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‘The Market’: Jesse Eisenberg vai estrelar série de J.J. Abrams sobre crise econômica

Jesse Eisenberg tem dedicado parte do seu tempo aos palcos, atuando, escrevendo e dirigindo peças e agora o astro pretende migrar para a TV, estrelando uma comédia feita com apenas uma câmera.

Intitulada ‘The Market’, a série será feita por meio da produtora de J.J. Abrams, a Bad Robot Productions.

O conceito da produção foca no recém-viúvo Harold Katzman, que decide mudar para Pittsburgh para viver com seu filho adulto, Stan (Eisenberg). No entanto, ambos acabam perdendo o emprego simultaneamente, devido às oscilações na economia americana e agora devem procurar por um novo trabalho juntos.

Além da Bad Robot, a Warner Bros. produzirá a série, que será disponibilizada para vários canais norte-americanos.

Novo comercial de ‘Piratas ro Caribe 5’ vem com mais cenas inéditas

A Disney liberou um novo comercial de ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘.

Confira:

POLÊMICA! Dublador do Johnny Depp se revolta contra a Disney e não fará ‘Piratas do Caribe 5’ 

‘A Vingança de Salazar’: Fãs se revoltam com o título nacional de ‘Piratas do Caribe 5’

“Em nova aventura, o Capitão Jack Sparrow se encontra com os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo piratas fantasmas são liberados por um velho inimigo: Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo está determinado a matar todos os piratas do mar, principalmente Jack Sparrow. Sua única esperança de sobrevivência é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que dá ao seu possuidor o controle dos sete mares.

Para encontrá-lo, ele tem que fazer uma aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o teimoso marujo Henry (Brenton Thwaites).

Ao invés de estar a bordo do famoso Pérola Negra, Sparrow (Johnny Depp) está no comando do Dying Gull (Gaivota Moribunda).

Keira Knightley deve ter uma pequena participação no filme como Elizabeth Swann

O ex-Beatle Paul McCartney também fará uma participação especial em ‘Piratas do Caribe 5‘ – saiba mais.

Johnny Depp retorna em seu papel marcante, indicado ao Oscar®, do Capitão Jack Sparrow, um dos personagens mais amados da história do cinema, agora ao lado do ganhador do Oscar® Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez, 007 – Operação Skyfall), dos jovens astros em ascensão Kaya Scodelario (Maze Runner – Correr ou Morrer, Skins, da televisão britânica) e Brenton Thwaites (Malévola, O Doador de Memórias) e Golshifteh Farahani (A Pedra de Paciência, Êxodo: Deuses e Reis). Voltando à ação estão o ganhador do prêmio da Academia® Geoffrey Rush como Barbossa, Kevin R. McNally como Joshamee Gibbs e Stephen Graham como Scrum.

‘Grey’s Anatomy’ retorna ao tradicional na prévia do episódio 13×22

Tudo indica que ‘Grey’s Anatomy’ trará no próximo episódio o típico caso dos pais que não aceitam uma intervenção cirúrgica no filho devido a questões religiosas.

Só que a situação se torna ainda mais peculiar porque quem está a frente do caso é o Dr. Alex Karev, que já se envolveu com a polícia antes.

Confira:

Segundo relatos do TV Line, o canal ABC ainda não tem uma estimativa de episódios para encerrar a série.

Após ameaças, hackers vazam episódios da 5ª temporada de ‘Orange is the New Black’

O fim de semana não começou nada legal para a Netflix, que teve 10 episódios inéditos da aguardada quinta temporada de ‘Orange is the New Black‘ vazados na internet.

Um grupo de hackers revelou roubou os episódios e havia pedido dinheiro para a Netflix para não vazá-los. Como o serviço de streming não concordou em pagar, eles vazaram os episódios na internet.

O grupo chamado The Dark Overlord disponibilizou os episódios e enviou um recado para a Netflix.

“Vocês poderiam ter pago o que pedimos, mas vão perder muito mais dinheiro do que pedimos por não concordar com nossa modesta proposta”, afirmou.

A Netflix informou à imprensa americana que já está totalmente por dentro do caso, e que o vazamento aconteceu nos sistemas da Larson Studios, empresa responsável pela mixagem de som das séries Netflix.

Criada por Jenji Kohan de ‘Weeds‘, ‘Orange is the New Black‘ é uma instigante, divertida e evocativa série sobre a vida em uma prisão feminina. Baseada no best-seller de Piper Kerman, a nova temporada de Orange mergulha mais fundo nas tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. Tomada por novos detentos e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.

 

 

Ed Sheeran revela como será sua participação em ‘Game of Thrones’

Durante sua participação no programa de rádio The Hits Radio, o músico Ed Sheeran revelou como será sua participação na próxima temporada de Game of Thrones.

De forma bem sucinta, ele pontuou:

“Eu só faço uma cena com a Maise. Eu canto uma canção e então ela vai embora. Ah, a canção é legal”.

Lembrando que a estreia nos EUA e Brasil no domingo está agendada para o dia 16 de julho!

Confira o teaser-trailer:

‘Game of Thrones’: Isaac Hempstead Wright fala sobre o retorno de Bran na sétima temporada

‘Game of Thrones’ passa ‘Stranger Things’ como série mais popular de 2016

 

 

 

Versão preto e branco de ‘Logan’ ganha data de estreia!

A versão preto e branco de ‘Logan‘ já possui uma data de estreia, anunciada pelo próprio diretor da produção, James Mangold.

Em sua conta do Twitter, ele afirmou que a nova versão chega aos cinemas em breve, mais especificamente em 16 de maio!

Ele deu a dica aos fãs:

“Sugestão. Fãs amantes da versão preto e branco de LOGAN não devem fazer nenhum plano na noite do dia 16 de maio”. Vale ressaltar que o Blu-ray de ‘Logan‘ também contará com a versão noir.

Confira algumas belíssimas fotografias da edição em preto e branco:

‘Logan’ e os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’  Assista nossa crítica: COM SPOILERS SEM SPOILERS Para ler nossa crítica completa, clique aqui! Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida de um Professor X em dificuldade, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, sendo perseguida por forças obscuras. O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Primeiras imagens do episódio 2×19 de ‘Supergirl’

A CW liberou as primeiras fotos do episódio Alex, de Supergirl’. 

Confira, com as prévias:

Relâmpago McQueen é destaque na nova imagem de ‘Carros 3’

A seguir, você confere a mais nova foto de ‘Carros 3‘.

Confira, com o trailer:

O filme vai se concentrar em Relâmpago McQueen, agora um piloto veterano, enquanto participa em corridas ao redor da América com uma nova treinadora, Cruz Ramirez, e um novo rival, Jackson Storm. E também personagens que retornam como Mate, Sally, e Ramom.

Surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos, o lendário Relâmpago McQueen é repentinamente afastado do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisará da ajuda da jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez. Com o seu plano para vencer, mais a inspiração do Fabuloso Doc Hudson e alguns acontecimentos inesperados, eles partem para a maior aventura de suas vidas. O teste final do campeão será na maior prova da Copa Pistão!

O estúdio agendou a estreia para 13 de julho de 2017.

Idris Elba é destaque na nova imagem de ‘A Torre Negra’

A Torre Negra‘, adaptação do Stephen King, ganhou uma nova imagem.

Lembrando que a estreia está marcada para 4 de agosto.

Confira, com o cartaz:

Aaron Paul (‘Breaking Bad’) interpreta Eddie Dean, um viciado em heroína trazido de Manhattan por Roland Deschain (Idris Elba) no segundo livro da série, ‘A Escolha dos Três‘.

Jackie Earle Haley será o vampiro Richard P. Sayre, o presidente da Corporação Sombra. Fran Kranz  viverá Pimli, o braço direito do vilão Homem de Preto, interpretado por McConaughey. 

Katheryn Winnick, conhecida pela série de TV ‘Vikings‘, completa o elenco.

O dinamarquês Nikolaj Arcel (‘O Amante da Rainha’) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

A Torre Negra consiste em sete livros. Stephen King lançou o primeiro volume, ‘O Pistoleiro’, em 1982, como uma homenagem ao faroeste ‘Três Homens em Conflito’, à Lenda do Rei Arthur e às histórias épicas de J.R.R. Tolkien, autor de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’.

A trama acompanha a jornada do pistoleiro Roland Deschain através do Mundo Médio e outros para frustrar o objetivo do Rei Carmim de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

A Torre Negra‘ tem estreia prevista para 27 de julho de 2017.

 

‘Hotel Artemis’: Sofia Boutella e Jodie Foster no filme do diretor de ‘Homem de Ferro 3’

A atriz Sofia Boutella, de ‘A Múmia‘, pode vir a trabalhar ao lado de Jodie Foster em’Hotel Artemis‘. A informação partiu do site da revista Variety, que afirmou que ela estaria negociando sua participação.

Dirigido por Drew Pearce, o projeto será produzido por Simon e Stephen Cornwell, através da produtora The Ink Factory e por Adam Siegel e Marc Platt, por meio da Marc Platt Productions.

Pearce, que possui em seu currículo ‘O Homem de Ferro 3‘ e ‘Missão Impossível: Nação Secreta‘ também ficará a cargo do roteiro.

A expectativa é que o projeto de ‘Hotel Artemis‘ seja vendido no mercado de filmes do Festival de Cinema de Cannes.

‘Star Trek – Discovery’: Rekha Sharma e Kenneth Mitchell entram para o elenco

O elenco de ‘Star Trek – Discovery’ continua crescendo e mais dois atores entraram para o elenco, além de haver uma nova troca de personagens.

Rekha Sharma, de ‘Battlestar Galactica‘, assume o papel da comandante oficial de segurança, Landry.

E numa inversão de papéis, o posto de comandante Kol sai do ator Shazad Latif e agora passa para Kenneth Mitchell, o outro ator a ingressar na trama. Quanto a Latif, ele vai encarar o papel do tenente Tyler, oficial da Starfleet.

 

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’


A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

Hackers roubam 5ª temporada de ‘Orange is the New Black’ e ameaçam divulgar os episódios

O fim de semana não começou nada legal para a Netflix.

Um grupo de hackers revelou que roubou toda a aguardada quinta temporada de ‘Orange is the New Black‘, e caso a Netflix não conceda a eles o dinheiro pedido, cada episódio será liberado ao longo do dia.

Os dois primeiros episódios já foram liberados.

A Netflix informou à imprensa americana que já está totalmente por dentro do caso, e que o vazamento aconteceu nos sistemas da Larson Studios, empresa responsável pela mixagem de som das séries Netflix.

Nas várias publicações no Twitter o grupo chega a dizer que a plataforma vai perder muito mais dinheiro – se a temporada completa vazar – do que a quantia que eles solicitaram.

Criada por Jenji Kohan de ‘Weeds‘, ‘Orange is the New Black‘ é uma instigante, divertida e evocativa série sobre a vida em uma prisão feminina. Baseada no best-seller de Piper Kerman, a nova temporada de Orange mergulha mais fundo nas tensões econômicas e raciais que correm pelos corredores de Litchfield. Tomada por novos detentos e supervisionada por guardas inexperientes, a penitenciária passa por uma guerra cultural sem precedentes.

 

 

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ganha imagem que lembra ‘Homem-Aranha 2’

Homem: Aranha: De Volta ao Lar‘ ganhou uma nova imagem, trazendo uma cena que lembra bastante ‘Homem: Aranha 2‘, de Sam Raimi.

Enquanto no segundo filme do aracnídeo ele tenta salvar um trem, no novo filme é a Balsa de Staten Island.

Confira:

 

O CinePOP desembarcou em Las Vegas para cobrir a CinemaCon, e conseguiu uma entrevista com o diretor   Jon Watts.

Watts confirmou que teremos mais vilões no filme, e deu a entender que teremos outros Vingadores além do Homem de Ferro!

Assista, com nossa entrevista com o astro Tom Holland:

A Sony Pictures do Brasil agendou a estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ nos cinemas nacionais: 6 de Julho de 2017. Nos EUA, o filme chega um dia depois!

“O Jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que estreou em ‘Capitão América – Guerra Civil‘, começa a navegar em sua identidade recém descoberta como super-herói em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Emocionando com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina diária normal – se distraindo por seus pensamentos para provar a si mesmo que é mais do que apenas o bom amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter tem como importante será ameaçado.”

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

O elenco conta com Donald GloverMarisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark/Homem de Ferro  e John Favreau também participa do filme, reprisando o papel que fez em ‘Homem de Ferro’ como Happy Hogan.

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

’13 Reasons Why’ é proibida para menores de 18 anos na Nova Zelândia

A polêmica em torno de ‘13 Reasons Why‘ continua, e está tomando proporções cada vez maiores.

Após várias escolas dos EUA anunciarem um boicote à série, ‘13 Reasons Why‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos na Nova Zelândia.

O Órgão de Classificação de Filmes da Nova Zelândia deu a alta classificação indicativa por registrar o maior número de adolescentes suicidas do mundo, com cerca de dois jovens cometendo suicídio por semana.

“Nossos órgãos de saúde mental estão extremamente preocupados com o efeito que 13 Reasons Why pode ter na Nova Zelândia. A morte de Hannah é representada como algo lógico ao longo da série, e traz como consequência inevitável os eventos que a sucederam. Não podemos aceitar que o suicídio seja mostrado como uma opção viável. Além disso, temos uma péssima mensagem na série para os sobreviventes de violência sexual”, afirmou o Órgão de Classificação de Filmes do país.

 

Durante a semana, foi revelado que a Netfix começou a trabalhar na 2ª Temporada!

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

[SPOILERS] EXPLICAMOS as 5 cenas pós-créditos de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

[SPOILERS]

Tem gente que ama SPOILERS, enquanto tem gente que odeia…

Como assistir a um vídeo é OPCIONAL, o CinePOP decidiu fazer um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Os 15 Melhores Filmes da Marvel Studios

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 15 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

15. O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

14. Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

13. Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

12. Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

11. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

10. Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

 

9. Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

8. Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

7. Doutor Estranho (2016)

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Doutor Estranho‘ é uma viagem frenética e prazerosa para um novo mundo, que conquista com seu elenco estelar e efeitos visuais mirabolantes, se tornando a melhor apresentação de um personagem desde o primeiro ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Para a difícil tarefa de criar um visual frenético e psicodélico, o estúdio chamou o talentoso diretor Scott Derrickson (‘O Exorcismo de Emily Rose’ e ‘A Entidade’), que nos proporciona um show visual de imagens caleidoscópicas que transformam a projeção em uma jornada alucinante – que muitos comparam com uma viagem de ácido.

A fotografia de Ben Davis entrega cenas alucinógenas e muito bem orquestradas, que deixam ‘A Origem‘ no chinelo. A evolução nos efeitos visuais também é visível nesse filme, dando profundidade às cenas psicodélicas e frenéticas do “Plano Astral”.

É um filme que merece ser visto em uma sala IMAX 3D, e vale cada centavo do ingresso mais caro.

6. Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

5. Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

 

4. Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

3. Guardiões da Galáxia – Vol 2 (2017)

Enquanto Joss Whedon penou para realizar uma sequência melhor que ‘Os Vingadores‘, entregando o mediano ‘Vingadores: Era de Ultron‘, James Gunn conseguiu a proeza de realizar um filme ainda melhor que o original. ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘ é uma viagem de ácido com o visual mais delicioso já criado em um filme da Marvel, sendo ainda mais psicodélico e colorido que ‘Doutor Estranho‘ – usando e abusando do Neon para criar um universo intergalático estonteante. Apesar de ter mais ação e mais efeitos visuais, é uma sequência mais intimista que consegue trabalhar cada personagem individualmente enquanto cria um interação extremamente divertida entre eles. É um filme que foge totalmente da “fórmula Marvel” e apresenta com louvor a família mais disfuncional e absurda do cinema. Uma pequena obra-prima, que merece ser degustada e vislumbrada. O filme mais engraçado e divertido da Marvel Studios.

2. Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

1. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

10 Dicas de Filmes na Netflix para assistir neste feriado

O feriado prolongado chegou e sabemos que para muitos de vocês (assim como a gente também) o programa preferido será assistir a filmes interminavelmente. A plataforma do momento para tal é nossa amada Netflix, que garante horas de entretenimento para os cinéfilos.

Justamente por isso, pensando em você, nosso querido público, nós do CinePOP trazemos uma nova lista, com 10 produções de variados gêneros, presentes no acervo Netflix, que você não pode perder. Portanto, pegue seu caderninho, anote nossas dicas e depois volte para nos agradecer. Ou não (rsrs). Mas sem dúvidas queremos saber sua opinião. Vamos a eles.

Já Não Me Sinto em Casa Neste Mundo (2017)
(I Don´t Feel at Home in this World Anymore)

Que tal começar a lista com um filme novinho em folha, lançado este ano? Para melhorar, que tal se ele for o vencedor do prestigiado Festival de Sundance 2017? Pois é, amigos, a Netflix, mostrando a força do colosso que é, comprou o filme do festival e o lançou direto em sua plataforma, sem antes ser exibido nos cinemas brasileiros. Mas calma, segure sua ira. Acontece que o filme provavelmente não seria exibido em nossas salas de qualquer forma. Na trama, super atual, necessária e urgente, uma mulher (Melanie Lynskey) é assaltada. Quando a polícia se mostra incapaz de ajudá-la, e somada à exaustão da forma como as pessoas se tratam hoje, cada vez com mais intolerância, ela decide fazer justiça com as próprias mãos – ajudada pelo vizinho (papel de Elijah Wood, o eterno Frodo). Completando o elenco, a gracinha Jane Levy (O Homem nas Trevas).

Sing Street: Música e Sonho (Sing Street, 2016)

Outro filme inédito nos cinemas brasileiros, com o qual a Netflix resolveu nos presentear. Este é sem dúvida um dos três melhores filmes desta lista, uma verdadeira pérola a ser encontrada. Agradável, doce e contagiante, este musical adolescente se passa na década de 1980 e tem como cenário um bairro pobre de Dublin, Irlanda. O jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo) passa por grandes dificuldades em casa devido a separação de seus pais, mas isto não atrapalha seu otimismo na forma como encara a vida. A paixão por Raphina (Lucy Boynton <3), uma menina mais velha, faz com que inicie uma banda de pop rock ao lado dos amigos e a transforme na musa do grupo, participando dos criativos clipes musicais – na época em que explodia a MTV. Sing Street aquece o coração, foi indicado ao Globo de Ouro de melhor comédia ou musical e poderia estar no Oscar deste ano. O filme é mais um acerto do diretor John Carney, depois de Apenas uma Vez (Once, 2007) e Mesmo se Nada der Certo (Begin Again, 2013).

O Que Fazemos nas Sombras
(What We Do in the Shadows, 2014)

Você provavelmente é um dos que enlouqueceu ao ver o trailer de Thor: Ragnarok, certo? Mas afinal, quem não? Bom, se você é um fiel fã da Marvel no cinema, nada mais justo do que buscar as outras produções assinadas por seus cineastas, certo? E isso não será nenhum esforço, já que um dos filmes anteriores do diretor Taika Waititi (Thor: Ragnarok) é esta comédia hilária sobre vampiros. Igualmente fresquinho na Netflix, O Que Fazemos nas Sombras é inédito nos cinemas brasileiros e conta, sob um aspecto narrativo documental, o dia a dia de criaturas da noite sugadoras de sangue, como se reais fossem. Por ser um “mockumentary” (um documentário falso), o estilo é o de found footage. O filme aborda diversos aspectos do que seria a vida de um vampiro, desde a rivalidade com lobisomens até como lidam com humanos simpatizantes escravizados. Além disso, os protagonistas que dividem a mansão mal-assombrada e seus afazeres, são de variadas épocas e espécies de vampiros, como um tirano sósia de Drácula, outro nas formas de um ancião estilo Nosferatu e ainda um jovem e rebelde, mais perto dos vampiros modernos. Simplesmente hilário. É ver para crer.

O Silêncio do Céu (Era El Cielo, 2016)

Coprodução entre Brasil e Chile, passada no Uruguai e falada em espanhol (com alguns trechos em português), O Silêncio do Céu fez parte da excelente safra de filmes nacionais que estrearam ano passado – e que será difícil superar este ano. Além disto, o filme figurou na lista das dez melhores produções cinematográficas deste humilde crítico que vos fala. Terceiro longa do cineasta Marco Dutra (o primeiro fora do gênero terror – mas com forte carga de thriller), baseado no livro de Sergio Bizzio, a obra ganhou alguns prêmios no festival de Gramado. A trama polêmica fala de estupro, mas aborda o tema de uma forma diferente, levantando novas questões. O filme abre, e Diana (Carolina Dieckmann, em seu melhor desempenho na carreira) é estuprada por dois homens que invadiram sua casa. Ao invés de denunciar, ela se cala e um silêncio aterrador se forma entre ela e o marido, papel do argentino Leonardo Sbaraglia (o motorista apressado de Relatos Selvagens). Por outro ângulo, percebemos que o marido presenciou o crime, mas foi incapaz de impedi-lo, fardo que igualmente o consome. Um filme corajoso e estarrecedor, que ainda conta com a presença de Chino Darín, filho de um dos melhores atores da atualidade, Ricardo Darín.

Ex-Machina: Instinto Artificial
(Ex-Machina, 2014)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito, exceto: se você ainda não viu, pare tudo e veja! Uma das produções independentes mais elogiadas de seu respectivo ano (exibido em um festival em 2014, mas no resto do mundo em 2015), Ex-Machina é ficção científica em sua mais pura forma – questionadora, moderna e com muito a dizer, que se importa muito mais com as ideias que a permeiam do que apenas a estética. Na trama, um jovem funcionário de uma mega empresa no estilo Google (papel de Domhnall Gleeson) ganha um concurso e tem a oportunidade de passar um fim de semana na casa do dono da companhia, o excêntrico e recluso Nathan (Oscar Isaac, em um dos melhores desempenhos de sua carreira). Como um verdadeiro neo Frankenstein, o gênio louco na verdade deseja que o funcionário teste sua nova criação, uma máquina dona de inteligência artificial, vontades próprias e as formas de Alicia Vikander. Ava, a criatura, desenvolve então com o sujeito uma relação especial. Ex-Machina, inédito nos cinemas brasileiros, é um filme único e chocante, tratando com seriedade e grande reflexão ideias propostas em clássicos do entretenimento como O Exterminador do Futuro (1984).

Conspiração e Poder (Truth, 2015)

O que seria de uma boa lista, sem a indicação de um filme com a maravilhosa Cate Blanchett. Quantas atrizes da atualidade são donas de duas estatuetas do Oscar? Poucas. Aqui, em mais uma atuação estrondosa, mas infelizmente negligenciada, ela é Mary Mapes, produtora real do programa jornalístico 60 Minutes. Em O Informante (1999), de Michael Mann, outra equipe do mesmo programa investigada a indústria tabagista, escancarando-a com fortes denúncias. Aqui, a investigação descortina o passado do presidente George W. Bush, um dos governantes mais criticados dos EUA, que supostamente teria forjado seu tempo no serviço militar, de quebra incluindo falsas honrarias por bravura. A matéria que parecia um baita furo, sai pela culatra e puxa Mapes para o olho do furacão, tendo sua vida pessoal e profissional virada do avesso. Ao contrário de Spotlight (vencedor do Oscar), que apenas recria o trabalho jornalístico mecânico de seus profissionais, Conspiração e Poder decide olhar para o drama pessoal de seus envolvidos, dando rosto e humanizando as pessoas por trás das histórias. O veterano Robert Redford também protagoniza na pele do âncora Dan Rather.

Complicações do Amor (The One I Love, 2014)

Mais um filme inédito nos cinemas brasileiros – na maioria dos casos, estes são os melhores – cujo título em português pode enganar o público sobre seu verdadeiro conteúdo. Não se trata de uma comédia romântica boboca e açucarada, mas sim de um exercício bem mais complexo, de tentar entender a psique humana e seu comportamento dentro de uma relação afetiva. O roteiro é tão especial que pouco pode ser dito sem que estraguemos. Um casal em crise (papel de Mark Duplass e Elizabeth Moss) tenta de tudo para reestruturar seu relacionamento. Na terapia de casal, o psicólogo (papel do veterano Ted Danson) recomenda que passem um tempo numa casa de campo. O local se mostra promissor. É quando surge a grande reviravolta da trama e o filme assume tintas de fantasia / ficção científica. Um fato sobrenatural entra em vigor e, à primeira vista, surge como benção para os pombinhos, se mostrando o que muito necessitavam. Porém, o paraíso talvez não seja tão fácil de ser atingido, e os problemas de sempre começam a ressurgir. Filmes como The One I Love (ok, tenho problemas com o título em português) mostram que ainda existem roteiros originais e criativos em Hollywood, mesmo que muitos sejam incompreendidos e que a maioria das pessoas ainda queiram ver mais do mesmo.

O Roubo da Taça (2016)

O ano de 2016 foi tão frutífero para o cinema nacional, que aqui vai mais uma produção na lista. O Roubo da Taça, ao contrário de O Silêncio do Céu, é um filme leve, cômico, mas nem por isso menos satisfatório. A melhor comédia nacional em muitos anos, O Roubo da Taça é quase um drama e trata de assuntos sérios, como crimes de roubos e assassinatos, além de investigação policial. A atmosfera criada poderia servir em um drama criminal, mas a proposta aqui é pelo humor. Muitos reclamam das comédias nacionais e este filme chega para redimi-las. Usando como mote o lendário roubo da taça Jules Rimet em 1983, fato que se tornou uma espécie de lenda urbana no país, o longa se propõe a descortinar o ocorrido – de forma fictícia, é claro, mas com certo embasamento – apresentando uma grande possibilidade. Peralta (mais uma atuação impressionante de Paulo Tiefenthaler, aqui dono de grande timing cômico) é um golpista barato, que para sair de uma dívida de jogo, resolve roubar a réplica da famosa taça, acidentalmente adquirindo a verdadeira. Outro destaque do filme, que é a primeira produção original brasileira da Netflix, chega nas formas de Taís Araújo, simplesmente estonteante a atriz rouba a cena na pele de Dolores, a companheira do sujeito 171.

A 13ª Emenda (13th, 2016)

Apesar de recorrer ao discurso maniqueísta e manipulador, como afirmar que todos os criminosos negros devem ser soltos das cadeias, simplesmente por serem negros, o documentário da prestigiada Ava DuVernay (Selma: Uma Luta pela Igualdade) deve ganhar uma chance e ser visto. O documentário foi indicado ao Oscar deste ano e é uma produção original Netflix. Ao contrário de Selma, seu outro filme indicado ao Oscar, que prestava um serviço maior para as minorias ao reproduzir as lutas e conquistas do humanitário Martin Luther King, jamais incitando ou recorrendo à violência, DuVernay parece seguir o caminho oposto com seu documentário inflamatório, promovendo o conflito e não a união de classes e raças. No entanto, muitos trechos são importantes e não deixam de despertar o interesse, em especial os que abordam o passado e a luta travada pelos direitos civis na década de 1960. Ao olharmos o que o ser humano foi capaz de fazer com o próximo, automaticamente reflete o que ainda é feito. Mais um motivo para buscarmos soluções utilizadas em tal período, já que com elas muito foi conquistado. Extremista e impactante, A 13ª Emenda promete revoltar, indignar e incitar, talvez em medidas iguais.

3096 Dias de Cativeiro (3096 Days, 2013)

Produção alemã falada em inglês, esta obra remete muito e falará diretamente aos fãs do sucesso vencedor do Oscar O Quarto de Jack (2015). Partindo do mesmo princípio estarrecedor, o filme mostra o sequestro de uma menina austríaca chamada Natascha (Antonia Campbell-Hughes), que permanece em cativeiro durante oito anos, sendo abusada fisicamente e psicologicamente por seu abdutor (papel de Thure Lindhart). A situação é tão catastrófica que a jovem começa a desenvolver em variados momentos a conhecida síndrome de Estocolmo, e a simpatizar com o criminoso. Ao contrário de O Quarto de Jack, que ainda acrescenta certa doçura e ingenuidade, tirando certa beleza desta história polêmica, 3096 Dias de Cativeiro concentra-se apenas na sufocante trajetória da vítima e na angústia inconcebível que passou. O longa, assim como seu irmão mais famoso, serve de denúncia para estes fatos horripilantes que continuam a acontecer, realizados por pessoas extremamente doentes e que não deveriam viver em sociedade. O filme é baseado em fatos envolvendo a verdadeira Natascha Kampusch.

‘O Ataque dos Vermes Malditos 6’ ganha data de estreia

A Universal Pictures tem grandes planos para ‘O Ataque dos Vermes Malditos 6‘ (Tremors 6), e agendou a data de estreia do filme: 30 de Janeiro de 2018.

O anúncio foi feito pelo ator Michael Gross, que reprisa o papel do caçador de monstros Burt Gummer após interpretá-lo em todos os longas e também na série de TV de 2003.

Confira:

O especialista em criaturas subterrâneas e seu braço direito Travis (Jamie Kennedy), um expert em tecnologia, se juntam a um time internacional enquanto preparam uma batalha contra as criaturas mortais que acaba se tornando muito mais do que esperavam.

Estrelado por Kevin Bacon em 1990, o longa original acompanha os moradores de uma isolada e pequena cidade que se unem para se defender do ataque de estranhas criaturas subterrâneas, que começam a matá-los, um por um. O ator já se mostrou interessado em participar da nova sequência – leia mais.

Confira, com o trailer do quinto filme – que foi lançado direto em Home Video:

Kevin Bacon vai estrelar série de TV baseada em ‘O Ataque dos Vermes Malditos’ 


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Nova e sangrenta prévia da 3ª Temporada de ‘Fear The Walking Dead’

Já renovada para a quarta temporada, o canal AMC liberou a nova promo da terceira temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.

Confira, com o cartaz:

A terceira temporada estreia dia 4 de junho e terá 16 episódios, não havendo mais aquele hiato entre os oito primeiros e os oito últimos episódios.

A expectativa é que o primeiro trailer venha ainda este mês.

O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

Woody Harrelson é destaque na nova imagem de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’

A Entertainment Weekly liberou a mais nova imagem de Planeta dos Macacos: A Guerra‘ (War For The Planet of The Apes), a sequência de ‘Planeta dos Macacos: O Confronto‘ (2014).

Confira, com o cartaz e o último trailer liberado:



Em ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

Liberada a logo oficial de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’; surpresa virá em ‘The Walking Dead’

‘Planeta dos Macacos – A Guerra’ contrata atriz de ‘The Vampire Diaries’

O novo filme seguirá a história que começou com Planeta dos Macacos: A Origem’ e continuou com ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’.

Andy Serkis emprestou brilhantemente seus movimentos para o macaco César. Para retornar para a sequência, seu salário foi milionário, de 7 dígitos, uma valor bastante alto para captura de movimentos.

Judy Greer (‘De Repente 30’) voltará a emprestar seus movimentos à primata Cornelia, a amada de César.

Inicialmente previsto para 29 de julho de 2016, o lançamento agora acontece apenas em 13 de julho de 2017.

Andy Serkis, Steve Zahn e Woody Harrelson estrelam.

Woody Harrelson será o vilão da sequência de ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’

Planeta dos Macacos: O Confronto’ arrecadou US$ 708 milhões pelo mundo.