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George Miller processa a Warner pelos lucros de Mad Max: Estrada da Fúria

Um filme vencedor de 6 Oscar, com 97% de aprovação da imprensa especializada, com quase US$ 400 milhões em caixa ao redor do mundo e um dos favoritos de todos os tempos na opinião do grande público só teria motivos para comemorar, certo? Errado se este filme for Mad Max: Estrada da Fúria, e seu diretor for George Miller.

O consagrado cineasta de 72 anos está, ao lado de sua produtora, processando o estúdio responsável por seu último filme, a Warner Bros., por não lhe pagar o bônus prometido pelo filme. O que acontece é que no contrato de Miller com a Warner constava que se o diretor entregasse a obra dentro do orçamento pré-estipulado de US$ 175 milhões, iria receber US$ 7 milhões a mais. Como os custos para o filme ultrapassaram o valor, a Warner cumpriu o contrato e não pagou Miller a mais.

Porém, Miller e sua produtora entraram com um processo em setembro contra o estúdio, afirmando que o valor excedente do orçamento ocorreu devido à decisões, mudanças e novas exigências da própria Warner, o que culminou em atrasos, custos adicionais e despesas para o filme, terminando por elevar o valor. Segundo os advogados de Miller e sua companhia, se tal valor adicional das mudanças exigidas pela Warner fosse subtraído do total, o filme estaria dentro do contrato e do valor estipulado.

E agora? Quem está com a razão? Esperamos que isso não afete a vontade de ambas as partes em realizar novos filmes da franquia Mad Max, os quais Miller diz já ter mais dois em mente. Imagina Mad Max sem Miller?

“Liga da Justiça parece um longo episódio do desenho”, afirma site

Liga da Justiça, superprodução da Warner / DC é um dos filmes mais esperados deste fim de ano. Não importa o que você tenha achado dos filmes anteriores do estúdio, é inegável que será mais um na fila para comprar seu ingresso.

Alguns felizardos já puderam conferir o filme, e alguns desgraçados (risos) já assistiram inclusive duas vezes inveja define. Foi o que vangloriou Aaron Sagers, editor do site SyFy Wire em seu twitter. O curioso foi a comparação feita pelo sujeito, que definiu o filme como uma versão do desenho Liga da Justiça Sem Limites – aquele mesmo que ia ao ar pelo SBT no Brasil e que vocês cresceram assistindo. Leia abaixo seu comentário.

“Então eu assisti a Liga da Justiça – duas vezes. Ainda estou sob embargo, mas: esse é um filme de super-heróis divertido. Engraçado, mas ainda uma aventura de herói. Me lembrou um episódio de Liga da Justiça Sem Limites. Divertidas interações entre personagens conhecidos. Existe um problema com o vilão (mas não pior do que nos filmes da Marvel).”

Liga da Justiça estreia no Brasil no dia 15 de Novembro.

‘Liga da Justiça’: Saiba o que os críticos estão achando do filme!

 

Poderosa! Gal Gadot só retorna para ‘Mulher-Maravilha 2’ se Brett Ratner for demitido

Gal Gadot só volta para protagonizar Mulher-Maravilha 2’ se o produtor Brett Ratner for retirado da equipe. Segundo informações do Page Six. Ratner produziu o primeiro longa e colherá lucros por ele com sua produtora RatPac-Dune.

Uma fonte afirmou ao site que Gadot tem uma postura séria contra os casos de abuso sexual e não quer que seu filme beneficie nenhum dos homens acusados.

“Ela sabe que a melhor forma de atingir pessoas como Ratner é pelo dinheiro”

Ratner foi acusado de assédio sexual e afastado da Warner na última semana, mas nenhuma decisão final foi tomada. A atriz Ellen Page relatou em seu Facebook sobre o comportamento inapropriado do diretor no set de ‘X-Men: O Confronto Final.

Entenda o caso:

“Você devia f*dê-la para ela ver que é lésbica”, Ellen Page acusa Brett Ratner de assédio

Diretor Brett Ratner é acusado de assédio sexual por Olivia Munn e outras atrizes

 

Patty Jenkins já assinou contrato para dirigir a sequência, que também terá o retorno de Gal Gadot como a protagonista.

Segundo especulações, o contrato transformou Patty na diretora mais bem paga da história do cinema.

O valor não foi divulgado, mas gira na casa dos US$ 10 milhões, mesma quantia que Zack Snyder recebeu por ‘Batman vs Superman‘.

Levando em conta que ‘Mulher-Maravilha‘ ultrapassou os US$ 800 milhões, Patty pediu uma maior participações nos lucros da sequência, bem como um cachê inicial pomposo.

Mulher-Maravilha 2‘ teve sua estreia agendada para 13 de dezembro de 2019.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Pokémon ganha coletânea musical com toda a trilha sonora em piano

Os amantes da animação e do jogo Pokémon, do clássico Game Boy, podem ficar animados com essa novidade.

A Materia Collective anunciou, através da GoNintendo, o lançamento de uma coletânea musical com toda a trilha sonora do popular game feita unicamente ao som do piano.

Os arranjos musicais foram feitos pelo pianista Trevor Gomes, que uniu 38 faixas – todas presentes no joguinho de bolso.

A coletânea também contará com várias opções de capas, que trazem alguns dos mais populares pokémons.

Confira:

Diretor revela que ‘Gosto se Discute’ seria um drama, mas acabou virando uma comédia

O CinePOP entrevistou o diretor de ‘Gosto se Discute‘, André Pellenz (‘Minha Mãe é uma Peça’).

Ele nos contou como teve a ideia para o filme, que inicialmente foi concebido como um drama – mas acabou virando uma comédia.

Assista:

Crítica | Gosto se Discute – Falta um pouco de sal e pimenta na comédia culinária 

O chef (Cassio Gabus Mendes) de um restaurante estrelado, mas um tanto ultrapassado, vê toda sua clientela ir para um novo “food truck” em frente ao seu estabelecimento. Para piorar, ele é obrigado a aceitar uma auditora do banco (Kéfera Buchmann) que quer promover uma verdadeira revolução no restaurante. O nervosismo é tanto que leva o chef a perder o seu paladar. Um novo cardápio parece ser a solução para recuperar o restaurante, mas como criá-lo sem sentir gosto algum?

Produção da Damasco Filmes, o longa já está em exibição nos cinemas.

13 Atores que Quase Foram Personagens da DC no Cinema

Liga da Justiça‘ está chegando, com a promessa de ser um sucesso nas bilheterias. Pegando carona na estreia de um dos blockbusters mais esperados do ano, vamos dar uma olhada nas curiosidades em volta dos treze atores que quase foram personagens muito conhecidos da editora nos cinemas (entre heróis e vilões). Não esqueça de conferir também os 10 Atores que Quase Foram Heróis Marvel e comente abaixo, seja você Marvete ou DCnauta.

Jaimie Alexander | Mulher-Maravilha

Hoje temos a Mulher-Maravilha nos cinemas, linda, formosa e… Maravilhosa nas formas da israelense Gal Gadot. Mas saiba que por muito pouco este fato não se concretiza. Acontece que antes de Gadot ser escolhida para a intérprete da super-heroína mais famosa de todas, outra atriz quase assumiu os trajes da guerreira Amazona. Curiosamente, a americana Jaimie Alexander ganhou destaque interpretando uma personagem de quadrinhos; e uma que guarda muitas semelhanças com a Amazona da DC. Estou falando de Lady Sif, a guerreira Asgardiana, da rival Marvel, presente nos filmes do Deus do Trovão, Thor. Foi em 2011 que Alexander vestiu a armadura de Sif pela primeira vez, se tornando uma coadjuvante de luxo e ganhando tanto destaque quanto os personagens principais.

O fato fez com que a atriz garantisse lugar na continuação O Mundo Sombrio (2013), além de abrir caminho em filmes como O Último Desafio (2013), com Arnold Schwarzenegger e a chance de ser a protagonista pela primeira vez na carreira com a série Blindspot – Ponto Cego (2015 – ). Ao que parece, Alexander se encaminhava para o papel da Amazona em Batman Vs Superman (2016), mas foi vetada de pegar a vaga devido ao contrato com a Marvel. Além do cinema, que inclui o vindouro Thor: Ragnarok, Alexander viveu a guerreira asgardiana também nas telinhas, na série Agents of SHIELD. Em novembro de 2014, a diretora Michelle MacLaren (Game of Thrones e The Walking Dead) havia sido contratada para a direção de Mulher Maravilha, largando o projeto em março de 2015 por divergências criativas com o estúdio – alguém lembra do tigre falante?

Nicolas Cage | Superman

Esta talvez seja a mais infame escalação da lista, mas também a que chegou mais perto de acontecer de fato. Os testes de figurino estão na rede para quem quiser ver, e exibem um Cage cabeludo entrevado nos trajes azuis do maior herói da DC. Um documentário sobre o assunto intitulado The Death of Superman Lives: What Happened? foi produzido e esmiúça cada detalhe deste que foi um verdadeiro desenvolvimento dos infernos, terminando por ser cancelado antes de ver a luz do dia. Caso você esteja completamente alheio a este muito conhecido tópico, o cultuado Tim Burton estava contratado pela própria Warner, casa na qual dirigiu os primeiros dois filmes de outro grande herói da editora de quadrinhos, com Batman (1989) e Batman – O Retorno (1992). De fato, Superman Lives seria lançado no final da década de 1990, antes de Burton terminar no comando de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999).

O anúncio era feito em emissoras como a MTV, durante o Movie Awards, sua premiação de cinema, e teria roteiro de Kevin Smith. A trama traria para o cinema a famosa história da morte e ressurreição do homem de aço, bem como mostrada agora por Zack Snyder em Batman VS. Superman. Além de Apocalipse e Lex Luthor, Superman enfrentaria também o vilão Brainiac, que adquiriria em algum momento do filme a forma de uma grande aranha metálica (fetiche na época, terminando por ser usada em As Loucas Aventuras de James West, 1999).  Nada jamais teria nos preparado para Cage gritando, “para o alto e avante!”. Algum tempo depois, Cage finalmente realizava seu sonho de se tornar um personagem de quadrinhos no cinema, não uma, mas duas vezes, com Motoqueiro Fantasma (2007) e sua sequência (2011), e com Big Daddy de Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010).

Armie Hammer | Batman

Outra das lendárias histórias de bastidores de filmes de super-heróis que nunca aconteceram, foi a Liga da Justiça de George Miller. O pai do anti-herói pós-apocalíptico Mad Max mostrou que ainda tem gás ao entregar, em 2015, o sucesso indicado ao Oscar de melhor filme, Estrada da Fúria. Em outubro de 2007, Miller já havia escalado todo o elenco de sua Liga, que contava com o jovem Armie Hammer na pele de Batman / Bruce Wayne. Dentre tantas escolhas aparentemente equivocadas para os personagens, com a maioria de ilustres desconhecidos pegando papéis importantes, Hammer era mais uma das mais arriscadas.

Hammer é um ator muito jovem, ainda mais levando em conta que seu papel de destaque no cinema foi quando viveu os gêmeos universitários de A Rede Social (2010), três anos após ter sido escolhido por Miller para a Liga. O ator tinha 21 anos na época em que quase viveu o Homem-Morcego, ou devemos dizer Garoto-Morcego. Mais pra frente, Hammer foi cogitado de novo, dessa vez para o Superman de Zack Snyder, antes de Henry Cavill pegar o papel. O ator eventualmente viria a se tornar dois heróis conhecidos, mas da TV, em adaptações como O Cavaleiro Solitário (2013) e O Agente da UNCLE (2015).  Hammer é um dos nomes mais comentados atualmente para o papel do novo Lanterna Verde no universo cinematográfico da DC.

Emma Roberts | Arlequina

Essa aqui fará o queixo de todos caírem. A musa Margot Robbie é a escolha definitiva para a amalucada Arlequina, certo? Bem, por muito pouco a face pintada de branco da palhacinha do crime não teve outra intérprete. Mesmo que o diretor David Ayer afirme para os quatro ventos que sua primeira e única Arlequina foi Robbie, o fato é que o papel foi sim oferecido para a pouco expressiva Emma Roberts, sobrinha de Julia Roberts e filha de Eric Roberts.

Mais incrível ainda é que Roberts recusou o papel, em prol da série cômica de terror, Scream Queens, que acaba de ser cancelada após duas temporadas. Na série, Roberts interpreta a sociopata Chanel, que se formos olhar bem de perto, guarda algumas semelhanças com a psicótica Doutora Harley Quinzel. Vendo o resultado de Esquadrão Suicida (2016), é difícil dizer se Roberts fez uma boa escolha ou não. O que você acha? Apesar da aparência de menina, Roberts é apenas um ano mais nova que o “mulherão” Robbie. Já imaginaram como ficaria Emma Roberts de Arlequina? Será que isso ajudaria ou pioraria a recepção do primeiro filme de vilões dos quadrinhos?

Tom Hardy | Rick Flag

Outra do filme que mais despertou apatia por parte dos fãs e pessoas com olhos. O talentoso Tom Hardy havia sido contratado para participar de Esquadrão Suicida no papel de Rick Flag, o militar líder do grupo, e um dos poucos não criminosos da equipe. A informação voou pela rede, favorecendo um dos melhores elencos para uma produção do gênero da qual se teve notícia. Aqui, ao contrário de Emma Roberts e sua desistência, é inegável que Hardy optou pela coisa certa, mesmo que tenha tido problemas com sua saída (aparentemente, o ator assinou contrato para viver o personagem).

Hardy abandonou o projeto devido a O Regresso (2015), filme de Alejandro Inarritu, prestigiado pela Academia, que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar. Em seu lugar, o sueco Joel Kinnaman, que vinha do fracasso do novo RoboCop (2014), e tentou vaga para o Pistoleiro no mesmo filme, deu forma a Rick Flag, ficando com o personagem. Lembrando que Hardy viveu Bane, outro icônico vilão da DC, no encerramento da trilogia do Cavaleiro das Trevas (2012), de Christopher Nolan.

Gal Gadot | Faora

Há males que vem para o bem. É o que a israelense Gal Gadot deve dizer todos os dias em frente ao espelho. O que acontece é que só temos Gadot como a personificação ideal da Mulher Maravilha hoje, porque ela foi negada para um papel em 2013. Estou falando de O Homem de Aço (2013), filme considerado o primeiro passo na construção do universo cinematográfico da DC, após as tentativas frustradas de Superman – O Retorno (2006) e  Lanterna Verde (2011) – os filmes do Batman, de Nolan, funcionam de forma fechada. Gadot havia sido escalada para o papel da vilã Faora, braço direito do General Zod (Michael Shannon), do exército kriptoniano na Terra.

Na época, Gadot havia participado de dois filmes da franquia Velozes e Furiosos, seu primeiro divisor de águas na carreira (a parte quatro, lançada em 2009, e a parte cinco, em 2011 – a parte seis, foi lançada no mesmo ano de O Homem de Aço). Uma gravidez, sua primeira, impossibilitou a atriz de interpretar a antagonista, já que o papel exigia muito esforço físico, e a personagem acabou assumindo as formas da alemã Antje Traue – que deixa sua marca no filme. Provando que a segunda opção pode ser infinitamente melhor que a primeira, Gadot terminou abocanhando o papel da super-heroína em BVS (2016), apesar de um resultado não tão inspirador assim. Agora, a atriz pôde mostrar todo seu carisma no filme solo da maior heroína dos quadrinhos.

Ryan Gosling | Coringa

Gosling já foi considerado o melhor ator de sua geração. Em 2011, clamava por uma indicação ao Oscar por Namorados para Sempre. No ano seguinte viriam Drive e Tudo pelo Poder. Mesmo que tenha se mantido afastado dos holofotes, trabalhando em pouquíssimas grandes produções e deixando seu foco em obras mais intimistas oriundas do cinema de arte, Gosling ganhou o mundo de novo ao protagonizar La La Land – Cantando Estações, grande sensação do último Oscar. E foi justamente o filme citado que em partes afastou o ator de uma possível participação em um filme de super-heróis da DC. A atuação do falecido Heath Ledger elevou tanto o jogo para qualquer um que fosse segui-lo, que todos imaginaram ser impossível continuar com um dos maiores vilões da empresa (ou o maior) – que o diga Christopher Nolan.

No entanto, o insano palhaço do crime precisava voltar ao universo cinematográfico da DC e dar as caras em novas produções. A escolha de um talentoso ator renomado seria o caminho natural. Antes do Oscarizado Jared Leto entregar sua estranha atuação (com grunhidos, miados e ronronadas, que nos fez pensar se o personagem era na verdade a Hello Kitty), Ryan Gosling foi não apenas cogitado para o papel, como era a principal opção do estúdio. O ator recusou a oferta, pois não tinha planos de ficar preso por um contrato que especificava sua aparição como o mesmo personagem em diversos filmes do estúdio. Sabendo agora dos resultados de Esquadrão Suicida e La La Land, poucos dirão que ele fez a escolha errada.

Mila Kunis | Lois Lane

Lois Lane não é uma super-heroína. Bem, não no sentido literal da palavra. A personagem, no entanto, é uma das mais tradicionais da editora, sendo um verdadeiro pilar para a empresa. Intrépida, espevitada e mais do que inteligente, a repórter do Planeta Diário foi capaz de cativar e capturar a atenção e os sentimentos do maior herói da Terra. A personagem também possuiu diversas intérpretes ao longo dos anos, tanto no cinema, quanto na TV. A primeira no cinema foi a canadense Margot Kidder, que deu qualidade avoada para a personagem em 1978, em Superman – O Filme, com Christopher Reeve, e em mais duas continuações. Lane é uma personagem tão importante para o universo DC, que em 1993, foi a protagonista na série Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman, deixando o Homem de Aço como coadjuvante.

Em 2006, foi a vez de Kate Bosworth viver a Lois Lane mais insossa (e com a escolha mais equivocada de cabelo), em Superman – O Retorno, de Bryan Singer. A cinco vezes indicada ao Oscar Amy Adams é a nova face da repórter, e a que faz parte do universo cinematográfico da DC. Mas as coisas nem sempre foram assim e Lois por pouco não teve as formas da ucraniana Mila Kunis. A morena baixinha está mais acostumada a fazer comédias, no entanto, mostrou funcionar bem em dramas, vide Cisne Negro (2010). Porém, quando o assunto são superproduções, Kunis não tem dado muita sorte, é só ver os resultados de Oz: Mágico e Poderoso (2013) e O Destino de Júpiter (2015). Adams, por outro lado, tentava o papel pela terceira vez até consegui-lo em O Homem de Aço. Antes, a atriz havia testado no projeto abandonado de Brett Ratner e no filme seguinte, de Bryan Singer.

Bradley Cooper | Lanterna Verde

Bradley Cooper vai muito bem, obrigado, cedendo sua voz para o guaxinim mais piadista e sem noção do espaço, em Guardiões da Galáxia (2014) e sua recente sequência (2017). Mas há alguns anos, o ator estava sedento por uma vaga na então nova superprodução da DC / Warner, Lanterna Verde (2011). Obviamente, como todos sabem agora, o filme não faz parte do universo cinematográfico da DC, que tentava de novo após o resultado morno de Superman – O Retorno (2006). Como todos sabem também, Ryan ‘Deadpool’ Reynolds ficou com o papel de Hal Jordan, alter ego do herói. Segundo o ator, no entanto, a esposa Blake Lively foi a única coisa boa que ele levou durante seu tempo na produção, e não hesitou em tirar sarro do longa no citado filme do mercenário tagarela da Marvel / Fox.

O rancor que Reynolds guarda da obra não se deve apenas pelo resultado pobre junto ao público e críticos, mas sim pela forma como foi tratado nas filmagens, em especial pelo diretor Martin Campbell. O cineasta tinha apenas uma opção para o papel, e ele atendia pelo nome Bradley Cooper. A Warner, porém, desejava um ator de maior apelo e seguiu com Reynolds, o que fez o comportamento de Campbell nada menos do que hostil em relação ao seu protagonista. O diretor exigia inúmeras tomadas e transformou a vida do ator durante as gravações num verdadeiro inferno, ao ponto de Reynolds se declarar feliz pelo filme não ter feito sucesso, já que segundo o próprio, não aguentaria voltar para uma sequência em tais condições. Enquanto isso, Bradley Cooper achava que não havia conseguido o papel pois em seu teste tratou de empostar a voz a la Christian Bale em Batman, segundo o mesmo.

Chris Pine | Flash

Chris Pine é um dos envolvidos que está no topo do mundo após o sucesso de Mulher Maravilha. Pine vive o piloto Steve Trevor, espião britânico na Primeira Guerra Mundial, que chega à paradisíaca ilha Themyscira, povoada por mulheres mitológicas. Mesmo que não venha a se tornar um personagem recorrente, já que as próximas aparições da heroína, assim como o Capitão América, ocorrerão no presente, o ator não tem do que reclamar, já que guarda em seu currículo mais um ponto a favor. Pine, no entanto, poderia ter seguido por outro caminho dentro do universo da DC no cinema, sendo uma das apostas do estúdio para viver o velocista escarlate em Batman Vs. Superman (2016).

Eventualmente, o andrógeno Ezra Miller acabou ficando com o papel. Houve inclusive certa campanha por parte do ator Stephen Amell, o Arrow da TV, para que o amigo Grant Gustin, que interpreta o corredor na adorada série televisiva, interpretasse o personagem no cinema. Mas como afirmaram os executivos, a DC no cinema e na TV pertencem a universos distintos. E você, já imaginou como seria Pine de Flash. Acham que ficaria melhor que Miller, ou são time Ezra até o fim? Preferem Gustin? Comente.

Blake Lively | Magia

Ninguém dança a hula como a Magia, a bruxa traiçoeira de Esquadrão Suicida. Ou será que ninguém dança como Cara Delevingne. Bem, seja como for, por pouco Magia, ou Enchantress no original, não trocou a dança ou desistiu dela – podemos apenas imaginar. Acontece que antes da modelo transformada em atriz assumir as formas sinistras de June Moone e seu alter ego, outra jovem atriz, de mais renome, quase interpretou a arqueóloga amaldiçoada da DC. O único motivo que fez Blake Lively recusar a oferta para o papel, foi o conflito de agenda com as gravações do terror Águas Rasas, de Jaume Collet-Serra, filmado na mesma época e lançado no mesmo ano.

O papel terminou nas mãos de Delevingne, que não é uma atriz ruim, como demonstrou em Cidades de Papel (2015). Vale lembrar que Lively interpretou outra personagem da DC nas telonas, Carol Ferris, piloto e interesse amoroso de Hal Jordan no malfadado Lanterna Verde (2011), onde conheceu o marido Ryan Reynolds. Novamente, com o resultado de Esquadrão Suicida, filme que teve Magia como vilã, Lively é outra atriz que fez a escolha correta de projeto.

Ashley Judd | Mulher-Gato

Se o Coringa é o maior vilão da DC, a Mulher-Gato pode ser considerada a maior vilã da editora, ou quem sabe a maior anti-heroína. No cinema, sua primeira aparição serviu também para cimentar a imagem de Michelle Pfeiffer como a personagem, presente em Batman – O Retorno (1992), tornando impossível pensar na gatuna sem lembrar da figura da atriz. Apesar de diversas interpretações da personagem na TV e Anne Hathaway desempenhando um bom trabalho em O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), Pfeiffer segue como a Mulher-Gato definitiva, mesmo que sua origem no filme tenha sido muito alterada dos quadrinhos. Seja como for, sem dúvida alguma, Mulher-Gato (2014), filme solo da personagem protagonizado por Halle Berry, não ajudou em nada a causa. Quando Selina Kyle (alter ego da vilã) apareceu na continuação do bem sucedido Batman (1989), de Tim Burton, o desfecho do filme nos deixou querendo e esperando novas aparições da personagem.

O fato poderia ter ocorrido, não fosse o pontapé no traseiro que o diretor de Beetlejuice recebeu da Warner após o resultado irregular de O Retorno. Mesmo depois de sair do comando das continuações do Homem Morcego, Burton planejava levar a felina aos cinemas de novo num filme solo, protagonizada pela musa comedora de periquitos em pessoa, Michelle Pfeiffer. Assim como ocorreu com seu Superman Lives, o projeto de um filme solo da Mulher-Gato morreu em fase de pré-produção e Burton seguiu outros rumos, apesar de Pfeiffer estar 100% a bordo. A ideia, porém, continuava na Warner e em determinada altura, a atriz Ashley Judd estava pronta para vestir os trajes colados de vinil da ladra ardilosa. O resultado como sabemos não foi esse e podemos apenas imaginar como seria Judd, que guarda certas semelhanças físicas com Pfeiffer, no papel. Com Halle Berry, a opção remete diretamente a Eartha Kitt, atriz negra que viveu a personagem no seriado da década de 1960. Tudo foi alterado nesta versão de 2004, dirigida por Pitof, técnico de efeitos visuais dos filmes de Jean-Pierre Jeunet, inclusive a identidade secreta da protagonista (de Selina Kyle para Patience Phillips), sua história e personalidade.

Jude Law | Superman

O maior herói da casa merece replay. Superman pode ser o maior super-herói de todos os tempos, mas é também um dos mais sofridos, pelo menos no cinema. Primeiro, veio apenas o sucesso, com os filmes de Richard Donner, protagonizados por Christopher Reeve. Quando o quarto filme atingiu os cinemas, em 1987, o personagem já não era sinônimo de qualidade e sua popularidade começou a declinar. E assim ficaria, estacionado, até meados da década de 1990, quando Nicolas Cage e Tim Burton planejavam um reinício para a franquia com o lendário Superman Lives, um dos maiores filmes que jamais aconteceu. Mas este não foi o único caso de largada queimada com o personagem. No início da década seguinte, mais precisamente em 2002, tudo estava aparentemente no lugar para um novo filme do Homem de Aço, com roteiro de J. J. Abrams e direção de Brett Ratner. Pouco se sabe sobre o roteiro, mas sites que o leram, afirmam que seria uma das produções mais caras da história, com direito a um combate aéreo envolvendo cinco kryptonianos superpoderosos e caças a jato de 24 nações.

Alguns brincaram que o orçamento ficaria em torno dos US$ 400 milhões. Outros comentam a possibilidade de um filme assim na era pós-Matrix (1999). Nesta época, Superman chegou perto de ter as formas de ninguém menos do que o britânico Jude Law (se formos levar em conta que o Homem de Aço atual também é inglês, a coisa soa mais aceitável). Além disso, a trama da morte e retorno do herói seria mantida (deu pra ver que era um desejo antigo da Warner levar esta história aos cinemas). As maiores surpresas no roteiro, no entanto, vinham na forma da revelação de que Lex Luthor era na realidade igualmente um filho de Krypton, com direito a superpoderes (ei, ainda soa melhor que o amalucado ‘Lexringa’ de Jesse Eisenberg), e o ápice do filme, que mostraria uma batalha entre Superman e o Rouser, um veículo de combate kryptoniano, em Gotham City! (sim, você leu certo) – o fato também reflete outro desejo antigo do estúdio, unir os maiores heróis da casa num só filme.

Bônus:

Batman VS Superman

Para você que aguentou e permaneceu até agora, aqui vai um bônus. Como dito acima, o desejo de unir os dois maiores heróis da DC num só filme é antigo e data do final da década de 1990. É só lembrar de um dos primeiros diálogos do desastroso Batman & Robin (1997), quando o Homem-Morcego, então personificado por George Clooney, faz uma citação na forma de uma gag envolvendo o Superman. Parece só um caco descompromissado, mas o diálogo, escrito por Akiva Goldsman, serviria para reconhecer que os personagens habitavam o mesmo universo e preparar terreno para o vindouro Superman Lives, de Cage e Burton. Algum tempo depois do filme ser engavetado, mais precisamente em 2001, o produtor Andrew Kevin Walker propôs a ideia de Batman VS Superman para a Warner, que primeiramente deu sinal verde.

O mesmo Goldsman escreveu o roteiro, e a história traria a noiva de Bruce Wayne brutalmente assassinada pelo Coringa, o que desencadearia uma rota de vingança enfurecida do Homem-Morcego pela cidade. O confronto com o Homem de Aço viria justamente quando o herói tentasse parar a fúria do vigilante de Gotham – convenhamos, um motivo muito mais legal do que o mostrado de fato em BVS. O alemão Wolfgang Petersen seria o diretor. Mas o fato mais chocante vem agora, com as escalações planejadas para os protagonistas. Estão sentados? John Travolta era a primeira opção como intérprete do Homem de Aço kryptoniano e George Clooney reprisaria o papel do Homem-Morcego. O filme, obviamente foi pro fundo da gaveta, mas Goldsman brincou com o fato em Eu Sou a Lenda (2007), filme que escreveu e produziu, ao mostrar numa das primeiras cenas de uma cidade futurística e pós-apocalíptica, o logo, hoje muito conhecido, dos heróis mesclados um dentro do outro.

‘Aquaman’: Trailer da série derivada de ‘Smallville’ que nunca foi ao ar

Em 2006, os mesmos criadores da série ‘Smallville‘, Alfred Gough e Miles Millar, desenvolveram um piloto de uma série de TV do ‘Aquaman‘, baseada no personagem da DC Comics.

Gough e Miller escreveram o piloto, que foi dirigido por Greg Beeman.

O piloto estrearia na programação no outono de 2006, mas após a fusão da WB com a outra rede de televisão UPN, formando a The CW, optaram por não comprar a série.

Com o lançamento de ‘Liga da Justiça‘, o trailer do episódio piloto caiu na internet.

Assista:

Justin Hartley estrelava como Arthur “A.C.” Curry, um jovem que vive em uma comunidade à beira do mar na Flórida, que descobre sobre seus poderes e seu destino, como o príncipe da Atlântida.

Do Pior ao Melhor | Universo Cinematográfico DC

É fã da DC no cinema? Preparamos justamente para você este novo vídeo especial.

Colocamos em ordem – do pior ao melhor – os 4 filmes do Universo Cinematográfico Compartilhado da DC.

Assista, comente e compartilhe.

‘Mulher-Maravilha’ ganha belíssimo colecionável da Hot Toys; Confira

Com a proximidade de ‘Liga da Justiça‘, a empresa Hot Toys lançou nesta semana um belíssimo colecionável articulado da ‘Mulher-Maravilha‘.

Com os traços da atriz Gal Gadot, a peça acompanha diversos acessórios para garantir movimento e flexibilidade.

Confira:

‘Liga da Justiça’: Saiba o que os críticos estão achando do filme!

Warner vai diminuir o Universo Estendido da DC após ‘Liga da Justiça’ 

Liga da Justiça’ estreia no Brasil dia 15 de Novembro .

Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Os 10 Melhores Vilões da DC no Cinema

Apesar de atualmente o universo cinematográfico da Marvel ter mais tempo do que o da concorrente DC, é quase que uma unanimidade o fato de que a “Casa das Ideias” ainda está devendo em termos de vilões no cinema. Até hoje, com poucas exceções (como Loki), só tivemos vilões genéricos e nada marcantes. Já nos filmes da DC a história é bem diferente e temos uma lista bem grande de excelentes vilões que foram interpretados por ótimos atores e nos presentearam com antagonistas dignos dos heróis que eles enfrentam.

‘Liga da Justiça’: Saiba o que os críticos estão achando do filme!

Na verdade, foi a própria DC que começou essa tradição de termos grandes atores escalados para os papéis de vilões em seus filmes. Em uma época em que a concorrente Marvel estava totalmente fora das telonas, a DC mostrou, através da adaptação para o cinema do Superman, que era possível levar a sério um filme baseado em quadrinhos e escalar bons atores no elenco. Nomes como Marlon Brando, Gene Hackman e Terence Stamp foram associados a um gênero que antes era totalmente desprovido de credibilidade e ajudaram a pavimentar o caminho de afirmação desse estilo de filme.

Warner vai diminuir o Universo Estendido da DC após ‘Liga da Justiça’ 

No entanto, nem sempre a escalação de um ator bom ou famoso é sinônimo de que teremos um bom vilão e a própria DC já nos provou isso diversas vezes. Basta lembrar de nomes como Arnold Schwarzenegger (como Mr. Freeze), Jim Carrey (como Charada), Tommy Lee Jones (como Duas-Caras), Uma Thurman (como Hera Venenosa) ou Sharon Stone (como a vilã que se maquiava com reboco). Mas, para o deleite dos fãs, na maioria das vezes os resultados têm sido positivos.

‘Liga da Justiça’: [SPOILER] é CONFIRMADA de surpresa no filme; Saiba mais!

Sendo assim, o trabalho de escolher os 10 melhores vilões da DC no cinema não é algo fácil e com certeza irá gerar polêmica e discussão com os fãs. Vale ressaltar que só foram considerados os vilões “live-action” que apareceram no cinema, ou seja, os filmes de animação não contam (sorry, Mark Hamill). Vamos à lista e por favor não se esqueça de compartilhar sua opinião nos comentários e dizer qual seria o seu ranking.

 

10. Kevin Spacey como Lex Luthor (Superman – O Retorno)

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É inegável o fato de que o filme “Superman – O Retorno”, dirigido por Bryan Singer e que tinha o objetivo de reviver a franquia do Homem de Aço nas telonas, acabou se prendendo muito na nostalgia e esquecendo de nos trazer uma história interessante. Ainda assim, quando Kevin Spacey foi anunciado como Lex Luthor, todos concordaram que ele era a escolha perfeita para o papel. E, mesmo que o resultado final tenha sido impactado pelo roteiro confuso e lento, o ator conseguiu entregar uma excelente interpretação e que saciou o desejo dos fãs de o verem na pele do vilão mais famoso do Superman.

 

9. Danny DeVito como Pinguim (Batman – O Retorno)

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Com uma abordagem mais animalesca do personagem dos quadrinhos apoiada pelo imenso talento de Danny DeVito e pela visão única de Tim Burton, este vilão foi um dos pontos altos do filme de 1992. O visual do ator ajudou bastante nesta imersão para acentuar sua performance e, mesmo considerando que fugiu um pouco do vilão clássico retratado nos quadrinhos, com certeza foi uma interpretação marcante.

 

8. Aaron Eckhart como Duas-Caras (O Cavaleiro das Trevas)

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A jornada de Harvey Dent do bem para o mal é um dos pontos centrais do reverenciado filme ‘O Cavaleiro das Trevas’ e a atuação primorosa de Aaron Eckhart elevou o drama e o sofrimento passados pelo personagem.  Grande parte do sucesso desse vilão se deve à excelente maquiagem aplicada para construir o personagem e que nos deu uma abordagem muito mais realista e assustadora que a dos quadrinhos, casando perfeitamente com o tom dos filmes dirigidos por Nolan.

 

7. Michelle Pfeiffer como Mulher-Gato (Batman – O Retorno)

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Já tivemos três encarnações diferentes desta personagem dos quadrinhos no cinema recente, mas, por razões óbvias, vamos ignorar a versão de Halle Berry. Como a versão de Anne Hathaway acabou sendo muito “boazinha” para entrar na lista, a coroa vai para a interpretação extremamente sexy e marcante de Michelle Pfeiffer feita sob a tutela de Tim Burton. Com uma roupa fantástica e uma interpretação maravilhosa da talentosa atriz, ela nos trouxe a medida perfeita entre vilão e anti-herói que é a marca desta personagem.

 

6. Tom Hardy como Bane (O Cavaleiro das Trevas Ressurge)

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O terceiro e último filme da trilogia de Nolan para o Batman acabou decepcionando algumas pessoas, principalmente pelo seu desfecho que diminuiu o poder do vilão Bane ao reduzi-lo ao papel de fantoche. De qualquer forma, no resto do filme, a presença física e o poder de antagonismo de Bane foram excepcionais e grande parte disso se deve à entrega de Tom Hardy ao papel. Problemas vocais à parte, ele nos trouxe um vilão diferente das abordagens clássicas e foi o único que conseguiu “sair nos tapas” com o homem-morcego, humilhando-o justamente naquilo em que ele parecia imbatível.

 

5. Liam Neeson como Ra’s Al Ghul (Batman Begins)

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A parte mais brilhante deste vilão é o fato dele também ter sido o mentor de Bruce Wayne e um dos grandes responsáveis por sua transformação em Batman. Isso trouxe elementos psicológicos interessantes para o embate e ajudou a explicar bem os conflitos morais enfrentados pelo herói. A interpretação consistente de Liam Neeson, tanto na parte dramática quanto na entrega física, só elevou o status desse antagonista e o ajudou a carregar muito bem a tocha de vilão do primeiro filme da trilogia de Nolan.

 

4. Jack Nicholson como Coringa (Batman)

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O filme do Batman de 1989 foi um dos grandes responsáveis pelo renascimento do gênero dos filmes baseados em quadrinhos e acabou também revivendo a tradição de termos grandes atores escalados para os papéis de vilões, iniciada nos filmes do Superman. Muito disso é devido à interpretação inesquecível de Jack Nicholson como Coringa. Ainda que ela seja uma abordagem bem diferente da que foi feita por Heath Ledger, é inegável o fato dela ser muito mais fiel ao que existia nos quadrinhos na época e com o tom adotado no filme de Tim Burton, unindo a questão do humor sádico com os distúrbios psicológicos.

 

3. Gene Hackman como Lex Luthor (Superman)

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Foi aqui onde a começou a tradição de termos excelentes atores escalados para os papeis de vilões e, ainda que a geração atual não conheça Gene Hackman, nesta época ele era considerado um dos melhores e mais conceituados atores do cinema. Sendo assim, a forma fenomenal com que ele interpretou o grande vilão de Superman (inclusive reprisando o papel em outros filmes) com uma mistura de bom humor e inteligência com muito carisma foi apenas uma prova do enorme talento desse ator. Sendo assim, nada mais justo do que dar o devido reconhecimento a esta interpretação tão marcante.

 

2. Terence Stamp como General Zod (Superman II – A Versão de Richard Donner)

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Muitos podem argumentar que a performance de Terence Stamp tenha sido muito “piegas” e afetada pelo tom mais leve do filme, mas o fato é que ele rouba todas as cenas em que aparece e tem uma presença e uma imposição digna de General Zod. Isto ficou ainda mais evidente na versão de Richard Donner para Superman II lançada recentemente, onde muito da parte mais leve e cômica do filme foi diminuída. Isso, combinado com a inesquecível interpretação de Christopher Reeve como Superman, nos presenteou com o melhor vilão dessa “fase de ouro” do herói nos cinemas.

 

1. Heath Ledger como Coringa (O Cavaleiro das Trevas)

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Colocar Heath Ledger como Coringa no topo desta lista parece “chover no molhado”, mas realmente este posto ainda não merece outro vencedor. Sua abordagem muito mais visceral que elevou o lado psicopata do vilão foi executada de forma brilhante e assustadora e nos deu uma verdadeira noção de como seria um Coringa no mundo real. Nem mesmo a Academia conseguiu ignorar isso e não só o indicou na categoria de melhor ator como o premiou com o Oscar. Nenhum outro ator que interpretou um vilão (ou herói) de filmes de quadrinhos foi reconhecido com esta honra e provavelmente demorará até que isto aconteça novamente. Em breve saberemos se a interpretação de Jared Leto será digna do legado do Coringa no cinema, mas é inegável o fato de que ele terá muito trabalho para superar seus antecessores.

TV americana registra número recorde de personagens LGBTQ; Saiba mais!

De acordo com uma matéria da Variety, foi realizado um estudo por uma organização americana em que revelou que, dos 901 personagens que aparecem nos principais programas da TV aberta dos EUA, 58 são gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer.

De fato, a cultura pop está cada vez mais incluindo personagens diversificados em séries como The Walking DeadAmerican Horror Story: Cult’ eHow To Get Away With Murder’, por exemplo.

Em comparação aos relatórios anteriores, esse número é considerado um recorde, houve um crescimento de 28 personagens representantes da comunidade LGBTQ em relação ao ano passado.

Apesar da boa notícia, o GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation) lembra que boa parte desses personagens são pessoas de pele branca e predominantemente homens.

O relatório, batizado de “Where We are on TV” (Onde estamos na TV, em tradução livre), também avaliou os números dos personagens LGBTQ presentes em programas dos serviços de streaming.

Segundo os dados, 77% dos 70 personagens gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer desta categoria são brancos. O problema, no entanto, se estende entre todos os meios analisados, TV aberta, streaming e TV a cabo.

Segundo a presidente da organização, Sarah Kate Ellis, o dado se torna ainda mais importante durante o governo do presidente Donald Trump.

“Enquanto a administração de Trump está tentando diminuir a visibilidade das pessoas LGBTQ, estamos ocupando cada vez mais espaços na TV americana. Nesses tempos, mostrar a representatividade é mais importante do que nunca. Vamos mudar o curso da história”

Outra informação divulgada pelo relatório do GLAAD é que, pela primeira vez na história, foram registrados personagens não-binários e assexuados que fazem parte do elenco regular dos programas. A única plataforma que não possui um personagem assexuado é a TV aberta.

Tanto a TV a cabo, quanto o streaming têm seus representantes: Raphael, de Shadowhunters, e Todd, de BoJack Horseman. Nas três plataformas, há apenas 17 personagens trans, oito são mulheres trans, quatro são homens trans e outros quatro são não-binários.

Andrew Kreisberg, produtor de ‘Flash’ e ‘Supergirl’, é afastado após acusações de assédio

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. TV anunciou o afastamento de Andrew Kreisberg, produtor de séries da CW como Arrow’, ‘FlasheSupergirl, após acusações de assédio.

“Ficamos sabendo recentemente das acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”

Uma fonte próxima ao caso afirmou que várias funcionárias deFlash reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”. Existem alegações também de outra mulher, que dirigiu episódios de ArroweFlash.

Leia mais sobre os casos de assédio que estão causando polêmica em Hollywood e abrindo novas portas para que vítimas possam se sentir à vontade para falar sobre o que sofreram.

Ed Westwick, de ‘Gossip Girl’, é acusado de estupro

Polêmica! Charlie Sheen é acusado de estuprar Corey Haim quando ator tinha 13 anos

“Você devia f*dê-la para ela ver que é lésbica”, Ellen Page acusa Brett Ratner de assédio

Matthew Weiner, criador de ‘Mad Men’, é acusado de assédio por roteirista da série

Prestigiado comediante Louis C.K. é acusado de assédio sexual por cinco mulheres

Jeffrey Tambor é investigado por acusação de assédio sexual

Kevin Spacey: ator está buscando tratamento após novas acusações de assédio

Diretor Brett Ratner é acusado de assédio sexual por Olivia Munn e outras atrizes

Cineasta indicado ao Oscar é acusado de assédio sexual por mais de 30 mulheres

Ben Affleck também é acusado de assédio sexual; Assista ao vídeo!

 

‘Viva – A Vida É Uma Festa’: Easter eggs de ‘Toy Story’ e ‘Procurando Nemo’ em novo vídeo

VivaA Vida É Uma Festa’ chega aos cinemas apenas em 2018, mas Pixar liberou dois clipes que mostram um pouquinho do personagem dublado pelo astro Gael García Bernal.

Além disso, no novo teaser intitulado “Not Like the Rest” aparecem dois easter eggs de clássicos filmes do estúdio. Duas referências a Toy Story e Procurando Nemo, repare que na frente da casa de Miguel passa um carro do Pizza Planet e que na mesa onde o menino brinca tem uma miniatura do Nemo.

Confira:

Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novato Anthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz de Benjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresco Mundo dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.

A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por Toy Story 3’.

Viva – A Vida é Uma Festa’ tem estreia marcada no Brasil para 4 de Janeiro de 2018.

Crítica 2 | Bom Comportamento – No limite das inconsequências

Dirigido pelos irmãos cineastas Ben Safdie e Joshua Safdie, Bom Comportamento é um thriller com ritmo intenso que provoca no espectador uma grande curiosidade sobre o que vai acontecer a uma dupla de irmãos que são completamente diferentes mas que possuem laços fortes. A produção, que concorreu a Palma de Ouro em Cannes esse ano, apresenta uma excelente atuação de Robert Pattinson – que depois desse filme prova que sua era vampiresca adolescente enfim se tornou um ator versátil e bastante competente.

Na trama, conhecemos os irmãos Connie (Robert Pattinson) e Nick (Benny Safdie), que certo dia resolvem assaltar um banco e com o dinheiro buscam fugir para uma vida melhor. Só que o assalto dá errado e após serem marcados com tintas de proteção nas cédulas, Nick é capturado pela polícia. Desesperado, Connie embarca em uma jornada enlouquecedora na tentativa de resgatar o irmão custe o que custar.O ritmo do filme faz pequenas sequências se tornarem grandiosas, aliando o talento do elenco ao roteiro repleto de alternativas.

O protagonista é um criminoso daqueles bastante inconseqüente, que não mede esforços para ir ao encontro de seus objetivos. Ele acha que pode dar o melhor para seu irmão, talvez o único laço forte familiar que compreende, uma força que o faz realizar as maiores loucuras para a proteção dos dois, principalmente de Nick que sofre com uma deficiência. Completamente sozinho em sua caminhada, vive uma noite cheia de tensão, comete erros atrás de erros, tenta usar uma namorada mais velha como apoio financeiro, se mete com bandidos, agride um guarda de um parque de diversões na madrugada, tudo em busca de seu objetivo. O filme tem uma pegada Corra Lola Corra e também lembra produções da década de 90 de cineastas norte americanos que hoje são renomes mundiais.

As viradas no roteiro alimentam a curiosidade do espectador, principalmente após o arco de tentativa de resgate de um hospital. Em busca da última gota de sanidade, Connie pensa estar fazendo o certo para o destino do irmão mas não compreende que seu comportamento só piora o quadro que ele se encontra. As conseqüências são severas, não há crime sem punição, não existe escrever errado por linhas que ele acha que são as certas. Pattinson preenche todas as lacunas de seu intrigante personagem com maestria e talento que enfim ganha os olhos dos cinéfilos.

Crítica | Mulheres Divinas – Grito de independência feminino

Marie Leuenberger as Nora in THE DIVINE ORDER. Photographer: Daniel Ammann.

A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras. Representante da Suíça na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 2018, Mulheres Divinas é, antes de mais nada, um grito de independência feminino em uma época repleta de limitações. Escrito e dirigido pela cineasta suíça Petra Biondina Volpe, o filme aborda a luta pelos direitos iguais entre homens e mulheres de maneira inteligente e esclarecedora.

Na trama, ambientada na Suíça, no início da década de 70,  conhecemos Nora (Marie Leuenberger), uma mulher de meia idade que morou durante toda sua vida em um pequeno vilarejo com poucas atividades culturais ou sociais. Quando começa a não concordar com limitações impostas as mulheres durante décadas, e ,assim, vira a líder de um movimento importante pelo direito de voto das mulheres nas eleições. Mas o caminho não será fácil, nem para ela, nem para seu marido Hans (Maximilian Simonischek).

Os arcos iniciais são detalhistas ao apresentar a rotina da personagem principal. Seu relacionamento conturbado com o sogro, sua defesa em torno da situação da filha de uma parente, os primeiros passos rumo a amizade com outras mulheres que pensavam da mesma maneira que ela e assim instigaram em Nora uma chance de lutar por tudo aquilo que ela (e muitos que nunca se manifestavam) sonhavam.

O papel da mulher na sociedade é discutido de várias formas nesse belo projeto. A construção da protagonista chega pelo estopim, de uma luz que se acende, quando percebe que não consegue fugir daquela rotina imposta por práticas e costumes machistas em um pequeno vilarejo com clima frio no alto da Suíça. Os sonhos que ficam longe de serem realizados, ou o simples fato de querer trabalhar na cidade em uma nova profissão também ajudam a moldar as atitudes corajosas e de grande brilho de Nora.

Vencedor do prêmio de Melhor Atriz, para Marie Leuenberger, e do prêmio de Melhor Filme, para o público, no Festival de Tribeca 2017, Mulheres Divinas é um belo retrato sobre um certo início da luta feminina para ter seus direitos justos e iguais, luta que dura até hoje em um mundo ainda machista.

Crítica | Câmara de Espelhos – Debate sobre a visão masculina em relação as mulheres

Qual a visão que temos sobre a mulher? Com passagens por alguns festivais de cinema pelo Brasil, o interessante documentário Câmara de Espelhos, dirigido pela cineasta recifense Dea Ferraz traz a tona, com um ambiente estilo buraco de fechadura, o pensamento masculino sobre as mulheres. Com um livre arbítrio instaurado, os pensamentos vão e vem nessa que podemos dizer ser uma grande experiência social que nos faz entender melhor como o mundo está pensando. É um choque, um debate, sobre a visão masculina em relação a assuntos tabus em nossa sociedade como o avanço no movimento feminista, o machismo e a maneira como se lutam por determinados direitos.

Nesse curioso relato que explica muito sobre nossa sociedade, diversos grupos de homens, de várias idades diferentes, se juntam em uma sala repleta de espelhos onde de vez em quando vídeos são mostrados, exatamente para iniciar os debates daqueles que estão ali. Uma espécie de big brother sem manipulação, comportamental exalando verdades de cada um e com relatos fortes sobre muitos assuntos que lemos, vemos e vivemos nos dias atuais.

As hipocrisias da vida são colocadas em cheque a todo instante. Uns falam mais, outros menos. Talvez por estarem entre homens, os convidados dessa experiência social se sentem mais a vontade. As definições de papéis que a sociedade impõe desde longos anos atrás também geram opiniões diferentes, além de citações baseadas em óticas religiosas, vídeo clipes com letras fortes, vulgarização do sexo e outros assuntos.

Câmara de Espelhos estreia no final de novembro no circuito exibidor. É uma chance de ampliarem debates e abrir de vez a porta de assuntos e argumentações sobre o tema.

Crítica | Kollektor – Não há maior vingança do que o esquecimento

Em seu primeiro trabalho como diretor de longas metragens, o cineasta russo Aleksey Krasovskiy, que também escreve o roteiro, apresenta uma história envolvente, de curtos 74 minutos, onde assistimos atentamente um plano mirabolante de vingança. Com apenas um personagem dando as caras, o protagonista interpretado pelo excelente ator Konstantin Khabenskiy, reunimos aos poucos as pontas soltas desse quebra cabeça cheio de opções para seu desfecho.

Na trama, ambientada nos dias atuais, conhecemos Arthur (Konstantin Khabenskiy), um funcionário misterioso de uma empresa de cobranças que possui um alto salário e consegue superar muitos desafios dessa profissão que escolheu ganhando fortunas para que o paga. Em uma noite, no alto de um edifício comercial, onde fica localizado o escritório da empresa, Arthur recebe um telefonema repleto de suspense onde uma mulher diz que postou um vídeo comprometedor dele na internet. Sem ligar muito para a ligação, acaba sendo avisado por outras ligações sobre a existência da gravação e assim precisa correr contra o tempo para provar que o vídeo é uma armação e acaba sabendo mais sobre a voz do outro lado da linha.

Uma noite cheia de reviravoltas e uma crise existencial profunda são o plano de fundo de uma situação incomum que vive o protagonista, que passa horas trancado em um escritório localizado em uma grande cidade russa buscando uma solução para uma exposição de um vídeo seu polêmico postado na internet. Podia ser maçante, sonolento ou desinteressante, mas não é o que acontece. Os méritos são todos de Konstantin Khabenskiy, em grande atuação, prende a atenção do espectador com as multifacetas que transforma seu personagem. É incrível a habilidade na caracterização de chegarmos a um ponto de não sabermos se torcemos por ele ou se ele merece punição pelo que fez ou não.

O roteiro, assinado pelo próprio diretor, consegue sua força por conta da atuação de Khabenskiy. A cada nova ligação que o protagonista recebe mas uma peça se junta ao tabuleiro e assim vamos passando um raio-x na vida e personalidade desse grande personagem. Kollektor é dinâmico, intrigante e surpreendente, um dos ótimos desconhecidos filmes que a Rússia apresentou ao mundo nesses últimos meses.

Crítica | O Culto de Chucky – Sangue, violência e humor negro

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘O Culto de Chucky‘, sétimo filme do Brinquedo Assassino que deve dividir a opinião dos fãs. É ame ou odeie.

Assista:

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | O Culto de Chucky – Extremamente sangrento e divertido 

No Brasil, o filme foi lançado em DVD pela Universal Pictures no dia 25 de Outubro.

Vale lembrar que o próximo ‘Brinquedo Assassino‘ pode levar Chucky para o espaço – saiba mais!

Presa há quatro anos em um asilo para criminosos insanos, Nica Pierce (Fiona Dourif) está erroneamente convencida de que ela, e não Chucky, assassinou toda a sua família. Mas quando seu psiquiatra introduz uma nova “ferramenta” terapêutica para facilitar as sessões em grupo de seus pacientes – um boneco muito familiar com um rosto sorridente inocente – uma série de mortes horríveis começa a atormentar o asilo, e Nica começa a se perguntar se talvez ela não é louca.

Andy Barclay (Alex Vincent), o inimigo agora crescido de Chucky do filme original, parte para ajudar Nica. Mas para salvá-la, ele terá que superar Tiffany (a indicada ao Oscar Jennifer Tilly), a noiva de Chucky – que fará qualquer coisa, não importa quão mortal ou depravada, para ajudar seu amado boneco demoníaco.

‘Chucky vs Annabelle’ a caminho?

O primeiro Brinquedo Assassino estreou em 1988 e foi um sucesso na época. Sem demora, duas sequências chegaram aos cinemas em 1990 e 1991, mas A Noiva de Chucky só foi realizado em 1998. Após um hiato de 6 anos, ‘O Filho de Chucky parecia ter enterrado a franquia, mas, quase 10 anos mais tarde, A Maldição de Chucky foi lançado em vídeo e teve uma recepção entusiasmada.

‘Ouija House’: Terror com Mischa Barton e Tara Reid ganha imagens; Confira!

O terror sobrenatural ‘Ouija House’ ganhou suas primeiras imagens, que trazem parte do elenco formado pelas atrizes Mischa Barton (‘The O.C’) e Tara Reid (‘Sharknado’).

Confira:

A trama conta a história de uma jovem que está finalizando uma pesquisa para um livro, a fim de ajudar a sua mãe a atrair seus amigos para uma causa sinistra, onde coisas misteriosas aconteceram no passado.

Lá, o grupo de jovens acidentalmente chama uma entidade malígna através de um jogo macabro e perigoso, que vai envolver toda a casa em uma partida demoníaca.

Dirigido por Ben Demaree e roteirizado por Justin Hawkins e Jeff Miller, ‘Ouija House’ conta também com Dee Wallace, Carly Schroeder, Chris Mulkey, Mark Grossman, Grace Demarco e Derrick A. King.

O terror foi produzido pela TN Distribution em parceria com a Millman Productions.

 

 

 

 

Crítica | O Bar – Netflix lança ótimo suspense de humor negro…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘O Bar‘ (Le Bar), filme espanhol que já está no catálogo da Netflix.

O suspense de humor negro promete agradar aos fãs do gênero.

Assista à crítica:

Após testemunhar um assassinato, estranhos abrigados em um bar de Madri começam a agredir uns aos outros à medida que o pânico se instala e a contagem de corpos aumenta.

O elenco conta com Blanca Suárez, Mario Casas e Carmen Machi. Álex de la Iglesia dirige.