A trama envolve cientistas noruegueses que descobrem um jeito de encolher humanos para meros centímetros, com o objetivo de combater o aumento excessivo da população. Damon e Kristen Wiig interpretam um casal que decide comprar a ideia.
Confira:
O longa abre hoje o 74° Festival de Veneza. A estreia no Brasil está agendada para 18 de Janeiro de 2018!
A estreia está agendada para 20 de outubro de 2017 nos EUA, sem previsão no Brasil.
Confira, com o trailer:
A trama situada nos anos 1970 deve começar mostrando um violento adolescente – que um dia se tornará o Leatherface – fugindo de um hospital psiquiátrico com outros três internos. O quarteto leva uma paciente como refém e cai na estrada, mas o grupo passa a ser perseguido por um policial Texas Ranger (que seria interpretado por Stephen Dorff) igualmente perigoso.
Jessica Madsen (série ‘Mr. Selfridge’) será a paciente que foge com os psicopatas, de acordo com o site The Wrap. Angela Bettis, intérprete de ‘Carrie, a Estranha’ no telefilme de 2002, também está no elenco como Verna, a mãe de Leatherface.
Os diretores franceses Julien Maury e Alexandre Bustillo, ambos de ‘A Invasora‘, vão comandar o terror. No ano passado, eles dirigiram um dos segmentos da sequência ‘O ABC da Morte 2‘.
Escrito pelo novato Seth M. Sherwood, ‘Leatherface‘ vai explorar as origens do icônico serial killer, que surgiu nos cinemas nos anos 1970. Este será o oitavo longa da série de horror, cuja mais recente sequência, ‘O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua‘, foi lançada no ano passado.
Christa Campbell, Lati Grobman e Carl Mazzacone produzem o longa para a Millennium Films.
Recentemente, Emma Roberts teve seu retorno confirmado no elenco da sétima temporada. Ela esteve em Coven e Freak Show, e depois partiu para duas temporadas de ‘Scream Queens‘.
A sétima temporada de ‘American Horror Story’ focará em todo o processo de votação entre Donald Trump e Hillary Clinton.
Vale lembrar também que ‘American Horror Story‘ foi renovada no começo do ano para mais duas temporadas, a sétima e a oitava.
Está circulando na internet uma série de fotos de um garotinho fantasiado de palhaçoPennywise, de ‘It: A Coisa‘, e o resultado é realmente surpreendente.
A iniciativa partiu do irmão mais velho, que além de produzir a criança, incluindo a maquiagem, cabelo e o figurino, realizou ama série de fotos temáticas contextualizadas em cenários que remetem aos do thriller, que está com sua estreia marcada para 7 de setembro.
Algumas das imagens, publicadas na conta do Instagram do adolescente, já alcançaram mais de 3 mil curtidas.
‘A Coisa‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaço. Skarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.
Joe Roth voltará a produzir a sequência, embora o diretor Robert Stromberg não deve retornar.
‘Malévola‘ conquistou um novo recorde para o estúdio, somando US$ 758 milhões em bilheteria em todo o mundo. O filme, estrelado porAngelina Jolie, revela os eventos que endureceram o coração de Malévola e a levaram a amaldiçoar a bebê Aurora.
Ian e Samantha viajam para relaxar alguns dias num parque natural. O casal encontra um acampamento isolado com apenas um carro e uma barraca vazia. À medida que anoitece e ninguém retorna, os dois passam a se preocupar. E quando descobrem uma criança vagando pela floresta, eles mergulham numa terrível cadeia de acontecimentos que vai levá-los até o limite.
Em ‘Atômica‘, Charlize Theron interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.
» O thriller de espionagem é baseado na graphic novel criada por Antony Johnston e Sam Hart
» ‘Atômica‘ conta também com Sofia Boutella, John Goodman eToby Jones no elenco. A direção fica a cargo de David Leitch, responsável por ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ e o roteiro é assinado por Kurt Johnstad.
A Sony Pictures Classic liberou o primeiro trailer de ‘Mark Felt’, a mais nova produção estrelada por Liam Nesson.
A cinebiografia conta a história do agente do FBI, Mark Felt, conhecido por ter sido a fonte secreta chamada Garganta Profunda, que revelou informações valiosas sobre o escândalo de Watergate à dupla de jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward, do jornal The Washington Post. A identidade de Felt foi apenas revelada em 2005 e em 2008 o oficial faleceu.
A fabricante de brinquedos, Mafex, divulgou seus novos colecionáveis oficiais, que trazem o vilão Espantalho de ‘Batman Begins‘ – além de vários acessórios, como sua máscara – e três dos membros da ‘Liga da Justiça‘, sendo eles o Superman, Flash e Batman.
Talvez esse seja a série mais incomum da atualidade. Martha Stewart eSnoop Dogg não apenas se tornaram amigos, como também apresentam um programa de culinária da VH1, intitulado ‘Martha & Snoop’s Potluck Dinner’.
E para coroar a segunda temporada da peculiar parceria, a dupla de apresentadores lançou uma novo promo da série, recriando uma das cenas mais emblemáticas da história do cinema: aquele romântico e espiritual encontro entre os personagens daDemi Moore e Patrick Swayze em ‘Ghost: Do Outro Lado da Vida‘.
Confira o hilário vídeo:
A segunda temporada de ‘Martha & Snoop’s Potluck Dinner Party‘ retorna em 16 de outubro nos EUA.
David Leitch, dublê transformado em diretor, já pode ser considerado um dos cineastas mais visualmente estilosos trabalhando hoje em Hollywood. Sua estreia em De Volta ao Jogo (o primeiro John Wick, para os íntimos), de 2014, não foi creditada, é verdade, mas o dedo do sujeito estava ali, sintonizado com o colega Chad Stahelski, igualmente saído do mundo dos stunts e diretor “oficial” do longa. Stahelski seguiu sozinho para a continuação das aventuras do matador interpretado por Keanu Reeves, e a pompa estética seguiu junto – recebendo ainda mais elogios da imprensa especializada.
Poderíamos até dizer que Stahelski era a força da dupla, não fosse por este Atômica, lançado agora na segunda metade do ano, mostrando que Leitch igualmente manja do riscado, sem dever nada para sua contraparte inicial. O resultado de seu primeiro filme solo já levanta todas as expectativas nerds de plantão para seu próximo projeto, Deadpool 2, continuação do sucesso de 2016, em fase de filmagens.
Atômica (ou Atomic Blonde, Loira Atômica – título mais legal ainda) é baseado nos quadrinhos The Coldest City (título usado anteriormente para o longa), de Antony Johnston e Sam Hart, e o cineasta consegue transpor com eficiência o clima pulsante do imagético exagerado. Muitas cenas são verdadeiras pinturas vivas, transbordando o clima cool, contido apenas em lugares fora do real.
Pode-se argumentar também que o recheio deste bolo não é tão saboroso quanto sua cobertura, mas os detalhes dos confeitos são tão minuciosamente trabalhados, que não nos deixam pensar em mais nada. Na verdade, o que Leitch faz aqui é brincar, e muito, com a forma. Assim como já havia feito em De Volta ao Jogo, que virou de cabeça para baixo a fórmula do “filme de vingança”, acrescentando nas entrelinhas frescor suficiente para acharmos que tudo aquilo era novidade, ele repete a dose, com sua brincadeira com os filmes de espiões.
Na trama somos transportados de volta para os anos 1980 – para o último ano de tal década para ser mais preciso. O cenário é a Alemanha, Guerra Fria, na época da queda do muro de Berlim, que dividia o país. Lorraine Broughton (Charlize Theron) é uma agente do MI6, serviço secreto britânico, em missão para recuperar uma lista contendo os nomes de diversos espiões como ela (Missão: Impossível, alguém?), que serão revelados se caírem nas mãos erradas, ao mesmo tempo em que tenta descobrir o assassino de um antigo colega de profissão – e algo mais que isso – e em que circunstâncias se deu sua morte.
Uma vez no país, a exímia espiã (e quando digo exímia, quero dizer quase sobre-humana) terá como guia o agente infiltrado David Percival (James McAvoy), cuja lealdade pode estar comprometida e ter cambiado devido ao intenso disfarce de anos. E não apenas isso, como diz o superior da protagonista: “não confie em ninguém”. Atômica tem uma história simples, feita complicada devido às inúmeras reviravoltas de personagens e situações, daquele tipo no qual não sabemos quem está jogando para quem e por quê.
Atômica é um deleite. As cenas de ação, frisando mais as lutas e coreografias aprendidas pela musa Theron, e replicadas à perfeição no longa, são o que todos querem ver, afinal o filme é vendido por elas. Muitos tiros, violência e pancadas. Devido a censura do longa, aqui podemos sentir de verdade as consequências das brigas. Olhos roxos, hematomas espalhados por todo o corpo, e sangue até não poder mais. O realismo é enfatizado de forma crua e muito visceral, portanto não espere algo cartunesco como algumas fases de James Bond.
Fora isso, existe também muito humor implícito em Atômica. O roteiro adaptado por Kurt Johnstad (300) cria diálogos rápidos e recheados de ironia. As trocas entre o doce canalha Percival de McAvoy são o contraponto perfeito para a mulher autossuficiente e empoderada de Theron. Num dos diálogos mais sacanas, o sujeito cai de amores aos seus pés declarando: “acho que te amo”, ao que a ácida protagonista não hesita em retrucar: “que pena”.
Por falar em protagonista empoderada, Lorraine Broughton é uma das personagens femininas mais originais dos últimos tempos, e Charlize Theron é dona dela com gosto. A atriz vencedora do Oscar se entrega com tamanho comprometimento, realizando além das cenas ininterruptas de ação (a cereja no topo do bolo), momentos pra lá de sensuais, mostrando que a heroína pode ser e fazer o que quiser, inclusive se comportar como predadora sexual quando o momento lhe convir. E por que não? Em uma cena ao lado da exótica Sofia Boutella (A Múmia), que interpreta a misteriosa Delphine Lasalle, as atrizes incendeiam a tela.
E você pode até dizer, mas Angelina Jolie e Milla Jovovich já viveram o mesmo tipo de personagem em outras produções. E se você disser, estará equivocado. Lorraine exibe o comportamento da mulher moderna, mesmo em 1989. Ao ponto de acharmos que a personagem era originalmente um homem, reescrito como mulher, sem mudar qualquer traço de sua personalidade – como costumam erroneamente muitas vezes fazer.
McAvoy está especialmente bom com seu complexo personagem, tirando muito humor das situações. Mas não há como negar que o filme é Theron, e somente uma atriz que acredita num projeto, consegue vende-lo de tal forma. Em um momento quando está sendo interrogada por seus atos pelos superiores, Theron olha para a câmera de forma tão intensa, que somos nós na plateia que nos sentimos constrangidos e desviamos o olhar. Por esta olhada, sentimos a ameaça de uma verdadeira femme fatale, tipo de personagem que Theron tem se especializado, no entanto, a cada incursão criando uma nova abordagem (seja a caricata Rainha Ravenna de Branca de Neve e o Caçador, a fria e robótica Vickers de Prometheus, a sofrida heroína relutante Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, ou a calculista Cipher de Velozes e Furiosos 8 ), sua abrangência é ampla deste jeito.
Tudo o que nos resta é esperar por um possível retorno de Lorraine às telonas. Ou quem sabe num crossover com o personagem que seria seu par perfeito: John Wick – criando assim a terceira parceria entre seus intérpretes no cinema, depois de Advogado do Diabo (1997) e Doce Novembro (2001).
Ps. A fotografia Jonathan Sela (De Volta ao Jogo) é hipnótica, de cores neon vibrantes, dá o toque almejado de sedução, e a trilha sonora, composta somente de sucessos dos 80´s – incluindo uma grande favorita deste que vos fala (Cities in Dust, de Siouxsie and the Banshees), empolga e precisa estar na playlist de todos.
Dupla Explosiva ou The Hitman´s Bodyguard (título mais criativo do que o genérico em português, que significa O Guarda-Costas do Matador) serve para mostrar que mesmo a mais desgastada fórmula pode exibir frescor se for desenvolvida com vontade suficiente por seus criadores. O roteiro do filme, escrito pelo novato Tom O´Connor (que só tinha o esquecível Fogo Contra Fogo no currículo – calma, não é a obra-prima de 1995 com Robert De Niro e Al Pacino, e sim um filme muito meia boca com Bruce Willis e Rosario Dawson), não tem nada de novo e de fato parece uma daquelas histórias que ficaram na geladeira durante décadas – a vibe é anos 1980 e 1990 total.
Na trama, Ryan Reynolds, de volta aos holofotes após o sucesso imensurável de Deadpool (2016), interpreta Michael Bryce, um exímio segurança, dono de sua própria empresa e equipe. No topo de seu jogo, um atentado no qual perde um cliente (não é spoiler, já que ocorre logo nos primeiros minutos de filme), o faz cair em desgraça. Essa é sua história de redenção. Desmotivado com o trabalho, o sujeito continua a fazer o que sabe, sem o mesmo prestígio e estrutura. Quando sua ex-namorada, papel da exótica francesa Elodie Yung (a Elektra das séries Demolidor e Os Defensores), reaparece em sua vida, a missão mais difícil que já encarou também se apresenta.
O que acontece é que Darius Kincaid (Samuel L. Jackson), um dos assassinos de aluguel mais temidos do mundo, finalmente foi capturado. E não apenas isso, o sujeito fez um acordo com os federais para entregar em corte Vladislav Dukhovich (Gary Oldman), ditador genocida, também sob custódia dos oficiais. O problema é que os homens do renomado criminoso de guerra não pretendem deixar Kincaid vivo para depor, e assim começa uma caçada humana. No meio de uma emboscada, Amelia Roussel (Yung) é a única sobrevivente e precisa da ajuda do ex-companheiro Bryce (Reynolds) para que o matador fique inteiro até cumprir seu dever.
Por esta sinopse já dá para perceber que a história não é novidade e podemos pensar em quinhentos outros filmes que a utilizaram. A graça está mesmo nas trocas entre os personagens, que quicam um no outro inúmeras respostas espertinhas, fazendo valer suas personalidades bem diferentes em colisão. Dupla Explosivajá entra para o panteão de produções que trazem protagonistas avessos, precisando trabalhar juntos, até fazerem desenvolver uma amizade, ou ao menos respeito mútuo. A fórmula consolidada na década de 1980, tem como forte expoente a série Máquina Mortífera (1987 a 1998).
A direção de Patrick Hughes (Os Mercenários 3), cineasta de aluguel, faz o feijão com arroz bem temperado, que não compromete a digestão. Entre tiros e explosões, salva-se a química dos protagonistas, o verdadeiro prato saboroso. Dupla Explosiva também serve para salientar uma tendência dentro do gênero no mercado Hollywoodiano atual: os filmes de ação estilosos, com muita cobertura e pouco recheio. No passado, o roteiro era o principal, seguido por todo o resto. Hoje, confecciona-se o design extravagante e a história muitas vezes é reciclada.
Tal tendência apenas reflete a preguiça do público por novidade, por comprar uma trama totalmente original, dando sempre preferência a algo que já está bem enraizado em nosso subconsciente. Só este ano tivemos como exemplo John Wick: Um Novo Dia para Matare Atômica. Dupla Explosiva, no entanto, depende menos de seu visual e mais da comicidade de seus protagonistas, que não por acaso já viveram os mesmos personagens de forma mais interessante em filmes melhores. Como dito, esta junção entre o matador e seu guarda-costas serve de puro entretenimento escapista. Leve como uma brisa, quem conseguir mantê-lo na mente no mês seguinte é que deve ser considerado o verdadeiro herói.
O agente de proteção vivido por Ryan Reynoldstem um novo cliente: um assassino de aluguel que mata a sangue frio. No entanto, eles já estiveram em lados opostos de uma bala por muitos anos e sempre se odiaram. Agora, eles estão presos juntos e tem 24 horas para chegar a Haia, antes que o vilão vivido por Gary Oldman acabe com a vida deles.
Uma publicação compartilhada por David F. Sandberg (@ponysmasher) em
‘Shazam‘ tem estreia marcada para 5 de abril de 2019 e a direção será de David F. Sandberg, de ‘Annabelle 2’.
O projeto será roteirizado por Henry Gayden (‘Terra Para Echo’). Além de ‘Shazam!‘, também está sendo preparado um filme sobre o Adão Negro, que será vivido por Dwayne Johnson.
» O astro Patrick Stewart (‘X-Men’) vai dublar o “cocozinho”, o emojiPoop. T.J. Miller (‘A Última Ressaca do Ano’) durará o “gene”, e a atriz Maya Rudolph (‘Angry Birds: O Filme’) dublará a “smile”.
» Eric Siegel (‘Men at Work’) escreveu o roteiro e Anthony Leondis (‘Kung Fu Panda – Os Segredos dos Mestres’) dirige. Leondis comandou ‘BOO: Serviços de Operações do Outro Mundo‘ para a Dreamworks.
O astro e vencedor do Oscar, Ben Affleck, está em negociações para dirigir o filme sobre a guerra no Afeganistão, intitulado ‘Red Platoon‘. A informação foi divulgada pelo site Collider.
Baseado no livro de memórias de Clinton Romesha, a produção relata as dramáticas 14 horas de tiroteio na Batalha de Kamdesh. Em outubro de 2009, o Talibã realizou um ataque em larga escala, após anos fazendo apenas pequenos avanços. Nesta ocasião, 300 homens foram encaminhados para o Posto Avançado Keating, onde o sargento Romesha comandava um grupo pequeno de combatentes, que tiveram que defender um dos pontos mais vulneráveis, indo contra todas as prerrogativas possíveis.
Segundo a publicação, Casey Affleck seria a grande escolha da Sony para assumir o papel principal. Caso isso se confirme, esta será a primeira vez que os irmãos trabalham juntos desde a estreia na direção de Ben, que aconteceu em 2007 com ‘Medo da Verdade‘.
Dentre os produtores, ‘Red Platoon‘ vai contar com Josh Bratman, da Immersive Pictures, George Clooney e Grant Heslov, ambos da Smokehouse Pictures, além de Kerry Foster, de ‘O Grande Herói‘.
A primeira versão do roteiro foi escrita por Adam Cozad, ma de acordo com o site Collider, é possível que Affleck traga sua própria equipe para assinar o projeto, caso feche o contrato com a Sony Pictures.
Durante a Guerra Fria, uma organização chamada “Patriotas” criou um esquadrão de super-heróis que incluía diversos membros da União Soviética. Por anos esses heróis tiveram que esconder suas identidades, mas agora eles terão que se revelar!
Curiosidades:
» ‘Os Guardiões‘ (Guardians) é um filme russo de super-heróis.
Sinto que em breve serei o crítico mais odiado do Brasil, mas juro que não faço de propósito ou sequer é vontade de aparecer ou ser do contra. O que ocorre é que nesta área precisamos ser fiéis ao que interpretamos quando assistimos a uma produção cinematográfica. O mais fácil seria realmente nadar junto com a maré e não causar ondas. Se a maioria estiver falando mal, vamos com ela, ou vice versa. Isto seria algo totalmente antiético e a maior traição de nossos sentimentos.
Recentemente, fui um dos defensores (e talvez o único crítico – não vi mais ninguém, se souberem de algum por favor indiquem nos comentários) do odiado Death Note, da Netflix. Fiquei feliz ao saber que muitos de vocês, o público, compartilharam de minhas impressões, ao menos. Agora, ops, eu fiz de novo. Não me levem a mal, Emoji: O Filmeestá muito longe de ser uma obra-prima, mas também não é a execrável pior animação de todos os tempos como pintado pela maioria.
Veja bem, Emoji é um filme bem bobinho, mas ao mesmo tempo tem o coração no lugar certo. É uma produção inofensiva, daquele tipo que dá dó falar mal. A intenção fica numa mistura entre Uma Aventura Lego (2014) e Detona Ralph (2012), obviamente resultando em algo bem inferior aos dois. A ideia de se fazer um longa-metragem baseado nas carinhas de aplicativos de celular é esdrúxula o suficiente, e se tivesse recebido o sinal verde antes de 2014, seria algo ainda mais inimaginável – ou talvez sequer o teria recebido. O que ocorre é que após Uma Aventura Lego, as ideias mais idiotas ganharam novo sentido, se mostrando possíveis e plausíveis de se tornarem sucessos muito eficientes.
Assim surgiu Emoji: O Filme, que mira em LEGO, usa trama similar a Detona Ralph, e termina como, bem, como algo saído do braço de animação da Sony. No lado positivo, a exibição para a imprensa contou com um curta de Hotel Transilvânia, que serve como prévia até que a parte 3 seja lançada ano que vem. Na trama, conhecemos a cidade dos Emojis – é sério!! – aonde cada emoji tem sua função dentro do celular do jovem Alex (voz de Jake T. Austin no original). Gene (voz de T.J. Miller no original), o emoji Meh (a carinha de desânimo), é o protagonista. Quando ele falha em seu único trabalho, começa sua jornada ao lado do emoji Hi-5 (voz de James Corden), a mãozinha, para que todos os aplicativos do celular não sejam deletados. É sério – parte dois!
Bem, o roteiro de Emoji é um dos elementos mais diluídos do longa, e podemos afirmar que este é o primeiro filme sobre o conserto de um celular da história – que é exatamente o que Alex, o humano fora do mundo dos Emojis, irá fazer. A semelhança com Detona Ralph está não apenas na busca do protagonista por seu lugar no mundo, se recusando a ser o que esperam dele – daí uma interessante analogia contida para os pequeninos, também presente em Formiguinhaz (1998), mas igualmente na estrutura que coloca o personagem principal bagunçando o coreto de um universo particular, desestruturando regras para conseguir seus objetivos. Assim como Ralph passava por inúmeros jogos em sua epopeia, Gene e seus amigos se deparam com diversos aplicativos num celular, entre eles Facebook, Instagram, jogo de dança e até mesmo o grudento Candy Crush.
São justamente tais momentos do roteiro escrito a quatro mãos porTony Leondis (Igor), Eric Siegel, o também ator Mike White (Escola de Rock) e John Hoffman (da série Grace and Frankie) que o filme mostra algum brilho. Existem piadas, tiradas e referências que funcionam e criarão conexão com o disperso público jovem, mas que farão os adultos avessos a tanta tecnologia social boiarem. O interessante é que o filme, também dirigido por Leondis, faz questão de adereçar tais tópicos, como se catucasse seu público alvo, criticando-os levemente. Assim temos menções ao déficit de atenção da garotada, e inclusive ao desejo de estrelato dos usuários de mídias sociais – e como ter amigos reais não é tão importante quanto ser querido no mundo virtual.
Emojitambém encontra tempo para discursar brevemente sobre a independência feminina, quando um emoji princesa deseja mais do que ser apenas isso – algo semelhante foi tentado com mais eficiência em Os Smurfs: A Vila Perdida (2017), filme que deu voz como nunca anteriormente para a Smurfette, a única mulher no meio de um bando de homens – não por coincidência, da mesma Sony. Por essas e por outras dá para perceber certa vontade dos realizadores do braço de animação do estúdio, de imprimir mensagens importantes em suas produções. Mesmo que nem tudo funcione, o caminho do acerto não está tão longe.
Ps. Dentre os erros está o emoji do cocô! Eles realmente fizeram isso. E eu achando que o Mr. Hankey, o cocô natalino e cantor do incorreto South Park era o auge da perda de noção.
Ps2. Em quanto tempo Emoji: O Filme ficará datado? Será interessante rever o filme daqui a dez anos e perceber: “ah, usávamos tal aplicativo, não é mesmo?”.
Rosa, 38 anos, é uma mulher que se encontra em uma fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos, seus objetivos profissionais e enfrentar as dificuldades do casamento, ela continua sendo filha de sua mãe, Clarice, com quem possui uma relação cheia de conflitos.