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Nova cena da cinebiografia do criador do ‘Ursinho Pooh’ é divulgada; Assista!

A cinebiografia do criador do icônico personagem ursinho Pooh, ‘Goodbye Christopher Robin’, teve uma de suas cenas divulgadas com exclusividade pelo site Empire.

Confira:

 

A produção, que não possui vínculo nenhum com a versão live action que será estrelada por Ewan McGregor, conta a história de A.A. Milne e sua conturbada vida familiar, principalmente pelo relacionamento difícil com seu filho, Christopher Robin.

Dirigido por Simon Curtis, o filme foi escrito por Frank Cottrell Boyce. Os protagonistas são Domhnall Gleeson, que será o artista A.A. Milne, Margot Robbie, que interpreta a esposa, Daphne Milne, e Will Tilston, que viverá o personagem homônimo, Christopher Robin.

O elenco também conta com Kelly Macdonald (Olive) e Phoebe Waller-Bridge (Mary Brown).

Ainda sem data definida, ‘Goodbye Christopher Robin’ chega aos cinemas no segundo semestre de 2017.

 

‘Cyrano The Moor’: David Oyelowo vai estrelar novo musical da Disney

O astro David Oyelowo vai protagonizar o mais novo projeto da Disney, intitulado ‘Cyrano The Moor‘. O musical está sendo desenvolvido pelo mesmo roteirista de ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘, Tarell Alvin McCraney.

Segundo o site Deadline, a produção trará fragmentos da peça de Edmond Rostand, escrita em 1897, que traz a história de um poeta que acaba ajudando um outro homem a conquistar a mulher que secretamente ama. A narrativa também mesclará elementos da tragédia de William Shakespeare, ‘Otelo‘, com os fatos sendo embasados na cidade de Bristol, no século XIX.

Leonardo DiCaprio vai estrelar biografia de Teddy Roosevelt, de Martin Scorsese

O astro Leonardo DiCaprio vai encarar mais uma cinebiografia. Desta vez ele viverá o presidente norte-americano Theodore Roosevelt, na nova produção de Martin Scorsese, intitulada ‘Roosevelt‘. A informação foi revelada pelo portal Variety.

Segundo a publicação, a Paramount Pictures estaria em negociações para desenvolver o projeto, que conta com DiCaprio e Jennifer Davisson como produtores – através da Appian Way, que pertence à dupla -, além de Scorsese e Emma Koskoff, pela Sikelia.

Com roteiro assinado por Scott Bloom, ‘Roosevelt‘ traçará uma linha do tempo sobre a vasta biografia do presidente, que iniciou sua carreira na Marinha, foi governador de Nova York e após o assassinato de William McKinley, assumiu a presidência dos Estados Unidos. Um dos atributos de maior destaque em sua carreira foi sua dedicação à conservação e preservação dos parques nacionais presentes no país.

Crítica | First They Killed My Father – Angelina Jolie, Netflix e o Camboja no Oscar

O silêncio eloquente 

Desde seu conhecido primeiro contato com o Camboja, ainda na época de filmagem para o longa Lara Croft: Tomb Raider,  lançado em 2001, Angelina Jolie estreita laços com o local que é um dos pontos principais dentro da carreira ativista que desenvolve. Soa natural e parece parte de um processo cuidadoso de amadurecimento que seu mais recente projeto narre uma história tão visceral passada no país.

First They Killed My Father é baseado no livro homônimo de memórias da autora e ativista cambojana Loung Ung, no qual narra o início do regime liderado pelo Khmer Vermelho, organização do partido comunista Kampuchea que se dá entre 1975 até 1979. O filme começa com uma breve contextualização do período político que proporciona as condições dos acontecimentos que se darão ao longo do obra por meio de imagens de arquivo, dispostas em uma montagem paralela apresentando a invasão americana e a insatisfação de seus soldados, bastante didática- porém prestativa- que é acompanhada pela insinuante música dos Rolling Stones,  Simpathy for the Devil.

Essa parcela inicial carregada por um apelo mais pop, ritmado e colorido serve enquanto contraponto ao que se segue e é bastante funcional dentro da lógica narrativa e em lhe conferir consistência política suficiente para o que se coloca em sua proposta. Rapidamente se torna notório que não há intenção de criar um dossiê sobre os fatos históricos, mas acompanhar o sensorial de sua protagonista Loung Ung (Sareum Srey Moch), o que se torna o maior trunfo da obra pois evidencia a impotência da população cercada por uma guerra aonde todos os lados dizem zelar por um bem maior sem isso de fato acontecer.

Todos os departamentos do longa se dedicam ao trabalho de transpor o universo dentro da perspectiva de sua protagonista, uma menina de cinco anos, que subitamente se vê em um prolongado turbilhão, no qual ela é arremessada e aos poucos perde tudo que lhe era referência. Para isso o roteiro, realizado pela própria Loung Ung em parceria com Angelina Jolie, enfatiza como era a vida da personagem – antes e durante o regime – , a inocência e sensações; há pouco diálogo e uma protagonista introspectiva. Esses elementos se tornam qualidades em diversos aspectos, principalmente no excelente trabalho da jovem atriz Sareum Srey Moch que é capaz de transmitir o desnorteamento, o medo e a fragilidade geralmente por meio de planos que valorizam seu olhar.

 

Outro valor que é ressaltado nessa construção mais sensorial é sua trilha, não só musical, criada por Marco Beltrami, mas uma elaborada mixagem que acentua as atmosferas e transições. Pontuado por trabalhos minuciosos dentro de sua camada estética, não é engano dizer que a diretora apresenta um enorme preparo e um desempenho muito superior se comparado aos seus trabalhos anteriores, apesar de ainda ceder a alguns planos menos articulados, como quando realiza mais de um plano zenital sem que aquilo se adeque dentro do conceito desenvolvido a partir do olhar da personagem.

Seu ritmo mais delongado cria um nível de suspensão eloquente em escoar as fantasias que se misturam com memórias de uma jovem que se vê obrigada a absorver violentamente mais do que poderia e deveria, contudo,  em seu final o filme abandona esse tempo fechando a narrativa em uma cena menos criativa e um tanto desnecessária, tendo em vista que é uma redundância diante o plano que a antecede.

Star Trek: Discovery | Primeiras Impressões da nova série Netflix

Por Gustavo Barreto

“Espaço. A fronteira final”. A famosa frase mencionada em áudio pelo capitão James Kirk (William Shatner) antes da intro de todos os episódios de Star Trek: a série clássica sempre representou a essência do que é Star Trek: exploração. Melhor dizendo, o ato de se desbravar o desconhecido oceano negro chamado universo. É com esse espírito que os explorados no século XVI se lançaram ao mar e também foi com ele que a Federação dos Planetas Unidos, no universo Star Trek, busca a integração de todas as raças da galáxia.

A linha narrativa da série sempre foi pautada na aventura, aonde a cada episódio a nave e a tripulação da vez (seja ela a USS Enterprise de Kirk ou a USS Voyager de Janet) descobriam um novo planeta, uma nova forma de vida, tinham problemas com o primeiro contato, resolviam a questão de maneira diplomática (ou não) e voltavam à exploração de novos sistemas.

Para um público moderno, já saturado com o modelo “caso da semana”, utilizar a estrutura de “planeta da semana” poderia ser uma ideia arriscada, tanto para o conforto do espectador quanto para o desenvolvimento do enredo, que poderia ser prejudicado pelo excesso de episódios. Entretanto, ainda na pré-produção, os produtores Bryan Fuller (Hannibal) e Alex Kurtzman (reboot de Star Trek nos cinemas) decidiram que seguiriam a proposta de narrativa criada por Gene Roddenberry ainda na série clássica dos anos 1960.

Os primeiros dois episódios apresentaram mais uma nova tripulação em uma nova nave, dessa vez batizada de USS Discovery. A protagonista é Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que tendo tido parte de sua educação em Vulcano, representa a exata combinação da impulsividade humana com a lógica dos vulcanos. Sua melhor amiga e tutora é a capitã Georgiou (Michelle Yeoh), a quem os anos de guerra acabaram por enraizar um espirito forte por soluções diplomáticas.

Apesar do enredo se passar dez anos antes da série clássica não há como não notar as semelhanças expostas nesses dois primeiros episódios. Dentre algumas estão o preconceito racial, muito abordado nas temporadas produzidas nos anos 1960 e aqui representado pela cultura da raça Klingon, aonde um Klingon branco é diminuído por outros e cuja a moral só é elevada ao ser visto como um igual por seu líder. Têm-se o fanatismo religioso exposto também na visão desse mesmo líder Klingon, de uma maneira que o espectador percebe que esse caminho leva apenas à morte e destruição.

Em apenas dois episódios iniciais, Star Trek: Discovery deu o tom de como será guiada essa primeira temporada. Honrando o espírito aventureiro e socialmente crítico idealizado por Roddenbery, a série põe na mesa figuras que ainda precisam de maior desenvolvimento, mas que já possuem presenças fortes por irem contra conceitos tradicionais na televisão. Os efeitos especiais e jogos de câmeras (com uso de fleurs na iluminação, takes da nave no espaço e zoons externos na mesma) também remetem à nova leva de filmes da franquia nos cinemas.

Com episódios a serem lançados semanalmente na Netflix, resta saber se a primeira temporada manterá esse caminho que, à primeira vista, é espetacular.

Crítica | Feito na América – Aviões, drogas e Tom Cruise

Top Drug – Ases Alucinados

Em 1986, Tom Cruise se tornava um astro quando Top Gun – Ases Indomáveis explodia nos cinemas, resultando num enorme sucesso. Depois do filme, Cruise conseguiu manter sua carreira e seu nome no topo do jogo por mais de três décadas. Fato realmente impressionante e conquistado por pouquíssimos num mercado tão competitivo quanto o de Hollywood.

De volta ao presente, Cruise, hoje com 55 anos, tenta novamente quebrar o molde do galã / herói de ação no qual sua imagem foi pautada por toda a carreira – salvo raras exceções. Feito na América é mais uma delas. No filme, o astro opta por um papel raro em sua filmografia, a de um sujeito incorreto, ambicioso e que surge como retrato da sujeira varrida para debaixo dos panos pelos EUA na década de 1970 e 1980.

Curiosamente, Cruise até altera seu personagem, mas não sua forma física ou tipo de interpretação. Poucos foram os filmes nos quais Cruise deixou sua caracterização ajudar na construção de personagem, vide Entrevista com o Vampiro (1994), Colateral (2004) e Trovão Tropical (2008). Este seria um filme que se beneficiaria por tal elemento.

Neste retrato de uma história real, Cruise vive Barry Seal, piloto de voos comerciais, pego por indiscrições (contrabando de pequenos produtos) pela CIA – personificada pelo onipresente Domhnall Gleeson (em cartaz nos cinemas com mãe!). No acordo, Seal ganha salário, avião próprio, mas precisa arriscar o pescoço em voos rasantes para tirar fotos de insurgentes na América Central, como só ele, piloto exímio que é, conseguiria. Diga se não é o Top Gun da meia idade.

Com uma reviravolta em cima da outra, Seal é descoberto pelo futuro cartel de Medelín e seus fundadores Pablo Escobar, Carlos Lehder e principalmente Jorge Ochoa – o rosto e contato de Seal – interpretado por Alejandro Edda, ótimo em cena, nos fazendo desejar que tivesse mais tempo em tela. E logo, está traficando enormes quantidades de cocaína pelo ar em seu avião bimotor. Algumas cenas que mostram o esquema de transporte, entrega e até uma aterrissagem “empoeirada” são alguns dos pontos altos do longa.

Nesse jogo triplo, ou quádruplo, Seal vai apostando como pode, e entre uma prisão aqui, uma escapada ali, e problemas com o cunhado, o protagonista vai lucrando tanto, ao ponto de não saber o que fazer com a grana. Seal, nas formas de Cruise, se transforma num anti-herói carismático e sorridente, capaz de levar na lábia a esposa (papel de Sarah Wright), autoridades e narcotraficantes facilmente. Mas ao longo desta jornada nem tudo será flores.

Feito na América (que antes levava o nome da cidade Mena, aonde se desenrola parte da ação) chega como mais um dos exemplares pegando carona na recém reformulada fama do maior narcotraficante da história, o colombiano Pablo Escobar. Da série Narcos, passando por documentários, até filmes como Escobar: Paraíso Perdido (2014), Conexão Escobar (2016) e o inédito Loving Pablo (2017), o criminoso está em alta de novo como tópico de produções que pretendem interpretar sua persona e conquistas. Aqui, ao contrário das demais, a escolha é por deixa-lo em segundo plano, abordando uma das tantas tramas que cercaram seu império.

Escrito por Gary Spinelli (estreando no mainstream) e dirigido por Doug Liman, Feito na América aborda um assunto dramático de forma muito bem humorada, apostando no timing cômico do astro Cruise, que funciona de forma cronometrada. Liman se consolida como um dos diretores não autorais mais competentes da Hollywood atual, entregando trabalhos sólidos consecutivos. O cineasta já havia trabalhado com Cruise na ficção bem sucedida No Limite do Amanhã (2014), cuja continuação já está em andamento (com ele e Cruise de novo a bordo) e este ano lançou há pouquíssimo tempo o eficiente Na Mira do Atirador.

Os dois filmes assinados por ele em 2017 demonstram sua versatilidade e abrangência ao criar obras de ritmo e teor distintos, atingindo o objetivo com louvor. É seguro dizer que Liman entrega aqui um Tom Cruise inédito, inconsequente, boca suja e levemente lascivo. Seu teor incorreto, porém, poderia ter sido mais caprichado – talvez Cruise esteja disposto a ir somente até aqui. Mesmo que Na Mira do Atirador ainda entregue uma obra mais comprometida e diversificada dentro de seu gênero, Feito na América é bom o bastante para uma recomendação. Este é o filme de Tom Cruise a ser visto em 2017, uma pena para o Dark Universe

Diretor de ‘Doutor Estranho’ começa a filmar o piloto de ‘Expresso do Amanhã’

Scott Derrickson, diretor de ‘Doutor Estranho‘, iniciou hoje as filmagens da série ‘Expresso do Amanhã‘, baseada no filme dirigido por Bong Joon-ho (‘O Hospedeiro’).

Jennifer Connelly protagoniza o TV Show.

O roteiro e a produção executiva serão de Josh Friedman, roteirista de ‘Avatar 4‘, de James Cameron.

Confira:

 

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Ron Howard divulga nova foto do set de ‘Han Solo’

O cineasta Ron Howard divulgou uma nova imagem direto do set de filmagens do spin-off ‘Han Solo‘.

Confira:

Na postagem, feita em sua conta do Twitter, ele faz uma referência ao artista conceitual Ralph McQuarrie, responsável por desenvolver o material da trilogia original de ‘Star Wars‘.

 

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo (ainda sem título oficial) tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

‘Blade Runner 2049’ – Primeiras Impressões são Extremamente Positivas!

Se você perguntar aos fãs de cinema qual filme eles mais esperam nesta segunda metade de 2017, ao menos um entre três dirá Blade Runner 2049, sequência do clássico cult de 1982, dirigido por Ridley Scott. Ao contrário do filme original, que foi desprezado por crítica e público em seu lançamento, vindo a ser apreciado somente anos depois, a continuação já chega com tudo.

Em suas primeiras exibições nos EUA, o filme já arranca elogios. Leia abaixo alguns dos principais, coletados no Twitter e no final, leia o que a crítica Ana Maria Bahiana tem a dizer também.

O crítico Jordan Hoffman disse: “Boas Notícias! Blade Runner 2049 é uma continuação ótima e uma expansão do original. Não esperava muito, e acabei amando. (Até Leto!)”

O crítico Simon Thompon disse: “Eu vi Blade Runner 2049. O visual é incrível, personagens e atuações são fortes, se mantém fiel ao original, mas existem falhas.”

Erik Davis, editor do site Fandango, disse: “Blade Runner 2049 é uma obra prima da ficção científica; o tipo de filme de gênero profundo que não vemos mais. Seu visual é de explodir a mente, absolutamente fantástico.

E o editor completa: “Eu acho este Blade Runner melhor que o original, o que prova que Denis Villeneuve é o diretor mais empolgante trabalhando atualmente.

Steven Weintraub, editor-chefe do Collider, disse: “Todos façam reverência a Denis Villeneuve. Ele fez o impossível e entregou um golaço com Blade Runner 2049. Eu amei.”

O editor do Collider completou: “Mesmo que você não tenha interesse no filme, a fotografia de tirar o fôlego de Roger Deakins vale o preço da entrada. Ele é um Deus.”

O escritor e cineasta Jesse Hawken disse: “Tudo que eu posso dizer sobre Blade Runner 2049 é… dê um Oscar para Roger Deakins agora! Visuais absolutamente impressionantes.”

O crítico William Bibbiani, do CraveOnline e What the Flick, disse: “Eu vi Blade Runner 2049 e é de TIRAR O FÔLEGO. É uma continuação impressionante, preservando mistérios, adicionando novos, expandindo o universo.”

A escritora Jenna Busch disse: “Blade Runner 2049 foi um dos filmes mais impressionantes (de explodir mentes) que eu já vi. É de tirar o fôlego e te transporta. Denis Villeneuve tem uma obra-prima.”

John Boyega no cartaz de ‘Círculo de Fogo 2’

John Boyega revelou o primeiro cartaz de ‘Círculo de Fogo 2′.

A estreia marcada para o dia 23 de março de 2018.

Confira:

‘Círculo de Fogo 2’: John Boyega aparece de Jaeger azul em novas fotos do set

Charlie Hunnam, que interpretou Raleigh Beckett no primeiro filme, desistiu da sequência por “conflitos de agenda”.

O elenco conta com Jing Tian (‘A Grande Muralha’),  John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’).

O diretor Guillermo del Toro retorna apenas como produtor, e a direção fica por conta de Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

O longa original foi sucesso absoluto nas bilheterias da China, e tendo em vista que eles são fascinados por robôs gigantes (vide ‘Transformers‘), o projeto poderá funcionar e muito por lá.

Círculo de Fogo teve bilheteria mundial de US$ 411 milhões, e mais de 1/4 dessa quantia veio da China, onde o filme faturou mais do que nos EUA. O orçamento foi de caros US$ 190 milhões.

‘Blade Runner 2049’ – David Bowie era a escolha do diretor para viver o vilão

Blade Runner 2049 é um dos filmes mais aguardados do ano, chegando agora na segunda metade de 2017. O filme fará sua estreia mundial no próximo fim de semana (no Brasil a estreia é no dia 5 de outubro). Um dos atrativos é o vilão Niander Wallace, personificado pelo vencedor do Oscar Jared Leto (Clube de Compras Dallas) e descrito como “um manipulador fabricante de replicantes”.

Leto, no entanto, não foi a primeira escolha do diretor Denis Villeneuve (A Chegada) para o papel. O cineasta tinha em mente o camaleônico cantor David Bowie, 24 anos mais velho que Leto, que infelizmente faleceu aos 69 anos em janeiro de 2016. Em entrevista ao Metro, Villeneuve falou sobre a opção. Leia abaixo:

“Nosso primeiro pensamento sobre o personagem foi David Bowie, que influenciou o Blade Runner original de muitas formas. Quando soubemos da triste notícia, começamos a procurar por alguém parecido.”

Com a contratação de Leto, ficou claro que Villeneuve queria uma abordagem rock n roll para o papel.

Novo e tenso trailer de ‘Tempestade: Planeta em Fúria’

A Warner liberou o trailer final de ‘Tempestade: Planeta em Fúria’ com muita, muita destruição mesmo.

Confira:

Em ‘Tempestade: Planeta em Fúria‘, um criador de satélites (Gerard Butler) precisa trabalhar em parceria com seu irmão para salvar o planeta de uma tempestade de proporções épicas.

O elenco conta com Gerard Butler, Abbie Cornish, Ed Harris, Jim Sturgess e Andy Garcia.

Dean Devlin, produtor de ‘Independence Day‘, dirige a produção.

Tempestade: Planeta em Fúria‘ estreia no Brasil dia 19 de Outubro.

Primeiro cartaz da quinta temporada de ‘Agents of SHIELD’; Confira!

A ABC e a Entertainment Weekly revelaram o primeiro cartaz do quinto ano de ‘Agents of SHIELD.

Vale ressaltar que os produtores querem realmente manter sob sigilo a nova temporada.

As gravações foram iniciadas em julho e nada, absolutamente nada até então tinha sido revelado.

O primeiro trailer vai vir no sábado, 7, na Nova York Comic-Con. 

Então, fique ligado!

Mel Gibson é um avô nada tradicional no comercial de ‘Pai em Dose Dupla 2’

Mark Wahlberg e Will Ferrell estão de volta na comédiaPai em Dose Dupla 2‘. Depois das aventuras vividas pelos dois no primeiro filme, a família finalmente está pronta para tentar ter um Natal tradicional.

Mel GibsonJohn Lithgow se juntam ao elenco.

Confira o vídeo, com o trailer:

Brad (Will Ferrell) e Dusty (Mark Wahlberg) alcançaram o status impossível – amizade e co-parentabilidade. Tudo está indo bem até a chegada de Kurt (Mel Gibson), o pai machista de Dusty, e Don, o pai ultra-sensível de Brad (John Lithgow), que chegam a tempo para o Natal. Oposto ao seu estilo progressivo de parentalidade, Kurt promete tocar fogo na rotina desta família. À medida que as diferenças começam a aparecer, Brad e Dusty precisam trabalhar juntos para sobreviver ao Natal da família e provar que o estilo de pais modernos funciona.

A Paramount Pictures agendou a data de estreia da sequência para o dia 30 de Novembro de 2017.

Silenciosamente, Pai em Dose Dupla se tornou o maior sucesso da carreira de Will Ferrell e arrecadou mais de US$ 240 milhões mundialmente e US$ 150 milhões nos EUA.

‘Aniquilação’ ganha sua primeira imagem; Confira!

Aniquilação‘ (Annihilation), adaptação do primeiro livro da trilogia Comando Sul (The Southern Reach Trilogy), de autor Jeff Vandermeer, teve sua primeira foto divulgada.

A estreia está agendada para 23 de fevereiro de 2018.

O elenco conta com Oscar Isaac (‘X‑Men: Apocalipse’), Jennifer Jason Leigh, Gina Rodriguez, Tessa Thompson e Natalie Portman.

A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.

O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.

A Paramount cuida do projeto.

Revelados os diretores dos episódios finais de ‘Game of Thrones’

A HBO confirmou oficialmente os diretores que estarão a frente dos seis episódios finais de ‘Game of Thrones‘.

Os criadores da série, que já haviam dirigidos episódios separados, vão comandar juntos o último capítulo.

Os outros cinco episódios ficarão a cargo de Miguel Sapochnik e David Nutter.

Miguel dirigiu o icônico A Batalha dos Bastardos, que inclusive levou o Emmy de Melhor Direção para Série de Drama.

David Nutter comandou o episódio que trouxe o magistral Casamento Vermelho, um dos pontos altos de ‘Game of Thrones’. 

As filmagens do oitavo e último ano serão iniciadas em outubro.

Novas imagens da Vespa nos bastidores de ‘Homem-Formiga 2’

As filmagens de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ foram para o centro de Atlanta nessa segunda-feira.

E quem estava por lá, fotografou Evangeline Lilly e sua dublê em meio as filmagens.

Confira:

 

Five Points Filming. #downtownatlanta #weloveatl #atlanta #atl #fivepoints

Uma publicação compartilhada por John-Robert Ward (@jrwardphotography) em


 

Michelle Pfeiffer vai interpretar a Vespa original em Homem-Formiga e a Vespa’. Sua personagem se chamará Janet Van Dyne.

Além disso, foram confirmados Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

Michael Douglas deve voltar em ‘Homem-Formiga e a Vespa’

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 6 de julho de 2018.

 

 

Mais duas crianças entram para o elenco de ‘A Assombração da Casa da Colina’

Depois da adição de Lulu Wilson, de ‘Ouija – A Origem do Mal‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, o Deadline confirma mais duas crianças no elenco da série ‘A Assombração da Casa da Colina’ (The Haunting of Hill House), da Netflx.

Violet McGraw e Mckenna Grace também estão escaladas para o elenco.

Carla Gugino, de ‘Watchmen‘e ‘Sin City‘, vai protagonizar a série.

O projeto é descrito como uma ‘reimaginação’ da obra de Shirley Jackson, publicada em 1959 e sua primeira temporada terá 10 episódios.

A trama acompanha quatro pessoas vivendo em uma antiga mansão mal-assombrada, existente há 80 anos.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

O livro ‘A Assombração da Casa da Colina’ migrou para os cinemas em duas ocasiões. A primeira foi em 1963 e a segunda em 1999, em um filme que reuniu Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones, Owen Wilson, Lili Taylor no elenco.

‘I, Tonya’ com Margot Robbie ganha data de estreia e pode concorrer ao Oscar

Este humilde jornalista que vos fala não poderia estar mais feliz com a notícia que está prestes a dar. I, Tonya, biografia muito criativa protagonizada pela musa Margot Robbie, que também é a produtora, acaba de ganhar data de estreia e entrar na disputa da época de premiações, incluindo o Oscar, informa o Hollywood Reporter.

Leia minha crítica de ‘I, Tonya’, direto do Festival de Toronto 2017

I, Tonya será lançado nos EUA, em Nova York e Los Angeles, no dia 8 de dezembro, aumentando o circuito por outros estados a partir de janeiro. O fato valida a candidatura do longa para potenciais indicações ao Oscar.

Quando tive o prazer de assistir ao filme no TIFF (Festival de Cinema de Toronto) deste ano, em sua estreia mundial, fui completamente arrebatado pela obra e comecei ali minha campanha para sua indicação, em especial para Robbie (atriz principal) e Allison Janney (atriz coadjuvante). Mas existia a barreira do lançamento em 2018. Não existe mais.

I, Tonya foi um dos maiores sucessos do TIFF deste ano e foi comprado por US$5 milhões durante o evento. Com isso, esperamos que essa maravilha também chegue ao Brasil.

‘Uma Linda Mulher’ vira musical na Broadway com canções de Bryan Adams

Uma Linda Mulher (Pretty Woman, 1990), clássico da Sessão da Tarde com Julia Roberts e Richard Gere, vai virar um musical na Broadway.

A bela e talentosa Samantha Barks é quem abocanha o papel principal da prostituta Vivian, interpretada no filme por Roberts. Steve Kazee, vencedor do prêmio Tony pela peça Once (Baseada no filme Apenas Uma Vez, 2006) é quem fica com o papel de Edward, o par romântico vivido por Gere no longa.

O músico Bryan Adams cuidará das canções do espetáculo, ao lado do compositor Jim Vallance. A peça começará a carreira por 5 semanas em Chicago, no Oriental Theatre, numa espécie de fase de testes, a partir de março de 2018, para depois seguir para o evento principal, os palcos da Broadway, em Nova York.

Barks é uma atriz de teatro experiente e já se apresentou em outras peças. A mais famosa foi justamente Os Miseráveis, papel que repetiu na versão cinematográfica (e se tornou, em minha opinião, a melhor coisa do filme indicado ao Oscar).

Uma Linda Mulher recebeu uma indicação ao Oscar na categoria de melhor atriz para Julia Roberts.