Com um retorno espetacular, ‘Orphan Black‘ trará mais do embate entre Rachel e Sarah no segundo episódio, que será exibido nos EUA e Canadá neste sábado e na Netflix já entrará no domingo.
Confira:

Com um retorno espetacular, ‘Orphan Black‘ trará mais do embate entre Rachel e Sarah no segundo episódio, que será exibido nos EUA e Canadá neste sábado e na Netflix já entrará no domingo.
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Quer assistir um filme bem água com açúcar com o seu grande amor? Ou ficar na fossa?
Pois bem, nesse Dia dos Namorados, o CinePOP escolheu as produções mais românticas para te emocionar.
Confira:
O que seria de qualquer lista romântica sem uma das representantes máxima do subgênero, a musa Julia Roberts. Mas nem só de comédias leves e sonhos de Cinderela viveu a musa. Aqui, com 24 aninhos, e já duas indicações ao Oscar no currículo, Roberts vive uma jovem com desejo de recomeçar a vida. Ela arruma emprego cuidando de um rapaz com câncer, interpretado por Campbell Scott. Nem precisa dizer que os dois se apaixonam, e lá vêm as lágrimas. A obra é baseada no Livro de Marti Leimbach e a direção é do inconstante Joel Schumacher.
Segundo romance do escritor Nicholas Sparks adaptado para o cinema, Um Amor para Recordar é também um dos mais adorados pelos fãs do autor. Esta lista, aliás, poderia contar somente com obras de Sparks, já que seus textos sempre contam com os mesmos elementos, o principal deles sendo “um amor sofrido demais”. Aqui, os sumidos Mandy Moore e Shane West interpretam Jamie, a filha do pastor da cidade e Landon, o rebelde infrator local. Tais personalidades tão distintas se apaixonam de forma inesperada, somente para serem testados pela doença terminal da menina. A veterana Daryl Hannah também está no elenco, e a direção é de Adam Shankman, de Rock of Ages: O Filme.
Talvez só exista um par tão perfeito quanto Sandra Bullock para o ator Keanu Reeves no cinema. E ele é Charlize Theron. Aqui, a dupla refaz a parceria do suspense Advogado do Diabo (1997), num filme bem diferente. Trata-se da refilmagem de Por Toda a Minha Vida (1968), de Robert Ellis Miller. O remake é dirigido pelo irlandês Pat O´Connor, de Círculo de Paixões (1997) – com Liv Tyler e Joaquin Phoenix, e também apresenta um romance inusitado entre duas pessoas bem diferentes. Uma delas, no caso Theron, é uma doente terminal de câncer. Apesar de adorada pelas românticas irremediáveis, a produção recebeu três indicações ao Framboesa de Ouro, o anti-Oscar (pior ator e atriz para Reeves e Theron respectivamente, e pior refilmagem ou sequência).
Talvez o filme atual que venha à mente da maioria quando se pensa em jovem terminal de câncer buscando novas experiências. A menina Dakota Fanning entrou na fase mais madura de sua carreira, embora muitos ainda não tenham percebido. O motivo é que a atriz tem optado por produções do cinema independente americano (este aqui, britânico, com direito a sotaque) e muitas dessas obras são desconhecidas do grande público. De cabelos curtos, Fanning é uma jovem que resolve criar uma lista com tudo o que deseja realizar antes de partir. Agora e Para Sempre é baseado no livro de Jenny Downham.
Eu disse que a lista poderia ter apenas produções baseadas em Nicholas Sparks, mas esta será a última selecionada, prometo. Não por menos, esta é considerada a obra quintessencial no que diz respeito a adaptações do escritor. Mesmo quem não tem consciência de se tratar de uma adaptação, aprova este romance intenso protagonizado por Ryan Gosling e Rachel McAdams. A história de Romeu e Julieta, ou da Dama e o Vagabundo, é recriada nos anos 1940. Um jovem pobre e apaixonado começa um relacionamento com uma burguesa e passam por todos os empecilhos imagináveis. O interessante aqui é mostrar o depois, com o casal de pombinhos agora interpretado pelos veteranos James Garner e Gena Rowlands (mãe do diretor do filme, Nick Cassavetes, do recente Mulheres ao Ataque), enfrentando o Alzheimer dela.
Agora, um filme no qual o doente é o rapaz, para variar. Esse é também provavelmente o melhor filme da lista. Uma mistura de comédia, com drama edificante e sério, esta produção trata o câncer de forma indulgente e para cima, de forma respeitosa. O ótimo Joseph Gordon-Levitt é Adam, um jovem que se descobre com câncer. Ao mesmo tempo em que é deixado pela egoísta namorada, vivida por Bryce Dallas Howard (que não quer lidar com este problema em sua vida), seu melhor amigo interpretado pelo sempre divertido Seth Rogen, faz de tudo para animá-lo e fazê-lo seguir. O rapaz reata os laços com mãe, papel de Anjelica Huston (ótima) e vê surgir em sua vida uma nova promessa de felicidade, na forma de sua psicóloga, Anna Kendrick.
Outro saído diretamente dos anos 1990, esse filme traz como protagonistas a dupla saída de Batman Eternamente, do mesmo ano. O sumido Chris O´Donnell (então com 25 anos) e Drew Barrymore (20 aninhos na época) interpretam estudantes colegiais muito diferentes que… você adivinhou, se apaixonam. Onde estão os casais parecidos do cinema? Ele é Matt, um rapaz certinho, e ela vive Casey (o mesmo nome da primeira vítima do terror Pânico, interpretada pela própria), a doidinha de plantão. Depois de problemas e do comportamento errático constante, Casey é internada num hospital psiquiátrico. Seu cavaleiro reluzente a resgata do local, somente para depois perceberam que a menina sofre de transtorno bipolar.
Este filme feito para a TV nos Estados Unidos, traz a sumida Jennifer Love Hewitt como a protagonista. A atriz, que teve o seu auge com filmes de terror e algumas comédias no fim da década de 1990, vive Sam, uma musicista americana vivendo em Londres com o marido Ian, papel de Paul Nicholls. O casal passa por dificuldades de relacionamento. É quando de forma impactante, a personagem de Hewitt sofre um acidente de trânsito fatal. Na manhã seguinte, o casal recebe uma nova chance de ficar junto. A obra tem elementos que depois foram utilizados no suspense romântico com Sandra Bullock, Premonições (2007). Duas curiosidades são a presença do talentoso Tom Wilkinson (Conduta de Risco) no elenco e a direção de Gil Junger, do cultuado 10 Coisas que eu Odeio em Você (1999). Hewitt também produz o filme.
Muitos acreditam que este romance é baseado num livro de Nicholas Sparks. Talvez até mesmo os produtores, que o venderam de forma agressiva desta maneira. O motivo para isso é que temos como protagonistas as estrelas de duas de suas obras mais conhecidas e adoradas, Rachel McAdams (Diário de uma Paixão) e Channing Tatum (Querido John). No filme, Tatum é um jovem precisando lidar com uma realidade devastadora: Após envolverem-se em um acidente de carro, sua esposa (McAdams) o apagou de sua memória. De todo o resto ela lembra. O fato faz seus pais (Jessica Lange e Sam Neill) tentarem resgatar a antiga vida da filha longe dele, enquanto o marido tenta desesperadamente reconquistá-la. O filme fez sucesso com o público jovem e figurou com indicações no MTV Movie Awards e Teen Choice Awards.
O único filme da lista indicado ao Oscar, O Lado Bom da Vida também trouxe uma indicação para o protagonista Bradley Cooper e deu a vitória para a talentosa Jennifer Lawrence. Esse também não é um filme sobre câncer, mas sim sobre doenças mentais, como a bipolaridade. Após pegar a traição da esposa, o professor Pat (Cooper) surta e é internado num hospital psiquiátrico. Ao ser liberado, a coisa que parece lhe dar forças é a amizade com a igualmente atormentada Tiffany (Lawrence), uma recente viúva, que usa o sexo como forma de escape. A obra é baseada no livro de Matthew Quick, e inspirou o cineasta David O. Russell, que sofre com o filho, portador de um mal similar.
Aos poucos a mulher vai conquistando cada vez mais espaço dentro de uma indústria ainda dominada por homens. Muito já mudou, é verdade, principalmente se formos olhar lá para trás. Hoje, o sexo feminino faz frente em todos os segmentos e gêneros do cinema, até mesmo num mercado como o de Hollywood. Sejam dramas, suspenses, comédias, terror e até filmes de ação (sim, e por que não?), as mulheres já demonstraram que funcionam bem e conseguem segurar sozinhas uma grande produção. E que venham cada vez mais! Mais mulheres produzindo, escrevendo e dirigindo. Mas isso é tópico para outra matéria. Aqui, iremos focar em grandes lançamentos, que chegam aos cinemas ainda em 2017, protagonizados por alguns dos maiores nomes do cinema mundial. E sim, você acertou, são todas mulheres.

Se ainda não havia ficado claro, Rey (Daisy Ridley) é a protagonista da nova trilogia Star Wars. Sim, os novos Star Wars são 100% sobre empoderamento feminino. Até o primeiro derivado (pós retomada) seguiu por esta linha, nos apresentando Jyn Erso (Felicity Jones) como a protagonista do apenas mediano Rogue One (2016). Ok, segurem as pedras. Sei que vocês amaram, mas meu amor incondicional fica com O Despertar da Força (2015) e Rey. Na trilogia original tínhamos a força de Leia (a saudosa Carrie Fisher) e a trilogia seguinte (uuurrr) trouxe Padmé (Natalie Portman). Mas em ambos os casos, o Jedi sendo treinado (ou destreinado) era um homem, em primeiro plano. Rey é a Jedi da vez e a primeira mulher a empunhar um sabre de luz como foco da trama. E com Daisy Ridley, nasce uma estrela. O filme estreia no dia 14 de Dezembro.

Poucas atrizes são tão empoderadas dentro do mercado cinematográfico de Hollywood quanto a musa Charlize Theron. A estrela vencedora do Oscar trabalha em dramas de prestígio – como Monster (2003), Terra Fria (2005) e Jovens Adultos (2011) – mas mostra que também sabe se divertir, aceitando participar de projetos como Branca de Neve e o Caçador (2012), Prometheus (2012) e Velozes e Furiosos 8 (2017). No meio termo, ela acerta coexistindo no melhor dos dois mundos, vide Mad Max: A Estrada da Fúria (2015). Em Atômica, Theron mostra que nunca foi tão badass (e estamos falando sobre uma atriz que viveu algumas das personagens mais duronas do cinema recente), quanto na pele da agente secreta Lorraine Broughton. O thriller de espionagem e ação é, além de frenético e extremamente eufórico, também pra lá de sexy. O filme estreia no dia 3 de Agosto.

Se existe uma atriz tão empoderada quanto Theron, essa atriz se chama Scarlett Johansson. Assim como a intérprete de Furiosa, Johansson transita entre dramas de arte, vide Encontros e Desencontros (2003) e Ela (2013), e super blockbusters, como Os Vingadores (2012) e A Vigilante do Amanhã (2017). Mas tem algo que a atriz não possui e aguarda ansiosamente: sua indicação ao Oscar, que poderia ter saído com os dramas citados acima. Seja como for, assim com Theron, esta musa mostra que sabe se divertir, e a prova disso é a comédia A Noite é Delas, uma festa alucinada na qual as mulheres estão no comando. Girls just Wanna Have Fun acaba de ganhar novo significado. O filme estreia no dia 15 de Junho.

Nesta lista já tivemos blockbustes, filmes de super-heróis, suspenses de espionagem e comédias escrachadas. Chegou a hora de um filme de maior seriedade e prestígio na lista. Este é também um faroeste, sem esquecermos o tema central, o fator girl power. E aqui temos não uma, mas três protagonistas, que vivem num internato sulista para moças, durante a Guerra Civil Americana. Nicole Kidman é a dona do local, Kirsten Dunst é a professora, e Elle Fanning é uma das alunas. As três, entre outras, dão abrigo a um soldado inimigo moribundo, papel de Colin Farrell. Nesta nova adaptação do conto de Thomas Cullinan, a celebrada Sofia Coppola é quem dirige – uma das poucas mulheres a serem indicadas ao Oscar na categoria de diretora. O filme estreia no dia 24 de agosto.

Pouco ainda se sabe desta produção, que sequer possui título em português definido. Basta saber que é o novo veículo para a jovem estrela vencedora do Oscar (engulam esta, haters!) Jennifer Lawrene. E isso é o suficiente para nós. Na verdade, trata-se do novo trabalho do cineasta visceral Darren Aronofsky, descrito como um filme e terror. O cartaz (totalmente insano, com Lawrence arrancando o próprio coração) é uma das poucas coisas divulgadas e já compramos a ideia. A sinopse, evasiva, descreve a vida de um casal sendo perturbada com a chegada surpresa de conhecidos na sua residência. No elenco renomado, Ed Harris, Michelle Pfeiffer, Javier Bardem, Kristen Wiig e os Gleeson, pai e filho, Brendan e Domhnall. A estreia é no dia 12 de outubro.

A lista recheada de jovens e veteranas estrelas não para. Desta vez, quem dá as caras é a recém-vencedora do Oscar, Emma Stone (La La Land: Cantando Estações). Em seu primeiro filme após a vitória na Academia, Stone quem sabe será lembrada novamente no ano que vem em uma indicação. Tudo porque aqui ela interpreta Billie Jean King, tenista profissional desafiada por um jogador homem, o machista Bobby Riggs (Steve Carell), que está disposto a provar numa partida a superioridade masculina. O trailer, que acaba de ser divulgado, é hilário e promete mexer ainda mais o caldeirão desta polêmica. A direção é da dupla Jonathan Dayton e Valerie Faris (Pequena Miss Sunshine). A estreia ocorre no dia 22 de setembro nos EUA. No Brasil a data ainda não foi confirmada.

Um dos filmes mais polêmicos desta edição do Festival de Cannes e não pelo conteúdo. O que acontece é que Okja trata de uma produção original da Netflix, pela primeira vez participando da competição pela Palma de Ouro. Alguns se manifestaram contra, como o premiado diretor Pedro Almodóvar, já que depois do Festival o filme será lançado direto na plataforma de streaming e não nos cinemas. Na trama, uma garotinha se afeiçoa a um grande animal criado em laboratório. Quando uma empresa decide captura-lo para testes, a pequena coreana sai numa verdadeira jornada atrás dele. Embora o elenco recheado tenha gente como Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Lily Collins e Paul Dano, o girl power do filme vêm servido pela pequena Ahn Seo-Hyun. A direção é de Ho Bong Joon (Expresso do Amanhã). A estreia, no Netflix, é no dia 28 de Junho.

Aqui não temos grandes estrelas femininas impulsionando a obra, mas temos sem dúvidas muitos nomes no elenco. O principal deles é o da indicada ao Oscar Anna Kendrick (Amor Sem Escalas). Se você a esta altura ainda não conhece as cantoras a capela mais famosas da sétima arte, está na hora de ter sua carteirinha de fã de filmes juvenis revogada. As Barden Bella são as protagonistas de uma das surpresas mais agradáveis dentro do gênero em muito tempo. Em 2012, elas chegaram demarcando o território e contagiaram a todos. Em 2015, voltaram sem o mesmo brilho, marcando a estreia da atriz Elizabeth Banks como diretora. Agora, as Bellas voltam, dirigidas por outra mulher, a cineasta Trish Sie, numa trama ainda não divulgada. O que se sabe é que a adição de Hailee Steinfeld (do filme anterior) foi mantida, e Ruby Rose (a musa blockbuster do momento) entra para o elenco. A estreia ocorre no dia 22 de Dezembro nos EUA. A Universal Brasil ainda não divulgou a data por aqui.

Amy Schumer é a comediante número 1 dos EUA na atualidade. Figuras cômicas norte-americanas não costumam emplacar sempre por aqui, devido a certa perda na tradução das piadas, sempre muito mais eficazes para quem vive determinada realidade. Talvez por isso, a Universal Pictures Brasil tenha desistido do lançamento nos cinemas de Descompensada (2015), um dos maiores sucessos do verão americano da época, depois de ter planejado uma campanha de marketing para o filme protagonizado por Schumer (que foi seu grande debute no cinema) emplacar nas telonas. O resultado foi o lançamento em vídeo. Descompensada é realmente uma comédia muito boa. Ainda não se sabe qual caminho o novo veículo da humorista irá seguir por aqui, dessa vez nas mãos da Fox. O fato é que Snatched ainda não possui título em português. Na trama, Schumer traz a veterana Goldie Hawn de volta da aposentadoria, no papel de sua mãe. Ambas estão de férias num país da América do Sul, quando se envolvem com sequestradores. Nos EUA, o filme aproveitou o final de semana do dia das mães para o lançamento e no Brasil segue sem data.
A polêmica em torno de ‘13 Reasons Why‘ continua. Após várias escolas dos EUA anunciarem um boicote à série, um jovem peruano de 23 anos cometeu suicídio e deixou fitas cassetes para seus familiares e amigos explicando o motivo.
Franco Alonso Lazo Medrano morava na cidade de Arequipa, no Peru, e se jogou da janela do quarto andar de seu apartamento.
A polícia local acredita que o jovem se baseou na polêmica série ‘13 Reasons Why‘, já que deixou fitas similares às da protagonista Hannah Baker.
Entre os motivos, o jovem citou uma decepção amorosa após terminar um relacionamento de anos.
Lazo Medrano chegou a ser socorrido com vida, mas faleceu no hospital.
Nossos sentimentos ficam com os familiares e amigos.
Recentemente, a série que adapta a história recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos na Nova Zelândia.
O Órgão de Classificação de Filmes da Nova Zelândia deu a alta classificação indicativa por registrar o maior número de adolescentes suicidas do mundo, com cerca de dois jovens cometendo suicídio por semana.
“Nossos órgãos de saúde mental estão extremamente preocupados com o efeito que 13 Reasons Why pode ter na Nova Zelândia. A morte de Hannah é representada como algo lógico ao longo da série, e traz como consequência inevitável os eventos que a sucederam. Não podemos aceitar que o suicídio seja mostrado como uma opção viável. Além disso, temos uma péssima mensagem na série para os sobreviventes de violência sexual”, afirmou o Órgão de Classificação de Filmes do país.
’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio!
Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?
Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix
A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).
Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.
Em entrevista ao jornal The Telegraph, o ator Chris Evans confirmou que ‘Os Vingadores 4‘ será seu último filme na Marvel, e que seu contrato acabaria em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ – Mas a Marvel o convenceu a voltar para mais um filme.
“Meu contrato era de seis filmes com a Marvel. Depois de Vingadores: Guerra Infinita, eu não voltaria mais. Eles iam dividir o filme em duas partes. Porém, eles disseram que tinham muitos personagens para encaixar – Guardiões da Galáxia, Pantera Negra, Capitão Marvel, Doutor Estranho, Homem-Formiga. Eu concordei porque fazia sentido, e decidi voltar para Os Vingadores 4″, afirmou.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ trará o fim da equipe dos primeiros filmes
Vale lembrar que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será o primeiro filme a ser rodado inteiramente com as caras câmeras IMAX.
O filme estreia em 4 de maio de 2018.
A série de TV baseada em ‘O Nevoeiro‘ (The Mist) ganhou um novo trailer LEGENDADO.
Assista:
A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia dia 22 de junho.
A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.
Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.
“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.
No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.
David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.
Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.
‘O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.
O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).
Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.
Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.
As 10 Melhores Adaptações de Stephen King

A Netflix divulgou o trailer de seu novo suspense, intitulado ‘You Get Me‘.
A estreia no serviço de streaming acontece dia 16 de Junho.
Assista:
Após uma relação de uma noite só, Holly (Bella Thorne) desenvolve uma perigosa obsessão por Tyler (Taylor John Smith) e se transfere para a escola dele, desesperada por manter vivo seu “romance”.
Bella Thorne, Halston Sage e Taylor John Smith estrelam.
John Boyega é a nova estrela do drama histórico dirigido por Kathryn Bigelow, intitulado ‘Detroit‘.
Baseado na revolta que aconteceu na cidade em 1967, a produção traz o jovem ator como um policial que se vê frente a frente com o confronto armado contra civis.
Assista ao tenso comercial divulgado, e o trailer:
O elenco conta também com John Krasinski, Hannah Murray, Jack Reynor, Will Poulter, Ben O’Toole e Anthony Mackie.
‘Detroit‘ foi escrito Mark Boal e chega aos cinemas norte-americanos em 4 de agosto deste ano.

Lançado no Brasil dia 27 de Abril, e nos EUA apenas em 5 de Maio, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já soma incríveis US$ 833,4 milhões mundialmente.
O filme arrecadou US$ 366 milhões nos EUA, e mais de US$ 467 milhões no resto do mundo.
Para comparação, o primeiro filme arrecadou US$ 774 milhões mundialmente em 2014.
[SPOILERS]
O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.
Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.
Assista, com a crítica SEM SPOILERS
James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’
James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’
[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’
Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot), Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).
‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Os recentes cancelamentos de Sense8 e The Get Down provocaram um debate nas redes sociais sobre os “reais motivos” para a Netflix ter tomado esta decisão. Este burburinho ficou ainda maior com a declaração de Reed Hastings, CEO da empresa: “Estamos com uma taxa altíssima de sucesso. Pensamos então em cancelar algumas séries, assumir alguns riscos, tentar coisas loucas. Sendo assim, nossa taxa de cancelamentos de séries vai subir”.
Não demorou para que as especulações sobre os reais motivos dos cancelamentos – especialmente de Sense8 – tomassem conta. É possível encontrar nas redes, quando o tema é Sense8, quem diga que a Netflix cancelou a série porque diversidade não dá grana e aqueles que já acusam a pobre coitada de homofobia, transfobia e qualquer outro prefixo cabível na palavra fobia. Muitos, sensatamente, levantavam a questão do retorno financeiro.
A Netflix não divulga os dados de audiência. Porém, um caminho para identificar a repercussão das suas séries é verificar a frequência dos termos na internet via Google Trends. Alguns sites fizeram esses levantamentos. O que ficava evidente era que Sense8 tinha pouca repercussão. Embora repercussão e audiência não andem necessariamente de mãos dadas, esses dados do Google Trends são indicadores importantes.
Eis que Ted Sarandos, o chefe de conteúdo da Netflix, em uma conversa com Jerry Seinfeld, declarou o óbvio: “Relativo ao que você gasta, as pessoas estão assistindo? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio.”
Em resumo: grana! A equação é tão antiga quanto o capitalismo: o retorno tem que ser maior do que o investimento. Se o investimento é maior do que o retorno financeiro, o resultado é série cancelada (sério! Isso é tão antigo quanto os folhetins publicados em jornais no século XIX).
As perguntas que ficam é se a Netflix será mais conservadora em seus projetos e qual a lógica por trás da frase de Reed Hastings e?
Na opinião deste humilde crítico, a Netflix irá continuar a investir em série diferentes, que testem os limites da dramaturgia, afinal, isso é a marca das séries americanas atuais. O que certamente será feito é uma calibragem no orçamento. É pouco provável que uma aventura como Sense8 – série que alcançou apenas um nicho e gastou milhões – volte a acontecer. Séries mais revolucionárias ou que se limitem a um público restrito certamente terão espaço, mas com orçamentos modestos.
Já a frase Reed Hastings… bem, é muito estranho ler as palavras sucesso e cancelamento na mesma frase. Arrisco a dizer que a lógica de cancelar séries, é menos por corte de gastos, e mais por buscar novidades. A Netflix vive de suas assinaturas (ainda não achou uma forma sólida de ganhar com anunciantes). E a maneira para atrair novos assinantes é sempre ter novidades no cardápio. Não acredito que eles venham a cancelar uma House of Cards ou uma Orange Is The New Black sem um desfecho como fizeram com Sense8. Aposto, isso sim, que eles busquem fazer séries com menos temporadas, aumentando a rotatividade para sempre terem novidades. E, certamente, isto passará por arriscar novas fórmulas. De resto, fico ainda me perguntando o porquê da Netflix não decidido pelo planejamento de Sense8 mais cedo, permitindo que as irmãs Wachowski dessem um final para a série.
Os designs dos estúdios estão adorando a moda de juntar todos os personagens do filme em um cartaz, vide aquela arte de ‘Homem-Aranha – De Volta ao Lar’.
A nova vítima é ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘, que teve seu cartaz final divulgado.
Confira:
Os humanos e os Transformers estão em guerra. Optimus Prime se foi. A chave para salvar nosso futuro está enterrada nos segredos do passado, na história oculta dos Transformers na Terra. A salvação de nosso mundo recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg); Bumblebee; um lorde inglês (Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock). Chega uma hora na vida de cada um de nós que somos chamados para fazer a diferença. Em “Transformers: O Último Cavaleiro”, os procurados se tornarão heróis. Os heróis se tornarão vilões. Somente um mundo sobreviverá: o deles ou o nosso.
‘G.I. Joe’ e ‘Transformers’ podem ganhar crossover nos cinemas
Mark Wahlberg é destaque em nova imagem de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’
A estreia de ‘Transformers 5 – O Último Cavaleiro‘ acontece em 20 de julho de 2017 no Brasil. O título se refere aos Cavaleiros de Cybertron, apresentados no quarto filme.
Optimus Prime tenta matar Bumblebee em comercial de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’
Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.
As produções originais da HBO não perdem em nada para os grandes blockbusters e com a nova comédia ‘Tour de Pharmacy’, a história parece se repetir.
O novo filme para TV do canal aborda – de maneira ficcional – os inúmeros escândalos de doping envolvendo ciclistas profissionais ao longo dos anos. Embasado nos anos 80, a produção tem uma narrativa um tanto documental e ironicamente traz o símbolo do doping, Lance Armstrong, coroando o final do trailer.
Confira:
Dirigido por Jake Szymanski e escrito por Murray Miller, ‘Tour de Pharmacy’ conta com um elenco estelar, composto por Andy Samberg, Orlando Bloom, Daveed Diggs, John Cena, Dolph Lundgren, Phylicia Rashad, Freddie Highmore, Julia Ormond, Mike Tyson, Donald Glover, James Marsden e até mesmo J.J. Abrams (que espera-se ter uma aparição especial).
A comédia estreia na HBO americana em 8 de julho.
Segundo a Variety, a atriz israelense Gal Gadot recebeu apenas US$ 300 mil para participar de ‘Mulher-Maravilha‘, valor definido em 2015 quando ela assinou contrato para o filme.
O valor é baixo comparado aos US$ 20 milhões que os grandes astros de Hollywood recebem por filme.
Porém, o salário da atriz irá subir exponencialmente para a sequência e próximos filmes do Universo DC no cinema, agora que Gadot se transformou em uma atriz “Classe A” em Hollywood.
Vale lembrar que ‘Mulher-Maravilha’ se tornou o filme mais comentado do ano no Twitter, nos Estados Unidos.
Foram cerca de 2.19 milhões de tweets focados tanto em Gal Gadot, quanto em Patty Jenkins – diretora do filme – e Chris Pine – intérprete de Steve Trevor.
A publicação também divulgou que a personagem título foi a mais comentada entre personalidades fictícias na rede social. ‘Batman‘ veio em segundo lugar e Steve Trevor completa o Top 3.
Vale lembrar que ‘Mulher-Maravilha’ estreou nos Estados Unidos com US$ 100 milhões, quantia recorde para um filme dirigido por uma mulher.
Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema
Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!
Assista nossa crítica:
Mulher-Maravilha (Wonder Woman) é o filme mais comentado do ano no Twitter nos EUA. As razões vão além do aspecto artístico da obra. O ineditismo de um filme de super-heroína e a capacidade dos grupos feministas de pautarem a internet tem um peso significativo nesta repercussão. E já que o filme ainda está bombando – e deve continuar assim até o mês que vem, quando estreia Homem-Aranha: De Volta ao Lar (ou vocês acham que Baywacth tem essa força?!) – vou deixar aqui os meus dois centavos.
O caso da Mulher-Maravilha é um feliz encontro de crítica e público. Depois de sucessivos filmes problemáticos, a Warner e a DC acertaram a mão. Muitos falaram que é o melhor filme da casa desde a trilogia Batman do Nolan. Realmente, Mulher-Maravilha conseguiu tirar a DC do atoleiro, mas, isto não significa que o filme chegue perto de obras como Batman – O Cavaleiro das Trevas (para mim, o melhor filme de herói já feito). O que temos aqui é um filme muito bem feito, que consegue ser eficiente para alcançar seus objetivos (e isto significa arriscar pouco) e também consegue inovar um pouco no gênero.
Em muitos sentidos, Mulher-Maravilha aproxima-se da fórmula Marvel. Bem menos sombrio do que Batman vs Superman, o filme da Diana (Gal Gadot) consegue aquele equilíbrio entre ação, aventura, humor e drama que a Marvel estabeleceu. Neste ponto, Mulher-Maravilha é um filme conservador, que prefere seguir por caminhos conhecidos. Contudo, a diretora Patty Jenkins não deixa o filme virar um passeio no parque, afinal, estamos falando de um filme de guerra. E aqui começam as duas contribuições do filme. Primeiro, o filme consegue, em certos momentos, um tom mais grave, raro de se ver nos filme da concorrente (recentemente, só Logan conseguiu isso, e nem é dos estúdios Marvel). E, claro, a maior contribuição, é colocar a primeira heroína nas telas.
Muito já se falou do lado feminista do filme. O texto é evidente do começo ao filme. A diretora produz uma mise-en-scène que consegue problematizar muitos clichês, seja quando Diana lidera a tropa no campo de batalha, seja no enquadramento que valorizam a personagem sem apelar para seu lado sexual. A sexualização das personagens femininas é uma marca dos quadrinhos que pode ser notado, em menor grau, nos filmes. E Jenkins segue outro caminho, mostrando uma Diana dona de si, e não objeto – e não estou aqui fazendo nenhuma condenação aos diretores que adotam a sexualização, apenas constatando que Jenkins opta por captar a sua protagonista de forma pouco usual no universo dos heróis.
Mas, como muito já se falou sobre o feminismo e Mulher-Maravilha, dirijo minha atenção para outras qualidades do longa.
Estamos diante de um filme pacifista. A câmera de Jenkins consegue captar a tristeza da guerra e contrastá-la com os momentos de alegria após a libertação de uma vila pelos aliados. Este contraste, lá pelo meio do segundo ato, deixa bem claro que Mulher-Maravilha carrega um subtexto antibelicista.
Outro aspecto que me agradou muito foi o arco dramático da protagonista. Diana começa com uma visão idealista-inocente do mundo, acreditando que Ares é o único culpado pela guerra e que a humanidade é boa. E, quando começamos a nos cansar da insistência de Diana na sua busca por Ares, já estamos perto do ponto no qual ela perceberá as contradições humanas e compreenderá a sua verdadeira missão. O carisma que Gal Gadot empresta para a personagem é responsável por fazer o público embarcar nessa jornada.
Este lado humano de uma deusa pode parecer absurdo para alguns, mas é bastante compreensível quando pensamos que os deuses gregos eram criaturas poderosas e com sérios problemas de caráter.
Outro ponto que merece palmas para o filme é a fotografia. A diretora Patty Jenkins e o diretor de fotografia Metthew Jensen conseguiram extrair personalidade de uma estética estabelecida por Zack Snyder para o Universo DC no cinema. Nas cenas em Temiscira, há um fotografia sutil em tons de azul, vermelho e dourado (cores do uniforme da heroína) para marcar o aspecto mítico do lugar. A partir do segundo ato, Londres e os campos de batalha abraçam a paleta mais acinzentada e escura que caracterizou BvS. Aqui, porém, essa estética dialogou com o cenário de guerra.
Os poucos pontos fracos do filme são a sua galeria de vilões e o ato final, especialmente a parte da batalha, com um CGI fraco e uma composição de imagens pouco inspirada. E o fato do filme ter se aproximado da fórmula de sucesso da Marvel pode tanto soar como elogio quanto crítica. Pessoalmente, preferiria que a DC seguisse por outros caminhos, dando maior diversidade ao gênero de heróis, mas isto fica para outro texto.
E aí, gostou do filme? Curtiu a batalha final? O que achou da dinâmica entre Diana e Steve Trevor? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:
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Selecionado para alguns festivais pelo mundo e absurdamente sem a mínima chance de ser exibido pelo circuito exibidor brasileiro (talvez pela falta de faro de muitas distribuidoras), exceto em um festival ou outro, o novo e impactante trabalho do excelente cineasta francês Bertrand Bonello (L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância), Nocturama, é uma trama cheia de reviravoltas que expõe um confronto de ideias e a falta de limite que pessoas comuns podem ter. O filme é uma grande crítica e expõe argumentos fortes que fala de maneira bem efetiva sobre muitos dos conflitos que assombram países de todo o planeta.
Na trama, conhecemos jovens de diversas etnias que se espalham por uma grande cidade francesa tramando alguma coisa que é revelada aos poucos. Um pouco do cotidiano desses jovens, já no dia da ação, mostram que são pessoas comuns que não geram nem tipo de alerta da polícia. Com a chegada da noite, se reúnem em uma loja de roupas de vários andares, onde é exposto um plano aterrorizante de diversos atentados em lugares previamente estudados. Ao longo dessa noite, muitas questões serão abordadas e o roteiro volta em algo parecido com flashbacks para explicar um pouco de como eles chegaram até esse dia.
Fica claro, por diversos diálogos ao longo das sequências, que os jovens não aguentam viver na sociedade onde vivem, cada um com seu motivo. Isso gera um conflito interno muito grande, um jovem segurança de um edifício com andares desativados, um casal de namorados que tinham a vida toda pela frente, jovens com estruturas emocionais fortes outros nem tanto. Cada um a sua maneira vai deixando de tentar viver a vida como ela é e embarcam em um plano inconsequente. A ficha parece que só cai quando estão confinados em uma loja no fim da noite, discussões e ações, além do conflito de ideias, tomam conta dos diálogos e as incertezas e o medo apontam para todos eles. Presos em seus próprios pensamentos, o não saber o que fazer dali para frente é uma verdade que eles não conseguem esconder.
Bonello, que dirige e assina o roteiro, mais uma vez volta às telonas com uma trama intrigante e corajosa que expõe uma parte da sociedade em crise de consciência e totalmente inconsequente que muitas vezes encontra refúgio no seu gritar em atitudes que impactam negativamente ao todo levando o medo para outras pessoas. Nocturama é um filme para ser visto, discutido e analisado. Uma aula de cinema desse cineasta francês que possui trabalhos interessantes em sua vasta filmografia.
Dirigido pela dupla Alex Helfrecht e Jörg Tittel, The White King, baseado na obra do escritor húngaro György Dragomán é um filme extremamente complexo que aborda um novo lugar, cheio de ideologias e princípios. O projeto, exibido em alguns festivais pelo mundo tem uma pegada meio Goonies dos novos tempos, com incrementos de ficção científica em um roteiro repleto de originalidade que explora as leis criadas por uma nova sociedade cheia de regras ofensivas, de controle absoluto e sem democracia. Essa ficção científica tem um excelente trailer e isso gera o interesse mas vendo o filme percebemos claramente que falta fôlego para a trama se sustentar, principalmente pelas lacunas não respondidas o que deixa tudo muito complicado de se entender.
Na trama, conhecemos um jovem chamado Djata (Lorenzo Allchurch) que vive uma vida cheia de regras em uma nova sociedade junto com sua mãe e seu pai Peter (Ross Partridge). Certo dia, após voltarem de um piquenique seu pai, um ex-major do exército do lugar é levado para uma espécie de prisão onde traidores são colocados. Seu filho então parte em busca de respostas para encontrar seu pai e para isso contará com algumas poucas ajudas ao longo desse caminho repleta de espaços não respondidos.
Uma construção de um novo mundo? Uma irmandade com novas ideias entre conflitos e ideais de um mundo que não existe mais? Militares e seus princípios duvidosos no poder? Que diabos é aquela estátua no alto da montanha que lembra muito o seriado Lost? Diversas perguntas (sem respostas) são feitas por nós meros mortais cinéfilos que tentamos entender esse longa metragem. O arco da amizade é bem feito, adapta os laços para a sociedade nova que foi imposta cheia de risco e onde a coragem é o principal trunfo. Já o tema central, a busca pelo pai desaparecido (ou melhor dizendo escondido em uma prisão que ninguém sabe onde é) é muito rasa. Nem outros personagens aparecendo na trama, como o avô do menino, um coronel aposentado e de prestígio ajudam a gente a entender melhor o que é direito esse projeto.
Taxado como ficção científica, e realmente é, o filme navega pelo drama durante bom tempo nesse universo criado por Dragomán repleto de brutalidade ditatorial e com personagens motivados por razões humanas envolvidos nas leis do universo, o amor de uma família. Infelizmente o filme tem apenas bons momentos, talvez o livro seja melhor.
Quem abre o coração à ambição, fecha-o à tranquilidade. Depois de um hiato de quatro anos após seu último longa-metragem Gwansang (2013), o cineasta sul coreano Jae-rim Han volta as telonas com um filme explosivo que abre feridas bastante expostas sobre a corrupção no submundo jurídico/político de uma Seul repleta de polêmicas e grandes trocas no poder. The King (Deoking) é um daqueles filmes onde a adrenalina toma conta de várias sequências, aproximando o espectador de subtramas repleta de gângsters, chantagens e muita ambição. O filme, que estreou no oriente em janeiro desse ano, ainda não tem data para desembarcar em nosso país.
Na trama, conhecemos, em um primeiro momento mais jovem, o brigão e relaxado Park Tae-su (interpretado pelo ótimo ator In-sung Jo), nascido na periferia da capital coreana, de família pobre, sendo criado por um pai trambiqueiro e que sempre arruma uma confusão. Estamos na década de 80 e aos poucos, via imprensa e por testemunhar seu pai desesperado implorando para um, cresce um desejo no protagonista em ser um promotor de justiça, cargo carregado de poder e influência em uma coreia recheado de casos violentos e corrupção em todos os escalões do poder. Assim, de preguiçoso e brigão, vira um estudioso intenso e consegue passar para a prestigiada faculdade de Direito se tornando um promotor. Chegando na nova função, nada do que sonhara (status, fama, dinheiro e poder) chega rapidamente e depois de insistir em um caso de abuso de um professor com uma aluna, acaba recebendo a chance de entrar para um grupo de promotores protegidos comandados por Han-Kang Sik (Woo-sung Jung) que exalam poder, fortuna e o controle do poder jurídico coreano. Vivendo agora do jeito que sonhou, acaba tendo também que sentir na pele as consequências de um lado sujo de sua profissão.
Tudo funciona muito bem no filme. O ritmo alucinante não deixa nem bebermos nosso refrigerante durante a sessão. Dividido milimetricamente em arcos poderosos, repleto de cenas com tons de humor dramático mesclando com dramas violentos, o filme conta em um pouco mais de duas horas a história do seu protagonista em décadas e toda a corrupção que a Coreia do Sul vive nesse tempo. O projeto não deixa de ser uma grande crítica ao sistema coreano mas que também pode ser ampliado a uma crítica mundial do setor. A troca de favores de pessoas influentes no campo jurídico/político, a escolha a dedo dos casos, a ligação com bandidos de alta periculosidade, tudo isso sabemos que acontece em muitas partes do mundo.
O filme tem méritos também por não fugir das responsabilidades do protagonista, e impor consequências severas pelos anos em que foi submisso a uma vida de riqueza de bens mas sem uma gota de compaixão humana. A transformação do personagem chega em torno de vingança, deixando o último arco com surpresas e cenas sensacionais, de tirar o fôlego. The King (Deoking) , sem previsão de estreia no Brasil (tomara que alguma distribuidora abra o olho para esse filmão) é um daqueles filmes que podemos dizer ser um dos melhores trabalhos do ano.