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Rooney Mara ficou arrasada por não ter sido chamada para ‘A Garota na Teia de Aranha’

A indicada ao Oscar, Rooney Mara, admitiu que ficou desapontada por não ter sido chamada para retornar ao papel da Lisbeth Salander na sequência ‘A Garota na Teia de Aranha‘.

Em uma entrevista ao site Yahoo! Movies, ele revelou que gostaria de reviver sua personagem:

“Eu tinha esperanças de que voltaria, mas eles decidiram seguir por um rumo diferente. Lisbeth sempre foi uma personagem que eu queria interpretar de novo, mas infelizmente não foi isso que acabou acontecendo”.

A Sony Pictures confirma que Claire Foy vai interpretar a nova versão de Lisbeth Salander, a aclamada personagem da saga ‘Millenium‘, criada por Stieg Larsson

Claire ficou conhecida no mundo todo por viver a Rainha Elizabeth em ‘The Crown‘.

A personagem já foi vivida por Noomi Rapace e Rooney Mara.

As filmagens de ‘A Garota na Teia de Aranha‘ deverão ser iniciadas ainda esse mês.

Para Sanford Panitch, presidente da Columbia Pictures,

“Lisbeth Salander é completamente única, provavelmente uma das grandes personagens femininas de toda a história da literatura. O trabalho de David Lagercrantz na continuação da série realmente honra a obra-prima de Stieg Larsson. Nós na Sony estamos honrados em fazer parte dessa série, junto com a Yellowbirds, e estamos muito animados em fazer um filme original de A Garota na Teia de Aranha. Fede Alvarez foi a escolha perfeita para a direção. Ele é diretor incrível, com uma visão excepcional”.

Alvarez acrescentou:

“Eu estou extremamente animado e agradeciso por essa oportunidade. A Sony se tornou uma família para mim e eu não consigo nem pensar em algum projeto mais empolgante do que esse para celebrar a nossa relação. Lisbeth Salander é o tipo de personagem que qualquer diretor sonha em trazer à vida. Nós já temos o roteiro e agora vem a parte mais divertida – encontrar a nossa Lisbeth”.

A produção do filme começa em setembro.

A adaptação hollywoodiana de ’Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’ (2011) faturou US$ 232 milhões nas bilheterias para um orçamento de US$ 90 milhões.

Pica-Pau

(Woody Woodpecker)

 

Elenco:

Timothy Omundson – Lance Walters
Thaila Ayala – Brittany Walters
Graham Verchere – Tommy Walters
Jordana Largy – Samantha Bartlett

Direção: Alex Zamm

Gênero: Comédia, Aventura

Duração: 90 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 5 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Produzido em live-action e animação CGI, a comédia mostrará uma guerra de território entre o brincalhão e travesso Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson) e sua namorada Brittany (Thaila Ayala). Lance está determinado a construir sua casa dos sonhos, mas para isso, terá que derrubar a casa do Pica-Pau em uma luta que não será fácil.

Crítica | Pica-Pau: O Filme – Você sabe, é para criança  (Nota: 4.0)

Entrevista Thaila Ayala

Curiosidades: 

» Além de Thaila Ayala e Thimothy Omundson, o filme ainda traz Graham Verchere, Jordana Largy, Adrian Glynn McMorran, Scott McNeil, Chelsea Miller, Jakob Davies, Arkie Kandola e Sean Tyson no elenco.

» Com sua marca registrada, a gargalhada estridente e debochada, Pica-Pau surgiu nos anos 40 no episódio ‘Knock Knock’. Logo se tornaria um sucesso mundial. No Brasil, o desenho é transmitido há 38 anos na TV aberta, sem interrupção e com ótima audiência.

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

picapau_2

‘Blade Runner 2049’ conquista 94% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Após 37 anos desde seu lançamento, a aguardada sequência ‘Blade Runner’ está há uma semana de sua estreia e as primeiras críticas a respeito da produção já estão entre nós.

Conquistando a surpreendente marca de 94% de aprovação no Rotten Tomatoes,Blade Runner 2049’ chegou arrebatando o coração da crítica especializada, que não poupou elogios ao novo trabalho do já aclamado cineasta Denis Villeneuve.

Dentre os atributos mais exaltados está a estética noir da produção que, embora conte com um vasta cartela de efeitos especiais, conseguiu manter o realismo em seu conceito. Outro aspecto salientado é narrativa, considerada de extrema riqueza, ao ponto de sua qualidade ser comparada a outro clássico do cinema, ‘O Poderoso Chefão II’.

E para contribuir ainda mais com suas expectativas para a esperada estreia, separamos as principais críticas. Confira e prepare-se para o que vem por aí!

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife (Nota: 9.0)

“É difícil criar caso contra reboots e sequências há tanto tempo esperadas, quando uma exceção à regra, como ‘Blade Runner 2049’ chega até nós. Sem cinismo pretensioso ou repetição de dados, essa sequência consegue se aprofundar nas ideias do primeiro filme”. – Alonso Duralde, TheWrap

“Será que o diretor de fotografia, Roger Deakins, indicado ao Oscar 13 vezes, finalmente receberá uma maldita estatueta? Sim. Eu espero que sim. Deveria ser ‘sim’”. – Michael Phillips, Chicago Tribune

“A sequência hipnotizante de Villeneuve marcha por conta própria ao status de lenda do cinema. Gosling e Ford é uma dinamite dupla, em um fascinante dobramentes que faz novas perguntas com o objetivo de atormentar, provocar e nos manter noites a dentro acordados. E você iria queria de outro jeito?” – Peter Travers, Rolling Stone

“Mesmo quando suas emoções se arriscam a seguir tão legal como a paleta de cores, ‘2049’ busca e encontra algo memorável: a elevação do fazer filmes convencionais para a mais alta arte”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Como ‘O Poderoso Chefão II’, é uma sequência de um filme muito celebrado que pode, de fato, até ser melhor que o original”. – Geoffrey Macnab, Independent

“Um voluptuoso banho de humor que é, impressionantemente, sustentado do começo ao fim”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter

“Super estilizado e profundamente humano – até mesmo com androides e hologramas por todas as partes – a espetacular sequência toma a história de detetive do primeiro filme e a torna em uma grande mitologia da identidade, memória, criação e revolução”. – Brian Truitt, USA Today

“Tem um visual ótimo e ostenta performances sólidas de um elenco mal utilizado, mas (assim como no original) é um triunfo de estilo que sobrepõe a substância”. – Scott Mendelson, Forbes

Jared Leto “ficou temporariamente cego” para papel em ‘Blade Runner 2049’

 

 

Blade Runner 2049

(Blade Runner 2049)

 

Elenco:

Harrison Ford
Rick Deckard
Ryan Gosling
Robin Wright
Ana de Armas
Dave Bautista
Mackenzie Davis
Barkhad Abdi

Direção: Denis Villeneuve

Gênero: Ficção científica, Aventura

Duração: 163 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 5 de Outubro de 2017

Sinopse:

Trinta anos após os acontecimentos do primeiro ‘Blade Runner’, o policial K (Ryan Gosling), do Departamento de Los Angeles, desenterra um segredo que tem potencial para mergulhar o que sobrou da sociedade em caos. A descoberta de K o leva a uma jornada em busca de Rick Deckard (Harrison Ford), um antigo Blade Runner que está desaparecido há trinta anos.

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife (Nota: 9.0)

Entrevistas:

Críticas:

Blade Runner 2049‘ foi extremamente elogiado, sendo considerado uma “obra-prima fenomenal”.

Os elogios foram ainda mais além, intitulando a continuação como o melhor filme de 2017, pontuando que ele seria impecável em sua fotografia com atmosfera noir e trama bem amarrada. Uma das avaliações chega a cogitar uma vitória no Oscar para Roger Deankis, o diretor de fotografia.

E para te preparar para o que vem por aí em 5 de outubro, separamos as primeiras avaliações, divulgadas no Twitter.

Confira:

@BladeRunner 2049 é fenomenal. Um sci-fi visualmente surpreendente, com raízes noir brilhando por um mistério conciso e tortuoso. O melhor de 2017 até agora.

 

Denis Villeneuve é inquestionavelmente um dos diretores da elite em exercício e não há desculpas se Deakins não ganhar um Oscar”.

 

“Boas notícias! ‘Blade Runner 2049’ é uma continuação espetacular e uma expansão da origem. Não esperava muito e acabei amando (até mesmo Leto!).”

 

“‘Blade Runner 2049′ é absolutamente cheio de spoilers. Até mesmo o roteiro do filme é um spoiler. Se você está indo assistí-lo, evite as críticas’.

 

“‘Blade Runner 2059’ é uma obra-prima da ficção científica; o filme do tipo do gênero de corte profundo que não vemos mais. Visualmente surpreendente, absolutamente fantástico”.

 

“Nosso querido @JimmytotheO chama @bladerunner ‘surpreendente…mais do que uma maravilha visual, é uma obra-prima da ficção científica revolucionária”.

Curiosidades:

» A história foi adaptada do romance ‘O Caçador de Androides’ (Do Androids Dream of Electric Sheep?), de Phillip K. Dick.

» O novo filme se passa décadas depois do original de 1982, com Harrison Ford vivendo novamente o icônico Rick Deckard. Além de Ford, o filme é estrelado por Ryan Gosling, Robin Wright, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Carla Juri, Mackenzie Davis, Barkhad Abdi, David Dastmachian e Hiam Abbass. A produção executiva conta com Ridley Scott, que dirigiu o primeiro filme.

» A sequência conta com a direção de Denis Villeneuve, que afirma que “Ridley Scott teve a ideia genial de unir ficção científica com film noir para criar essa visão única da condição humana. O novo ‘Blade Runner’ é uma extensão do primeiro filme”.

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Julia Roberts revive ‘Uma Linda Mulher’ e outras personagens em vídeo HILÁRIO!

Julia Roberts esteve no programa americano The Late Late Show With James Corden e relembrou todos os seus grandes longas, incluindo ‘Um Lugar Chamado Nothing Hill’ e ‘Uma Linda Mulher’.

Confira:

Primeira imagem oficial de ‘Hotel Transilvânia 3

A Sony Pictures Animation liberou a primeira imagem oficial de ‘Hotel Transilvânia 3′.

 ‘Hotel Transilvânia 3’ é mais uma vez dirigido por Genndy Tartakovsky e segue Drácula (voz de Adam Sandler) enquanto ele e sua família tiram férias em um cruzeiro Monster. Na viagem, o protagonista se apaixona pela capitã do navio, sem saber que ela é descendente do famoso caçador de monstros, Van Helsing.

Confira:

Esse é o tipo de enredo lúgubre que deve ajudar a garantir que a série de animação continue sendo popular com seus fãs. Vale lembrar que a produção original custou US$ 85 milhões e arrecadou mais de US$ 250 milhões mundialmente.

A estreia acontece dia 13 de julho de 2018.

 

 

 

‘Assassinato no Expresso Oriente’ ganha 16 cartazes SENSACIONAIS de personagens

Assassinato no Expresso Oriente’ ganhou 16 novos cartazes.

O grandioso elenco conta com Penélope Cruz, Johnny DeppMichelle PfeifferDaisy Ridley (‘Star Wars – O Despertar da Força’), Michael Pena (‘Homem-Formiga’) e Judi Dench (‘007’).

Confira, com os trailers:

O que começa como um luxuoso passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘ conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.

O Oscarizado Kenneth Branagh (‘Thor’) dirige e estrela a produção, como o detetive Hercule.

Desde 2013, a 20th Century Fox está a cargo da nova versão, que terá Ridley Scott, Mark Gordon e Simon Kinberg como produtores.

Michael Green (‘Lanterna Verde‘) roteirizou a nova versão.

Dirigido por Sidney Lumet, o filme de 1974 conquistou seis indicações ao Oscar, com Ingrid Bergman vencendo o prêmio de atriz coadjuvante. O estelar elenco de suspeitos incluía Lauren Bacall, Ingrid Bergman, Jacqueline Bisset, Colin Blakely, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York.

Em 2001, ‘Assassinato no Expresso Oriente’ chegou a virar telefilme, estrelado por Alfred Molina e Leslie Caron.

Chocante

(Chocante)

 

Elenco:

Bruno Mazzeo
Lucio Mauro Filho
Bruno Garcia
Marcus Majella
Pedro Neschling
Tony Ramos

Direção: Johnny Araujo e Gustavo Bonafé

Gênero: Comédia

Duração: 88 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Eles fizeram sucesso quando a música estourava em todas as rádios. Mas com o fim da boyband Chocante, seus integrantes tomaram rumos diferentes. Vinte anos depois, os rapazes se reúnem de forma inesperada. Desse reencontro, surge a ideia da antiga banda se juntar novamente e reviver a amizade entre eles e as glórias do passado. Ninguém pediu, mas eles voltaram!

Curiosidades: 

» Com elenco principal formado por Bruno Mazzeo, Lucio Mauro Filho, Bruno Garcia, Marcus Majella e Pedro Neschling, e participação de Tony Ramos, o filme leva a uma viagem do início dos anos 90.

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

‘Círculo de Fogo: A Revolta’ ganha primeiro teaser e belíssimas imagens; Confira!

A Universal Pictures liberou o primeiro teaser de ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ (Pacific Rim: Uprising), com os personagens de John Boyega e Scott Eastwood

Com produção de Guillermo del Toro, o longa é sequência de Círculo de Fogo, filme de 2013, que arrecadou mais de R$ 14 milhões em bilheteria e levou mais de 1 milhão de pessoas aos cinemas no Brasil.

Dirigida por Steven S. DeKnight, a aventura épica ainda traz Jing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day no elenco e tem estreia prevista para 22 de março de 2018 em circuito nacional.

Confira, com fotos:

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

 

 

 

“Só fiz Blade Runner 2049 porque Ridley Scott me deu sua benção”, diz Denis Villeneuve

O CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o diretor Denis Villeneuve durante a CinemaCon, em março, e ele falou sobre seu novo projeto: ‘Blade Runner 2049‘.

“Só fiz Blade Runner 2049 porque Ridley Scott me deu sua benção, senão jamais teria feito”, diz Denis Villeneuve

Blade Runner 2049‘ estreia hoje no Brasil!

Assista:

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife

Trinta anos após os eventos do primeiro filme, um novo Blade Runner, o agente K da Polícia de Los Angeles, descobre um segredo há muito enterrado que tem o potencial de mergulhar no caos o que resta da sociedade. A descoberta de K o leva a uma investigação para encontrar Rick Deckard, um ex-policial Blade Runner que está desaparecido há três décadas.

‘Stranger Things 2’: Primeiro clipe traz o vilão Michael Myers!

Stranger Things ganhou seu primeiro clipe que traz as crianças pedindo “gostosuras ou travessuras” no Halloween, quando eles encontram o vilão Michael Myers!

Confira:

 

Estamos em 1984 e os cidadãos de Hawkins, Indiana, ainda estão se recuperando dos horrores do Demogorgon e dos segredos do Laboratório de Hawkins. Will Byers foi resgatado do Mundo Invertido, mas uma entidade maior e mais sinistra ainda ameaça os que sobreviveram. Will continua estranho. Sua mãe faz de tudo para que as coisas voltem ao normal e até começa a namorar um antigo colega de classe.

A 2ª Temporada de Stranger Things estreia todos os episódios no dia 27 de outubro exclusivamente na Netflix. Fique ligado para novidades.

Assista ao trailer da 2ª Temporada de Stranger Things

 

 

Netflix cancela painel de ‘O Justiceiro’ na NYCC após massacre em Las Vegas

Levando em conta que a Netflix iria divulgar trailers e vários vídeos de ‘O Justiceiro‘, série sobre um personagem de HQ que tem as armas como principal “poder”, a apresentação desse material realmente não iria vir em um bom momento.

Com isso, a Netflix e a organização da Nova York Comic-Con cancelaram o painel da série, que estava agendado para este sábado.

Por conta do massacre em Las Vegas, a plataforma achou por bem cancelar a exibição desses materiais para que não haja uma ideia de que a Netflix é conivente com a atual polêmica sobre o porte de arma de civis nos Estados Unidos.

Começam as filmagens dos novos episódios de ‘Krypton’

Com o piloto aprovado pelo canal Syfy, as filmagens de ‘Kryton’ foram iniciadas. As gravações vão incluir as gravações de toda a primeira temporada, que contará com 13 episódios.

A história é um prequel para a conhecida história de origem do ‘Superman‘.

A confirmação das gravações veio de Cam Welsh, produtor do TV Show.

 

A criação é de David Goyer (‘O Homem de Aço’).

A atração vai ser ambientada anos antes do surgimento do super-herói, quando o lar de Kal-El era oprimido e condenado ao ostracismo.

A trama acompanhará os esforços do avô do Superman em trazer esperança e igualdade para Krypton, um planeta em desordem e indigno de dar luz ao maior herói já conhecido.

Ian Goldberg (‘Once Upon a Time’, ‘FlashForward’) escreveu o episódio piloto e também assina a produção executiva ao lado de Goyer.

 

Morte de [SPOILER] em ‘Star Wars’ gerou grande discussão interna na Disney

[SPOILER]

 

Um dos momentos de maior impacto em ‘Star Wars: O Despertar da Força’ foi a morte de Han Solo e em uma entrevista recente, o presidente da Disney Studios, Bob Iger, revelou quem foram os responsáveis de decidir o destino final de um dos personagens mais amados da saga.

Conversando com a revista Vanity Fair, o empresário revelou que Kathleen Kennedy e J.J. Abrams tomaram as rédeas da situação, embora ele tivesse oferecido algum suporte.

Segundo ele, vários aspectos foram levados em consideração antes do veredito final:

“Você precisa considerar seu legado, pois ele é uma figura que merece respeito e de fato existe essa expectativa por parte da audiência. Além disso, inovar é preciso. E na verdade, nós tivemos uma situação particular com Han Solo. Ele é um personagem muito amado, o que nos fez questionar: será que ele deveria morrer mesmo ou não? E ao final de toda essa reflexão, a decisão ficou a cargo de Kathy Kennedy e J.J. Abrams, comigo também envolvido”.

Iger também falou sobre a responsabilidade que esta posição trouxe sobre ele, considerando que tudo que envolve os universos cinematográficos da Disney sempre traz consigo uma leva colossal de fãs:

“Isso teve um peso sobre mim, no sentido de que estava diante de uma responsabilidade distinta e eu pensei muito sobre o assunto. ‘Star Wars’, Marvel e Disney trazem consigo grupos de fãs que são realmente apaixonados e levam a ferro e fogo absolutamente tudo que envolve as narrativas que desenvolvemos. Nós pensamos muito neles antes de tomar essas decisões”.

 

Star Wars: Os Últimos Jedi‘ será a sequência de ‘O Despertar da Força‘ e conta com  Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife

Villeneuve, para, que tá chato!

Quando Blade Runner – O Caçador de Androides foi lançado nos cinemas em 1982, sua recepção foi no mínimo fria por parte do público e também dos críticos, que não entenderam na época sua importância e influência para o gênero. De fato, Blade Runner ainda hoje surge como caso de estudo, mostrando o quão importantes são as bem vindas revisões de obras cinematográficas, para filmes em questão e também para os próprios avaliadores. É o olhar fora de seu tempo.

Blade Runner então era redescoberto alguns anos depois de seu lançamento, como se todos tivessem perdido o trem e deixado passar uma pérola de forma despercebida. Este era apenas o terceiro trabalho como diretor para o cinema de Ridley Scott, que meio por acaso escrevia seu nome na história como representante de um gênero que mudava com os novos tempos: a ficção científica. O trabalho anterior do cineasta havia sido Alien – O Oitavo Passageiro (1979), ao lado de Blade Runner formando uma dobradinha de duas das ficções mais significativas e ditadoras de tendência da história do cinema.

Pulamos para 2017, num tempo em que os blockbusters são produções enlatadas, vendidas para as massas através de uma fórmula da qual dificilmente querem se ver livre. Numa época em que muito já foi tentado – pensem só, são mais 35 anos de centenas de filmes lançados por ano – e pouquíssimo nos surpreende como novidade, seja narrativa, seja de roteiro ou estética (o visual). Neste cenário, chega a aguardadíssima sequência de um longa que justamente ajudou a revolucionar a forma como histórias são contadas no cinema – já imaginaram um noir de detetives, passado no futuro, com narração em off, robôs, carros voadores, e a maior das questões de todos os tempos: o que é ser humano? Sim, pois é.

É claro, Blade Runner é baseado no conto do papa da ficção científica Philip K. Dick, com roteiro adaptado por Hampton Fancher e David Webb Peoples (Os 12 Macacos). Para esta continuação, apenas Fancher retorna com um novo argumento e assinando o roteiro, que teve parceria do novato Michael Green (Logan). Para a dificílima tarefa de voltar ao universo da Los Angeles futurística – que se tornou sinônimo de direção de arte inovadora – de replicantes e seus caçadores, entra em cena um dos contadores de histórias mais talentosos da atualidade, o franco-canadense Denis Villeneuve. O diretor é daqueles que gosta de desafios, criando obras bem diferentes uma da outra e passeando por variados gêneros nos quais imprime sua pegada. Não poderia haver escolha mais satisfatória para não deixar Blade Runner  se tornar uma obra fácil e de consumo rápido.

Da equipe original, além do roteirista Fancher, apenas Ridley Scott na produção e alguns rostos bem conhecidos no elenco. A direção de arte de Lawrence G. Paull, por exemplo, foi substituída pela de Dennis Gassner, que cria uma Los Angeles ainda mais sombria, igualmente chuvosa, mas demonstra que nesses quase 40 anos, a Terra, como era de se esperar, sofre de superpopulação. Percebemos através de algumas tomadas que uma grande área da cidade se tornou uma gigantesca favela, com um amontoado de pequenas casas, todas no mesmo plano. Até a residência do protagonista, o agente K (Ryan Gosling), é similar a um conjunto habitacional, onde os vizinhos não são os mais amistosos.

A fotografia de Jordan Cronenweth, falecido em 1996, dá lugar para a de Roger Deakins, considerado um dos melhores fotógrafos do cinema atualmente e dono de 13 indicações (incluindo Sicario: Terra de Ninguém), mas que ainda, injustamente, não possui uma estatueta do Oscar em casa. Quem sabe Blade Runner 2049 faça jus a este profissional. Basta dizer que o trabalho de Deakins no longa é bom neste nível. São inúmeras sequências de tirar o fôlego, que só não sobressaem ao filme em si, pela mão forte na condução de Villeneuve. Já a inesquecível trilha de Vangelis no filme original é homenageada na medida certa pela dupla Hans Zimmer (que não esquece seus esporros histriônicos) e Benjamin Wallfisch.

Na trama, Ryan Gosling interpreta o agente K. Ele é um Blade Runner, oficial designado a encontrar e eliminar replicantes infratores, ou seja, seres artificiais que não possuem autorização para fazer ou viver da forma que estão. Logo na cena de abertura, o oficial irá confrontar o personagem do grandalhão Dave Bautista, o Drax de Guardiões da Galáxia. Nesta única cena em que aparece, Bautista será essencial e dará o primeiro passo do grande enigma a ser desvendado ao longo de quase 3 horas de projeção (o original tinha 2 horas) – sim, você leu certo!

A esta altura é válido dizer que Blade Runner 2049 não é um blockbuster comum, não é puro escapismo, não é puro entretenimento. Se sua intenção for se distrair, não ter muito em que pensar e quiser apenas esquecer os problemas num filme pipoca de rápido consumo e descarte, procure em outras bandas, o novo Blade Runner não é o filme para você. Esta é uma obra contemplativa, de ritmo deliberadamente lento, que não faz uso de nenhuma grande cena memorável de ação. Blade Runner segue sendo um filme de questões, de mais perguntas do que respostas e de imersão, na qual nos pegaremos pensando dias após o término da exibição.

Existe muito a ser descortinado ainda, mesmo depois da primeira visita. Humildemente, reconheço que precisarei pensar bastante no que assisti hoje para tentar fazer jus, este texto com certeza não fará. Ao mesmo tempo, já posso adiantar que há muito não assistia a uma superprodução tão minuciosa e, por que não, sofisticada, quanto o novo Blade Runner. As comparações com Mad Max: Estrada da Fúria (2015) são justas, no sentido de que ambas são blockbusters fora de seu tempo, presos a uma época em que cinema era arte bem cuidada e o entretenimento vinha depois. Hoje é o inverso, e filmes como estes causam estranheza, e o pior, comparações e desmerecimento com superproduções ordinárias.

A verdade é que eu poderia falar o dia todo sobre o novo Blade Runner, mas preciso ir direto ao ponto. Ryan Gosling se sai bem como o protagonista, no entanto, não é dono do melhor personagem ou cria empatia suficiente. Ao contrário do Deckard de Harrison Ford no filme original, o K de Gosling nos faz assistir a esta trama de fora. Sim, Harrison entra em cena, mas aos, digamos, 30 minutos do segundo tempo, dando uma guinada inclusive no estilo de filme e em seu teor, algo mais caloroso e emocional, em contraponto com a atmosfera quase gelada que era apresentada.

Jared Leto vive o enigmático criador dos seres sintéticos, aparece somente em duas cenas, e assim como o próprio ator / músico seu personagem não faz muito sentido. Quem rouba muito dos momentos são as fortes personagens femininas da trama. A cubana Ana de Armas é Joi, um ser mais artificial ainda que os replicantes, criando uma dinâmica triangular interessantíssima sobre níveis de realismo e virtualidade. A graciosa Mackenzie Davis (de San Junipero, o melhor episódio da fantástica Black Mirror) tem menos tempo em cena do que gostaríamos, mas entrega um dos momentos mais criativos e inovadores em uma ficção científica recheada deles. Por fim, o verdadeiro achado do novo Blade Runner, a holandesa Sylvia Hoeks, que vive Luv, a personagem mais interessante adicionada na nova história – dona de inúmeros subtextos e questões a serem adereçadas – e que surge como subversão de Rachael, a personagem de Sean Young no filme de 1982, parte intrínseca do novo igualmente.

Blade Runner 2049 pode ser chamado de um filme com uma trama simples e linear, mas lembrando que o original resumia-se ao oficial Deckard (Ford) encontrar e eliminar replicantes renegados, que tinham Roy Batty (Rutger Hauer) como líder. Seu diferencial estava nas entrelinhas, no forte teor filosófico e existencialista nos quais suas cenas eram criadas. O mesmo ocorre na nova versão, que vai além e apresenta um mistério que é um verdadeiro “tiro” no quesito “apresentar algo nunca anteriormente visto”. E para quem reclama do cinema Hollywoodiano explicado e mastigado para o público, quero ver saber lidar com 2049, e seu enigma não solucionado. Durma com esse barulho e muito cuidado com o que desejam.

Crítica | Pica-Pau: O Filme – Você sabe, é para criança

Versão bem diluída do desenho

Criado por Walter Lantz ainda na década de 1940, o Pica-Pau (Woody Woodpecker – ou Woody, o Pica-Pau) é parte dos mais icônicos personagens da animação, verdadeiros titãs que permeiam o imaginário coletivo há quase um século. Para termos uma ideia, o carismático e encrenqueiro pássaro permanece lado a lado com as criações de Walt Disney (Mickey, Pato Donald e cia) e os Looney Tunes (Pernalonga, Patolino e cia) da Warner.

O Pica-Pau fez suas primeiras aparições nas telonas, em curtas antes das atrações principais. Com o surgimento da TV na década de 1950, o personagem viria a migrar (com o perdão do trocadilho) ganhando seu próprio programa em 1957. Agora, muitas décadas depois de sua criação, ele finalmente ganha seu próprio filme, em versão live-action (com atores reais), trazido pela Universal, estúdio retentor dos direitos.

Quem já assistiu aos trailers e as prévias pôde perceber que algo soa estranho, como se não fosse verdadeiramente uma produção mainstream, mas algo como um filme B, produzido para o mercado de home vídeo (sem rostos conhecidos). O que ocorre é que o lançamento visa o mercado brasileiro, onde a popularidade do personagem é alta. Justamente por isso, temos no elenco a presença de nossa conterrânea Thaila Ayala – com menos tempo em cena do que aparentam as prévias.

A trama é bem simples e bobinha. Mostra um advogado (Timothy Omundson) que, ao ser demitido, segue para construir uma mansão na propriedade da família. O problema é que as terras ficam no meio de uma floresta, habitada pela personagem título, e ele fará da vida do sujeito um verdadeiro inferno. Acompanhando o protagonista estão sua namorada bibelô (Ayala) e o filho adolescente (Graham Verchere), com quem não possui muita intimidade.

Existem muitos problemas com esta versão de Pica-Pau. Para começar, seria uma justificativa fácil e uma ótima saída argumentar que esta é uma produção mirada ao público infantil. Bom, depois de perceber o que a Disney, a Pixar e outros estúdios têm feito com suas obras miradas às crianças, esta defesa vai por água abaixo. Filmes infantis podem sim desafiar seu público-alvo, tratando-os de forma inteligente. Seguindo este pensamento, Pica-Pau termina recomendado apenas para crianças, digamos, de até 8 anos de idade, já que consiste de ataques, pancadas, choques e piadas escatológicas em sua maior parte.

Fora isso, a animação em si, que cria o personagem, parece inconsistente. Tudo bem que o desejo era confeccionar algo que remetesse ao desenho, ou seja, nada de uma versão realista de um pica-pau de verdade. A pegada aqui era por algo mais Uma Cilada para Roger Rabbit (1988). A diferença é que estas “regras” são pré-estabelecidas lá, e aqui apenas o pica-pau é cartunesco. Ok, estou sendo um velho chato, então vamos passar para a próxima. A animação em si deixa levemente a desejar. O design do pássaro amalucado é legal, e até bem feitinho, mas em determinados momentos dá para sentir que o virtual não casa com o real. Em uma sequência quando o menino vai alimentar a criatura fictícia, a comida erra sua boca. Mais uma vez, são pequenos detalhes, mas importantes o suficiente para adereçar o fato de que a produção não está a par com o que é criado atualmente no gênero.

Por fim, o item nostalgia. Pica-Pau: O filme deveria se comunicar de forma equilibrada com as crianças de hoje, assim como quem foi criança na época em que o desenho estava no ápice de sua popularidade. Bem, é seguro dizer que isso não acontece. Não temos nenhuma mostra dos trechos inesquecíveis para toda uma geração: nada das cataratas com as capas de chuva amarelas (que inclusive fizeram parte da ótima campanha de divulgação do longa), nada de “lá vamos nós” com a bruxa, ou do crocodilo que só pensava em cozinhar a ave. Zeca Urubu? Nem sinal. O que ganhamos em troca é uma trama genérica, envolvendo humanos aborrecidos e mais caricatos que o desenho em si.

 

Ipanema (?) é destruída em comercial de ‘Tempestade: Planeta em Fúria’

A Warner Bros. divulgou um comercial legendado de ‘Tempestade: Planeta em Fúria’ , que mostra em seus minutos finais uma praia do Rio de Janeiro sendo destruída.

Confira:

Em ‘Tempestade: Planeta em Fúria‘, um criador de satélites (Gerard Butler) precisa trabalhar em parceria com seu irmão para salvar o planeta de uma tempestade de proporções épicas.

O elenco conta com Gerard Butler, Abbie Cornish, Ed Harris, Jim Sturgess e Andy Garcia.

Dean Devlin, produtor de ‘Independence Day‘, dirige a produção.

Tempestade: Planeta em Fúria‘ estreia no Brasil dia 19 de Outubro.

‘A Grande Jogada’: Jessica Chastain já é aposta certa no Oscar; Assista ao trailer!

Jessica Chastain protagoniza o novo trailer de ‘A Grande Jogada‘ (Molly’s Game), filme que marca a estreia de Aaron Sorkin na direção.

Idris Elba, Kevin Costner e Michael Cera também fazem parte do elenco.

Confira, com o cartaz nacional:

A produção é baseada no livro de memórias de Molly Bloom, uma garçonete que ficou conhecida como a “Princesa do Poker“. Ela relata os bastidores dos jogos de pôquer organizados para estrelas de Hollywood e milionários de Wall Street, até o momento em que começou a ser investigada pelo FBI com alegações de organização de eventos ilegais e envolvimento com a máfia russa.

Com distribuição Diamond Films, ‘A Grande Jogada‘ tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros no início de 2018.

Churchill

(Churchill)

 

Elenco:

Brian Cox
Miranda Richardson
John Slattery

Direção: Jonathan Teplitzky

Gênero: Drama, Cinebiografia

Duração: 105 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 5 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Junho de 1944: As forças Aliadas estão organizando um enorme exército no sul da Grã-Bretanha, com o intuito de recuperar o território europeu ocupado pelos nazistas. Apenas um homem se encontra em seu caminho: Winston Churchill (Brian Cox). Por detrás da figura icônica e dos discursos inspiradores, está um homem que já enfrentou a humilhação política, o fracasso militar e até um problema na fala. Impulsivo, por vezes ameaçador, e obcecado com o seu legado para a história, Churchill teme repetir o mesmo erro que, em 1915, levou ao massacre de centenas de milhares de soldados em Galípoli.

 

Curiosidades: 

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Cartazes: 

Rock’n Roll – Por Trás da Fama

(Rock’n Roll)

 

Elenco:

Marion Cotillard
Guillaume Canet
Philippe Lefebvre

Direção: Guillaume Canet

Gênero: Comédia

Duração: 123 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 5 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Guillaume Canet, 43 anos é realizado na vida e tem tudo para ser feliz… Numa filmagem, uma linda atriz de 20 anos vai cortar seu entusiasmo ao dizer a ele que não é mais tão « Rock », que inclusive, nunca foi e, para acabar de vez com ele, que caiu muito na “lista” dos atores mais desejados… Sua vida familiar com Marion, seu filho, sua casa de campo, seus cavalos, seus cabelos, dão a ele uma imagem cafona e que não é mais exatamente sexy… Guillaume entende que é urgente mudar tudo. E ele resolve ir longe, bem longe, sob o olhar estupefato e impotente de quem o cerca.

 

Curiosidades: 

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Cartazes: