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Crítica | Bingo: O Rei das Manhãs – O filme brasileiro do ano!

Infância Arruinada

Um dos projetos mais aguardados dos últimos anos quando o assunto é cinema nacional finalmente chega aos cinemas. Bingo: O Rei das Manhãs é a biografia de Arlindo Barreto e, por consequência, do papel pelo qual ficou marcado, o palhaço Bozo. Justamente por escancarar sem papas na língua os bastidores do programa infantil – mais barra-pesada que muita boate hardcore – é que a produções precisou sofrer mudanças em seu título e personagens.

Assim, o palhaço Bozo se tornou Bingo, Arlindo virou Augusto Mendes, e a cor do cabelo na fantasia passou de vermelho para azul. Assim como o debochado protagonista, este filme não engana ninguém, e apenas finge cumprir seus acordos contratuais, respeitando direitos, embora todos saibam muito bem de quem se trata – o filme sem dúvidas não faz questão de esconder.

Bozo é uma ideia original saída dos EUA. Quando os produtores norte-americanos pensaram em expandir o programa para outros continentes, o Brasil foi um dos países selecionados. Arlindo, ou melhor, Augusto, papel de Vladimir Brichta, vindo de um passado de filmes eróticos, decide se candidatar e termina abocanhando o papel do mascarado apresentador infantil.

Existe um forte subtexto e muita dualidade em diversos aspectos da produção, muito além do conto cautelar do plano geral. O homem por trás do palhaço é um sujeito empenhado, empreendedor, que escalou até o topo de seu segmento, desbancando emissoras mais poderosas (cof cof Globo cof cof) e se tornando líder de audiência. Tudo baseado em puro instinto comercial.

Com o sucesso vem também a dependência em álcool e drogas, e o estilo de vida de interminável festa, típico de um rock star. O contraponto entre a vida desregrada e incorreta do protagonista e o fato de trabalhar num programa infantil é interessante, mas existe muito mais coisa na elaborada fachada do personagem principal, como seu relacionamento quase doentio com a mãe (Ana Lúcia Torre), algo como Norman e Norma Bates, sua humanidade mesmo no auge da loucura e sua mudança de rumo ao desfecho. Vladimir Brichta é o grande trunfo por trás das camadas e do alcance do personagem. O ator nunca esteve tão carismático.

No elenco destacam-se ainda Leandra Leal como a produtora Lucia, o grilo falante (voz da consciência) do protagonista, Tainá Müller como a ex-mulher Angelica, Augusto Madeira como o câmera Vasconcelos, Emanuelle Araújo como Gretchen e o pequeno Cauã Martins como Gabriel, o filho. Todos variando cenas importantes de construção, sejam voltadas ao drama ou ao humor. Esta é outra mescla satisfatória no longa, que transita entre as tonalidades de gênero de forma harmoniosa.

O grande mérito dessa montagem, é claro, vai para o prestigiado Daniel Rezende, indicado ao Oscar por Cidade de Deus (2002), que tem no currículo trabalhos como Diários de Motocicleta (2004), A Árvore da Vida (2011) e RoboCop (2014). E editar Malick não é para os fracos. Em seu debute no comando de uma obra, Rezende estreia com o pé direito e entrega o filme nacional do ano – uma mescla entre cinema autoral de qualidade com um produto elegante, muito bem produzido (com pompa de grande produção) e totalmente vendável ao grande público, apesar do teor adulto bem incorreto.

O roteiro de Luiz Bolognesi (Bicho de Sete Cabeças) usa com base a estrutura da ascensão e declínio, reproduzida por diversos gêneros, como filmes de máfia, por exemplo, vide Scarface (1983), mas injeta tanta vida em suas entrelinhas que a produção transcende por conta própria, se tornando um produto único, com a força, liberdade e atestado de obra independente, sem as amarras costumeiras. Bingo: O Rei das Manhãs acaba com nossa infância, mas o faz com tamanha propriedade e diversão, que instantaneamente perdoamos este spoiler do porquê o palhaço era tão alegre e eufórico. “Sempre rindo, eu e você”, tudo terá outra conotação agora…

A Torre Negra

(The Dark Tower)

 

Elenco:

Idris Elba – O Pistoleiro
Matthew McConaughey – O Homem de Preto
Abbey Lee – Tirana
Jackie Earle Haley – Sayre
Fran Kranz – Pimli
Tom Taylor – Jake Chambers
Aaron Paul – Eddie Dean

Direção: Nikolaj Arcel

Gênero: Terror, Fantasia

Duração: 95 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 24 de Agosto de 2017

Sinopse:

Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Crítica | A Torre Negra – Adaptação Morna (Nota: 4.0)

 

Curiosidades:

» A Torre Negra consiste em sete livros. Stephen King lançou o primeiro volume, ‘O Pistoleiro’, em 1982, como uma homenagem ao faroeste ‘Três Homens em Conflito’, à Lenda do Rei Arthur e às histórias épicas de J.R.R. Tolkien, autor de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’.

» O dinamarquês Nikolaj Arcel (O Amante da Rainha) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

» Idris Elba estrela como o protagonista, O Pistoleiro; e Matthew McConaughey vive o vilão, O Homem de Preto.

» Aaron Paul (‘Breaking Bad’) interpretará Eddie Dean, um viciado em heroína trazido de Manhattan por Roland Deschain (Idris Elba) no segundo livro da série, ‘A Escolha dos Três‘. Jackie Earle Haleyserá o vampiro Richard P. Sayre, o presidente da Corporação Sombra. Fran Kranz  viverá Pimli, o braço direito do vilão Homem de Preto, interpretado por McConaughey.

 

Trailer:

Cartazes:

 

 

Fotos:

‘Game of Thrones’: Teoria afirma que Rei da Noite é personagem conhecido; Saiba quem!

Mais uma teoria relacionada ao final de ‘Game of Thrones‘ está circulando na internet. Dessa vez ela diz respeito a identidade do Primeiro Homem, que veio a se tornar o Rei da Noite.

Segundo a suposição, Bran estaria por trás da personalidade do zumbi, após viajar no tempo como o Corvo de Três Olhos para tentar impedir que os Filhos da Floresta criassem os Caminhantes Brancos.

Nesta ocasião, essas criaturas perfuraram o coração do Primeiro Homem com Vidro de Dragão e seguindo a teoria, Bran estaria coordenando seu corpo no instante em que isso acontece.

Para aqueles que alimentam a suposição, Bran teria tentado voltar para o presente, se desligando do Homem, mas não teria conseguido por ter ficado tempo demais como um warg. Considerando o que já testemunhamos na série, este argumento até faria sentido. Vale lembrar que Bryden o alertou a respeito dessa possibilidade.

Relembre o momento:

Outro fato que poderia fortalecer a teoria seria o diálogo entre Bran e a misteriosa criatura pertencente aos Filhos da Floresta. Na conversa ela admite que a criação dos Caminhantes Brancos seria culpa dos homens. Antes de dizer isso, ela se dirige diretamente a Bran, dando a impressão de que o pronome ‘you’ – que pode ser usado tanto no plural como no singular – poderia ser especificamente direcionado ao futuro Corvo de Três Olhos.

Confira o momento em questão, legendado:

Além disso tudo, é importante pontuar que Bran chegou a ser tocado pelo Rei da Noite na sexta temporada, enquanto se consagrava como o Corvo de Três Olhos.

Eai, o que vocês acham dessa teoria. Seria ela válida?

 

Game of Thrones‘ encerra sua 7ª temporada neste domingo e só deve retornar em abril de 2019 para a temporada final.

Confira a prévia do episódio final:

Recentemente, a HBO sofreu um ataque hacker que rendeu muita dor de cabeça.

 

‘Star Wars’: Confira o tênis oficial inspirado na Resistência

A empresa britânica Po-Zu desenvolveu uma edição limitada de tênis oficiais inspirados na Resistência.

O produto, que contará com apenas mil pares, entrará na pré-venda nesta sexta-feira (25).

Confira:

Aparentemente o modelo é o primeiro de uma série de novos calçados que pertencem a uma coleção especial inspirada no universo de ‘Star Wars’. Estes demais produtos tem previsão de lançamento para 2018.

O par de tênis inspirados na Resistência serão comercializados por US$ 193, cerca de R$ 605. Os fãs brasileiros interessados em comprar este ou outros produtos da sua linha especial podem ficar tranquilos, pois a empresa envia suas mercadorias para o Brasil.

Clique aqui e conheça o catálogo da Po-Zu.

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

Crítica | A Torre Negra – Adaptação Morna

Que Saudade do Bom King

Ser um dos autores mais adaptados da cultura pop pode não significar muito se tais produções não fizerem jus a sua contraparte em papel.  É o que acontece com Stephen King, um dos escritores mais celebrados mundialmente, e que desde Carrie – A Estranha (1976), seu primeiro livro transformado em filme, rendeu mais de 230 produções baseadas em seus textos, entre longas, séries e filmes feitos para a TV. A qualidade da maioria, no entanto, é bem duvidosa.

Não me levem a mal, mas para cada obra-prima como O Iluminado (1980), Louca Obsessão (1990), Um Sonho de Liberdade (1994) e À Espera de um Milagre (1999), temos produções risíveis, vide Comboio do Terror (1986), Sonâmbulos (1992), O Passageiro do Futuro (1992) e Tommyknockers (1993). Esse ano King estará em voga triplamente – além da série O Nevoeiro (que já havia sido adaptado na forma de um filme de 2007) e o vindouro It – A Coisa (igualmente uma minissérie de 1990), chega aos cinemas A Torre Negra, uma das mais ambiciosas transições de um texto do cultuado artista.

A Torre Negra é na realidade uma série literária em oito volumes, que mistura fantasia e faroeste, e cuja inspiração para King foi o autor J.R.R. Tolkien (aquele mesmo, de Senhor dos Anéis). É seguro dizer que muito do desejado pelo autor se perde na transição de mídias, e apesar de King ter dado o seu aval (seja lá por quais motivos, apesar de sabido que o escritor não tem o melhor dos discernimentos quando o assunto é cinema), o resultado não é nada mais do que medíocre.

Não sentimos, por exemplo, as influências do gênero faroeste aqui. E o resultado termina mais como O Último Grande Herói (1993), com Arnold Schwarzenegger, sem o funcional senso de humor. Extremamente genérico e rotineiro, o texto do filme apresenta o pequeno Jake (Tom Taylor), um pré-adolescente que vem tendo sonhos pra lá de estranhos. Nada de Freddy Krueger, no entanto, aqui é o Homem de Preto (Matthew McConaughey), uma figura verdadeiramente demoníaca, quem atormenta seu subconsciente.

A série literária pode ser especial e arrastar muitos fãs em sua mitologia, mas vale enfatizar para que ninguém esqueça: aqui iremos avaliar somente o FILME. O que é mostrado nas telas. Portanto, esqueçam os livros. Agora digam se esta trama soa familiar: um grande vilão planeja dominar o mundo e para isso pretende soltar forças das trevas no planeta. O único que pode impedi-lo é um menino, o escolhido, que contará com o preparo e ensinamentos de um homem duro e justo, a quem chamará de mestre. Pois é, de tudo desde Star Wars, passando por Matrix, até os filmes atuais de super-heróis, esta fórmula estrutural da jornada do herói está mais do que batida e necessita de diferenciais em suas entrelinhas – não encontrados aqui. Para se ter uma ideia da reciclagem, ganhamos até o infame raio que sobe para o céu, contido na maioria dos blockbusters feitos nos últimos anos.

O roteiro de A Torre Negra é deficiente ao nos apresentar este outro mundo, a dimensão na qual residem Walter, o Homem de Preto, e sua contraparte, o Pistoleiro Roland (Idris Elba). Mas não é somente o local que é explicado de forma pobre, ou não é explicado. As figuras dos protagonistas e suas personalidades são completamente eclipsadas pelo menino, o personagem mais bem trabalhado pelo texto, porém, igualmente genérico até os ossos – afinal, quantas crianças participando de uma grande aventura com consequências cataclísmicas para a história da humanidade o cinema já nos apresentou?

A Torre Negra também falha em nos mostrar além do básico, da superfície, de ambos o Pistoleiro e o Homem de Preto. Os dois são definidos através de uma única nota. Enquanto Elba com seu Pistoleiro elabora sua melhor cara de durão durante toda a projeção (servindo aqui e acolá de alívio cômico), McConaughey está mais contido do que de costume e talvez do que pediria o personagem – o que de certa forma é bem vindo, já que o caminho esperado era o excesso de maneirismos, afetação e caricatura. O diabo de McConaughey é apenas esquecível.

Em resumo, os atores não possuem muito com o que trabalhar e A Torre Negra não passa de um amontoado de efeitos especiais, incapazes de criar qualquer conexão com a plateia. Completamente desprovido de humanidade, o filme soa como um enlatado mecânico, confeccionado por um grande estúdio, que sequer demonstra acreditar no projeto. Os protagonistas soam desmotivados no filme, e McConaughey parece desinteressado em vender este peixe em suas entrevistas. Não me surpreenderia se daqui a pouco notícias sobre a mutilação do longa surgirem, já que o filme realmente soa como “remontado” às pressas.

É uma pena para todos os envolvidos. É uma pena para a promissora Abbey Lee (Mad Max: Estrada da Fúria e Demônio de Neon), que no filme vive uma apagada serviçal de Walter, e uma pena para o cineasta dinamarquês Nikolaj Arcel, em sua estreia Hollywoodiana após o aclamado indicado ao Oscar de filme estrangeiro O Amante da Rainha (2012). Oportunidade perdida é a frase que talvez melhor defina a frustração. O lema, no entanto, é desistir jamais, e a ideia já começa a ser desenvolvida como uma série de TV, pronta para estrear em 2018, com Idris Elba vivendo o mesmo personagem neste prelúdio e o diretor Arcel roterizando. Será que agora vai?

Batman de Christian Bale estampa capa de revista que celebra maiores clássicos de ação

O Batman vivido por Christian Bale na saga ‘O Cavaleiro das Trevas’ é o grande destaque da edição especial da revista britânica Empire, que celebra os 54 maiores filmes que definiram o gênero de ação na indústria cinematográfica.

Confira:

A publicação, que conta com 130 páginas, traz os clássicos ‘Duro de Matar’, ‘Caçadores de Emoção’, além das emblemáticas produções históricas, ‘Gladiador’ e ‘Coração Valente’, bem como as adaptações de quadrinhos e grande sucesso de público e crítica, ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ e ‘Capitão América: O Soldado Invernal’.

‘Game of Thrones’: Richard Dormer revela que as chamas das espada flamejante são reais

No episódio Beyond The Wall, o penúltimo da sétima temporada de ‘Game of Thrones’, os fãs da aclamada série da HBO tiveram a oportunidade de testemunhar o personagem Beric Dondarrion lutando com uma flamejante espada.

Segundo o seu intérprete, Richard Dormer, as chamas presenciadas pela audiência são verdadeiramente reais, sem qualquer uso de efeitos especiais. De acordo com o ator, o único CGI utilizado na arma em questão foi no ato da cauterização da ferida de Thoros.

Em uma entrevista ao site Empire, o veterano falou sobre a experiência e os perigos que norteiam o uso de uma espada flamejante:

“Toda vez que você vê a espada flamejante, estamos falando de fogo real. É uma espada de verdade em chamas e ela – literalmente – pode queimar qualquer coisa, foi realmente perigoso! Para fazer essas sequências com a arma, eu ensaiei por cerca de três semanas antes das gravações. E como ficava com um olho vedado, todas as vezes que a espada cruzava diante do meu rosto o brilho era tão intenso que me deixava cego por alguns segundos. Então era como se eu estivesse dançando cego com uma arma flamejante em mãos. E para não me machucar, todos os movimentos foram bem coreografados. Eu não me cortei nenhuma vez durante essa ‘performance’ e também contei com dublês excelentes. Além disso, CC Smiff trabalhou comigo. Ele é o responsável por basicamente desenvolver meu estilo como um samurai dentro da série, com um viés meio guerreiro-Jedi. Ele também é o cara que faz a coreografia para as lutas de espada de ‘Star Wars’, então eu estava em boas mãos”.

 

Game of Thrones‘ encerra sua 7ª temporada neste domingo e só deve retornar em abril de 2019 para a temporada final.

Recentemente, a HBO sofreu um ataque hacker que rendeu muita dor de cabeça.

 

Vera Farmiga e Hugh Jackman vão estrelar a cinebiografia ‘The Frontrunner’

A Entertainment Weekly confirmou mais duas adições ao elenco de ‘The Frontrunner’, cinebiografia do senador Gary Hart que contará com Hugh Jackman no papel título.

Vera Farmiga e J.K. Simmons viverão, respectivamente, a esposa de Gary e seu chefe de campanha das eleições de 1988.

As filmagens estão para serem iniciadas assim que Farmiga terminar de rodar ‘Godzilla 2‘.

A trama conta a história do carismático político de Colorado, que chegou a ser o grande candidato do partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de 1988. No entanto, seus planos foram por água abaixo, quando um escândalo pessoal chegou à imprensa, alegando que ele teria tido um caso amoroso. Isso o fez desistir da candidatura, o que colocou Michael Dukakis em seu lugar para concorrer contra George W. Bush. Como todos bem sabem, Bush pai acabou vencendo as eleições.

A direção de ‘The Frontrunner’ fica a cargo de Jason Reitman, que também assume o roteiro ao lado do jornalista político, Matt Bai e do ex-secretário de Comunicação da Hilary Clinton, Jay Carson.

A produção será adaptada a partir do livro de Bai, ‘All the Truth Is Out: The Week Politics Went Tabloid’.

Bingo – O Rei das Manhãs

(Bingo – O Rei das Manhãs)

 

Elenco:

Vladimir Brichta
Leandra Leal
Domingos Montagner
Emanuelle Araújo

Direção: Daniel Rezende

Gênero: Comédia, Drama

Duração: 111 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 24 de Agosto de 2017

Sinopse: 

Inspirado na vida de Arlindo Barreto, o filme levará aos cinemas a história de Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara. Augusto, o “Rei das Manhãs”, é o anônimo mais famoso do Brasil.

Com muita ironia e humor ácido, ambientado numa roupagem pop e exagerada dos bastidores da televisão nos anos 80, o filme conta essa incrível e surreal trajetória de um homem em busca do reconhecimento da sua arte.

Crítica | Bingo: O Rei das Manhãs – O filme brasileiro do ano! (Nota: 9.0)

 

Curiosidades: 

» Bingo – O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende, premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus”, com roteiro de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “Uma História de Amor e Fúria” e “As Melhores Coisas do Mundo”) e fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”), é estrelado por Vladimir Brichta, Leandra Leal, Emanuelle Araújo e grande elenco e traz um retrato da efervescente televisão nacional nos anos 1980, cheio de cores vibrantes e músicas ícones da época.

 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Castelo de Vidro

(The Glass Castle)

 

Elenco:

Brie Larson
Naomi Watts
Woody Harrelson

Direção: Destin Cretton

Gênero: Drama

Duração: 127 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 24 de Agosto de 2017

Sinopse: 

Baseado no livro de memórias homônimo de Jeannette Walls, ‘O Castelo de Vidro‘ aborda a conturbada infância da jornalista. Além de muito pobre, sua família sofria com o vício em álcool de seu pai (Harrelson). Com uma situação delicada, ela e seus irmãos viveram parte da vida de forma itinerante, mudando constantemente. No entanto, conforme todos foram crescendo, se mudaram para Nova York, conquistando uma vida mais segura e estável. Essa tranquilidade acabou sendo colocada à prova, quando seus pais decidiram seguí-los. Agora, os filhos precisam lidar com ambos e decidir se querem ou não continuar com a presença deles em suas vidas.

Crítica | O Castelo de Vidro – A temporada de prêmios já começou (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» —

 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos:

Na Mira do Atirador

(The Wall)

 

Elenco:

Aaron Taylor-Johnson
John Cena
Laith Nakli

Direção: Doug Liman

Gênero: Ação

Duração: 90 min.

Distribuidora: H2O Films

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 24 de Agosto de 2017

Sinopse: 

Dirigido por Doug Liman, ‘Na mira do atirador‘ é um thriller psicológico que mostra dois soldados americanos encurralados por um atirador iraquiano com nada além de uma parede em ruínas entre eles. A batalha envolve inteligência e precisão. Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos, Kick-Ass) e John Cena (Busca Explosiva e Descompensada) estrelam o longa.

Crítica | Na Mira do Atirador – Guerra Intimista (Nota: 7.0)

 

Curiosidades: 

» O diretor Doug Liman marcou seu nome no cinema de ação atual. O cineasta foi responsável por filmes como A Identidade Bourne (2002), Sr. & Sra. Smith (2005) e No Limite do Amanhã (2014), por exemplo.

Trailer:

Cartazes: 

 

 Fotos: 

 

Doidas e Santas

(Doidas e Santas)

 

Elenco:

Maria Paula
Flávia Alessandra
Samantha Schmütz
Thiago Fragoso
Nicette Bruno
Fernando Caruso
Marcelo Faria

Direção: Paulo Thiago

Gênero: Comédia

Duração: 99 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 24 de Agosto de 2017

Sinopse: 

Beatriz (Maria Paula) é uma psicanalista em crise. Não está satisfeita com o trabalho, tem problemas de relacionamento com a filha adolescente (Luana Maia), a mãe um tanto doidinha (Nicette Bruno), a irmã ausente (Georgina Góes) e um marido (Marcelo Faria) que não a faz feliz. Decidida a mudar sua vida, Beatriz decide se separar do marido e dá novos rumos à sua vida com a ajuda da amiga Valéria (Flavia Alessandra). É hora de recomeçar e, para isso, ela tem que estar preparada para tudo.

Curiosidades: 

» Inspirado no livro escrito por Martha Medeiros e que dá nome ao filme, a produção é uma comédia dramática sobre se redescobrir na vida.

 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos:

Novo filme de Richard Linklater, ‘Last Flag Flying’, tem trailer divulgado; Assista!

O próximo drama do cineasta Richard Linklater, ‘Last Flag Flying’, ganhou seu primeiro trailer

Confira:

Desenvolvido pela Amazon Studios e pela Lionsgate, a produção é baseada no livro homônimo, do escritor Darryl Poniscan. A trama se passa em 2003 e acompanha três veteranos da Guerra do Vietnã, interpretados por Bryan Cranston, Steve Carell e Laurence Fishburne. O grupo acaba se reencontrando após a trágica morte do filho de um dos combatentes. O jovem perdeu sua vida enquanto servia na Guerra do Iraque.

 

Elenco completo nos novos cartazes de ‘Thor – Ragnarok’

Thor – Ragnarok‘ ganhou dois novos cartazes.

Confira (cada um trás uma das versões de Hela):

“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.

Marvel e ABC começam a desenvolver série no estilo ‘Jessica Jones’

A Marvel TV vai se inspirar na popular série ‘Jessica Jones’ para desenvolver sua próxima produção para a emissora ABC (que pertence à Disney).

Ainda sem revelar qual personagem ganhará um show de TV solo, a informação foi compartilhada pelo vice-presidente de Programação Original da Marvel TV, Karim Zreik, durante o Edinburgh TV Fest.

De acordo com ele:

“A produção será aos moldes de ‘Jessica Jones’. Nós queremos abranger vários públicos”.

Crítica | Jessica Jones – 1ª Temporada 

Na série, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

 

 

Roteiro de ‘Liga da Justiça Sombria’ vai ser reescrito novamente

Pelo menos é o que garante o conceituado jornalista de entretenimento Justin Kroll.

No Twitter, Justin comentou que o roteiro de ‘Liga da Justiça Sombria‘ vai ser novamente reescrito.

Estima-se que esta seja a quarta versão dos textos.


Nos quadrinhos, a Magia (Cara Delevingne) fica louca e perde o controle indo atrás de sua contra parte June Moone, o que gera um ataque a toda a magia do mundo. A Liga da Justiça é incapaz de lidar com a situação, o que faz com que John Constantine reúna uma Liga da Justiça Sombria.

O filme contará com personagens como John Constantine, Zatanna, Deadman, Madame Xanadu, Magia e Mindwarp.

‘Kingsman – O Círculo Dourado’ ganha novo cartaz com o elenco completo

A 20th Century Fox divulgou o mais novo cartaz internacional de ‘Kingsman – O Círculo Dourado‘, sequência de ‘Kingsman – Serviço Secreto‘.

Confira, com os trailers:

 

Lembrando que a estreia está agendada para 29 de setembro.

‘Kingsman 3’? Taron Egerton comenta a possibilidade

Kingsman: O Circulo Dourado’ é dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halle Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy).

A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

Crítica | O Castelo de Vidro – A temporada de prêmios já começou

Melodrama que Funciona

Baseado no livro autobiográfico da jornalista Jeannette Walls, O Castelo de Vidro não narra, no entanto, sua carreira profissional ou nenhum ocorrido neste núcleo, e sim sua vida em família desde a infância. O foco aqui é sua história ao lado dos pais livres pensadores, sem um tostão no bolso, e dos irmãos em busca de uma vida melhor.

A trama, extremamente identificável, promete grande apelo junto ao público, por recair numa fórmula que o ser humano não consegue resistir: o melodrama.

É preciso admitir, no entanto, mesmo sem apreço pelo estilo, quando bem confeccionado causa certa busca interna por sentimentos que nos preenchem. Existe o bom melodrama e o melodrama safado. O Castelo de Vidro é exemplo do primeiro.

Um bom exemplo do contraponto é Beleza Oculta, filme lançado no início do ano, com Will Smith, que permanece no topo (ou seria fundo) da minha lista como o pior filme de 2017. Extremamente manipulativo, o filme de Smith pretende pegar o público como refém de suas situações dramáticas, mesmo que elas não façam o menor sentido. Por se comportarem de forma totalmente errática e incorreta, todos os personagens daquele filme logo se tornam alienígenas de tão distantes de qualquer qualidade humana.

É justamente o oposto do citado acima o que temos aqui. Personagens muito humanos, que mesmo em suas peculiaridades seguem fazendo sentido e criando elo com o público. Para tudo existem dois lados e, satisfatoriamente, este longa os apresenta. Aqui não há condenação de atos, e menos ainda o passar da mão na cabeça aliviando, como um bom debate não panfletário deve ser.

Obviamente donos de um forte espírito socialista, Rex (Woody Harrelson) e Rose (Naomi Watts) são sonhadores que esperam um mundo melhor, longe do poder destrutivo do dinheiro. Enquanto a vida passa, e as promessas de melhoria na qualidade dela em família não são cumpridas pelo patriarca, que encontra na bebida um escape perigoso, os quatro filhos sofrem as consequências e terminam repelidos pelo estilo de vida almejado pelos progenitores.

Não por menos, na fase adulta – o filme é narrado em duas linhas temporais – Lori (a ótima e subestimada Sarah Snook, de O Predestinado), Brian (Josh Caras), a caçula Maureen (Brigette Lundy-Paine) e a própria protagonista Jeannette (Brie Larson) se afastaram o máximo possível dos ideais do seu antigo e falho líder. O Castelo de Vidro faz uso uma filosofia de criação e núcleo familiar semelhante ao do recente Capitão Fantástico, invertendo um pouco a proposta de pureza quase santificada e soando por vezes como desculpa para a falta de ocupação. Por comparação, a escolha de Ben (Viggo Mortensen), protagonista do filme citado, soa verdadeiramente como abnegação, enquanto a de Rex e Rose aqui soma em equívocos, falta de preparo e empenho.

Só aí já temos um filme que supera seu melodrama, ao levantar questões dignas de debate e longe de respostas fáceis, apresentadas de forma sutil e bem trabalhada. O roteiro adaptado pelo próprio diretor, o talentoso Destin Daniel Cretton, dá ênfase em seus personagens e situações, nos fazendo muitas vezes esquecer que funciona numa estrutura pré-estabelecida e até mesmo manipulativa, de tão bom que é. Seu trabalho pulsa e faz a obra ganhar vida por conta própria, se liberando de suas amarras. O cineasta não domestica sua veia, imprimindo a emoção que trouxe de seu longa anterior, o ótimo Temporário 12 (primeira parceria com Larson), que precisa ser encontrado e visto.

No campo das atuações, um dos chamarizes é o nome da vencedora do Oscar 2016, Brie Larson. A atriz é usada para vender a obra, que até cheira a Oscar, se tiver força para ser impulsionada até o início do ano que vem – geralmente os elegíveis começam a pipocar em setembro. Larson, no entanto, tem um desempenho apenas satisfatório. Quem rouba verdadeiramente a cena é o experiente Woody Harrelson, na pele do personagem mais multifacetado e de difícil acesso e definição do longa. Como fiz no ano passado com Viggo Mortensen, faço aqui minha aposta para uma indicação do ator. Sim, ele está bom neste nível.

O Castelo de Vidro à distância soa como um emaranhado de clichês, vibrando com pieguice e quantidade de açúcar suficiente para fazer correr os mais realistas. Bem, à primeira vista, porque o resultado, mesmo que as afirmações não sejam totalmente equivocadas, exala sinceridade e tamanho empenho para que tudo seja perdoado e que mordamos a língua com gosto. Viva o melodrama. Agora me passe o lenço.

Revelado o nome da personagem de Emilia Clarke em ‘Han Solo’

A Vanity Fair realizou uma matéria sobre Emilia Clarke e acabou por revelar o nome da personagem que a atriz interpreta no spin-off de ‘Han Solo‘.

A publicação citou:

“um link entre Han Solo e a personagem de Emilia, Kira.”

Por outro lado, o Star Wars News revelou que Kira era o nome da personagem de Daisy Ridley em ‘Star Wars – O Despertar da Força‘ antes dela se chamar Rey.

Muito possivelmente, Lawrence Kasdan, roteirista de ambos os filmes, pode ter aproveitado que o nome ficou vago para adicioná-lo ao spin-off.

 

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo (ainda sem título oficial) tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

‘Chaos Walking’: Ator de Selma entra para a ficção científica

David Oyelowo, de ‘Selma‘, é a mais nova adição ao elenco de ‘Chaos Walking‘, ficção científica protagonizada por Tom Holland e Daisy Ridley.

A estreia está agendada para 1º de março de 2019.

O personagem de David ainda não foi revelado.

A história se passa em um futuro distópico, em que os pensamentos do cidadãos se manifestam fisicamente em forma de imagens, palavras e sons, indicados como ‘The Noise‘. Os dois jovens protagonistas, Viola Eade (Daisy) e Todd Hewitt (Tom), narram a trama e a iminente guerra que surge dentro da distopia.

Produzido pela Lionsgate, a direção do longa fica a cargo de Doug Liman, responsável por ‘Identidade Bourne‘. Ainda não há data de lançamento para a produção.

Daisy Ridley futuramente poderá ser vista em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, que estreia em 15 de dezembro deste ano. Já Tom Holland está nos cinemas com ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.