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Dicas de filmes clássicos dos anos 2000 para ver com a molecada na Netflix

White race car with red stripe speeds through an ornate arcade, blurred motion with colorful cars in the background.

Os anos 2000 foram uma época muito específica no cinema infantil, em que projetos bastante diferentes do convencional foram aprovados, rendendo longas criativos, esteticamente interessantes e únicos.

Pensando nisso, o CinePOP indicou cinco filmes divertidíssimos que sintetizam bem essa década para você assistir com a molecada na Netflix. Confira!

Scooby-Doo: O Filme

Lançada em 2002, a primeira adaptação em live-action da turma da Mistério S.A. foi um misto de aventura e suspense escrita por James Gunn. Cheio de piadas de duplo sentido, o filme foi uma grande subversão da inocência da animação, criando um clássico muito a frente de seu tempo, que encantou a molecada, divertiu os adolescentes e irritou profundamente os críticos da época. Na trama, a turma se desfez e seguiu caminhos diferentes. Porém, um mistério envolvendo um parque de diversões em uma ilha do caribe vai reuni-los novamente, quando uma suspeita de que um ritual vodu possa estar ligado às mudanças de comportamento de jovens do mundo inteiro. A Netflix também conta com a sequência, Scooby-Doo 2: Monstros à Solta, no catálogo. Apesar de manter a essência de humor mais sacana, a sequência é bem mais próxima do espírito da animação original. São dois filmes divertidíssimos.

Speed Racer

Adaptação do anime clássico de corridas, Speed Racer é um dos filmes mais injustiçados dos anos 2000. Dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa trata as corridas como arte e o amor pelo esporte como uma ferramenta pura, capaz de exterminar com a corrupção e o capitalismo na categoria do automobilismo. Tudo isso com corridas iradas, ataques da máfia e ninjas circulando a história. A trama acompanha o jovem Speed, um garoto idealista que é apaixonado por corridas. Após um trauma na família, ele consegue realizar o sonho de ser um piloto de T-180, a principal categoria de automobilismo desse mundo. Porém, sua direção perfeita começa a atrair olhares de uma grande corporação que constrói os melhores carros e monopoliza o campeonato mundial. Eles tentam comprar Speed, que recusa a proposta e começa a experimentar a sujeira dos bastidores. Com as corridas compradas, ele vai fazer de tudo para tentar desmascarar a farsa dessa grande empresa, nem que para isso ele precise combater todo o grid do esporte que ele aprendeu a amar.

Looney Tunes: De Volta à Ação

Depois de atazanarem Michael Jordan, os Looney Tunes vão atrás de Brendan Fraser para uma nova aventura lunática. A trama gira em torno do Patolino, que cansou de ficar à sombra do Pernalonga, e foi reclamar com os superiores. Demitido, ele acaba encontrando o dublê do Brendan Fraser, que sonha em ser um ator de verdade, como o pai dele, que se consagrou em uma das maiores franquias de espionagem da história de Hollywood. Só que eles acabam descobrindo que o trabalho do pai do rapaz não era apenas interpretar um espião: ele era um agente secreto de verdade que acabou entrando no caminho da maior empresa desse mundo, a Acme. Ele foi sequestrado pela Acme, que procura o lendário Macaco Azul, uma joia mística lendária. Agora, Patolino e o dublê vão investigar esse desparecimento do pai, enquanto o Pernalonga tenta convencer o amigo a voltar para a Warner.

A Creche do Papai

Talvez um dos filmes mais inocentes da carreira de Eddie Murphy, A Creche do Papai acompanha dois publicitários do ramo dos cereais que são demitidos em um momento muito complicado de suas vidas. Com o mercado extremamente fechado, eles penam para conseguir novos empregos, enquanto as contas não param de chegar. Paralelamente a isso, eles começam a perceber que é muito complicado encontrar creches de qualidade e com preços justos para seus pimpolhos. Diante dessa oportunidade de mercado, eles decidem unir trabalho à vida pessoal, abrindo uma creche em casa. Agora, eles dois ex-engravatados vão aprender a lidar com crianças pré-escolares, enquanto enfrentam a concorrência desleal de um instituto de excelência que trata os pequenos como robozinhos. É uma aventura cheia de comédia que consegue divertir de formas surpreendentes.

Madagascar

Falar de filmes para crianças nos anos 2000 e não mencionar nenhuma animação seria um crime imperdoável. A década marcou uma queda sem precedentes na Disney, que viu a Pixar e a DreamWorks explodirem em nível de popularidade, enfileirando clássico atrás de clássico. Escolher um filme que sintetize essa década é complicado, mas escolhemos Madagascar pela mistura de criatividade e um humor mais ousado, que conseguia fazer rir tanto crianças quanto adultos, por meio de personagens carismáticos e referências a filmes adultos. A trama dessa viagem louca pela África acompanha os animais do zoológico de Nova York. Alex, o leão, é o grande astro do local e ama o zoo. Já Marty, a zebra, sonha em conhecer a natureza. Após um incidente hilário, a opinião pública faz com que o zoológico mande os animais de volta para a África, onde vão viver em uma reserva ambiental. Porém, um acidente marítimo leva os bichos para a ilha africana de Madagascar, onde vão encontrar apenas lêmures sem noção que estão com sua curtição ameaçada pelas terríveis fossas. É comédia e aventura para ninguém botar defeito.

Dicas de filmes e séries | Novidades SENSACIONAIS para curtir nos streamings

Cartoon golf-cart scene with a blue-striped driver and a cat passenger celebrating, drinks in hand, speeding along a sunny course.

Maio entrou na reta final com uma série de novidades chegando aos catálogos dos principais streamings disponíveis no Brasil. Nas dicas deste fim de semana, o CinePOP selecionou cinco produções novinhas que acabaram de chegar ao Disney+, Amazon Prime Video ou HBO Max.

Como de costume, indicamos opções para diferentes faixas etárias. Confira!

Apenas Um Show: As Fitas Perdidas

Nove anos após sua estreia arrebatadora no Cartoon Network, Apenas Um Show retorna com uma nova temporada para abordar as aventuras lunáticas de Mordecai, Rigby e os outros funcionários do parque. O show é composto por episódios “perdidos” ou que acabaram não entrando nas temporadas da série original e trazem o time todo de volta. A primeira temporada já está disponível com 22 episódios novinhos em folha, com mais uma temporada confirmada pelo estúdio. Talvez algumas vozes brasileiras causem estranhamento, mas isso se deve a uma série de perdas de alguns dos dubladores originais, que faleceram ou estão em más condições de saúde.

Onde assistir: HBO Max

Terrifier 3

Estritamente proibido para menores de 18 anos, o terceiro capítulo da franquia de terror mais gráfica e violenta da atualidade chegou ao catálogo do HBO Max. O filme “de natal” do palhaço assassino inescrupuloso mostra Art decidindo variar seu expediente de trabalho. Depois de aterrorizar dois Halloweens, ele parte para atacar no natal. Ressuscitado por uma entidade demoníaca, ele vai atrás das sobreviventes de sua última chacina, enquanto constrói sua história de “amor”, por assim dizer, com direito a mortes de crianças, ataque do Papai Noel no shopping, interrupção de coito adolescente e tudo mais.

Onde assistir: Amazon Prime Video e HBO Max

Eddington

Último filme do diretor Ari Aster (Hereditário e Midsommar), Eddington acabou não tendo tanto destaque na mídia brasileira por ter vazado na internet meses antes da estreia oficial por aqui. O filme é um tipo de pesadelo moderno com muito humor politicamente incorreto. A trama se passa em uma cidade do Novo México, em que o xerife é um conservador turrão, enquanto o prefeito é um sem noção que venderia a própria mãe para continuar no poder e começa sua campanha para a reeleição. O que poderia ser um confronto de autoridades comum acaba ganhando um cenário extremamente complexo: o início da pandemia de Coronavírus.

Onde assistir: Amazon Prime Video

O Justiceiro: Uma Última Morte

A Marvel lançou um especial de aproximadamente 50 minutos para dar uma atualizada no Justiceiro, moldando o personagem para sua nova participação no MCU, que acontecerá ainda este ano, no próximo filme do Homem-Aranha. A trama é simples, mas bem executada, e coloca o anti-herói no rastro final de sua vingança. Ele vai atrás de quem matou sua família para cortar o mal pela raiz. Porém, no caminho, ele conhece uma garotinha que vai despertar uma versão mais piedosa – ou quase – de Frank, já que ela o faz lembrar de sua própria filha. Esse formato de “especiais” da Marvel vem rendendo alguns conteúdos bem interessantes e poderia ser melhor aproveitado pelo estúdio.

Onde assistir: Disney+

Isso Ainda Está de Pé?

A Searchight Pictures aproveitou o ambiente das comédias stand-up para construir um drama sobre as dificuldades do divórcio. A trama acompanha um casal que ficou casado por anos. Durante esse tempo dividindo a vida, a relação foi se desgastando até ficar insustentável. Eles optam por um divórcio amigável, mas logo descobrem que essa vida pós-casamento não é das mais fáceis, já que eles também são pais. Solteiro pela primeira vez em muitos anos, o rapaz entra numa crise da meia idade terrível e decide se arriscar no mundo do stand up, enquanto a moça reflete sobre tudo que teve de abrir mão na vida para sustentar esse casamento, mostrando as dificuldades de compreender as diferentes formas de amor na vida.

Onde assistir: Disney+

Crítica | Vênus Elétrica — Comédia de farsa abre o Festival de Cannes com graça e leveza [Cannes 2026]

Vênus Elétrica (La Vénus Électrique) segue quase à risca a tradição recente dos filmes de abertura do Festival de Cannes: obras leves, elegantes e apaixonadas pela própria cultura francesa. Se no ano passado tivemos uma comédia musical, Partir um Dia agora o festival abriu suas portas para uma comédia romântica ambientada na Paris dos anos 1920, mergulhando naquele imaginário boêmio, artístico e circense que o cinema francês adora revisitar. O diretor Pierre Salvadori utiliza bem o fascínio dessa época. O bairro Montmartre ainda aparece menos urbanizado, os circos itinerantes funcionam como pequenas comunidades marginais e a arte surge como um espaço simultaneamente de encanto e sobrevivência.

No centro dessa história está Suzanne (Anaïs Demoustier), uma jovem vendida pelo próprio pai para trabalhar no circo. Seu papel é justamente aquele que dá nome ao filme: a “Vênus Elétrica”, atração em que homens recebem descargas elétricas enquanto a beijam. Existe algo de melancólico por trás da comicidade da ideia, porque Suzanne transforma o próprio corpo em espetáculo enquanto é muito pouco recompensada por isso. 

Os roteiristas, no entanto, nunca pesam excessivamente a mão nesse drama. O roteiro prefere trabalhar a partir da delicadeza da farsa, usando o humor e a sedução para construir a trajetória da personagem, que encontra em meio à precariedade uma chance inesperada de reinventar a própria vida.

Essa oportunidade surge quando Antoine Balestro (Pio Marmaï) entra bêbado no trailer da médium do circo pedindo para contactar Irène. Ele oferece dinheiro suficiente para que Suzanne aceite a situação. Observando como a falsa médium costuma conduzir suas sessões, ela improvisa uma narrativa sentimental, e Antoine acredita ter reencontrado sua amada. 

Bastante consciente de que essa mentira possui prazo de validade, o filme nos envolve pelo tom cômico, pois a farsa inevitavelmente irá desmoronar. Como nas boas comédias shakespearianas, o prazer não está no segredo em si, e sim em acompanhar as emoções e os mal-entendidos que nascem dele.

Com uma história leve e previsível, é o elenco que faz toda a diferença. Pio Marmaï entrega um Antoine simultaneamente ridículo, melancólico e profundamente apaixonante. Existe algo de tragicômico nesse pintor decadente tentando reencontrar inspiração através de um fantasma amoroso. Já Gilles Lellouche, como Armand, adiciona ao filme uma energia quase farsesca, funcionando como alguém que manipula os acontecimentos porque também precisa que Antoine volte a pintar. 

Por sua vez, Anaïs Demoustier se entrega completamente a Suzanne, especialmente nos momentos em que a personagem precisa inventar palavras bonitas para sustentar uma mentira que começa, aos poucos, a se tornar emocionalmente verdadeira.

A narrativa ganha ainda mais força quando Suzanne encontra o diário de Irène (Vimala Pons). É nesse ponto que o filme deixa de ser apenas uma comédia de enganos para abrir uma segunda camada narrativa, revelando como Irène conheceu Antoine e como o relacionamento entre eles foi construído muito mais sobre projeções do que sobre realidade. O longa passa então a brincar constantemente com a ideia de imaginação romântica: personagens apaixonados não apenas por pessoas, mas pelas histórias que criam sobre elas. Há algo envolvente na maneira como Suzanne lê aquele diário quase como quem acompanha uma telenovela, reagindo às descobertas ao lado de sua companheira de quarto Camille (Madeleine Baudot) em cenas deliciosamente engraçadas.

Outro acerto de Vênus Elétrica é  a reconstrução daquela Paris dos anos 1920. Tudo parece mais intenso, mais inocente e mais escandaloso. Um beijo ainda carrega peso simbólico, um romance pode nascer apenas de um olhar e até a ideia de um artista vivendo de sua pintura parece plausível. Existe uma sequência particularmente engraçada envolvendo Antoine e Armand, em que, durante um momento-chave de revelação, um dos personagens encontra-se em uma posição vexatória, é impossível ser imparcial a esta provocação.

Como toda comédia romântica, a obra se apoia nos erros, mal entendido e enganos, culminando na revelação da verdade. Assim, a farsa desmorona, os sentimentos vêm à tona e os personagens precisam lidar com as consequências de suas invenções. O longa deixa claro que a mentira nunca foi apenas manipulação. Ela funcionava como um disfarce para desejos reprimidos, medos e carências emocionais. Quanto mais Suzanne tentava fugir de si mesma através daquela encenação, mais acabava revelando quem realmente era e o que mais desejava. Vênus Elétrica possui seu próprio encanto, não por reinventar a fórmula da comédia romântica, mas por lembrar como o cinema pode ser sedutor quando acredita na sua própria fantasia.

Crítica | Tove Lo abre nova era com a vibrante melancolia musical de “I’m Your Girl, Right?”

Portrait of a person with slicked-back hair and heavy smoky eye makeup, wearing a black leather jacket in a dark studio.

A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas narrativas que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração.

De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há treze anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que inclui os ótimos ‘Lady Wood’ e ‘Sunshine Kitty’. Em 2022, a artista lançou seu último compilado de originais até agora, ‘Dirt Femme’, apostando em construções de dance-pop que se mantiveram fiéis à identidade explorada desde seu surgimento na indústria. Quatro anos mais tarde, Tove Lo caminha para um de seus projetos mais ambiciosos com ‘Estrus’, que será lançado nas principais plataformas de streaming em 18 de setembro.

Recentemente, a cantora e compositora nos ofereceu o primeiro gostinho de seu sexto compilado de originais com o lead single “I’m Your Girl, Right?”, que inclusive veio acompanhado de um ótimo videoclipe oficial. Aqui, é notável como a performer volta a explorar os estilos que já explorou diversas vezes, mas apostando fichas em uma investida testamentária, por assim dizer, de tudo o que vem entregando em sua expressiva discografia. Não é surpresa, pois, que tenhamos o encontro entre o EDM e do pop alternativo com pulsões sintetizadas e quase robóticas do house e do Eurodance, explodindo em um encontro de gerações e de décadas cujo único pecado é durar menos de três minutos.

A questão “testamentária” da faixa vem de diversas maneiras, desde a temática romântica que Tove Lo esquadrinhou em outras incursões, até a composição hedonista e pronta para as pistas de dança. A artista, dessa forma, aposta fichas em um escapismo sonoro que nos arremessa de volta para os anos 80 e 90, exaltando o cenário da música eletrônica que nomes como Denniz Pop e Frank Farian ajudaram a modelar e a popularizar na Europa, exportando arquétipos que, como bem podemos ver no lead single, permanecem vivos na memória de gerações de artistas contemporâneos.

Responsável também pela produção ao lado de Ludvig Söderberg e A Strut, toda a atmosfera da track é pautada no encontro entre felicidade e angústia, culminando em uma melancolia propositalmente anacrônica que coloca o eu-lírico sob holofotes vibrantes e frenéticos, extensões do uso agressivo de sintetizadores e de ecoantes instrumentos que incluem a bateria e a guitarra, à medida que procura se libertar em meio à incerteza. E, em meio a tantas camadas que Tove Lo nos convida a conhecer, é notável como ela se prepara para uma de suas eras mais ambiciosas – e que tem tudo para ser um grande sucesso.

Quando ESTREIA ‘Avatar 4’ e ‘Avatar 5’ e qual vai ser a história?

O futuro da franquia bilionária Avatar caminha para uma fase de reestruturação técnica. O cineasta James Cameron comentou recentemente sobre os planos para o desenvolvimento deAvatar 4’ eAvatar 5/.

Depois de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, a franquia criada por Cameron entra em uma nova fase que promete ampliar ainda mais o universo de Pandora — tanto em escala quanto em ambição narrativa. Com o terceiro filme aprofundando conflitos internos entre os próprios Na’vi, o futuro da saga já começa a se desenhar, com datas de estreia definidas e pistas claras sobre os rumos da história.

Avatar 4‘ está previsto para chegar aos cinemas em 21 de dezembro de 2029. James Cameron já indicou que esse capítulo trará mudanças estruturais na narrativa, incluindo possíveis saltos temporais e maior protagonismo da nova geração — especialmente os filhos de Jake Sully e Neytiri. A ideia é mostrar como Pandora evolui com o passar dos anos e como as consequências das guerras anteriores moldam um mundo em transformação.

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Já ‘Avatar 5‘, com estreia programada para 19 de dezembro de 2031, deve funcionar como o grande encerramento da saga principal. Cameron revelou em entrevistas que esse último filme pode levar a história para além de Pandora, mostrando o contato direto dos Na’vi com a Terra. Caso isso se confirme, a franquia deixará de ser apenas uma defesa de um mundo alienígena ameaçado para se tornar um confronto direto entre civilizações, com questões ambientais, políticas e culturais ainda mais evidentes.

Após o desempenho comercial deAvatar: Fogo e Cinzas’ ter ficado abaixo das projeções da indústria, Cameron pretende fazer filmes mais baratos.

De acordo com o ComicBookMovie, Cameron revelou que o foco atual da produção está na busca por maior eficiência financeira:

“Você sabe, vou fazer algumas roteirizações. Tenho vários projetos que estou desenvolvendo. ‘Avatar 4’ e ‘5’ ainda estão no horizonte. Vamos analisar algumas novas tecnologias para tentar fazê-los de maneira mais eficiente. Porque eles são absurdamente caros e levam muito tempo”, afirmou.

Alinhado com as novas diretrizes da Disney para a marca, o diretor estabeleceu uma meta ousada para os bastidores das sequências:

“Quero fazê-los na metade do tempo por dois terços do custo. Essa é minha meta. E isso vai levar cerca de um ano para descobrirmos como fazer”, acrescentou.

Embora tenha arrecadado sólidos US$ 1,4 bilhão mundialmente, Avatar: Fogo e Cinzas’ quebrou a sequência histórica de recordes estabelecida pelo primeiro filme (US$ 2,9 bilhões) e porAvatar: O Caminho da Água’ (US$ 2,3 bilhões). Considerando que o terceiro capítulo custou expressivos US$ 350 milhões em produção e mais US$ 150 milhões em campanhas de marketing, o resultado foi encarado com cautela pelos executivos.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: James Cameron revela como foi gravado o polêmico beijo entre Kiri e Spider

Avatar: Fogo e Cinzas’, o terceiro capítulo da popular franquia sci-fi de James Cameron, já tem data de estreia no streaming. O longa-metragem vencedor do Oscar chegará ao catálogo do Disney+ no dia 24 de junho.

Veja o anúncio:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘Velozes e Furiosos 11’: Saiba quando o filme FINAL da saga chega aos cinemas

Velozes e Furiosos 11, filme que encerrará a épica franquia estrelada por Vin Diesel, já tem previsão para chegar aos cinemas.

O filme está previsto para o dia 17 de março de 2028. Michael Lesslie será o roteirista. Ele foi o roteirista de ‘Truque de Mestre: O 3° Ato’.

De acordo com a Variety, Lesslie está reescrevendo um roteiro anteriormente desenvolvido por Aaron Rabin e Zach Dean. O roteirista é conhecido por ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Passaros e Serpentes’.

Além do filme, a NBCUniversal confirmou que pelo menos uma série live-action baseada na popular franquia de ação ‘Velozes e Furiosos’ está em desenvolvimento.

Segundo o astro e produtor executivo da saga multibilionária Vin Diesel, que eternizou o papel de Dominic Toretto nas telonas, o universo será expandido em nada menos que quatro séries – mas nem todas podem ser aprovadas.

Há rumores de que esses roteiristas estão trabalhando em diferentes projetos para o Peacock, todos provenientes do estúdio irmão Universal Television. No entanto, não haverá uma fase de seleção prévia, e o plano é que o serviço de streaming avalie cada série antes de tomar uma decisão se vai aprovar a série ou não. Isso pode significar que a plataforma encomendará uma ou todas as quatro séries, caso goste dos projetos.

É algo semelhante à abordagem da HBO para os spin-offs de ‘Game of Thrones‘, que resultaram em séries como ‘A Casa do Dragão‘ e ‘A Knight of the Seven Kingdoms‘.

Não há detalhes sobre as quatro séries, mas é evidente que todas existem no universo da franquia de ação, que inclui corridas de rua, assaltos, espionagem e até mesmo aventuras espaciais.

Porém, isso significa que o canal pode aprovar de uma às quatro séries, ou nenhuma delas, caso não gostar do material.

Diesel será o produtor executivo da adaptação para série principal. O episódio piloto será escrito por Mike Daniels. Os dois já trabalharam juntos na série ‘Shades of Blue’, da NBC.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

‘Obsessão’: Terror recebe ÓTIMA avaliação do público no CinemaScore

Woman with black hair, blood smeared on the left side of her face and chest, smiling in a dimly lit room.

O terror ‘Obsessão‘ (Obsession) já está em exibição nos cinemas e recebeu uma avaliação ÓTIMA do público norte-americano no CinemaScore.

O filme recebeu nota A-, o que é um marco para um filme de terror Rated-R.

Confira:

O CinePOP conversou com o diretor Curry Barker – a nova aposta para o gênero.

O diretor, que vai comandar o novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’, revelou quais foram as suas inspirações para o terror.

“‘O Homem Invisível’, ‘Hereditário’ e ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite’ são inspirações para mim. Se eu for cavar mais fundo, acho que quando eu era criança, ‘Invocação do Mal 2’ foi bem assustador. Agora estou só tentando lembrar de filmes mais recentes. Bem, Pearl também teve certa influência porque fala sobre obsessão em se tornar uma estrela. Então aquilo meio que virou a minha referência. E a Mia Goth… ela é fantástica. Eu adoro ela.”, afirmou Curry.

Confira a entrevista, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

Obsessão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.

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‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

‘Dark Horse’: Gravações da cinebiografia de Jair Bolsonaro são marcadas por DESAVENÇAS nos bastidores

As gravações deDark Horse, longa-metragem que se propõe a retratar a trajetória do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, foram marcadas por um clima de extrema tensão nos bastidores. O estopim dos conflitos residiu em uma severa polarização política dentro do próprio set: enquanto o roteirista Mário Frias e o diretor norte-americano Cyrus Nowrasteh são figuras alinhadas à extrema-direita, a maior parte da equipe técnica e de produção se identificava com posições de esquerda.

De acordo com uma reportagem publicada pelo jornal O Globo, as diretrizes ideológicas foram impostas logo no início dos trabalhos. A liderança do projeto determinou que os funcionários evitassem o uso de roupas de cor vermelha ou qualquer vestimenta que fizesse alusão a movimentos sociais, como o MST.

No entanto, à medida que as filmagens avançavam, os técnicos passaram a se incomodar com os adereços da própria chefia, que frequentemente exibia bonés e roupas com a bandeira dos Estados Unidos estampada junto a fuzis.

Um integrante da produção relatou o impasse ao jornal: “A gente concordava em não usar vermelho, mas pedimos que eles também não usassem aquilo”.

Os relatos apontam que muitos profissionais do setor audiovisual resistiram a aceitar o trabalho devido ao teor político da obra. A adesão de parte da equipe técnica teria ocorrido principalmente pela oferta de cachês significativamente acima da média praticada no mercado nacional.

O envolvimento no projeto, contudo, cobrou um preço profissional para alguns. Uma das participantes chegou a perder um contrato em outra produção após os novos contratantes descobrirem que ela integrava a equipe de Dark Horse. Um colega de set relembrou o episódio: “Ela chorou no set”.

‘Dark Horse’: Produtora da cinebiografia de Bolsonaro recebeu mais de R$ 100 milhões da Prefeitura de São Paulo

O ápice do antagonismo político entre a equipe e a direção do filme ocorreu no chamado “dia do rolo 100”. No jargão cinematográfico tradicional, celebra-se o momento em que as gravações atingem o centésimo rolo de película, uma convenção mantida na era digital para a marca de 100 cartões de memória preenchidos.

Embora o clima pesado desanimasse os técnicos para qualquer festividade, a chefia comprou garrafas de champanhe e insistiu em manter a comemoração. Por uma ironia do destino, o “rolo 100” foi alcançado exatamente no dia 22 de novembro de 2025, data em que foi efetuada a prisão de Jair Bolsonaro.

O resultado foi um cenário de reações opostas no set: a equipe técnica abriu as bebidas e celebrou de forma expansiva, utilizando a justificativa técnica da tradição do cinema, enquanto Mário Frias e o núcleo conservador da liderança lamentavam a notícia nos bastidores.

Sindicato apura denúncia de condições inadequadas no set de ‘Dark Horse’, cinebiografia de Bolsonaro

Outro ponto que chamou a atenção foi o orçamento do longa. A produção foi integralmente patrocinada pelo ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que posteriormente foi preso sob acusações de lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa, táticas de intimidação e coerção.

A reportagem destaca que o volume de capital disponível transformou o set de filmagens em uma estrutura raramente vista no Brasil. De acordo com a apuração da colunista Malu Gaspar, ao menos R$ 62 milhões de Vorcaro foram repassados para custear o longa.

O montante supera com folga o orçamento de grandes produções nacionais de prestígio internacional, como Ainda Estou Aqui’ (R$ 45 milhões) e O Agente Secreto’ (R$ 28 milhões). Um funcionário resumiu o fluxo financeiro: “Em Dark Horse, era dinheiro para todo lado”.

Graças ao grande orçamento  as filmagens se estenderam por cerca de dez semanas, um período considerado longo até mesmo para séries de TV com múltiplos episódios. Um profissional detalhou o ritmo lento e meticuloso dos trabalhos: “Tudo era filmado com calma, a gente filmava três páginas de roteiro por dia, quando o normal no cinema é cinco ou seis”.

A opulência técnica e estrutural do projeto chamou a atenção do setor:

  • Figuração massiva: Presença constante de 250 a 300 figurantes na maioria das diárias.
  • Equipamento de ponta: Utilização fixa de pelo menos três equipes de câmeras simultâneas (chegando a cinco em dias específicos), equipadas com maquinários sofisticados, incluindo gruas robóticas da marca Scorpio.
  • Logística de elenco: Os atores norte-americanos escalados para o projeto, como o protagonista Jim Caviezel e Esai Morales, dispunham de trailers de apoio individuais, cumprindo exigências estritas de seus sindicatos de origem.
  • Uso de Stand-ins: Contratação de profissionais com as mesmas características físicas dos astros internacionais apenas para servirem de modelo nos ensaios de iluminação e posicionamento de câmera enquanto os atores se preparavam, um recurso considerado de luxo nas produções filmadas em solo brasileiro.

Jair Bolsonaro, que presidiu o Brasil entre 2019 e 2023, cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão sob a acusação de liderar uma conspiração para impedir a posse de seu rival, Luiz Inácio Lula da Silva — acusações que são contestadas por seus aliados.

“Inspirado em fatos reais, Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro, um controverso outsider que ascende de obscuro capitão do Exército a favorito populista à presidência em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar uma tentativa mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e pela alma de uma nação”, diz a sinopse.

O lançamento global de ‘Dark Horse’ nos cinemas está previsto para o dia 11 de setembro de 2026.

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O longa é estrelado por Jim Caviezel (‘A Paixão de Cristo’), além de Esai Morales (‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘), Lynn Collins (‘John Carter – Entre Dois Mundos‘) e Felipe Folgosi.

Cyrus Nowrasteh assume a cadeira de direção. Mário Frias, Secretário Especial da Cultura durante a gestão Bolsonaro, ficou responsável pelo roteiro.

Mais informações não foram reveladas.

‘Magic’: Sam Raimi dirigirá nova adaptação do clássico terror psicológico estrelado por Anthony Hopkins

Two people stand close together in a dim room, wearing matching knotted-pattern sweaters, with the right figure a cracked-faced ventriloquist dummy.

O mestre do terror Sam Raimi está oficialmente de volta à cadeira de direção para comandar um projeto de peso. A Lionsgate confirmou que o cineasta será o responsável por comandar Magia Negra’ (Magic), uma adaptação cinematográfica contemporânea do aclamado terror psicológico escrito por William Goldman.

A obra original já havia sido levada aos cinemas em um clássico homônimo de 1978, dirigido por Richard Attenborough e imortalizado pela atuação visceral de Anthony Hopkins.

De acordo com o Deadline, Raimi, amplamente celebrado pela indústria como o criador da revolucionária franquiaA Morte do Demônio e diretor da icônica trilogia original do Homem-Aranha dos anos 2000, já estava anteriormente atrelado ao projeto apenas no papel de produtor.

No entanto, o cineasta decidiu assumir o controle criativo total da produção, que promete revitalizar o suspense psicológico para as novas gerações.

A trama original de Goldman acompanha a perturbadora história de um mágico e ventríloquo em ascensão que vê sua sanidade mental ruir. Ele passa a ser progressivamente manipulado e controlado por Fats, seu próprio boneco de ventriloquismo maligno. O conflito psicológico atinge o ápice justamente quando o protagonista tem a oportunidade de redescobrir a felicidade ao tentar reatar um antigo romance de juventude.

Na versão de 1978, a performance perturbadora e multifacetada de Anthony Hopkins foi amplamente ovacionada pela crítica especializada, sendo considerada até hoje o prelúdio perfeito para a intensidade dramática que, anos mais tarde, renderia ao ator o Oscar por seu papel como Hannibal Lecter em O Silêncio dos Inocentes (1991).

A produção de Magic reúne um time de veteranos do gênero sob o selo da Lionsgate. Roy Lee, um dos produtores mais influentes do terror moderno graças a sucessos como It: A Coisa’, assina a produção ao lado de Raimi. A equipe de produtores é completada por Chris Hammond e Tim Sullivan, que defendiam o desenvolvimento do projeto há anos em Hollywood, além de Zainab Azizi, representando a Raimi Productions.

No escopo executivo, o projeto conta com Nathan Kahane, Paul Fishkin e Andrew Childs.

O roteiro do longa-metragem está sendo desenvolvido pela dupla Mark Swift e Damian Shannon. O trabalho marca o reencontro dos roteiristas com Raimi e Azizi, após colaborarem recentemente no suspense Socorro!’, da 20th Century Studios. Pelo lado do estúdio, a supervisão geral do projeto está sob a responsabilidade de Meredith Wieck e Pavan Kalidindi.

Em comunicado oficial à imprensa, Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, celebrou o anúncio e destacou o entusiasmo do estúdio com a escolha do diretor:

“Sam é o diretor dos sonhos para este projeto, na verdade, sua entrada representa uma das combinações mais perfeitas entre diretor e material. O roteiro é fantástico e estamos muito animados para ver como a visão criativa de Sam levará o filme a outro nível”, afirmou.

‘A Odisseia’: Elon Musk volta a detonar Christopher Nolan por escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia

O bilionário Elon Musk intensificou sua campanha pública contra o próximo lançamento de Christopher Nolan, o épico históricoA Odisseia. Em uma série de publicações em sua rede social, o X, Musk afirmou que as diretrizes de diversidade da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas seriam as grandes responsáveis pelas escolhas de elenco do filme, que conta com um time de atores de diferentes origens.

“Quem exatamente foi o idiota que adicionou mentiras DEI [Diversidade, Equidade e Inclusão] aos critérios de elegibilidade do Oscar, em vez de simplesmente focar em fazer o melhor filme?”, questionou o empresário.

Os ataques ganharam força após Musk escrever na plataforma: “Chris Nolan profanou ‘A Odisseia’ para poder ser elegível ao Oscar.”

‘A Odisseia’: Christopher Nolan DEFENDE escalação de Travis Scott para o épico

A onda de postagens de Musk foi ampliada logo após Nolan confirmar oficialmente que a vencedora do Oscar Lupita Nyong’o interpretará papéis duplos no longa: Helena de Troia e sua irmã, Clitemnestra.

O dono do X endossou uma publicação do comentarista conservador Matt Walsh, que criticava severamente a escolha criativa:

“Nem uma pessoa no planeta realmente acha que Lupita Nyong’o é ‘a mulher mais bonita do mundo’. Mas Christopher Nolan sabe que seria chamado de racista se desse o papel da ‘mulher mais bonita’ para uma atriz branca. Nolan é tecnicamente talentoso, mas covarde”, escreveu.

Musk respondeu com um curto “Verdade”, alimentando a narrativa de que as decisões de elenco estariam ligadas apenas ao desejo de conquistar estatuetas. Além disso, o bilionário promoveu críticas à suposta escalação do ator Elliot Page no projeto, endossando postagens que ironizavam sua masculinidade.

Ao contrário do que sugerem as críticas nas redes sociais, as regras de inclusão da Academia para a categoria de Melhor Filme, anunciadas em 2020 e em vigor desde 2024, não obrigam a alteração racial de elencos.

Para que uma produção seja elegível, ela precisa cumprir apenas dois de quatro critérios estabelecidos. Essas metas podem ser atingidas de formas estritamente técnicas e de bastidores, sem qualquer interferência na tela.

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott.

‘A Odisseia’: Elon Musk DETONA Christopher Nolan por escalar Lupita Nyong’o como Helena de Troia

‘A Odisseia’: Christopher Nolan DEFENDE escalação de Travis Scott para o épico

O longa chega aos cinemas brasileiros em 16 de julho.

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A Odisseia – Filme | CinePOP

Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.

“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Matthew McConaughey relembra isolamento de 22 dias no Peru para escapar do peso da fama

matthew mcconaughey 10 goal
matthew mcconaughey 10 goal

O ator Matthew McConaughey revelou detalhes sobre um período crítico de sua trajetória, no qual decidiu se isolar no Peru por 22 dias. Vivendo como um completo anônimo e totalmente sem eletricidade, o astro tomou a medida drástica após se sentir sufocado pela repentina ascensão ao estrelato em Hollywood. Durante a experiência, ele adotou exclusivamente o nome “Mateo” como ferramenta para se desvincular de sua imagem pública.

De acordo com declarações publicadas pela Variety, McConaughey relembrou a necessidade de se reconectar com a própria realidade:

“Eu precisava colocar os pés no chão. Então eu simplesmente desliguei tudo. Boom. Fui para o Peru. Eu precisava me reencontrar, testar minha validação. Eu sabia que tinha isso dentro de mim, só precisava provar novamente. Mas comecei a questionar: agora que fiquei famoso, tenho toda essa associação com isso, aquilo e aquilo outro. E estou tentando descobrir o que é real e o que é besteira”, afirmou.

O ator relatou que os primeiros 12 dias da jornada foram “estranhos”, mas a segunda metade da viagem trouxe as respostas que ele buscava:

“Iá estava naquele lugar há tempo suficiente para pensar: ‘Eu poderia viver assim. Essa poderia ser minha existência.’ E assim que você pensa: ‘Eu consigo fazer isso’, percebe que pode voltar para casa”, acrescentou.

O desfecho do isolamento trouxe a validação pessoal de que o artista precisava para seguir em frente:

“Eu precisava conhecer pessoas que me conhecessem como Mateo. E, ao final dos 22 dias, as lágrimas nos olhos deles e nos meus, os abraços tristes e felizes de despedida, eram todos baseados no homem chamado Mateo, sem qualquer relação com a celebridade. Isso reafirmou minha própria identidade: ‘Ah, eu ainda tenho isso. Isso vem de mim'”, destacou.

Embora esse retiro andino tenha ocorrido nos primeiros anos de sua projeção na mídia, o incômodo com os rumos de sua carreira faria McConaughey tomar decisões severas novamente no futuro. Anos mais tarde, ele optou por se afastar de Los Angeles e se mudar com a família para o Texas, frustrado por se ver limitado pelo mercado a papéis em comédias românticas após o sucesso comercial de títulos como O Casamento dos Meus Sonhos e Como Perder um Homem em 10 Dias’.

Matthew McConaughey, astro de Interestelar, acredita que Oscar pode criar categorias voltadas à IA no futuro

Em entrevista concedida à revista Interview, o vencedor do Oscar porClube de Compras Dallas admitiu que romper com a indústria no auge foi uma escolha “assustadora”, a ponto de fazê-lo cogitar planos de transição profissional.

“Pensei: vou dar aulas no ensino médio. Talvez estudar para ser maestro. Talvez trabalhar como guia de vida selvagem”, afirmou na época.

O ponto de virada definitivo na percepção dos grandes estúdios sobre o seu posicionamento artístico ocorreu quando ele rejeitou uma proposta milionária para retornar ao gênero que o consagrou:

“Isso provavelmente foi visto como a atitude mais rebelde que tomei em Hollywood, porque realmente passou a mensagem: ‘Ele não está blefando'”, concluiu.

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Crítica | ‘Off Campus: Amores Improváveis’ – Nova série do Prime Video passa de ano com folga

Man gently cups a woman's ear as they lean in and gaze at each other in a tender, intimate moment.

Depois de muita espera e de deixar os fãs com a ansiedade lá no alto, enfim chegou a adaptação audiovisual do sucesso literário Off Campus, sequência de livros escrito pela canadense Elle Kennedy que conquistou o universo juvenil – e também adulto. Intitulada Off Campus: Amores Improváveis, essa primeira temporada, já com todos os episódios disponíveis no Prime Video, é baseada no primeiro livro, O Acordo, lançado 10 anos atrás no Brasil.

Se você leu os livros ou não, isso acaba não importando muito. A versão seriada, que chegou neste meio de maio ao poderoso streaming da Amazon, busca ambientar também os não leitores a esse universo que vem ganhando mais fãs pelo mundo, ano após ano.

Quem já sabe de cor as falar, conhece profundamente os personagens e guarda na memória as passagens importantes pode acabar se surpreendendo ao assistir a série, já que sabemos, em questões de adaptações, sempre existe uma modificação ou outra.

Young woman sits cross-legged on a cushioned bench, strumming an acoustic guitar with an open notebook nearby.

Trazendo os conflitos ligados aos mais diversos temas que podem envolver a juventude ainda imatura em lidar com os sentimentos, chegamos até histórias que se entrelaçam dentro de um grupo de amigos que estudam na mesma universidade, Briar.

Two young people on a bus smiling at each other and enjoying a conversation.

Nessa primeira jornada, o projeto foca seu olhar em Hannah (Ella Bright) e Garrett (Belmont Cameli). Ela é uma talentosa estudante de música; ele, o grande astro do time de hóquei. Dessa relação, que se inicia com uma situação inusitada – os dois fingem ser namorados para que Hannah tente fisgar o coração do músico Justin (Josh Heuston) – nasce um amor profundo, marcado por situações também ligadas a traumas do passado.

A couple kissing in a cozy indoor setting, with one hand gently cupping the other’s chin as they lean in. behind them are striped blinds and festive decorations.

Ao longo de oito episódios, com cerca de 50 minutos de duração, vamos percorrendo subtramas bem encaixadas, que aproximam os outros personagens da história central. Com destaque para uma outra relação, de Allie (Mika Abdalla) e Dean (Stephen Kalyn), que roubam a cena em muitos momentos, e a gangorra de amizade entre Garret e seu melhor amigo, Logan (Antonio Cipriano), vamos sendo envolvidos por histórias de uma juventude norte-americana, bastante abordada em outras obras, mas que aqui ganha acesso a camadas profundas, tendo a força em cena de carismáticos personagens.

Couple with the man’s arm around the woman, smiling at each other at an outdoor evening gathering with string lights in the background.

Se você está achando que tudo é superficial nessa trama, não se engane. Assuntos pesados contornam as linhas do roteiro: como assédio, a violência contra a mulher, maus-tratos no ambiente familiar, entre outras questões sociais. Algo que também chama a atenção é a forma como a sexualidade é abordada: de maneira leve sem deixar de ser intensa. Ao invés de sugerir, investe em uma abordagem caliente, que com certeza fez subir a classificação indicativa da obra.

Alguns episódios são bem interessantes, como o próprio piloto – fator fundamental para convencer o público a maratonar, principalmente quem nunca ouviu falar dos livros. Outros, porém, deixam um pouco a desejar, se tornando até certo ponto redundantes ou servindo de escada para uma resolução futura de certas situações.

Em resumo, Off Campus: Amores Improváveis passa de ano sem muitas dificuldades. Mesmo com uma questão ou outra que merece observação mais técnica quando pensamos em narrativa, convence – e isso é o que importa. A questão agora é saber como vão se desenrolar as adaptações dos outros livros e de que forma esse universo vai conseguir se manter vivo das páginas para as telas.

 

James Franco integra elenco de ‘John Rambo’, prelúdio focado na juventude do herói

O universo de uma das maiores franquias de ação do cinema continua a se expandir. O ator James Franco (‘127 Horas’ / ‘Homem-Aranha’) foi confirmado no elenco de John Rambo, aguardado prelúdio que explorará o passado do icônico personagem imortalizado por Sylvester Stallone.

De acordo com informações publicadas pela Variety, Franco terá uma participação menor no longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Noah Centineo, que assumirá o papel do jovem Rambo, e David Harbour, escalado para viver o icônico oficial comandante do protagonista.

A produção da Millennium Media (Os Mercenários) já encerrou oficialmente suas filmagens na Tailândia.

Sob o protagonismo de Noah Centineo, o novo filme servirá como uma história de origem definitiva. A trama acompanhará um John Rambo ainda jovem durante os horrores da Guerra do Vietnã, enfrentando os combates brutais na selva e os severos traumas psicológicos que moldariam a personalidade solitária e reclusa vista pelo público no clássico ‘Rambo: Programado para Matar’ (1982).

Outros nomes confirmados: Yao, Jason Tobin, Quincy Isaiah, Jefferson White e Tayme Thapthimthong.

A condução do longa promete entregar a violência visceral e o ritmo implacável que a marca exige. A direção de John Rambo fica a cargo do cineasta finlandês Jalmari Helander, que ganhou aclamação internacional recentemente pelo explosivo filme de ação histórico Sisu: Uma História de Determinação’.

O roteiro é assinado pela dupla Rory Haines e Sohrab Noshirvani (‘Adão Negro’).

Vale lembrar que a franquia ‘Rambo‘ já acumula cinco filmes e uma bilheteria mundial superior a US$ 800 milhões mundialmente. O capítulo mais recente, ‘Rambo: Até o Fim‘ (2019), arrecadou US$ 92 milhões nas bilheterias globais.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

James Cameron revela status de ‘Avatar 4’ e ‘Avatar 5’: “No horizonte”

O futuro da franquia bilionária Avatar caminha para uma fase de reestruturação técnica. O cineasta James Cameron comentou recentemente sobre os planos para o desenvolvimento deAvatar 4’ eAvatar 5’, sinalizando que os próximos capítulos passarão por uma severa revisão orçamental.

A estratégia surge logo após o desempenho comercial deAvatar: Fogo e Cinzas’ ter ficado abaixo das projeções da indústria.

De acordo com o ComicBookMovie, Cameron revelou que o foco atual da produção está na busca por maior eficiência financeira:

“Você sabe, vou fazer algumas roteirizações. Tenho vários projetos que estou desenvolvendo. ‘Avatar 4’ e ‘5’ ainda estão no horizonte. Vamos analisar algumas novas tecnologias para tentar fazê-los de maneira mais eficiente. Porque eles são absurdamente caros e levam muito tempo”, afirmou.

Alinhado com as novas diretrizes da Disney para a marca, o diretor estabeleceu uma meta ousada para os bastidores das sequências:

“Quero fazê-los na metade do tempo por dois terços do custo. Essa é minha meta. E isso vai levar cerca de um ano para descobrirmos como fazer”, acrescentou.

Embora tenha arrecadado sólidos US$ 1,4 bilhão mundialmente, Avatar: Fogo e Cinzas’ quebrou a sequência histórica de recordes estabelecida pelo primeiro filme (US$ 2,9 bilhões) e porAvatar: O Caminho da Água’ (US$ 2,3 bilhões). Considerando que o terceiro capítulo custou expressivos US$ 350 milhões em produção e mais US$ 150 milhões em campanhas de marketing, o resultado foi encarado com cautela pelos executivos.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: James Cameron revela como foi gravado o polêmico beijo entre Kiri e Spider

Avatar: Fogo e Cinzas’, o terceiro capítulo da popular franquia sci-fi de James Cameron, finalmente ganhou data de estreia no streaming.

O longa-metragem vencedor do Oscar chegará ao catálogo do Disney+ no dia 24 de junho.

Veja o anúncio:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘The Boys’: Novo cartaz antecipa batalha ÉPICA no episódio final da série; Confira!

the boys

O Prime Video divulgou um novo cartaz oficial de ‘The Boys’ em preparação para o aguardado lançamento do último episódio da 5ª temporada. A imagem promocional da aclamada sátira política foca no Capitão Pátria (Homelander) liderando seu exército de supersenhorificados enquanto sobrevoam a Casa Branca, sugerindo o estopim de um confronto histórico.

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A arte empolgou os fãs da franquia por remeter diretamente aos momentos decisivos das histórias em quadrinhos originais criadas por Garth Ennis e Darick Robertson. Na obra de origem, o arco final traz o Capitão Pátria invadindo a sede do governo americano para um confronto brutal contra as forças armadas e seus opositores. No entanto, diante dos rumos tomados pela narrativa na série de TV, um desfecho estritamente fiel aos quadrinhos parece cada vez mais distante da realidade adaptada por Eric Kripke.

O anúncio do encerramento acontece em meio a um clima de divisão entre o público. A quinta e última temporada vem sendo alvo de duras críticas por parte dos espectadores, que apontam um ritmo excessivamente lento e o uso de subtramas consideradas fillers (conteúdos que não movem a história principal).

Essa desaceleração gerou preocupação na comunidade de fãs, que agora questionam como o roteiro conseguirá amarrar a enorme quantidade de pontas soltas e arcos em aberto em apenas um episódio. O capítulo final, que promete definir o destino da guerra entre o grupo de Billy Butcher e o império da Vought, chega ao catálogo do streaming nos próximos dias.

Com o series finale agendado para a próxima semana, o showrunner Eric Kripke enfrenta o desafio de encerrar a jornada dos protagonistas e integrar de forma coesa o elenco deGen V, após o cancelamento do derivado. Em resposta às críticas sobre o ritmo mais lento, Kripke defendeu sua visão criativa:

“Nada do que acontece nos episódios finais importa se você não desenvolver os personagens”, comentou o produtor. “Tenho visto muita insatisfação online, para dizer o mínimo. E eu penso: ‘O que vocês esperam? Uma gigantesca cena de batalha em todos os episódios?’”

Kripke foi enfático ao citar limitações logísticas e narrativas: “Primeiro: eu não tenho orçamento para isso. Segundo: seria algo vazio e sem graça, apenas figuras se movendo sem qualquer importância dramática”.

O produtor também admitiu a ansiedade que envolve o encerramento de um fenômeno cultural. Para ele, o último episódio é o que define o lugar de uma série na história: “O que mais me deixa ansioso sobre a temporada final é realmente conseguir pousar o avião. É muito difícil fazer um final. Os fãs vão julgar retroativamente toda a série com base no que acharem do encerramento. Se errarmos, certamente dirão: ‘Talvez essa série nunca tenha sido tão boa quanto pensávamos.’ É quase como tentar garantir o legado da obra através do final”.

‘The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Tony Leung revela que Marvel rejeitou suas ideias para cenas de ação em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’

O aclamado ator Tony Leung, que deu vida ao implacável vilão Wenwu (o verdadeiro Mandarim) em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, revelou bastidores complexos sobre sua experiência no Universo Cinematográfico Marvel (MCU). O astro expressou sua frustração ao ter ideias conceituais para o personagem rejeitadas pelo diretor Destin Daniel Cretton, destacando o tom rígido das grandes produções de Hollywood.

De acordo com declarações publicadas pelo portal ComicBookMovie, Leung explicou que a escala do projeto limitava o espaço para a liberdade artística no set:

“A produção era muito maior do que tudo o que eu já tinha experimentado antes, e as pessoas eram muito profissionais. Precisávamos terminar tudo no horário todos os dias. É muito eficiente, mas você não pode improvisar. Não pode mudar nem uma palavra”, afirmou.

A principal divergência criativa entre o ator e o cineasta envolveu a concepção das habilidades de combate do personagem, uma entidade milenar dentro da mitologia da Marvel. Leung propôs uma abordagem mais realista e evolutiva para as coreografias, mas esbarrou no direcionamento tradicional do estúdio:

“No começo, eu discuti com o diretor: ‘Se esse cara vem de mil anos atrás, o jeito dele lutar deveria ser uma combinação de todas as artes marciais, como o MMA hoje em dia, porque ele viveu durante todo esse tempo.’ E o diretor disse não. Eu perguntei: ‘Por quê? Por que apenas um kung fu típico dos anos 70?’ E ele respondeu: ‘Isso é Marvel.’ Então eu disse: ‘Ok’, e não discuti mais”, acrescentou.

Apesar das restrições físicas nas cenas de ação, o ator encontrou espaço para explorar as camadas psicológicas do antagonista. Ao ser questionado sobre o aspecto trágico e essencialmente “romântico” que os fãs enxergaram em Wenwu, Leung relembrou um diálogo marcante com Cretton que definiu a dinâmica familiar no longa:

“Lembro que um dia o diretor me perguntou de repente, enquanto eu passava por ele: ‘Você ama seus filhos?’ Eu respondi: ‘Sim, mas não sei como’. Então essa é a relação entre mim e meus filhos no filme. Porque eu estava imerso na morte da minha esposa”, destacou.

O astro concluiu analisando a motivação central que guiou sua performance e que humanizou o personagem perante o público: “Eu não me importava com mais nada. Talvez seja isso que traz o lado romântico do personagem. Ele está sempre vivendo no passado”.

‘Vingadores’: Shang-Chi teria papal central em ‘A Dinastia Kang’, revela rumor

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, está disponível no Disney Plus.

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Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Shang-Chi é o filho do líder de uma organização criminosa poderosa. O rapaz foi criado desde criança para ser um guerreiro, mas decidiu abandonar esse caminho e fugiu para viver uma vida pacífica. Porém, tudo isso muda quando ele é atacado por um grupo de assassinos e se vê forçado a enfrentar seu passado.

Simu Liu, Awkwafina, Meng’er Zhang, Fala Chen, Florian Munteanu, Benedict Wong e Michelle Yeoh estrelam.

10 pequenos grandes filmes que merecem ser descobertos

Group of musicians playing instruments in a stylized collage, including violin and saxophone, with a smiling woman in the background.

Reza a lenda que nos pequenos frascos estão os melhores perfumes. E, quando pensamos em cinema, essa frase se mostra verdadeira: em poucos minutos, são o suficiente para alguns filmes conquistarem nossas reflexões e, em alguns casos, jogar sentimentos na tela que logo viram lições. Se você está procurando algo para assistir pelos streamings, dê uma chance a esses pequenos grandes filmes que merecem ser descobertos:

 

Arame Farpado (Globoplay – Canal Brasil)

Uma família leva uma vida simples no interior de São Paulo, batalhando diariamente pelo sustento. Tudo muda quando os dois filhos mais novos provocam um acidente em uma área isolada, obrigando a irmã mais velha a conduzir a vítima até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima. Já à noite, ao chegar ao local, através de um silêncio ensurdecedor em muitos momentos, começam a revelar, pouco a pouco, os conflitos internos que marcam essa família.

 

A Última Loja de Consertos (Disney Plus)

Esse sensacional e emocionante documentário nos leva até a história de artesões que fazem parte de um grupo que conserta instrumentos musicais danificados de forma gratuita e devolvem aos seus donos.

 

Amarela (Globoplay)

No dia 12 de julho de 1998, a equipe masculina de Futebol Brasileira enfrentou a França na final da Copa do Mundo. Para Erika, uma adolescente nipo-brasileira, esse dia se torna marcante ao despertar conflitos emocionais profundos.

 

A Única Mulher na Orquestra (Netflix)

Nesse belíssimo curta-documental acompanha a história da contrabaixista Orin O’Brien, uma experiente musicista que foi primeira mulher da Filarmônica de Nova York.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (Netflix)

Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas pelos streamings!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança.

 

Ro & the Stardust (Netflix)

No ano de 2040, em um planeta chamado Ecnue, habitado por humanos, Aurora ajuda sua avó a realizar seu sonho: construir um foguete.

 

Quartos Vazios (Netflix)

Trazendo outros olhares para a dor imensurável das tragédias em escolas que atingiram famílias em todo os Estados Unidos, o curta-metragem documental Quartos Vazios é um belíssimo e comovente filme, construído em meio a uma importante reportagem. Dirigido por Joshua Seftel, o projeto indicado ao Oscar 2026 parte do concreto de um registro: dos desabafos de um experiente profissional da comunicação, da emoção dos pais e de imagens que falam por si só.

Crítica | ‘Quartos Vazios’ – Indicado ao Oscar traduz dor imensurável

 

Os Cantores (Netflix)

Inspirado em um conto do século XIX do romancista e poeta russo Ivan Turgeniev, nesse curta-metragem acompanhamos parte de uma noite em um bar isolado, próximo a uma linha de trem, durante uma forte nevasca. Ali dentro, homens despejam suas mágoas com o presente e o sofrimento de memórias doloridas. Entre uma cerveja e outra, um deles lança um desafio inusitado: descobrir qual deles canta melhor. Revelações não faltam nos acontecimentos que se seguem.

Crítica | ‘Os Cantores’ – O impactante curta indicado ao Oscar 2026 que dilacera a solidão

 

O Diabo não tem Descanso (HBO MAX)

Este potente documentário acompanha um dia na vida da chefe de segurança de uma clínica de aborto, que enfrenta diariamente decisões dolorosas e a pressão de manifestantes incansáveis.

 

Dois Estranhos (Netflix)

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Carter (Joey Bada$$), em um dia de grande alegria por ter conhecido um provável futuro amor, Perri (Zaria). Ele está voltando para casa e, ainda na calçada, em frente ao prédio onde estava, é abordado de maneira abrupta e desleal pelo policial branco, Merk (Andrew Howard). Em fração de segundos, sua vida corre sérios riscos. Acontece que um loop infinito é ativado (volta sempre ao mesmo dia e momento da tragédia) e agora o protagonista precisa encontrar alguma maneira de ter um final diferente para essa história. Mas será que existe?

 

‘The Outsider’: Wagner Moura produzirá e fará participação em cinebiografia da ativista suíço-brasileira Claudia Andujar

A impactante trajetória da fotógrafa e ativista suíço-brasileira Claudia Andujar será o tema central deThe Outsider (A Estrangeira). O longa-metragem nacional marcará a estreia da cineasta Sandra Delgado na direção de projetos de ficção em longa-metragem. A produção ganha ainda mais relevância nos bastidores com o envolvimento de Wagner Moura, que além de assinar a produção executiva do filme, fará uma participação especial no elenco.

De acordo com a Variety, The Outsider acompanhará a jornada de Andujar desde sua sobrevivência ao Holocausto até seu trabalho histórico na fotografia e no ativismo, utilizando sua arte como uma ferramenta de luta pelos direitos humanos e pela sustentabilidade.

Grande parte de sua obra foi dedicada às populações vulneráveis no Brasil, sendo fundamental para impulsionar a demarcação de terras indígenas e viabilizar campanhas de vacinação na região amazônica. Atualmente, suas imagens integram os acervos permanentes do Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, e da Tate, no Reino Unido, além de contar com uma galeria inteiramente dedicada à sua produção no Instituto Inhotim.

A diretora Sandra Delgado, reconhecida por projetos como ‘Maria: A Lenda Fora da Lei’, também tem formação em fotografia e dedica mais de duas décadas ao estudo minucioso da obra de Andujar. Para garantir o rigor histórico de sua estreia na ficção, a cineasta desenvolve o roteiro ao lado de dois consultores fundamentais:

  • Carlo Zacquini: Missionário italiano e amigo próximo de Andujar, que colaborou diretamente com ela em campanhas contra a violência sofrida pelo povo Yanomami;
  • Ana Maria Machado: Renomada antropóloga brasileira, cuja pesquisa foi essencial para conectar a cultura e a língua Yanomami ao projeto cinematográfico.

Falando sobre sua inspiração para o projeto, Delgado afirmou que o principal motor foi o “afeto” por Andujar e “uma profunda admiração por sua obra”.

A diretora complementou suas intenções com o longa: “Minha esperança é que este filme apresente ao público a trajetória de vida, arte e ativismo de Claudia Andujar, ao mesmo tempo em que oferece um olhar crítico sobre as consequências devastadoras do desenvolvimento predatório no Brasil”.

A diretora criativa da Maria Farinha Filmes, Estela Renner, endossou o entusiasmo com o projeto, afirmando que a equipe ficou impressionada com a forma como “as palavras de Sandra Delgado ecoam a qualidade transcendente da fotografia de Claudia”.

Comentando sobre o roteiro do novo longa, Wagner Moura afirmou que o texto foi “construído com raro cuidado, resultado de décadas de pesquisa sobre a trajetória de Claudia Andujar e sobre como sua arte contribuiu para a demarcação de terras indígenas”.

O ator e produtor celebrou o caráter social da obra: “O cinema que une uma figura poderosa a uma luta urgente é o tipo de cinema que mais me emociona. Essa é uma história urgente e infelizmente ainda muito atual. É um filme que mal posso esperar para assistir”.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Universal divulga performance icônica de Lady Gaga; Confira!

Performer wearing an ornate gold mask and black veil, singing into a headset mic on stage.

Atualmente em exibição nos cinemas, ‘O Diabo Veste Prada 2’, a aguardada sequência do clássico da cultura pop estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway, continua a dominar as conversas nas redes sociais. Um dos momentos de maior destaque do longa-metragem é a participação especial de Lady Gaga, e a Universal Pictures aproveitou o frisson para divulgar oficialmente a cena icônica da cantora na produção.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A veterana Meryl Streep, que retorna ao papel da lendária e implacável Miranda Priestly, revelou recentemente que foi a responsável direta por trazer Gaga para o projeto. Além de atuar em uma cena marcante, a cantora contribuiu ativamente para a identidade musical do filme.

Em entrevista ao portal Deadline, Streep detalhou como surgiu a ideia: “Deu muito certo. Estava no roteiro que haveria uma estrela pop cantando ao vivo em uma passarela em Milão. Teríamos um grande desfile lá. Eu pensei: por que não chamar a Gaga? Ela é incrível, ama moda e… eu tinha o número dela”.

A atriz vencedora do Oscar relembrou com carinho o telefonema descontraído que selou a parceria entre as duas artistas: “Eu liguei para ela. Amo essa garota, amo muito. Ela é super disposta. Ela simplesmente disse: ‘Sim’. Eu falei: ‘Mas eu nem te disse o que vou pedir’. E ela respondeu: ‘Qualquer coisa. O que você quiser?'”.

Streep não poupou elogios ao comprometimento e à versatilidade de Gaga, destacando que sua presença elevou o nível da produção: “Foi uma grande conquista para nós. Ficamos muito, muito empolgados, porque ela é espetacular. Ela escreveu três músicas para o filme. É uma ótima atriz, talvez até boa demais na cena que fiz com ela”.

‘O Diabo Veste Prada 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

O Diabo Veste Prada 2

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

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‘Transa’: Clássico álbum de Caetano Veloso gravado durante o exílio ganhará documentário

Older man with gray hair and glasses sitting on a couch, playing an acoustic guitar at home.

Uma das maiores obras-primas da música popular brasileira está prestes a ter seus bastidores revelados nas telas. O icônico álbum ‘Transa’, lançado por Caetano Veloso em 1972, será o tema central de um novo longa-metragem documental.

De acordo com informações publicadas pela Rolling Stone Brasil, o projeto será produzido por Paula Lavigne, empresária e esposa do músico baiano, e contará com a direção do renomado cineasta Renato Terra, amplamente conhecido por seu trabalho em documentários musicais aclamados, como ‘Uma Noite em 67’ e ‘Narciso em Férias’.

A produção adotará uma estrutura narrativa singular: utilizará as sete faixas que compõem o disco original como fio condutor para explorar a fundo a concepção do projeto. O documentário pretende registrar e analisar cronologicamente desde a dolorosa experiência do exílio político enfrentada por Caetano em Londres até o processo técnico de criação e o subsequente impacto do lançamento do disco no Brasil.

Para compreender a relevância de ‘Transa’, o filme resgatará o contexto histórico de sua criação. Gravado durante o período em que Caetano Veloso foi forçado a viver na capital britânica devido à ditadura militar no Brasil, o álbum tornou-se um reflexo direto dos sentimentos de saudade, isolamento e deslocamento geográfico do artista.

Musicalmente, a obra marcou época ao fundir a essência da MPB e do samba de roda com as vanguardas do rock e do ecossistema musical britânico do início dos anos 1970. Essa dualidade cultural manifestou-se inclusive na composição das letras, escritas de forma fluida tanto em português quanto em inglês.

Até hoje celebrado por críticos e novas gerações de músicos como um dos discos mais influentes da história da música ocidental, “Transa” imortalizou composições que se tornaram hinos do repertório de Caetano, incluindo as bilíngues “You Don’t Know Me”, “Nine Out of Ten”, “It’s a Long Way” e a monumental releitura de Gregório de Mattos em “Triste Bahia”.

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