Com a maior audiência de estreia do canal FOX desde ‘Empire’, ‘The Orville‘ já é um sucesso no “fall season” americano.
E a seguir, você confere o que vem no próximo episódio, que será exibido neste domingo.
Assista:

O reboot da série ‘Scream‘ teve suas primeiras imagens com o novo elenco divulgadas.
Confira:
Além disso, o rapper Tyga revelou em seu Twitter que a nova temporada terá a máscara original do Ghostface nos filmes.
Nas duas temporadas anteriores, o assassino usou uma máscara similar devido a problemas com direitos autorais com a fabricante.
Confira:
👻 @MTVScream szn 3 pic.twitter.com/cvqeHEGzok
— T-Raww (@Tyga) 13 de setembro de 2017
R.J. Cyler (‘Power Rangers’), Keke Palmer (Scream Queens), Giorgia Whigham (13 Reasons Why), Jessica Sula (‘Skins’), C.J. Wallace (‘Notorious B.I.G.’), Tyga e Jessica Sula (‘Fragmentado’) foram escalados para a série.
Cyler será o protagonista Deion Elliot, um grande astro do futebol americano cujo passado trágico volta a assombrá-lo no momento mais tenso de sua vida, ameaçando seus planos e colocando-o ao lado de um improvável grupo de amigos enquanto eles tentam sobreviver a um assassino mascarado.
Whigham interpretará Beth, a menina gótica do campus que também é uma tatuadora. Como fã de filmes de terror, Beth é sincera sobre seu conhecimento enciclopédico de assassinatos e serial killers.
Palmer será Kym, uma atrevida e bela ativista social com um grande coração e zero paciência para sofrimentos bobos. Quando Kym e seus amigos são caçados por um assassino, ela trabalha para virar o roteiro e sobreviver a qualquer custo.
Sula vai viver Liv, a nova garota na escola.
A MTV agendou a estreia para Março de 2018. A temporada terá seis episódios.
Brett Matthews, roteirista e produtor das séries ‘The Vampire Diaries‘ e ‘Supernatural‘, será o novo showrunner. Queen Latifah foi confirmada como produtora-executiva, ao lado de Shakim Compere e Yaneley Arty.
A nova temporada contará com um novo elenco, história e localização, e terá rostos “menos brancos” e “mais inclusivos” do que o que vimos na série até agora.
No Brasil, a série será exibida pela Netflix.
A seguir, você assiste a prévia do que vem por aí no último episódio de ‘Teen Wolf‘.
O episódio vai ao ar nos EUA dia 24 de Setembro.
Assista:
A seguir, você confere a prévia do próximo episódio de ‘The Deuce‘, a mais nova e elogiada série do canal.
O TV Show retrata em detalhes a indústria pornográfica americana nos anos 70.
James Franco interpreta um barman que junto com seu irmão gêmeo começam a aliciar mulheres para a produção de filmes eróticos.
Maggie Gyllenhaal vive uma prostituta da Times Square que recebe um convite irrecusável de Vincent Martino (James Franco) para uma produção do gênero.
Confira, com fotos:


O diretor David Ayer divulgou uma nova foto do Coringa (Jared Leto) e Arlequina (Margot Robbie), indicando que novidades sobre ‘Sereias de Gotham‘ serão divulgadas em breve.
Confira:
— David Ayer (@DavidAyerMovies) 16 de setembro de 2017
A adaptação reúne as personagens Mulher-Gato, Alerquina e Hera Venenosa.
A Warner Bros. está desenvolvendo o filme, que será dirigido por Ayer.
‘Três Anúncios para um Crime‘ (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri) foi eleito pelo público o Melhor Filme do Festival de Toronto.
A história acompanha uma mãe cuja filha é assassinado, e ela jura vingança e justiça para quem cometeu o crime. Cercando o trabalho da polícia local, ela não se conforma com a falta de evidências de que o crime será solucionado, e decide contratar uma gangue de pistoleiros para assassinar as pessoas que a mataram.
Assista ao trailer:
O filme é dirigido por Martin McDonagh, de ‘Na Mira do Chefe‘ (2008) e ‘Sete Psicopatas e um Shih Tzu‘ (2012).
O elenco conta com Frances McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell.
A estreia no Brasil acontece dia 8 de Fevereiro de 2018!
A seguir, você confere o mais novo trailer de ‘Viva – A Vida é uma Festa‘, da Disney/Pixar.
Confira:
Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novato Anthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz de Benjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresco Mundo dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.
A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por ‘Toy Story 3’.
‘Viva – A Vida é Uma Festa’ (Coco) tem estreia marcada no Brasil para 4 de Janeiro de 2018.


Por Amanda Manfredini
A Netflix que se cuide, pois a plataforma Hulu vem chegando com a mesma proposta dela e já acirrou a concorrência cravando 2 pés no peito ao trazer o livro que dá nome à série para uma das melhores tramas que você vai assistir na vida. O elenco é de peso, o visual é um deleite para os olhos e a trilha sonora é certeira! Prepare seu estômago para digerir tudo sobre essa série que vai te pegar.
Ao ser lançado em 1985, o livro O conto de Aia poderia até parecer narrar um futuro distópico com proporções atreladas a um passado onde as mulheres sofriam muito mais o peso da sociedade do que hoje. Mas temos que admitir que parece que estamos encarando esse passado novamente com tanta força que não é mais exagero dizer que a série não fala sequer sobre tempos que virão, mas ilustra uma assustadora realidade próxima e já presente em vários lugares onde as mulheres nada podem.

Se você assistir ao trailer da série ou caçar imagens esporádicas, sua mente será contaminada pela ideia de que Handmaid’s Tale é uma série “de época”, e que ela fala do controle masculino em um tempo em que ele era muito mais gritante. O choque acontece quando você assiste ao conjunto total e ouve músicas que você conhece, vê um mundo externo totalmente atual onde personagens se conhecem por Tinder e pedem um Uber para chegar onde precisam. O roteiro dá um soco no estômago quando você vê que a série se passa exatamente onde estamos.
Em uma América desconstruída e com um sério problema de fertilidade, vários homens poderosos e suas submissas esposas não conseguem dar continuidade à sua “nobre linhagem”, problema esse que acaba recaindo sobre mulheres normais e férteis que tem todas as suas posses caçadas para que elas possam servir a essas famílias, sendo usadas até o limite para darem a luz a filhos que elas jamais poderão cuidar.

Assim, elas passam por um treinamento que inclui da mais severa lavagem cerebral aos mais pesados castigos corporais sempre que elas relutam a aceitarem gratuitamente sua nova utilidade nesse mundo. Toda falta de obediência é punida, e ela também se recai sobre homens quando eles não têm interesse nas questões ligadas a um mundo controlado e perfeito, mas falaremos mais disso um pouco mais pra frente.
Na série, vemos o mundo pela visão de Offred – que, na realidade, chama-se June. A série começa com ela, seu marido e sua filha sendo perseguidos. Ele fica para trás, ouvimos tiros, ela tenta fugir, mas, no fim, é pega e tem sua filha tirada de seus braços. Por ser fértil, June acaba se tornando uma aia e, como todas elas, ela tem todos seus direitos retirados – incluindo seu próprio nome – e passa a viver na casa do comandante Fred, tentando dar a ele e sua esposa uma criança.

Em um dos momentos de maior sagacidade do enredo, podemos perceber que o nome das aias muda com o tempo, não bastasse o fato de elas não poderem mais ser chamadas por seus nomes de batismo. June, no caso, vira Offred, e isso não se dá por acaso. Como podemos ver, o comandante dela se chama Fred e, sendo assim, June passa a ser “of Fred”, ou seja, do Fred. Essa ironia torna-se ainda maior quando vemos o cotidiano das aias. Elas respondem às ordens da mulher da casa, das esposas dos comandantes. Com eles, elas apenas têm contato na cerimônia, que é o momento fértil delas no mês onde elas são estupradas por eles para engravidarem. Se for a função das aias serem “propriedades” de alguém, elas pertencem muito mais às esposas que aos homens, mas, ainda assim, são eles que tornam-se donos delas.

Offred é interpretada genialmente por Elizabeth Moss, e nenhuma escolha poderia ter sido mais precisa! Além da interpretação contida e genial de uma atriz que não precisa sequer de falas para transmitir seu mundo interior, o papel de maior destaque dela até o momento também era de uma mulher forte inserida em um ambiente machista e opressor com as mulheres. Afinal foi ela quem deu vida à maravilhosa e emblemática Peggy na fodástica série Mad Men.
Aqui ela trouxe à tona uma aia questionadora e inquieta, uma sobrevivente que tantas vezes pensa em desistir, mas se mantém firme para reencontrar sua filha, uma vez que ela tem certeza que seu marido está morto. Offred é levada à casa de Fred pelo fato de que a aia antiga deles suicidou-se, justamente por não aguentar a pressão que é a vida de uma delas.

Todo mês, em seu período fértil, Offred é estuprada por Fred na chamada “Cerimônia”. Nesse momento as aias tem que deitar a cabeça no meio das pernas das esposas dos comandantes, que ficam sentadas próximas da cabeceira da cama segurando as aias pelos punhos, enquanto seus maridos estão na outra extremidade da cama estuprando as aias, que devem permanecer imóveis, sem demonstrar tipo algum de sensação, apenas esperando para engravidarem e serem dispensadas da casa em que estão após amamentarem os filhos que sequer poderão criar. Assim, elas vão para outra casa para servir a um outro comandante e virarem uma Of+ o nome de seu novo dono.
Esporadicamente as aias tem a oportunidade de descontarem sua raiva do mundo. Isso acontece em duas situações pontuais. A mais frequente é quando elas julgam umas às outras, sendo instruídas a colocar no chão a estima de alguma delas que tenha cometido alguma falha. A instrução é clara: as mulheres são fortemente treinadas para odiarem umas às outras, afinal a união delas pode gerar um grande estrago. As esposas dos comandantes odeiam as aias, afinal elas não podem ter relações com os próprios maridos, com o intuito de terem filhos vindos de outras mulheres. As aias andam sempre juntas, sem poder dar um passo além numa conversa, pois são instruídas a não confiarem umas nas outras.

Sim, essa não é uma série para quem acha que o feminismo é mimimi. Não é indicada para homens que acham que a mulher tem que ser posta debaixo de suas asas e protegida. Ela não é para mulheres que acham que outra falar sobre a sua vida pessoal na TV é exposição desnecessária ou o começo do fim do mundo.
Voltando ao assunto anterior, as aias também tem a chance de exorcizar como se sentem descontando sua raiva em outros homens, e aí temos mais uma vez uma forte ironia na série. Em uma cena emblemática, elas são convidadas a bater, chutar, enfim, fazer o que quiserem por um tempo determinado com um homem condenado… acusado de estupro! Sim, da mesma coisa que é feita pelos comandantes com total consentimento. Se você não for um homem nobre heterossexual, também tem um alvo na testa para ser exterminado de um mundo perfeito, com base nas morais e valores pregados na religião.

Em uma crítica ainda pesada, porém mais leve que as outras, a série fala da frequente distorção feita por fanáticos religiosos, onde tudo é permitido mediante as interpretações deles sobre a palavra de Deus. Uma mulher homossexual que não é fértil, não merece viver. Um homem que estupra por necessidade de sexo, em um mundo onde não se vê mais mulheres pelas ruas, é um depravado, mas o homem rico que estupra uma mulher por muito tempo para ter um filho, é perdoado e endeusado.
Handmaid’s Tale tem um papel importante em atacar frases e comportamentos que parecem inofensivos, mas tomam grandes proporções pela sua repetição. Ela mostra a saga de mulheres que querem viver vidas normais, casar e constituir uma família, mas também desejam trabalhar e serem donas do próprio nariz, sem terem que ficar enfurnadas dentro de casa à mercê do que os outros. Ela levanta a bandeira de que a mulher é uma parte da família, mas não a responsável pelo bem estar dela. Aponta que a mãe da família também pode sair para trabalhar, fazer seu próprio dinheiro, cuidar dos filhos sozinha, mas que não precisa se atrelar ao papel de esposa e mãe, como se tivesse nascido só para isso.

O incômodo que isso gera na sociedade, e o machismo pungente que vem principalmente de outras mulheres que não entendem o desligamento que algumas querem ter de ser a espinha dorsal de uma família é o fator de nascimento de todo o enredo e reforça, novamente, porque a série não narra um futuro distópico, e pode estar enlaçada, mais que nunca, no momento atual que muitos países vivem.
Vemos espalhados pelo mundo, países em que as mulheres não podem votar e ainda servem única e exclusivamente para a finalidade de procriação – tema que já foi fortemente abordado em filmes como Anticristo e A Caixa, ambos de 2009.
A série já foi confirmada para uma segunda temporada, o que não é nenhuma surpresa. Além de se fazer necessária a continuação da história, que segue inconclusiva, Handmaid’s Tale tem um elenco de primeira linha, que dão forma a personagens marcantes.

Além de Elizabeth Moss, temos também aqui Yvonne Strzechowski (Dexter), Max Minghella (A Rede Social), Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado), Samira Wiley e Madeline Brewer (Orange is the new black). Por fim, vale muito a pena destacar a atuação de Alexis Bledel, que conseguiu distinguir-se totalmente de todos os anos interpretando a Rory de Gilmore Girls e faz uma das melhores e mais dramáticas personagens da série.
Handmaid’s Tale tem algumas doses de hipérbole, mas sem perder a força de seu enredo ou a credibilidade de sua narrativa. É uma série bem dirigida, com uma fotografia de tirar o fôlego e uma trilha sonora que trabalha em favor da trama. A história é forte, desce como uma bebida amarga pela garganta e vai trabalhar com sentimentos que poucas séries se deram ao luxo de explorar.

É uma interessante e impecável introdução de muitos de nós ao que a Hulu está por trazer, podendo roubar uma grande fatia de mercado da Netflix, que anda dando uma desapontada na galera que é entusiasta das suas produções originais.
Urgente e importante, é lógico que a melhor série de 2017 só tem como levar uma nota 10 e esgotar o nosso saco de paciência pela espera da segunda temporada.
‘It – A Coisa‘ ganhou novas imagens dos bastidores.
Confira:
O terror liderou as bilheterias norte-americanas pela 2ª semana consecutiva, arrecadando mais US$ 60 milhões.
It já soma sensacionais US$ 218.7 milhões nos EUA e US$ 152.6 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 371.3 milhões.
As maiores arrecadações de It foram no México (US$ 13.8 milhões), Reino Unido (US$ 8.2 milhões), Austrália (US$ 4 milhões) e Rússia (US$ 4 milhões).
No Brasil, o filme fez ótimos US$ 3.4 milhões.
Vale lembrar que o terror ultrapassou ‘Invocação do Mal 2‘ e se tornou a maior abertura da história para um filme de terror no Brasil! ‘Invocação do Mal 2‘ atraiu 997.629 mil espectadores em seu fim de semana de estreia, enquanto ‘IT – A Coisa‘ foi visto por 1.180.000 de pessoas.
As maiores arrecadações de It foram no Reino Unido (US$ 12.3 milhões), Rússia (US$ 6.7 milhões), Austrália (US$ 5.9 milhões), Brasil (US$ 5.6 milhões), Coréia do Sul (US$ 4.3 milhões) e Espanha (US$ 3.1 milhões).
‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King
Leia nossa crítica EM TEXTO:
Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!
‘A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’
Foi divulgado o trailer de ‘Tragedy Girls‘, comédia de terror descrita como “Pânico na era do Instagram”.
McKayla Hooper (Alexandra Shipp) e Sadie Cunningham (Brianna Hildebrand) são duas jovens que tem um blog e são obcecadas com a morte. Através dos seus vídeos, as duas decidem criar um verdadeiro caos em sua cidade para que possam se tornar verdadeiras lendas do terror local.
Assista:
Alexandra Shipp, Brianna Hildebrand, Josh Hutcherson e Craig Robinson estrelam. Tyler MacIntyre dirige.
A 69ª edição do Emmy, cerimônia que elege os melhores da TV americana, divulgou seus vencedores.
Apesar de ‘Westworld‘ e ‘Stranger Things‘ lideram as indicações, as grande vencedoras foram ‘The Handmaid’s Tale‘ e ‘Big Little Lies‘.
Confira os vencedores:
Melhor Série – Drama
Better Call Saul
The Crown
► The Handmaid’s Tale
House of Cards
Stranger Things
This is Us
Westworld
Melhor atriz em Série – Drama
Viola Davis – How to Get Away with Murder
Claire Foy – The Crown
► Elisabeth Moss – The Handmaids Tale
Keri Russel – The Americans
Evan Rachel Wood – Westworld
Robin Wright – House of Cards
Melhor Ator em Série – Drama
► Sterling K. Brown – This is Us
Anthony Hopkins – Westworld
Bob Odenkirk – Better Call Saul
Matthew Rhys – The Americans
Liev Schreiber – Ray Donovan
Kevin Spacey – House of Cards
Milo Ventimiglia – This is Us
Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama
Uzo Aduba – Orange is the New Black
Millie Bobby Brown – Stranger Things
► Ann Dowd – The Handmaid’s Tale
Samira Wiley – The Handmaid’s Tale
Chrissy Metz – This is Us
Thandie Newton – Westworld
Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama
Jonathan Banks – Better Call Saul
Michael Kelly – House of Cards
► John Lithgow – The Crown
Mandy Patinkin – Homeland
David Harbour – Stranger Things
Ron Cephas Jones – This is Us
Melhor Atriz Convidada em Série – Drama
Cicely Tyson – How to Get Away with Murder
Laverne Cox – Orange is the New Black
Shannon Purser – Stranger Things
Alison Wright – The Americans
► Alexis Bledel – The Handmaid’s Tale
Ann Dowd – The Leftovers
Melhor Ator Convidado em Série – Drama
Ben Mendelsohn – Bloodline
BD Wong – Mr. Robot
Hank Azaria – Ray Donovan
Brian Tyree Henry – This is Us
► Gerald McRaney – This is Us
Denis O’Hare – This is Us
Melhor Direção em Série – Drama
Vince Gilligan pelo episódio “Witness” – Better Call Saul
Lesli Lika Glatter pelo episódio “America First” – Homeland
The Duffer Brothers pelo episódio “Chapter One: The Vanishing of Will Byers” – Stranger Things
Stephen Daldry pelo episódio “Hyde Park Corner” – The Crown
► Reed Morano pelo episódio “Offred (Pilot)” – The Handmaid’s Tale
Kate Dennis pelo episódio “The Bridge” – The Handmaid’s Tale
Jonathan Nolan pelo episódio “The Bicameral Mind” – Westworld
Melhor Roteiro em Série – Drama
Gordon Smith pelo episódio “Chicanery” – Better Call Saul
The Duffer Brothers pelo episódio “Chapter One: The Vanishing of Will Byers” – Stranger Things
Joel Fields e Joe Wesberg pelo episódio “The Soviet Division” – The Americans
Peter Morgan pelo episódio “Assassins” – The Crown
► Bruce Miller pelo episódio “Offred (Pilot)” – The Handmaid’s Tale
Lisa Joy e Jonathan Nolan pelo episódio “The Bicameral Mind” – Westworld
Melhor Série – Comédia
Atlanta
Black-ish
Master of None
Modern Family
Silicon Valley
Unbreakable Kimmy Schmidt
► Veep
Melhor Atriz em Série – Comédia
Pamela Adlon – Better Things
Jane Fonda – Grace & Frankie
Allison Janney – Mom
Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
► Julia Louis-Dreyfus – Veep
Tracee Ellis Ross – Black-ish
Lily Tomlin – Grace & Frankie
Melhor Ator em Série – Comédia
Anthony Anderson – Black-ish
Aziz Ansari – Master of None
Zach Galifianakis – Baskets
► Donald Glover – Atlanta
William H. Macy – Shameless
Jeffrey Tambor – Transparent
Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia
Leslie Jones – Saturday Night Live
► Kate McKinner – Saturday Night Live
Vanessa Bayer – Saturday Night Live
Kathryn Hahn – Transparent
Judith Light – Transparent
Anna Chlumsky -Veep
Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia
Louie Anderson – Baskets
Ty Burrell – Modern Family
► Alec Baldwin – Saturday Night Live
Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt
Tony Hale – Veep
Matt Walsh – Veep
Melhor atriz convidada em Série – Comédia
Wanda Sykes – Black-ish
Carrie Fisher – Catastrophe
Becky Ann Baker – Girls
Angela Bassett – Master of None
► Melissa McCarthy – Saturday Night Live
Kristen Wiig – Saturday Night Live
Melhor Ator convidado em Série – Comédia
Matthew Rhys – Girls
Riz Ahmed – Girls
Lin-Manuel Miranda – Saturday Night Live
► Dave Chappelle – Saturday Night Live
Tom Hanks – Saturday Night Live
Hugh Laurie – Veep
Melhor Direção Série – Comédia
► Donald Glover pelo episódio “B.A.N.” – Atlanta
Jamie Babbit pelo episódio “Intellectual Property” – Silicon Valley
Mike Judge pelo episódio “Server Error” – Silicon Valley
Morgan Sackett pelo episódio “Blurb” – Veep
David Mandel pelo episódio “Groundbreaking” – Veep
Dale Stern pelo episódio “Justice” – Veep
Melhor Roteiro em Série – Comédia
Donald Glover pelo episódio “B.A.N.” – Atlanta
Stephen Glover pelo episódio “Streets On Lock” – Atlanta
► Aziz Ansari e Lena Waithe pelo episódio “Thanksgiving” – Master of None
Alec Berg pelo episódio “Success Failure” – Silicon Valley
Billy Kimball pelo episódio “Georgia” – Veep
David Mandel pelo episódio “Groundbreaking” – Veep
Melhor Minissérie
► Big Little Lies
Fargo
Feud: Bette and Joan
Genius
The Night Of
Melhor Minissérie ou Telefilme
► Black Mirror: “San Junipero”
Dolly Parton’s Christmas of Many Colors: Circle of Love
Sherlock: “The Lying Detective”
The Immortal Life of Henrietta Lacks
The Wizard of Lies
Melhor atriz em Minissérie ou Telefilme
Carrie Coon – Fargo
Felicity Hoffman – American Crime
► Nicole Kidman – Big Little Lies
Jessica Lange – Feud: Bette and Joan
Susan Sarandon – Feud: Bette and Joan
Reese Whitherspoon – Big Little Lies
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme
► Riz Ahmed – The Night Of
Benedict Cumberbatch – Sherlock: “The Lying Detective”
Robert DeNiro – The Wizard of Lies
Ewan McGregor – Fargo
Geoffrey Rush – Genius
John Turturro – The Night Of
Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Regina King – American Crime
Shailene Woodley – Big Little Lies
► Laura Dern – Big Little Lies
Judy Davis – Feud: Bette and Joan
Jackie Hoffman – Feud: Bette and Joan
Michelle Pfeiffer – The Wizard of Lies
Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
► Alexander Sarsgard – Big Little Lies
David Thewlis – Fargo
Alfred Molina – Feud: Bette and Joan
Stanley Tucci – Feud: Bette and Joan
Bill Camp – The Night Of
Michael Kenneth Williams – The Night Of
Melhor roteiro em Minissérie ou Telefilme
David E. Kelley – Big Little Lies
► Charlie Brooker – Black Mirror: “San Junipero”
Noah Hawley pelo episódio “The Law of Vacant Places” – Fargo
Ryan Murphy pelo episódio “And the Winner Is… (The Oscar of 1963)” – Feud: Bette and Joan
Jaffe Cohen, Michael Zam e Ryan Murphy pelo episódio “Pilot” – Feud: Bette and Joan
Steven Zailian e Richard Price pelo episódio “The Call of the Wild” – The Night Of
Melhor direção em Minissérie ou Telefilme
► Jean-Marc Vallée – Big Little Lies
Noah Hawley pelo episódio “The Law of Vacant Places” – Fargo
Ryan Murphy pelo episódio “And the Winner is… (The Oscars of 1963)” – Feud: Bette and Joan
Ron Howard pelo episódio “Einstein: Chapter One” – Genius
James Marsh pelo episódio “The Art of War” – The Night Of
Steven Zaillian pelo episódio “The Beach” – The Night Of
Um futuro distópico, com uma teonomia totalitária fundamentalista cristã. A nova série da plataforma de streaming Hulu traz essa combinação dolorosa que estes quatro elementos são capazes de originar. Em uma nação onde nada mais nasce e os temerosos tempos apocalípticos deixam fragmentos cada vez mais expressivos de sua chegada, a morte e as trevas emergem, dando à luz a uma nova era regressiva, subversiva, que usa a pureza e as distorções bíblicas para reavivar a escravidão da mente, da mulher, da individualidade, do coletivo. A cada morte, um novo nascimento. A cada novo nascimento, uma nova escravidão. Esta é a adaptação da aclamada obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale, grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.
A contemporaneidade é a própria culpada. A tecnologia, as altas emissões de gases poluentes, a evolução feminina em direção a uma independência independente demais. Seguindo os princípios fundamentais do romance de 1985, acrescentando as subsequentes progressões socioeconômicas e tecnológicas das décadas que sucederam os anos 80, a produção criada por Bruce Miller faz um paralelo com os tempos das aias, das servas oriundas do século XVI. Levando a premissa da servidão feminina aos extremos mais ardilosos, a adaptação segue fielmente a história uma vez contada por Atwood, se apresentando pontualmente em uma época onde nunca discutimos tanto o famoso papel da mulher na sociedade.

Em meio a uma era onde vozes – até então solitárias – ganham coro, estilos antes apedrejados agora já beiram a banalidade e salários gradativamente são equiparados, a década iniciada em 2010, e que já caminha para além de sua segunda metade, tem sido marcada por essas ávidas discussões. Desconfortáveis para alguns, desnecessárias para outros, esta época seria o estopim daquele conto da aia. Já estamos caminhando para tão longe de onde estivemos que talvez um freio, uma pausa, seja necessário. Na série desenvolvida pela Hulu, o desconforto advindo dos avanços sócio mentais da mulher chega ao seu ápice e todas as esferas globais que afetaram a perpetuidade da vida humana na Terra são colocadas sobre os lombos delas. Em linhas curtas, aqui, tudo é culpa da mulher.

Banindo a sensualidade, a inteligência, o poder de questionamento, o direito à leitura e até mesmo seu direito de ir e vir, as mulheres férteis se tornam as joias da coroa de Gileade, o antigo Estados Unidos agora tomado pelo regime totalitário. A elas, o papel de progenitoras é dado, em uma espécie de “cerimônia” onde o estupro é ritualizado. Para as estéreis, a servidão vem em um ambiente subversivo de prostituição forçada, como empregada doméstica ou até mesmo pela morte. Eliminando também a beleza, o vigor artístico e as cores que certa vez fizeram da América a Terra das Oportunidades e da Liberdade, a nova nação volta ao sistema quase feudal, regredindo os índices de poluição a 78%. O ar pode até estar purificado. A alma não. E em meio a tudo isso, uma serva conta a sua história. Somos apresentados a uma Elisabeth Moss diferente, a atriz que fez de suas raízes na aclamada série da AMC, Mad Men, traz o esplendor de uma das atuações mais dolorosas e impactantes de se testemunhar na tela da TV.

Tecnicamente falando, The Handmaid’s Tale reside na construção cinematográfica e interpretativa de seu roteiro. Ao colocar Elisabeth Moss como a aia que lidera, que sofre e que relata sua experiência, somos presenteados com uma das linguagens corporais mais simbólicas e angustiantes já vistas na televisão. A fala embargada, o corpo amuado e os olhos marejados refletem uma beleza sensível e delicada extraída do âmago da dor de quem se sente aprisionada dentro de si mesma. Na série, Moss também lidera as demais atuações, que acompanham sua maestria em um elenco onde todas – e todos – expressam bem os sons abafados que o regime fundamentalista consolidou no país.

Com uma direção belíssima e intimista, a câmera percorre Gileade como um espectador que possui uma visão privilegiada deste pequeno e secreto mundo. Testemunhamos closes desconfortáveis e intimidadores, onde a câmera capta a fraqueza e acontrastante fortaleza que o olhar indignante e sofrível de Offred (Moss) estampa diante de suas circunstâncias. Vemos feixes de luz permearem cortinas e janelas escuras, que tentam fazer da claridade um pequeno vislumbre de uma realidade que não existe mais. Somos absorvidos pela complexidade e magnitude de um roteiro que desconstrói a vida vivida por nós, fora da série fictícia, e nos imerge em um contexto social sufocante, hipnotizante e consternante. A cada novo episódio, adentramos este futuro distópico tão verídico e somos consumidos de tal forma que ao encerrarmos cada capítulo, somos tomados subitamente pelo plano real, como se saíssemos de um denso e imersivo coma.

The Handmaid’s Tale é muito mais que um conto tenebroso de um futuro cabível aos tempos em que vivemos. É a obra oitentista vanguardista, que vislumbrou 30 anos a frente de seu período e permitiu que hoje, em plenos 2017, possamos ampliar nosso debate e avaliar os passos que estamos dando em direção à consolidação do papel da mulher nos contextos em que ela se encontra. A evolução político social é irreversível. Que esta série jamais nos deixe esquecer disso.
A série ‘Alias Grace’, baseada no livro homônimo escrito por Margaret Atwood, a mesma autora responsável pela obra ‘The Handmaid’s Tale’ (que também foi adaptada e eleita a melhor série de 2017), ganhou um novo trailer.
Confira:
A produção adapta a história real de Grace Marks, uma imigrante irlandesa pobre que se muda para o Canadá e é condenada por assassinar seu chefe e a empregada doméstica, embora existam suspeitas de que ela de fato não tenha cometido o crime.
‘Alias Grace’ está sendo conduzida pela Netflix, foi roteirizada e produzida por Sarah Polley e conta com a direção de Mary Harron. Sarah Gadon é a intérprete da personagem título.
A série chega à plataforma de streaming em 3 de novembro deste ano.
A página da Agência Nacional do Cinema (Ancine) no Facebook sofreu ataques após o anúncio de que o youtuber brasileiro Whindersson Nunes ganhará uma cinebiografia sobre sua vida com um orçamento de R$ 7,5 milhões, captado através da Lei do Audiovisual.
Após o MBL (Movimento Brasil Livre) notificar em sua página do Facebook sobre o filme, várias pessoas se revoltaram e começaram a avaliar a página da Ancine no Facebook com uma estrela. O movimento fez com que pessoas que apoiam a Lei do Audiovisual também avaliassem a página, com cinco estrelas.
Vale lembrar que a Lei do Audiovisual é um mecanismo de apoio indireto a projetos audiovisuais, pois permite que contribuintes (pessoas físicas e jurídicas) tenham abatimento ou isenção de tributos, desde que direcionem recursos a projetos audiovisuais aprovados na Ancine.
Segundo o UOL, a Conspiração Filmes (‘Vai que Cola – O Filme’) vai produzir o projeto que terá um orçamento de R$ 7,5 milhões, captado através da Lei do Audiovisual.
Whindersson nasceu no Piauí e começou a ter fama em 2013 realizando vídeos de humor, e recentemente foi eleito pelo Google como a personalidade mais influente do país, com mais 23 milhões de seguidores e 1,8 bilhão de visualizações.
Ele também foi eleito o segundo youtuber mais influente do mundo, atrás do americano PewDiePie.
O projeto ainda não tem cronograma ou diretor definido.
Foi divulgado um vídeo sensacional que traz os heróis de ‘Liga da Justiça‘ ao som de Come Together, música dos Beatles que foi regravada por Gary Clark Jr..
Confira:
‘Thor – Ragnarok’ passa ‘Liga da Justiça’ como filme mais esperado nos EUA
‘Liga da Justiça’ tem estreia prevista para Novembro.

‘It – A Coisa‘ liderou as bilheterias norte-americanas pela 2ª semana consecutiva, arrecadando mais US$ 60 milhões.
O terror já soma sensacionais US$ 218.7 milhões nos EUA e US$ 152.6 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 371.3 milhões.
As maiores arrecadações de It foram no México (US$ 13.8 milhões), Reino Unido (US$ 8.2 milhões), Austrália (US$ 4 milhões) e Rússia (US$ 4 milhões).
No Brasil, o filme fez ótimos US$ 3.4 milhões.
Vale lembrar que o terror ultrapassou ‘Invocação do Mal 2‘ e se tornou a maior abertura da história para um filme de terror no Brasil! ‘Invocação do Mal 2‘ atraiu 997.629 mil espectadores em seu fim de semana de estreia, enquanto ‘IT – A Coisa‘ foi visto por 1.180.000 de pessoas.
As maiores arrecadações de It foram no Reino Unido (US$ 12.3 milhões), Rússia (US$ 6.7 milhões), Austrália (US$ 5.9 milhões), Brasil (US$ 5.6 milhões), Coréia do Sul (US$ 4.3 milhões) e Espanha (US$ 3.1 milhões).
‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King
Leia nossa crítica EM TEXTO:
Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!
‘A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Palhaços que estão assustando moradores nos EUA não têm ligação com ‘It – A Coisa’