recente entrevista:
“Conhecendo Chris e sabendo que ele é um dos cineastas mais criativos dos mundo, meu conselho foi orientá-lo a deixar sua imaginação fluir, exatamente como fiz em ‘Soldado Ryan’. Além disso, lhe disse para fazer uma pesquisa a fim de autenticar e validar o drama histórico que estava produzindo”.
Dunkirk‘ chegou a marca dos US$ 500 milhões em bilheteria global.
Vale lembrar que a produção e Christopher Nolan teve uma das maiores bilheterias do ano na China, com faturamento na casa dos US$ 70 milhões, quantia alta para um filme que não é de super-herói ou com gigantescos efeitos visuais.
O prestigiado comediante Louis C.K. confirmou as acusações de assédio sexual feitas contra si. Em uma franca publicação, o ator admitiu ter feito exatamente conforme relatado por cinco ex-colegas de trabalho ao jornal The New York Times e pontuou que agiu de forma irresponsável com mulheres que o admiravam por seu trabalho.
Disse ele:
“Essas histórias são verdadeiras. Eu dizia para mim mesmo que o que fiz era normal porque eu nunca mostrei meu pênis a uma mulher sem antes perguntar a ela se poderia, o que também é verdade. Mas o que eu aprendi mais tarde, tarde demais, é que quando você possui poder sobre alguém, esse tipo de coisa não se pergunta. É uma situação difícil para elas. O poder que eu exerci sobre essas mulheres era porque elas me admiravam. E eu exerci este poder de forma irresponsável”.
Em uma detalhada matéria feita pelo jornal The New York Times, cinco mulheres do universo cômico entraram com acusações formais contra o ator, afirmando que foram testemunhas de atos impróprios cometidos por ele. Entre as acusações está a alegação de que Louis teria se masturbado diante delas.
Segundo Dana Min Goodman e Julia Wolov, duas comediantes de Chicago, Louis teria ficado pelado e masturbado na frente delas, após as convidarem para o seu quarto de hotel em 2002.
Já Abby Schachner afirma que durante uma ligação com o comediante, era possível ouvi-lo se masturbando. Ela ainda contou que em 2009, C.K. lhe escreveu uma mensagem pedindo desculpas por seu comportamento, pontuando que a conversa teria “caminhado para um viés mais sórdido” e que aquele teria sido um momento ruim de sua vida pelo qual ele se arrependia muito.
A comediante Rebecca Corry contou que na época em que trabalhou em um piloto para TV com C.K., em 2005, o astro teria perguntado se poderia se masturbar diante dela, investida que recusou veemente. Em 2015, ele a teria procurado para também se redimir, afirmando que lhe devia seríssimas desculpas em atraso e que costumava julgar as pessoas de forma equivocada”.
Outra mulher, que preferiu não se revelar, pontuou que Louis lhe pediu diversas vezes se ela poderia assisti-lo se masturbando, enquanto trabalhavam juntos em um projeto em meados dos anos 90.
Em resposta às acusações, o assessor de imprensa do comediante afirmou que nos próximos dias Louis emitirá um comunicado oficial por escrito.
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Glass‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
‘Bumblebee – O Filme’ teve suas filmagens encerradas e o logotipo e a sinopse foram revelados.
Confira, via ComicBookMovie:
O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.
Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de M.A.S.K para o universo expansivo de ‘Transformers’.
A talentosa jovem atriz Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita), de 20 anos, estrela.
O elenco conta com John Cena,Jorge Lendeborg Jr., Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason Drucker, Kenneth Choi, Ricardo Hoyos, Abby Quinn e Grace Dzienny.
A estreia da produção está agendada para 21 de dezembro de 2018.
Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, é quem irá dirigir o filme, marcando assim sua estreia em longas de live action.
‘Star Wars – Os Últimos Jedi’ promete trazer muitas revelações e conflitos para a saga, isso é fato, porém, o que todos estão mais ansiosos para ver, sem dúvida, são as fofuras dos Porgs na telona.
Sabemos que essas criaturinhas vão ter cores diferentes e podem até voar, mas agora, com a ajuda da SFX Magazine, temos um infográfico explicando por que são tão cativantes, fazendo referência à outros bichinhos parecidos na história do cinema e TV. Confira:
A boca em formato de beijo e meio triste de Nien Numb.
Os olhos pretos e pedintes do Gato de Botas.
Os braços peludos e esquisitos de Orville.
Os dois tons de cores de Gizmo.
A grande barriga macia de Totoro.
E as pernas de Garibaldo.
A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.
Dirigido por Scott Cooper, o faroeste acompanha o capitão americano Blocker (Bale), um homem que possui um ódio mortal pelos nativos americanos e que recebe – a contra gosto – a missão de levar o chefe da tribo Cheyenne (interpretado por Wes Studi) e sua família de volta para as terras tribais em Montana, partindo do Novo México. Ao longo desse percurso, o grupo conhece a viúva Rosalie Quad (Rosamund Pike), cuja família foi morta nas planícies do Velho Oeste. Essa inusitada união levará a uma trama de desconfianças, uma árdua jornada em meio ao pó e a árduos desafios para chegar ao destino final.
A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência. Dirigido pelo cineasta Greg McLean (do interessante O Experimento Belko), Jungle conta uma quase inacreditável história, baseada em fatos reais, de jovens aventureiros e seus dramas quando enfrentam dificuldades na inexplorável selva boliviana. No papel do protagonista, o famoso Harry PotterDaniel Radcliffe, esforçado no papel, que a cada novo trabalho tenta se desprender do eterno bruxinho que fez milhares de fãs mundo a fora.
Baseado no livro Jungle: A Harrowing True Story of Survival, Jungleconta a história do israelense Yossi Ghinsberg (Daniel Radcliffe), um jovem que resolve largar por um tempo os estudos e se aventurar na exploração de novos lugares e cultura ao redor do mundo. Assim, chega à Bolívia décadas atrás e lá conhece o fotógrafo Kevin (Alex Russell) e o jovem professor Marcus (Joel Jackson). Uma grande amizade começa a se iniciar e após Yossi cruzar com Karl (Thomas Kretschmann), um aventureiro experiente que os convence a adentrar uma parte da floresta boliviana pouco explorada mas que reserva diversos riscos para o grupo. Ao longo de todo o complicado trajeto, aos poucos, vamos vendo que os amigos precisarão de muita força de vontade para saírem vivos desse lugar.
O filme explora o lado dos instintos da sobrevivência que todos nós possuímos. Longe de ser a melhor história sobre redenções ou coisa parecida,Jungle se sustenta pelas escolhas que os personagens tomam, mesclando imaturidade e ansiedade em busca de um objetivo ilusório que mais os deixam em perigo do que trazem alguma satisfação. O primeiro arco é bastante corrido, sabemos pouco do protagonista e todos os encontros com o restante do elenco acontece de maneira instantânea, parece que se conhecem faz anos. Essa correria na história é exatamente para chegar no seu clímax, as dificuldades e desencontros misturados com decisões vitais que acontecem em um lugar isolado em uma época que nem celular tinha (o filme é ambientado em décadas atrás).
Radcliffe se esforça para passar ao espectador todas as angústias e dores que o seu personagem sofre ao longo desses dias calamitosos lutando para sobreviver. Os clichês o perseguem a todo instante, há bons e sonolentos momentos, nesse último, principalmente quando metáforas de ilusão começam a surgir de maneira constante na mente de Yossi. Ao longo das quase duas horas de projeção, é preciso termos também um instinto cinéfilo de sobrevivência para que nossos olhos não pisquem ou que o sono não venha.
Casper Van Dien estrela o primeiro trailer do bizarro ‘Ratpocalypse‘, filme que traz um apocalipse causado por ratos… Sério!
Assista:
O senador americano John Perryman (Van Dien), um homem de alma pura e humilde com a disposição de um guerreiro, que faz um discurso em Moscou sobre o principal mal do país – a corrupção. Uma corrupção tão penetrante que transformará os homens em “ratos”. Ele declara que foi convidado a falar em nome dos ratos gigantes que vivem no esgoto, e que eles irão atacar a raça humana. Cheio de momentos inesperados e plot twists, Ratpocalypse traz o mundo intimidante e muitas vezes horrível da política para novos níveis de realidade.
Depois do grande sucesso de Águas Rasas no ano passado, 47 Meters Down – ainda sem título ou distribuidora oficiais no Brasil –, foi resgatado de ser lançado sem grande destaque, direto nas plataformas on-line e vídeo, e recebeu um lançamento nas telonas. Surpreendendo a todos, o filme conseguiu arrecadar mais de US$ 40 milhões nos EUA. O que torna o feito ainda mais impressionante é o fato que o filme já havia sido liberado na internet há mais de um ano com o título In the Deep, mas aparentemente não impediu as pessoas de conferi-lo nos cinemas, transformando-o em mais um grande sucesso do gênero.
Na trama, duas irmãs, Lisa e Kate, viajam para o México depois que Lisa é largada pelo noivo. Ele a acusou de ser entediante, e sua irmã está disposta a fazê-la provar o contrário. Elas decidem então nadar com tubarões, seguras dentro de uma gaiola de aço. Porém, quando o cabo que as prendiam ao barco arrebenta, as duas são arrastadas direto para o fundo do oceano, a 47 metros da superfície.
Agora, fora do alcance de comunicação, cercadas por tubarões e com uma reserva limitada de oxigênio, as duas terão que se unir para saírem com vida dessa situação mortal. O grande problema, no entanto, gira em torno da pressão atmosférica, que as matará caso elas emerjam rápido demais. Para subirem à superfície, elas teriam que parar por diversos minutos no meio do oceano, sem grade de proteção e à mercê dos predadores ao seu redor. Nesta situação desesperadora, cada decisão pode custar sua vida e cada respiração pode ser a última.
O filme foca a maior parte do tempo nas duas personagens principais, dividindo a tela no desespero da dupla tentando a todo custo sair daquela situação. O enredo, por si só, é bastante tenso! Imaginem vocês ficarem presos no fundo do oceano, sem assistência, conhecimento necessário e cercados por tubarões? Acredito que qualquer um surtaria nesta situação, então quando as personagens perdem sua cabeça logo no começo de sua jornada de terror, é extremamente compreensível; mesmo que você esteja apontando racionalmente no conforto da sua casa sobre o gasto desnecessário de oxigênio. O mais interessante é que o desenvolvimento do filme nunca fica cansativo porque o roteiro soube introduzir diversas situações para que as protagonistas tivessem que sair da gaiola de proteção.
É justamente nesses momentos em que elas estão desprotegidas que o diretor consegue criar um excelente clima de suspense. Ao fazer uso de ataques repentinos, ficamos com a sensação de que um tubarão pode aparecer e matá-las a qualquer momento. O fundo do oceano, com as suas águas turvas e ambiente escuro, ajudam na criação do clima tenso, contribuindo para os ataques surpresa. O fato do enredo apresentar duas personagens ao invés de uma também acrescenta no suspense, já que uma delas pode morrer a qualquer momento, deixando para a outra continuar o filme. Essa sensação não se encontra em Águas Rasas, por exemplo; ficamos tensos sim, mas sabemos que o roteiro precisa da personagem até o final para desenvolver sua história, logo, ela não irá morrer a qualquer momento. E é justamente essa sensação de morte pairando no ar que nos deixa apreensivos toda vez que uma delas sai da gaiola.
Apesar de ser um filme de baixo orçamento, 47 Meters Down tem uma excelente produção. Os tubarões estão muito bem feitos, assim como os ataques brutais – especialmente na reta final, onde temos algumas das melhores sequências do filme. A produção é encabeçada pelos conhecidos rostos de Mandy Moore (do icônico Um Amor para Recordar) e Claire Holt (da série The Originals), e ambas estão muito bem em seus respectivos papéis. O único ponto que eu realmente não gostei foi o desfecho, marcado por uma reviravolta que não precisava existir. Apesar de ser uma manobra inteligente do roteiro, também é responsável por deixar obsoletos alguns dos melhores momentos do filme, além de quebrar o desenvolvimento pessoal de uma das personagens. Pelo menos serve para preencher alguns dos buracos deixados pelo enredo, seguindo um caminho bem mais realista.
Sei que muitos irão adorar o desfecho, mesmo que à primeira vista eu não tenha encarado com bons olhos. Gostando ou não, os últimos minutos estão longe de estragar os ótimos momentos que filme nos proporcionou. No final de tudo, 47 Meters Down é um filme sólido e extremamente tenso, e representa muito bem o gênero. Não merece ficar à sombra do já citado Águas Rasas, porque ambos constroem suas próprias identidades, seguindo por caminhos ironicamente opostos. Tenho certeza que os que gostam de filmes envolvendo animais assassinos irão adorar essa nova produção e ficar sem fôlego, assim como as suas personagens. E, para quem não sabe ainda, uma sequência já foi anunciada, e sua trama se passará no Brasil! Depois de US$ 40 milhões, vocês realmente acharam que as águas estariam seguras de novo?
Escrito, dirigido e protagonizado pela nova iorquina Zoe Lister-Jones, Band Aid, que infelizmente não teve chances de entrar no complicado circuito brasileiro de exibição em cinema, é um grande achado que emociona, faz rir e principalmente chega com o intuito de trazer um reflexão sobre o mundo a dois em quatro paredes. Unindo música e os conflitos de um relacionamento conturbado, o projeto é uma comédia bastante interessante já que aborda as brigas de um casal e os encontros das próprias curas de maneira inusitada e criativa.
Na trama, conhecemos o casal Anna (Zoe Lister-Jones) e Ben (Adam Pally), que já perto dos quarenta anos vivem uma imensa crise oriunda de insatisfações que vão desde falta de carinho até preguiça em encontrar algo pra fazer profissionalmente. Mesmo existindo muito amor na casa, as brigas são diárias e a rotina estava deprimindo o casal. Até que certo dia, eles resolvem fazer o inusitado, compor músicas sobre todas as brigas que tiveram e assim montam uma banda junto com seu vizinho de porta, viciado em sexo. Ao longo do processo, os três embarcam em uma jornada interessante que busca no inusitado um porto seguro para as curas que precisam.
Tudo funciona de forma organizada. Os arcos do roteiro nos apresentam características, qualidades e defeitos do casal que são fundamentais para entendermos melhor eles. Surpresas também são vistas, principalmente sobre o passado do casal, com traumas sobre maternidade e como eles enxergam os amigos ao redor. A ideia da banda chega por meio de instrumentos antigos que encontram quando estão limpando o porão. Já havia um passado ligado as notas musicais em ambos. A transformações chega em forma de música, um desabafo emocionante sobre situações e sentimentos guardados no coração de cada um.
O filme tem curvas de dramas profundo mesclado com situações peculiares, personagens carismáticos surgem nesse grande ventilador de emoções para dar aquela pitada de originalidade que a trama precisava. Um singelo e delicado roteiro, com ótimas atuações que gera um grande debate sobre a maneira que enxergamos um relacionamento.