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‘The Flash’ e ‘Supergirl’ estampam guia oficial da San Diego Comic-Con 2016

A Warner Bros. TV e a San Diego Comic-Con firmaram uma parceria para que os maiores heróis da tv americana estampasse o guia oficial do maior evento de entretenimento do mundo.

Confira:

supernatural

flash

supergirl

 

 

 

Recentemente, Grant Gustin confirmou em seu perfil no Twitter que o título da terceira temporada será Flashpoint ou Ponto de Ignição, na tradução da HQ para o português.

A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

A nova temporada de ‘The Flash‘ começa a ser rodada entre junho e agosto e a estreia está marcada para outubro.

Emma Stone e Ryan Gosling apaixonados no belo trailer do musical ‘La La Land’

La La Land‘, novo filme do prestigiado diretor Damien Chazelle, teve seu belo trailer divulgado.

musical romântico é estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling. A dupla volta a colaborar junta após ‘Amor a Toda Prova’ e ‘Caça aos Gângsteres’.

Assista:

La La Land‘ foi o escolhido para abrir a 73ª edição do Festival de Veneza, que acontece entre os dias 31 de agosto a 10 de setembro.

O filme fará parte da seleção oficial do Festival, que ainda terá todos os seus concorrentes anunciados.

La La Land é um incrível tributo à idade de ouro dos musicais americanos, passando por ‘Um Americano em Paris’ de Vicente Minnelli, e ‘New York New York’, de Martin Scorsese”, afirmou Alberto Barbera, diretor do Festival.

Chazelle comandou o elogiadíssimo ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição‘, que concorreu ao Oscar de Melhor Filme em 2015.

Projeto antigo de Chazelle, o filme acompanha dois jovens sonhadores – a aspirante a atriz Mia (Stone) e o carismático pianista Sebastian (Gosling) – que se apaixonam na cidade de Los Angeles. A produção é descrita como um “um filme sobre grandes sonhos na cidade grande e o tipo de amor que faz você viver como se estivesse em um musical.

O ator J.K. Simmons (‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’) também estrela, após colaborar com o diretor em ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição‘.

O filme tem estreia prevista para 2 de Dezembro de 2016.

Crítica | A Comunidade

Família! Família! Papai, mamãe, titia, Família! Família! Almoça junto todo dia, nunca perde essa mania. O novo filme do excepcional cineasta dinamarquês e criador do movimento Dogma 95 Thomas Vinterberg é um trabalho que fala sobre o sentimento forte da ideologia de mudança nas relações. Ambientado na década de 70 e cheio de assuntos a serem explorados, como a ‘política’ dos relacionamentos e as novas ideologias frutos de pensamentos inovadores sobre uma sociedade que está em constante crise, o longa-metragem transporta o espectador para uma viagem muito diferente sobre o ser humano e suas constantes ideias mirabolantes. Somos brindados também por uma atuação maravilhosa dos atores dinamarqueses Trine Dyrholm e Ulrich Thomsen, ambos que aturam no inesquecível clássico de Vinterberg, Festa em Família.

Na trama, conhecemos o professor de arquitetura Erik (Ulrich Thomsen) e sua esposa, a apresentadora de televisão Anna (Trine Dyrholm) que está se mudando para um enorme casarão com sua filha Freja (Martha Sofie Wallstrøm Hansen). Adeptos de idéias inovadoras e pensando que poderiam melhor seu cotidiano, a família resolve chamar amigos e conhecidos para morarem com eles, formando uma espécie de comunidade, assim dividem as despesas e passam a ter uma grande reunião diária, seja no almoço, seja no jantar. Porém, ao longo do tempo, Erik começa a se distanciar de Anna e acaba se apaixonando pela estudante Emma (Helene Reingaard Neumann) e para piorar os moradores da casa concordam em deixar a jovem morar com eles fazendo com que Anna tenha sua vida destruída em poucos dias.

Vinterberg é muito objetivo em focar no tema central de sua história (o roteiro foi escrito pelo diretor e por Tobias Lindholm – esse último teve seu último filme, como diretor, indicado ao Oscar deste ano, Krigen). Por mais que tenhamos muitos personagens entrando e saindo das cenas, a trama que se desenvolve passa mesmo pelo triângulo amoroso instaurado e uma história quase que paralela sobre o desenvolvimento da juventude da filha de Erik e Anna, Freja. Essa última, possui um olhar muito delicado e emocionado sobre o desenrolar dos fatos que acontecem com seus pais, é quase que um ponto de equilíbrio do casal, ela percebe tudo, ela vê tudo mas ainda possui uma imaturidade para lidar com tanta informação.

Uma coisa que se torna um pouco difícil durante as quase duas horas de duração do longa é determinar todos os reais motivos da criação dessa comunidade. Um fato forte e batido muitas vezes nos diálogos de Erik é a questão financeira mas não é só isso, ou talvez essa seja somente a visão dele. Em Anna, por outro lado, percebemos uma objetiva vontade de agregar valores ao cotidiano do casal mas logo percebe que a mais prejudicada nessa ideia foi a mesma.

Com lançamento previsto para agosto deste ano nos cinemas brasileiros, A Comunidade (como deve ser mesmo chamado por aqui o filme), é um projeto que nos faz pensar sobre a sociedade e os impactos familiares que possamos ter quando deixamos de acreditar na união. Família êh! Família ah! Família! Família êh! Família ah! Família!

Crítica | Irmão de Espião

Bobeira é não viver a realidade. Depois de alguns papéis um pouco mais sérios, em produções hollywoodianas, o humorista britânico Sacha Baron Cohen volta ao seu lar: o das comédias sem noção que gostam de gerar polêmica atrás de polêmica. Irmão de Espião (Grimsby), sem previsão de estreia nos cinemas daqui, é um longa-metragem politicamente incorreto que envolve espionagem, ação e comédia. Dessa vez, dirigido pelo francês Louis Leterrier (Truque de Mestre) e contando com um elenco de peso com nomes como Mark Strong e Penelope Cruz, o Sr. Cohen usa e abusa de sua maneira de contar histórias, dessa vez com direito até a piadinha sem noção com o intérprete do Harry Potter. Mas uma vez está provado que Sacha possui seu próprio universo e você vai amá-lo ou odiá-lo.

Na trama, conhecemos o agente especial do MI6 Sebastian (Mark Strong), um espião que se vê metido dentro de uma conspiração que planeja um assassinato e acaba sendo acusado por um crime que não cometeu. Assim, acaba reencontrando seu irmão Nobby (Sacha Baron Cohen), um fanático por futebol inglês que possui muitos filhos e vive em uma cidade longe do grande centro. Juntos, eles vão redescobrir memórias e traçar um plano para livrar Sebastian de todas as acusações. Mas para isso acabam se metendo em situações constrangedoras como ficar no meio de um sexo entre elefantes.

O filme é totalmente sem noção, como já esperávamos. Você até consegue rir de algumas cenas mas percebe-se um exagero além, o longa tá longe de ter a essência de Borat. Em uma das cenas mais constrangedoras, lembramos da letra dos inesquecíveis Mamonas Assassinas: ‘Os animal, tem uns bicho interessante. Imagine o tamanho que é o pinto de um elefante’. Nessa sequência, a mais maluca do filme com toda certeza, onde os personagens, fugindo de assassinos que os perseguiam, acabam se escondendo dentro de uma elefanta e de repente começa um sexo entre elefantes. O mais inacreditável é como um ator como Mark Strong aceitou esse papel.

Talvez a alma do negócio talvez seja não levar o filme muito a sério. Na tentativa de criar um universo 007 diferente, Sasha (um dos que também assinam o roteiro) não consegue criar uma receita de sucesso. Embarcar em suas ideias, ainda mais nos dias atuais, está cada vez mais difícil.

Crítica | High-Rise

As mais loucas distopias futurísticas podem estar mais perto do que pensamos. Baseado no livro homônimo, publicado na década de 70 pelo escritor J.G. Ballard, High-Rise é quase um sci-fi social que se baseia única e exclusivamente em como um desproporcional crescimento tecnológico da classe mais rica pode ser um caos no convívio e no relacionamento de toda um planeta que praticamente é banido de não ter o que uma minoria tem. Com locações quase que totais na Irlanda, o filme possui uma pegada bem forte (com cenas bem impactantes) e consegue ao longo dos seus intensos 120 minutos passar toda uma ideia que muito se parece, se traçarmos um paralelo, com várias etapas de ascensão e declínio de classes sociais que o mundo já passou.

Na trama, acompanhamos a chegada de Laing (Tom Hiddleston), um homem solitário, de classe média, que se muda para um novo arranha céu que possui muitas peculiaridades. Aos poucos vamos percebendo, junto ao personagem principal, que os andares são divididos em classes sociais, além do edifício ter uma ‘vida própria’, lá funcionam uma espécie de shopping, tem escola, supermercado, o que faz com que seus moradores percam quase que por total a noção do mundo fora dali. Aos poucos, como a maioria das revoluções que o mundo já viu em sua história, em High Rise acontece uma rebelião dos moradores dos andares de baixo com os que moram e ostentam em suas coberturas.

Se isso fosse um jogo de RPG, Laing é o nosso personagem. As surpresas que chegam para ele, impactam demais nossos raciocínios mais distantes buscando sempre um paralelo com alguma coisa do mundo real. A história, muito bem destrinchada e com alta margem para debates, é ‘delicadamente’ dirigida e com muita eficiência pelo cineasta Ben Wheatley. A luta, muitas vezes com agressões físicas, provocadas por ideias conflitantes em relação aquele mundo instaurado, é movido à sangue e tinta. A loucura também faz parte da história, principalmente no segundo ato em diante. A falta de noção da realidade fora do edifício, coloca em cheque qualquer tipo raciocínio trivial sobre como viver em sociedade.

Quase como a cereja do bolo, a entrada de Jeremy Irons e seu impactante personagem, Royal, transforma tudo aquilo que alguns personagens achavam em forma de teoria em uma realidade angustiante que envolve ganância, egoísmo e traições. Como muitos personagens ganham força ao longo da projeção, o personagem principal vai ficando quase que em segundo plano chegando ao ponto de ser apenas nossos olhos dentro da história. High-Rise, absurdamente sem previsão para estrear nos cinemas brasileiros, muito se parece com outro belo filme, O Expresso do Amanhã. Uma das poucas diferenças entre os dois é que um você vai pra frente e o outro você vai subindo de elevador.

Se você gosta de pensar um pouco sobre como o mundo está em constante rotação de ideias, fruto por demais de uma tecnologia que não chega para todos, esse é um filme que você precisa ver. Em seu ato final, completamente emblemático, percebemos que existe um dia outros High Rise possam ganhar vida em nossa realidade, ou, como muitos vão pensar, eles já existem.

Crítica | Midnight Special

Até onde vai a força de um pai lutando pela sobrevivência de um filho? Chega dos Estados Unidos (mas bem longe de ser um blockbuster que todos assistirão), um dos filmes mais intrigantes deste ano: Midnight Special. Com um ritmo alucinante, envolvendo tiroteios intensos e explosivas perseguições de carros, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Jeff Nichols (dos ótimos O Abrigo e Amor Bandido) explora bem profundamente a possibilidade de uma vida extraterrestre e como entidades governamentais e religiosas as explorariam a situação caso realmente existissem esses indícios. Esse realmente é um filme que Fox Mulder gostaria de participar.

Na trama, somos rapidamente apresentados a um pai chamado Roy (Michael Shannon) e seu filho chamado Alton (Jaeden Lieberher) que estão em uma fuga alucinante pelas estradas norte-americanas contando com a ajuda apenas de Lucas (Joel Edgerton), um policial que abandonou toda sua vida para ajudar a dupla em seu objetivo. Aos poucos vamos descobrindo o porquê desta fuga, que envolve uma seita religiosa, o governo dos EUA e uma analista de inteligência do FBI, esse último interpretado por Kylo Ren (ou Adam Driver se preferirem). Midnight Special possui sua própria personalidade nas intensas e inteligentes rotações de gênero que possui ao longo dos quase 120 minutos de projeção.

Os arcos do filme são muito bem explorados dentro do excelente roteiro. Após uns 10 minutos iniciais de tirar o fôlego, somos situados em uma trama paralela (mas ao mesmo tempo simultânea) para podermos entender os porquês das escolhas dos personagens e seus verdadeiros objetivos dentro do contexto. Assim, somos apresentados a uma seita em que o pai e filho mencionados faziam parte, um analista do FBI começa a descobrir segredos sobre os enigmas que o são apresentados, e aos poucos as habilidades do menino são reveladas ao público gerando uma série de perguntas sobre quem ele realmente é. O intrigante nisso tudo é que o filme se torna um quebra-cabeça de ações e objetivos, oriundos de uma ideia inicial de que o menino em questão tem poderes especiais.

Já na metade final da trama, entra na história uma figura que completa grande parte do quebra cabeça: a mãe, interpretada com bastante competência por Kirsten Dunst. Com o ciclo familiar apresentado e as razões para eles estarem juntos nesse momento explicados, o longa, que não tem previsão de estrear nos cinemas brasileiros por enquanto, entra em seu louvável ato final com todos sofrendo as consequências de suas escolhas. Midnight Special é a prova de como um roteiro poderoso pode transformar um longa-metragem em uma singela obra prima de um gênero explorado muitos vezes por ideias sem força e com fundamentos explicados apenas na superfície.

Crítica | A Espera (L’attesa)

Como lidar com a dor e as com as consequências oriundas da mesma? Falando sobre a perda em uma escala intensa e com direito a um ritual de passagem do luto instaurado, o longa-metragem italiano L’attesa é filme denso que requer a atenção e paciência do espectador. Há um sofrimento evidente nos silenciosos primeiros minutos de projeção, além de uma metáfora quase que indecifrável em muitas das sequências desta obra. Um tom fúnebre percorre todos os 95 minutos de projeção que fica mais compreensível e deixa a perplexidade tomar conta dos sentimentos pelas atitudes inconsequentes de uma das protagonistas, interpretada pela estonteante atriz francesa Juliette Binoche.

Na trama, acompanhamos a chegada da jovem e bela Jeanne (Lou de Laâge, a nova musa do cinema francês) a um casarão no interior da região de Sicilia. Chegando lá, a francesa se depara com uma reunião de luto e fica angustiada para encontrar com Anna (Juliette Binoche), dona da casa e mãe de seu namorado Giuseppe. Assim, percebemos que Jeanne saiu da França e chegou na Itália para encontrar seu namorado. No aguardo da chegada de Giuseppe, as duas mulheres, de duas gerações completamente diferentes, vão criando um pequeno laço maternal até as descobertas de alguns segredos que vamos sabendo aos poucos.

A abertura do filme, em forma de raio-x de bagagens de aeroporto já traça o primeiro paralelo com a trama em si. Somos convidados pelo diretor de primeira viagem em longas-metragens, o italiano Piero Messina, a uma viagem rumo ao universo enigmático das emoções e como as reações que tomamos, ou que não conseguimos tomar, nesses momentos acarretam uma infinidade de consequência para as pessoas ao redor. Falar que Juliette Binoche é uma excelente atriz é redundante mas nesse filme ela praticamente louva o público com uma Masterclass de atuação. Impecável. Perdida na própria solidão, sua personagem Anna é o espelho da amargura como se não tivesse mais forças para acreditar em dias melhores. Tudo muda com a chegada de Jeanne que revitaliza nela a presença do filho distante que tanto ama. Por meio de uma mentira escancarada, somos testemunhas, se projeta rumo ao desabrochar de seu estado de luto sem pensar em consequências pelos seus atos.

Na outra ponta do Iceberg, Jeanne. Durante os dias de estadias na casa de Anna, percebemos um amadurecimento da jovem, seus olhos azuis não querendo enxergar o que seria evidente para muitos projeta um ar de ingenuidade e ao mesmo tempo de querer embarcar em um espírito de liberdade. Mesclando uma sensualidade delicada e momentos de intensa reflexão, Lou de Laâge é a companheira de cena perfeita para a professora Binoche.

L’attesa estreou na Itália dia 17 de setembro do ano passado, após desfilar sua forte trama por vários festivais importantes mundo a fora. Na Brasil, já foi comprado por uma distribuidora e em breve deve estar brindando os cinéfilos nas grandes telas das melhores salas do Brasil. Belo filme, não percam.

Crítica | Demolição (Demolition)

Quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino. Dirigido pelo ótimo cineasta canadense Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas, Livre) e com um excepcional roteiro escrito por Bryan Sipe, Demolição (Demolition) é com certeza uma das gratas surpresas deste ano. Falando sobre a solidão e a perda, o longa metragem estrelado pelo excelente ator Jake Gyllenhaal não deixa de ser uma viagem nas nossas emoções mais profundas e uma lição de que a vida é uma eterna caixinhas de surpresas. A trilha sonora é arrepiante, os arcos do roteiro são milimetricamente bem executados e nada, absolutamente nada é, deixado na superfície, as emoções acabam ganhando forma concretas em forma de metáforas que nos fazem refletir a cada cena.

Na trama, conhecemos o banqueiro bem sucedido Davis (Jake Gyllenhaal), um homem perto dos 40 anos que possui uma pacata vida ao lado de sua esposa que é filha de seu chefe. Após um terrível acidente de carro, Davis fica viúvo e a partir daí sua vida ganha um novo sentido, mesmo não sabendo como lidar com essa perda, e ele precisará passar por uma auto descoberta e começa a prestar mais atenção no mundo ao seu redor. Assim, acaba, inusitadamente, conhecendo Karen (Naomi Watts), uma solitária e mãe solteira atendente de um SAC de Vending machines. Juntos passarão dias se redescobrindo, quase um tratamento de como redescobrir o simples ato de viver.

O grande destaque da produção é o roteiro. Muito complexo e com diálogos inesquecíveis, cria uma originalidade para o gênero drama no mais alto nível. Sentamos na cadeira do cinema e embarcamos direto nas emoções do protagonista, uma difícil construção feita por Gyllenhaal, que exala simpatia do início ao fim da projeção. A relação dele com o sogro (interpretado pelo sempre ótimo Chris Cooper) – seus altos e baixos – as descobertas feitas sobre sua esposa que são uma conseqüência do relacionamento que tinham, a inusitada ação do destino que por meio de uma reclamação – que mais parece uma fuga para o momento que vive – faz entrar em sua vida uma mulher admirável, solitária quase um  alter ego, um ‘outro eu’ que Davis nunca imaginara que existia.

O desfecho é emblemático e faz muito sentido. Davis é um eterno paciente em busca de respostas sobre quem ele realmente é, um cidadão comum, um pouco solitário que também busca saber as razões de sua evidente solidão.  Ele entra em uma fase de loucura (daí a ideia do título provavelmente) que nada mais é que uma proteção anônima de seus sentimentos, que quando são encontrados fazem a vida ter um pouco mais de sentido. Demolição (Demolition) estreia no circuito brasileiro dia 04 de agosto e promete fazer bastante sucesso com o público.

Crítica | Uma Repórter em Apuros

Quem sabe, muitas vezes não diz. E quem diz muitas vezes não sabe. O negócio é apurar. Dirigido pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (ambos diretores do fraquíssimo Golpe Duplo), Uma Repórter em Apuros é baseado no livro The Taliban Shuffle, de Kim Barker. Até agora não dá pra saber se eles queriam fazer uma comédia meio sem noção, um drama cômico ou algo parecido com isso. O importante é que o filme tem uma consistência, tanto em roteiro quanto em direção e atuações que transformam esse projeto em uma grata surpresa. Óbvio que a ideia a princípio era aproveitar a veia cômica de Tina Fey (protagonista do filme) mas ao longo da projeção, que fala sobre um tema bem polêmico na área política norte americana, o filme ganha contornos emocionantes.

Na trama, conhecemos a solitária Kim Baker (Tina Fey), uma editora que nunca teve nas frentes das câmeras e na necessidade de sua emissora de enviar alguém para cobrir a guerra no Afeganistão, acaba topando o desafio e embarca com sua chamativa mala para frente do conflito. Chegando lá, enfrenta muitas dificuldades que vão do alojamento precário da imprensa até um certo tipo de preconceito por ser uma das poucas mulheres cobrindo esse conflito. Mas aos poucos, Kim vai mostrando seu valor e conseguindo histórias muito interessantes que cercam esse conflito.

Em um lugar onde até pessoas experiências tomam decisões erradas, Kim embarca em sua jornada tendo sempre como guarda costas Fahim Ahmadzai. Assim, o filme vai navegando em assuntos complicados como a relação da imprensa com personagens da zona de conflito, histórias emocionantes de militares norte americanos e a própria relação entre os repórteres de muitos países cada um mostrando ao seu público sua visão da guerra. Os diálogos entre os repórteres são excelentes. Contornam a trajetória de Kim, a jornalista Tanya Vanderpoel (interpretada pela beldade Margot Robbie), o hilário fotógrafo escocês Iain MacKelpie (Martin Freeman, em uma atuação pra lá de especial) e um caricato influente da região Ali Massoud Sadiq (Alfred Molina em uma de suas melhores atuações dos últimos tempos).

Seria um absurdo dizer que o filme pega leve com o tema proposto. Tenta sair da superfície em diversos momentos, a protagonista tem muita empatia e isso ajuda muito. Quando o longa começa, parece que vamos ver um Borat de saias ou algo tipo mas aos poucos as peças vão se encaixando e a solidez do roteiro vira um alicerce importante para que o ritmo da trama não se perca. Uma Repórter em Apuros chega direto em Home Video no Brasil.

Crítica | Maestro

A beleza essencial pode estar na sutileza, no subliminar. Dirigido pela atriz e diretora suíça Léa Fazer, Maestro é uma daquelas pequenas obras-primas que achamos no baú empoeirado do mundo mágico da sétima arte. Quase sem possibilidade de exibição nos cinemas brasileiros, o filme é um ato poético sobre o descobrimento do saber usando a estrada do cinema de arte. Ao longo dos curtinhos 81 minutos, somos testemunhas de metáforas filmadas e gestos muitos simples de sabedoria sobre a arte do viver.

Na trama, conhecemos o caricato e jovem ator Henri (Pio Marmaï), que sonha em trabalhar algum dia nos blockbusters hollywoodianos mesmo não conseguindo se estabelecer ainda como ator. Certo dia, parece que sua sorte muda quando recebe a chance de trabalhar um filme do conhecido cineasta Cédric Ròvere (Michael Lonsdale), uma referência do Cinema de arte. No set de filmagens, quase um peixe fora d’água, acaba se apaixonando por Gloria (interpretada pela bela atriz belga Déborah François) e descobrindo com boas intenções o ar da intelectualidade e suas simplicidades de entender melhor a vida.

O projeto tem vários pontos positivos para destacarmos. Um deles, a relação Mestre X Aprendiz que o filme disseca de forma objetiva e deixa várias lacunas para completarmos com nosso imaginário. Muitas dessas lacunas, inclusive, são preenchidas quando na subida dos créditos somos informados que o filme é parte baseado em uma história real que aconteceu com o consagrado diretor francês Éric Rohmer no set de seu último filme O Amor de Astrée e Céladon. Outro fator importante é a modelagem/construção do que é o surgimento do amor aos olhos do protagonista. Com tanta transformação que o personagem principal passa em pouco tempo, a ingenuidade e simplicidade acabam se tornando elementos de interseção de todo o processo.

Com convincentes atuações, sem almejar nada mais do que ser uma boa história filmada, Maetro é um filme simplesmente complexo em sua maneira de enxergar o mundo mas bem trivial na maneira de tocar nossos corações sonhadores. Uma pequena obra-prima, se tiver a chance de conferir, não perde não 🙂

Crítica | King Jack

Na adolescência tudo parece o fim do mundo, mas é apenas o começo. Debutando em longas metragens o cineasta Felix Thompson (que dirige e escreve o projeto) consegue realizar um trabalho muito consistente que fala sobre tempos difíceis de um jovem que vive lutando intensamente e diariamente contra seus instintos adolescentes praticamente sem referências. Com competente atuação de seu protagonista Charlie Plummer, King Jack é o que podemos falar de pequena obra com muito valor, aquela raridade que nós cinéfilos adoramos encontrar.

Na trama, conhecemos o jovem meio rebelde chamado Jack (Charlie Plummer), um garoto de 15 anos que mora em uma cidade pequenina onde consegue em pouco tempo arranjar confusão para todos os lados. Quando sua tia distante fica doente, seu primo acaba indo morar com Jack, sua mãe e seu irmão mais velho. Aos poucos uma grande amizade vai surgindo e Jack vai começar a descobrir a importância da família em sua vida.

Há muitos pontos a se analisar nesta pequena grande obra. A relação do protagonista com sua família é caótica, daí a consequência de uma personalidade fragilizada por impulsos juvenis, raiva, dor e sem nenhum perspectiva. Sua mãe parece não se importar com ele e seu irmão mais velho parece ser aquele típico irmão mais velho de filmes norte-americanos dos anos 90. Quando começa a descobrir o amor, é rejeitado e traído. A única pessoa que parece oferecer algum tipo de esperança é uma amiga (rejeitada por ele) que sempre está por perto nos momentos mais difíceis que enfrenta. Com a chegada do primo, o personagem principal começa a amadurecer forçadamente. Valores que nunca existiram para ele começam a aparecer em sua frente, principalmente o da amizade. Viver em um universo limitado e sem referências fizeram com que Jack buscasse outros sentimentos para se sentir mais forte.

A única coisa que deixa nós cinéfilos tristes é que esse filmaço indie muito provavelmente não entrará em cartaz nos cinemas brasileiros, talvez por falta de espaço, talvez por falta de percepção das distribuidoras. Mas fica aqui a dica deste belo olhar sobre o rito de passagem da adolescência para a juventude em um universo não muito distante de todos nós.

Crítica em Vídeo | Stranger Things

O editor Renato Marafon fala sobre ‘Stranger Things‘, nova série original da Netflix, que estreia mundialmente em 15 de julho.

Assista:

Crítica | ‘Stranger Things’: Terror e mistério na fantástica nova série da Netflix

Stranger Things‘ se passa na década de 1980 em Hawkins, Indiana, e conta a história da busca por um garoto que desapareceu sem deixar rastros e em circunstâncias suspeitas. Sua mãe (Winona Ryder) pede às autoridades locais o início das investigações do desaparecimento, que vai revelar uma série de mistérios envolvendo experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais aterrorizantes e uma garotinha muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, Matthew Modine, David Harbour, Charlie Heaton, Natalia Dyer e Millie Brown. Na produção executiva de ‘Stranger Things‘: os irmãos Duffer (Wayward Pines), Shawn Levy (Uma Noite no Museu) e Dan Cohen (Story of Your Life).

 

‘Sickhouse’: Terror rodado no Snapchat vai ganhar sequência

Sickhouse‘, primeiro filme inteiramente filmado no Snapchat, vai ganhar sequência.

A Indigenous Media anunciou hoje que começou as preparações para o segundo filme, que também será filmado no Snapchat ao longo de uma semana.

O terror foi estrelado pela Youtuber Andrea Russett, que tem mais de 2,6 milhões de seguidores, e foi rodado com iPhones ao longo de cinco dias, de 29 abril a 3 maio, somando 1 hora 8 minutos de duração.

Com takes curtos de 10 segundos de duração, a história acompanha a jornada assustadora da protagonista e sua prima por uma cabana amaldiçoada no meio de uma floresta. Alguns fãs que não sabiam do filme se assustaram e ligaram para a polícia para denunciar os horrores que estavam acontecendo com a garota. No final, ela explica que não se passou de um filme experimental.

O filme completo está disponível no Vimeo pelo valor de US$ 6 dólares.

Assista ao trailer:

Série de TV baseada em ‘O Nevoeiro’ contrata atriz de ‘Vikings’

A série de TV baseada em ‘O Nevoeiro‘ (The Mist) teve mais uma adição em seu elenco: Alyssa Sutherland (da série ‘Vikings‘).

Ela interpretará Eve Cunningham, devotada esposa e mãe que precisa proteger sua jovem filha quando a névoa aterroriza a cidade com seres e monstros desconhecidos.

Ela se junta a Frances Conroy, de ‘Six Feet Under‘ e ‘American Horror Story‘.

Conroy interpretará Nathalie, uma moderna mártir ecológica. Enquanto ela está aparentemente mais ligada à natureza do que a maioria das pessoas, seus companheiros humanos estão mortos para ela.

Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, vai dirigir o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.

O canal deu sinal verde para os 10 episódios da série, mesmo antes do piloto estar concluído. Ou seja, vem coisa boa por aí. A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia em 2017.

A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.

O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.

O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).

Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.

Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.

As 10 Melhores Adaptações de Stephen King 

’31’: Novo cartaz do polêmico terror de Rob Zombie

31‘, próximo filme de terror do diretor Rob Zombie (‘Halloween’), ganhou um novo cartaz.

Confira, com o trailer e imagens:

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Recentemente, o diretor conseguiu resolver suas dificuldades com o órgão de classificação etária nos EUA. O filme havia recebido a temida classificação NC-17 nas duas vezes em que foi submetido para análise. Trata-se da classificação mais alta dos EUA: Menores de 17 anos são proibidos de assistir ao filme, mesmo acompanhados dos pais.

Zombie voltou a editar o filme para tentar uma classificação R, na qual menores de 17 anos podem assistir na presença dos pais. E ele finalmente conseguiu!

“Porque R? Porque as salas de cinema se recusam a exibir filmes NC-17. Mesmo que você seja uma porra de um adulto… “, afirmou.

A MPAA reclassificou o filme como Rated por “violência sádica gráfica, sexualidade e nudez bizarras, imagens perturbadoras, conteúdo sexual e uso de drogas.”

Situada em 1975, a trama mostrará a história de cinco pessoas sequestradas, cinco dias antes do Halloween. Mantidas reféns num local conhecido como “Murder World” (Mundo do Assassinato), elas precisam participar de um violento jogo de sobrevivência chamado “31”, comandado por palhaços assassinos e armados com motosserras.

A inspiração de Zombie para o filme foi o parque de terror Great American Nightmare.

O longa foi realizado por meio de financiamento coletivo, ou seja, os fãs de Zombie que bancaram o projeto.

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‘Mulher-Maravilha’: Teaser-trailer deve ser lançado na Comic-Con

A Warner Bros. confirmou presença na Comic-Con San Diego, que acontece de 21 a 24 de julho. E o primeiro trailer de ‘Mulher-Maravilha‘ deve ser lançado por lá.

De acordo com o Hollywood Reporter, os astros Gal Gadot, Chris Pine e Connie Nielsen estão todos confirmados para participar do painel do filme no Hall H, juntamente com a diretora Patty Jenkins.

Além de ‘Mulher-Maravilha‘, o estúdio está preparando uma divulgação maciça de ‘Esquadrão Suicida‘ com todo o elenco presente.

Confira a sinopse divulgada pela manhã:

Mulher-Maravilha‘ chega aos cinemas de todo o mundo trazendo Gal Gadot como a personagem título, em uma aventura de ação épica da diretora Patty Jenkins. Antes de ser a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada em uma ilha paradisíaca isolada, ela precisará enfrentar o mundo exterior quando um piloto americano cai em sua Terra e a avisa sobre o enorme conflito que poderá destruir a humanidade. Diana deixa sua casa, convencida de que ela pode parar a ameaça. Lutando ao lado de homem em uma guerra para acabar com todas as guerras, Diana vai descobrir seus plenos poderes… e seu verdadeiro destino.

 

Primeira cena da ‘Mulher-Maravilha’ em ‘Batman Vs Superman’ é divulgada oficialmente 

Crítica 2 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça

A estreia acontece em 2 de junho de 2017.

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Conheça a história de origem da Mulher-Maravilha em ‘Batman v Superman’

Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

‘Mulher-Maravilha’ terá seis uniformes diferentes em filme solo

Gal Gadot fala sobre a Mulher-Maravilha e seus poderes

A produção do filme ficará a cargo de Zack Snyder, Charles Roven e Deborah Snyder.

 

 

‘X-Men’: Fox encomenda série produzida por Bryan Singer

O canal Fox deu sinal verde para o produção do episódio piloto de uma nova série ambientada no universo ‘X-Men‘.

Segungo a Variety, a série é escrita por Matt Nix (‘Burn Notice’) e produzida por Bryan Singer (‘X-Men: Apocalipse’).

A história acompanhará um casal que descobre que seus filhos são mutantes, e terão que fazer de tudo para protegê-los do governo e dos seres humanos.

A 20th Century Fox Television desenvolverá a série em parceria com a Marvel Television.

“O desenvolvimento de uma série de propriedade da Marvel tem sido uma prioridade para a Fox. Estamos bastante satisfeitos com a forma como Matt Nix nos levou para este universo emocionante. É uma aventura de quadrinhos e relações emocionais.”, afirmou David Madden, o presidente da Fox Broadcasting.

Essa é a terceira série da franquia sendo produzida. As outras duas são ‘Legion‘ e ‘Hellfire‘, em parceria com o canal FX.

Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Idris Elba comenta sobre seu vilão em novo vídeo de ‘Star Trek – Sem Fronteiras’

Em meio a toda polêmica envolvendo o fato do personagem Sulu ter sua sexualidade confirmada para ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘, a Paramount liberou o primeiro featurette da produção, em que Idris Elba comenta mais sobre o vilão Krall.

Confira:

‘Star Trek’: Série e filme terão grandioso painel na San Diego Comic-Con

‘Star Trek – Sem Fronteiras’: Rihanna lança clipe de Sledgehammer filmado em IMAX 

O novo título oficial condiz com a premissa do filme, de resgatar o espírito da série original, indo “onde ninguém jamais esteve”.

Chris Pine e Zachary Quinto confirmados em ‘Star Trek 4’ 

Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).

Além de reprisar o papel de Scotty, Simon Pegg também coroteiriza o roteiro de ‘Star Trek 3’ com Doug Jung. Após sua demissão do cargo, Roberto Orci permanece apenas como produtor.

star trek

Comic-Con San Diego terá tecnologia para evitar vazamento dos trailers

A Comic-Con San Diego tem perdido seu prestígio ao longo dos últimos anos devido à desorganização e excesso de participantes. No último ano, vários estúdios afirmaram que começarão a boicotar o evento.

O motivo? Todos os trailers exibidos na Comic-Con de 2015, exceto o de ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final‘, vazaram na internet minutos após a exibição no Hall H.

Para não perder seus maiores anunciantes e seu público, o maior evento de quadrinhos e cinema do mundo tomou uma atitude e reforçará a segurança em 2016.

Segundo James Gunn, diretor de ‘Guardiões Da Galáxia – Vol. 2‘, afirmou que providencias foram tomadas para evitar vazamentos.

“Você pode assistir ao trailer do filme se você estiver no Hall H no dia 23 de julho comigo no painel da Marvel. Se alguém filmar o vídeo secretamente – o que eu acho mais improvável de acontecer por causa de uma nova tecnologia – então você verá em seguida. Do contrário, vai demorar para assistir”, afirmou.

Ou seja, a Comic-Con terá uma tecnologia de ponta que evitará que as pessoas consigam filmar a telona do Hall H. Interessante, né?

O salão H comporta 7.000 fãs, que acampam e dormem na fila por dias para conseguirem entrar e assistir seus painéis preferidos – e os mais importantes. Das 130 mil pessoas que comparecem na Comic-Con anualmente, são poucas as que tem sorte de conseguir a proeza de entrar no concorrido salão, que ainda tem alguns lugares separados para a imprensa, diminuindo o número de cadeiras para os meros mortais.

No local, é expressamente proibido o uso de celulares e câmeras quando se exibe um material com Copyright, e vários seguranças vigiam qualquer movimento suspeito para evitar que alguém filme o telão. Porém, este ano a segurança do evento foi extremamente falha.

‘Star Trek – Sem Fronteiras’ ganha belíssimo cartaz IMAX

A Paramount Pictures e a IMAX Corporation liberaram há pouco o primeiro cartaz IMAX de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘.

Confira:

star trek

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O novo título oficial condiz com a premissa do filme, de resgatar o espírito da série original, indo “onde ninguém jamais esteve”.

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Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).

Além de reprisar o papel de Scotty, Simon Pegg também coroteiriza o roteiro de ‘Star Trek 3’ com Doug Jung. Após sua demissão do cargo, Roberto Orci permanece apenas como produtor.